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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Episódio 1 - Qual a sua Justiça?

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Episódio 1 - Qual a sua Justiça?   Episódio 1 - Qual a sua Justiça? - Página 3 EmptySab 27 Fev 2016, 15:03

Relembrando a primeira mensagem :

Episódio 1 - Qual a sua Justiça?

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Carnelian Velvet. A qual não possui narrador definido.


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Van
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MensagemAssunto: Re: Episódio 1 - Qual a sua Justiça?   Episódio 1 - Qual a sua Justiça? - Página 3 EmptySab 12 Mar 2016, 18:37

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Família Hyuuga Carnelian
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A primeira troca foi boa para conhecer o oponente e a segunda seria o momento aonde os golpes seriam trocados visando causar dano e a derrota do adversário, mas na prática não foi o que aconteceu. Apesar da investida positiva, novamente faltou potência nos golpes e Kahr continuou de pé, pé este que serviu de impulso para que Velvet conhecesse os joelhos do primo. Dois golpes certeiros que lhe fizeram cair sentado, mesmo tendo atingido o oponente nas partes baixas. Aquele assassino estava longe da sua liga e as chances de sair vitorioso eram próximas de zero. A visão embaçada, zumbido no ouvido e dificuldade para respirar deixavam claro que o dano recebido foi muito alto e que seu nariz não estava em boas condições.

Droga… Eu sabia que deveria ter pegado mais pesado nos treinos com Sly… Apenas desviar não adiantaria… Como eu sou burro…

Constatava em pensamentos a sua grande deficiência: Ser cabeça-dura. O jovem ferreiro não gostava de ferir as pessoas, principalmente a única pessoa que amava, logo, não conseguia treinar de maneira correta e dar o seu melhor, acabando por não treinar os golpes corretamente. Apenas ser ágil não era o bastante agora, pois precisava ser capaz de machucar alguém. Era um momento difícil, pois Velvet sabia que como marinheiro precisaria causar mal em algum momento, pois a violência se combatia com violência, porém na prática era diferente. Seu corpo hesitava e ele não era capaz de dar o seu melhor.

Por que eu ainda estou vivo?!

Olhando do chão, ele conseguia enxergar o primo afastar-se dele e bloquear a entrada, mas não demorou e já estava voltando. O reforço está vindo, pensou o recruta e isso lhe animava. Cedo ou tarde a Marinha notaria a ausência dos marinheiros e tomaria alguma atitude. Tudo o que precisava era aguentar alguns minutos e manter-se vivo. Era a hora da verdade.

- Ei, Kahr… Muito obrigado… Graças a você… Eu nunca mais… Nunca mais hesitarei quando enfrentar o mal.

O pugilista tentaria ficar de pé e andar lateralmente para tirar as costas da parede. Em seguida, tiraria o sangue e a sujeira do rosto usando a manga da camisa e fitaria determinado seu alvo. Não hesitaria mais, não poderia hesitar nunca mais. Tudo o que passava em sua mente agora era ver o corpo de Kahr derrotado. Era hora de dar o seu melhor e aguentar até o reforço. - Cai dentro, primo… - Veru tentaria relaxar e utilizar o que tinha de melhor no momento, seu estilo de combate. Colocaria os punhos na frente do pescoço com a mão direita atrás e saltaria lentamente de um lado para o outro na ponta dos pés. Ele fazia isso visando encontrar seu ritmo e ganhar algum tempo. Caso o Carnelian da família secundária atacasse, o Carnelian da família principal utilizaria o jogo de pernas para esquivar para trás e para os lados, sempre utilizando a ponta dos pés para lhe dar impulso. Esquivaria quantas vezes fossem necessárias, usando o tronco para facilitar a fluidez dos movimentos e sua Aceleração para escapar de situações difíceis. Quanto mais tempo ganhasse, melhor.

Na hipótese de ser pego, seguraria os pulsos do oponente e pularia com os dois pés tentando atingir com a sola o peitoral do oponente e afastá-lo para longe, para tentar voltar a esquivar na ponta dos pés novamente. Caso erre ou não seja capaz, tentaria morder a mão do alvo e aplicar socos aleatórios, fazendo o que conseguisse para afastá-lo, uma tentativa desesperada de sair vivo. Na hipótese de encontrar alguma abertura, atacaria com um jab e se sentisse ser possível, completaria com uma sequência de direto e cruzado, afastando-se o mais depressa possível. Caso o jab fosse desviado ou bloqueado, voltaria aos movimentos defensivos supracitados, buscando uma nova abertura para aplicar novo jab.
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MensagemAssunto: Re: Episódio 1 - Qual a sua Justiça?   Episódio 1 - Qual a sua Justiça? - Página 3 EmptySeg 14 Mar 2016, 02:48

~~ Narração ~~


A puberdade é algo realmente intrigante, poderia se dizer que nessa idade os humanos carregam consigo uma faca de dois gumes. De um lado você é ingênuo, carismático e tímido, já do outro você é agressivo, selvagem e impiedoso. Na adolescência você precisa equilibrar e empunhar direito tal faca, pois se você ficar demais em um lado, você acaba sendo prejudicado tanto no presente como no futuro.

Pouco a pouco Velvet entendia o que era se tornar adulto, ele era um jovem que estava prestes a sair dessa fase adolescente e teria que seguir um caminho, por mais que fosse um humano simpático e não violento, futuramente isso lhe traria reações perigosas, pois um marinheiro de verdade carrega sua arma para fazer justiça, se um pirata, ladrão ou malfeitor estiver prestes a matar um civil, a obrigação do marine é intercepta-lo independente da maneira. Disso Velvet sabia, mas mudar seu próprio jeito era algo muito árduo. O jovem boxeador possuía diversos talentos, mais do que a maioria, mas tudo isso provinha de um coração bondoso e piedoso, mas a vida nos mares é literalmente cruel e violenta, como boxeador, Velvet futuramente entenderia que, nada iria bater tão forte nele quanto a própria experiência de vida, mas não interessa o quanto ele possa revidar, o quanto ele possa bater, o que importa é quantas vezes ele vai cair no chão e se levantar novamente, pois civis dependeriam dos punhos dele. Carregar tal fardo é algo difícil, muitos acham que virar marinheiro era algo fácil, mas ao se deparar com uma cena de uma mãe e filho prestes a morrerem nas mãos de um pirata ou ladrão, Velvet teria que estar preparado mentalmente e fisicamente para gerar violência, pois combater violência com bondade é a mesma coisa que uma gazela parar e urinar na frente de um guepardo.

