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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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MensagemAssunto: Outlander!   Outlander! EmptySeg 22 Fev 2016, 13:00

Outlander!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Adallin. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Outlander!   Outlander! EmptySeg 22 Fev 2016, 13:27


Adallin

A moléstia apenas torna-me mais forte.





Sentada a beira da cidade olhava com certa melancolia o sol nascer. Uma pontada de dor surgia em meio peito enquanto aquele belo ser surgia longe no horizonte. Minha mente logo vagava para meu passado, nos primeiros anos que estive com meu mestre, onde acordava cedo para treinar com o sol surgindo magnificamente no horizonte. Porque ele tinha que morrer, porque aquela maldita organização não podia simplesmente desistir.

Acordei-me de meu estupor e levantei-me, a lagrima que teimava em encher meu olho secou e então com raiva me recompus daquela tristeza... Um dia eles iriam pagar por tudo que me fizeram, por tudo que me roubaram. Agora estava aqui, uma mulher que para o mundo estava morta... Pois esse havia sido o único caminho que me restará, simular minha própria morte. Com isso perdi ainda o pouco que possuía, pois a maioria de meus pertences tive que deixar lá, junto ao corpo incinerado daquela pobre mulher. Arrisquei-me apenas a trazer comigo poucos berries e destruí todo o resto e era com essa irrisória quantia, que nem ao menos pesava em meu bolso que eu tinha que recomeçar.

– Sinto sua falta. – falei baixo, para mim mesma. – As coisas eram tão mais fáceis com você ao meu lado. – e então trinquei os dentes com raiva, pois aqui estava eu, mais uma vez presa em minhas melancólicas lembranças. – Ele certamente me castigaria com muitos exercícios por essa atitude. - completei, agora já com um sorriso tímido nos lábios.

Espreguiçando-me preparei-me para recomeçar, e então olhando uma ultima vez para o mar a minhas costas eu parti. Rumaria em direção ao centro da cidade, era um recomeço para mim, mas esse recomeço era guiado por um implacável dever de vingança, era uma compensação se assim quiser chamar. Eu buscava compensação em minha vida por tudo que me foi imposto, por tudo que me foi tirado.  Assim eu seguiria em busca do centro, um mural talvez, onde pudesse colher algumas informações. Talvez a existência de algum procurado, ou algum rumor de tesouro, nunca se sabe.

Enquanto não me envolvesse em problemas eu não precisaria de uma arma, assim me manteria longe de becos suspeitos e procuraria caminhar apenas pelas ruas mais movimentadas, onde me sentiria mais invisível, afinal seria apenas mais uma pessoa ali. Assim deixaria à ida a loja de armas para mais tarde. No caminho buscaria avistar alguma loja de ervas medicinais, pois logo sabia que também precisaria suprir o meu vicio.

Caso encontrasse o dito mural me aproximaria deste e estudaria seu conteúdo com calma e displicência e no caso de haver muitos pessoas em volta do mesmo eu apenas me resguardaria a distância, esperando que essas pessoas saíssem antes de criar coragem para ir na direção do quadro, no entanto caso houvesse apenas duas ou menos eu me aproximaria junto a essas e com voz baixa perguntaria.

– Alguma noticia interessante?  - e apontaria para o mural.



Posts: 1 // Resumo: ///



Olá Narrador. Vi que tem um NPC caçador de recompensas criado na ilha. Se ajudar ele seria alguém que poderia ensinar as perícias pra Adallin e talvez inserir alguma trama, mas fica a seu critério.

Spoiler:
 

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MensagemAssunto: Re: Outlander!   Outlander! EmptyDom 28 Fev 2016, 15:24


O sol lançava seus primeiros raios aos céus, iluminando o dia aos poucos. Era o inicio de um mais uma manhã e também o inicio de uma nova jornada para Adallin...

Ela estava sentada no chão de concreto e paralelepípedos nas margens da ilha, observando o mar brilhando no horizonte e parando um pouco para pensar melancolicamente sobre sua vida. Para aquela jovem introvertida, falar consigo mesma naqueles momentos de reflexão sobre lembranças do passado era triste, mas ao mesmo tempo aliviante. Ela recordava das feridas que sua história havia lhe deixado, mas isso também a motivava para seguir em frente, com o ódio a guiando à sede de vingança...

