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 Uma gata, conhecida como assassina

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MensagemAssunto: Re: Uma gata, conhecida como assassina   Uma gata, conhecida como assassina - Página 4 EmptyQui 07 Abr 2016, 20:39


William morto, Jasmim havia dado suas últimas palavras e estava à beira da morte. Mas não iria deixar nenhuma chance de ela poder levantar, então me aproximaria e para garantir que ela ficaria morta, viraria o corpo da mulher e passaria a faca na garganta dela. Garantindo assim que ela realmente estava morta. Depois levantar-me-ia e iria para perto de Alex. Olharia bem para a garota enquanto pensava no que ela havia acabado de falar.

- Eu quero que sua mãe saiba que eu fiz isso. Você ainda pode fingir que fui eu quem te feriu desse jeito. Assim estará salva – Diria de forma calma e séria, como se eu estivesse assumindo a culpa por quebrar algo, mesmo que a situação fosse bem mais complexa – Eu quero que saibam quem é a culpada por isso. Quero que marinheiros saibam que estão sendo caçados e sintam-se como eles fazem os criminosos se sentir. Amedrontados, como presas.

Levantaria e caminharia em direção a janela da qual a garota estava se referindo, guardaria meu outro sai e a faca nos mesmos locais onde havia os escondido antes da batalha. Realmente já era noite e a escuridão tomava conta de toda a rua, conseguiria fugir facilmente pela mesma, ainda mais com minhas habilidades felinas. Olharia para Alex novamente, a garota estava acabada, fraca. Quase fiquei com pena, mas não era um tipo de sentimento que eu sentia muito frequentemente então logo sumiu e foi preenchido com o prazer de meu sucesso.

- Alex. Eu cumpri minha promessa. Espero que você possa ser livre – Olharia para a janela e a abriria. Ficaria olhando para a rua – Não se esqueça. Eu fiz tudo isso. Incluindo te feri. Ganhe tempo para mim e ao mesmo tempo, garanta que saibam de mim. Obrigado por tudo.

Colocaria a cabeça para fora da janela e olharia calmamente para todos os lados para ver se alguém passava pela rua ou por perto da casa, meus olhos então assumiriam uma coloração vermelha na íris do olho, sinal de que minha visão noturna estava ativada. Em seguida, olharia a altura em que estava e procuraria por meios de descer. Se não fosse tão alto, pularia sem medo flexionando bem minhas pernas ao chegar no chão, amortecendo o impacto, mas se a altura fosse maior de 5 metros de altura eu não pularia. Se fosse mais de 5 metros, procuraria por uma arvore ou um cano pelo qual pudesse escorregar, caso não achasse um cano, procuraria por tijolos desregulares que poderiam me permitir escalar para baixo. Se nada encontrasse, eu procuraria por um arbusto bem cheio no qual eu poderia pula e amortecer minha queda, ferindo-me um pouco, talvez arranhões ou pequenos hematomas que melhorariam logo.

Ao chegar no chão, sairia pela rua, evitando locais mais movimentados. Entraria em becos ou qualquer região escura e estreita pela qual eu poderia passar com certa facilidade. Meu objetivo agora era me afastar da casa e procurar um local onde pudesse trocar de roupas e me limpar, visto que estava cheio de sangue. No fim havia deixado o livro de receitas para trás, junto com os utensílios de cozinha. Mas acho que era melhor dessa forma, pois não estaria carregando tantas coisas que poderiam me atrasar.

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MensagemAssunto: Re: Uma gata, conhecida como assassina   Uma gata, conhecida como assassina - Página 4 EmptySex 08 Abr 2016, 20:32

Qual é a Primeira Regra do Clube?


