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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 1º Capitulo: É melhor Reinar no inferno do que servir no Céu!

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: 1º Capitulo: É melhor Reinar no inferno do que servir no Céu!   1º Capitulo: É melhor Reinar no inferno do que servir no Céu! - Página 4 EmptyQua 23 Mar 2016, 11:50

Relembrando a primeira mensagem :

1º Capitulo: É melhor Reinar no inferno do que servir no Céu!

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis Marciano e Far. A qual não possui narrador definido.


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Far
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MensagemAssunto: Re: 1º Capitulo: É melhor Reinar no inferno do que servir no Céu!   1º Capitulo: É melhor Reinar no inferno do que servir no Céu! - Página 4 EmptyQua 20 Abr 2016, 22:37

Here Comes The Money



Os reféns feitos no segundo andar estavam agora entregues ao atirador, mesmo que ele parecesse insano daria conta de cuidar dos indivíduos sem importância nenhuma para Bell, o espadachim apenas queria explorar mais um pouco aquela área com possíveis riquezas. Escutava alguns pronunciamentos do tritão para os marinheiros do lado de fora, não poderia deixar de notar os planos de Massimos, e de certo modo até concordava, afinal eram todos civis inúteis que não lhe ajudaram em nada, muito pelo contrário ainda atrapalharam e lhe fizeram perder um tempo precioso. Sem muito interesse, Bell apenas observaria de canto de olho o decorrer da situação, enquanto se focava em subir lentamente as escadas para o segundo andar, até chegar lá e começar a observar sala por sala.

Entrara em algumas sala sem encontrar nada que despertasse interesse, alguns itens de prata que poderiam servir caso não encontrasse nada melhor, mas de fato Bell não desistiria de sua busca tão facilmente, e prosseguia para a última sala torcendo para encontrar algo de valor. Ao entrar observava o imediato do bando, o qual havia lutado anteriormente sem resultado algum, mas dessa vez era diferente o gatuno estava saqueando o território do espadachim deixando-o sem lucro algum, ocorrer algo dessa maneira seria inadmissível. Bell nem sequer reagia aos deboches do tal saqueador, por dentro estava se mordendo de raiva, mas não poderia julgar as coisas sem antes ter certeza, portanto antes de mais nada exploraria melhor os arredores da sala tentando encontrar algo.

Encontrando ou não algo interessante na sala, a curiosidade de Bell despertava ao ouvir as palavras confiantes do imediato, sendo assim não poderia sair daquele local, não sem antes dar uma olhada no saco de itens que seu suposto aliado havia recolhido. Procurava ser o mais discreto possível, para não despertar atenção do gatuno mostrando o interesse repentino de Bell nas coisas saqueadas pelo indivíduo. Caso encontrasse coisas de valor lá dentro, algo que valesse mais a pena do que os objetos de prata que havia encontrado na outra sala, se afastaria um pouco da sacola olhando fixamente para o homem vasculhando a gaveta, e pronunciaria algumas palavras em tom sério.

- Parece que você está tendo mais sorte que eu. Enfim, vou ser direto, preciso dessas coisas para ter algum lucro nessa merda de invasão que vocês me enfiaram, ou você me passa alguns desses objetos que saqueou ou vamos ter que terminar aquela luta de ainda há pouco. HAHAHA.


Pronunciaria o espadachim já sem paciência, se aproximaria do imediato pegando alguns itens do saco caso a resposta fosse positiva, pegaria metade dos lucros para se tornar algo justo e se afastaria novamente. Porém caso a resposta fosse negativa, logo Bell desembainharia sua espada mostrando a intenção de lutar para o gatuno, procuraria aproveitar-se da situação de o homem ainda não estar preparado, e provavelmente ainda sentado para investir contra o indivíduo em desvantagem. Se aproximaria com a espada, segurando-a com as duas mãos, mantendo seus braços esticados para frente e a espada recurvada para a direita, a cada passo observaria com sua visão aprimorada os movimentos do imediato tentando evitar contra ataques eficientes. Ao se aproximar em uma distância suficiente para a katana alcançar o corpo do homem evitando consequente um ataque corpo a corpo de adagas devido a distância, Bell tomaria força trazendo a espada próxima a seu corpo, e logo aplicando um corte horizontal visando a cintura do indivíduo para evitar desvios circenses para cima do golpe.

Dependendo do resultado do primeiro golpe, o espadachim tomaria sua segunda ação baseada na batalha anterior, portanto caso o gatuno desviasse para o chão, Bell voltaria a espada para baixo, com a parte sem corte mesmo para aplicar um golpe mais rápido sem a necessidade de virar completamente a katana, e assim bloquear a movimentação do oponente tentando deixa-lo deitado no chão, logo colocando seu pé sobre as duas mãos do indivíduo sentando sobre ele. Porém também havia a possibilidade de ele escapar com um salto, dessa maneira o jovem direcionaria sua lâmina para cima aplicando um corte na vertical, procuraria aproveitar-se da falta de mobilidade aérea para acertar seu golpe, caso desse certo faria do mesmo modo bloqueando as mãos do homem com os pés.

Caso fosse atacado por adagas sendo lançadas a longa distância durante a luta, Bell apoiaria sua espada de maneira defensiva procurando cobrir desde sua face até o ombro esquerdo, é claro que se conseguisse prever a movimentação com sua visão aprimorada buscaria posicionar a espada de uma maneira melhor, buscando protegendo as partes realmente miradas pelo gatuno. Também poderia ser atacado com cortes rápidos a curta distancia, apesar de ter se precavido contra isso através do maior comprimento da espada se de alguma forma isso acontecesse, seguraria as duas mãos do homem batendo repetidamente com o cotovelo sobre a mão direita do oponente para força-lo a largar uma de suas mortes, deixando-o em desvantagem para se afastar ao ponto de alcance da katana e prosseguir com seu golpe.

Se realmente fosse necessário a luta e Bell se desse bem em seus movimentos acabando sobre o corpo do gatuno, aproveitar-se-ia da chance cortando-lhe a garganta para não ter mais inconvenientes com o imediato, logo em seguida tomaria o saco se riquezas para si e checaria melhor os itens. Porém se recebesse os itens de maneira amigável aceitaria de bom grado, coletando-os e logo procuraria um saco nos arredores para coloca-los sem a necessidade de ausentar suas mãos, de fato não era o melhor dos resultados, mas receber seu lucro e ainda ter um aliado vivo para lidar com a marinha, que por sinal já estava nas portas da prefeitura, parecia ser a maneira mais adequado de resolver as coisas na situação em que se encontravam.

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Alê
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MensagemAssunto: Re: 1º Capitulo: É melhor Reinar no inferno do que servir no Céu!   1º Capitulo: É melhor Reinar no inferno do que servir no Céu! - Página 4 EmptyDom 24 Abr 2016, 19:22

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Ao, sorrateiramente, olhar dentro do saco de coisas do Imediato aliado, sem perceber, viu várias peças de ouro. De taças a vasos, a sacola estava cheia, o que incomodou Bell. – O que está olhando? – falou o homem ao mesmo instante que Bell se afastava do saco – Saia de perto das minhas coisas! – bradou o homem enquanto vasculhava algumas gavetas.

- Parece que você está tendo mais sorte que eu. Enfim, vou ser direto, preciso dessas coisas para ter algum lucro nessa merda de invasão que vocês me enfiaram, ou você me passa alguns desses objetos que saqueou ou vamos ter que terminar aquela luta de ainda há pouco. HAHAHA. – informou Bell ao homem.