Ela se levantava, sentindo as lágrimas que teimavam em brotar de seus olhos descerem pelo seu rosto. Agora olhando para trás, via que dois sujeitos de capuz andavam por perto durante suas lembranças, ambos seguindo em direção a cidade. Sua pele umedecida pelo choro só era secada a medida que ela andava, com as lágrimas evaporando aos poucos. Ela procurava o centro da cidade, em busca de lojas que fossem de seu interesse e também de informações úteis que lhe guiassem para seus objetivos.

Sem ter conhecimento sobre o lugar, seguiu por uma rua da parte pobre da cidade.

No caminho, via que era um lugar tranquilo em maior parte. Na periferia, as casas eram bem estruturadas, mas dava para perceber que aquela era aparte de menor renda da ilha, vendo pela violência e problemas estruturais mais acentuados, como o esgoto que corria por alguns parapeitos da calçada... Via inclusive a marinha agindo com brutalidade para fazer uma busca em uma casa de uma família pobre, sem nem se preocupar com a presença de crianças que brincavam de ''policia e ladrão'' por perto. Adallin passava pela rua lentamente, ouvindo ao fundo o desespero da família tomada como alvo dos benfeitores. Já conseguia ver a saída daquela ala pobre da cidade, que lhe daria caminho para o centro. - Dá licença ae, tia. - Um grupo de crianças passava bruscamente pela mulher, esbarrando em suas pernas e deixando uma marca de sujeira em sua calça.

Ela desequilibrava, mas mantinha-se em pé após cambalear um pouco. Seguiu com seus passos, mas logo percebeu que o dinheiro que ela carregava em seus bolsos havia se deslocado um pouco e logo via que as crianças haviam roubado certa quantia.

A criança requebrava o quadril, zoando a garota - Yahahaha! Valeu ai troxon- - Ela parava ao receber um cascudo de um rapaz encapuzado com uma manta de cor verde. - Ai, ai... - O guri choramingava, tendo seus berries tomados pelo homem.

O encapuzado ia até Adallin e lhe entregava seu dinheiro, para só então seguir seu caminho. Um outro encapuzado vinha logo atrás, cumprimentando Adallin sem palavras usando apenas um gesto discreto com a mão e logo em seguida apertando os passos para seguir seu companheiro. Eram os dois de antes, que haviam ouvido suas lamentações no porto.

Depois daquilo, ela seguia seu caminho, subindo algumas escadarias e chegando em uma nova rua... Agora estava pisando em uma área mais organizada e pacifica, digna da fama daquela cidade. Ali ela encontraria uma rua mais espaçosa e movimentada. Ali haviam vários comércios e as pessoas eram mais bem vestidas, entre eles vários estudantes da burguesia que saiam de suas moradias para chegar à universidade e os comerciantes aos poucos abriam seus estabelecimentos e anunciavam seus produtos. A medida em que andava, tinha a impressão que Las Camp era uma ilha pacifica e próspera.

Não demorou para chegar ao centro... Era uma grande praça circular com uma fonte no centro e com grandes construções delimitando sua extensão. Nela, Adallin encontraria várias barracas de produtos variados, desde comidas e especiarias até roupas e equipamentos. Seguindo até a fonte, encontraria um mural com os grandes anúncios da cidade e até mesmo cartazes de procurados.

Haviam muitas pessoas aglomeradas ali, grande parte sendo estudantes, por algum motivo. Adallin esperou aquele grupo se dispersar para só então se aproximar.

Alguma noticia interessante?  - Ela falava, baixinho, com medo de se expor à multidão.

Embora sua voz tivesse se misturado a todo o barulho daquela manhã agitada, as únicas duas pessoas que ficaram no mural ouviam sua pergunta. Por coincidência, eram os dois encapuzados de antes. O que havia lhe devolvido o dinheiro apenas a ignorava, continuando sua analise entre os cartazes de procurado. Já o que havia lhe cumprimentado, parava o que fazia para lhe responder.

- A boa noticia é que há muitos criminosos na ilha... A má é que, mesmo com a ilha amarrotada de criminosos, ninguém sabe onde esses caras estão se escondendo...