Niyah queria se certificar de que Jasmin seria uma marinheira a menos neste mundo, então, a felina vira o corpo de Jasmin e passou a lâmina pelo pescoço, provocando um vazamento de sangue lento. Após confirmar a morte da marinheira, a jovem mink levantou-se e aproximou-se de Alex.
- Eu quero que sua mãe saiba que eu fiz isso. Você ainda pode fingir que fui eu quem te feriu desse jeito. Assim estará salva – disse Niyah calmamente – Eu quero que saibam quem é a culpada por isso. Quero que marinheiros saibam que estão sendo caçados e sintam-se como eles fazem os criminosos se sentir. Amedrontados, como presas.
- Irei me certificar que isso acontece... - disse Alex com um sorriso fraco.
- Alex. Eu cumpri minha promessa. Espero que você possa ser livre - continuou Niyah abrindo a janela - Não se esqueça. Eu fiz tudo isso. Incluindo te feri. Ganhe tempo para mim e ao mesmo tempo, garanta que saibam de mim. Obrigado por tudo.
- Foi um prazer trabalhar contigo, gatinha… - disse Alex num tom cansado e acabado – Mas espero que não nos encontremos tão cedo, nada pessoal…
Niyah pôs a sua cabeça fora da janela e, assim que o fez, a íris de seus olhos começaram a ganhar a coloração vermelha. Algumas pessoas passavam por perto da casa, a maioria jovens em grupos de quatro ou cinco. A altura a que a felina se encontrava parecia ter cerca de 7 metros, e como não havia como descer de forma segura, Niyah saltou para um arbusto e apenas saiu com uma pequena dor passageira na perna, uns pequenos rasgões nas meias e arranhões pelo corpo.
A jovem mink afastou-se da casa o máximo que conseguiu, evitando os locais que parecia mais movimentados por cerca de 10 minutos, até que chegou ao que parecia ser o fim da cidade. Niyah conseguia escutar água corrente, que parecia ter origem numa zona mais afastada da cidade; as casas eram de menor qualidade e menores, haviam mais becos e mais bêbados. Dois deles estavam a lutar de tronco nu. As técnicas deles eram curiosas, não usavam qualquer tipo de “regra”, o ataque poderia ser uma cabeçada, uma cotovelada ou uma joelhada, mas eram sempre certeiros. Até que um deles caiu.
- HAHAHAHA! – riu-se o bêbado caído – Parece que o capitão pagará mais uma rodada amanhã!
- Não se sinta mal – disse o outro bêbado num tom sarcástico – eu só vou pedir a bebida mais cara da taverna!



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MensagemAssunto: Re: Uma gata, conhecida como assassina   Uma gata, conhecida como assassina - Página 4 EmptySex 08 Abr 2016, 22:35


Pular no arbusto foi um pouco dolorido, mas não tanto quanto seria se tivesse saltado diretamente na terra ou concreto. Agora minhas pernas doíam devido ao impacto do salto, mas nada que me impedisse de andar ou algo do tipo. Não sei quanto tempo caminhei, mas logo estava quase fora da cidade, uma região que eu poderia chamar de subúrbio, com casas mais simples e precárias. Ao longe pude ouvir agua correndo o que indicava que perto dali existia um local onde eu poderia me banhar, mas isso era fora da cidade. Estava prestes a tomar a decisão de seguir por aquela região, mas então minha atenção fixou-se em dois bêbados que lutavam em um canto logo ali. Eles lutavam sem seguir nenhuma regra, nada de postura, nada de apenas chutes, uso de armas ou não. Um estilo de luta sem nenhuma regra que chamou minha atenção. E então segui em direção aos dois homens, queria aprender aquilo. Sabia o básico do básico. Chutes e socos, mas mesmo assim não era meu foco. Notei que seria uma habilidade que seria muito útil de se ter para o futuro.

-- INICIO DA APRENDIZAGEM DE LUTA DE RUA --

Aproximei-me dos homens, a luz na rua era fraca o que fazia com que para eles fosse mais difícil de enxergar do que para mim, já que eu enxergava muito bem durante a noite. Um dos homens continuava caído quando cheguei ao lado de seu colega. Sorri obviamente de forma falsa, mas ambos estavam tão bêbados que apenas sorriram de volta. O que estava no chão continuou no chão, apenas me olhando de forma pervertida.

- O que uma gata como você faz por aqui a essa hora da noite? – ele sorriu novamente e mordeu os lábios. Mostrava-se ter algum interesse em mim, mas em algo que não estava disposta a permitir.

- Gostaria de aprender como lutar da forma que vocês dois estavam fazendo. – dizia, colocando as mãos para trás, forçando ainda mais o sorriso para parecer fofa.

O homem no chão parecia que iria levantar e me agarrar, mas logo foi impedido pelo seu companheiro que havia ganhando a batalha e que aparentemente estava um pouco mais sóbrio que o homem que o mesmo chamava de capitão.

- Capitão! Eu cuido dela. Você deve descansar.

O homem estava prestes a soltar alguma reclamação, mas então o bêbado que estava em pé aplicou-lhe um chute no nariz, fazendo-o sangrar e continuar ali no chão por mais tempo. Obviamente fiquei muito feliz com a situação, então aproximei-me do homem que continuava em pé, aos poucos fui recuperando minha feição séria, dando tempo para que ele colocasse seu capitão encostado em uma das casas. O homem de cabelos mais arrepiados virava-se para mim. Ele estava meio cambaleando e suas pupilas dilatadas, mas ainda conseguia ficar de pé e não falar tão embaralhado quanto o outro.

- Então...você quer... aprender a lutar... sem regras... – dizia de forma mais pausada. Colocou ambos seus braços na frente do corpo, sem ser em uma posição definida – Simples...soque, chute, dê joelhadas, bata com a cabeça. Use o que precisar. Afinal, no gueto... o que importa e sair vivo depois da luta.

