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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 7 EmptyDom 27 Mar 2016, 11:45

Relembrando a primeira mensagem :

[CF] PT II - Férias em família.

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis e piratas Gregory W. Ross; Sidney Thompson; Sofia Schwarz; Shannon Jay; Kurihara L. Riki. A qual não possui narrador definido.


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Elliot Irwin
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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 7 EmptySab 24 Dez 2016, 23:48

Cansada de tanto esperar e decepcionada pela demora e falta de consideração de seus companheiros, sendo um em especial, e sabendo que a tripulação estava sendo procurada pelo ocorrido em Briss lhe fez pensar se existia alguma chance de ser encontrada pela Marinha, então Akane aproveitou que estava no Instituto, o que garantiria um bom local para que se escondesse, e utilizou essa oportunidade para que aprendesse mais já que conhecimento nunca é demais.

E após fazer um pedido para aprender sobre estratégias dessa vez, um dos velhos mostrou um certo interesse na bela pirata, mas não pensem errado sobre o mesmo, pois o único interesse dele era passar o conhecimento à frente, e combinando com o interesse dela saiu tudo sob medida. E se mantendo tranquila e serena, Akane sorriu para o velho demonstrando interesse pelo conhecimento de estratégia que o mesmo demonstrava possuir, mas ainda não podendo saber os objetivos reais continuou a observá-lo, pois pelo conhecimento que adquirira anteriormente aprendera que saber o comportamento de seu oponente era importante, pois assim poderia determinar quais tipos de ações ele poderia realizar, e isso também é estratégia. Mas ainda assim, a bela pirata ainda não conseguia dizer quais seriam as intenções do velho a sua frente, então ela respirou fundo e ignorando suas desconfianças, decidiu concordar com qualquer que fossem as intenções do velho.

Fechando seu livro e abrindo um sorriso, o velho se levantou dando uma risada, que no meio se transformou em uma tosse, normal para a idade demonstrada pelo mesmo. Após se recuperar da crise de tosse, o mesmo convidou Akane para ir a um outro lugar, que o seguiu sem dizer ao menos uma palavra. Passando pelos corredores do Instituto, os dois puderam ver muitas pessoas, cada qual entretida com suas próprias atividades que pouco prestaram atenção aos dois, eram pessoas que estavam buscando mais conhecimentos ou apenas distraídos com coisas que não cabiam a eles saberem. Depois de mais um tempo, os dois chegaram a um salão que provavelmente seria o destino dos dois, já que o velho diminuiu o ritmo das passadas. Parando para analisar que tipo de ambiente estavam, Akane encontrou muitas coisas relacionadas a jogos, o que a fez pensar que tipo de coisa aprenderia ali, mas também pôde encontrar livros e peças entalhadas de xadrez. Ainda sem lhe dirigir a palavra, o velho mostrando uma dificuldade que derivava do cansaço, sentou em frente a um tabuleiro de xadrez, mas  as peças eram feitas de madeira, e foi em frente a um tabuleiro de shogi que o aprendizado da jovem se iniciou.

                                     
--------

Após uma tarde de muitos conhecimentos, Akane saiu do Instituto inspirada, pois teria muitos usos e oportunidades para usá-los, a tarde ia se retirando para a entrada da noite na ilha de Baterilla, mas sentindo-se preocupada por não aparecer ninguém de sua tripulação, a jovem pirata utilizou-os para pensar no que poderia ter ocorrido, e o mais provável era que seus companheiros tivessem sido capturados, com exceção de Gregory, já que o mesmo havia lhe dito que iria procurar alguns revolucionários. Então ela começou o seu caminho de volta ao local onde tinha se encontrado com seu companheiro anteriormente, mas antes que tivesse caminhado mais do que 100 metros, uma grande explosão apareceu para estremecer a ilha, causando um grande tumulto na rua. O estrondo parecera ter vindo da parte nordeste da cidade, considerando que estava exatamente no centro da cidade, não levaria muito tempo para chegar ao local, visto que por morar na ilha antes de suas aventuras, ela conhecia locais que poderiam fazê-la chegar ao local da explosão mais rápido, mas ainda tinha a questão de qual caminho Akane tomaria, continuaria seu caminho até o local onde se encontrara antes com Gregory, ou deixaria a curiosidade falar mais alto e iria até o local da explosão?

Próximo ao local da explosão, haviam duas pessoas que compartilhavam de sentimentos opostos, um homem, que estava em frente a um prédio em chamas, mostrava um grande sorriso e parecia extremamente satisfeito por algum motivo, por outro lado, uma mulher, escondida num barranco entre alguns arbustos, estava chocada e triste. Mas não se podia dizer naquele momento qual era o motivo de tais sentimentos, só era possível fazer suposições naquele momento.

Akane:
 

off:
 
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Akane Kazumi
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Akane Kazumi

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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 7 EmptySeg 26 Dez 2016, 11:46

緋色








Não havia me sido dada a chance de nem mesmo me afastar 100 metros do local onde eu estava antes que uma explosão estrondosa me tirasse a concentração e por um instante olhei para trás pensativa enquanto notava um grande tumulto e sentia as vibrações de tal acontecimento abalarem as estruturas do chão onde eu pisava. Franzi o cenho levemente, mas sem expressar muito do que estava pensando, entretanto uma sequência de pensamentos surgia em minha mente, o que me deixava com certas dúvidas.

Eramos piratas, cada um de nós na certa era procurado pela Marinha depois do incidente ocorrido em Baterilla, o que já era de se esperar, entretanto meus companheiros haviam simplesmente desaparecido, não que eles se importassem com meu paradeiro durante aquela tarde, afinal o único que sabia com exatidão onde eu estava era Gregory que havia me deixado às portas daquele lugar antes de eu partir para o Instituto à fim de adquirir conhecimentos e melhorar minhas capacidades de dedução, porém porque ele não foi até mim? Porque a cidade pareceu tão quieta antes de tal explosão? Essas eram dúvidas que me deixavam realmente intrigada e por esse motivo comecei à criar alguns pontos de vista.

Na certa Gregory não demoraria tanto tempo onde estava para que não tivesse tempo de vir até mim e como eu o havia pedido para me ensinar como ter Ambidestria, na certa ele voltaria em minha direção já que pelo que eu conhecia dele até então, sempre tinha que ter alguma garota para ele dar em cima, se não fosse comigo na certa seria Sofia ou a novata, mas eu ainda era a que estava mais perto, logo ele chegaria à mim primeiro se fosse me basear nesse fluxo de pensamento, mas ainda havia mais uma variável. Ele havia mencionado algo sobre Revolucionários na Ilha, por conta de suas palavras ele possuía algum tipo de conhecimento à respeito deles, uma certa influência na verdade, então porque não deduzir que ele iria até tais pessoas? Ele não parecia o tip ode pessoa que seguia regras muito bem, assim como nenhum de nós que viemos de Briss naquele velho barco então era possível que ele estivesse em outro lugar.

