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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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AutorMensagem
ADM.Tidus
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MensagemAssunto: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 9 EmptyDom 27 Mar 2016, 11:45

Relembrando a primeira mensagem :

[CF] PT II - Férias em família.

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis e piratas Gregory W. Ross; Sidney Thompson; Sofia Schwarz; Shannon Jay; Kurihara L. Riki. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Auron
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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 9 EmptySeg 23 Jan 2017, 20:27

O breve momento de tensão havia passado, as garotas agiram com eficácia e eficiência e agora marchavam rumo ao esconderijo carregando os den den mushis e uma quantia razoável de dinheiro, Melissa vinha sorridente, admirando as joias que tinha acabado de adquirir no furto, chegou a pôr uma pulseira no braço esquerda, a garota parecia maravilhada com a situação sem parecer se lembrar (ou se importar) com o fato de que aqueles objetos foram frutos de um crime.
- Sobre o sequestro. – Disse a pirata quebrando o silencio da caminhada e chamando a atenção da garota. – Creio que não preciso dizer que você na certa vai liderar essa parte da operação, certo? – Melissa nada disse, apenas sorriu, era um sorriso lindo, a garota como um todo parecia ter sido desenhada meticulosamente para ser linda, suas roupas só ajudavam a realçar isso.

- Sua beleza chama bastante atenção e acredito que você deve ser boa com manipulação e dissimular. – Não precisa ser nenhuma gênia para chegar a conclusão de que sou linda. – Interrompeu Melissa. – Isso vai ser útil assim você pode ocultar suas intenções e usar essas habilidades para distrair os presentes no local ao entrar no local. Isso vai dar tempo para seus homens agirem passando despercebidos e se aproximarem do balcão para iniciar o assalto, enquanto isso você aborda o respons... – bah bah bah bah! – Exclamou a garota. – Você está sendo chata, já percebi que é bem inteligente, mas não precisa me ensinar a como fazer meu trabalho. – Por um instante, o tom de voz da garota tinha oscilado do doce som de outrora, para um tom ameaçador e psicótico. – Não tem com o que se preocupar. – Sorriu por fim.

Depois de uns instantes pensativa Akane voltou a falar. – Estarei dando suporte das sombras, por hora sou vista como um peão nesse tabuleiro e posso tirar isso como vantagem para chegar ao topo e me tornar a Rainha!
- HAHAHAHAHAHA! – Gargalhou a garota. – Rainha? – Perguntou ela surpresa. – Sim amiga! Isso! Esse é o posto que mulheres fortes como nós merecemos, rodeadas por servos, comandando, aproveitando de todos os prazeres e principalmente... mostrando nosso poder! – A jovem garota realmente parecia empolgada. – Gostei de você Kazu... Gostei de verdade.

Não tardaram a chegar no esconderijo, adentraram na antiga mansão e caminharam em busca dos líderes, em um quarto, para a surpresa de Akane, Viaty que para ela deveria demorar a retornar conversava com alguém, era uma voz masculina, a porta estava aberta e ela conseguiu ouvir um pouco do que se falava.
- Você está LOUCO Viaty? – Indagou a voz com um tom enraivecido. – Confiar a vida de nossos homens a um plano de uma desconhecida? DE UMA PIRATA?
- Acalme-se Doran, não é bem assim, o plano da garota é bom, e não se esqueça que boa parte de nossa força é composta por PIRATAS.
- BOM!? – Bradou a voz. – Dividir nossos homens em três ataques loucos a lugares bem protegidos? Confiar nossos planos a piratas ardilosos que podem muito bem nos trair em troca de anistia e alguns trocados? Aquele tal de Radgard é um arruaceiro que tem medo da marinha como um gato tem de um cachorro.... Se o Comandante estivesse...
- JÁ CHEGA, CABO! – Viaty perdeu a paciência. – O comandante não está aqui, e eu sou o segundo no comando, então você vai obedecer sem questionamentos, entendido?
- Sim... – Sim O QUE? – Sim, senhor Major Viaty! – Pois bem... dispensado.

O homem ia saindo da sala e daria de frente com Akane se esta não fosse puxada pelo braço por Melissa escondendo-a atrás de um móvel apertado, a cena era algo que Akane julgou ser o sonho de Gregory, duas garotas apertadas praticamente coladas uma na outra, suas curvas se encaixando e tudo mais. – Pronto... já pode sair, você é mais pesada do que parece. – Disse Melissa.
Akane saiu do esconderijo e deu de cara com Viaty, que viu a cena das duas saindo do canto, Melissa com a cara vermelha e um pouco soada, suas roupas todas amassadas, um rubor vermelho tomou conta do rosto do Revolucionário. – E...Eu... Eu tenho um comunicado a fazer, espero vocês na sala de reunião! – Completou totalmente sem jeito.

Mais cerca de meia hora de espera e os últimos integrantes chegaram, Mirrons adentrou a sala imponente ao lado de dois revolucionários humanos que pareciam pequenos anões ao lado do tritão, um dos homens reportou para Viaty. – As armas foram conseguidas com sucesso, já estão sendo distribuída entre os homens, estaremos prontos para marchar em alguns minutos, Senhor!
- Obrigado Jeff, bom trabalho, vá se preparar. – Disse o Major fazendo com que os homens dessem as costas e saíssem da sala.

No lugar estavam Akane, Viaty, Melissa, Mirrons, Radgard, 2 oficiais revolucionários desconhecidos, Ludi e o tal de Doran, um homem alto e musculoso de expressão severa, com uma grande cicatriz no rosto, parte do nariz lhe faltava.

- Certo... Está na hora de pormos o plano em ação... Em resumos agiremos da seguinte maneira: Um grupo de 20 homens irão até a empresa Aprendendo Tudo e ajudarão no assalto e sequestro do Chris, nossos informantes dizem que o prefeito Yohan está fora da cidade... Este grupo será liderado pela pirata Melissa. – Disse Viaty por fim, Akane pode perceber a troca de olhares nervosos entre ele e o Cabo Doran.
- Aqui. – Disse Viaty apontando para um mapa. – É para onde irão levar os frutos do assalto, no caminho você e seu grupo será guardado por um destacamento de atiradores que se concentrarão nesse ponto, no total de 15 atiradores liderados por Ludi.
- O ataque ao QG do porto será liderado por Doran e você irá com ele Radgard, você conhece bem os portos, caso precisem agir com certa cautela. Vocês terão 35 soldados.
Eu liderarei o ataque a estação de Zepelim, levarei comigo 80 homens, e você dois cabos.
– Disse Viaty apontando para os dois homens que Akane não conhecia. – lembrem-se, estamos atacando o governo mundial e a marinha, não irei tolerar atos imprudentes que coloque a vida de civis em risco. – Olhou por fim para Akane. – Kazumi, você irá com mirrons para o local do sequestro, e cuidarão do Troy caso ele apareça, os demais levarão consigo denden mushis para reportarem tudo o que está se passando, se avistarem Troy, contatem os demais imediatamente.

Por fim, Viaty distribui os comunicadores, um para ele, um para Melissa, um para Doran, um para Ludi e um para Akane. – Sendo assim... Hora do ataque.


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Akane Kazumi
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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 9 EmptyTer 24 Jan 2017, 12:04

緋色








Com o sucesso de nosso primeiro ato, retornavamos vitoriosas para o lugar onde todas as ideias haviam começado e notei de relance a forma como Melissa parecia feliz com o sucesso da missão, apenas não entendia muito bem se tudo era por conta do ouro ou ta forma que o obtivemos, mesmo assim não me importei e mantive os olhos fixados no caminho antes de lhe dirigir a palavra. Ela seria a peça perfeita para aquele confronto, a melhor escolha que eu poderia ter feito ao explicar aos revolucionários o plano, sua beleza e intrepidez seriam de fato responsáveis por nos levarem à vitória ao menos para darmos início ao plano.

Com uma forma um tanto presunçosa e arrogante de falar, Melissa me respondia, interrompendo meu raciocínio num momento, mas não tomei aquilo como ofensa, pelo contrário, seria ótimo que eu não precisasse explicar à ela de forma tão detalhada como ela deveria agir, considerando que ela já era uma criminosa conhecida na cidade e deveria estar acostumada à enganar as pessoas. Ela podia ser linda e encantadora, porém também demonstrou-se perigosa quando necessário e isso de fato me deixou empolgada, ela não era apenas um rostinho bonito e nós colocaríamos à prova o quão selvagem era esse seu lado obscuro quando chegasse a hora.

Ao me ouvir conjecturar sobre o tabuleiro de xadrez ela riu, como se desdenhasse de meus ideais de de minhas capacidades para me tornar a nova Rainha daquele lugar. Eu já estava acostumada à agir das sombras, aquilo fora apenas uma forma de dizer que eu faria todo o possível para concluir meus planos, me tornaria a maior ameaça que a Marinha já enfrentou e qual maior ameaça num tabuleiro de xadrez que a Rainha? Nos instantes que se seguiram entendi que não fora desdém da parte dela sobre rir de minha conjectura, pareceu-me mais um tom de surpresa, na certa não esperava alguém como eu dizer algo daquele tipo, mas eu não ligava, nem um pouco apenas me dei por satisfeita ao ouvi-la dizer que tinha gostado de mim, o que fez com que meu rosto inexpressivo oscilasse próximo de deixar um sorriso escapar ao ouvir aquilo, nada respondi, apenas a olhei arqueando uma das sobrancelhas e dando-me por vencida deixando o sorriso escapar discretamente.


[...]


Ao chegarmos ao local, notava que o líder daquele grupo de revolucionários já estava no local e discutia com um de seus homens. O assunto? Mais do que óbvio que era o ataque à Marinha, nem todos eles concordavam com aquela missão, mas eu já esperava por isso, afinal nem todos teriam a ousadia necessária para sair de trás das barreiras de segurança de sua própria zona de conforto e por as mãos na massa. Doran era o nome do primeiro homem que vi tentando colocar Viaty contra mim, por tal motivo guardaria seu nome e rosto se o visse quando o mesmo saísse da sala, não me importava se era um cabo ou qualquer patente que ele tivesse, eu ficaria de olho nele.

Estava tão distraída bisbilhotando que quando notei que o homem estava prestes a sair da sala, fui pega de surpresa por Melissa e ficamos escondidas atrás de um móvel no local, ambas espremidas uma contra a outra, o que realmente me fez lembrar Gregory e resisti ao impulso de revirar os olhos ao me lembrar da maneira como ele olharia para aquela cena. Tentava não me mover, mas estava quente talvez devido o contato de meu corpo com o dela, mesmo assim fiz o possível para não me mover ainda que pudesse sentir sua respiração enquanto mantinha os olhos focados do lado de fora e meu coração palpitava, esperando que não fossemos pegas ali. Logo que a ouvi dizer que podia sair e que eu era mais pesada do que parecia não consegui resistir ao impulso de olhar para ela enquanto me forçava para fora daquele espaço apertado.

- Na próxima vez você fica por cima, então. - sussurrei enquanto olhava em seus olhos, antes de baixar o olha para sua boca momentaneamente e voltar à encará-la nos olhos.

Não disse aquilo com malícia, mesmo que por dentro houvesse e muita, porém não pude evitar morder o lábio inferior controlando a respiração que pesou um pouco enquanto tentava me desgrudar dela, provoquei por conta do simples comentário e da lembrança de que Gregory na certa iria pirar se visse aquilo, então não pude evitar tocá-la com as mãos e deixar o atrito de nossos corpos fazer com que ela ficasse constrangida, ou pelo menos essa era a intenção mesmo que eu não acreditasse que uma garota sensual como ela cairia na minha falta de charme apenas por algumas palavras com duplo sentido.

Quando saímos do nosso local seguro Viaty pareceu embasbacado, na certa por nos ver saindo de trás do móvel e na certa imaginar coisas impróprias como a maioria dos homens, mas apesar daquela situação ele deu-nos o recado enquanto ruborizado pareceu ter os olhos focados em Melissa, o que era mais do que óbvio. Enquanto ele falava, arrumava minhas roupas também, ajeitando o colarinho de minha blusa e os botões da mesma, ainda com os olhos nele como se nada tivesse acontecido, ou como se algo realmente tivesse acontecido e eu achasse que era comum, de qualquer forma ele morreria com essa dúvida, pois eu não me importava em esclarecer-lhe nada.

- Estaremos lá, assim que... - Olhei para Melissa por um instante, antes de voltar à encará-lo - Terminarmos aqui.

Minhas palavras como sempre soaram frias, mas não me importava, ele já tinha ideias demais em sua mente para que eu pudesse lançar-lhe mais uma e não havia motivo para fazê-lo também, meu foco era a missão, o resto de nada importava.