Decidi não pegar meus sais, iria tentar partir para cima dele sem nenhuma arma, afinal esse era o intuito de estar ali com aqueles bêbados, pois não queria estar. Mas eles tinham algo que eu queria, então eu tentaria lutar com ele. O homem parecia impaciente, como se quisesse acabar com aquilo logo. Foi então que ele correu, começou a vir para cima de mim. Cambaleava um pouco, mas não deixava de ser rápido. Sem esperar que ele viesse naquela velocidade, apenas cruzei meus braços a ponto de conseguir me defender do soco do mesmo. Porém o homem não parou, ele logo em seguida virou o próprio corpo e aplicou um chute na lateral esquerda de meu corpo, fazendo com que eu caísse para minha direita no chão. Sem esperar que eu levantasse ou reagisse, o homem começou a me chutar no chão. Fui atingido por dois chutes, mas então reagi rapidamente, rolando para o meu lado esquerdo e então levantando. Eu estava surpresa, mesmo bêbado a velocidade do homem era incrível. Meu corpo agora estava dolorido, mostrando sinais de cansaço não só da luta que tinha agora, mas também da anterior, mas eu tinha que terminar aquilo que eu havia começado.

- Você é muito bom. Estou surpresa.

- Eu... ainda posso mais, posso... te vencer... e você terá que me pagar uma cerveja... e terá que realizar ... desejos do meu capitão.

- HAHAHAHAHAHAHAHA – ri de forma forçada – Nem pense nisso.

Parti para cima dele. Sem ter que respeitar regras eu poderia simplesmente ter pego meus Sais e faca para acabar com ele. Mas eu não o faria, pois isso não me faria aprender nada. A primeira coisa que fiz então foi aplicar um soco no rosto de homem que quase desviou. O soco fez com que o corpo dele inclinasse para o lado esquerdo, visto que dei o soco na bochecha, usando meu braço direito dominante. Mas o bêbado de cabelo espetado, não desistiu, tentou acertar com seu joelho esquerdo meu abdômen, mas eu o impedi, bloqueando o golpe com o mesmo braço usado no golpe. Rapidamente rodei meu corpo para meu lado esquerdo e com minha panturrilha acertei as costelas dele, fazendo-o cair para o lado oposto do que estava anteriormente. Agora de joelhos ele tentou me aplicar uma rasteira, que acertou minha perna, fazendo-me perder o equilíbrio e começasse a cair para frente, porém antes de chegar ao chão, acertei-o na cabeça fazendo-o cair no chão e desmaiar.

Ele não estava morto e o golpe não havia sido muito forte, visto que ele possuía mais experiência do que eu, mas ele havia desmaiado. Provavelmente por causa de ter bebido demais e depois ido lutar, balançando o corpo demais e perdendo a consciência. Levantei e fiquei olhando-o por algum tempo. Havia aprendido o básico. Lutar com tudo que eu pudesse. No futuro poderia usar isso de tantas formas. Puxei o corpo do homem e o coloquei logo ao lado de seu companheiro. Mas não o deixei, eu o esperaria acordar para agradecer, pois havia aprendido isso com minha mãe. A sempre agradecer as pessoas que te ajudarem.

Enquanto o homem continuava adormecido devido ao excesso de bebida e exercícios, eu decidi ficar ali praticando algumas coisas, no ar mesmo. Comecei com socos, pratiquei-os de formas diversificadas, tentando primeiramente socos retos, depois socos vindos pelos lados, depois vindos de baixo e por cima. Tentava aplicar diferentes níveis de força no ar para ver os efeitos e sentir a pressão que aquilo tinha sobre meu próprio corpo. Pratiquei também algumas cotoveladas vindas de direções diferentes. Fazia isso para entender meu próprio corpo e o que eu poderia fazer. O tempo aproximado disso foi de 30 minutos. Senti suor vir escorrendo pelo meu rosto já, mas nada dos dois bêbados acordarem, então comecei a praticar chutes. Para isso abusava de minha flexibilidade que me permitia atingir chutes a alturas maiores de 90 graus com minhas pernas, tentei uma grande variedade de tipos de chutes. Baixos, retos, altos, mirando na altura do queixo, estomago, joelhadas, até tentei saltar e chutar, visando acertar chutes vindos de cima, voadoras. Uma grande variedade. Demorou por volta de mais 30 minutos novamente e então decidi parar, sentando ao lado de ambos os homens. Cinco minutos depois o homem que havia batalhado comigo levantou-se assustado e ao me olhar, ficou confuso.

- O que aconteceu?

- Você desmaiou. Coloquei-o no canto e fui praticar algumas coisas que vi você e seu amigo fazerem no curto período da batalha de vocês que vi. Também pratiquei coisas que lembrei de ter visto outras pessoas fazerem.

