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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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AutorMensagem
ADM.Tidus
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MensagemAssunto: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 8 EmptyDom 27 Mar 2016, 11:45

Relembrando a primeira mensagem :

[CF] PT II - Férias em família.

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis e piratas Gregory W. Ross; Sidney Thompson; Sofia Schwarz; Shannon Jay; Kurihara L. Riki. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Elliot Irwin
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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 8 EmptyTer 27 Dez 2016, 22:33



Elliot Irwin


Descanso Merecido

Após Ludi colocar os cartazes dos procurados em cima do balcão, Akane fixou seu olhar e sua atenção especialmente em um deles, o Tritão Mirons, o mais problemático dos piratas, e também o que poderia ser o mais forte deles, dado o fato que tem a maior recompensa justamente por ter escapado da prisão de Baterilla, ou seja, ele seria um verdadeiro trunfo contra Troy e seus Marines. Mas para a pirata, o que fez ela se motivar com o Tritão foi o desafio que seria para convencê-lo, e sabia que mesmo com a ajuda de Viaty, seria um motivo para se orgulhar, além do fato dele ser chamativo e forte, como mencionado anteriormente, já que os Tritões utilizam o karatê Tritão que é bastante efetivo ao lutar com várias pessoas ao mesmo tempo.

Outra coisa que agradou Akane foi que agora ela poderia pôr em prática seus conhecimentos de estratégia adquiridos recentemente. Akane com um pequeno sorriso perguntou novamente o nome do Tritão, e logo depois parou e perguntou para si mesma se estava bebendo demais, já que tinha sorrido algumas vezes no mesmo dia, o que não era de seu feitio. Ao ser indicada para dormir por Ludi a pirata lhe respondeu.

- Tem razão. Amanhã de manhã pensamos melhor em como agir. Na certa Troy está furioso nesse momento, por não ter conseguido obter 100% de resultado em seu ataque afinal, você está viva e livre.

- Eu também penso da mesma forma, mas isso não importa, já que amanhã ele não poderá sentir mais nada, porque vamos matá-lo. - Disse Ludi com bastante raiva de Troy.

Depois de por todo o Rum que conseguiu no cantil, Akane bebeu o que sobrou da garrafa e se pôs de pé, colocando a garrafa vazia em cima do balcão, e seguiu Ludi. A mulher lhe levou para a parte de cima da mansão, onde diferente da parte inferior, estava muito bem cuidada, demonstrando que era pouco usada, o chão de madeira estava limpo e parecia encerado, havia vasos com flores e algumas plantas de capacidade curativa espalhados por todo o andar, também alguns quadros de pessoas desconhecidas, talvez fossem importantes para os antigos moradores daquela mansão. E dentre muitas portas que haviam naquele andar, Ludi entrou junto com Akane em um quarto enorme, havia um grande armário, um pequeno móvel e vários colchões espalhados pelo quarto, as duas se deitaram cada uma em um colchão e adormeceram.

Um grande barulho na porta acordou as duas, levantando depressa deram de cara com o Major Viaty, que mandou as duas descerem, ao chegar lá no andar de baixo, os três de dirigiram para a sala de hóspedes, onde havia um sofá, a duas mulheres se sentaram no mesmo e o Major puxou uma cadeira e sentou de frente para elas.

- Já consegui reunir todos os revolucionários da ilha e trouxe também piratas, inclusive os de recompensas altas, só faltou um, Mirons. Eu estou indo buscá-lo agora, só passei para que ficassem a par de tudo, até mais tarde. - Disse Viaty se levantando e indo em direção à porta.

Akane
Ludi
Viaty

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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 8 EmptyQua 28 Dez 2016, 01:44

緋色








Por hora toda a informação de que eu precisava relacionada aos grandes nomes da cidade de Baterilla já tinha sido obtida e após fitar o cartaz do Tritão que me pareceu ser o meu possível General de ouro ou minha Torre numa partida de shogi que era como eu estava encarando o cenário atual, me senti satisfeita. Proferi minhas últimas palavras para Ludi naquela noite e após encher o cantil com bebida, virei a garrafa na boca, deliciando-me com aquele líquido ardente que desceu por minha garganta praticamente pegando fogo e saciando minha sede por fim. Agora eu poderia cogitar a possibilidade de que estava embriagada, já que me sentia um pouco mais livre e alegre do que antes e por esse motivo não contive um sorriso sem motivo algum ao olhar para a mulher quando a ouvi falar que matariamos Troy.

Subi logo atrás dela, em silêncio, mas ainda com a mesma expressão de antes, um pouco menos sorridente talvez, mas já afetada e era tão bom sentir-me daquela maneira. Observava então os quadros e os vasos espalhados por toda parte. Me lembrava que eu ainda precisava de mais uma coisa para que o plano pudesse ser iniciado enfim, algo que me capacitaria para enfrentar um inimigo forte como Troy, ou ao menos me daria uma ligeira ajuda em minha futura batalha contra aquele maldito, eu precisava de veneno, mas não o diria à Ludi, ao menos não ainda. Nada disse ao caminhar pelo corredor apesar de observar bem o ambiente, então estávamos nós diante do quarto o qual ela havia me guiado, portanto sem demora alguma escolhi um dos colchões e dormi sem nenhum receio, claro que o efeito da bebida ajudou um bocado.


[...]



Ouvindo então o barulho, despertava bruscamente da cama, mas ainda assim sem fazer muito alarde, então percebiamos que era o Major que mandou que descessemos antes de nos passar as intruções e explicar que já tinha trazido a maioria para perto de nós, então antes que ele saísse pela porta ficava de pé rapidamente.

- Um momento. - disse na intenção de pará-lo às portas. - Ainda há algo do qual eu preciso, irei com você até o Tristão.

Disse a ele de forma firme e sem nenhuma hesitação na voz. A Frieza e a determinação eram duas características que eu lutaria para não abandonar, por isso motivo ficaria de pé esperando apenas uma resposta da parte dele. Caso fosse negativa me contentaria em ficar e tentar procurar alguma coisa que me ajudasse à criar o tal veneno, porém caso ele aceitasse minha ajuda e que eu fosse com ele, apenas o seguiria por fim.







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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 8 EmptyQua 28 Dez 2016, 15:41



Akane Kazumi


Conversando com o Tritão

- Um momento.

Foi essa a frase que fez com que o Major Viaty para sua caminhada até a porta da frente da mansão, o mesmo já se encontrava a apenas alguns metros de pôr a mão na maçaneta.

Pois não? - Perguntou o Major se virando para encarar Akane, aquela que o parara.

- [color=#FF0000Ainda há algo do qual eu preciso, irei com você até o Tritão.[/color] - Disse Akane indo em direção ao Major.

- Tudo bem, você pode vir, mas tome cuidado, aquele Tritão não vai facilitar. - Respondeu Viaty.

Assim que os dois saíram pela porta, Ludi foi de encontro aos demais revolucionários, e Viaty e Akane foram em direção a parte norte da ilha, onde havia uma floresta. Assim que os dois entraram, um clima pesado pairava sobre a mesma, era como se a floresta estivessem expulsando-os de seus domínios, mas ignorando o clima continuaram seu caminho por cerca de 30 minutos, quando encontraram um rio, mas antes de chegarem ao mesmo, o Major parou e sinalizou para que a pirata fizesse o mesmo.

- Por que não vem me cumprimentar, Mirons? - Disse Viaty abrindo um sorriso.

- Você sabe que não gosto de visitantes, seu maldito. - Disse Mirons com sua voz grave e saindo do rio. - Quem é essa garota?

