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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 2 EmptyDom 27 Mar 2016, 11:45

Relembrando a primeira mensagem :

[CF] PT II - Férias em família.

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis e piratas Gregory W. Ross; Sidney Thompson; Sofia Schwarz; Shannon Jay; Kurihara L. Riki. A qual não possui narrador definido.


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Zed
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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 2 EmptySab 02 Abr 2016, 14:02

   
Descendo do Zepelim, via pessoas comuns agirem como tal, reencontrando amigos e amados que saiam pelo mesmo transporte que eu, ou talvez apenas por um dos vários outros que deviam chegar na ilha. “Bando de idiotas...” Desprezava enquanto seguia meu caminho a procura de algum lugar para limpar o sangue em minhas mãos.

Feito isto em um lugar não muito higiênico ou reservado, me postei a caminhar para o centro da cidade, onde tive de fazer um caminho relativamente longo até que finalmente encontrasse o lugar que realmente procurava, um hospital para dar um jeito em minhas feridas recém adquiridas.

Sendo recepcionado por uma senhora simpática, aproveitei para observar em volta. Haviam poucos ou quase nenhum Cliente, mas tinham mais funcionários e até mesmo guardas da marinha fazendo a segurança do local. “Melhor me comportar por agora.” Decidi enquanto me via sendo acompanhado pela mulher que tinha certo interesse em como havia adquirido tais feridas. “Maldita enxerida” E isso se agravou a medida que mostrei minhas costas e ela seguiu com a pergunta já fazendo suas suposições.

- Não, não foram meus pais. – Respondi com uma risada inocente em seguida. – Estava limpando as calhas de casa quando cai, eu não vi onde cortei meu braço, acho que foi com a ponta da calha. Mas bati de costas no chão. – A clássica história de cair da escada era inacreditável, mas enriquecer a história com um tanto a mais de detalhes a deixava mais crível. Mas como estava atuando como uma inocente criança, usar um vocabulário muito refinado e dar muitas informações poderia ser suspeito. E obviamente revelar a verdade em como havia sido atingido por uma flecha e caído sabe-se lá de qual andar enquanto roubava uma mansão não era o melhor jeito de iniciar minha vida nessa cidade... Embora mesmo antes de chegar já tivesse matado um velho, mas isso era pouco importante.

Aguardaria pacientemente pelos medicamentos que ela havia se proposto a me dar enquanto repousava com a bolsa de gelo nas costas, a sensação gélida era extremamente agradável e mesmo não sabendo muito sobre medicina ou afins, tinha conhecimento básico que o gelo iria ajudar bastante com o inchaço.

Quando finalmente fosse trazido o remédio iria aproveitar e fazer algumas perguntas a senhora. – Depois de tomar esse remédio, ainda vou precisar colocar gelo? – Ficar parando para colocar gelo a todo momento era inconveniente, precisava ficar em forma logo e se aquele remédio fosse melhorar minha situação mais rápido não faria mal algum bebê-lo.

- Ah sim... – Chamava sua atenção ainda deitado com o gelo. – Eu tenho uma outra dúvida. – Olhava para os lados com certa desconfiança, mas não como um adulto ou guerrilheiro, e sim como uma criança que quisesse manter um segredo pouco significante aos mais velhos. Mas obvio, de fato procurava por janelas ou pessoas que pudessem ver o que acontecia no interior daquela sala, caso não houvessem iria gesticular para que ela se aproximasse e ouvisse meu cochicho. – Aqui vocês tem alguma anestesia geral ou algo que possa usar para nocautear algum cara maior do que eu? – Até então, havia atuado, mas era hora de parar de interpretar e ser a horrenda criatura que realmente era. A discrepância de atitudes provavelmente causaria estranheza e levaria algum tempo para que ela processasse o que realmente estava acontecendo, e esse era o tempo que precisava para agir.

Sacando minha adaga e a puxando pelo braço ou roupa, iria de imediato cobrir sua boca com uma das mãos enquanto que com a outra ameaçava degola-la com a adaga. – Onde eu consigo venenos, anestésicos e semelhantes por aqui? – Aquilo não fazia parte de meus planos, mas como estava em um lugar próprio para adquiri-los, por que não?
Histórico:
 

OFF: Segundo o Buggy, meu antigo narrador. O velho que eu matei no zepelim era avô do Troy, que é um dos chefões da marinha nessa ilha. E o Matheus disse que teria que passar os 4 posts seguidos com essa bosta de gelo nas costas, mas se tiver um medicamento que acelere a cura eu aceito Fu feliz
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Shannon
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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 2 EmptyDom 03 Abr 2016, 10:49




Flashback - The birth of evil


Shannon abriu os olhos, encarando a figura turva das costas um homem a sua frente. Depois do seu primeiro movimento, percebeu que seus braços e suas pernas estavam amarrados, e nenhuma força que ela fazia era suficiente para se soltar; sua boca estava amordaçada, tornando seus gritos inúteis. A única coisa que ela conseguia ver era o indivíduo, o resto estava coberto pela imensa escuridão, porém haviam sons de pingos de chuva, e a ausência do balanço que a embarcação produzia a fez ter certeza que não estava no mar.  

- Sua vadia! Você lutou ao meu lado por tanto tempo...

A ruiva não demonstrava medo, e não parecia estar surpresa, como se aquela não fosse a primeira vez a visitar o lugar. O homem se virou, revelando sua identidade: Copie. Mas novamente, ela não demonstrou surpresa alguma diante da revelação, e logo assim o homem adiantou o que pretendia fazer, retirando a amordaça da boca da jovem. Copie levou a palma de sua mão até a face dela, acariciando por um momento, e o que era considerado carinhoso, se tornou motivo de ódio. Um tapa. Tão doloroso e tão injusto. Tinha sido o único momento que Shannon se sentiu surpreendida durante aquela sessão de tortura, e a tamanha raiva dentro dela era impossível de ser descrita.

- Você... Você é louco.

- Então quer dizer que uma garota fora de si, que se acha a grandona, destrói minha sala inteira, joga meu ouro no mar, e o louco aqui sou eu? Aprenda que você não está lidando com uma criança, Shannon...

Copie segurou as madeixas de Shannon com extrema força, que foi capaz de arrancar alguns de seus fios capilares e retirar alguns gemidos de sua boca. Seu semblante nunca fora visto daquela forma pela mesma, e ela não conseguia entender o motivo para ele agir daquela forma, mas independe do que era, ela estava pronta para se desculpar. Porém, o pirata não parecia estar procurando um sinal de arrependimento, e sua maneira de se vingar terminou com um cuspe no rosto da jovem, que trouxe junto a vergonha e o sentimento de inferioridade à ela.  



Férias em família


Era hora de parar com aquilo. Seu curto momento de felicidade estava chegando ao fim, e como todo fim tem a sua despedida, Shannon já estava pronta para fazer a sua.

