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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 O azul do infinito

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: O azul do infinito   O azul do infinito - Página 7 EmptySeg 21 Mar 2016, 13:10

Relembrando a primeira mensagem :

O azul do infinito.

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Marinheiro Kyo. A qual não possui narrador definido.


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Kyo
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MensagemAssunto: Re: O azul do infinito   O azul do infinito - Página 7 EmptyTer 17 Maio 2016, 20:02


O Restaurante (6)

O garoto decide por não contrariar a mulher e aceita acompanha-la, o garoto começa a se mover enquanto fala com sua companheira para irem junto a aquela moça, a garota por sua vez segue o jovem garoto ao seu lado.

Aproximando da moça loira, ela começa a guia-los, agora, seguem rumo as escadarias que levam ao andar inferior, descendo acabam por pararem em um sub andar, enquanto andar logo se nota uma escada à esquerda, que continua a levar ao andar inferior, no entanto ao invés se seguir por esta escada acabam por passar por uma porta, esta porta se localiza ali no sub andar, adentram em um pequeno corredor com uma escada que leva para cima, por ali seguem a mulher em uma longa e cansativa subida.

“Mas que merda de lugar, anda anda anda e num chega” pensaria o garoto naquele enquanto andava, subiam então até o fim chegando ao provável terceiro andar, passam por uma nova porta e agora percorrem uma série de corredores que possuem bastantes portas por toda a sua extensão, finalmente chegam em uma sala, este era o ponto final de toda aquela andança.

“Que merda, pra que andar tanto assim” pensaria o garoto e em seguida ouviria a mulher dizer para entrarem, a partir daí o garoto entraria.

A sala era um pequeno escritório, bastante simples, mas bem organizado, possui uma janela que permite a entrada da luz do dia e um pouco de ar fresco.

A mulher então se desculpa pelo ocorrido de toda aquela confusão em um tom que parecia ser de lamentação e em seguida ele continua dizendo que pelo que ela havia entendido, aquele homem tinha começado tudo, e que rapidamente o garoto havia conseguido o imobilizar terminando perguntando se era isso.

Naquele momento o garoto responderia, “Aquele cara tava descontrolado, quase chegou ao ponto de agredir alguém, além disso ele tava me irritando, então resolvi fazer com que ele parasse com aquilo” terminaria de responder, em seguida ouve ela perguntar quem era ele.

“Sou novo aqui na cidade, como eu não conheço nada por aqui minha amiga aqui me disse que iria me levar para conhecer uns lugares legais, e aqui estou eu, quanto a essa minha força, bom, hoje em dia nesse mundo tem de se estar preparado para situações complicadas” terminaria então sua resposta.

Em seguida a mulher se apresenta dizendo que se chamava Draag Stern, a gerente daquele restaurante, “O que eu? O que eu faço? O que eu faço? Devo dizer meu nome a ela ou um nome aleatório? Hum... bom, ela acreditando ou não lá vai, o mais natural possível” finalizaria seu pensamento e em seguida o garoto diria, “Então é você que cuida deste belo lugar, me chamo Ryo”, finalizaria se apresentando.

“Mas que merda de apresentação, já é a segunda vez que falo assim, isso tá começando a ficar chato, espero que ela tenha acreditado que o meu nome é Ryo” pensaria o garoto após sua apresentação.

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MensagemAssunto: Re: O azul do infinito   O azul do infinito - Página 7 EmptyQui 19 Maio 2016, 16:54



Um Novo Trabalho?



Ainda aborrecido, pelo longo trajeto percorrido até ali, Kyo escuta o que a mulher diz, não demorando à se manifestar, confirmando o que fora dito.

- Aquele cara tava descontrolado, quase chegou ao ponto de agredir alguém, além disso ele tava me irritando, então resolvi fazer com que ele parasse com aquilo -

- Entendo. -

E com a pergunta dela, Kyo inventa uma história falsa, que parece até convincente.

- Sou novo aqui na cidade, como eu não conheço nada por aqui minha amiga aqui me disse que iria me levar para conhecer uns lugares legais, e aqui estou eu, quanto a essa minha força, bom, hoje em dia nesse mundo tem de se estar preparado para situações complicadas -

A moça então se apresenta, esperando que Kyo faça o mesmo. Este por sua vez, fica bastante preocupado e desajeitado, pensando no que falar, nem nota estar soando um pouco. Eis que dá uma resposta, que lhe faz, se lamentar um pouco depois.

- Então é você que cuida deste belo lugar, me chamo Ryo - O jovem marinheiro, no calor do momento, acaba mudando apenas uma letra do seu nome, e uma expressão de surpresa surge na face de sua companheira.

Draag olha para Kyo por alguns instantes, deixando um silencio perturbador prevalecer. Até que ela enfim fala algo.

- É um prazer conhece-lo. Como agradecimento pela ajuda, não precisam se preocupar com os danos causados e nem com a conta de hoje, podem comer à vontade. -

É difícil dizer se ela acreditou ou não, em todas aquelas mentiras, pois, seu olhar traz uma estranha sensação de segredos e enigmas, difíceis demais de serem decifrados. Após ela dizer isto, ela fica em silêncio, provavelmente aguardando que eles se retirem. Notando isto, a companheira de Kyo decide se manifestar, finalmente entrando na conversa.

- Eu me chamo Inari, e para falar a verdade, eu e ele somos ex-caçadores de recompensas. Estamos precisando de trabalho, não há nenhuma vaga de segurança ou algo do tipo aqui? -

Draag dá mais atenção para a companheira de Kyo, observando-a melhor.

