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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 1º Capitulo: É melhor Reinar no inferno do que servir no Céu!

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: 1º Capitulo: É melhor Reinar no inferno do que servir no Céu!   1º Capitulo: É melhor Reinar no inferno do que servir no Céu! - Página 5 EmptyQua 23 Mar 2016, 11:50

Relembrando a primeira mensagem :

1º Capitulo: É melhor Reinar no inferno do que servir no Céu!

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis Marciano e Far. A qual não possui narrador definido.


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Alê
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MensagemAssunto: Re: 1º Capitulo: É melhor Reinar no inferno do que servir no Céu!   1º Capitulo: É melhor Reinar no inferno do que servir no Céu! - Página 5 EmptyDom 08 Maio 2016, 09:21

"Nossa eu quase me esqueci disso aqui, a prefeita deve saber o que fazer com isso. Arggg, não consigo pensar em outra função para esses papéis, que não seja a senha de um cofre, mas essa vadia acabou de dizer que não tem dinheiro aqui, será que ela estava tentando me enganar mesmo? Hmm, parece que vou ter que descobrir isso a força.” – pensou Bell enquanto vasculhava seus bolsos afim de encontrar cigarros e achava também o papel de antes com alguns números.

Decididamente o jovem espadachim partiu em direção à prefeita de maneira natural e, ao encontra-la, em posse de Masimos, a pegou e levou para um local mais no interior do recinto. Com tapas na face da mulher, Bell esperava acordá-la, e realmente conseguiu. Enquanto a dama acordava, Bell parecia estar indiferente a toda aquela situação que o cercava, acarinhando a mulher que estava como refém.

- Então bela moça, parece que acordou... Vamos continuar nossa conversa. Se você diz que não tem dinheiro aqui na prefeitura, para que são esses papeis numerados? Ah, claro espero que não minta dessa vez, temos muitos reféns ainda, e bom tempo é o que não está me faltando. – falou Bell ao ver que a prefeita já havia acordado.

A prefeita, relutante, olhava para o lado mas não respondia. Bell, perceptivelmente acertava tapas na face da mulher para “acordá-la” para a situação que estava se passando ali. –Bem... Isso é uma senha do cofre da prefeitura... – falou ainda relutante a prefeita.

Enquanto isso, Masimos dominava o portão e os Marinheiros. – Quem somos? O que queremos? Mas que pergunta mais tola... eu sou o percursor da Deusa, sou o apostolo da Morte, eu sou Masimos aquele que se tornara o mais poderoso dos mares! Eu falarei uma última vez... saem da ilha dentro de 5 minutos, caso continue a resistir, todos morreram! – exclamou o tritão.

Após se apresentar para o chefe da marinha dali, Masimos deu meia volta e voltou com a refém e a jogou com os outros reféns. - Aqueles que desafiam a minha vontade, perecem diante meu poder! – exclamou Masimos com a mulher sem braço, de antes, e ao mesmo tempo em que quebrar o pescoço da mesma e jogou-a em direção ao inerte capitão. – Receba a alma dessa humana como um presente, Deusa da Morte!... Vocês têm 5 minutos, enquanto eu ver marines, reféns perderam membros e em seguida morreram! – terminou Masimos.

Após tal ato extremista, o monstro caminhou até o interior da prefeitura. – O que são vocês? – questionava-se o capitão. – Humpf... a marinha é persistente, mas eles não têm muitas opções, enquanto isso, Bell irei explodir a prefeitura, Dan chame Kawasaki e o restante do seu bando, por acaso vocês têm um navio para saírem dessa ilha? – questionou Masimos já no interior do edifício.

Enquanto pensava na maneira correta de sair dali, um barulho enorme era ouvido e Marinheiros desacordados desciam rolando a escada. – Um... Um monstro... – falou um antes de desmaiar. – Cara... Que loucura... – exclamou Yamaha – O Capitão-senpai está nervoso! – exclamou com completo medo no olhar.

- Deixa de falação, Dan! – exclamou Suzuki – Sim, temo um barco e para escapar da ilha não é problema. Nosso problema será sair da ilha com o capitão... Quando ele tá no modo furioso ele não fica, digamos amigável...

Enquanto isso, na área externa os marinheiros estava completamente desolados, alguns vomitando, outros cuidando de seus parceiros feridos, mas o capitão rapidamente se recompôs. – Vamos lá homens, não podemos nos dar como vencidos! Temos que, mesmo que seja pouco, tornar a vida desses descumpridores da lei um inferno! Vamos fazer tudo o que eles querem! Temos que ter todas as vidas que estão ali vivas! Depois vemos o que faremos! – exclamou o capitão - Ei! Vocês que estão aí dentro! Nós aceitamos negociar com vocês! Mas não sairemos da ilha! Me digam o que vocês querem que eu lhes darei, mas mantenham todos vivos! – exclamou informando à Masimos.
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Far
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MensagemAssunto: Re: 1º Capitulo: É melhor Reinar no inferno do que servir no Céu!   1º Capitulo: É melhor Reinar no inferno do que servir no Céu! - Página 5 EmptySeg 09 Maio 2016, 01:45

Let's Try My Way
A prefeita entregava alguma informação de valor para Bell, que ao saber da real existência de um cofre na prefeitura erguia um sorriso diferente dos demais, balançando os braços para cima e para baixo entusiasmado. Mas logo se recompunha, como se estivesse se corrigindo pela ação, voltando a acariciar os cabelos da mulher, enquanto pensava nas possibilidades e o quanto de dinheiro poderia conseguir a final de contas. Olhava para o saco tomado do imediato, apenas imaginando como o encheria com o restante do dinheiro, em seguida cortava seus pensamentos com o balançar de sua cabeça, voltando a questionar a prefeita.

- Um cofre? HAHA, gostei, parece que resolveu falar. Muito bem, mas onde fica esse tal cofre? E qual a combinação dos números? Ahh, claro, lembrando que eu posso facilitar a sua vida se me der essa informação, mas o contrário também é possível. Eai, qual vai ser?

Estenderia os papeis até a visão da prefeita, formando uma espécie de leque de cartas com eles, brincando de passa-los entre seus dedos enquanto a mulher não esboçava uma reação, mas quando a mesma respondesse rapidamente passaria a prestar atenção em suas palavras. Bell pensava que não seria mais preciso agredir fisicamente para coletar o que desejava, devido aos danos causados no emocional, porém estava preparado para utilizar um mata leão caso fosse preciso, mas tentaria evitar isso ao máximo para progredir de uma forma mais efetiva.

Terminando o que havia começado com a prefeita, tentava entender melhor o que estava acontecendo na prefeitura, observava as palavras insanas de Masimos para o capitão da marinha, além de sua atitude brutal com uma das reféns. Em seguida, o tritão proferia algumas palavras para com Bell e Dan, e até se alegrava pela resposta de Suzuki com relação ao barco, pois agora possuíam uma forma de escape daquela confusão toda. Não que fosse algo satisfatório no momento, afinal o espadachim possuía dois problemas em sua frente, um deles era o capitão Kawasaki nervoso destruindo os marinheiros no segundo andar, o outro era Masimos brincando de dilacerar corpos na tentativa de expulsar os marinheiros da ilha. Mas quando Bell escuta o gigante falar sobre explodir a prefeitura, e o capitão dos marinheiros se pronunciar do lado de fora de uma maneira desesperada, não se aguenta e começa a desabafar revoltado.

- Explodir a prefeitura, você está fumando crack? Nós estamos aqui dentro, e ainda temos um cofre cheio de dinheiro para achar! Use a cabeça.- Dava leves toques com o dedo indicador em sua cabeça e prosseguia com o discurso. - Os marinheiros estão desesperados, ao ponto de fazerem qualquer coisa só para libertarmos os reféns. Mas se continuarmos matando eles, daqui a pouco não vão mais acreditar que deixaremos alguém vivo, e isso é a única coisa que prende eles lá fora. Se você quer tanto encontrar essa "Deusa da morte"... - Faria um sinal de aspas com os dedos, sorrindo levemente. - ...faça como quiser, mas eu quero sair vivo dessa.

Não esperava uma reação positiva de Masimos, mas tentava lhe fazer entender a vantagem que possuíam sobre a situação, pois não entendia o que o tritão tanto queria com a expulsão dos marinheiros da ilha, algo que certamente estava fora de cogitação. Caso não estivesse com a prefeita ainda, voltaria até ela posicionando-a com os braços apoiados em seu ombro para lhe ajudar a andar após ter desmaiado, e independente da aprovação ou não de seus aliados passaria a seguir os passos descritos pela prefeita sobre a localização do cofre. Poderia parecer de longe que Bell estava ajudando a mulher, mas na verdade pensava em lhe fazer de refém caso o restante do grupo discordasse de suas afirmações e passassem a agir por conta própria.