O pugilista estava aos poucos se levantando, parecia dolorido, mas suas palavras eram afiadas. Tinha se dado conta que Kahr estaria em apuros e não demoraria para ser descoberto. Mesmo naquela situação o garoto desafiava seu primo de maneira audaciosa e determinada. A face de Kahr chega a soltar uma veia na testa por estar puto com a pronuncia do garoto. – Mal?! Você nasceu com o sobrenome Mal Velvet... os Carnelians são a maldade pura, mas ainda sim, existe a escória como você e Slither... pode ter certeza, ele não viverá por muito tempo! Aquelas palavras do familiar pareciam confusas, porém demonstrava seriedade nelas. Enquanto isso Velvet estava de pé e limpava o rosto, em seguida tomava sua postura de boxeador movendo seu tronco de um lado para o outro. Ao provocar seu primo, nesse momento diversas batidas vinham da porta do campo do quartel. – Ei... Ei...? Tem alguém aí? Estamos procurando um intruso, se tiver alguém responda? Era as vozes dos marines que batiam na porta, tentavam entrar, mas estava lacrada graças ao membro da família secundaria.

Uma explosão sobre o solo fazia Kahr iniciar uma investida contra seu primo, estava sem tempo e mordido com algumas palavras desafiadoras. – Vocês está prestes a morrer e ainda me desafia, seu lixo! Um ataque feroz estava indo em direção ao recruta que estava numa situação bem perigosa, mas queria ganhar tempo, era uma boa estratégia. Kahr se aproximava do ferreiro e desferia diversas seus socos, mas eram de um estilo bem diferenciado, pois mantinham-se os punhos abertos e os dedos flexionados sempre, como se fosse agarrar. Velvet movimentava bem seu corpo, possuía a boa vantagem da aceleração e isso deixava seu primo irritado por não conseguir acompanhar a velocidade. – Droga... não deu tempo de pegar minha espada, você já estari-... sua frase era interrompida por um de seus golpes agarrar o antebraço de Velvet. – Agora assim! Ele proferia mostrando um sorriso sádico, mas o garoto mantinha-se firme, pois queria sobreviver a todo custo, tal desejo fez o ferreiro morder a mão do ruivo. - AHHHHHRRRR, filho de uma... esbravejava em fúria com a ação do garoto, porém como toda ação tem sua reação, Velvet apenas perceber a areia do local se misturando com sua face chegando a entrar um pouco na boca. Não tinha visto o golpe do seu primo, mas com certeza tinha sido rápido e preciso. O grito de Kahr fez os marines ficarem agitados. – Ele deve estar lá, vamos abrir a porta, pronto homens! Um dos soldados asseverava e poucos segundos depois diversos impactos na porta poderia se ouvir. Velvet ainda estava meio atordoado, Kahr parecia olhar para porta ao mostrasse preocupado e o ferreiro teria que optar em continuar sua batalha ou tentar pedir ajuda! Poderia ir até a porta que estava aproximadamente 30 metros dele e deixar os marines entrarem, mas a pergunta era... teria bolas o suficiente para tal ousadia? Pois teria que passar pelo seu primo!




Histórico Velvet:
 

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MensagemAssunto: Re: Episódio 1 - Qual a sua Justiça?   Episódio 1 - Qual a sua Justiça? - Página 3 EmptySeg 14 Mar 2016, 18:06

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O orgulho do sangue
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A luta parecia próxima do fim, porém o resultado não era o esperado. Por mais que soubesse da diferença enorme de habilidades, Velvet ainda possuía esperanças de sair vitorioso. Todavia, Kahr não deixava aberturas suficientes para isso e novamente o recruta caía derrotado. Não adiantava socar, empurrar ou morder, o primo da família secundária era superior e conseguia jogá-lo no chão com facilidades mais uma vez.

Heh… Eu não queria admitir, mas essa luta está sendo… Divertida… Acho que eu tenho sim um pouco de Carnelian em mim.

Um sorriso brotaria no rosto destruído do jovem ferreiro. Ele tentaria ficar de pé novamente, apoiando-se nos joelhos caso precise, e voltaria a posição de luta com a guarda alta. O futuro marinheiro mostraria todo seu espírito e só desistiria quando morresse. A preocupação de Kahr com a porta animava o boxeador de cabelos rosas, pois o reforço havia chegado e estava há poucos metros. A escolha parecia óbvia, tirar a trava da porta e fazer com que os marinheiros capturem o seu primo, mas ao mesmo tempo isso lhe deixaria com a guarda aberta e a morte seria certa.

- É, Kahr… Você me venceu… Eu não consigo te derrotar… Mas eles conseguirão!

E utilizando as últimas forças, tentaria avançar em direção a porta com sua Aceleração, dando o máximo de si para desviar do assassino e chegar até a porta, MAS tal atitude era apenas uma distração. Velvet sabia que não conseguiria abrir a porta antes de ser alcançado, porém também sabia que o homicida não pensaria duas vezes antes de atacar para lhe finalizar, então pensando nisso, o Carnelian planejou um último golpe, o momento decisivo, aonde venceria ou sairia morto. Enquanto corresse(ou desse dash caso tenha forças para isso) manteria sua atenção toda no primo, embora seu corpo estivesse com a guarda baixa, e seguiria em direção a porta. No momento em que estivesse prestes a ser alcançado/atacado pelo oponente de madeixas vermelhas, ele pisaria com o pé direito no chão e tentaria acumular toda a energia cinética possível para girar o corpo em 180º e aplicar um soco com o membro superior também direito no rosto do alvo. Visava assim atingir em cheio o oponente com um ataque inesperado. Colocaria todas as suas forças nesse último golpe, atacando sem hesitar e sem medo de machucar a própria mão. Todo ser humano ao atacar acaba hesitando inconscientemente pelo medo de machucar o próprio corpo, todavia tal hesitação não existiria nesse golpe, pois a sua vida estava na ponta daquela manopla feita pelo próprio pugilista. Toda a sua vontade e sede de justiça estavam depositados naquele soco surpresa. Caso errasse, tentaria dar um segundo e um terceiro e quantos mais conseguisse. Fecharia os olhos caso errasse o primeiro golpe e atacaria sem ver com os próximos, buscando forças internas para ultrapassar esse obstáculo tão difícil.