- Você me parece familiar. -

- Talvez já tenha me visto, eu vinha entregar procurados com frequência nesta cidade. - Diz ela, com bastante firmeza e confiança nas palavras, sem demonstrar nenhum tipo de hesitação naquelas prováveis mentiras.

- Entendo, você deve ter razão. - Conclui a moça loira.

Ela então observa os dois por mais alguns instantes, se levanta, olha alguns papéis em sua mesa, e então, responde à pergunta de "Inari".

- Realmente estamos em falta de seguranças por aqui, atualmente só temos três, o que é um valor muito baixo para cobrir todo o local. Se vocês possuem interesse, podem começar amanhã mesmo, de noite. O turno de vocês ainda vou ter que definir, assim com o salário. Conversamos tudo amanhã, certo? -

- Pode ser. - Responde a garota.

Fica faltando a decisão de Kyo, em relação ao trabalho. E com a resposta, ambos estarão livres para partirem, visto que a moça, aparentemente não tem mais nada à dizer.


Off:
 

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MensagemAssunto: Re: O azul do infinito   O azul do infinito - Página 7 EmptyQui 19 Maio 2016, 17:55


O Restaurante (7) Emprego

O garoto parecia aborrecido pelo longo trajeto ao qual ele havia percorrido até o local, o jovem garoto escuta então o que a mulher diz e em seguida não demora a se manifestar.

Começa a dizer que o cara estava descontrolado e que quase estava chegando ao ponto de agredir alguém, ele estava o irritando e por isto acabou resolvendo o impedir que continuasse a fazer aquilo.

A mulher logo diz que entende e com sua pergunta o garoto logo trata de inventar uma história falsa que parecia até convincente, ele dizia que era novo em Loguetown, sua amiga havia o dito que o iria levar para conhecer alguns lugares, assim ele foi parar ali, em seguida disse sobre sua força e que naqueles dias se tem de estar preparado para situações complicadas.

A mulher logo se apresenta esperando que o garoto faça o mesmo, que por sua vez fica bastante preocupado e desajeitado, pensando no que falar, nem nota estar soando um pouco, então responde, se lamentando um pouco depois.

Ele diz que era ela que cuidava daquele belo lugar e em seguida diz que eu nome é Ryo, no calor do momento acaba mudando apenas uma letra de seu nome, em contrapartida uma expressão de surpresa surge na face da garota que estava junto a ele.

Draag olha para o garoto por alguns instantes enquanto surge um silencio perturbador naquele local até que ela começa a dizer que era um prazer conhece-lo, disse que como agradecimento por sua ajuda, não precisava se preocupar com os danos causados e nem com a conta daquele dia e que poderia comer à vontade.

Era difícil dizer se ela havia acreditado ou não no que o garoto havia falado, seu olhar parecia trazer uma estranha sensação, algo secreto e enigmático, dificilmente poderia ser decifrado, após dizer isto ela fica em silêncio, provavelmente aguardando que se retirassem, ao notar isto, a garota que estava acompanhando o jovem garoto começa a se manifestar.

Começando a entrar na conversa ela diz se chamar Inari e que para falar a verdade, ambos eram ex-caçadores de recompensas, eles estavam precisando de trabalho e em seguida pergunta se havia alguma vaga de segurança ou algo do tipo ali.

Logo Draag começa a dar mais atenção para a garota a observando melhor, ela logo diz que a garota parece familiar, em seguida a garota retruca dizendo que talvez ela já tivesse a visto e que entregava procurados com frequência naquela cidade, enquanto dizia dava pra perceber sua firmeza e confiança em sua palavras, não demonstrava nenhum tipo de hesitação.

A mulher logo diz que entende e que a garota talvez tinha razão, em meio a aquele momento o garoto pensaria, “Então esse é o seu plano? Não é tão ruim” continunando a mulher observa os dois por mais alguns instantes e então se levanta, olha alguns papéis em sua mesa.

Após olhar os papéis ela começa a responder à pergunta de Inari dizendo que realmente estavam com falta de seguranças, e que só tinham três, e que era um valor baixo para cobrir todo o local, se eles possuíam interesse, podiam começar na noite do próximo dia, em seguida diz que o turno deles ainda teria de ser definido, assim como o salário, em seguida diz que conversariam no outro dia finalizando com um “ok?”, em seguida a garota confirma.

O garoto que a partir daquele momento começaria a seguir o plano da garota e diria, “Sim, amanhã voltaremos aqui”.

Em seguida diria “Se tá tudo bem, já vou indo” diria e em seguida abriria a porta caso ela estivesse fechada, se estivesse aberta apenas sairia, em seguida faria todo o caminho de volta até a saída daquele lugar enquanto pensaria, "Ahh... de novo esse caminho longo e chato".

Quando tivesse saído do lugar diria, “Vamos voltar, mas antes disso vamos andar por ai, algo me diz que não seria uma boa ideia voltar de uma vez, vamos andar um pouco” o garoto tinha a ideia de que se aquela mulher realmente estava interessada no trabalho deles, era bem possível que ela os vigiasse, e caso isto ocorresse poderia complicar suas situações.

Logo faria isto e depois de um tempo voltaria para o QG de Loguetown, entraria e procuraria ir descansar.

