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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 O azul do infinito

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: O azul do infinito   O azul do infinito - Página 6 EmptySeg 21 Mar 2016, 13:10

Relembrando a primeira mensagem :

O azul do infinito.

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Marinheiro Kyo. A qual não possui narrador definido.


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Kyo
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MensagemAssunto: Re: O azul do infinito   O azul do infinito - Página 6 EmptyQui 05 Maio 2016, 23:05


O Restaurante

O garoto por um instante para de caminhar e presta um pouco de atenção naquele cemitério ao, era de se surpreender o tanto de lápides que lá havia. Já no porto o garoto é abordado por um dos marinheiros daquele grande navio e o garoto não demora a responde-lo.

O garoto logo diz que era ele mesmo que estavam falando e que havia sido instruído a ir ao local pois alguém havia o chamado e finaliza dizendo que os dois que haviam vindo como ele, estavam com ele.

Em seguida é respondido pelo marinheiro que lá estava e em seguida acompanha o jovem garoto até a rampa, depois ambos sobem chegando assim ao convés do navio, dá para se notar cinco marinheiros ali naquele convés, um está limpando os grandes canhões próximos da proa, outro está sentado em uma cadeira checando alguns riles, dois tão conversando mais afastados e um observando o mar, eis então que um senhor de idade se aproxima do garoto, já o soldado que havia abordado o garoto instantes atrás é o primeiro à se manifestar.

Ele então apresentar o garoto dizendo que ele havia vindo do quartel, logo o senhor retruca dizendo algo positivo enquanto avaliava o físico do garoto, “O que esse cara... tá fazendo?” pensaria o garoto enquanto estaria vendo o velho olhar para ele.

Em seguida ele se apresenta como Tenente Uno dizendo em seguida ser um prazer conhecer o garoto, em seguida da uma breve pausa e logo após começa a falar, - Serei direto com você. Eu vim da Grand Line, para resolver alguns assuntos de grande urgência aqui no East Blue. Depois de concluído, eu estava prestes à voltar para a Grand Line. Mas ai eu lembrei, de que estou precisando de um novo sargento, já que meu último deixou o cargo alguns meses atrás. Como eu já estava aqui por perto, resolvi ancorar e conversar com o Tenente Cruzis, para saber se ele tinha algum bom sargento para me oferecer. Ai ele me indicou você, dizendo que apesar de ser novato, é bastante promissor. - em seguida para de falar para respirar um pouco e em seguida continua a falar - Eu não irei partir hoje, ficarei nesta ilha por alguns dias, talvez uma semana. Quero saber se você irá aceitar meu convite, e partir para a Grand Line comigo... Mas não se preocupe, sem pressão, você pode pensar por estes dias e me dar a resposta depois, garoto. -

Ao ouvir o que o que aquele velho tenente havia dito em certo momento o garoto começaria a ficar um pouco incomodado com o tanto de falas daquele velho e pensaria, “Esse velho... fala demais, mas... ele disse algo interessante, essa tal de Grand Line... talvez eu devesse ir para lá algum dia, pelo que ele disse eu fui indicado pelo Tenente Cruzis, ainda não sei se é uma boa ideia ir com ele...” ficaria pensativo o garoto sobre ir ou não com ele para a Grand Line.

Em seguida ele volta a falar que o garoto ainda estava sobe o comando do Tenente Cruzis, e que Cruzis havia pedido para que ele repassasse uma missão e logo após para o acompanhar, logo o garoto e o Tenente Uno vão até um canto do convés um pouco afastado dos outros marinheiros e então prossegue com um tom de voz mais baixo junto a um olhar sério.

- Ele quer que você investigue um popular restaurante da cidade. O motivo é simples, muitos restaurantes tentaram se estabelecer pela cidade, mas todos sofreram incidentes duvidosos, como incêndios, ataques, dentre outras coisas. Apenas este restaurante que eu citei, que nunca sofreu nenhum destes problemas. Por isso, Cruzis suspeita que há algum envolvimento ou ligação, entre os ocorridos e este restaurante... Mas ele quer que você seja discreto, que não use seu uniforme, e que tente levantar informações úteis, faça seu melhor, descubra o que está acontecendo. Ele disse também, que pode demorar o quanto for necessário para resolver o caso, durante o período não precisa se preocupar com suas outras tarefas no quartel. Como você é novo em Loguetown, dificilmente vão reconhecer que você é da marinha, o que é uma vantagem... Muito bem, este foi o recado que ele pediu para eu te passar, alguma dúvida? -  o garoto ouviria tudo que ele tinha a dizer.

Por fora estaria calmo e sério, por dentro estaria pensando, “Finalmente uma missão, ficar sem fazer missão é chato” de certa forma é o que ele pensava sobre a tal missão de investigação de um popular restaurante.

Surgiria logo uma dúvida com o garoto e então ele começaria a falar, “Quanto a esse restaurante, você sabe onde fica sua localização e qual é o seu nome?”.

Daria um espaço de tempo para que ele pudesse responder e em seguida falaria, “Com relação a ir para a Grand Line, terei de pensar mais um pouco sobre isso” finalizaria sua fala.

Em seguida bateria continência e em seguida diria, “Preciso ir começar minha missão” mas antes de se quer começar a dar alguns passos perguntaria, “Tem mais alguma coisa a me dizer ou posso ir?” perguntaria, esperaria caso ele tivesse que falar algo e depois sairia, caso ele dissesse que não teria mais o que falar sairia, sairia daquele lugar se encontraria com os dois que haviam vindo junto a ele e voltaria para o Quartel General.

Lá no quartel general dispensaria os dois dizendo, “Isso é tudo por hoje, estão dispensados” e iria para o seu quarto e trocaria sua roupa de marinheiro e boné pela convencional de capa ao qual ele se vestia antes de entrar para a marinha e em seguida iria para este restaurante.

Chegaria, se tivesse uma fila esperaria e entraria, se não tivesse entraria, sentaria em uma cadeira que estivesse vazia e caso não fosse atendido esperaria, caso fosse atendido pediria o cardápio e enquanto fingiria ler o cardápio, se manteria atento a tudo que estivesse ocorrendo a sua volta.

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MensagemAssunto: Re: O azul do infinito   O azul do infinito - Página 6 EmptySex 06 Maio 2016, 13:28



Uma Estranha Sensação



Após um breve momento de reflexão, Kyo começa à falar, procurando sanar sua dúvida.

- Quanto a esse restaurante, você sabe onde fica sua localização e qual é o seu nome? -

- Eu não sou daqui, então não sei da localização... Mas é um restaurante famoso, basta perguntar para qualquer pessoa da cidade, que você consegue alguma resposta, eu acho. Quanto ao nome... É... Ah sim, La Arcana Famiglia, acredito que seja este o nome. -

- Com relação a ir para a Grand Line, terei de pensar mais um pouco sobre isso -

- Sem pressa. - Responde o velho, fechando os olhos e mostrando uma feição de felicidade.