- Ela é uma pirata que está aqui para nos ajudar. Vamos entrar em uma batalha contra a Marinha mais tarde. E vim para lhe chamar, eu preciso da sua ajuda, já estava na hora de mostrar para Troy qual é o lugar dele. - Disse o Major para o Tritão.

- Preciso pensar um pouco ainda. E ainda não entendi o motivo dessa garota estar por aqui. - Disse Mirons. - Esperem aonde quiserem, mas ainda preciso pensar um pouco sobre isso para ter uma resposta. - Completou o Tritão.

- Parece que vai ser mais difícil do que eu pensei. - Disse Viaty preocupado.

Akane
Viaty
Mirons


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Akane Kazumi
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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 8 EmptyQui 29 Dez 2016, 00:00

緋色








Fui surpreendida de fato pelo fato de Viaty não se opor a eu ir junto dele atrás do Tritão. Não conhecia o cara há tanto tempo, mas ele pareceu confiar em mim o suficiente para me envolver numa missão sigilosa e complicada como aquela de convencer um Tritão à ajudar na Rebelião contra Troy e os demais Marines que haviam em Baterilla. De fato era uma tarefa complicada, eu tinha noção de que a Rebelião ainda tinha que ser planejada e eu queria ser o cérebro por trás daqueles planejamentos, afinal eu precisaria me certificar de que tudo sairia perfeito, sem deixar pontas soltas, eu não queria de forma alguma que os envolvidos fizessem algo que pudesse colocar tudo à perder assim como Gregory havia feito anteriormente, por esse motivo precisava ter certeza de que tudo daria certo no final.


[...]


Enfim chegavamos ao Rio, era um tanto afastado das áreas que eu conhecia na cidade ainda assim era uma vantagem ele estar em Baterilla, seria um contratempo enorme ter de ir para outra Ilha em busca de reforço para nossa missão. Assim como o Major Viaty havia me alertado anteriormente o Minors não pareceu ficar muito contetne co ma minha presença ali. Já tinha ouvido algo sobre sua história no tempo em que morei na cidade, ele era conhecido como O Possuidor por algum motivo específico e ali diante das palavras dele poderia deduzir que era por conta de sua propriedade, ele pareceu-me ser bem anti-social e territorialista, ele não havia gostado de mim de cara, e isso seria um contratempo dos infernos. Mantive a seriedade enquanto observava a conversa entre ele e Viaty, ao mesmo tempo em que tentava usar de Genialidade para entender como um anti-social territorialista pensava. Ao ver que ele não quis ao menos dar conversa para Viaty, dei um passo à frente ficando ao lado do Major e tomando a dianteira.

- Mirons-san! - disse com firmeza na voz, não de modo ameaçador, mas demosntrando confiança ao falar a ele.

Esperaria que ele se virasse em minha direção, mas não me importaria se isso não acontecesse, contanto que ele estivesse ao alcance da minha voz eu poderia tentar persuadi-lo da melhor maneira que eu conseguisse.

- Sei que provavelmente acha uma afronta minha presença em seu território e por esse motivo evita de manter a conversa conosco, porém a proposta que temos pode beneficiá-lo também! - disse no mesmo tom. - Se algo que eu disser não for de seu agrado e se você desejar, sairei imediatamente de sua presença, entretanto creio que possa se arrepender futuramente se não ouvir o que temos à lhe propor! Não tome isso como ameaça, mas pode ser que no futuro não tenha uma oportunidade tão boa.

Diria a ele de uma forma confiante, mas sem demonstrar tom de ameaça, olharia em sua direção com firmeza esperando que ele parasse de relutar e me desse ouvidos. Caso ele voltasse os olhos em nossa direção, manteria a firmeza e o encararia com frieza enquanto o observaria tentando notar algum detalhe que me pudesse ser útil para prever as atitudes que ele tomaria mediante à meu tom de voz imponente em seu território. Se ele virasse em minha direção de forma positiva e estivesse disposto à ouvir, então prosseguiria.

- Baterilla é minha Terra Natal, esse lugar durante toda a vida sempre esteve cercado de Marines e estes sempre fizeram o que bem entenderam. Sempre oprimiram as classes mais fracas, você provavelmente foi uma vítima de preconceito e repressão por parte deles, estou correta? - diria supondo que por ele ser tritão teria sido perseguido por tal motivo.

Já haviam mencionado que ele tinha fugido da prisão, significava que por algum motivo ele foi capturado e aprisionado pelos Marines, eu não sabia exatamente o porque, porém faria meu melhor para deduzir tudo com exatidão, tentaria colocar os neurônios e o Q.I. para trabalhar enquanto pensava em algo da forma mais genial que eu pudesse, fazê-lo. Ele respondendo ou não prosseguiria.

- Não está cansado de ter gente invadindo seu território? Você foi parar numa lista de Procurados por causa de Homens que se acham Reis desse lugar! Acha isso justo? Ter que ser caçado por Caçadores de Recompensa e Marines durante o restante da vida? - dizia ainda co ma mesma seriedade. - Queremos dar um fim à esse ciclo vicioso, porém isso pode significar o fim de nossas vidas pacíficas em Baterilla, na certa trarão novos Marines futuramente para esse lugar, porém o que estamos lhe oferecendo é a chance de reagir e lutar por sua liberdade! Lutar para tornar Baterilla um lugar sem preconceituosos radicalistas!

Continuaria falando esperando que ele estivesse ouvindo, mesmo que estivesse falando muito, o que não era meu habitual, precisava convencer aquele Tritão à se unir à causa, as habilidades dele seriam de grande ajuda, ele era grande e forte, isso na certa seria útil num campo de batalha.

- Você pode ficar aqui e esperar eles voltarem tendo que expulsá-los todas as vezes que eles invadirem esse local, até que não lhe reste mais forças pra lutar ou... Pode vir conosco e ajudar, dessa maneira é provável que eles entendam que você não será dobrado, nem sucumbirá aos caprichos deles, mesmo que haja risco de a perseguição tornar-se ainda maior... Lhe ofereço o direito de ser livre, já que não posso lhe oferecer o direito de ter novamente o nome limpo. O que me diz? Você será uma peça Chave num tabuleiro ou uma presa fácil aos Capas Azuis? A escolha é sua.

Diria tudo isso de forma calma e séria caso ele me desse a oportunidade, mas se por acaso ele viesse meu primeiro chamado como algo ofensivo, ficarai alerta com a mão no cabo da espada caso ele investisse em nossa direção. Se isso acontecesse eu teria que lutar contra ele e era provável que nada de bom acontecesse, eu não era tão forte fisicamente, mesmo assim usaria de inteligência para dribá-lo e tentar me esquivar de qualquer tipo de investida que ele fizesse, recuando para trás sem sacar a espada, se o fizesse tudo iria por água à baixo. De qualquer forma eu precisava de um meio de convencê-lo e esperava que ele ouvisse meu discurso.






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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 8 EmptyQui 29 Dez 2016, 06:31



Elliot Irwin


Convencendo os Aliados

Quando o Tritão estava prestes a se virar e assim voltar para o rio, uma voz se fez presente. - Mirons-san! - Akane fez sua voz presente pela primeira vez desde o encontro com Mirons, falou com firmeza e demonstrando confiança na voz, mas infelizmente só isso não foi o suficiente para que o mesmo parasse, então a mesma continuou falando.

