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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 6 EmptyDom 27 Mar 2016, 11:45

Relembrando a primeira mensagem :

[CF] PT II - Férias em família.

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis e piratas Gregory W. Ross; Sidney Thompson; Sofia Schwarz; Shannon Jay; Kurihara L. Riki. A qual não possui narrador definido.


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Wander
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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 6 EmptyQua 18 Maio 2016, 19:34

Terminei o que tinha a dizer e observei Ludi sair mais uma vez de sua calma para tentar algo contra mim. Esperei parado e com um sorriso acolhedor no rosto, e assim aticei ainda mais sua raiva. A voz do velho serviu como um chicote para afastar a fera de meu alcance e, com a aceitação do senhor, me senti aliviado e também inspirado. - Beleza, Gregory. Primeiro passo do plano concluído. Agora só é quebrar tudo e levar a culpa para você. - Repassei o plano mentalmente enquanto observava a ruiva se aproximar e pousar o dedo em meu corpo. Só com aquele toque já senti a toxidade da sua agressividade passear pela minha alma. Aquilo era intrigante e me fazia ficar curioso sobre aquela mulher.

- Seguir ordens? Ah... Okay... - Diria com a frustração estampada em minha entonação assim que ela desse as costas. Começaria a andar e apertaria os passos para alcançá-la e então começaria a segui-la - Achei que teria a oportunidade de competir com você para ver quem poderia ser mais útil pro exército... - Sorriria, tentando tirar um pouco do clima ruim entre a gente ou até mesmo piorar a situação... Não ligava pros resultados, minhas palavras apenas sairiam espontaneamente. - Mas me diga ai, quais as ordens, Senhorita Comandante Ludi? - Fecharia o punho direito e o chocaria na palma da mão esquerda. Estava animado por uma batalha.

- Quando for a hora você vai saber. - Ela me respondia, me deixando sem detalhes do que viria a seguir.

- Beleza... Só uma ultima coisa antes de eu me calar... Se eu tiver que me misturar com o povo, pode me emprestar um capuz ou um pano pra eu me ocultar? - Com esse questionamento, enfim calaria a matraca. Se recebesse o que pedia, tentaria colocar o item na cabeça de forma que no mínimo os meus cabelos ficassem ocultados.

Continuaria a seguir os passos da moça estressada e tentaria me espelhar em suas ações se ela agisse, por exemplo, de forma cautelosa em algum lugar ou coisas do tipo.

Em caso de ataques serem direcionados contra mim, tentaria reagir usando inicialmente de movimentação corporal e de contrações para eu sair da rota letal dos golpes e se só isso não fosse o suficiente para eu fugir de ser atingido eu usaria também de pulos e impulsos para fora de seus alcances. Mas, se fosse necessário para que eu continuasse a fuga, eu aguentaria receber os ataques usando de minha resistência física.
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Akane Kazumi
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Akane Kazumi

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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 6 EmptyQui 19 Maio 2016, 12:25

緋色





Já haviam se passado algumas horas desde que eu havia chegado ao Instituto para estudar enquanto esperava Gregory sair da marcenaria. Comecei à me perguntar se o rapaz havia dado o recado que eu tinha lhe pedido, para que ele viesse me procurar aqui. Estava um pouco impaciente quanto àquilo, mas respirei fundo e decidi que eu não deveria me preocupar tanto assim com ele, na certa estaria bem, assim como os demais.

Fiquei um tanto intrigada ao me lembrar do pequeno grupo que eu havia encontrado na Ilha quando chegamos, ainda pensava que tipo de pessoa eles eram e quais eram seus planos no fim das contas. Ficar martelando aquelas ideias na cabeça naquele momento não me levaria à lugar algum, então decidi procurar naquele lugar alguma forma de me distrair. Ainda tinha muito conhecimento para aprender ali e eu tinha que aproveitar enquanto podia. Procuraria a recepcionista do lugar, ou algum funcionário querendo saber mais à respeito de outros tipos de livros ou coisas que pudessem haver ali. Agora que tinha dado uma boa lida em livros de psicologia eu poderia empregar isso de uma maneira mais útil, talvez como algum modo de estratégia, xadrez? Não sabia ao certo, mas resolvi então buscar respostas.

- Olá, desculpe, mas... Onde eu posso ler algo que diga respeito à estratégias e coisas desse tipo? - perguntaria à algum dos funcionários do local.

Caso eu recebesse a informação desejada me dirigiria para lá, do contrário talvez fosse hora de deixar o Instituto e sair pela cidade atrás de Gregory para saber o que tinha lhe ocorrido e porque ele não tinha vindo me procurar.



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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 6 EmptyQui 19 Maio 2016, 23:23

Gregory


O pirata nada gostava da ideia de ter de seguir ordens, o que era de se esperar já que ele optou pela vida de liberdade típica de piratas, mas por hora teria de conter seus instintos.
Apressou as passadas para que pudesse alcançar a mulher que seguia em frente, de seus lábios saíram uma piadinha sobre disputar com a garota e ver quem seria o melhor, mas Ludi nada respondeu, apenas continuou a seguir o caminho.

- Beleza... Só uma última coisa antes de eu me calar... Se eu tiver que me misturar com o povo, pode me emprestar um capuz ou um pano pra eu me ocultar? – Perguntou Gregory, mas obteve apenas o silencio como resposta o que deixava tudo bem claro...

Ainda estavam a andar por becos e vielas da cidade, vendo que Ludi tinha acabado de se afastar e encostar na parede, o boxeador loiro fazia o mesmo. Estavam prestes a ir para uma rua aberta, mas foi possível ver um grupo de marinheiros passarem correndo pela rua.
- Tsc... A cidade está um alvoroço graças a algum pirata novato... O que quer que esse idiota tenha feito, soube bem irritar o capitão. – Ao terminar sua fala Ludi fitou a rua verificando se esta estava livre.
Após confirmar voltavam a se mover, caminharam pelas ruas de Baterilla até começarem a sair da cidade grande, já adentravam a floresta quando começaram a subir por um caminho improvisado em uma pequena encosta. Ao chegarem no topo daquela elevação puderam avistar um galpão do outro lado.

- Lá está o objetivo da missão. – Disse Ludi com um tom de voz sério. O fundo do galpão ficava na base daquele morro. O local estava sendo vigiado por meia dúzia de marinheiros do lado de fora, e de onde estavam só era possível ver uma janela nos fundos do galpão, e a mesma se encontrava muito alta para servir como entrada imediata.
A região ao redor do galpão era um campo aberto por cerca de uns 15 metros, o único lado com mata que permitia uma aproximação incógnita era os fundos.

- O que me diz então novato? – Ludi sacava a sua carabina. – Você gosta de se gabar, então quero ver se você vale de alguma coisa. Desça lá e invada o galpão, caso tenha problemas eu estarei te cobrindo daqui. – A carabina possuía um scope improvisado – Assim que estiver dentro arranje um jeito de incendiar o local, a marinha tem acumulado um grande número de armas lá dentro que logo será distribuído para outras ilhas... Graças a confusão causada pelo tal pirata a segurança hoje está muito reduzida, é a nossa chance.


Sidney


Ao avaliar a situação o jovem pirata tomava uma decisão psicótica, ele poderia muito bem se safar de uma maneira mais “low profile” mas ele não parecia interessado em algo do tipo. Rondou a região por perto e encontrou o que procurava: uma velha casa de madeira.
A casa era realmente velha, destoava e muito das casas ao redor pela aparência precária, mas serviria. Sid bateu a porta e aguardou por uma resposta, mas não houve nenhuma, seguiu com o plano arrombado a porta velha, que não demonstrou nenhuma resistência para a ação. Para a sorte do rapaz a rua estava vazia, todos pareciam dentro de suas casas devido ao boato do tal “pirata”.