A ideia de voltar ao ponto onde nos separamos foi completamente descartada, era bem provavel que a explosão tivesse algum envolvimento da Marinha com algum de meus companheiros, ou na pior das hipóteses alguma guerra interna entre os capas azuis e os revolucionários. Minha cabeça ainda trabalhava mais rápido do que eu mesma poderia acompanhar enquanto muitas teorias surgiam em minha mente, porém movida pela curiosidade de entender do que se tratava aquela questão, comecei à andar na direção da explosão, com cautela e devagar, mas me dirigia àquele local. Segundo meus próprios cálculos havia 50% de chance de eu encontrar algum de meus companheiros envolvido naquela briga e 50% de chance de encontrar um conflito entre criminosos locais e a Marinha, então decidi arriscar.

Caminharia até o local da explosão ainda de maneira sorrateira, então tentaria não chamar a atenção. Observaria o homem à frente do tal prédio de longe, mas antes de o fazê-lo procuraria algum lugar para me esconder, algum arbusto ou alguma coisa do tipo, não poderia manter a proximidade. De certo um grande sorriso no rosto de uma pessoa que observava um prédio em chamas, não podia ser de fato boa coisa, não sabia do que se tratava o prédio, porém com um sorriso no rosto de alguém que observa a catastrofe, poderia deduzir que havia ele destruído a posse de algum inimigo com certeza ou numa hipótese ainda mais radical, teria ele descoberto algo e eliminado algum impecilho em seu caminho, mas também poderia ser tido como uma queima de arquivo, pessoas corruptas tem o costume de apagar seus rastros para não deixar pistas àqueles que os perseguem sobre suas trama maquiavélicas, isso não costuma ser ato de Piratas, à menos que queiram encobrir seus rastro mediante uma fuga, já que quanto mais infrações se comete, maior a repercussão de seus feitos segundo a "lei" do local. Sentiria algo de muito estranho na certa ao ver aquele sorriso no rosto de tal homem, mas aos meus olhos era muito provável que uma de minhas três hipóteses fosse real.

Caso encontrasse a mulher ou a visse, tentaria observá-la também, as características físicas e suas expressões. A tristeza e o choque de fato me fariam associá-la ao ocorrido com o prédio em chamas e o tal homem diante dele, vendo-a como a vítima da história, na certa pensaria que o prédio era uma posse dela, ou que havia algum parente ou conhecido, ou companheiro no local em que as chamas crepitavam, eram as hipóteses mais concretas que poderia fazer sobre tais acontecimentos. Já tinha visto algo parecido acontecer antes, porém preferi não ficar trazendo memórias daquele tipo à mente, senão teria problemas sérios com minhas pernas e dedos, como sempre ocorria ao me lembrar da infância. Seguraria minha própria mão enquanto fecharia os olhos por alguns instantes tentando esvaziar a mente de pensamentos negativos ou qualquer lembrança que pudessem trazer meu trauma à tona, eu precisava de álcool, de muito álcool naquele momento, mas nada diria, apenas observaria a situação afastada se possível.

Se porventura a mulher e eu nos encontrássemos num dos arbustos atrás dos quais tentaria me esconder, faria sinal para que ela fizesse silêncio e que se acalmasse, assim evitando que descobrissem nossa localização. Não diria nada, afinal não saberia calcular se daquela distância alguém poderia nos ouvir, porém para que minha presença ali não a assustasse de fato, procuraria um galho ou graveto pelo chão, ou alguma pedra e escreveria a seguinte mensagem, caso houvesse terra próxima aos arbustos:

"Não vou machucá-la, apenas faça silêncio."


Era simples, não envolvia emoção alguma, mas era uma medida estratégica que evitaria que fossemos descobertas pelo homem em questão, o qual julgava eu como se fosse um inimigo, ao menos à primeira vista me pareceu ameaçador e perigoso, então precisava analisar o cara antes de tomar qualquer decisão. Enquanto que a mulher, podia não me parecer perigosa e talvez estivesse emocionalmente abalada, entretanto eu não entregaria minha confiança à uma estranha com tanta facilidade, mesmo que a encarasse com veracidade e tivesse escrito a verdade naquela mensagem, não sorriria para acalmá-la, não me importava, apenas queria respostas, afinal não saba o que tinha no prédio em chamas e temi que fosse um de meus companheiros, afinal Gregory era um mulherengo, não me admiraria que ele tivesse tomado as dores da garota e se lançado contra um oponente mais forte à fim de simplesmente se mostrar o macho alfa na situação em questão. No momento eu precisava de uma bebida e de entendimento, o resto era completamente irrelevante.




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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 7 EmptySeg 26 Dez 2016, 15:25

Depois da explosão, o tumulto foi geral, as pessoas gritavam correndo para todos os lados, outras corriam para os becos e se agachavam com as mãos na cabeça, diversas crianças choravam por terem se perdido dos pais, e por fim muitas pessoas gritavam para todos fugirem, já que achavam que era obra dos piratas. Alheia a toda essa confusão, estava Akane, ainda em dúvida sobre o que fazer, pois apesar de estar com Gregory antes, não sabia do paradeiro de nenhum de seus outros companheiros e o fato da cidade estar tão quieta antes da explosão não lhe parecia boa coisa.

Pensando melhor sobre o assunto, a jovem pirata percebeu que algo havia acontecido com Gregory, pois o mesmo não demoraria a voltar, pois estavam próximos e seu companheiro necessitava ter uma garota por perto para dar em cima, mas Akane se lembrou que ele lhe disse algo sobre Revolucionários, então supôs que tivesse ido em busca dos mesmos. Então esquecendo completamente o lugar onde tinham se encontrado anteriormente e foi em direção a explosão.

Pelo fato de muitos marinheiros estarem indo na mesma direção que Akane, esta teve que usar seus conhecimentos sobre Baterilla, adquiridos em muitos anos vividos naquela ilha, enquanto via os marinheiros andando rapidamente pelas ruas, passando pelos cidadãos e vez ou outra ajudando os mesmos, ela passava por vielas, becos escuros, pulando alguns muros e passando por portões quebrados. Depois de bastante tempo tendo que se esgueirar por esses lugares, o barulho caracterizado de chamas queimando pôde ser escutada por ela, então a mesma saiu de  um beco para ir para a rua, mas haviam diversos marinheiros formando uma barreira e impedindo os cidadãos de verem o local da explosão.

Através de uma pequena brecha, Akane pôde ver ao longe um homem com uma farda olhando para as chamas, mas esse virou-se para dar ordens para os marinheiros e ela pôde ver um grande sorriso rasgando o rosto do mesmo, percebeu que boa coisa não poderia ser, um homem sorrindo em direção a um prédio em chamas não poderia ser boa coisa, então tomou-o como um inimigo, e pensando melhor poderia ser três coisas, ou foi uma queima de arquivo, ou destruiu algo que pertencia a algum inimigo seu, ou então matou algum empecilho que estava lhe atrapalhando em algo. Não sabendo qual poderia ser a resposta, a pirata buscou um local para observar melhor o local, então viu que alguns arbustos estavam dos dois lados do prédio e na parte de trás havia um barranco com alguns arbustos e árvores. Voltou para o beco de onde tinha visto, pulou um muro, escalou uma parede e acabou em cima de uma casa, de lá pôde ver duas coisas, um caminho para o barranco e o soriso daquele homem, que pareceu-lhe obscuro graças a iluminação que as chamas projetavam em seu rosto.

