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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 O azul do infinito

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MensagemAssunto: O azul do infinito   O azul do infinito - Página 3 EmptySeg 21 Mar 2016, 13:10

Relembrando a primeira mensagem :

O azul do infinito.

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Marinheiro Kyo. A qual não possui narrador definido.


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Kyo
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MensagemAssunto: Re: O azul do infinito   O azul do infinito - Página 3 EmptySab 23 Abr 2016, 04:23


A missão

Deixar de lado o que o integrante masculino do grupo havia falado era o melhor a ser feito, tinham mais pessoas ali que estavam interessadas no que realmente importava, que era a missão que iria ser feita em pouco tempo.

E assim começou uma explicação básica do que seria feito, algo nada complicado e bastante simples, chamar a atenção do alvo e em seguida juntar encima dele e se possível o capturar ou dar um jeito nele de uma vez, pareciam concordar com o plano, afinal o jovem garoto seria a isca.

Continuou então sua explicação falando algumas coisas que seriam importantes enquanto agia naturalmente de certa forma no fim dizendo para avisarem ao cara que havia saído, por fim o garoto sai daquele lugar andando em direção ao local de treinamento, sem muita dificuldade não demora muito para chegar lá.

O lugar é bem aberto e tem muitos marinheiros treinando, alguns até estão brigando entre si com intuito de treinar suas habilidades físicas, naquele momento até o garoto presta um pouco de atenção e acha aquilo interessante “Hum... ótimo lugar para treinar, mas... como eu sou azarado deve ter uma pessoa bem chata por perto” também via alguns pessoas se exercitando de forma convencional com flexões e caminhadas.

Eis que ao longe o garoto avista o sujeito até então sem nome, ele estava disparando utilizando uma arma contra alvos, algum tipo de bonecos, com balas falsas, “Atirador!?” pensou o garoto, “Deve tá de brincadeira, pensei que esse cara era do tipo que resolvia tudo na mão, a não importa ele vai servir muito bem para a missão” finalizou seu pensamento enquanto via o sujeito atirando.

Enquanto resolvia dar alguns passos para se aproximar eis que o garoto sentiu um leve tapa em suas costas, quem poderia ser?, afinal o número de pessoas conhecidas ali era bem limitado, o cara parecia vestir uma farda um pouco diferente do habitual não mudava o fato de ele ter feito aquilo.

Ele então começou a falar, enquanto falava o jovem garoto Kyo pensava, “Que merda é essa cara, esse negócio de chegar dando tapa nas costas é algo chato e que incomoda, já não fui com a cara desse cara” terminou então seu pensamento quase no momento em que ele disse algo sobre um treino.

“Treino? Se tá maluco cara? To aqui me preparando pra uma missão junto a minha equipe e você vem me falar em treino?” Pensou junto a seu olhar afiado enquanto escutava, eis que em seguida alguém o veio chamar para alguma coisa, se deu para perceber então que na verdade ele era um Sargento.

Continuava com seu olhar afiado enquanto ouvia as últimas palavras daquele homem que não o agradava nem um pouco, “Idiota, da próxima vez que você me ver já terei me tornado um Sargento” pensou por um instante enquanto aquele homem dava as costas para Kyo.

Eis que alguém começou a falar com Kyo, ele parecia ser bem mais velho e moreno, falava algo sobre aquele Sargento se chamar Doki e ele pegar no pé de novatos, falou também de coisas erradas que aquele homem fazia e de armar para cima das pessoas pois não ele não gosta da ideia de aumentar sua concorrência e mais algumas outras coisas, “Fique tranquilo quanto a isso, não sou do tipo que arrumaria confusão ou confiaria em um cara como aquele, muito menos aceitar qualquer oferta feita por ele” diria o garoto já com sua opinião formada sobre aquele cara não ser boa companhia.

“Eu poderia treinar aqui, mas não acho uma boa ideia já que a próxima missão está perto de começar” pensaria e em seguida iria de encontro com aquele velho senhor que havia dito aquelas coisas antes e em seguida começaria a falar, “Ei você deve conhecer bem aqui,  sabe de algum lugar onde eu poça descansar um pouco? A viagem até aqui demorou muito” perguntaria ele, caso fosse respondido o lugar Kyo iria até esse lugar descansar até que a noite chegasse.

Caso não fosse respondido, o jovem garoto perguntaria a outra pessoa sobre onde ficaria um lugar para descansar como um dormitório ou algo do tipo onde se pudesse descansar e iria até o lugar para descansar até a chegada da noite, caso fosse preciso, iria até aquela mulher que anteriormente havia o indicado um lugar, e pediria informação de onde estaria o quarto onde foi deixado suas bagagens e descansaria lá se fosse possível até que chegasse à noite.

Quando chegasse à noite, Kyo se levantaria, se arrumaria um pouco, se equiparia com sua manopla e iria para o ponto onde ele deveria se encontrar com o restante do grupo, a saída do QG para a cidade, caso ele tivesse chegado cedo, arrumaria um lugar para esperar que os mesmos chegassem, assim que chegassem perguntaria, “Estão prontos?” enquanto ajeitaria sua manopla, sua última ação seria esperar para ver o que o resto da equipe iria dizer.

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MensagemAssunto: Re: O azul do infinito   O azul do infinito - Página 3 EmptySab 23 Abr 2016, 17:23



Imprevisto



O primeiro dia no quartel de Loguetown, não anda sendo nada fácil para o jovem aspirante à sargento. Além de ter recebido uma tarefa difícil, e ter de lidar com uma equipe um tanto problemática, agora também tem de se preocupar com os outros marinheiros do local, que podem apresentar alguma hostilidade, devido a diversos fatores, tais como inveja ou mero capricho.

As primeiras impressões de Kyo em relação ao sargento Doki, acabam sendo das piores, ainda mais com as informações que recebe do marinheiro moreno, e Kyo passa isto em suas palavras.

- Fique tranquilo quanto a isso, não sou do tipo que arrumaria confusão ou confiaria em um cara como aquele, muito menos aceitar qualquer oferta feita por ele -

- É o melhor à se fazer. -

O marinheiro retorna ao treino, enquanto que Kyo decide-se o que fará, sendo que, treinar até passa pela sua cabeça, mas por estar sentindo-se cansado e precisar de energia para a missão ao anoitecer, opta por um descanso, e a primeira pessoa à qual decide recorrer, para saber geograficamente onde se encontra o dormitório, é o marinheiro moreno, que se mostrou bem camarada até então.

- Ei você deve conhecer bem aqui, sabe de algum lugar onde eu poça descansar um pouco? A viagem até aqui demorou muito -

- Sim. Você deve ter passado pela recepção para chegar aqui, você tem de pegar o corredor à esquerda da recepção, vão haver diversos quartos que são dormitórios, mas é melhor verificar com a atendente para ver em qual você deve ir. -

Com as novas instruções, Kyo faz o caminho indicado, retornando para a recepção, desta vez com mais facilidade, pois já passou por ali, e ao chegar, a atendente já lhe recepciona sem este nem sequer dizer nada.

- Esqueci de lhe avisar, seu quarto é o número trinta. -

Kyo não agradece, e se encaminha até o dormitório onde ficará alojado, segue o corredor à esquerda até o final e vira em uma curva para a direita bem ao fim, e neste novo corredor, o quarto com número 30 é o último. Ao adentrar, Kyo se vê em um quarto espaçoso, com várias beliches, há algumas pessoas deitadas descansando e outras dormindo, mas ninguém da muita atenção para Kyo, e o jovem simplesmente se joga em uma cama desocupada, não demorando muito para adormecer, devido ao cansaço acumulado.





Após se passarem muitas horas, aos poucos Kyo vai abrindo seus olhos, e se vê em um ambiente com o qual não está acostumado, mas logo percebe que é simplesmente o dormitório do quartel, onde dormiu mais cedo. O local se encontra quase que vazio, exceto por alguns que ainda estão à dormir. Kyo não perde tempo, afinal, nem sequer sabe que horas são, portanto, equipa suas manoplas e rapidamente parte em busca da saída do quartel, o qual não demora muito para chegar.