[...]


Já no local para o qual ele nos havia mandado ir, Mirrons chegava com a notícia dos armamentos e que os mesmo estavam sendo distribuídos entre os homens então estavamos prontos para começar, todos nós estavamos ali inclusive o homem conhecido como Doran, o qual olhei de relance de forma disfarçada, preferia não encará-lo para evitar levantar suspeitas de que Melissa e eu ouvimos sua conversa, mantive-me fria e inexpressiva enquanto ouvia o plano por parte de Viaty ainda que ele estivesse apenas pincelando minha ideia original, já que fui eu a pessoa que arquitetou tal ataque, desde o início. Logo que ouvi a primeira parte notei que havia algo de estranho entre Doran e Viaty, talvez pelo fato de Doran acreditar que Melissa não era boa o bastante ou por acreditar que ela era pouco confiável, com certeza era referente a conversa que ouvimos anterioremente entre os dois.

A segunda parte do plano começou à ser explicada e eu ainda me mantinha silenciosa, apenas observando e ouvindo com atenção. Ludi seria a responsável pro liderar os atiradores, enquanto Doran seria aquele que iria liderar os soldados que atacariam o Q.G. do porto, mas acreditei que Radgard e ele na mesma equipe seria um problema, já que também foi mencionado como um dos que ele desaprovava na missão, mesmo assim me mantive em silêncio. Depois de termos cada uma de nossas partes enfim divididas era Hora de darmos início ao ataque, apenas acenaria positivamente com a cabeça antes de olhar para Mirrons, o Tritão que ainda não me parecia muito amistoso comigo e desviaria o rosto voltando à olha para Viaty antes de me dirigir ao lado de fora.

- Você vem? - diria me referindo a Mirrons antes de o olhar novamente.

O esperaria e seguiria junto dele para o local indicado no Mapa por Viaty, o local do sequestro como dito por ele, era uma ferraria abandonada onde eu brincava quando era pequena, em minha infância aquele lugar me trouxe muitas alegrias, seria o lugar perfeito para o funeral de Troy, já que haviam algumas correntes penduradas e inúmeros tanques de metal vazios, mas grandes o suficiente para que uma pessoa normal pudesse ser colocada dentro deles, não poderia dizer o mesmo de um Tritão de 4 metros de altura, mas talvez usar um daqueles para aprisionar Chris quando chegasse fosse uma ótima ideia.

Não me importava se eu tomaria a frente ou se Mirrons  o faria quando saíssemos da sala, o importante era apenas chegar ao local. Eu tinha a mente, Mirrons tinha os músculos, a combinação era perfeita desde que trabalhássemos em equipe. Quando chegássemos ao local, pegaria o frasco de veneno entregue por Ludi a mim e banharia a lâmina no mesmo tomando muito cuidado para não sermos vistos.

- Breve não terá mais que se preocupar com a Marinha lhe atormentando, meu caro Mirrons. - diria a ele. - Sei que não confia em mim ainda, mas acredite quando digo que eles tiraram tudo de mim e por isso sei o que é o tormento de estar contra aqueles que se proclamam a lei.

Diria, estivesse ele ouvindo ou não. Observaria bem o local me certificando de que não haveria ninguém ali, principalmente crianças, pois já que eu brincava ali quando pequena, o que impediria de mais crianças fazerem o mesmo? Se encontrasse alguém, não poderia deixá-los sair então apontaria a espada na altura do pescoço e encararia com frieza.

- Se não quer perder a vida, apenas fique quieto(a) e não me cause problemas. - diria.

Levaria então qualquer um que pudesse causar problemas e guiaria até um dos tanques de metal, os ataria com correntes e jogaria dentro do tanque para que não me atrapalhassem. Se relutassem, tentaria golpear-lhe com o cabo da espada, o veneno era exclusivo para o corpo de Troy, por isso não ousaria gastá-lo.

Caso não houvesse ninguém no local, manteria o foco em fazer a espada secar com o veneno ainda sobre ela. Eu não era de muita conversa, então provavelmente Mirrons e eu não seriamos os melhores no quesito diálogo portanto se ele não falasse nada comigo depois de minhas palavras, não haveria mais nada para falar.

Assim que tivesse embebido minha espada no veneno dado por Melissa, procuraria um lugar alto para me esconder junto de Mirrons e me manteria atenta ao Den Den Mushi, aguardando a primeira ligação. Precisava ficar ligada às informações relatadas por eles para que não viesse a perder nenhum ponto no plano, queria ter a total certeza de que tudo daria certo e que Troy viria para cá. O máximo que poderia fazer era aguardar com paciência e esperar que tudo ocorresse como o planejado na primeira parte do plano.

Objetivos:
 

Histórico:
 

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Fala - "Pensamento" - Narração

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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 9 EmptyQua 25 Jan 2017, 00:32

- Na próxima vez você fica por cima, então. – Foi a resposta dada por Akane para o comentário feito por Melissa, como se aquilo não bastasse, a espadachim alcoólatra ainda fazia questão de tocar partes do corpo da jovem diante dela, mordendo os próprios lábios, com olhares lascivos. Melissa sorriu aparentando gostar do tipo de ação realizado pela mais nova companheira.
Depois daquela cena no mínimo... instigante, a pirata fazia questão de provocar ainda mais o major revolucionário.

A reunião transcorreu tranquila, não houveram objeções, ao menos não ali. E enfim todos partiram para seus destinos. Nossa personagem principal rumou para uma parte bem conhecida da cidade, um local onde costumava brincar quando era menor, enquanto caminhava pelas ruas mais escuras e menos movimentadas de Baterilla a jovem podia ver algumas crianças, famílias caminhando de um lado a outro, idosos de frente para casas reunidos e discutindo assuntos do mundo com colegas enquanto liam jornais. Um garotinho escalava uma arvore enquanto era incitado por uma menina para alcançar uma fruta, era algo realmente bom de se reparar, a tranquila calmaria antes da tempestade.

Enfim chegaram a grande ferraria abandonada, o local estava um pouco diferente do que Akane se lembrava, a fachada estava pintada com uma tinta marrom desbotada, andaimes decoravam de forma tosca a frente do local, placas de metal e madeira estavam jogados pelos arredores, pelo visto o lugar tinha passado por uma tentativa de reforma. Ao olhar para cima do lado de fora do local, Akane pode ver sombras andando por sobre os telhados das casas ao redor, boa parte delas estavam abandonadas, uma única rua dava acesso a velha ferraria uma rua larga com cerca de 10 metros de lado a lado, com casas e muros limitando-a, era um bom local para se encurralar um capitão, mas também um local muito favorável para ser encurralado. Akane torcia para que ainda houvesse a saída no fundo do local por onde poderia sair caso as coisas não dessem certo.

Adentrando no local a médica pode reparar que alguns itens de sua memória ainda estavam presentes ali, como as corres e os ganchos pendurados do teto usados para içar metais e caldeiras, os tuneis e maquinas gigantescas que a garota não fazia ideia de para que serviam, até mesmo bigornas gigantes habitavam o recinto. O local era grande, espaçoso, sustentando andares intermediários com grossas vigas de pedra e treliças de madeiras, um lado do teto tinha ruído permitindo que a luz do dia adentrasse o local e pigmentasse a poeira que pairava pelo ar do ambiente. O lado onde o teto tinha ruído possuíam treliças de madeira, mas estas estavam podres e ameaçavam ruir caso fossem perturbadas.
Algumas salas eram vistas, e no fundo, atrás de uma porta, Akane sabia que existiria uma saída pelo subterrâneo.

Akane parou, sacou sua espada e o frasco de veneno que tinha conseguido. O gigante a encarava em silencio. – Breve não terá mais que se preocupar com a Marinha lhe atormentando, meu caro Mirrons.
- A marinha nunca foi o meu maior medo. – Respondeu o tritão de forma ríspida.
- Sei que não confia em mim ainda, mas acredite quando digo que eles tiraram tudo de mim e por isso sei o que é o tormento de estar contra aqueles que se proclamam a lei.
- Eles tiraram muito de muitas pessoas, criança, assim como piratas, assim como revolucionários... esse mundo está podre, não alimente um ódio inútil que pode te cegar.

Akane começou a banhar a lâmina com o veneno, era um liquido espeço e muito viscoso, parecia aderir bem a superfície lisa e metálica da lâmina. – Tome cuidado com isso garota. – Alertou Mirrons fazendo com que Akane notasse que parte do veneno escorria pela lateral e estava prestes a pingar em sua perna, e foi o que aconteceu, mas graças ao aviso, a espadachim conseguiu reduzir dano, apenas uma pequena gota caiu em sua panturrilha direita, que logo começou a ficar dormente. – Tsc... – o tritão rasgou parte da camisa e se abaixou, limpando a perna da garota. – Se for se matar antes mesmo do plano começar, seria melhor fazer isso em outro lugar. – Completou.

Depois daquela situação tensa ambos esperaram... e esperaram mais um pouco, quase uma hora se passou desde que tinham chegado ali, e nenhum sinal vindo do denden mushi... até que... “puru puru puru... puru puru puru puru” – Tocou o pequeno animal:
“- Arf, Arf, Arf... Estamos... Levando... o filho da puta para o ponto de extração, precisamos de cobertura aqui!” – Era a voz de Melissa, ela parecia caçada e som de passadas ecoavam a todo instante logo foi possível ouvir sons de disparos vindos do denden mushi. Logo em seguida, outra transimição, essa estava muito mais conturbada, o som de batalha, disparos de canhões e tiros eram bastante firmes. "– Estamos conseguindo avançar contra a estação de Zepelins, a pouca resistência e não há sinal de reforços a caminho ainda! Reportem suas situações!" – Era a voz do Major Viaty.

“- O QG do porto foi tomado com sucesso senhor! Apenas algumas baixas e alguns homens feridos, nenhum civil foi ferido, alguns marinheiros rendidos e sobre custódia.” – Dessa vez era a voz de Doran.

“- Estou vendo a Melissa, ela está vindo na direção do local de extração, ela está com cerca de cinco homens, um deles está carregando um embrulho e os demais sacos pretos, estão sendo perseguidos por cerca de 20 marinheiros!” – Mais sons de disparos eram ouvidos.

As coisas estavam muito estranhas, a não ser pelo pequeno número de homens que acompanhavam melissa, nenhum dos demais pontos tinham encontrado grande resistência.
Não demorou para que melissa e seus homens adentrassem no salão. – Precisamos de uma ajuda aqui! – os homens jogaram os sacos pretos para os lados e sacaram suas armas, o grandalhão que carregava o tal embrulho o jogou para o lado, o embrulho se contorceu e pareceu falar algo.
- Não deveríamos estar sendo cobertos pelos atiradores?! – Exclamou Mirrons.

- Não são o suficiente! Esses caras parecem que estão loucos, não param de nos perseguir mesmo sobre alvo de disparos! - Logo cerca de 15 “marinheiros” adentraram a ferraria, todos carregando armas toscas, como barras de ferro retorcidas, tacapes, bastões, vigas de ferro. Seus olhares sem vida, olhos brancos opacos, de suas bocas escorriam uma grande quantidade de baba, eles grunhiam e gritavam.

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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 9 EmptyQua 25 Jan 2017, 16:35

緋色








Depois daquela reunião na qual finalmente conheci meu opositor, além de ouvir o plano de Viaty que não mais pareceu pensar na cena presenciada minutos antes da reunião, saímos dali em direção a parte da cidade na qual ficaríamos de tocaia esperando a chegada do grupo encarregado do sequestro. Durante o percurso observava as ruas quase desérticas exceto pela presença de crianças no lugar, mas se reparasse com um pouco mais de atenção as pessoas aos poucos começavam surgir por lá. Mal sabiam todos os que estavam ali que Baterilla se tornaria um verdadeiro campo de batalha e que a mulher que havia arquitetado tudo isso caminhava pelas ruas da cidade naquele exato momento.

"Quanto mais do mundo vi, menos pude moldar-me à sua maneira." - pensei enquanto andava por aquele lugar.

A infância não foi algo fácil para mim, coisas que do passado se refletiram em minha adolescência e agora à fase adulta. A maioria das garotas buscaria arrumar felicidade num bom casamento, ter filhos, constituir família e andar seguindo os princípios da lei, porém esse não era o meu caso. Eu precisava sempre de uma boa dose de álcool e sangue para limpar, feridos para cuidar, vidas para salvar e agora com essa etapa que havia assumido em minha vida desde o retorno de Briss quando conheci aqueles trapalhões, meu destino tinha sido selado, eu era uma pirata e estava no caminho certo para colocar a baixo o reinado de terror sob o qual vivi enquanto mais nova. Breve aquelas pessoas, inocentes ou não, morreriam ou perderiam entes queridos, mas toda Guerra tem vítimas e sacrifícios.