- É uma pena eu ter que me despedir de vocês... Eu juro que eu vou voltar, não precisa olhar pra mim desse jeito!

Shannon acenaria para o grupo de piratas, mas logo voltaria a ouvir as árvores. Devido a sua mente problemática, era possível ver o rosto das árvores e plantas, e também ouvir o que elas tinham a dizer. Os relatos das árvores, claro, não tinham fundamento algum e suas vozes eram graves, diferente das plantas que possuíam tom similar ao de um canário. Ela podia ser taxada como louca, mas aquilo para ela era tratado como um dom, já que não conhecia nenhuma outra pessoa que antes fosse fada e agora era um humano. Uma coisa era certa, que aquilo no mínimo causava uma instigação em quem visse, pois era quase impossível achar que tudo aquilo se passava de uma atuação.

- O quê?! Tem um homem barbudo da cidade vindo aqui cavar buracos? E isso está acabando com a privacidade de vocês? Eu irei acabar com isso agora!

Shannon se dirigiria em direção ao grupo com passos rápidos, cruzando seus braços e demonstrando indignação. Esperaria eles decidirem sobre o que fazer no momento e sem perguntar os seguiria, sempre atenta a qualquer homem de barba grande.


OBS:
 



Copie - Shannon

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Alek
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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 2 EmptyTer 05 Abr 2016, 03:34




O Filho Único

"Chaotic."



Estavam todos juntos por ali, felizmente, a não ser pela ruiva Akane, que, diferente do garoto-chorão, ainda não havia dado as caras. - Ouvi dizer que Baterilla mudou um pouco desde que o capitão do antigo QG de Briss veio para cá... - Cochichava, sem realmente ter a intenção de compartilhar tal pensamento. Lembrava-me quanto à minha infância, logo que houveram os vários ataques piratas pelo South Blue, incluindo ao QG de Briss. Aparentemente, as ilhas nas quais restavam proteção da marinha estavam bem mais seguras. - Isso é um problema...

- Pollo, você era dessa cidade, certo? Então nos diga ai um estabelecimento desse tipo ou nos fale uma construção importante da cidade. - Era de fato um bom ponto. Havia esquecido completamente dessa nova utilidade para o nosso hospede chorão: Como um nobre daquela cidade, provavelmente conhecia bons locais e possuía uma boa fama. - Então será assim. Separaremos-nos e cuidaremos de deixar a poeira baixar. Precisaremos nos dividir para arrumar um novo navio, dinheiro e suprimentos. Armas e contatos confiáveis também são detalhes de importância... E Akane. Talvez ela tenha acordado antes e tomado a dianteira. Ou talvez sido pega por uma corrente alternativa e encalhado a outro lugar da ilha. O importante é que a encontremos antes da marinha. - Diria, dessa vez, me referindo a todos os presentes. - Pollo. Nos diga o nome de uma hospedaria barata e de segurança para gente como nós e esse será o ponto de encontro. Sigam até lá conforme estiverem prontos e ajam naturalmente.

Tomaria a frente, andando em direção às árvores que se encontravam por ali. Era possível que, já que tinhamos o mar às costas, a cidade estivesse por detrás de toda aquela floresta. - Espero que não demore muito atravessar isso aqui... - Comentaria, forçando uma expressão enojada ao pôr os pés em proximidade do tronco da árvore mais próxima. - Pollo. Estou na direção certa? - Questionaria, com tom de comando, e não esperando por uma resposta para começar a adentrar a orla. - Pff, é claro que estou. - Gabaria-me, e, por fim, virando-me à donzela angelical. - Conseguirás sobreviver sozinha? Eu te acolherei, caso precise. - Sorriria, altivamente, esticando a mão destra até a garota e esperando pelo resultado, como uma divindade disposta a prestar ajuda a um fiel.

Em qualquer caso, seguiria a direção que achava correta através das árvores, tendo cuidado para não tropeçar por raízes externas ou troncos tombados, também manteria-me atento para com os animais por ali, por vezes, sorrindo graciosamente para eles. - Glorificai.



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Falas da Mao
Falas da Aggy
Falas de Players Aliados
Falas de NPCs Aliados
Falas de Inimigos




RIP:
 
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Meiko Matsunaga
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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 2 EmptyTer 05 Abr 2016, 23:08


E quando eu finalmente estava começando a acreditar que tudo poderia começar a dar certo para mim, aquele maldito moleque regressava de seja lá o buraco aonde ele estava escondido. “Maldito covarde! Acho que foi melhor não ter estreado minha foice com ele, ou ela iria acabar enferrujada de tantas lágrimas...”. Ele já estava coberto de choro, e a pior parte era que ele corria diretamente para mim, se jogando aos meus pés. Era tudo que me faltava no momento, agora eu não só tinha minhas roupas encharcadas com a água do mar, como ainda iriam acabar ficando com meus sapatos sujos com lágrimas e catarro daquele moleque maldito.

- O que eu te disse sobre continuar falando comigo assim? Não sou sua mãe, então para de ser um covarde e de ficar me sujando com esse choro. – Eu falava, chutando o moleque para longe com raiva, ele realmente me tirava do sério, eu poderia ter cortado ele ao meio ali mesmo, mas sabia que ele podia ser importante para os planos futuros do grupo, então apenas me restringe a dar alguns passos para longe dele e manter a foice bem a vista. “Pelo menos isso serviu para eu reparar no estado dessa roupa”, pensei enquanto verificava o estado em que minha roupa estava, após nossa rápida aventura através do mar e chegada na praia. Não seria uma má ideia aproveitar que iria tentar forjar algumas armas novas, e criar uma roupa nova para desfilar na cidade... ainda mais porque eu naquele estado daria muito na vista.

– Sim, vê se finalmente faz algo de útil e serve de guia. Falando em pontos importantes da cidade, sabe de algum bom ferreiro? – Falei, finalmente recordando que Pollo era dali a partir da conversa, pelo menos parecia que iria ganhar alguma coisa por não ter matado ele (ainda). O desaparecimento de Akane também era algo problemático ali, mas no momento não era como se eu pudesse me dar ao luxo de procurar por ela, além do fato de que ela devia saber se cuidar bem sozinha, pelo menos até onde eu a havia conhecido. Assim que tivesse sido escolhido o ponto de encontro para o grupo, ela começaria a seguir Kurihara, afinal ele parecia ter a ideia correta, e seria melhor nos separarmos chegando na cidade. “É estranho ter que confiar nesse garoto como meu guia, mas pelo menos isso me dá uma razão para não cortar a cabeça dele fora.”

- A última a aparecer! O que houve? – Eu falaria caso Akane chegasse, ao mesmo tempo que tentaria bloquear a tentativa de Gregory de a alcançar, colocando a foice entre eles, caso conseguisse reagir a tempo e ele ficasse ao alcance. Afinal, ela já havia sofrido o bastante sem acabar sofrendo algum tipo de assédio por parte daquele maldito idiota. Caso não conseguisse o parar, apenas ficaria observando para ver como Akane lidava com a situação, mas claramente bem irritada. Depois disso, impedindo ou não a atitude de Gregory, eu diria, sendo irônica. – Estávamos indo para a cidade agora mesmo, gostaria de nos acompanhar?

