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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Trilhando pelas sombras

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MensagemAssunto: Trilhando pelas sombras   Trilhando pelas sombras - Página 2 EmptySab 27 Fev 2016, 15:12

Relembrando a primeira mensagem :

Trilhando pelas sombras.

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Zeon Ravel. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Trilhando pelas sombras   Trilhando pelas sombras - Página 2 EmptyQui 10 Mar 2016, 00:18

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Subestima-lo foi um pecado mortal, ok... Talvez não mortal, mas predominante para que ele perdesse tempo por ali e não fosse capaz de por ponto final. Porém, nada estava perdido, e o dono do estabelecimento de nada apresentava uma ameaça, provavelmente seria morto naquela tentativa se não fosse o erro de cálculo de Zeon, ou ele podia saber tudo e estava ganhando tempo até que o Gatuno se cansasse ou mesmo analisar mais em luta. Fugir? Jamais, não naquelas circunstâncias. Estando em uma área aberta e de frente ao inimigo, fugas eram previsíveis e o melhor a se fazer era se encarar e acabar com aquilo o quanto antes, mas o rapaz estava confuso, enfrentar grandalhões dava uma enorme gama de possibilidade aproveitando a possível falha de mobilidade, mas apresentava um risco também, eles eram fatais em um ou dois golpes, alguém com corpo frágil como Zeon não podia de mão beijada deixar que isso ocorresse, e ele estava decidido.

--
Exatamente como planejei, cuidado com a retaguarda, rs. HAHAHAHA.  Seu riso começava leve e baixo e logo atingia proporções ensurdecedoras, insano. Totalmente persuasivo, seu olhar ficou claramente direcionado para um ser atrás do mercante, o fato é que não havia ninguém, mas isso era tudo fruto de um catalogo de dados criado em sua mente, quer dizer... Se com o ataque nas pernas ele se mostrou impressionado, demonstrar estar sempre um passo a frente e ludibria-lo provavelmente abriria brechas ainda maiores, e arrancar uma abertura era a chave para a vitória julgando o estilo de batalha e a disposição corporal de seu oponente, o Ravel não admitia falhas, e com a ação anterior uma chama se acendeu em seu interior, a adrenalina, ele sentia que precisava ter sucesso dessa vez para se redimir.

--
ATAQUE AGORA, SHINJI! Não podia estar mais claro, com a provável distração criada ao desferir suas palavras e o olhar focado em um alguém imaginário atrás dele, Zeon enfim atacaria e dessa vez com probabilidade aumentada de sucesso. Sabendo que seu plano de chamar a atenção não lhe daria mais que alguns segundos, ele posicionou um pé a frente e o usando de apoio iniciou uma corrida frontal, sua velocidade garantidamente era maior e a distância era sua maior aliada, até porque: Alta velocidade + Pouca distância = Menos tempo de reação = Vitória. Outro fato que era bom de se levar em conta, era que Shinji - o nome citado por Zeon - era famoso a um tempo atrás, não só era seu mestre como havia uma fama ainda maior que o Gatuno, e ele era especializado na arte das foices, teria ele e o mercante alguma ligação? A ideia desde o principio era atingir uma determinada parte do cérebro se suas deduções estivessem corretas, o entrando em choque e tirando seu raciocínio pleno perante a batalha, mas nada passava de suposições, entretanto.

Planejado antes, ao atingir uma distância de dois metros ou similar, ele mudaria de direção com um salto não tão alto para o lado na qual a foice estava direcionada, outra suposição ai: A arma era pesada e não importava a força de seu manuseador, geralmente ataques assim tinha como direção um ataque horizontal ao lado oposto da lâmina, e isso poderia atrasa-lo em qualquer tentativa de interceptação. O seguinte movimento seria outro salto quase rasteiro dessa vez até as costas do mercante, onde buscaria atingir seu ponto cego, e em mais um salto ele levaria sua perna em um chute aéreo também horizontal na altura da cabeça, nada mais que uma tentativa de abrir outra brecha. Ainda no ar e com sucesso ou não de seu golpe, ele giraria no ar limitadamente - até porque não era perito em acrobacias e afins - onde atacaria com a adaga na direção oposta do chute anterior, onde geraria uma contra-partida e impossibilidade de defesa, isso é, se tudo desse certo.

