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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap. 1 - Pirata bonzinho?!

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Cap. 1 - Pirata bonzinho?!   Cap. 1 - Pirata bonzinho?! - Página 7 EmptyQui 03 Mar 2016, 13:34

Relembrando a primeira mensagem :

Cap. 1 - Pirata bonzinho?!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Milhouse Grunge. A qual não possui narrador definido.


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Milho
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MensagemAssunto: Re: Cap. 1 - Pirata bonzinho?!   Cap. 1 - Pirata bonzinho?! - Página 7 EmptyQua 22 Jun 2016, 09:00

Onde está a saída?
Posts: 016 | Vício: 05/15

O jovem Milhouse estava sempre enrascado. Agora, ele acabara recebendo outro jato de água em sua face. ”Puta merda, quem caiu agora?”. O jovem Krapacius “remolhava” o jovem, o fazendo passar a mão nas partes do corpo para tentar enxugar algumas gotículas, tentando evitar o inevitável, o resfriado que eventualmente ele teria por nadar em um lago gelado e agora, mais água por seu corpo. ”Vai bater uma gripe forte!”. Mas após este instante, ele podia ver uma “luz ao fim do túnel”. Ele um alívio, neste momento, ele nem queria mais saber o que ou quem caiu ali, ele já estava ficando de saco-cheio. Então, ao que parece, ele poderia ouvir o que Willian disse, zombando, de certa forma, de seu nome.

- Mill e Will, dupla dinâmica! – Disse ele, completando a zombaria de Willian.

Se Krapacius respondesse a pergunta a seguinte de Willian, ele se lembraria de que algo caiu na caverna, inclusive, o molhou novamente. ”É verdade! Alguém ou algo caiu! Será que é um monstro? Ah, a essa altura do campeonato, se ele quiser me matar aqui no escuro, eu não poderei fazer nada!”. Milhouse teria um momento de desespero, onde suaria frio. Apesar de sua visão aguçada, naquela escuridão, ele não poderia fazer nada. Sua respiração ficaria tensa e ele engoliria a seco, enquanto não houvesse resposta. Tentaria ficar o mais silencioso possível, tentando usar sua audição para detectar movimentos e se mover na direção oposta. Afinal, agora ele estava tão tenso que não lembrava mais a localização nem de Willian. Caso ouvisse a voz de Krapacius e pudesse detectar que é ele, ele se sentiria aliviado. ”Que alívio! Mas espera... Porque toda vez que eu encontro ele, o mesmo está apanhando, caindo ou voando? Acho que ele é um imã de aventuras!!, pensaria o garoto bonzinho enquanto suspira de alívio. Caso não houvesse resposta, ele ficaria imóvel e tentaria ser o mais silencioso possível, apesar de achar que essas bestas-feras farejam o medo.

- Krapa-chan, você de novo! É um alívio saber que está bem! – Falaria, se Krapacius se identificasse.

Por sua personalidade, Milhouse sentiria tanto alívio que abraçaria Krapacius, se conseguisse localizá-lo. ”Como é bom saber que minha morte não será agora!. Ao ouvir as palavras proferidas por Willian, concordaria, acenando com a cabeça, esquecendo que ele não podia vê-lo. Ele começaria a caminhar em direção da luz, lentamente, tomando cuidado para não cair naquela escuridão. Ao chegar em um lugar claro o suficiente para ler o mapa novamente, ele daria uma parada.

- Esperem um pouco, vou checar o mapa para ver se não temos mais nenhuma pista do tesouro! – Ele proferiria, pegando o mapa de seu bolso.

Ele olharia todas as partes do mapa. ”Esse mapa não pode me trazer até a porta da caverna e me deixar na mão!”. Se encontrasse alguma pista da localização do tesouro, seguiria até lá, cautelosamente, para evitar os perigos que houvesse em seu caminho. Caso encontrasse algum inimigo, Milhouse se afastaria. Priorizando defender seus companheiros, caso algum deles fosse atacado, o garoto se jogaria na frente dos golpes, mesmo que fossem golpes fatais. ”Nunca deixar ninguém pra trás e nem deixar machucarem os seus amigos”, passava um devaneio sobre a sua cabeça, com tom de juramento. Caso, após entrar na frente de alguns golpes ou mesmo incialmente, o inimigo atacasse diretamente Milhouse, ele se esquivaria, indo para trás, caso fossem golpes rasteiros, com um pulo. Caso fossem golpes horizontais, ele também pularia para trás. Se fossem golpes verticais ou diagonais, ele pularia para o lado oposto, a fim de evita-los. Caso fossem golpes visando à cabeça ou acima do toráx, o garoto abaixaria e se jogaria para o lado, com um leve pulo após abaixar, a fim de evitar se atingido por um primeiro golpe e um segundo golpe surpresa. ”Eu não posso apanhar de novo! Eu vou vencer!”. Enquanto ele prioriza defender os seus amigos e/ou esquivar dos ataques, ele analisaria os golpes do oponente, para ver se havia um padrão. ”O irmão da Hirume lutava apenas com as pernas, se eu tivesse percebido isso antes, talvez teria uma chance...”. Ele tentaria ver qual o ponto forte do inimigo, para ver se achava uma fraqueza.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 1 - Pirata bonzinho?!   Cap. 1 - Pirata bonzinho?! - Página 7 EmptyQua 22 Jun 2016, 22:52



01/01# - Meu pai? O MEU PAI?