Objetivos:
 

Citação :

- Histórico –
Pirata – recompensa 500 mil – Ceifadora - Ferreira
Posts: 2
Ganhos: NA
Perdas: NA
Vantagens: Aceleração, Adaptadora, Aparência Inofensiva
Desvantagens: Distraída, Sinceridade Excessiva, Mau Humor
Perícias: Forja, Mecânica, Costura


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- Fala - Narração - Pensamento - Outros –
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Ryuza Ying
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Ryuza Ying

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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 2 EmptyQua 06 Abr 2016, 10:51

Grupo



Eu não sei dizer o que deu naquelas pessoas, estavam todos achando que suas roupas estavam molhadas, sendo que elas já estavam secas devido ao tempo que passaram fora da água ao sol. A única pessoa que ainda estava com as roupas molhadas era Kurihara, e ele não parecia dar a mínima para aquilo.
Voltando para os acontecimentos...

Sofia havia sido parada por Pollo, aquilo não agradava em nada a garota mau humorada. – O que eu te disse sobre continuar falando comigo assim? Não sou sua mãe, então para de ser um covarde e de ficar me sujando com esse choro. – Completou sua frase chutando o garoto para longe, Pollo caia de costas na areia, enxugando suas lágrimas dando lugar para uma expressão alegre. – Você é tão energética...
Naquele momento Gregory retornava de sua busca na praia, sua camisa estava seca, apenas com alguns respingos de água na parte mais baixa devido à sua procura por equipamentos de ferreiro, suas calças sim, estavam molhadas.

- Sofia, me desculpa por antes, eu estava meio que dormindo ainda... – Todos no grupo tinham o talento nato de ignorar o pobre Pollo, que nem sequer percebia isso. – Como nossa médica não está presente, se a pancada em sua cabeça estiver doendo me avise que eu te trato com um beijo amoroso... – O loiro era totalmente ignorado por Sofia, até o momento que ele tomou ela pela mão, fazendo-lhes afagos. Quando estava pronto para beijá-la, foi interrompido por Pollo que separou os dois. – Não lembro de minha senhora ter permitido que você fizesse isso! – O garoto tentava transparecer confiança, mas era algo cômico.

Não sei porque motivo Gregory deixou de lado tal afronta, talvez por pena ou por simplesmente não valer a pena o esforço, se ateve em seus pensamentos, até se decidir e voltar a falar. Mas antes disso acontecer, o suposto capitão do grupo já tinha se reunido a eles, balbuciando certas informações que poderiam ser preocupantes. Deles também se aproximava Shannon, expressando todo o seu charme e sua beleza emburrada devido a uma informação de seus últimos devaneios.
A garota tinha acabado de se despedir de suas amadas arvores, e estava pronta para seguir com o grupo e se manter atenta a um suposto velho barbudo...

Voltando para a fala de Gregory... – Se separar é uma boa ideia, mas como Sofia falou nós temos que definir um ponto de encontro. Já que não conhecemos a cidade, sugiro que seja um lugar fácil de achar como o porto, um bar conhecido ou um clube popular... – Ninguém parecia saber sobre nenhum lugar para sugerir. – Pollo, você era dessa cidade, certo? Então nos diga ai um estabelecimento desse tipo ou nos fale uma construção importante da cidade.

- Sim, vê se finalmente faz algo de útil e serve de guia. Falando em pontos importantes da cidade, sabe de algum bom ferreiro?

O rapaz foi pego de surpresa, olhou de forma desconfiada para o autor da pergunta, e começou sua frase gaguejando. – Po-po...ponto? Bem, vocês não sabem de nada da ilha certo? Há muitos lugares conhecidos mas não sei como fariam para chegar até lá... A não ser... O farol. Independentemente de onde estejam vão poder seguir para lá e se encontrarem, tem uma parte pedregosa ao leste do farol que é cercada por arvores no lado da ilha, e por coqueiros pelo lado do mar, vocês podem se encontrar lá... E quanto a um ferreiro... Isso eu sei! Posso te levar ao melhor alfaiate da cidade minha senhora, você ficará ainda mais deslumbrante com as roupas dele. E ao lado tem uma ferroaria.

- Então será assim. Separarmo-nos e cuidaremos de deixar a poeira baixar. Precisaremos nos dividir para arrumar um novo navio, dinheiro e suprimentos. Armas e contatos confiáveis também são detalhes de importância... E Akane. Talvez ela tenha acordado antes e tomado a dianteira. Ou talvez sido pega por uma corrente alternativa e encalhado a outro lugar da ilha. O importante é que a encontremos antes da marinha. – Interviu Kurihara. – Pollo. Nos diga o nome de uma hospedaria barata e de segurança para gente como nós e esse será o ponto de encontro. Sigam até lá conforme estiverem prontos e ajam naturalmente.

- Eu não conheço nenhuma hospedaria barata... Sou filho de um nobre, como saberia disso?

Por fim todos pareciam ter chegado a um denominador comum, Gregory se separava do bando indo em busca de sua amada, os demais seguiam Kurihara para a ilha, apesar dele estar indo pelo lugar errado, mesmo Pollo tendo lhe dito inúmeras vezes. (na verdade ele falou para Sofia, mas esta só queria saber de seguir kurihara, então ele acabou os seguindo também).

Caminharam até chegar em uma clareira, onde avistaram um enorme javali... A fera tinha um metro e vinte de altura, bastante gordo e comprido, com presas avantajadas, parecia enraivecido... Era visível uma ferida no lombo direito do animal, o javali notou a presença do grupo... Os encarou. Não parecia disposto a abrir caminho ou fugir. Pollo paralisou, engoliu em seco.

Akane


A espadachim acordava depois de um sonho que mais parecia uma lembrança do passado, estava abatida pelo quase afogando e também por si dar conta que tinha chegado aquela ilha...
Pôs se de pé com certo esforço, decidiu tirar a camisa para secá-la, mas ela já estava praticamente seca. Só fez a sacudir um pouco. Ahh se Gregory estivesse ali para presenciar tal cena... Aquele corpo semidespido certamente teria feito o jovem conquistador ter um ataque do coração ou algo parecido. Mas a sorte não estava ao seu favor. A garota voltou a se vestir antes de qualquer sinal de outro integrante do grupo.

Sua espada estava ao seu lado, ela se abaixou e a colocou de volta em sua cintura, precisava seguir em frente e quem sabe encontrar o resto do grupo. Enquanto caminhava ouviu pessoas caminhando em meio a floresta que cercava a praia, parou instintivamente, as vozes mesmo que baixas e distorcidas pelo ambiente não soavam parecidas com as de seus amigos, conseguia ver a silhueta de 5 pessoas caminhando por entre as arvores, estavam conversando sobre algo... Akane só conseguiu ouvir direito algumas palavras.
- Ataque... Dinheiro... Piratas... Reunião na floresta... Caçadores...