[...]


Já na ferraria notei que o lugar tinha sido reformado ou quase isso, visto que quem havia começado aquilo resolveu deixar pela metade sem uma explicação plausível, mas de que me importava isso? Não tinha vindo cuidar de um monte de ferro velho e um galpão abandonado, eu tinha vindo para matar uma pessoa e ali era meu porto seguro, ou não tão seguro assim. Estreitei os olhos ao notar as sombras andando pelos telhados das casas ali ao redor, então a dúvida me surgiu em mente "Eram os nossos atiradores ou alguém trabalhando para eles"? Fingi não ter visto nada, antes de dar as costas estando ciente que era provável que a Marinha fizesse algum tipo de emboscada para nos pegar ali, desprevenidos, se o homem da loja tivesse escapado e dito meu nome na certa saberiam que eu tinha vindo de Baterilla e conhecia o local, poderiam deduzir que ali seria o ponto para onde traríamos nossa vítima, ou poderia alguém do exército ter nos delatado, ainda que eu acreditasse no que Ludi me disse, eu não confiava completamente em todos ali, muito menos no homem de nome Doran.

— Mirrons-san... Fique atento... Algo me diz que esse lugar pode ser uma espada de dois gumes. - disse sem nenhuma emoção na voz. - Se a Marinha antecipar nossa estratégia, podemos ser encurralados, então fique perto... Eu sempre tenho um truque debaixo da manga.

Minha voz continuou soando fria enquanto entravamos na fábrica e notei que quase nada havia mudado, porém meus olhos correram logo para a parte frágil das sustentações do galpão. Nada disse a Mirrons sobre a primeira ideia que me veio à cabeça, porém seria engenhosa, eu só precisava pensar numa maneira de fazer com que aquela peça fosse sacudida, caso estivéssemos em desvantagem na batalha, para que tudo desmoronasse sobre os Marinheiros, mas de um modo que eu conseguisse escapar e se possível o tritão também, ainda tinha planos pro grandalhão e não queria deixá-lo para trás. Disfarcei olhando para frente enquanto caminhava para dentro do lugar.

Depois de um breve diálogo com o Tritão, ouvia o que me pareceu ser um conselho sobre o ódio e não deixar que me dominasse, mas não pude deixar de esboçar um sorriso de leve nos lábios sem olhar para ele, matendo a atenção à espada, enquanto a embebia em veneno.

— "Olho por olho, e o mundo acabará cego"... Não se preocupe Mirrons-san, nessa minha busca não serão os meus olhos que serão arrancados, mas se for necessário que eu perca os meus para alcançar meu objetivo, me deleitarei com os olhos de meus adversários, mesmo que eu mergulhe na escuridão eterna por isso. - disse com o mesmo meio sorriso confiante no canto dos lábios antes de encará-lo de relance. - Um sábio homem me disse uma vez... "Acredite na justiça, mas não a que emana dos demais e sim na tua própria" e creio que essa é a minha.

Enquanto me distraía com as palavras, recebi o alerta da parte do tritão sem notar que o veneno havia escorrido e uma gota pingou em minha panturrilha direita, antes que eu pudesse esquivar minha perna por completo da gota, mas me surpreendi com o fato de Mirrons ter rasgado parte de sua camisa e limpado minha perna, o que fez com que meus olhos se voltassem a ele mesmo sem muita expressão, o encarei fixamente antes de ele começar à me dar uma bronca.

— Tenha cuidado Mirrons... Senão as pessoas podem pensar que você se importa comigo. - provoquei-o



[...]




Mais algum tempo de espera, o que não foi assim tão rápido, após aquele momento de tensão pro conta do veneno, sentia minha panturrilha ainda formigando e isso me incomodava, pensava num meio de fazer algo à respeito, mas não acreditei que houvesse nada que eu pudesse fazer até que o efeito do veneno passasse, ao menos sabia que funcionava e isso já me deixava um pouco mais satisfeita. Então finalmente o Den Den Mushi começou à tocar, eram eles? Com certeza eram eles. Ao atender então a pequena criatura ouvia a voz de Melissa e ela parecia arfar, como se estivesse cansada de tanto correr segundo suas palavras havia uma perseguição acirrada atrás dela, na certa estava sendo seguida pelos Marines, provavelmente um exército relativamente grande.

Não demorou muito para termos notícias do próximo grupo, era Viaty mas suas palavras levantaram uma imensa preocupação em minha mente: "Porque havia pouca resistência?" era o Major, na certa eles deveriam pensar em capturar um Major Revolucionário, era importante para a Marinha, ou então a vida de Chris era mais e isso saía um pouco do meu foco principal, caso Troy surgisse ali com uma tropa muito grande eu não sabia se conseguiria pará-lo, mantive a calma e a seriedade enquanto ouvia a transmissão seguinte.

A tropa de Doran teve êxito em tomar o Q.G. da Marinha do Porto, o que era perfeito, mas ainda estava inquieta com a ausência de uma resistência forte na estação dos Zepelins, porque não teriam se mobilizado atrás de Viaty? Talvez já tivessem notado que tudo foi apenas uma distração e estivessem vindo atrás de Chris, sim se fosse isso seria um grande problema, o que eu deveria fazer? Se dissesse isso e mais alguém estivesse ouvindo sendo um espião estaríamos perdidos, mesmo sabendo do que Ludi havia nos dito ainda não confiava totalmente em ninguém, principalmente em Doran que já tinha deixado claro seu desprezo por mim. A última transmissão alertava sobre Melissa estar com apenas 5 homens e sendo perseguida por 20, seria uma briga difícil, mas era a hora certa para se fazer alguma coisa, então pegaria o Den Den Mushi para tentar comunicação com o Major Viaty.

— A distração na estação do Zepelin não deu certo, Major! Precisaremos de reforços no local de extração, algo me diz que a situação vai ficar feia por aqui! - diria através do comunicador para o Grupo do Major.

Eu já tinha entendido tudo, era muito simples, provavelmente foi prepotencia de minha parte achar que conseguíriamos driblar um Marine responsável por uma Ilha inteira com uma estratégia desse tipo, não podia afirmar com 100% de certeza, mas eu podia supor que o maior número de tropas estava pronto para nos encurralar naquele lugar em breve, então precisaríamos dar a volta naquela possibilidade, era um Plano C e eu não tive tempo de explicar nada desse tipo para ninguém, teriamos que improvisar e nos virar.

Enfim Melissa chegou ao local, junto de seus homens com nossa "encomenda" sendo jogada pelo chão enquanto ouvia o que Mirrons perguntava a ela sobre os atiradores enquanto um dos sacos se remexia, então caminhei até lá observando e com cuidado para não fazer movimentos tão bruscos por conta da panturrilha dormente ouvindo o que Melissa dizia sobre não ser o bastante o número de atiradores.

— Me enganei em meus cálculos, o Aprendendo de Tudo é importante demais para a cidade para Troy deixar isso barato, não vai demorar muito pra esse lugar estar cercado de Marines, temos que dar um jeito de levar o "embrulho" daqui. O plano ainda não falhou...

Após dizer isso notava que 15 Marinheiros adentraram o local completamente alucinados, eu não sabia oque era nem do que se tratava, mas estava na cara que nenhum deles estava em seu juízo perfeito, o que me deixou intrigada, afinal na certa havia alguma substância em sua corrente sanguínea ou algum tipo de doença e isso me fez cogitar a possibilidade de o veneno de minha espada não ser capaz de pará-los em meio àquela investida. Tentaria me distanciar dos Marinheiros o mais rápido possível mesmo com a perna ainda um pouco dormente, não poderia manter contato direto, algo me dizia que aquelas coisas tinham sido plantadas de forma proposital. Sacaria minha espada antes de dar início ao plano de ação.

— Homens! Peguem o "Embrulho" e Levem-no para os fundos. - dizia me referindo ao saco no qual se encontrava Chris, mas não apontei a porta dos fundos, não iria correr o risco de eles fugirem e me deixarem para trás. - Se balas não funcionam nessas coisas vamos parti-los em pedacinhos! Ataquem as Pernas e os Impeçam de Caminhar!!

Gritaria antes de me posicionar para entrar em batalha com algum dos que viesse para perto de mim, então empunhando a espada com minha mão boa, tentaria manter a sustentação do corpo na perna esquerda, ainda que minha destra fosse a de apoio no convencional por eu lutar sempre com a mão esquerda, tentaria mover o corpo com golpes curtos, rápidos e precisos, para manter os Marines afastados ou atingi-los no ponto que havia dito antes, mirando mais especificamente na dobra atrás do joelho para cortar-lhe os tendões. Ficaria atenta caso tentassem uma investida com suas ferramentas, tentando pendular com o corpo e me aproximar o suficiente para entrar em sua guarda e atingi-los nos pontos onde haveria tendões, atrás do tornozelo, na parte traseira do joelho, nas juntas do braço ou dos pulsos.

Tentaria me mover para áreas mais amplas, nunca deixando que ficassem paredes atrás de mim, tentaria sempre manter a atenção nisso. Se por acaso fosse atacada por dois oponentes ao mesmo tempo, não lutaria, tentaria manter distância, caminhando para trás como pudesse e tentando fazer fintas com a espada para que os mesmos errassem os golpes e no desespero eu pudesse lançar um contra o outro se possível, usando a parte mais larga da espada para tentar desviar o golpe na direção uns dos outros.

Não avançaria em nenhum deles, caso não viesse para cima observaria a situação para saber as posições de meus companheiros, enquanto esperava que Viaty tivesse escutado meu pedido. Tentaria me posicionar atrás de Mirrons enquanto pegaria o Den Den Mushi e reportaria a situação.

— Fomos emboscados por 15 soldados alucinados, balas não funcionam neles, parecem ter hidrofobia ou algo do tipo! Precisamos de Reforços Urgente antes que mais tropas cheguem e o plano vá por água à baixo!!

Eu poderia tentar uma manobra de fuga desde já, mas ainda era cedo e eu tinha a impressão de que conseguiríamos muito mais se esperassemos até que Troy chegasse ao local ou ao menos se fizesse presente ali. Eu poderia pedir ao grupo de Doran para preparar um barco já que haviam dominado o porto, mas delataria minha intenção de sair de Baterilla, não seria sensato, precisava de algo mais concreto, um blefe ou alguma coisa do tipo, precisava pensar em alguma coisa.



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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 9 EmptyQui 26 Jan 2017, 01:09

- Quartel General da Marinha –

Troy caminhou em direção a uma porta, alguns marinheiros no corredor o cumprimentava e batiam continência, o capitão correspondia com igual respeito. De frente para o local destino o homem deu duas batidas de leve na madeira da porta e, apoiou sua mão na maçaneta a abrindo assim que ouviu o pedido para que entrasse.
Na grande sala que adentrou, estava um homem de aparência jovem de pé, debruçado sobre uma grande mesa, observando um grande mapa da ilha de Baterilla.
- Qual o motivo de seu chamado Tenente Jaden? – Perguntou o capitão, que apesar de jovem, possuía um tom de voz forte trazendo o ar de autoridade ao ambiente.
- Temos um grande problema pela frente senhor. – Respondeu o homem, sem tirar os olhos do mapa. Troy se aproximou e permitiu-se fitar o mapa, notou que alguns locais estavam grifados, a estação de zepelim, o quartel general do porto, a empresa aprendendo tudo, um ponto desconhecido por ele e um no meio da zona mais pobre da ilha.

- Do que se trata? Por favor, vá direto ao ponto. – Disse Troy, de forma meio impaciente.
- O senhor mesmo me incumbiu de reunir informações sobre a célula revolucionária de ilha, graças a alguns informantes conseguimos descobrir o plano de assalto ao deposito de armas e pegamos um integrante... – Sim... sim tenente, como eu disse, direto ao ponto. - ... Continuando. Depois desse incidente parece que os revolucionários começaram a ficar descuidados, começaram a agir de forma rápida e sem precauções, os sussurros voaram e meus informantes ficaram sabendo de algo grande. – O homem enfim levantou o olhar e encarou o Capitão. – Parece que hoje ocorrerá ataques a pontos estratégicos na ilha, sendo liderados pela célula revolucionaria e com a ajuda de alguns piratas, o plano é ardiloso e se der certo, teremos grandes problemas...

Troy sentiu o coração apertar, sua mão pulsou, sua memória trouxe visões indesejáveis da infância com o avô... – O que precisamos fazer?