- Ah, é só isso? Pegue você me parece um cara legal! – falou oferecendo o saco – Eu sou um cara muito legal, um completo idiota e darei minhas coisas de graça... – falou guardando o saco – Procure algo pra você aí, eu já fui mais esperto que ambos e cheguei mais cedo – retrucou o homem.

Ao perceber a resposta negativa, sem titubear Bell sacou sua lâmina e indicou uma tentativa de ataque, que logo foi percebia pelo Gatuno. – Ei, ei, ei – falou com as duas mãos levantadas – Vamos com calma aí parceria... Pegue no saco a metade do que tem e saia daqui! – respondeu pressionado o Gatuno – Aproveite que o Suzuki aqui está de bom humor... – terminou o homem.

Enquanto isso, no Térreo...


– Hmph... eles parecem não ter compreendido a situação! Vamos mostrar para eles então! – comentou o tritão ao escutar a resposta dos Marinheiros. – Essa é a prefeita? Parece não dar valor a sua vida ou apenas desistiu dela... Mas são aqueles que te seguem, esse é o exemplo que você demonstra? Não merece esse título! - comentou o tritão.

Após isso, se aproximou da jovem dama que Bell havia dominado momentos antes, a levantou pelo braço esquerdo e encostou-se a um dos pilares do local. – Dan.… atire para arrancar! – ordenou o tritão ao atirador aliado. – Cara... Você é sinistro! Yohoho! – falou o atirador ao se aproximar da moça. No decorrer desse curto tempo de caminhada, a moça exponencialmente aumentava seu esperneio que logo foi cessado com um soco que Masimos desferiu na nuca da moça, a desmaiando.

- Bem, desculpe moça, mas são ossos do ofício... – falou Yamaha no ouvido da moça antes de encostar a sua arma no braço da mesma e desferir quatro disparos, os quais que, com a tamanha aproximação, conseguiu fazer um ferimento grave o bastante para que, só com o peso da moça levantada, ele se largar-se do corpo da mesma, assim arrancando-o.

Imediatamente, o sangue jorrou e respingou em Masimos e Yamaha. Tal cena deixou todos os participantes em choque e também um pouco o atirador, que limpou rapidamente sua arma, que havia se sujado. Os reféns começaram a gritar e rapidamente Yamaha disparou em um dos idosos em seu ombro, assim o derrubando e calando todos. – Silêncio pessoal! Vocês são muito escandalosos... Isso é apenas um sequestro... – falou Yamaha sério, mas com a situação, soaria cômico.

Masimos, com um pedaço de pano que obteve ao rasgar a blusa da jovem enquanto Yamaha cuidava do silêncio, amarrou no braço da jovem que jorrava sangue mais ou menos do local onde ficava o cotovelo. Firmemente amarrado, o tritão a jogou onde os reféns estavam. – Apertem... Se não ela irar morrer!- ordenou o tritão.

– Você gosta de fogos de artificio pelo que percebi? Vou mostrar para você o que acontece com aqueles que atravessam o caminho de um Conquistador! – bradou Masimos pegar duas bananas de dinamite, aleatórias, e meter dentro do braço arrancado, o que fez respingar sangue em seu braço e seu tronco. – Acenda para mim! – ordenou à Yamaha, que rapidamente fez isso com enorme gosto – Eu falei, sou um homem de palavra, como negaram sua saída da ilha, darei uma amostra para vocês! – falou antes de abrir o portão e jogar o braço para os Marinheiros e fechá-lo rapidamente, sem ao menos ver o que tinha lá fora, ou quantos tinham.

- Cara, você é muito bizarro... Mas eu gosto de explosões... KABUMM! – gritou o atirador amedrontando os reféns com seus gestos. – Receba essas almas que me desafiaram como um presente, meu amor! – bradou o tritão abrindo os braços em um símbolo de louvor a si próprio – Quando baratas cruzam seu caminho, basta esmagá-las! – terminou Masimos enquanto esperava pela explosão.

Passaram-se alguns instantes e nenhum barulho foi ouvido de fora. – AHHHH! EU QUERO EXPLOSÃO, AQUELAS BEM LEGAIS, QUE FAZER... – choramingou Yamaha antes de ser interrompido pelo forte barulho de explosão que jogo alguma coisa na porta, porém não conseguiu abri-la. – HAHAHAHA! EXPLOSÃO! – gritou com os braços abertos, Yamaha.

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MensagemAssunto: Re: 1º Capitulo: É melhor Reinar no inferno do que servir no Céu!   1º Capitulo: É melhor Reinar no inferno do que servir no Céu! - Página 4 EmptySeg 25 Abr 2016, 20:30

Not Enought

Bell observava sorrateiramente as coisas do imediato, e não gostava nada do que via, percebia que o homem havia conseguido muitos objetos de valor, e de fato o espadachim também queria um pouco para si. Fazendo o pedido para Suzuki que recusava ironicamente, e ainda zombava do jovem avarento que havia buscado ouro em todo o canto e não encontrado nada, entretanto isso foi a última gota d'água para Bell, que ameaçava o gatuno logo em seguida com a sua espada. Dessa vez o homem parecia entender melhor a situação oferecendo-lhe metade de seu saque, mas o espadachim ainda desconfiava da mudança de decisão repentina se aproximando do saco com muito cuidado, e ainda com a espada em mãos vasculharia o saco remexendo os objetos com a espada para escolher metade deles. Como precaução furaria o saco com a espada trazendo-o até suas mãos, para conseguir recolher os objetos que precisava, retiraria alguns colocando-os no chão e pegando para si metade dos objetos juntamente ao saco.

Não planejava ficar com o saco do gatuno, mas para não prejudicar seus movimentos, decidia por manter para si e deixar o imediato encontrar outro, de todo modo tomaria cuidado durante todo o procedimento para não ser pego de surpresa. Deixaria a espada apoiada ao chão com uma das mãos, como se fosse uma bengala, para facilitar a defesa caso Suzuki mudasse de ideia, se esse fosse o caso imediatamente largaria o saco levantando sua espada na posição horizontal para defender-se das adagas em um golpe frontal, ou para golpes cruzados deslocaria seu corpo para trás procurando mover-se para fora de alcance. Prosseguiria logo em seguida com os movimentos de ataque já planejados anteriormente, a batalha não era certa, mas Bell já estava preparado para tudo caso ocorresse.

- Resolvido, parece que nossa aliança continua afinal de contas HAHA. Até mais.

Se nada acontecesse, pegaria o saco colocando-o apoiado sobre seu ombro esquerdo carregando a espada ainda em mãos, sairia da sala com o olhar desviado para tomar conta do imediato pronto para defesa em movimentos suspeitos. Sairia da sala, fechando a porta para que estivesse fora de alcance e, ai sim, prosseguir sua jornada novamente, se aproximaria do homem derrubado pelo capitão aplicando-lhe um golpe na nuca com o saco para confirmar que estava desacordado. Logo em seguida, seguraria o homem pelos pés carregando-o aos arrastos escada a baixo, caso estivesse muito pesado largaria o saco no primeiro andar em um lugar visível e voltaria buscando o corpo do homem. Tendo carregado o sujeito, continuaria arrastando até o atirador, pegando seu saco em mãos caso não estivesse com ele, e voltaria para explicar o que planejava fazer.

