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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Chamado Às Armas

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MensagemAssunto: Chamado Às Armas   Chamado Às Armas EmptyTer 01 Mar 2016, 13:38

Chamado Às Armas.

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Geralt Venderberg. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Chamado Às Armas   Chamado Às Armas EmptyQui 03 Mar 2016, 09:45

– Brrrrrrrr...... Mais um dia congelante, devia pedir a Natasha para domesticar um urso só pra mim, yasheshesheshesheshe, que ideia maluca, dormir com um urso não deve ser muito confiável, yasheshesheshesheshe.

Havia acabado de acordar, não tinha tido um sono tão bom assim, mas haveria de ter outras oportunidades de colocar o sono em dia. Eu morava na região norte da ilha, região bem pacífica – claro que isso foi depois da chegada da Natasha, que por algum dom misterioso consegue acalmar os ursos selvagens e o mar, e também por estar longe da área dominada pelos ursos – porém a qualquer momento pode-se haver uma ruptura no gelo, causando desespero aos desavisados e desatentos. Levantei com uma dor nas costas, causado pela noite mal dormida, calcei os sapatos e me pus no caminho de realizar minhas higienes pessoais, tomaria um banho vestiria minhas roupas, “....ainda preciso arrumar um casaco, a tanto tempo na ilha e ainda não tenho um casaco, só esse cachecol em volta do pescoço...”. Sairia em busca de algo para beber e aquecer o corpo, caso encontrasse, entraria e falaria ao balconista:

– Uma bebida que possa aquecer até meus ossos, por favor.

Se acaso conseguisse tal bebida, ficaria para beber sentado próximo ao balcão, observaria o movimento naquele estabelecimento, procurando algo interessante para me entreter ou se envolver, pensando: “...Acho que já esta na hora de mudar de ares, decidi que já estou pronto e preciso ir  em busca dos Revolucionários, será que alguém  nesta ilha possui contato com eles?....Também preciso de armas adequadas, pois ei de achar boas brigas pela frente....”.


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MensagemAssunto: Re: Chamado Às Armas   Chamado Às Armas EmptySex 04 Mar 2016, 23:48

