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Cap. 1 - Pirata bonzinho?! XwqZD3u


One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap. 1 - Pirata bonzinho?!

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Cap. 1 - Pirata bonzinho?!   Cap. 1 - Pirata bonzinho?! Empty3/3/2016, 13:34

Cap. 1 - Pirata bonzinho?!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Milhouse Grunge. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Cap. 1 - Pirata bonzinho?!   Cap. 1 - Pirata bonzinho?! Empty3/3/2016, 16:24

Do início: O lar deixado para trás...
Posts: 001 | Vício 01/15
Continuação da História:
O garoto acordava naquele dia, lembrando-se da sua vida monótona, da qual não se orgulhava nada. Ficou um momento, semiacordado, perdido entre devaneios, sonhos, remelas e preguiça. Resolveu se levantar, mas não antes de se espreguiçar novamente, esticando o máximo os braços e fazendo uma careta, daquela do tipo de quem não queria se levantar. Depois de muita enrolação para se levantar da cama, empurrou as cobertas para o lado, sentou na cama, encarando por alguns instantes o chão, porém, este fato se devia novamente à preguiça que o mesmo sentia. Deu uma leve “despertada” quando seus pés tocaram o chão frio e isso o fez suspirar. Cambaleando com a preguiça e os efeitos da semiconsciência dos seus atos, se dirigiu ao banheiro para fazer as coisas básicas, de quando se acorda de manhã.
Após o banho, parou em frente a pia e olhou para si, no espelho, se encarando como se odiasse a si mesmo. ”O que você fez pra mudar o mundo? Hein? Seu bosta!”. Fica se encarando até o seu reflexo ser coberto novamente pela névoa causada pela água quente do banho. Secou-se e saiu do banho para se trocar. Pôs sua roupa habitual, um terno verde, com suspensórios por baixo e sem gravata. Encarava-se novamente no espelho e não se achava decente, mas, era culpa de sua cara e não de sua roupa. Suspira mais uma vez, desmotivado, e se arruma pra colocar seu chapéu, mas antes de coloca-lo, lembra que a velha que cuida dele não gosta que ele use dentro de casa, então fica segurando-o com a mão esquerda. Resolve se desprezar em frente ao espelho antes de descer para tomar seu café.
Desceu diretamente em direção da cozinha e encontrou um bolo de fubá e uma jarra de café, com um bilhete próximo. O Bilhete dizia: “Mil, feliz aniversário! Eu fiz este bolo para você, em comemoração. Espero que goste! Tive que sair, logo estarei de volta. Mas não precisa me esperar”. Ele se sentiu ainda mais desprezível por lembrar que esqueceu o aniversário da velha Chiye e ela nunca esqueceria o dele. Resolveu tomar seu café, que geralmente o fazia melhorar e comer aquele bolo. ”Que bolo delicioso...”. Fez uma cara de prazer, pois estava maravilhoso e passou a língua nos lábios na esperança que tivesse restado alguma migalha. Deixou metade do bolo guardado, para que pudesse comer mais tarde. Respirava fundo e melhorava sua cara, pois, na maioria do tempo era um garoto sorridente e feliz, despreocupado (Menos na presença de seu pai) e aquele mau-humor anterior era devido à fome. Afinal: ”Pensamentos bons atraem coisas boas”. Mas talvez, ele tivesse acordado com o pé esquerdo. Enquanto o garoto apreciava o último gole de seu café e a visão de crianças brincando, seu pai adentrou a humilde casa. Naquele momento, o garoto espremeu os olhos para encarar aquele homem, já de meia-idade e com mais da metade dos cabelos brancos.
-- Olá filho, bom dia – Disse o homem, tranquilamente, parecendo estar na defensiva e não querendo causar atrito.
--- Olá o caralho! O que você quer?! – O garoto resolveu externar toda a sua revolta juvenil.
--- Olha aqui, seu moleque mal-educado...  – Foi interrompido pelo garoto.
--- Mal-educado porque não tive um pai pra me educar! – Respondeu, encarando o próprio pai.
O velho não aguentaria aquela frustação juvenil e começava a proferir um discurso, do qual o garoto não se interessou em ouvir. Enquanto o pai falava, o jovem suspirava e o ignorava, fazendo caretas e birras, como se tivesse voltado anos atrás, sendo infantil como uma criança. Mas as últimas palavras ele escutaria, até bem demais, palavras que escaparam da boca do velho.
--- ...você tem que ser um grande homem e forte, para assumir a minha posição no exército revolucionário! A não ser que queira que eu morra de desgosto!  – E parou de falar, aguardando alguma resposta “não-infantil” do seu filho.
--- Vou navegar os mares e mostrar que posso ser um “grande homem”, sem fazer parte do Exército Revolucionário!!! Procure notícias sobre mim na parte de procurados do Jornal!!! – Bradou furioso, saindo pela porta.