Kyo então bate continência e se despede.

- Preciso ir começar minha missão -

- Boa sorte, garoto. -

Mas antes de ir, Kyo faz mais uma pergunta.

- Tem mais alguma coisa a me dizer ou posso ir? -

- Não, pode ir. -

E com isso, Kyo retira-se do local, descendo do navio. Agora no porto, avista os dois soldados que lhe acompanharam até ali, estes passam à segui-lo novamente, conforme vão retornando ao quartel.

Com um pouco de caminhada, passam pelo cemitério outra vez, mas algo está diferente, há alguém de pé no meio de todas aquelas lápides, este alguém encontra-se usando um manto negro que cobre todo seu corpo, incluindo um capuz cobrindo sua cabeça, e está de costas. Ao olhar para este alguém, Kyo sente-se estranho, por ele estar longe não consegue ver nada demais, mas sua visão começa à escurecer-se, fica zonzo e sente um certo enjoo, eis que, em um piscar de olhos, aquele ser não está mais ali, simplesmente desaparece, e agora Kyo sente-se normal.

- Você está bem? - Pergunta um dos soldados, ao notar o curto momento de fraqueza de Kyo. Porém, o outro soldado logo responde por Kyo.

- Ele deve ter sentido a presença do Taixu. -

- Taixu? -

- Nunca ouviu falar? Eu não conheço o motivo deste ditado, mas é um ditado bastante popular, que diz o seguinte... Quando as pessoas se sentem mal no cemitério de Loguetown, é porque estão sentindo a presença do Taixu. -

- Ata, não acredito muito em superstições. -

- Nem eu... Mas eu escuto bastantes pessoas comentarem sobre isso. -

Após tal experiência estranha e bizarra, vendo que não há nada nos arredores e nenhum sinal daquele alguém, Kyo continua seu caminho, até porque, não está sentindo mais nada de estranho e nada o impede de prosseguir. Com mais um pouco de caminhada, passa pela grande praça de execução, que está bem movimentada, e por fim chega ao prédio de três andares do quartel de Loguetown.

- Isso é tudo por hoje, estão dispensados - É o que Kyo diz para os dois soldados.

= Entendido! = Respondem ambos ao mesmo tempo.

Então, após Kyo dispensar os soldados, adentra no quartel e se encaminha imediatamente para os dormitórios. Eis que chega ao local, onde já está acostumado à dormir, vendo que seus pertences estão todos ali, ou melhor, os pertences que trouxe de Shells Town. Não demora à trocar-se, vestindo as roupas que utilizava antes de ser aceito na marinha.

Estando pronto, Kyo sai dos dormitórios e com um pouco mais de caminhada, sai do quartel. Mas antes que possa se afastar da construção, uma voz lhe interrompe.

- Ei, espere. - Ao olhar para trás, instintivamente. Kyo vê uma moça saindo do quartel, trajando uma blusa preta e com grandes óculos quadrados em frente aos olhos. Ela mantém as mãos dentro dos bolsos da blusa.

- Você é o sargento Kyo, não é? - Pergunta ela, mas antes que Kyo possa responder, ela continua. - É, me parece que é. Eu fui escalada para te acompanhar na sua missão, como uma ajudante ou algo do tipo, não me explicaram muito bem... Ninguém te avisou nada ou explicou melhor? - Completa, com um olhar de neutralidade, sem mostrar muitas emoções enquanto fala, porém, sendo bastante natural.

Aparentemente, a garota possui a mesma idade de Kyo, sendo pouquíssima coisa menor que o mesmo.

Graças a boa noção do tempo de Kyo, o jovem nota que a manhã acaba de se esvair por completo, e que agora são exatas uma hora da tarde. A garota fica aguardando alguma resposta de Kyo, seria este o começo de uma dupla que se dará bem, ou seria esta uma nova "equipe" problemática como a última?


Garota:
 

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Em Breve


Última edição por Ninon em Seg 09 Maio 2016, 10:40, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: O azul do infinito   O azul do infinito - Página 6 EmptySex 06 Maio 2016, 17:19


O Restaurante (2)

O garoto entrava então em um breve momento de reflexão enquanto pensava no restaurante e onde ficava sua localização e então resolve falar com o velho.

Pergunta então referente ao restaurante sobre sua localização e qual era seu nome tendo em vista que o garoto ainda não sabia.

- Eu não sou daqui, então não sei da localização... Mas é um restaurante famoso, basta perguntar para qualquer pessoa da cidade, que você consegue alguma resposta, eu acho. Quanto ao nome... É... Ah sim, La Arcana Famiglia, acredito que seja este o nome. - responde o velho.

Em seguida o garoto fala sobre ir a Grand Line e que iria pensar um pouco mais sobre isso, em seguida o velho responde o garoto dizendo para não ter pressa sobre isso, o garoto observa o velho fechar seus olhos parecendo mostrar uma feição de felicidade, naquele momento o jovem garoto não entende muito bem mas releva.

O garoto então bate continência e se despede dizendo que precisava ir começar sua missão, em seguida o velho marinheiro diz boa sorte ao garoto.

Antes de ir pergunta se ele tinha mais alguma coisa a dizer a ele ou se poderia ir, logo após o velho diz que não tinha e que ele poderia ir.

Logo o garoto se retira do local, ele logo desce do navio chegando ao porto, avista os dois soldados que haviam vindo com ele e estes passam a o seguir novamente, conforme vão retornando ao quartel passam pelo cemitério outra vez.

Algo parecia estar diferente, alguém estava de pé no meio de todas aquelas lápides, este alguém estava usando um manto negro que cobria todo o seu corpo incluindo um capuz cobrindo sua cabeça, “Mas que merda é ess... agh!” ao olhar para este certo alguém o garoto se sente estranho, por estar longe não consegue ver nada demais, mas sua visão começa a escurecer-se, logo fica zonzo e sente um certo enjoo, em um piscar de olhos aquele ser desaparece e por fim o garoto volta ao normal.

Um dos soldados pergunta se o garoto está bem ao notar o curto momento de fraqueza do garoto, e então o outro soldado logo responde que o garoto deve ter sentido a presença de um tal de Taixu, “O que diabos é Taixu?” pensaria o garoto, ao perguntar o outro soldado é logo explicado que segundo um ditado quando as pessoas se sentem mal no cemitério de Loguetown, é porque estão sentindo a presença de Taixu, “Se essa merda de ditado é verdadeira ou não eu não sei, só sei que alguma merda aconteceu ali pra ter feito com que eu ficasse daquele jeito” pensaria o garoto.