Também se atentaria as ações de Kawasaki, pois o capitão era outro problema que não deveria ser subestimado, aquele homem certamente era dono de uma força imensa, e vê-lo agir de forma irresponsável preocupava Bell cada vez mais, complicando ainda mais a situação do grupo. Independente do quanto imprevisível ele pudesse ser, certamente precisariam dele para conseguir sair da ilha sem maiores problemas, pois além de ser um bom aliado fisicamente o restante do bando não sairia sem seu capitão, e muito menos daria seu barco para um "desconhecido".

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Marciano
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Marciano

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MensagemAssunto: Re: 1º Capitulo: É melhor Reinar no inferno do que servir no Céu!   1º Capitulo: É melhor Reinar no inferno do que servir no Céu! - Página 5 EmptySeg 09 Maio 2016, 16:35

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~ A Morte é apenas o começo! ~

Após a demonstração de quem estava no controle, a marinha por mais resistente que fosse começava a abrir as pernas como uma puta ao ser paga na noite mais calorosa. O capitão da marinha pronunciava-se do lado de fora informando que aceitava negociar, mas que sair da ilha estava fora dos termos, aquilo por um momento havia feito o tritão ranger seus grandes dentes, mostrando aborrecer-se novamente. Mas logo o gigante suspirava tentando raciocinar sobre seus próximos passos. “A marinha está disposta a negociar, isso é mais do que obvio, não precisasse nem dizer, mas continuam a negar-se sobre sair da ilha... apensar de ser um quartel com muitos soldados, vários já foram mortos! Mas a real pergunta é, o que fazer agora, já que não irão sair da ilha, estou começando a ficar aborrecido, pois se continuar nessa situação nada irá mudar! ” Enquanto Titã mostrava-se pensativo sobre qual passo tomar, apensar de não ser estratégico, o tritão era astuto em diversas coisas.

Masimos estava com seus braços cruzados, mexia em seu robusto e quadriculado queixo arroxado, sua forma de pensar originalmente, até que Bell mostrando-se eufórico, começa a despejar suas palavras em cima do tritão. O homem tatuado parecia nervoso, suas falas pareciam furiosas, porém faziam sentido, mas Titã resolvia responder para que o gatuno compreendesse a real situação. – Eu não sei qual é o gosto desse tal fumo Crack, mas eu prefiro charutos... enfim, se a marinha estivesse realmente desesperada, já teriam ido embora da ilha, o objetivo deles é ganhar tempo, já percebi isso! Eu irei explodir a prefeitura assim que tivermos saído daqui, mas esse cofre com dinheiro, porque ainda não abriu? Se a prefeita sabe de algo a pegue e vá até o cofre. Eu matei um dos reféns para que eles começassem a perceber a real situação, como pode perceber, a morte da garota sem braço levou a uma real resposta da marinha... e sobre eu encontrar a Deusa da Morte ainda não posso, não tenho direito de estar ao lado dela, ainda não! Relaxe Bell, leve a prefeita até o cofre, pegue o dinheiro, enquanto isso irei atrasar a marinha com uma negociação fajuta. Dan fique de olho nos reféns, irei negociar com o capitão! Terminaria de falar ao fintar o gatuno tatuado e o atirador em seguida.

Masimos virou-se de costa e seguiu até o portão da prefeitura, passos lentos, respiração calma e uma legitima pose de comando. Ao chegar no portão, dessa vez sem refém, olharia para os marines que ali estivessem até chegar no capitão, fintaria ele com seus olhos avermelhados idênticos a de um demônio e proferiria. – Vocês querem negociar, mas negam-se a sair da ilha? Parece meio irônico no meu ponto de vista! Titã cruzaria os braços mantendo uma postura ereta sem qualquer movimento. – Eu decidi não trazer mais reféns, espero que não façam nenhuma besteira, como atirar ou atacar, pois tem um homem apontando a arma para a cabeça dos reféns, como eu acredito que vocês não querem mais morte, espero que não façam qualquer burrada... façamos o seguinte, vocês trazem todo o dinheiro do banco, nós pegamos, vamos embora e os reféns ficam livres! Já que estamos entendidos esperarei o prazo de 10 minutos, a cada minuto a mais, um refém morre! O tempo está passando, é melhor correrem! Masimos falaria ao deixar um leve sorriso percorrer seus lábios arroxados. Viraria de costa e caminharia até chegar dentro do edifício. Claro que estaria atento a possíveis ataques, mas acreditava que a marinha não faria tal tolice, porém manteria seus sentidos atentos a qualquer tiro ou ataque inesperado, usaria sua aceleração e punho com o intuito de bloquear o golpe.

Caso chegasse dentro da prefeitura sem qualquer problema, olharia para Dan e perguntaria. – O navio de vocês está vazio ou existe algum membro esperando? Assim que pegarmos todo o dinheiro, pegaremos a prefeita como refém e iremos dar o fora dessa cidade inútil. Ouviria a resposta do atirador, mostraria uma face pensativa enquanto olharia para os reféns para ver o estado físico e emocional deles. Pegaria seu jarro onde supostamente estaria vazio e procuraria pelo local alguma torneira ou algo que pudesse sair água. Abriria o recipiente, ligaria a torneira e encheria o local, desligaria a torneira e tomaria um belo gole, pois sua garganta já estava seca. Caso Bell tivesse ido até o cofre, Titã ficaria aguardando sua chegada, para assim resolver a situação de Kawasaki, pois mostrava-se fora da casinha.


Histórico:
 

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~Fala / Narração

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Alê
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MensagemAssunto: Re: 1º Capitulo: É melhor Reinar no inferno do que servir no Céu!   1º Capitulo: É melhor Reinar no inferno do que servir no Céu! - Página 5 EmptyQua 11 Maio 2016, 14:39


A Mina de Ouro! Realmente era assim que Bell se sentiu ao escutar tais palavras que mais pareceram uma rota para o pote no fim do arco-íris. Em sua mente que, naquele momento parecia de uma criança sonhadora, já imaginava como encheria aquele pequeno saco, o qual estava em sua posse, de tanto dinheiro assim.

- Um cofre? HAHA, gostei, parece que resolveu falar. Muito bem, mas onde fica esse tal cofre? E qual a combinação dos números? Ahh, claro, lembrando que eu posso facilitar a sua vida se me der essa informação, mas o contrário também é possível. Eai, qual vai ser? – questionou incessantemente o espadachim ao mesmo tempo em que passava uma espécie de “leque” com os papéis encontrados anteriormente.

Passado alguns papéis, um chamava a atenção da prefeita, que imediatamente e nada disfarçada relutava a olhar para o mesmo, mas logo pegou e jogo a Bell. – Pegue e esse! Está atrás de um dos quadros, lá tem uma pequena chave escondida em um buraco. Essa chave abre uma capa falsa de livro, tal coisa juntamente com a chave se torna a chave total... – falou sofridamente – Agora, por favor, peguem isso e se mandem da minha ilha![ – exclamou enquanto lágrimas escorriam por seu rosto.

Após ouvir algo vindo de Masimos remetendo a uma possível explosão da prefeitura, Bell, imediatamente ficou possesso. - Explodir a prefeitura, você está fumando crack? Nós estamos aqui dentro, e ainda temos um cofre cheio de dinheiro para achar! Use a cabeça! – informou Bell à Masimos - Os marinheiros estão desesperados, ao ponto de fazerem qualquer coisa só para libertarmos os reféns. Mas se continuarmos matando eles, daqui a pouco não vão mais acreditar que deixaremos alguém vivo, e isso é a única coisa que prende eles lá fora. Se você quer tanto encontrar essa "Deusa da morte" – sinalizou com aspas - Faça como quiser, mas eu quero sair vivo dessa. – terminou Bell.

– Eu não sei qual é o gosto desse tal fumo Crack, mas eu prefiro charutos... enfim, se a marinha estivesse realmente desesperada, já teriam ido embora da ilha, o objetivo deles é ganhar tempo, já percebi isso! Eu irei explodir a prefeitura assim que tivermos saído daqui, mas esse cofre com dinheiro, porque ainda não abriu? Se a prefeita sabe de algo a pegue e vá até o cofre. Eu matei um dos reféns para que eles começassem a perceber a real situação, como pode perceber, a morte da garota sem braço levou a uma real resposta da marinha... e sobre eu encontrar a Deusa da Morte ainda não posso, não tenho direito de estar ao lado dela, ainda não! Relaxe Bell, leve a prefeita até o cofre, pegue o dinheiro, enquanto isso irei atrasar a marinha com uma negociação fajuta. Dan fique de olho nos reféns, irei negociar com o capitão! – relatou Masimos enquanto se dirigiu ao Portão.

Bell então pegou a Prefeita, que estava caída desnorteada após o safanão de Masimos e tentando parecer “natura” o rapaz fingiu ajudar a dama a andar até o andar superior para assim não chamar a atenção ou indagação dos reféns, que nada fizeram além de olhar tal coisa.