Ignorando o sorriso daquele homem, Akane foi até a parte de trás da casa e pulou para o chão, viu que havia uma trilha que ia até a parte de trás do barranco, onde o mesmo começava a subir, já que de outro modo seria muito difícil chegar ao topo do mesmo sem ser notada. Caminhou pela trilha lentamente para evitar fazer muito barulho, ao chegar lá avistou uma mulher em posição de atirar com uma arma posicionada no chão, mas contrastando com uma mulher que estava preparada para tudo, lágrimas caiam de seus olhos junto de uma expressão que misturava choque com tristeza. Vendo que os eventos entre o homem sorrindo, o prédio em chamas e a expressão da mulher pareciam interligados, deduziu que havia algum parente, conhecido ou companheiro dela naquela explosão, sabia que já havia presenciado algo desse tipo mas se esforçou para evitar que as lembranças viessem a tona, pois estas lhe trariam prejuízos. Então Akane decidiu se esconder em um arbusto para observar e tentar deduzir o que havia ocorrido no local quando pisou em um galho, e a mulher rapidamente lhe apontou sua arma, antes que a mulher pudesse fazer qualquer ação, a pirata escreveu uma mensagem na terra com o graveto que tinha pisado a pouco, indicou o mesmo à mulher a sua frente e esta pôde ler:

"Não vou machucá-la apenas faça silêncio."

A mulher soltou uma risada entre os dentes e proferiu ironicamente em voz baixa - Como se pudesse fazer algo dessa distância.

Mas enquanto isso acontecia, um marinheiro foi correndo até o homem que estava sorrindo para o prédio em chamas e lhe disse que havia uma mulher suspeita no local, o homem logo perdeu seu sorriso e andando em volta do perímetro do local gritava.

- Porque não sai dai de uma vez mulher?

As duas mulheres se assustaram com o grito e estavam pensando em qual delas teria sido vista e pudesse entregar a posição da outra, estava próximas a se acusarem quando outro grito se fez presente.

- porque não sai daí de uma vez, sua maldita Revolucionária?

Ao terminar de dizer isso, dos arbustos que haviam ao lado do prédio, saíram cerca de 20 marinheiros, temendo ser pega, a mulher disse para Akane.

- Vamos sair daqui. A menos que você queira ser pega. - E calmamente começou a ir para o lugar de onde a pirata vinha quando um último grito foi feito.

- Não adianta fugir, eu vou te pegar, assim como fiz com seu amiginho. - Disse gargalhando o homem e fazendo com que a mulher estremecesse.

- Esqueça-o, não temos tempo para isso, temos que ir logo antes que sejamos pegas. Tenho um lugar para ir, vamos que posso lhe arranjar uma bebida - Disse a mulher.

Homem da Marinha
Mulher Revolucionária

Histórico de Akane:
 

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Akane Kazumi
Pirata
Pirata
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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 7 EmptyTer 27 Dez 2016, 00:14

緋色








O local da explosão que antes me parecia um tanto distante, não fora tanto depois de ter usado um pouco do conhecimento da cidade que eu havia adquirido no decorrer da vida e do tempo que havia morado naquele lugar. Havia muitas crianças pela rua e mesmo com toda essa agitação minha expressão em nada havia mudado, apenas observava atentamente vendo que a situação havia de fato sido bem complicada, muitos deviam ter morrido naquela explosão, deduzi.

Durante o percurso avistava vez ou outra marinheiros e de maneira sorrateira consegui evitá-los enquanto ajudavam os cidadãos, afinal ter que bater de frente co malgum maldito Marine àquela altura do campeonato seria burrice e na certa me arrumaria ainda mais dores de cabeça, não queria encontrar nenhum daquela corja em meu caminho antes que pudesse chegar à meu destino que era o tal prédio em chamas.

Por sorte ao chegar e observar de longe o homem minha dedução de tomá-lo como inimigo estava correta, afinal era ele um Marine e provavelmente de alta patente, já que haviam soldados lhe informando coisas e mesmo sem saber o motivo daquele riso macabro e sinistro em seus lábios eu pude sentir que aquele cara representava um perigo grandioso para mim caso me encontrasse, e apenas pelo fato de ser Marine já sentia repulsa do mesmo, o que fez com que meu cenho franzisse de leve, mas logo suavizei.

Ao avistar a mulher então atrás do outro arbusto notei que ela carregava uma arma posicionada no chão, o que me fez deduzir que ela era uma atiradora já que era óbvio, mas acreditei que seu alvo fosse o Marinheiro em questão ao qual estava eu determinada à manter distância do mesmo até segunda ordem. Ela riu depois de ver o que escrevi na terra, como se eu não pudesse tocá-la de longe, de fato... Eu não podia, nem queria, mas isso não significava que eu era uma ameaça menor para ela, afinal de perto poderia eu lhe causar algum ferimento caso quisesse ou se ela baixasse sua guarda, entretanto não vi motivo de nada disso naquele momento. Mantive o silêncio antes de ouvir a voz do Marine, o que me fez arregalar os olhos levemente.

"Como fui notada? Eu tomei cuidado o suficiente para evitar que isso ocorresse. à menos que..." - comecei à pensar antes de dirigir o olhar para a outra garota já deduzindo que poderia ser a ela que o Marine havia dirigido seu bramido.

Não faria nada, decidi manter-me em silêncio, ainda que soubesse que ela poderia me entregar ao Marine, entretanto porque ela o faria? Se o fizesse não estaria ela se colocando na reta do tiro também? Ela estava armada e sua arma apontava para o mesmo provavelmente, então se o fizesse ela de fato seria uma tola que condenaria não apenas a mim, mas a si mesma também, portanto o melhor a se fazer era ficar calma e em silêncio, por esse motivo a olhei com seriedade e de forma inexpressiva, mas antes que pudesse dizer algo ou fazer algum sinal ele novamente gritava.

Suas palavras dessa vez deixavam claro que ele procurava uma revolucionária, arqueei a sobrancelha ainda olhando a garota, na certa era ela o alvo daquele homem, afinal eu era uam Pirata por esse motivo não precisava temer, mas qualquer um no caminho da Marinha ou que fosse considerado uma ameaça ou inimigo deles, era alguém que eu deveria ajudar e portanto daquele instante em diante decidi que aquela mulher seria alguém que eu precisaria ajudar. Antes de eu poder dizer qualquer coisa notava que haviam mais Marinheiros saindo dos arbustos de trás do prédio então tive certeza que aquele era um oficial de patente alta na certa, por esse motivo tentaria eu olhar com bastante atenção para o rosto daquele homem para que não o esquecesse, por alguma razão senti que ele precisava pagar, mas pelo que? Sem me importar muito ouvia a mulher falar para sairmos dali e então sinalizava em positivo com a cabeça para ela segundos antes de ouvir o Marine novamente.

