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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 5 EmptyDom 27 Mar 2016 - 11:45

Relembrando a primeira mensagem :

[CF] PT II - Férias em família.

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis e piratas Gregory W. Ross; Sidney Thompson; Sofia Schwarz; Shannon Jay; Kurihara L. Riki. A qual não possui narrador definido.


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Zed
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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 5 EmptySex 13 Maio 2016 - 2:16

Minha mentira não era o bastante para enganar o guarda, e por uma PUTA COINCIDENCIA DO DESTINO, um frisbee atingia minha cabeça, impedia o abate e também revelava minhas intenções. “Puta merda! Garoto filho de uma prostituta sem dentes do caralho.” Sequer ao certo sabia como insulta-lo, tamanha era minha raiva.

Não restavam opções, nem mesmo eu conseguiria explicar em palavras um motivo plausível para minhas ações e ainda continuar no disfarce. Não me restavam alternativas além de largar em disparada. Infelizmente, aquele não parecia ser o melhor dos dias. Afinal, enquanto tentava fugir após a mais ridícula tentativa de assassinato da história, colidia contra um passante que resultou na queda de ambos.

Um estranho loiro nada intimidador a princípio, mas pude ouvir berros a respeito de um pirata vindo de Briss. “Pirata?” Ele realmente não parecia ser um, “Muito mole.” Conclui apressadamente tentando me por de pé. – ELE É O PIRATA! – Berrei apontando em sua direção e tomando distância. – PEGUEM ELE! – Sim, o deixaria para trás enquanto seguia com minha fuga, ao menos sua presença havia sido um bom chamariz.

Usaria a confusão para tentar me infiltrar na multidão enquanto corria e ao mesmo tempo tirava as roupas de marinheiro as jogando pelo chão, de nada valeriam se fosse preso. Remover as calças poderia ser um pouco mais complicado, então iria faze-lo apenas após tomar uma boa distância. E tomando extremo cuidado para não cair no processo.

No caso de algum valente indivíduo notasse que era um criminoso disfarçado e tentasse impedir minha passada, iria usar minha adaga somada ao corpo franzino e normalmente rápido, para me aproximar tentando não ser atingido ou agarrado e cortá-lo com a lamina. Devido a pressa não iria me focar em desferir ferimentos fatais, apenas o faria se fosse muito oportuno e não fosse atrasar minha fuga.

Enquanto fugia, tentaria seguir em rumo aos becos escuros, facilitando minha fuga para despistá-lo. E enquanto fugia, tentaria também procurar por uma clínica clandestina, hospitais não eram seguros. Com meus conhecimentos acerca de atividades ilegais, reconhecer um lugar assim não deveria ser um grande desafio se estivesse no caminho correto.

No caso de ter sucesso na fuga e de encontrar o lugar, ao entrar seria direto com o médico. – Eu preciso que de um jeito nas minhas costas. – Ainda sentia a dor, embora mais moderadamente do que antes. – Cai de um lugar bem alto, mas é melhor não fazer muitas perguntas. – Por ser um médico irregular, provavelmente não se importaria tanto, ao menos assim achava.

- E... – Lembrava-me então. – Isso! – Diria tirando do bolso o saco com a erva pega do hospital. – Xilóca-ana foi como o cara chamou. Saberia me dizer os efeitos e possíveis efeitos colaterais? – Preferencialmente queria que a explicação viesse durante o tratamento de minhas costas. Tinha certa pressa quanto a isso, principalmente agora que sabia que estava sendo caçado. “É... Brincar com os marinheiros agora parece meio perigoso... Muito mais perigoso do que divertido, é melhor eu controlar esses impulsos.” E era um fato, até então estava agindo impulsiva e institivamente, até demais.


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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 5 EmptySab 14 Maio 2016 - 11:59

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Toda a calmaria de minha caminhada ruía junto àquela queda. Em segundos eu passei de um simples turista a um pirata terrível aos olhos da população. Meu coração bateu mais forte e o desespero conseguiu me dar uma pontada a ponto de me fazer estufar os olhos... É, não tenho como negar, aquilo era enlouquecedor. Mas deixei o que poderia causar medo despertar uma raiva em mim. E isso se refletia em minha expressão... Franziria minhas sobrancelhas e observaria aquela figura desengonçada em vestes de marinheiro que havia me derrubado.

- ELE É O PIRATA! PEGUEM ELE! - Assim que ele começasse a bravejar essas palavras, tentaria interrompê-lo com um tapa em sua cabeça.

- Cala a boca! - Me colocaria de pé e observaria os arredores. Tentaria disfarçar minha irritação deixando meu rosto mais amigável para a população.  - EU!? Deus Usopp EU NÃO SOU PIRATA NÃO! Deus Usopp - Gritaria para todos enquanto observava minhas possíveis rotas de fuga. E então eu repentinamente arrancaria em uma corrida em direção a rua por onde tinha vindo, tentando encontrar espaço entre a multidão. - MENTIRA! SOU PIRATA SIM!! HUAHHAHAHAHIA!!