Enquanto isso, Masimos a passos lentos e calmos se aproximou do portão, o abriu e olhou fintando ao Capitão. - Vocês querem negociar, mas negam-se a sair da ilha? Parece meio irônico no meu ponto de vista! Ironizou o tritão ali, calmamente, com os braços cruzados se medo algum – Eu decidi não trazer mais reféns, espero que não façam nenhuma besteira, como atirar ou atacar, pois tem um homem apontando a arma para a cabeça dos reféns, como eu acredito que vocês não querem mais mortes, espero que não façam qualquer burrada... Façamos o seguinte, vocês trazem todo o dinheiro do banco, nós pegamos, vamos embora e os reféns ficam livres! Já que estamos entendidos esperarei o prazo de 10 minutos, a cada minuto a mais, um refém morre! O tempo está passando, é melhor correrem! – ordenou Masimos se dirigindo de volta ao edifício, calmamente e despreocupado.

- Maldito... – retrucou para si mesmo o líder do pelotão – Homens! Façam... Façam o que esse ser quer! Vão e pegue esse maldito dinheiro! RÁPIDO! – exclamou o líder ordenando – Pronto! Estamos fazendo o que você quer, mantenha todos que estão aí vivos... Por favor! – suplicou se ajoelhando e curvando-se a Masimos.

Por mais que tal ato ferisse o orgulho de qualquer Marinheiro, às vezes para proteger toda uma população, ou pequena parte dela, um homem deve ignorar qualquer conceito de orgulho e fazer o melhor para todos. Esse é o melhor para todos.

– O navio de vocês está vazio ou existe algum membro esperando? Assim que pegarmos todo o dinheiro, pegaremos a prefeita como refém e iremos dar o fora dessa cidade inútil. – questionou Masimos aos membros do Bando da Raposa Bêbada. – Bem, acho que não tem ninguém lá... – respondeu Suzuki. – Tem sim! – interrompeu Yamaha – O Ray ficou no Barco dormindo! – lembrou o atirador.

Após ouvir a resposta, Masimos procurou por algum vazo vazio, encheu de água em uma torneira de lavagem e ingeriu o líquido saciando sua falta de humidade em sua garganta. Após isso ficou aguardando a volta de Bell para decidirem o que fazer a seguir.

No andar superior a cena era caótica. Fora os dois Marinheiros que caíram para o andar térreo, Kawasaki tinha derrubado mais cinco, que aparentemente estavam mortos. Alguns com o pescoço quebrado, outros com membros como braços e pernas totalmente destruídos, e o bêbado se encontrava bradando com um vaso de plantas. As paredes estavam esburacadas, madeira quebrada, portas arrancadas, realmente aparentava ter passado um furacão por ali. Qualquer barulho que acontecesse ali incomodaria o gigante bêbado, assim atraindo sua atenção. Ao mesmo tempo em que tudo isso ocorria, um estranho entrou no recinto por uma brecha que a explosão havia feito, algumas partes do teto caíram sobre a parede, gerando uma leve fenda em sua construção e assim o homem pôde entrar lentamente e cuidadosamente. Encapuzado, o homem tinha em posse algumas sembons que segurava e guardava em seu braço esquerdo.

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MensagemAssunto: Re: 1º Capitulo: É melhor Reinar no inferno do que servir no Céu!   1º Capitulo: É melhor Reinar no inferno do que servir no Céu! - Página 5 EmptyQui 12 Maio 2016, 09:25

You Shall Not Pass
Escutava atentamente as palavras da prefeita ao sofridamente entregar as riquezas a Bell, havia mencionado todos os passos necessários para abrir o cofre, certamente não parecia nada fácil mas nada se vem de graça na vida. Aparentemente a chave estava escondida em etapas para garantir a segurança do cofre, até porque o dinheiro da prefeitura de certa forma refletia a prosperidade do reino, porém a prefeita já havia decidido trocar seus fundos pela segurança da população. Resultar em problemas para a ilha? Claro que isso poderia acontecer, mas piratas não ligam para isso a final de contas. Sendo assim seguindo seus instintos Bell decidira tomar aquele dinheiro de uma vez por todas, respondendo friamente a prefeita logo após terminar sua explicação.

- Você vem comigo.

Afirmava Bell antes de iniciar uma discussão breve com Masimos, entretanto a conversa não havia sido nem um pouco produtiva, apenas gerava mais problemas internos por alguns instantes. Apesar de o tritão ter iniciado suas palavras com uma brincadeira, aparentemente não concordava com algumas opiniões do espadachim. De fato, já esperava que uma abrangência tão grande de personalidades em algum momento fosse gerar desavenças, mas não esperava que fosse tão cedo perante toda a situação complicada que o grupo se encontrava. Buscava a coerência nos argumentos do tritão, escutando-o falar sem interrupções, mas continuava não concordando em algumas partes, que ainda poderiam ser reestruturadas se Bell conseguisse faze-lo entender as vantagens de seu plano.

- Realmente eles querem ganhar tempo, mas nós também queremos ganhar esse tempo para sair da ilha com o dinheiro, e explodir a prefeitura só vai foder com isso tudo. Quanto aos reféns se mata-los abertamente antes do prazo que deu, só vai acabar tirando a pouca confiança que nos resta. Faça o que quiser aqui dentro... Isso não é um problema, mas tente tomar cuidado com os marinheiros. Ahh, foda-se esse papo chato, vou dar uma voltinha com a prefeita, até mais.

Finalizava a conversa por hora, deixava a prefeita de pé e apoiava-a sobre os ombros do espadachim para manter sua estabilidade, mesmo que ela já houvesse acordado geralmente uma pessoa desmaiada leva um certo tempo para recompor seus sentidos por completo. Bell precisaria dela de qualquer maneira, ela não havia lhe contado exatamente a localização dos itens que necessitava para destrancar o cofre, e para não perder mais tempo levava-a junto para indicar o caminho. Os dois direcionavam-se as escadas, enquanto o tritão tomava rumo até o portão da frente, passando a negociar com o capitão algo que Bell não chegava a prestar atenção direito, pois por mais estranho que parecesse estava ocupado pensando em uma fala besta do tritão, mas que lhe chamou atenção por algum motivo.

"Charutos, será que isso é bom? Hmm, esse cara falou com tanta certeza."

Pensamento esse que logo se encerrava passando a depositar toda a atenção em uma figura misteriosa, um homem encapuzado que saía impune em meio aos escombros, provavelmente também fora deixado de lado por Kawasaki por algum motivo. O teto despedaçava-se pouco a pouco, a explosão parecia ter sido grande o suficiente para devastar aquela área, e esse tal estranho apenas entrava como se nada estivesse acontecendo. Bell de certo modo até se irritava um pouco com a compostura dele, além de ter avistado alguns senbons concluindo que seriam usados para batalha, apesar de desconhecer se essa era a forma principal de luta dele.

- Qual é a sua? Tá querendo aparecer? Não faço a mínima ideia do que quer aqui, mas se veio para nos parar ... - Sorria empinando sua cabeça, enquanto movia suas mãos até o cabo da espada, largando a sacola com os objetos caso ainda estivesse com ela. - ... boa sorte.

Esperava a reação do indivíduo, se fosse algo negativo ou simplesmente o homem não falasse, puxaria a espada com a sua mão livre na mesma hora colocando seu corpo projetado para a batalha, passaria a deixar o pé oposto a mão que empunhasse a espada, para que ela ficasse voltada para trás. Logo aguardaria a movimentação inimiga ainda contando com a prefeita em sua posse, e isso seria uma vantagem, pois para ataques a longa distância com os Senbons, Bell posicionaria a prefeita em sua frente como um escudo vivo.

Para esse embate, procurava utilizar-se do que possuía como benefício próprio, portanto decidia por agir no contra ataque e evitar embates a longa distância, a fim de reduzir sua desvantagem a distância e traze-lo até o combate corpo a corpo, que por sinal era sua especialidade. Sendo assim, aproveitar-se-ia de dois momentos prováveis de acontecer para que só então iniciasse sua movimentação. Um deles seria o inimigo partir para o ataque corpo a corpo, nesse caso em particular colocaria gentilmente a prefeita no chão se o tempo lhe permitisse, mas se não fosse possível por falta de distanciamento, e consequentemente tempo, apenas a largaria a própria sorte. Na outra possibilidade, o sujeito lançaria os Senbons ficando sem sua preciosa arma, nesse momento Bell aproveitar-se-ia da deixa e colocaria a prefeita no chão, em seguida partiria correndo para cima do alvo pronto para o ataque.  