Será que aquilo iria fazer algum sentido para a garota? Não se sabe dizer. Mas as pessoas seguiram em frente sumindo por entre a mata. Ela seguiu então em busca do grupo... E para sua infelicidade, o primeiro a encontrar foi Gregory, ele ainda estava ao longe, mas era perceptível que vinha correndo em sua direção... Com a sua típica animação, aos poucos Kazumi podia ouvir a sua cantoria


Zed


No momento Sidney estava deitado sem sua camisa na maca do hospital, estava em uma sala fechada, somente com a velha senhora. Tinha contado sua historinha para a mulher, e a mesma parecia ter caído no conto... Pelo menos foi o que ela disse, mas seu tom de voz não denotava confiança.
- Uma queda da calha han? Você deveria tomar mais cuidado garotinho...

A mulher tinha acabado de retornar com um copo d’agua e umas pílulas verdes, pareciam ervas amassadas encapsuladas.
– Depois de tomar esse remédio, ainda vou precisar colocar gelo? – Indagou o rapaz, atuando de sua melhor forma.
- Ohh, sim meu anjo. Por um tempinho até o inchaço passar, mas vai ser bem mais rápido. O remédio é para as dores e um relaxante muscular, ficará bom logo, logo.

Tendo ouvido aquilo o rapaz decidiu tomar o remédio. Colocando as pílulas na boca e as fazendo descer com a água. – Isso... Bom garoto. – A senhora sorriu.
Sidney olhou novamente ao redor, se certificando de que não havia pessoas por perto enquanto a senhora estava de costas para ele cuidando de uma papelada. - Ah sim... – A mulher se virou. – Diga querido.
- Eu tenho uma outra dúvida. – Esperou a mulher se aproximar. – Aqui vocês tem alguma anestesia geral ou algo que possa usar para nocautear algum cara maior do que eu? – A expressão de dúvida tomou conta do rosto da mulher.

- Porque você iria querer algo como... – Foi surpreendida pela ação rápida do garoto, que sacou sua adaga e levou sua mão até a boca da velha, pondo sua arma em sua garganta. – Onde eu consigo venenos, anestésicos e semelhantes por aqui? – Sua voz estava totalmente diferente de antes... A velha esbugalhou os olhos assustada, murmurava algumas palavras mas não conseguia falar devido a mão lhe tapando a boca. Sidney estava confuso, como conseguiria alguma resposta tampando a boca da mulher... Mas não só isso, ele estava se sentindo leve... Meio zonzo, sua visão estava desfocada, parecia sonolento. A velha sinalizou com a cabeça que tinha sim drogas por ali.

O gatuno involuntariamente deixou a mulher falar, como se estivesse perdendo as forças. – Temos sim remédios por aqui meu jovem. Você se refere a um como o que eu acabei de te dar? Sim, você já dever ter notado que tem... – Não conseguia mais ouvir palavra nenhuma, o rapaz desabou apagado.

Acordaria mais tarde em uma maca, com as mãos e os braços amarrados as grades laterais da cama, ainda estaria sobre efeito do remédio.
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off:
 

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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 2 EmptyQua 06 Abr 2016, 12:42


Andava por entre a floresta enquanto sentia o clima agradável estimular minha pele ao ponto de eu ter a impressão de que a natureza me fazia cócegas. Sentia a calma e a tranquilidade me preencherem em forma de borboletas em meu estômago. Ah... Aquilo sim era felicidade. Foi naquele momento de paz aproveitei para sentir com clareza minha alegria e também deixei minha mente repassar o que havia acontecido alguns instantes atrás.

- Ouvi dizer que Baterilla mudou um pouco desde que o capitão do antigo QG de Briss veio para cá... - O boxeador de cabelos alvos parecia querer esconder aquela informação usando um sussurro, mas minha boa audição vinha a calhar naquele momento. Guardei a informação em minha mente e então segui até Sofia. Ela parecia calma durante meu tratamento afetuoso a ela, o que acabava por me surpreender e ao mesmo tempo me causar certa atração na oportunidade de ganhar sua simpatia. Entre de meus flertes, Pollo me interrompia para me passar uma espécie de afronta enquanto parecia estar no meio de um ataque de ciúmes. O observei com um rosto pensativo que de certa forma poderia ser intimidade, mas no fim apenas sorri e me afastei dali para me focar no que realmente me importava.

Voltando ao presente, deixei meus pensamentos me escaparem - O homem que foi descartado pela própria família e tratado como um objeto... Ele não tem nenhuma utilidade nesse mundo, nem mesmo para a gente ganhar dinheiro. Mas será que ele decidiu ter como motivação a possibilidade de nos seguir? - Falei aquilo durante minha caminhada, com a incerteza estampada em meu rosto. Apesar de ter minhas dúvidas, a possibilidade de ter mais um tripulante no bando me deixava contente.

Segui meu caminho procurando não só pela ruiva mas também por coisas interessantes no caminho, afinal, era uma nova ilha e um novo cenário a ser explorado por mim. Com isso em mente, sentia meu corpo vibrar involuntariamente graças a minha empolgação.

Depois de algum tempo matando o tédio usando minha determinação finalmente eu avistei meu alvo. Como eu havia imaginado só de ver aquelas madeixas rubras de relance eu já conseguia me sentir alegre. De imediato abri meus braços e vi meu corpo mover-se sozinho em direção a ela. Pois é... Havia me perdido novamente no encanto de sua beleza.

- Now I've had the time of my life.
No I never felt like this before...
Yes, I swear, It is the truuuth
And I owe it all to you!!!


Pretendia cantar aqueles versos quando a tivesse em meus braços, mas a empolgação me fez perder o controle.

Seguiria em direção a ruiva correndo de braços abertos e com um sorriso enorme no rosto. Assim que estivesse em seu alcance, a envolveria em um abraço apertado com meus braços na altura de sua cintura. - Akane... Eu ouvi seu choro e vim imediatamente... Se acalme, estou aqui agora... Me desculpe... Nunca mais deixarei isso ocorrer novamente com você. - Diria aquilo pausadamente e com um tom baixo, afim de passar-lhe confiança. Continuaria a abraçar-lhe carinhosamente por alguns instantes e então me afastaria, pondo as mãos nos dois ombros da ruiva para que pudesse olhar em seus olhos.

- Tenho muitas coisas a te dizer, mas vou me conter para poder te passar primeiro o que é importante você saber. É sobre nosso bando... - Me posicionaria ao seu lado direito, pousaria meu braço esquerdo em seus ombros e por fim a puxaria para perto de mim. Faria isso não só para que aquela conversa ficasse apenas entre nós dois, mas também para ter pelo menos alguns segundos em contato próximo com ela. - Provavelmente somos procurados agora. Eles procuram por um grupo e, por isso, Kurihara sugeriu que nós nos separássemos. Mas não se preocupe, se você quiser posso continuar ao seu lado. - Sorriria gentilmente.