Sem cessar e usufruindo de toda a agilidade que um dia lhe fora dado, ele encerraria pousando graciosamente no solo e indo de encontro com um golpe direto, a lâmina reluzente em ouro cravaria uma área central, quase que a divisa entre o peitoral e o pescoço, Zeon julgava que fosse fatal ali, não importando a gravidade. Em qualquer erro próprio que ocasionara um contra-ataque do mercante, o rapaz saltaria na direção adversa do golpe, a distâncias o suficiente para o prevenir de danos, repetindo os pulos quantas vezes fosse necessário, ele havia adaptado ao modo completo de luta, seu foco e concentração estava inteiramente voltado para a batalha e ele faria tudo nos limites de seu corpo, isso é, com toda velocidade e força.

--
Usa-lo de tapete deve ser uma boa utilidade, não acha? Brincava em meio aos golpes...


Off:
 
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MensagemAssunto: Re: Trilhando pelas sombras   Trilhando pelas sombras - Página 2 EmptySex 11 Mar 2016, 09:08


E
le sentia cheiro de sangue. Aquele conhecido odor ocre, muito semelhante à ferrugem. Como um médico, Bast poderia até afirmar que o cheiro era um velho conhecido seu. Em suas mãos sentia o liquido viscoso escorrer, depois que secasse, teria bastante trabalho para tirá-lo dali.

Mas não havia sangue em suas mãos, pelo menos não no sentido literal, e muito menos sangue exposto por perto para que ele conseguisse sentir o cheiro. O sangue estava na realidade em lembranças que ele não conseguia tirar da mente.

Eu cheguei a casa e a porta estava aberta, isso era estranho. Desde que a mãe de Nico chegou sempre a mantemos cerrada. Eu entrei na sala, estava tudo escuro, o que era mais estranho ainda. A mãe sempre acendia as lamparinas antes mesmo de escurecer. Tinha algo errado...

Bast balançou a cabeça com ferocidade, tinha que tirar essas lembranças de sua cabeça. Não esquecê-las, é claro, tinha ciência de que nunca conseguiria fazer aquilo. Contudo, se fosse para nadar em um mar de lembranças, que fosse às lembranças boas que tinha da mãe e do irmão. Entretanto, remoer o passado também era errado. Agora, tinha que se concentrar em seu futuro, em seus sonhos e principalmente em sua vingança.

Não poderia sair na rua durante o dia, isso estava claro. Havia deixado pistas óbvias que ele havia cometido os assassinatos contra os marinheiros e por isso deveria está sendo procurado por toda cidade. Não duvida que também estivesse sendo procurado pela morte de sua mãe, dor irmão e da maldita mulher que lhes causara tudo aquilo. A maldita mulher era a verdade a mãe biológica de Nico e a mulher que ambos chamavam de mãe, era a avó dele.