- *** -

O clima tenso tomava conta do lugar, aqueles seres – já que não podiam ser chamados de homens – tinham um ar assustador, eles gemiam, grunhiam, pareciam estar com dor ou algo parecido. Mirrons estava de pé, com punhos serrados, atento ao que estava diante de seus olhos, os homens de Melissa pareciam assustados, 3 deles eram revolucionários, os outros dois pareciam piratas, mas antes de dar continuidade ao que se prosseguiria, expliquemos o que aconteceu antes...

No momento em que chegou naquele lugar, Akane pode notar o risco que aquele lugar apresentava, e logo alertou ao seu companheiro sobre o assunto, o tritão apenas se manteve em silencio.
O diálogo entre os dois até que durou um pouco, a resposta da médica para o comentário do gigante foi um tanto quanto poética, mas a garota não pode ter certeza se o impacto fora positivo ou negativo no tritão, não que ela demonstrasse se importar. A distração a fez cometer um erro, e esse erro fez com que Mirrons abrisse um pouco sua guarda.
- Tenha cuidado Mirrons... Se não as pessoas podem pensar que você se importa comigo. – O tritão a olhou brevemente e logo desviou o olhar, voltando a sua posição de antes. – Tsc.

Logo depois dessa breve interação ambos se mantiveram em silencio, um silencio constrangedor e desconfortável, mas nenhum dos dois admitiam ou transpareciam qualquer incomodo, até que o som do comunicador fez com que despertassem do breve “sono” acordado em que estavam. As informações preocupavam a espadachim, tudo estava sendo muito fácil, ela suspeitava de algo, ao fim ela teve uma conclusão.
- A distração na estação do Zepelin não deu certo, Major! Precisaremos de reforços no local de extração, algo me diz que a situação vai ficar feia por aqui! – Exclamou Akane pelo comunicador, mas não houve respostas.
Com a chegada de Melissa a jovem Kazu só se preocupava ainda mais. – Me enganei em meus cálculos, o Aprendendo de Tudo é importante demais para a cidade para Troy deixar isso barato, não vai demorar muito pra esse lugar estar cercado de Marines, temos que dar um jeito de levar o "embrulho" daqui. O plano ainda não falhou... – Seria uma pena se ela não estivesse correta...

Os homens não tiveram tempo para cumprir as ordens dadas por Akane logo em seguida, os “marinheiros” avançaram como cães raivosos em direção a eles, um na dianteira investiu contra Melissa levantando sobre a cabeça um pedaço de aço com um bloco de concreto preso a ponta, o golpe desceu de forma assustadora, era quase impossível julgar possível um homem tão magro fisicamente ter tamanha força para brandir aquela “arma”. A pirata esquivou para o lado e lhe acertou um chute no pescoço, jogando o agressor para o lado. – Filho da puta! – Reclamou Melissa, mas logo outro daqueles estava atrás de si, ela virou-se assustada.
- Gyoujin Karate... Hyakumaigawara Seiken! – O punho do tritão acertou a cabeça do marinheiro arremessando-o como uma bala de canhão em direção a porta de saída da ferraria, levando consigo outros dois marinheiros.
Os revolucionários não tinham opção senão lutar, sacaram suas espadas e seus revolveres e iniciaram a luta contra os agressores, que não pareciam tanto hábeis, apenas atacavam de forma bruta e com uma força assustadora.

Akane viu um homem se aproximar dela, ele trazia consigo uma barra de ferro retorcida e tentou acertá-la um golpe horizontal em arco. Por pouco a espadachim conseguiu evitar o golpe com um rápido gingado, ela sentiu o corpo oscilar graças a perna dormente, mas conseguiu se manter de pé, por sorte o agressor se deixou levar pela inercia do próprio golpe, facilitando para que a pirata o contornasse e acertasse uma estocada na parte de trás de seu joelho esquerdo, o homem caiu e por um breve momento ela pode ver uma massa cinza clara presa a nuca do homem, a coisa vibrava e pulsava, como uma espécie de apêndice.

Kazumi se afastou ao notar outros dois agressores, se afastando ainda mais e procurando uma região aberta onde pudesse cuidar de cada um de uma vez, enquanto se afastava, a pirata pode ver o marinheiro que ela tinha derrubado se levantando, assim como os que tinha sido arremessado pelo corpo do atingido por Mirrons, e também o que fora atingido pelo chute de Melissa. Akane viu um dos piratas acertar um tiro na cabeça de um dos marinheiros, que fez com que ele caísse inerte no chão, e dessa vez não se levantou.
Logo estavam todos cercados pelos marinheiros, juntos lado a lado diante de um círculo de criaturas que se recusavam a cair. Um pirata e um revolucionário estavam feridos e sangravam, apenas 4 dos 15 marinheiros tinham sido inutilizados.

- huhu... huhuhuhu.... HUHUHUHUHAHAHAHAHA – Ouviu-se uma risada vindo do lado de fora. – E então? O que acharam de minhas marionetes? – Disse um homem estranho que adentrou a sala. – São magníficos não? Serei eu a captura-los, malditos insurgentes, pereçam pela grandiosidade de Saturno! HUHUHUAHAHAHA!

O denden mushi despertou com um alerta aterrorizante. – NÃO TEMOS COMO AJUDAR VOCÊS, UMA GRANDE TROPA DA MARINHA ESTÁ VINDO EM NOSSA DIREÇÃO, ESTAMOS ENCURRALADOS NA MONTANHA, BOA PARTE DOS ZEPELINS ESTÃO DESTRUIDOS E... TROY ESTÁ AQUI! – Era a voz de Viaty fez-se presente, o plano teria ruído sobre suas cabeças?

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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 9 EmptyQui 26 Jan 2017, 13:21

緋色








A situação complicou-se de maneira que eu mesma jamais imaginaria que aconteceria. Com um Grupo bloqueando a única saída em vista, fomos emboscados e completamente encurralados, não houve resposta imediata dos homens de Viaty, na certa alguma coisa tinha acontecido e eu não estava gostando nem um pouco disso. O ataque daquelas criaturas que pareciam mais zumbis do que humanos foi rápido, não tiveram tempo de cumprir o que eu havia mandado e não demorou muito para que todos nós entrássemos em batalha com aquelas coisas.

Durante o confronto notei que Melissa não era apenas um rostinho bonito e dei graças por Mirrons estar do nosso lado, aquele ataque de Karatê Tritão me pareceu bastante destrutivo para que um de nós fosse alvo daquilo. Todos estávamos envolvidos com a batalha e depois de eu mesma ter tido a minha experiência ao desviar do ataque daquela coisa e atingi-lo atrás do joelho com a espada, mas não pude deixar de notar aquela coisa cinza e estranha em sua nuca.

"Mas que diabos é isso?" - pensei no momento em que vi aquilo.

Não demorou muito para que novos daquelas criaturas que pareciam-se mais com mortos vivos surgissem diante de nós, cercando-nos formando um círculo enquanto ficávamos lado a lado uns com os outros. Não havia como escapar, teríamos que acabar com aquelas coisas o quanto antes, mas quando cheguei à essa conclusão nos deparamos com alguém chegando ao local e aquele riso diabólico despertou em mim um sentimento ruim que não foi expressado, enquanto ouvia o que ele dizia. O infeliz apresentava-se como Saturno e dizia de maneira arrogante e prepotente que nos capturaria, mas não demorou muito para que o Den Den Mushi soasse num alerta altíssimo e aterrorizante, o que ninguém esperava no começo aconteceu exatamente como havíamos previsto quando montamos o plano, Troy atacaria o lugar onde o mais importante de nós estivesse, naquele caso era Viaty.

"Me precipitei, ele de fato fez o que eu havia pensado que faria. Me precipitei em mudar a estratégia achando que ele viria para cá!! Mas que droga!!" - pensava sem dizer uma única palavra.

Naquele momento nós precisávamos dar um jeito de sair dali, cogitei à possibilidade de fuga e irmos até onde Troy estava, mas seria inútil, haveriam muitos Marines lá e eu não seria páreo para um Oficial de alta patente da Marinha se não estivesse com vantagem numérica, eu tinha consciência disso. Acreditei que Mirrons por mais forte que fosse também não seria capaz de derrotar aquele cara sem ajuda de alguém, não tínhamos escolha, Troy não viria, ele com certeza não viria até nós, nossa luta já estava ali diante de nossos olhos, por nossas vidas e liberdade e pensar que coloquei cada um daqueles presente ali naquela situação. Não me arrependia, eu precisava causar um alvoroço naquela cidade e declarar Guerra à Marinha e para isso como toda boa jogadora eu precisava de peões, eles me foram úteis de fato, mas não queria deixar pessoas que estavam contra a Marinha na mão numa hora como aquela. Todos estavamos ligados pelo mesmo objetivo, pelo mesmo ideal, então todos trabalharíamos para que a maioria saísse dali, mas o tal Saturno? Se eu não podia levar a cabeça de Troy... Era a dele que eu queria levar.

— Ataquem a cabeça. Esses diante de nós não são mais pessoas, são cascas vazias. Arranquem as cabeças ou as estourem. - disse quase como um sussurro esperando que apenas os meus escutassem o que eu tinha à dizer.

Se eu conseguisse falar todo o necessário para meus companheiros não hesitaria em investir em linha reta com a guarda do corpo na direita, invés de atacar com o lado esquerdo diretamente, daria o primeiro passo com a perna direita apesar da dormência na panturrilha tinha que arriscar e então trocaria de base usando a espada para dar uma estocada mirando o olho de meu alvo na intenção de atingi-lo no canto interno e perfurar seu cérebro em direção à outra extremidade do crânio por dentro do mesmo, à fim de transpassá-lo ou causar alguma lesão grave para que o controle de Saturno se desfizesse sobre o corpo daquela coisa. Se tivesse êxito puxaria a espada rapidamente para fora e então procuraria outro alvo. Se ele tentasse, em meio à esse ataque, me atingir com algum objeto ou me segurar, tentaria girar usando a perna direita de suporte para um giro anti-horário no qual faria um golpe em arco de 180º com a espada empunhada na mão esquerda à fim de atingi-lo na nuca, próximo à base do crânio e decepar-lhe a cabeça com minha espada.

Tentaria prestar atenção ao ambiente e evitar pisar em falso com a perna direita. Manteria minha percepção atenta à possíveis oponentes se aproximando pelas laterais enquanto tentaria observá-los com a visão periférica. Caso algum inimigo se aproximasse pelas laterais tentaria abaixar o corpo flexionando as pernas e rolando em direção às pernas do mesmo para me posicionar às costas de tal. Levantaria com a espada apontada num ângulo de 45º para o alto e tentaria cravá-la na base do crânio, na articulação que liga o pescoço e a cabeça, tentando fazer com que meu golpe transpassasse o mesmo e então tiraria a espada com o máximo de velocidade possível já buscando o próximo alvo. Se eu não visse ninguém vindo em minha direção nesse momento, procuraria auxiliar meus companheiros com problemas indo pelas costas de seus oponentes e tentando golpear as marionetes humanas com a lâmina num movimento de ângulo reto na altura do pescoço sempre na intenção de decepar-lhes a cabeça e decapitá-los.

A Panturrilha dormente provavelmente atrapalharia um pouco de minha mobilidade, mesmo assim tentaria me virar como pudesse, tentando evitar colocar peso demais sobre a mesma e observando o local procurando uma possível rota de escape caso eu precisasse fugir. Olharia ao redor tentando localizar onde estava o saco onde Chris estava e me manteria atenta à possiveis aproximações do mesmo. Se algum dos capangas de Saturno tentasse ir até lá, sem pensar duas vezes eu gritaria.

— Protejam o Embrulho!! - diria em alta voz esperando que alguém entendesse o meu recado e fosse montar guarda ao redor de Chris.

Se eu tivesse o caminho livre, depois de enfrentar as marionetes zumbificadas e não houvesse nenhum deles na minha cola, então me dirigiria para Saturno o arquiteto daquilo tudo e já suspeitando que ele fosse o responsável pro ter colocado aquelas coisas nos homens e os controlar como marionetes.

— Mirrons-san!! Me dê Cobertura!! - diria em alta voz por precaução antes de sair em disparada em direção ao meu alvo.

Assim que estivesse à dois passos de Saturno tentaria golpeá-lo em linha reta com a ponta da espada, mas desa vez sem trocar a base do corpo tentando um golpe curto, mas preciso se tudo corresse como o planejado, queria fazer-lhe um corte na altura do peito e então moveria o braço num arco de 90º em sentido anti-horário na intenção de abrir-lhe o corte caso o tivesse perfurado rasgando seu peito ou atingi-lo caso ele tentasse uma esquiva.