Do lado de dentro a casa era tão precária quanto por fora, Sidney revistou um dos quartos e encontrou algumas roupas que cabiam perfeitamente nele, era uma camisa social branca e uma calça azul escura surrada, como já era claro a casa estava vazia, não só de pessoas como também de coisas valiosas. A essa altura já estava claro que se tratava de uma casa de pessoas não muito abastardas de dinheiro, mas isso não impediu que o gatuno ascendesse um fosforo e tocasse fogo em livros que estavam pelo local, a madeira da casa era seca e, sendo assim, não demorou a ser consumida pelas chamas.

Sidney estava se afastando do local quando ouviu o grito de uma mulher, ela pedia por ajuda pois sua casa estava em chamas.
- Tem uma casa pegando fogo naquela direção... – Disse Sid ao se aproximar dos marinheiros, mas a informação já se mostrava meio óbvia, pessoas já corriam e anunciavam o fato. - Esse tipo de trabalho é com vocês não? – Perguntou por fim.

- Está nos achando com cara de bombeiros garoto? – Respondeu um homem com um grande machado nas costas. Pela sua roupa ele não se tratava de um simples soldado.
Mas mesmo tendo dito aquilo a pressão popular e o alvoroço parecia irritar o marinheiro. – TÁ BOM! TÁ BOM! – Bradou irritado. – Gerold! Terry! Caio! Vão ajudar com o incêndio. – SIM SENHOR! – Respondeu o trio.

Em meio àquela situação Sidney poderia muito bem ter passado junto comas pessoas que já rumavam param a estação... Os marinheiros mal estavam revistando as pessoas, toda aquela gritaria tirava muito a atenção de todos eles, mas como já dito... O rapaz escolheu a opção psicótica.
Quando um dos marinheiros se distraio com uma confusão ao lado, o rapaz sacou sua adaga e perfurou sua garganta, fazendo com que o soldado caísse no chão se afogando no próprio sangue, gritos foram ouvidos e o pânico instaurado.
Outro marinheiro que estava ao lado deste primeiro, mal teve tempo de compreender o que estava acontecendo, pois o gatuno já estava sobre si, com a lâmina de sua arma atravessando o seu peito.

Restavam três marinheiros ali, o de patente elevada, um outro na sua esquerda e um mais distante. O de sua esquerda avançou com um golpe de sua katana, mas o gatuno habilidosamente evitou o golpe e aproveitou a instancia para cortar o pescoço do espadachim.

- Capitão! Estamos sendo atacados!
- Qual a posição de vocês? Quem está os atacando?
- Um garoto! Estamos de guarda na subida da estação Apple!
- Estou a caminho! Não deixe que ele chegue até a estação! Soem um aviso para cancelar todos os voos!

A conversa estava vindo do marinheiro mais distante, que trazia consigo um baby denden mushi.
Sidney estava pronto para avançar para a próxima vítima, mas está presa não seria tão fácil. O machado do sargento cortou o ar e por um triz não cortou a cabeça do pirata ao meio, o fazendo recuar.
- Quando eu terminar com você garoto... Não vai sobrar muito para contar história.


Akane


Após ter enfim concluído o aprendizado de algo que certamente lhe seria útil no futuro, Akane estava diante do instituto aguardando por Gregory, já fazia certo tempo que ela estava ali, e nada da aparição do rapaz loiro.
A preocupação passava por vezes a mente da médica, mas isso logo era deixado de lado, ela sabia que Gregory sabia se cuidar... Mas não era nada legal deixar uma dama aguardando. Durante aquele período ela pode ver uma movimentação estranha de marinheiros, todos pareciam apressados e focados apenas de se deslocarem de um ponto “a” a um ponto “b”.

Após todo aquele tempo de espera, Kazumy não via mais motivos de ficar ali esperando, então decidia retornar para dentro do instituto. Ela cogitava a ideia de aproveitar aquele tempo livre para aprender um pouco mais, se perguntava o que seria útil após ter aprendido sobre psicologia... E a resposta que lhe vinha a mente era o domínio de métodos e estratégias que a guiassem por um caminho árduo.

- Olá, desculpe, mas... Onde eu posso ler algo que diga respeito à estratégias e coisas desse tipo? – Akane perguntou para um senhor que estava sentado em uma poltrona, entretido em um livro.
- Ohohoho... – Riu o velho. – Creio que você está no lugar certo minha jovem... Olhe ao seu redor e ache aquilo que você procura. – Disse o velho. – Não está claro para você? Tudo isso que você está vendo é estratégia. A arte de guiar e contornar dificuldades, usar todo o conhecimento que detém e tudo aquilo que está a sua disposição moldando-o sobre sua vontade, ao seu favor. Não é belo? – O velho parecia meio confuso em tudo aquilo que falava, mas transparecia um ótimo conhecedor do que estava falando. Sua grande barba grisalha, seus olhos marejados e pele enrugada denotavam fraqueza, mas sua mente parecia afiadíssima com toda aquela experiência.

- Se não incomodar uma jovem como você, eu poderia passar um pouco dos conhecimentos que tenho adiante.
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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 6 EmptySex 20 Maio 2016, 02:25

Após arrombar uma casa velha, trocar de roupas para facilitar minha aproximação dos marinheiros, incendiar a casa. De fato, segui até o grupo de homens da justiça que com minhas palavras se viam forçados a se dividirem em um grupo menor. Três deles apenas iam até a casa em chamas, restando cinco marinheiros para mim lidar. “Um desafio... Eu gostei.” Sorri com tais pensamentos enquanto esfaqueei o primeiro dos homens, e logo então acabei por rapidamente abater outros dois sem sofrer um único ferimento.

Os dois sobreviventes consistiam em um marinheiro de patente mais elevada, aparentemente. E um outro soldado(ao meu ver) que aproveitou o tempo para avisar a base do ataque antes de se envolver no combate. “Talvez pudesse ter salvo um de seus amigos.” Brinquei em pensamentos enquanto rapidamente chequei a adaga ensanguentada. – Pra terminar comigo vai ter que me tocar. – Provoquei o brutamontes do machado.

“Ele deve ser lento por manejar um machado daquele tamanho...” Analisei a situação. “Minha melhor escolha...” Alarguei o sorriso, embora não devesse. Estava diante de dois oponentes, sendo que aparentemente um deles aparentava ser bem forte e reforços estavam a caminho. Além disto em breve os voos seriam suspensos. Mas já tinha tudo isso em mente. “Apenas tenho que evitar o machado.” Decidi enquanto larguei em disparada em direção ao grandalhão.

Vencê-lo era possível, antes dos reforços chegarem? Talvez. Portanto não era bom investir muito tempo em um combate desnecessário e demasiadamente perigoso. Iria me aproximar tendo em mente o machado, mas sem me descuidar quanto ao marinheiro afastado, principalmente se ele demonstrasse ter algum tipo de arma de fogo.

Levando em conta o tamanho da arma e de sua envergadura, ele provavelmente iria lançar o primeiro ataque, e assim que o fizesse iria tentar encontrar uma forma de me posicionar sem ser atingido, provavelmente me lançando para uma das laterais ou simplesmente rolando enquanto visava me aproximar. O ponto é: Quando conseguisse reduzir a distancia usaria minha adaga não para causar uma ferida fatal, e sim um simples corte no calcanhar. “Até onde lembro é aqui que fica o tendão”, ou simplesmente um corte profundo no joelho para simplesmente reduzir sua mobilidade.

Feito isso, meu trabalho com o grandão estava feito, iria seguir correndo em direção ao soldado sobrevivente e me aproximar de forma semelhante, usando os flancos tentando me colocar em uma posição favorável para realizar um ataque fatal na garganta ou peito.