- É isso que o senhor quer? – Eu dizia a meu pai, entregando-lhe algum tipo de ferramenta que não sabia ao certo “Na oficina? Por que aqui?” meus pensamentos em minha cabeça pareciam mais comentários de futebol, de alguém que não entendia o que estava acontecendo. De um lado, eu via como eu, podia olhar em volta, e nada de especial, só a oficina, e meu pai, mas por que eu sentia algo estranho? Como se não fosse para estar fazendo isso. Eu não sei, só fazia o que achava que devia fazer – O que o senhor esta fazendo papai? – Eu o olhava de baixo, ele parecia mais jovem e alto, o que era aquilo? - EDWARD! VEM AQUI! – “Sua voz... como eu senti falta de ouvi-la novamente, mesmo quando ele gritava conosco”. Meu irmão aparecia sem ao menos que eu me virasse para espera-lo. “Eles estavam trabalhando, papai e Edward levantavam coisas pesadas, um ajudando o outro, era como antigamente, eu sei como vai ser daqui algumas horas, nós vamos nos abraçar, sorrir, talvez dar gargalhadas... eu queria voltar a esse tempo” Eu fiquei por lá, sentado, observando meu pai e meu irmão fazendo coisas que eu não tinha muito interesse. Papai dava um sorriso enquanto abria seus braços – Venham aqui garotos – “Eu sabia, era sempre assim...” Sem muito o que pensar, agindo por impulso, saltava em um dos braços de meu pai, fechava meus olhos, aguardando um abraço.

“Hm... Onde esta o abraço?” Abria meu olhos. Estava escuro, e não estava mais na oficina, e sim no corredor. “Essa porta...” Já era noite, aquela noite, eu sabia como isso ia acabar, e mesmo assim, eu tentava impedir desesperadamente. Tentava alcançar a maçaneta da porta, mas minha visão se distorcia. Tudo estava longe, a maçaneta na altura de uma cesta de basquete,  mal podia olhar para os lados sem ficar tonto. Continuava ainda tentando alcançar a maçaneta, enquanto podia ouvir as mesmas palavras que ouvi nessa mesma noite – Eu te amo...- “não, não...” – Meu... – “Não...” – Filho querido.

- Não! – Me levantaria, ofegante, assustado, e provavelmente quase chorando. – O que? – Diria assim que pudesse entender o que foi que tinha acabado de ver, um sonho? Mais para pesadelo. Tentaria respirar mais calmamente. “Como isso aconteceu? Como? Estava tão lindo e perfeito para acabar assim?...” Lamentei, sentia falta dos velhos tempos que papai ainda podia se mexer, ou ao menos, respirar. Nossa vida mudou muito depois que ele morreu, mas não dava para imaginar que seria pior que o imaginado, bem pior. Nosso pai havia morrido, e meu irmão, só deus sabe o que se passava na cabeça dele nesses tempos. “Edward...?” Veio-me a cabeça a preocupação com meu irmão, onde ele estava afinal? Não sabia ao certo, mas poderia arriscar que estaria na nossa loja... quer dizer, ‘naquela loja’.

Voltaria do mundo dos sonhos para a terra firme, para procurar Edward, devia primeiro saber onde eu estava. Se estivesse em algum lugar alto, desceria com cuidado para não me machucar ou coisa do tipo. Olharia em volta para ver se achava um ponto de referencia, uma loja ou a casa de alguém que eu conheça, e a partir daí, rumaria a nossa antiga loja, esperando que Edward estivesse por lá. Andaria a passos apressados com minhas curtas pernas. Se chegasse a loja sem nenhum problema, procuraria por Edward, e se o encontrasse sem dificuldades, me aproximaria do mesmo e perguntaria – Aqui de novo?








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MensagemAssunto: Re: Cap. 1 - Pirata bonzinho?!   Cap. 1 - Pirata bonzinho?! - Página 7 EmptyQui 23 Jun 2016, 16:34

O novo reencontro - I
Posts: 12 - Vício: 13/15

Krapacius havia escapado "ileso" por assim dizer do maldito macaco/leão/comedor que ameaçou. No desespero a tática de usar uma camisa como distração acabou por dar certo e isso o salvou. Sem muito o que pensar ele apenas confiou no seu taco e adentrou a caverna no escuro, torcendo para que a luz no fim do túnel não fosse a luz da entrada do céu.

Ao entrar na caverna Krapacius andou segurando suas costelas para tentar amenizar mesmo que psicologicamente a dor que ele sentia...

- O que foi tudo isso?

Ele pensava no que mais poderia acontecer, seus pensamentos mais longínquos escoavam dentro do vazio ainda maior que era sua cabeça, tão distraído ele acaba por cair em uma poça e água voa para todos os lados, não se sabe se por sorte ou destino, mas justamente a pessoa que ele queria encontrar era quem havia se molhado naquele lugar inóspito e rudimentar.

- Quem está ai? - Perguntou Willian

- Calma calma Nii-cham... Sou eu Krapacius... - Falou ele com tom de alegria e palavras molhadas meio que literalmente.

- Krapa-chan, você de novo! É um alívio saber que está bem! - Surpreendeu-se Milhouse.

Krapacius sentiu-se mais aliviado ao ver pessoas ali, e ainda por cima o jovem Milhouse, aparente mente nutrindo um apreço pelo jovem bonzinho.

- Sr. Bonzinho! HaaHa! Finalmente o encontrei. - Alegrou-se Krapacius.

Então Willian se apresenta e complementa sua fala com uma ideia razoável para o momento, Krapacius acreditava que havia chegado a hora de prosseguir mas com cuidado.

- Muito bem, me chamo Will, acho melhor a gente ir andando antes que mais alguém caia de novo, lá no fundo tem uma luz, e a nossa melhor chance, o que vocês acham?

- Excelente, estou nessa... Ai aii (gemeu de dor) - Krapacius concordou com o plano.

Então Krapacius tentava andar em direção a luz, provavelmente acompanhado dos seus companheiros, ele os seguiria até que uma luz o suficiente para ver os seus rostos marcados pelo carvão da aventura árdua e por certas vezes cruel.

Esperem um pouco, vou checar o mapa para ver se não temos mais nenhuma pista do tesouro! - Falou Milhouse com voz de alguém que pretendia tomar a decisão no momento certo.