Levantei-me e o outro homem acordou. Ele parecia confuso e meio irritado, mas eu apenas o ignorei. Levantei-me e fiz uma pequena reverencia junto de um obrigado não muito alto. O homem com quem eu havia lutado balançou a cabeça de forma positiva e olhou para seu amigo que não estava nada feliz. Eu apenas peguei e me afastei de ambos.

-- FIM DO APRENDIZADO DA PERICIA LUTA DE RUA –

Eu estava cansada, aprender coisas novas ainda mais quando exigem esforço físico cansam, somado ainda ao com o cansaço da luta. Eu precisava descansar, então decidi seguir rumo ao som de agua corrente que eu havia ouvido antes de ir ter minha lição com os dois bêbados.

Assim que chegasse no rio, lago ou cachoeira que estava ouvindo, eu me despiria de todas as minhas roupas e entraria na agua. Passaria minha mão de forte me minha pele, para esfregar e remover todo o sangue que William e Jasmim em meu corpo, dando prioridade em limpar minha preciosa calda. Estava cansada, mas higiene era prioridade. Aproveitaria e faria minhas necessidades fisiológicas ali mesmo, pois limpar o intestino e bexiga eram essenciais para tudo. Minha sorte foi ter comido comida descente na casa de Alex, o que fez com que eu não sentisse tanta fome assim. Queria comer uma laranja, mas achei melhor guarda-las para o dia seguinte, visto que não sentia tanta necessidade assim de ingeri-la agora. Ao sair da agua, colocaria minha calcinha e sutiã de volta. Pegaria meu sais e faca e passaria na agua para limpar o sague das minhas vítimas, depois pegaria e lavaria minhas roupas. Assim que as tivesse deixado limpas ao máximo que pudesse, as colocaria abertas perduradas na arvore ou arbusto mais próximas, para que secassem. Se não tivesse arvore ou arbusto, colocaria sobre uma pedra, se não a pedra encontrasse, colocaria tudo no chão.

Feito tudo que podia para manter minhas roupas limpas me prepararia para dormir. Na arvore mais próxima me encostaria fecharia meus olhos e dormiria. Se não fosse na arvore, o faria na pedra, se não fosse na pedra deitaria no chão. Seria bem desconfortável, mas ao menos eu recuperaria minha energia. Também colocaria minhas armas bem próximas ao meu corpo. Sentaria em cima da faca, que estaria em sua bainha e não me cortaria. Para os sais enfincaria um de cada lado de meu corpo, na terra do local onde eu estaria dormindo, assim se precisasse agira rápido durante a noite eu poderia, mas esperava poder descansar em paz. Mesmo assim manteria minha audição atenta para qualquer coisa fora do normal e suspeita, mas fecharia meus olhos e dormiria ali mesmo, quase da forma que havia vindo ao mundo.

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MensagemAssunto: Re: Uma gata, conhecida como assassina   Uma gata, conhecida como assassina - Página 4 EmptySab 09 Abr 2016, 17:13

Queda de Água



Após aprender mais sobre as lutas de rua, Niyah decidiu seguir o som da água e chegando numa pequena queda de água no meio da floresta. A felina despiu-se e adentrou na água gelada, e começou a limpar-se. Assim que realizou todas as suas necessidades, Niyah saiu da água e vestiu novamente a sua roupa interior, tirou o sangue das suas armas e suas roupas. No fim de tudo, a felina pendurou as suas roupas numa árvore e decidiu dormir encostada a ela deixando as suas armas de forma acessível caso alguma coisa acontecesse.
Quando o sol estava a nascer, Niyah acorda com o som de cães a ladrar, não estavam muito longe, mas mais cedo ou mais tarde eles iriam encontrar ela. Junto do rosnar dos cães, Niyah também conseguiu escutar alguns sons que pareciam algo ou alguém a rastejar que estavam mais próximos mas vinham da direção oposta.


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Última edição por Cubo Nito em Sab 09 Abr 2016, 17:26, editado 1 vez(es) (Razão : esqueci de mudar a localização)
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MensagemAssunto: Re: Uma gata, conhecida como assassina   Uma gata, conhecida como assassina - Página 4 EmptySab 09 Abr 2016, 17:47


No dia seguinte acordo com o som de cachorros latindo. Conseguia perceber que aos poucos o som ficava mais próximo de mim e era um sinal de que eu não deveria ficar ali por muito mais tempo, visto que agora já deviam saber de meus feitos realizados na noite passada, então eu precisaria ser rápida para poder sair dali. Ao mesmo tempo conseguia ouvir algo vindo pela outra direção. O som de algo ou alguém rastejando vindo em minha direção, não tinha muitas opções melhores mas teria que escolher entre correr para os cachorros ou para o algo ou alguém misterioso. Era obvio qual seria minha escolha.