- Agora falando sério... Nosso ponto de encontro é um farol que há nessa cidade. Não sei se você tem algum objetivo que queria realizar, mas eu tenho meus planos... - Tiraria meu braço de cima dela para que eu pudesse vestir minha camisa e guardar o martelo em meu bolso caso este ainda estivesse em minha mão. Mesmo a soltando, continuaria pertinho dela para manter a conversa longe dos ouvidos de curiosos. - Basicamente, eu pretendo aumentar minha fama. - Era um objetivo simples, mas que eu já havia traçado desde o primeiro momento em que cogitei virar pirata. - Pode ser de qualquer maneira, mas se eu achar revolucionários nessa ilha será perfeito, pois eles serão uma ótima forma de erguer minha recompensa... Eles já me conhecem e até fizeram eu ganhar o nome de ''Andarilho''. O que pretendo é agir ao lado deles e pegar a responsabilidade pelas suas ações para mim. - Terminando de falar aquilo, ergueria ambos os braços, comemorando o sucesso que eu mentalizava em cima de meus objetivos. Por fim, riria enquanto achava que aquele meu plano era perfeito. - Então minha princesa, o que me diz? Você virá comigo ou tem suas próprias vontades a cumprir nessa ilha?

Naquele momento eu tentaria me lembrar se eu tinha em minha memória alguma informação de como achar revolucionários, rebeldes ou conhecidos de meu mentor em Baterilla.


OFF: Sim, é isso mesmo que você está vendo. Eu falo pra cacete, mas é o que quero falar.

HISTÓRICO:
 

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Falas
Pensamentos
Esquizofrenia (Fantasia)

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Akane Kazumi
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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 2 EmptySex 08 Abr 2016, 16:20

緋色





Olhando ao redor constatava que eu havia me perdido do restante do bando, o que não me parecia nem um pouco animador, mas não me deixaria abalar por um simples contra-tempo. Conhecia Baterilla quase como a palma de minha mão, entretanto não sabia exatamente onde eu estava ainda que eu acreditasse que não seria difícil encontrar a cidade do ponto onde eu estava.

Assim que me reorganizei, pegando minha espada e atando-a ao cinto, passei à caminhar Ilha adentro quando ouvi o que pareciam pessoas conversando e caminhando. Franzi o cenho por um segundo ficando completamente estática, respirava mais devagar para tentar ouvir sobre o que estavam conversando.

"São cinco..." - pensei ao observar a silhueta dos mesmos.

Pareciam planejar alguma coisa, mas não consegui entender muito bem o que eles estavam falando, as únicas coisas que ficaram gravadas em minha mente foram: “Ataque... Dinheiro... Piratas... Reunião na floresta... Caçadores...”, portanto comecei a tentar entender do que se tratava e formular algum tipo de padrão, era possível que fossem piratas, ao meu ver não tinham jeito nenhum de Marines, mas por outro lado cogitei a possibilidade de serem Caçadores. Não tinha tempo pra ficar pensando sobre aquilo, então assim que notei que o caminho estava limpo prossegui, tinha que me reunir com os outros e partilhar tal informação.

Ao olhar ao longe era possível avistar um rosto conhecido e sorri de canto por um segundo, era bom não estar sozinha em Baterilla de novo, a presença deles me serviria de apoio já que eu estava novamente no lugar que por mim foi chamado de Inferno. Fiquei um tempo viajando em meus pensamentos que acabei me esquecendo de que Gregory, o homem cuja determinação sobre ser um Pirata eu admirava, era na verdade o tarado do bando e por tal motivo ele acabava se tornando um tanto irritante e o tipo de homem que uma garota devia evitar se quisesse se manter à salvo de suas tentativas pervertidas de tocá-la. Dei um passo para trás na tentativa de fazê-lo errar um possível movimento de agarrão enquanto levava a mão ao cabo da espada ameaçando puxá-la caso ele me tocasse. Tudo não passava de ameaça, eu não sacaria a espada para um companheiro de tripulação, mas esperava que ele ao menos tivesse amor à própria vida e parasse. Caso não funcionasse minha tentativa de aviso e ele acabasse me agarrando de repente, manteria apenas uma expressão vazia de descontentamento no rosto enquanto olharia para qualquer coisa que estivesse atrás dele evitando contato visual.

Caso ele começasse com suas típicas frases de conquistador barato, dizendo vir ao meu socorro ou coisa parecida o encararia com os mesmos olhos frios habituais e empurraria seu rosto usando ambas as mãos forçando-o para que me soltasse.

- Afaste-se por favor. - diria sem um pingo de emoção na voz.

Assim que ele me largasse ajeitaria as roupas caso estivessem amassadas e me certificaria que estava tudo coberto e no lugar para que ele não tivesse um ataque e nem tentasse me agarrar daquela forma outra vez, pois se o fizesse não pensaria duas vezes antes de dar o meu melhor chute em seus testículos. Não me opus à forma como ele tentava me passar as informações, apenas continuei inexpressiva enquanto ouvia todas as suas palavras com atenção.

- Certo. - responderia da mesma forma de sempre, sem emoção alguma.

Ouvia o que mais ele tinha à dizer e por um instante começava à pensar no Farol, só tinha um lugar que batia com essa descrição, mas assim como ele eu também tinha objetivos e planos à cumprir naquele lugar, já que agora era uma pirata assim como eles eu tinha que melhorar minhas habilidades no geral tanto para ser mais útil ao grupo quanto para mim mesma, já que eu tinha passado um sufoco dos diabos contra um dos soldados de baixo nível em Briss eu precisava melhorar minha técnica de espada e para isso precisaria começar usando as duas mãos e não apenas a Esquerda, porém fiquei muda por mais algum tempo deixando-o falar enquanto notava que ele se distanciava para vestir a camisa. Observava-o com atenção, mas ainda sem dizer nada, sabia que ele era um tanto tagarela, mas sempre possuía informações importantes então tinha que prestar atenção à tudo.Ele mencionou algo à respeito de Revolucionários e logo me lembrei daquele grupo que eu havia visto mais cedo o que me fez cogitar a possibilidade de eles serem revolucionário.

Por fim ele erguia ambos os braços terminando d me passar todas aquelas informações enquanto eu ainda o observava, agora cruzando os braços na frente dele.

- Andar em Baterilla sozinho seria burrice, Gregory. Apesar de eu ter meus próprios objetivos preciso de sua ajuda para uma coisa também - o encarava séria abrindo um sorriso levemente malicioso ao final da frase. - Preciso que me ensine à usar as duas mãos.

Ergueria ambas as mãos diante dele com a palma virada para frente antes de uni-las diante do corpo e piscando com o olho esquerdo ainda com o mesmo sorriso nos lábios.

