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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Uma gata, conhecida como assassina

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MensagemAssunto: Re: Uma gata, conhecida como assassina   Uma gata, conhecida como assassina - Página 2 EmptySex 25 Mar 2016, 19:03



Marinha. Essa sim é a escoria da humanidade. Seres que dizem existir para manter a ordem e a justiça, mas a corrupção, maldade e tudo de pior acontecia dentro dela. Pelo menos era o que eu acreditava. Ouvir a mulher Eleanor falar que cath queria ser uma marinheira me deixava com desgosto, raiva e vontade de vomitar. Porém me contive pois estava conseguindo o que eu queria. O livro de receitas e alguns utensílios básicos. Ter uma panela, um garfo, duas facas, sendo elas uma para comer e outra para corte e duas colheres, sendo uma de sopa e uma de madeira maior era tudo que eu poderia querer para iniciar minha viajem. Fogo eu poderia tentar fazer com gravetos e coisas, mas por mais que não pedisse um isqueiro viria a calhar.

Fui começar a perguntar sobre as armas, propondo um sorriso falso para demonstrar felicidade que era real, mas não exigiria tanta meiguice, mas a garota me interrompeu e me levou para o andar de cima, onde ela disse possuir o que eu procurava.

A seguiria sem receio, pois dentre as duas garotas, Alex era a que eu gostava mais, visto que ela me lembrava um pouco de mim antes de as coisas mudarem. Observaría o caminho até o andar de cima, tentando manter atenção aos detalhes, porém manteria minha audição o mais focada possível para prestar atenção no andar de baixo. Cath parecia não gostar de mim e devia ficar atenta para que a garota não falasse nada desnecessário que exigissem de mim ações drásticas.

Assim que chegássemos aonde a garota havia me guiado procuraria pelas armas. Primeiramente Sais, armas pontiagudos como pequenos tridentes portáteis. Não sabia muito bem como usa-los mas enquanto estive sobre tutela da marinha havia visto duas pessoas usarem e filmes com personagens que os usavam e achei que seria interessante usar isso como minha arma. Além disso analizaría as facas disponíveis, essa era uma arma que eu já tinha maior familiaridade, visto que havia usado várias para aprender a cozinhar e além disso havia matado meu pai com uma.

As coisas estavam indo bem para mim, porém bem demais de forma que me faziam ficar alerta.
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MensagemAssunto: Re: Uma gata, conhecida como assassina   Uma gata, conhecida como assassina - Página 2 EmptySab 26 Mar 2016, 16:36


Armas de um antigo Marinheiro


Niyah começava a distinguir as gémeas, visto que uma delas queria ser Marinhaira, coisa que Niyah odiava, e a outra trazia imagens do seu ser antes do “incidente”. Niyah seguiu Alex até ao andar de cima, mas sempre atenta ao que poderia estar a acontecer no andar de baixo.
-É melhor não comentares sobre “aquilo” com a mamãe ou com o papai…. – disse Alex para Niyah baixinho enquanto subiam as escadas.
Uma vez lá em cima, as duas jovens entraram num quarto, que estava dividido em dois. Metade do quarto estava pintado de preto, uma grande cama feita com uma madeira escura e lençóis vermelhos escuros, um baú escuro com um grande cadeado e haviam roupas por todo o lado; já do outro lado, era tudo mais arrumado, a parede era branca, a madeira da cama era clara e os lençóis eram azuis clarinhos, também existia um baú mas este estava aberto e era possível ver algumas “tralhas” como fotos, bonecos velhos e cadernos. Assim que estavam as duas no quarto, Niyah ouviu uma conversa que se iniciou no andar de baixo.
-Mamãe… - disse Cath – quando é que a Cath pode fazer o teste para ser marinheira?
-Oh querida… - disse a mãe num tom triste – tens que falar com o teu pai. Ele é que trata desses assuntos… Mas já sabes o que eu penso disso.
-O-okay… - respondeu a filha.
-OK! VAMOS BRINCAR! – disse a Alex enquanto trancava a porta do quarto. – Tu sabes usar armas, certo? Bem, a Alex… Quer dizer, eu “guardei” as armas antigas do meu pai! – disse Alex indo em direção do Baú que estava trancado – Aquele velho guardou muitas armas de quando era Marinheiro… Tsc… só porque não tem mais condições físicas para ser marine, não quer dizer que as suas filhas de 10 anos o sejam… - reclamou Alex.
Alex tirou de um colar em forma de caveira uma chave que usou para abrir o baú. Dentro dele estavam várias armas, mas um par de sais e uma faca chamaram a atenção de Niyah.
-Vês alguma coisa de que gostes? – disse Alex com um sorriso – Podes pegar qualquer coisa, mas antes tens que prometer uma coisa. Assim que escolheres uma arma, terás que me deixar andar contigo para onde quer que fores! – disse Alex olhando seriamente para Niyah.
Assim que Alex acabou de dizer estas palavras, Niyah escutou novamente mais uma conversa no andar de baixo.
-Olá querido! – disse a mãe.
-PAPAI! – gritou Cath.
-Olá queridas – disse um homem com uma voz grosa e cansada – Onde está a Alex?
-Errr… A Alex está a brincar lá em cima – disse Cath nervosa.
-Que estranho… Vocês estão chateadas? Ultimamente têm ficado tão separadas… - disse o homem preocupado – Vou falar com ela agora.
-Não! – disse Cath – A Cath quer falar com o papai primeiro… Sobre… Sobre entrar para a marinha… - disse Cath envergonhada.
-É mesmo, já me esquecia! Estive a falar com o sargento e ele disse que qualquer um pode fazer o recrutamento. Assim que quiseres podes tentar! – disse o homem num tom feliz.
-William… Já falamos sobre isto… não achas que é muito cedo para elas serem marinheiras? A Alex já disse que não quer ser marinheira – disse a mãe num tom firme.