Fim da Continuação(?)
O garoto saiu da sua antiga casa, deixando o lar para trás. Se estiver em um chão de terra ou tiver neve no local, em um acesso de raiva, o atirador irá chutá-la para “se aliviar”. Continuou caminhando um pouco e colocou o seu chapéu na cabeça. Lembrou-se que deveria comprar cigarro, pois logo sentiria vontade de fumar. Ele suspirou e olhou para o alto. ”Eu vou ser sempre otimista! “Vibe” positiva, coisas boas virão”. Ele continuará andando, colocando um sorriso no rosto, como sempre faz. Cumprimentará, acenando com a mão direita, para as pessoas que conhecer. Encaminhar-se-á para o lugar onde geralmente compra cigarro, pois, cresceu naquela cidade então, provavelmente, conheceria o local. Se não, parará qualquer pessoa na rua, sorrindo, estenderá a mão, cumprimentando a pessoa.
—Oi, tudo bem? Sabe onde posso comprar cigarros? – Soltaria a mão da pessoa, mas permaneceria sorrindo.
Repetiria o movimento até encontrar a informação desejada. Quando descobrisse, iria ao local. Permaneceria sorrindo. A menos que encontrasse um “marine”. Caso visse algum, cuspiria no chão, mostrando desprezo e encarando o tal. E se o tal ficasse incomodado e olhasse feio para o garoto ou ameaçasse ataca-lo, ele faria uma cara de medo junto com desespero e ele sairia correndo, tentando fugir sem que ele seguisse o mesmo, se encaminhando para o local indicado onde vendem cigarros.
Chegando ao local, daria uma leve observada para evitar confusões. Se alguém parecesse o tipo de pessoa que gosta de se meter em confusão, ele evitaria passar perto da pessoa. Se ele encontrasse algum “caminho seguro”, se dirigiria ao balcão, para tratar com o responsável.
—Oi, tudo bem? Vocês vendem cigarros? Quanto custa? Tem isqueiro também? E quanto é? – Ele estenderia a mão para a pessoa, em um simples comprimento, permanecendo sorrindo.
O garoto aguardaria uma resposta, evitando cruzar olhares com quem estivesse “mal-encarado”.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 1 - Pirata bonzinho?!   Cap. 1 - Pirata bonzinho?! Empty5/3/2016, 14:24

Deixe o mundo mudar você e você poderá mudar o mundo. O revolucionário deve sempre ser integral. Ele deverá trabalhar todas as horas, todos os minutos de sua vida, com um interesse sempre renovado e sempre crescente. Esta é uma qualidade fundamental.

Acima de tudo procurem sentir no mais profundo de vocês qualquer injustiça cometida contra qualquer pessoa em qualquer parte do mundo. É a mais bela qualidade de um revolucionário.

Era manhã e a atmosfera era deslumbrante para novas atividades. Os barulhos ressonantes vindos da floresta se equiparavam os singelos barulhos que o lago e seus habitantes reproduziam. A brisa esbelta pairava sobre aquela perfeita cena, fazendo as folhas balançarem em um movimento síncrono e marcado pela perfeição da natureza.

O equilíbrio pacificador era quebrado por uma pequena discussão que acontecia em uma das casas da pequena vila que centralizava aquela ilha de completa perfeição. Um jovem partia deveramente exaltado de sua cara rumo a um futuro o qual não imaginava ser difícil e complexo.

Seus pensamentos tentavam fazê-lo manter a calma e usar o pouco otimismo que o mesmo tinha sobre seu caminho. Andando com um sorriso em sua face, o mesmo buscava saciar o seu enojado vício, o fumo, e cumprimentava as senhoras que via em seu caminho, assim como as damas, que por muitas vezes o achavam estranho e o evitavam.

