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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família EmptyDom 27 Mar 2016, 11:45

[CF] PT II - Férias em família.

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis e piratas Gregory W. Ross; Sidney Thompson; Sofia Schwarz; Shannon Jay; Kurihara L. Riki. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família EmptyDom 27 Mar 2016, 15:09

   
Matei um velho, nada de importante. Ele tinha uma medalha, era bonita e havia a roubado, mas era pouco significante. Havia colocado o nome de meu perseguidor na cena do crime, agora sim as coisas estavam começando a ficar interessantes. Sorria vendo aquele belo trabalho que alguns artistas até poderiam querer replicar em uma tela. “Mal posso esperar pra ver o que acontece...” Saia então da sala com a mão ainda suja com sangue. Colocava-a no bolso para disfarçar enquanto que a esfregava ali mesmo na tentativa de secar e descascar o sangue dentro do bolso.

Despreocupadamente, como se nada tivesse acontecido, caminhava em direção a saída do zepellin, onde ficaria observando pela janela caso houvesse alguma, ou apenas sentado ao lado da porta esperando a aterrisagem enquanto que com a mão limpa ficava observando a medalha obtida em meu mais recente homicídio. “Vamos ver... Quantos já foram... Meu pai, minha mãe... Aquele cara que queria matar o Perry, um... dois... três... quatro? Guardas... E um velho... Oito mortos?” Talvez fosse um número assustador pra algumas pessoas, oito vidas tiradas pelas próprias mãos, mas via aquilo de forma diferente. “Nenhum desses realmente valeu a pena matar... Queria um alvo legal... Um desafio interessante...” Mas em meio aqueles pensamentos, estava justamente me movimentando em direção a novas terras.

“Espero que em Baterilla tenha alguém que realmente seja um desafio interessante.” Infelizmente, era arrogância pensar de tal forma, principalmente com meu atual estado debilitado, sentia as costas doerem, e também haviam alguns pontos em meu braço que precisavam ser removidos. “Acho que vou dar um jeito nisso assim que chegar a ilha.”

Com tais pensamentos iria apenas esquecer do velho que havia acabado de matar e esperar a chegada, quando isto acontecesse, iria sair como sempre, fingindo não saber de nada. Exceto caso houvesse algum tipo de comunicado geral ou algum feito por outro passageiro ou parte da segurança. Neste caso iria fingir estar surpreso com a notícia com uma pitada de temor e preocupação.

Chegando a ilha, meus primeiros passos seriam me localizar enquanto observava a cidade e procurava por uma clínica ou hospital enquanto isso também procuraria por alguma fonte de água para discretamente limpar o sangue, se não encontrasse usaria apenas meu próprio suor ao atritar as mãos. Encontrando o edifício iria entrar e falar com a(o) atendente. – Olá. – Iria disfarçar minha verdadeira personalidade e me passaria por uma pessoa jovem e inocente. – Acho que já está na hora de tirar esses pontos. – Mostraria então o braço. Assim que fosse levado a um médico ou semelhante, iria também comentar a respeito das costas.

- Meu médico também disse pra colocar gelo nas costas. – Tirando a camisa mostraria o hematoma. – Poderia fazer esse favor pra mim, tio? – Iria então apenas relaxar, enquanto era tratado, mas por via das duvidas ficaria atento. Meus recentes atos em Wars island. Poderiam me assombrar mesmo aqui caso já estivesse sendo caçado pela marinha.

Embora fosse improvável, mas na hipótese do médico ser um pedófilo sequestrador e tentasse me derrubar usando químicos, tentaria sacar minha adaga e cortar sua mão para fazê-lo me soltar.


Histórico:
 
OFF: Esse é o ultimo post no zepellin, então em teoria já posso sair dele.

OBJETIVOS:
[ ] Arrumar um trabalho pelo mercado negro
[ ] Ser bem pago por ele Ta de brinks?
[ ] Encontrar com o resto do bando
[ ] Esfaquear o Alek nas costas e virar capitão Ser amiguinho de todos

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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família EmptyDom 27 Mar 2016, 19:22


Na ultima aventura...

Foi um dia agitado e sufocante, quem sabe até mesmo alegre, mas, acima de tudo, aquele tinha sido um dia memorável. Meu primeiro soco em um civil marcava o inicio de minha carreira como pirata e, graças a isso, comecei a experimentar o quão árduo é seguir no caminho da pirataria. Durante cada desafio, meu corpo ferveu diante de tanta adrenalina e só com isso eu já me sentia incrível. Cada um de meus oponentes naquele dia foram de certa forma formidáveis, mas como diria aquela velha frase... ''Pode vir quente que eu estou fervendo.''

Acabei deixando Briss e as memórias que construi por lá para trás. Não tive tempo para melancolia, pois, ainda no mar, tive que bater de frente contra mais um obstáculo, mas dessa vez em um cenário o qual meus punhos eram inúteis. A raiva me fez me manter de pé, mesmo com a exaustão e a dor querendo me abalar. Eu estava louco de vontade de quebrar cada marinheiro que nos perseguia com meus socos e pode-se dizer que foi essa loucura que me manteve de pé.

Mas ao fim daquela perseguição, deixei a alegria e alivio me dominarem. Estava contente de que enfim tínhamos o caminho livre para a próxima etapa de nossa jornada.