Se ela observasse o mural, veria cartazes de procurados locais, com a maior recompensa sendo cinco milhões, e pertencendo a um cara mascarado chamado candeeiro. O restante variava na faixa de quatro milhões a cem mil berries. Do lado do quadro local, veria um mural de festas da ilha e outro quadro de procurados mundiais, onde veria cartazes com recompensas enormes. Talvez um lhe chamasse a atenção: Um tritão repleto de músculos, com um corpo intimidador mas com um rosto incrivelmente cômico.

OFF: Como eu disse, que negocio de tesouro o que. Vai ganhar dinheiro de meu jeito :wander2:

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MensagemAssunto: Re: Outlander!   Outlander! EmptySeg 29 Fev 2016, 08:01


Adallin

A moléstia apenas torna-me mais forte.




Quanto mais caminhava por aquelas pobres ruas mais eu percebia como as coisas naquela cidade eram diferente do que ouvíamos nas outras ilhas. A pobreza seguia estampada em qualquer direção que se olhasse, quase fazendo-me duvidar que aquela era a mesma Las Camp que eu ouvi antes em minha vida.

Ainda perdida em meu rumo me deixei levar pelos instintos, mas curiosamente meu caminho era sempre traçado em direção a uma misteriosa dupla. Naquela época eu ainda não suspeitava de nada, ahhh se eu pudesse prever a sequencia dos fatos... Talvez tivesse feito escolhas diferentes das que fiz, mas assim não é a vida, ela não nos da chance de antecipar o que estar por vir e assim o destino, duro e implacável me guiou.


– Eiiiii! – gritei enquanto estiva minha mão direita a frente de meus olhos numa vã tentativa de alcançar os pivetes batedores de carteiras, meu corpo já preparava-se para correr quando a visão das casas pobres ao meu redor acometia minha consciência e então desisti, iria deixar para lá quando novamente vi aquela dupla estranha. Era a segunda vez, embora na hora não me desse conta deste fato.

– Obrigada. – disse ao primeiro quando a mim o dinheiro foi devolvido. E logo retribuindo com um aceno o cumprimento do segundo. Esperou-os ir e então seguiu seu rumo.

– É quase como passar por um portal! – exclamei, deixando que meus olhos se arregalassem para a mudança repentina. Estava agora em uma nova cidade, uma Las Camp completamente diferente da qual vinha presenciando até o momento. Um sentimento crescente de segurança se espalhava nessas novas ruas, trazido apenas pela beleza e tranquilidade do local. Sem ver inicialmente as lojas das quais necessitava apenas segui até o aparente centro da cidade, onde por fim encontrei um painel de recados. E ali, mais uma vez encontrei aquela misteriosa dupla.

“- A boa noticia é que há muitos criminosos na ilha... A má é que, mesmo com a ilha amarrotada de criminosos, ninguém sabe onde esses caras estão se escondendo...”

Sorrindo respondi. – E por que ter muitos criminosos seria bom? – deixava transparecer em minha voz a diversão em minha resposta. Afinal, era obvio que uma ilha cheia de criminosos não era nem perto de ser bom para a maioria das pessoas. – Também gostaria de encontrar um desses procurados, os últimos acontecimentos esvaziaram minha bolsa. – minha voz agora seria um pouco mais confiante, já que estava falando com quase conhecidos. Sorriria e me aproximaria mais do mural, procurando estudar o rosto dos criminosos da ilha para logo em seguida ir ao mural do lado ler informações sobre as festas locais e então me preparando para partir faria uma ultima pergunta.

– Se eu quisesse comprar uma arma, aonde deveria ir? – dirigiria o questionamento ao mais amigável da dupla. E assim, com ou sem resposta me despediria deles seguindo a procura de alguma loja de armas.


– Bom dia. – diria ao entrar no local, buscando seguir em direção as armas que me interessavam. – Preciso de uma adaga barata, mas não barata ao ponto de me deixar na mão se por ventura precisar usa-la.

Esperaria ser atendida e então pararia para fazer mais algumas perguntas.

– Acabo de chegar à ilha, o que uma forasteira como eu precisa saber para não se meter em muitos problemas por aqui e talvez conseguir algum dinheiro na limpeza da cidade. – obviamente limpeza não iria se referir ao fato de um desejo insano que me dominava para sair varrendo as ruas, esperava com afinco que o vendedor entendesse isso.