Ao chegar na pequena lojinha, após andar alguns metros, o rapaz entrou e buscou ser o mais breve ao conseguir suas ambições. - Oi, tudo bem? Vocês vendem cigarros? Quanto custa? Tem isqueiro também? E quanto é? - perguntou esticando a mão como cortesia. - Ah, quantas perguntas meu! - falaria outro rapaz que estaria de costas arrumando as pequenas e velhas prateleiras - Não tá vendo a placa no lado de fora? Odeio perguntas idiotas! - resmungou o suposto vendedor ao procurar o que lhe seria pedido e, bruscamente, jogar no balcão - Está aqui, seu fumo! O isqueiro eu vou procurar... Poxa vida, nem isqueiro você tem... - resmungaria novamente enquanto se abaixava para procurar.

A lojinha era simples. Tinha duas prateleiras com dois metros de altura cada e um metro e meio de largura, cada. O balcão era simples, feito apenas para separar vendedor de clientes. Ao lado de uma das prateleiras, tinha uma porta, provavelmente daria ao armazém da humilde loja. Enquanto esperava, um homem entrou na lojinha sem Grunge perceber. - Hey, bom dia a todos! - falou o rapaz, alto, loiro de boa aparência. - Ah, nunca vi você por essas bandas, olá, meu nome é Son Geditta! - falou estendendo a mão para Mill. - Ah, aqui está seu isqueiro! - falou o atendente da lojinha ao mesmo tempo.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 1 - Pirata bonzinho?!   Cap. 1 - Pirata bonzinho?! Empty7/3/2016, 17:29

Para perguntas idiotas, respostas ariscas.
Posts: 002 | Vício 02/15
O jovem chegou à pequena lojinha, após andar alguns metros, entrou e buscou ser o mais breve ao conseguir suas ambições. Após as suas demasiadas falas, tentando apressar o assunto, recebeu uma resposta que não gostaria.

-- Ah, quantas perguntas meu! - falaria outro rapaz que estaria de costas arrumando as pequenas e velhas prateleiras -- Não tá vendo a placa no lado de fora? Odeio perguntas idiotas! - resmungou o suposto vendedor ao procurar o que lhe seria pedido e, bruscamente, jogar no balcão -- Está aqui, seu fumo! O isqueiro eu vou procurar... Poxa vida, nem isqueiro você tem... - resmungaria novamente enquanto se abaixava para procurar.

Milhouse daria um sorriso e levantaria as sobrancelhas, achando graça na aparente “revolta” do rapaz, chegando a dar leves risos, mas colocando a mão sobre a boca para não fazer barulho e nem causar mais “ódio” no rapaz. “Será que peço desculpas? Não... Deixa pra lá! Se eu pedir desculpas, aí que ele vai me xingar mesmo!”. Após pensar isso, deu mais alguns leves risos, ficando com um sorriso largo, como quem acaba de parar de rir. Pegou o seu “fumo”, como o rapaz chamara e o colocou no bolso esquerdo, aguardando o outro item que havia solicitado.

Enquanto isso, um rapaz alto, loiro de boa aparência entrou na loja, dando um leve susto no jovem após cumprimentar a todos. E de repente, veio em direção do Grunge para cumprimenta-lo e ao mesmo tempo, o vendedor lhe entregou o isqueiro. Que dilema! O garoto resolveu, para evitar confronto com o rapaz estressado e não parecer mal-educado ao homem louro, estender as duas mãos. A mão esquerda, para tentar pegar o isqueiro e porque era falta de educação cumprimentar com ela e a direita, resolveu estender para o homem que o cumprimentava, ficando com os braços “cruzados”, em forma de “X”, em frente ao peito. Tentaria evitar que o homem louro chacoalhasse o braço dele, pois isso dificultaria o mesmo a pegar o isqueiro e tentaria errar o menos possível, nas suas tentativas de pegar o isqueiro e cumprimentar, pois o rapaz da loja já parecia não ter ido com a cara dele. Apresentar-se-ia em primeiro lugar, depois agradeceria o isqueiro.