- Sei que provavelmente acha uma afronta minha presença em seu território e por esse motivo evita de manter a conversa conosco, porém a proposta que temos pode beneficiá-lo também! Se algo que eu disser não for de seu agrado e se você desejar, sairei imediatamente de sua presença, entretanto creio que possa se arrepender futuramente se não ouvir o que temos à lhe propor! Não tome isso como ameaça, mas pode ser que no futuro não tenha uma oportunidade tão boa. - Disse Akane, mantendo o mesmo tom de voz, mas seu apelo fez com que desta vez o Tritão parasse de caminhar e olhasse em sua direção.

- Pois bem, estou escutando - Disse o Mirons com sua voz grave. - Mas saiba que se for me fazer perder tempo a chance de vocês conseguirem minha ajuda vai ser menor. - Ameaçou o Tritão.

- Baterilla é minha Terra Natal, esse lugar durante toda a vida sempre esteve cercado de Marines e estes sempre fizeram o que bem entenderam. Sempre oprimiram as classes mais fracas, você provavelmente foi uma vítima de preconceito e repressão por parte deles, estou correta? - Disse Akane olhando em direção ao olhos do Tritão, que estava focado em suas palavras. - Não está cansado de ter gente invadindo seu território? Você foi parar numa lista de Procurados por causa de Homens que se acham Reis desse lugar! Acha isso justo? Ter que ser caçado por Caçadores de Recompensa e Marines durante o restante da vida? Queremos dar um fim à esse ciclo vicioso, porém isso pode significar o fim de nossas vidas pacíficas em Baterilla, na certa trarão novos Marines futuramente para esse lugar, porém o que estamos lhe oferecendo é a chance de reagir e lutar por sua liberdade! Lutar para tornar Baterilla um lugar sem preconceituosos radicalistas! - Disse Akane ainda mais séria, chocando o Tritão com seus argumentos.

- Você pode ficar aqui e esperar eles voltarem tendo que expulsá-los todas as vezes que eles invadirem esse local, até que não lhe reste mais forças pra lutar ou... Pode vir conosco e ajudar, dessa maneira é provável que eles entendam que você não será dobrado, nem sucumbirá aos caprichos deles, mesmo que haja risco de a perseguição tornar-se ainda maior... Lhe ofereço o direito de ser livre, já que não posso lhe oferecer o direito de ter novamente o nome limpo. O que me diz? Você será uma peça Chave num tabuleiro ou uma presa fácil aos Capas Azuis? A escolha é sua. - Disse Akane fazendo praticamente uma oferta irrecusável.

- Chega disso! - Esbravejou Mirons. - Você é bem abusada garota. Não vou deixar que ninguém tome as decisões por mim, mas para sua sorte, seu argumento fez bastante sentido, então eu irei com vocês. - Disse o Tritão, para a alegria de Viaty e, provavelmente, de Akane também.

Voltando pela mesma trilha que trouxe o Major e a pirata, os três voltaram para a cidade, aquela hora, o sol estava nascendo e os cidadãos aos poucos começavam a acordar para mais um dia de trabalho. Depois de refazerem todo o caminho inverso, os três finalmente chegaram a base dos Revolucionários, o lugar estava bem cheio. Eram cerca de 100 revolucionários e 50 piratas, contanto inclusive com os três que chegaram a pouco, na teoria eles estariam em desvantagem, mas na prática, isso seria completamente irrelevante, já que os mais forte poderiam dar conta de muitos inimigos ao mesmo tempo. Então Viaty chamou Ludi, Akane, Mirons e mais dois piratas que Akane reconheceu dos cartazes, Melissa Whitenberg e Radgard Lambargo, para entraram na mansão. Lá dentro, todos se sentaram em bancos que estavam postos ao redor de uma mesa, onde provavelmente começaria uma discução sobre o plano.

Agora que estamos juntos, podemos dar início ao desenvolvimento do plano. Alguém tem sugestões? - Perguntou o Major Viaty olhando para todos os presentes.

Akane
Viaty
Mirons


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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 8 EmptyQui 29 Dez 2016, 14:07

緋色








Há momentos na vida que devemos arriscar e dar um passo adiante, tentar antecipar o que está por vir e tendo em vista que meu alvo era um Tritão, não podia eu deixar de tentar persuadi-lo com as coisas mais lógicas que se poderia deduzir sobre ele. Sua espécie era chamativa, não importava em qual Blue estivéssemos sabia que ser um Tritão já devia ser algo complicado para ele, sendo tido como Pirata sua vida era com certeza ainda pior do que se poderia imaginar. Com minhas palavras por sorte consegui persuadi-lo à se unir à cruzada apesar de ainda ter sido chamada de abusada e ele parecer continuar de mau humor, mesmo assim me senti satisfeita em tê-lo como ajuda pelo menos, no fim das contas se tinha aceitado meu pedido significava que havia certo respeito para com o Grupo de Viaty e provavelmente acreditava em sua força, tendo visto assim uma oportunidade única, então meu objetivo tinha sido concluído, por esse motivo nada mais disse desde o momento em que ele aceitara, apenas acenei positivamente com a cabeça e dei as costas já seguindo em direção à trilha pela qual viemos, estava satisfeita, mas não demonstraria nenhum sinal de emoção desnecessária naquele momento, ainda faltava muito para ter certeza de que tudo sairia bem e por esse motivo prossegui concentrada no plano.



[...]



Enfim o Sol estava nascendo, precisávamos nos apressar para chegar até a base sem sermos vistos, afinal um Tritão de 4 metros de altura na certa chamaria bastante atenção caso a rua estivesse mais movimentada e era necessário sigilo ao menos no início antes de começar os preparativos, afinal se soubessem de tudo antes de o plano estar pronto, tudo seria em vão e iria por água à baixo. Quando enfim na Base, notei que haviam muitas pessoas, finalmente tínhamos um Exército em nossas mãos, mesmo que não fossemos tão numerosos quanto os Marines, com o planejamento correto tudo fluiria de uma maneira perfeita.

O Líder dos Revolucionários então reuniu alguns dos Piratas conosco, dentre eles os mais famosos na cidade e logo reconhecia-os dos cartazes. O Homem-Tartaruga e a Garota Gananciosa, seria ótimo ter tipos como aqueles ao nosso lado, em breve tentaria conversar com ambos, para ver se obtinha algo extra para meu plano. Logo ouvi o que o Major Viaty tinha a dizer, pedindo-nos sugestões à respeito de um plano que pudéssemos usar, então cruzando os braços diante do peito o encararia pronta à me pronunciar.

- Creio que Troy já deve estar esperando um possível ataque ou algum tip ode represália, portanto não seria sensato batermos de frente com a Marinha logo de cara. - diria com seriedade. - Precisamos fazê-los se espalharem pela Ilha antes de tentar derrubá-los pelo ponto principal... O Homem que lidera o Q.G.

Diria fazendo minhas palavras soarem novamente com firmeza e confiança, o plano era bem extenso e longo, mas eu já tinha pensado em praticamente tudo no caminho de volta para cá. Nunca tinha lutado contra Troy, não sabia que tipo de arma ele usava ou se ele era um bom estrategista isso poderia modificar grandiosamente nossas chances de vitória, mesmo que eu soubesse que de qualquer forma seria complicado de fazermos qualquer coisa. Mesmo assim decidi continuar esperando que me dessem tal oportunidade, então olharia para cada um sentado ali antes de continuar à falar e caso ninguém se opusesse prosseguiria, do contrário me calaria por algum temo e aguardaria até que terminassem de falar antes de poder me pronunciar outra vez.

- O Q.G. Principal da Marinha fica exatamente no centro da Ilha, então o deslocamento de um exército partindo de lá para os demais pontos teria o mesmo tempo e não haveria um local mais distante para que pudéssemos afastar muito um grupo do outro, portanto... Creio que precisamos unir dois tipos de ideias: A primeira seria dar ao Troy o que ele espera, a segunda é surpreendê-lo com um plano subjetivo e oculto abaixo do primeiro. - diria caso me dessem a oportunidade de fazê-lo. - Alguém tem um Mapa de Baterilla? Facilitaria minha explicação.