- SAI DA FREEEENTEEE, SATANÁÁÁÁÁÁSSS!!! - Durante minha corrida, tentaria achar espaço entre a população para que eu pudesse prosseguir meu afastamento dos marinheiros que se aproximavam. Prosseguiria minha fuga através de becos e esquinas aleatórias e depois tentaria achar algum lugar com pouco movimento de pessoas, de forma que eu conseguisse despistar os possíveis inconvenientes que me seguiam.

- REVOLUCIONÁRIOS! - Vociferaria no meio de minha fuga e então colocaria as mãos em volta da boca em forma de concha - CADÊ VOCÊS, MEU FI? SOU EU, O GREGORY. PRECISO DE UMA MÃOZINHA!!! - Concluiria, em uma tentativa sem enrolações ou relutância de chamar a atenção do exército.  

Eu tinha noção que a população poderia tentar se colocar contra mim no meio dessa fuga. Se isso ocorresse, tentaria dribla-los evitando ir em direção aos que tentassem me barrar e tentando achar uma rota alternativa. Se não fosse possível ir por outro lado e eu estivesse cercado de civis valentes, me restaria achar o lado que fosse mais fraco, como se eu procurasse o elo frágil de uma corrente... Se eu encontrasse o lado mais fraco do cerco, seguiria até ele e me jogaria contra eles com o ombro voltado pra eles e com o corpo contraído, com esse posicionamento eu me jogaria contra os civis ou seja lá o que fosse em busca de prosseguir com minha fuga. Com isso, usaria de meu corpo para abrir espaço para fora. Se isso não fosse o suficiente, tentaria começar a lançar socos em direção a barriga e cabeça de forma que empurrassem ou desnorteassem o indivíduo para que assim fosse aberta a oportunidade de minha passagem para fora dali.

Em caso de ataques serem direcionados contra mim, tentaria inicialmente usar de movimentação corporal e de contrações para eu sair da rota letal dos golpes e se só isso não fosse o suficiente para eu fugir de ser atingido eu usaria também de pulos e impulsos para fora de seus alcances. Mas, se fosse necessário para que eu continuasse a fuga, eu aguentaria receber os ataques usando de minha resistência física.

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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 5 EmptyDom 15 Maio 2016 - 10:26

Rapidamente ao perceber o tipo de situação em que se encontrava, Sidney soube ativar suas habilidades de atuação e seu bônus de sacanagem para acusar Gregory.
- ELE É O PIRATA! Pe... – Um tapa em sua cabeça o interrompeu de concluir sua frase.
- Cala a boca! – O boxeador se pôs de pé, olhando aos arredores e tentando (inutilmente) realizar uma expressão mais tranquila para dar validação a mensagem que estava por vir.

- EU!? EU NÃO SOU PIRATA NÃO! – Tendo já avistado um bom ponto para a fuga, Gregory disparava na direção em que tinha vindo, empurrava e esbarrava em pessoas vez ou outra quando não tinha tempo suficiente de evita-las, a rua estava cheia, mas dava para correr tranquilamente por ele, a multidão maior estava ao redor deles no momento em que caíram - MENTIRA! SOU PIRATA SIM!! HUAHHAHAHAHIA!! – Tal frase fez com que as pessoas ao seu redor se afastassem apavoradas.

Enquanto isso acontecia, o jovem meliante se preparava para ganhar sua fuga também. – ESPEREM AI! AQUELE ALI TAMBÉM NÃO É UM PROCURADO? – De fato seu cabelo estava cortado, mas uma pessoa com boa noção de feições poderia facilmente identifica-lo depois de algum tempo prestando atenção, e foi o que aconteceu.
Sidney não esperou para dar explicações, já estava a correr tentando vencer a resistência imposta pelos corpos que faziam um círculo na multidão, enquanto se movia arrancava a camisa da marinha. Assim que estava em um local com menos densidade populacional pode aliviar a velocidade para remover a calça e os sapatos.

Para a sorte de ambos, assim que os marinheiros chegaram no local em que estavam, a população alvoroçada acusava que o suposto “perseguido” tinha ido para duas direções, pois nem todos sabiam qual dos dois era o pirata perseguido, ou qual deles os marinheiros estavam procurando.

Ambos corriam e corriam tentando se afastar ao máximo dos seus perseguidores, Sidney em silencio, tentando se safar de vez e Gregory sendo espalhafatoso e gritando para que revolucionários o viessem salvá-lo.

Após um bom tempo correndo e de já ter colocado uma grande distancia entre ele e os marinheiros, Gregory já estava cansado, passando por um beco. Como ele foi parar ali? Nem ele mesmo sabia, afinal, estava correndo a esmo. Uma mão o segurou pelo colarinho de sua camisa e o puxou para um beco adjacente o jogando contra a parede e colocando algo gelado contra seu pescoço, a princípio o pirata não entendeu do que se tratava, mas não tardou a notar que era uma faca. – Você é algum tipo de retardado? – Perguntou a voz feminina. Não era possível ver o seu rosto devido a escuridão do local. – Gritando por ai sobre revolucionários... Lhe fiz uma pergunta! Você é retardado??!! – A faca era pressionada.