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: O azul do infinito   O azul do infinito - Página 7 EmptySab 21 Maio 2016, 11:57



Uma Ideia



Ao escutar a conversa das duas moças, Kyo acompanha a ideia de sua companheira, considerando aquele um bom plano. Quando chega a vez do sargento de responder, este soa positivo, sem pensar muito antes de dar a resposta.

- Sim, amanhã voltaremos aqui -

- Ótimo. - Diz a moça loira.

- Se tá tudo bem, já vou indo -

- Tudo bem, podem ir. - Responde ela, com um claro sorriso, não demorando à voltar sua atenção, para suas delicadas unhas.

Então, Kyo e sua companheira se retiram do local, realizando o mesmo trajeto que fizeram para chegarem ali, aquele longo e cansativo caminho, que novamente aborrece Kyo e o faz reclamar em sua mente. Mas enfim chegam ao primeiro andar, estando agora no salão de refeições. Porém, Kyo não fica nem mais um instante ali, e ignora tudo ao seu redor, já se retirando do estabelecimento. A garota o acompanha, sem reclamar.

Do lado de fora, nota-se pelo céu, que agora são 16:30, e o céu está começando à escurecer pouco à pouco.

- Vamos voltar, mas antes disso vamos andar por ai, algo me diz que não seria uma boa ideia voltar de uma vez, vamos andar um pouco -

- Tá, mas podíamos ter aproveitado aquela oferta, de comer à vontade. -

Logo, ambos se encontram em uma caminhada prolongada pela cidade. Passam por bastantes bairros residenciais, avistando tudo que é tipo de pessoa, dês de crianças, até velhos, alguns bem vestidos, outros não. Também passam pela área comercial da cidade, avistando diversas lojas de diferentes produtos, como armas, roupas e até bugigangas. Mas, a coisa que chama mais atenção, durante todo o longo trajeto que percorrem pela cidade, é uma estação de Zepelins, que por algum motivo está fechada, e por isso, não dá para explora-la, apenas observar de longe.

- Deve ser legal voar. - Comenta a garota, olhando para a estação.

E seguem caminhando, por mais alguns minutos, eventualmente se depararando com o quartel da marinha. Agora são, exatas 18:00, e o sol acaba de se pôr completamente, tornando o ambiente mais cinzento, mas não totalmente escuro, por ainda estar no inicio da noite.

A longa caminhada, deixa as pernas de Kyo cansadas, e com o quartel ao seu alcance, este pensa em ir descansar, visto que, até então, ninguém aparenta estar os seguindo. Mas antes que consiga se aproximar da construção, ou adentra-la, é interrompido por sua companheira.

- Nem um até mais? - Pergunta ela, ajeitando os óculos. - Você não gosta muito de se comunicar, né? - Completa, adicionando mais uma pergunta.

Dado o tempo para uma resposta, ela cruza os braços e fala com um tom de voz mais baixo, aproximando-se.

- Me surpreende alguém da minha idade, já ser um sargento... Mas isso não vem ao caso, você está indo fazer o que? Descansar? É raro alguém descansar no quartel, digo, quase todos marinheiros tem família e casa. - Ela olha para Kyo fixamente, enquanto fala. - Mas temos que evitar contato com o quartel, só de estarmos nesta rua é um problema... Lembra? É uma missão de sigilo. - A garota fala de uma maneira, que à faz parecer alguém intelectual, além de mostrar uma tranquilidade natural. - Sugiro que você fique em minha casa, até completarmos a missão, de acordo? E não se preocupe, eu não moro com minha família, então você não vai ser perturbado por ninguém, inclusive, tem um quarto vazio que você pode ficar. -

Após a garota expor o que tem em mente, ela fica aguardando alguma resposta da parte de Kyo.

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MensagemAssunto: Re: O azul do infinito   O azul do infinito - Página 7 EmptySab 21 Maio 2016, 17:31


O Restaurante (8)

O jovem garoto Kyo decide por acompanhar a ideia de sua companheira considerando aquele um bom plano, assim que chega sua vez de falar, o garoto em muito pensar antes de dar sua resposta confirma e diz que no outro dia voltariam ali.

Em seguida a mulher também confirma, em seguida o garoto diz que já está de saída e novamente a mulher loira responde com um certo sorriso, não demorando à voltar sua atenção em seguida para suas unhas.

O garoto e sua companheira então se retiram do local, eles realizam o mesmo trajeto que fizeram para chegarem lá, um longo e cansativo caminho, que aborrecia bastante o garoto o fazendo reclamar em sua mente, chegando ao primeiro andar no salão de refeições, o garoto não fica nem mais um instante ali enquanto ignora tudo ao seu redor e se retira rapidamente daquele lugar enquanto a garota o acompanha sem reclamar.

Já do lado de fora, o garoto nota olhando para o céu que agora são 16:30, o céu está começando a escurecer pouco a pouco.

O jovem logo diz que iria voltar, mas antes iria andar por ai pois algo dizia que não seria uma boa ideia voltar de uma vez, em seguida dizendo para que andassem um pouco, em seguida a garota retruca confirmando, mas dizendo que eles poderia ter aproveitado a oferta de comer à vontade.

Ambos então começam a caminhar, uma caminhada prolongada pela cidade, passam por bastantes bairros e residências enquanto avistam tudo o que é tipo de pessoa, dês de crianças, até velhos, alguns bem vestidos, outros nem tanto, acabam passando pela área comercial da cidade enquanto avistam diversas lojas de diferentes produtos, como armas, roupas e bugiganga, algo chama bastante a atenção do garoto em meio a caminhada, uma estação de Zepelins, por algum motivo ela estava fechada, e por isso, não dava para explora-la, apenas a observar de longe.