O lugar mais gelado da terra


O jovem acorda em mais uma manhã de inverno, pois naquela ilha não se conhecia o calor, sentindo aquele maldito frio de congelar os ossos e alma. Tem leves devaneios sobre dormir com ursos adestrados, mas decidiu que era um absurdo. Ouvia-se o som do vento assobiando contra os iglus e fazendo tremular janelas e roupas que estavam devidamente amarradas nos varais, para que não fossem arrastadas pelo mesmo. Também se ouvia o som das ondas do mar, às vezes serenas e às vezes fortes. Ao longe, talvez um urso se espreguiçando ou expressando felicidade por pegar o seu café-da-manhã. Sem contar os pinguins, com seu jeito de andar engraçado e murmurando coisas por ovos recém-rachados.
O ninja levanta-se, calçando seus sapatos e indo tomar um banho, com uma água morna, apenas para não congelar de vez. “Ainda preciso arrumar um casaco, há tanto tempo na ilha e ainda não tenho um casaco, só esse cachecol em volta do pescoço.”, pensou o Geralt, com frio. Após estar devidamente vestido, mas isso não queria dizer que estava protegido do frio, saiu de sua casa em busca de algo para aquecê-lo. Mas mal sabia ele que sair só o faria sentir mais frio.
Ao abrir a sua porta, recebeu, como um presente advindo dos gregos, uma brisa congelante em sua face. Aquele maldito frio o fez se arrepender amargamente, mais uma vez, de não ter a devida proteção. Quase instantaneamente, o vento fez os lábios do mesmo ressecarem, o nariz arder, deu uma leve dor de cabeça e como bônus, se não bastasse os anteriores, fez doer todas as juntas (Pulsos, cotovelos, joelhos e tornozelos). A neve que veio junta, esbranquiçou os pelos faciais que estavam expostos. Além de sentir falta de um agasalho, agora amaldiçoaria a ideia de sair de casa.
Com tamanho frio que tinha sido proporcionado a ele, correu para se abrigar e achar algo para esquentá-lo. Após alguma distância, em um caminhar que teve duração breve, apenas alguns minutos, achou um local que se assemelharia com uma quitanda, porém vendem refeições e bebidas alcóolicas no local. Um iglu enorme, comparado aos outros, com capacidade para trinta pessoas em seu interior. Além dos blocos de gelo que o compõem, existia madeira para reforçar o interior e aquecer, tornando-o um lugar aconchegante e quente para se ficar. Haviam por volta de cinco mesas redondas, com quatro cadeiras cada. Além do balcão, que tinha por volta de seis bancos encostados, para que quem estivesse sozinho pudesse se confortar ali.
O balconista era um homem de meia-idade, com os cabelos grisalhos, fazendo a combinação perfeita com a sua barba. Seus olhos pareciam atentos, e ao mesmo tempo despreocupados com os acontecimentos do local. O jovem se aproximou dele e solicitou uma bebida quente.
-- Olá, quer algo de teor alcoólico ou o nosso café, que acaba de sair do fogo? – Respondeu o velho, tranquilamente, deu uma pausa e após isso, complementou: O café custa mil berries, um copo da bebida, mil e quinhentos, ou, se quiser uma garrafa, são cinco mil – O velho aguardou a resposta, antes de servi-lo.
Ao seu lado direito, um homem alto, vistoso, com terno e gravata, um estranho anel vermelho e um óculos, era estranho e não se parecia com alguém daquela região, chamou atenção do jovem por um instante. Nas mesas, as quais estavam todas ocupadas, ao que se parecia, havia vários amigos que se reuniram para um café da manhã em conjunto, ao que parece.
Para o jovem, mais um dia comum de sua vida. Pode ser que algo o mude. Qual seria o destino do jovem a seguir? Café ou álcool? Falar com um estranho, com vários estranhos ou ficar quieto? Permanecer no local ou sair e tentar não ser congelado?
Local:
 
Balconista:
 
Homem:
 
Histórico de Geralt:
 
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MensagemAssunto: Re: Chamado Às Armas   Chamado Às Armas EmptySab 05 Mar 2016, 21:00

Ao abrir a porta, recebi, como um presente advindo dos gregos, uma brisa congelante na minha face. "Maldita hora que decidir sair de casa, e pra piorar ainda tomei um banho antes, com certeza vou pegar um resfriado ou algo pior. Realmente preciso de um casaco". Quase instantaneamente, o vento fez os meus lábios ressecarem, meu nariz arder, me deu uma leve dor de cabeça e como bônus, se não bastasse os anteriores, senti doer todas as minhas juntas (Pulsos, cotovelos, joelhos e tornozelos).

– Aaaaai, que frio do caramba, Devo achar algo rápido, antes que eu morra congelado. – Havia falado ao vento, somente para desabafar e por algo pra fora, mas foi uma péssima ideia, meus lábios racharam ainda mais e a dor aumentou. Corri para me abrigar o mais rápido possível, para me sentir aquecido. Após alguma distância, passado apenas alguns minutos, achei um local que se parecia com uma quitanda, porém também vendia refeições e bebidas alcoólicas no local. Era um iglu enorme, comparado aos outros, com capacidade para trinta pessoas em seu interior. "Esse lugar sempre me surpreende pelo seu tamanho", sempre ficava embasbacado com o tamanho daquele iglu, não era normal, além dos blocos de gelo que o compunha, existia também madeira para reforçar o interior e aquecer, mais isso tornava o lugar aconchegante e quente para se ficar.

– Yashesheshesheshe.....Finalmente um ambiente que possa alegrar a minha manhã.

Ao entrar fui até o balcão, onde havia seis bancos encostados, e me sentei, olhei em direção ao balconista, um homem de meia-idade, com os cabelos e barba grisalhos. Seus olhos pareciam atentos, e ao mesmo tempo despreocupados com os acontecimentos do local, que logo me perguntou:

-- Olá, quer algo de teor alcoólico ou o nosso café, que acaba de sair do fogo? – Respondeu o velho, tranquilamente, deu uma pausa e após isso, complementou: O café custa mil berries, um copo da bebida, mil e quinhentos, ou, se quiser uma garrafa, são cinco mil.