Agora, ao lado de fora e em frente ao portão do quartel, avista apenas Lin encostada no muro ao lado do portão, porém, nenhum sinal dos outros integrantes do grupo. Lin fica em silêncio, enquanto que Kyo aguarda a chegada do restante das pessoas. Os minutos vão se passando e ninguém aparece, inclusive vai ficando bem tarde, as ruas ficam bem vazias, só então Lin enfim tenta quebrar o silencio perturbador que paira no local, com uma conversa que pode ser mais perturbadora ainda.

- É... Como digo... Umm... Eles não vão vim... Eles... Foram procurar sozinhos... -

Só após todo este tempo de espera, que Lin revela tal coisa, em outras palavras, Kyo ficou esperando em vão ali, pois se o que ela dizer for verdade, nem Nila e nem o outro cara vão vim, pois já haviam saído para concluir a missão sozinhos. O que Kyo fará, agora que a desorganização da equipe chegou à esse ponto? E como lidará com a situação, agora que não tem gente suficiente para colocar seu plano em ação? Ou fará isso apenas com a companhia de Lin? Uma garota estranha e de habilidades até então não reveladas.

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MensagemAssunto: Re: O azul do infinito   O azul do infinito - Página 3 EmptySab 23 Abr 2016, 18:54


Um início um tanto quanto problemático

O garoto havia explicado para aquele velho marinheiro moreno o que achava sobre aquele cara dizendo com suas próprias palavras a sua desconfiança referente a aquele homem que anteriormente havia falado aquelas coisas, não por temer o que ele poderia fazer e sim por não querer causar confusão desnecessária.

Recebe em seguida uma afirmação do velho que logo após volta a seu treino, naquele momento o jovem garoto até pensou em treinar, mas devido ao seu cansaço resultante de sua viagem precisava descansar, como não sabia onde ficava o lugar, viu a oportunidade de perguntar ao velho onde ficava o lugar, e assim o fez e logo após foi respondido.

Seguindo suas instruções seria possível chegar ao lugar rapidamente e de certa forma de uma maneira fácil, aquele caminho passava perto da recepção e ao passar naquele ponto a mulher que fornecia o atendimento na recepção lhe avisou onde ficava o seu quarto e que ele era o de número trinta, número a se guardar para idas futuras até lá.

Com a nova atualização nas instruções de como chegar ao quarto e em qual número ele ficaria voltou a andar para chegar lá, o garoto parecia estar tão cansado que acabou até esquecendo de agradecer a informação dada na recepção, seguindo em frente por fim havia chegado ao quarto de número trinta que por sinal ficava no fim do corredor.

Haviam algumas pessoas naquele lugar, mas nenhuma parecia se importar e algumas dessas pessoas estavam até dormindo, o quarto parecia ser bem espaçoso e o garoto olhava para todos os lados vendo tantos beliches que no local estavam, havia ali por perto uma cama desocupada e naquele lugar mesmo o garoto se deitou, o cansaço parecia ter se acumulado de tal forma que adormecer não era problema naquele momento.

Passado algum tempo enfim era noite, ia abrindo seus olhos pouco a pouco se vendo em um ambiente um tanto quanto estranho, mas aquilo era só uma meia impressão que dado algum tempo ia sendo deixada de lado, aquele continuava sendo o mesmo lugar onde ele havia começado a dormir mais cedo.

Não sabendo ao certo que horas eram tratou de pegar sua manopla e em seguida ir para o ponto de encontro ao qual havia marcado anteriormente, o caminho até lá é tranquilo e sem contratempos ou qualquer coisa que o pudesse parar de chegar até o local anteriormente referido por ele.

Chegando no local o garoto pensaria, “Lin... e os outros dois, onde estão?” sua dúvida naquele momento era, esperando naquele mesmo lugar com seus braços cruzados estava Kyo junto a Lin, aquele silencio perturbador deixava o garoto sem lugar e enquanto isso o tempo ia passando, “O que será que aconteceu com os outros dois? desistiram?” O garoto se perguntava em sua mente sobre isso enquanto os esperava sua possível chegada, isto é, com aquele tempo era difícil saber se eles realmente viriam.

Eis que demorado muito tempo já com as ruas vazias, Kyo percebe que Lin ia falar algo, uma conversa nada agradável, ela dizia que eles não iam vir e que eles deliberadamente e sem a ordem do garoto foram procurar sozinhos, aquilo não era nada bom, o garoto sabia ao ver anteriormente aquele cara ser um atirador de média e longa distância acertando alguns alvos e de algum modo sentia que poderia ocorrer algo de ruim.
Mais do que isso, o garoto havia esperado por nada, o que fazia que ele ficasse furioso, “Tolos, se não conseguem seguir uma simples ordem de um líder, jamais conseguirão ser confiáveis” diria e então daria alguns passos, até se aproximar mais de Lin e com um olhar sério volta sua atenção para ela.

“Você por outro lado não foi junto a eles, admiro isso em você” daria uma pausa um tanto quanto forçada enquanto voltaria sua atenção agora para as ruas, seu olhar parecia ter voltado ao normal quase sem expressão naquele momento, “Filhos da mãe, quem eles acham que são para me desobedecer assim, quando essa missão acabar eles vão se ver comigo” pensava Kyo de forma ranzinza e mal-humorada que ele tinha.

Voltaria em seguida sua atenção para Lin, “Pois bem, de uma forma ou de outra essa missão tem que prosseguir, esqueça o que eu disse sobre isca, isso não será mais possível, nós dois iremos para lá e faremos o possível para capturar ou acabar com esse cara” daria uma pequena pausa em sua fala e em seguida falaria, “Nos manteremos próximos um ao outro mantendo atenção de todos os lados possíveis, de certa forma foi bom esperar aqui, quanto menos pessoas tiver nas ruas melhor será” terminaria falando.

“Vamos” diria Kyo enquanto começaria a andar, daria pequenos passos para que Lin pudesse o acompanhar, manteria ela perto enquanto manteria sua atenção nas ruas e nos cantos das ruas, de acordo com o registro na folha, o alvo era furtivo e ágil, “Não se esqueça que a outra metade do grupo também está o caçando, isso pode se tornar uma grande bagunça” diria o garoto em um tom baixo somente para que ela pudesse ouvir.

Enquanto andaria se manteria atento esperando que Lin fizesse o mesmo, caso em certo momento houvesse algum ataque seja lá de quem fosse, o garoto faria de tudo para não ser acertado, tanto utilizando de suas mãos para aparar o golpe quanto movendo seu corpo com pulos ou movimentos de acrobacias como saltos especiais para tomar distância, seria momento apenas de análise sem movimentos precipitados.

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MensagemAssunto: Re: O azul do infinito   O azul do infinito - Página 3 EmptyDom 24 Abr 2016, 18:45



Furtivo



- Tolos, se não conseguem seguir uma simples ordem de um líder, jamais conseguirão ser confiáveis -

É o que Kyo diz, bastante irritado, após ser informado que os outros dois saíram para a missão sozinhos. O aspirante a sargento aproxima-se de Lin e com um olhar sério, direciona suas palavras à ela.

- Você por outro lado não foi junto a eles, admiro isso em você -

- ... - Ela aparenta querer dizer algo, mas desiste.

Kyo olha para as ruas, que encontram-se bem escuras, exceto pela iluminação proveniente das casas, além de estar um pouco frio também. Eis que, após pensar um pouco, aborrecido, toma sua decisão.

- Pois bem, de uma forma ou de outra essa missão tem que prosseguir, esqueça o que eu disse sobre isca, isso não será mais possível, nós dois iremos para lá e faremos o possível para capturar ou acabar com esse cara... Nos manteremos próximos um ao outro mantendo atenção de todos os lados possíveis, de certa forma foi bom esperar aqui, quanto menos pessoas tiver nas ruas melhor será -

Lin balança a cabeça positivamente e passa à seguir Kyo, conforme este vai caminhando pelas ruas, após um simples "Vamos". As ruas se mostram um tanto quanto ameaçadoras, quase ninguém por elas. Kyo fala em voz baixa.

- Não se esqueça que a outra metade do grupo também está o caçando, isso pode se tornar uma grande bagunça -

Porém, apenas aquele silencio angustiante lhes cercam, nenhum sinal de alguém suspeito. A dupla vai perambulando, as ruas desconhecidas e escuras, fazem com que logo Kyo se perca pela cidade, que é bem grande e possui ruas largas. Eis que chegam em uma rua chamativa, pois há diversas casas destruídas nela, além do que parece ser uma taverna semidestruída, com uma placa escrita "Red's Pub", tal rua encontra-se mais escura que o normal e sem ninguém por ela.