A garota logo comenta que devia ser legal voar, “Voar... nunca tinha pensado nisso, a tanto faz” pensaria o garoto por alguns instantes e em seguida seguiria caminhando, mais alguns minutos se passam até que acabam se deparando com o quartel de marinha, neste momento são exatas 18:00 e o sol acaba de se pôr completamente enquanto torna o ambiente um tanto quanto cinzento, mas não totalmente escuro.

A longa caminhada acaba por deixar as pernas do garoto cansadas, com o quartel ao seu alcance logo pensa em ir descansar, visto que até então ninguém aparentava os ter seguido, antes que consiga se aproximar da construção ou adentrar a mesma, o garoto é interrompido por sua companheira.

Ela pergunta se o garoto não iria se despedir ou nada do tipo em seguida ajeitando seu óculos, em seguida pergunta se ele não gostava de se comunicar muito, neste momento o garoto olharia para ela e cruzaria seus braços, dado o tempo da resposta ela cruza os braços e começa a falar em um tom voz baixa enquanto se aproxima sobre estar surpresa de como alguém de sua idade já era um Sargento em seguida dizendo que isso não vinha ao caso.

Em seguida pergunta o que o garoto iria fazendo, se iria descansar ou algo do tipo, em seguida diz que quase todos os marinheiros de família e casa, ela olha fixamente para o garoto enquanto fala, naquele meio tempo o garoto pensaria, “O que diabos ela tá falando, me pergunto se ela sabe ou não que eu não sou daqui”.

Em seguida ela diz que teriam que evitar contato com o quartel e que só de estarem naquela rua já era um problema, em seguida ela lembra o garoto que era uma missão de sigilo, ela fala fazendo com que se pareça alguém inteligente, naquele momento causaria uma certa estranheza no garoto, mas nada sério.

A garota sugere que o garoto fique em sua casa até completarmos a missão dizendo em seguida para não se preocupar pois ela não morava com sua família finalizando dizendo que tinha um quarto vazio que ele poderia ficar.

“Espero que valha apena ficar lá” pensaria o garoto enquanto manteria seus braços cruzados enquanto ficaria sério, “Muito bem, vamos então, como não conheço o caminho te seguirei até lá” diria o garoto.

Seguiria ela, quando chegasse no local esperaria para ver o que ele iria fazer e caso ela abrisse a porta ou algo do tipo com intenção de entrar em sua casa, também entraria, caso o garoto estivesse muito cansado pensaria, “Finalmente, já tava começando a achar que não iria parar de andar”, olharia para os lados e então diria, “Precisa dizer mais alguma coisa ou posso ir descansar?”, caso fosse dizer algo o garoto escutaria e logo após perguntaria, “Onde está aquele quarto?”, caso ela  falasse que o garoto podia ir descansar, o garoto apenas perguntaria sobre o quarto.

Dormiria o quanto fosse necessário para reestabelecer suas forças, já no outro dia acordaria e andaria pela casa até que chegasse em algum local com cadeira e então se sentaria em alguma que parecesse confortável e esperaria pela garota.

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: O azul do infinito   O azul do infinito - Página 7 EmptySeg 23 Maio 2016, 17:30



Fome



Após escutar tudo o que a garota tem à dizer, e refletir sobre tudo aquilo. Kyo começa à falar, mantendo os braços cruzados.

- Muito bem, vamos então, como não conheço o caminho te seguirei até lá -

Com um assentimento de cabeça, a garota confirma e começa à guiar Kyo pelas ruas, uma caminhada que dura mais dez minutos, na qual termina em uma casa pequena, de um andar, à algumas ruas do quartel da marinha.

- Chegamos. - Diz ela, abrindo a porta.

Kyo resmunga sobre o cansaço em sua mente, olha para os lados, e lança uma pergunta para a garota responder.

- Precisa dizer mais alguma coisa ou posso ir descansar? -

- Fique à vontade. -

- Onde está aquele quarto? -

- Acho que nunca comentei, mas gosto de desenhar mapas, apesar de não ser nada boa. Olhe aqui, tenho um da minha casa. - Diz ela, apontando para um mapa na parede, pouco após adentrarem na residência.

Estão no que parece ser um corredor. Colado na parede há o mapa citado pela garota.

Mapa:
 

De fato é um mapa simples, mas que parece ser de fácil entendimento, ainda mais com a explicação da garota.

- Eu coloquei alguns números para facilitar minha explicação. O número um refere-se aos corredores, o dois é a sala de refeição, três é a cozinha, quatro é o banheiro, cinco é um cômodo vazio, seis e sete são os quartos, no caso, o seu fica no seis e o meu no sete. - Ela dá um pequeno momento para Kyo mesclar tudo, e então fala mais um pouco. - Qualquer dúvida basta me procurar. -

Dito isto, ela permite Kyo ficar livre, indo para o lado do suposto banheiro. Kyo por sua vez, se direciona até o quarto indicado. A estrutura da casa bate com o do mapa, e não encontra dificuldades em chegar no seu quarto, um local bem arrumado para um quarto sem dono. Uma coisa é certa, não há muita coisa naquele cômodo, apenas uma cama simples de solteiro, algumas cômodas, um guarda-roupa e algumas decorações das quais Kyo não dá muita atenção.

Kyo se lança na cama, com a intenção de dormir, e devido ao cansaço, não demora muito para isso acontecer.