Logo responderia:

– Um café já me serve, por favor.

Aguardaria o balconista me servir e enquanto isso, ao olhar em volta, repararia um homem alto, vistoso, com terno e gravata, um estranho anel vermelho e um óculos, era estranho e não se parecia com alguém daquela região. Nas mesas, as quais estavam todas ocupadas, ao que se parecia, havia vários amigos que se reuniram para um café da manhã em conjunto.

Após receber o café, abordaria o estranho sozinho e que não parecia ser da redondeza, e diria:

– Bom dia Senhor, reparei que não é dessa região, o senhor vem de onde? se me permite.

Aguardaria sua resposta, caso essa fosse breve e respondesse somente o local de onde vinha, ofereceria:

– Se for possível, posso lhe oferecer alguma ajuda nos seus negócios aqui em Fernand Ice?

Se a sua primeira resposta fosse outra, aguardaria para responder adequadamente.

Se acaso não surtisse efeito o meu diálogo com o estranho, decidiria me juntar ao bando de amigos que haviam ocupado as mesas, aos quais perguntaria:

– Posso me juntar à vocês? parece que estão animados e isso muito me agrada, sem falar que me aqueceria ainda mais.



Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: Chamado Às Armas   Chamado Às Armas EmptySeg 07 Mar 2016, 19:05

O Estranho e o "White Hand"


Ele entrou na lojinha, agradecendo ao “iglu-fortaleza” por seu aquecimento interior. Foi logo ao balcão, escutou o que diria o velho e logo respondia:

– Um café já me serve, por favor.

Depressa, o idoso põe no balcão um copo, para caber mais café do que na xícara e, enquanto preenche o mesmo, o aroma daquele café toma conta do lugar, delicioso, parecendo que foi feito pelas mãos de um “artista cafeeiro”, dando mais vontade de senti-lo de perto. Logo, todas as pessoas do local começaram a solicitar um pouco daquela “arte”. O jovem ninja lembra-se que nunca havia tomado um café como aquele e que definitivamente era o melhor da ilha. Uma das pessoas que era servido do café era o estranho rapaz. Após Geralt receber seu café e dar um gole na bebida dos deuses, que além de saborosa, o esquentava até os pés, se virou para o estranho.

– Bom dia Senhor, reparei que não é dessa região, o senhor vem de onde? Se me permite.

-- De longe... – Respondeu rapidamente, enquanto balançava o seu copo de café.

– Se for possível, posso lhe oferecer alguma ajuda nos seus negócios aqui em Fernand Ice? – O jovem prosseguiu na conversa.

O rapaz estranho prosseguiu tomando café, mas olhou para o rapaz, sem mexer a cabeça, movendo apenas a pupila do olho para a esquerda, o observou de cima a baixo. E depois de dar um longo gole no café e colocar o copo no balcão novamente, ele dá um suspiro e se vira para o jovem.

—Na verdade, meu caro, eu realmente preciso de ajuda. – Ele se vira para o balcão novamente – Está vendo aquele rapaz ali? – Ele aponta, através do espelho que se tinha atrás do balcão – Ele é um criminoso procurado. Escória do mundo! Procura fazer o mal e destruir tudo! – Ele fala baixo para que apenas o jovem o escute – Preciso mata-lo!

O rapaz que foi acusado estava sentado em uma mesa, sorrindo e tomando café-da-manhã com algumas pessoas. Parecia estar bem enturmado e que aqueles eram amigos de longa data dele. Ele tem um cabelo acinzentado, uma cicatriz no olho e um largo sorriso. Não parece ter mais de 20 anos. Porém, o estranho, tira de dentro de seu terno, um cartaz de procurado. Com uma foto que declara, pela foto, que nitidamente aquele é o rapaz que está sendo caçado. O estranho se vira novamente para Geralt e se curva em direção à ele, mas não antes de arrumar os seus óculos com o seu indicador.