A atenção de Kyo é voltada bruscamente para um beco ao seu lado, quando este escuta um som alto e ofensivo, mas ao olhar, nota que não passa uma lata de lixo que caiu no chão, graças à um gato preto que logo corre para a escuridão. Mas a distração lhe custa caro, sente algo cortar suas costas, nada muito profundo, mas ao virar-se não vê nada, Lin até se assusta, parece tão surpresa quanto Kyo, já que ela também estava olhando para o beco.

Neste instante, Kyo se coloca em modo de defesa, mantendo-se atento nos arredores e procurando a origem do ataque, disposto à defender-se de qualquer ataque direcionado à si. Porém, é difícil defender-se do que não se vê, recebe outro corte superficial, mas que arde bastante, desta vez na coxa da perna direita, Lin recebe um corte similar no braço esquerdo.

De repente, o som de três disparos ecoam por toda a rua, e os ataques à Kyo e Lin cessam, dando espaço para um novo silencio. O autor dos disparos é o sujeito de cabelo branco, membro da equipe liderada por Kyo, ele encontra-se mais ao fim da rua, mas logo aproxima-se à passos acelerados.

- Vocês realmente serviram bem de iscas. - Diz, ironicamente, com um pequeno sorriso sarcástico.

Mas ignora a dupla, dirigindo-se para a parede próxima do beco, ele se agacha e toca no que parece ser sangue fresco. Enquanto que Lin, verifica seu ferimento no braço. Embora não seja nada alarmante, ela revela um pequeno frasco preto, com um liquido pegajoso branco em seu interior, é algum tipo de pomada, ela passa no seu corte e depois oferece à Kyo.

- Pe-pegue. -

E estende o frasco, pequeno e redondo.

- Parece que não foi em cheio... - Sussurra o atirador, ainda verificando o sangue.

Mas ele não da nenhuma satisfação para Kyo, na verdade nem sequer se dirige ao mesmo.

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MensagemAssunto: Re: O azul do infinito   O azul do infinito - Página 3 EmptyDom 24 Abr 2016, 20:52


A caça continua

O jovem garoto parecia ter ficado muito irritado pelo fato de metade de seu grupo não ter seguidos suas ordens, o que significaria para ele uma quase perca total de confiança, algo que parece ele seria muito sério.

No entanto Lin parecia ser diferente, não custaria nada para ela ter o deixado, mas resolveu o seguir, para o jovem garoto isto significava muito e ao mesmo tempo nada, sua parte firme e mal-humorada era assim mesmo.

Ao olhar para as ruas se podia ver aquela imensa escuridão, não havia praticamente nada de luz a não ser vinda das casas.

Mesmo aborrecido algo precisaria ser feito, eis que foi decidido pelo jovem que a missão iria prosseguir, infelizmente não seria possível utilizar o plano de isca por falta de pessoas, mas isso não o impediria de ir atrás do alvo em potencial, o plano agora seria ir e manter um próximo ao outro mantendo a atenção de todos os lados possíveis.

Vendo que Lin havia aceitado eis que após um simples “Vamos” dito por Kyo faz com que a caçada comece, as ruas ao qual o garoto junto a Lin vai passando parecem bastante ameaçadoras, nada que faça o garoto ter algum tipo de reação de medo, em voz baixo então o garoto fala algo sobre a outra metade do grupo.

O silencio parecia trazer um pouco de angustia e deixar o garoto quase que sem lugar, ele queria acabar logo com aquele cara, ainda sim sabia que aquilo seria difícil pois de acordo com o que havia lido o alvo utilizava de artimanhas para fazer suas loucuras.

Perambulando por ruas desconhecidas bem escuras rapidamente percebe que se perdeu na cidade, como se isso fosse novidade, já que não conhecia a cidade e estava escuro, algum tempo andando eis que dá de cara com uma rua um tanto diferente, haviam casas destruídas e uma placa com um nome estranho escrito.

Eis que de um beco ecoa um som estranho, a atenção rapidamente e voltada para o mesmo, entretanto ao olhar era apenas uma lata de lixo, não se sabe ao certo se era planejado ou não, mas aquilo engatilharia uma ação do alvo que em seguida de forma bem furtiva acerta as costas do garoto com um corte, “Hah” sonora a boca do garoto enquanto sentia a dor do corte.

“Maldito” pensaria o garoto com muita raiva, naquele momento nem valeria apena perguntar onde ele estava ou para onde o alvo havia ido, sua rapidez era percebida, colocando-se em modo de defesa tentaria se defender de futuros cortes, infelizmente não seria tão fácil, outro corte então é feito, “Hah” sonora novamente a boca do garoto enquanto uma dor em uma de suas coxas é sentida.

O acumulo de dano por menor que fosse ia fazendo aumentar em Kyo a sua fúria, estaria a caminho sua derradeira segunda personalidade? Eis que é ouvido barulho de tiros, tempo depois se aproxima, era aquele cara de cabelos brancos.

Ao acabar de ouvir o que ele havia dito, o garoto faz algo que não é acostumado fazer, sorrir, aquele sorriso que parecia ser feito forçado, só poderia significar uma coisa, sua segunda personalidade havia tomado o controle, algo peculiar que poderia acontecer com o garoto devido a algumas circunstâncias, devido a escuridão não seria possível perceber ao certo como estaria o rosto do garoto, no entanto não se poderia dizer o mesmo de seus olhos que haveriam de mudar de cor para um intendo azul.

Aquilo parecia instável e por um momento pareceu sumir quando a garota tentou passar para o garoto algo, parecia ser uma pomada ou algo do tipo, pegaria então o garoto e em seguida passaria em seu corte na coxa, tentaria passar no corte das costas e caso não conseguisse passar no corte em suas costas pediria ajuda para a garota o ajudar dizendo e entregando a pomada para ela, “Minhas costas, não consigo alcançar”.

Em seguida ao ouvir o que o garoto de cabelos brancos havia dito, o garoto Kyo diria logo em seguida, “Deveria ter esperado mais um pouco antes de atirar, esse maldito é perigoso, mas não é tão forte quanto parece” diria de forma baixa apenas para que os mais próximos pudessem ouvir o que ele estava dizendo.

Apertaria suas mãos formando punhos e em seguida diria em voz baixa, “Miserável, quando eu te pegar não terei piedade” em seguida voltaria sua atenção para o garoto de cabelo branco, utilizando de sua Genialidade ao perceber o que havia acontecido diria a ele em voz baixa, “Pernas, quando ver aquele miserável atire nas pernas, quero ver aquele maldito ser furtivo sem conseguir andar” em seguida se voltaria a Lin, “A partir de agora não vale mais apena continuar em dupla, muito menos individualmente andando por essas ruas escuras, o grupo ficará junto por enquanto”.

Caso não fosse percebido a última integrante do grupo o garoto perguntaria, “Nila, onde está Nila?” caso ela já estivesse ali não seria necessário fazer esta pergunta, o garoto respiraria fundo para pegar folego e em seguida voltaria a respirar normalmente.

“Mantenham-se atentos e em lugares com iluminação considerável, se for preciso tentarei chamar a atenção dele em algum momento” diria em voz baixa, utilizaria de sua agilidade e sua habilidade de aceleração para se manter alerta em área circular, desta vez evitaria de ir para lugares com visibilidade zero enquanto apenas analisaria ainda mais o que pudesse analisar.

Tentaria também utilizar de sua noção exata do tempo para saber quanto tempo faltaria para ficar de madrugada ou se já estava de madrugada, também utilizaria de sua perícia acrobacia para futuros desvios agora estando ciente que o escuro total era perigoso ela seria mais útil em lugares com alguma iluminação, caso houvesse alguma abertura no alvo em algum momento de seu ataque tentaria combinar aceleração com acrobacia e acertar um gancho direito ou esquerdo no alvo.

De toda forma se manteria atento e focado no inimigo, não seria pego desprevenido novamente por algo tão bobo quanto foi a primeira vez.