Se eu não conseguisse alcançar Saturno por ele fugir para fora ou por haver alguma obstrução no caminho, não iria atrás dele, retornaria e correria em direção ao embrulho no qual se encontrava Chris e manteria guarda sobre ele. Se eu conseguisse alcançá-lo, mas ele tivesse evitado meus ataques, então manteria a guarda alta e ficaria atenta à possíveis ataques, se ele usasse uma arma tentaria correr em zigue-zague na direção dele e me jogar no chão rolando para perto, quando estivesse à uma distância segura tentaria golpear com a espada num corte cruzado da esquerda para a direita em 45º para desviar-lhe a arma da mira e se obtivesse sucesso com a lâmina deitada sobre o corpo da arma tentaria raspaá-la com um corte mantendo a lâmina reta num ângulo de 90º entre ele e a lâmina subindo em direção à mão de seu empunhador para cortar-lhe os dedos ou lesionar suas falanges, se possível até mesmo o pulso ou a artéria que corria pelo braço.

Se ele tivesse uma espada e me bloqueasse o primeiro ataque realizado contra ele, tentaria girar o corpo mantendo o equilíbrio sobre a perna esquerda girando no sentido horário e tentaria desferir-lhe um corte na altura do pescoço com a lâmina reta, completando um giro de 360º se possível já trocando a base do pé para a perna direita e voltando à esquerda em meio ao giro para o lado esquerdo me meio ao ataque. Caso ele esquivasse do ataque manteria o giro e me abaixaria tentando cortá-lo na altura das pernas, mirando os músculos da coxa na parte frontal para se possível o veneno na espada fazer o efeito paralisante que eu tanto queria testar em alguém além de mim mesma, já que lutar com uma perna dormente me incomodava um bocado.

Se eu fosse novamente bloqueada, me afastaria dois passos para trás tentando manter a atenção ao ambiente onde me encontrava, buscaria saber onde estaria os ganchos de içar metais e as bigornas, sabia que não teria como derrubá-las sobre ele, mas talvez pudesse pensar em algo à ser feito com elas. Também procuraria reparar em minha posição em relação à nossa saída de escape e a parte onde a estrutura estava fragilizada para uma possível tentativa de derribar o local sobre Saturno seus bonecos.

Se eu fosse bem sucedida em atingi-lo e impossibilitá-lo posicionaria a espada em sua garganta antes de fazer qualquer coisa a seguir.

— Recue com seus Homens ou eu Corto sua garganta! - caso eu o tivesse capturado.

Se não conseguisse, manteria-me afastada dele à dois passos e o encararia, tomando cuidado com qualquer investida possível da parte dele. Tentaria reparar se meus companheiros tinham vencido os zumbis, como estava a situação entre eles. Caso eles tivessem vencido todos, cercaria a frente do local, não deixaria que ele fugisse do lugar. Caso eles ainda estivessem lutando me manteria ocupada com Saturno, mas nada diria até que conseguisse pegá-lo.



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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 9 EmptySex 27 Jan 2017, 01:44

A jovem pirata viu aos poucos seus planos ruir sobre sua cabeça, mas isso não a faria se dar por vencida, logo ela colocou sua mente para trabalhar acreditando que ainda existia formas de fazer aquilo dar certo... mal sabia ela, que os problemas estavam só começando.
Estando cercada e em menor número, enfrentando oponentes que se recusavam a cair com golpes normais era de se esperar que a garota estivesse tremendo de medo, mas não Akane, o que ela tinha visto fora o suficiente para fazer com que bolasse um plano em resposta.
- Ataquem a cabeça. Esses diante de nós não são mais pessoas, são cascas vazias. Arranquem as cabeças ou as estourem. – Disse ela, ciente de que algo estava controlando aqueles corpos, e o “algo” era aquela coisa cinzenta presa em suas nucas, mas Kazumi não estava inteiramente certa.

- Ohhh... parece que temos uma garota prodígio aqui. – Ironizou Saturno, sua voz era repugnante, não pelo timbre, mas sim pelo ar e sotaque prepotente que transmitia. – Um pouco insensível você não? Chamar seus “colegas” de cascas vazias e dizer para que os matem a sangue frio.
- Quem é você, seu merda? – Indagou Melissa irritada, a forma meiga da garota tinha ido embora completamente, dando lugar para uma Melissa estourada e raivosa. – Vou arrancar pedaço por pedaço toda a pele de seu corpo, rato miserável!

- huhuhuHUHUAHAHAHAHAHA! Venha! – Ao exclamar aquilo, os “marinheiros” que até então pareciam estar em modo de hibernação, despertaram e investiram contra o grupo acuado.
Akane não esperou, investiu contra o primeiro alvo, sua postura era arriscada, mas lhe parecia necessária, sua perna dormente oscilou no momento da estocada, fazendo com que errasse o alvo inicial, a lâmina trespassou o pescoço do “marinheiro”, uma tormenta de sangue brotou da ferida, um guincho foi ouvido, mas não tinha partida da boca do homem, que a essa altura, durante um breve segundo, pareceu voltar ao normal, para logo em seguida ruir no chão sem vida.

A garota não teve apoio suficiente para remover a espada antes que o corpo do homem caísse, e isso fez com que ela perdesse algum tempo tentando livrar sua arma daquela prisão. Nesse meio tempo uma outra marionete se aproximou, essa estava desarmada, Akane conseguiu livrar sua katana no instante em que a criatura saltou sobre ela, a jovem tentou esquivar, mas não conseguiu, a lâmina perfurou o estomago da criatura, que caiu por sobre ela fazendo com que suas costas abraçassem o chão o baque foi doloroso e fez com que ela perdesse a ciência do que acontecia por um pequeno espaço de tempo. A marionete continuava a tentar atacar a garota com os braços, suas mãos agarraram seu rosto e tatearam até alcançar seu pescoço, a força absurda foi imposta diretamente no delicado canal que ligava seu dorso a sua cabeça, o ar começava a fugir-lhe dos pulmões.

Os sons ao seu redor eram variados, guinchos, baques, estampidos, estouros, gemidos, palavras sendo lançadas ao vento, preces sendo feitas, tudo parecia tão distante, mas um som despertou os sentidos da jovem.
- Aguente firme Viaty, estou indo em seu auxilio, logo estaremos ai, tentarei criar uma distração para que fujam, se não houver alternativas, fujam nos dirigíveis que ainda podem voar! – Essa era a voz de Doran, ao fundo ouvia-se a voz de Hadgard gritando algo.
- Aqui é a Ludi, estou indo até o senhor também major, aguente firme!

Reforços em direção indo auxiliar Viaty, mas nenhuma ajuda viria para Akane... A garota forçou os braços e conseguiu virar o agressor para o lado, ficando sobre ele e em um ágil movimento, cortando seus braços, antes que pudesse terminar o serviço um tiro finalizou a maldita marionete. Akane estava banhada de sangue, o odor, até mesmo para ela que era medica, era repugnante.
Levantou-se e viu que mais dos “marinheiros” jaziam inertes no chão, mas também viu que um dos revolucionários parecia ter caído em batalha.
Mais uma marionete veio em sua direção, mas dessa vez a espadachim foi mais ágil, esquivou para o lado enquanto se mantinha agachada conseguindo alcançar facilmente as costas do opositor, a espada levantou-se até atingir a base da cabeça do ser, perfurando aquela maça cinza, outro guincho, Kazumi perdeu as forças por um instante devido aos momentos em que ficou sem ar, quando puxou sua espada, a mesma veio com a explicação:

O tal apêndice, na verdade era um ser vivo, uma espécie de verme ou parasita com dezenas de pequenos tentáculos longos, manchados de sangue, se olhasse para o corpo daquele que tinha acabado de abater, veria que havia furos em sua nuca e ombro. A espadachim logo correu no auxílio de um pirata que se via pressionado por um agressor portando um tacape, sua espada desferiu um arco fazendo com que a cabeça do homem rolasse para o lado.

A essa altura restavam ainda 4 dos “marinheiros”. – Mirrons-san!! Me dê Cobertura!! – Gritou Akane, o grandalhão ouviu. – Hunf! Pode deixar! – Seu punho acertou a cabeça de uma das marionetes com tamanha força que pareceu um martelo batendo em uma bigorna, acontece que a cabeça humana não era tão resistente quanto uma bigorna...

Akane partiu em direção ao tal Saturno. – Malditos... Como ousam! Meu poder é absoluto! Vocês vão pagar por isso. – A estocada da espadachim avançou contra o alvo, mas foi repelida por um bastão de ferro, usado pelo homem. – Vou acabar com sua raça, garotinha... – O homem investiu com um golpe descendente na diagonal, Kazumi correu e desviou pela lateral, seu golpe visou a arma do homem mas algo lhe atingiu no ombro, uma punhalada de dor invadiu seu corpo de uma forma que ela nunca julgou ser possível, ao olhar para o ombro, veria um parasita grudado nela, injetando seus membros em sua carne.

- huhuhUHUHUHAHAHAHAHA! E então? Como é a sensação? Essa é a minha cria! – o homem expelia um muco estranho da palma da mão, que se abria de forma grotesca, dando luz a uma bola cinza que logo tomaria a forma de mais um parasita. – Esse é meu poder, sou um homem parasita, minhas crias podem tomar o controle de corpos fracos e adoentados quando estes estão inconscientes, mas também servem para isso, a dor é indescritível, não é? Experimente mais esse! – Uma onda de choque se propagou vindo de trás da pirata, acertando seu ombro e livrando-a do verme. Mirrons estava atrás dela.

Kazu não perdeu tempo, avançou e desferiu um corte mirando o pescoço do homem, mas as dores a impediram de realizar o feito com destreza, mas foi o suficiente para lhe abrir o ombro e parte do peito, o homem cambaleou para trás e logo sentiu as pontadas de dor provenientes da ação do veneno, que apesar de diluído em sangue, ainda era bastante forte e logo fez com que o mesmo não pudesse mover um musculo sequer de seus braços, peito ou pescoço.
- Recue com seus Homens ou eu Corto sua garganta! – Alertou a pirata ameaçando-o com a lâmina no pescoço, mas não era mais necessário, ao olhar em volta, perceberia que todos os “marinheiros” tinham sido derrotados, mas de seu lado, os únicos que restaram foram Melissa e Mirrons.

- AKANE KAZUMI – Uma voz se propagou vinda de fora da ferraria, era muito alta e parecia estar sendo amplificada por algo. – Você está cercada... renda-se e manterá sua vida. – Um silencio tenso se instaurou. – Aqui quem fala é o Tenente Jaden. – O coringa? – Indagou Melissa, assustada. – O mesmo vale para os demais, Mirrons “O Possuidor” e Melissa Wittenberg. – A garota estava surpresa, afinal ela estava disfarçada, como o coringa sabia que se tratava dela?

- O plano de vocês foi bastante ardiloso e apresentou um nível de ameaça muito grande, se tivesse funcionado... teria causado um caos inimaginável na ilha... o que me surpreende é o fato de que chegou ao meu conhecimento de que esse plano foi arquitetado por uma pirata de recompensa insignificante, acusada apenas de causar alguns distúrbios no reino de Briss... parece que você é bastante esperta garota, mas termina aqui, entreguem-se e nos poupe o trabalho. – Mais um momento de silencio. – Vocês foram avisados, se entreguem ou enfrentem as consequências... vocês agora têm vinte segundos para obedecer.

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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 9 EmptySex 27 Jan 2017, 15:39

緋色








Tudo o que havíamos planejado sobre aquele ataque tinha sido em vão. O plano que pareceu-me perfeito aos olhos de início agora tinha ido completamente por água à baixo, visto que eu não havia calculado a possibilidade do aparecimento daquele tal de Saturno onde nós estávamos. Não poderia advinhar que havia um oficial com um grau de periculosidade similar ao dele, não que fosse grande coisa, mas já era um problema, serviu como uma distração e um atraso dos grandes.

Depois de uma dedução rápida e um plano feito às pressas conseguimos neutralizar os malditos soldados marionete de Saturno, o que não foi nada fácil como eu pensei que seria. Minha perna por vezes falhou me deixando na mão. Melissa parecia outra pessoa ao dirigir a palavra ao Marinheiro, aquela ferocidade era diferente do que eu estava acostumada à ver nela, mas era útil afinal precisávamos ser ferozes se quiséssemos vencer.