—Vai me ajudar ou não? – Falando baixo novamente, para que não fosse notado —Além de eliminarmos uma pessoa má do mundo, podemos dividir a recompensa. Vinte e cinco pra mim e vinte cinco pra você. O que acha? – O Estranho dá um leve sorriso de canto de boca, demonstrando certa perversidade e se tornando mais estranho, o que parecia ser impossível.

O que Geralt fará agora? Ajudará O Estranho a matar o “White Hand”? Será aquele cartaz verdadeiro? Será que ele é realmente tão mal? Será o jovem, cobiçado pelo dinheiro? Ou será que o jovem terá medo de ataca-lo, pois está rodeado de amigos? E será mesmo que são amigos dele?

Cartaz de Procurado:
 
Histórico de Geralt:
 
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MensagemAssunto: Re: Chamado Às Armas   Chamado Às Armas EmptyTer 08 Mar 2016, 16:37

O idoso pôs um copo no balcão, sugerindo que a dose de café seria muito generosa, ao preencher o copo, o aroma do café tomou conta do lugar, exalando um cheiro delicioso que eu jamais havia sentindo.
“Que cheiro bom, que perfume.....hummm, cara acho que vou me afogar nesse café”, pensei ao sentir aquele aroma maravilhoso, o frio que pairava sobre meu corpo já estava batendo em retirada pelo simples ato de inalar aquele cheiro tão bom, meus pelos se eriçaram e meu estômago roncou, quase que clamando para que ingerisse tal bebida, que realmente parecia ter sido feita pelas mãos de um “artista cafeeiro”. Não podendo mais me segurar tomei aquele café, “Aaaah! Que café delicioso, com certeza não deve haver outro melhor nesta ilha”, me aquecendo da cabeça aos pés, fazendo meu corpo transbordar de satisfação. Reparando no estranho ao lado, me virei e percebi que não era da ilha, a quem logo perguntei:

— Bom dia Senhor, reparei que não é dessa região, o senhor vem de onde? Se me permite.

— De longe... — Respondeu o estranho rapidamente, enquanto balançava o seu copo de café.

Hesitei um pouco pela resposta fria do estranho, que me passou a ideia de não ser muito amigável ou talvez não gostasse de ser interrompido em seu café da manhã, ponderei as minhas ideias por um momento, mas resolvi por fim levar adiante aquele diálogo:

— Se for possível, posso lhe oferecer alguma ajuda nos seus negócios aqui em Fernand Ice? —  prossegui oferecendo-se para ajudar.

O estranho prosseguiu tomando café, mas olhou para mim, sem mexer a cabeça, movendo apenas a pupila do olho para a esquerda, observando-me de cima a baixo. E depois de dar um longo gole no café e colocar o copo no balcão novamente, deu um suspiro e se virou na minha direção.

— Na verdade, meu caro, eu realmente preciso de ajuda. – O estranho vira para o balcão novamente — Está vendo aquele rapaz ali? — Ele aponta, através do espelho que se tinha atrás do balcão – Ele é um criminoso procurado. Escória do mundo! Procura fazer o mal e destruir tudo! — Ele fala baixo para que apenas eu o escute – Preciso mata-lo!

Pude ver através do espelho que o rapaz que fora acusado pelo estranho estava sentado em uma mesa, sorrindo e tomando café-da-manhã com algumas pessoas. Parecia estar bem enturmado e na companhia de seus amigos de longa data. O procurado possui um cabelo acinzentado, uma cicatriz no olho e um largo sorriso. Não parecia ter mais de 20 anos. E ao ouvir a respeito do objetivo do homem ao meu lado, fiquei totalmente aturdido, pois ele fora tão direto e sem rodeios, e eu nem ao menos sabia o seu nome, olharia para meu café pensando “o que será que esse jovem, com uma aparência tão carismática e rodeado de amigos, fez para ser considerado um criminoso procurado, tendo caçadores de recompensa em seu encalço?", mas antes que pudesse indagar sobre o assunto o estranho tira de dentro de seu terno, um cartaz de procurado com uma foto que declara nitidamente que aquele é o rapaz que está sendo caçado. O estranho se vira novamente e se curva em minha direção, mas não antes de arrumar os seus óculos com o seu indicador e conclui:

— Vai me ajudar ou não? – Falando baixo novamente, para que não fosse notado — Além de eliminarmos uma pessoa má do mundo, podemos dividir a recompensa. Vinte e cinco pra mim e vinte cinco pra você. O que acha? – O Estranho dá um leve sorriso de canto de boca, demonstrando certa perversidade e se tornando mais estranho, o que parecia ser impossível.

Olhando para o cartaz não haveria dúvida alguma de que aquele jovem sentado às mesas com os amigos era de fato o que estava sendo procurado, o que restava saber é “o porquê ele estava sendo procurado?” e "quem ele realmente era?" e não somente saber sua aparência e nome. E quem era aquele estranho ao meu lado, qual o seu nome, de onde veio —“De longe....” não especificava realmente algum lugar —, se realmente era alguém de bem e se o cartaz era autêntico e não falsificado, mas ainda não tinha as informações necessárias para julgar se aquilo era correto ou não.

“E agora Geralt....O que vai ser? De fato não posso negar ajuda, vai contra o meu código  de honra dos heróis, que jurei nunca negar um pedido de ajuda a quem quer que me pedisse. E as coisas nem sempre são tão claras......Um caçador de recompensas não viria de tão longe só para capturar um procurado por apenas cinquenta mil berries, deve ter algo mais, talvez uma vingança, uma determinação ou perseguição. E além do mais, fui eu que lhe ofereci ajuda, ele não me procurou.....resta saber se estarei fazendo o que é certo, e quais as consequências que trarão.” Após pensar por algum instante,e mesmo sabendo que não poderia negar-lhe ajuda, olharia para o estranho, me aproximaria e perguntaria.

Se puder me convencer, além de um mero cartaz, de que ele merece a sentença proposta, não me negarei em ajuda — falaria dando com as costas dos dedos da mão direita sobre o cartaz — E também não gostaria de envolver nenhum inocente no processo, portanto isso realmente tem de ser aqui e agora? E antes de agir preciso saber com quem estou trabalhando, e então?

Também tentaria, nesse meio tempo enquanto converso com o estranho, usar minha habilidade de audição aguçada para ouvir alguma coisa que pudesse esclarecer a identidade, e a natureza daquele rapaz, se conseguisse algo que ajudasse naquela decisão, julgaria as informações obtidas para saber se o rapaz merecia de fato a morte, e se eu estaria agindo corretamente. Porém não saberia se haveria tempo, pois o estranho poderia resolver ataca-lo naquele momento.



Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: Chamado Às Armas   Chamado Às Armas EmptyTer 08 Mar 2016, 19:10

Dúvida Cruel


O que fazer? A dúvida cruel baseada em seus códigos morais causaria uma confusão tremenda dentro de sua cabeça: O oponente mais forte, aparentemente, era o estranho. Porém, ele não representava nenhum perigo até o momento. Além disso, o “White Hand” parecia ser a pessoa mais fraca do embate, talvez por ser carismático ou apenas porque ele parecia um jovem desprotegido, enquanto o estranho já era um homem de certa idade. Mas poderia Geralt recusar um pedido de ajuda? Estava em um conflito consigo mesmo. Sua cabeça chegava a doer um pouco de pensar nisso. Vendo a  confusão do ninja, o estranho tratou de tomar uma iniciativa.

– Olha, você não precisa decidir agora... – Deu uma pausa em sua fala, pigarrando, para hidratar a garganta – Pegamos ele lá fora, quando ele sair. O que acha? – Ele permanece com aquele estranho sorriso em sua face, com a cara perversa.

— Se puder me convencer, além de um mero cartaz, de que ele merece a sentença proposta, não me negarei em ajudar — falaria dando com as costas dos dedos da mão direita sobre o cartaz — E também não gostaria de envolver nenhum inocente no processo, portanto isso realmente tem de ser aqui e agora? E antes de agir preciso saber com quem estou trabalhando, e então?