Em seguida o garoto logo escuta um dos soldados dizer que não acreditava nisso e o outro dizer que também não acreditava mas que escutava bastantes pessoas comentarem sobre isso.

Após a experiência estranha e bizarra vivida pelo garoto naquele cemitério e vendo que não havia nada nos arredores muito menos sinal daquela até então entidade ou algo do tipo que havia feito aquilo, o garoto continua seu caminha, naquele momento o garoto não estava sentido mais nada de estranho.

Com mais um pouco de caminhada por fim o garoto passa pela praça de execução que estava bem movimentada e enfim chega ao prédio de três andares de Loguetown, então o garoto dispensa os soldados que estavam com ele e em seguida adentra no quartel e se encaminha para os dormitórios.

Chegando ao local onde já está acostumado a dormir o garoto vê que seus pertences trazidos de Shells Town estão ali e então ele logo se veste com suas roupas que utilizava antes de entrar para a marinha.

Já pronto o jovem garoto sai daquele dormitório e com um pouco mais de caminhada sai do quartel, antes de se afastar da construção uma voz lhe interrompe o mandando esperar, “Hã que?” pensaria enquanto se viraria para olhar quem havia o chamado.

Era uma moça que estava saindo do quartel, trajava uma blusa preta e com grandes óculos quadrados em frente aos olhos, ela mantém as mãos dentre dos bolsos da blusa enquanto pergunta se o jovem garoto era o sargento Kyo, o garoto já estava pronto a falar quando ela continua dizendo que ele parecia ser o Sargento Kyo.

Ela explica então que havia sido escalada como ajudante ou algo do tipo e que não haviam lhe explicado muito bem, e em seguida pergunta se ninguém havia explicado melhor ao garoto completando com um olhar de neutralidade sem mostrar muitas emoções enquanto fala, porém parecia ser bastante natural.

Naquele momento o garoto também estaria em seu modo mais natural com suas mãos dentro de seus bolsos, rabugento como sempre e de mal humor, “Hã?... então resolveram mandar alguém pra me ajudar” daria uma pausa em sua fala e em seguida continuaria, “Iremos a um lugar chamado La Arcana Famiglia, um restaurante para ser mais preciso, quando chegarmos lá agiremos naturalmente e se for necessário pediremos algo, manteremos vigilância sobre aquele local por um determinado tempo até que achemos algo, é basicamente isso” termina sua fala.

Começaria a andar assim que terminasse sua fala e então daria alguns passos, pararia e perguntaria, “Você sabe como chegar lá?” caso fosse dito que sim a seguiria até o local, caso fosse dito que não andaria e pediria a informação a alguém e perguntaria, “Como chego ao restaurante La Arcana Famiglia?”.

Conseguindo a informação iria até o local, caso tivesse alguém recepcionando na entrada diria, “Uma mesa para dois” e entraria, caso tivesse algum lugar sentaria junto a sua companhia, olharia a seu redor e tentaria perceber algo suspeito, caso alguém ou garçom chegasse no garoto pediria o menu, e fingiria olhar para o mesmo enquanto olharia ao seu redor, agiria com naturalidade nestes momentos, caso voltasse e perguntasse o que o garoto iria querer, inicialmente pediria alguma bebida suave como vinho ou até mesmo agua, e continuaria a se manter atento a tudo que estivesse acontecendo ao seu redor.

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: O azul do infinito   O azul do infinito - Página 6 EmptySeg 09 Maio 2016, 10:58



No Restaurante



Após escutar o que a garota lhe diz, Kyo não demora à se manifestar, porém, sendo mal-humorado como sempre.

- Hã?... então resolveram mandar alguém pra me ajudar -

- É o que parece. - Responde ela, rapidamente.

- Iremos a um lugar chamado La Arcana Famiglia, um restaurante para ser mais preciso, quando chegarmos lá agiremos naturalmente e se for necessário pediremos algo, manteremos vigilância sobre aquele local por um determinado tempo até que achemos algo, é basicamente isso -

- Entendo... - Diz ela, ajeitando o óculos.

Logo, Kyo começa à caminhar, e a garota lhe acompanha, se mantendo um pouco atrás. O sargento então para por alguns instantes.

- Você sabe como chegar lá? -

- Sei. -

Apesar de dizer que sabe, ela não diz onde fica, apenas toma a dianteira, passando na frente de Kyo e começando à guia-lo pelo restante do trajeto. Eis que chegam na praça central, mas ao invés de seguirem rumo ao norte, seguem rumo ao leste. Passam por algumas ruas, algumas movimentadas, outras mais calmas, até que enfim chegam em um grande estabelecimento, com uma placa enorme escrito La Arcana Famiglia.

A garota então quebra o silencio, que se manteve intacta durante todo o trajeto.

- Aqui estamos. -

Na entrada do restaurante, há um segurança, um homem alto e musculoso, vestido todo de preto. Porém, não há nenhuma fila, talvez por ainda ser cedo. Kyo aproxima-se do segurança e começa à falar.

- Uma mesa para dois -

O sujeito olha para Kyo e para a garota, por alguns poucos instantes, até que decide responder, franzindo as sobrancelhas.

- Vocês reservaram alguma mesa? -

- Não há necessidade... Sou uma cliente vip. - Responde a garota, mostrando uma espécie de cartãozinho para o segurança.

- Entendo, peço desculpas. Podem entrar e escolherem alguma mesa livre. -

Com a permissão para entrar concedida, Kyo e a garota adentram no restaurante. A primeira visão que ambos tem, é a de uma grande escada adiante e um tapete vermelho abaixo de seus pés. Para a esquerda há um grande quadro na parede, e para a diagonal sentido direita, estão as mesas, todas grandes e bem arrumadinhas, com várias cadeiras ao redor. O lugar em si é bem organizado, é grande, há bastantes quadros nas paredes e janelas um pouco mais acima, além de um andar para cima e um para baixo, ao qual Kyo não vai explorar.


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Ao invés disto, a dupla se encaminha para a primeira mesa que avistam, que está vazia e que fica de frente para a escada. O lugar em geral é bastante espaçoso, tem diversas mesas, embora a maioria esteja vazia. A primeira coisa notável, é que quase todos por ali estão bem vestidos.

Detalhes Importantes:
 

- Eu frequentava este restaurante com minha família... - Comenta a garota, pegando um dos cardápios que já se encontra acima da mesa e começando à ler.

Kyo faz o mesmo, pegando outro cardápio, porém não lê, apenas finge que o está fazendo, enquanto observa os arredores. Da mesa ao lado, consegue escutar a conversa do provável casal, que conversam sem se preocuparem com o tom de voz.

- Mas Madalleine, eu já disse que ainda não podemos. - Diz o jovem.