Ainda naquela viajem, acabei sendo dominado pelo amor. Sim... Aqueles lábios rosados em meio às provocantes madeixas rubras me fizeram ser atraído como um ímã. Segui até eles para que em mais um ato de pirataria eu pudesse roubá-los um beijo. No fim, eu consegui o que desejava, mesmo que desastrosamente. Foi um toque sutil e breve em sua boca, mas foi o suficiente para entorpecer meus sentidos com aquela repentina rajada de alegria.

Mesmo passando por tantos perigos naquele dia, eu só senti que poderia morrer naquele momento de tanta alegria. Com aquela felicidade eu segui para o canto totalmente desnorteado. Sem a raiva a me controlar, eu desabava no chão, totalmente exausto. Sufocado, senti meu coração empurrar meu peito enquanto explodia a cada batida.

Enquanto eu estava paralisado por aquele estado de transe, o navio aos pedaços finalmente começava a ceder diante das ondas agitadas em volta da ilha. Não demorou para que ele rachasse ao meio, levando todos os tripulantes ao mar. Quando entrei em contato com a agua e senti meu corpo ser envolvido por ela, me assustei. Acabei engolindo um pouco de agua, mas aquele foi o preço para eu finalmente acordar.

Tentei subir até a superfície com dificuldade. - AKANE! - Gritei o primeiro nome que me veio em mente. Imaginei que não poderia mais vê-la e me desesperei. - PESSOAL! - As ondas estavam agitadas demais e quando eu menos percebi eu não pude ser forte o bastante para manter-me em alerta até o final.

Perdi a consciência no meio do mar... Era um convite para a morte.

- Agora -

As ondas tinham carregado meu corpo até as margens da ilha e por sorte eu ainda estava vivo. - COF, COF! COUUUF! - Ainda perdido no sono, tossiria tentando me livrar da agua em meus pulmões. Em um estado de sonambulismo, começaria a me arrastar pela areia da praia enquanto apalpava o chão em busca do que parecesse ser o corpo de uma mulher. - HEHEHE... Sim, por favor... - Diria enquanto me arrastava com os olhos fechados e com um sorriso malicioso no rosto. Estava em meio de meus sonhos, onde eu via minhas fantasias e desejos se tornarem realidade.

- Aqui? Deixe-me ver então... - Resmungaria entre minha movimentação involuntária. Meu corpo se arrastaria a procura do calor do corpo de uma mulher. Assim que o achasse, me agarraria sorridente à moça, dando-lhe um abraço apertado. Ficaria ali até que eu acordasse naturalmente ou quando o ambiente tivesse agitação a ponto de me acordar.

- O que!? - Exclamaria ao acordar. - Onde estou? Aqui é Baterilla... Certo? - Diria a mim mesmo, mas alto o bastante para que quem tivesse em volta pudesse responder.

Tossiria para mandar resquícios de agua em meu pulmão para fora e começaria a coçar o meu nariz, sentindo ele irritado por ter aspirado agua do mar. Se meus companheiros de bando estivessem por perto, me aproximaria lentamente deles. - Estão/está bem? - Perguntaria, demonstrando certa preocupação se eu visse Sofia ou Akane por ali.

Em meio a conversa eu perceberia que estava relutante em falar com eles, pois eu considerava que eu tinha uma parcela de culpa do naufrágio do navio. Mesmo eu sendo um carpinteiro, acabei relaxando enquanto o barco dava sinais claros que estava afundando. - Entenda, Gregory, você é um pirata agora...

- Piratas nunca podem relaxar... Nunca. - Terminava meu pensamento através de um sussurro, deixando claro a mim mesmo a minha conclusão.

Depois disso, cerraria meus punhos e retomaria minha determinação. Chegaria perto de um de meus nakamas e bateria levemente em suas costas. Retomaria a conversa com um sorriso no rosto - Então... Chegamos a Baterilla! Alguma ideia do que fazer agora? - Me forçaria a dizer aquilo em volume baixo, mesmo que eu estivesse contente. Faria isso para que todos falassem no mesmo tom, para que assim nenhum curioso por perto conseguisse ouvir nossos planos. - Que tal começarmos indo atrás de dinheiro? - Falaria aquilo com certa decepção, fazendo meu bom humor sumir por alguns instantes. Pensar que o peso de minhas frustrações em minhas costas era maior que o peso do dinheiro que eu carregava em meus bolsos era decepcionante... Mas aquilo não me abatia por muito tempo, pois eu sabia que para mudar aquilo só restava me esforçar para superar meu fracasso.

- É assim que piratas conseguem as coisas, não? Até a sorte pode ser nossa inimiga, pois nosso diferencial é a... - Sorriria, deixando nítido minha confiança. - ...Determinação!

Caso os destroços do navio estivessem por perto, eu aproveitaria um espaço entre a conversa para seguir até lá para tentar achar ferramentas de carpintaria em geral, uma bolsa ou qualquer coisa que me pudesse ser útil.

OFF E OBJETIVOS: Ryuza!!!! Você de novo uau Dessa vez a aventura vai ser menos corrida, então podemos desenvolver legal.

[ ] Se não for pedir demais, queria em algum momento ganhar uma caixa de ferramentas de carpintaria e/ou uma mochila pra carregar itens  :/
[ ] Pegar 2 Pericias (provavelmente fisica e arrombamento)
[ ] Arrumar dinheiro
[ ] Arrumar um navio decente que consiga subir a reverse.
[ ] O resto dos objetivos te falarei no Skype ou em MP!!