Independente do que acontecesse antes de chegar até o ataque, o espadachim se aproximaria do sujeito com a espada levemente apontada para baixo, e quando chegasse perto o suficiente, passaria a tangenciar o inimigo com sua katana, em um golpe diagonal ascendente visando um corte na região torácica. Durante o movimento das mãos, abaixaria seu corpo para evitar possíveis investidas na parte superior, também procuraria esquivar-se para trás movimentando sua katana em posição de bloqueio para caso de ataques descendentes, enquanto estivesse nessa posição. De qualquer modo prosseguiria com um golpe não tão elaborado quanto o anterior mas buscando debilitar a movimentação do inimigo, assim posicionaria a espada abaixada consigo e dessa vez deslocaria sua lâmina retilínea até o joelho do inimigo. Por fim, o combo seria finalizado batendo com cabo da espada na parte posterior do joelho, procurando derrubar o indivíduo.

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MensagemAssunto: Re: 1º Capitulo: É melhor Reinar no inferno do que servir no Céu!   1º Capitulo: É melhor Reinar no inferno do que servir no Céu! - Página 5 EmptyQui 12 Maio 2016, 16:37

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~ A Morte é apenas o começo! ~

A sensação de perceber um homem poderoso tanto em físico e fama ajoelhar perante você, é sem sombra de dúvidas gratificante, não importava o que tinha feito para tal ato, importava apenas ver o homem suplicar para Howker poupar as vidas de inocentes. Era como ver a marinha ajoelhada, implorando para deixar os inocentes vivos para que continuem pagando seus impostos, pois é.… santo a marinha não tinha nada, acha que iriam fazer tantos esforços apenas por ajudar, absolutamente não, era para ter o seu ganha pão no final do mês.

Mas dava para perceber que o maior esforço da marinha e prioridade era salvar a prefeita, pois era a maior autoridade no local e com certeza importava muito mais, você não iguala um rei com um plebeu, você não iguala um imperador com um zé ninguém, obviamente a prefeita não era igual a um civil, tal motivo dava maior importância para a marinha. Faz sentido se parar para pensar, pois quanto maior seu cargo ou patente, maior sua importância e responsabilidades. Era humilhante para o capitão, mas em sua alta patente, ele deveria fazer de tudo para proteger os civis, era para isso que existia a marinha e suas regras. Porém não mudava o fato de Titã se sentir o pica das galáxias ao ter diante seus pés a marinha, mesmo que por poucos segundos, talvez isso ainda de uma boa noticia ao jornal.

Após um breve diálogo com o espadachim tatuado, a situação parecia tensa, pois o humano não compreendia a mente intelectual e doentia de Masimos, mas não era culpa dele, realmente são poucos aqueles que entenderiam os conceitos e convicções do tritão. Todavia Bell parecia chutar o balde e seguir com a prefeita até o segundo andar, enquanto isso Titã refrescava sua garganta e ouvia as falas de Dan e Suzuki, parecia que realmente havia mais um integrante, havia ficado no navio para cuidar, apesar de estar dormindo segundo Yamaha.

Titã não sabia o tempo que havia passado desde que havia entrado, só sabia que o tempo passava, um silencio parecia predominar no local. Apesar de todo sague, vomito e a depressão dos reféns, tudo estava indo conforme o plano, alguns fatores tinha ocorrido, mas era normal, todo plano possui brechas, mas elas podem ser fechadas com novos planos, simples assim. Masimos decidiu-se caminhar novamente até o portão e voltar a falar com a marinha, porém falaria com o atirador. – Dan irei pressionar mais um pouco a marinha, cuide dos reféns e cuidado, consigo ouvir movimentos no segundo andar, tenho uma boa audição... Bell está com a prefeita e Kawasaki aprece descontrolado segundo vocês, porque o imediato dele não sobe e tenta dar uma mão, depois aproveitaremos a gloria! Terminaria de falar ao continuar seguindo até o portão. Assim que chegasse daria mais uma olhada na marinha e proferiria. – Parece que seus soldados não lhe ouvem, eu cumpri minha palavra, nenhum outro refém foi morto ou ferido! Mas alguns de seus homens invadiram a prefeitura, infelizmente isso não estava no acordo, mas deixarei passar, apesar de que... seja a última visita deles a prefeitura! Kyahahahahaha! Uma risada sádica e cruel seria demonstrada.

– Você parece ser inteligente capitão, talvez por isso esteja num cargo mais elevado, porém eu ainda vejo um simples homem tentando salvar desesperadamente civis, mas se realmente tivesse disposto a salva-los, teria partido da ilha conforme eu solicitei. Mas provavelmente não acreditou em minhas palavras, tem sorte de estar falando com alguém do mesmo nível! Titã cruzaria os braços, mexeria em seu queixo robusto enquanto dialogava com o mandante da marinha. – Sabe capitão, eu sou o escolhido da morte, fui abençoado com a força dela e seu amor... um homem de verdade quer apenas alguém para amar e ser amado e possuir um poder inigualável, para proteger, para se gabar e assim por diante. Eu já possuo o amor, sou amado por ela também, mas ainda estou em busca desse poder, e quando alcança-lo terei meu lugar de direito ao lado da minha amante, a Deusa da Morte! Se quiser me considerar o Emissário da Morte tudo bem, mesmo assim ela é o motivo de eu querer conquistar tudo e se sou abençoado e escolhido por ela... O que devo temer, se não temo a Morte? Mesmo enquanto estivesse conversando, Masimos estaria atento com seus olhos a qualquer ataque e com sua audição em qualquer conversa ou algo do gênero que pudesse ameaça-lo. – Mas poucos entendem o que um homem está disposto a fazer pelo seu verdadeiro amor, você consegue compreender isso capitão? Terminaria de falar deixando um ar de arrogante e sua face um pouco mais séria. – Então, não vejo o que pedi em nosso acordo? Por acaso não existe um banco nessa cidade? Acho meio improvável não existir, como pode perceber sou um homem de palavra, mas é você capitão? És um homem de palavra? Proferiria ao fintar diretamente nos olhos do marine, mostrando sua seriedade, arrogância e frieza nas palavras. Esperaria as respostas do marine, pois Masimos não sabia se existia um banco naquela cidade, mas de qualquer maneira, se existisse uma prefeitura, provavelmente existiria um banco.

No caso de aparecer algum soldado com o dinheiro solicitado, Titã faria um sinal com seu dedo para que o marine viesse e lhe entregasse. Nesse momento usaria sua audição para averiguar se havia algum explosivo ou algo que pudesse fazer barulho e feri-lo, pois, o tritão era esperto. Na hipótese de nada escutar, abriria lentamente a sacola, mochila o que fosse para olhar o dinheiro. Caso nenhum marine viesse, continuaria ali parado olhando para o capitão na espera do dinheiro e obviamente ganhando tempo para Bell terminar sua parte.


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MensagemAssunto: Re: 1º Capitulo: É melhor Reinar no inferno do que servir no Céu!   1º Capitulo: É melhor Reinar no inferno do que servir no Céu! - Página 5 EmptySex 13 Maio 2016, 14:31

- Você vem comigo. – afirmou Bell após ouvir atentamente as palavras da prefeita - Realmente eles querem ganhar tempo, mas nós também queremos ganhar esse tempo para sair da ilha com o dinheiro, e explodir a prefeitura só vai foder com isso tudo. Quanto aos reféns se mata-los abertamente antes do prazo que deu, só vai acabar tirando a pouca confiança que nos resta. Faça o que quiser aqui dentro... Isso não é um problema, mas tente tomar cuidado com os marinheiros. Ahh, foda-se esse papo chato vou dar uma voltinha com a prefeita, até mais. – avisou Bell após a evitável discussão de ambos.

Pensamentos nada importantes planavam na mente de Bell enquanto subia as escadas, novamente para variar, até o segundo andar. Lá em cima, toda a destruição feita pela bomba poderia ser também observada e apreciada. A explosão de antes havia derrubado consigo parte do lado do andar superior, assim ficado uma fenda exposta que dava nos fundos.

Repentinamente, de tal fenda no “solo” do piso superior surgiria um homem encapuzado que, estranhamente aparentava estar seguindo Bell e a prefeita Madoka. - Qual é a sua? Tá querendo aparecer? Não faço a mínima ideia do que quer aqui, mas se veio para nos parar... – exclamou Bell superficialmente irônico – Boa sorte! – terminou.

- Vocês fizeram um desastre aqui hein! Nem minhas mais fortes bombas ou elementos químicos poderiam fazer isso. Irado! Quer dizer, não é que seja irado, mas é irado! Entendem? Enfim, mas vocês mexeram com alguém que não deviam... – tira o capuz – Com minha querida estressadinha! – exclamou o homem.

- O que está fazendo aqui, idiota? Quer morrer? Já não basta todo o dano, mortes e sofrimento que esses monstros causaram você ainda vêm com suas piadas horríveis... Isso é alguma tentativa para provar algo? Seu imbecil? Você não é um soldado, você é um Diretor de Laboratório, e agora vou perder meu marido? – esbravejou totalmente fora de si.