Na hipótese de Kahr alcançá-lo antes ou não ser capaz de ficar de pé, apenas tentaria bloquear os golpes com os braços na frente da cabeça, pescoço e parte do tronco, tentando assim sobreviver até que arrombem a porta. Apesar de sofrer ataques, continuaria sorrindo, pois apesar de estar perdendo, estava animado com o combate e com a vida que tinha/teria. Caso os marinheiros finalmente apareçam e consigam capturar o primo, Velvet diria. - Eu sou o recruta Velvet. Eu sou um exilado da família Carnelian… Ele também é um Carnelian e foi enviado pra me matar… - A sua sinceridade poderia ser também a sua prisão, afinal sua família era conhecida por ser formada por assassinos, mas também era conhecida pelo orgulho dos cabelos vermelhos, logo, alguém de cabelos rosas seria uma vergonha. O que fariam com a informação só o marinheiro em comando poderia dizer.
Considerações:
 


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MensagemAssunto: Re: Episódio 1 - Qual a sua Justiça?   Episódio 1 - Qual a sua Justiça? - Página 3 EmptyQua 16 Mar 2016, 15:09

~~ Narração ~~


Com muito esforço o jovem ferreiro colocava-se de pé, ainda convicto que poderia ganhar a luta, mesmo que parecendo obvio a diferença de níveis. Velvet ainda com seu último esforço, decidiu-se correr utilizando sua aceleração para tentar abrir a porta, mas claro que o garoto sabia das consequências e que provavelmente ficaria com a guarda baixa. Kahr ao ver seu primo correr em direção a imensa porta, se ligou no que o jovem tentaria fazer e seguiu Velvet ficando alguns passos atrás, porém Velvet ainda sentia dor em seu corpo e ao tentar correr e prestar atenção em Kahr perdeu equilíbrio e caio se chocando com o solo aonde havia um gramado.

Possivelmente o garoto agora pensasse que suas esperanças era o fim, seu primo provavelmente faria uma guerra para tentar sair do quartel, mas com tantos marines habilidosos era de fato impossível vencer todos, mas a meta do ruivo era matar seu primo e parecia bem claro dessa vez. – É claro que eu venci, você é uma desgraça para a família, te vejo no inferno moleque! Profere ao parar em frente a Velvet, o garoto se virar com dificuldades ficando de barriga para cima e percebe seu primo com o braço esquerdo esticado mostrando sua mão da mão alinhada com o braço mirando Velvet pronto para dar o golpe final, enquanto seu outro braço estava na altura do ombro flexionado e também com a palma da mão alinhada, era como se Kahr estivesse acumulando forças para desferir algum tipo de técnica. – Sabe qual é a pior parte dessa técnica?... É limpar a bagunça! Kerererererere. Ao termino de suas falas, o jovem boxeador por um momento fechou seus olhos, talvez sem esperanças ou ainda acreditando que Deus estaria olhando por ele, independente de qual crença o garoto tinha, de fato era que, alguém estava olhando por ele. – Yeah, Yeah... marinheiros destemidos e determinados são raros hoje em dia-AUUU! Quando Velvet escutou a voz, abriu seus olhos vagarosamente, percebeu o símbolo da marinha em uma capa azul escuro, um ser peludo e de aparência estranha, mas que havia salvado sua vida, pois a mão de Kahr estava sendo segurada pelo pulso. – Quem é você desgraçado? A face do assassino parecia ter presenciado uma aura poderosa que de fato era. – Eu sou a justiça... eu sou um pacifista, eu sou um amante de volumosos peitos, mas pode me chamar de Jay Woolfs, muito prazer-AUUU! Um sorriso carismático vinha do ser animalesco, sua face e corpo eram um tipo de humanoide lobo, mas não possuía nenhuma maldade tanto em sua presença quanto em sua voz, era até estranho afirmar tal coisa.

- Garoto você está mais do que aprovado, eu estava analisando sua luta, me pareceu que você estava junto desse falso marine, mas concluí que estava inicialmente errado-AUUU! Nesse momento Kahr tenta usar novamente sua técnica assassina, dessa vez Velvet pode presenciar apenas a imensas costas do marinheiro lobo, deveria medir algo próximo de dois metro e meio, mas aquele símbolo da marinha penetrava na alma de Velvet, deixando um ar de que o garoto havia feito a escolha certa. – Você matou membros da minha alcateia, você matou homens bons e justos, marinheiros fieis a nossa causa e ainda tenta matar os recrutas novos... espero que aproveite a estadia na prisão-AUUU! Sua voz demonstrava convicção, suas falas demonstravam certeza e seu golpe acertava em cheio Kahr. O golpe era soco extremamente rápido na cabeça do ruivo, o humanoide fazia o movimento de cima para baixo... no momento que Kahr é acertado, ele bate com a cara no gramado e fica um pouco zonzo. O ruivo deixa o lobisomem puto da vida por ter matado membros, pois a expressão da fera muda para um bem maldoso, sua testa se enruga, seus dentes afiados ficam à mostra. – Não quero saber de suas desculpas! Ao ouvir alguns múrmuros de Kahr, o marine desfere um chute em alta velocidade e potência no queixo do ruivo fazendo-o seu corpo se contorcer e ser arremessado incrivelmente rápido acertando a parede que anteriormente Velvet havia batido. O mais incrível foi a facilidade que o homem havia derrotado o intruso assassino, mostrava o quão forte era o humanoide, pois dois golpes eram o suficiente para derrubar e atordoar o inimigo.