- Ei, preciso que você me ajude com esse cara, ele deve estar descordado só segure ele aqui.

Observaria os reféns remanescentes, até se assustando com a mulher sem o braço e imaginando o que havia acontecido em sua ausência, infelizmente essa não era sua preocupação no momento, passando o olhar rapidamente por todos até localizar a prefeita. Encontrando-a, seguiria até ela trazendo ela a força para perto do homem desmaiado, acariciaria seus cabelos brincando com as emoções que ela poderia estar sentindo no momento. Pelo personalidade de Bell, a prefeita já devia perceber o que estaria acontecendo, e sem mais delongas, o espadachim prosseguia direto para o assunto esperando uma resposta decente dessa vez.

- Então cara da arma, atire se ela não responder. Prefeita, por acaso esse cara estava usando seu titulo para te proteger, ele deve ter alguma importância para a senhora, estou certo? HAHA. Na verdade não importa, só me diga onde vocês guardam todo o dinheiro da prefeitura. Isso se quiser que ele fique vivo, é claro, aliás não ligo de fazer isso com mais alguns reféns também se for preciso. Então? Tic, tac, o tempo está passando, você tem 10 segundos para responder a minha pergunta HAHAHA.

Pressionava a prefeita para obter o que deseja, realmente pouco se importava se o homem seria morto ou não, Bell já havia conseguido alguns dos itens que desejava. Mas aqueles números encontrados no plenário não poderiam deixar de lhe despertar curiosidade , e demonstrar a possibilidade de mais dinheiro estar envolvido. Sinalizaria com a cabeça para Yamaha atirar ao concluir sua contagem regressiva se a prefeita não tivesse respondido, faria por si mesmo com a espada se o atirador se recusasse a cooperar. Por outro lado, se a resposta fosse obtida, pegaria mais um refém jogando sobre o corpo desmaiado do homem, deixando-os ali enquanto tomaria o caminho indicado passando explorar o local, mas não sem antes alertar a prefeita, esperando que caso fosse mentira lhe dissesse agora.

- Espero que isso seja verdade, se não serão dois e não mais um a morrer! HAHA. Vou lá confirmar isso agora.

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Marciano
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MensagemAssunto: Re: 1º Capitulo: É melhor Reinar no inferno do que servir no Céu!   1º Capitulo: É melhor Reinar no inferno do que servir no Céu! - Página 4 EmptySeg 25 Abr 2016, 23:44

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~ A Morte é apenas o começo! ~

O sangue da jovem garota, a qual estava ao lado da prefeita, jorrava após Yamaha atirar em seu braço. Logico que a garota no início esperneou, quem não faria? Mas uma bofetada no lugar certo, fazia a jovem apagar de vez. Dan o atirador, parecia gostar das ações do médico roxo, até ficar horrorizado como a maioria que presenciou as ações do tritão, não que Masimos se importasse, mas tentava demonstrar um aviso, um aviso de que ele era o pica e para se tornar o mais poderoso, precisaria de decisões difíceis como arrancar um braço, não sentia remorso ou se quer vontade de fazer naquilo, mas ao ficar aborrecido por alguns instantes, acabou tendo que optar por decisões inesperadas, pelo fato da marinha negar-se sua saída da ilha.

Em tal momento são necessárias medidas drásticas, como matar ou apavorar os marines, porém por azar de todos, Titã possuía habilidades em medicina, talvez por isso seu intelecto fosse um pouco mais elevado ou talvez por ter sido escolhido pela Deusa da morte, mas enfim... seu plano dava certo, demorando um pouco para ouvir a explosão, mas o barulho mostrava o prazer de destruir aqueles que ficam em seu caminho, mesmo se não fosse a marinha, poderia ser qualquer outro não importava, o que de fato importava era ver seus inimigos perecer diante sua presença.

O atirador sempre frisava o quão bizarro Masimos era, faz sentido para aqueles que desconhecem sua crença, a partir do momento que entendesse sua fé, entenderiam suas ações. Após a explosão, algo voou em direção a prefeitura, Howker analisou e possivelmente poderia ser algum pedaço de marine, seria prazeroso admirar tal cena. “Eu sou o apostolo da morte, inimigos pereceram diante mim! ” Pensaria ao deixar um leve sorriso percorrer seus lábios robustos. – Acho que agora eles devem ter compreendido o recado! Kyahahaha. A risada medonha do tritão era bem expressada e de fato uma assinatura combinada com seu queixo mostrando diversas covinhas, era uma expressão apavorante isso poderia dizer. Momento de gloria, momento em que Conquistadores desfrutam de suas conquistas, apesar de ser algo mínimo, já era algo a se vangloriar, fazer picadinho de marines não era algo fácil, mesmo que não tivesse a confirmação visual, mas esperava sim ter êxito em seu plano improvisado!

O tritão voltaria seu olhar para dentro percebendo ainda os reféns, o atirador e supostamente Bell. Prestaria atenção nas suas falas e a maneira que o espadachim tatuado questionava a prefeita. Bell parecia se importar muito com dinheiro, não que o gigante menosprezasse, mas não era muito ligado, apesar de que precisaria de grana para poder avançar nas ilhas. O homem carpa, visava avançar para GL, mas antes deixaria seu nome marcado naquele Blue, para que todos o almejassem e assim ele seleciona futuramente os melhores e convence-los de sua crença. Mas isso seria num futuro, voltemos ao presente, onde Titã encontrava-se dentro da prefeitura, com seu plano correndo perfeitamente. – Vou pegar um refém e ir até o portão, quero ver com meus olhos se estão todos mortos, fiquem de olho nas entradas, talvez alguém possa dar uma de herói, mas façam o que quiser se isso ocorrer! Proferiria ao olhar para Bell e Dan. Em seguida escolheria um refém, novamente não se importante quem fosse, porém não tocaria na prefeita ainda, pois ela era de suma importância, mais que a maioria isso era obvio. Seguraria firmemente pelo braço e diria. – Vamos até o portão, acho que não é tolo para tentar fazer alguma coisa, não é? Já viu o que pode acontecer! Tentaria frisar sua façanha para intimidar e aterrorizar o refém, por mais que não tivesse pericia intimidação, sua face, seu corpo e sua personalidade já era bem intimidante, pelo menos a maioria pensasse, pois se não fosse, porque diabos ele seria atacado a todo momento. Apesar da desavença entre os humanos e os tritões, eram poucos os loucos que atacariam uma raça tão evoluída, pelo menos era a maioria dos tritões achava.

Andaria calmamente até o portão e daria um feroz chute assim que aproximasse. Pegaria agilmente o refém pelo pescoço e levantaria para que ficasse em sua frente, claro que o tamanho era bem desproporcional, mas era só para acuar a marinha, pelo menos tentar né. O tritão era imune a qualquer impacto, mas laminas ainda sim poderia lhe ferir, bom, pelo menos alguns pensariam assim. Na hipótese de haver alguém vivo, falaria imediatamente. – Se tentarem atacar ou fugir, será o último suspiro desse humano! Já entenderam que brincadeiras não é meu forte. Agora eu lhes pergunto... sairão da ilha? Ou preferem ver membros voando novamente? Quem sabe eu possa jogar uma cabeça dessa vez! Proferiria mexendo os dedos suavemente na garganta do refém, tentando mantê-lo no alto pelo fato de Masimos ser um tritão gigante. Caso ainda restasse algum marine, e ele pronunciasse, Titã prestaria atenção e decidiria seu próximo passo no plano.