Esperando as resposta prosseguiria.

- Há alguns dos comerciantes que ande tendo problemas com cargas roubadas? – se sim perguntaria onde poderia encontrar tal pessoa. Agradeceria e partiria da loja.
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MensagemAssunto: Re: Outlander!   Outlander! EmptyTer 01 Mar 2016, 01:14

O homem sorria diante da resposta da jovem, exibindo seus dentes entre a sombra que seu capuz formava. - Para gente como eu e esse cara aqui, ter alvos sempre é empolgante.

Adallin voltava sua atenção para o mural e a dupla encapuzada fazia o mesmo. Ela memorizava os rostos que via nos cartazes e tentava gravar seus nomes e, claro, os valores pagos por suas cabeças. Depois de seu breve estudo, ela agora ia até o quadro de festas. Via que iria haver um festival em comemoração do termino de um ano letivo de um dos blocos da universidade local, tendo algumas atrações musicais como, por exemplo, os cantores MC Brinquetto, MC Dilmão e MC Meloday, e também quadros humorísticos, com destaque para o comediante Faustão Silvers.

O encapuzado mais extrovertido chamava sua atenção para que pudesse se despedir. A jovem o interrompia para perguntar onde poderia encontrar uma loja de armas. O homem indicava um lugar em uma rua próxima do centro onde ela poderia encontrar sua loja. Com aquela informação, Adallin dava sua despedida e seguia com passos ligeiros até seu objetivo. Com isso, tirava a oportunidade daquele homem ter sua apresentação, deixando-o frustrado.

Encontrou a loja que queria, vendo ela com muitos adornos em sua entrada e com o nome ''Kurama Inc'' estampado em suas vitrines. Ela entrava sem demoras e via um lugar com armas e equipamentos de proteção. Haviam três funcionários no local, sendo um deles um velho sobrancelhudo que se dirigia até sua nova cliente, ouvindo seu pedido com um sorriso gentil do rosto.

- Essa aqui é boa. Um trabalho artesanal e que não deixa de ter um aço de qualidade. - O vendedor pegava uma adaga da prateleira e a movimentava para que ela reluzisse sobre a iluminação da loja. Antes de dar-lhe seu dinheiro, Adallin tentava fazer alguns questionamentos, tentando se situar naquela nova cidade. Os olhos do comerciante brilhavam diante da oportunidade de arrancar mais dinheiro de uma turista perdida naquele cenário Olha... Eu trabalho duro nesses equipamentos. Aqueles riquinhos que vem aqui sempre me incomodam com suas frescurinhas, encontrando problema onde não tem. E também... Apesar de cuidar desse negócio, eu sei coisas interessantes sobre essa ilha... - O velho falava aquela última frase em tom baixo enquanto a olhava de cima para baixo, erguendo sua sobrancelha. - Essa sua adaga me custou um suor danado. Então se me der um pagamento interessante, pode ser que eu te dê um brinde de seu agrado. - Ele concluía, não deixando claro sua vontade, mas Adallin percebia que poderia encontrar respostas para duvidas que tivesse.






OFF: Puta vida bixo

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MensagemAssunto: Re: Outlander!   Outlander! EmptyTer 01 Mar 2016, 07:46


Adallin

A moléstia apenas torna-me mais forte.


Com uma saída rápida e com o que me interessava gravado em partes em minha memoria segui para a loja que o desconhecido havia me indicado. Ah sim, o desconhecido.. Ele parecia uma pessoa legal, aberta a conversar trivialidades e a manter uma relação de amizade saudável, talvez fosse bom ter sabido o seu nome, mas o meu era algo que ainda não me encontrava pronta para revelar e também mentir sobre o mesmo talvez só me trouxesse mais problemas do que desejava. Assim me mantendo morta a todos os efeitos, deixando-me passar por alguém desconhecido, sem nome, sem passado e sem dor.

Avaliava agora a adaga apresentada a mim, certamente não possuía os recursos para discutir com o vendedor se aquela era sim ou não uma boa lâmina, permitindo-me então apenas breves acenos de cabeça como que concordando com o que o homem com muita sobrancelha dizia.