HISTÓRICO:
 

____________________________________________________

Falas
Pensamentos
Esquizofrenia (Fantasia)

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RIP:
 

Titulo Internacional:
 


Última edição por GM.Wander em Qua 30 Mar 2016, 07:00, editado 2 vez(es)
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Shannon
Civil
Civil
Shannon

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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família EmptySeg 28 Mar 2016, 19:51


Eram dias e mais dias. Um inferno gelado sem fim, que ia congelando cada vez mais a garota que caminhava sem temer. Era um trajeto feito por passos curtos, porém firmes, guiados pela certeza que a jovem possuía da sobrevivência.

“Você. Morre!”

Shannon acordou num salto sobre um dos galhos de uma árvore morta. E numa ação desesperadora, perscrutou imediatamente o âmbito de floresta, tentando localizar a direção que a voz provinha, mas nada enxergava além da escuridão de uma noite qualquer, até que um clarão vindo do céu denunciou a silhueta de uma mulher; suas lindas madeixas ruivas bruxuleavam junto de seu vestido branco, e seu olhar singelo, que ao mesmo tempo conseguia ser amedrontador, fitavam a garota em cima da árvore. Shannon simplesmente fechou os olhos, e ao se abrirem ela pôde ter a certeza que agora estava enfrentando a realidade, e não sendo vítima da sua própria mente.



A arqueira se encontrava agora num lugar desconhecido, mas que remetia a lembranças passadas que não conseguia alcançar. E ela nem se esforçou para tentar fazer isso, já que diante daquele lugar, as preocupações eram outras. Dali, deitada sobre a areia da praia, ela conseguia enxergar uma área com árvores e também o resto do grupo no mesmo estado que ela – morto-vivos. Sua mente não era capaz de processar as inúmeras razões para eles estarem daquele jeito, só sabia que tudo havia tido início em sua trajetória pela ilha que mal conseguia lembrar o nome e de uma curta batalha no mar.

- Eu to bem! E vou ficar melhor ainda perto daquelas gracinhas!

Sem pensar duas vezes, levantaria com toda a pressa possível e saltaria na primeira árvore que se aproximasse, ficando agarrada nela por poucos segundos e repetindo a mesma coisa com outra do lado. O sentimento que ela tinha ao abraçar-las era de total liberdade e esperança, como se aquilo e ela fossem as únicas coisas que importavam no mundo inteiro. Seria uma pena se alguém a pedisse para explicar, pois nem sabia se as palavras para explicar aquilo já existiam.

- Vamos amiguinhas, vocês podem desabafar comigo.
- Como é estranho estar aqui
Sem as asas junto a mim
Me dá saudade


As suas últimas palavras sairiam em um tom melódico junto de um semblante melancólico, mas que seria trocado por um sorriso radiante em questão de segundos. Qualquer fala vinda do grupo não teria uma resposta dela durante aquele momento de apreciação, mas claro, ela tinha em sua consciência que não podia ficar ali pra sempre, e retornaria para o grupo assim que percebesse que todos já estavam recuperados daquela “vinda ao paraíso” e prontos para explorar o lugar.



Objetivos:
( ) Recuperar uma parte da memória
( ) Adquirir dupla personalidade
( ) Ganhar fama de pirata

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Alek
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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família EmptyTer 29 Mar 2016, 22:46




O Filho Único

"Chaotic."



Sentia o frio percorrer minha pele, mesmo que por debaixo da pesada vestimenta. O corpo jazia por sobre algo macio, e, sentindo-me finalmente revigorado e pronto para pôr-me de pé, assim o faria, abrindo os olhos e encarando o cenário desconhecido em volta.

- Ugh... - Levaria a mão destra à cabeça, esfregando a testa por debaixo da franja e esforçando-me para lembrar dos últimos acontecimentos, que não pareciam tão bem definidos. - O navio... Ele realmente afundou... - Procurando reunir forças, fixaria os pés no solo, mantendo-me de pé enquanto procuraria - com os olhos - pelos demais membros da tripulação, que talvez tivesse acabado por cair em locais diferentes da ilha. A julgar pela distância que estávamos no mar antes de naufragar, havia uma abertura bem maior que a maré nos poderia ter empurrado ao longo do litoral, mas, independente do caso, felizmente estávamos bem.

- Precisamos nos separar. A marinha já deve procurar por um grupo, mas não por indivíduos isolados. - Concluiria, sem enrolar, para os membros da tripulação que por ali estivessem. - Precisaremos de um novo navio também, pelo visto...




Objetivos:
Encontrar o Zed.
Tretar.
Conseguir um navio.
Talvez ir para a Grand Line nessa aventura. (Não sei ao certo. Depende do seu enredo, tanto faz.)
Conseguir dinheiro.
Uma boa trama. Deixo em suas mãos. yay.