O estranho não parece gostar nada das perguntas realizadas, retirando o sorriso de seu rosto. Virando novamente para o balcão, ele começa a retirar alguns itens do bolso e coloca-los. Dentre esses, uma Kunai simples e um Baby Den Den Mushi. Após fazer uma cara de espanto, levantando as suas sobrancelhas, como de alguém que tenha perdido algo, se lembra de que o anel está no seu dedo. Ele estende o anel, para frente dos olhos do jovem, para que ele possa observá-lo bem de perto. Ele solta novamente aquele sorriso, que à partir de agora, começava a irritar o jovem.

– Meu jovem, caso não tenha percebido anteriormente, eu faço parte do Governo Mundial. Olhe bem este símbolo – Neste momento, ele aproxima ainda mais da face do garoto – Quer dizer, que você, pessoa COMUM – Dando ênfase no comum – Me deve respeito e deve me ajudar quando eu solicitar!

O jovem com certeza ficaria irritado com aquela ação medíocre. Mas como resolveu ficar atento, diferente do estranho, ao seu possível “alvo”, percebeu que ele sussurrou algumas palavras para as pessoas que estavam com ele, que começaram a sair, pouco a pouco. O jovem não conseguiu ouvi-lo, pois a distância era um pouco grande, até para a sua audição aguçada, que poderia ter captado algo, se o “White Hand” não tivesse sussurrado. O estranho encarava o ninja esperando alguma resposta e o jovem também, agora diferente de antes, com um ar intimidador. Colocara as suas mãos em cima da mesa, deixando claro que estava preparado para um ataque, pois havia se equipado com suas manoplas, quais eram brancas como a neve, deixando claro o porquê de sua Alcunha (Mão Branca, em português).

O ninja se encontrava em um impasse: Além da confusão em sua mente, por causa de seus códigos morais, parecia estar sendo duplamente ameaçado. Aquela mão balançando o símbolo do Governo Mundial em sua face daria vontade de arrancá-la fora, porém, ali não era o local adequado para matar ninguém, mesmo estando vazio. Atacar o garoto e atender ao pedido de ajuda do Governo Mundial? Ou defender o garoto que parecia fraco antes, mas agora intimidador?
Histórico do Geralt Vengerberg:
 

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MensagemAssunto: Re: Chamado Às Armas   Chamado Às Armas EmptyQui 10 Mar 2016, 08:38


Ao ouvir as minhas perguntas o estranho se porta de maneira desgostosa, e abruptamente desfaz aquele sorriso malicioso da cara — “Bom, se não obtiver resposta alguma, pelo menos me valeu de alguma coisa para retirar o sorriso irritante daquele rosto ossudo” —. Ao mudar para uma aparência mais séria, vira-se para o balcão e começa a retirar alguns itens do bolso e coloca-los, os quais eram uma kunai simples e um Baby Den Den Mushi, e continuou a tatear os bolsos a procura de algo, levantando as sobrancelhas e fazendo uma cara de espanto, mas logo se lembrou que o que procurava era o anel que já estava em seu dedo. Ele estende o mesmo para a minha face, na direção dos meus olhos para que eu pudesse não ter sombra de dúvida do que estava vendo — Era um anel que possuía o símbolo do governo mundial — e ao ver minha cara de quem não gostou muito da atitude, soltou novamente aquele maldito sorriso, que já estava me dando nos nervos.

– Meu jovem, caso não tenha percebido anteriormente, eu faço parte do Governo Mundial. Olhe bem este símbolo – Neste momento, ele aproxima o anel ainda mais da minha face – Quer dizer, que você, pessoa COMUM – Dando ênfase no comum – Me deve respeito e deve me ajudar quando eu solicitar!