—Olá! Bom dia para o senhor também, meu nome é Milhouse Grunge, mas pode chamar de “Mill”. Também nunca vi o senhor por aqui. É novo? Precisa de ajuda? Está de passagem? – Talvez fosse da personalidade ou apenas ele estivesse entusiasmado mesmo com sua “aventura”, mas começaria novamente a série de perguntas.

Prestaria bem atenção nas palavras do rapaz, vendo se ele teria algo “de bom” para agregar com suas palavras ou algo interessante. Depois de obter as respostas (ou não) para a suas perguntas, lembrar-se-ia de agradecer o rapaz da lojinha.

—Nossa! Mil perdões! Eu já ia esquecendo! Obrigado por tudo! Quanto lhe devo? Posso pagar depois? Se eu pagar à vista, tem desconto? – Repetiria mil perguntas, esquecendo-se que isso irritara o rapaz da primeira vez.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 1 - Pirata bonzinho?!   Cap. 1 - Pirata bonzinho?! Empty12/3/2016, 21:32

- Olá! Bom dia para o senhor também, meu nome é Milhouse Grunge, mas pode chamar de “Mill”. Também nunca vi o senhor por aqui. É novo? Precisa de ajuda? Está de passagem? - respondia de maneira entusiasmada. Enquanto falava, Mill, curiosamente, cumprimentava o rapaz de maneira cômica, ao mesmo tempo em que pegava o isqueiro do rapaz ranzinza.

- Loucos... - falava o rapaz enquanto soltava o isqueiro na mão de Mill. Enquanto isso o estranho rapaz loiro ria da situação enquanto apertava a mão de Mill. - Você é bem engraçado, moço! - falou o rapaz ao soltar a mão de Mill. Após alguns instantes, o jovem lojista forçou a voz para lembrar Mill da recente dívida.

- Nossa! Mil perdões! Eu já ia esquecendo! Obrigado por tudo! Quanto lhe devo? Posso pagar depois? Se eu pagar à vista, tem desconto? - perguntava incessantemente o rapaz. - Droga cara! Para de tanta pergunta se não dobrarei o preço! - resmungaria o rapaz ao "cair" sua cabeça sobre o balcão - Bem, me dê 50 mil berries e suma da minha frente, por favor! - falou sinalizando uma reza teatral.

Enquanto isso, o jovem Geditta se dirigia ao lojista a fim de obter alguma coisa. - Olá Drew! - sinalizava com uma sinalização usando seus dedos - Está mais estressado que o normal, hein... - falou rindo levemente. - Ah, não me encha o saco, seu idiota de merda - retrucava o lojista enquanto limpava o balcão.

Após alguns instantes em silêncio, ambos soltavam grandes gargalhadas. - Você é uma figura, Drew! - ria o jovem loiro que apareceu na loja. - O que vai querer hoje, seu loiro de merda? - perguntava ironicamente ao rapaz. - O mesmo de sempre, ontem eu achei novas pistas para o meu tesou... - falava o rapaz antes de ser interrompido por uma "espanada" do lojista. - Você vai falar o nosso segredo para esse estranho?! - exclamou o jovem lojista.


Esclarecimentos:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap. 1 - Pirata bonzinho?!   Cap. 1 - Pirata bonzinho?! Empty12/3/2016, 22:13

-x- POST PERDIDO PORQUE O MILHOUSE É BURRO -x-

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Última edição por MilhouseGrunge em 15/3/2016, 21:41, editado 3 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Cap. 1 - Pirata bonzinho?!   Cap. 1 - Pirata bonzinho?! Empty15/3/2016, 17:25