- Antes de tudo... Preciso de um cigarro, ou vou desabar dentro de meus próprios vícios e devaneios. - Falou Krapacius com ar de imploração e loucura.

Krapacius esperaria o movimento do jovem Milhouse e o seguiria para onde fosse, Krapacius estava disposto a seguir o mesmo e usar suas forçar para proteger a todos, pois sua justiça arraigada com tons de severidade e puritanismo de Skypiea não poderia ser deixada para trás ainda mais em momentos como esse. Krapacius estaria disposto a lutar, ele segurava seus pontos de dor e estava atento.

Dentro daquele lugar escuro, Krapacius usaria sua perícia em ver na penumbra para analisar os movimentos que surgissem por ali. Se algo fosse jogado em alguém, Krapacius tentaria pular e se arremessar com o alvo para que pudesse salvá-lo. Se algo fosse de encontro a Krapacius, ele procuraria se esquivar e saltar para uma distância mais segura e longe da parede para não ser encurralado. Se o atacante fosse detido de alguma forma, ele seria rápido e tentaria dar um soco subindo no queixo do atacante.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 1 - Pirata bonzinho?!   Cap. 1 - Pirata bonzinho?! - Página 7 EmptyDom 03 Jul 2016, 14:02

Escolhas e Planos









*Balu Brothers

O carpinteiro, tomando por uma falsa coragem que nem mesmo ele entendia bem porque, resolvia por ajudar aquele completo estranho que a pouco lhe ajudava. Apesar de decidido a ajudar, sua fala não transmitia a mesma ideia, chamando seu momentâneo aliado de escroto o mesmo lhe lançava um olhar tão ríspido quanto um cacto ao virar seu olhar para o jovem, mas sem desviar da fera voltando novamente sua atenção a ela. Arrastando sua mão pelo chão, conseguia reunir algumas pedras, cerca de oito, que usava para tentar atrair a atenção de seu oponente, já que sua fala não parecia influenciar a criatura, que mantinha seu olhar no jovem com cachecol mesmo quando Edward se colocou exatamente atrás dela. Os ataques do atirador mais serviam para irritar a fera que rugia ao sentir o impacto do disparo efetuado pelo aspirante pirata, voltando sua atenção ao jovem finalmente, porém, com uma feição nenhum pouco amistosa. O que o carpinteiro não contava era que a fera tinha certo intecto e, utilizando disto, invés de atacar diretamente como a puma ou o cachorro de sua composição grotesca faria, era simplesmente saía dali em direção a névoa, que ficava mais densa a medida que o tempo passava. -Tsc! Cuidado, ela vai atacar escondendo sua presença na névoa!- Gritava o jovem de cachecol, ficando em uma postura defensiva enquanto tomava algo em mãos que o atirador não conseguia ver devido a densidade da névoa. Assim como o estranho havia previsto, o humanoide mutante surgia quase imperceptivelmente da névoa utilizando de seus sentidos apurados de animal. Por sorte e devido a sua visão não ser tão ruim assim, Edward conseguia perceber no ultimo minuto o avanço inimigo e desviava para o lado, visto que era por ali que a fera vinha. Se afastava da fera novamente o atirador, um erro, por sinal, visto que novamente ela se enfiava em meio a névoa atrapalhando que percebesse seu ataque. O estranho se aproximava do carpinteiro, ficando cerca de dois metros do mesmo.

-Apesar de ser um pouco mais inteligente que o normal, essa… “Coisa” não deixa de ser um animal, então sempre vai tentar acabar contigo da maneira mais rápida possível, no pescoço.

Comentava, com um par de adagas em mãos. -Ela parece buscar pela presa mais frág- Antes de terminar sua fala, a criatura rasgava o calcanhar de Edward com suas garras, sumindo novamente na névoa. A situação ficava cada vez mais desesperada para o atirador… Que estava munido com nada mais que pedra no momento. O que faria o jovem rapaz para se manter vivo? Trabalhar com o estranho parece ser realmente sua melhor e única opção remanescente… Ou não. Enquanto o jovem poderia sentir a dor latejando em seu calcanhar e uma quantidade de sangue notável começava a fluir por aquele rompimento, o estranho ficava atento ao redor e uma pequena figura com cerca de 110cm se aproximava e era recebido com uma adaga no pescoço pelo homem de cachecol e óculos, que logo recolhia sua adaga ao perceber que não era a puma. -Mas que merda… Qual o problema de vocês de andaram por ai a noite?! A mãe de vocês não ensinou a não se meter em lugares escuros ?! Porcaria!- Trovejava o rapaz, irritado. A tensão do combate parecia realmente afetá-lo. Contudo, apesar da recepção calorosa, Beothor parecia encontrar seu irmão sem muitos problemas… Ou quase isso. Três cabeças são melhores que uma… Talvez o pequeno bando poderia pensar em algo para derrotar a furtiva criatura.