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MensagemAssunto: Re: Uma gata, conhecida como assassina   Uma gata, conhecida como assassina - Página 2 EmptyDom 27 Mar 2016, 14:54


O quarto das garotas realmente refletia a personalidade de ambas. Alex, mais rebelde e bagunceira e Cath mais arrumada, limpa e organizada. Ambas as cores também refletiam o lado que correspondia a quem. Por mais que não gostasse tanto de Cath, tinha que admitir que gostava da organização dela. Por mais que eu me visse espelhada mais em Alex, o jeito de Cath era igual a quando eu era criança e inocente. Antes de tudo mudar.

Devido a minha grande capacidade auditiva, pude ouvir vislumbres da conversa que ocorria no cômodo em que eu estava segundos atrás. Entrar para a marinha seria o desgosto que a mãe daria a filha. Um daqueles porcos imundos seguidores de ordens do governo, sendo cruéis ou não. Justiça? Não era o que eles pregavam. Uma ânsia de vômito subiu pela minha garganta, junto com memórias que eu não queria ter que guardar. Deixei claramente transparecer minha ânsia em meu rosto e esperava que Alex não percebesse. Engoli tudo e voltei a focar no que a garota tinha a dizer.

Com um chaveiro de caveira, ela abriu o baú onde pude ver antigas armas. Algumas mais desgastadas, mas duas que eu mais gostava, estavam em perfeito estado ou pelo menos pareciam muito bem conservadas. Praticamente ignorei o que a garota tinha a dizer e simplesmente peguei as armas. Os sais coloquei ambos entre meu shorts leguem e minha calcinha, mantendo as laminas de prata fria em contato direto com minha pele. Mantê-los-ia a fácil acesso, não ficando entre meu bolsos cheios de laranjas, pois dessa forma, poderia reagir de forma rápida se necessário.

A faca eu analisaria enquanto ouvia a conversa que ocorria no andar de baixo. O pai das meninas, um marinheiro ou ex-marinheiro, para mim não possuía nenhuma diferença, havia chegado a casa e por sorte, Cath, conseguiu impedi-lo de subir e nós encontrar, o que me garantiu um pouco de tempo. Parei de encarar a lamina da faca.

De forma astuta e ligeira, pularia sobre a garota de dez anos e cabelos negros. Usaria minha mão esquerda para pressionar sua boca firmemente enquanto com a direita, empunhava a faca no pescoço da garota. Ela poderia gritar, mas para garantir que nenhum som sairia, enrolaria minha cauda sobre a minha mão, visando aumentar a pressão.

- Fique quieta. Não quero ter que matá-la - falaria. Se ela mostrasse sinais de estar mais calma, liberaria minha cauda, mas tentaria manter a mesma pressão – Eu gosto de você e estou muito grata por ter me providenciado as armas – Olharia para a porta, para garantir que ninguém estava subindo e que o barulho continuava apenas o mínimo possível – Você não teria como me acompanhar. Tem apenas 10 anos, aposto que não conseguiria matar ninguém, nem mesmo um mero animal para se alimentar – Pressionaria a lamina um pouco mais forte na garganta dela, visando causar apenas um pequeno corte superficial, mas que deixasse um pouco de sangue escorrer – Sua sorte é que não mato crianças. Seria rude e muita maldade.

Retiraria a lamina do pescoço dela e sairia de cima da garota, tirando minhas mãos lentamente da boca dela. Se ela ameaçasse gritar, colocaria a mão o mais rápido que pudesse. Com um pequeno sorriso diabólico e sinistro voltaria para a garota e diria:

- A única forma de você me acompanhar seria garantindo que eu matasse seu pai, saísse daqui ilesa e com tudo que havia pedido. Não machucarei sua mãe e por mais que odeie sua irmã, futura marinheira, não mataria uma criança – Lamberia o sangue da garota que deveria estar na faca – Por mais que eu pareça não sou uma gatinha tão malvada!

Diria essa última frase com um sorriso de falsa inocência. Eu falava a verdade, não mataria sem motivos, mas ser marinheiro já era motivo o suficiente para que me desse vontade de matar alguém. Usaria durante todo esse tempo de minha audição para saber se alguém estaria ou não subindo as escadas para nos encontrar, caso estivessem ficaria pronta para dar um bote e atacar para matar se necessário, porém não esperava que isso fosse necessário já que tentaria manter tudo o mais calmo possível e quieto também, acreditava que a garota não faria barulho nenhum, mas não esperava que a mesma aceitasse minha proposta, afinal quem além de mim mataria o próprio pai? Ainda mais sem ter nenhum motivo para o mesmo.