Meu primeiro golpe foi um fracasso, mas fazer um corte no pescoço do homem foi o suficiente para fazer com que um ruído estranho surgisse do mesmo e então ele simplesmente caiu no chão. A coisa que controlava os "Bonecos" era estranha, eu não sabia ainda do que se tratava, porém matar aquele homem me fez ter um entendimento melhor. O segundo veio saltando sobre mim, mas novamente fui deixada na mão pela minha perna, mesmo assim consegui atingir o homem com a espada, mas o alvo era a cabeça, eu o havia atingido no lugar errado e isso me custou ar devido ser sufocada por um tempo enquanto ele segurava-me pelo pescoço. Só conseguia ver o teto do lugar enquanto arquejava tentando me livrar daquela sensação de impotência, eu não gostava de depender das pessoas, ser um estorvo, sempre caminhei sozinha e agora estava perdida? Morreria pelas mãos de um zumbi ridiculamente controlado por um Marinheiro ridículo?

A luta ocorria ao meu redor e era como se mesmo com todo aquele barulho, eu não ouvisse nada, meu foco ficou extremamente perdido em meio à dor, mesmo assim não queria desistir, eu não podia deixar tudo acabar assim e apesar de ouvir o Den Den Mushi ainda ecoar enquanto Ludi e Doran pareciam mobilizar suas tropas em direção a Troy que ia contra a estação do Zepellin atrás deles, senti que aquilo era minha culpa, por conta de minha prepotencia, acreditar que enfrentaria um homem como aquele sendo que não estava sendo capaz de vencer um zumbi/marionete de um oficial de patente menor. Sacrifícios eram necessários em prol de um bem maior, mas seria eu um sacrifício? Não, qual bem maior poderia haver numa retirada às pressas, uma fuga covarde, mas sensata apesar de tudo. Não havia honra ou maiores propósitos naquilo tudo, eu tinha que viver e caminhar. Eu tinha que lutar e vencer aqueles que nos atacavam e acabar com o que restavam de soldados, eu tinha que sair viva e ficar mais forte, aprimorar meus conhecimentos e quando estivesse no topo cortar o mal pela raiz, eliminando o Governo Mundial e a Marinha por completo. Eu com certeza iria Viver!

Com um movimento ágil inverti as posições entre mim e a criatura e decepei-lhe um dos braços antes de um tiro lhe atingir a cabeça e eu notar que minhas roupas estavam de fato repugnantes, cheias de sangue e a blusa que antes era branca, agora tinha a cor rubra, banhada pelo sangue daquele maldito boneco. Olhando em volta notei que havia mais marionetes mortas, mas tinhamos perdido mais um dos nossos. Olhar aquilo me fez refletir por um instante, em contraste com a situação envolvendo os revolucionários.

"Nós é que somos as peças dispensáveis para os revolucionários? Não mais... Pro inferno com isso, que morram os fracos! Não tivemos sucesso em tirar a vida de Troy? Certo, mas a vida de Saturno eu mesma Levarei!!" - pensei em silêncio.

Com agilidade, assim que mais uma das marionetes veio contra mim então agachando-me e tomando as costas atingi a massa cinzenta na nuca dele, enquanto minhas forças pareceram se esvair por um instante, antes que eu notasse que aquilo era vivo, era dali que tinha vindo os guinchos ouvidos anteriormente. Era realmente doentio e nojento imaginar algo daquele tipo, mas como ele controlava os homens? Havia algo à mais, porém não tive tempo pra pensar nisso, apenas corri em direção à um dos nossos companheiros e com um movimento de espada o decapitei deixando sua cabeça cair para o lado com minha frieza habitual, simplesmente ignorei qualquer situação que viesse à seguir e sem demora fixei meu alvo, Saturno.

Só haviam 4 marionetes, na certa meus companheiros dariam conta e depois de pedir cobertura a Mirrons, parti contra Saturno que praguejava feito um louco antes que entrássemos em batalha e ele me ameaçasse. Lutei contra o mesmo sem um pingo de expressão no rosto, então senti uma fisgada em meu ombro, enquanto um daqueles parasitas nojentos perfurava minha carne com seus membros, o que não me deixava nem um pouco feliz. A dor era grande e Saturno contava ser cria dele, afinal o que aquele cara era? Eu nunca tinha visto nada parecido em toda a minha vida, mas a criatura nojenta ainda me machucava enquanto ele dava a luz à mais uma, porém não demorou para eu sentir uma onda vindo de trás livrando-me do parasita, antes que eu percebesse que ainda tinha aliados ali. Realmente agradecia aos céus por ter conseguido convencer aquele Tritão cabeça dura á comprar minha briga.

Sem perca de tempo consegui atingi-lo com um corte da espada, não foi o melhor golpe do mundo, mas foi o bastante para poder envenená-lo e fazer com que ele perdesse o controle de seu braço, sentindo a dormência do curare. De fato envenenar minha lâmina foi útil, mas após dar a ordem para ele recuar os homens, notei que não havia mais nenhum de pé, estávamos apenas eu, Melissa e Mirrons vivos e apesar de não tão firmes ainda capazes de andar e raciocinar. Quando tudo acabasse teria prazer em tratar as feridas dos dois, porém a preocupação maior viria agora.

Meu nome foi chamado em alta voz, fazendo com que erguesse minha cabeça, ainda arfava um bocado por conta da dura luta que tínhamos travado, porém mantive a espada próxima à garganta de Saturno, para impedir que ele fugisse ou tentasse algo, ficaria atenta à seus movimentos. Logo Melissa reconheceu a voz daquele que nos falava do lado de fora do galpão e isso me fez reconhecer que não tinha mais como tentar fazer nada, além de uma tentativa de fuga. Jaden continuava falando do lado de fora sobre ter chegado ao conhecimento dele que eu era a responsável pelo plano e isso me causou um descontentamento no momento em que ouvi "Se tivesse funcionado", o que significava que realmente aquele maldito fora mais esperto do que eu e havia contornado a situação apesar de complicada, ele o fez sem problema algum, mas o que eu ferida e cansada poderia tentar fazer contra um homem como aquele? Eu não tinha desistido e nem pensava em fazê-lo, mas eu não tinha mais como revidar.

— Eles acham que eu iria tão longe para me entregar aqui? - sussurrei para que apenas Mirrons e Melissa pudessem me ouvir.

No instante que se seguisse avançaria com a espada contra a garganta de Saturno tentando perfurar-lhe a Carótida Externa para rasgar-lhe o pescoço e fazer seu sangue espirrar devido minha frustração em não ter conseguido concluir meus planos, além da revolta pela forma suja que ele havia usado aqueles homens como marionetes, não que eu me importasse com eles, para mim foram apenas obstáculos no caminho, suas mortes eram necessárias para que eu pudesse fazer algo, mas antes de sere hospedeiros daqueles parasitas nojentos provavelmente eram outro tipo de pessoas, não me importava com seus passados, mas me enojava a forma suja que os Marines sempre tratavam as pessoas por seus interesses sórdidos. Pensei em simplesmente dizer "Se derem um só passo adiante Chris Morre!!", porém se eu fizesse uma ameaça desse calibre em alto e bom som, na certa o Tenente invadiria, então porque não tentar o oposto? Eu precisava de tempo para poder fugir, então tinha que pensar em alguma coisa rápido, mas mentir não me parecia uma ideia muito lógica, na certa ele desconfiaria. Manteria os olhos fixos à frente esperando que Jaden não estivesse nos vendo e então tentaria caminhar em direção à porta dos fundos às pressas.

— Não temos muito tempo, peguem Chris e o que for fácil de carregar, tem uma porta nos fundos do lugar, vamos dar o fora daqui antes que eles percebam o blefe e invadam o lugar! - diria em voz baixa para Mirrons e Melissa, antes de ir em direção à porta.

Tentaria pegar apenas o necessário, o Den Den Mushi estava incluso nisso, deixariamos as coisas pesadas para trás, mas se pudesse carregar algum dinheiro sem que nos atrasasse tentaria fazê-lo. Por hora a prioridade era alcançar a porta dos fundos e tentar abri-la, mas eu também tinha uma ideia, depois de ter visto o que Mirrons foi capaz de fazer com, um dos parasitas que me agarrou e seus ataques de Karatê Tritão que me deram uma ótima ideia.

— Mirrons-san, até onde vai o alcance de seu Karatê Tritão? - perguntaria em meio à corrida. - Acha que conseguiria atingir aquela estrutura danificada antes de sairmos daqui?

Perguntaria apontando na direção das treliças podres, que poderiam ser úteis, para derrubar parte do teto se não ele todos e nos dar mais algum tempo. Mas caso ele dissesse que o seu golpe não alcançaria o local ou não conseguisse derrubar as peças podres.

— Certo, vamos descartar essa ideia! Nos ajude com Chris e vamos dar o fora desse lugar! - diria.

Se Melissa conseguisse pegar Chris sozinha então não me preocuparia, mas caso ela precisasse de ajuda, como eu poderia deduzir, tentaria ajudá-la à arrastá-lo dentro do saco para a porta, já que erguer o saco daria um trabalho ainda maior. Se Houvesse algum tipo de dificuldade muito grande de locomoção para levá-lo até lá, tentaria sacar a espada e cravar onde eu acreditasse ser abaixo da cabeça ou o peito, para assim facilitar nosso trabalho.

Se nenhuma de nós conseguisse carregá-lo, então correria até a porta tentando abri-la, para facilitar o trabalho e esperar que Mirrons tentasse fazer o teto ruir ou algo do tipo. Se ele conseguisse atingir o teto e o teto começasse à ceder, então diria.

— Mirrons-san! O Embrulho!! Vamos Antes que isso caia sobre as nossas cabeças!! - diria em alta voz.

Se eu conseguisse abrir a porta sem problemas passariamos por ela e eu tentaria me lembrar do caminho que deveria ser feito por ali, tentaríamos fugir o mais rápido o possível e após atravessar a passagem, tentaria me localizar e ir em direção ao Porto da Cidade para tentar roubar um Barco já que o Q.G. do Porto já tinha sido tomado seria mais fácil não termos que lidar com Marines.

Se eu tivesse problemas em abrir a porta, então olharia em direção a Melissa, antes de observar nossas costas esperando não ver Marines invadindo o local e então lhe dirigiria a palavra.

— Melissa, faça sua mágica! - dizia à respeito da porta já que eu ainda não sabia como ela tinha invadido a loja da qual roubamos os Den Den Mushi. - Se conseguir fico te devendo, já que é a segunda vez que salva minha pele hoje.

Esperaria que ela conseguisse abrir a porta e se tivesse êxito passaríamos por ela o mais rápido que pudessemos. Tentaria me apressar ao máximo para chegar ao final da saída e seguir pelas ruas em direção ao porto às pressas.

Caso Chris ainda estivesse vivo e eu não tivesse precisado fincar minha espada nele, iria fazer de tudo para mantê-lo em vida até chegarmos ao Porto já que a intenção lá era roubar um Barco para que pudessemos dar o fora da cidade antes que a Marinha nos pegasse, tê-lo vivo seria uma garantia para que não fossemos capturados.

— Algum de vocês sabe navegar? Porque creio que ninguém aqui quer correr o risco de ser pego pelo Coringa, certo? - diria esperando que alguém se manifestasse.

Se nenhum dos dois soubesse navegar procuraria um barco que tivesse alguém dentro e então tentaria saltar dentro do mesmo, esperando render a tripulação. Buscaria um barco que tivesse alguém sozinho, não precisava ser um barco muito grande, nem tão incrementado, apenas algum barco que me desse a chance de sair dali de uma vez por todas. Os meus antigos companheiros piratas haviam mencionado a Grand Line uma vez, assim como tantos piratas que passavam por Baterilla enquanto eu ainda era jovem, a maioria procurava ir para esse lugar, por esse motivo acreditava que poderia ter refúgio no local conhecido como Grand Line, o Maior Oceano do Mundo. Assim que visse a pessoa sacaria a espada e apontaria em direção ao pescoço do mesmo.

— Perdão pela intromissão, mas creio que seu itinerário acaba de mudar. E espero que saiba navegar... Não é pessoal, mas caso não saiba creio que seus serviços não serão necessários aqui.

Caso obtivéssemos o Navegador para o Barco, então o apressaria para zarpar de Baterilla naquele exato momento. Depois disso iria até Chris dentro do saco e tentaria tirá-lo de dentro do mesmo, sacaria minha espada trazendo-o para perto colocando-me diante dele e sorrindo falsamente.

— Olá Chris... - sorriria em falso antes de deixar o sorriso sumir e ficando fria outra vez. - Adeus Chris.