O assassino parecia nocauteado e o humanoide se vira para o jovem ferreiro. – Pois é, vida de marinheiro não é tanta mordomia assim, não é verdade, Yeahahaha! A face do ser mudava, um sorriso brotava junto de uma risada e a mão estendida do marine ajudava Velvet a colocar-se de pé. Um estrondo veio da porta, eram vários marines que haviam conseguido abrir a porta, eles começam a entrar e imediatamente correr em direção a Kahr. – Tenente Woolfs, desculpe-nos, se não fosse pelo senhor, mais teriam morrido de nós! A cara de tristeza, raiva e pavor do soldado deixava um ar de incompetência. – Ah, não se preocupe soldado... estou aqui para ajudar vocês, honraremos a morte dos nossos aliados com bebidas e uma boa surra no invasor-AUUU! O marine ergue sua cabeça admirado com as falas do seu superior. – Senhor Tenente! Enquanto isso o primo de Velvet estava sendo preso, colocavam algemas e traziam até passar por Velvet. – Isso não acaba aqui Velvet... iram vir mais e mais até que você morra! Tá me ouvindo maldito, você e seu irmão são uma desgraça para a família, isso não acaba assim Velvet! Sua voz ia se distanciando após o humanoide fazer um sinal para os marines levarem o intruso para prisão. – Não se preocupe soldado, essa é sua família agora-AUUU! Apensar do poder das falas de Kahr deixarem o jovem ferreiro abalado, ele imediatamente recebeu as do seu superior para anima-lo, o humanoide parecia simpático, terminava de falar e dava-lhe um tapa no ombro do garoto. – Vamos a enfermaria para tratar seus ferimentos! Ele terminava de falar e começava a caminhar, Velvet estava bem machucado, mas nada de muito grave. Ao chegarem na ala medica, o jovem Carnelian foi atendido, alguns remédios, pomada e faixas fizeram o soldado parecer melhor. O tenente estava sentando em uma cadeira, enquanto Velvet estava sentado em cima da cama recebendo tratamento, o superior estava de braços cruzados e olhos fechados, quase dormindo por assim dizer. O médico saia do local para atender outros e ficava apenas os dois marines.



Tenente Jay Woolfs:
 


Histórico Velvet:
 

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MensagemAssunto: Re: Episódio 1 - Qual a sua Justiça?   Episódio 1 - Qual a sua Justiça? - Página 3 EmptyQua 16 Mar 2016, 17:41

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Uma Nova Família
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Olá, você que acompanhou a aventura do nosso heroi até o momento deve estar se perguntando “Por que a própria família lhe odeia tanto?” Bem, essa é uma pergunta válida, mas de fácil explicação. Não bastasse ter nascido com os vergonhosos cabelos rosas, na profecia ele seria o líder e tal pessoa amaldiçoada não poderia assumir o manto de comandante; ele ainda fez com que o primogênito Slither acabasse na linha de sucessão. Uma coisa que vocês precisam entender é que Sly é forte e poderoso, sim, porém não tem o coração maligno igual ao dos outros familiares. Ele é sim um assassino, mas o faz por obrigação e isso é considerado uma fraqueza, embora ninguém na família tenha coragem de lhe dizer isso. O primogênito não é do tipo que aceita críticas muito bem, inclusive de seu pai. Mas qual o problema nisso? Bem, a família possui duas facções, uma enorme na qual respeitam Revolver e uma menor que segue fielmente Sly devido às suas habilidades e modo de ver o mundo, por isso o Carnelian Kahr sente tanto ódio dos irmãos “bonzinhos”. O que Kahr não sabe é que no momento em que o primeiro filho souber do atentado ao irmãozinho… Hm… Como posso dizer… Sua família “sentirá” muito por ele. Enfim, voltemos ao nosso heroi!

- É claro que eu venci, você é uma desgraça para a família, te vejo no inferno moleque!

- Tsc… Droga…

A tentativa (última) frustrada de sair vivo da luta acabou não dando certo e Veru estava no chão com a barriga para cima esperando a morte lhe levar para longe dali, um lugar melhor talvez. Por alguns segundos, ele não conseguia respirar, ou melhor dizendo não sentia a respiração, era como se o tempo tivesse parado e tudo ocorria em câmera lenta. Ele observava o que estava ao seu redor parecendo fotografar cada detalhe e infelizmente sua última imagem seria a do primo prestes a lhe tirar a vida. Entretanto, um anjo surgiu para lhe salvar. Não bem um anjo, afinal estava mais para um lobisomem, porém uma coisa é certa, todo heroi usa capa.

- Jay… Woolfs?

Disse ao ver o marinheiro lhe defender sem muitas dificuldades e salvá-lo de uma morte iminente. Finalmente os outros marinheiros conseguiram adentrar o local e identificaram aquele humanoide como Tenente, momento este em que Velvet relaxou e descansou, sentindo todas as dores de uma só vez. As ameaças de Kahr foram ouvidas, porém ignoradas ao ser considerado parte da família do Tenente felino. O jovem de cabelos rosas queria agradecer, mas estaria sem forças, afinal havia levado uma bela surra. Com um breve tapa no ombro, foi levado a enfermaria aonde foi bem atendido e tratado. As dores eram horríveis, porém não se comparavam ao que havia passado. Saber que assassinos profissionais estavam atrás dele não era uma notícia agradável, principalmente quando eram de sua família. - Senhor… Obrigado por ter me salvado e… Peço desculpas por ter trazido esse perigo para vocês. - Diria emocionado, possivelmente com lágrimas nos olhos. Olharia para as próprias mãos e começaria a falar, desabafando tudo que estava em seu peito sem hesitações. Ele não sabia se Woolfs estava ouvindo, talvez fosse até melhor que não estivesse. Tudo o que ele queria era falar e jogar todo o peso que sentia até agora para fora.

- Eu sempre fui considerado uma maldição. Eu achei que teria uma nova chance na Marinha, mas até aqui eu trouxe a maldição e perdi companheiros. Eu sinto raiva… Ódio… Mas não dos Carnelian… Sinto de mim mesmo por ser fraco… Por não ter treinado quando podia… Por não ter sido capaz de entender que Sly queria me preparar para o mundo. Eu fui estúpido… Mas isso não vai mais acontecer. Eu serei forte, Senhor… Eu serei o marinheiro mais forte desse mundo e ninguém, nem mesmo os Carnelian terão coragem de atacar algum companheiro meu… Eu prometo!


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O discurso emocionado poderia ser acompanhado por lágrimas que cobririam todo o seu rosto. Desabafar era a melhor maneira de se recuperar e lhe motivar para que nunca mais perca novamente. As promessas não eram vazias, em seu coração ele desejava ser forte, muito forte. Alcançar tal estado físico não seria fácil, porém o agora soldado estava mais do que determinado, ele estava pronto para sofrer quaisquer que fossem as dores e sofrimentos de um treinamento e lutas.