- Calma Madoka, seu salvador está aqui! Eu sou Daiki! Diretor do Laboratório da ilha e Marido da atual prefeita! Então pare com toda essa algazarra e saia dessa ilha, ou matarei todos vocês! E você... Será o primeiro. – alertou o homem.

Bell, ao perceber que o tal desconhecido se tratava de uma ameaça para seus planos, logo empunhou a sua arma com a mão que lhe restava. O homem inimigo rapidamente partiu para um combate corpo a corpo obrigando Bell a soltar a prefeita que, por sorte, caiu bem. O inimigo não aparentava ter uma boa trocação de boxe, nem ao menos chutes de takwondo, o que aparentava era um completo improviso para distrair Bell.

Com a espada levemente apontada para baixo, Bell controlou os movimentos brandos do inimigo e com um golpe em diagonal acertou o oponente em seu tórax, assim o derrubando, nem tanto pela força do golpe, mas sim pela surpresa e dor que o homem sentia.

Após o golpe, Bell se esquivava para trás para se proteger de possíveis golpes, porém o Homem foi mais rápido e ao cair, mesmo com dores, soltou cinco senbons de uma só vez, assim atingindo Bell em dois locais: sua perna direita, mais precisamente na coxa, e em seu ombro esquerdo.

Por fim, após os rescaldos de ambos golpes, a trocação retornou. O homem, que se levantou com dificuldades, buscava atingir socos no rosto de Bell, da maneira desajeitada vista anteriormente. Bell, astutamente, golpeou-o com seu sabre o joelho inimigo, assim cortando seus tendões superiores e assim o fazendo gritar de dor, ao mesmo tempo em que golpeava com o cabo a parte posterior do joelho, rompendo os ligamentos posteriores e o fazendo cair.

- Daiki! Já chega! – falou a prefeita para o homem inimigo e depois se virou para Bell – Já vou dar o dinheiro que você quer! Já basta! – falou enquanto abria os braços. – Madoka... Lamento, não fui páreo, acho que meu negócio é Ciência mesmo... Hahaha! – ironizou o homem enquanto gemia de dor.

Enquanto isso, no térreo Masimos transpassava um ar de superior, realmente aquela cena, um Capitão se ajoelhando a seus pés... Tal cena o fez bem. – Dan irei pressionar mais um pouco a marinha, cuide dos reféns e cuidado, consigo ouvir movimentos no segundo andar, tenho uma boa audição... Bell está com a prefeita e Kawasaki aprece descontrolado segundo vocês, porque o imediato dele não sobe e tenta dar uma mão, depois aproveitaremos a gloria! – falou o tritão enquanto caminhava até o portão.

- Yohoho! O Suzu não faria isso. Da última vez que se atreveu a tentar impedir o capitão, quase morreu, terminou com algumas cicatrizes por seu corpo fedido! Yohoho! – respondeu Yamaha enquanto curiosamente olhava o que tinha dentro do saco ainda.

- Acho melhor pararmos de falar de mim e focar no plano, principalmente você, cabeça de vassoura! – bradou o imediato ao atirador. Após tal “briguinha”, Masimos continuou em direção ao portão. – Parece que seus soldados não lhe ouvem, eu cumpri minha palavra, nenhum outro refém foi morto ou ferido! Mas alguns de seus homens invadiram a prefeitura, infelizmente isso não estava no acordo, mas deixarei passar, apesar de que... seja a última visita deles a prefeitura! Kyahahahahaha! – riu ao responder, Masimos.

- O QUÊ?! Lamento informar, mas nenhum homem meu está entrando ou dentro do local. O que tens aí são o lixo da escória, homens que desobedeceram as minhas ordens e por justa causa, mandados embora da Marinha sem ordem prévia. – respondeu o capitão seriamente.

– Você parece ser inteligente capitão, talvez por isso esteja num cargo mais elevado, porém eu ainda vejo um simples homem tentando salvar desesperadamente civis, mas se realmente tivesse disposto a salva-los, teria partido da ilha conforme eu solicitei. Mas provavelmente não acreditou em minhas palavras, tem sorte de estar falando com alguém do mesmo nível! – falou o titã com os braços cruzados e mexendo em seu queixo – Sabe capitão, eu sou o escolhido da morte, fui abençoado com a força dela e seu amor... um homem de verdade quer apenas alguém para amar e ser amado e possuir um poder inigualável, para proteger, para se gabar e assim por diante. Eu já possuo o amor, sou amado por ela também, mas ainda estou em busca desse poder, e quando alcança-lo terei meu lugar de direito ao lado da minha amante, a Deusa da Morte! Se quiser me considerar o Emissário da Morte tudo bem, mesmo assim ela é o motivo de eu querer conquistar tudo e se sou abençoado e escolhido por ela... O que devo temer, se não temo a Morte? – falava o monstruoso fora da lei.

Após a fala de Masimos, o mundo aparentava ter escutado. Os ventos instantaneamente ficaram mais fortes e sopravam como cornetas anunciando a chegada de um rei. As nuvens, acumuladas, rapidamente chegaram, algumas imperceptíveis, mas trovões eram escutados ao longe, com a chegada de tais nuvens. O circo estava se fechando, o palco do espetáculo mais dramático que aquela ilha já passou aparentava chegar ao seu ápice final, el Grand Finale!

– Mas poucos entendem o que um homem está disposto a fazer pelo seu verdadeiro amor, você consegue compreender isso capitão? Então, não vejo o que pedi em nosso acordo? Por acaso não existe um banco nessa cidade? Acho meio improvável não existir, como pode perceber sou um homem de palavra, mas é você capitão? És um homem de palavra? – questionou o tritão seriamente olhando nos olhos do Capitão, mostrando toda sua imponente figura de dominador.

- Primeiramente, um homem nunca deve falhar em sua palavra. Já falhei por demasiado nessa missão e não pretendo falhar por mais. Segundo, você é um Deus? Deuses não morrem, Deuses são respeitados, não temidos. E por fim, seu dinheiro já está chegando, então, por favor, quando recebê-lo, saia da ilha... Eu te peço... Eu te imploro! – respondeu seriamente o capitão.

Após tais palavras, ao longe chegavam alguns Marinheiros com diversas sacolas e baús. No andar superior, a luta aparentava ganha por Bell. Yamaha estaria brincando de mirar na cabeça dos reféns com sua arma. Suzuki conferia suas joias, sentado. O clima na ilha aparentava mudado. Se escurecia e a chuva aparentava chegar inesperadamente rápido. Ventos sopravam ferozmente anunciando a tempestade que viria.

- Está aqui o que me pediu. Junte seus homens e saiam dessa prefeitura. Como acho que tem palavra também, mesmo sendo um completo monstro, seu orgulho deve se sobressair. Quando vir que fará o que pedi, darei o que você quer. – falou o capitão.

Danos e afins, informo pelo Skype e depois edito.:
 

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MensagemAssunto: Re: 1º Capitulo: É melhor Reinar no inferno do que servir no Céu!   1º Capitulo: É melhor Reinar no inferno do que servir no Céu! - Página 5 EmptySex 13 Maio 2016, 23:45

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~ A Morte é apenas o começo! ~

As palavras do tritão carpa eram blindadas pelos alvoroços trovoes, cujos estrondos pareciam a deusa da morte confirmando a crença de Masimos. Era de fato estupendo ter tal momento com um marine do alto escalão, não que realmente fosse importante para Titã, mas a sensação de estar no controle era sem dúvidas espetacular. Porém o intelecto do tritão media a situação e obviamente não estava a se gabar, pelo menos não com falas, pois algo poderia acontecer e poderia perder o controle e ferrar com tudo, claramente Masimos estava bem preparado para qualquer ato inesperado, mas nunca se sabe o que pode acontecer, apesar de que Masimos estivesse ciente do seu plano e suas brechas, tais cujas foram fechadas por planos improvisados, como seu atual.