*Trio Ternura

Após a breve apresentação, Willian rapidamente pensava em prosseguir para aquela que parecia ser a única saída. Ninguém discordava, afinal, subir por onde haviam caído parecia impossível. Enquanto conversavam, algumas pedras rolavam pela queda por onde haviam chegado, indicando a instabilidade daquele local. O navegador parecia realmente saber tomar as direções certas e, fazendo uma sábia escolha, resolvia olhar no mapa antes de prosseguirem. Porém, nada poderia ler em meio a escuridão que se instalava por ali, logo, precisariam rumar até a luz no fim do túnel se quisessem prosseguir e assim o fez, chegando cada vez mais próximo até que tivesse luminosidade suficiente. Krapacius estava começando a sentia a falta de nicotina em seu organismo, e clamava por um palito de cigarro para qualquer um que ali tivesse algo assim. De fato tinha, mas as preocupações de Milhouse no momento pareciam estar em decifrar o que havia no mapa. Quando conseguia luz suficiente, já estava em meio a saída que buscavam sem nem perceber, os outros, seguindo o navegador, também chegavam. Assim que pisavam fora do “túnel”, chegavam a um salão oval de grandes proporções, onde haviam sete portas com alguns dizeres em cada uma. O teto parecia respingar gotículas de algo em pontos aleatórios do local, enquanto as paredes laterais faziam alguns barulhos estranhos vez ou outra. Ao prestar atenção no mapa, Grunge pode ler a seguinte frase: “Ao encontrar seu destino, ao inferno chegará. Escolha sua punição e pague seu pecado, para então, garantir passagem ao paraíso” A frase poderia não fazer sentido em um primeiro momento, mas assim que olhassem nas portas, talvez entendessem a mensagem. Cada uma das sete portas havia um pecado capital escrito: Gula, Avareza, Luxúria, Ira, Inveja, Preguiça e Soberba. Em cada uma delas, logo abaixo do pecado que denominava a porta, tinha uma breve descrição do que cada pecado significava, além de, em todas elas, ter a seguinte frase no final. “Ninguém deve pagar por mais de um pecado e aqueles que tentarem, eternamente presos ao inferno estará”. O amplo local tinha certa iluminação, apesar de ser completamente fechado, indicando que, de alguma forma, ali tinha contato com o exterior. O chão possuía água suficiente para cobrir os pés de todos ali, porém, não parecia aumentar de volume. Cabia ao trio decidir qual ou quais caminhos iriam seguir, porém, certamente voltar não era um deles, visto que a subida seria praticamente impossível e poderiam ouvir a estranha criatura gritar lá do topo da caverna, como um pesadelo do qual não consegue despertar.
O f f:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap. 1 - Pirata bonzinho?!   Cap. 1 - Pirata bonzinho?! - Página 7 EmptySeg 04 Jul 2016, 15:02

-Tsc! Cuidado, ela vai atacar escondendo sua presença na névoa!- o estranho mal humorado me avisou, me conteria para não dar risada, "Obrigado por me falar o obvio!!" pensaria, sabia que o animal provavelmente faria isso, mas não tinha muita coisa a se fazer contra, minha visão mesmo sendo boa pouco me ajudariaa naquela nevoa, mas graças a ela tivesse sucesso em desviar do primeiro golpe do animal, após isso me afastei um pouco e o animal voltou a se esconder na nevoa. -Apesar de ser um pouco mais inteligente que o normal, essa… “Coisa” não deixa de ser um animal, então sempre vai tentar acabar contigo da maneira mais rápida possível, no pescoço.-, de novo o homem falava outra coisa obvia, ele era irritante, "Estou começando a me arrepender de ter ficado aqui para ajudá-lo" pensaria com raiva. -Ela parece buscar pela presa mais frág- antes que o homem pudesse terminar sua frase, e eu pudesse xingá-lo por ser irritante a criatura machucou minha perna-Droga!!!- falaria em protesto.

Perceberia novamente uma criatura se aproximando, mas essa parecia um pouco diferente, quando percebesse que se tratava do meu irmão deixaria um sorriso malicioso surgir em meu rosto, não prestaria mais atenção no que o homem falaria, -Eae irmãozinho estamos precisando de sua ajuda.....- falaria enquanto me aproximaria dele com um sorriso no rosto -Tem um animal nos atacados, ele tenta nos pegar desprevenido enquanto se esconde na nevoa- falaria enquanto colocaria meu minha mão direita sobre o ombro do mesmo, para logo após isso dar um empurrão no mesmo a trazendo pra frente um pouco afastado do homem, - Então por favor chame atenção da criatura enquanto eu e o capitão obvio ali tentamos matá-la assim que ela der o bote...- falaria apontando para o homem de cachecol, deixaria o meu irmão a uma pequena distancia, o suficiente para ver, e voltaria para o lado do homem.

Não ligaria para o que o homem falava, embora para outros esse plano pudesse parecer ser maldoso era nossa melhor opção, eu já havia me envolvido em varias lutas com Beothor, sabia que quando se trata de combate ele é melhor do que eu, ele possui alguns sentidos aguçados que são melhores para essa situação e se essa criatura achar que Beothor tem uma aparência mais frágil do que eu ela esta com sérios problemas, ficaria atento a beothor mas também manteria minha retaguarda atenta para não ser surpreendido com o ataque da criatura.

Deixaria uma pedra com a minha mão esquerda e o resto com a mão direita, se percebesse que a criatura esta tentando atacar Beothor, jogaria a pedra tentando acertar o meio da criatura, na onde ela tem mais probabilidade de acertar, caso ela fosse pular para atacar teria jogado na hora que estivesse em pleno salto, para aumentar ainda mais as minhas chances de acerto, após ela ter dado o bot, jogaria mais uma pedra, sabia que o plano dela seria se camuflar novamente na escuridão, então jogaria uma pedra novamente com a mão esquerda tentando acertar a cabeça do animal, tentaria jogar de maneira que caso falhasse em acertar o animal a pedra fosse parar na frente do animal, para que talvez o animal mude de direção, e desse tempo para alguém acertá-lo, minha ultima pedra tentaria jogar novamente na região central do animal, tentaria jogar as pedras com toda a minha força do braço esquerdo, tentando pelo menos causar algum incomodo no animal.

Caso o animal me atacasse, tinha a consciência que animais quadrúpedes tem dificuldade para mudar de direção rapidamente, então desviaria indo para direita ou para esquerda, dependendo do lado que tinha mais espaço, se fosse um ataque visando acertar minha cabeça e a criatura estivesse pulando me abaixaria, me sentia ridículo jogando pedras, mas era a única coisa que eu podia fazer dado as circunstância, caso o animal pegasse o Beothor agiria sem pensar e avançaria com toda a minhas forças e tentaria segurar o animal, passaria minha mão em volta do animal e seguraria o mesmo, enquanto dava um jogo de corpo sobre o mesmo, tentando assim afastar o animal do meu irmão, e também segurar firmemente ele para que alguém termine o serviço, não me importava se fosse arranhado ou mordido, iria proteger meu irmão, mas se o animal chegasse a me atacar enquanto estivesse agarrado com ele eu morderia o animal e deixaria um grito de dor escapar, faria isso para aguentar qualquer dor que estivesse sentindo, tentando desesperadamente não soltar a criatura.