Franzi o cenho ao ouvi-lo pronunciar que tinha pegado um "amiguinho" o que por alguns instantes me fez pensar naqueles que eu chamava de companheiros e então franzi o cenho de maneira intrigada, antes de ouvir a garota dizendo para eu esquecer aquilo antes que fossemos pegas. Ela mencionara um lugar onde poderíamos beber alguma coisa então por um instante um breve sorriso de canto brotou em meus lábios antes de retornar à suavidade de meu semblante habitual.

- Tudo bem, mas você ofereceu... Então você paga. - Respondi a ela com a voz branda e baixa o bastante para apenas ela me ouvir.

À essa altura do campeonato se eu parasse de ser fria como era natural e me importasse com algo, colocaria tudo à perder, portanto aquele que foi capturado ainda que fosse Gregory ou algum dos outros companheiros vindos de Briss, teriam de esperar até que eu pudesse bolar um bom plano e criar uma estratégia descente até poder fazer algo contra aquele Marine que havia se gabado de ter conseguido capturar o tal "amiguinho" que ele havia mencionado, o que poderia ser um de meus companheiros ou algum amigo daquela mulher. Anteriormente ela chorava e parecia desesperada, motivada à fazer algo à respeito da existência daquele cara que provavelmente lhe tinha feito algum mal.

Seguindo o conselho daquela mulher decidi tentar me esgueirar ainda por detrás dos arbustos e sair dali pela rota mais segura possível, talvez ela conhecesse um caminho pelo qual fossemos livres e seguras para sair daquele lugar sem sermos vistas. Esperaria que ela tomasse a iniciativa na fuga, caso ela não o fizesse então tentaria eu encontrar uma forma de evitar sermos encontradas e dar o fora daquele lugar em segurança.

Assim que estivéssemos longe dali, caso tivesse êxito no plano de fuga, a seguiria até o tal lugar que ela havia mencionado sobre a bebida e quando seguras e acomodadas, prontas para beber, tentaria puxar assunto, havia coisas que eu precisava saber e confirmar antes de poder chamar aquela pessoa de aliada.

- Quem era aquele cara e porque estava tão disposta à atirar? - perguntaria a ela fingindo ser uma pergunta boba, sem encará-la nos olhos apenas observaria o local enquanto perguntasse.

Não queria ser pêga desprevenida, mas queria muito beber, precisava de um gole de Rum ou qualquer coisa alcoólica que eu pudesse tomar para deixar os problemas de lado e me concentrar no que realmente importava: Sair de Baterilla para sempre e se possível encontrar meu companheiros, mesmo que o segundo item da lista pudesse ser simplesmente descartado sem nenhum problema.






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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 7 EmptyTer 27 Dez 2016, 01:14



Elliot Irwin



Preparativos


Abrindo um pequeno sorriso ao ouvir sobre a bebida, Akane começou a seguir a mulher que lhe oferecera, mas rapidamente se recompôs, já que ao pensar em que tipo de bebida ela poderia beber, ela poderia se descuidar e fazer algum barulho que alertasse a posição das duas mulheres. Pensando se poderia ser Gregory ou outro companheiro seu, a pirata soube que aquilo precisaria esperar, pois não tinha nenhum plano ou estratégia além de informações para poder bater de frente com o Marine que por algum motivo lhe parecia repugnante, e vendo como a expressão da mulher que lhe guiava mudara de chorosa para raivosa, o seu companheiro que havia perecido na explosão lhe parecia importante.

Assim que desceram o barranco que estavam anteriormente e chegaram na trilha por onde Akane tinha subido mais cedo, a mulher entrou no mesmo beco de onde a pirata viera, quando começou a achar que o local para onde iriam era perto do Instituto, a mulher fez uma curva brusca para a direita e seguiu reto até chegar a parte noroeste da cidade, onde as casas eram mais maltratadas, haviam mais mendigos nas ruas e todas as pessoas pareciam ou doentes ou próximas da morte, fora os inúmeros foras da lei que vivam por aqueles lados. A maioria das pessoas cumprimentava a mulher, o que fez com que Akane percebesse como a mulher era influente no local, passando por mais algumas barracas, finalmente chegaram em uma velha mansão que estava caindo aos pedaços.

- Não é muito luxuoso, mas bem-vinda ao nosso esconderijo. - Disse a mulher com um sorriso amarelo, demonstrando que apesar do sorriso, sua mente estava muito entristecida com o ocorrido mais cedo.

Depois de entrar, as duas seguiram até um balcão, onde a mulher pegou dois copos e uma garrafa de rum.

- Esse rum não é o melhor dos melhores, mas dá para beber sem quase morrer no outro dia. - Disse a mulher enchendo os copos.

- Quem era aquele cara e porque estava tão disposta a atirar? - Perguntou Akane para a mulher.

- É complicado, mas vamos lá. Aquele homem era Troy, o capitão da Marinha desta ilha, e eu queria matar ele, porque ele explodiu junto com aquele prédio, um pirata que estava tentando nos ajudar, era a primeira missão dele conosco, o nome dele era Gregory ou algo assim, não tenho certeza. - Disse a mulher limpando as lágrimas. - Mas que droga, eu não gostava desse cara mas nunca poderia imaginar que era uma emboscada, não queria que isso tivesse terminado assim.

E sem que as duas percebessem, um homem entrou no mesmo local que elas, mas não disse nada até o final da conversa.

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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 7 EmptyTer 27 Dez 2016, 03:06

緋色








Em meio ao caminhar nos afastando daquele lugar e nos distanciando dos tais Marines que eu tanto odiava, notei a expressão no rosto e a forma como aquela mulher parecia ter ficado furiosa deixando suas lágrimas para ocupar seus pensamentos com raiva, algo que eu já havia passado anteriormente em se tratando de Marines, meu problema maior era evitar pensar em tais coisas para que não fosse acometida de meu trauma, então olhava para o céu pensativa, vendo que ainda parecia estar escurecendo, esperava que as cores diversificadas em meio à imensidão me tirassem de meus pensamentos sombrios.

Respirei fundo por fim me sentindo mais calma e tranquila enquanto ainda analisava o que poderia ser o fato que desencadeou a revolta da Marinha para com eles. Após descer o barranco, caminhamos pelo mesmo caminho pelo qual tinha vindo, com diferenças em alguns detalhes e depois de algumas curvas estavamos caminhando para o lado Noroeste da cidade, onde havia pobreza e situação precária pelo local. Apenas por observar conseguia notar que haviam muitos doentes e mendigos, isso me deixava ainda mais irritada com a Marinha que tanto se autoproclamava a salvadora do mundo, porém nada fazia para resolver tal situação.

"Marines, todos são apenas porcos hipócritas que ligam apenas para si próprios e seus interesses enquanto o povo dessa cidade maldita vive desse jeito." - pensava - "Tantos pobres e miseráveis aqui, não parecem servir nem mesmo para peões num tabuleiro de xadrez."