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Falas da Mao
Falas da Aggy
Falas de Players Aliados
Falas de NPCs Aliados
Falas de Inimigos




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Meiko Matsunaga
Civil
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Meiko Matsunaga

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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família EmptyQua 30 Mar 2016, 20:27


Algo muito ruim estava prestes a acontecer, o tipo de coisa que era bem previsível se considerando as condições em que o navio no qual havíamos embarcado estava é claro, mas não menos preocupante mesmo assim. Faltando uma curta distância para que estes pudessem chegar ao seu destino, e provavelmente deixar de vez aquele barco caindo aos pedaços para trás, bem ele começou a cair aos pedaços. Eu me apressava para me segurar as coisas que tinham mais valor para mim ali, o que significava segurar a minha foice com força, ignorando todas as pessoas ao redor, e procurando qualquer tipo de rota de fuga. “Era tudo que me faltava, vou acabar ficando molhada... agora que penso nisso, eu não sou lá uma grande nadadora... acho que essa devia ser minha maior preocupação.” Comecei a pensar, alguns momentos antes de nosso ‘novo’ barco finalmente ir, falando com um senso de ironia, por água abaixo, junto com todo o resto da tripulação.

Eu rapidamente tentei me agarrar a qualquer coisa ou pessoa ali, mas mesmo assim não deixava de segurar bem a minha arma. Toda aquela água por todo lado de uma hora para outra, era tão frio e a água que entrava pela minha boca tinha um gosto tão salgado, era muito difícil tentar me controlar com toda a situação, eu já não era uma grande nadadora e com a corrente e ondas me arrastando de um lado para outro era impossível que eu realmente conseguisse me mover a vontade, desesperadamente procurando uma tábua ou boia salvadora. No final das contas o mar levava a melhor sobre mim, como esperado, enquanto eu ainda tentava me salvar, mas ao mesmo tempo tentava salvar minha foice, eu a conhecia a tão pouco tempo, uma foice tão jovem e mesmo assim tão querida, não queria perder ela antes de sequer ter estreado ela de maneira digna, provavelmente decapitando alguém, provavelmente um certo membro da tripulação. Era impressionante o tanto de coisa que eu conseguia pensar enquanto estava começando a perder os sentidos em meio àquela confusão, acabando por ser levada com as ondas até onde quer que estas estivessem me arrastando.

------------------

Algum tempo depois eu começava a despertar em um lugar totalmente desconhecido por mim, eu podia concluir que era a praia de alguma ilha talvez, provavelmente Baterilla, afinal era para lá que estávamos indo antes, e o lugar mais próximo do nosso maldito naufrágio. Porém isso não era realmente o primeiro pensamento correndo pela minha cabeça, sendo que assim que eu começava a me levantar, ainda cambaleando e cuspindo alguma água salgada que havia engolido durante minha breve estadia no mar enquanto tentava fazer meus olhos voltarem a funcionar novamente para ter uma visão clara, a primeira coisa que realmente me preocupava em fazer era procurar por aquilo que era mais importante para mim naquele navio... minha arma claro. Antes mesmo de olhar por meus companheiros observava ao redor procurando por onde poderia ter ido parar minha foice de brinde, a qual já pensava em trocar por uma melhor, mas até lá eu deveria manter ela por perto, afinal seria muito difícil me virar sem ela.

Caso a encontrasse, eu andaria para ela o mais rápido que pudesse, o que não era lá muito rápido considerando o estado em que a nossa aventura recente havia me deixado, e então a segurava e abraçava, como se fosse um ente querido que não via a séculos, e só então me voltava para o restante do grupo. Porém caso eu não pudesse encontrar essa, eu começaria a vasculhar a praia toda antes de realmente me virar para o grupo, ignorando qualquer coisa que eles dissessem neste meio tempo, concentrando-me apenas em minha própria busca. No fim das contas, caso minha busca acabasse sendo infrutífera, apenas bateria o pé mal humorada, concluindo que no final das contas poderia arrumar alguma coisa melhor. Na verdade, eu podia fazer algo melhor, e faria, pelo menos agora tinha alguma coisa para fazer por ali de verdade. Depois de ter feito isso eu me voltava para olhar se havia alguma outra pessoa do bando por perto, e soltando um suspiro de resignação se acabasse me deparando com Gregory, um pouco irritada por saber que ainda não havia me livrado dele mesmo depois daquilo.

Eu apenas permanecia em silêncio enquanto os demais membros presentes falavam aquilo que pretendiam, e depois de todos terminarem começava a andar pela praia, observando por qualquer sinal de para onde poderia seguir para a cidade. – Muito bem, eu acho que vou ir procurar algum lugar onde possa fazer uma nova arma para mim... e também a rapieira que prometi para a Akane! Se quiserem vir comigo tudo bem, caso contrário... seria melhor ter algum ponto de encontro não? – Eu falaria para os demais membros presentes ali, esperando a reação destes antes de decidir seguir rumo à cidade, ou pelo menos pelo rumo que achava que essa era, não era lá muito boa com direções. Caso não houvesse nenhum outro membro da tripulação a vista, eu me restringiria a começar a andar para a cidade sozinha mesmo, afinal de contas se fosse nosso destinos nos reunir, isso aconteceria mais cedo ou mais tarde.

Objetivos:
 

Citação :

- Histórico –
Pirata – recompensa 500 mil – Ceifadora - Ferreira
Posts: 1
Ganhos: NA
Perdas: NA
Vantagens: Aceleração, Adaptadora, Aparência Inofensiva
Desvantagens: Distraída, Sinceridade Excessiva, Mau Humor
Perícias: Forja, Mecânica, Costura


____________________________________________________

- Fala - Narração - Pensamento - Outros –
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Ryuza Ying
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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família EmptySex 01 Abr 2016, 20:48

Grupo

Bem... Aqui estamos nós outra vez para contar uma dentre muitas histórias de um pequeno grupo. Se você está lendo isso no futuro, certamente devem haver muitas outras que sucederam esta; se está no passado... Você não vai tá lendo isso porque, afinal, a história nem foi criada ainda, você está errado cara; mas se você está no presente, ai sim, tenha o deleite de acompanhar o rumo e as desventuras que irão se seguir. LET’S ROCK!