Caso fosse ferido, falaria -Esse maldito animal esta brincando comigo...-, se conseguisse acertar alguma pedra no animal falaria -Toma isso !!! - se a criatura morresse olharia para Beothor e falaria -Sabe cozinhar isso ai?-

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MensagemAssunto: Re: Cap. 1 - Pirata bonzinho?!   Cap. 1 - Pirata bonzinho?! - Página 7 EmptySeg 04 Jul 2016, 19:25



01/02# – A fera



Estava neblinoso, e ao que parecia também era noite “Nossa, acho que dormi um pouco demais essa tarde...” Estava andando, continuando minha busca por meu irmão. A neblina era densa, e não dava para ver muito por ela. Continuei andando a passos meio apressados, e quando dou conta, um estranho aparecia do nada, com uma adaga apontada para meu pescoço - Uou – Ergueria minhas mãos antes de ser atacado. Antes que conseguisse falar, e mandar algum piadinha, o estranho retirava a adaga de perto de mim, e começava a dar um pití logo ali. Vendo-o daquele jeito, me fazia lembrar de como meu irmão ficava quando eu o zoava junto a uma garota que ele estava tentando traçar.

- Hey, fica frio... – Diria, abaixando as minhas mãos, fazendo um gesto do tipo ’relaxa’ – Só to procurando uma pessoooooooooo – Alongava a frase ao ver meu irmão – Deixa pra lá... – Ignoraria o estranho por hora, e me dirigiria a Edward, que fazia o mesmo.

-Eae irmãozinho estamos precisando de sua ajuda.....- “Iii.... la vem...” – Pode falar – Passava a vez para Edward  -Tem um animal nos atacando, ele tenta nos pegar desprevenido enquanto se esconde na nevoa- Ergueria uma de minhas sobrancelhas num gesto de duvida – E por que você ainda ta aqui? Não devia ter procurado algum abrigo pra se esconder dela? – Coçaria a cabeça, deixando-o falar novamente - Então por favor chame atenção da criatura enquanto eu e o capitão obvio ali tentamos matá-la assim que ela der o bote...- Ele apontava para o estranho que outrora tentou me decapitar. – Capitão obvio?... – Continuaria a olhar para o estranho “Gostei desse apelido, vou chama-lo assim” E assim, mandaria um joinha para o estranho – Olá capitão obvio – Independente do que o C. obvio fizesse, viraria-me para meu irmão, e diria – Bem, já que estamos aqui... E não da pra sair daqui... Vamos ter que sobreviver a essa merda – Ficaria próximo a meu irmão, vendo no que daria, enquanto pensava em alguma coisa.

“ Ele disse criatura... Que tipo de bicho será? Eu sempre quis ver um dragão, ou um dinosauro... Acho que não é nenhum deles...” Colocaria a parte de trás do dedo indicador de minha mão direita próximo a meus lábios, enquanto pensava ” Se ela esta se escondendo na névoa, não da pra ver ela... Mas...” Um pequeno sorriso formaria em meus lábios ” Da pra sentir seu cheiro, e ouvir se ela fizer algum barulho” Viraria para meu irmão e diria um pouco alto – Hey, Da pra saber mais ou menos onde ela esta pelo seu cheiro e pelos barulhos que ela faz, então... é melhor deixar que eu tome as rédeas aqui – Viraria para o C.obvio e diria também – Você também capitão obvio – Em seguida, olharia para a neblina, na esperança de ver alguma sombra ou algo do tipo – Fiquem juntos, deem as costas uns aos outros, assim ela não nos pega por trás... – Demoraria um pouco, mas soltaria uma pequena risada maliciosa e perversa – Por trás... hehe... meu deus, tenho que parar com isso – Voltaria meu foco ao que estava acontecendo.

Assim que eles tivessem entendido o que eu havia falado, ou não, vai saber a teimosia deles né? Me posicionaria de costas para Edward e C.Obvio, de modo que formássemos um triangulo se visto de cima. Me concentraria em sentir o cheiro da criatura e nos sons, dizendo onde eu achava que ela estava quando um desses critérios aumentasse repentinamente – Alí – Apontaria, me preparando para o pior. Apesar de difícil enxergar, prestaria também se pudesse ver algum vulto ou sombra, qualquer coisa, e diria o mesmo para os outros dois.

Caso a criatura me atacasse de frente, gritaria para o outros dois – Por aqui! – E logo após, esperaria a fera se aproximar. Se ela atacar com suas garras, me esquivaria para trás se ela não tiver patas muito grande, mas se forem, me abaixaria , me afastando logo em seguida. Se ela atacasse com suas presas, se tivesse, me esquivaria para a esquerda, e aproveitando o posicionamento, pularia no pescoço ou tronco da criatura, mordendo-a e cravando minhas garras na mesma. Se visse que ela me atacaria novamente, soltaria-a e procuraria meu irmão, se o visse, correria até próximo dele, se não o visse, gritaria seu nome – Edward! – enquanto continuaria a correr, sem dar chance para a fera; assim que tivesse uma resposta do posicionamento de Edward, correria para próximo dele.

Caso ela atacasse um dos dois, procuraria ficar a uma distancia não muito longe, quase próxima, mas o suficiente para ela não virar contra mim e que eu possa alcança-la sem problema. Usaria a mesma tática de agarra-la e morde-la no pescoço ou tronco, me afastando assim que visse que ela me atacaria.