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MensagemAssunto: Re: Uma gata, conhecida como assassina   Uma gata, conhecida como assassina - Página 2 EmptySeg 28 Mar 2016, 13:42

Let’s Dance


Niyah percebeu que tinha uma presa naquela casa. Um ex-marinheiro. Quando percebeu que havia ganhado mais tempo antes do pai da garota subisse as escadas, a gata saltou para cima da jovem Alex, que caiu de costas, usou a sua mão esquerda para fechar a boca da mesma e encostou a sua faca no pescoço da pequena.
- Fique quieta. Não quero ter que matá-la – disse Niyah para Alex que estava incrivelmente calma, aquela situação não a tinha feito ficar assustada, nem mesmo com a faca no pescoço - Eu gosto de você e estou muito grata por ter me providenciado as armas – continuou Niyah - Você não teria como me acompanhar. Tem apenas 10 anos, aposto que não conseguiria matar ninguém, nem mesmo um mero animal para se alimentar – fazendo um pequeno corte no pescoço da garota que demonstrou uma pequena face de dor, mas rapidamente a disfarçou. – Sua sorte é que não mato crianças. Seria rude e muita maldade. – disse a felina retirando a sua mão da boca  da garota e afastando a faca do pescoço.
-O que devo fazer para te seguir? Qualquer coisa é melhor que viver aqui… - disse a garota olhando para Niyah sem demonstrar qualquer tipo de sentimento.
- A única forma de você me acompanhar seria garantindo que eu matasse seu pai, saísse daqui ilesa e com tudo que havia pedido. Não machucarei sua mãe e por mais que odeie sua irmã, futura marinheira, não mataria uma criança –disse Niyah com um sorriso diabólico em seu rosto – Por mais que eu pareça não sou uma gatinha tão malvada! – concluiu a felina lambendo o sangue de Alex que estava na faca num tom inocente que era claramente falso.
-Entendo… - disse Alex – então nesse caso vamos fazer assim. – e num movimento incrivelmente rápido Alex soltou-se de Niyah e ficou por cima da mesma, retirando uma pequena faca do se vestido e encostando na cara de Niyah – Queres matar o velho? Eu digo-te a oportunidade perfeita. Neste momento, ele deve estar em casa, a minha estúpida irmã está a puxar saco e a minha mãe está a cozinhar. Depois do jantar, o velho vai para um bar reunir-se com antigos marinheiros, jogar poker, e chegar tarde em casa podre de bêbado. – e passando a lâmina pela cara de Niyah, Alex faz uma pausa para suspirar e retoma – Se o matares não me fará diferença nenhuma, não é ele quem trás o dinheiro para esta casa, então pode morrer à vontade, mas – e aproximando-se da orelha esquerda de Niyah e passando a lamina gentilmente na outra orelha, Alex conclui – Então gatinha, o que vais fazer? – e assoprou gentilmente na sua orelha.
Após esta conversa, Alex sai de cima de Niyah, guarda a sua arma novamente por dentro do seu vestido, e tranca o baú novamente. Enquanto isso, Niyah conseguia ouvir a conversa que se iniciou no andar de baixo.
-Catherine, vai chamar a Alexandra, por favor. – disse a mãe.
-Ok, mamãe – respondeu a Cath.
-Eleanor, como é que é esta amiga da Alex? – perguntou o pai enquanto Cath corria pelas escadas.
-Bem… - disse a mãe – é diferente, sabes?
-Não, não sei. Como assim diferente? – respondeu o pai num tom preocupado.
-Ela deve ter problemas, querido. Ela usa uma roupa de gato. Quando eu a vi tentei não tocar no assunto, mas tenta ser simpático, ok? – disse a mãe num tom preocupado.
-Hei, deixem a Cath entrar. – disse a Cath baixinho batendo à porta.
-Tsc… Não agora. – Disse Alex em voz baixa passando a mão no sangue no pescoço e lambendo-o – Já vou! – respondeu enquanto se dirigia à porta – A Alex e a Niyah estavam a partilhar segredos, HIHIHIHI! – riu-se de forma tola.
-A mamãe pediu para a Cath chamar a Alex. – disse Cath com um sorriso e entrando no quarto – Oh, queres ajuda? – disse Cath estendendo a mão para Niyah que estava no chão.
-A Alex vai ver o que a mamãe quer, já volta! – disse Alex saindo do quarto.


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MensagemAssunto: Re: Uma gata, conhecida como assassina   Uma gata, conhecida como assassina - Página 2 EmptySeg 28 Mar 2016, 19:51



Alex saltou sobre mim e fez a mesma coisa que eu havia feito anteriormente com ela, mas diferente de mim ela não tentou me cortar. Ela apenas provou o quão parecida comigo ela era o que me fez ficar com um sorriso assombroso no rosto. Eu estava gostando mais dela agora do que havia antes, talvez agora pudéssemos ser "amigas" ou pelo menos parceiras temporariamente, para matar o pai da garota. Uma súbita vontade de perguntar o porque de ela não se importar de o pai morrer surgiu em minha cabeça, mas foi suprimida quando a criança saiu de cima de mim e consegui ouvir a conversa no andar de baixo.