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MensagemAssunto: Re: O azul do infinito   O azul do infinito - Página 3 EmptySeg 25 Abr 2016, 05:04



Combate



O confronto não dura muito, devido ao surgimento repentino do atirador do grupo. Kyo por um instante assume sua segunda personalidade, mostrando um sorriso forçado após escutar o que o atirador diz. Porém, a pomada que Lin entrega para Kyo, e que este passa em ambos os ferimentos, com o auxilio da garota para passar nas costas, faz sua personalidade aparentemente voltar ao normal, enquanto que as feridas param de doer.

- Deveria ter esperado mais um pouco antes de atirar, esse maldito é perigoso, mas não é tão forte quanto parece -

- Você não o viu, porque ele não estava aqui... Ele estava em cima dessa casa. -

- Miserável, quando eu te pegar não terei piedade - Diz Kyo, se referindo ao sujeito que lhe atacou, e bem aborrecido.

Após avaliar um pouco o acontecido, sugere algo ao atirador.

- Pernas, quando ver aquele miserável atire nas pernas, quero ver aquele maldito ser furtivo sem conseguir andar -

E este não demora à dar uma resposta.

- É, talvez funcione, mas acho que ele não seja tão rápido. Eu não sei como, mas ele estava te atacando de cima dessa casa, pude ver bem de longe, mas a escuridão me atrapalhou. Acho que ele ataca de média distancia, não de perto e acho que ele usa isso para confundir os seus alvos, que ficam procurando ele pelos arredores. -

Kyo agora fala com Lin.

- A partir de agora não vale mais apena continuar em dupla, muito menos individualmente andando por essas ruas escuras, o grupo ficará junto por enquanto -

Ela balança a cabeça positivamente, ainda com uma expressão de preocupação estampada em sua face. Ao perceber que Nila não apareceu, Kyo logo procura saber o porque.

- Nila, onde está Nila? -

O atirador se levanta e olha para Kyo, dando um longo suspiro.

- Ok, vou te explicar, já que aquela ali não abre a boca, e porque eu quero concluir essa missão essa madrugada mesmo. - Ele pausa um pouco, respira, e começa à falar. - Enquanto esperávamos você na frente do quartel, aquela tal de Nila resolveu ir atrás do cara sozinho, pois ela disse não concordar com você ser uma isca, ela achou ser uma tarefa perigoso demais para você, e resolveu se arriscar sozinha. - Ele da outra pausa, mas logo continua. - Então, eu percebi uma movimentação acima de uma casa, estávamos sendo observados, então eu encenei que iria fazer o mesmo que a outra garota, para o sujeito pensar que vocês estariam sozinhos, mas a verdade é que eu estive seguindo vocês o tempo todo, esperando o alvo se mostrar por completo, e pelo visto deu mais ou menos certo. -

Com o fim da explicação, o atirador volta à ficar com uma expressão não muito amigável. Kyo respira fundo mais de uma vez, antes de anunciar suas novas ordens.

- Mantenham-se atentos e em lugares com iluminação considerável, se for preciso tentarei chamar a atenção dele em algum momento -

Kyo usa de sua noção exata do tempo, para notar que são exatas zero horas, em outras palavras, a madrugada acaba de começar.

- Podemos seguir os rastros de sangue, eu não vi bem onde eu o acertei, mas acredito que ele não vai conseguir ficar pulando de casa em casa com esse ferimento. - Afirma. - E não me leve a mal, não estou te ajudando nem nada, apenas quero concluir essa missão o quanto antes. -

E ele não espera uma resposta de Kyo, logo atravessa o beco escuro, encontrando mais sangue na rua em que sai. O que leva Lin e Kyo ao local, essa nova rua é bem mais iluminada que a anterior, e da para ver claramente um rastro de sangue, o qual, após seguirem um pouco, encontram o que parece ser uma casa abandonada de dois andares, os rastros acabam bem na sua entrada, a porta, semidestruída, não atrapalha em nada tentarem entrar no local.

Mas antes que possam fazer isso, graças a luz ambiente, Kyo consegue ver algo vindo em sua direção, saindo de dentro da casa. Com uma habilidade acrobática na hora exata, o aspirante à sargento consegue se esquivar para o lado, vendo um objeto estranho parar no ar e retornar rapidamente para o interior da casa abandonada, em grande velocidade inclusive. O atirador dispara mais duas vezes contra o indivíduo, dá para se ouvir os passos pesados dele subindo as escadas, com bastante pressa, escada de madeira, pois o ranger dela que entrega sua posição.

- Droga! - O atirador entra no local correndo atrás do sujeito, parece não se importar com o perigo.

Enquanto isto, Lin parece mais uma espectadora, permanecendo do lado de fora da casa, enquanto que Kyo também adentra no local, e se guia pelo som de mais disparos. Agora no segundo andar, e em um extenso corredor iluminado por velas nas paredes, Kyo vê o atirador tentar adentrar em um quarto, mas algo o faz recuar para o lado, eis que aquele objeto surge outra vez, saindo pela porta do quarto e depois retornando, como se pudesse ser algo arremessado e depois puxado. Por pouco não atinge o jovem de cabelo branco.

Mapa Momento:
 

Kyo começa a aproximar-se, quando o inimigo enfim se revela, saindo do quarto e mostrando que sabe lutar de perto, visto que golpeia a mão do atirador, lançando a arma deste no chão. - Mas o qu... - O atirador acaba por ser derrubado, por um chute em cheio que leva na barriga. Cometeu um grave erro em pensar que o criminoso só sabia lutar de longe e no fim acabou sendo pego de surpresa, agora, tenta resistir à dor que sente, repousando ambas as mãos sobe sua barriga. O que o sujeito não nota, é a aproximação repentina de Kyo por trás, e quando se vira, é pego em cheio por um poderoso gancho que o aspirante à sargento realiza, golpe combinado com sua grande velocidade e aceleração.

- Argh! -

O criminoso tomba para trás ao levar o golpe, mas não é abatido por apenas um soco e muito menos cai no chão, mesmo que tenha sido um soco bem forte. Ele recua um pouco para trás e logo parte para cima de Kyo, efetuando uma pequena corrida seguida de uma voadora, e embora Kyo tente se sair com algumas manobras acrobáticas, o corredor não é muito espaçoso, não podendo ir para os lados e sim apenas para trás, e embora abra um pequeno espaço entre ele e o inimigo, isso só o ajuda, pois assim acaba tendo espaço suficiente para conseguir tornar sua voadora certeira. No fim, Kyo acaba por levar a voadora em cheio, próximo ao tórax, sendo lançado bem para trás e deslizando suas costas no chão, tendo uma perca de ar momentânea.

Assim que consegue se recompor, e levantar-se, Kyo é atingido novamente, desta vez por um objeto que vem em sua direção, uma kunai, ela passa causando um corte não profundo no ombro esquerdo de Kyo, logo a arma é puxada de volta para o sujeito, usando o que parece ser um fio para isso, quase que não perceptível à olho nu, mas que provavelmente é bem resistente, para conseguir puxar a kunai sem se partir.

- Prepare-se! - Diz o sujeito, com um tom de voz bem grave e intimidador.

Ele corre de encontro com Kyo, e o fato de ser um bom lutador tanto de perto, quanto de longe, o torna um oponente bem perigoso.


Mapa Atual:
 

Off:
 

Criminoso:
 

Status:
 

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MensagemAssunto: Re: O azul do infinito   O azul do infinito - Página 3 EmptySeg 25 Abr 2016, 15:24


Ação sem limites

O confronto parecia não durar muito, já que o atirador havia chegado no local e ainda por cima havia dado alguns tiros no alvo, o garoto havia recebido dois cortes, um na coxa e outro em suas costas, felizmente aquela garota havia sido útil o dando pomada, quem em seguida ele passou em um dos cortes e ela o ajudou com o outro.

Aqueles ferimentos haviam sido utilizados como condutores junto a fala anterior do atirador para a ativação de sua segunda personalidade, felizmente o alivio após passar a pomada fez com que o garoto voltasse rapidamente ao normal.