Enquanto seu longo rabo balançava freneticamente de um lado para o outro o Mink refletia suas opções. Não poderia sair durante o dia e até mesmo à noite era perigoso em demasia. Mais perigoso ainda era entrar em contato com qualquer pessoa, pois os habitantes daquela ilha eram idiotas e nunca entenderiam os seus verdadeiros motivos. Se eles soubessem, com certeza ficariam do seu lado. Não obstante, Bast não ligava para o que eles achavam ou deixavam de achar. Mesmo assim, seu maior problema no momento era que precisava de armas, mais precisamente duas espadas. Havia deixado a sua na última casa? Ele não lembrava bem, essas memorias sempre eram sobrepostas por outras.
Se não estavam na sala, imaginei que estavam no cômodo secreto. Achei que ficaram cuidado da vadia que o Nico chama de mãe e nem viram o tempo passar. Fui até o quarto da Mama, sem fazer nenhum barulho, já que não sabia o que estava acontecendo de verdade. Afastei o baú, ele era pesado. Abri o alçapão e desci a escada que dava para um corredor. Ali também estava tudo escuro. Dei um passo e depois outro, no terceiro comecei a escorregar e só não cai porque finquei minhas garras no chão. Perguntei-me por qual motivo não peguei uma lamparina, então lembrei que enxergo bem no escuro. Inclinei-me para baixo e passe um dedo pelo chão de barro, estava repleto com o liquido que eu quase escorreguei. Aproximei o dedo do focinho e senti o cheiro de sangue. Mesmo no escuro consegui ver que poça de sangue vinha do quarto escondido, como nós o chamávamos, a porta estava fechada. Meu coração acelerou de uma forma que nunca havia sentido antes, cada músculo do meu corpo tremia e não consegui dar o passo em direção à porta. Estava com medo do que encontraria lá dentro. Quem dera se eu não a tivesse aberto.

Bast rosnou para si mesmo. Sempre se deixava levar para aquele momento. Sabia que seria melhor ir embora daquela ilha, dessa forma talvez as lembranças lhe atormentassem menos, embora achasse que fosse uma esperança vã. O Guepardo decidiu que iria esperar até à noite cair, abraçaria a escuridão como uma velha conhecida e com sua proteção iniciaria sua nova vida. Em outras palavras, esperaria anoitecer e encontraria uma loja de armas, então daria um jeito de entrar e roubaria as espadas que precisava. Depois disso, poderia encontrar o inimigo que fosse, qualquer um sentiria o peso de sua vingança.

Spoiler:
 

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MensagemAssunto: Re: Trilhando pelas sombras   Trilhando pelas sombras - Página 2 EmptyTer 15 Mar 2016, 22:27

Zeon
BAM! Uma tentativa falha de assalto! Mas Zeon não iria simplesmente fugir com rabo entre as pernas, certo? Mas não por que aquilo mancharia sua honra ou algo do gênero. Era simplesmente por que fugir era simplesmente impossível. Um golpe bem dado e BAM! “Era uma vez um homem chamado Zeon, que com sua inteligência não consegui ir muito longe”. De fato era algo que ele não iria querer ver em sua lápide ou muito menos gostaria de ser conhecido como o homem que foi morto por um idoso. Se bem que isso é muito normal hoje em dia. As pessoas da meia idade estão em boa forma!
Zeon então decidiu usar sua lábia e genialidade para escapar daquela situação desconfortável. SIM! GENIAL! UM COMPARSSA IMAGINARIO! Ele não iria desconfiar e logicamente ele iria checar. A não ser que aquele velhinho fosse algum tipo de monstro ele não saberia se algo acontecesse enquanto checa. O momento perfeito para atacar. Sim, tão bem bolado, provavelmente alguém já pensou naquilo, mas continuava sendo genial.
Zeon iniciou sua atuação, gritava e fixava seu olhar para trás do velinho que caiu feito um patinho! Ele se virou! Caiu feito um patinho!

-Mas o que? –O velho dizia empunhando a foice com vigor e com seus joelhos dobrados. Então vendo uma oportunidade única!  Ele avança usando toda sua aceleração para se aproximar. Só que no inicio do impulso, o senhor de meia idade virou sua cabeça, encarando de relance o movimento de Zeon, seria ele um ator? Parecia cair direitinho no truque de Zeon, mas agiu como se já tinha visto aquilo. Talvez tivesse um neto que adorava tentar enganar-lo, mas isso não importa no momento, o que realmente importa aqui são os resultados dá batalha!
Mesmo vendo a reação daquele senhor, Zeon saltou para cima dele que rapidamente lançou sua foice para o alto e saltou, se posicionando um pouco mais elevado do que Zeon que pretendia lhe acertar com um chute aéreo. Aquele senhor utilizou da gravidade como vantagem para acertar um corte limpo e rápido antes que Zeon pudesse reagir, ele girou seu corpo que estava em uma posição vertical paralela a linha do horizonte e lhe acertou um corte descendente na perna, nada que lhe impossibilitaria de usar sua perna, mas a dor lhe fez perder a concentração.