– Quer dizer que o senhor mesmo que faz as armas? – perguntei, deixando que um misto de incredulidade e também de surpresa tomasse o tom de minha voz. Estava desviando um pouco o assunto a fim de vagar para áreas mais seguras que não envolvessem desprender-me de meu pouco dinheiro e da prestação de favores sexuais. – Isso é impressionante... Tudo que vejo em lojas ultimamente são vendedores cansados da vida, é impressionante ver alguém tão habilidoso.

Sorriria e esticaria a mão para pegar a adaga.

– Posso? – com a permissão tomaria a adaga em minhas mãos, puxando-a da bainha para avaliar a lamina da mesma. Aquela arma deveria bastar, não era da mesma qualidade da que antes eu possuía, mas para um novo começo seria o suficiente. Então avaliando minhas posses e quanto eu poderia me desfazer naquele momento continuaria. – Posso pagar 30 mil.. Mais do que isso ficarei em situação difícil, foi uma viagem dura.

Então sem devolver a adaga esperaria para ver se o homem concordava. Talvez o dinheiro não fosse o suficiente para ele começar a falar, mas talvez ser elogiado tivesse ajudado um pouco a massagear o seu ego. Então mesmo que não fosse o suficiente para as informações, mas me garantisse a arma eu pagaria.

– Quantos as informações. – torcia a boca pensando no que dizer para o homem a minha frente e então prosseguia. – Sou uma caçadora, ao menos agora... – dizia quando a lembrança do meu passado de assassina e ladra invadia com força meus pensamentos derrubando as barreiras da minha mente. – Vi que há alguns procurados na ilha e pretendo tentar achar algum... Você pode me ajudar e posso lhe retribuir caso tenha sucesso, ou pode me deixar sem nada e talvez eu acabe ganhando muito dinheiro e você não ganha nada, ou posso acabar morrendo e você fica com a consciência pesada por não ter dito algo que pudesse ter salvado a minha vida. – era uma barganha fraca, eu sei, mas esse nunca foi o meu forte, não ao menos sem uma ameaça real de: Ou você me fala ou vou arrancar uma a uma as suas unhas, depois de tirar as suas bolas e enfia-las no seu cu.

Em todo caso, se não obtivesse minhas informações sairia novamente para as ruas. Um arrepio percorria o meu corpo e minha face se contorcia em desgosto pela antecipação do que estava por vir. Respirando fundo para me acalmar e me conformar com minha situação seguiria caminho para uma loja de ervas.

Procurava agora a maldita raiz de genciana, necessária, porém muito pouco tragável. Um novo arrepio percorreu meu corpo conforme lembranças do gosto terrível preenchiam minha mente, mesmo essas lembranças já espalhavam o gosto azedo em minha boca e traziam lembranças terríveis dos meus anos em cativeiro. Com a boca seca segui...

Caso encontrasse a loja que tivesse a raiz entraria e pediria pela mesma. Dispondo agora de apenas 20 mil para pagar pela mesma, quantia a qual seria oferecida para o vendedor, junto as mesmas perguntas feitas ao vendedor da primeira loja, pois mesmo que ele tivesse me revelado algumas coisas eu seria uma tola em crer em qualquer informação deste porte me dada por qualquer um que seja, sem antes colher a mesma resposta em vários lugares e de pessoas diferentes.

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OFF: Malz a chatice dos primeiros posts, mas como tenho a impressão que você não me daria uma arma de bobs e muito menos minha raiz assim de graça tive que fazer essas paradas. Após a raiz já pode fazer o que quiser, as pericias podem ser agora ou no final, tanto faz.

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MensagemAssunto: Re: Outlander!   Outlander! EmptyQua 02 Mar 2016, 01:51


O comerciante mantinha aquele sorriso em seu rosto, chegando até a aumenta-lo ainda mais. Isso junto a forma com que ele erguia as sobrancelhas indicavam sua maliciosidade e ambição. Ele buscava o lucro, mas Adallin notava um outro sentido em suas palavras e expressões... Uma ambiguidade que aquele velho não se incomodou em descartar.

A jovem rebatia cada palavra antes dita pelo vendedor, o fazendo deixar o sorriso de lado para observa-la com um olhar mais neutro, que aos poucos ia se revelando um rosto rabugento. Ele gostava do elogio, mas mesmo assim tentava dar a volta por cima naquela conversa ao entrar em um papel de ''superior'', aparentando não gostar nada da ousadia da jovem.