- Além disso, conheço bem esse lugar, você vai precisar da minha ajuda também, aliás... Vi alguém esta manhã, era um grupo, cinco pessoas, falavam coisas desconexas, dentre elas sobre Piratas, Ataque e Caçadores, faz algum sentido pra você? - perguntava esperando uma resposta da parte dele, obtendo ou não prosseguiria. - Não importa, meus demais planos saberá em breve. - diria baixando ambas as mãos levando a destra até a cintura.

Voltaria à olhar pra frente com frieza, dando a ele o prazer de ver o meu sorriso malicioso por mais alguns segundos antes que eu desviasse o olhar para o lado voltando à ficar séria, tentando me lembrar de como andar por aquele lugar ou de alguma coisa que nós pudéssemos usar ao caminhar por ali, algum ponto de referência, algum contato, toda e qualquer informação da qual eu pudesse me lembrar seria útil.

- E então, Gregory... Que estamos esperando? - diria caminhando esperando que ele me seguisse ou que tomasse a dianteira.



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Última edição por Akane Kazumi em Ter 12 Abr 2016, 09:11, editado 3 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 2 EmptySeg 11 Abr 2016, 18:09


Caminhar pela floresta, essa era uma tarefa bem ingrata, considerando todo o importuno causado pelas raízes, galhos e o chão irregular, enfim o incomodo da natureza. Nunca havia realmente entrado em uma floresta mesmo, claro meu pai era um jardineiro e florista, e sempre havia me deixado perto de tudo isso, mas a verdade era que sempre iria preferir um bom chão de concreto a ficar caminhando no meio do mato. Se bem que essa deveria ser um tipo de ocorrência comum para piratas, quer dizer, eles não podiam realmente ficar andando pelas ruas das cidades, principalmente depois de ficarem famosos. Neste caso era melhor eu me acostumar com isso, e arrumar um bar de botas um pouco mais confortável para este tipo de caminhada.

Mas havia uma segunda razão para aquela jornada ser incomoda, era que o nosso líder parecia ter esquecido completamente que ele não conhecia aquele lugar, e ignorava todos os avisos que eram dados por nosso guia. Claro, eu mesma não estava lá muito confiante com relação as habilidades daquele moleque chorão de nos guiar a qualquer lugar, exceto talvez para a barra da saia da mãe dele. Talvez fosse melhor se eu deixasse nosso capitão perdido ali e seguir para a cidade pelo caminho indicado por Pollo, se bem que não estava com vontade de ficar sozinha com ele, era como uma combinação de inutilidade com, bem, Gregory. Ele ficaria apenas dando em cima de mim e chorando sobre como a vida dele era sofrida e aquela baboseira toda de novo, e isso por certo ângulo era muito pior do que ficar aguentando andar no meio daquele mato, perdidos.

“Tenho que admitir no entanto que ele mostrou alguma fibra”, pensei comigo mesma, lembrando do momento em que ele se voltou contra Gregory. A verdade era que eu mesma iria acabar dando uma surra nele se ele continuasse com aquilo, mas foi divertido ver o moleque tentando bancar o seu protetor. “Seria ainda mais divertido se ele tivesse recebido uma surra”, comecei a imaginar como seria uma cena em que Gregory e Pollo brigavam por mim enquanto eu comia um pouco de pipoca, eu realmente não gostava de receber atenção daqueles dois, mas seria divertido ver eles brigando, mesmo o resultado sendo bem óbvio. O lado bom era que Gregory parecia ter desistido de vez de me irritar, e também de seguir a garota esquisita que ainda teimava em nos seguir, “Por que ela está com a gente mesmo?”, e havia saído em uma busca própria por Akane. Só podia torcer para que ele acabasse se perdendo e sendo morto por caçadores de piratas, marinheiros ou lobos selvagens, e Akane conseguisse encontrar seu caminho para a cidade. Agora que pensava sobre isso, ela era dali, certo? Ela havia comentado sobre isso durante a viagem, então se ela retornasse poderia eliminar Pollo sem tanta culpa, um pensamento revigorante que acabava perdido quando lembrava que precisávamos do dinheiro da sua família para nosso barco, e nossos canhões vários canhões.

Eu acabava me perdendo novamente nas minhas fantasias sobre todos os tipos de canhões fantásticos que eu poderia finalmente comprar com a recompensa de ter aturado aquele moleque tanto tempo, que praticamente nem reparava no mundo ao redor, mesmo caminhando naquele tipo de terreno. Nem repararia que o resto do grupo havia parado, e continuaria a andar em frente se alguém não interferisse, me parando ou gritando comigo, sendo que apenas repararia no javali quando acabasse trombando com ele, sendo atacada ou com ele urrando na minha cara, o que quer que fosse.

Caso eu fosse interrompida antes de acabar tendo um encontro desagradável, eu apenas ficaria parada, olhando para aquele animal. Nunca havia observado um daqueles antes, ao menos um vivo, não era como se eu quisesse realmente ter esta experiência, e aquele parecia determinado a arrumar uma luta. “A pele dele deve ser rígida demais para qualquer coisa exceto uma armadura de couro, e o cheiro não compensa,” eu comecei a pensar enquanto o observava, já imaginando o que deveria fazer com ele após terminar com aquilo. Aquela criatura não deveria ter acabado naquele estado se alguém não a tivesse atacado, e sem dúvida os caçadores ainda estariam por perto, era claro que poderia ser a menor das nossas preocupações. Eu então seguraria minha foice do lado do meu corpo, enquanto investia para cima do javali, então tentaria dar um pulo para o lado direito e investir contra a lateral do animal com a foice tentando dar um golpe vertical de baixo para cima e então recuar, todo o tempo me mantendo atenta para caso ele revidasse, ou alguém de fora interferisse, ao mesmo tempo que esperava alguma assistência de Kurihara ou a garota estranha.

Caso ninguém me interrompesse, continuaria andando distraída até dar de cara com a criatura, e neste caso provavelmente teria muito pouco tempo para pensar em qualquer coisa, apenas tentando evitar receber qualquer dano e me afastar o mais rápido possível. Neste caso, se conseguisse me afastar dele sem receber qualquer dano pesado, apenas iria me preparar para o combate, esperando que algum dos demais tomasse a dianteira para então verificar o que poderia fazer, e apenas me preocupando no momento com manter a distância e não receber dano desnecessário.

– Alguém poderia dar uma mãozinha? – Falaria, caso ninguém demonstrasse a vontade de vir ajudar a derrubar a criatura por algum tempo, independentemente da situação atual.

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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 2 EmptySeg 11 Abr 2016, 23:54

Bom… Meus planos não haviam dado tão certo quanto o esperado… Na verdade, nada certo. Estava agora em uma cama amarrado pelas mãos e pernas. “Merda... Eu acho que agora dancei.” Pensava contendo um sorriso, fugir dali não parecia fácil ou mesmo possível, mas de certo encontraria uma forma, cedo ou tarde, a dúvida era: Como? Não podia deixar de me divertir com a ideia.