Rapidamente pegaria minhas roupas da arvore e as vestiria. Priorizaria minha calça, sapatos e meias, depois colocaria o sutiã e a camiseta. Sem muitas opções do que fazer apôs estar vestida, pegaria meus sais e os colocaria novamente entre minha calça leguem e minha calcinha. Colocaria a bainha que continha a faca no bolso do lado direito e ficaria com a faca em si em minha mão. Não sabia se ainda tinha tempo para fazer algo, pois não iria deixar de me vestir para fugir, então se os cachorros estivessem muito perto eu tentaria subir na arvore e esconder-me na copa da mesma, apenas esperando que os cachorros passassem e ficassem longe novamente. Talvez com todo meu cheiro espalhado pela área e até mesmo o banho que tomei na agua, ajudariam a enganar os cachorros, mas não era algo que era garantido.

Se eu tivesse ainda tempo e ouvisse os cachorros a distância, correria para o lado em que ouvia o som de qualquer coisa rastejando em minha direção, porém assim que me aproximasse da tal coisa, colocaria a faca na frente do meu rosto e me prepararia para atacar ou esquivar ao som de qualquer coisa que viesse para cima de mim. Caso não fosse nada, apenas um animal ou uma pessoa assustada, apenas correria até que não conseguisse ouvir mais o som do que me perseguia. Eu poderia ter energia e estar recuperada, mas procurar por uma luta agora seria a pior das ideias.



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MensagemAssunto: Re: Uma gata, conhecida como assassina   Uma gata, conhecida como assassina - Página 4 EmptyDom 10 Abr 2016, 12:09

AGNES


Após pequenos cálculos mentais, Niyah decide que entre cães e um ser misterioso, o melhor é ir pelo caminho do barulho desconhecido, então, a felina começou a vestir-se e armar-se. Assim que se vestiu, Niyah correu para o lado do som misterioso, mas uma mão agarrou a perna da jovem mink, fazendo ela cair no chão próxima a uma raposa que rosnava em som baixo para ela.
- Shhhhhhhhh! Agnes silêncio! – disse Alex pondo algo dentro da boca de Niyah – Engole isso, senão os cães apanham-te! Não é nada de mal! Juro! Apenas faz com que comeces a libertar um odor que confunde o olfato dos cães! – disse Alex tapando a boca de Niyah, evitando que ela conseguisse cuspir – Não tiro as minhas mãos até engolires! - O que Niyah tinha na boca era algo de formato esférico e com um sabor muito azedo. O som dos cães estava agora separado, uns vinham de mais longe e outros vinham da queda de água onde Niyah havia tomado banho. - Assim que engolires, eu explico-te o que está a acontecer, para onde e como podemos fugir...

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Agnes:
 
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MensagemAssunto: Re: Uma gata, conhecida como assassina   Uma gata, conhecida como assassina - Página 4 EmptyDom 10 Abr 2016, 13:18


Correr para o lado do som misterioso foi uma das mais inteligentes opções que fiz. Em um primeiro momento acreditei que estava com problemas, pois achei que tinha tropeçado e caído, porém a verdade era que eu havia alguém havia me feito cair e esse alguém era Alex, que estava acompanhada de uma raposa que a mesma chamou de Agnes. Não tive tempo nem te tentar perguntar ou falar algo, pois Alex apenas enfiou uma esfera em minha boca. Tinha um gosto azedo que me dava vontade de vomitar, mas a garota estava convincente de que aquilo me ajudaria e eu acreditava que não seria traída por ela.

Então engoliria a pílula esférica que havia recebido e assim que o feito, bateria de leve na mão de Alex com a minha mão esquerda, indicando que já havia feito o que ela havia pedido. Assim que ela tirasse a mão da minha boca, eu confirmaria se ainda estava segurando a faca em minhas mãos e se sim, a colocaria de volta na bainha em meu bolso direito. Esperaria que a raposa parasse de rosnar para mim naquele ponto, visto que isso apenas chamaria atenção dos cachorros que eu acreditava estarem me perseguindo. Manteria meu ouvido alerta e focaria minha visão na direção da qual eu havia vindo, para captar qualquer relance dos perseguidores. Baixinho me dirigiria para Alex, mas sem olhar diretamente para ela, pois tinha que continuar mantendo meu foco nos perseguidores.

- Alex... O que está fazendo aqui? Ontem você estava muito ferida. Achei que ficaria incapaz de se mover por um tempo. Desembucha!

Eu acreditava saber o que estava acontecendo, pois, a final eu havia cometido um crime, mas um do qual eu não estava nem um pouco arrependida. Matar marines era a coisa certa, limpar o mundo da corrupção deles era a coisa certa. E por esse motivo eu estava sendo perseguida como alvo, mas eu poderia estar errada, apesar de não acreditar muito nessa possibilidade. O que mais me chocava era o fato de Alex estar ali me ajudando mesmo estando bem ferida noite passada.