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~Fala / Narração

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MensagemAssunto: Re: 1º Capitulo: É melhor Reinar no inferno do que servir no Céu!   1º Capitulo: É melhor Reinar no inferno do que servir no Céu! - Página 4 EmptyQui 28 Abr 2016, 22:36

Após vasculhar o saco à sua maneira, Bell retirou a metade dos itens que ali tinha e, juntamente com o saco, o espadachim pegou o que sobrou pra si. - Resolvido, parece que nossa aliança continua afinal de contas HAHA. Até mais! – falou o jovem saindo de maneira precavida.

- Você é bem esperto, mas cuidado, às vezes o mundo dá voltas... – falou Suzuki arrumando o resto dos objetos de ouro que lhe restaram. Desconfiado, Bell manteve a guarda alta até sair da sala, onde relaxou mais por estar fora do alcance do imediato do bando “aliado”.

Ao sair da sala, Bell intuitivo como sempre usou do saco que carregava nos ombros para golpear o inconsciente homem, o mesmo que o Raposa havia golpeado, e carregou-o pelas pernas até o térreo, onde deixou com Masimos.

- Ei, preciso que você me ajude com esse cara, ele deve estar descordado só segure ele aqui. – falou Bell soltando o homem perto dos outros reféns. Ao deixar o homem lá Bell admirou-se com todo aquele caos que ali estava, mas logo voltou seus olhares à prefeita, a qual caminhou a sua direção com o homem desmaiado em sua posse.

- Então cara da arma, atire se ela não responder. Prefeita, por acaso esse cara estava usando seu titulo para te proteger, ele deve ter alguma importância para a senhora, estou certo? HAHA. Na verdade não importa, só me diga onde vocês guardam todo o dinheiro da prefeitura. Isso se quiser que ele fique vivo, é claro, aliás não ligo de fazer isso com mais alguns reféns também se for preciso. Então? Tic, tac, o tempo está passando, você tem 10 segundos para responder a minha pergunta HAHAHA! - alertou Bell.

- Aqui não tem dinheiro... É uma prefeitura e não um Banco... – resmungou a mulher ignorando Bell. Enquanto isso, Masimos planeja seus próximos passos. – Acho que agora eles devem ter compreendido o recado! Kyahahaha – proferiu o Tritão após o desenrolar dos fatos. – Vocês... Vocês são sinistros... Hahahaha! Quer dizer, Yohoho! – exclamou Yamaha enquanto coçava a cabeça com a arma e depois voltava a aponta-la para os reféns.

– Vou pegar um refém e ir até o portão, quero ver com meus olhos se estão todos mortos, fiquem de olho nas entradas, talvez alguém possa dar uma de herói, mas façam o que quiser se isso ocorrer! – proferiu Masimos olhando para Yamaha e Bell.

Quando o Tritão falou tal frase, um enorme barulho tomou conta dos fundos do recinto. Como uma explosão, o barulho se instalou ali, como se tivessem explodido a porta dos fundos. No segundo andar, algumas fortes pancadas eram ouvidas também, como alguma invasão ou embate que ali estava acontecendo.

- Vocês não sairão vivos daqui, vocês perderão!– gritou a prefeita ainda presa. – Yohoho! Você fala demais Prefeita-Swan, mas ela está com razão, o que faremos? – questionou Yamaha. – Acho melhor pensarem rápido – falou enquanto aparecia dos fundos o gatuno aliado – Estão invadindo pelos fundos e algo está acontecendo lá em cima... Temos que pensar rápido! – exclamou.


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MensagemAssunto: Re: 1º Capitulo: É melhor Reinar no inferno do que servir no Céu!   1º Capitulo: É melhor Reinar no inferno do que servir no Céu! - Página 4 EmptySab 30 Abr 2016, 20:02

Hold the Reins
O dinheiro que Bell precisava já havia adquirido com aqueles itens, não era nenhum lucro exorbitante mas não sairia de mãos vazias, guardava atentamente seus objetos de ouro dentro do saco apoiado sobre seu ombro. Tentara ainda extrair mais algumas informações da prefeita, que por sinal não parecia cooperar nem um pouco, o espadachim de fato não gostava nada do desenrolar das coisas, e muito menos o modo para como a prefeita agia com seus funcionários. Não demonstrava um pingo de consideração, e ainda por cima utilizando de ironia em uma situação tão complicada para todos os reféns, podendo comprometer o destino de todo o grupo com suas atitudes.

As palavras de Masimos pareciam ecoar pelo local, quando os barulhos de explosões e arrombamentos eram ouvidos pelos fundos e pelo segundo andar, tudo ficava mais claro, os marinheiros já não possuíam mais paciência com o tritão e decidiram invadir. Entretanto Bell não desejava nem um pouco ser preso, e mesmo sem a concepção de seus aliados decide por não ser mais tão bonzinho quanto estava sendo, para logo tomar o controle da situação. Sua personalidade apenas se tornava mais marcante com a raiva, e o jovem já não poderia mais se conter, arrancaria a camisa que cobria o seu rosto expressando um sorriso cínico para todos em sua volta.

Nesse momento, o espadachim já não se importava mais com os marinheiros ou as consequências de suas ações futuramente, desejava apenas sair daquele local sem ser pego, mantendo sua dignidade, e claro seu ouro também. Alguns poderiam ficar espantados com a reação repentina de Bell, mas em seus pensamentos nada mais lhe impedia de fazer o que quisesse, por esse motivo se deslocaria até a prefeita que havia acabado de lhe insultar agarrando-a pelos cabelos, sem preocupações jogaria a mesma contra o chão. Com algumas gargalhadas chutaria seu estômago, esclarecendo a todos quem estava no comando naquela prefeitura, e que para a realização de qualquer ação indesejada haveria uma punição.

- Então você prefere seu salario, e esse cara não vale nada, não é mesmo vadia? HAHA. Parece que finalmente está mostrando sua cara prefeita, mostrando para todos que são um bando de inúteis e você só se importa consigo mesma. Claro, claro, mas parece que vocês estão esquecendo quem está no controle aqui!!

Diria Bell para que todos ouvissem, mas se referindo principalmente a prefeita, visivelmente não estava tão calmo quanto a minutos atrás, não que isso fosse ruim, afinal sua mente estava mais fresca para ideias insanas que poderia não pensar em uma situação comum. Entretanto antes de qualquer coisa precisava cuidar do homem desmaiado, o segurança não lhe oferecia mais perigo, mas o jovem deveria cumprir suas palavras para ganhar mais credibilidade entre todos. Deixando a prefeita onde quer que ela caísse, provavelmente com dores em seu corpo, e andaria até o homem ao chão colocando-o de barriga para cima caso já não estivesse, aplicando em seguida um golpe em sua garganta, visava decapitar o sujeito para causar um espanto maior, mas apenas um corte profundo deveria ser o suficiente para mata-lo com o sangramento.

Terminando o que havia começado, Bell limparia sua espada, dos dois lados, nas roupas do corpo do homem e embainharia a katana novamente, deixando sua mão livre. Sem mais o que fazer, procurando coisas a seu favor, checaria a sacola que estava com o atirador, podendo perceber os explosivos, não possuía o conhecimento de que já haviam utilizado os mesmos, mas se lembrava das palavras de Masimos em seu plano quanto aos explosivos. Pegaria alguns em suas mãos observando-os atentamente, e claro também atento a quantidade restante dentro da sacola, mostraria para os seus companheiros que estivessem perto, pronunciando algumas palavras.