Caso conseguisse executar a tática com perfeição, iria rapidamente tentar alcançar o denden mushi e então iniciar a tomar do possivelmente ferido marinheiro de maior patente. – Desculpa, não posso perder tempo. E é melhor avisar logo pro capitão da bomba que eu mandei pra ele... A menos que queira subir de cargo. – Seria uma mentira, talvez servisse para ganhar algum tempo ou quem sabe apenas para me entreter um pouco vendo a confusão... Não que fosse ficar para observar.

Se conseguisse seguir meu caminho, iria correr o mais rápido possível até a estação, não iria parar em circunstância alguma, e caso houvesse alguém tentando impedir minha passada tentaria executa-lo como de costume, me aproximar e causar um único corte com a adaga para abater o alvo.

Meu destino agora não era simplesmente chegar até o balcão e pedir uma nova passagem, simplesmente iria invadir a área onde ficavam os zepelins parados, onde já havia antes passado em minha chegada na ilha e invadir qualquer zepelim que aparentasse estar em prontidão para voo.

Uma vez dentro do aeroplano, se visível uma forma de fechar a porta iria fazê-lo, se não apenas seguir correndo até encontrar a cabine de comando, na esperança de que já houvesse um piloto de prontidão. – Não pergunta, só da partida nessa bosta! AGORA! – Dito isto iria deixar a faca exposta e já em posição para esfaquear o piloto, não que fosse fazê-lo, apenas queria que ele acreditasse que sim.


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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 6 EmptySex 20 Maio 2016, 22:58

Depois de um tempo caminhando até o objetivo finalmente vinha o começo de meu teste. Observei a situação tentando ter alguma ideia de plano, mas nada vinha em minha mente. Era apenas eu e uma ''desconhecida'' em uma missão... Para ser sincero, eu cogitava fortemente apenas chegar quebrando tudo, mas imaginava se teria que ter alguma ideia para facilitar minha ação. - Tenho os punhos, um martelo, uma gostos... Moça bonita do meu lado... Ah, foda-se. Vou apenas ver no que isso vai dar.

- Sei que essa é uma provação para mim, mas parece que estamos juntos nessa. - Pousaria com delicadeza a mão no ombro dela. - Confiarei em você. Peço que foque sua ajuda em eliminar possíveis atiradores... E outra: Eu não me gabo, apenas sou sempre otimista. - E então me afastaria dela com a pose de nice guy, com o dedão erguido e um sorriso no rosto.

Desceria o morro lentamente, tentando observar o galpão enquanto me mantinha entre a vegetação. Tentaria também olhar constantemente por onde eu pisava, para evitar pisar em coisas que obviamente fizessem muito barulho. Enquanto me aproximava do fundo usando do caminho oculto formado pela vegetação tentaria observar quantos guardas estavam daquele lado, quais eram suas armas e onde estavam posicionados.

Se eu conseguisse chegar sem ser notado até as paredes do galpão usando a rota da floresta dos fundos dele eu tentaria verificar a estrutura da parede. Se fosse madeira, buscaria encontrar as lacunas entre cada tábua, parafusos ou partes mais vulneráveis a força. Se fosse de metal, apenas buscaria achar parafusos que pudessem ser desmontados com o auxilio de um martelo.

No caso de os marinheiros ouvirem minha movimentação pela floresta mas não me avistarem logo de cara eu pararia de me mover e me agacharia, tentando me esconder. Uma vez estando próximo do chão, buscaria encontrar algum objeto de tamanho nem tão grande nem tão pequeno, apenas pesado o bastante para fazer barulho em uma queda. Se achasse algo desse tipo, o ergueria com ambos os braços e tentaria o lançar em um local um pouco mais longe de onde eu estava. Após fazer isso, observaria a reação dos inimigos para que eu pudesse reagir.

Na hipótese de eu ser localizado logo de cara, o jeito era ter que fazer tudo de maneira bruta. Inicialmente eu apenas olharia para aquele que me localizasse com cara de bunda e, se eu estivesse perto dele e desse tempo de eu neutralizá-lo antes dele me caguetar, o alvejaria com pisões fortes em suas pernas e empurrões, alternando entre esses dois golpes com o objetivo de levá-lo ao chão. Se ele caísse, desceria o punho violentamente diversas vezes contra seu rosto, até que ele fosse nocauteado. Se eu estivesse longe daquele que me detectou ou se ele estivesse em grupo eu apenas me manteria longe de seu alcance para que eu pudesse me situar naquele meio-tempo.

Em caso de ataques serem direcionados contra mim, tentaria reagir usando inicialmente de movimentação corporal e de contrações para eu sair da rota letal dos golpes e se só isso não fosse o suficiente para eu fugir de ser atingido eu usaria também de pulos e impulsos para fora de seus alcances. Se fossem muitos oponentes ou muitos ataques consecutivos, não hesitaria em também usar o ambiente ao meu favor, correndo por trás de arvores, galhos ou objetos que fossem capazes de atrapalhar meu oponente.





OFF: Sem mapa eu posso postar normalmente, mas se você puder fazer um ai sinta-se a vontade.

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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 6 EmptyDom 22 Maio 2016, 09:38

Gregory


O pirata observava o seu objetivo um pouco receoso, aquela seria a sua provação, então, teria de ter cautela ao agir e procurar fazer o seu melhor.
- Sei que essa é uma provação para mim, mas parece que estamos juntos nessa. – Disse após um breve tempo analisando a situação, não tinha conseguido pensar em nada muito promissor, mas não daria para trás. Pousou sua mão no ombro de Ludi. – Confiarei em você. Peço que foque sua ajuda em eliminar possíveis atiradores... E outra: Eu não me gabo, apenas sou sempre otimista.

A mulher permaneceu em silencio, antes de lentamente virar o rosto, olhando para a mão de Gregory e em seguida para sua cara. – Tire a mão de mim. – Disse enquanto puxava a trava de sua arma. – Só não estrague tudo. – Virou-se e deitou-se no chão, apoiando a arma no chão e a recostando em seu ombro, levou a cabeça para perto do corpo da carabina, olhando através do scope, o dedo direito pronto para agir, mas sem tocar no gatilho.

A posição da mulher denotava que ela sabia o que estava fazendo, só restava a Gregory dar o seu melhor.
O boxeador desceu a encosta com cautela, pequenas arvores e um mato algo o encobriam dificultando e muito que alguém pudesse vê-lo de lá de baixo, a descida foi difícil pois o terreno era íngreme e não existia trilha, cada passada era um perigo real, por vezes o pirata chegou a escorregar, mas conseguiu se equilibrar antes de cair.

Se aproximou dos fundos do galpão assim que notou que não haviam guardas por perto, era por volta de 13h o sol estava brilhando forte, o calor húmido daquela região florestal era algo singular, tateou a parede de madeira e buscou por ferramentas de fixação, como pregos, mas não encontrou nenhum. Depois de uma rápida análise notou que galpão tinha sido construído pelos modelo de encaixe de uma tabua a outra. Apenas em determinadas regiões existiam fixações externas, mas era feitas por rebites.

A madeira parecia muito resistente para ser quebrada ou deslocada, ao menos, não com aquelas ferramentas que Gregory possuía. O que o boxeador faria agora?

imagem:
 


Sidney


- Pra terminar comigo vai ter que me tocar. – Disse o jovem presunçoso. E para completar penso: “Ele deve ser lento por manejar um machado daquele tamanho...” Não foi bem o que seus olhos capitaram... Acabara de pensar nisso, e o marinheiro parecia se preparar para o combate, estalando o pescoço e dando início a uma manobra surpreendente enquanto girava o machado ao redor do corpo. – Tente a sorte, pedaço de merda.