Eu tinha minha própria ideia para fugir caso ela não tivesse, agora que meu cheiro estava mascarado, pularia para cima de uma arvore e esperaria que os cães passassem. Dessa forma ficaria segura, mas caso Alex sugerisse algo como correr ou algo mais eficaz eu a acompanharia, mas ficaria com minha mão direita próxima ao meu bolso onde estava a faca, pois dessa forma, poderia sacar a mesma de forma rápida se necessário, porém uma coisa começava a me atrapalhar. Meu desejo para ter o sabor da laranja em minha boca, ter a vitamina c em meu organismo estava no limite. Não aguentaria mais muito tempo sem ingerir o suco da fruta que se encontrava em meus bolsos. Então precisava sair dali rápido, para poder saciar meu vicio.
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MensagemAssunto: Re: Uma gata, conhecida como assassina   Uma gata, conhecida como assassina - Página 4 EmptyDom 10 Abr 2016, 16:00

Esconderijo


Com tudo a acontecer tão rapidamente, Niyah não teve outra escolha a não ser engolir a pílula azeda que Alex enfiou na boca da felina, e assim que o fez, bateu na mão de Alex indicando que já havia engolido. Embora Alex tivesse mandado Agnes fazer silêncio, esta continuou a rosnar embora fosse num tom baixo. Ela só se calou quando Niyah guardou a sua faca novamente na bainha.
- Alex... O que está fazendo aqui? Ontem você estava muito ferida. Achei que ficaria incapaz de se mover por um tempo. Desembucha! – disse Niyah.
- Olha, eu continuo ferida, mas não é grande coisa – mentiu Alex – e mais, achavas mesmo que podias fugir para a floresta? Este foi o primeiro sítio que a minha mãe começou a procurar! A tua sorte foi que ela começou na outra ponta da floresta. – quando Alex concluiu, Agnes aproximou-se de Niyah e começou a farejá-la – Parece que o remédio já está a fazer efeito, vês? A Agnes não está a perceber como é que o teu cheiro mudou tão depressa. Mas mudando de assunto. Quero ajudar-te. – disse Alex num tom sério – Os cães da marinha devem estar por ali – explicou a criança apontando para a direção que Niyah tinha vindo e um pouco mais à esquerda – Se rastejarmos por aqui – continuou a explicar apontando para direita – podemos chegar ao esconderijo que a Agnes e eu criamos. – concluiu Alex num tom triste. – Segue-me.
Após rastejarem por uns 5 minutos, as duas jovens e a raposa param na frente de uma grande árvore. Ela era larga e ligeiramente alta, e a sua casca era um pouco estranha.
- Chegamos… - disse Alex levantando-se com dificuldades, mostrando a sua barriga e ombro enfaixados – Onde está? AH! Encontrei, entra rápido! – disse Alex abrindo uma porta que estava camuflada. – Ali dentro temos tudo o que precisamos, cadeiras, água, comida, tudo que é necessário para sobreviver...

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MensagemAssunto: Re: Uma gata, conhecida como assassina   Uma gata, conhecida como assassina - Página 4 EmptyDom 10 Abr 2016, 17:12


Sem pensar duas vezes, me deixei ser guiada por Alex. A garota não estava em boas condições o que fez com que eu ficasse um pouco preocupada, coisa que não acontecia tão frequentemente. Porém mantive minha expressão séria e sem perguntar e argumentar mais nada, afinal se ela estava naquelas condições ali para me ajudar significava que eu era um pouco mais importante do que imaginava ou que ela realmente não gostaria de ter uma divida comigo.

Chegamos em um local onde uma arvore bem grande e larga se encontrava. Alex demorou alguns segundos e encontrou a abertura que tinha feito anteriormente e me disse para entrar. Dentro do local, encontrava coisas básicas para sobreviver, agua, comida e até cadeiras.

A primeira coisa que faria era pegar sentar em uma das cadeiras, tirar uma laranja do bolso, corta-la com minhas unhas bem afiadas e começaria a chupar o suco da fruta mais famosa de conomi, laranjas. Saborearia cada gota do suco da fruta e limparia até o ultimo pedaço comestível da mesma. Saciado meu vício, conseguiria pensar de forma mais racional e calma.