- Tudo bem. Trinta mil é o suficiente para a adaga... Para a adaga. - Ele reforçava aquelas palavras, teimoso em soltar as informações que guardava.

Adallin entregou os berries e logo lançou sua proposta, vendo o velho ainda relutante. Demorou um pouco para dar sua resposta, mas quando a deu... - Se é assim... Tudo bem, lhe direi algumas coisas úteis. - ...Ele tinha um semblante de confiança, decidido em sua escolha. - Para sua sobrevivencia, só lhe digo que tome cuidado com esses nobres... Como eu já disse, muitos deles tem muitas frescurinhas e podem considerar qualquer ato seu como uma insolência. Bom, agora quanto aos seus objetivos... há uma pousada, perto das escadarias da cidade baixa, mas mesmo assim ainda na área comercial. É fácil encontrar se você estiver por perto, pois essa pousada é em um prédio fica em um plano mais elevado, junto com outros estabelecimentos... O nome desse lugar é ''Atalaia do mar vermelho'' e é lá que os bandidos mais sensatos costumam buscar abrigo, tendo confiança na administração do local. Aliás, tome cuidado com os donos... Não é a toa que os piratas se comportam por lá. Continuando... Além disso, nos aposentos ainda ocorrem ''torneios'' de lutas, onde eles apostam dinheiro. - Ele puxava ela para o lado de uma bancada e sussurrava aquelas palavras. - Aliás, me chamo Tim Mayers. Isso é o que sei, portanto...

- Oxe! Olha o velho xavecando as novinhas!!! EITCHA VELHO SAFADO HAUHAUAHAHA! - Os colegas tiravam onda do velho, interrompendo aquela conversa.

O vendedor sorria sem jeito e Adallin aproveitava a situação para voltar-se a andar para a saída. Antes que pudesse sair, sentia um tapa estalar em sua bunda. - ...Não se esqueça do que combinamos. - Ele concluía a conversa, mas claro, sem perder a chance de fazer bonito na frente dos colegas.

- EIIIIITCHAAAAAA, HOJE TEM HEIN? - A gatuna saia do estabelecimento ouvindo aquelas palavras.

Ela seguia novamente para o centro, procurando a maldita raiz que a fazia ter um jubilo só de imaginar que em breve sentiria o sabor e a sensação dela preenchendo seu organismo. Seu braços tremiam e não conseguia evitar de mordiscar e lamber seus lábios, tentando conter sua ansiedade. Quando pisou no centro, olho para cada barraca até que enfim encontrava uma ''farmácia''. Ela seguia até lá e por sorte conseguia encontrar o item que tanto desejava. Estava em sua frente, aquilo que lhe saciava... Havia um xarope, pastilhas e a própria raiz em si. Todos pelo preço de quinze mil berries.

-  Ei minha jovem... Vai querer alguma coisa? Eiii... - Uma mulher baixinha e corcunda chamava a atenção de Adallin. - Dinheiro? Há muitas formas de se ganhar dinheiro, minha filha. Mas o show de hoje a noite está dando a oportunidade para novos artistas começarem o caminho do estrelato. - Ela respondia a primeira pergunta da jovem. - Hã? Saques? Menina, nem te conto. Parece que aconteceu algo e os piratas sumiram quase por completo da ilha! Sim... Mas e então? Vai levar algo?






OFF: ÉOQ? To achando massa a aventura e olhe que nem começou a treta do dinheirin

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MensagemAssunto: Re: Outlander!   Outlander! EmptyQua 02 Mar 2016, 13:50


Adallin

A moléstia apenas torna-me mais forte.


Um rubor tomou conta de minha face quando os outros atendentes disseram aquelas palavras e assim sem saber o que fazer parti sem nem mesmo agradecer pelas informações prestadas e segui rumo a minha próxima compra agora atendida por uma senhora que parecia muito mais simpática e logo ia respondendo minhas perguntas.

Pegaria a raiz então e a guardaria em minhas coisas. A senhora havia dito algumas coisas interessantes que somadas a outras informações começavam a formar uma dúvida estranha em minha mente.

– Quer dizer que os criminosos sumiram da ilha? Alguém se pronunciou a respeito querendo os créditos? A marinha ou algum caçador se gabando de ter limpado a ilha?