As repostas do capitão faziam o tritão compreender o que de fato ocorria dentro do segundo andar da prefeitura. “Hump... provavelmente os soldados que invadiram o segundo andar da prefeitura, estavam desesperados ou não conseguiram obedecer às ordens de seu superior por muito tempo... pelas palavras dele, eles serão expulsos, mas isso se eles sobreviverem! Além do Kawasaki fora de controle, tem Bell que foi procurar o cofre, não sei suas habilidades, mas não parece ser fraco... eu poderia subir e ajuda-los, mas daria uma brecha para a marinha atacar aqui em baixo! ” Pensou enquanto escutava as falas do capitão sobre falhar com sua palavra e sobre Deus ser respeitado e não temido. Antes que Titã pudesse responder, diversos marines traziam sacolas e baús com o dinheiro solicitado no acordo, porém o capitão dizia que só entregaria caso o tritão e os outros piratas saíssem da ilha. Por alguns momentos o tritão ficaria em silencio, deixaria um ar de terror no local até pronunciar suas falas. – Hmm... se sou um Deus? Não... ainda me falta poder, mas irei sim ocupar esse lugar, talvez um dia nos reencontraremos no submundo, você será apenas uma alma vagante e eu estarei lá, sentado em meu trono observando sua pobre alma ser escravizada por toda eternidade... mas lhe darei uma chance, se vier implorando como fez agora, lhe darei um cargo descente! Sobre eu ser um monstro? Acho que está confundido as coisas capitão! Um monstro não raciocina, não lidera e muito menos conquista. Eu sou aquele que será tornara o mais poderoso dos mares, viva até lá e verás! Masimos proferiria e em nenhum momento tiraria seus olhos do capitão, manterias fixo nas pupilas do marine como se estivesse apenas os dois naquele local. Caminharia lentamente até um dos baús e abriria para conferir se realmente era dinheiro que havia lá dentro.  – Aqueles não são meus homens, eu sou único, não existe ninguém como eu, eles são apenas peças no tabuleiro, para que se possa dar o xeque-mate! Mas mesmo sendo peças, eles estão dispostos a ouvir o que eu disser! Falaria após analisar o conteúdo do baú, se realmente tivesse o dinheiro, Masimos voltaria a proferir. – Pelo jeito você deu sua palavra, cumprirei a minha! Mas antes disso, qual é o valor total? Falaria após baixar a tampa e voltar a caminhar até próximo a entrada, ficaria de costas, era algo audacioso, arrogante e bem marcante, porém era assim que Titã era, não se pode mudar o que é.

Ouviria a reposta do capitão, viraria de frente e responderia para o homem com um leve sorriso em seus lábios. – Humf... deixe o dinheiro aglomerado aqui no portão, liberarei alguns reféns, mas antes iremos sair da ilha, já que perdi o interesse nela! Você parece ter palavra capitão, mas alguns de seus soldados parecem não ter, ficarei com um único refém até sair da ilha, mas irei liberta-lo, não se preocupe! Terminaria de falar até ouvir novamente a reposta do marine e voltar para dentro da prefeitura e observar quem estivesse ali no momento. “Bell ainda não voltou? Deve ter acontecido algo para tanta demora! ” Se Titã não achasse o espadachim naquele local, seria mais do que obvio sua resposta. – Dan pode deixar que eu cuido dos reféns, a marinha trouxe uma boa quantidade de dinheiro, vá até o andar de cima e fale para Bell sobre isso, verifique se ele já achou e já limpou o cofre! Se puder ajuda-lo facilitaria nosso trabalho, fale para seu capitão que no navio tem bebida a vontade, vai ser uma boa maneira de controla-lo provisoriamente! Falaria enquanto olharia para o atirador no momento. “Pelo menos eu acho que ira funcionar! ” Poderia ser uma boa maneira de amenizar a situação e pela demora do espadachim, poderia ter ocorrido algo, Bell havia levado a prefeita e ela era a atual chave do plano, se Dan fosse ajuda-lo poderia resolver a situação já que o imediato já era meio traumatizado com seu capitão.


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Something's Wrong I Can Feel It
- Que história de amor adorável, mas vai ter que ficar para outra hora HAHA. Infelizmente estou sem tempo para brincadeiras, então venha logo.

Bradava Bell ao ver o casal discutindo a sua frente, além de interromper o excesso de confiança de Daiki que lhe fazia lutar cegamente sem nenhum preparo físico ou estratégico. Era de fato honorável vê-lo lutar por alguém importante para si, mas o espadachim não estava nem um pouco a fim de perder mais tempo, e logo a luta se iniciava. A batalha durava um curto período de tempo, mas o suficiente para perceber que o velho cientista não estava ali para resolver as coisas com a sua força, e aqueles senbons por algum motivo soavam estranhos.

"Se esse cara não está aqui para lutar, e esses senbons não fazem parte de seu estilo de luta, provavelmente deve ter aprontado alguma coisa com eles. Esse papo furado de derrotar a todos, foi mais uma distração boba para ele me acertar com isso e salvar a sua esposa, claro claro. Mas como isso poderia salvar ela?"

Analisava Bell, enquanto observava o homem caído ao chão, possivelmente imobilizado devido aos ferimentos abertos, ferimentos estes que estavam localizados na perna e no tórax. Entretanto a prefeita interrompia a luta quando ela já havia acabado, e por sinal não havia mais intenção alguma de luta por parte do espadachim, pois ele estava mais focado tentando resolver a situação em que havia se metido. Esfregando o dedo sobre seus lábios, pensando em uma maneira de obrigar Daiki a revelar suas intenções por trás daquele ataque exaltado. Mas quando o derrotado falara a palavra "ciência", Bell parecia congelar em um choque de realidade, retrocedendo sua mente até o momento em que o casal dialogava, focando-se nas partes importantes como ele ser o diretor de laboratório. Venenos podem ser produzidos em uma escala considerável em laboratórios, isso abria a mente do espadachim, afinal além de saber como preparar ele também deveria possuir o conhecimento necessário para lidar com os efeitos de um possível veneno envolto nas agulhas.

- Parece que você realmente me pegou, senhor diretor de laboratório. Mas eu duvido muito que você viria até aqui sem saber lutar ou se defender, ao menos não sem ter um plano B, não estou certo? Aii... - Retiraria com a mão direita o Senbon que havia lhe atingido no ombro. - Então, eu sei que você não é burro nem nada disso, mas você sabe com quem está mexendo? - Fazia uma cara séria aproximando seu rosto do indivíduo tentando intimida-lo, mas também observando se possuía mais Senbons consigo. - Tudo bem, Ah ... Retiraria o outro Senbon de sua coxa. - ... eu não espero que ajude esse corpo tatuado apenas por sua boa fé, então vou te dar um incentivo para que faça.

Se o homem possuísse mais senbons consigo Bell tomaria eles em sua posse, fazendo o mesmo com os que caíram ao chão durante o lançamento das cinco unidades, colocando-os junto com os que havia retirado de seu corpo , guardaria todos na palma de sua mão e faria mentalmente a contagem da quantidade. Quando terminasse de recolher as informações necessárias, ficaria apenas com um em mão, certificando-se de que esse Senbon não fosse um dos que entraram em seu corpo, e o restante colocaria no bolso. Se aproximaria da prefeita segurando-a com o braço que não havia sido atingido pelo senbon, e olhando diretamente nos olhos de Daiki o espadachim prosseguiria com o tal "incentivo" brutal.

- Relaxe prefeita, será só uma picadinha não vai doer nada. - Ironicamente afirmava, novamente sorrindo ao aplicar o Senbon que segurava em mãos, golpeando-o sobre o braço de Madoka. Se esforçava ao máximo para que o procedimento não se desse de maneira rústica, e chegasse a debilitar a prefeita com um ferimento grande, mas de qualquer modo não era experiente com essas coisas e deveria contar com a sorte nesse aspecto. - Então Daiki, está se sentindo motivado agora? É claro que se não sabe do que estou falando, não tem nada a temer com a sua esposa também. Afinal de contas parece que você não vai a lugar algum mesmo. - Finalizava Bell pretendendo tirar a limpo essa história mal contada, mas sem plena certeza se o que estava fazendo era realmente certo, talvez estivesse um pouco neurótico com a situação, mas as ações tomadas por Daiki levavam a esse raciocínio.

Aguardaria por alguns segundos para escutar o que quer que ele ainda tivesse para falar, e se ele oferecesse algo para ajudar pegaria na mesma hora, primeiramente fazendo o teste em Madoka , seguiria as instruções passo a passo esperando ele interromper o processo para salvar sua mulher, caso estivesse mentido. Mas se nada acontecesse e o antidoto fosse realmente verdadeiro, Bell aplicaria em si seguindo os mesmos passos com intenção de curar-se o mais rápido possível. Por outro lado, se o homem não falasse nada sobre o assunto e Bell ainda possuísse forças para continuar, seguiria para o segundo andar explorando-se das indicações da prefeita, para que chegasse até o quadro que ela havia mencionado. Se por algum motivo Kawasaki tentasse lhe atacar durante a busca, Bell estenderia as mãos abertas em um sinal para que parasse, na tentativa de faze-lo lembrar das coisas e retomar a consciência, prosseguindo com falas.

- Ei, ei espere. Eu sou seu aliado esqueceu? Bell, ta lembrado?

Independente do que acontecesse antes, se encontrasse o tal quadro conforme as indicações, retiraria o mesmo da parede buscando encontrar um buraco ou algo do gênero, consequentemente esperando encontrar a chave mencionada lá dentro. Se tudo acontecesse conforme o planejado e ela de fato estivesse lá, sem mais delongas retiraria do local guardando-a em seu bolso pronto para seguir o próximo passo, que segundo Madoka seria achar o livro.