Em seguida começou a falar sobre o atirador ter esperado um pouco mais antes de atirar e que o alvo era perigoso, mas não chegava a ser tão forte devido ao fato de seu dano ser apenas superficial, ao menos era o que o jovem garoto achava, em seguida foi surpreendido com o atirador falando sobre o garoto não ter o visto porque ele não estava ali, o que gerou alguns pensamentos no garoto e em seguida veio a constatação do atirador sobre o alvo na verdade estar em cima de uma casa.

Kyo já estava começando e ficar com raiva do cara que havia o atacado, e por isso acabou dizendo algo sobre quando o encontrasse não teria piedade, estava bem aborrecido naquele momento e então continuou falando, desta vez com o atirador para acertar em suas pernas.

Logo após ouviu uma fala do atirador falando que talvez funcionaria, mas que não achava que aquele alvo era rápido, em seguida de acordo com a análise que é o atirador havia feito o alvo estava atacando de longe, o que naquele momento não fazia muito sentido já que eram cortes, mas após falar que sobre confundir seus oponentes que ficam procurando por arredores o garoto começou a entender.

O garoto então disse em seguida para Lin que a partir daquele momento se manteriam juntos, mesmo que aos seus olhos ainda não confiasse naquele atirador, naquele momento deu para perceber que Lin ainda estava preocupada, mas o garoto acabou não ligando muito para isso.

Dando falta da última integrante do grupo chamada Nila, o garoto logo perguntou onde ela estava, em seguida o atirador começou a falar que os dois realmente estavam esperando pelo garoto em frente ao quartel, Nila então resolveu ir sozinha, então ele percebendo uma movimentação encenou que faria o mesmo, o que constatava que na verdade ele ainda estava seguindo a todo momento e no final disse que havia dado certo, ou quase na verdade.

Finalizando sua explicação o garoto diz algo e em seguida utiliza de sua noção exata do tempo e em seguida acaba notando que são exatamente zero horas, ou seja, a madrugada acabava de começar.

Em seguida o atirador sugere seguir os rastros de sangue, uma boa sugestão por sinal e que ele havia acertado e o alvo estava ferido e estava impossibilitado de pular de casa em casa em seguida dizendo que não estava ajudando nem nada o garoto e que apenas queria concluir a missão o mais rápido possível.

“Tá me ajudando sim” pensa controversamente o garoto, “Só não quer afirmar pois seu orgulho seria ferido” finalizaria seu pensamento.

Passando por um beco era possível encontrar mais um pouco de sangue provavelmente do alvo, o que os leva para uma nova rua que os levam para em frente de uma casa abandonada que possuía dois andares, os rastros pareciam acabar logo em sua entrada, graças a porta que estava praticamente destruída dava para passar tranquilamente.

Antes que algum movimento fosse feito o movimento inimigo havia sido feito e algo estava vindo em sua direção que saia de dentro da casa, graças a habilidade acrobática que o garoto tinha acabou desviando do ataque inimigo em seguida vendo um objeto estranho parar no ar e retornar em seguida para o interior da casa, “Deve ser disso que o garoto atirador tava falando antes” pensou o garoto em seguida após desviar do ataque inimigo.

De uma distância que dava para ouvir precisamente se ouviu dois disparos vindo da arma do garoto, se ele havia acertado ou não era bem complicado dizer com certeza, mas tirando isso dava para perceber passos pesados vindo de dentro daquele lugar, provavelmente estava indo para o andar de cima.

Ouviu então o atirador dizer algo inconformado, será que ele havia errado? Não importava, ele havia entrado com tudo parecendo não se importar se era ou não perigoso, Lin naquele momento parecia apenas observar, antes de começar a adentrar o lugar apenas falaria algumas palavras, “Lin, tome cuidado, se mantenha por perto, se acontecer algo com você grite bem alto” em seguida entrando no local.

Mais disparos podiam ser ouvidos, no segundo andar em um local que parecia ser bem iluminado por velas vê o atirador tentar adentrar um quarto e recuar em seguida, era aquele objeto novamente, felizmente o jovem de cabelo branco parecia ter conseguido desviar.

Ao se aproximar enfim o inimigo parecia se revelar enquanto saia do quarto, finalmente cara a cara com o maldito que havia golpeado de perto a mão do atirador o desarmando e em seguida dando um chute em cheio em sua barriga o fazendo ir ainda mais para trais, felizmente a aproximação do garoto não havia sido notada, o que fez seu ataque ser certeiro pegando em cheio por um poderoso gancho combinado com grande velocidade e aceleração.

Infelizmente aquilo não seria o suficiente nem mesmo para o fazer cair no chão, ele então recua para trás e em seguida parte para cima do garoto, infelizmente devido ao ambiente a voadora acerta diretamente em Kyo, “Hah!” Sonora sua boca ao ter sido acertado pela voadora tendo uma perca de ar momentânea.

Após se recompor e tentar se levantar é atingido novamente agora pelo objeto causando um corte não tão profundo em seu ombro esquerdo, “Hah!” Sonora novamente sua boca de dor, em seguida o alvo fala algo como se preparar em tom grave achando que iria intimidar o garoto e correr a seu encontro.

Naquele momento o alvo provavelmente se sentia seguro em atacar, mal ele sabia do que o jovem garoto era capaz, logo seu modo Beserker era ativado dando um grande grito intimidador na direção do alvo, “Haaaaaaaaaaaaaaaaaa!” isso já havia ocorrido em uma batalha anterior sua que parecia ser tão complicada quanto a atual, neste momento pouco importava a dor ou qualquer coisa em que o garoto estava sentindo anteriormente, a partir deste ponto ele não pararia até acabar com aquele cara.

Utilizando de sua Corrida, Aceleração, Luta de Rua, seu talento como Boxeador, e de sua Dupla Personalidade, uma nova lacuna de possibilidades seria aberta, e lá estaria sua técnica secreta, olhando para seu oponente com aqueles seus olhos que estranhamente estariam azuis, já que normalmente estão castanhos e então, sua risada seria amedrontadora naquele momento, “Blue Beast” diria a segunda personalidade, no entanto esta fala não poderia ser ouvida por ninguém além de Kyo, pois era uma fala interior que somente o garoto poderia ouvir.

Em seguida utilizaria finalmente de sua habilidade secreta que como nela mesmo é citado, seu usuário segue em direção ao alvo com uma risada amedrontadora e defere socos da esquerda para a direita e da direita para a esquerda, como só teria um alvo, descarregaria a técnica por completo no mesmo.

Em seguida utilizaria de acrobacias e pulos para se manter não tão distante a ponto de ficar na distância perfeita para o inimigo não o acertar com sua lamina nem tão perto para ser acertado corporalmente, caso visse alguma brecha no inimigo, utilizaria as paredes do corredor combando  com sua aceleração e acrobacia e tentaria uma aproximação forçada seguida de um Direto em seu rosto.

Funcionando ou não, o garoto tentaria novamente tomar distância utilizando de suas acrobacias misturadas com esquivas de boxe em zig e zag e em seguida voltaria para seu último ataque agora utilizando de esquivas em zig e zag e por fim ao chegar a uma distância considerável, aplicaria um Upper de baixo para cima tendo como alvo entre sua garganta e seu queixo.

Para finalizar o jovem garoto ficaria a uma distância considerável tentando priorizar combate direto caso fosse necessário, e utilizaria de acrobacia e das paredes e teto pulando caso fosse preciso para seu possível desvio de golpes tanto corporais quanto de suas armas lançáveis, defenderia utilizando suas mãos com manopla caso fosse necessário parar algum golpe certeiro ou lançamento de arma.

Técnica Utilizada:
 

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: O azul do infinito   O azul do infinito - Página 3 EmptyTer 26 Abr 2016, 03:12



Missão Concluída? Ou não?



Antes de adentrar no local, Kyo dá algumas ordens para Lin, e ela escuta perfeitamente, balançando a cabeça positivamente, além de soltar um vago e duvidoso - Tá... - Agora, no interior da construção, Kyo se envolve em um confronto direto com o alvo da missão, e inicialmente acaba saindo na pior, levando alguns danos. Porém, Kyo não se deixa intimidar e não mostra nenhum sinal de fraqueza, resiste as dores e eis que sua segunda personalidade toma o controle de seu corpo, mudando a cor de seus olhos para um azul chamativo e marcando sua chegada com um grito batalha. - Haaaaaaaaaaaaaaaaaa! - Mas não parece afetar muito o oponente, que avança imediatamente na direção do marinheiro, sem mostrar medo ou hesitação.