Sidney não hesitou, avançou cegamente contra o oponente na esperança de que seria possível evitar o golpe do sargento e prosseguir com um ataque, e assim o fez. O Sargento desferiu um golpe descendente na diagonal, da direita para a esquerda e o jovem gatuno soube habilmente evitar o golpe escoando o seu corpo para a lateral, mas esse foi o único de seus feitos que viriam a surtir efeito...

O pirata estava inclinado, pronto para efetuar um corte que imobilizasse o inimigo, mas isso não aconteceu. No exato momento em que o sargento notou que seu golpe foi evitado, ele flexionou suas pernas e executou um salto acrobático passando por cima de Sidney de forma estupenda. Pouso atrás do gatuno ainda um pouco desequilibrado, tentando reaver seu ponto gravitacional para dar prosseguimento com o próximo golpe.
Mas o garoto não esperou por isso, contornou o marinheiro de alta patente e investiu contra aquele que estava mais recuado, pretendia executá-lo... Mas como eu tinha dito antes, aquela tinha sido a única ação que tinha dado certo. A sorte do rapaz parecia ter se esvaído por completo.

O marinheiro assustado com tamanha agilidade estava recuando, mas percebeu que não haveria como fugir. Os instintos daquele marinheiro afloraram e da mesma forma que um animal selvagem ataca quando acuado, o homem o fez. Sacou dois revolveres e os estendeu apontando para Sidney, os dedos indicadores começaram a trabalhar de forma desordenada mas eficaz. A essa altura o gatuno tinha duas escolhas: Investir e correr o risco de ser alvejado ou parar a investida e ignorar o alvo.

Assim como no marinheiro, os instintos de sobrevivência de Sidney falaram mais alto, contornou a linha de tiros e seguiu correndo para a estação, subindo a trilha.
Em seu encalço estava o sargento, que apesar de ágil no domínio do machado não era tão ágil em uma corrida e logo foi sendo deixado para trás.

O pirata estava prestes a chegar na estação, quando seus olhos avistaram o prelúdio do seu fim. A essa altura Sidney estava exausto devido a corrida que teve de executar morro acima, ele não era nenhum corredor e não tinha uma resistência tão aprimorada, logo, não haveria como fugir do destino daquela vez...
Um grupo de 10 marinheiros estava lá em cima, formando duas fileiras, 4 na frente de joelhos, 6 atrás de pé. Todos armados com rifles. – Preparar! – Conseguiu ouvir aquelas palavras como se fosse o único som no mundo. Não tinha para onde correr. – FOGO!

O estampido uníssono de 10 rifles disparando deve ser um som terrível de se ouvir quando se está na linha de fogo... Mas a sorte de Sidney parecia insistir em deturpar o resultado final das coisas. Por algum milagre nenhum dos 10 projetos antingia o gatuno em cheio, sendo alvejado apenas de raspão nas seguintes regiões: bíceps esquerdo, lateral esquerda do pescoço, lateral direita da barrida e das costelas, antebraço direito, na parte interna da coxa direita e na parte externa da panturrilha esquerda.

Mas não terminaria por ali, ainda não tinha alcançado o topo, e os marinheiro teriam chance de mais um disparo. – Droga! Preparar! – Ouviu novamente... – FOG... Wahhh! – O grupo de marinheiros fora arremessado para todos os lados, no local onde estavam antes uma figura encapuzada de punho estendido.

- Mwahahahaha que bela recepção! – Disse o encapuzado. – Cheguei! Sorth Blue! Esse mar irá sucumbir perante os meus punhos! – O indivíduo tirava o capaz, revelando ser uma espécie de humanoide meio peixe, um tritão!
Sidney enfim chegou ao topo, para avistar mais duas figuras, uma era um homem carregando um enorme escudo retangular a outra uma mulher com dois chicotes. Atrás deles mais 6 indivíduos aleatórios armados com diversos tipos de armas.
- Acabem com esses marinheiros homens mwahahaha! – Maldito seja a sorte de Sidney... Mas ao olhar ao redor, percebeu que aqueles 10 marinheiros não eram os únicos patrulhando a estação, haviam no mínimo mais 15 espalhados por ali, e vindo do caminho por onde tinha vindo, estava o sargento e o atirador que ele tinha deixado vivo. E Sidney não sabia... Mas uma figura imponente estava chegando pelo teleférico...
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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 6 EmptyDom 22 Maio 2016, 15:32

Avançando contra o marinheiro do machado, conseguia me esquivar de seu ataque com um pouco de sorte e um equilíbrio forçado ao máximo. Infelizmente não conseguia feri-lo e nem mesmo o outro marinheiro que então se revelava um atirador pouco eficiente.

Corri da cena seguindo meus instintos. Seguir com aquela batalha certamente não daria bons resultados, principalmente enquanto enfrentava um ótimo lutador corpo-a-corpo suportado por um atirador. Chegando próximo ao topo, onde acreditei estar finalmente a salvo, me vi encurralado frente a dez atiradores preparados para que Baterilla fosse minha última parada. – Merda! – Tive tempo de dizer antes dos disparos simultâneos. Levantei meus braços, inclinei a cabeça para o alto e por um momento aceitei os disparos. Milagrosamente, nem um único tiro atingiu de forma certeira, apenas raspavam em minha pele. – HAHAHAH! – Gargalhei ruidosamente ao notar que ainda estava vivo, embora o segundo disparo estivesse por vir.

Embora caçando, aquela era minha chance, tinha de correr e alcança-los antes da segunda rajada ser disparada, mas antes que o fizesse, novos indivíduos chegavam em cena já enfrentando as forças branco-azuladas. “Caralho...” Não conseguia completar a frase de tão atordoado que estava.

Pelo pouco que havia visto, já podia concluir que se tratava de um pirata ou revolucionário querendo ganhar alguma fama. – Eu não sei quem são vocês, mas agradeço. – Dei um amigável sorriso junto com um aceno para o tritão que parecia ser, além de uma horrenda criatura, o líder daquele grupo. – Eu não sou um marinheiro então vocês provavelmente não querem acabar comigo, eu só vou deixar que vocês se divirtam por aqui e pegar meu voo marcado, até a próxima. – Se não houvesse contentamento apenas seguiria correndo estação a dentro e deixando que os novos indivíduos cuidassem de meus antigos problemas. – CUIDE DELES CHEFE. – Disse ainda em alto tom esperando que o sargento pudesse ouvir isso.

Uma vez dentro da estação meus problemas deveriam ser menores, embora provavelmente houvessem guardas no interior do prédio também. Iria tentar passar despercebido usando pessoas como camuflagem ou mesmo paredes, pilastras e qualquer coisa que pudesse obstruir a vista da proteção local, que muito em breve deveria se unir ao combate que acontecia na rua.

Dentro da estação, iria o mais rápido possível tentar chegar até a plataforma onde os zepelins ficavam, e procuraria por algum que estivesse aberto fosse possível embarcar, uma vez dentro, iria até a cabine dos pilotos, usando a adaga para forçar caminho se necessário tentando evitar perda de tempo aplicando golpes letais em qualquer um que tentasse me parar. Ao chegar a cabine colocaria minha adaga no pescoço do piloto. Caso houvessem dois ou mais iria matar todos, com exceção de um tentando identificar qual era o piloto oficial.

- Então... O Clima em Lvneel nessa época do ano é ótimo... E você tem 10 segundos pra dar partida se não... Você já sabe, sangue pra todo lado, sua família vai sentir sua falta, bla bla bla... PÉ NA TABUA HOMEM! – Esperava então que pudesse me ver livre daquela ilha. Ou ao menos a caminho para tal.


Posição durante os disparos:
 
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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 6 EmptyTer 24 Maio 2016, 14:30

Sidney




Ai ai... Contar essa história está sendo algo bem particular... Faz me lembrar de tempos de outrora, onde situações como essa desencadeariam ferimentos gravíssimos e máculas que seriam carregadas pelo resto da vida... Mas os tempos mudaram, a vida está mais coxinha e existe algo chamada direito civil ou direito dos players, sei lá, enfim... Voltando aos ocorridos...