-Pode vir! Você não é páreo! Tenho mas experiência do que aqueles almirantes que todos admiram! – Não parecia ser algo produtivo continuar atacando daquela maneira. Zeon ia apenas acabar todo picotado no chão. O velho esperava por mais um movimento de Zeon que também parecia querer derrubar-lo a partir de suas fraquezas.

Bast

Bast, um jovem que sofria com passado. Quando muitos diziam “Seu passado lhe condena”, eles sabiam do que estavam falando, mas Bast foi condenado por uma injustiça, mas como diria muitos, a justiça é cega. Ela não se importava se Bast não tinha feito aquilo ou se era um Mink injustiçado na sociedade, aqueles tempos foram sombrios, uma seqüência de mortes que abalaram Bast. Seu passado ecoava para o futuro e o fazia se perder em memórias. Memórias que lhe faziam se sentir um ser vingativo. Buscava vingança contra aquela mulher... A sim... Soltar sua raiva... Vingança era um ato que faria todos aqueles acontecimentos, todo aquele sangue derramado, todos aqueles corpos caídos, a ausência de seus entes queridos? Eu não acho, mas o que importa quando um homem está cego por fúria e sedento por sangue? Exato... Nada... A razão era a única coisa que mantinha Bast com os pés na terra, só que naquele momento ela apenas contribuía com sua sede de vingança. Bast tomou os primeiros passos no plano que Bast estava a arquitetar. Aguardava pela queda do sol, trazendo a escuridão. Um “nada” que tocava e envolvia a tudo. Enquanto Bast partia em meio à escuridão e tomava cuidado para não ser encontrado. Ele sente sua cauda sendo agarrada e puxada. Era uma garotinha de longos cabelos negros e um olhar inocente, por conta de sua inocência ela não sabia do monstro que a sociedade tinha feito. Pois aquilo era algo estúpido. Provavelmente se ele a pergunta-se o porquê ela não o temia, ela diria: “Você não parece ser mau. Por que eu deveria ter medo?”.

-Ei Senhor! O que está fazendo? –Ela o encarava com um olhar de curiosidade bem explicito com seus enormes olhos.


Histórico do Bast:
 

Histórico do Zeon:
 

Off:
 

Garotinha:
 

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MensagemAssunto: Re: Trilhando pelas sombras   Trilhando pelas sombras - Página 2 EmptySeg 21 Mar 2016, 17:36

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Tentativas, tentativas e mais tentativas... Nada de fato eficaz. Embora tudo parecesse bem calculado, a frustração era iminente devido as repetitivas falhas, pelo menos era assim que ele tratava quando algo não ocorria 100% como planejado. Ainda que aquilo ferisse seu orgulho ao admitir para si mesmo a inferioridade em experiência de batalha, ele cedeu e trocou a posição ofensiva para uma mais reservada, mãos abaixadas coladas no corpo e um olhar mais suave, como de quem quisesse deixar bem claro o cedimento perante a situação.

--
Como em jogos de tabuleiro, é elegante reconhecer a própria derrota jogadas antes do fim, imagine que tenho um chapéu aqui e o estou tirando para você... Em forma de reverência, ele se inclinou levemente a frente, em uma postura delicada. -- Mas você sabe, né? Perdi, mas a adaga ainda será minha e não irei devolvê-la. Levando em conta que fugir não era uma opção em qualquer hipótese e a batalha apresentaria riscos a si, ele desenvolveu um novo plano, esse mais pacífico. Bem simples, na verdade, se não pode com o inimigo, junte-se a ele, não é? -- Pois bem, tenho uma proposta e acredito que vai gostar...