Do outro lado da cidade, Sidney estava em uma área a margem da sociedade comum, logo soube perceber que por pura sorte tinha ido parar em um local frequentado por pessoas como ele... marginais, piratas, trombadinhas, meliantes, larápios, caloteiros, falsários, delinquentes e tudo mais.
Demorou um certo tempo até que avistasse um estabelecimento caindo aos pedaços que aparentava ser uma clínica clandestina. Ao entrar avistou um homem já de terceira idade, sem um olho, com um jaleco imundo sentado recostado em uma maca, ele estava ascendendo um cigarro.

Sem perder tempo Sidney dava inicio as suas perguntas. O homem o olhava de cima para baixo, de forma rude ele pegou Sidney pelo braço e o virou de costas, em seguida levantou sua camisa. – Tsc... Isso é só uma luxação, ficar parado já o faria melhorar. Coloca gelo e fica quieto. Quanto a xilóca-ana... Posso cuidar de suas costas se deixar metade dela comigo... Isso dá um barato loco, é uma pasta que serve como ingrediente para um relaxante muscular que não faz nada demais a não ser aliviar dores. Mas nesse estado ela é um alucinógeno muito forte, relaxante e entre outras características, mas não é muito viciante.
O velho ia até os fundos e voltava com uma bolsa de gelo. – Deita ai e coloca isso. – Jogou a bolsa de gelo no garoto. – Voltou a fumar, pegou um jornal e começou a ler.

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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 5 EmptyDom 15 Maio 2016 - 11:22


Aquele momento conseguiu me propiciar uma boa sensação. Eu estava me divertindo por conseguir agir do jeito que gosto: Sem nenhuma enrolação ou hesitação. Segui pelas ruas e sem pensar duas vezes eu chamei pelos revolucionários em voz alta, em busca de facilitar minha busca por eles. Não sabia se isso daria resultados, mas minha preocupação no momento era concluir minha fuga. Quando terminei isso, meu foco era retomar o fôlego no meio de um beco mal iluminado que provavelmente era o banheiro publico de mendigos.

E no meio de minha busca por ar, fui surpreendido. Sem chances de reagir, fui posto contra a parede, com uma faca contra o meu pescoço. Instintivamente ergueria o olhar para esticar o pescoço, como um reflexo pelo fato de ter um objeto cortante naquela região. Com o rosto erguido, desceria o olhar e então esperaria a visão se acostumar ao escuro para tentar encontrar o rosto daquela figura misteriosa.

Enquanto isso não acontecia, só me restava ouvir aquelas palavras que mesmo que quisessem passar violência conseguiam me estimular. Aparentemente eu tinha chegado perto dos revolucionários e logo através de uma moça. - Será que ela é bonita, Gregory?

- Opa, calma lá, gatinha. Fiz isso por que estou a procura do exercito e digamos que eu não seja muito paciente para buscar pistas de como encontrá-los em seus esconderijos - Esboçaria um sorriso, com cautela. - Você é uma integrante deles? Se sim, não se preocupe. Eu já agi com vocês aqui pelo South, pode confiar. - Me calaria nesse momento para esperar sua reação. - Sirzek. Conhece esse nome? Ele é o meu mentor. Ajudei ele em missões e agora quero agir com os revolucionários mais uma vez. Pode me indicar onde posso achar um major? - Com ela relaxando ou não, essa frase poderia me dar mais moral no que eu falava e tirar um pouco a hostilidade entre nós dois.

Essa seria minha resposta e, após ela, estaria ansioso pelo que estaria por vir. Não tinha muito o que eu pudesse fazer com ações, por isso me limitava a falar. Será que eu continuaria naquele aperto ou conseguiria chegar mais perto de realizar meu plano sensacional?

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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 5 EmptyDom 15 Maio 2016 - 20:46


Aos berros, tentava incriminar o suposto pirata com quem havia trombado. Este tratou de me bater na cabeça na tentativa bem-sucedida de me silenciar. “Filho da puta...” Ainda estava sem uma reação própria, afinal, até onde bem lembrava era a primeira vez que havia sido atingido por alguém daquela forma. “Eu não vou esquecer de você vacilão.” Agora já estava em fuga enquanto jogava as roupas roubadas pelo chão.

Conseguia chegar até uma área mais afastada e suja da cidade, onde podia ao mesmo tempo estranhar o lugar, que era tão diferente de tantos outros que já estive, mas estranhamente sentia-me junto de iguais.

Caminhei até uma clínica caindo aos pedaços onde um velho estranho me recepcionou e tratou de colocar gelo em minhas costas e responder algumas de minhas perguntas, em geral, a respeito da droga. Deitei-me calado com o gelo enquanto via-o ler. Era um tanto entediante ficar esperando... E não queria me arriscar outra vez a tentar matar um doutor... afinal, minha última tentativa não havia sido exatamente um sucesso.