...

A cama confortável e macia, propõe um bom descanso para Kyo, mas o jovem, eventualmente acaba despertando, e a primeira que nota, é estar coberto, visto que não se cobriu na hora de dormir. O quarto está escuro, o que indica ainda não ter amanhecido, porém, Kyo não consegue dormir mais, não por não estar cansado, e sim por sua barriga estar lhe trazendo um grande desconforto. A fome é muito intensa e impedi totalmente Kyo de continuar dormindo.

O sopro do vento pode ser escutado, mesmo não havendo nenhuma janela no quarto. Está frio, mas as cobertas fornecem aquecimento à Kyo, protegendo-o do frio.

É difícil estipular que horas são, mas claramente ainda é de madrugada ou noite. O que Kyo fará, visto que não consegue dormir, por causa da fome incômoda que sente, uma clara consequência de não ter comido nada no dia anterior.

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MensagemAssunto: Re: O azul do infinito   O azul do infinito - Página 7 EmptySeg 23 Maio 2016, 20:49


O Restaurante (9) Pausa para descansar

Ao escutar tudo o que a garota tinha a dizer, o jovem garoto começa a refletir um pouco sobre tudo aquilo e em seguida começa a falar enquanto mantem seus braços cruzados dizendo que iria a seguir até o tal lugar.

Acenando com sua positivamente, a garota começa a guiar o jovem garoto pelas ruas, a caminhada dura em base uns dez minutos e termina em uma pequena casa, de um andar, à algumas ruas do quartel da marinha.

A garota logo diz que chegaram enquanto abre a porta, enquanto isso o garoto resmunga sobre estar cansado em pensamento, ele então olha para os lados e em seguida pergunta se ela precisava dizer mais alguma coisa.

Em seguida ela diz para que ele ficasse à vontade, em seguida o jovem Kyo pergunta sobre o quarto vago ao qual ela havia dito anteriormente.

Ela então começa a dizer algo sobre desenhar mapas, e que não era tão boa nesse tipo de coisa, em seguida diz para o garoto olhar o mapa enquanto aponta para o mesmo na parede, pouco após adentrar na residência.

O mapa parecia ser bem simples e fácil de entender, ainda mais com a explicação da garota dizendo que havia colocado alguns números para facilitar a explicação, o número um se referia aos corredores, o dois era a sala de refeição, o três a cozinha, o quatro o banheiro, cinco o cômodo vazio e seis e sete que eram os quartos no fim dizendo que o garoto iria ficar no quarto de número seis.

No fim ela dá um pequeno momento para o garoto mesclar tudo, “um, dois, três, quatro, cinco, seis e sete... corredores, sala de refeição, cozinha, banheiro, cômodo vazio e quartos... por mais que isso seja bem chato é bem útil” terminaria seu pensamento enquanto ouvia ela dizer que qualquer dúvida que surgisse bastava a perguntar.

Ela então permite que o garoto Kyo fique livre enquanto vai para o lado do suposto banheiro, o jovem garoto por sua vez, se direciona até o quarto indicado, dá para perceber que a estrutura da casa bate com o do mapa, então o garoto não encontra dificuldades em chegar no seu quarto, local bem arrumado, não havia muita coisa naquele cômodo, apenas uma cama simples de solteiro, algumas cômodas, guarda-roupa e algumas decorações das quais o garoto não dá atenção.

O jovem garoto Kyo se lança na cama com a intenção de dormir e devido ao cançado, não demora muito para que durma.

A cama confortável e macia faz com que o garoto tenha um bom descanso, mas eventualmente acaba despertando, ele acaba por notar que estava coberto mesmo sabendo que não se cobriu, “Hah, que estranho... a tanto faz” pensaria o garoto naquele momento, o quarto está escuro, o que indica que provavelmente não havia amanhecido, mesmo assim o garoto não consegue dormir mais devido a sua barriga estar lhe trazendo certo desconforto.

Fome, era o que o garoto sentia, muito intensa, provavelmente era o que impedia o garoto de continuar a dormir, enquanto isto se escuta o sopro do vento, mesmo não havendo nenhuma janela no quarto, parecia ser de madrugada ou noite.

Naquele momento o garoto se levantaria caso estivesse deitado, e em seguida deixaria a coberta encima da cama, em seguida daria uma olhada no corredor e checaria se estava claro o suficiente para que ele pudesse andar sem esbarrar em nada ou se perder, caso fosse visto que estava tudo escuro e impossível de ver o garoto voltaria para o quarto e sentaria em sua cama e pensaria, “Merda, tá tudo escuro, vou esperar clarear” quando estivesse mais claro voltaria a checar o corredor.

Estando mais claro o garoto sairia do quarto e iria em direção a cozinha, se lembraria do mapa ao qual dizia que para ir à cozinha teria de passar pela sala de refeição, o garoto faria isto, na cozinha o garoto procuraria algo que pudesse comer, daria preferência para alimentos de boa aparência que não parecessem suspeitos, após isto voltaria para seu quarto e se deitaria, caso voltasse a ter vontade de dormir, dormiria.

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: O azul do infinito   O azul do infinito - Página 7 EmptyTer 31 Maio 2016, 17:56

~~ Narração ~~


A manhã logo chegava, o sol emanava seus raios solares aquecendo a esplendida manhã. As nuvens mal podiam ser vistas sobre o céu, pois o sol estava imenso e caloroso. O dia começava agitado, trabalhadores em seu cotidiano, crianças em suas brincadeiras logo pela manhã e os velhos como de costume coçando o saco sem nada para fazer, pois é, tem gente que dá sorte.