Era possível ouvir o som das ondas atritando com o ar, se chocando com as pedras e com a parede de areia que era a praia, o cheiro da maresia que o oceano trazia consigo, o toque grudento da pele que fora mergulhada no mar.
A primeira integrante a despertar foi Shannon, a doce e inocente garota despertava de um sonho um tanto quanto perturbador para qualquer outro que não fosse ela, aquelas memorias confusas, será que eram mesmo memorias? Nem mesmo a garota sabia dizer, seu corpo estava mole, como se tivesse sido massageado violentamente em todas as partes possíveis. Demorou um tempo até que ela conseguisse levantar, olhou em volta, não viu ninguém do grupo... Mas viu algo que chamou muito mais a sua atenção: Arvores.
Correu (como pôde, de forma desengonçada e tropeçando) até elas, onde iniciou uma sessão de loucura, sem hora pra terminar.

Um pouco longe dali, Kurihara abriu os olhos. A luz do sol pareceu ferir sua retina... Eles tinham naufragado no alvorecer... Mas pela posição do sol agora, deveria ter se passado 2 a 3 horas, tossiu e pôs para fora toda a água que ainda estava retida em suas vias respiratórias. Suas roupas já estariam secas, se ele não estivesse em uma região onde a maré ainda o atingia. Sentia as ondas atingirem seus pés e a areia que o sustentava aos poucos ceder... O mar parecia estar o requisitando de volta.
Mas isso não aconteceria. O suposto lide do grupo de pôs de pé, olhou ao redor procurando por seus companheiros... Avistou Gregory e Sofia...

Estes dois acordaram ao mesmo tempo. O boxeador tossiu ainda inconsciente a água brotou de sua boca como se fosse uma fonte natural, aquilo o assustou e o fez acordar de súbito. Toda a energia que restava de seu corpo pareceu ser drenada naquele momento. Levantou-se e seguiu engatinhando, com a visão meio turva devido a sonolência, ele procurava por suas lindas companheiras.
Sofia teve um despertar muito mais tranquilo, ela já tinha expelido a água que tinha engolido a um tempo atrás e acabou por voltar a desmaiar, mas agora ele despertava de vez, seu primeiro pensamento foi o de encontrar a sua querida arma. Assim como seu companheiro, ela começou a engatinhar tateando a areia da praia em busca de sua foice...

Ambos acharam o que desejavam. Sofia tocou o cabo da sua arma... Gregory chocou sua cabeça contra a cabeça de Sofia, ambos caíram para o lado com o impacto.
Logo se levantaram. - Está bem? – O carpinteiro perguntou se preocupando com a bela ferreira que o ignorou completamente, indo abraçar a sua querida foice.
Passou-se um tempo e o trio estava reunido, Kurihara, Gregory e Sofia. Conversavam e logo notaram a presença de Shannon em meio as arvores... A garota ouvia tudo o que era dito, mas não respondia nada. Mas pelas contas... um, dois, três, quatro... Restavam 2 tripulantes. Em toda a praia não havia sinal de Akane, nem tão pouco do garoto medroso chamado Pollo...

Sofia não parecia interessada em ficar ali esperando um milagre. Decidiu partir em direção a cidade, sem nem mesmo saber por onde ir, mas foi logo interrompida.
- MY LADYYYYY!! – Ouviu-se um grito. Virando seu rosto para a direção que a voz era emitida Sofia pode ver Pollo, correndo feito um anão manco pela areia... Como de costume, ele estava aos prantos. Se jogou aos pés da garota mal humorada. – Eu-pensei-que-iria-morrer – Ele falava entre soluços de choro. – E-quando-acordei-foi-pior-ainda... PENSEI QUE VOCÊ TINHA MORRIDO - E chorou ainda mais...

Enquanto essa cena acontecia Wander ia até a praia em busca de equipamentos... Mas só encontrava madeiras retorcidas e alguns pregos enferrujados... Até que viu algo reluzir em cima de uma rocha. Ao se deslocar até lá pode tomar em suas mãos o seu prêmio, um martelo de carpinteiro... Era pouco, mas já era algo.


Zed


O assassino estava observando calmamente a medalha que tinha tomado do homem que acabara de ceifar a vida. Limpara as mãos dentro de seus bolsos, e esperava pacientemente até o pouco da aeronave... A tripulação agia normalmente, também não houve nenhum anuncio dos seguranças... O restante da viagem foi bem calma.
O zepelim pousava e dava passagem para que os tripulantes desembarcassem, enquanto caminhava para fora, Sidney pôde ouvir ao fundo o grito de desespero de uma mulher, em seguia uma correria e mais gritos. Não importava mais. Apenas seguiu o seu caminho ignorando toda a confusão.

Tendo consciência de seu atual estado o jovem gatuno sabia que deveria cuidar logo de seus ferimentos... Sendo assim, tratou de ir até um local onde tivesse água para que pudesse limpar seus membros do sangue que ainda se recusava a sair. Não encontrou uma fonte, mas sim um bebedouro público. Pouco higiênico, mas o rapaz estava pouco se lixando para isso.
Ele estava em um hangar de pouso, algo como um aeroporto para zepelins, podia ver pessoas se deslocando de um lado para outro, carregando bagagens, correndo para pegarem o voo, familiares se despedindo, e dando as boas-vindas. Abraços e beijos de apaixonados... E todo o tipo de coisas que não lhe erram uteis no momento.