- Ei. – Chamei a atenção do velho. – Pode pegar metade se quiser, mas posso dar uma olhada nesse jornal?... – Por um momento apenas procurava por algo para me distrair, mas acabava lembrando de meus recentes atos em Wars Island. “Será que meu nome vai aparecer por ai?” Era difícil acreditar que sim, visto que nem mesmo meu parceiro no crime em questão, Harry, sabia meu nome. Ainda assim o evento em si poderia ter sido mencionando, era interessante ler uma matéria sobre mim mesmo no jornal, e também bastante excitante.

Se me fosse permitido, já entregaria o saco ao velho enquanto pegava o jornal e aproveitaria para ler enquanto deixava o gelo terminar o trabalho. Focaria principalmente nas notícias do North Blue, que até onde podia lembrar, era o oceano em que havia nascido... Claro, ainda não sabia ao certo sobre minhas origens, apenas tinha pequenas pistas sobre meu pai ser um pirata. “Talvez eu tenha nascido na Grand Line...” Refletia enquanto lia.

Também aproveitaria para dar uma checada geral nas outras notícias, era importante me manter informado. “Aquele pirata de mais cedo... Ele provavelmente tinha um bando.” A ideia de ter companheiros em que realmente pudesse confiar nunca havia sido uma prioridade, mas viver sozinho pelos mares era mais perigoso do que gostaria. Quem sabe, poderia haver notícias de um bando interessante ao qual pudesse me juntar. – Ah sim. – Dizia ainda sem tirar os olhos das linhas. – Você não teria algum tipo de veneno que eu pudesse colocar na lamina de uma adaga? – Obviamente, estava disposto a pagar por isso se não fosse esgotar completamente com meu orçamento, sair da ilha agora não parecia uma má ideia visto que tinha irritado um membro importante da marinha local. Talvez estivesse sendo ingênuo em confiar demais na discrição do “doutor”, mas ainda assim pela sua aparência era difícil imaginar que ele teria a intenção de me entregar a marinha.

Por fim, se o tratamento estivesse completo. – E uma última pergunta quanto a erva, como eu deveria usá-la? Como alucinógeno, claro. Eu acidentalmente deixei ela no meu rosto e eu tive... Uma onda MUITO forte... – Dito isto não podia deixar de lembrar de Gunter... Ah, e do cara que havia matado sem perceber.


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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 5 EmptySeg 16 Maio 2016 - 13:47

Gregory


- Opa, calma lá, gatinha. – Dizia Gregory enquanto se esforçava para visualizar a face da mulher que o rendia. – Fiz isso por que estou a procura do exército e digamos que eu não seja muito paciente para buscar pistas de como encontrá-los em seus esconderijos.

- Você não respondeu minha pergunta, seu asno! – A mulher parecia estar sendo tomada pela ira, o sorriso que Gregory esboçava naquele momento só a fazia ficar ainda mais enraivecida. – Você tá tirando uma com minha cara?

- Você é uma integrante deles? Se sim, não se preocupe. Eu já agi com vocês aqui pelo South, pode confiar.
- “Não se preocupe”? – Disse a mulher em tom de escarnio. – Você é muito BURRO mesmo não é? Para pra usar a meia dúzia de neurônios que você tem nessa MERDA de cabeça e pensa: - A voz da mulher se tornava um sussurro, bastante ameaçador. – Que tipo de organização vai confiar em um pirata que surge do nada, gritando sobre revolução no meio de uma ilha? Se a revolução tem chances contra o governo é porque ela age com discrição. E você ainda diz ter trabalhado com “nós”?

- Sirzek. Conhece esse nome? Ele é o meu mentor. Ajudei ele em missões e agora quero agir com os revolucionários mais uma vez. Pode me indicar onde posso achar um major?

- Para quem você está trabalhando seu resto de aborto? A marinha está trabalhando tão baixo assim agora? Contratando piratas de quinta categoria para serem espiões?... Me dê um bom motivo para eu não cortar sua garganta aqui e agora... Você tem 5 segundos.

Finalmente Gregory conseguia ver a face da mulher, ela aparentava ter seus 20 anos, olhos castanhos, cabelos curtos avermelhados, uma expressão forte.
- 5... 4... 3... 2... - Diferente de Akane e Sofia que só faziam ameaçar, aquela mulher não parecia estar blefando.

- Calma, calma Ludi... Não precisa sangrar o rapaz. – Uma voz interrompeu a ação da mulher, que ao ouvir aquilo removeu a faca do pescoço do boxeador e soltando algumas pragas o deixou livre.
A voz vinha do fundo do beco, a passos lentos um homem se aproximava.
- Como podemos acreditar em você, meu jovem? – Perguntou o homem com um tom de voz sereno.