Por alguns míseros segundos ele se pôs em silêncio, sua boca enfim revelada pela máscara atraia a atenção para suas seguintes palavras, seu olhar de uma maneira estranha e inexplicável parecia puro, como de alguém que não levava consigo intenções más, não naquela situação. A verdade é que o Gatuno notou um claro ressentimento nas poucas falas do mercante, ele citou almirantes... alguma história mal resolvida com eles podia ser o motivo, e quem melhor para perceber essa informação e infiltrar nisso tudo tomando o controle da situação a pondo em sua vantagem? Zeon, é claro.

--
Você deve saber da minha fama, e talvez conheça meu mestre também, Shinji... Sou a pessoa perfeita para tratar de negócios, digamos... "Obscuros", entende? Proponho um trato, em troca do transtorno que causei a sua loja e pelo furto desta arminha aqui, posso tratar de algum assunto para ti no anonimato, afinal, sou apenas mais um bandido, nunca desconfiaram de vossa pessoa. Arqueou as sobrancelhas e elevou o tom de voz para o mais audível possível, ele não queria levar mais tempo que o necessário e acreditava que ele não recusaria, até porque ele estava afetando uma determinada parte do cérebro, aquela gananciosa, com certeza ele tinha algo que precisasse resolver mas não teve a oportunidade até então. -- Então, o que me diz? Posso não parecer confiável, mas não volto atrás de minha palavra, rs.

A distância deles a todo tempo era reduzida, fruto do último ataque feito e recebido pelo Ravel, ele o tempo todo tentava esconder qualquer incomodação com o corte uma vez feito em sua perna, mesmo que aquilo fosse difícil. Tendo clara noção de que tudo poderia dar errado e sua vida estava em jogo, ele estaria pronto para usar as pernas como impulso em um alto salto para trás diante de qualquer ameaça do velhote ceifeiro, ou mesmo correr na sua direção oposta para tomar distância, podia não ser necessário, mas estava de prontidão, ele não podia falhar, não naquele ponto.


Off:
 

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MensagemAssunto: Re: Trilhando pelas sombras   Trilhando pelas sombras - Página 2 EmptyQua 23 Mar 2016, 20:24


Á
noite havia caído finalmente. Agora o felino poderia andar pela ilha convicto que a escuridão lhe protegeria pelo menos parcialmente. Ele teria que manter-se afastado das pessoas, pois mesmo na escuridão qualquer um poderia lhe reconhecer, mesmo assim teria que ser rápido ou não conseguiria o que queria.

Em sua mente planejava seu passos. Primeiro teria que tentar conseguir uma arma, no caso espadas, ele gostava de usar duas ao mesmo tempo, mas o número por enquanto não faria diferença para ele. Depois teria que conseguir uma carona para sair da ilha, pois se permanecesse nela seria capturado e morto, talvez até ignorassem o primeiro passo e o matassem de imediato.

Antes que pudesse concluir seu pensamento sentiu sua cauda ser puxada, achou que seria um marinheiro ou algum civil corajoso, entretanto ao se virar pronto para combater encontrou uma garotinha.  

Obviamente ela não o reconheceu, talvez os adultos não falassem dele para as crianças. Ou ela era burra ou inocente demais para perceber isso. Notou ali uma oportunidade para conseguir o que desejava.

- Ah, estou procurando por uma loja de armas. Preciso comprar uma espada. Pode me ajudar? – Perguntaria, com ela recusando ou não ele continuaria. – Posso te comprar algum doce o qualquer coisa do tipo, mas vai ter que ir até lá comigo.

Caso a garota o guiasse até uma loja, pediria que ela entrasse e comprasse uma Katana, antes lhe entregaria todo o dinheiro que levasse consigo. É claro que ficaria de olho na garota, não confiava em ninguém na ilha, nem mesmo garotinhas fofas. Os humanos não eram confiáveis.  