Naquela tarde, o jovem Milhouse passeava de Centaurea Island, fazendo algo que é incomum entre aqueles no meio da pirataria. Compras! Provavelmente muitos iriam olhar e rir “Um pirata gastando seu dinheiro em serviços!” Podia ser algo vergonhoso para aqueles do mesmo meio, mas em nenhum momento isso se passou na mente do jovem atirador que queria se tornar um pirata. Você provavelmente diria: “Um pirata bonzinho? Que ridículo”, mas aquilo poderia ser algo que o faria um pirata revolucionário! Um dos primeiros piratas que quebraram o grande tabu da pirataria! Isso vai fazer com que as pessoas pensem duas vezes antes de associar a pirataria com violência, roubo e estupros! Mas como todo bom pirata, ele deveria começar do baixo e se construir tomando as oportunidades da vida!
E uma delas era aquele tesouro. Uma grande quantidade de dinheiro bem exposta para o primeiro que chegar lá pegar. Já que nosso companheiro Milhouse não é louco de ir a procura desse tesouro sem nenhuma informação sobre localização. Até por que poucos fariam isso: Sortudos e Idiotas! E Milhouse não parecia ser um cara sortudo. Até por que nesse mesmo local, o jovem pode ouvir de longe um grito, mas não um grito de desespero ou susto. Tava mais para um grito desesperador.

-Se preparem! KABLAM! –Uma voz desconhecida e de repente! Uma explosão! Poeira e fumaça para todos os lados, algo que atrapalhava a visão de todos naquele local. Milhouse pode reparar uma face nova no local que de se misturou a fumaça. Milhouse sente seus pertences sendo levados enquanto os demais em sua volta reclamam, parece que eles também perceberam. O som da maquinada registradora do local se abrindo ecoava pela sala em meio à bagunça. Um roubo tão descarado que só faltava o ladrão lhe levar as roupas.
O ladrão que pensou ter escapado com facilidade, caminhava lentamente no lado de fora, carregando seu saque.

-Até mais otários... – Ele murmura enquanto escapa com um sorriso.
Ladrão ousado:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap. 1 - Pirata bonzinho?!   Cap. 1 - Pirata bonzinho?! Empty15/3/2016, 21:42

Pode ser pirata, desde que não faça pirataria (?)
Posts: 004 | Vício 04/15


O garoto estava empolgado com o tesouro, pensando nas milhares de coisas que podia fazer. “Quanto será que tem lá? Se dividir por três, será que fica pouco? Ah, então espero que tenha três vezes mais!”. Três vezes mais do que quanto? Nem ele sabia. Perdera-se nas próprias contas matemáticas. Mas, para a sua surpresa, acontece uma explosão no local e uma fumaceira desgraçada cobre a visão de todos. Ele abana a sua frente, tentando evitar, enquanto usa a outra mão para cobrir os olhos fechados, para que a poeira não lhe dê problemas na vista e eventualmente, dá algumas tossidas secas. Mas sente alguém roubando seus pertences. “Filho da puta! Passou a mão na minha bunda!”.

O garoto abre os olhos, tentando achar o desgraçado que fez aquilo. ”Eu vou matar esse desgraçado”. Mas antes de avistá-lo, ele percebe que não tinha sido à única vítima do criminoso. ”O que? Um ladrão?!”. Aquilo enfureceu o garoto, que mostrava uma expressão nova, com os olhos cerrados e as sobrancelhas quase se tocando, a boca fazia curva, para baixo, mostrando o descontentamento. Ele serrava os punhos e partiria para cima do cara-de-pau.

O jovem atirador, qual estava desarmado, buscaria algo que pudesse “lançar”, como uma cadeira. Com a sua pontaria e visão, ele poderia pegar um objeto, não muito pesado, e acertar a cabeça do desgraçado. Caso ele conseguisse fazer isso, correria em direção do recém-caído e deitaria por cima dele, fazendo uma espécie de monte.

- Peguei o ladrão! Peguei o ladrão! Ajudem-me! – Ele começaria a gritar logo após derrubá-lo no chão, para que viesse ajuda.

Caso o homem tentasse sacar algum tipo de arma, Milhouse tentaria se levantar, se jogando para trás, para evitar ser cortado/perfurado/atingido. Mas caso este tentasse revidar apenas com socos e chutes, o garoto apenas cobriria a cabeça e repetiria a mensagem quantas vezes fossem necessárias até obter ajuda, tentando resistir a todo dano causado a ele.