- Explosivos? Isso é bom, muito bom. Pelo que parece, esses putos estão invadindo pelos fundos e também pelo segundo andar. Mas se usarmos essas belezinhas no teto, podemos explodir o concreto e tampar a passagem, isso vai atrasa-los por um tempo, com certeza. Então podemos aproveitar que as tropas se dividiram para tentar nos cercar! Sairemos pela porta das frentes, que deve ter uma quantidade bem menor deles nesse momento, colocamos os explosivos restantes em alguns reféns e os levamos para lá, podendo usar essa estratégia se estivermos na merda.

Finalizando seu diálogo, e consequentemente apresentação de ideias, ficaria com dois dos explosivos em suas mãos, e apontaria para Suzuki indicando que o atirador deveria lhe entregar algumas bombas também, até porque alguém precisaria instala-las no segundo andar. Deixaria o restante no saco com Yamaha, assim o atirador poderia colocar algumas nos reféns e seguir com o plano, com tudo pronto para ser iniciado, o espadachim observaria o tritão caso ainda estivesse ali lembrando-o do que deveria fazer.

- Ei Masimos, você não iria até o portão? Pois então vá lá, precisamos saber como estão as coisas lá na frente, você pediu para tomar conta aqui dentro e eu estou fazendo isso.

Tentando deixar as coisas mais pacificas entre os aliados, Bell tentava conduzir o tritão até seu caminho sem maiores problemas, e prosseguiria para alguma passagem que estivesse interligada com a porta dos fundos, não planejava seguir até lá e dar de cara com os marinheiros, apenas impedir que cheguem até onde eles estavam. Encontrando a tal área, caso encontrasse algo para subir e alcançar o teto com as bombas o faria, porém se não encontrasse nada colocá-las-ia na parede mesmo, deixando elas o mais alto possível, colocaria uma de cada lado para que a explosão cobrisse todo o espaço necessário. Com tudo pronto, tomaria um cigarro e o isqueiro do bolso, acenderia primeiramente o cigarro, tragando para seus pulmões toda a fumaça e tentando relaxar um pouco, logo acenderia os dois pavios o mais rápido possível, e correria do local procurando não ser atingido pela explosão.

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MensagemAssunto: Re: 1º Capitulo: É melhor Reinar no inferno do que servir no Céu!   1º Capitulo: É melhor Reinar no inferno do que servir no Céu! - Página 4 EmptySeg 02 Maio 2016, 15:16

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~ A Morte é apenas o começo! ~

Sabe quando dizem que pragas são difíceis de exterminar? Pois é, um fato bem curioso e bem verídico. Os marines estavam se debatendo como insetos que rastejam sobre o solo, apesar de não terem respondido mais, uma explosão nos fundos chamou atenção de todos e alguns barulhos do segundo andar também podiam ouvir-se. Por sorte Kawasaki e o imediato estava pelo segundo andar, o real problema era os fundos que teria que ser averiguado. Mas antes de qualquer ação, Masimos percebeu Bell no local dialogando com a prefeita, a mulher mostrava estar cagando e andando para seus funcionários, pois é aí está a líder daquela ilha, era de imaginar o quão repugnante essa humana poderia ser.

O jovem espadachim tatuado parecia se entregar ao mal ou melhor dizendo para a pirataria, pois retirou os panos que tampavam sua face e tomou algumas ideias para obviamente não ser preso. Titã ficou parado e pensativo sobre o que Bell proferia. “Faz sentido! Não tenho exatidão sobre realmente serem marines, mas só posso presumir por agora que são, caso sejam além de colocarem em risco as vidas dos reféns, eles também estão colocando as próprias, pois ao entrar na prefeitura, eles não fazem ideia do que pode ocorrer... seria interessante deixar Kawasaki cuidar dos intrusos lá em cima, Bell dos fundos e eu da enfrente, enquanto isso Dan toma posse dos reféns! ” Após reavaliar a situação e refletir sobre as possibilidades e os próximos passos, Bell parecia mexer na sacola com explosivos e nesse momento o tritão proferiria ao tatuado. – No segundo andar está Kawasaki e o imediato, vi ele subir desde que chegamos na prefeitura, deixemos eles cuidar no segundo andar, mas Dan fique de olho nas escadas para qualquer um que desça, se não for aliado, atire à vontade. Bell pode cuidar dos fundos, esse barulho deve ser os marines tentando entrar, enquanto isso seguirei o que falou, vou cuidar da frente! Dan se puder ficar de olho nos reféns, eu e o Bell daremos um jeito nesses insetos. Terminaria de falar enquanto articulava com as mãos mostrando as direções e os próximos passos.

Masimos caminharia até os reféns, observaria a prefeita e com um soco calculado, acertaria a parte da têmpora da humana com a intenção de nocauteá-la. – Pronto! Vocês devem ter percebido que essa humana está nem aí para suas vidas medíocres então colaborem e sobreviveram! Howker falaria enquanto encararia os reféns mostrando não estar brincando. Pegaria um dos reféns pelo braço e caminharia até o portão onde havia explodido o braço. Abriria com um chute se fosse necessário e com sua visão perfeita observaria qualquer marine que estivesse ainda vivo. – Estão prontos para sair da ilha? Se recusarem novamente, começarei a despedaçar a prefeita e acionar os explosivos que deixei pela cidade! Falaria em voz alta para que todos ouvissem, seu rosto sério transmitia um ar de dominante. Deixaria a refém próxima segurando firmemente pelo braço para intimidar caso tivesse algum marine vivo.

Na hipótese de terem todos morridos, Masimos voltaria para dentro da prefeitura, largaria o refém dentro das cordas e falaria para Dan. – Parece que todos morreram! Vou ver o que temos nos fundos. Andaria até os fundos calmamente e observaria o local, caso tivesse algum marine o tritão falaria no mesmo instante. – Parece que existe alguns insetos persistentes, levante as mãos para cima, se não arrancarei a cabeça da prefeita ou a sua se desejar! Tentaria ameaçar o sujeito enquanto prestaria atenção em seus movimentos.


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MensagemAssunto: Re: 1º Capitulo: É melhor Reinar no inferno do que servir no Céu!   1º Capitulo: É melhor Reinar no inferno do que servir no Céu! - Página 4 EmptyTer 03 Maio 2016, 01:12

Onde os Fracos Não têm Vez


E os Fortes Dominam!

Enquanto isso, no lado de fora da prefeitura, o cenário era desolador. A força tarefa não imaginava o quão bárbaros eram os mercenários piratas que estavam no interior daquele recinto público mantendo cidadãos como reféns, incluindo a prefeita da ilha.

- Capitão, o que faremos? A cada instante que se passa mais tensa a situação ficará! – exclamou um dos marinheiros ao capitão da frota que ali estava. O capitão estava olhando, abaixado, o resultado daquela arma suicida feita de restos de algum humano, possivelmente morto dentro da prefeitura.

“Que tipo de pessoa coloca bombas em um braço humano? Estou lidando realmente com humanos? Ou monstros? Esse sangue... é recente, então ele arrancou de alguém lá dentro... Será que foi da Madoka? Não, se acalme Yasuhiro, mantenha a calma...” – pensou o capitão enquanto verificava o local.