O jovem Full Buster recém havia acordado, ainda estava sonolento, porém conseguia achar o caminho até a cozinha, aquela casa era de fato enorme, provavelmente a sargento dona do local, pudesse ser de uma família rica, apesar de não haver mais ninguém lá dentro, Mya era uma jovem sargento que havia perdido seus pais, era uma moça que não possuía muita riqueza, mas sua casa dava tal impressão. Kyo chegava na cozinha, havia em cima da mesa pães, geleia e leite, algo natural para o café da manhã. Enquanto ele nutria seu esbelto corpo, Mya estava próximo da entrada da residência falando pelo den den mushi com o que parecia seu superior. – Mas o que? Não pode ser possível? Destruirão todo o restaurante? Sim! Entendo senhor. Pode deixar, eu e o sargento Buster iremos imediatamente no local! Ela terminava de falar e Kyo já havia tomado seu café e ouvia a conversa de sua companheira. – Kyo! Destruirão o restaurante ontem, aquele que nos infiltramos! O tenente Cruzis falou que foi algum tipo de rixa entre os restaurantes, precisamos ir até lá e pegar depoimentos! Assim que você se arrumar nós iremos até lá. Ela terminava de falar ao abrir a porta e esperar pelo marine. Após Full terminar suas necessidades fisiológicas e arrumar-se, saia da residência e percebia a mulher com uma face pensativa.

Os marines caminhavam até o local, Kyo poderia notar o restaurante completamente destruído, estava em cinzas, poderia presumir que haviam tocado fogo, por sorte nenhum civil estava dentro. – Bom dia Sargento Mya! O tenente Cruzis informou que você e o Sargento Buster viriam! A testemunha está ali, chama-se senhora Hatao. O soldado explicava a situação e mostrava a única testemunha. – Obrigado soldado! Mya profere ao fazer sinal para Kyo lhe acompanhar. – Senhora Hakao? A testemunha afirma ao mostrar seu rosto extremamente abalado, suas mãos estavam tremulas e os marines percebiam. – Acalme-se senhora Hakao, eu e o sargento Kyo estávamos aqui para prender quem fez isso! Pode nos contar o que houve? Mya toma a rédea da situação e seria um bom aprendizado para o jovem sargento, pois recém havia subido de patente, Mya já parecia mais experiente. – Ah sim, é claro! E-Era por volta da madrugada, não lembro exatamente o horário, mas um trio de homens tocaram fogo no lugar, eles usavam jaquetas com um símbolo! Parecia algo como uma caveira pegando fogo ou algo assim. Ela terminava de falar ao gesticular com suas mãos. – Uhm! Entendo, obrigado senhora Hakao! A mulher voltava próximo de seu marido, Mya olhava para o marine Full Buster e proferia. – Parece que contrataram mercenários! Será que descobriram algo de nossa infiltração? Mas algo não se encaixa nessa história! O que acha Kyo? Ela terminava de falar ao fazer uma cara de pensativa, realmente algo estava divergente, mas será que o sargento juntaria as peças finais?



Histórico Kyo:
 

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MensagemAssunto: Re: O azul do infinito   O azul do infinito - Página 7 EmptyTer 31 Maio 2016, 22:44


Uma Reviravolta

Por fim chegava a manhã, o sol junto a seus raios solares aquecia aquela manhã fazendo assim com que parecesse ser uma manhã normal como qualquer outra.

O garoto havia acabado de acordar, parecia estar bem sonolento, mas mesmo assim conseguia achar o caminho até a cozinha, aquela casa era enorme, ao que tudo indicava aquela garota era realmente a dona daquela casa, talvez uma família rica ou algo do tipo.

Não demorando muito enfim chegava a cozinha, encima da mesa haviam pães, geleia e leite, alimentos que reforçavam um bom café da manhã, sem perder tempo então o garoto começava a se alimentar, a garota por sua vez estava próxima da entrada da residência enquanto falava em um den den mushi.

Ao que tudo indicava haviam destruído o restaurante, ao terminar de falar enquanto o garoto termina de tomar seu café enquanto ouve ela dizer que haviam destruído o restaurante, em seguida diz que deveriam ir para lá, ela então termina de falar, enquanto isto o jovem garoto termina de fazer suas necessidades e se arrumar e logo após sai da residência enquanto percebe que a garota está pensativa.

Ambos caminham até o local, enquanto isto o garoto nota o restaurante totalmente destruído, em cinzas, “Mas que merda, tacaram fogo no lugar” pensaria o garoto naquele momento.

Em seguida o garoto percebe alguém a chamar de Mya e em seguida dizer que alguém havia informado que ambos iriam para lá, em seguida indica onde esta a testemunha e que se chama Hatao, após isto Mya faz sinal para que o garoto a acompanhasse em seguida o mesmo faz isto.

Sua primeira abordagem ela diz o nome da testemunha, enquanto isto dá para perceber que a mulher não está em bom estado, ela parecia estar bem assustada, Mya em seguida pede para a mulher se acalmar e contar o que havia ocorrido.

Ela começa a dizer algo sobre homens utilizando jaquetas com um símbolo que parecia ser o de uma caveira pegando fogo enquanto fazia alguns gestos com suas mãos, por fim Mya dizia algo sobre mercenários contratados e se haviam descoberto algo sobre o infiltração por fim perguntando ao garoto o que ele achava.