Após o desabafo, ouviria as palavras do Tenente e caso fosse ordenado algo, seguiria. Caso apenas fosse ordenado descanso, fecharia os olhos e tentaria dormir para se recuperar o mais depressa possível, alimentando-se e fazendo tudo o que fosse recomendado pelo enfermeiro. A sua mente já estaria disciplinada para seguir ordens, tudo com o objetivo de voltar a ativa e começar o treinamento visando ser o mais forte marinheiro de todos os mares.
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MensagemAssunto: Re: Episódio 1 - Qual a sua Justiça?   Episódio 1 - Qual a sua Justiça? - Página 3 EmptySex 18 Mar 2016, 21:39

~~ Narração ~~


Um silencio predominava na ala medica do quartel, porém essa quietação era quebrada pelas lagrimas do jovem boxeador... começava a se abrir, talvez por só estar ele e o superior, achava que Jay estivesse dormindo, mas num rápido movimento, sua pálpebra direita abre e analisa a face lacrimejada de Velvet e suas falas.

O discurso do rapaz parecia bem autentico e bem convicto, cada frase era um pedaço da alma de Velvet sendo esculpida aos poucos, um leve sorriso do tenente demonstrou que sua decisão foi certa ao salvar o garoto. – Maldição é... Ai, ai eu não acredito nisso... você ainda é jovem! Tem muito o que aprender, mas tem vontade e já é algo... enfim, não fique para baixo garoto, se um dia você realmente entender o significado de ser ‘forte’, você com certeza será forte- AUUU! O lobisomem colocava-se de pé e chegava mais perto de Velvet. – Já deve estar se sentindo melhor, então vamos até a sala de treinamento quero te ensinar algumas habilidades para sua próxima missão- AUUU. O humanoide expressava um leve sorriso mostrando suas presas perigosas, mas simpáticas. Velvet já estava bem melhor, seus machucados eram apenas artificiais, nada que os remédios para dor não aliviassem no momento.

Caminhavam pela ala medica até o marinheiro parar e analisar o ferreiro. – Hm... precisa de um banho né, roupas de soldado também! Vá até os chuveiros, limpe-se, irei levar as roupas e sua medalha lhe darei quando completar a missão- AUUU! Velvet podia ver o humanoide apontar para o banheiro masculino a alguns metros. Enquanto o jovem ferreiro tomava seu banho, alguns minutos passavam-se e o humanoide voltava com as roupas da patente de soldado, havia algumas tolhas ao lado dos chuveiros. – Vista-se e vamos até a sala de treinamento- AUUU! Ele falava ao entregar as roupas para o Carnelian. Estavam limpas e era um conjunto completo. Aquilo mostrava que Velvet realmente era um marinheiro agora.

Após o boxeador se vestir, caminhavam por outro corredor e levavam alguns minutos até chegarem na sala de treinamento, vários soldados e sargentos que passavam por Woolfs, batiam continência e demonstravam respeito, talvez não só pela patente, mas também pelo homem ser muito forte para o quartel. Era uma boa oportunidade para Velvet aprender ao máximo e nada melhor do que aprender com os mais fortes. Ao chegarem no salão, Velvet poderia avistar um enorme local fechado a quatro paredes, havia apenas algumas janelas, mas era um bom local para treinar combate ou pericias. – E então está pronto Velvet-kun-AUUU! Ele perguntava esperando a resposta para ensinar e fazer com que o ferreiro esquecesse do sentimento de maldição.




Histórico Velvet:
 

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MensagemAssunto: Re: Episódio 1 - Qual a sua Justiça?   Episódio 1 - Qual a sua Justiça? - Página 3 EmptySex 18 Mar 2016, 22:50

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Correndo atrás do tempo perdido
Post: 13 | Localização: Shells Town| Aparência: Camisa branca simples, calça Jeans e óculos

O momento de pura emoção tomava conta da sala e Woolfs respondia tocado em seu coração pela honestidade e determinação do jovem. O Tenente não conseguiu se controlar e ficou de pé e animado ao ponto de uivar. Ele então encaminhou o mais novo soldado da ilha ao banheiro aonde ele poderia fazer a sua higiene e vestir seu uniforme, tornando-se um marinheiro por completo.

- Sim… Senhor…

Ele limpava as lágrimas e agradecia pelo carinho antes de ir até o local indicado, aonde tomaria uma boa ducha e passaria algum tempo com a cabeça sob a água que caía lavando seus cabelos e alma culpada. Ele tentava não imaginar, mas a imagem de seus colegas mortos por seu primo pareciam lhe assombrar cada vez que fechava os olhos. Todavia, não se sentia culpado pelas mortes deles e sim por não ter treinado o suficiente e ser forte atualmente. Se eles morreram é porque eram fracos, estavam na marinha há algum tempo e deveriam ser fortes. Logo, não cometeria o mesmo erro e seus rostos mortos serviriam de inspiração para que em seus treinos, atividades e tudo que fizesse não fosse mais ou menos feito. Esforçar-se-ia sempre além do limite para não fracassar nunca mais.

Kahr… Tsc…

A frustração de não ser forte o bastante para derrotar o familiar lhe incomodava e fazia com que pequenos afazeres como trocar de roupa, escovar os dentes, etc. acabassem se tornando algo automático. Por conseguinte, acabaria arrumado e pronto sem sequer lembrar como havia feito. A única maneira de lhe tirar do transe seria ao encontrar o superior, momento este em que lhe acompanharia para um novo lugar, um centro de treinamentos. Durante o trajeto, Velvet via os colegas prestarem continência ao Tenente e sentia um certo orgulho do humanoide. Imaginou-se como alguém que todos homenageavam e assim criava dentro de si uma pequena semente, a qual se transformaria em uma devoção à Marinha e sua importância, porém não era só um orgulho da instituição e sim uma vontade de ser alguém importante dentro dela, alguém respeitado e que impõe respeito.

Almirante Velvet… Parece bom…

E então está pronto Velvet-kun-AUUU!

- Ah… Sim, Senhor!