Sidney chegava aonde queria estar, e graças a sua sorte, ainda com vida. Não sei se descrevi o ambiente antes, mas mesmo que o tenha feito, voltarei a detalhar o local: Se tratava de um espaço amplo, metros e mais metros de comprimento, de extensão do local de chegada até um dos prédios de embarque. Do outro lado estavam os zepelins espalhados pela pista de pouso, e mais para trás galpões onde provavelmente era guardados ou feitas as manutenções das aeronaves; como dito, não havia apenas um prédio de embarque, eram 3, 2 deles comuns e o terceiro para pessoas de alta classe. Ficavam a cerca de 20m de distância um do outro... O chão do lugar era cimentado, lisinho e plano, um belo local para uma batalha sangrenta... E olha só, não era isso mesmo o que estava acontecendo por ali?

Os supostos piratas eram liderados por um tritão de 2,5m, musculoso e com punhos enormes, seus parceiros mais fortes eram uma mulher usando dois chicotes um dourado e outro prata e um homem magro de uns 3m segurando um escudo retangular quase do seu tamanho. O gatuno parava para falar com os seus salvadores, mas eles nem sequer davam atenção ao rapaz, estavam preocupados apenas em derrotar os marinheiros.
- CUIDE DELES CHEFE – Disse ao sair correndo depois de notar que nenhum dos piratas iriam interferir o seu rumo.

Enquanto se afastava Sid podia ver o que estava acontecendo ao redor, marinheiros e mais marinheiros chegando ao local e batalhando arduamente contra os piratas, ao olhar para trás veria que enfim o Sargento tinha chegado ao topo, mas já estava a sua distância segura, e o marinheiro teria outros problemas, afinal o grandalhão de escudo se colocou na sua frente.
Os transeuntes estavam ensandecidos, pessoas gritando e correndo para todos os lados tentando fugir da batalha e não serem atingidos por balas perdidas que voavam de um lado a outro por ali. O gatuno estava a pular a catraca para entrar no local quando ouviu uma pessoa gritar.

- ESTAMOS SALVOS! O CAPITÃO CHEGOU!

O garoto, sim, o capitão era um garoto, apenas 21 anos. Jovem, esbelto com seus 1,8 apareceu saindo do teleférico, em sua cintura uma espada de dois gumes, em sua face uma expressão de determinação. O fugitivo não ficou a tempo de esperar para ver o resultado daquilo, seguiu em frente tentando “não chamar atenção” como se isso fosse possível vindo de um garoto cheio de feridas de bala, suado e com a roupa suja de sangue.
Os guardas estavam ocupados tentando conter a confusão e levar as pessoas para um local seguro, o que por ventura, acabou ajudando o garoto a passar despercebido.
Chegando na pista de pouso Sidney pode ver que quase todos os dirigíveis estavam parados, motores desligados, sem operação. A ordem de cancelar os voos tinha sido cumprida. Mas um dirigível estava com as elices a rodar... Sem pensar duas vezes Sidney correu na direção, mas quando ia subir, começou a ouvir os zunidos de balas, e os estalidos dos projeteis se chocando contra as partes de metal da nave.

Um velho conhecido seu estava a lhe dar os seus cumprimentos depois de tanto tempo sem se verem... Sidney olhou para trás e viu aquele jovem garoto... Aquele que tinha lhe ajudado, aquele que tinha apunhalado e deixado para trás para que levasse a culpa.
- Prazer em revê-lo amigo! – Gritou o garoto com uma arma em punhos. Logo voltou a atirar. Um dos tiros acertou o antebraço esquerdo de Sideney, outro acertou o sua panturrilha esquerda antes que o gatuno pudesse saltar para dentro da aeronave e rumar até a sala de pilotagem, mancando e sentindo dores.

- Então... O Clima em Lvneel nessa época do ano é ótimo... E você tem 10 segundos pra dar partida se não... Você já sabe, sangue pra todo lado, sua família vai sentir sua falta, bla bla bla... PÉ NA TABUA HOMEM!

O homem deu um salto, estava assustado. – Es-es-... Espera! Eu não posso, o dirigível está indo pra manutenção, eu não posso levantar voo. – Mas mesmo dizendo aquilo o homem não queria arriscar sua vida. Por isso deu início ao processo de decolagem.

Antes de enfim levantarem voo, o dirigível foi alvejado por inúmeras balas, o velho amigo de Sidney estava em posse de uma espécie de arma muito poderosa, não sei onde ele conseguiu aquilo, mas se tratava de uma metralhadora torreta, o som era ensurdecedor, a quantidade de disparos era inacreditável, o zepelim foi alvejado em quase todas regiões possíveis, desde o balão até a parte da fuselagem e controle, mas mesmo assim levantou voo... Mas por quanto tempo ele continuaria no ar? Sidney pode ver a batalha que estava ocorrendo no solo, e no meio dela, um espadachim de pé ao lado dos corpos caídos do tritão e da mulher dos chicotes, ele olhava para cima...

AVENTURA FINALIZADA (PARTE DO ZED)


Perdas:
● Medalha Roubada

Ganhos:
● Corte na Boca (2 posts pra curar, você cortou a boca e um pouco depois levou um tapão)
● Saco de Xiloca-ana (Alucinógeno) 1/8
● Ferimento de bala na panturrilha esquerda (5 posts pra curar, depois de remover a bala. Se não removê-la em 5 posts, dará infeção por 10 posts)
● Ferimento de bala no antebraço esquerdo (5 posts pra curar, depois de remover a bala. Se não removê-la em 5 posts, dará infeção por 10 posts)
● Mudança de aparência (Cabelos cortados de forma rústica) – Tempo para voltar ao normal: (00/20).
● Camisa social branca e uma calça azul escura surrada (1w)
● Grupo: Pirata

Relação de personagens:
● Descrição por conta do player.

Exp: 7
EdC: 7

Localização: Caindo no Mar, no North Blue, próximo a Lvneel (1/2)

Recompensa: 5.500.000 de berries

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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 6 EmptyQua 24 Ago 2016, 12:23

Após verificar a parede, pude obter as informações que queria. Uma parede de tábuas de madeira resistente unidas firmemente e uma janela alta demais para ser alcançada a tempo antes de ser pego por algum guarda. Achei que isso seria mais fácil... Essa frustração acabou me tirando a empolgação, mas deixaria a mente esvaziar e então retornaria a floresta, onde eu me deitaria para ocultar minha presença enquanto pensava em algo.

Naquele vazio de minha mente, eu já tinha noção de que não era bom em me planejar e, por isso, tinha que usar de minha mania de imitar as pessoas para relaxar e então conseguir pensar em algo. - Eu sou... Kurihara. Vou ajudar essa revolucionaria com esse... Plano. Pois sei que sou essencial... Aqui. - Diria com pausar estranhas entre as frases enquanto gesticulava com as mãos ainda deitado no chão. Era daquele modo que imaginava o rapaz. Estava mais a vontade, mas só de ter que pensar em algum plano já sentia minha força de vontade escapar de mim, como se fugisse desse momento entediante. - Minha missão é a de incendiar as armas... Então em algum momento eu terei que iniciar um foco de incêndio... - Refletiria enquanto procurava no chão da floresta por galhos e cipós secos e folhas mortas no chão. - Eu concluirei essa missão nem que para isso eu tenha que sacrificar algo como minha liberdade ou algo assim. - Imaginaria isso com convicção. - Sempre imaginei como seria a emoção de uma fuga da prisão mesmo.