Primeiramente iria checar onde estava e se haviam pessoas por perto. Caso não houvessem, iria tentar me libertar das amarras de alguma forma, talvez procurando por um grampo ou semelhante onde pudesse alcançar com a mobilidade restringida. Caso conseguisse iria tentar abrir a fechadura usando os conhecimentos recém adquiridos.

Caso não conseguisse, ou simplesmente houvessem pessoas por perto, iria partir para meu plano primário, mentir e manipular. – O que aconteceu? – Perguntaria fingindo ainda estar atordoado e desmemoriado embora tivesse plena ideia do que havia de fato ocorrido.

Assim que chamasse a atenção das pessoas por perto iria agitar meu corpo bruscamente fingido que tentava me soltar das correntes, embora tivesse certeza do quão impossível isso era. – Vocês precisam me soltar. – Iria agora mudar meu semblante, tentando transmitir raiva e impaciência. – Se eu não voltar logo para resgatá-los... – Neste momento iria novamente mudar o rosto, tentando imitar temor e hesitação. – Eles... Eles vão... Eles vão matar meus pais! – Manteria então o rosto com tal expressão, mas tentaria adicionar lagrimas aos olhos e uma voz tremula.

Claro, isso certamente não seria o suficiente para que me soltassem, mas ao menos esperava de alguma forma sensibilizá-los e ganhar um pouco de sua atenção para decidir como improvisar daquele ponto em diante.


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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 2 EmptyTer 12 Abr 2016, 02:43




O Filho Único

"Chaotic."



[...]não será problema para mim definir um caminho para a cidade[...] - Diria parte de meus pensamentos em alto tom, deixando que escapasse por meus lábios enquanto que, junto do grupo que ainda me seguia, guiava-me por um caminho diferente do qual havia sido apontado por Pollo. ~O garoto não sabe mais que eu.~

Parava, por fim, em uma situação complicada. Moveria as pernas de forma a passar por cima de qualquer obstáculo natural, como raízes ou troncos, por exemplo, e tomaria a iniciativa, dando um passo à frente dos demais. - Abra caminho. - Ordenaria, ao ter, finalmente, visto a silhueta grotesca do javali. - Ele parece ferido, terá medo de que o ataquemos, provavelmente. - E tal era o problema. - Com medo, atacará se pressionado. - E não o podia julgar. Todos deveriam, sem dúvidas, temer a minha presença, principalmente com um ferimento exposto como aquele. ~Presa fácil. ~

- Deixe-o estar, serei benigno. Desviaremos o caminho... Uh... Pollo? - Acenaria, insinuando que o seguiríamos, por melhor que fosse o meu caminho, teríamos de dar a volta, logo, o caminho indicado por ele poderia servir.
Apenas continuaria transitando pelo caminho, seguindo ao garoto em direção à cidade.

No entanto, não hesitaria em ocasião de um ataque por parte do javali à qualquer um daquele grupo, portanto, manteria-me sempre de olho em sua movimentação enquanto estivéssemos por perto.
Flexionando os joelhos e impulsionando-me para uma das laterais, lançaria-me para a frente de seu ataque, seja qual fosse o seu alvo, posicionando os braços em um bloqueio frente ao meu corpo e segurando-o. Executaria da mesma atitude defensiva caso a investida da fera me tivesse como alvo. Por fim, em ambos os casos, fixaria firmemente as pernas contra o solo, forçando o calcanhar e agarrando o corpo do animal com os braços, prendendo-o, e, com um movimento circular de meu tronco, tombando-o para o lado, de forma que o seu lado não-ferido fosse de encontro ao chão, deixando para cima o lado ferido. De seguida, erguendo-me rapidamente, flexionando o joelho destro ao também erguer tal perna, e, por fim, deflexionando com uma fincada de cima para baixo contra o seu ferimento, esmagando-o contra o chão. - Bondoso e justo. - Caso o animal viesse a desmaiar de dor, ou mesmo morrer, procuraria algo pelo seu ferimento que viesse a indicar a causa, e, em seguida, continuaria o caminho juntamente do grupo, independente de se tratar do caminho indicado por Pollo ou ainda estar em meu próprio-caminho-muito-melhor-que-o-dele.




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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 2 EmptyTer 12 Abr 2016, 23:29

Akane e Gregory


Ouvir aquela conversa deixou a jovem espadachim um tanto quanto receosa por alguns instantes, mas logo se acalmou visto que os indivíduos se afastaram do local onde ela estava a deixando para trás com os seus pensamentos. Pensamentos esses que se remetiam a aquela ilha, ao seu atual grupo e as suas ambições, enquanto perdida em seus pensamentos, a médica avistou ao longe a silhueta de uma pessoa, que ao se aproximar identificou como sendo Gregory.

O pirata que tinha deixado de lado a afronta que Pollo tinha lhe feito estava, assim como Akane, perdido em seus pensamentos sobre seus objetivos naquela nova ilha, porem tudo aquilo se desfez no momento em que seus olhos repousaram sobre aquele magnifico ser, aquela ruiva estonteante, a (uma das) dona do seu coração. O boxeador partiu rumo a sua amada, já com todo o plano arquitetado em sua cabeça, a tomou em seus braços mesmo sobre a ameaça que a mulher fazia à sua aproximação, ignorou aquilo e pode sentir enfim o toque daquele corpo no seu.

A conversa enfim se iniciou, Gregory falando muito e Akane se limitando a dar respostas secas com um olhar vazio e sem sentimento que era típica dela.
Todos os tópicos se fizeram muito bem a entender por ambos os lados, e a conversa fluiu de maneira natural. O que certamente pegaria Gregory de surpresa seria aquela mudança de modos por parte da médica do grupo, aquele olhar penetrante, sorriso malicioso, a frase solta “Preciso que me ensine à usar as duas mãos.” Junto ao gesto de mostra-lhe a palma de ambas as mãos, eu não sei para vocês, caros leitores, mas para mim, tinha algo de muito errado ali e acredito que nem ela tinha noção disso...

Enfim... Depois de toda essa loucura, a garota voltou ao seu padrão normal, e seguiu em frente, buscando por algo que lhe desse uma dica de onde estavam e de como seria para encontrar a cidade, e logo encontrou ao adentrarem na floresta e encontrarem uma trilha de pedras por entre as arvores, a espadachim sabia que aquela trilha os levaria direto para a cidade, para um lugarzinho pacato em frente a uma grande marcenaria, Akane se lembrava que não muito longe de onde eles sairiam ficava um instituto voltado para aqueles que buscavam seguir o caminho do conhecimento, cultura, cheio de livros e estudiosos por toda a parte. Durante a caminhada Gregory voltava a forçar suas lembranças, tentando encontrar algo que lhe lembrasse sobre atuação revolucionária naquela ilha... Nada de útil lhe vinha a cabeça, vai ver ele precisaria de algo que estimulasse sua memória de alguma forma.