Não demorou muito para que eu pudesse avistar os que pareciam estar ali por serem foragidos, mas era mais do que óbvio, pelas condições do local era muito provável que a Marinha não colocava os pés por ali, por esse motivo haviam tanto refugiados, era um lugar perfeito para fazer um esconderijo caso fosse um refugiado da Marinha por isso haviam tanto refugiados ali e isso começava à me dar boas ideias, como por exemplo usar aquela área como campo de batalha para meu plano, além dela, ainda notei que a mulher que me guiara parecia ser influente ali, o que tornava as coisas mais fáceis eu só precisava ser paciente.

Enfim chegamos à uma velha Mansão que me pareceu bem envelhecida, mas ainda assim depois de ouvir as palavras da garota e ver seu sorriso amarelo no rosto me perguntei se aquilo era vergonha por causa do lugar para o qual me trouxera ou se era puramente devido à tristeza por não ter conseguido cravar uma bala na cabeça daquele Marine Estúpido. Adentrava então o local seguindo-a até o balcão, onde esperei até que ela trouxesse os dois copos e os enchesse de Rum finalmente e com certa sede bebi num só gole.

- Não me importo com essas trivialidades. - disse à respeito da bebida.

Depois de beber finalmente, minha pergunta fora respondida por ela. Não demorou muito para que eu tivesse todas as interrogações em minha mente esclarecidas por ela e ao ouvir o nome Gregory entendi na mesma hora que se tratava dele, o Gregory mulherengo e confiante que sempre bancava o Don Juan pra cima das garotas que ele encontrava pelo caminho. Coloquei o copo sobre o balcão como se estivesse pronta à beber mais, porém precisava pensar com clareza e ficar embriagada nesse momento não seria uma boa ideia, mesmo assim eu precisava de pelo menos mais uma dose, senão levaria a Garrafa comigo para onde eu fosse.

- Gregory... Eu o conhecia. Ele veio de Briss comigo e mais um pequeno grupo de piratas. Na melhor das hipóteses ele só está à beira da morte completamente queimado. - disse como se não fosse nada demais.

Mantive a seriedade à cada segundo que falava enquanto mantinha os olhos focados nela ainda com a mesma frieza enquanto pensava mais à respeito do tal Capitão da Marinha, Troy. Era normal de se pensar que ele daria certo trabalho, mas nunca imaginei que um maldito Marine teria pego Gregory e o queimado vivo, mesmo assim não mudei a expressão de frieza enquanto observava o local em busca de algo, algum detalhe que me chamasse a atenção ou alguém, porém logo respirava fundo e ainda sem olhar para a garota prosseguia.

- Marines são sujos... Eles matam, confiscam, destroem e dizem ser tudo em nome da Lei. - disse ainda fitando o nada. - Troy, capitão ou não, não é diferente e tem que cair, ele deve morrer.

Disse antes de encará-la. A minha frase era forte sim, mas era tudo o que eu pensava e não deixaria passar a oportunidade de dizer isso, não importava se mais alguém ouvisse ali dentro, eu simplesmente queria destruir aquele cara e havia pensado em uma coisa muito interessante por sinal, porém não seria fácil e necessitaria de cooperação.

- Se quiser derrubar uma árvore na metade do tempo, passe o dobro do tempo amolando o machado. - Mencionava um provérbio antigo - Lamentaremos por Gregory depois... Por hora, temos uma árvore para derrubar.

Enfim expressava algo já que meus lábios esboçaram um leve sorriso. Eu precisava de aliados e aquela mulher me pareceu ser a ponte que eu precisava para atacar o Marine que se achava o dono de Baterilla no momento, minha vontade era de apenas acabar com a graça de todos aqueles capas azuis arrogantes que se achavam os reis do mundo e se aquela revolucionária me ajudasse em minha missão, conseguiria aliados. Eu não ligava para o que se havia ocorrido com Kurihara ou com Gregory ou qualquer um deles, eu queria apenas uma forma de me ver livre daquele poder revoltante que os Marines tinham sobre minha cidade Natal, naquele momento era isso que importava e porque não me aproximar daquela mulehr e usar sua influência para meus propósitos?

Caso mais alguém se envolvesse em nossa conversa apenas observaria com atenção e cautela antes de fazer qualquer coisa, tentaria reparar em detalhes na pessoa, observá-la primeiro, afinal precisava contar o plano pra mulher revolucionária se ela quisesse de fato de ajudar a por fim no reinado de maldade dos Marines de uma vez por todas e por fim fazer alguma coisa quanto ao sumiço de Gregory, com sorte ainda o acharíamos, seria horrível deixá-los morrer, qualquer um de minha "tripulação", porém não ligaria se fosse a única saída, afinal há peças no tabuleiro que precisam ser sacrificadas por um bem maior e se esse bem maior fosse destruir o Chefe da Marinha local, eu consideraria uma oferta realmente tentadora.



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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 7 EmptyTer 27 Dez 2016, 11:37



Akane Kazumi



Inciando o Plano


Depois de aceitar o rum e ignorar o comunicado da mulher que havia lhe oferecido, Akane bebia seu rum enquanto ouvia suas dúvidas sendo respondidas, quando ouvio o nome Gregory, entendeu tudo o que acontecera, ainda pensando um pouco pôs o copo de volta na bancada, como se fosse beber mais, porém evitou para que a bebida não afetasse seus pensamentos, já que aquele seria o momento certo para definir o que fazer.

- Gregory... Eu o conhecia. Ele veio de Briss comigo e mais um pequeno grupo de piratas. Na melhor das hipóteses ele só está à beira da morte completamente queimado. - disse Akane para a mulher, que fez uma feição de tristeza pelo fato de ter encontrado uma companheira do homem que tinha levado para morrer.

- Acredito que esteja dizendo isso porque não viu a explosão, a não ser que você seja imune ao fogo, é impossível alguém sobreviver contra aquilo. A missão que tínhamos passado para ele era invadir o galpão e incendiá-lo, já que haviam diversas armas da Marinha lá, não sei como acabou daquele jeito. - Disse a mulher ainda deixando algumas lágrimas escaparem de seus olhos.

- Marines são sujos... Eles matam, confiscam, destroem e dizem ser tudo em nome da Lei. - Disse Akane olhando para seu copo e ainda mantendo sua frieza e ainda pensando em como tal Troy teria pego Gregory, já que nunca pensou que o mesmo poderia ser facilmente derrotado. - Troy, capitão ou não, não é diferente e tem que cair, ele deve morrer.

- Concordo com você, mas ainda quero saber como esse maldito se preparou para aquela emboscada. Disse a mulher já mudando sua expressão para uma mais confiante.

- Se quiser derrubar uma árvore na metade do tempo, passe o dobro do tempo amolando o machado. Lamentaremos por Gregory depois... Por hora, temos uma árvore para derrubar. - Disse Akane mostrando um pequeno sorriso agora. Sua vontade de acabar com todos aqueles Marines era grande, e saber que aquela mulher a sua frente poderia ser uma grande aliada, lhe trouxe uma grande satisfação, não lhe importava mais o que poderia ter acontecido com Gregory e os outros, mas livras sua cidade natal daqueles bandidos de farda era quase como um dever seu.