No instante em que dissesse isso usaria a espada para transpassá-lo com a lâmina numa estocada na altura do estômago a qual tentaria puxar a lâmina para a lateral esquerda onde ficava o rim para rasgá-lo de dentro para fora e matá-lo sem nenhum tipo de remorso. Depois que o tivesse atingido ali, tentaria virá-lo de costas para mim, puxando-lhe o cabelo com uma das mãos e o segurando firme contra meu corpo enquanto olharia para o porto e com a espada tentaria passar-lhe a lâmina no pescoço degolando-o antes de jogá-lo dentro d'água.

Se Chris já estivesse morto, não me importaria em fazer nada disso citado acima. Se o tripulante do barco tivesse algum talento ao menos para ajudar a guiar o barco até a Grand Line, pouparia sua vida, mas apenas se um de meus companheiros soubesse Navegação, do contrário o estocaria com a espada e o empurraria dentro d'água, tínhamos pressa.

Se a ação envolvendo Chris no barco fosse bem sucedida, então encararia o porto de Baterilla atenciosamente, mas ainda com o mesmo olhar frio, ainda com a espada empunhada em minhas mãos antes de começar à falar com Mirrons e Melissa.

— Creio que estou em dívida com ambos... Meu plano foi um fracasso... - diria. - Não obtivemos nada além de derramamento de sangue e ferimentos por nossos corpos, os compensarei por isso...

Diria tais palavras sem encará-los diretamente, sempre mantendo o olhar fixo ao Porto. Respiraria fundo ainda sem expressão no rosto, antes de procurar um lugar onde me escorar ou me sentar devido ao cansaço depois daquela luta. Ainda manteria a guarda alta devido a tensão de ter que possivelmente enfrentar Marines nos seguindo pelo Mar e isso daria muito trabalho caso de fato acontecesse, então precisaria estar atenta à qualquer movimento.

— Senhores... Ajustem o curso para a Grand Line... Creio que é nossa única Rota possível nesse momento. - diria por fim.



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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 9 EmptySab 28 Jan 2017, 01:42

A angustia se espalhava pelo corpo como um vírus imparável, todo o seu precioso plano tinha falhado e ela não sabia o porquê daquilo, apenas sentia que tinha sido superada pelo tal Coringa. A frase final ecoou pela ferraria durante um certo tempo, a respiração tensa daqueles que estavam presentes soava como um conserto composto inúmeros instrumentos de sopro.
Não teriam reforços, não adiantava, as forças que poderiam dar auxilio a eles tinham ido ao auxílio de Viaty, e provavelmente aquele tal de Jaden já tinha previsto isso.

- Eles acham que eu iria tão longe para me entregar aqui? – Akane deixou escapar entre Dentes. Abaixo dela, Saturno ria, uma risada desconcertada. – Parece que você não tem saída garotinha, você irá se tornar mais uma de minhas mario... – A lâmina de Kazu trespassou o pescoço do homem, acertando uma importante artéria, o sangue brotou incessantemente, o homem agonizou enquanto se afogava no próprio sangue, até que enfim, de uma vez por todas, se calou.
O poderoso cérebro da espadachim começou a trabalhar, buscando alternativas, mas pelo visto não existiam muitas.
- E agora? – Perguntou Melissa, preocupada.
- E aquela tal saída que você comentou comigo, garota? – Indagou Mirrons, e era exatamente nisso que Akane estava pensando.

- Não temos muito tempo, peguem Chris e o que for fácil de carregar, tem uma porta nos fundos do lugar, vamos dar o fora daqui antes que eles percebam o blefe e invadam o lugar!

- DEZ SEGUNDOS! – Reverberou a voz do tenente.
Em instantes Melissa já estava com um dos sacos pretos que tinha sido trazido pelos seus comparsas, Mirrons tomou em suas mãos outros dois sacos e lançou sobre o ombro o embrulho, que fez um barulho como se reclamasse da falta de modos. Akane correu e pegou outro dos sacos, era o máximo que ela poderia carregar sem que viesse a perder muita mobilidade.
Todos correram para os fundos, quando se ouviu o comando de Jaden para que seus homens invadissem o lugar. – Mirrons-san, até onde vai o alcance de seu Karatê Tritão? Acha que conseguiria atingir aquela estrutura danificada antes de sairmos daqui? – Perguntou Akane indicando o lugar.
- Não consigo acertar naquela distância, mas posso fazer algo melhor, ótima ideia garota! – Exclamou o tritão jogando os sacos no chão e em seguida Chris, os marinheiros invadiram o local e bradaram ameaças para o Tritão, mas ele os ignorou, tomou em suas mãos um grande túnel de aço e com um giro de corpo o gigante arremessou aquela coisa enorme nas vigas desgastadas, o estrondo da madeira rachando fez com que toda a estrutura do local tremesse, tiros foram disparados – Mirrons-san! O Embrulho!! Vamos Antes que isso caia sobre as nossas cabeças!! – mas o tritão já tinha pego de volta aquilo que tinha deixado no chão e tinha voltado a correr para os fundos.

Akane chegou aos fundos e com muito esforço e com a ajuda de Melissa conseguiu erguer a escotilha que dava acesso a uma saída de esgoto a muito tempo inutilizada, as piratas saltaram para dentro, akane oscilou com o impacto em sua perna ainda dormente, fazendo com que ela tivesse que levar as mãos ao chão. Não tardou a se levantar e voltar a correr, o último a descer foi Mirrons, os tuneis eram grandes o suficiente para que coubessem o tritão, mesmo que para isso ele tivesse de ficar um pouco curvado. O som do teto da ferraria desabando foi intensificado naquele túnel, uma cortina de poeira foi lançada por ele, fazendo que por alguns instantes ninguém conseguisse ver nada.

As tosses eram constantes, uma coceira invadiu a garganta de Akane fazendo-a espirrar e tossir, o que só piorava o seu cansado e enviava pontadas de dor pelo seu corpo, principalmente em seu ombro.
Depois de alguns minutos correndo, enfim deram para uma escotilha grande o suficiente para que pudessem sair com Mirrons, Akane tomou a dianteira e subiu as escadas, seguida por Melissa e Mirrons. A jovem demorou alguns segundos para perceber onde estavam, mas enfim conseguiu reconhecer o lugar, as pessoas que por ali passavam pareciam surpresas com a cena, mas a surpresa logo se tornou medo ao perceberem as marcas de sangue nas roupas empoeiradas das mulheres e no tritão de quatros metros que as seguia.

Se olhassem em direção a montanha onde estava localizada a estação de zepelins, conseguiriam ver uma grande linha de fumaça ascendendo aos céus, não era possível ter certeza, mas pelo que parecia o combate ainda perdurada.
- Algum de vocês sabe navegar? Porque creio que ninguém aqui quer correr o risco de ser pego pelo Coringa, certo?
- Tenho noções de navegação, mas não sei como pilotar barcos. – Disse o tritão de forma ríspida. – Afinal nunca precisei. Melissa apenas balançou a cabeça negativamente.

Mantiveram a corrida em direção ao porto sem encontrar nenhum marinheiro, até que enfim alcançaram o lugar. O porto estava uma bagunça, um grupo de piratas parecia estar atacando e saqueando todas os locais por perto, e pareciam estar sendo liderados por hadgard, ao que parece, o homem-tartaruga não concordou com a ideia de ir em direção a uma tropa gigantesca da marinha para salvar um Major revolucionário. Seria fácil achar um barco em meio àquela confusão... Uma explosão chamou a atenção de todos. – Marinheiros! – Gritou um homem. – Enfim estamos salvos! – Gritou outro. – Se olhassem para trás veriam que uma pequena tropa estava vindo em direção ao porto.

O local estava uma completa bagunça, as pessoas que estavam por ali ou eram piratas saqueando, ou eram civis correndo e tentando salvar suas vidas ou querendo lucrar com a bagunça, alguns barcos estavam zarpando tentando fugir da turba, outros estavam se preparando para isso, alguns estavam ainda parados. Haviam dois galeões, um navio de guerra, meia dúzia de barcos pesqueiros de pequeno porte, uma fragata, uma escuna e outros cinco barcos pequenos, que pareciam em bom estado. Alguns deles estavam sendo preparados para zarpar...

Durante aquele breve momento de distração, o embrulho que mirrons carregava caiu no chão e se abriu deixando com que o seu cativo fugisse, o grande tritão ruiu deixando que um de seus joelhos colidissem com o chão, ao reparar, Akane notaria que sangue brotavam de seu ombro e de sua barrida no lado esquerdo. O garoto fugia e corria aleatoriamente por ai, mas logo ele veria que a marinha estava ali e daí, era fácil saber para onde ele iria correr.

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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 9 EmptySab 28 Jan 2017, 02:10

緋色








Enquanto ainda em meu descontentamento por ter sido completamente derrotada no confronto com a Marinha, tendo meu plano completamente frustrado, eu precisei bolar alguma saída com certa velocidade de raciocínio e enquanto Saturno provocava, tentando falar algo simplesmente rasguei-lhe a carótida à sangue frio, ele não mais seria um incômodo. Nada disse após esse feito, deixei que os espíritos guiassem sua alma para o Inferno.

Melissa pareceu preocupada, antes de Mirrons dizer algo sobre a saída que eu havia falado no instante em que pisamos os pés na velha fábrica. Jaden gritou que tínhamos apenas dez segundos, não teríamos muito tempo para fazer alguma coisa e às pressas saímos correndo pegando tudo o que dava pra pegar e levando Chris conosco como garantia de que conseguiríamos fugir daquele maldito lugar em segurança. Meu plano de derrubar o lugar com o Karate Tritão de Mirrons não funcionaria, porém ele teve uma ideia melhor usando a minha como base. Pegando um túnel de aço, Mirrons jogou contra a Viga danificada, o que fez com que o teto do local desabasse como era a ideia original.

“Perfeito, tudo está correndo conforme o plano! Agora só precisamos dar o fora daqui, chegar ao Porto, arrumar um Navio e ir embora desse lugar de uma vez por todas.” – pensei enquanto atravessávamos a porta.

A escotilha foi erguida com certo esforço e Melissa e eu conseguimos passar, mesmo que minha perna tivesse fraquejado por um instante deu tudo certo. Mirrons veio logo atrás de nós enquanto carregávamos os sacos antes do barulho do teto do local desabando e a cortina de poeira nos pegar meio à corrida.

Pensei em praguejar em meio à tosse, mas resisti ao impulso, precisava manter o fôlego à qualquer custo, visto que meu estado não era dos melhores e eu estava bastante debilitada depois de tantas lutas. Meu peito dóia, a respiração pesava um bocado já que desde que aquela luta dentro da fábrica ninguém tinha tido um segundo sequer de descanso. Levei a mão ao peito enquanto o ombro ainda me incomodava, mas eu fingia não sentir dor, era uma grande mentira, estava exausta, era notável, mas não daria o braço à torcer de maneira alguma, precisávamos sair dali vivos e bem e eu não deixaria que nada viesse à nos impedir.

Enfim chegamos à uma grande escotilha, então subi por aquela escada e a abri, sentindo o cheiro do ar puro assim que coloquei os pés do lado de fora do esgoto. Aquilo incomodava as narinas, ardia e era de fato nojento, do tipo que embrulha o estômago, mas pra alguém que foge pela vida com uma camisa banhada de sangue, aquilo não era nada. Fui seguida por Mirrons e Melissa enquanto as pessoas de Baterilla nos encaravam, mas dei de ombros, deixando-o para lá, nenhum deles entenderia, como nunca entendeu durante toda a minha vida naquela cidade. Pessoas nem sempre são as criaturas mais amáveis e compreensíveis do mundo, mas podem ser as mais cruéis.

Olhando na direção da Montanha, notei a fumaça, mas dei as costas em seguida. Os revolucionários não eram mais nossos companheiros, desde o momento em que fomos abandonados em combate, mesmo que o motivo tenha sido lealdade à causa e seu mestre, fomos deixados para trás para morrer, como cães sarnentos jogados no meio da sarjeta. Eu não me importava mais se morreriam ou viveriam, mas sempre esperava que causassem um grande estrago à marinha. Se Troy morresse seria ainda melhor para mim, mas não esperaria grandes coisas, afinal o exército enviado para lá era muito grande, a batalha estava decidida e na certa estavam fazendo como nós e fugindo. Desconversei questionando-os sobre noções de navegação, afinal precisávamos dar o fora dali num barco antes que as cosias ficassem feias. Respondendo à minha pergunta Mirrons dizia ter noções de navegação, mas nunca havia pilotado um barco, Melissa por sua vez nunca o fez, afinal por aquela expressão em seu rosto era fácil de deduzir.

— Então precisamos de alguém que saiba como por uma dessas banheiras na água. Nosso destino senhores... É a grandeza! Sairemos dessa vivos e junto! – diria ainda sem emoção na voz, mas enfática.