Sidney


- Ei. – O gatuno chamou atenção do médico enquanto ainda estava deitado na maca com o gelo nas costas. – Pode pegar metade se quiser, mas posso dar uma olhada nesse jornal?...
- Como assim posso pegar? Você me daria de qualquer jeito, foi o preço que combinamos, não queira barganhar moleque... – Ele voltava ler o jornal deixando o silencio tomar conta do local por uns instantes.
- Tsc. Mas se quer ler, toma ai. – O homem dobrou o jornal e jogou para Sidney, em seguida foi até o balcão onde pegou um pote, para colocar a sua parte da erva alucinógena.

Enquanto lia o velho separava as quantidades, as informações contidas no jornal eram as que diziam respeito aos últimos acontecimentos dos blues.
- Ah sim. – Novamente Sidney interrompeu o silencio. – Você não teria algum tipo de veneno que eu pudesse colocar na lamina de uma adaga?

- Teria... Que tipo de veneno você quer? Paralisante? Alucinógeno? Uma dor de barriga forte? Dose letal? Alias... Mais importante. Você tem dinheiro para pagar?

- E uma última pergunta quanto a erva, como eu deveria usá-la? Como alucinógeno, claro. Eu acidentalmente deixei ela no meu rosto e eu tive... Uma onda MUITO forte...

- Você não cala a boca... Porra. A forma de usar você decide, a pele consegue absorver a substancia da pasta de erva, mas você pode fazer como quiser, fumar ameniza os efeitos, pode pôr sobre a pele ou mascar se preferir. Pode até bater e fazer uma vitamina para ter uma brisa muito forte. Ou fazer um ferimento e colocar por cima.[/co8or]

- E então, vai querer o veneno ou não? O mais barato que possa ser fixado em uma lâmina custa 70mil... Isso porque já estou dando um desconto para você.
Ludi:
 

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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 5 EmptySeg 16 Maio 2016 - 20:00

Embora o médico pudesse saber como tratar de ferimentos, era evidente sua deficiência em relações. Rude e pavio curto, mas não tinha do que reclamar enquanto mantivesse a discrição. O tratamento aparentemente estava completo, sentia grande alivio nas costas e sentia-me como novo. Li o jornal e pude dar umas risadas ao ver o quão ignorante eram a respeito de minha presença. “Só conseguiram uma descrição superficial... Ótimo...” Seguindo a leitura, ainda no North blue haviam indícios de um bando chamando atenção, onde o líder havia sido visto indo até Lvneel.

“É um reino famoso” Pelo que bem lembrava. “Um bom lugar...” Estava decidindo ainda quanto meus próximos passos. “Acho que eu vou dar uma passada por lá...” De alguma forma a ideia de me juntar ao bando começava a me soar atrativa, seus feitos também pareciam se encaixar com minha personalidade deturbada assim como o senso de moralidade dos membros.

- Deixa pra lá. – Respondi ao médico a respeito do veneno, uma passagem de Zeppelin até Lvneel acabaria com o que havia restado das minhas economias, e não queria perder muito mais tempo naquela ilha sabendo que estava na mira de um tenente ou capitão, ou qualquer que fosse a patente do neto do presunto.

Terminadas as formalidades naquele ambiente, iria me retirar após pegar tudo que me pertencia, deixando metade da pasta como pagamento pelo serviço. Agora era enfim hora de partir. Mas como as ruas ainda estavam em alerta, tomaria cuidado seguindo por caminhos secundários e escuros até que pudesse encontrar novamente a estação de Zeppelins por onde havia chego a ilha.

- Uma passagem para Lvneel. – Pediria ao atendente. “Ainda tenho aquelas duas outras passagens...” Pensei por um momento retirando-as do bolso. – Eu tenho esses dois tickets que comprei com outras localizações mas tive de cancelar as viagens... Teria como trocar pelo valor da passagem? – Pediria, com sorte iria guardar um bocado de dinheiro, se não, apenas iria pagar e manter a discrição enquanto subisse no aeroplano.


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OFF: Se eu conseguir entrar no Zeppelin pode encerrar minha parte

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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 5 EmptySeg 16 Maio 2016 - 21:50

Naquele instante não era apenas minha habilidade em conquistar mulheres que estava sendo posta em jogo. Achei que iria ser mais fácil contatar os revolucionários de Baterila, mas pelo visto aquela moça tinha uma enorme paranoia. Porém, eu tinha noção que ela tem seus motivos e suas palavras enraivecidas serviam para deixavam passar sinais claros disso. Ao ver que meu sorriso não a agradou, tentei conter minhas expressões para formar um rosto neutro, mas todo meu esforço não foi capaz de me fazer transparecer minha alegria ao finalmente ver o rosto daquela mulher.

Logo após isso, uma voz nova surgiu no beco e eu fui solto. Ele me fazia uma pergunta e eu já começava a esboçar em mente minha resposta. Iria dizer o que já tinha dito a ruiva e, claro, também daria uma engrandecida em meu discurso, a fim de tornar-me mais convincente.