Caminhou para a saída, e notou que o tal hangar estava situado em uma pequena montanha, mais abaixo, se encontrava a cidade, entre os locais, a floresta dominava. Um caminho fora feito por entre a mata para que se pudessem transitar, ou poderia pegar um bondinho que também fazia a travessia... Mas o rapaz preferiu caminhar.
Aproveitou a posição alta para localizar um hospital... Depois de cerca de 40 minutos caminhando, chegou até o lugar. (Durante a caminhada você não percebeu nada demais, a cidade estava acordando, pessoas saindo para trabalhar, vangando de um lado para outro. Alguns estabelecimentos e casas, somente.)

– Olá. – Oi oi meu pequeno. – Respondeu uma senhorinha bastante simpática.
- Acho que já está na hora de tirar esses pontos. – Disse o jovem.
- Ohhh onde um garotinho como você conseguiu isso? Temos que tirar sim! Venha comigo. – Sidney seguiu a mulher até uma pequena salinha, o hospital estava vazio, quase deserto se não fosse pelos seguranças da marinha e os funcionários.
- Meu médico também disse pra colocar gelo nas costas. – Tirou as camisas e mostrou os machucados – Poderia fazer esse favor pra mim, tio?

- Ora meu jovem... Eu não sou um tio, sou uma senhora não vê? – A velhinha deu uma risadinha. – E novamente... Onde conseguiu isso? Seus pais estão te maltratando? – Respondeu a senhora, mas logo se pôs a remover os pontos do garoto, assim como deitá-lo em uma cama e pôr uma bolsa térmica bastante gelada em suas costas. – Fique quietinho ai, eu vou preparar um remédio para as dores, até lá não se mova.

Off:
 

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**Fala da Fantasia**


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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família EmptySab 02 Abr 2016, 02:41

緋色





O silêncio... O frio... A sensação de estar flutuando no nada...

Essas foram as primeiras coisas que acabei sentindo na noite anterior enquanto ao raiar do sol o maldito barco se desmantelava bem debaixo de nossos pés. Fiquei imóvel ainda que muito descontente com a forma como tudo estava acontecendo, se fosse um pouco mais longe da costa na certa estaríamos todos completamente ferrados.

Tinha ficado imóvel em minha posição esperando que aquilo se desfizesse no meio da água e quando o barco finalmente partiu mergulhei como uma pedra de 200kg mergulha dentro de um rio. Não estava nem um pouco feliz com tudo aquilo, pra piorar a situação estava voltando para o maldito lugar o qual eu jamais gostaria de visitar de novo... Baterilla.

Afundei no mar, apesar de não estarmos muito longe da costa e enquanto estava lá embaixo minha mente era tomada por lembranças à respeito dali, particularmente uma que me trazia certa nostalgia...


- Flash Back -


Era fim de tarde, Papai estava no consultório e no meio disso tudo fui enviada por Mamãe à chamá-lo, já que era final de seu expediente. Eu tinha 7 anos na época e pra mim isso era a coisa mais divertida à se fazer e enquanto corria na direção de seu consultório avistava ao longe que alguém adentrava o lugar, fiquei um pouco assustada à princípio, mas segui caminhando até lá com cautela.

Assim que cheguei notei que Papai estava cuidando de um homem baleado e o mesmo estava deitado na maca de seu pequeno consultório, fiquei assustada demais para me aproximar dele, mas caminhei andando de lado pelo lugar à procura de meu pai até que dei de cara com o joelho dele no corredor.

- Que faz aqui pequena? - ele perguntou.

Um grande e largo sorriso brotou em meus lábios antes que eu abrisse os dois braços esperando que ele me pegasse no colo e ele não me decepcionou.

- Mamãe disse que já ta tarde, que horas você vem pra casa? - perguntei.
- Ah era isso? - ele riu após tais palavras - Diga a sua mãe que vou demorar só um pouquinho. Tenho um paciente e o estado dele não é muito bom.
- Ele vai morrer? - perguntei
- Não raio de sol, não vou deixar ele morrer. - ele me respondeu com tranquilidade.
- Mas esse homem... - disse eu lembrando-me de algo.

Meu pai esperava minha resposta enquanto me vinha à memória que já tinha visto aquele cara em outro lugar e então liguei os pontos. Ele era foragido da Marinha.

- Esse não é aquele da foto? - perguntei falando sobre o cartaz

Notei um ar pesaroso nele e um sorriso um tanto sem graça

- Sim querida, é ele. - respondeu meu pai
- E vai curá-lo? Mas ele não é mau? - perguntei mais uma vez
- Escute Kazumi... - ele iniciou a fala assim que me colocou no chão e prosseguiu encarando-me nos olhos - Um médico deve sempre ajudar as pessoas, salvar vida é nossa missão, não importa se a pessoa é boa ou má.

Eu guardei cada uma daquelas palavras desde aquele dia...