Embora tenha sido uma ideia de relance, a bomba improvisada pegou de surpresa os marinheiros que ali estavam assim conseguindo matar dois que foram averiguar do que se tratava aquilo e deixando mais alguns feridos levemente.

- Marinheiro, temos que agir com calma. Vamos negociar e fazer o que esses monstros querem. Não se esqueçam de que lá dentro estão civis inocentes e a prefeita dessa ilha. Mandem alguns homens para o porto da ilha, avisem as ilhas vizinhas o que está acontecendo aqui. Embora tenha quase certeza que não vamos conseguir fazer muita coisa, eles não podem ter paz após saírem dessa ilha! – ordenou o Capitão.

Já dentro do recinto público, a cena era a mesma, desesperadora. Bell guardava seu bem mais precioso, naquele momento, com unhas e dentes, além de uma bela katana. Ao escutar o barulho explosivo vindo dos fundos do local, algo havia acendido dentro de Bell, o espadachim não estava como de costume, cauteloso, a chama pirata aparentava ter se acendido naquele recipiente humano mergulhado em certezas surreais de responsabilidade que deveria tomar naquela situação e que realmente tomou para si.

Retirando o pano que cobria seu rosto, o jovem rapaz aparentava estar transformado em algo demoníaco. Bruscamente o rapaz se dirigiu até a prefeita e de maneira bárbara a pegou pelos cabelos e jogou contra o solo, desferindo alguns chutes na região estomacal da mulher, o que a fez engulhar amostras sanguíneas de dor e hemorragia primaria.

- Então você prefere seu salario, e esse cara não vale nada, não é mesmo vadia? HAHA. Parece que finalmente está mostrando sua cara prefeita, mostrando para todos que são um bando de inúteis e você só se importa consigo mesma. Claro, claro, mas parece que vocês estão esquecendo quem está no controle aqui!! – exclamou Bell após o cruel ataque.

Ditas tais palavras, o rapaz soltou a mulher, que se contorcia de dor, naquele momento, e partiu em direção ao homem desmaiado. Ao virá-lo, deixou-o em uma posição mais confortável para realizar o ápice de sua insanidade sanguinária. Com um golpe a sangue frio, o rapaz sacando sua Katana desferiu um golpe certeiro no pescoço do indefeso humano.

Imediatamente após o golpe, o sangue, de início, jorrou em pequenos jatos que logo cessaram após Bell aumentar o tamanho do corte. Com alguma dificuldade, o rapaz manuseava sua espada de um lado a outro buscando concluir seu objetivo que, com algum trabalho, foi obtido, o espadachim conseguia ali decapitar o indefeso homem, fazendo sua cabeça rolar por alguma distância, curta.

Após tal ato bárbaro, Bell se abaixou e limpou seu sabre nas roupas do cadáver, enquanto ainda jorrava sangue em pequenos jatos perceptíveis apenas estando próximo. Após a limpeza, o jovem guardou sua arma na bainha e se dirigiu até o saco de explosivos onde vasculhou afim de alguma coisa específica.

O cenário agora era atordoante. Os reféns não tinham mais estômago para gritar. Alguns fechavam os olhos apenas, esses eram os mais fortes, as mulheres principalmente vomitaram bastante além de chorar e o mais fraco, para ser exato uma senhora, desmaiou após ver tal cena. Tais reações mexeram então com o forte psicológico da prefeita que, até agora tinha motivos para tal “armadura psicológica”, assim “quebrando” tal proteção e mostrando-a o verdadeiro sentido da palavra pesadelo.

“Faz sentido! Não tenho exatidão sobre realmente serem marines, mas só posso presumir por agora que são, caso sejam além de colocarem em risco as vidas dos reféns, eles também estão colocando as próprias, pois ao entrar na prefeitura, eles não fazem ideia do que pode ocorrer... seria interessante deixar Kawasaki cuidar dos intrusos lá em cima, Bell dos fundos e eu da enfrente, enquanto isso Dan toma posse dos reféns!” – pensou o tritão enquanto via Bell se dirigir ao saco de explosivos.

- Caralho! Vocês não são sinistros... Vocês são demônios... – comentou Yamaha com um tom mais sério, diferente dos comentários de antes. – Então vocês não estão para brincadeiras mesmo... Interessante... – comentou Suzuki se aproximando da cabeça do cadáver e a chutando para perto da prefeita – O que farão a seguir? – questionou o homem encostando-se em uma espécie de balcão pequeno.

- Explosivos? Isso é bom, muito bom. Pelo que parece, esses putos estão invadindo pelos fundos e também pelo segundo andar. Mas se usarmos essas belezinhas no teto, podemos explodir o concreto e tampar a passagem, isso vai atrasa-los por um tempo, com certeza. Então podemos aproveitar que as tropas se dividiram para tentar nos cercar! Sairemos pela porta das frentes, que deve ter uma quantidade bem menor deles nesse momento, colocamos os explosivos restantes em alguns reféns e os levamos para lá, podendo usar essa estratégia se estivermos na merda! – exclamou Bell expondo seu plano à Masimos.

– No segundo andar está Kawasaki e o imediato, vi ele subir desde que chegamos na prefeitura, deixemos eles cuidar no segundo andar, mas Dan fique de olho nas escadas para qualquer um que desça, se não for aliado, atire à vontade. Bell pode cuidar dos fundos, esse barulho deve ser os marines tentando entrar, enquanto isso seguirei o que falou, vou cuidar da frente! Dan se puder ficar de olho nos reféns, eu e o Bell daremos um jeito nesses insetos. – completou o tritão dando apoio ao plano do espadachim.

Após a combinação de plano rapidamente concluir-se, o espadachim pegou dois explosivos e mandou Yamaha dar mais dois à Suzuki. Inicialmente o imediato relutou, mas com a pressão natural da situação, cedeu à sua forte opinião, colocou seu saco encostado na parede e pegou mais dois explosivos dados por Yamaha, que guardou o saco pra si após a distribuição.

- Ei Masimos, você não iria até o portão? Pois então vá lá, precisamos saber como estão às coisas lá na frente, você pediu para tomar conta aqui dentro e eu estou fazendo isso. – lembrou Bell. Após isso, o espadachim se dirigiu até os fundos, mas não diretamente. Com tremenda astúcia, o jovem procurou algum corredor que poderia servir de conexão dos fundos com o salão principal.

Suzuki, rapidamente, subiu para o segundo andar e não falou nem deu mais nenhuma satisfação. Ao chegar ao tal corredor, Bell notou que o corredor era simples, sem muitos enfeites, apenas com alguns desníveis no teto do mesmo, que possibilitou uma camuflagem completa dos explosivos que ficaram nos recantos superiores do local. Depois de plantada a bomba, Bell friamente acendeu um cigarro com seu isqueiro e, com toda aquela fumaça poluída que entrava em seus demoníacos pulmões, uma sensação se paz, mesmo que fosse ilusória, crescia em seu interior, tal leveza o fez acender com maestria os explosivos e partir em direção ao salão principal com a certeza de missão cumprida.

Enquanto isso, externamente, algo não havia saído como planejado. – Como assim!? Invadiram o local sem as minhas ordens? Isso é uma missão kamikaze! Irão acabar com todo o meu plano desse jeito e todos vão morrer seus inúteis! – exclamou o capitão partindo em direção a porta do recinto.