- Que boa conversa não? - Disse um homem por trás das duas, surpreendendo as mesmas. - Parece uma boa rebelião, não é mesmo Ludi? - Completou com um sorriso no rosto o homem.

- Viaty, como é bom poder vê-lo. - Disse a garota correndo em direção ao homem. - Me desculpe a missão...

Viaty:
 

- Eu escutei toda a conversa de vocês. É uma pena o que houve com aquele rapaz. - Disse Viaty, com um semblante levemente entristecido. - Mas agora é a hora de darmos o troco nesses Marines. Tenho diversos agentes espalhados pela cidade, eles estão disfarçados, além de alguns piratas que vivem largados nesse bairro esquecido pela Marinha. Sugiro que vocês descansem por aqui enquanto eu os trago para cá, pela manhã nós daremos a investida contra esses malditos - Disse o mesmo saindo pela porta, e indo buscar seus soldados revolucionários.

- É melhor seguirmos o conselho dele e irmos dormir um pouco, amanhã será um longo dia. - Disse Ludi, fechando a cortina, que mostrava o céu estrelado dessa noite levemente quente.

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Ludi
Viaty

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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 7 EmptyTer 27 Dez 2016, 15:16

緋色








Ao mencionar aqueles fatos a mulher pareceu-me muito mais abalada do que eu com a possível ou certa morte de Gregory. O fato de eu ter mencionado que provavelmente ele estaria à beira da morte foi uma simples suavização do que diria no normal, queria parecer menos fria para que isso pudesse gerar nela certa confiança, afinal se eu fosse completamente fria em relação à morte daquele o qual vi um dos maiores sonhadores do bando que já havia ido por água à baixo, era muito provável que não obtivesse confiança da parte dela. Mesmo com tais pensamentos a garota parecia chorar diante de mim sem se importar muito, contando-me do horror que fora a explosão e do porque de Gregory estar envolvido na mesma. Assimilei os fatos, já imaginando que aquele conquistador fajuto na certa tinha simpatizado com a garota e fora convencido à ajudar por sua simples mania de querer bancar o galanteador diante de todo e qualquer rabo de saia que lhe aparecesse no caminho.

Ela também concordava comigo em minha opinião sobre os Marinheiros, entretanto estava focada em descobrir como os Marines tinham conseguido descobrir sobre o tal plano por eles arquitetado e em minha mente a primeira coisa que pensei foi: "Temos um Traidor entre nós?", já que uma informação sigilosa como esta vazou, era a coisa mais lógica a se pensar, mesmo que não fosse a mais bonita, afinal um líder que desconfia de seus subordinados sempre será um líder duvidoso, mesmo assim todo líder precisa manter a cautela e ser racional o suficiente para discernir emoção de razão, por esse motivo eu acreditei que a garota estivesse emocionalmente abalada demais para liderar qualquer coisa.

Logo ouvia a voz do homem que havia adentrado o local então o olhava de canto sem expressar nada em meu rosto, apenas mantendo-me séria enquanto via que ambos se conheciam, provavelmente era mais um revolucionário e tinha escutado minha conversa com a garota de nome Ludi, assim como o mesmo havia proferido com sua própria boca. Ela se desculpava com o mesmo sobre amissão o que me fez pensar que talvez não fosse ela a líder, talvez o líder fosse aquele cara, ou apenas um companheiro de revolução, ainda assim ele tinha chegado muito sorrateiramente e por esse motivo não confiava nele.

Viaty lamentou a provável morte de Gregory antes de assim como nós concordar com o plano de vingança, mas ainda assim havia algo nele que me deixava desconfiada, mesmo assim me manteria firme sem dizer nada, apenas tentaria pegar a garrafa de rum e encher meu copo novamente, precisava beber mais um gole de álcool para relaxar um pouco. Ele logo saiu pela porta após dizer que haviam agentes espalhados pela cidade e piratas jogados naquele bairro, o que me deu uma brilhante ideia do que fazer em relação à isso. Piratas e Marinheiros são inimigos mortais e se me lembro bem, por Baterilla ser a última Ilha do SOut Blue, havia um fluxo bem numeroso de pessoas, fossem elas turistas ou moradoras, ou até mesmo refugiados como revolucionários e piratas, por esse motivo acreditei que os Piratas seriam a melhor ajuda que poderíamos ter em nosso plano de revolução.

Ludi logo fechou a cortina após dizer que era melhor seguirmos o conselho de Viaty e então a encarei com a mesma face inexpressiva de sempre e a frieza habitual. Dirigiria a palavra a ela com cautela, de forma branda, porém incisiva de fato já que eu precisava de respostas claras, então tentaria ser discreta e ao mesmo tempo direta.

- Sobre o ocorrido no prédio mais cedo... Há a possibilidade de haver espiões ou algum traidor entre seus homens? - perguntaria a ela.

Meu questionamento fora direto, mas eu ainda não tinha descoberto com clareza se era ela ou ele o líder de tal grupo, mesmo assim, tentaria deduzir algo à partir da resposta da mesma, para que minha confiança naquele homem viesse à ser reforçada e que eu deixasse de desconfiar do mesmo, ainda assim manteria cautela de ambos.

- Não entenda errado, apenas preciso traçar uma linha... Entender o ambiente no qual estamos para podermos resolver esse impasse. Preciso saber se você é uma líder realmente forte para guiar esse grupo. - diria já citando-a como líder à fim de colher alguma informação com suas reações ou com sua resposta.

Enquanto conversasse com ela, tentaria tomar posse da garrafa de rum, caso ela me permitisse. Eu precisava carregar uma daquelas por aí, precisava também de um cantil, assim poderia levar minha bebida para onde eu fosse e me hidratar dela sempre que fosse necessário. Não perguntaria se ela se importava com a minha tentativa de pegar a garrafa, apenas tentaria pegá-la diante de seus olhos encarando-a para ver sua reação, esperando que não fosse negativa. Logo retomaria a palavra e voltaria o foco para um de meus interesses.

- Você tem cartazes de procurados? Creio que preciso dos procurados mais famosos de Baterilla, podemos tirar algum proveito disso. - perguntaria a ela por fim.

Caso minhas respostas fossem todas respondidas e eu conseguisse obter a garrafa de rum e os cartazes, então analisaria os cartazes em busca de algum rosto conhecido ou algum potencial em algum dos criminosos ditos ali. Depois de feito isso, tomaria mais um gole da bebida, o mínimo possível para não acabar, a tamparia e procuraria um lugar para dormir naquele esconderijo.

Caso ela se recusasse à responder alguma de minhas perguntas ou a todas, a observaria sem expressar nada, apenas analisaria suas feições enquanto ela se recusava. Caso ela mudasse de assunto faria o mesmo, tentando alguma dedução para que eu pudesse pensar um pouco melhor à respeito.

Se eu não obtivesse a garrafa ou os cartazes,esperaria para que todos estivessem dormindo e observaria o local, iria observa e examinar cada parte do cômodo em busca de alguma coisa suspeita. Se eu não encontrasse nada, iria dormir. Se eu encontrasse algo examinaria para saber do que se tratava.