- Atualmente -


Abria os olhos sentindo frio. Os cabelos úmidos colados à testa enquanto a luminosidade me cegava ligeiramente, a vista ardia devido à salinidade que agora em contato com a luz do sol causava uma leve irritação. Erguia o corpo me sentando na areia da praia, a cabeça latejando as pálpebras não abriam com tanta facilidade, mas eu estava ali e bem, ainda enxergava, mesmo que com dificuldade por ter acabado de abrir os olhos. Sentia uma náusea repentina e cuspia uma quantidade grande de água que provavelmente havia se alojado em meu organismo no tempo em que fiquei debaixo d'água

Respirava fundo recuperando o fôlego e fazendo uma leve careta ao sentir a salinidade em minha boca, era realmente nojento imaginar que eu tinha bebido água do mar, com tantas bactérias e microorganismos que viviam ali. Me sentia um pouco enjoada, mas nada sério o suficiente para me manter no chão. Me colocava de pé no instante seguinte precisava encontrar os demais. Tiraria a blusa e a torceria sem me importar se havia mais alguém ali ou não, iria torcê-la caso estivesse molhada e em seguida a chacoalharia no ar algumas vezes antes de tornar à vestí-la. Faria o mesmo com a saia se necessário.

Procuraria antes de mais nada minha preciosa espada, abrindo os olhos e tentando achá-la em meio à tanta areia. Assim que o fizesse a colocaria de volta em seu lugar de origem, meu cinto na lateral do corpo e procuraria os demais. Caso os encontrasse não diria nada apenas os seguiria sem me importar muito com a situação em que se encontravam.



Objetivos:

[ ] Adquirir Ambidestria
[ ] Aumentar minha Recompensa
[ ] Aprender Perícias (Psicologia e Estratégia)
[ ] Me unir ao pessoal e arrumar Treta (como sempre)
[ ] Fazer uma Traminha legal nessa cidade
[ ] Obter Money (Óbvio)

OFF:
 

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Fala - "Pensamento" - Narração

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Objetivos:
 


Última edição por Akane Kazumi em Sab 02 Abr 2016, 15:37, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família EmptySab 02 Abr 2016, 05:39


Meu corpo desejava despertar sentindo a suavidade e a bela sensação de um corpo feminino em sua posse, mas no fim eu tive que acordar de uma forma não tão agradável quanto eu esperava. Porém, mesmo ainda atordoado pelo acidente e pela batida na cabeça ainda era reconfortante ver todos ali ao meu lado... Todos, menos aquela que eu mais queria ver. Me ergui do chão com certa tristeza. Confesso que ficaria mais alegre após meu despertar se conseguisse ao menos um olhar de relance naquele vermelho vívido dos cabelos da ruiva.

Consegui achar um martelo e com isso eu já conseguia deixar um pouco de lado a insatisfação. Aquele seria o prelúdio de que aquele era o meu dia? Seria com esse pensamento que enfim eu conseguiria deixar a negatividade de lado para logo em seguida voltar para o lado de meus companheiros com um sorriso maroto em meu rosto.

- Sofia, me desculpa por antes, eu estava meio que dormindo ainda... - Ignorando os berros de Apollo e a presença dos outros, eu me aproximaria de Sofia e pegaria suavemente sua mão. - Como nossa médica não está presente, se a pancada em sua cabeça estiver doendo me avise que eu te trato com um beijo amoroso... - Exibiria minha ousadia enquanto afagaria sua mão com carinho.

Depois daquelas poucas palavras, beijaria a mão de Sofia e logo em seguida a soltaria para então começar a concentrar-me em tentar achar Akane por perto, abusando principalmente de minha exímia audição.

Enquanto fazia minha busca eu retiraria minha camisa e torceria ela para enxugá-la. Em seguida, a amarraria em minha cintura dando um nó nas mangas. Nesse momento eu teria a chance para refletir sobre as oportunidades que eu teria naquela ilha e sobre a sugestão de nos separamos. - Sim... Tem certas pessoas que quero tentar encontrar... - Pensaria, imaginando se Sirzek já havia me dito algo sobre revolucionários em Baterilla. - E esse naufrágio me lembrou que devo ir atrás de conhecimento sobre navios... - E assim eu tomaria ar aos meus peitos e voltaria minha atenção a todos.

- Se separar é uma boa ideia, mas como Sofia falou nós temos que definir um ponto de encontro. Já que não conhecemos a cidade, sugiro que seja um lugar fácil de achar como o porto, um bar conhecido ou um clube popular... - Diria para o pessoal enquanto ainda procurava sinais da ruiva sem me mover de perto deles. - Pollo, você era dessa cidade, certo? Então nos diga ai um estabelecimento desse tipo ou nos fale uma construção importante da cidade. - Com isso eu imaginava que conseguiríamos ter o ponto de encontro. - E então, qual lugar escolheremos? - Perguntaria quando as opções fossem jogadas na conversa.

Com meu trabalho feito, daria as costas para eles ainda ouvindo o que viessem a decidir - Vou procurar a ruiva, pois nesse momento ela deve estar a minha espera... - Pronunciaria, trazendo em minha cabeça a imagem de Akane com suas vestes coladas no corpo enquanto choramingava e chamava meu nome. - Oh, Gregory, meu príncipe... Por favor, me carregue em seus braços... - Ditaria aquelas palavras forçando minha voz a parecer-se o mais feminino o possível. - Se você fizer isso eu te agradeço com outro beijo... - Naquele momento, minha voz falharia e graças às emoções eu sentiria meu corpo repetir a sensação de derretimento que sentia em meu peito. - KAZUMIIIII!!! - Começaria a me afastar de Kurihara e Sofia se fosse necessário para continuar minha procura por minha amada.