Não consegui ouvir Cath aproximando o que me surpreendeu ao ovi-lá pedir para entrar ao bater na porta. Rapidamente coloquei a faca dentro do suporte para a mesma e pelo menos por agora, colocaria a lamina escondida dentro da minha meia de cano alto. Futuramente movería a mesma para um local de mais fácil acesso como perto de meus bolsos, onde com movimentos poderia puxar a mesma e usar. Passaria também as mãos aonde havia colocado meus sais e torceria para que os mesmos não estivessem fazendo volume ou pelo menos estivessem bem pouco visíveis. Então a porta foi aberta e Cath adentrou ao quarto e ofereceu ajuda para que eu me levantasse. Com um aceno de cabeça recusaria. Colocaria ambas minhas mãos no chão próximas a minha cabeça, erguería minhas pernas de forma que jogasse meu peso para minhas mãos. Depois con o impulso dar erguida, pressionaría o chão forte de forma jogando todo o meu peso novamente sobre meus pés, caindo agaixada e logo em seguida me levantando.

- Então, para o que sua mãe esta a chamando? Poderia eu acompanhar sua irmã?

Olharia para Alex e lançaria uma piscadela para a mesma, caso ela olhasse para mim, mostrando que eu seguiria o plano dela e estava de acordo com seus termos. Não sabia ao certo se ela havia entendido, mas essas eram minhas intenções com a piscadela. Depois, fingindo que eu não sábia o que havia acontecido no andar de baixo e quem estava lá, eu com um falso amigável sorriso diria a Cath.

- Ouvi alguns passos a mais lá em baixo. Quem está aqui? E sua mãe já separou as coisas que pedi? Ela me dará tudo sem problemas??

Aguardaria uma resposta e depois seguiria a garota até o andar de baixo, caso esse fosse o destino de Alex no momento. Talvez o pai delas me reconhecesse pensei, mas mesmo assim não temia que isso acontecesse, pois eu teria como facilmente lidar com isso.

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MensagemAssunto: Re: Uma gata, conhecida como assassina   Uma gata, conhecida como assassina - Página 2 EmptyTer 29 Mar 2016, 14:15

Ultimo Treino para a Marinha

Afinal, Alex não era a garotinha indefesa que Niyah acreditava ser, cada vez mais a felina conseguia ver semelhanças entre as duas. Já em relação à Cath, Niyah parecia não querer se relacionar muito com ela, visto que ela desejava ser Marinheira. Recusando a ajuda de Cath, Niyah levantou-se num salto que vez a pequena garotinha ficar de boca aberta.
- Então, para o que sua mãe esta a chamando? Poderia eu acompanhar sua irmã? – Disse Niyah para Cath enquanto lançava uma piscadela para Alex.
- A Cath, não sabe o que a mamãe quer… Mas acha que pode ir também. – disse a garota corada com um ligeiro sorriso no rosto.
- Ouvi alguns passos a mais lá em baixo. Quem está aqui? E sua mãe já separou as coisas que pedi? Ela me dará tudo sem problemas?? – Disse Niyah com um falso sorriso no seu rosto.
-É o papai, ele chegou de um treino de marinheiros! Ele já não é um mas ainda os treina! – disse a garotinha cheia de vida – Eu não sei se ela já arrumou as coisas, mas tinham umas tralhas em cima da mesa da cozinha, acho que é tudo aquilo que você pediu. – disse a menina levanto do dedo indicador ao lábio inferior num tom pensativo. – Venha!
Ao contrário do quarto das garotas, que cheirava a perfume, a cozinha estava com um forte odor de comida. Alex e Cath deliciavam-se com o cheiro da comida, provocando na mãe um sorriso.
-Alexandra, anda aqui por favor. – disse a mãe virando-se de costas e continuando a mexer na panela.
-Diz, mamãe. – disse Alex aproximando-se da mãe.
-Já perguntaste à tua amiga se ela quer comer connosco? – disse a mãe baixinho.
-A Alex não se lembrou… - disse Alex num tom triste.
-Niyah – disse a  mãe virando-se para Niyah – Queres jantar connosco? Eu já encontrei alguns cadernos com receitas que a minha mãe escreveu, mas ainda me falta juntar o básico para uma cozinheira. Se jantasses aqui eu teria mais tempo para juntar tudo o que precisas. O que achas?
-Papai – disse Cath enquanto se aproximava do pai – hoje é o ultimo treino, certo? – disse Cath empolgada.
-Último treino?! Como assim?! – perguntou Alex num tom preocupado.
-Sim, hoje vai ser o último treino, enquanto a vossa mãe acaba o jantar iremos treinar uma ultima vez. – disse o pai com um grande sorriso. – Cath, vai buscar as tuas tonfas, Alex, vai buscar o teu bastão.
-Mas papai, a Alex não quer ser marinheira! – disse Alex fingindo um choro.
-Alex. Bastão, agora. – disse o pai num tom autoritário e severo.
-Tsc… marinheiro estupido… eu nem gosto de bastões, eu gosto é de machados… - murmurou Alex.
-E você? Também quer vir treinar? Você dá uma olhada na luta delas e depois também pode vir, temos diversas réplicas de madeira. Gostou da ideia? – perguntou o pai para Niyah – Já agora, chamo-me William, é um prazer conhecê-la.