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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 7 EmptyTer 27 Dez 2016, 17:29



Elliot Irwin


Espião e Recompensas

Depois que cortina foi fechada, Akane calmamente encheu seu como com rum novamente, e Ludi se manteve parada, pois não sabia se era sensato insistir em fazer com que a pirata se movesse para dormir, mas antes que pudesse tomar alguma atitude, uma pergunta bem direta, veio da mesma.

- Sobre o ocorrido no prédio mais cedo... Há a possibilidade de haver espiões ou algum traidor entre seus homens? - Perguntou Akane, mantendo a feição séria. Ainda não tinha certeza de que poderia confiar nos dois possíveis aliados, então queria ter a certeza com mais algumas perguntas de que os mesmos eram confiáveis. - Não entenda errado, apenas preciso traçar uma linha... Entender o ambiente no qual estamos para podermos resolver esse impasse. Preciso saber se você é uma líder realmente forte para guiar esse grupo. - Disse novamente a pirata, escondendo perfeitamente que eles não tinham sua confiança.

- Líder eu? - Perguntou Ludi, corando levemente. - Não sou líder, quem nos comanda é o Major Viaty. Mas não se preocupe com espiões internos, nosso teste de admissão faz com que consigamos descobrir qualquer espião da Marinha ou Governo Mundial. Nós lhe damos uma missão que, se completa atrapalharia bastante os planos dos nossos inimigos, então os espiões costumam hesitar, mesmo que seja por um segundo, nós podemos perceber. - Completou um pouco distraída a revolucionária.

Enquanto elas conversavam, Akane pegou a garrafa de rum, e procurou por um cantil que pudesse utilizar para pôr a bebida. Recuperando-se de sua rápida distração, Ludi viu a garrafa de rum na mão da pirata, mas não ligou muito para isso, tanto ela quanto Viaty não gostavam muito de rum, então não faria diferença uma garrafa a menos.

- Quer um cantil? - Perguntou Ludi, imaginando que era o que Akane procurava. Pegou um cantil guardado em um armário e quando estava prestes a entregá-lo à pirata, lembrou-se de uma coisa importante. - Acabei de me lembrar de uma coisa, o motivo pelo qual eles possam ter descoberto todo nosso plano. Acredito que tenha sido aquele Gregory, antes de nos encontrarmos, ele veio berrando aos quatro ventos sobre nós, os Revolucionarios. Durante o percurso algum marine deve ter começado a nos observar, como não pensei nisso antes? - Disse a revolucionária com a mão sobre a face.

- Você tem cartazes de procurados? Creio que preciso dos procurados mais famosos de Baterilla, podemos tirar algum proveito disso. - Disse Akane, ignorando por um momento o motivo da descoberta da morte de Gregory.

- Por estarmos sempre escondidos, a marinha não sabia de nós, então não temos cartazes de procurados, só o Major Viaty, mas conhecemos alguns piratas procurados, mas os que se destacam por aqui são somente três. Aguarde um momento que irei trazer os cartazes de procurados. - Disse Ludi indo em direção a um pequeno móvel. Abriu um gaveta e de lá pegou vários pedaços de papel, mas separou somente quatro e trouxe para o balcão, onde conversava com Akane. - Aqui estão os cartazes de Procurados, vamos começar. Primeiro Melissa Whitenberg, Recompensa: 2.300.000; Depois o Major Viaty, Recompensa: 5.000.000; Depois Radgard Lambargo, Recompensa: 6.200.000; e por último, o indomável Mirons, "O Possuidor", Recompensa: 8.000.000. Tirando, Mirons, com os outros podemos conseguir apoio facilmente, mas o Tritão só fala com Viaty, então teremos que esperá-lo para terminar o recrutamento dos piratas. Vamos descansar um pouco para esperar o Major chegar com os outros.

Enquanto isso na base da Marinha, o Capitão Troy estava irritado por não ter conseguido capturar a mulher que estava junto daquele homem que tinha matado. Sua maior frustração era saber que o objetivo deles era atrapalhar a Marinha. Mas decidiu, do dia seguinte eles não passavam. Fazia questão de mandá-los para o inferno, pensou gargalhando em seu escritório no QG.

Akane
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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 7 EmptyTer 27 Dez 2016, 20:59

緋色








Naquela noite nada como um belo gole de rum para que a tranquilidade retornasse e ainda longe de estar completamente embriagada, analisava a situação na qual nos encontrávamos no momento. A garota reagiu de forma tímida à minha alegação de indicá-la como líder, de fato como eu havia deduzido consegui obter a resposta desejada por parte dela, mas não foi apenas isso que descobri, poderia deduzir que havia algum sentimento envolvido da parte de Ludi para com o homem de antes, Major Viaty como ela havia se referido a ele, o que me deixou um pouco mais tranquila em relação às suas intenções para conosco e sobre não haver espiões no grupo revolucionário deles.

- Entendo... Isso me deixa mais tranquila. - Disse a ela esboçando um meio sorriso no canto do lábio, mas logo o mesmo desapareceu enquanto olhava para o teto e terminava meu copo de rum.

Após tomar posse da garrafa de Rum a qual fora servida à mim e a ela, Ludi me ofereceu um cantil o que fez com que aquele meio sorriso brotasse brevemente em meus lábios novamente.

- Isso facilitaria as coisas. - disse à respeito do cantil.

Observaria atentamente Ludi enquant oela buscava os cantil, olhando-a dos pés à cabeça tentando ver algo nela, suas roupas, se carregava armas ou algum tipo de munição. Uma mulher preparada valia por duas, não sabia ao certo até onde ia a mentalidade de batalha daquela garota, mas deduzi que admirava grandiosamente o tal Major Viaty, senão fosse por isso não ficaria vermelha ao mencionar seu nome, ou talvez tivesse se sentido constrangida ao extremo por eu tê-la bajulado daquela maneira jogando verde para saber sobre o verdadeiro líder, de qualquer forma como já havia notado ela não parecia ser uma pessoa muito fria, pelo contrário, desde o momento em que a vi com lágrimas nos olhos mais cedo notei que ela era emotiva e isso me colocava numa situação complicada, se alguém fosse feito refém, seria possível que ela entregaria o plano e o colocaria por água abaixo? Ou ela era racional o suficiente? De certa forma deduzi que ela fosse racional o bastante ao me lembrar sobre o momento em que decidiu deixar de lado as provocações do Capitão sobre ter pegado Gregory, quando ela me trouxe para cá, ainda que ela tivesse expressado raiva e frustração com aquilo, o que era natural, de qualquer forma precisava ficar de olho na garota.