- Mas já fazem três anos, porque ainda diz isto? -

- Você sabe o motivo... -

A jovem fica com cara de aborrecida, mas decide parar de falar. Eles estão comendo algum tipo de sopa.

Da mesa, onde se encontram os sujeitos de ternos, não da para se ouvir muito, já que eles são mais discretos e conversam em um tom de voz mais baixo, porém as palavras parque, expansão e poluição podem ser escutadas por Kyo.

Da mesa onde o sujeito de aparência exótica se encontra, nada pode ser escutado, até porque, ele está sozinho e em silêncio, apenas devorando sua refeição sem se preocupar com os olhares das pessoas. Já das mesas mais distantes, não da para se ouvir nada interpretável.

Eis que um garçom, devidamente vestido para o trabalho, aproxima-se da mesa onde Kyo se encontra. Ele não demora à se manifestar.

- Desculpe-me pela demora... O que desejam? -

- Suco de Limão e uma porção de Takoyaki. -

Já Kyo, apenas pede um vinho suave.

- Entendido. - Diz o garçom, retirando-se, pouco após marcar os pedidos em um pedaço de papel.

Durante a espera, o silencio se torna o protagonista na mesa de Kyo. Já que a garota não diz nada, apenas apoia-se na mesa e permanece pensativa. E Kyo fica observando os arredores, mas sem ver nada que chame muito atenção, pois, até então, o local aparenta ser apenas um restaurante chique e nada mais.

Após dez minutos de espera, o garçom traz bastantes pratos para a mesa ao lado, em que estão os sujeitos de ternos. Mais dez minutos, e enfim trazem o pedido da mesa de Kyo.

- Quando quiserem o prato principal, basta levantarem a mão, que eu venho o quanto antes. -

O garçom coloca uma taça à frente de Kyo, enche metade com um vinho branco e logo em seguida deixa a garrafa, com 80% de líquido restante, acima da mesa. Também deixa um prato com os takoyaki quentinhos e a limonada da companheira de Kyo.


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O garçom então se retira, e a garota começa à tomar seu suco, através de um canudinho, enquanto vai pegando os bolinhos de polvo relaxadamente, com um dos espetinhos que vieram de suporte. Ela parece estar bem tranquila, aparentemente fica feliz quando começa à comer os takoyaki, finalmente expressando alguma reação e não ficando só com aquela cara de séria que esteve até agora.

O que Kyo fará? Visto que até então, nada de suspeito foi notado.


Off:
 

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MensagemAssunto: Re: O azul do infinito   O azul do infinito - Página 6 EmptySeg 09 Maio 2016, 19:55


O Restaurante (3)

Após escutar o que a garota o diz, o garoto demora a se manifestar mas acaba depois de algum tempo começando a dizer junto a seu mal humor.

Então o garoto logo percebe a presença da garota e logo diz que ele haviam resolvido mandar alguém para o ajudar, em seguida ela responde dizendo ser o que parecia ser.

O garoto logo se trata de explicar onde eles iriam ir, um lugar chamado La Arcana Famiglia, mais precisamente era um restaurante onde eles iriam ir e lá agirem naturalmente, caso fosse necessário pediriam algo mas a prioridade era manter vigilância sobre o local por determinado tempo até achar algo.

Em seguida a garota diz entender qual seria o plano enquanto ajeitava seu óculos, o garoto em seguida começa a caminhar enquanto a garota o acompanha mantendo um pouco atrás.

Instantes depois o jovem garoto por ser novo ainda em Loguetown acaba por perguntar como chegariam lá, em seguida a garota responde que sabia.

Após dizer que sabe, ela acaba por não falar o local e apenas tomar a dianteira passando a frente do garoto e em seguida começando a o guiar pelo restante do trajeto, ao passar do tempo chegam a praça central e aí contrário de seguirem rumo ao norte, seguem rumo ao leste, o garoto percebe enquanto caminha por algumas ruas que umas estão bem calmas e outras mais movimentadas, por fim chegam em um grande estabelecimento, dava pra perceber a grande placa que indicava.

A garota então após ficar por tanto tempo em silencio durante todo aquele trajeto por fim diz algo, diz que haviam chegado, dá para se notar que na entrada daquele restaurante tem um segurança, homem bem alto e parecia ser bem forte, estava vestido de preto.

O jovem então pede uma mesa para dois e logo após o sujeito vestido de preto olha para o jovem garoto e a garota por alguns poucos instantes e responde franzindo suas sobrancelhas se os dois tinham reservado alguma mesa.

A garota logo se intromete na conversa dizendo não ter necessidade pois ele era uma cliente vip, logo o homem vestido todo de preto pede desculpa e diz que eles poderiam entrar e escolherem uma mesa livre.

O garoto e a garota adentram então o restaurante, a primeira visão que o garoto tem é a de uma grande escada adiante e um tapete vermelho abaixo de seus pés, a esquerda há um grande quadro na parede, na diagonal sentido direita estão as mesas, todas as mesas são bem grande e arrumadas com várias cadeiras a seu redor, lugar bem organizado e grande, é possível ver muitos quadros nas paredes e janelas um pouco mais acima, além disto também havia detalhes como haver um andar a cima e um para baixo mas até então não explorados pelo garoto.

O garoto e a garota então se encaminham para a primeira mesa que avistam, a mesa naquele momento estava vazia, sua localização é de frente para a escada, o lugar é bastante espaçoso com diversas mesas sendo que a maioria está vazia, dá para notar que quase todos por ali estão bem vestidos, o que começaria a deixar o garoto meio sem lugar.

Certo momento a garota diz que frequentava o restaurante com sua família, em sua mente o jovem pensaria, “Haja naturalmente... haja naturalmente... haja naturalmente...” olharia para a garota e diria da forma mais natural possível tentando não chamar atenção, “Vocês possuem bom gosto, este lugar é bem agradável” responderia o garoto enquanto pensaria, “Mas que merda eu acabei de dizer...?”.

Em seguida o garoto vê que ela pega o cardápio e em seguida pega outro cardápio, no entanto ele apenas finge que está lendo enquanto observa os arredores, na mesa ao lado é possível ouvir a conversa de um provável casal que conversa sem se preocuparem com o tom de voz.

Enquanto escutava o que eles diziam o jovem garoto Kyo pensaria, “Que lenga lenga desses dois, espero que não fiquem assim por muito tempo” terminaria então seu pensamento enquanto se concentraria no mais importante, pouco tempo depois a jovem com cara de aborrecida decide parar de falar.

Em outra mesa onde se encontra os sujeitos de ternos não dá para ouvir muito já que são mais discretos e conversam em um tom de voz mais baixo, porém as palavras parque, expansão e poluição são escutadas pelo garoto que logo em seguida pensaria, “Parque... poluição e expansão... não, isso não é informação suficiente”.