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Última edição por Cubo Nito em Qua 30 Mar 2016, 14:01, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Uma gata, conhecida como assassina   Uma gata, conhecida como assassina - Página 2 EmptyTer 29 Mar 2016, 19:21



Olharia para os livros que a mulher havia oferecido para mim e alguns deles me agradavam, porém, não poderia pegar mais de um, então dentre todos eles eu apenas escolheria o maior deles que tivesse a maior diversidade de receitas. Então aproximaria a me dos livros e escolheria um folhearía-o e se fosse do jeito que eu desejava, o colocaria ao lado e diria:

- Senhora Eleanor, eu quero apenas este. Creio que não terei como carregar todos os livros, por mais que quizesse
- minha cauda balançaria de um lado para o outro - e sim, aceito jantar aqui com vocês, obrigado!

Com o livro já escolhido, aproveitaria para dar um folheada no mesmo, fingindo que não estava prestando atenção nas outras conversas, mas na verdade estaria e cada vez que ouvisse a palavra marinha folhearía o meu livro, mesmo que não estivesse terminado de ler a página. Faria isso  até ouvir o homem oferecer-me para treinar com eles.

Fecharia o livro e ficaria olhando para o nada por alguns segundos apenas pensando. Treinar não seria ruim, me ajudaria a ficar em forma novamente. E durante o treino poderia aproveitar e se tivesse alguma boa chance, matar o treinador de marinheiros, mas teria que tomar cuidado. Se Alex era boa, Cath também deveria ser. E o pai delas não seria algo fácil de se lidar, visto que era um ex-marinheiro o que lhe garantia experiência de combate, coisa que eu não tinha.

- Gostaria sim de treinar com vocês - diria com um sorriso forçado - então o que será primeiro? Jantar ou treino?

Esperaria a decisão deles. Esperava que o jantar fosse primeiro, assim poderia estar cheio de energia quando fosse ao treino e ao mesmo tempo meus planos funcionariam melhores dessa forma. Mas apenas esperaria e os seguira para qualquer uma das atividades.

Se jantassemos primeiro, aproveitaria para pedir para beber um pouco mais do sumo de laranja. Apreciaria a comida garfada por garfada, tentando identificar os ingredientes usados apenas provando. Ao mesmo tempo que comia e me abastecia apreciava o sabor e treinava meu paladar, para futuras experiências. Ao termino, agradeceria pela comida e colocaria o prato na pia ou deixaria sobre a mesa. Dependeria do que fosse feito pelos outros.

Se treinassemos primeiro ou mesmo depois do jantar, pediria por um par de sais de madeira e se não tivesse sais, pediria por uma faca do mesmo material e também pediria para apenas assistir no primeiro momento, para de certa forma analisar o estilo de luta das garotas e também aprender um pouco com elas.


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MensagemAssunto: Re: Uma gata, conhecida como assassina   Uma gata, conhecida como assassina - Página 2 EmptyQua 30 Mar 2016, 17:01

Receitas para uma boa Luta


Niyah folheava os cadernos que estavam na mesa, haviam vários cadernos, mas um deles era o que Niyah escolheu. Ela percebeu que não poderia levar todos os cadernos e escolheu aquele que tinha a maior variedade de receitas, desde sopas à sobremesas.
- Senhora Eleanor, eu quero apenas este. Creio que não terei como carregar todos os livros, por mais que quizesse e sim, aceito jantar aqui com vocês, obrigado! – disse Niyah balançando a seu cauda.
-Fico feliz! – disse Eleanor com um sorriso no rosto.
-Papai, a Alex não quer lutar com o bastão. A Alex não vai entrar na marinha! A Alex não quer! – disse Alex num tom desafiador para o pai enquanto Niyah folheava o caderno.
-Alex, já falamos sobre isto. Toda a família o foi, não serás a única que não vai pertencer. – disse o pai.
-A mamãe não foi… - respondeu a Alex.
-Vamos fazer assim. Se ganhares da Cath hoje, podes decidir o que queres fazer da tua vida. – propôs William.
-Mas a Alex nunca ganhou da Cath… - disse Cath – Não seria injusto?
-Claro que é injusto! – disse Alex batendo o pé no chão – O papai quer me forçar a entrar na marinha! – Gritou Alex atirando o urso para o chão enquanto Niyah folheava mais uma vez o caderno – Se o papai deixar a Alex usar um machado para lutar e a Cath perder, a Alex pode mesmo ser o que ela quiser?!
-Sim, mas não fiques cheia de esperança, tu nunca venceste a tua irmã, e ao contrario de ti, ela treina todos os dias para entrar na marinha – respondeu o pai enquanto Niyah folheava mais uma vez o caderno.
-Niyah, vais treinar ou não? – perguntou Alex num tom que mostrava segundas intenções.
- Gostaria sim de treinar com vocês – disse Niyah forçando um sorriso - então o que será primeiro? Jantar ou treino?
-Primeiro o jantar. – respondeu a mãe – apos um longo dia, vocês precisam de repor as energias.
Após este pequeno episodia de “Filha vs Pai”, Eleanor pôs a mesa. Rapidamente, Niyah pediu mais um pouco de sumo de laranja. A cada garfada, Niyah sentia uma explosão de sabores. Carne de vaca, legumes, um pouco de chouriço e outros sabores que ela não conseguiu muito bem distinguir. No final do jantar, Niyah, assim como os outros, deixou o prato em cima da mesa e segui-os para o jardim de trás.
Uma vez com os equipamentos, as garotas ficam frente à frente. Alex estava com o seu urso branco preso na cintura e um machado de madeira que tinha quase metade do tamanho dela; já Cath, estava com um par de tonfas e sem o seu urso. Assim que o combate começou, a mãe sentou-se e ficou a assistir o treino. No seu rosto existia um sorriso claramente forçado, as suas mãos tremiam enquanto segurava uma pequena caixa e Niyah conseguia ouvir o coração bater de forma acelerada. Alex era muito rápida, mais rápida que Cath pelo menos, e esquivava-se com grande facilidade. A cada esquiva de Alex, William parecia ficar mais preocupado, até que Cath acertou um ataque na barriga de Alex que foi lançada para trás largando o seu machado, mas esta conseguiu manter o equilíbrio e dar uma cotovelada no nariz da irmã.
-Por que que a Alex fez isso?! – gritou Cath.
-É uma luta, sua idiota! –respondeu Alex - Eu não vou entrar para a marinha! Eu....
-Alex? – interrompeu Cath – O que que a Alex disse?
-Oh pelo amor de qualquer divindade! E que tal aprenderes a falar como uma pessoa normal?! – respondeu Alex atirando o urso contra Cath e correndo na direção do machado – Eu só fingi falar como uma idiota porque todos acham fofo nós sermos tão parecidas! – e agarrando o machado, Alex acerta com o machado na testa de Cath fazendo ela cair no chão com um pequeno corte na testa.
-Catherine! – gritou a mãe enquanto corria na direção da filha caída com a caixa nas mãos – deixa-me ver a tua cabeça…
-É muito grave mamãe? – perguntou Cath segurando o choro.
-Não querida, eu curo isso. – disse a mãe com um sorriso enquanto tirava da caixa um pano e começava a tratar da ferida da filha.
-Desculpa… Eu… Eu… – disse Alex apanhando o seu urso
-Não faz mal… A Cath sabe que a Alex não fez de propósito. – disse Cath quase chorando.
-Então, pai? Ganhei. E agora? Posso decidir o que eu quero fazer da minha vida? – perguntou Alex.
-Logo vemos isso, já está a ficar tarde e eu tenho que sair. Peço desculpa se não conseguiste treinar. – desculpou-se o pai indo embora.
-Monstro… - sussurrou Alex.