Ao presenciar seus atos e ouvir tais palavras, foi como se tivesse recebido uma enxurrada de água na cara para que pudesse me acordar, os pensamentos vieram como um turbilhão de imagens em câmera lenta, trazendo a tona toda a minha infância e como chegara até ali— “ah sim! Claro que só podia ser alguém do Governo Mundial pra agir de forma arrogante e prepotente, como pude não perceber que esse estranho era um cachorrinho do governo....puts! Realmente ele me tirou do sério, odeio gente do governo, pois acho que são todos corruptos, pois se a base é corrupta então a estrutura que se ergue em cima dessa base também será corrompida, ainda que inconscientemente!” — Ao percorrer toda a minha história, em poucos segundos, por flashs de pensamentos, decidi que não poderia me juntar a ele nesse esquema, por isso tentaria me posicionar entre o estranho e o “White hand”, usando simplesmente da movimentação normal (correndo e parando exatamente no meio do caminho que ligava os dois) ou de uma acrobacia que me pusesse nessa posição, porém me manteria virado de frente para o estranho e diria por cima do ombro ao “White hand”:

— Posso não te conhecer e talvez não esteja certo do que estou fazendo, mas esse estranho aqui é do governo e esta atrás de você — viraria meu rosto para frente encarando o estranho do Governo — Tenho uma boa ideia de como funciona esse governo, por isso não permitirei que ele te ataque — franziria o cenho, mostrando toda minha repugnância pelo governo — mas me parece que não é o tipo de pessoa que precisa de proteção, porém esse não é o local adequado para uma briga. E então, o que acham de resolvermos isso lá pra fora?

“Realmente não desejava tomar partido naquela luta, pois ainda que o estranho estivesse do lado do Governo Mundial, isso não queria dizer que era uma pessoa ruim, apesar da sua contribuição para com a tirania do deste, e também não conhecia o tal do “White hand” para simplesmente julga-lo somente pela aparência ou por um cartaz impresso pelo próprio Governo, mas se esse agisse de forma suspeita e tentasse uma investida ali dentro da taverna, investiria contra este para pará-lo”.

Esperaria para ver as suas reações, mantendo minha audição o mais afiada possível para poder detectar qualquer mudança no comportamento do “White Hand”, que poderia me permitir saber se esta atacando ou se retirando para fora da taverna, e mantendo os olhos sobre o estranho do governo, para reagir a qualquer possível investida deste.




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MensagemAssunto: Re: Chamado Às Armas   Chamado Às Armas EmptyQui 10 Mar 2016, 19:09

Do lado... Certo...?



Geralt vê a tensão aumentar cada vez mais. Entre alguns olhares, encaradas e muita raiva, ele se vê num beco sem saída. O homem que pensava em ajudar, se mostrava ser o “inimigo” dele. Mas seria mais inteligente ficar do lado de um homem do governo ou de um procurado desconhecido? Será que ele faria a escolha certa? Os seus impulsos e sentimentos do passado são mais fortes e seu pensamento tende a odiar o governo e seus aliados. Porém, o passado é uma roupa que não cabe mais.

Ele correu rapidamente em direção do “White Hand”, porém, por reflexo, O Estranho, pegou sua kunai, desferiu um ataque de baixo para cima, no ombro esquerdo do ninja. A arma se volta contra o utilizador. Mas ele persiste e vira de costas para o estranho, ficando totalmente vulnerável a ataques.

— Posso não te conhecer e talvez não esteja certo do que estou fazendo, mas esse estranho aqui é do governo e esta atrás de você — viraria meu rosto para frente encarando o estranho do Governo — Tenho uma boa ideia de como funciona esse governo, por isso não permitirei que ele te ataque — franziria o cenho, mostrando toda minha repugnância pelo governo — mas me parece que não é o tipo de pessoa que precisa de proteção, porém esse não é o local adequado para uma briga. E então, o que acham de resolvermos isso lá pra fora?

O Estranho, pega o seu Den Den Mushi e dá uma investida contra a porta e ao sair por ela, começa a correr. Mais uma vez o jovem sente aquele maldito frio, que rapidamente toma conta do local. A dor em seu ombro aumenta e a ferida queima com o frio. White Hand corre atrás do Estranho, muito rápido.