Em outra mesa se encontra um sujeito de aparência exótica, dele não pode ser escutado nada pois além de ele estar sozinho está em silencio apenas se alimentando com sua refeição sem se preocupar com os olhares das pessoas. Nas mesas mais distantes não é possível ouvir nada interpretável por sua distância se consideravelmente alta.

Um garçom devidamente vestido aproxima-se da mesa onde os dois se encontram e não demora a se manifestar pedindo desculpa pela demora e em seguida perguntando o que desejavam.

A garota pede suco de limão e uma porção de Takoyaki, o garoto pede um vinho suave, o garçom então diz entender o que haviam pedido e se retira em seguida após marcar os pedidos em um pedaço de papel.

Durante a espera o silencio vem à tona naquela mesa, a garota não diz nada e somente se apoia ne mesa e permanece pensativa enquanto o garoto observa os arredores sem ver nada que chame muito sua atenção, até então, o local aparenta ser apenas ser um restaurante chique e nada mais.

Alguns minutos se passa enquanto o garoto e a garota esperam até que o garçom traz bastantes pratos para a mesa ao lado justamente para a mesa em que estão os sujeitos de ternos, mais algum tempo de passa e enfim trazem o pedido da mesa do garoto em seguida dizendo que quando quisessem o prato principal apenas bastaria levantar a mão que ele iria vir o quanto antes.

O garçom então coloca uma taça em frente ao garoto e enche metade com um vinho branco e logo em seguida deixa a garrafa com 80% do líquido restante acima da mesa, deixa também um prato com takoyaki quente e limonada para a garota.

O garçom logo se retira, a garota coma seu suco através de um canudo de tamanho pequeno enquanto vai pegando bolinhos de polvo, ela parece ficar feliz enquanto come, parecia estar diferente de quando estava séria.

O garoto continuaria a olhar em sua volta por um bom tempo e em certo momento olharia para a garota e diria como se estivesse dizendo algo natural, “E então, o que acha?” diria nem tão alto quanto nem tão baixo, no exato tom de voz para que só quem estava na mesa conseguisse escutar.

O garoto não estaria muito afim de beber aquele vinho, mas por via das dúvidas beberia um pouco suavemente afim de não chamar muita atenção.

“O que fazer? o que fazer? o que fazer?” ficaria pensativo naquele momento enquanto tentaria pensar em algum plano para descobrir o que poderia estar de errado enquanto olharia para os lados disfarçadamente enquanto tentaria encontrar algo suspeito.

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MensagemAssunto: Re: O azul do infinito   O azul do infinito - Página 6 EmptySex 13 Maio 2016, 15:00



Um Rosto Familiar



Em um evidente desespero em tentar ser discreto, Kyo diz algumas palavras, um tanto desajeitado.

- Vocês possuem bom gosto, este lugar é bem agradável -

Mas pelo que tudo indica, não chamou a atenção de ninguém, exceto a da garota, que não falou nada, e apenas observou em silêncio. Algum tempo se passou, e o pedido enfim foi servido na mesa de Kyo, sendo que, a garota não pensou duas vezes em começar à comer. Já Kyo, nem sequer toca nos takoyaki, e após um breve momento observando os arredores, sem ver nada que chame sua atenção, decide se comunicar com sua companheira.

- E então, o que acha? -

A garota para de comer um pouco, restam apenas quatro daquelas esferas no prato; ela pega um guardanapo e limpa sua boca, com bastante calma. Ao terminar, ela enfim começa à falar.

- Eu achei estes takoyakis deliciosos. - Comenta, terminando de tomar seu suco de limão. - Experimente um, não seja tímido. - Completa, voltando à expor sua antiga expressão de neutralidade e seriedade.

Kyo, apesar de não estar muito afim, toma um pouco de seu vinho, sentindo um gosto suave e um pouco doce, porém nada muito forte. Mas em relação à comer os takoyakis, ainda permanece a sugestão da garota, falta Kyo decidir se irá provar ou não.

Enquanto isso, nada de muito diferente acontece nos arredores, os seis sujeitos de ternos, ficam quietos durante a refeição. O provável casal trocam risadas e agora conversam em voz baixa, com mais intimidade. Já em relação ao sujeito exótico, este se manifesta, em um alto tom de voz.

- Ei garçom! Me traga mais carne e bebida! -

Novamente, ele chama a atenção dos outros clientes, mas ninguém fala nada e o garçom não demora à ir atende-lo. Olhando bem, a mesa dele está lotada de pratos sujos, e copos vazios, o que indica que ele já está comendo por ali à algum tempo.

Mas em meio à tudo isto, algo mais chamativo acontece. Kyo nota Nila entrando no estabelecimento, e apesar dela estar com roupas diferentes, seu rosto entrega sua identidade imediatamente. Nila se assusta ao avistar Kyo, não demorando à dar meia volta, e acelerar os passos, em uma clara tentativa de sair rapidamente do local.

E ao mesmo tempo, uma confusão parece se iniciar na mesa do sujeito exótico. Durante o dialogo entre ele e o garçom, ele aparenta se irritar, se levantando da cadeira e batendo bruscamente na mesa, com sua mão direita. - O QUE VOCÊ DISSE?!? - Exclama ele, com uma face bem intimidadora, encarando o garçom.

- Acalme-se senhor. - Responde o garçom, tentando controlar a situação.

As pessoas começam à se preocuparem, algumas até se levantam. Eis que o sujeito empurra o garçom para trás, fechando os punhos logo em seguida. Então, a companheira de Kyo cutuca este, com o palito que usou para pegar os takoyakis, enquanto fala em voz baixa.

- Esta é a chance perfeita, vá e imobilize aquele cara, tenho algo em mente. - Diz ela.

O que Kyo fará? Já que uma grande gama de possibilidades parecem surgir, como ir atrás de Nila, ou seguir o conselho de sua companheira, ou até ficar quieto em seu canto. Além de muitas outras, que podem ou não passar pela mente do jovem marinheiro.

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MensagemAssunto: Re: O azul do infinito   O azul do infinito - Página 6 EmptySex 13 Maio 2016, 22:32


O Restaurante (4) A confusão

O garoto parecia estar desesperado em tentar ser o mais discreto possível, então o garoto começa a dizer algumas palavras um pouco desajeitado dizendo possuírem bom gosto e que o lugar era bem agradável.

Ao que tudo indicava o garoto não havia chamado atenção de ninguém, exceto a da garota, que por sua vez não falou nada, apenas o observando em silêncio, após algum tempo já com o pedido servido a mesa do garoto, a garota começou então a comer, quanto ao garoto, ele nem sequer chegou a tocar no takoyaki, após um breve momento observando os arredores sem ver nada que chamasse sua atenção o garoto decide se comunicar com a garota.