Caso alguém me emprestasse um Mapa da cidade, então procuraria uma superfície plana e firme para que eu pudesse apoiá-lo lá e daria seguimento à explicação que eu havia começado.

- Troy está aguardando por retaliação dos revolucionários por conta dos companheiros mortos naquela missão, então por que não dar a eles uma pequena retaliação como distração? Qual a Melhor forma de derrubar o poderia da Ilha senão atacá-los no Financeiro? - diria e apontaria para a Empresa Aprendendo de Tudo. - Um sequestro ao responsável com o disfarce de um simples assalto para quebrar o financeiro do Governo no local, isso na certa atrairia um grande número de Marinheiros já que o homem que comanda o lugar é uma figura importante. Os mais carismáticos e melhores com infiltração poderiam ficar encarregados do tal assalto/disfarce e assim poderíamos além de obter dinheiro que seria usado pelos Marines saímos com um refém, mas só revelaríamos isso depois de terem escapado do local. Essa é a primeira parte do que pensei.

Olharia atentamente para todos ali presentes em especial para Melissa esboçando o meio sorriso ao fazê-lo como se indicasse que acreditava que era ela a mais indicada para tal tarefa, então ficaria esperando que alguém tivesse alguma coisa à dizer, caso não houvesse prosseguiria com o raciocínio. Caso houvesse ouviria com atenção e talvez parasse para esperar uma resolução por parte dos demais, até que me fosse concedida a palavra outra vez.

- Um simples assalto ao Aprendendo de Tudo chamaria atenção, mas a grande massa só seria mobilizada depois que fosse notificado o sequestro do responsável pela organização. Então por esse motivo e para impedir que houvesse mais contratempos, durante o assalto ao Aprendendo de Tudo, um pequeno Grupo deveria se aproximar do Q.G. do Porto e tentar tomá-lo, afinal o lugar não é tão grande, porém provavelmente está cercado de Marines por lá, se pudéssemos atrasá-los e neutralizar suas forças isso seria de grande ajuda, afinal isso poderia ser a segunda distração, induzindo-os à pensar que estaríamos esperando reforços vindos de outras Ilhas, se isso os intimidasse, mobilizariam exércitos para o local à fim de retomarem o tal Q.G. e assim teríamos dois grupos divididos e uma Marinha Alerta para uma Revolução, porém com as intenções opostas às que eles estariam pensando... A questão agora é, depois de dividirmos duas partes do exército deles, quantos restariam junto ao seu Capitão e como os faríamos entrar em estado de alerta? - diria então.

Um meio sorriso malicioso surgiria em meus lábios, enquanto esperava que a atenção de todos estivesse voltada para aquele plano, que era incerto se conseguiria aprovação do Major Viaty e dos demais presentes, afinal haviam dois que eu acreditava que não seria muito seguro deixar trabalharem juntos Radgard e Mirons, seria o mesmo que colocar uma Bomba relógio em atividade e foi aí que tive uma ideia ainda melhor.

- Se as duas primeiras operações exigissem grupos pequenos de no máximo 20 pessoas cada, teríamos por volta de 110 para causar algum transtorno aos Marines, então poderíamos dividi-los da maneira correta, mandando um reforço maior, cerca de 70 homens talvez, rumo à Estação dos Zepelins para atacá-la e destruí-la, já que é perto do Q.G. do porto isso certamente faria com que uma grande quantidade de homens se mobilizasse até lá, se possível nesse grupo algum dos mais famosos dentre nós deveria estar incluso, como o senhor... Major Viaty. - diria encarando-o ainda com o meio sorriso confiante nos lábios. - Isso na certa atrairia a atenção de Troy, ele na certa tentaria enfrentá-lo cara a cara, mas já que nossa intenção é fazê-los acreditar que estamos prosseguindo com o plano falho do dia anterior, onde o prédio foi incendiado deveríamos fazê-lo mudar esse padrão. Em contra partida, Mirons-san poderia encontrar-se com o outro grupo pelo caminho para apoiar Melissa, e garantir o sucesso no Sequestro, o que de fato é muito importante. Não posso dizer com exatidão para onde Troy seguiria, porém sei que Marines são inteligentes e estão em maior número que nós, na certa ele irá atrás do nosso grupo mais forte e que mais necessite dele, porém também é provável que ele se aproxime com um grupo pequeno de Marines e é por isso que se eliminarmos o grupo de busca pelos sequestradores por completo e deixarmos que ele saiba disso assim ele não terá outra alternativa visto que o Aprendendo de Tudo é um meio de renda fundamental para Baterilla, ou seja, na certa é para lá que ele irá, portanto precisaremos de atiradores bem posicionados e um grupo de apoio rápido com os remanescentes que não forem até a Estação, é exatamente aí que entraremos na luta.

Nessa última parte olharia para Ludi, lembrando-me que ela tinha uma arma apontada para Troy quando nos conhecemos e isso me fez pensar que ela provavelmente era boa com armas, mas em todo esse plano ainda haveria mais um detalhe para ser considerado, o local da confusão, para onde deveríamos levar o Capitão? Eu tive uma ideia, porém era um risco muito grande a se correr. Respiraria fundo fechando os olhos momentaneamente antes de tentar dar continuidade nas palavras.

- Se até aí tudo ocorresse bem, a única coisa que nos faltaria eram os equipamentos certos, comunicação será essencial e o mais importante de tudo... A aprovação de vocês. Sou jovem, não faço parte de seus bandos ou de seu grupo revolucionário, mas Baterilla já foi meu lar e garanto que meu interesse nesse plano é maior que o de todos os presentes. Não sou a mais forte ou a mais inteligente, mas garanto que tratarei suas feridas e colocarei meu corpo em sacrifício pela causa se necessário, pois se nos ajudarmos... Troy Morre Hoje! - diria com firmeza na voz para concluir meu pensamento.

Se eles não me dessem oportunidade de falar, manter-me-ia em silêncio e aguardaria o momento certo para expor as ideias acima, uma por uma, de qualquer forma eu tinha certeza de que meu plano teria grandes chances de dar certo. Era basicamente uma emboscada, mas se fosse bem disfarçada o Capitão da Marinha não cairia num truque tão simples. Também havia a possibilidade de ele seguir para o lado oposto devido à Fama de Viaty, já que ele era o líder da célula revolucionária, na certa era importante pará-lo e por isso Troy muito provavelmente poderia fazer o oposto do que eu havia planejado, porém eu também tinha um plano B para caso isso acontecesse, só precisava que alguém perguntasse à respeito.


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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 8 EmptyQui 29 Dez 2016, 19:00



Pondo o Plano em Prática

Após o pedido de Viaty para ideias sobre o plano, no primeiro momento todos ficaram calados olhando para os lados, mas Akane logo se fez presente e deu uma longa explicação sobre um plano que tinha em mente, que por sinal saiu melhor do que todos esperavam quando a mesma começou sua explicação. Apesar de não ter muitas informações sobre Troy, o capitão da Marinha do local, ela acreditou que poderia fazer com que o contingente da marinha pudesse ser dispersado, fazendo com que as chances de confrontá-lo fossem maiores.