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MensagemAssunto: Re: Uma gata, conhecida como assassina   Uma gata, conhecida como assassina - Página 2 EmptyQui 31 Mar 2016, 21:15


Assistir a luta das garotas foi até que interessante. Alex, mostrava-se uma pessoa rápida e forte, porém sua defesa e resistência corporal era muito baixa, visto que apenas um golpe na barriga foi o suficiente para deixa-la fraca. Porém eu não a culpava, pois o golpe havia sido bom e acertado o ponto certo. Cath porém se mostrava fraca, lenta e mais irritante do que nunca. O drama que ela havia feito por receber um golpe de Alex, havia sido exagerado, visto que elas estavam treinando e lutando, o que já deveria deixa-las crer que seriam feridas, informação que Alex tinha e não se importava tanto.

Ao termino do desafio comecei a gostar um pouco mais de Alex, o desgosto por Cath so crescia, a mãe das garotas me trouxe pequenas lembranças da minha mãe e pelo pai delas meu desgosto estava dobrado. Para mim o home só havia provado o que eu já acreditava que os marinheiros eram, homens sem palavra que nem para os próprios filhos se importava. Meus olhos ficaram focados no homem, principalmente em sua jugular, local no qual desejava enfincar um de meus Sais ou Passar a minha faca bem afiada, fazendo com que o seu sangue jorrasse e o planeta ficasse mais limpo, sem marinheiros para incomodar. O homem veio até mim e quando ele se aproximou para se desculpar, desviei o olhar e com um sorriso falso responderia:

- Tudo bem senhor. Não se preocupe. Quem sabe outro dia.

Deixaria que o homem saísse do cômodo e então me aproximaria de Eleonor abaixando e ficando em meus joelhos próximo a ela, olhando claramente para seu kit de primeiros socorros e o trabalho que fazia na própria filha.

INICIO DA APRENDIZAGEM DE PRIMEIROS SOCORROS

Minha cauda balançava de um lado para o outro, pois estava muito curiosa. Como fazer primeiros socorros? Como cuidar da garota, garantindo que a mesma ficasse bem? Fiquei olhando curiosa para Eleonor e Cath. Alex nesse momento, estava próxima a parede, apenas olhando para seu urso irritada e fazendo carinho na cabeça do mesmo. Eleonor começou abrindo a caixa e pegando um pedaço de pano limpa a ferida de sua filha, depois do mesmo recipiente a mulher de longos cabelos brancos retirou algumas coisas. Dentre as ferramentas que a mesma iria usar estavam presentes: Alguns panos pequenos, mais conhecidos como gaze, esparadrapo, band-aid, uma pequena tesoura, um pequeno container com algumas agulhas, luvas de silicone, soro fisiológico, Ataduras, algodão, Iodo povidona e um conjunto de remédios para dor. Minha curiosidade só aumentava e não resisti a perguntar?

- O que é tudo isso?