Se no processo a fera morrer, veria se ela realmente havia morrido, chutando sua pata e a cutucando, mesmo que com a ponta das garras, no tronco. Assim que tivesse certeza de sua morte, a tocaria, par a sentir a maciez da carne, e se parecesse boa diria em voz alta – Acho que da pra comer isso –






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MensagemAssunto: Re: Cap. 1 - Pirata bonzinho?!   Cap. 1 - Pirata bonzinho?! - Página 7 EmptyQua 06 Jul 2016, 18:43

Balu Brothers







Com apresentações apressadas, logo o trio todo já se “conhecia” e planejavam algo… Na verdade, todos pareciam pensar em algo diferente, fazendo com que aquela equipe invés de conjunto se tornar-se uma unidade individual de três. Enquanto Edward empurrava seu irmão para frente na intenção de utilizá-lo como isca, a pequena criatura recua até fazer uma formação triangular com o restante do trio. Kenshiro por sua vez se afastava dos dois, perdendo-se em meio a neblina em relação aos irmãos. Agora apenas com a dupla contra a fera, seu inimigo logo iniciava sua investida e, como um sonar que captava até mesmo cheiro, Beothor conseguia identificar de qual direção ela vinha quando a mesma se encontrava a cerca de cinco metros da dupla. Quando indicava a direção, rapidamente o arruaceiro acertava uma pedrada em seu torso, na parte lateral, fazendo o animal mudar de direção e vindo ao seu encontro. Agora que ambos possuíam uma visão mais clara da besta, podiam perceber certa baba que escorria da boca, parecia realmente faminto. Quando já estava a distância suficiente, executava um salto visando acertar o humano, que desviava com certa facilidade de tal investida, conseguindo acertar o animal em sua face canina no processo. Porém, aquelas pedras chegavam a ferir a criatura, mas não ao ponto de para-la. Utilizando de sua velocidade felina, a mesma retornava e estava presta a cravar os dentes no braço de Edward que ficava para trás devido ao arremesso de pedra efetuado, contudo, seu irmão vinha em seu amparo e acabava por literalmente se pendurar na criatura, mordendo-a na jugular. Uma mistura de rugido com latido exalava por todo o local e a criatura cambaleava, até Kenshiro surgir novamente em meio a nevoa e acertar um chute que mais lembraria um chute livre de futebol americano, fazendo a criatura cuspir certa quantidade de sangue. Suas pernas tremiam e seu olhar era digno de uma criatura milenar carregada de ódio, mas sua força de vontade nada podia fazer… Seu corpo não mais respondia e caía ao chão, inconsciente.

-Boa mira. E você… Bem, não recomendo tentar usar sua boca pra parar essas criaturas daqui…


Dizia o homem, olhando ao redor. Parecia preocupado com algo, mas até então não comentava nada com os irmãos. Os dois por sinal pareciam bem confortáveis a situação, comentando sobre a possibilidade de cozinhar aquela puma misturada com cão, apesar de não saberem o que havia causado tal mutação. -È melhor não mexer com isso ai. O cheiro já já vai atrair outras criaturas e levar isso com vocês só vai causar problemas. E acho que já terão problemas suficiente tentando disfarçar o cheiro de sangue do sabichão ali.- Referindo-se a Edward, Kenshiro buscava um isqueiro em sua vestimenta e começava a queimar seu anterior inimigo. Devido a pelagem seca do animal, o fogo se alastrava facilmente em sua pele, tendo dificuldade apenas para iniciar de fato. Pegando por uma das partes que ainda não estavam em chamas, ele arrastava a criatura até um pouco mais atrás de onde estavam. -Isso deve distrair eles… To procurando um sujeito com um chapéu laranja e óculos de aviador, por acaso não viram ele por ai né?- Comentava o jovem, enquanto acendia um fumo e começava a caminhar lentamente em meio a neblina. -Se tiverem com tanta fome assim a ponto de querer comer algo como aquilo, deveriam vir, estou indo pra taverna agora.- Seguia lento e os irmãos poderiam alcançá-lo facilmente caso decidissem prosseguir com o jovem. Em seu lado esquerdo estava Kenshiro caminhando, em sua frente a breve iluminação da criatura queimando, do outro lado a neblina começava a se dissipar, revelando uma floresta. Para onde a dupla seguiria?

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MensagemAssunto: Re: Cap. 1 - Pirata bonzinho?!   Cap. 1 - Pirata bonzinho?! - Página 7 EmptyQua 06 Jul 2016, 19:55



01/03# - Eu quero me esbaldar na comilança



Os deus deviam estar nos olhando e falando “vou ajudar esse putos pra ver que outras merdas eles vão se meter”. Nossa situação já não era muito boa, pra falar a verdade, tava uma verdadeira merda. No meio de uma densa neblina e sendo rodeados por uma fera que se escondia na neblina. Para piorar, parecia que ninguém se entendia bem, meu irmão me dava um leve empurrãozinho, eu não entendi direito por que ele fez aquilo, mas o perdoe e comecei a me posicionar, conforme havia lhes dito, porem, antes que pudesse perceber, C.Obvio se afastava indo parar na neblina. Pensei, assim que o vi movimentando um pouco suas pernas para longe ” O QUE VOCÊ TA FAZENDO SEU MALUCO?” Eu ia tentar puxa-lo de volta para a formação, mas não deu tempo, fui perceber isso tarde de mais. Agora éramos apenas eu e Edward.