Spoiler:
 

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MensagemAssunto: Re: Trilhando pelas sombras   Trilhando pelas sombras - Página 2 EmptySex 25 Mar 2016, 13:29

Zeon


Estava ferido. O sangue escorria pela perna de Zeon enquanto ele contemplava as habilidades do ancião que era dono da loja. O velinho manejava aquela foice com maestria e parecia ter anos de pratica com aquela coisa. Anos que se passavam lentamente... Parecia que aquele homem era o tipo de pessoa que se prende fielmente nos seus exercícios. Anos se passavam e aquele homem fazia coisas inimagináveis. Afinal, para chegar naquela idade e ter uma mobilidade daquelas, o senhor deveria ter feito muitos dos diversos exercícios para se manter em forma.
Aquele senhorzinho ainda estava atento. Com a lâmina apontada para o jovem Zeon, ele ouvia as palavras tentadoras do jovem rapaz. Abaixava um pouco sua guarda enquanto refletia. O velho não estava de brincadeira, mesmo com a guarda baixa ele estava atento. Seus olhos reagiam a todos os movimentos de Zeon.

-Escute! Eu não tenho nada contra a marinha. Eles mantêm pessoas como você fora das ruas. Se quiser tanto está adaga. Você pode levar e se o problema for preço, eu o reduzo.  Você poderá levar ela por 25.000 berries. Se não quiser perder o dinheiro, perdera a vida! – O velho não estava ali com intenção de matar o gatuno, apenas estava ali para proteger sua mercadoria. Isso poderia ser visto em seus olhos e o velho não queria levar um prejuízo. Cada centavo era precioso pra ele. Provavelmente havia um propósito ali. Talvez quisesse ajudar alguém ou até mesmo se bancar. Era obvio que a vida do velinho não era fácil. Ele lutava com muito fervor por suas coisas. Botando sua vida em risco. Talvez Zeon não pudesse entender tal coisa, mas aquilo estava obvio nos olhos daquele senhor de meia idade. Ele então aguardou O jovem gatuno averiguar sua proposta. Parecia esperar por um não para poder atacar Ravel.


Bast

Bast, um jovem mink que tentava ser furtivo pelas noites estreladas de Las camp, acabou sendo surpreendido por uma pequena, frágil e inocente garotinha. Surpreendentemente ela era um dos únicos seres da ilha que não julgariam o jovem. Seu físico parecia ter chamado atenção da jovem. Você deve estar se questionando “O que uma garotinha faz no meio da rua numa hora dessas?” A resposta era desconhecida até mesmo para o carrasco da ilha.
A jovem então ouviu a proposta de Bast e com um grande sorriso ela acenou com a cabeça.  Ela então segurou a mão do mink felino, tomando cuidado para não se arranhar com as garras dele e lhe guiou para uma loja que estava bem próxima. – Ei moço... Por que estava se escondendo...? E por que o moço precisa de uma arma...? – Ela questionou. O encarando com sua inocência e curiosidade.
Após alguns minutos de caminhada ela se vira novamente. –O moço tem uma pele bonita. Você parece aqueles bichos enormes da floresta. Eu gosto deles. – Ela profere e de repente, sem perceber, o jovem Bast já estava dentro da localidade. Um jovem atendente lhe encarava com medo, mas ele ficou um pouco aliviado com viu a garotinho lhe acompanhando.

-Ah... Olá Yui... Apenas de passagem novamente? – Ele diz se inclinado sobre o balcão e sorrindo para o jovem.

-Não. O moço aqui veio comprar. –Ela se aponta para Bast enquanto olha calmamente para o atendente.

-Pois bem, e o que o senhor vai querer?– Ele olhava serio para Bast, mas uma seriedade bem sutil parecia não quere ser agressivo ou ignorante com a jovenzinha por perto. Ele então aguardou pela resposta de Bast.

Histórico do Zeon:
 

Histórico do Bast:
 

Off:
 

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