Era como um quebra cabeça, aonde as peças aos poucos iam se encaixando. Primeiro aquela dupla havia comentado que os procurados estavam bem escondidos, mas que sim, haviam muitos, depois um possível local onde eles dormem e agora mais uma vez me falavam que eles haviam sumido. Fosse o que fosse percebia que teria de ir até a pousada, talvez lá pudesse começar a entender o que estava acontecendo. Provavelmente uma escolha perigosa de minha parte, mas o que mais poderia fazer? Não tinha uma profissão, não tenho mais dinheiro e nada de honesto eu sei fazer. Precisava caçar alguém se não quisesse morrer de fome e sede nos próximos dias.

– A que horas começa o festival? – esperaria a resposta e depois agradecendo a senhora eu partiria. - Obrigada, tenha um bom dia.

Novamente na rua seguiria em direção a cidade baixa, ainda absorta em meus pensamentos para o futuro. Afinal preocupava-me não ter procurados, pois também não sou uma boa ladra para poder arranjar dinheiro dessa forma e como só me restavam 5 mil berries... Bem, da pra entender a minha urgência. Passaria rapidamente pelas ruas tentando encontrar o hotel que Tim havia me informado. Assim que o encontrasse permaneceria um tempo do lado de fora, afastada uns 100 metros de onde ficaria observando a entrada local. Como também havia me aconselhado eu tomaria o cuidado de não ficar encostada em nenhuma casa que parecesse de algum riquinho metido a besta, mas se só essas houvessem por ali procuraria trocar de local a cada poucos minutos.

Procuraria durante essa inspeção visual ver quais os tipos de sujeitos andavam por aquela região, ver se o movimento no hotel era muito e principalmente perceber se aqueles que entravam também conseguiam sair.

Caso durante essa observação em algum momento eu visse novamente a dupla encapuzada eu seguiria até eles, procurando-os abordar antes que entrassem em algum estabelecimento.

– Olá. Dizem que a terceira vez é a que da sorte, não? – brincaria, mas depois deixando o rosto mais serio voltaria a falar. [/color] – Fiquei sabendo que ultimamente os criminosos andam desaparecendo, que tal me acompanhar em uma bebida? [/color] – diria apontando para o hotel. – Parece que se hospedam com frequência ali, e não pega muito bem eu entrar sozinha em um estabelecimento daquele nível não concorda?

Não me agradava muito ser tão direta, na verdade eu mesmo me corroía por dentro só de estar sendo assim tão espontânea, mas essa era uma das duras lições que eu havia aprendido há muito tempo: Fazer o que fosse necessário para sobreviver e isso incluía qualquer coisa.

No entanto se eu não os visse não me restaria alternativas a não ser ir eu mesma verificar o local. E assim uma vez dentro buscaria por uma mesa próxima a porta e ali me sentaria buscando não atrair atenção indesejada na minha direção e também para ficar próxima a saída.

Se estivesse acompanhada pela dupla, deixaria que os mesmos escolhessem a mesa e acompanhá-los-ia até a mesma, sentando e dessa vez me apresentando, embora relutasse um pouco ao fato.

– Sou Adallin... Obrigada pela companhia. – após uma breve pausa prosseguiria. – Viram para cá apenas caçar procurados?

Caso alguma atendente se aproximasse da mesa pediria um copo de saque e permitiria que a mesma se afastasse.
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MensagemAssunto: Re: Outlander!   Outlander! EmptyQui 03 Mar 2016, 04:04



- Pois é... É um mistério. Talvez seja um milagre ou um presente de Deus. Finalmente posso sair de madrugada para ver os bonitões da casa de shows sem medo... Yuhuhuhu. - Ela respondia a pergunta da jovem. Enquanto ouvia aquilo, Adallin pegava uma raíz e guardava em suas coisas enquanto estendia a mão para dar o dinheiro nas mãos da vendedora. - Obrigado pela compra, querida. A festival começa às dez horas da noite e ter três dias de atrações. Eu irei lá, se tiver afim posso te apresentar uns bofes Yuhuhuhu.