Agora aproveitando meu acesso a comida e agua, pegaria algo que parecesse saboroso e comeria. Talvez fossem pães, frutas, coisas bem simples, mas manteriam meu estômago cheio por um tempo, afinal era uma cabana de sobrevivência, não podia esperar um banquete. Depois procuraria por garrafas de agua. Esperava que conseguisse encontrar apenas duas, mas se achasse apenas uma já era o suficiente no momento. Se encontrasse duas garrafas, beberia uma inteira e da outra apenas 1/4. Depois pegaria minha faca e a usaria para cortar a garrafa vazia ao meio. Se a mesma fosse de vidro, eu bateria no chão, para que a parte de cima quebrasse, sobrando apenas a parte arredondada de baixo. Na garrafa cortada ou quebrada, espremeria 3 laranjas. Abriria uma de cada vez, novamente usando minha faca e espremeria uma metade por vez. Se a metade da garrafa, se enchesse com o suco das três laranjas, eu beberia mais um quarto da agua da outra garrafa. Com as laranjas espremidas, misturaria com a agua da outra garrafa. Colocaria a tampa na mesma e balançaria, até que percebesse que a mistura estava bem homogênea, guardaria a última laranja novamente em meu bolso. Se tivesse acesso a apensa uma garrafa, beberia metade dela e espremeria apenas duas laranjas, dentro da mesma garrafa. Sabia que acabaria perdendo um pouco do suco que cairia para fora, por isso usaria apenas duas laranjas, guardando as outras duas novamente no meu bolso. Caso elas não estivessem em garrafas pequenas, mas sim em jarras difíceis de carregar, apenas beberia delas mesmas para saciar minha sede e manteria as laranjas intactas, sem tentar fazer o suco. Se conseguisse preparar o suco com 2 ou 3 laranjas, fecharia bem minha garrafa e a colocaria no meu bolso esquerdo, junto das laranjas restantes.

Meu maior foco havia sido todo movido para a preparação do suco, por isso talvez não conseguisse ouvir barulhos tão distantes, mas manter-me-ia alerta, para qualquer sinal de barulho próximo ou ao redor da região na qual me escondia. Caso não ouvisse nada e tivesse apenas que esperar um sinal de Alex ou da raposa para poder sair do esconderijo, procuraria por outros itens interessantes no local. Se fosse possível, um jornal me ajudaria a planejar meus próximos passos. Se achasse um jornal ou livro que me interessasse iria para ler. Se o item encontrado fosse o jornal, olharia a área de notícias procurando por algo interessante. Agora que poderia ser considerada uma fugitiva, ficar de olho no jornal era necessário, mas mais do que isso eu teria que procurar algo que pudesse fazer para ganhar dinheiro. Talvez roubar alguém rico ou contratos para assassinatos, talvez procurar por outro pirata para entrega-lo a marinha, o que não me agradava muito e não seria tão fácil. Precisava garantir que teria algum dinheiro em mãos. O pouco que ainda tinha, não me levaria tão longe assim e no momento eu precisava de muita grana.

Quando Alex voltasse ou desse sinal para que eu saísse eu sairia, mas só se tivesse pelo menos terminado de preparar o suco ou apenas bebido a agua. Se a Alex estivesse dentro do local comigo, eu perguntaria a ela enquanto analisava o jornal ou lia o livro encontrado, caso encontrasse um dos dois, se não, apenas falaria com ela para passar o tempo.

- Sua mãe está atrás de mim? Fico surpreso que uma dona de casa esteja vindo me prosseguir. – Iria falar das feridas dela, mas pensei melhor e falei algo diferente – O que disse a sua mãe quando ela chegou mais tarde ontem à noite?
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MensagemAssunto: Re: Uma gata, conhecida como assassina   Uma gata, conhecida como assassina - Página 4 EmptySeg 11 Abr 2016, 12:45