Caso eu encontrasse a ruiva sedutora, correria até ela com os braços abertos e com um largo sorriso estampado no rosto. Assim que eu chegasse até ela, a envolveria em um abraço. - Now I've had the time of my life... - Começaria a cantar enquanto apertava ainda mais aquele abraço - ...No I never felt like this before... - Tentaria erguê-la do chão enquanto ainda a agarrava próximo ao meu corpo - Yes, I swear... It is the truuuth... - Começaria a rodopiar com ela em meus braços - ...And I owe it all to you!!!

OFF: Pronto, demonstrei interesse. Agora é só botar ai o NPC manjão de física e arrombamento que eu faço as pericias. Aliás, deixei em aberto a possibilidade de você fazer eu saber a localização de revolucionários nessa ilha, caso isso ajude em sua trama [CF] PT II - Férias em família 3997999705

HISTÓRICO:
 

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Falas
Pensamentos
Esquizofrenia (Fantasia)

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Última edição por GM.Wander em Dom 03 Abr 2016, 16:05, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família EmptySab 02 Abr 2016, 14:02

   
Descendo do Zepelim, via pessoas comuns agirem como tal, reencontrando amigos e amados que saiam pelo mesmo transporte que eu, ou talvez apenas por um dos vários outros que deviam chegar na ilha. “Bando de idiotas...” Desprezava enquanto seguia meu caminho a procura de algum lugar para limpar o sangue em minhas mãos.

Feito isto em um lugar não muito higiênico ou reservado, me postei a caminhar para o centro da cidade, onde tive de fazer um caminho relativamente longo até que finalmente encontrasse o lugar que realmente procurava, um hospital para dar um jeito em minhas feridas recém adquiridas.

Sendo recepcionado por uma senhora simpática, aproveitei para observar em volta. Haviam poucos ou quase nenhum Cliente, mas tinham mais funcionários e até mesmo guardas da marinha fazendo a segurança do local. “Melhor me comportar por agora.” Decidi enquanto me via sendo acompanhado pela mulher que tinha certo interesse em como havia adquirido tais feridas. “Maldita enxerida” E isso se agravou a medida que mostrei minhas costas e ela seguiu com a pergunta já fazendo suas suposições.

- Não, não foram meus pais. – Respondi com uma risada inocente em seguida. – Estava limpando as calhas de casa quando cai, eu não vi onde cortei meu braço, acho que foi com a ponta da calha. Mas bati de costas no chão. – A clássica história de cair da escada era inacreditável, mas enriquecer a história com um tanto a mais de detalhes a deixava mais crível. Mas como estava atuando como uma inocente criança, usar um vocabulário muito refinado e dar muitas informações poderia ser suspeito. E obviamente revelar a verdade em como havia sido atingido por uma flecha e caído sabe-se lá de qual andar enquanto roubava uma mansão não era o melhor jeito de iniciar minha vida nessa cidade... Embora mesmo antes de chegar já tivesse matado um velho, mas isso era pouco importante.

Aguardaria pacientemente pelos medicamentos que ela havia se proposto a me dar enquanto repousava com a bolsa de gelo nas costas, a sensação gélida era extremamente agradável e mesmo não sabendo muito sobre medicina ou afins, tinha conhecimento básico que o gelo iria ajudar bastante com o inchaço.

Quando finalmente fosse trazido o remédio iria aproveitar e fazer algumas perguntas a senhora. – Depois de tomar esse remédio, ainda vou precisar colocar gelo? – Ficar parando para colocar gelo a todo momento era inconveniente, precisava ficar em forma logo e se aquele remédio fosse melhorar minha situação mais rápido não faria mal algum bebê-lo.

- Ah sim... – Chamava sua atenção ainda deitado com o gelo. – Eu tenho uma outra dúvida. – Olhava para os lados com certa desconfiança, mas não como um adulto ou guerrilheiro, e sim como uma criança que quisesse manter um segredo pouco significante aos mais velhos. Mas obvio, de fato procurava por janelas ou pessoas que pudessem ver o que acontecia no interior daquela sala, caso não houvessem iria gesticular para que ela se aproximasse e ouvisse meu cochicho. – Aqui vocês tem alguma anestesia geral ou algo que possa usar para nocautear algum cara maior do que eu? – Até então, havia atuado, mas era hora de parar de interpretar e ser a horrenda criatura que realmente era. A discrepância de atitudes provavelmente causaria estranheza e levaria algum tempo para que ela processasse o que realmente estava acontecendo, e esse era o tempo que precisava para agir.

Sacando minha adaga e a puxando pelo braço ou roupa, iria de imediato cobrir sua boca com uma das mãos enquanto que com a outra ameaçava degola-la com a adaga. – Onde eu consigo venenos, anestésicos e semelhantes por aqui? – Aquilo não fazia parte de meus planos, mas como estava em um lugar próprio para adquiri-los, por que não?
Histórico:
 

OFF: Segundo o Buggy, meu antigo narrador. O velho que eu matei no zepelim era avô do Troy, que é um dos chefões da marinha nessa ilha. E o Matheus disse que teria que passar os 4 posts seguidos com essa bosta de gelo nas costas, mas se tiver um medicamento que acelere a cura eu aceito Fu feliz

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