Respondia voltando à si após um breve momento viajando em desejos e sonhos. Ele estava em um local aparelhado para os mais diversos tipos de aprendizado. Por onde começar? Pensou enquanto coçava o queixo. Ele então ajeitaria os olhos e nesse momento ativaria uma lembrança de sua luta contra Kahr, momento este em que lembrou-se de seu pouco preparo físico e também do momento em que tentou correr e caiu. Ele precisava melhorar suas habilidades físicas e se tornar um lutador, para isso precisava de duas coisas: Melhorar o fôlego e o equilíbrio. Começaria pela primeira opção.

~ Aprendizado de Perícia Corrida ~


O garoto foi até Woolfs e lhe explicou as dificuldades da última luta e que gostaria de melhorar o fôlego. O superior lhe explicou que uma boa maneira seria aprendendo a correr, pois dessa forma não gastaria fôlego de forma desnecessária, além de lhe ajudar com movimentos mais complexos e longos. Com a tarefa em mente, o soldado de cabelos rosas tirou todo o uniforme e ficou apenas de calça comprida e sapatos.

- A primeira coisa que aprenderemos é como movimentar o corpo.

O humanoide então fez uma breve exibição, correndo como um humano comum, porém seus movimentos eram técnicos e não muito rápidos. Ele deu duas voltas no local e ao terminar explicou a dinâmica do movimento. Com sua didática, apontou a posição dos braços e a importância de movimentos fixos e coordenados para ajudar a quebrar o ar e ter assim uma boa aerodinâmica. Orientou a posição das pernas e o tipo de pisada. Ele orientou sobre a importância de usar a sola do pé na hora de pisar para não sobrecarregar a panturrilha ao focar somente na ponta dos pés. Por fim, comentou a parte respiratória da corrida, mostrando que uma boa inspiração e expiração ajudava na hora de controlar o fôlego e mantinha os batimentos cardíacos sob controle. O Tenente explicava e fazia movimentos para que não ficasse apenas no cunho teórico. Ao terminar, era a vez do aprendiz. Aprender tal arte não era difícil, era apenas uma questão de prática e assim ambos corriam lado a lado e Woolfs orientava, ajeitando a postura para que não ficasse muito reta e fosse levado pelo vento, nem muito curvada para não comprimir o peitoral e por consequência os pulmões. Alguns minutos, horas se passaram e Veru já conseguia executar a corrida simples sem muitas dificuldades. Eles descansaram algum tempo e partiram para a segunda lição.

- Esta parte é mais difícil. Agora aprenderemos a correr na velocidade máxima.

O professor mostrou na prática com um tiro de duas voltas ao redor da quadra. Ao terminar, estava respirando forte, com os pulmões inflando rapidamente e o suor era visível. Diferente de uma corrida comum, o “sprint” era algo que exigia uma concentração constante. Um pequeno erro e toda a corrida seria comprometida. Manter a respiração era difícil devido a violência dos movimentos e um erro cometido por muitos é segurar a respiração. Após explicar na teoria, era hora de testar. O primeiro tiro foi completamente falho e Velvet cometeu o erro de segurar o ar, acabando por forçar a respiração com a boca e ficar sem fôlego antes do fim. As mãos no joelho e a cabeça baixa deixavam claro que havia muito a ser treinado. Ambos sorriam e as lições eram repassadas antes de uma segunda tentativa, seguida de uma terceira para somente na quarta o soldado conseguir um resultado mediano. O cansaço atrapalhava, mas Woolfs conseguia fazer entender que não era fôlego e sim técnica. Após um bom tempo descansando, voltaram a correr e dessa vez deram uma vota completa lado a lado sem erros, embora o ferreiro caísse de costas no chão completamente exausto.

- A última lição é correr com obstáculos. Alguns conhecem como Le Parkour. Mas você aprenderá o suficiente para parar sua corrida e voltar a correr sem sofrer danos ao corpo ou perder o tempo do seu corpo.

O Tenente pegou alguns cones que estavam guardados e colocou pelo salão. O objetivo era simples correr pelos cones, para isso precisaria correr de lado e de costas. Os movimentos eram simples, mas a inexperiência poderia atrapalhar e muito. Assim, começaram após uma breve orientação. Correr lateralmente exigia um bom ângulo de visão e o respeito das próprias pernas para não esticar demais a passada e nem de menos para não pisar no próprio pé. Velvet chegou a cair algumas vezes, mas se levantava e tentava novamente. Passava pelos cones e ia em direção aos outros, aonde corria de costas. A repetição melhorava a corrida e as palavras de incentivo e correção do treinador só acrescentava no desenvolvimento. Mais algumas horas de treinamento e apesar das pernas pesadas, Veru estava conseguindo se manter treinando, afinal o controle do fôlego estava sob controle.

~ Fim do Aprendizado ~


Após o treinamento, olharia para o Tenente e pediria algum tempo de descanso e alguma comida, pois estaria morrendo de fome, afinal passou um bom tempo na Enfermaria e saiu direto para o treinamento. Alimentar-se-ia e depois voltaria para o treinamento aonde faria o aprendizado da segunda e última parte de seu crescimento pessoal.

Considerações:
 

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MensagemAssunto: Re: Episódio 1 - Qual a sua Justiça?   Episódio 1 - Qual a sua Justiça? - Página 3 EmptyDom 20 Mar 2016, 02:54

~~ Narração ~~


Após um bom treinamento para aprender mais como movimentar seu corpo, Velvet parecia cansado e demonstrava bastante suor, mas é claro, pois o treino de corrida parecia intenso. O tenente parecia ter gostado da agilidade do garoto, o ferreiro era abençoado com uma boa aceleração e isso lhe fornecia uma boa vantagem, ainda mais em combate quando ele dominasse ela totalmente.

Um soldado vinha com um tipo de carrinho coberto com um pano branco, o simbolo da marinha estava estampado e o tenente retira o pano. - Vamos garoto, coma alguma coisa, vai te fazer bem, pois irei te ensinar mais algumas coisas! O soldado chamava o tenente para conversarem e Velvet poderia analisar um cesto cheio de frutas para comer, tinha maça, banana, morango, pedaços de melancia e etc. Enquanto o tenente dialogava com o soldado a alguns metros, Carnelian poderia comer e descansar durante um tempo, até que o humanoide voltasse. Woolfs se aproxima do garoto, deveria ter se passado uma meia hora, Velvet já estava mais descansado e como tinha comido frutas já teriam sido digeridas e poderia continuar seu treinamento. - Pronto para o segundo round-AUUU? Terminava de falar ao mostrar um leve sorriso e cruzar seus braços. Alguns soldados adentravam no salão, mas faziam seus treinos separados, tudo indicava que o lobisomem ainda iria ensinar Velvet.