Procurada


Assim como Alex havia dito, dentro do esconderijo existia o básico para sobreviver. Quando as 3 estavam dentro do esconderijo, Alex trancou a porta com uma tábua de madeira. Niyah não perdeu tempo em puxar uma cadeira e sentar-se, o seu vício falava mais alto fazendo com que sacasse uma laranja e degustasse a sua tão amada laranja. Agora que o seu vício já estava saciado, Niyah decidiu que o melhor a fazer era procurar algo para comer, afinal, poderia ficar algum tempo sem acesso a comida novamente. A procura de Niyah levou-a a encontrar uma cesta com 2 bananas parcialmente verdes e 3 maçãs vermelhas, que comeu sem pensar duas vezes.
- HIHIHI… - riu-se Alex em voz baixa – parece que a Agnes gosta de ti. Está a seguir-te por todo o lado! Bem, como já devoras-te toda a fruta que tinha, eu não preciso de mostrar onde está a comida, mas se tiveres sede, tens aqui uma garrafa. – disse Alex estendendo uma garrafa para Niyah – Eu sei que disse que tínhamos tudo o que precisávamos, mas acontece que hoje é o dia de repor o estoque. – defendeu-se Alex. Niyah pegou na garrafa de água e bebeu metade, aproveitando para espremer duas laranjas, que resultou num sumo de laranja improvisado.
Após preparar o sumo, Niyah reparou num jornal em cima de uma das cadeiras, e, ao ler o jornal, a felina encontrou uma notícia que lhe chamou à atenção. A notícia era sobre uma jovem mulher de cabelos ruivos que era procurada por pirataria, e o melhor da notícia era que, para além ser sobre uma recompensa de 1.000.000 (um milhão) de berries, a procurada encontrava-se em Conomi, algures na região das plantações de arroz.
- Sua mãe está atrás de mim? Fico surpreso que uma dona de casa esteja vindo me prosseguir. – perguntou Niyah enquanto lia o jornal.
- Dona de casa no presente, mas uma caçadora de recompensas no passado. – respondeu Alex – Quando ela ficou grávida de mim e da minha irmã, ela decidiu fazer uma pausa. A riqueza que havia acumulado era tão grande que não precisou de trabalhar em nada.
- O que disse a sua mãe quando ela chegou mais tarde ontem à noite? – perguntou Niyah.
- Bem, quando ela entrou no quarto e viu-me, ficou maluca. Parecia que mataria qualquer um que parecesse suspeito. – contou Alex – Eu nem precisei de mentir como havias pedido, ela fez as contas e viu que o mais obvio era que tu tinhas nos atacado a todos. – enquanto Alex falava, Agnes estava perto de Niyah chorando e esfregando a sua cabeça levemente na perna da felina. – Ela bem queria ir atrás de ti, mas consegui segurar ela durante a noite. Disse que precisava dela e da Cath, que não podia ficar sozinha naquela noite. Que estava com medo de perde-las… Parte esta ultima parte – disse Alex segurando as lagrimas – é verdade… Não sei como posso viver sem a minha mãe ou sem a minha irmã. Elas fazem de tudo para mim. Eu não sou esperta como a Cath, nem sei como trabalhar num campo ou gerir uma empresa… A única coisa que consigo fazer é lutar… E essa será a única coisa que posso fazer por elas. Protegerei a minha mãe e minha irmã com dentes e unhas, até com a minha vida se for necessário. – e fazendo uma pausa para respirar, Alex retoma – Mas voltando ao teu problema, já sabes o que queres fazer? Eu trouxe-te para aqui para que não fosses apanhada pelos cães da marinha… - e ficando meio envergonhada, Alex continua a falar – mas não sei se já tinhas planos… Vais ficar ou sair da ilha?



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MensagemAssunto: Re: Uma gata, conhecida como assassina   Uma gata, conhecida como assassina - Página 4 EmptySeg 11 Abr 2016, 14:22


Suco feito, estômago cheio e vicio saciado. Dessa forma poderia seguir me manter com energia por um pouco mais de tempo, até que pudesse ter uma refeição de verdade e rica com proteínas, carboidratos e as vitaminas necessárias. Peguei o jornal e comecei a ler procurando por opções de ganhar dinheiro e a forma mais viável seria capturar um pirata e vende-lo a marinha. Eu era contra isso, mas eu precisava de dinheiro ou não poderia escapar da caçadora, mãe de Alex. Isso não estava nos meus planos, mas não tinha muita escolha. Ouvi as informações da história de Alex ao mesmo tempo que pensava no que faria.

- Alex. Não quero ferir sua mãe, mas se ela vier para cima de mim precisarei me defender - não esperava uma reação positiva dela, mas essa era a pura verdade - Enfim... Meus planos são o seguinte. Preciso ganhar dinheiro, para no futuro sair dessa ilha, mas ainda ficarei aqui por um tempo - Mostraria a foto da mulher do jornal para Alex - por mais que seja contra a marinha, queria capturar essa pirata e entregá-la a marinha. Porém aparecer na frente deles agora não seria uma boa. Então precisarei que você entregue ela a marinha e me dê o dinheiro. Você poderia fazer isso por mim?

Voltaria a olhar para o cartaz, visando encontrar mais detalhes sobre a mulher. Se queriam ela morta ou viva, onde foi vista pela última vez e coisas do gênero, para poder criar um plano para captura-la. Além disso esperaria a resposta de Alex para minha pergunta, mas caso a resposta fosse negativa apenas a agradeceria, pois tinha outra ideia de como conseguir a recompensa. Seria mais arriscado, porém funcionaria.

Independente da resposta eu começaria a me preparar para sair da cabana. Checaria se todos meus pertences estavam comigo e depois prestaria atenção aos barulhos do exterior, visando checar o quão longe os cães e marinheiros estavam. Se estivessem longe eu sairia e correria pela mata, pelo caminho oposto ao do barulho, caso contrário ficaria no esconderijo por mais tempo, até que ouvisse eles se afastando para sair e correr na direção oposta.

Seria dinheiro motivação o suficiente para entregar outra pirata para os desprezíveis marinheiros? No momento isso era o suficiente, visto que era para garantir minha própria segurança, autonomia e chance de fugir!

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