Primeiramente, eles dividiriam dois grupos de 20 pessoas, um grupo, liderado por Melissa, assaltaria a empresa Aprendendo de Tudo, e o outro grupo iria para o Q.G do Porto, para arrumar uma distração, depois disso, um terceiro grupo formado por 70 pessoas, liderados pelo Major Viaty, iria atacar a Estação de Zeppelin procurando atrair Troy para lá, e os sobraram iriam ajudar o grupo da Melissa, incluído nesse grupo estavam Ludi, Mirons e a própria Akane. Assim que o assalto a Aprendendo Tudo, eles sequestrariam o sub chefe da empresa, Chris. E após a explicação do plano, deixou para Viaty elaborar toda a parte dos equipamentos e comunicação.

- Só tem um problema nesse plano, como faremos se Troy não seguir com o que você planejou? - Diria o Major olhando para Akane. - E sobre os equipamentos, eu tenho um plano para consegui-los. Temos que executá-lo imediatamente para termos os equipamentos prontos para nossa investida. Primeiro Akane e Melissa, irão até uma loja que há aqui por perto, ela está fechada ainda, então vocês poderão invadi-la sem problemas, lá dentro terão alguns den den mushi, roube-os e tragam para cá, para podermos nos comunicarmos. Enquanto isso, Eu Ludi, Mirons e Radgard, iremos a um prédio perto do galpão que explodiu ontem, fiquei sabendo que eles transferiram as armas de lá antes da explosão. - Disse Viaty seriamente, fazendo todos entenderem o quanto a missão era importante. - Akane e Melissa já podem ir, que eu preciso dar um comunicado aos que ainda estão esperando.

Saindo da Mansão, as duas mulheres foram andando em direção a loja indicada, sempre pelos cantos e sombras, evitando mostrar suas presenças aos cidadãos, pela distância, as duas chegaram rapidamente ao estabelecimento foi quando Melissa pediu que Akane parasse.

- Como pude ver lá na Mansão, você entende de estratégias, porque não monta uma para a gente invadir isso aí na surdina, quanto menos problemas arrumarmos agora, melhor será para a rebelião, porque eu quero poupar energia. - Disse Melissa, abrindo um sorriso para a pirata.

Viaty
Melissa


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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 8 EmptyQui 29 Dez 2016, 23:59

緋色








Uma vantagem que eu possuía e que de fato me agradava bastante era a minha voz, pois sempre que eu falava alguma coisa, parecia que todos escutavam com atenção, de fato eu não sabia exatamente o porque disso, mas sabia que na maioria das vezes funcionava o simplesmente se impor e falar o que estava pensando e não foi diferente daquela vez. Notava olhares em minha direção, todos pareciam surpresos por eu já ter algo planejado no instante em que Viaty perguntou e isso me deixava um passo à frente, portanto tendo tomado essa vantagem diante do grupo esperava que as cosias ocorressem como eu havia planejado.

O Major Viaty logo se manifestou à respeito de meu plano, porém ele levantou uma questão a qual eu estava esperando ser levantada de fato, desde que disse minhas ideias em voz alta no meio deles. Ainda séria o encarava e esboçando um leve sorriso no canto do lábio o encarava prestes à me pronunciar.

- Quanto à isso, não se preocupem eu já pensei à respeito também. - disse a ele de modo confiante. - Se por acaso Troy for realmente atraído para a Estação do Zepellin, então precisaremos de um Den Den Mushi ou coisa do tipo para contatá-lo, talvez o do Q.G. do porto fosse útil. Se ele for atrás de você e seu grupo, nós faremos uma ligação para ele e ameaçaremos a vida do sub-chefe da aprendendo de Tudo, pedimos que ele venha sozinho até o local que escolhermos, mas ficaremos prontos para a chegada de um pequeno exército de forma furtiva. Atraímos ele para esse bairro, o lado pobre da cidade, se ele ceder à ameaça o que é muito provável considerando a importância do Refém, seu pensamento ficará dividido entre deter Viaty e resgatar Chris, além disso, depois dessa ligação vai ficar explícito que tudo é uma armadilha, portanto se ele não acatar nós realmente matamos o refém e pegamos o grupo deles pelas costas. - diria cruzando os braços e me reclinando na cadeira. - Ele deve ser sensato o suficiente para saber que precisam do refém vivo, então tenho 70% de certeza de que ele vai ceder. Quando ele chegar aqui, eu posso recebê-lo, na rua com o Refém, os demais mantenham-se escondidos e aguardem o sinal para atacar, por precaução, creio que Mirons deva ficar posicionado numa das laterais do local de onde ele estiver, um ataque pelos lados provavelmente desestabilizaria Troy, já que como podem ver eu sou fisicamente inferior à ambos, numa briga de gigantes com tais eu estaria morta. Quando ele chegar deixem comigo, mas aguardem o meu sinal para que cerquemos ele impedindo uma possível fuga ou a intromissão de algum soldado que venha o seguindo.

Prosseguiria com meu raciocínio respondendo-lhe a primeira pergunta claramente. Olharia para cada um presente ali e então prosseguiria.

- Quando Troy chegar, quero que os atiradores fiquem no alto, posicionados de modo que ele não possa vê-los, sua função principal é impedir que outros Marines entrem na batalha, mas pode ser necessário que precisem atirar nele, entretanto se possível gostaria que não o fizessem à menos que tenham um ângulo muito bom e que o tiro não seja letal, apenas para incapacitá-lo. Quero eu ter o prazer de acabar com a raça do assassino de Gregory. - diria então.

Logo ouvia atentamente à segunda informação que nos fora passada e o plano de Viaty para que o suporte da Missão estivesse perfeito. Acenei positivamente com a cabeça concordando com o que ele havia ordenado sem nenhum problema, então após ouvi-lo dizer algo à respeito das armas, ele nos dava permissão para irmos, portanto sem demora me colocaria de pé e seguiria junto de Melissa para fora da Mansão e caminhando discretamente em direção à Loja.


...


Assim que chegamos às portas da Loja fui parada por Melissa que me pedia uma estratégia para invasão do estabelecimento sem chamar muita atenção, porém eu via ali mais uma oportunidade de ação e distração. A encararia séria, mas com tranquilidade, não expressando nenhuma emoção em meu rosto, antes de olhar para a loja mais uma vez. Observaria então a frente da loja procurando possíveis entradas e saídas, normalmente o mais sensato para mim seria tentar invadir aquele lugar sem chamar atenção, mas porque não dar início à uma pequena encrenca primeiro?

- Vamos fazer o seguinte. - diria à ela quase como um sussurro. - Vou dar um jeito de quebrar a janela, você procura uma entrada alternativa pelas laterais ou fundos, enquanto isso irei distrair os donos quando eles vierem para fora procurando o responsável, quando eles saírem você tenta entrar, enquanto estiver fazendo isso eu vou mantê-los ocupados, então quando conseguir entrar dê um jeito de me avisar, desse modo tentarei levar o proprietário pra dentro e o faremos contar onde estão as coisas, talvez possamos encontrar mais alguma coisa de valor lá dentro, quem sabe jóias? Talvez dinheiro ou algo do qual estou em busca há algum tempo, Veneno. Acredito que será útil quando enfrentarmos Troy, afinal uma garota precisa ter seus truques também.

Eu não ligava para jóias nem nada do tipo, mas pela bela aparência de Melissa e a forma como ela se vestia e se arrumava, deduzi que ela fosse esse tipo de garota, afinal tinha recompensa baixa, o que indicava que tinha cometido poucos crimes, talvez matado alguém, mas por qual motivo? Uma garota só é levada à Pirataria de duas formas, ou por rancor ou por ganância. Rancor era o meu motivo, mas ela não parecia ser uma pessoa rancorosa, então diria que seus motivos estavam relacionados à ganância.