- Opa... Eu entendo sua desconfiança, afinal, piratas são piratas. Porém, pode parecer meio tendencioso, mas tenho motivos para achar que não sou um qualquer... Mas calma ai, peço que tenham paciência e escutem o que tenho a dizer antes de tomar conclusões. - Diria calmamente, usando o potencial de minha voz para deixá-los centrados nas palavras e também mostrando ter paciência para convencê-los - Vamos lá... Me chamo Gregory Winterfell Ross. Primeiro: Agora tenho fama de pirata, mas tenho ligação com revolucionários desde a infância. Sou filho da revolucionária Vanessa de Krivier e vivi com ela em um QG do exercito em Loguetown. Quando o lugar ruiu, comecei a vagar junto de Sirzek pelo mundo, o ajudando em suas missões de revolucionário como forma de treino. Ou seja, já ajudei muito vocês, mas nunca oficializei minha entrada. - Pausaria minha fala e preencheria um tempo daquela conversa com o silencio. Aquilo serviria para uma reflexão, tanto minha enquanto eu organizava minhas ideias quanto das figuras estranhas.

- Segundo: Quem disse que alguém com fama de pirata não pode ser útil para vocês? Vamos... Se eu continuar dessa forma e um dia crescer ainda mais minha má fama, pode ser que eu seja convidado pelo governo para agir com eles, certo? Se esse dia chegar e eu estiver com vocês... Só acho que isso será de grande ajuda. - Diria o segundo motivo e por fim sorriria. Trazendo coisas voltadas ao meu próprio interesse eu estava sendo de certa forma ousado e, por isso, tentaria estreitar os olhos para enxergar as reações da Ludi.

- Por último e acho que não menos importante... Os revolucionários recrutam pessoas que querem mudar o mundo, certo? Pois então... Essa é uma de minhas motivações. Quero ter ações que marquem a história, ter influencia e fama. O exército é um meio de eu pôr em ação minha motivação. E... Bom, é isso. Motivos são o que não me faltam para ingressar no exercito, principalmente agora que conheci a Ludi... - Gargalharia, deixando escapar minha emoção do jeito que ela mais detestava. Eu sentia que seria muito interessante provocar essa mulher.

- Não, pera... Eu expus tudo isso e ainda nem sei se vocês são revolucionários. Por favor, me digam que são ou que pelos menos sabem onde encontro um Major. - Tinha acabado de expor minhas palavras e no meio delas existia uma motivação que se aproximava da minha real ambição. Meus objetivos reais são egoístas e uma prova disso era que eu estava para tentar entrar no exercito revolucionário simplesmente para começar meu plano de erguer minha fama através dos feitos deles... Mas será que esse grupo não tem seus atrativos?
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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 5 EmptyQua 18 Maio 2016 - 11:26

Gregory


A dupla de estranhos se aquietava e começava a ouvir o que Gregory tinha a dizer, Ludi ao lado do rapaz, inquieta, fitando o seu rosto com um olhar ameaçador que o alertava de que caso cometesse um único deslize... Seria o último de sua vida.
O homem por sua vez, continuava silencioso, não dava para Gregory ver bem o seu rosto, o local onde ele estava era escuro, malmente dava para ver ele em si, no máximo uma silhueta e uma calça surrada.

Ouviram quietos tudo o que Gregory tinha a dizer, a não ser quando ele fez uma gracinha intencionada para a garota, a faca que já estava presa ao coldre em sua cintura – do lado direito – foi sacada rapidamente, o corpo dela se inclinou pronto para apunhalar Gregory entre as costelas e acabar de vez com aquela vida insignificante. – Espere Ludi – O homem a conteve.
- Tsc... – A garota cuspiu no chão na frente de Gregory e saiu do seu lado, caminhando para o beco perpendicular ao local.
Quando enfim o boxeador terminou de falar, era a vez do homem dar a sua resposta.

- Você é muito presunçoso garoto... Egoísta, ambições que beiram a ganancia... Você acha que é isso o que o exército revolucionário busca? Diz que serviu e nos ajudou durante anos... – Como se a sua presença tivesse mudado alguma coisa relevante. – Comentou Ludi do outro beco. Ela estava recostada na parede passando um pano branco em um revolver, agora era possível para o pirata ver o que ela trazia consigo além da faca. Um revolver e nas costas uma carabina.

- Como eu vinha dizendo... – Continuou o homem. – Sabemos quem você é, sua má fama o precede, sabemos com quem trabalhou, vivemos mais de informações do que de guerras e conflitos abertos... Mas será que você é confiável?

- Vamos cortar logo o mal pela raiz... – Disse Ludi colocando o revolver no coldre que fica em sua coxa esquerda.

- Não... Te darei uma chance garoto, uma única chance. Se tiver interesse em nos ajudar... Prove o seu valor, senão, está livre para ir embora.
- Espera ai... Você não vai – Sim, você vai leva-lo consigo para a missão. E isto é uma ordem. – Tendo dito isso o homem se virou de costas e sumiu em meio a escuridão do local.