A segunda personalidade de Kyo, cita o nome de uma das suas técnicas secretas, embora ele fale apenas no seu interior. Assim o aspirante à sargento, parte para cima do inimigo, soltando uma risada ameaçadora. Ambos vão de encontro um com o outro, mas Kyo se mostra ter melhores reflexos, e já chega atingindo um poderoso soco da esquerda para e direita, na face do oponente, que se desestabiliza e acaba por levar os dois golpes seguintes, um vindo da direita e outro novamente da esquerda, todos atingindo bruscamente seu rosto.

- Baah! Ahh!!! -

Após ser atingido por todos os golpes, o oponente parece cambalear para trás, o que demonstra que os ataques não só surtiram algum efeito, como foram bem efetivos. Ele se agacha por uns instantes, mas Kyo não aproveita a oportunidade, ao invés disto se afasta, tomando uma distância segura, longe o suficiente para evitar a estranha arma de arremesso do inimigo e possíveis golpes físicos.

- Maldito... -

Ele se levanta, mostrando estar bastante furioso, abre os braços e começa à correr na direção de Kyo, ainda mantendo os braços abertos, o que deixa várias brechas em sua defesa. Vendo isto, Kyo parte para cima, usando de sua aceleração, e usa o local fechado ao seu favor, saltando, e usando a parede como propulsor, lançando-se na direção do oponente e desferindo um poderoso golpe de direita, que arranca não só a mascara, como também faz o oponente cuspir muito sangue e quase ser nocauteado. Porém, aquela era a oportunidade perfeita para o inimigo, Kyo estava perto o suficiente, então ele rapidamente se estabiliza, se jogando na direção do aspirante à sargento, agarrando à este com seus braços e usando o seu peso para derrubar à ambos no chão. Feito isto, Kyo não tem chances de usar suas acrobacias e nem se mover, visto que o oponente fica acima do mesmo, usando do seu peso para prender o marinheiro no chão.

- Morra! Morra! Morra! Morra! - Exclama, repetidas vezes, bastante eufórico, enquanto que desfere socos constantemente no garoto, sem dar espaços para contra-ataques.

Kyo usa suas mãos, protegidas pelas manoplas, para bloquear a maior parte dos ataques, mas seu bloqueio não é algo tão bem treinado, além de se encontrar em uma posição não muito favorável, na qual só pode tentar se defender. Acaba por ser atingido por alguns dos socos no rosto, três para ser mais exata, já que consegue defender-se do restante.

De repente, os golpes contra Kyo cessam. Quando Kyo tira as mãos da frente de seu rosto, vê o corpo do inimigo caindo que nem uma pedra. Encontra um pouco de dificuldade para retira-lo de cima, mas quando consegue, Kyo nota que foi o atirador que acertou a nuca do criminoso, com um pedaço de madeira, que provavelmente encontrou nos arredores, porém, o sujeito ainda se encontra vivo, o golpe só teve força o suficiente para desmaia-lo temporariamente.

Kyo sente sua face doer, além de outras partes do seu corpo, como tórax e costas, mas ao menos está "inteiro", por assim dizer.

- Então... É só isto? - Questiona o atirador, pouco depois adicionando mais uma questão. - Só amarra-lo, prender as mãos e leva-lo para o quartel agora? -

Enquanto Kyo possivelmente vai respondendo ou pensando, o atirador aproxima-se do corpo do criminoso, vira ele, checando sua face, na qual não há nada que chame muita atenção. Então começa à checar os bolsos procurando algo que sane sua curiosidade, eis que encontra um pedaço de papel, do qual começa à ler em silencio.

- Há um endereço marcado neste papel. Eu vou verificar o que tem no local, enquanto você leva este ai para o quartel. - Diz, levantando-se e guardando o papel no bolso. Mas desta vez, ele não sai de imediato, aguarda Kyo dizer o que pensa, o que já é algum começo. Ele também mostra sinais de cansaço, está bem suado, assim como Kyo, mas tenta não deixar isso tão aparente. Volte e meia aproxima a palma da mão de sua barriga, o que indica que a dor do chute que recebeu a pouco, ainda se faz presente.

Fica para Kyo decidir qual será o próximo passo à tomarem. Estaria Lin ainda do lado de fora da construção? E por onde Nila estaria andando? A missão teria em fim chego ao fim? Muitas perguntas ainda permanecem sem resposta, mas o progresso é algo notável e talvez o fim da missão, de fato não esteja tão longe.


Off:
 

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MensagemAssunto: Re: O azul do infinito   O azul do infinito - Página 3 EmptyTer 26 Abr 2016, 18:09


Finalizando a Captura

A missão parecia se encaminhar para seu momento mais conflitante e o garoto estava prestes a adentrar naquele local ao qual nunca havia visto antes, no entanto antes de sua entrada resolve dar algumas ordens a Lin para que ela tomasse cuidado e manter por perto e em último caso gritar bem alto.

Logo após era hora de adentrar na construção, passadas algumas situações o jovem garoto se vê em um confronto direto com o alvo da missão, inicialmente acaba não surtindo um efeito muito agradável chegando a levar alguns danos, porem somente isto não seria suficiente para o parar.

Não ligando para a intimidação do inimigo e resistindo as dores eis que surge sua derradeira segunda personalidade, ela toma o controle de seu corpo e em meio a essa mudança repentina os olhos do garoto se tornam azuis, a chegada daquela segunda personalidade é marcada por um grito de batalha.

O grito em si não parecia afetar o alvo ou qualquer coisa do tipo, mas isso não importava para aquela personalidade.

A segunda personalidade então em dado momento cita o nome de uma de suas técnicas secretas, não era possível entender o que era dito pois era algo dito em seu interior partindo assim para cima do inimigo enquanto soltava de sua boca uma risada ameaçadora, uma batalha então começa.

Kyo devido a ter melhores reflexos consegue chegar atingindo o alvo com um poderoso soco da esquerda para a direita em sua face, o alvo pareceu se desestabilizar naquele momento que foi o que acarretou nos dois golpes seguintes conseguirem o acertar em cheio, o alvo parecia ter sentido bem aqueles golpes.

Infelizmente aquilo não parecia ser o suficiente, uma oportunidade havia surgido com aquele ataque, mas ao invés disto prefere se afastar, o garoto em seguida o vê se levantando, ele parecia estar bem furioso, eis que vem novamente em direção ao garoto mantendo seus braços abertos, o que por sinal seria seu grande erro já que sua defesa estaria aberta.

Percebendo tal ato eis que o garoto vai pra cima do mesmo novamente, utilizando sua aceleração e o local utiliza de saltos lança um poderoso golpe de direita tendo a parede como propulsor, o golpe havia sido tão potente que acabou arrancando a máscara e o fazendo cuspir bastante sangue no chão, infelizmente o mesmo acabou agarrando o garoto e utilizando seu peso para fazer ambos caírem no chão.

Enquanto estavam lá os dois, o inimigo dizia algumas palavras enquanto dava muitos socos no garoto Kyo, mesmo utilizando a manopla para se defender, alguns socos passavam e acertavam o garoto, “Hah... Hah... Hah...” exclamava da boca de do garoto enquanto levava os três socos em seu rosto, mas consegue se defender do restante.

Então do nada os golpes cessam, quando o garoto enfim tira as mãos da frente de seu rosto que tanto protegia, percebe que o alvo havia caído, estava que nem uma pedra mas o garoto com algum esforço conseguiu rapidamente o tirar de cima dele, ao perceber que tinha sido o atirador a acertar o alvo com um pedaço de madeira pensa, “Nada mal...”, o alvo ainda se encontrava vivo e desmaiado.

O garoto então toca em sua face enquanto sua cara faz uma feição de dor, aquele cara havia acertado bem o garoto com aqueles socos, o sujeito de cabelos brancos em seguida questiona ser só aquilo para fazer, naquele momento o garoto responderia, “Esse cara era a missão”, em seguida faz um novo questionamento.