Então pergunta o que ela achava, ela então para de comer um pouco, restavam quatro daquelas esferas no prato ao qual ela comia, ela pega então um guardanapo e limpa sua boca com bastante calma.

Ao terminar ela diz que achava os takoyakis deliciosos enquanto terminava de tomar seu suco de limão, em seguida ela diz para o garoto experimentar um e não ser tímido, em seguida volta a expor expressão de neutralidade e seriedade.

O garoto por sua vez não estando muito afim, toma um pouco de seu vinho enquanto sentia um gosto suave e um pouco doce, porém nada muito forte, quanto a comer os takoyakis, “Não... to sem fome” pensaria o garoto enquanto decidia não comer nenhum.

Enquanto isso nada de diferente acontecia nos arredores, os seis sujeitos de terno estavam quietos durante a refeição, quanto ao casal estavam trocando risadas e agora conversando em voz baixa com certa intimidade.

O sujeito exótico então se manifesta em alto tom de dizendo ao garçom para trazer mais carne e bebida chamando a atenção assim dos outros clientes, ninguém fala nada e o garçom não demora à ir atende-lo, dava pra perceber que sua mesa estava lotada de pratos sujos em conjunto a copos vazios, o que parecia indicar que ele estava comendo à algum tempo.

Em meio ao acontecimento algo chamativo acontece, o jovem garoto nota alguém entrando no estabelecimento, “Nila?” pensaria o garoto naquele momento enquanto a veria, ela estava com roupas diferentes mas seu rosto já conhecido pelo garoto entregava sua identidade quase que de imediato, Nila então se assusta ao avistar o jovem Kyo, em seguida ela dá meia volta acelerando seus passos em uma tentativa de sair do local.

“O que Nila estava fazendo aqui? Não importa, tenho de continuar a missão” pensaria o garoto naquele momento.

Ao mesmo tempo que Nila saia, uma confusão parecia se iniciar na mesa do sujeito exótico, durante o diálogo entre ele e o garçom, ele aparenta se irritar levantando em seguida da cadeira e batendo bruscamente na mesa com uma de suas mãos perguntando de forma anormal o que o garçom havia dito com uma face bem intimidadores enquanto encarava o garçom.

O garçom por sua vez diz para se acalmar enquanto tentava controlar a situação.

Algumas pessoas começam a se preocuparem com o que estava acontecendo, algumas chegando até a se levantarem, o cara exótico empurra o garçom para trás, fechando os punhos logo em seguida.

A garota que acompanhava o jovem garoto Kyo logo o cutuca utilizando o palito que usou para pegar os takoyakis enquanto fala em voz baixa que esta seria a chance perfeita e para imobilizar aquele cara, pois tinha algo em mente.

“É...” diria o garoto em voz baixa enquanto se levantaria daquela cadeira, se posicionaria em seguida em um ângulo desfavorável de visão do cara exótico que agora havia se tornado o alvo e em seguida utilizaria de sua acrobacia junto a sua aceleração e saltaria diretamente naquele homem exótico e tentaria o acertar na região de sua orelha utilizando seus braços com intenção de o atordoar com potência máxima da direita para a esquerda, em meio a aquilo caso o ataque dele viesse primeiro ou ele revidasse, o garoto utilizaria de suas acrobacias com pequenos ou largos pulos para a direita, esquerda e traz com intenção de desviar de seus ataques ou caso algum fosse certeiro o jovem garoto utilizaria de suas mãos  junto a sua manopla para defender tanto golpes que viessem em direção a sua face, cabeça, seu corpo, ou objetos cortantes, caso houvesse brechas o garoto tentaria desferir potentes Diretos e Upper utilizando junto a sua aceleração e acrobacia em seu rosto e em seu queixo de baixo para cima.

O jovem garoto Kyo se afastaria utilizando de suas acrobacias e aceleração com pulinhos assim que visse que o alvo estivesse derrotado.

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: O azul do infinito   O azul do infinito - Página 6 EmptyDom 15 Maio 2016, 06:22



Fácil



Kyo decide não provar nenhum takoyaki, por não estar com fome. O jovem então se surpreende com a aparição inesperada de Nila, porém, decide continuar focado na missão, permitindo que ela fuja do restaurante.

Kyo volta sua atenção para o tumulto que está se formando, e escuta a sugestão de sua companheira.

- É... - É tudo o que o jovem diz, em resposta à sugestão.

Não demora para Kyo levantar-se, e, em um ágil movimento, avançar na direção do sujeito caolho, que nem sequer nota a aproximação acelerada do marinheiro, na qual, realiza um salto distante.

O resulto? O baderneiro recebe em cheio um golpe na orelha, golpe em que Kyo coloca bastante força, empurrando o sujeito no processo, que por sua vez, cai no chão, derrubando a mesa consigo. - ARGH! - Exclama ele, ao receber o golpe.

O som estridente de pratos se quebrando, ao se colidirem com o chão, pode ser escutado de bem longe. Mas aquele caolho ainda não está abatido, ele se levanta, aparentemente muito irritado, e agora volta sua atenção para Kyo, que se afasta um pouco, com alguns saltos.

- MALDITO! VOCÊ NÃO SABE COM QUEM ESTÁ MEXENDO! - Exclama novamente, de fato bastante aborrecido.

O caolho corre na direção de Kyo e começa à desferir diversos socos, dos quais o jovem marinheiro vai se esquivando, com curtos saltos para direções variadas, o que só vai aborrecendo cada vez mais o oponente. A frequência de socos aumenta, vai se tornando complicado esquivar-se, pois, aquele sujeito vai se tornando mais rápido à cada instante. Em meio à tantos ataques, o oponente deixa uma brecha na defesa, da qual Kyo aproveita, desferindo um potente Upper, que atinge em cheio o queixo do baderneiro.

Apesar de toda aquela fúria, o sujeito acaba por ser derrotado mais fácil do que o esperado, talvez por ele ser fraco, ou então, por Kyo estar tornando seus socos cada vez mais fortes, é difícil distinguir na situação... O que se sabe, é que após ser atingido pelo soco, o sujeito é lançado para trás e posteriormente cai de costas para o chão. E assim, Kyo consegue realizar um belo nocaute, já que o homem está inconsciente.

- Esse ai só tinha a aparência de alguém forte. - Comenta a companheira de Kyo, que vem se aproximando calmamente, com as mãos nos bolsos da blusa, e mastigando um takoyaki.

As pessoas ainda observam a cena de longe, e muitos cochichos podem ser notados. Kyo se torna o centro das atenções ali, algo que talvez não seja bem o que este tinha em mente, chamar tanta atenção assim. Eis que, a atenção de todos, se volta para outra pessoa, que aproxima-se à passos lentos, enquanto fala com uma voz bastante suave aos ouvidos.