Histórico Velvet:
 

OFF:
 

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~Fala / Narração

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MensagemAssunto: Re: Episódio 1 - Qual a sua Justiça?   Episódio 1 - Qual a sua Justiça? - Página 3 EmptyDom 20 Mar 2016, 12:15

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Desdobrando-se
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A primeira parte do treinamento se encerrava e com ela vinha um descanso rápido, porém necessário. Nesse intervalo, o soldado de cabelos rosas se alimentou e recuperou as energias. Também serviu para revisar mentalmente tudo o que havia aprendido, dessa forma não teria dificuldades para reproduzir quando precisasse. Aproveitou também para recuperar o fôlego, desta forma estaria pronto para mais um treinamento e assim ocorreu.

- Pronto para o segundo round-AUUU?

- Sim, Senhor!

~ Aprendizado de Perícia Acrobacia ~

O treinamento começou com Woolfs arrumando uma série de obstáculos e aparatos. O primeiro a ser utilizado foi uma corda. Ela estava amarrado em dois pontos e completamente esticada. O foco do treinamento era simples: Treinar o equilíbrio. - Só andar de um lado para o outro. Simples! - E assim o Tenente passou de um lado para o outro sem muitas dificuldades apesar do corpo enorme e forte. Chegou a vez de Veru que ao pisar na corda caiu meio segundo depois.

Mas que…

Certamente o jovem tinha subestimado o exercício e pediu orientações ao treinador que apontou a importância do centro de gravidade do corpo e o domínio do próprio peso. Ele mostrou que os braços serviam para recuperar o equilíbrio e que quanto mais maleável fosse o corpo, mais fácil conseguiria caminhar pela corda. Com as informações teóricas em mente ele começou a caminhada pela corda tendo o apoio do Tenente para ajudar no equilíbrio. Os primeiros minutos serviram para sentir a corda sob os pés e entender seus movimentos, além de acostumar a mente e o corpo ao novo exercício. Ele conseguia andar de um lado para o outro usando a mão do humanoide como apoio, mas sozinho parecia impossível e toda vez caía.

É muito difícil

O suor escorria pelo rosto e apesar de não ter feito muito esforço físico, a parte psicológica estava exausta. Era um exercício que exigia muita concentração e foi nesse momento que um gatilho surgiu em seus pensamentos. Ele como Ferreiro estava acostumado com precisão e tudo que precisava era coordenar sua respiração com os movimentos, da mesma forma que faz quando forja algo. E assim ele voltou confiante para a corda e após algumas tentativas conseguiu ficar um bom tempo de pé. O olhar fixo e o corpo relaxado lhe ajudavam na tarefa e com algumas horas de treinamento ele foi capaz de atingir o outro lado de uma só vez.

- Sem descanso, vamos para a próxima fase… auuu

Era a parte que Woolfs estava esperando. Era hora de fazer acrobacias. O humanoide mostrou diversos movimentos acrobáticos, estrela, cambalhota, salto mortal, etc. Para isso, utilizou um colchão, assim poderia cair sem se machucar. O tenente explicava os movimentos e a importância de fazê-los com confiança, pois se hesitasse erraria e assim começaram. Estrelinha de um lado para o outro quase sempre caindo de costas no chão. Veru pela primeira vez em muitos anos sentia-se uma criança. Era divertido fazer aquilo e as inúmeras tentativas sequer pareciam lhe cansar. Ele pulava tentando dar um mortal, tentava ficar de pé estando com as costas no chão e apesar de errar sempre, ele não desanimava. Brincar com aquilo era super divertido. Woolfs também parecia um gatinho brincando com uma bola de pelos. Ambos estavam em grande sintonia e com o passar das horas e orientações precisas do professor, Veru conseguia executar os movimentos como deveriam ser feitos.

- Vamos descansar, soldado…

Eles sentavam e riam enquanto pareciam sem fôlego. Alguns minutos se passaram e ambos beberam cada um, uma garrafa d’água. Foi então que o Tenente pegou as garrafas vazias e jogou para o alto e sem deixar cair no chão jogou novamente para o alto e depois a outra e num ciclo infinito elas voavam no ar. Não importava o quanto o Soldado visse aquilo, ele não fazia ideia de como reproduzir. O Tenente explicou que era uma questão de técnica. Saber trabalhar a força com que se arremessa e o movimento para que ele caia exatamente aonde precisava cair para ser arremessado novamente. Veru tentou algumas vezes e falhou miseravelmente. Dezenas de tentativas e 100% de falhas. Era impossível, ele pensava.

- Quer começar por cima, esperto… Treina com uma só…

Velvet então pegou uma garrafa e usando somente a mão direita a arremessou para o alto e tentou pegar na posição certa. Ele repetiu várias e várias vezes até se acostumar com o peso e o movimento do objeto. Tentou fazer o mesmo com a mão esquerda, mas essa era muito mais difícil, visto que era o lado com menos técnica. Um pouco mais de uma hora se passou e ele ainda brincava de jogar a garrafa para o alto. Duas horas se passaram e ele se achou pronto para tentar com duas garrafas. Precisou de algumas tentativas para ser capaz de manter ambas no ar sem deixar cair. A confiança surgiu e com ela uma terceira garrafa trazida pelo Tenente. Com a terceira garrafa vinha também uma grande dificuldade. Não dava mais para usar os olhos para pegar, tudo o que precisava fazer era jogar com a força certa e assim saberia aonde e como ela cairia. Treinou por tanto tempo que a noite chegou e ele não havia percebido. O suor no rosto era superado facilmente pelo suor no resto do corpo. O cansaço físico e mental estavam em pé de igualdade e o que lhe motivava a continuar era o apoio moral do humanoide que não desistia do aprendiz. Quando todos os soldados já haviam saído do local, quando estava na hora de dormir, nesse momento as três garrafas permaneceram no ar sendo arremessadas uma após a outra.

- Você conseguiu, garoto… Parabéns!