- São apenas simples utensílios que ajudam a tratar de pacientes que sofreram pequenas lesões. Mantenho sempre em mãos pois durante o treino as garotas sempre se machucam – disse a mulher enquanto terminava de limpar a ferida. Pode se ouvir um pequeno bufar vindo de Alex

- A senhora poderia me explicar para que serve cada coisa e como usar? – Forçaria um sorriso. Não gostava muito de sorrir, mas as vezes era necessário para se conseguir o que quer.

- Queres aprender como realizar primeiros socorros? Claro que lhe ensino – A mulher levantou o pano na altura de seus olhos e olhou diretamente para mim – Primeiramente, esse pano que eu estava usando chamasse gaze. Utilizamos isso normalmente para estancar sangue.

A mulher então colocou a gaze no chão e separou os demais utensílios. Ela arrumava-os em grupo, coisa que logo entendi ser para facilitar meu entendimento. Graças eu ser capaz de aprender e entender coisas rapidamente, meu raciocínio lógico era rápido. Com os grupos já feito, a mulher pegou dois frascos em suas mãos.

- Esses são Iodo e Soro fisiológico. De forma geral, ambos servem para lavar a ferida, matando bactérias. Usado para evitar que a mesma infeccione -  colocando tudo no chão a mulher dirigiu-se ao próximo grupo que havia separado, onde estavam os Band-aids a gaze já mencionada, uma fita branca e pedaços maiores de pano branco – Aqui temos Band-aid, usado para evitar que a ferida fique aberta em contato com o ar, para evitar infecções e que o sangue escorra. Usa-se em feridas pequenas. Ao lado da gaze temos essa fita branca chamada esparadrapo, que serve como uma fita adesiva, mas que também servem para evitar sangramento, permitindo que quem o use, cole a gaze diretamente ao corpo ou seja usado nu sobre o corpo, o que não recomendo.

- Porque? – Interrompia-a com minha cauda balançando por minha curiosidade e interesse só aumentarem. Mudei minha posição, como se estivesse agachado, colocando minhas mãos na frente de meu corpo, adquirindo uma postura felina.

- Pois pode dificultar a oxigenação da ferida, o que as vezes pode ser ruim. Além de doer mais na hora de remover – ela respirou fundo e prosseguiu – Ao lado temos ataduras que servem para deixar pequenos músculos e juntas com movimentos limitados, quando fraturados ou torcidos. Mais para quando sentir dor.

A mulher continuou a explicar as coisas mais simples como usar a tesoura, que logo entendi ser apenas para cortar, panos, ataduras e esparadrapos. As luvas ela disse usar apenas por questões mais higiênicas, normalmente em pacientes desconhecidos, para evitar entrar em contato direto com o sangue deles. As agulhas eram para ajudar a remover pequenas partículas que poderiam machucar, como farpas de madeira, pedaços de unha ou sujeiras poderiam infeccionar. Ela estava quase no fim de sua lição.

- O algodão usa-se também na limpeza. E os remédios quem escolhe é quem usará o kit. Geralmente se deixam alguns remédios simples para dor, relaxantes musculares ou simples rolons para dores musculares. Depende muito do usuário. Basicamente é isso.

A mulher havia explicado tudo que sábia e então guardou alguns dos utensílios de volta a caixa e deixando fora apenas aquilo que ela iria usar em sua filha, que no caso fora um Band-aid, visto que a ferida não era tão ruim e não necessitava de tantos cuidados exagerados.

FIM DO APRENDIZADO DE PRIMEIROS SOCORROS.

Minha cabeça estava cheia de novas informações novas que havia aprendido. Precisaria de um tempo para processar tudo e praticar mais como faze-lo eu mesmo, assim poderia aprimorar minha capacidade em utilizar tal pericia. Estava feliz e pela primeira vez em a um bom tempo, deu um sorriso simples e não tão grande, mas verdadeiro.

- Obrigado por tudo! – diria me levantando, minha face ficaria então de uma forma mais sombria e com um sorrisinho fino, porém maléfico – Agora preciso ir alcançar seu marido, preciso perguntar-lhe algumas informações sobre a marinha.

Olharia de canto de olho para Alex e piscaria para a garota. Ela já sabia o que eu iria tentar fazer e agora, mais do que nunca tinha certeza que ela não me atrapalharia. Faria uma pequena reverencia e me dirigiria a porta, por onde sairia. Assim que saísse e ficasse fora da visão das garotas e da mãe, pegaria minha faca de minha meia e a colocaria presa entre minha calça leguem e minha calcinha, no lado oposto ao que havia colocado os sais. Depois começaria a procurar pelo pai das garotas. Tentaria primeiro checar a cozinha novamente, caso não o encontrasse por la, iria para outros cômodos da casa, mas se ele não estivesse dentro da mesma, procuraria aos arredores. Mantendo sempre minha visão focada no que eu procurava e minha audição alerta, para qualquer coisa que pudesse ser ouvido, suspeito ou não. Assim que o encontrasse, pararia próximo a ele, na frente dele ou a seu lado direito e diria:

- Queria lhe perguntar algumas coisas sobre a marinha – diria segurando a ânsia de vômito que subiria pela minha garganta – estou pensando em entrar na mesma. Queria saber o que fazer – tentaria ir me aproximando cada vez mais.