Após refletir um pouco no chão da mata, me levantaria com o corpo arqueado para continuar oculto na penumbra e entre a vegetação. Retornaria até o cume do morro, me apoiando com firmeza nos pés e eventualmente agarrando em arvores e rochas para não correr o risco de rolar morro abaixo. Já tinha esboçado um plano em mente, mas para estar minimamente preparado para ele eu tinha que conversar com Ludi antes. Usaria minha memória e minha boa audição para eu ter uma noção de onde seguir para chegar até minha ''comandante''.

Pretendia continuar atuando em minha imitação de Kurihara inclusive em frente de Ludi - Retornei para pedir algo essencial para essa... Missão. Algo que não passou nem por minha mente nem pela sua quando dei as costas para você e comecei a descer esse... Morro. Preciso... - Diria com uma expressão firme e um voz serena assim que tivesse a revolucionaria em meu alcance. - ...De uma fonte de... Fogo. - Concluiria minhas palavras, esperando que, por Deus, eu pudesse obter aquilo ali. Caso contrario eu teria que me virar para fazer fogo como um escoteiro, o que seria realmente muito chato. - Além da fonte de fogo, pode me dar um pouco de sua... Munição. Tenho uma ideia relacionada à pólvora contida nelas. - E depois disso esperaria para obter pelo menos um dos meus dois pedidos.

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Falas
Pensamentos
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Akane Kazumi
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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 6 EmptyQua 07 Dez 2016, 19:54

緋色





Aprendizagem de Estratégia

A falta de consideração e demora de meus companheiros teria de fato me desapontado se por alguma razão eu tivesse sido encontrada pela Marinha e seus cães sarnentos. O que era pior de toda aquela demora era o fato de que todos sabíamos que estavamos sendo caçados pelo ocorrido em Briss. Dei de ombros para tanto alvoroço e em meio ao Instituto no qual estava muito bem escondida via surgir uma grandiosa oportunidade diante de meus olhos.

Meu pedido ao velho pareceu mais interessante para ele do que para mim mesma, já que pela sua reação ele pareceu interessado em não apenas sediar o local para uma nova experiência de um visitante, mas demonstrou interesse particular na oportunidade de fazer um novo discípulo talvez. Mantive meu semblante sereno e tranquilo enquanto ele falava que tudo aquilo era estratégia, de fato ele podia ter razão, afinal estavamos dentro de um local que comportava um imenso número de livros com diversos conhecimentos. Havia reparado que não era apenas uma simples biblioteca ou um local o qual se usa para reflexão ou exposição de ideias desde o momento em que coloquei os pés aqui, então o que ele disse não era lá uma grande novidade, mas ainda assim era algo de meu interesse saber o motivo de sua atenção ter sido voltada a mim e aquela sua última fala se assemelhar tanto à um convite de quem ansiosamente esperou por aquele momento durante tempos e tempos.

Eu poderia sorrir para ele, demonstrar-lhe que havia certo interesse de minha parte, não era pouco por sinal, porém eu ainda não sabia suas reais intenções, por essa razão precisava observá-lo, afinal isso também era estratégia de certo modo. Saber como a mente de seu oponente funciona era importante para saber mais sobre seu comportamento, havia aprendido um pouco à respeito disso em minhas últimas leituras naquela tarde, entretanto, não consegui notar naquele velho nada além de um desejo de atenção, por esse motivo, respirei fundo e cedi ao impulso de saber o que ele tinha em mente apesar de minhas desconfianças.

- Certo. Se é pelo conhecimento... Eu faço.

Minha resposta podia parecer de certa forma apática, porém havia veracidade e desejo nela ainda que não demonstrasse emoção do que disse, eu queria "O Saber" e sempre estava disposta à fazer qualquer coisa por ele, ainda que isso pudesse me levar à passar dos limites e talvez isso fosse um ponto fraco em mim. Uma tendência comportamental na qual eu me expunha à possíveis perigos se alguém descobrisse, então teria que ser cautelosa daqui em diante.

Ele então fechou o livro, fazendo um som ecoar pelo local, não fora muito alto, mas por um segundo pareceu que todos nos ouviram naquele momento, mas foi apenas impressão minha. Ele riu de uma forma engraçada e antes que pudesse terminar com seu riso tossiu de um modo ainda mais estranho o que me pareceu comum para um velho daquela idade, apesar de ele ser realmente um velho esquisito.

- Venha minha jovem. - disse ele.

Resolvi segui-lo sem dizer mais nada. Caminhamos então pelos corredores do Instituto por onde encontravamos inúmeras prateleiras, alinhadas e cheias de livros assim como algumas pessoas que pareciam loucas pelo próprio conhecimento,ou estavam apenas entretidas em seus próprios mundinhos que nem sequer notaram enquanto passavamos por eles. Já conhecia bem o lugar depois de minha última experiência com o charlatão de mais cedo e deixando aquilo de lado chegamos a um lugar que parecia mais um salão de jogos que qualqur outra coisa, porém ao redor também haviam livros e peças entalhadas representando as peças do xadrez ocidental, comum eu diria, mas belo da mesma forma. Nada disse ou expressei, apesar de por dentro me sentir satisfeita de estar ali naquele lugar, então o velho com muita dificuldade sentou-se numa cadeira diante de um tabuleiro que parecia de xadrez ocidental, quando na verdade as peças que estavam sobre o mesmo pareciam ser feitas de madeira envernizada com marcações em tinta sobre elas.

- Chegamos. - disse ele.


Mantive a frieza enquanto olhava para a mesa, apesar de curiosa à respeito não perguntei, mas ele riu-se consigo mesmo antes de tornar a falar.

- Ohohoho... Pelo seu olhar, suponho que nunca tenha visto um tabuleiro de shogi na vida, estou certo?

Sua observação estava correta, mas qualquer pessoa poderia deduzir isso vendo a forma como reagi, ainda que eu não tivesse costume de revelar expressões no rosto ou coisas do tipo, era notável que me intriguei e a curiosidade de certo fez meus olhos expressarem alguma coisa. O velho que estava diante de mim era mais inteligente do que eu podia imaginar, seria um perigo em potencial caso fosse um aliado dos Marinheiros, mas preferia não ficar apegada à esses detalhes, fingi não ligar, precisava manter-me mais fria ainda. Acenei positivamente com a cabeça.

- Não tem problema, o shogi não é um bicho de sete cabeças, porém pode ser exatamente a chave daquilo que procura, minha jovem. - ele disse prosseguindo em suas palavras.

Com um gesto no instante seguinte apontou-me a cadeira à frente da dele então sem cerimônia sentei-me à mesma, após puxá-la e me acomodar ali diante dele enquanto o mesmo ajeitava as peças sobre o tabuleiro. Tudo estava arrumado da maneira correta quando ele uniu os dedos e deu início ao que parecia ser a explicação.

- Bem, vejamos. Por onde eu começo?

Ele não parecia confuso, mas demonstrou buscar um ponto de início para começar à me explicar algo que ele provavelmente havia aprendido há muito tempo atrás, antes mesmo que eu tivesse nascido ou pensasse em empunhar uma espada com minhas mãos. Ele pigarreou e após franzir a testa um pouco coçando-a com a ponta dos dedos prosseguiu no que dizia.

- Pois bem... O Shogi é uma versão diferente de xadrez, na certa disso você já sabia, porém o que estou prestes à explicar é a parte mais importante. O objetivo do jogo é o mesmo do xadrez ocidental, mas mudam-se as peças e o tabuleiro. Vence o jogo quem capturar o rei adversário, mas presumo que disso você também já sabia... Estou correto? - disse o velho.

- Está. - respondi apenas.

Eu não sabia de verdade, foi apenas uma dedução, mas me interessei pela maneira como ele parecia se interessar por aquilo. Fiquei intrigada em saber quem na verdade era aquele velho, já que ele parecia ser tão inteligente e paciente, também pareceu-me que há muito ninguém lhe dava ouvidos e isso era uma possível oportunidade de ouro para mim. Receber instrução de um homem tão sábio na certa me faria herdar um pouco mais dessa sabedoria para utilizá-la em meu caminho futuramente.