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MensagemAssunto: Re: 1º Capitulo: É melhor Reinar no inferno do que servir no Céu!   1º Capitulo: É melhor Reinar no inferno do que servir no Céu! - Página 5 EmptySab 14 Maio 2016, 22:11

– Hmm... se sou um Deus? Não... ainda me falta poder, mas irei sim ocupar esse lugar, talvez um dia nos reencontraremos no submundo, você será apenas uma alma vagante e eu estarei lá, sentado em meu trono observando sua pobre alma ser escravizada por toda eternidade... mas lhe darei uma chance, se vier implorando como fez agora, lhe darei um cargo descente! Sobre eu ser um monstro? Acho que está confundido as coisas capitão! Um monstro não raciocina, não lidera e muito menos conquista. Eu sou aquele que será tornara o mais poderoso dos mares, viva até lá e verás! – falou Masimos após mergulhar em seus pensamentos sobre os ocorridos nesse dia.

Após tal fala, o Tritão caminhou em direção ao Baú olhando fixamente para o Capitão. Ao chegar lá, abriu o mesmo e averiguou se o que tinha vindo até ele era realmente o que tinha pedido. Dentro haviam diversas barras de ouro e milhares de notas.

– Aqueles não são meus homens, eu sou único, não existe ninguém como eu, eles são apenas peças no tabuleiro, para que se possa dar o xeque-mate! Mas mesmo sendo peças, eles estão dispostos a ouvir o que eu disser! – bradou Masimos - Pelo jeito você deu sua palavra, cumprirei a minha! Mas antes disso, qual é o valor total? – questionou fechando o baú e caminhando até a entrada de costas.

- Aí tem exatamente 7 milhões de Berries, todo o dinheiro que tinha disponível no Banco da ilha. Minha parte já fiz, espero que cumpra sua palavra e libere todos os reféns vivos e a Prefeita sem nenhum arranhão! – proferiu o Capitão.

– Humf... Deixe o dinheiro aglomerado aqui no portão, liberarei alguns reféns, mas antes iremos sair da ilha, já que perdi o interesse nela! Você parece ter palavra capitão, mas alguns de seus soldados parecem não ter, ficarei com um único refém até sair da ilha, mas irei liberta-lo, não se preocupe! – confirmou o tritão ao entrar novamente no recinto.

- Estou me sentindo completamente sujo. Negociando com uma criatura asquerosa dessas... Realmente é uma humilhação para mim, para meu cargo e para essa instituição, as nesse caso, não posso sacrificar as vidas que estão lá dentro, temos que proteger a prefeita... – falou trivialmente o Capitão à sua frota.

Uma vez dentro da prefeitura, o gigante tritão procurava pelo espadachim tatuado, porém não o encontrou no térreo. – Dan pode deixar que eu cuido dos reféns, a marinha trouxe uma boa quantidade de dinheiro, vá até o andar de cima e fale para Bell sobre isso, verifique se ele já achou e já limpou o cofre! Se puder ajuda-lo facilitaria nosso trabalho, fale para seu capitão que no navio tem bebida a vontade, vai ser uma boa maneira de controla-lo provisoriamente! – ordenou o capitão tritão.

- Certo brow! O tatuado tá demorando demais, já estou ficando sonolento de tanto esperar... Temos que animar isso! – falou pegando uma pistola de cano duplo e guardando-a consigo e partindo ao andar superior.

Enquanto isso, no andar superior...

- Que história de amor adorável, mas vai ter que ficar para outra hora HAHA. Infelizmente estou sem tempo para brincadeiras, então venha logo. – respondeu Bell antes de iniciar o curto combate que teve.

"Se esse cara não está aqui para lutar, e esses senbons não fazem parte de seu estilo de luta, provavelmente deve ter aprontado alguma coisa com eles. Esse papo furado de derrotar a todos, foi mais uma distração boba para ele me acertar com isso e salvar a sua esposa, claro claro. Mas como isso poderia salvar ela?" – pensou Bell.

- Parece que você realmente me pegou, senhor diretor de laboratório. Mas eu duvido muito que você viria até aqui sem saber lutar ou se defender, ao menos não sem ter um plano B, não estou certo? Aii... – falou ao retirar o Senbon que estava em seu ombro - Então, eu sei que você não é burro nem nada disso, mas você sabe com quem está mexendo? – falou se aproximando do homem e vendo que não tinha mais nenhuma arma - Tudo bem, Ah ... – falou ao tirar o Senbon da coxa - Eu não espero que ajude esse corpo tatuado apenas por sua boa fé, então vou te dar um incentivo para que faça – terminou Bell.

Uma vez recolhidas todas as armas, Bell guardou consigo uma das que foram usadas contra ele, e com a outra em mãos, se aproximou da prefeita e a perfurou com tal senbon, segurando a mulher com seu braço não machucado. - Relaxe prefeita, será só uma picadinha não vai doer nada – recitou enquanto aplicava. - Ah, meu braço! Você tá louco? Qual a parte do acabar com essa história toda você não escutou? – questionou Madoka após ser perfurada por Bell.

- Então Daiki, está se sentindo motivado agora? É claro que se não sabe do que estou falando, não tem nada a temer com a sua esposa também. Afinal de contas parece que você não vai a lugar algum mesmo – bradou com completa certeza do que fez ali.

Alguns instantes se passaram e Daiki estava sério. Logo, após pensar, Daiki soltava leves risadas. – Bem, inteligente da sua parte. Não sou o melhor lutador dessa ilha, longe disso, mas tinha que fazer algo, tinha que proteger a Madoka e todas essas pessoas, então pensei na melhor maneira de conseguir isso, e pela ciências, eu vi que era. Seu pensamento está correto, é claro que se esse veneno tivesse por objetivo fazer morrer, o que não é. No fim, vocês terão uma boa noite de sono, em questão de segundos... Hahaha! – respondeu Daiki.

Realmente a situação não era boa, lentamente Bell perdia os movimentos de seu braço e coxa atingidos. Aquilo que atingiu o rapaz não foi um simples veneno, na verdade se travada de um tranquilizando fortificado que, por ter tido efeito dobrado em Bell, já o fazia surtir os efeitos, perdendo sua locomoção, por demasiado, e o sono que pairava na mente e sentidos do rapaz.

- O que está acontecendo aqui? Uma festinha? Nem chamaram o Dan aqui? Que coisa feia! – falou Dan ao chegar no segundo andar – Agora, falando sério, o que está rolando aqui? – questionou apontando sua arma para o homem no chão.

Enquanto isso, no andar inferior, estava Masimos e Suzuki. – O que vamos fazer? Qual o plano de fuga? O que ganharemos com esse aparato todo que causamos nessa prefeitura? – questionou o imediato do bando aliado.

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Marciano
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MensagemAssunto: Re: 1º Capitulo: É melhor Reinar no inferno do que servir no Céu!   1º Capitulo: É melhor Reinar no inferno do que servir no Céu! - Página 5 EmptyDom 15 Maio 2016, 04:13

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~ A Morte é apenas o começo! ~

O atirador do bando da raposa bêbada havia escutado as falas do tritão e seguido até o segundo andar para verificar como estavam as coisas, ele parecia meio entediado, pois já havia algum tempo que as coisas estavam mais calmas, depois de ver tanto sangue, explosão, morte e etc. A adrenalina do homem estava em alta, porém depois de ficar tanto tempo apenas olhando os reféns, não era à toa que estava entediado já que Dan parecia ser um pirata que gostava de adrenalina, pelo menos era o que aparentava.