Neste momento o jovem garoto responderia, “Sim, temos de amarra-lo, mas antes disso...” começaria a revistar o corpo do mesmo, retiraria tudo quanto é objeto cortante ou arma que ele estivesse carregando minuciosamente e os guardaria consigo em algum lugar que não o prejudicasse, faria uma checagem geral em lugares óbvios e não tão óbvios como dentro de seu calçado/bota ou o que estivesse utilizando no pé, seria sempre com cautela para que prevenisse algum movimento desnecessário seu, e caso isso ocorresse desviaria para a esquerda, direita, para trás ou defenderia.

“Tem alguma corda ou algo do tipo para amarrarmos ele?” perguntaria o garoto após revistar em procura de objetos cortantes, caso fosse dito que sim o ajudaria a amarrar de forma a tirar qualquer movimento possível do inimigo, caso não tivesse procuraria algum ali mesmo dentro daquele local até achar e amarraria o alvo junto ao garoto de cabelo branco.

Perceberia então que o garoto de cabelo branco havia achado um tipo de papel, ouvia ele dizer algo sobre verificar um local enquanto o garoto levaria o alvo para o quartel, “Muito bem, se você acha que é importante pode ir, além disso, te darei um objetivo extra, ache o restante do grupo” diria o garoto, utilizaria então de todas as suas forças para  levantar o corpo do alvo abatido e inconsciente o erguendo do chão, em seguida o colocaria de forma a conseguir o carregar e em seguida sairia com o mesmo daquele lugar.

Caso encontrasse com Lin na saída diria, “Vamos voltar para o QG” utilizaria então de sua Genialidade e Noção exata do tempo saber mais ou menos que horas seria e para encontrar um caminho seguro e sem contratempos para chegar ao QG, caso não conseguisse encontrar Lin, continuaria assim mesmo a ir ao QG com o máximo de precaução possível.

Ao conseguir encontrar o QG entraria e iria de encontro a algum de seus superiores, de preferência o que havia dado a missão ao seu grupo e não aquele cara que o jovem havia sido alertado no lugar de treinamento do QG, em seguida falaria, “Alvo capturado com sucesso”, caso fosse falado algo sobre os integrantes diria, “Houve alguns contratempos e um integrante do grupo teve de ir analisar um local e aproveitar para procurar e se juntar ao restante do grupo e vir para cá”.

Em seguida caso fosse pedido colocaria o alvo em uma cela de prisão e em seguida entregaria todos os seus objetos cortantes como armas e afins para algum de seus superiores e em seguida iria para algum lugar para algum lugar como a cantina ou o lugar de treinamento os esperar, mas antes procuraria algum lugar onde algum médico pudesse tratar seus ferimentos de alguma forma enquanto pensaria, “Finalmente aquele maldito teve o que mereceu”.

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: O azul do infinito   O azul do infinito - Página 3 EmptyQua 27 Abr 2016, 08:00



De Volta ao Quartel



O confronto contra aquele inimigo chega ao fim. Um claro bom trabalho da parte de Kyo e do atirador. Agora, com o oponente inconsciente, as coisas enfim se tranquilizam. Kyo responde à ambas as questões levantadas pelo jovem de cabelo branco.

- Esse cara era a missão... Sim, temos de amarra-lo, mas antes disso... -

Com essa pequena pausa que dá, Kyo começa à checar o sujeito, retirando todas suas armas, o que se mostram ser bastantes, já que ao fim da checagem, junta por volta de 7 kunais. Agora, sem mais nenhum tipo de armamento escondido, o oponente encontra-se neutralizado, então Kyo segue com seu plano.

- Tem alguma corda ou algo do tipo para amarrarmos ele? -

- Não. -

Mas a ausência de uma corda não dura muito, já que logo Kyo encontra uma no cômodo mais próximo, um lugar em reforma, cheio de madeira, materiais de construção e cordas espalhadas. Após um bom trabalho, em amarrar o alvo da missão, Kyo escuta o que o atirador diz e logo dá sua resposta.

- Muito bem, se você acha que é importante pode ir, além disso, te darei um objetivo extra, ache o restante do grupo -

- Tsc... Certo, certo! - Ele não perde tempo e retira-se do local, à passos acelerados.

Kyo acaba por ficar sozinho com o criminoso, e apesar de encontrar dificuldades em erguer o corpo do mesmo, após um pouco de esforço, consegue, saindo da construção, onde do lado de fora, encontra-se com Lin.

- Vo-você está bem?!? - Pergunta, espantada com o estado de Kyo.

- Vamos voltar para o QG -

Ela balança a cabeça positivamente, e assim, ambos seguem pelas ruas ainda escuras. Kyo nota agora são 1:35, e obviamente as ruas encontram-se tão vazias quanto antes. O garoto não faz a mínima ideia de onde encontra-se o quartel, mas por sorte Lin está ali e conhece a cidade, passando a guia-los, em uma breve caminhada, na qual termina diante do quartel.

Os sentinelas abrem os portões ao notarem a chegada de Kyo e de Lin, o quartel apresenta muita pouca movimentação devido ao horário, mas ao chegar na recepção, se depara com um sargento, um que ainda não conhece, possuidor de um cabelo bastante comprido e preto, além de um rosto relativamente jovem, mesmo não sendo. Ele usa um tipo de crachá, que o intitula de sargento.

- Alvo capturado com sucesso -

- Você deve ser o garoto que o tenente citou. Bom trabalho. Irei informar ele. - Ele faz um sinal, chamando alguns marinheiros que estão nas proximidades. - Levem este para as celas. - Dando assim, finalmente um pouco de descanso para Kyo, que antes, entrega todas as armas cortantes que coletou anteriormente. O criminoso é levado pelos marinheiros, ainda desmaiado.

- Ferimentos... Deixe-me ver... -

Lin praticamente obriga Kyo à sentar-se em um assento da recepção, enquanto revela um algodão, no qual ela molha em um líquido e começa à passar no rosto do jovem. Provoca uma certa ardência no inicio, mas nada muito grave que não possa aguentar. Logo o sargento de antes retorna. - Quando o restante do grupo chegar, o tenente quer que você vá até a sala dele, prestar um relatório verbal da missão. - Passado o recado, ele retira-se. E Lin continua tentando tratar dos ferimentos de Kyo, se mostrando bastante atenciosa, mesmo tendo uma personalidade tão reservada.

Minutos se passam, e só então Lin terminar de tratar dos machucados de Kyo, mostrando possuir boas habilidades médicas, mesmo sendo apenas uma recruta. Eis que o atirador surge na recepção, ofegante e sozinho. Com bastante pressa, ele aproxima-se de Kyo e começa à falar.

- Aconteceu uma coisa inesperada... Eu fui no endereço indicado, e notei uma casa. Lá eu encontrei Nila, mas ela não foi muito amigável, assim que eu apareci, ela me atacou do nada, e fugiu, eu até tentei impedi-la, mas não consegui... A casa estava toda destruída, havendo diversos papéis sobre marinheiros espalhados por todo canto. Eu não sei o que Nila tem haver com tudo isso, mas eu acho que ela não contou todo sua história, ontem, no refeitório. -

Terminando de dizer tudo, ele se senta em uma cadeira, se mostrando bem cansado. Se o que o atirador diz estiver correto, o grupo agora se resume à eles três, e Kyo já pode ir ver o tenente, mas antes precisa pensar no que irá falar, pois há mais por trás daquilo, do que um simples criminoso que ataca marinheiros por diversão. E isso pode ser facilmente percebido, ainda mais pelo fato de Kyo ter uma inteligência avantajada.

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MensagemAssunto: Re: O azul do infinito   O azul do infinito - Página 3 EmptyQua 27 Abr 2016, 19:12


Missão Completa

O confronto enfim havia acabado, por mais que o garoto ainda não se desse muito bem com o cara do cabelo branco, os dois tinham feito um bom trabalho, no fim o oponente havia acabado ficando inconsciente devido a uma pancada levada pelo jovem de cabelo branco.

Então eis que o jovem de cabelo branco começa a questionar sobre a missão, naquele momento o garoto já estava muito cansado, mas mesmo assim responde que o alvo era a missão, em seguida após outra pergunta sobre amarrar o inimigo o garoto logo responde que sim, deveriam o amarrar, mas que primeiro deveria fazer algo.