- Vamos! Ele vai chamar reforços! – Gritou White, antes de passar pela porta.

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É isso mesmo, Convidado, eu voltei.

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MensagemAssunto: Re: Chamado Às Armas   Chamado Às Armas EmptyQua 16 Mar 2016, 11:12

Do lado... Certo...?



Vejo a tensão aumentar cada vez mais, entre alguns olhares, encaradas e muita raiva —“estou num beco sem saída”—, o desespero de agir corretamente começa a tomar conta, já consigo sentir as batidas do meu próprio coração, uma agonia começa a subir em meu peito quase explodindo pela boca, e por mais que eu pensasse em agir de forma sensata, sai correndo rapidamente em direção ao Ryouta (White Hand), porém ao realizar tal movimento brusco, me descuidei do Estranho — “e como me arrependi por isso” — e antes que pudesse me dar conta da burrada que tinha feito, senti uma dor forte e aguda da parte de trás do meu ombro esquerdo se rasgando, era O Estranho, que por reflexo havia pegado sua kunai e desferido um golpe de baixo para cima no meu ombro esquerdo. Mas na agonia de salvar Ryouta continuei, apenas coloquei minha mão sobre o ombro e continuei, mal sabia por que ainda insistia em salvar uma pessoa que nem conhecia, ainda assim sentia que era a coisa certa a se fazer, me mantive costa virada para o agente do governo, ficando totalmente vulnerável a ataques.

— Posso não te conhecer e talvez não esteja certo do que estou fazendo, mas esse estranho aqui é do governo e esta atrás de você — virei meu rosto por cima do ombro encarando o estranho do Governo — Tenho uma boa ideia de como funciona esse governo, por isso não permitirei que ele te ataque — franzi o cenho e cerrei os dentes, mostrando minha repugnância pelo governo e também um pouco de dor pelo ferimento no ombro — mas me parece que não é o tipo de pessoa que precisa de proteção, porém esse não é o local adequado para uma briga. E então, o que acham de resolvermos isso lá pra fora?

Mas antes que houvesse qualquer resposta, O Estranho pega o seu Den Den Mushi e dá uma investida contra a porta e ao sair por ela, começa a correr. Enquanto ele passava pela porta senti uma rajada daquele ar gelado e meu ferimento doeu ainda mais, o ambiente esfriara rapidamente, minha ferida queimava — “aaaarggh....tenho q estancar o ferimento rapidamente, antes que o corte resseque por causa do frio e o corte rache ainda mais e demore a cicatrizar” —, pegaria meu cachecol e enrolaria no ferimento e amarraria de uma forma que pudesse estancar e proteger o ferimento do frio. White hand corre atrás do estranho, muito rápido.

— Vamos! Ele vai chamar reforços! — gritou White, antes de passar pela porta.

Correria atrás dele, passaria pela porta e permaneceria no encalço do Ryouta, não sei o que poderia acontecer, talvez pudesse desencadear até uma buster call, porém acho que o agente do governo não iria tão longe, a não ser que Ryouta fosse alguém realmente perigoso e sua recompensa talvez não fosse exatamente compatível com sua verdadeira força.

— Por que ele está atrás de você? — perguntaria enquanto corria ao seu lado — Você não é daqui é? E antes de qualquer coisa, preciso de uma arma se vou te ajudar “essa dor no ombro ta me matando”. Continuaria correndo ao seu lado, esperando por respostas.

Ao correr do seu lado tentaria me manter alerta para qualquer ataque, mesmo com a dor crescente em meu ombro. O estranho carregava uma kunai, era bem possível que fosse um ninja e,  ou muito provavelmente, também utilizava shurikens, se acaso fosse atacado por shurikens de frente tentaria uma esquiva lateral, evitando a direção da shuriken, se acaso esta viesse de um ataque lateral na altura na do tronco para cima, esquivaria com uma cambalhota para frente, ou ainda no ataque lateral mas na altura da cintura para baixo, saltaria em um mortal para frente. Se acaso fosse atacado por alguém portando uma arma corpo-a-corpo faria uma esquiva para longe do ataque corporal.







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