- Tsc... – Ludi caminhou até próximo de Gregory e pressionou o dedo indicador contra seu corpo. – É melhor você ir garoto... Mas se escolher vir, fique sabendo como as coisas funcionam: Você obedece ao que EU mandar; você não dirige a palavra para mim; se procurar alguma gracinha, eu corto sua garganta e digo que você morreu em ação. Estamos entendidos? – O tom de voz da mulher demonstrava que ela estava falando sério. E tendo dito isso ela começou a se mover beco adentro, sem esperar que Gregory a seguisse.

Se o rapaz viesse a perguntar do que se tratava o plano, a resposta da mulher seria. – Quando for a hora você vai saber.


Sidney


O gatuno se levantava da maca depois de concluir o tratamento. – Deixa pra lá. – Disse desistindo da ideia de comprar o veneno, afinal, depois de ler o jornal suas intenções tinham mudado completamente, é como dizem: Informação é o que move o mundo.
Pegou a sua quantia da droga e deixou o jornal para trás, suas costas estavam bem melhores, em uns minutos estariam aceitáveis e depois de uma noite de sono estariam novas em folha. Mas não tinha tempo para uma noite de sono, estava correndo contra o tempo, e precisava agir rápido antes que o cerco sobre ele se fechasse.

Deixou o local sem agradecer ao “médico” pelo tratamento, mas não que o mesmo esperasse algum agradecimento. Caminhou pelas ruas escuras da cidade indo em direção ao local de onde tinha vindo: A estação de zepelins.
Mas como ele sabia, o local ficava no alto de um morro, e haviam 2 caminhos, um teleférico ou uma trilha em meio a mata. Até a base do local sua caminhada foi tranquila, apenas vendo a movimentação de marinheiros vez ou outra, mas nada preocupante. Contanto, tudo mudou no momento que chegou na rota final.

Tanto a entrada do teleférico quanto da trilha estavam sendo guardadas por grupos de marinheiros, uns 8 no mínimo em cada local. Cada pessoa que passava era revistada, se estivesse usando chapéu ou qualquer coisa que cobrisse o rosto, era pedido para que tirasse. Sidney sabia que não tinham uma descrição precisa de sua pessoa no jornal, mas testemunhas o tinham visto no hospital, poderiam estar com uma descrição um pouco mais refinada. Mesmo assim não seria 100% de certeza que o reconheceriam mas... Ele iria arriscar?

Outra escolha seria subir pela mata montanha acima, mas era uma região mais íngreme e de difícil subida, mas possível. Nessa escolha haveria outro empecilho, pelo que ele lembrava a região da floresta lá em cima na estação era gradeada com telas de metal. E com toda certeza a segurança lá estaria tão forte quanto ali embaixo... O que quer que o criminoso decidisse por fazer, ele teria de o fazer com cautela e bem pensado.

- Por que todo esse alvoroço?
- Ordens do capitão do QG, todas as saídas da ilha estão sendo vigiadas, ouvi dizer que tem até navios rondando a ilha e abordando barcos que não saíram pelo porto.
Sidney conseguia ouvir de uma dupla que passava por perto.
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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 5 EmptyQua 18 Maio 2016 - 18:14


Sem me despedir do médico, voltei as ruas e caminhei ainda em anonimato até chegar a Estrada que ia até o zepelim e também cheguei antes a passagem que levava de bondinho. Ambas estavam guardadas pela marinha com grupos normalmente considerados pequenos, mas quando estava sozinho, era um grande grupo para se lidar. “Merda. Não vai ser fácil passar.” Também havia ouvido algumas vozes soltarem frases soltas que me faziam interpretar que a cidade estava completamente fechada para piratas fugirem e provavelmente entrarem.

“Eu até poderia tentar ir pela mata sem seguir a trilha.” Pensava ainda tentando decidir quais seriam meus próximos movimentos. “Mas qual seria a graça nisso?” Sorri rapidamente e voltei a expressão de neutralidade observando os arredores procurando por uma casa civil. Mas uma relativamente especifica, que fosse feita quase que completamente em madeira e usasse poucos tijolos e concreto. “Eu vou criar uma distração grande o suficiente.” Seguiria caminhando até a casa em questão, mas tentando me manter discreto a marinha.

Iria bater à porta esperando ser atendido. Se não houvesse ninguém tentaria arrombar a porta sem ser muito indiscreto, cobrindo a maçaneta e meus movimentos com meu corpo.

Caso fosse atendido, iria manter uma expressão infantil e tristonha no rosto. – Senhor(a), por favor eu estou com fome, teria algumas sobras? – Atuava. Caso ele reagisse com rudeza e tentasse fechar a porta na minha cara, iria usar o pé para impedir a porta de fechar e então seguir com o plano. Do contrário, iria apenas esperar o memento mais breve de desatenção para sacar a adaga, penetrar seu peito no coração e empurrar o corpo desfalecido para dentro da casa e entrar rapidamente fechando a porta. (Esse seria o plano a ser seguido caso tivesse metido o pé na porta.)