~ Fim do Aprendizado ~

Terminaria o treinamento e esperaria pelas ordens de Woolfs. Caso fosse indicado o dormitório, passaria primeiro no banheiro para tomar uma ducha e poder dormir descansado. Caso fosse ordenado algo, uma tarefa ou missão, seguiria o superior. Como soldado, ele não tinha opinião própria, tendo que obedecer aos mandos dos superiores e Velvet tinha estômago para isso. Tudo pelo bem maior, tudo para chegar ao cargo mais alto da força e ser forte o bastante para não ser mais ameaçado.

Considerações:
 

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MensagemAssunto: Re: Episódio 1 - Qual a sua Justiça?   Episódio 1 - Qual a sua Justiça? - Página 3 EmptySeg 21 Mar 2016, 14:53

~~ Narração ~~


Passavam-se algumas horas enquanto Velvet aprendia algumas artimanhas para usufruí-las futuramente. Após muito empenho e dedicação o garoto conseguia aprender as pericias corrida e acrobacia, tudo para que pudesse deixar seu corpo mais rápido, preciso e dinâmico. Enquanto Carnelian estava a descansar, o tenente percebia a presença novamente do soldado com uma carta em mãos, mas estava aberta e mostrava nada escrito. – Aqui está senhor! O marine proferia ao bater continência e entregar o envelope. – Obrigado solado, irei mandar agora outro soldado, já que você está de partida para logue! Jay pegava o documento e se sentava em uma cadeira, puxava uma caneta de seu bolso e ficava um tempo pensativo, enquanto isso o marine saia do local e Velvet estava logo a sua frente descansando.

O tenente parecia escrever lentamente, fazia algumas pausas e voltava a escrever. Alguns minutos passavam-se e o marinheiro terminava de escrever, assinava o documento, fechava em três parte a folha, colocava dentro do envelope, puxava um carimbo com o símbolo da marinha e lacrava-o com uma carimbada na frente. – Pronto! Velvet-kun, preciso que faça uma simples missão para mim, pois preciso arrumar a bagunça do quartel... preciso que leve essa carta para esse endereço aqui! Ele levantava, seguia até o jovem ferreiro e mostrava no envelope na parte de trás um endereço. – Assim que chegar ao local, entregue para a senhora Hadatso em nome da marinha! Não abra o envelope e não deixem roubar também, confio em você garoto! Se você me perguntar onde fica o endereço já te aviso que eu não sei onde é exatamente, vai ter que procurar próximo Awa’s Shells, uma loja para turista algo assim. Boa sorte! Ele terminava de falar e era chamado por alguns marines, logo saia da sala deixando Velvet descansando e com a carta em mãos.


Envelope da Marinha:
 

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MensagemAssunto: Re: Episódio 1 - Qual a sua Justiça?   Episódio 1 - Qual a sua Justiça? - Página 3 EmptySeg 21 Mar 2016, 20:01

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O treinamento foi encerrado e aproveitado com sucesso. Velvet foi descansar, porém seu dia ainda não havia chegado ao fim. Ele via um soldado entregar algo ao tenente e pouco tempo depois ele recebia uma correspondência escrita pelo superior. A curiosidade existia, mas o soldado conseguiria se controlar.

Pronto! Velvet-kun, preciso que faça uma simples missão para mim, pois preciso arrumar a bagunça do quartel... preciso que leve essa carta para esse endereço aqui!

O jovem olhou o endereço e guardou o envelope entre a calça e a cueca, cobrindo com a blusa que vestia, deste modo a carta não ficaria suja com seu suor e nem amassaria se a levasse com a mão. O soldado em seguida ficava em posição de sentido esperando o resto das ordens.

Assim que chegar ao local, entregue para a senhora Hadatso em nome da marinha! Não abra o envelope e não deixem roubar também, confio em você garoto! Se você me perguntar onde fica o endereço já te aviso que eu não sei onde é exatamente, vai ter que procurar próximo Awa’s Shells, uma loja para turista algo assim. Boa sorte!

- Sim, Senhor!

Respondeu de maneira firme e confiante embora sua respiração não estivesse nas melhores condições. A sua primeira missão estava para começar e ele sequer sabia por onde começar, era novo na ilha e mais novo ainda na Marinha. Como proceder? Pensou. Era difícil começar, mas sabia que uma vez iniciado, os caminhos surgiriam e assim a primeira atitude tomada foi a de se uniformizar corretamente para que as pessoas reconhecessem sua profissão e quem sabe assim lhe ajudassem por respeito à instituição.

Sairia andando pelo quartel, sempre mantendo atenção para os arredores, do inicio ao fim, assim não seria pego de surpresa por algum ataque surpresa. Quando estivesse prestes a sair do QG perguntaria para os guardas do portão se sabiam qual o caminho mais rápido para o Awa’s Shells. Caso não soubessem ou fizessem alguma pergunta demonstrando interesse, Velvet responderia que iria passar na loja para comprar algo antes de ir dormir, afinal era novo na ilha e tinha muito pra conhecer. A resposta não era uma total mentira, portanto não daria sinais flagrantes e terminaria o possível questionamento. Caso os guardas não saibam, perguntaria aos transeuntes que encontrasse no caminho, seguindo o caminho que apontavam e algumas ruas depois perguntaria a outro, desta forma evitaria seguir um caminho falso, algo difícil, mas possível de acontecer.

- Obrigado…

Agradecer era fundamental para passar uma boa imagem, tanto dele quanto da instituição. Caso encontrasse o local, entraria se estivesse aberto ou bateria se estivesse fechada. Na hipótese de conseguir entrar e/ou ser atendido, perguntaria aonde poderia encontrar Hadatso-san. Se questionado o motivo, responderia que estava à mando de um amigo e que poderia encontrar com ela ali mesmo no meio de todos para evitar suspeitas. Se Hadatso aparecesse, entregaria o envelope. Se alguém que não fosse a senhora aparecesse, diria que só falaria diretamente com ela e ficaria parado ali até que ela aparecesse. À qualquer momento, caso alguém lhe ataque ou faça algo suspeito contra ele mesmo ou um cidadão, tentaria interferir, gritando palavras de ordem para que o mesmo se acalme e em seguida tentaria controlar a situação mantendo a disciplina no local. Caso recebesse algum ataque, tentaria esquivar com saltos diagonais, sempre recuando.
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