- O que está havendo aqui? - A dona da voz para próxima ao local, observando tudo, dês do sujeito caído, até Kyo que está de pé próximo do corpo, e da mesa toda destruída no chão.

Apesar de tudo, a mulher branca, loira, de aparência delicada e trajando belas vestimentas vermelhas, mantêm um pequeno e sutil sorriso em sua face, mas, é claramente um falso sorriso. Embora seja uma adulta, sua aparência é bem conservada, e mesmo estando um pouco longe, dá para se sentir uma fragrância muito boa vindo dela.

Antes que Kyo possa manifestar-se, o garçom rapidamente vai de encontro com a moça loira, e começa à explicar para ela, em voz baixa, tudo o que houve ali.

- Entendo. - É o que ela diz, após escutar tudo. Em seguida, ela volta sua atenção para Kyo e para a outra marinheira, da qual até agora Kyo não sabe o nome. - Peço que, por gentileza, me acompanhem. - Ela traz uma certa tranquilidade nas palavras, e não parece nenhum pouco abalada com tudo aquilo.

Nota-se que ela está acompanhada de dois brutamontes, vestidos de preto, prováveis seguranças do local. - Cuidem do resto. - São as ordens que ela dá para os seguranças, o que indica que ela tem alguma autoridade por ali.

A moça começa à caminhar em direção das escadas, que levam ao andar inferior, porém, ela para um pouco, para aguardar que Kyo e sua companheira, se aproximem, e talvez comecem à acompanha-la. Enquanto isto, os seguranças aproximam-se para apanhar o sujeito inconsciente, ao mesmo tempo que, alguns outros funcionários do local, vão cuidando da bagunça, como recolher os pedaços de pratos quebrados e erguer a mesa.

- Peço imensas desculpas pela confusão... Prometo que todos serão recompensados. - Fala a moça loira, em voz alta, para que todos os clientes ali presentes, possam escuta-la.

E com isso, as pessoas voltam para suas mesas, as coisas vão se tranquilizando. Apesar do recente confronto, Kyo não se sente cansado, e nem ferido, já que não foi atingido por nenhum golpe. O jovem escuta o cochichar de sua companheira.

- Vamos com ela, as coisas estão indo como planejei. -

Porém, apesar de expor sua opinião, ela aguarda a decisão de Kyo, assim como a moça loira, que aguarda que eles venham, se mantendo já próxima da escadaria.


Moça Loira:
 

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MensagemAssunto: Re: O azul do infinito   O azul do infinito - Página 6 EmptyDom 15 Maio 2016, 20:03


O Restaurante (5)

O garoto então optou por não provar nenhum takoyako devido a ele não estar com fome naquele momento, eis que Nila aparece, o que de certa forma deixa o garoto surpreendido, porém, o jovem garoto decide se focar na missão, o que acaba permitindo que ela fugisse do restaurante.

O garoto volta sua atenção para o tumulto que estava se formando e escuta a sugestão da garota que estava com ele.

Ele logo confirma o que ela havia dito e logo após se levanta, em um ágil movimento avança na direção do sujeito caolho, que nem sequer nota a aproximação acelerada do garoto que em seguida realiza um salto distante.

Acaba resultando em um golpe acertado em cheio na orelha daquele cara, golpe em que o garoto coloca bastante força e que chega a empurrar o sujeito no processo, ele por sua vez cai no chão derrubando a mesa consigo.

Dava para ouvir o som de pratos se quebrando ao se colidirem com o chão, som que poderia ser escutado bem de longe, não era o suficiente para abater aquele caolho, ele logo se levantava aparentemente muito irritado, sua atenção agora estava no garoto que por sua vez se afasta utilizando de alguns saltos.

Ele então chama o garoto de maldito e diz em seguida que o jovem garoto não sabia com quem estava mexendo em tom bastante aborrecido, o caolho então corre na direção do jovem Kyo e começa a desferir diversos socos, o jovem garoto consegue se esquivar deles utilizando de saltos para direções variadas, o que acaba aborrecendo cada vez mais aquele homem caolho, com o passar do tempo a frequência de socos aumenta e vai se tornando complicado de esquivar já que o caolho vai se tornando mais rápido a cada instante, enquanto o caolho atacava desenfreadamente ele acaba deixando uma brecha na defesa, o garoto por sua vez, aproveita desferindo um potente Upper que atinge em cheio o queixo do baderneiro.

Apesar de toda aquela fúria direcionada ao garoto, o caolho acaba por ser derrotado mais fácil que o esperado, “Finalmente consegui calar a boca desse cara chato” pensaria o garoto naquele momento enquanto cruzaria seus braços, talvez aquele cara fosse fraco, ou o jovem garoto Kyo estivesse tornando seus socos cada vez mais fortes, era difícil distinguir naquela situação.

O caolho por sua vez após ser atingido pelo soco, ele é lançado para trás e posteriormente cai de costas para o chão, o garoto então consegue realizar um belo e rápido nocaute, já que o homem está realmente inconsciente.

A garota que estava com o jovem garoto logo diz que aquele caolho só tinha a aparência de alguém forte enquanto se aproxima calmamente com as mãos nos bolsos da blusa.

Enquanto isto as pessoas ainda observam a cena de longe, muitos cochichos podem ser notados, o garoto rapidamente se torna o centro das atenções, algo que ele estava evitando até aquele momento, mas para que a missão continuasse, algo assim teria de ser feito, eis que a atenção de todos se volta para outra pessoa, esta pessoa se aproxima à passos lentos enquanto fala com uma voz bastante suave aos ouvidos.

Ela logo pergunta o que estava acontecendo ali, a dona da voz se aproxima do local enquanto observa tudo, dês de o sujeito caído até o jovem garoto Kyo que está de pé próximo do corpo, e da mesa toda destruída no chão.

Apesar do ocorrido, a mulher branca, loira, de aparência delicada e trajando belas vestimentas vermelhas, mantêm um pequeno e sutil sorriso em sua face, mas claramente é um falso sorriso, embora seja adulta, possui uma aparência bem conservada, e mesmo estando um pouco longe, o garoto sente uma fragrância vindo dela.

Antes do garoto se manifestar, o garçom rapidamente vai de encontro com a moça loira e começa a explicar para ela o que havia ocorrido ali.

Ela logo diz que entende após escutar tudo e em seguida volta sua atenção para o garoto e para a outra marinheira, da qual até agora o garoto não sabe o nome, ela pede então que ambos a acompanhe com uma certa tranquilidade em suas palavras.

O jovem garoto Kyo logo nota que ela está acompanhada de dois brutamontes, vestidos de preto, provavelmente eram seguranças do local, ela os manda cuidarem do resto indicando que ela tinha algum autoridade por ali.