- Pois bem... Diferente do Xadrez ocidental, onde as peças ficam cada vez mais fortes, no shogi é o oposto... - disse ele pegando uma das peças. - As peças ficaram gradualmente mais fracas porém mais agressivas, já que geralmente perderam sua capacidade defensiva.

Disse ele começando sua explicação aos poucos enquanto eu prestava muita atenção à cada detalhe à respeito dela. Ele explicou cuidadosamente sobre detalhes como o fato de cada jogador ter 20 peças no total, sendo elas: 1 rei, 2 generais de ouro, 2 generais de prata, 2 cavalos, 2 lanceiros, 1 bispo, 1 torre e 9 peões. Também me explicou à respeito dos movimentos de cada peça que não diferiam muito das peças comuns do xadrez ocidental, exceto pelo fato das promoções que mudavam um bocado à situação, então passei à me interessar ainda mais numa coisa à respeito de todo aquele jogo, como passar um conhecimento num jogo de tabuleiro para a vida? No que aquilo me ajudaria em estratégias? Notei um sorriso breve nos lábios dele, enquanto o silêncio se fez presente, o que deixou claro que ele estava medindo minhas expressões e então meu enigma foi respondido sem que eu mesma precisasse fazer nada.

- Paciência minha jovem, o conhecimento exige tempo, dedicação e esforço. Que tal uma partida? - disse ele sorrindo ao pronunciar a última frase.

- Claro, creio que está esperando por isso já faz um bom tempo, eu diria.

Aquela expressão no rosto dele demonstraram que eu tinha acertado em cheio no que dizia e então começamos à jogar. Já havia se passado um bom tempo desde a explicação e então demos início ao jogo, um movimento simples o dele, talvez básico demais para enfrentar um mestre, mas aceitável em se tratando de uma iniciante como eu. Fiz o que pude de início com o pouco de conhecimento que me havia sido passado e durante alguns minutos ficamso movendo peças aqui e ali tentando analisar a movimentação um do outro até que ele finalmente abriu a boca e disse algo.

- Você pode não estar compreendendo criança, mas... Há um grandioso propósito seja no xadrez ocidental ou no shogi.

Nada respondi a ele, apenas pensava em minha jogada, mas não deixei de olhá-lo por sob os cílios antes de voltar à focar os olhos no tabuleiro onde durante a partida estava eu em tremenda desvantagem, sendo que uma de suas peças importantes, um bispo, estava próximo às últimas linhas de meu tabuleiro, caso ele passasse por ali teria a oportunidade de promover seu Bispo à Dragão Cavalo, o que na certa iria quebrar meu plano de jogo.

- Tudo possui um ritmo, você como uma estudiosa e caçadora de conhecimento deve saber muito bem disso, eu diria.

Nada disse, mas estava entendendo duas coisas diante das atitudes dele. Primeiramente ensinamentos sobre estratégias eram algo que exigiam muita concentração e estímulo, então diante daquelas palavras no meio de um jogo de tabuleiro que exigia raciocínio lógico e antecipação, ele me ensinava e provava meu próprio foco com suas palavras na intenção de me confundir para camuflar suas jogadas enquanto ele pensava numa forma de investir contra minhas defesas e quebrá-las.

- De fato... O jogo de tabuleiro shogi é baseado em estratégia militar, não é? Sendo assim, aquele que o criou teve que buscar um meio de colocar seus planos numa tábua de madeira e tentar um método de antecipação para poder não apenas prever os movimentos de seu oponente, mas também surpreendê-lo com sua capacidade de neutralização e reação. - disse a ele ainda sem demonstrar emoção na voz.

- Correto!! Ohohohoho! - ele disse em resposta

A inteligência dele era realmente impressionante, havia aprendido um bocado, mas ainda não me pareceu que a lição final havia sido aplicada. Eu precisava vencer aquela partida de shogi se quisesse ganhar o restante do conhecimento que ele tinha a passar.

- Quando você se depara com um oponente mais forte do que você, como no caso... Um Bispo diante da linha de frente. Sua movimentação não é frontal, mas ele ganha espaço e pode causar estragos pelos flancos, o que demonstra certa versatilidade... Como proceder diante de um inimigo que usa métodos variáveis para causar algum tipo de dano em sua estratégia perfeita?

Aquilo era um enigma? Ao menos parecia ser um, já que sua tentativa de fazer uma pergunta difícil na certa iria distorcer meu raciocínio e meu julgamento. Mantive a frieza, apesar de praticamente ser colocada contra a parede quando ele falava de uma situação na qual ele havia me colocado, mas eu já tinha visto isso no real? Já havia me deparado com alguma coisa assim? Se me comparasse à uma peça de shogi, eu seria o cavalo, naquele tabuleiro já que por não possuir grande força física eu dependia da inteligência e da agilidade que meu corpo possuía para poder enfrentar possíveis desafios propostos à mim, Gregory poderia ser comparado à Torre, já que ele era forte e rápido e diferente de mim não precisava atacar pelas costas de ninguém, o Capitão também era assim, então me veio à mente a pessoa perfeita... Sofia. Ela era inteligente, forte e veloz como os outros mas o fato de usar armas diferenciadas e um ataque à média distância, fazia dela o tipo de oponente que se encaixaria num Bispo em meu tabuleiro mental, mas como contra-atacaria alguém como ela?

A partir do momento em que se pensa em Shogi encaixando pessoas no lugar das peças a estratégia fica um pouco mais difícil, já que o correto seria fazer o oposto, porém aparentemente estava seguindo o caminho certo de raciocínio e ao invés de responder à ele, movi uma de minhas peças, o fatídico cavalo, bem posicionado colocado à uma linha na qual ele provavelmente já sabia que seria, porém seu Bispo fora neutralizado. Antes que eu pudesse proferir qualquer palavra meu cavalo fora cercado por um dos peões e colocado numa situação complicada, antes que eu pudesse notar, o tabuleiro agora parecia ainda mais ameaçador.

- O princípio mais importante na estratégia é manter a cabeça fria e agir sem se apegar à padrões próprios, deve-se criar algo à partir do nada, encontrar o ritmo do adversário e criar uma interferência no mesmo... Para uma iniciante era mais do que lógico que moveria a peça que mais se assemelha à você, uma garota inteligente e sagaz, disposta à tudo "pelo conhecimento" se enquadra perfeitamente na posição do cavalo. Alguém que age sorrateiramente e se prepara para dar o bote no momento certo, porém... O que acontece quando sua peça principal, quando aquela na qual você deposita toda a sua fé, é neutralizada?

A resposta que me primeiro veio à mente foi simples, sua estratégia está perdida, porém havia algo nessas entrelinhas.

- Tente de novo... Falhe novamente... Falhe Melhor.

Minha resposta foi seca e fria, mas notei a satisfação dele em ouvir aquilo, já que minha cabeça já tinha se revirado por completo e desapegando-me de aspectos que se pareciam mais comigo como pessoa, passei à ver da maneira correta, as linhas inimigas nas quais um dia eu e meus nakamas seríamos obrigados à guerrear e um sem o outro nada seríamos. Eu precisava fazer sacrifícios, precisava caminhar e deixar paradigmas de lado, sem apego, sem fixação em um único plano, já que as variáveis eram inúmeras e sendo assim eu poderia mudar a história de um jogo que parecia ganho para o meu oponente com apenas um movimento certo ou errado. Sacrifiquei o cavalo, capturando uma peça insignificante, porém com um propósito mais interessante em jogo, já que durante uma sequência de no mínimo 10 jogadas que se seguiram à partir dali, uma peça que só se move para frente, o lanceiro da ponta esquerda, foi o suficiente para abrir caminho para que o cavalo remanescente invadisse a zona de promoção, o que me deu a vantagem da mudança.