Começa então uma checagem do que havia com o inimigo, o garoto consegue pegar praticamente tudo o que estava com o alvo tendo no fim da checagem por volta de 7 armas que o garoto não conhecia direito o que eram.

Por fim o inimigo estava totalmente neutralizado, “Uff, e pensar que esse maldito tinha tanta coisa guardada” pensaria o garoto ao término da checagem, o plano a seguir seria algo que o jovem mesmo havia dito anteriormente em um de seus questionamentos sobre o que fazer com o alvo.

Uma corda seria necessária para que pudesse ser amarrado, o garoto não tinha consigo uma corda, muito menos algemas para prender o alvo, “Merda, tenho que lembrar de conseguir algo para prender esses bandidos” pensaria por um momento injuriado por não ter nada do tipo naquele momento.

O garoto então perguntou ao cara de cabelo branco se havia com ele alguma corda para que pudessem amarrar o inimigo, infelizmente ele não tinha, como o garoto também não tinha o jeito era procurar alguma  em algum lugar por ali, havia ali por perto um cômodo que parecia estar em reforma, por sorte o garoto acabou encontrando, “Ainda bem que encontrei, seria complicado levar esse cara sem estar amarrado” pensaria de certa forma aliviado por ter encontrado.

Enquanto amarrava o alvo, o garoto escuta então o que o jovem de cabelo branco tinha a dizer sobre ir a algum lugar, dava para perceber que ele segurava um papel, provavelmente havia checado enquanto o garoto tentava achar uma corda para amarrar o alvo, o jovem garoto então diz que estaria tudo bem em ele ir, além disso o daria uma missão extra de achar o restante do grupo.

Se deu para perceber então que agora o jovem de cabelos brancos parecia ouvir o que o garoto falava, parecia ser um grande avanço, “Sabia que cedo ou tarde esse cara ia acabar me ouvindo” pensaria o jovem por um momento enquanto vê o garoto de cabelo branco tomar distância dele e do alvo.

O garoto precisava erguer o criminoso para o levar consigo para o QG, em certo momento se teve um pouco de dificuldade em fazer isto, no entanto com um pouco de esforço acabou sendo possível e em seguida começou a sair daquele lugar.

Por sorte não havia acontecido nada com Lin e ela estava o esperando do lado de fora, ao perguntar se o garoto estava bem, acabou não sendo respondida devidamente e o garoto apenas disse que eles iriam voltar para o QG naquele momento, percebia em seguida que ela havia balançado a cabeça positivamente.

Seguindo pelas ruas escuras o garoto utilizava de sua noção exata do tempo, “Hum... deve ser por volta de uma e trinta e cinco agora” pensaria o garoto enquanto andava referente a quantas horas seria, as ruas ainda pareciam bem vazias e o garoto não sabia por onde ir por não conhecer a cidade tão bem.

Por sorte Lin estava com ele, ela parecia conhecer bem a cidade, sendo assim ela passa a guiar pelo caminho, no fim após andar um pouco os dois se encontram de frente para o QG, enquanto o garoto chegava ele percebia que os portões iam se abrindo como se tivessem notado a chegada do garoto.

Dentro do quartel era possível notar pouca movimentação, “Hah, deve ser pelo horário” pensaria o garoto ao perceber a pouca movimentação, ao chegar a recepção logo se deparou com um Sargento, esse era desconhecido, sua aparência era de cabelo bem comprido e preto e rosto relativamente jovem, mas por alguma razão parecia não ser o que era aos olhos do garoto e por fim um crachá que constatava e ele ser o Sargento.

O garoto então disse que o alvo havia sido capturado com sucesso, em seguida aquele Sargento disse que o Tenente havia o citado seu nome em algum momento, “Espero que tenha dito coisas boas sobre mim” pensaria naquele mesmo instante, logo após continuaria a ouvir o que ele tinha a dizer, logo ele disse algo como bom trabalho e em seguida faz um sinal chamando alguns marinheiros e em seguida os diz para o levar para uma cela.

Finalmente o jovem garoto teria um pouco de descanso, Lin então puxa Kyo para um lado onde ele pudesse sentar em um dos assentos, “Ei ei ei calma ai, ai” diria o jovem garoto naquele momento onde parecia arder um pouco enquanto ela passava aquele tipo de pomada em seu rosto enquanto o garoto esperava que fosse dito algo.

Eis que o Sargento retorna e diz que quando o restante do grupo retornasse, o Tenente queria que o garoto fosse a sua sala prestar algum tipo de relatório verbal sobre a missão, em seguida após o recado ser passado ele rapidamente se retira, enquanto isto Lin continua a tratar os ferimentos do garoto, ela parecia se mostrar bastante atenciosa naquele momento mesmo sendo uma pessoa bem reservada, o garoto ainda fazia uma cara de dor quando doía um pouco.

Após bastante tempo Lin enfim termina de tratar o garoto e seus machucados, ela parecia ter boa habilidades médicas e o garoto percebe isto na hora, então o atirador de cabelos brancos enfim aparece, ele parecia estar ofegante e o garoto percebeu naquele momento que ele estava sozinho, “Droga, o que será que aconteceu?” pensaria o garoto naquele momento.

O garoto então começa a ouvir o que ele tinha a dizer, falava sobre algo inesperado, havia uma casa no endereço indicado, Nila estava lá e não tinha sido muito amigável, e que ela tinha o atacado e fugido, o lugar estava todo destruído e que havia papéis sobre marinheiros espalhados por todos os cantos, “Me pergunto se ela está sendo influenciada ou está fazendo isso por vontade própria” pensaria o garoto e em seguida continuaria a ouvir o que ele tinha a dizer falando sobre ela não ter contado toda a sua história no dia anterior no refeitório.

“O que eu faço agora nessa merda? Dois integrantes estão aqui comigo, uma idiota resolveu se rebelar e atacou um integrante do grupo, isto é, se esse cara estiver falando a verdade, ele não me disse nem o nome” pensaria o garoto enquanto ainda estava sentado, “A que se dane, não é problema meu, a missão era só caçar um cara e ela está completa, e ela tá completa” finalizaria seu pensamento enquanto se levantaria decidido a entrar na sala para começar seu relatório, mas antes diria, “Lin, veja se o garoto de cabelos brancos precisa de alguma ajuda com algum ferimento” em seguida daria um passo em direção a porta e então se lembraria, “A, quase me esqueci, você ainda não me disse seu nome, e estou muito curioso para saber qual é, então diga-me, qual seu nome?” Terminaria perguntando isto, em seguida esperaria o suficiente para que ele pudesse dizer e em seguida dizendo ou não seguiria entrando na sala do Tenente.

Abriria a porta e em seguida ao entrar a fecharia, de frente para o Tenente bateria continência e em seguida se aproximaria um pouco mais, caso fosse pedido para que ele sentasse ele o faria, caso não fosse pedido ele o faria em pé mesmo.

“A captura do criminoso que estava atacando e matando alguns marinheiros foi um sucesso, na medida do possível quase todos do grupo ajudaram com o que podiam, o atirados com sua boa percepção ajudou a encontrar rapidamente o alvo e a imobilizá-lo, Lin mesmo não tido participado da luta ajudou com os ferimentos, ela parece possuir talento para isso, quanto a mim, ajudei o atirador a mobilizar o alvo, ele não parecia ser tão forte, como dito na página que me foi entregue e constatado por mim, sua habilidade era se manter no escuro e atacar de longe utilizando lâminas que eram lançadas no alvo e que faziam cortes e eram puxadas novamente por ele, cheguei a ser cortado algumas vezes por elas, felizmente nenhum corte foi grave” terminaria então o seu quase completo relatório, mas não pararia por ali.

“Você deve estar se perguntando o porquê de eu não ter mencionado a segunda integrante mulher do grupo chamada Nila, eu não a mencionei pois em nenhum momento da missão ela esteve junto ao grupo, não sei dos detalhes mas o atirador foi até um local e disse ter a encontrado, além disso ele disse que Nila havia tentado o atacar sem motivo e em seguida fugido, sinceramente eu não faço a mínima ideia do que pode ter acontecido, sugiro que você converse com o atirador do grupo para saber mais detalhes do que pode ter ocorrido” em seguida por fim terminaria seu relatório por completo apenas esperando então que o Tenente falasse algo.

Histórico:
 

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