A moça começa a caminhar em direção as escadas, que levam ao andar inferior, porém, ela para um pouco para aguardar o jovem garoto e a garota, enquanto isto os seguranças se aproximam para apanhar o sujeito inconsciente, ao mesmo tempo que funcionários do local vão cuidar dada bagunça, como recolher os pedaços de pratos quebrados e erguer a mesa.

A mulher loira logo pede imensas desculpas pela confusão e promete em seguida que todos serão recompensados em voz alta para que todos os clientes ali presentes pudessem escuta-la.

Com isto, as pessoas voltam para suas mesas e com o tempo as coisas vão se tranquilizando, apesar do recente confronto, o garoto não se sente cansado nem ferido, já que não foi atingido por nenhum golpe e acabou com aquela situação rapidamente, o jovem Kyo escuta então o cochichar da garota.

Ela diz para irem com ela e que as coisas estavam indo como ela havia planejado.

Naquele momento o garoto pensaria, “Espero que isso valha a pena” e em seguida daria dois passos na direção da garota e logo após diria, “Vamos”, em seguida seguiria a moça loira.

O garoto se manteria atento a tudo em sua volta até em sua companheira enquanto seguiria aquela moça loira, caso houvesse sinal de perigo utilizaria de acrobacias junto a aceleração para tomar distância com pulinhos para trás, direita e esquerda, prestaria também atenção no caminho de ida até onde eles fossem com a mulher loira.

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: O azul do infinito   O azul do infinito - Página 6 EmptyTer 17 Maio 2016, 14:30



Escritório



Kyo decide não contrariar a mulher, aceitando acompanha-la. Logo, o jovem move-se, enquanto fala com sua companheira. - Vamos - E ela, por sua vez, segue ao lado de Kyo.

Ao aproximarem-se, a moça loira começa à guia-los, e agora, seguem até as escadarias que levam ao andar inferior. Após descerem, param em um sub-andar, nota-se a existência de uma escada à esquerda, que continua à levar ao andar inferior. Mas ao invés de seguirem para lá, passam por uma porta, localizada ali no sub-andar, adentrando assim em um pequeno corredor, com uma escada que leva para cima, e é por ali que todos seguem, em uma longa e cansativa subida.

Após subirem até o fim, chegam ao provável terceiro andar. Passam por uma nova porta, e após percorrerem uma série de corredores, com bastantes portas por toda sua extensão, finalmente chegam em uma sala, sendo este o ponto final de suas viagens.

- Entrem. - Diz a moça, indo sentar-se em uma confortável poltrona, que fica atrás de uma mesa.

A sala se revela um pequeno escritório, simples, mas bem organizado. Há uma janela ali, que permite a entrada da luz do dia e um pouco de ar fresco.

- Antes de tudo, peço desculpas por toda aquela confusão. - Diz ela, em um tom de lamentação. - Pelo que eu entendi, aquele homem foi quem começou tudo, e você rapidamente conseguiu imobiliza-lo, correto? - Pergunta, direcionando-se para Kyo. Logo ela traz mais uma pergunta. - Quem é você? Não lembro de já tê-lo visto pela cidade antes... E para ter resolvido aquela confusão, com tanta eficiência, acredito que você não seja apenas um cidadão comum... Está acostumado à brigar. -

Apesar da expressão de tranquilidade, a mulher parece bastante curiosa e ansiosa por uma resposta, mesmo que ela tente desviar sua atenção, em determinados momentos, para suas unhas. E passado alguns instantes, ela se lembra de apresentar-se.

- Ah sim, esqueci de me apresentar... Eu me chamo Draag Stern, sou a gerente deste restaurante. -

Enquanto isto, a companheira de Kyo fica quieta, apenas observando o desenrolar da conversa.


Off:
 

Mapa 1:
 

Mapa 2:
 

Escritório:
 

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MensagemAssunto: Re: O azul do infinito   O azul do infinito - Página 6 EmptyTer 17 Maio 2016, 20:02


O Restaurante (6)

O garoto decide por não contrariar a mulher e aceita acompanha-la, o garoto começa a se mover enquanto fala com sua companheira para irem junto a aquela moça, a garota por sua vez segue o jovem garoto ao seu lado.

Aproximando da moça loira, ela começa a guia-los, agora, seguem rumo as escadarias que levam ao andar inferior, descendo acabam por pararem em um sub andar, enquanto andar logo se nota uma escada à esquerda, que continua a levar ao andar inferior, no entanto ao invés se seguir por esta escada acabam por passar por uma porta, esta porta se localiza ali no sub andar, adentram em um pequeno corredor com uma escada que leva para cima, por ali seguem a mulher em uma longa e cansativa subida.

“Mas que merda de lugar, anda anda anda e num chega” pensaria o garoto naquele enquanto andava, subiam então até o fim chegando ao provável terceiro andar, passam por uma nova porta e agora percorrem uma série de corredores que possuem bastantes portas por toda a sua extensão, finalmente chegam em uma sala, este era o ponto final de toda aquela andança.

“Que merda, pra que andar tanto assim” pensaria o garoto e em seguida ouviria a mulher dizer para entrarem, a partir daí o garoto entraria.

A sala era um pequeno escritório, bastante simples, mas bem organizado, possui uma janela que permite a entrada da luz do dia e um pouco de ar fresco.

A mulher então se desculpa pelo ocorrido de toda aquela confusão em um tom que parecia ser de lamentação e em seguida ele continua dizendo que pelo que ela havia entendido, aquele homem tinha começado tudo, e que rapidamente o garoto havia conseguido o imobilizar terminando perguntando se era isso.

Naquele momento o garoto responderia, “Aquele cara tava descontrolado, quase chegou ao ponto de agredir alguém, além disso ele tava me irritando, então resolvi fazer com que ele parasse com aquilo” terminaria de responder, em seguida ouve ela perguntar quem era ele.

“Sou novo aqui na cidade, como eu não conheço nada por aqui minha amiga aqui me disse que iria me levar para conhecer uns lugares legais, e aqui estou eu, quanto a essa minha força, bom, hoje em dia nesse mundo tem de se estar preparado para situações complicadas” terminaria então sua resposta.

Em seguida a mulher se apresenta dizendo que se chamava Draag Stern, a gerente daquele restaurante, “O que eu? O que eu faço? O que eu faço? Devo dizer meu nome a ela ou um nome aleatório? Hum... bom, ela acreditando ou não lá vai, o mais natural possível” finalizaria seu pensamento e em seguida o garoto diria, “Então é você que cuida deste belo lugar, me chamo Ryo”, finalizaria se apresentando.

“Mas que merda de apresentação, já é a segunda vez que falo assim, isso tá começando a ficar chato, espero que ela tenha acreditado que o meu nome é Ryo” pensaria o garoto após sua apresentação.

Histórico:
 

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