Caso não encontrasse, voltaria para onde as garotas estavam e pediria para Alex me ajudar a encontra-lo. Se ela não quisesse ou estivesse disponível, apenas continuaria com ela, sua mãe e irmã, para poder conseguir os itens que Eleonor iria me providenciar.
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MensagemAssunto: Re: Uma gata, conhecida como assassina   Uma gata, conhecida como assassina - Página 2 EmptySex 01 Abr 2016, 21:22

Jovem


Pela primeira vez em algum tempo, Niyah soltava um verdadeiro sorriso, afinal, havia aprendido novas coisas que ser-lhe-iam úteis. Ver Eleanor cuidando de Cath lhe despertou lembranças da sua mãe, Alex havia subido em sua consideração, já Cath havia caido e William estava na sua lista de pescoços por cortar.
- Obrigado por tudo! – disse Niyah levantando-se – Agora preciso ir alcançar seu marido, preciso perguntar-lhe algumas informações sobre a marinha.
-Oh… - disse Eleanor – Então, boa sorte!
Niyah piscou o olho para Alex e recebeu como resposta um pequeno abanar de cabeça vertical. Então, a felina saiu da divisão em que se encontrava, arrumou as suas armas de forma a que ficassem de melhor acessibilidade dirigindo-se para a cozinha com a intenção de encontrar o pai das garotas. Infelizmente ele não estava na cozinha, e a felina decidiu procurá-lo nas outras divisões da casa até que consegui ouvir do lado de fora da casa a sua voz.
-Então? Vamos para o bar ou vais ficar ai a perder tempo? – disse William.
-Oh! Peço imensa desculpa, senhor! – disse uma jovem voz feminina.
Rapidamente, Niyah saiu da casa e seguiu o som da voz do homem, e assim que o encontrou viu uma jovem mulher ao seu lado. Ela era da mesma altura que Niyah, curtos cabelos castanhos, grandes seios, olhos castanhos e usava um vestido branco. O lado de fora da casa estava cheio de pessoas que passeavam, algumas sozinhas, outras acompanhadas sendo a maioria adultos.
- Queria lhe perguntar algumas coisas sobre a marinha – disse Niyah parando em frente a William – estou pensando em entrar na mesma. Queria saber o que fazer – disse ela aproximando-se.
- Niyah - interrompeu William – ficaste interessada na marinha, hum?
-Senhor… esta sujeita não é “aquela mink”? – sussurrou a jovem.
-Pssss, Niyah! – ouviu a voz baixa de Alex vinda de alguns metros atrás. - Cuidado, idiota!



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MensagemAssunto: Re: Uma gata, conhecida como assassina   Uma gata, conhecida como assassina - Página 2 EmptySex 01 Abr 2016, 22:12


O homem estava ao lado de fora de sua casa, conversando com uma jovem bem pálida, que vestia um vestido branco, um chapéu grade branco e longas meias como a minha, porém de cores diferentes. A primeira coisa que consegui pensar era no fato de o homem poder estar traindo a mãe das garotas, o que me fez desgostar mais ainda dele. Depois pensei o quão jovem ela era para um homem pai de duas meninas de 10 anos, afinal ela aparentava ser ter a mesma idade que eu e ele, bem o simples fato de ser casado e ter duas filhas, já o fazia bem mais velho. Afinal, por qual outra razão ele sairia para o bar com outra mulher, se não fosse pensando apenas em sexo.

A garota parecia inofensiva, mas ela havia me reconhecido, afinal, matar o próprio pai e ser acusada de matar a própria mãe era de deixar marcas em qualquer lugar. Ainda mais quando o pai era um marinheiro. Fiquei um pouco nervosa, por possivelmente ter sido reconhecida, porém tentaria controlar minha respiração, visando acalmar meus batimentos cardíacos e ficar mais relaxada e calma.

- Que Mink? Realmente sou uma mink, porém não sei ao que está se referindo. - mentiria, tentando manter a calma.

Colocaria minhas mãos em meu quadril e manteria ambas as mãos próxima de minhas armas para caso eu precisasse reagir rapidamente, sacar a minha faca ou meus sais não seria difícil. Ouvi Alex me chamando de idiota a alguns metrôs de distância, mas não discordava completamente dela. Não me achava idiota, mas fui idiota de acreditar que ficariam sem saber sobre mim quem eu era. Eu havia sido descuidada. Focaria no homem e ficaria o encarando de leve, tentando mudar o foco da conversa.

- Podemos ir a algum local mais calmo? Para que eu possa tirar todas minhas dúvidas da marinha? Não demorarei muito, então logo poderá ir a seu Happy Hour. – Diria isso, segurando novamente a súbita vontade de vomitar.

Tentaria leva-lo a um local mais calmo, caminhar em direção a casa, andar de cima, onde poderia conseguir dar conta dele sem testemunhas ou para um beco ou rua menos movimentada, onde eu poderia tomar conta dele sem ser perturbado. Porém a jovem não poderia nos seguir. Como Alex havia proposto me ajudar, esperava que a garota conseguisse distrair a mulher, como foi acordado entre nós horas antes, em seu quarto.

Manteria minhas mãos na minha cintura, próxima das armas a todo momento, para que não sofresse e conseguisse reagir de forma rápida se necessário. Mas eu realmente não queria ter que matar ninguém, na frente de várias possíveis testemunhas, visto que isso poderia me garantir mais má fama do que eu precisava, pelo menos por agora.



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