- Um cavalo mudando para a posição de cavalo promovido é equivalente à um General de Ouro, foi uma excelente jogada, criança. - Disse o velho - As vezes nem sempre a peça mais forte é a maior ameaça, muitas vezes uma peça que parece já ser conhecida ou neutralizada, pode causar estragos maiores do que uma peça realmente forte.

Suas palavras eram sábias e inspiradoras, mesmo que aquilo fosse um jogo eu havia aprendido coisas importantes, apesar de aquela primeira partida ter demorado cerca de duas horas, e eu ter saído derrotada. Jogamos pelo resto da tarde, muitas e muitas vezes até que a luz do sol sumiu de nossas vistas e o frio invadiu o local. Ele parecia ter passado muitos anos naquele lugar jogando contra os melhores, portanto era impossível alcançar seu nível tão cedo, porém apenas para meu consolo pude vencer uma única partida sequer. Com aquelas conversas havia enfim descoberto que padrões e estratégias podem variar, tudo depende do ritmo e ao encontrá-lo conseguimos moldar uma forma de reação ou de defesa, para colocar em prática aquilo que planejamos.



[...]


Enfim após aquela tarde compatilhando um grandioso conhecimento estratégico com aquele velho, ainda que num tabuleiro saí do Instituto inspirada. Saía do Instituto sabendo que devido ao tempo que passei ali na certa estaria escuro ou provavelmente seria tarde, eu não tinha um relógio então era difícil definir com exatidão, mesmo assim deduzia que já não havia mais sol. Acabei gastando bastante tempo estudando e nem sinal daqueles irresponsáveis da tripulação, o que significava que eu teria que sair em busca deles, tomando cuidado com os marines que estavam pela Ilha, além do grupo que havia se deparado conosco há algum tempo atrás quando chegamos à Ilha. Comecei à criar pequenas teorias em minha mente, já que a demora deveria ser justificável por alguma razão, Baterilla era um lugar onde havia um fluxo grande de pessoas, principalmente pelo turismo atraídos pelo "Aprendendo de Tudo" e o Zepelins, então era fácil de deduzir que a Ilha estivesse cercada de Marines o que não me agradava em nada.

Meus colegas de crime poderiam já estar capturados à essa altura do campeonato, entretanto me lembrava que Gregory havia dito algo sobre conhecer os revolucionários daquele lugar, o que acendia em minha mente uma lâmpada, um fio de esperança e me dava um brilhante ideia para posterioridade.

Refaria meu caminho, voltando para o local onde havia deixado Gregory, talvez pudesse colher alguma informação por ali, mas caso ele não estivesse, o melhor à se fazer seria procurar um lugar para beber alguma coisa, bares sempre eram ótimos lugares para se obter informação e conhecer todo o tipo de pessoa. Eu conhecia bem Baterilla por ter morado aqui durante toda a vida, mas não me orgulhava disso, mesmo assim tiraria vantagem esse misero detalhe para arrumar uma forma de sair daquele lugar. Precisava encontrá-los, mas caso não conseguisse de qualquer forma eu era uma procurada agora, então precisaria de um jeito de fugir e era exatamente por isso que eu precisava de contatos, já estava começando à bolar um plano e esperava que desse certo, ainda que eu precisasse de aliados importantes pra isso.




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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 6 EmptySab 24 Dez 2016, 23:48

Cansada de tanto esperar e decepcionada pela demora e falta de consideração de seus companheiros, sendo um em especial, e sabendo que a tripulação estava sendo procurada pelo ocorrido em Briss lhe fez pensar se existia alguma chance de ser encontrada pela Marinha, então Akane aproveitou que estava no Instituto, o que garantiria um bom local para que se escondesse, e utilizou essa oportunidade para que aprendesse mais já que conhecimento nunca é demais.

E após fazer um pedido para aprender sobre estratégias dessa vez, um dos velhos mostrou um certo interesse na bela pirata, mas não pensem errado sobre o mesmo, pois o único interesse dele era passar o conhecimento à frente, e combinando com o interesse dela saiu tudo sob medida. E se mantendo tranquila e serena, Akane sorriu para o velho demonstrando interesse pelo conhecimento de estratégia que o mesmo demonstrava possuir, mas ainda não podendo saber os objetivos reais continuou a observá-lo, pois pelo conhecimento que adquirira anteriormente aprendera que saber o comportamento de seu oponente era importante, pois assim poderia determinar quais tipos de ações ele poderia realizar, e isso também é estratégia. Mas ainda assim, a bela pirata ainda não conseguia dizer quais seriam as intenções do velho a sua frente, então ela respirou fundo e ignorando suas desconfianças, decidiu concordar com qualquer que fossem as intenções do velho.

Fechando seu livro e abrindo um sorriso, o velho se levantou dando uma risada, que no meio se transformou em uma tosse, normal para a idade demonstrada pelo mesmo. Após se recuperar da crise de tosse, o mesmo convidou Akane para ir a um outro lugar, que o seguiu sem dizer ao menos uma palavra. Passando pelos corredores do Instituto, os dois puderam ver muitas pessoas, cada qual entretida com suas próprias atividades que pouco prestaram atenção aos dois, eram pessoas que estavam buscando mais conhecimentos ou apenas distraídos com coisas que não cabiam a eles saberem. Depois de mais um tempo, os dois chegaram a um salão que provavelmente seria o destino dos dois, já que o velho diminuiu o ritmo das passadas. Parando para analisar que tipo de ambiente estavam, Akane encontrou muitas coisas relacionadas a jogos, o que a fez pensar que tipo de coisa aprenderia ali, mas também pôde encontrar livros e peças entalhadas de xadrez. Ainda sem lhe dirigir a palavra, o velho mostrando uma dificuldade que derivava do cansaço, sentou em frente a um tabuleiro de xadrez, mas  as peças eram feitas de madeira, e foi em frente a um tabuleiro de shogi que o aprendizado da jovem se iniciou.

                                     
--------

Após uma tarde de muitos conhecimentos, Akane saiu do Instituto inspirada, pois teria muitos usos e oportunidades para usá-los, a tarde ia se retirando para a entrada da noite na ilha de Baterilla, mas sentindo-se preocupada por não aparecer ninguém de sua tripulação, a jovem pirata utilizou-os para pensar no que poderia ter ocorrido, e o mais provável era que seus companheiros tivessem sido capturados, com exceção de Gregory, já que o mesmo havia lhe dito que iria procurar alguns revolucionários. Então ela começou o seu caminho de volta ao local onde tinha se encontrado com seu companheiro anteriormente, mas antes que tivesse caminhado mais do que 100 metros, uma grande explosão apareceu para estremecer a ilha, causando um grande tumulto na rua. O estrondo parecera ter vindo da parte nordeste da cidade, considerando que estava exatamente no centro da cidade, não levaria muito tempo para chegar ao local, visto que por morar na ilha antes de suas aventuras, ela conhecia locais que poderiam fazê-la chegar ao local da explosão mais rápido, mas ainda tinha a questão de qual caminho Akane tomaria, continuaria seu caminho até o local onde se encontrara antes com Gregory, ou deixaria a curiosidade falar mais alto e iria até o local da explosão?

Próximo ao local da explosão, haviam duas pessoas que compartilhavam de sentimentos opostos, um homem, que estava em frente a um prédio em chamas, mostrava um grande sorriso e parecia extremamente satisfeito por algum motivo, por outro lado, uma mulher, escondida num barranco entre alguns arbustos, estava chocada e triste. Mas não se podia dizer naquele momento qual era o motivo de tais sentimentos, só era possível fazer suposições naquele momento.

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