Depois que dissesse isso à Melissa, esperaria que ela seguisse o plano, então procuraria pela rua alguma criança que pudesse me fazer o favor de quebrar a janela, se eu encotnrasse alguma me aproximaria da mesma e me abaixaria até sua altura.

- Com licença, poderia fazer um favor para mim? - diria encarando a criança nos olhos e tentando esboçar um meio sorriso para parecer simpática. - Poderia quebrar aquela janela? Pode ser uma pedra ou uma bola, não importa. É uma brincadeira que estou fazendo com minha amiga, se fizer isso e ficar quietinho depois, te darei um doce, o que me diz?

Perguntaria à criança, porém se não houvesse crianças na rua, procuraria ver se havia grande movimento no local para que eu mesma fizesse o trabalho sujo, então se porventura a rua estivesse pouco movimentada, procuraria uma pedra pelo chão, ou qualquer coisa que eu pudesse lançar para fazer um grande barulho, então jogaria na direção da janela à fim de quebrá-la, se não funcionasse sacaria a espada e tentaria quebrar a janela com o cabo da mesma.

- Sofia... Você me deve uma espada nova. - diria ao me lembrar de Sofia a qual também tinha desaparecido com os demais.

Em meu último encontro com ela havia pedido que ela me fizesse uma nova arma, entretanto com seu sumiço eu havia perdido tal oportunidade, de possuir uma arma nova projetada por ela, então decidi deixar para lá e voltar á me focar no plano. Caso alguém saísse para procurar o culpado, eu acenaria chamando a atenção da pessoa para que ela se aproximasse.

- Desculpe, foi minha culpa, eu calculei mal e acabei causando esse estrago, posso ajudar de alguma forma? Eu não tenho dinheiro, mas posso trabalhar pra consertar. Não precisa me pagar, é o mínimo que posso fazer. - diria caso alguém saísse irritado de lá, fingiria o melhor que eu pudesse, não sabia atuar, mas daria meu jeito de fazer alguma coisa.

Caso alguém viesse ao meu encontro, então deixaria o mesmo se aproximar de mim e tentaria parecer amigável à fim de gerar uma distração. Se a pessoa me levasse para dentro estaria à meio caminho andado, e assim que me desse às costas e eu estivesse dentro do estabelecimento, sacaria minha espada e a colocaria em seu pescoço.

- Se você se mexer, eu te mato! Se você gritar, eu te mato! Se chamar alguém, eu te mato! Se entendeu o que eu disse, balance a cabeça devagar! - diria num sussurro com a boca próxima ao ouvido da pessoa, a voz poderia ser baixa, mas o tom seria firme. - Não queremos machucar ninguém, apenas vamos levar algumas coisas conosco e você vai ficar quietinho... Se disser uma só palavra à alguém sobre isso, antes que os demais piratas e revolucionários cheguem pelo porto amanhã... Virei atrás de você e sua família e vamos matá-los... Lenta e Dolorosamente e as pessoas saberão que vocÊ foi mais uma vítima de Akane Kazumi. Se entendeu balance a cabeça positivamente bem devagar.

Caso tudo isso desse certo e eu conseguisse tentar coagir a pessoa dessa maneira, usaria o cabo da espada para atingir a tal pessoa na cabeça com força e fazer ela desmaiar. Não acreditava que uma tentativa de coação de minha parte fosse ter efeito tão grande, minha única intenção era reforçar meu chamariz e plantar uma pista falsa, pois na certa assim que saíssemos da loja se minha tentativa de intimidação desse errado a pessoa contaria tudo para as autoridades locais o que os deixaria alertas. Se tudo ocorresse bem, tentaria procurar uma forma de amarrar e amordaçar a pessoa em questão, para garantir que ela não escapasse antes do tempo daquele lugar.

Assim que estivéssemos dentro do local, procuraria por possíveis outras pessoas, o que seria um contratempo, porém tentaria evitar contato se encontrasse alguém, esperaria que se aproximasse para que eu golpeasse com o cabo da espada mirando a cabeça para desmaia-la. Se não encontrasse ninguém seria melhor, apenas procuraria o que viemos procurar, os Den Den Mushi e então coisas de valor, também procuraria um frasco de veneno, se eu desse sorte o levaria, se não, paciência.

Se ela não me convidasse à entrar então tentaria enrolar o máximo possível do lado de fora, para que Melissa conseguisse invadir o local em segurança e averiguar se a barra estava limpa para que eu pudesse empurrar a pessoa para dentro e coagi-la da mesma forma que eu planejei.





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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 8 EmptySab 31 Dez 2016, 18:41



Assaltando a Loja

Assim que o plano para arrecadação dos equipamentos foi formado pelo Major Viaty, Akane pediu para eles esperarem um momento, como não sabia se conseguiria ter uma oportunidade outra para fazê-lo, Akane resolveu lhes contar uma outra tática, um plano b. Contou-lhes o que pretendia no caso de Troy seguir na direção do Zepelim, onde Viaty estaria atacando, contou que se o mesmo fosse nessa direção, usaria um den den mushi para fazer uma ligação para ele e ameaçaria matar o sub chefe do Aprendendo Tudo se o mesmo não fosse até o local que eles combinariam de ser o local para um emboscada, o próprio bairro aonde se encontravam. Pelo fato da empresa lhes garantir muito dinheiro, a chance de Troy aceitar o acordo era de 70%, e quando chegassem ao local marcado, a própria pirata o recepcionaria na rua, mas com alguns atiradores escondidos para lhe dar cobertura para poder confrontá-lo diretamente. E pediu para Viaty avisar aos atiradores que não deveriam interferir na luta, a não ser que estivessem com um bom ângulo e somente atirassem para o incapacitar. O Major entendeu esse alternativa, e resolveu que iria explicar a situação para os revolucionários e piratas enquanto as duas piratas faziam o assalto para pegar os den den mushis.

Saindo da mansão, as duas se esgueiraram por alguns becos e aproveitando bastante as sombras das casas já que o dia ainda estava amanhecendo, as piratas chegaram rapidamente a loja que deveriam assaltar. Uma loja média, com dois andares, a entrada principal é uma porta normal, mas tem um revestimento de ferro, ao lado da porta há uma grande vidraçaria, onde é possível observar parte do interior da loja, tem uma entrada pelos fundo, uma porta simples, mas suspeita. E no segundo andar não há portas visíveis, apenas janelas. E sobre o teto na parte da frente, havia uma placa contendo um letreiro indicando o nome da loja. Mas sem saber como agir, Melissa pediu que Akane bolasse um plano para a invasão. E foi o que a mesma fez. - Vou dar um jeito de quebrar a janela, você procura uma entrada alternativa pelas laterais ou fundos, enquanto isso irei distrair os donos quando eles vierem para fora procurando o responsável, quando eles saírem você tenta entrar, enquanto estiver fazendo isso eu vou mantê-los ocupados, então quando conseguir entrar dê um jeito de me avisar, desse modo tentarei levar o proprietário pra dentro e o faremos contar onde estão as coisas, talvez possamos encontrar mais alguma coisa de valor lá dentro, quem sabe jóias? Talvez dinheiro ou algo do qual estou em busca há algum tempo, Veneno. Acredito que será útil quando enfrentarmos Troy, afinal uma garota precisa ter seus truques também.