Masimos estava quieto durante um tempo, seus olhos não saiam dos reféns, porém seus ouvidos estariam focados a varrer qualquer sinal no andar superior, porém o tritão não esperava ser questionado sobre o que iriam fazer, como iriam fugir e o que ganhariam! Suzuki o imediato do bando, cujos cabelos ruivos espetados são bem chamativos, começa a perguntar para Titã sobre seu plano. Inicialmente o amante da morte fica em silencio, não para provocar o homem, mas sim estava refletindo sobre suas alternativas. “Bell subiu com a prefeita já faz algum tempo, o tempo que eu estava distraindo a marinha, era mais do que o suficiente para ele subir, abrir o cofre e pegar todo o dinheiro... porém, a marinha voltou com o dinheiro e estão na espera! Existem três alternativas, primeira é: Bell encontrou-se com Kawasaki descontrolado e saíram no soco, onde a prefeita pode ter morrido ou se ferido gravemente, apesar de saber o nível do pirata, não sei das habilidades de Bell, então não posso afirmar quem venceria, mas o que me intriga nessa hipótese é que, não houve nenhum barulho estrondoso no andar de cima? Possuo ótimos sentidos, talvez tenha sido algum descuido meu e eu não tenha prestado atenção. Mas também poderemos optar pela segunda alternativa que é: Bell não encontrou Kawasaki, mas sim um marinheiro ou algum civil metido a herói, pois podem haver familiares que buscam salvar desesperadamente seus parentes! Nessa questão poderiam estar se enfrentando em uma batalha de alto nível sem dar alarmes, mas existe um furo nessa hipótese, pois se Bell estivesse em perigo e realmente percebesse que não ganharia, não seria idiota a lutar e correr o risco de matar a prefeita, apesar de ter ela como refém, ainda existe a chance de o invasor dá a mínima para ela ou na pior das hipóteses ela ser parente dele ou algo do gênero. Mas a pior das alternativas é a última: Bell conseguiu abrir o cofre, pegou o dinheiro se ocorreu ou não uma batalha ele pode ter ganho como ter usado a prefeita de refém caso fosse algum marine ou familiar e saio ou pretende sair da prefeitura com todo dinheiro? Seria algo muito difícil de acreditar, pois ele parece ser um humano inteligente, mas ainda assim há chance dessa hipótese acontecer!?” Masimos durante alguns segundos ainda continuou quieto até cruzar seus braços e levar a mão direita a seu queixo demonstrando uma posição pensativa, aproveitando do momento encostaria em uma das paredes. “Mandei Dan subir as escadas pensando na primeira ou segunda opção... caso a terceira esteja ocorrendo, ele pode ser subornado ou nem se quer avistar Bell, se ele descer sem achar Bell a minha hipótese final será verídica, como também ele pode prestar ajuda para caso Bell tiver problemas com Kawasaki ou qualquer outro intruso... Tsch!” Sua face demonstrava aborrecimento e ansiedade para saber o que ocorria na demora do espadachim.

Apesar de refletir sobre suas dúvidas e hipóteses cuja a mente do tritão produzia instantaneamente, algo que não poderia evitar pelo seu intelecto natural, Masimos tinha que dar alguma resposta para Suzuki, pois ele poderia levar para o lado pessoal ou achar um desrespeito, sabe se lá o que passa na mente desses humanos. “Eles podem demorar ainda mais, dependendo do tipo de situação que ocorre lá em cima, eu poderia ir confirmar, mas deixar os reféns com apenas um cuidado, é uma rachadura no plano cujo não quero arriscar, pois a marinha aguarda uma resposta e se perceberem apenas um homem cuidando, poderiam tentar invadir, apesar de que o capitão ter dito não fazer tamanha loucura, mas em uma guerra, a mente muda de opiniões constantemente! ” Titã havia refletido sobre o fato da marinha aguardar suas repostas, seria estranho deixá-los aguardando e ainda não poderia ir no andar de cima e ver o que acontecia, pois estaria colocando o plano em risco, talvez muitos achassem algo irrelevante, mas como um velho tritão sábio disse uma vez, ‘a diferença de um plano bom para um plano excelente, são os detalhes irrelevantes’. Parecia fresco as frases do velho na época de guerra na cidade dos tritões na GL. Titã virou seu rosto fintando Suzuki e lhe responderia após refletir sobre as hipóteses e os próximos passos a seguir. – Hmm... agora iremos aguardar Kawasaki, Dan e Bell voltarem com a prefeita e o dinheiro do cofre, pelo menos dentre as probabilidades que refleti é o mais esperado. Em seguida liberarei esses reféns conforme eu negociei com o mandante da marinha, mas ainda sim levaremos um até chegar no navio e partimos sem qualquer batalha desnecessária. Não é preciso sujar as mãos com esses vermes! Apesar de frase final ser bem arrogante na concepção do gigante era algo bem verdadeiro. – Porém o problema é a demora deles, assim que pegarmos o dinheiro da prefeitura e mais o dinheiro que a marinha trouxe, iremos partir! Garanto a você que suas recompensas serão bem graciosas, mas antes vamos focar no plano... a marinha deve estar impaciente, eu irei ganhar mais algum tempo, assim que alguém descer, bata forte na parede que eu ouvirei e voltarei aqui dentro para passar o incremento da fuga. Irei agora ganhar mais tempo, enquanto isso faça sua parte, observe os reféns, e lembre-se de me chamar caso eles descerem! Terminaria de falar ao começar a caminhar e seguiria em direção ao portão da prefeitura.

Mesmo com alguns imprevistos, Masimos ainda se sentia no controle e como estaria levemente aborrecido, mostraria como de fato estava dominando a situação, precisava ganhar tempo e dessa vez conversa fiada não seria o fator predominante. O tritão estava pensando em algo mais audacioso, algo que até mesmo um louco pensaria duas vezes antes de fazer. Assim que chegasse no portão, olharia para o capitão, o marine estava ansioso pela libertação dos reféns, porém Masimos não havia pegado o dinheiro então estava no combinado! Iria libertar os reféns assim que pegasse o dinheiro, porém o real dinheiro estava dentro da prefeitura segundo a prefeita, ela não tinha dado um valor, mas se num banco tinha 7 milhões, imagina numa prefeitura que acumula impostos, deveria ser algo relativamente bom. Claro que o foco de Titã nunca foi o dinheiro estava longe disso, o tritão queria dominar a ilha, mas isso era inicialmente. A marinha estava sendo um porre, os soldados eram fracotes, mas persistentes... porém o que mais irrita era que Masimos queria dominar uma cidade ridícula como aquela, não valia o esforço e como ele havia refletido algum tempo atrás, optou por limpar o dinheiro da cidade cujo precisaria para planos futuros e sair de Las Camp, mas sem antes deixar seu nome pela cidade algo que deixaria marcado agora com suas próximas ações.

Enquanto olharia para o mandante do quartel marinheiro, mostraria sua face irritada e nada amigável apesar de que, Titã não tinha nada de amigável, pelo menos fisicamente. – Capitão... parece que tivemos alguns imprevistos! Alguns de seus homens invadiram a prefeitura, após negociarmos, mas eu havia reconsiderado... porém tivemos mais um infiltrado querendo bancar o herói, isso me deixa irritado, entende capitão, palavra é algo valioso de onde venho, mas pela segunda vez você falhou em nosso acordo! Falaria mostrando sua face extremamente séria, deixaria seus olhos avermelhados impactarem com os olhos do marinheiro. – Porém esse imprevisto já foi resolvido, mas eu ainda continuo mantendo minha palavra, nenhum refém foi morto ou ferido! Hmpf... acho que a melhor maneira de resolvermos isso é você implorar por perdão, pode fazer isso capitão? Se você ajoelhar perante mim e beijar minha bota, continuarei com minha palavra... se não? Mostrarei como posso arrancar membros sem matar um humano, bom, você já viu com seus próprios olhos! E então, está disposto a salvar vidas e manter sua palavra? Apesar de Masimos não possuir habilidades em intimidação, o tritão tentava, sua presença e sua aura talvez transmitisse para a maioria ou não. Howker era de fato envolvido por algo, alguma coisa superior, algo que lhe protegesse, pois era muito loucura pedir tal coisa para um homem em tal patente. Porém como Masimos mesmo havia dito, se ele não teme a morte, o que deve temer? A Deusa estava ao seu lado, era sua proteção e seu guia e nesse momento, nessa ousadia ela teria que estar mesmo ao lado dele. Mas sua intenção era mexer com o emocional do marine, porém mantendo uma certa coerência para não faze-lo atacar enfurecido. Mas Titã havia notado que o mandante tinha inteligência até porquê sua patente necessitava isso e provavelmente tinha um controle de seus sentimentos e de sua determinação.

Muitos pensariam que o tritão era louco ou demente da cabeça, porém numa conversa, Titã havia compreendido a personalidade do capitão e estava crente que ele faria para manter a paz e o mínimo de dignidade, pois não queria mais mortes. Mesmo Titã não possuindo habilidades em entender a mente, aquela conversa não havia sido em vão, o desespero e a ansiedade estavam mais que estampados na cara do marinheiro. Durante esse processo audacioso, Titã manterias alerta a todo momento, deixaria sua visão, audição, percepção e até o sexto sentido se tivesse alerta, pois mesmo sabendo que era protegido e abençoado pela Deusa da morte, ele não era burro em ser atingido e capturado pela marinha. Esperaria e manteria sua guarda sempre alerta, pelo menos tentaria, ao mesmo tempo, manteria seus ouvidos alerta para qualquer som que pudesse chamar sua atenção, como havia combinado com Suzuki, poderia ser chamado e nesse momento voltaria para dentro caso ouvisse o código que havia combinado com o ruivo. Se em algum momento notasse a hostilidade do capitão querendo atacar o tritão, Howker utilizaria sua aceleração para bloquear com ambas as mãos qualquer ataque com lâmina ou tiros se viesse, usaria suas manoplas para tentar bloquear os lugares que havia mirado em seu corpo.


Histórico:
 


OFF:
 

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