Dentro do local, ainda esperando Bell, Masimos foi em direção à prefeita e com um soco calculado em sua têmpora, que foi fácil de fazer, ela estava inerte e aparentemente em estado de choque, a desmaiou. – Pronto! Vocês devem ter percebido que essa humana está nem aí para suas vidas medíocres então colaborem e sobreviveram! – exclamou Masimos encarando todos os reféns que ainda estavam acordados.

Após tal feito, Masimos, com a prefeita em sua posse, pegou um dos outros reféns pelo braço e partiu em direção ao portão principal, abrindo-o com um chute. Ao abrir as portas daquele show de horrores, Masimos deu de cara com o Capitão da Marinha, que exponencialmente diminuía sua velocidade em direção ao portão, ficando inerte a cerca de 5 metros do Tritão.

– Estão prontos para sair da ilha? Se recusarem novamente, começarei a despedaçar a prefeita e acionar os explosivos que deixei pela cidade! – questionou bravamente o tritão, mas naquele momento, naquele exato instante, ele não seria o foco das atenções. Os marinheiros poderiam prestar atenção no tritão, mas o capitão olhou diretamente para a Prefeita, a fim de certificar sua saúde, e depois, ao ver o cenário que estava no interior do local, todas aquelas pessoas desmaiadas, abatidas, morta, e ainda mais, o comportamento de Yamaha, que estava rindo, não parecia acreditar naquele pesadelo real.

- Quem... Quem são vocês? O que são vocês? – questionou desolado o Capitão ajoelhando-se, incredível – O que querem? Falem, nos... Nós daremos tudo o que querem... Só parem com esse inferno... Vão embora dessa ilha logo... – murmurava o Capitão totalmente chocado.

Enquanto toda essa reação se dava no lado externo, internamente, mais preciso, nos fundos, uma enorme explosão se dava, tal explosão, chamava a atenção dos Marinheiros não chocados e fazia desmoronar o andar superior que se situava nos fundos do local. – Yohoho! Kabum! – riu Yamaha – Nada como fogos em um cenário... Horripilante! Yohoho!

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MensagemAssunto: Re: 1º Capitulo: É melhor Reinar no inferno do que servir no Céu!   1º Capitulo: É melhor Reinar no inferno do que servir no Céu! - Página 4 EmptyTer 03 Maio 2016, 20:35

The Mayor's Secret
A cena terrífica era realizada por Bell, deixando todos os reféns com alguma reação de desconforto seja mais forte ou mais fraca, e isso agradava o espadachim que estava cada vez mais empolgado com o resultado de suas ações. Além de cumprir com suas palavras e colocar ordem para cima da prefeita, ainda havia pensado em um plano de última hora para atrasar a entrada dos marines até o salão principal da prefeitura, e isso era um incentivo enorme para continuar com seus pensamentos, até porque estava dando tudo certo. Então para que mudar? Havia terminado sua parte do plano e ainda acendido um cigarro para relaxar, cigarro este que continuaria tragando por mais algum tempo caso ainda não tivesse acabado, soltava a fumaça para que todos vissem sem muita preocupação.

Quando a explosão ocorria, Bell se sentia realizado com seu objetivo, ainda não possuía conhecimento sobre o ocorrido com a parte de Suzuki mas acreditava que tudo estava dando certo. Sendo assim, sem muito o que fazer no momento, passaria a observar a escada do segundo andar, passando os olhos para todos os outros cantos do salão antes, buscando algo que pudesse lhe interessar. Se nada acontecesse, passaria a observar a escada para determinar a posição de Suzuki e Kawasaki, e se estavam bem, pois certamente precisariam de todos para o término da missão, mesmo que o espadachim não gostasse de admitir isso certamente precisaria dos seus aliados nesse momento. Terminaria seu cigarro ali mesmo, jogando ao chão assim que terminasse, e logo passaria a mão em seus bolsos com a intenção de pegar outro, apalpando também os papéis numerados que havia pego anteriormente, levaria-os até seus olhos rapidamente e parava a pensar.

"Nossa eu quase me esqueci disso aqui, a prefeita deve saber o que fazer com isso. Arggg, não consigo pensar em outra função para esses papéis, que não seja a senha de um cofre, mas essa vadia acabou de dizer que não tem dinheiro aqui, será que ela estava tentando me enganar mesmo? Hmm, parece que vou ter que descobrir isso a força."

Logo, com sua visão aprimorada buscaria atentamente pela prefeita por todo lugar, começaria buscando por onde havia a deixado, caso ela não estivesse mais lá continuaria a procurar por todos os outros lugares, dificilmente ela teria ido longe com o atirador tomando conta dos reféns. Localizando a prefeita, seguiria até a mesma com uma mão no bolso e outra segurando a sacola com os objetos, chegando aonde elas estava deixaria a sacola um pouco de lado e tomaria ela em suas mãos, levando-a para fora da visão dos marinheiros, e caso os tais marines lhe avistassem tomaria uma expressão séria encarando o capitão. Levaria a mulher e a sacola até o local apropriado, logo levantaria o corpo da prefeita aplicando alguns tapas não tão fortes em sua face para ver se conseguia acordar a mulher desmaiada, se não desse certo suspiraria como quem diz "que saco", e colocaria seus pés sobre a sacola para deixa-los mais levantados que o corpo e o sangue fluir para sua cabeça, teoricamente fazendo com que acordasse mais rapidamente.

Sentaria então do lado da cabeça da prefeita esperando alguma reação, passava a mexer em seus cabelos, enrolando-os com os dedos com tédio da situação em que havia se metido, mas sem muito o que fazer enquanto Masimos cuidava do portão principal como combinado. Aguardaria até que a bela adormecida acordasse, para iniciar sua conversa com um sorriso, mesmo que irônico, para tentar persuadir a mulher após o que acabara de vê-lo fazendo, mostraria os números em ordem aleatória para ela esperando por uma reação diferente dessa vez.

- Então bela moça, parece que acordou... vamos continuar nossa conversa. Se você diz que não tem dinheiro aqui na prefeitura, para que são esses papeis numerados? Ah, claro espero que não minta dessa vez, temos muitos reféns ainda, e bom tempo é o que não está me faltando.

A qualquer tentativa de desvio das falas Bell aplicaria um tapa em sua face, tentando faze-la entender a sua posição e evitar que tenha maiores problemas para encontrar o que desejava, não se preocupando com o sofrimento que ela poderia ter. Seria paciente até receber a resposta adequada, e quando isso acontecesse a levaria de volta para junto com os demais reféns e voltaria a palavra a Masimos onde quer que ele estivesse, sinalizaria para o mesmo se abaixar e contaria tudo que havia descoberto para poder prosseguir com o planejamento logo em seguida. No entanto a possibilidade de a prefeita não acordar também existia, mas o espadachim apenas deixaria sua posição se fosse chamado por algum de seus aliados para algo mais importante.

Off:
 

Para o Avaliador:
 

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: 1º Capitulo: É melhor Reinar no inferno do que servir no Céu!   1º Capitulo: É melhor Reinar no inferno do que servir no Céu! - Página 4 EmptyTer 03 Maio 2016, 21:19

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~ A Morte é apenas o começo! ~

O tritão havia chutado os portões da prefeitura e dado de cara com o capitão dos marines, suas vestes e sua caminhada demonstrava sua superioridade algo que Masimos compreendia bem. Assim que o marine viu o feroz tritão falar, lhe respondeu ainda perplexo com a visão de dentro e fora, algo relativamente impiedoso.