Mas para a infelicidade dela, não haviam crianças na rua, com quem poderiam contar para armar uma distração, então a própria Akane teve que entrar em ação, a pirata sacou sua espada da bainha e a pôs sobre os ombros e foi andando de uma forma como se parecesse distraída em direção a loja, enquanto pensava sobre uma de suas companheiras, Sofia, a qual lhe devia uma espada nova, a chegar perto da vidraçaria da loja, que ainda estava fechada, ela fingiu um tropeço e com a ponta da espada, o vidro foi quebrado, e nesse momento, rápida como um raio, Melissa entrou na loja e se escondeu atrás do balcão. Algumas pessoas foram na direção de Akane, irritadas, mas a mesma já se pôs de pé para explicar a situação.

- Desculpe, foi minha culpa, eu calculei mal e acabei causando esse estrago, posso ajudar de alguma forma? Eu não tenho dinheiro, mas posso trabalhar pra consertar. Não precisa me pagar, é o mínimo que posso fazer. - Disse a pirata fingindo um sorriso sem graça.

- Idiota, tome cuidado com essa espada, da próxima vez não seremos tão bondosos com desavisados. - Disse um homem que parecia ser mais conhecido por aquelas bandas.

As pessoas ao redor pegaram algumas faixas e fizeram um cordão de isolamento, para que todos soubessem que não deveriam se aproximar, e após isso se dispersaram, e isso foi a deixa para que a pirata pudesse se esgueirar para dentro da loja rapidamente, como Melissa fizera, já no interior da loja, as duas puderam agir livremente, já que a distração fora um sucesso. A primeira cosa que puderam notar foi a bagunça, nada naquele lugar parecia ter um lugar certo para ficar, era mais parecido com uma loja de entulhos, mas por não terem tempo, resolveram sair vasculhando todos os locais possíveis daquele lugar.

Depois de algum tempo Melissa pediu para que Akane fosse até ela rapidamente. - Parece que você tem sorte menina, achei por aqui um veneno. Mas não um veneno qualquer, esse aqui é um bom frasco de Curare, com isso você pode paralisar aquele capitão da Marinha, e dependendo do local onde atingir pode até matá-lo. Pegue esse frasco e guarde-o, ainda precisamos achar o den den mushi. - Mas quando estavam voltando a procurar, a porta da loja fora aberta. As duas se esconderam rapidamente, e quando um homem, provavelmente o dono da loja, passou, Akane o pegou por trás e lhe pôs sua espada no pescoço.

- Se você se mexer, eu te mato! Se você gritar, eu te mato! Se chamar alguém, eu te mato! Se entendeu o que eu disse, balance a cabeça devagar! - Sussurrou Akane para o homem em seu ouvido. - Não queremos machucar ninguém, apenas vamos levar algumas coisas conosco e você vai ficar quietinho... Se disser uma só palavra à alguém sobre isso, antes que os demais piratas e revolucionários cheguem pelo porto amanhã... Virei atrás de você e sua família e vamos matá-los... Lenta e Dolorosamente e as pessoas saberão que vocÊ foi mais uma vítima de Akane Kazumi. Se entendeu balance a cabeça positivamente bem devagar.

O homem amedrontado, acenou levemente a cabeça, então Akane o soltou, então o mesmo lhes mostrou onde estavam os den den mushi, um compartimento escondido embaixo do balcão de atendimento, eram ao todo 5 den den mushi, a pirata entregou todos a Melissa, que os guardou em uma sacola, que ficou amarrada à sua cintura, pelo menos durante aquele momento, além disso, o homem entregou um pouco de dinheiro e joias que Melissa, lhe obrigou a entregar. Após isso, arrombaram a porta dos fundo e deixaram o homem amarrado, para que não pudesse falar nada sobre o assalto antes que a investida deles estivesse começado.

Naquele mesmo momento, o outro grupo terminava também seu assalto ao prédio para pegar todo o armamento necessário, estavam saindo do prédio e Mirons carregava um enorme saco, onde estavam as armas, mas pelo fato de que os mesmos dariam uma boa volta pela floresta, demandando mais tempo mas reduzindo o risco de serem descobertos, não tinha problema em estarem com algo daquele tamanho.

Akane
Melissa
Homem da Cidade


Histórico de Akane:
 

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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 8 EmptySex 06 Jan 2017, 13:30

緋色








Meu plano principal havia sido bem sucedido e por tal razão a invasão à loja foi um sucesso completo, mais do que isso eu diria que foi perfeito o fato de ter Melissa ao meu lado naquele momento. Apesar de ambiciosa e um tanto fútil ela era bem inteligente e perspicaz e isso foi bem útil para nós na caçada pelos objetos que viemos buscar, portanto não tivemos muitos problemas em obter o mais importante para mim, O Veneno. Um leve sorriso surgiu em meus lábios quando a ouvi dizer que tinha o conseguido mesmo no meio da bagunça que havia naquela loja.

- Talvez sorte, talvez apenas um movimento na casa certa. - disse a ela a encarando nos olhos antes de toda aquela confusão com o dono da loja.

Minha forma de abordá-lo foi exatamente como havia planejado e Melissa ajudou à coagi-lo, eu precisava aprender um pouco daquilo com aquela garota, mas não tinha tempo para fazê-lo no momento, já tinha parado de caminhar por Baterilla tempo demais esperando meus companheiros de bando, o mínimo que eu poderia fazer no momento era me vingar da Marinha pelo que fizeram a Gregory e esperar que os outros estivessem vivos e fora de perigo bem longe de Baterilla. Não me importaria se tivesse sido deixada para trás, afinal eu faria o mesmo se fosse necessário para sobreviver, portanto não estava ressentida nem me sentiria desprotegida sem eles, eu podia me virar sozinha.

Depois de um pouco de pressão da parte de Melissa sobre o vendedor, junto de minha ameaça ele cedeu entregando-nos os Den Den Mushi e satisfazendo o desejo de minha parceira em conseguir jóias e outras cosias desse tipo. Agora faltava pouco para que nosso plano tivesse início de fato. Já tinha plantado um novo chamariz ao ameaçar aquele vendedor com minha espada e dizer meu nome, isso deixaria os Marines alertas em relação à mim e talvez mudasse o foco de seu ataque, minha intenção na verdade era simplesmente confundir suas mentes de um modo que não soubessem pra onde deveriam ir primeiro, eu esperava conseguir sucesso em meu plano.

Saindo pelos fundos da loja então, Melissa e eu deveríamos dar um jeito de nos encontrarmos com os demais, por esse motivo iria sugerir que fossemos o mais rápido o possível para o esconderijo, já deduzindo que Mirons chamaria atenção demais por seu tamanho, na certa Viaty se fosse sensato o suficiente tomaria outra trilha para poder se reunir conosco enfim, por essa razão acreditei que eles chegariam depois de nós duas, então isso me daria um pouco mais de tempo. Enquanto no caminho em direção ao Esconderijo dos Revolucionários tentaria perguntar algo a Melissa, ela seria a encarregada do ataque ao Aprendendo de Tudo, por esse motivo eu precisava deixá-la à par de minhas ideias e de como eu acreditava que devia ser o início.

- Sobre o sequestro. Creio que não preciso dizer que você na certa vai liderar essa parte da operação, certo? - questionaria e logo em seguida prosseguiria em dizer. - Sua beleza chama bastante atenção e acredito que você deve ser boa com manipulação e dissimular, isso vai ser útil assim você pode ocultar suas intenções e usar essas habilidades para distrair os presentes no local ao entrar no local. Isso vai dar tempo para seus homens agirem passando despercebidos e se aproximarem do balcão para iniciar o assalto, enquanto isso você aborda o responsável por aquele lugar e com um grupo menor tenta sair pelos fundos, discretamente.

Passaria à ela a minha ideia em relação à primeira parte da operação, assim ela na certa teria sucesso, mesmo que já tivesse pensado nisso antes, precisava guiar os fatos para que ocorressem de acordo com o que eu tinha planejado para que tudo ocorresse com perfeição.