Corremos então em direção ao porto onde havia um grande alvoroço, que para a nossa surpresa parecia ser Hadgard, o covarde largou os revolucionários e foi se divertir do jeito que achou mais plausível. Seria ele uma opção de navegador? Acho que não, Mirrons na certa não se daria bem com aquele cara, por algum motivo acreditei que ele não seria um bom companheiro para mim também, não me parecia o tipo que levava balas pelos outros, assim como eu. Ele era um sobrevivente, mas mais parecia um arruaceiro do que um verdadeiro Pirata. Decidi deixa-lo de lado e prosseguir com nosso caminho antes de nos depararmos com alguns barcos pelo cais, alguns prontos para zarpar quando de repente o maior dos contratempos surgiu.

Mirrons acabara deixando que Chris fugisse de dentro do saco antes de ir ao chão, enquanto o nosso sequestrado corria por aí de um lado para o outro parecendo uma barata tonta. Na certa ainda não tinha visto os Marines, mas isso era apenas questão de tempo. Precisava pensar rápido se quisesse ter êxito em minha fuga e não deixaria mais um inútil crápula aliado do governo escapar da minha lâmina.

— Melissa ajude o Mirrons-san à se erguer e procurem um dos barcos que já estão zarpando. Se estão zarpando deve haver um navegador entre eles. Descarte o resto da tripulação, mantenha o navegador. Eu não saio daqui sem nosso embrulho!

Deixaria o que estivesse segurando no chão, com exceção de minha arma e correria na direção de Chris. Na certa meus pulmões não seriam tão amigáveis comigo, naquele momento, mas eu tinha que arriscar. A corrida por todo o percurso deveria ter ajudado minha perna à melhorar, caso eu tivesse de fato sorte, mesmo não acreditando nisso, então o perseguiria tentando alcança-lo antes que ele chegasse até a Marinha. Tentaria usar a espada para desferir-lhe um golpe na altura dos joelhos pela parte de trás, para cortar-lhe os tendões que o sustenvam com um corte em arco de 90º para frente.

Se eu não conseguisse alcança-lo na corrida procuraria uma forma de fazê-lo tropeçar para que eu pudesse saltar sobre o mesmo e o perfurar com a ponta de minha espada na altura nas costas entre a omoplata e as costelas, aproveitando-me que a lâmina ainda possuía veneno. O Curare no sangue dele na certa o faria parar, ou ao menos sentir dor.

Assim que capturasse meu alvo, o viraria de frente para mim e forçaria um sorriso em meio à minha frieza, ele estava com seus dias contatos e não era problema meu, eu não me importava. Não seria viável leva-lo de volta para junto dos demais piratas, porém não o deixaria vivo, tinha que deixar minha marca naquela cidade para que soubessem que um dia eu voltaria e lavaria o chão deles com o sangue dos marines dali. Olhando-o fixamente em meio ao sorriso forçado dirigiria a palavra ao mesmo.

— Olá Chris... – diria ainda sorrindo, antes de deixar o sorriso se esvair e ficar séria fingindo uma cara triste franzindo o lábio inferior e arqueando a sobrancelha. – Adeus Chris!

Minha voz soaria em tom baixo, mas audível para ele antes de tentar cravar a espada em sua barriga na altura do estômago e a puxando para baixo na diagonal tentaria pegar o rim no corte para que ele simplesmente morresse e marcasse a rua com seu sangue.

Se houvessem Marines me emboscando no momento em que capturasse Chris, o viraria de costas para mim e caminharia lentamente para trás enquanto a lâmina de minha espada estaria posicionada em seu pescoço, próximo à carótida. Não diria nada, era óbvio que eu iria mata-lo se alguém avançasse, porém se alguém viesse o encararia.

— Mais um passo e ele Morre!! – diria em alta voz com firmeza.

Tentaria prestar atenção ao ambiente, se não haviam inimigos vindo pelas costas, ou pelas laterais. Prestaria atenção até em cima, já que os ataques poderiam vir de qualquer lugar. Eu não seria pega desprevenida de forma alguma, não dessa vez. Se conseguisse chegar com Chris próximo a água no mínimo 10 metros de distância da mesma, passaria a lâmina em seu pescoço abrindo-lhe a carótida como fiz com Saturno mais cedo e então largaria o corpo e correria procurando por Melissa e Mirrons.

Se eles já tivessem roubado um dos barcos com o Navegador, tentaria correr até eles e me projetar ao barco e entrar no mesmo. Caso ainda não tivessem roubado um barco procuraria o primeiro barco, mesmo que fosse dos pequenos, mas o primeiro com algum tripulante próximo ao leme, esperaria que fosse um navegador, então sacaria a espada e apontaria para o mesmo.

— Espero que saiba guiar esta banheira, senhor! Do contrário terei que pedir que se retire para que desocupe o espaço do navegador! Sendo assim... Pra Grand Line Agora Mesmo!! – diria.

Se o navio roubado por eles já tivesse capturado um navegador não me importaria mais com aquilo. A dor no ombro incomodava um bocado, mas eu precisava fazer algo em relação à fuga, tentaria então puxar a âncora ou cortar a corda que atasse a embarcação à praia. Eu não era muito forte, mas queria ajudar de alguma forma. Se necessário fosse içaria as velas, ou simplesmente se tudo já tivesse sido feito, me prepararia para uma possível retaliação.

— Para a Grand Line, agora!! Não temos tempo à perder!! - diria em alto e bom som para o Navegador caso ainda não tivesse ouvido.

Quando estivéssemos longe do cais, tentaria ir até Mirrons, e me aproximaria dele, em sua ferida, onde eu havia visto o sangramento. Tentaria ver aquilo sem que ele se irritasse, mesmo que de relance, depois disso procuraria pelo navio alguma ferramenta que eu pudesse usar como ferramenta médica para cuidar dele. Eu não sabia de onde era proveniente a lesão, se era um projétil alojado ou corte de espada, mas esperava examinar e saber do que se tratava para que eu pudesse cuidado do ferimento da maneira correta.

Puxaria meu cantil cheio de rum e tomaria um belo gole da bebida para poder pensar com mais clareza e ver o que faria dali em diante. Não queria mais ser pega desprevenida ou ser passada para trás, não mais.



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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 9 EmptyDom 29 Jan 2017, 01:29

As coisas enfim pareciam estar dando certo, eles iriam conseguir fugir da ilha e se restabelecer, o destino que Akane almejava era a Grand Line, mas seria esse o destino que os outros também queriam?
Quando enfim chegaram até o porto estavam todos cansados, principalmente Akane que tinha sofrido tantos danos, o que a confortava era o fato de que a dormência em sua perna tinha enfim passado completamente, a corrida fez o sangue circular o bastante para que a reação passasse. Melissa ofegava muito, e estava toda descabelada, mesmo assim, não deixava de ser linda. Mirrons era o mais resistente e isso logo se provaria ainda mais...

A chegada da marinha trouxe um clima de tensão para o trio, clima este que foi intensificado quando o “embrulho” caiu deixando que Chris escapasse, Mirrons era mesmo resistente, tinha corrido todo o caminho até ali carregando dois sacos com dinheiro e o Chris mesmo tendo sido ferido por dois disparos no momento em que fugia do galpão, mas parece que suas forças estavam se esgotando.
- Melissa ajude o Mirrons-san à se erguer e procurem um dos barcos que já estão zarpando. Se estão zarpando deve haver um navegador entre eles. Descarte o resto da tripulação, mantenha o navegador. Eu não saio daqui sem nosso embrulho!

- Eu não preciso de ajuda alguma! – Exclamou o tritão irritado, ele se esforçou para levantar-se e conseguiu, mesmo aparentando que iria tomar a qualquer instante. – Vamos lá grandalhão, não seja tão machão, ao menos me deixe ajudar com minhas preciosas sacolas de dinheiro. – Disse a ladra.
Akane não parou para dialogar, deixou para trás o saco que tinha trazido consigo, e correu em disparada na direção de sua presa. O homem estava desesperado, suas pernas cambaleavam e volta e meia ele tropeçava, olhava para todos os lados tentando se localizar, mas sua mente deveria estar uma bagunça, principalmente pelo fato de ter tido pouco oxigênio dentro daquele pacote. – Socorro! – Começou a gritar assim que notara que estava sendo perseguido.

Kazumi não era muito ágil e também não possuía domínio no quesito corrida, ela corria como qualquer pessoa normalmente o faria, o fato de estar cansada e sofrendo com dores a limitava ainda mais, mas sua determinação de deixar uma marca naquela ilha a motivava. Enfim Chris notara que haviam marinheiros por perto, e do nada, estupidamente, parou sua corrida e virou-se 90° em direção aos soldados. O rapaz não tinha pensado direito na ação, apesar de debilitado bastava continuar a correr e ir fazendo uma curva sutil que logo seria amparado pelos oficiais da lei, mas aquela parada repentina e a mudança de sentido o fizera perder muito tempo, dando a oportunidade perfeita para Akane atacar.

Os marinheiros entenderam a situação e iniciaram os disparos, algum soldado mal treinado deu um tiro que passou raspando na perna do homem perseguido, que se assustou e se jogou para o lado, foi o momento do bote. A lâmina desembainhada beijou a coxa de Chris, fazendo-o exclamar de dor e cair de cara no chão. – Não! Não! Por favor, não! Socorro! Alguém me ajude! – Soldados corriam em sua direção com espadas empunhadas, os demais avançavam pelas laterais efetuando disparos desesperados.
- Olá Chris... – Disse a pirata com um sorriso estampado, que logo se esmoreceu. – Adeus Chris! – A face de medo do homem era algo indescritível, ele grunhiu de dor quando sentiu a dor de seus órgãos sendo perfurados para logo em seguida gritar em silencio quando a espada terminou o corte.

Trabalho cumprido a espadachim deu as costas e iniciou a corrida, ela ouvia alguns soldados gritando – Medic!!! Médico! Precisamos de um médico urgentemente. – Será que o rapaz ainda poderia ser salvo? Infelizmente para a jovem pirata sua sorte parecia ter sido totalmente gasta pelos próximos segundos, sem se preparar ou efetuar nenhuma estratégia de esquiva, ela foi alvejada por tiros, um deles lhe acertou o ombro direito, o mesmo que tinha sido acertado pelo parasita, a dor foi imensa e ela não conseguiu conter o grito. O próximo acertou sua coxa, fazendo-a tropeçar e cair a alguns metros do navio em que tinha visto Mirrons e Melissa entrar. Seria esse o seu fim?

Sua sorte retornou, os piratas que antes saqueavam pareciam que tinham começado a revidar o ataque, não em luta direta, eles disparam e arremessavam coisas nos marines, na tentativa de atrasá-los para que pudessem fugir, isso obrigou os perseguidores de Akane a procurarem coberturas. Em um instante caçadora e no outro instante caça. A mulher se levantou e obrigou-se a ir até o barco, foi ajudada a subir por Melissa que logo disse. – Você é louca! Quase morreu por causa de um babaca qualquer! – O barco escolhido por seus companheiros era um barco pesqueiro de auto mar, parecia resistente, mas desgastado, para barcos de pesca ele era bem grande, mas para embarcações de auto mar ele se enquadrava no quesito “barco pequeno”.

- Para a Grand Line, agora!! Não temos tempo à perder!! – Exclamou Akane ao ser colocada apoiada de costas na amurada do barco. – hahahahahahaah! Sim senhora! – Exclamou uma voz desconhecida. – Icem as velas! – Disse o homem, e logo dois homens mal-encarados iniciaram o processo, um outro tinha o controle do leme, mas não havia sinais de onde estava Mirrons. Akane puxou seu cantil e bebeu um gole do run que ali estava.
- Me dá um pouco disso também? – Perguntou Melissa.
As dores no corpo de Akane eram insuportáveis, e ela sabia que precisaria cuidar daquilo logo, o homem que tinha dado a ordem foi em sua direção.
- Então quem são vocês duas? Sete infernos que dia movimentado! Quem diria que revolucionários iriam atacar esse QG dos infernos e que eu poderia ser libertado! HAHAHAHAHAHA – Disse o homem barba gigante e baixa estatura. – Senhoritas, permitam-me apresentar! Sou o capitão Puzur! HAHAHAHAHAHA o que mais posso fazer por vocês? Oh... parece estar ferida garota. – Virou-se para um dos homens. – Marujo! Arranje algo para que pudemos tratar a bela donzela aqui! – O homem correu para dentro da embarcação, momentos depois ele voltaria com uma caixa desgastada, dentro dela haveriam instrumentos de primeiros socorros bastante rústicos.


Puzur:
 

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