Desviaria o olhar para a garrafa balançando-a para saber a quantidade de rum remanescente na mesma, o que me pareceu ser bastante e isso para mim seria perfeito, afinal nunca se sabe quando se precisaria tomar um gole de álcool pelo caminho. Ao pegar o cantil, Ludi lembrou-se de algum detalhe que havia deixado passar anteriormente, a história de Gregory berrando e falando alto de fato condizia com a personalidade daquele tagarela, por um instante me senti mal por ele, tão sonhador, ter morrido tão cedo naquela explosão. Não significava que eu tivesse sentimentos por ele, mas seria um contratempo encontrar um novo professor para me treinar na habilidade de minha mão inábil, também seria complicado encontrar alguém com algum conhecimento em carpintaria para cuidar do barco caso o mesmo tivesse algum problema e me lembrava perfeitamente que Gregory estava trabalhando para se tornar um Carpinteiro, também precisava encontrar um Navegador se eu quisesse sair daquela Ilha para bem longe dali como já era o plano desde o início de minha jornada. Meu mal estar passou tão rápido quanto havia surgido, por esse motivo decidi que eu precisava apenas deixá-los de lado e seguir em frente.

- Isso é bem do feitio de Gregory. - disse antes de me ater à meus pensamentos. - "Isso e dar em cima de toda e qualquer garota que lhe surgisse diante dos olhos. É exatamente como diz o ditado... O Peixe morre pela boca."

Observei enquanto ela cobria a face com a mão, mas nada disse à respeito apenas receberia o cantil de bom grado antes de prosseguirmos com a conversa onde ela me explicava à respeito dos cartazes de procurados. Peguei então os papéis e os colocaria no chão diante de mim enquanto encheria o cantil com o conteúdo da garrafa colocando o rum dentro dele até que estivesse cheio por completo, então o tamparia enquanto observaria os 4 cartazes que Ludi me havia trazido, um em especial me chamou a atenção, o Tritão justamente o único o qual ela dissera que seria complicado de convencer e aquilo para mim era um desafio, algo do qual eu queria me orgulhar de fazer mesmo que com a ajuda do Major Viaty, precisava daquele cara na equipe, era grande chamativo e na certa forte, sem contar que sua recompensa era a maior dentre as outras. Meus olhos praticamente brilharam ao visualizar aquele homem como uma Torre num tabuleiro de Shougi, ele seria o carro chefe da minha estratégia ofensiva contra os Marinheiros.

- Mirons, não é? - mencionei antes de novamente esboçar um meio sorriso, o que já tinha acontecido mais de duas vezes num só dia, isso podia ser efeito da bebida ou simplesmente de ficar feliz em ter suporte para execução de minha vingança e meu plano para acabar com a opressão das forças da Marinha em Baterilla. - Tem razão. Amanhã de manhã pensamos melhor em como agir. Na certa Troy está furioso nesse momento, por não ter conseguido obter 100% de resultado em seu ataque afinal, você está viva e livre.

Olhava para ela ao dizer tais palavras. Minha dedução poderia estar certa ou errada, eu não me importava muito com isso, mesmo assim era um fator importan com o qual se importar, isso me ajudaria à tentar antecipar qualquer movimento e ação da parte da Marinha no dia seguinte e por essa razão manteria firme essa tese, estaría preparada para tudo, mas por hora me levantaria do lugar, tomando o restante do Rum remanescente na garrafa, se ainda houvesse, caso não tivesse conseguido colocar todo o conteúdo no cantil ou apenas as gotas que lhe restavam, então colocaria a garrafa ao meu lado sobre o chão antes de encará-la com a mesma seriedade habitual.

"Qualquer um disposto à acabar com a Marinha é meu aliado. Vocês acabam de finalmente ganhar minha confiança, porém... Não precisam saber, pelo menos não até conseguirmos todos os componentes para a execução perfeita desse plano."

Pensaria por fim, antes de me erguer de meu lugar e procuraria um lugar para dormir por aquela noite. Traria o cantil comigo, guardado assim como minha espada, ainda havia outras coisas que eu precisava adquirir para que tudo fosse perfeito, então apenas seria paciente e aguardaria até o momento certo. Por hora só me restava dormir...




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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 7 EmptyTer 27 Dez 2016, 22:33



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Descanso Merecido

Após Ludi colocar os cartazes dos procurados em cima do balcão, Akane fixou seu olhar e sua atenção especialmente em um deles, o Tritão Mirons, o mais problemático dos piratas, e também o que poderia ser o mais forte deles, dado o fato que tem a maior recompensa justamente por ter escapado da prisão de Baterilla, ou seja, ele seria um verdadeiro trunfo contra Troy e seus Marines. Mas para a pirata, o que fez ela se motivar com o Tritão foi o desafio que seria para convencê-lo, e sabia que mesmo com a ajuda de Viaty, seria um motivo para se orgulhar, além do fato dele ser chamativo e forte, como mencionado anteriormente, já que os Tritões utilizam o karatê Tritão que é bastante efetivo ao lutar com várias pessoas ao mesmo tempo.

Outra coisa que agradou Akane foi que agora ela poderia pôr em prática seus conhecimentos de estratégia adquiridos recentemente. Akane com um pequeno sorriso perguntou novamente o nome do Tritão, e logo depois parou e perguntou para si mesma se estava bebendo demais, já que tinha sorrido algumas vezes no mesmo dia, o que não era de seu feitio. Ao ser indicada para dormir por Ludi a pirata lhe respondeu.

- Tem razão. Amanhã de manhã pensamos melhor em como agir. Na certa Troy está furioso nesse momento, por não ter conseguido obter 100% de resultado em seu ataque afinal, você está viva e livre.

- Eu também penso da mesma forma, mas isso não importa, já que amanhã ele não poderá sentir mais nada, porque vamos matá-lo. - Disse Ludi com bastante raiva de Troy.

Depois de por todo o Rum que conseguiu no cantil, Akane bebeu o que sobrou da garrafa e se pôs de pé, colocando a garrafa vazia em cima do balcão, e seguiu Ludi. A mulher lhe levou para a parte de cima da mansão, onde diferente da parte inferior, estava muito bem cuidada, demonstrando que era pouco usada, o chão de madeira estava limpo e parecia encerado, havia vasos com flores e algumas plantas de capacidade curativa espalhados por todo o andar, também alguns quadros de pessoas desconhecidas, talvez fossem importantes para os antigos moradores daquela mansão. E dentre muitas portas que haviam naquele andar, Ludi entrou junto com Akane em um quarto enorme, havia um grande armário, um pequeno móvel e vários colchões espalhados pelo quarto, as duas se deitaram cada uma em um colchão e adormeceram.

Um grande barulho na porta acordou as duas, levantando depressa deram de cara com o Major Viaty, que mandou as duas descerem, ao chegar lá no andar de baixo, os três de dirigiram para a sala de hóspedes, onde havia um sofá, a duas mulheres se sentaram no mesmo e o Major puxou uma cadeira e sentou de frente para elas.

- Já consegui reunir todos os revolucionários da ilha e trouxe também piratas, inclusive os de recompensas altas, só faltou um, Mirons. Eu estou indo buscá-lo agora, só passei para que ficassem a par de tudo, até mais tarde. - Disse Viaty se levantando e indo em direção à porta.

Akane
Ludi
Viaty

Histórico de Akane:
 

OFF:
 

thanks juuub's @ cp!  

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