O jovem garoto Kyo por sua vez mergulharia em pensamentos após isto, “Restaurantes... restaurantes... restaurantes... esse era o único que não havia sido atacado, e agora foi, não acredito que tenha sido por nossa infiltração, afinal de contas não faz muito tempo que cheguei nesta ilha, provavelmente isto já tinha sido planejado bem antes, mas realmente tem algo que não tá fazendo sentido... a merda o que tá acontecendo!” Finalizaria seu pensamento, não por muito tempo já que em seguida voltaria a pensar em algo, “A menos que alguém os tenha colocado uns contra os outros e se aproveitado disto”.

Mesmo o garoto não sabendo se seria aquilo mesmo ele falaria, “Já pensou na possibilidade de mercenários terem colocado os restaurantes uns contra os outros e terem lucrado encima disso?” em seguida daria uma pausa e em seguida daria espaço para que ela pudesse falar algo e em seguida continuaria, “Isto faria sentido já que não restou nenhum restaurante”, em seguida esperaria que ela falasse algo.

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: O azul do infinito   O azul do infinito - Página 7 EmptyQua 01 Jun 2016, 19:33

~~ Narração ~~


Após Mya refletir sobre as informações que obtinha, a jovem marine começa a dialogar com seu colega marinheiro, Kyo colocava bons argumentos e deixava a sargento ainda mais intrigada com o que de fato havia ocorrido. – Uhm faz sentido seu ponto de vista... poderíamos ir até o esconderijo deles e tirar a limpo quem os contratou! Ela profere ao fazer uma face como se tivesse obtido uma ideia. – Senhora Hakao? Espere um minuto por favor! Ela corre em direção a testemunha e volta a questiona-la. – Sabe de onde são esses homens? Ou alguém que possa saber? Ela pergunta com seu semblante sério, já a velhinha olha para seu esposo mostrando receio, porém responde. – Eu já vi aquele símbolo, fica num bar próximo da estação zeppelin! Com licença. Ela terminava de falar ao voltar a andar com seu esposo.

A jovem marine volta até o sargento Buster e mostra-se pensativa. – Kyo! Segundo a testemunha, é um bar próximo da estação! É de manhã ainda talvez possamos pegar algum bêbado que saiba... talvez sejam caçadores, faria sentido já que foram vistos em um bar! Mas é incomum eles fazerem isso, enfim... não adianta martelar isso, vamos com alguns soldados e resolver de uma vez! Mya proferia enquanto fechava um de seus punhos e acertava sua palma, um gesto ao termino de suas falas. – Ei vocês dois, soldados? Venham conosco, iremos atrás dos responsáveis que fizeram isso! Os homens viam a patente de Kyo e de Mya e batiam continência ao afirmarem positivamente. Os marinheiros eram liderados por Mya, pelo menos até chegar no local indicado. Demorava em torno de uma hora, os marines chegavam em frente ao único bar próximo da estação, a entrada já podia perceber que gente boa não entrava, pois era uma escadaria com paredes surradas e um cheiro de chulé enorme. – Meu deus que tipo de gente vive assim! Mya profere ao tampar seu nariz. O grupo termina de descer as escadas e passa por um tipo de cortina escura, poderia notar um ambiente estilo taverna antiga, mesas iguais ao leme de um navio, cadeiras surradas e a maioria quebrada e alguns bêbados pelo local. – Aqui é a marinha. Não se mexam! Quando Mya pronuncia suas falas em voz alta, poderia ser até meio irônico, pois a maioria deveria esta chapado, porém um dos homens que estava apagado em cima da mesa levanta-se agilmente, ele estava mais próximo de Kyo e começa a corre até sair pela saída dos fundos. – Kyo ele é seu, eu irei averiguar os outros aqui, agora vá antes que ele escape! A mulher termina de falar e o jovem sargento poderia seguir o homem saindo pela porta dos fundos.

Logo na saída Full Buster observaria o sujeito suspeito correndo por um beco, a jaqueta do homem possuía um símbolo, porém Kyo ainda não conseguia decifrar, mas no meio da perseguição ele pode afirmar que era uma caveira pegando fogo. Cada vez mais o jovem de madeixas azuladas conseguia ficar mais próximo de pegar o suspeito, possuía uma boa aceleração, porém um muro alta fazia o beco acabar e o suspeito parar. – Eu não tenho nada a ver com o que eles fizeram! Buster ao ver o homem perto, percebia que ele tinha pele mais escura, cabelo negro com uma parte loira e que não carregava nenhuma arma com ele. O suspeito sabendo que não havia fuga, o homem começava a ficar pressionado pela presença de Kyo, mas em desespero ele empurra um carinho de lixo para cima do sargento e sobre agilmente por cima de umas caixas até alcançar com seus dedos o limite do muro e saltar com dificuldades para o outro lado, um grunhido vinha, pois, o muro deveria ter uns 5 metros de altura. O carinho de lixo não foi dificuldade para o marine, mas o que ele faria a seguir para seguir o suspeito?



Supeito:
 

Histórico Kyo:
 

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MensagemAssunto: Re: O azul do infinito   O azul do infinito - Página 7 EmptyQua 01 Jun 2016, 21:15


Correndo rumo ao alvo

Mya refletia sobre as informações que obtinha, ela começava a dialogar com o jovem garoto enquanto o mesmo a deixava intrigada com o que de fato poderia ter acontecido em seguida dizendo que poderia até fazer sentido no que havia sido dito.