Sofia Shannon e Kurihara



Ignorando todos os avisos dado por Pollo o grupo seguia os instintos insanos do seu capitão, o navegador estava convicto de que chegariam ao seu destino independente de seguirem ou não os conselhos do novato chorão. Essa não era bem a ideia que Sofia tinha em mente, tanto que a ferreira chegava a cogitar a possibilidade de deixar o Kurihara com Shannon e seguir com Pollo, mas logo ela deixava essa ideia de lado, só de imaginar em andar acompanhada apenas por aquele garoto lhe fazia perder toda a motivação para aquilo.

As raízes, pedras, galhos, folhas secas, cipós e toda sorte de coisas preenchiam o caminho natural da floresta, mas nada muito desagradável a ponto de atrapalhar de forma significativa a caminhada do quarteto, seguiam em frente tranquilos até que ao entrarem em uma clareira que tinha seus 50m² se depararam com um Javali ferido, assim como a suspeita de Kurihara, a fera estava com medo e acuada devido a dor do ferimento que tinha sofrido, estava apreensiva, com seus instintos aflorados visando apenas a sua sobrevivência, qualquer ser que se aproximasse seria tomado como uma ameaça, ser este que viria a calhar de ser Sofia.

Deixe que eu lhes explique o que aconteceu. Sofia é uma garota distraída por natureza, sua atenção costuma se perder a tudo a sua volta, não focando em algo especifico, como um galho de arvore estranho ou um inseto, sua distração é com seus próprios pensamentos, naquele momento ela mais uma vez estava delirando ao pensar em canhões e todo o tipo de coisas parecidas. Kurihara por sua vez, ao notar a situação do animal, optou por contorna-lo, o que lhe fez não notar a sua companheira que caminhava em direção ao javali raivoso. Pollo estava tão amedrontado, que mal conseguia se mover, seria cobrar de mais uma reação do pobre garoto, mesmo que fosse para salvar a sua amada. Já Shannon, bem, a garota parecia ter sido desligada do mundo e de tudo a sua volta... Que estranho não?

O rugido da besta fez com que Sofia despertasse, e chamou também a atenção de Kurihara, o capitão prontamente investiu em direção ao animal e de sua tripulante, mas já era tarde. O javali disparou contra Sofia, que mal teve tempo de por sua foice em frente ao seu corpo, e tentar desviar-se para o lado, o marfim da presa da fera resvalou no cabo da foice e por sorte a ceifadora conseguiu evitar de ser empalada, indo aos tropeços para o lado o impacto tinha sido enorme, seus braços tremiam.

O animal continuava a investida, pois notava o avanço de Kurihara, após uma breve parada, o javali bufou de raiva e redirecionou sua investida. O boxeador estava pronto para aquilo, segurou o ataque do animal, fixou os pés no chão e usando de toda sua força o fez parar, mas era só isso que seus músculos seriam capazes de fazer. Aquele javali tinha por baixo seus 200kg, não era um animal fácil de se derrubar, e se ele estivesse sem aquele ferimento, certamente o capitão do grupo teria um destino muito diferente. Durante alguns instantes, aquilo se tornou um embate de força, mas pelo visto, o ferimento do animal era mais grave que o observado antes, aos poucos o bicho foi perdendo as forças em suas ancas, até desistir, e pender para o lado, bufando.

O ferimento era algo feio, parecia ter sido feito a um certo tempo, o animal tinha perdido muito sangue, e era possível ver a ponta de um dardo ainda encravado no local.
Pollo despertava de seu congelamento. – Ahhh... AH...ah... my lady! Está bem? Nossa eu fiquei apavorado... Pobre animal, deve ter sido alvo de algum caçador. A médica não está com vocês não é? Não há o que ser feito, se não forem fazer mais nada, eu acho melhor eu guiar vocês para a cidade logo. Vai saber o que mais está nessas matas. – Dito isso, o garoto os guiaria assim que estivessem dispostos, e logo sairiam em um local bem pouco movimentado, nas ruas de Briss, mas a medida que seguissem caminho, iam notando a diferença na densidade populacional, logo estariam rodeado de pessoas. Pollo parecia empolgado com tudo aquilo, ele puxava o braço de Sofia, indicando para ela o tal alfaiate que tinha citado antes, ao lado, uma ferroaria.



Zed


Como era bem claro agora, Sid estava em uma situação bem complicada, mais arcaicamente eu diria que ele estava ferrado. Suas ações mal calculadas o levaram até ali e agora ele teria de arrumar um jeito de dar o fora o mais rápido possível. Agora devem estar se perguntando: “Por que ele tem que sair tão rápido assim?” Bem, um criminoso normal não teria muito a temer, muito menos com as habilidades que aquele jovem possuía, mas bem, ele tinha feito algo recentemente que não iria contribuir para a sua causa... E vocês logo irão descobrir o que.

Sid ainda estava meio zonzo, sua visão estava distorcida, as cores de tudo ao seu redor estava destorcida, tudo parecia um grande mosaico de péssimo gosto, seus músculos pareciam molengos, seus pensamentos confusos. Demorou alguns instantes até que ele percebesse o que estava acontecendo, pois lembrou-se do ocorrido mais cedo. Apesar de tudo, as dores nas costas tinham melhorado bastante, logo ele perceberia que o inchaço também tinha diminuído, mas ele ainda não estava curado, precisaria de um tempo para que isso fosse realizado.

Olhou ao redor, buscando por informações, notou que estava em um quarto fechado, acima de sua cabeça, na parede, havia uma escotilha que dava para um duto de ventilação. A sua frente cerca de um metro e meio, uma porta fechada, o quarto era bem pequeno, no máximo uns 12m², sua cama estava na quina do quarto, encostada na parede pela sua esquerda, ao lado da maca, uma pequena mesinha, com alguns materiais em cima, dentre a bagunça o garoto podia ver um bisturi e uma tesoura para dar pontos. Ao seu lado na cama estava uma garrafinha com um liquido branco dentro, escrito nela “óleo para massagem muscular” o garoto estava sozinho, aproveitou a situação para tentar se soltar com solavancos, mas de nada adiantava, só fez com que a dor nas costas voltasse.

Não demorou para que a senhora voltasse a aparecer. Foi daí que o garoto deu início ao seu showzinho, mas não pareceu surtir efeito nenhum, a velha estava com uma maleta, dentro da maleta, estavam todas as coisas que pertenciam a Sid, exceto suas roupas. – Você é um garotinho muito mal. – Comentou a mulher deixando a maleta no canto oposto da sala em relação a cama, ao sair da sala, fechou a porta, Sid a ouvir trancar, e ouviu também ela comentar com alguém. – Não tirem o olho do garoto, tenho um assunto a tratar.

off:
 

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