Em um instante, pude sentir o forte cheiro da fera, ela estava se aproximando, e pelo que podia sentir, era depressa. Apontava e dizia a Edward a direção que ela estava vindo, e ele, com sua boa mira, lançava uma das pedras que eles tinha em mãos. Não vi direito, mas pelo barulho, parecia que ele havia acertado, porem ainda não era tempo para comemorações, a fera ficou louca e foi para cima de Edward, e quando eu o vi claramente pensei ” Eu preciso descobrir que gosto isso tem”. A fera tentava seu bote, abrindo sua boca mostrando seus dentes, e quase havia conseguido um aperitivo com Edward, mas ele foi mais rápido e se afastou a tempo, e como se não bastasse, ainda lhe acertava uma pedra na cara. Ela tentava de novo pegar Edward, e dessa vez quase pegava seu braço, porem, aquele era meu momento de ser útil, de ‘brilar’, e foi o que eu fiz, pulei seu corpo, e em sua jugular eu lhe cravei os dentes. Ela rugia, latia, rosnava... não dava pra saber, era um bicho meio doido. Ela começava a ficar mais fraca, notava isso quando cambaleava. Ela estava quase que no chão, e eu já podia respirar um pouco mais calmamente ” Agora é só acabar com ela...” Pensava, e nesse momento, C.Obvio aparecia do nada, parecia que sabia exatamente onde estávamos, e dava uma bicuda na bicha, e ela cuspia sangue – Eita... que forte Diria, após ver tamanha força nas pernas. Ela caia no chão, e depois de alguns segundos a encarar o seu olhar de ódio, ela parecia não ter mais vida.

Edward me perguntava se dava para comer, coisa que eu queria descobrir, mas C.Obvio parecia contrario a ideia - Bem, não recomendo tentar usar sua boca pra parar essas criaturas daqui… - Eu ignorei o que ele dizia e o que disse depois, já estava imaginando como iria prepara-la ” Vai ter churras hoje hehe”. Já poderia se ver o sorriso em minha boca, mas antes que eu pudesse pega-la, fogo, do nada, fogo. Quando notei, tinha sido C.Obvio que havia ateado o fogo na criatura, quase que lagrimas saiam de meu olhos – Meu churras... – Eu queria quebrar aquele maluco, e nem prestava atenção no que ele falava, até o momento em que ele mencionava a palavra ‘taverna’ – Taverna? Partiu Edward – Já estava até esquecendo o que havia acontecido, só queria mesmo é ir pra taverna encher a pança.

– Vamos Edward, vai ter comida lá – Conhecendo meu irmão ele não iria apenas por comida, então caso ele se negasse a ir, lhe diria - Pode ser que tu ache uma mina bêbada fácil de pegar por lá... – Depois disso, estenderia a mão para Edward, sabia que depois dessa ele com certeza iria. C.Obvio já estava andando, mas a passos lentos, então dava para alcança-lo, na verdade, era estranho como ainda dava para vê-lo, não havia notado, mas a neblina começou a se dissipar. Puxaria Edward pelo braço, e ergueria o outro na direção de C.Obvio, chamando sua atenção em um grito - Espera ai, Capitão Obvio!- Caminharia até C.Obvio a passos rápidos, e assim que o alcançasse, tentaria andar na mesma velocidade que o mesmo. Assim que estivesse próximo, olharia C.Obvio de cima abaixo, e logo em seguida, começaria um questionário, sem dar nenhuma pausa durante as pergunta - Qual o seu nome? De onde veio? Como você foi parar junto ao meu irmão? Por que você tem um chute tão forte? Você vai pagar a conta na taverna? Esperaria pelas respostas, e caso ele desse uma pausa, faria a pergunta que ele estivesse preste a responder novamente, estava impaciente para conhecer aquela pessoa, e como ele foi parar naquela merda.






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MensagemAssunto: Re: Cap. 1 - Pirata bonzinho?!   Cap. 1 - Pirata bonzinho?! - Página 7 EmptyQui 07 Jul 2016, 08:27

Pagar pecados? Estou sendo julgado?
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- Krapacius-san, tome! – Milhouse pegaria de seu bolso, um cigarro e seu isqueiro e daria para Krapacius – Porque não disse antes? – Ele daria um leve riso, concluindo.

Milhouse chega ao local claro e verifica o mapa. ”Próxima pista!”. Ele acaba chegando à conclusão de que quem escreveu aquele mapa, usava drogas. ”Mas hein? Que tipo de sádico escreveria uma coisa dessas?”. Ele parava para observar o salão, apesar de nada fazer sentido dentro de sua cabeça naquele momento. Ele dá um leve suspiro e volta ao mapa, procurando mais alguma pista. Caso ele conseguisse outra informação no mapa em código, ele tentaria segui-la. Caso não, ele leria a frase em voz alta.

- “Ao encontrar seu destino, ao inferno chegará. Escolha sua punição e pague seu pecado, para então, garantir passagem ao paraíso”– Milhouse aguarda as ações dos dois, para ver o que eles irão fazer e continua – Bom, eu não cometi nenhum pecado. Não desses aí. – Milhouse iria a porta da gula e pararia na frente dela – Bom, eu como bastante, mas não mais do que o necessário – Após isso, ele iria a porta da Avareza – É até bom ter dinheiro, mas eu não mataria por ele – Milhouse andaria até a porta da Luxúria e ficaria corado por imaginar as coisas que remetem a luxúria, de coisas obscenas e o apego ao prazer carnal. Talvez ele fosse muito jovem ou muito ingênuo pra isso – Ah, esse nem pensar! – Ele sairia logo da frente desta porta e iria para frente da porta da Ira - ... – Sairia sem falar nada, talvez ele fosse muito tranquilo para pensar em algo e ficar irado. Apenas olharia para porta da inveja e da preguiça, como se as desprezasse. Quando olhou para a porta do orgulho, deu um leve riso. ”Bem, pensando bem, aquele momento eu fui orgulhoso com meu pai... Acho que é essa punição que devo pagar””. Se encaminharia para a frente da porta que selecionou e procuraria um modo de abri-la.

- Meus amigos, nós nos veremos em breve! Eu espero! – Ele riria, enquanto diz isso.