De repente surge a ideia de irem até o esconderijo deles e tirar a limpo quem os havia contratado, após isto dá para perceber em sua face que esta possivelmente era a ideia definitiva.

Ela então manda que a mulher Hakao espere um pouco e em seguida a pergunta de onde seriam aqueles homens ou se ela sabia de alguém que teria a informação, neste momento seu semblante era sério, já a outra mulher que já parecia ser de idade olha para seu esposo e em seguida começa a falar.

Ela diz que já havia visto aquele símbolo e que ficava em um bar próximo da estação zepppelin, e por fim volta a andar junto a um homem que provavelmente era seu esposo, enquanto isto o garoto pensaria, “To vendo que essa missão mudou de rumo... ah que chatice”.

A jovem garota marine volta até o jovem garoto e se mostra pensativa e em seguida fala que segundo a testemunha, era um bar próximo da estação, em seguida diz que ainda era de manhã e que talvez pudessem pegar algum bêbado que soubesse de algo, em seguida diz que talvez pudessem ser caçadores pois ao seu entender faria sentido já que eles estavam em um bar, mas que era incomum fazerem algo desse tipo, por fim ela dizia para irem e resolverem isso de uma vez fazendo no fim um gesto com seus punhos enquanto acertava sua palma.

Em seguida ela chamou dois soldados dizendo para que a seguissem pois iriam atrás dos responsáveis, os homens por sua vez batiam continência e por fim todos iam rumo ao tal lugar, passado mais ou menos uma hora por fim chegavam no lugar, “Até que enfim chegamos nessa merda de lugar” pensaria o garoto, a entrada daquele lugar não era das melhores.

Ao terminar de descer as escadas e passar por um tipo de cortina escura, dava para notar um ambiente que parecia antigo, mesas que pareciam ser iguais a lemes de um navio, cadeiras surradas sendo a maioria quebrada e alguns bêbados, “É... o lugar parece ruim, mas poderia ser bem pior” pensaria o garoto Kyo.

Eis que a garota Mya grita dizendo que era a marinha e para não se mexerem, assim que pronuncia suas falas em voz alta, de inicio nada acontece, já que todos estavam chapados, “Hah, fico até imaginando esses caras tentando correr” pensaria por um momento.

Então um dos que estavam ali agilmente se levanta e começa a correr até sair pela saída dos fundos, em seguida é ouvido a garota dizer para que Kyo fosse atrás dele, nesse momento é o que o garoto faz o seguindo pela posta dos fundos.

Na saída observa o sujeito suspeito correr por um beco, a jaqueta do homem possuía um símbolo, porém ainda parecia ser indecifrável, eis que no meio da perseguição foi possível confirmar que era uma caveira pegando fogo, cada vez mais era possível se aproximar daquele que agora tinha se tornado o alvo do garoto até que chegaram perto de um muro bem alto.

O suspeito então acabou parando por causa disso e em seguida falou que não tinha nada a ver com isso, o garoto por sua vez pensaria, “Idiota, se não tem nada a ver com isso porque diabos correu? Não adianta dizer isso agora”, dava para perceber naquele homem já de perto que ele tinha pele bem escura, cabelo negro com uma parte loira e que não carregava nenhuma arma junto a ele.

Sabendo que não havia fuga o suspeito começava a ficar pressionado pela presença do garoto, no entanto em desespero acaba por empurrar um carrinho de lixo para cima do garoto e saltar pelo muro utilizando umas caixas para subir por completo o muro mesmo com algumas dificuldades, o carrinho de lixo por sua vez não foi dificuldade para o garoto.

“Um muro... isso não vai me impedir de ir até você” diria o garoto ao mesmo tempo que correria na direção do mesmo, utilizaria de sua aceleração para ganhar o máximo possível de velocidade junto a sua perícia em acrobacia para subir em alta velocidade aquele muro, em seguida na queda para o outro lado balancearia seu corpo e evitaria de cair de frente e sim cair em pé do outro lado com uma aterrissagem acrobática.

Em seguida utilizaria sua perícia em corrida em conjunto a sua aceleração para se aproximar definitivamente do alvo, mas não para uma abordagem suave, o garoto naquele momento já não tinha paciência para isto, então partiria para o ataque, caso chegasse a uma distância considerável do alvo utilizaria de um solavanco no corpo do mesmo, caso não fosse suficiente daria uma rasteira visando o desequilibrar.

“Você não... vai... escapar” pensaria o garoto enquanto partiria para cima do alvo, caso ele tentasse acertar o garoto, utilizaria de acrobacias misturadas com movimentos de boxe defensivos para desviar e caso fosse visto uma oportunidade de revidar no meio tempo utilizaria de golpes de boxe como Upper visando seu queixo de baixo para cima com a mão esquerda até Ganchos de direita para a esquerda almejando acertar seu a área de seu ouvido sempre utilizando no fim de suas acrobacias misturadas com movimentos de boxe para esquivas para direita, esquerda e para trás caso fosse necessário.

Caso ele resolvesse voltar a correr pensando escapar do garoto, voltaria a correr em sua direção em velocidade máximo e faria a mesma coisa feita acima de utilizar de solavancos e rasteira para não o deixar escapar.

Caso houvesse com ele alguma arma cortante, se manteria focado em o desarmar, ainda sim utilizaria de desvios para a esquerda, direita, e traz e em um momento em que o alvo parecesse vulnerável, iria com tudo para cima do mesmo e com todas as suas forças tentaria o desarmar.

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