- Estarei dando suporte das sombras, por hora sou vista como um peão nesse tabuleiro e posso tirar isso como vantagem para chegar ao topo e me tornar a Rainha!

Assim que chegássemos ao ponto de encontro pediria à Melissa o frasco de veneno para que o mantivesse guardado junto à mim antes de prosseguirmos com o plano e eu poder envenenar a lâmina de minha espada secretamente, o faria antes da batalha, mas não muito cedo, afinal o veneno teria que penetrar a corrente sanguínea de meu oponente e por esse motivo ele não poderia evaporar da lâmina cedo demais, precisava secar e se liquefazer ao entrar em contato com o sangue de Troy quando eu pudesse cortá-lo.


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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 8 EmptySeg 23 Jan 2017, 20:27

O breve momento de tensão havia passado, as garotas agiram com eficácia e eficiência e agora marchavam rumo ao esconderijo carregando os den den mushis e uma quantia razoável de dinheiro, Melissa vinha sorridente, admirando as joias que tinha acabado de adquirir no furto, chegou a pôr uma pulseira no braço esquerda, a garota parecia maravilhada com a situação sem parecer se lembrar (ou se importar) com o fato de que aqueles objetos foram frutos de um crime.
- Sobre o sequestro. – Disse a pirata quebrando o silencio da caminhada e chamando a atenção da garota. – Creio que não preciso dizer que você na certa vai liderar essa parte da operação, certo? – Melissa nada disse, apenas sorriu, era um sorriso lindo, a garota como um todo parecia ter sido desenhada meticulosamente para ser linda, suas roupas só ajudavam a realçar isso.

- Sua beleza chama bastante atenção e acredito que você deve ser boa com manipulação e dissimular. – Não precisa ser nenhuma gênia para chegar a conclusão de que sou linda. – Interrompeu Melissa. – Isso vai ser útil assim você pode ocultar suas intenções e usar essas habilidades para distrair os presentes no local ao entrar no local. Isso vai dar tempo para seus homens agirem passando despercebidos e se aproximarem do balcão para iniciar o assalto, enquanto isso você aborda o respons... – bah bah bah bah! – Exclamou a garota. – Você está sendo chata, já percebi que é bem inteligente, mas não precisa me ensinar a como fazer meu trabalho. – Por um instante, o tom de voz da garota tinha oscilado do doce som de outrora, para um tom ameaçador e psicótico. – Não tem com o que se preocupar. – Sorriu por fim.

Depois de uns instantes pensativa Akane voltou a falar. – Estarei dando suporte das sombras, por hora sou vista como um peão nesse tabuleiro e posso tirar isso como vantagem para chegar ao topo e me tornar a Rainha!
- HAHAHAHAHAHA! – Gargalhou a garota. – Rainha? – Perguntou ela surpresa. – Sim amiga! Isso! Esse é o posto que mulheres fortes como nós merecemos, rodeadas por servos, comandando, aproveitando de todos os prazeres e principalmente... mostrando nosso poder! – A jovem garota realmente parecia empolgada. – Gostei de você Kazu... Gostei de verdade.

Não tardaram a chegar no esconderijo, adentraram na antiga mansão e caminharam em busca dos líderes, em um quarto, para a surpresa de Akane, Viaty que para ela deveria demorar a retornar conversava com alguém, era uma voz masculina, a porta estava aberta e ela conseguiu ouvir um pouco do que se falava.
- Você está LOUCO Viaty? – Indagou a voz com um tom enraivecido. – Confiar a vida de nossos homens a um plano de uma desconhecida? DE UMA PIRATA?
- Acalme-se Doran, não é bem assim, o plano da garota é bom, e não se esqueça que boa parte de nossa força é composta por PIRATAS.
- BOM!? – Bradou a voz. – Dividir nossos homens em três ataques loucos a lugares bem protegidos? Confiar nossos planos a piratas ardilosos que podem muito bem nos trair em troca de anistia e alguns trocados? Aquele tal de Radgard é um arruaceiro que tem medo da marinha como um gato tem de um cachorro.... Se o Comandante estivesse...
- JÁ CHEGA, CABO! – Viaty perdeu a paciência. – O comandante não está aqui, e eu sou o segundo no comando, então você vai obedecer sem questionamentos, entendido?
- Sim... – Sim O QUE? – Sim, senhor Major Viaty! – Pois bem... dispensado.

O homem ia saindo da sala e daria de frente com Akane se esta não fosse puxada pelo braço por Melissa escondendo-a atrás de um móvel apertado, a cena era algo que Akane julgou ser o sonho de Gregory, duas garotas apertadas praticamente coladas uma na outra, suas curvas se encaixando e tudo mais. – Pronto... já pode sair, você é mais pesada do que parece. – Disse Melissa.
Akane saiu do esconderijo e deu de cara com Viaty, que viu a cena das duas saindo do canto, Melissa com a cara vermelha e um pouco soada, suas roupas todas amassadas, um rubor vermelho tomou conta do rosto do Revolucionário. – E...Eu... Eu tenho um comunicado a fazer, espero vocês na sala de reunião! – Completou totalmente sem jeito.

Mais cerca de meia hora de espera e os últimos integrantes chegaram, Mirrons adentrou a sala imponente ao lado de dois revolucionários humanos que pareciam pequenos anões ao lado do tritão, um dos homens reportou para Viaty. – As armas foram conseguidas com sucesso, já estão sendo distribuída entre os homens, estaremos prontos para marchar em alguns minutos, Senhor!
- Obrigado Jeff, bom trabalho, vá se preparar. – Disse o Major fazendo com que os homens dessem as costas e saíssem da sala.

No lugar estavam Akane, Viaty, Melissa, Mirrons, Radgard, 2 oficiais revolucionários desconhecidos, Ludi e o tal de Doran, um homem alto e musculoso de expressão severa, com uma grande cicatriz no rosto, parte do nariz lhe faltava.

- Certo... Está na hora de pormos o plano em ação... Em resumos agiremos da seguinte maneira: Um grupo de 20 homens irão até a empresa Aprendendo Tudo e ajudarão no assalto e sequestro do Chris, nossos informantes dizem que o prefeito Yohan está fora da cidade... Este grupo será liderado pela pirata Melissa. – Disse Viaty por fim, Akane pode perceber a troca de olhares nervosos entre ele e o Cabo Doran.
- Aqui. – Disse Viaty apontando para um mapa. – É para onde irão levar os frutos do assalto, no caminho você e seu grupo será guardado por um destacamento de atiradores que se concentrarão nesse ponto, no total de 15 atiradores liderados por Ludi.
- O ataque ao QG do porto será liderado por Doran e você irá com ele Radgard, você conhece bem os portos, caso precisem agir com certa cautela. Vocês terão 35 soldados.
Eu liderarei o ataque a estação de Zepelim, levarei comigo 80 homens, e você dois cabos.
– Disse Viaty apontando para os dois homens que Akane não conhecia. – lembrem-se, estamos atacando o governo mundial e a marinha, não irei tolerar atos imprudentes que coloque a vida de civis em risco. – Olhou por fim para Akane. – Kazumi, você irá com mirrons para o local do sequestro, e cuidarão do Troy caso ele apareça, os demais levarão consigo denden mushis para reportarem tudo o que está se passando, se avistarem Troy, contatem os demais imediatamente.

Por fim, Viaty distribui os comunicadores, um para ele, um para Melissa, um para Doran, um para Ludi e um para Akane. – Sendo assim... Hora do ataque.


Off:
 

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