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É isso mesmo, Convidado, eu voltei.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 1 - Pirata bonzinho?!   Cap. 1 - Pirata bonzinho?! - Página 7 EmptySex 08 Jul 2016, 16:48

O novo reencontro - II
Posts: 13 - Vício: 00/15


A tensão era grande na caverna e Milhouse ouviu quando Krapacius clamava por um cigarro e prontamente sua mente caridosa atendeu ao chamado do companheiro de aventura.

- Krapacius-san, tome!

Krapacius aceita o cigarro oferecido.

- Obrigado Sr. Bonzinho

– Porque não disse antes?

O cigarro agia rápido em Krapacius, ele sentia como se sua vida fosse reavivada, como se seus pensamentos fosse mais claros e como se a coragem que outrora lhe foi arrancada agora poderia mais uma vez bater em seu peito jovial e sedento por justiça e aventuras incríveis ao lado de seus nobres porem novos parceiros de aventura.

Então Milhouse continuou e recitou a frase que estava escrita no mapa. O clima estava tenso e Krapacius vez ou outra em meio as tragadas, já começava a procurar seus pecados mais antigos e obscuros, embora não se achava no direito de entrar em uma porta selecionada pois essa seleção seria mentirosa para com seus princípios, pois ele não sentia em seu intimo que houvesse sequer cometido algum daqueles pecados. Krapacius então resolve escolher uma porta avulsa e decide ir na porta da avareza.

- Eu não cometi esse pecado, mas é nele que vou me punir ou punir o que quer que esteja lá.

Então Krapacius se encaminha para a devida porta e tenta descobrir como abrir a mesma de alguma maneira.

Com o coração batendo por aventura, Krapacius acreditava que era chegada a hora de agir para que a missão fosse cumprida e seus objetivos fossem alcançados. Em seu intimo ele podia sentir que o jovem Milhouse poderia ser um aventureiro maluco porém seria um aventureiro do bem e era isso que ele queria, ser um aventureiro do bem e contra toda e qualquer injustiça que pudesse afetar o bem e a paz seja de onde quer que fosse.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 1 - Pirata bonzinho?!   Cap. 1 - Pirata bonzinho?! - Página 7 EmptySab 09 Jul 2016, 09:20

Eu havia conseguido acertar algumas pedras no animal, infelizmente quando fiz isso o foco do animal deixou de ser meu irmão para ser eu, acabei machucando meu braço, -Animal idiota, morda meu irmão, não eu!!- reclamaria sobre a mordida, meu irmão avançou sobre o animal o mordendo, e o capitão obvio deu um potente chute no mesmo, após isso o animal não estava mais em condições de luta-Boa mira. E você… Bem, não recomendo tentar usar sua boca pra parar essas criaturas daqui…- capitão obvio falava para meu irmão e eu, -Beothor também é um maldito animal, queria que ele fizesse o que? Mijasse em cima para marcar território?- falaria em um tom humorado rindo da própria piada no final, após isso o capitão obvio tacou fogo no animal, e falou -Isso deve distrair eles… To procurando um sujeito com um chapéu laranja e óculos de aviador, por acaso não viram ele por ai né?- procuraria em minhas memórias qualquer sujeito parecido, caso não tivesse visto falaria -Nessa nevoa não consigo ver a mais de 1 metro, então não- , caso tivesse visto falaria -Sim eu o vi, ele foi por ali - apontaria a direção que vi ele andando.

-Se tiverem com tanta fome assim a ponto de querer comer algo como aquilo, deveriam vir, estou indo pra taverna agora.- , apenas confirmaria com a cabeça, mas o meu irmão faria questão de me importunar talvez por não ter visto eu confirmando devido a neblina – Vamos Edward, vai ter comida lá... Pode ser que tu ache uma mina bêbada fácil de pegar por lá... –, olharia pro baixinho em direção ao meu irmão meus olhos estaria com puro ódio e responderia, -Pegar alguém com você perto?Não, já aprendi a lição, você é uma praga que ama estragar meus relacionamentos- , após falar isso apressaria o passo e seguiria o capitão Obvio - Qual o seu nome? De onde veio? Como você foi parar junto ao meu irmão? Por que você tem um chute tão forte? Você vai pagar a conta na taverna? – meu irmão fazia perguntas, a maioria delas não era importante, afinal ele era burro igual uma porta, antes que o capitão obvio pudesse responder perguntaria eu, -Esqueça as perguntas de meu irmão, quero fazer algumas perguntas que realmente importam, o que era aquele animal?Parecia uma mistura de duas espécies completamente diferentes, o homem que você procura tem alguma coisa a ver com isso? Você é revolucionário né?- chutaria que ele era revolucionário, pois sabia que os revolucionários não gostariam de criaturas assim fazendo zona na ilha, isso poderia chamar atenção da marinha, então provavelmente estaria tomando alguma atitude.

Provavelmente já conhecia a taberna, pois minha memória era boa, e frequentava bastante as tavernas dessa ilha, -eae (nome do atendente se conhecesse) sabe algum modo de desinfeccionar feridas? - atendentes de tabernas aprendiam muitas coisas, e também havia muitas brigas no bar, talvez ela saiba como, mostraria as minhas feridas para o homem e falaria -Foi esse maldito rato crescido, esses dias ele estava espumando pela boca talvez tenhamos que sacrificar... - falaria apontando para beothor -Acho melhor voce tirar ele do bar antes que morda mais alguém... - falaria, Beothor estava certo, eu queria encontrar algumas mulheres, mas com ele por perto eu não teria chances, então iria eliminar a ameaça e fazer a investida em algumas mulheres após isso, se o homem não soubesse, falaria -tudo bem...- e iria até o capitão obvio, se o homem soubesse receberia o tratamento e falaria -obrigado....- para então ir até o capitão obvio.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 1 - Pirata bonzinho?!   Cap. 1 - Pirata bonzinho?! - Página 7 Empty

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Cap. 1 - Pirata bonzinho?!
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