Os marines pareciam estar parados e não demonstravam ações ofensivas até porque seu capitão parecia ter aberto as pernas ao questionar Titã com perguntas. – Quem somos? O que queremos? Mas que pergunta mais tola... eu sou o percursor da Deusa, sou o apostolo da Morte, eu sou Masimos aquele que se tornara o mais poderoso dos mares! Eu falarei uma última vez... saem da ilha dentro de 5 minutos, caso continue a resistir, todos morreram! O aterrorizante tritão falaria enquanto fintaria a todo momento o marinheiro superior, olharia freneticamente em seus olhos como uma fera mirando sua presa. Começaria a andar para trás com sua face séria até entrar dentro da prefeitura novamente.

Largaria o refém ao lado dos restantes, observaria a mulher que havia arrancado um braço e a pegaria no mesmo momento, talvez estivesse quase morta ou meio morta não importava, voltaria a caminhar até a porta segurando-a pelo braço restante. – Aqueles que desafiam a minha vontade, perecem diante meu poder! Terminaria de falar ao quebrar o pescoço da mulher e joga-la com força na direção do capitão para tentar confronta-lo e intimida-lo com suas ações e falas, mostrar que o gigante não estava de brincadeiras. – Receba a alma dessa humana como um presente, Deusa da Morte!... Vocês têm 5 minutos, enquanto eu ver marines, reféns perderam membros e em seguida morreram! Terminaria de falar ao caminhar para dentro da prefeitura novamente. Após ameaçar e mostrar que Masimos estava no comando, a marinha provavelmente começasse a agir para sair da ilha, pois eles continuariam a arriscar a vida de inocentes ainda mais pelo fato da prefeita estar em grande perigo?! Todavia Titã estava pronto para qualquer situação, o tritrão estava anojado daquela cidade já nem estava mais valendo o suor para domina-la, pois não havia nada de bom e os marinheiros eram insetos persistentes.

Titã passava seus dedos no queixo mostrando estar pensativo enquanto percebia o quão escroto estava o ambiente, tinha até esquecido que suas vestes estavam cobertas de sangue, não que importasse no momento, mas um bom imperador não pode ficar sujo. – Humpf... a marinha é persistente, mas eles não têm muitas opções, enquanto isso, Bell irei explodir a prefeitura, Dan chame Kawasaki e o restante do seu bando, por acaso vocês têm um navio para saírem dessa ilha? O gigante carpa falaria enquanto olhava para o ambiente mostrando repulsa. Bell parecia tentar falar com a prefeita e Masimos obviamente prestou atenção nas falas do homem tatuado, ele parecia interessado em dinheiro, não seria algo ruim até porque o gigante precisaria de grana para seguir em frente. “Dinheiro é? A prefeitura como é o local com maior autoridade deve ter muito dinheiro, talvez seja uma boa ideia pegar e dar o fora dessa ilha! Minha deusa... essa ilha não merece qualquer respeito, ela está podre e infestada de gente vermes! Mas lhe darei almas como um presente. ” Terminaria de raciocinar enquanto ouviria as falas de Bell e da prefeita, ficaria atento para qualquer contratempo, mas tudo estava dentro dos planos.


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MensagemAssunto: Re: 1º Capitulo: É melhor Reinar no inferno do que servir no Céu!   1º Capitulo: É melhor Reinar no inferno do que servir no Céu! - Página 4 EmptyDom 08 Maio 2016, 09:21

"Nossa eu quase me esqueci disso aqui, a prefeita deve saber o que fazer com isso. Arggg, não consigo pensar em outra função para esses papéis, que não seja a senha de um cofre, mas essa vadia acabou de dizer que não tem dinheiro aqui, será que ela estava tentando me enganar mesmo? Hmm, parece que vou ter que descobrir isso a força.” – pensou Bell enquanto vasculhava seus bolsos afim de encontrar cigarros e achava também o papel de antes com alguns números.

Decididamente o jovem espadachim partiu em direção à prefeita de maneira natural e, ao encontra-la, em posse de Masimos, a pegou e levou para um local mais no interior do recinto. Com tapas na face da mulher, Bell esperava acordá-la, e realmente conseguiu. Enquanto a dama acordava, Bell parecia estar indiferente a toda aquela situação que o cercava, acarinhando a mulher que estava como refém.

- Então bela moça, parece que acordou... Vamos continuar nossa conversa. Se você diz que não tem dinheiro aqui na prefeitura, para que são esses papeis numerados? Ah, claro espero que não minta dessa vez, temos muitos reféns ainda, e bom tempo é o que não está me faltando. – falou Bell ao ver que a prefeita já havia acordado.

A prefeita, relutante, olhava para o lado mas não respondia. Bell, perceptivelmente acertava tapas na face da mulher para “acordá-la” para a situação que estava se passando ali. –Bem... Isso é uma senha do cofre da prefeitura... – falou ainda relutante a prefeita.

Enquanto isso, Masimos dominava o portão e os Marinheiros. – Quem somos? O que queremos? Mas que pergunta mais tola... eu sou o percursor da Deusa, sou o apostolo da Morte, eu sou Masimos aquele que se tornara o mais poderoso dos mares! Eu falarei uma última vez... saem da ilha dentro de 5 minutos, caso continue a resistir, todos morreram! – exclamou o tritão.

Após se apresentar para o chefe da marinha dali, Masimos deu meia volta e voltou com a refém e a jogou com os outros reféns. - Aqueles que desafiam a minha vontade, perecem diante meu poder! – exclamou Masimos com a mulher sem braço, de antes, e ao mesmo tempo em que quebrar o pescoço da mesma e jogou-a em direção ao inerte capitão. – Receba a alma dessa humana como um presente, Deusa da Morte!... Vocês têm 5 minutos, enquanto eu ver marines, reféns perderam membros e em seguida morreram! – terminou Masimos.

Após tal ato extremista, o monstro caminhou até o interior da prefeitura. – O que são vocês? – questionava-se o capitão. – Humpf... a marinha é persistente, mas eles não têm muitas opções, enquanto isso, Bell irei explodir a prefeitura, Dan chame Kawasaki e o restante do seu bando, por acaso vocês têm um navio para saírem dessa ilha? – questionou Masimos já no interior do edifício.

Enquanto pensava na maneira correta de sair dali, um barulho enorme era ouvido e Marinheiros desacordados desciam rolando a escada. – Um... Um monstro... – falou um antes de desmaiar. – Cara... Que loucura... – exclamou Yamaha – O Capitão-senpai está nervoso! – exclamou com completo medo no olhar.

- Deixa de falação, Dan! – exclamou Suzuki – Sim, temo um barco e para escapar da ilha não é problema. Nosso problema será sair da ilha com o capitão... Quando ele tá no modo furioso ele não fica, digamos amigável...

Enquanto isso, na área externa os marinheiros estava completamente desolados, alguns vomitando, outros cuidando de seus parceiros feridos, mas o capitão rapidamente se recompôs. – Vamos lá homens, não podemos nos dar como vencidos! Temos que, mesmo que seja pouco, tornar a vida desses descumpridores da lei um inferno! Vamos fazer tudo o que eles querem! Temos que ter todas as vidas que estão ali vivas! Depois vemos o que faremos! – exclamou o capitão - Ei! Vocês que estão aí dentro! Nós aceitamos negociar com vocês! Mas não sairemos da ilha! Me digam o que vocês querem que eu lhes darei, mas mantenham todos vivos! – exclamou informando à Masimos.

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