Mas, se não encontrasse nada “lançável”, correria em direção o ladrão, em uma perseguição. Caso este atacasse, com armas ou objetos “lançáveis” (Senbons, ninjakens, arma improvisada etc.) ele correria em zig-zag, para desviar. Mesmo que tivesse que pular objetos que fossem eventualmente derrubados (como barris) no caminho. Correria até ficar próximo o bastante do maldito e pularia, numa tentativa, de agarrar a cintura dele e jogá-lo no chão com o peso do corpo. Neste movimento, tentaria virar o rosto para o lado, para que não batesse o queixo nas costas do inimigo e acabasse se nocauteando. Depois, ele começaria a gritar, dizendo que pegou o ladrão, para que alguém pudesse vir ajuda-lo a deter o ladrão.

Caso o povo se recuse a ajudar a prendê-lo, o garoto olhará feio para cada presente.

- Então eu devo ajuda-lo a roubá-los e que nós dois levemos até as suas roupas intimas? – Ele fala em um tom sério, tentando ameaçar as pessoas à volta e ameaça sair de cima do bandido.


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MensagemAssunto: Re: Cap. 1 - Pirata bonzinho?!   Cap. 1 - Pirata bonzinho?! Empty16/3/2016, 17:41

Descobrindo os Blues
Posts: 01 - Vício: 01/15

Um jovem garoto em busca de conhecimento, assim era Krapacius. Por toda sua vida, Skypiea foi o único lugar que ele conheceu e tinha certeza que era o chão onde as únicas pessoas do planeta pisavam, conhecer as plantas e suas misturas era um desejo do jovem garoto. Pertencente a uma família comum de Skypiea, Krapacius tinha pai o símbolo da lealdade e da justiça, pois o mesmo era o líder das forças que serviam ao Deus de Skypiea, e sua mãe era a típica mulher de casa que só queria tudo arrumado em seu devido lugar e possuía um padrinho chamado James Kin, seu mentor no campo da ciência. Não se sabe bem o porque, mas Krapacius aparentava uma certa obsessão dissecar animais, mas ele não fazia isso com um sentimento mal na cabeça, ele só era um garoto de aparência normal com um parafuso a menos e seus pais não sabiam de onde ele tinha herdado esses genes, porém ainda assim possuía um intelecto forte e busca por saber avançado também no campo da lógica. Essa foi a sua infância e criação antes de tudo o que ele conhece cair sobre seus pés e de maneira trágica e inesperada.

Krapacius havia passado por Longuetown e já havia passado por alguma aventura por lá, mas algo que foi rapidamente definido. Munido de uma foice que ele batizou de Kurai Seiri ele venceu o inimigo que o destino lhe colocou pela frente e agora já sentia que era a hora de mais desafios serem propostos para si. Centaurea Island, foi o ponto no mapa que ele escolheu a fim de saber mais sobre a botânica do lugar e poder investigar sobre um novo projeto que ele estava colocando em sua mente científica: Ricina. Esse componente quase que desconhecido da mamona poderia ser muito útil para ele em um futuro próximo.

Krapacius sentia em seu coração que Centaurea Island poderia ser uma cidade ótima para começar sua verdadeira jornada de conhecimento do mundo, pois Krapacius passara por uma vida isolada em Skypiea e aquilo era tudo o que ele acreditava ser real e importante para ele, até que Ronan o terrível fora deposto com a ajuda de seres do mar de baixo.

Durante sua viagem até Centaurea Island ele meditou sobre seu futuro, e a trajetória que ele precisaria seguir estava muito definida em sua cabeça. Krapacius estava obstinado a ser justo e sincero para consigo e com os outros, e já sabia que seu destino era livrar as pessoas das tiranias mundanas que acabaram por reclamar a vida de seu pai. Ainda sem saber à qual veículo ele tomara para guiar seu destino justiceiro, seja mercenário, pirata, marinheiro, agente ou revolucionário, ele estaria a observar a melhor das hipóteses que lhe fossem apresentadas.

Ao chegar em Centaurea Island, Krapacius tinha o objetivo de ir em busca de conhecimento, pois o mesmo era um cientista a cima de tudo, ele procuraria um local relacionado a botânica, seja uma floricultura ou algo mais acadêmico. Mas antes disso, Krapacius iria andar pela cidade para ver como as pessoas se comportam para poder se enturmar no mar de baixo, claro, sempre alerta para ajudar quem precisa-se de ajuda, pois seu senso de justiça e sinceridade está arraigado em seu ser.
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Última edição por Krapacius em 16/3/2016, 21:20, editado 5 vez(es)
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