Uma vez dentro da casa, com ela fechada iria andar em silencio procurando por qualquer outro ser humano(Tritão, Gigante, Anão...) uma vez que encontrasse algum, de forma furtiva tentaria me aproximar e então rapidamente avançar tentando desferir um golpe fatal com a adaga, na garganta ou no coração.

Uma vez que a casa tivesse sido completamente limpa de outras formas de vida além da minha(E de animais não-agressivos, eles são legais) iria procurar na casa por uma muda de roupa nova, preferencialmente algo como um terno, ou qualquer roupa que não fosse facilmente associável a minha pessoa. Além disto, também iria procurar por dinheiro ou possíveis pertences de valor, afinal, por que perder a viagem? Se não houvessem roupas masculinas na casa iria procurar por algo que ambos, homens e mulheres, pudessem usar. Deixando por lá minhas roupas atuais.

Feito tudo isto, era enfim hora de criar a distração, iria procurar algum meio de fazer fogo e incendiar a casa, e uma vez que tivesse bolado uma forma, iria fazê-lo após me preparar para sair da casa logo em seguida a deixando queimar.

Assim que tivesse certeza que o fogo iria se alastrar, iria naturalmente caminhar em direção ao caminho do bondinho, agora, disfarçado de forma improvisada. Uma vez que avistasse a guarda iria discretamente virar o rosto(Impedindo que encarassem-no por muito tempo) e apontar em direção a casa em chamas. A esta altura esperava já haver fumaça visível. – Tem uma casa pegando fogo naquela direção... Esse tipo de trabalho é com vocês não? – Obviamente não esperava que todos os 8 saíssem de seus postos e corressem para ir averiguar, mas ao menos esperava que o grupo fosse cortado na metade, quatro pessoas era um número possível de se lidar, principalmente se conseguisse pegar um ou dois desprevenidos e mata-los antes de reagirem.

Assim que o grupo se afastasse e restasse um, preferencialmente menor, iria sacar a adaga e alvejar a garganta do primeiro guarda, em seguida, iria tentar girar ao redor dele e empurrá-lo em cima de um segundo enquanto tentava atacar um terceiro com a adaga novamente, desta vez uma estocada na lateral esquerda do peito. Feito isto iria me afastar e ver que tipo de resultados haviam sido conseguidos. “Que o jogo comece.” Disse mentalmente com um sorriso largo encarando os possíveis sobreviventes.

Caso fosse possível já seguir passagem, fosse por ter abatido todos os guardas ou simplesmente por todos terem ido ver o incêndio, iria seguir com meu caminho, correndo o mais rápido que minhas pernas permitiam.


Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 5 EmptyQua 18 Maio 2016 - 19:34

Terminei o que tinha a dizer e observei Ludi sair mais uma vez de sua calma para tentar algo contra mim. Esperei parado e com um sorriso acolhedor no rosto, e assim aticei ainda mais sua raiva. A voz do velho serviu como um chicote para afastar a fera de meu alcance e, com a aceitação do senhor, me senti aliviado e também inspirado. - Beleza, Gregory. Primeiro passo do plano concluído. Agora só é quebrar tudo e levar a culpa para você. - Repassei o plano mentalmente enquanto observava a ruiva se aproximar e pousar o dedo em meu corpo. Só com aquele toque já senti a toxidade da sua agressividade passear pela minha alma. Aquilo era intrigante e me fazia ficar curioso sobre aquela mulher.

- Seguir ordens? Ah... Okay... - Diria com a frustração estampada em minha entonação assim que ela desse as costas. Começaria a andar e apertaria os passos para alcançá-la e então começaria a segui-la - Achei que teria a oportunidade de competir com você para ver quem poderia ser mais útil pro exército... - Sorriria, tentando tirar um pouco do clima ruim entre a gente ou até mesmo piorar a situação... Não ligava pros resultados, minhas palavras apenas sairiam espontaneamente. - Mas me diga ai, quais as ordens, Senhorita Comandante Ludi? - Fecharia o punho direito e o chocaria na palma da mão esquerda. Estava animado por uma batalha.

- Quando for a hora você vai saber. - Ela me respondia, me deixando sem detalhes do que viria a seguir.

- Beleza... Só uma ultima coisa antes de eu me calar... Se eu tiver que me misturar com o povo, pode me emprestar um capuz ou um pano pra eu me ocultar? - Com esse questionamento, enfim calaria a matraca. Se recebesse o que pedia, tentaria colocar o item na cabeça de forma que no mínimo os meus cabelos ficassem ocultados.

Continuaria a seguir os passos da moça estressada e tentaria me espelhar em suas ações se ela agisse, por exemplo, de forma cautelosa em algum lugar ou coisas do tipo.

Em caso de ataques serem direcionados contra mim, tentaria reagir usando inicialmente de movimentação corporal e de contrações para eu sair da rota letal dos golpes e se só isso não fosse o suficiente para eu fugir de ser atingido eu usaria também de pulos e impulsos para fora de seus alcances. Mas, se fosse necessário para que eu continuasse a fuga, eu aguentaria receber os ataques usando de minha resistência física.

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