A futura caçadora de recompensas respondia dando um agradecimento em tom seco, mas com intenção de ser gentil. Ela se afastava e seguia para as escadas da cidade baixa, onde observava os arredores em busca de alguma construção com as características descritas por Tim. Após andar um pouco pelas ruas, avistava um prédio de três andares em uma rua curta e em um plano mais elevado. Ele tinha o símbolo de uma torre flutuando num mar vermelho... Aquele era o lugar que ela procurava, definitivamente. Ela passou algum tempo apenas parada onde estava, observando o fluxo do lugar. Notava que não havia gente entrando ou saindo de lá, mas percebia a movimentação de pessoas dentro do lugar.

- Ei, garota... Você também tá de olho neles? - Um homem surgia do nada do lado de Adallin, também observando seu alvo.

O olhar da garota percorria a rua para poder ver aquela figura estranha. Ele era um pouco mais alto que ela, vestia um sobretudo preto, usava um lenço roxo em seu rosto e também tinha um capuz. Por falar em capuz... Ao passar sua visão pela rua, Adallin pôde ver a aproximação de seus dois ''conhecidos'' um pouco mais longe e decidiu ignorar aquele novo encapuzado para poder falar com eles.

- Você por aqui? - O que conseguia se comunicar falava, surpreso com a brincadeira dela. - Claro... Nosso destino era para lá mesmo... - Ele respondia o convite de Adallin e seu companheiro assentia. Agora era visível as armas que os dois carregavam: Um tinha um arco e o outro tinha uma espada.

- Ow... Não é perigoso irmos para a toca do inimigo? - O homem do lenço roxo tentava chamar a atenção, mas era completamente ignorado. Ele apenas suspirava e se atrevia a seguir eles, curioso no que poderia se meter.

Entraram no hotel sem chamar muita atenção. O ambiente interno naquele primeiro andar parecia confortável e limpo, embora o lugar parecesse ser um bar junto da recepção. Viam uma bancada, onde um recepcionista discutia com um trio de sujeitos nada agradáveis.

- Po man, Cofoi man? Mermão, dexe de tirar onda com nóis, véi. Oxente! Eu tenho certeza que te paguei isso, dexe de comédia. Você é êa ou é nois? - O que aparentava ser o líder daquele trio se pronunciava e dava inicio a uma discussão calorosa que viria a ser o som de fundo para a conversa daquele quarteto de caçadores. Eles buscavam uma mesa e sentavam ao redor da mesma.

- Eu me chamo Allen K. Dabrien e esse aqui é o... - O espadachim falava em tom baixo, não querendo chamar atenção indesejada.

- Buzzer. Prazer. - Aquele arqueiro se pronunciava pela primeira vez diante da jovem. Talvez as apresentações iniciadas por Adallin tivessem inspirado ele.

- Decidiu falar? Achei que mulheres te faziam ficar com ve- - Ele levava um tapa no pescoço, fazendo ele se calar e apenas concluir sua frase com uma risada.

- Ah! Eu me chamo Van Ha-

- Adrenaline Boy, Três milhões; Medesu Dozell Berg, quatro milhões; Relâmpago Mcqueen, dois milhões. - Buzzer interrompia a apresentação de Van, o fazendo ser ignorado mais uma vez.

- Sim... Todos os três são conhecidos pela velocidade. Se dermos mole, eles fogem.

- Se tentarem, os pararei. - Ele puxava a corda do seu arco e em seguida se ajeitava na cadeira.

- O-o que pretendem fazer? - O cara do lenço roxo falava, tentando mais uma vez ser notado. Mas todos permaneciam calados, tentando imaginar algum plano.

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Falas
Pensamentos
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Última edição por Wander em Ter 08 Mar 2016, 00:43, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Outlander!   Outlander! EmptyQui 03 Mar 2016, 12:19


Adallin

A moléstia apenas torna-me mais forte.

Franzindo meu cenho me dava conta de algo estranho. Parando um pouco para entender o que era essa sensação de inquietação notei a presença do quarto integrante.

Quando foi q... Não sabia, ele nos acompanhou desde a entrada ou já estava na mesa quando chegamos? Então voltando pela primeira vez minha atenção para ele e falaria em voz baixa.

– Está fazendo o que aqui? E.. e quem é você? – então perdendo um pouco a paciência retrucaria antes que ele tivesse tempo de responder. - Ah, bem não importa.... Só não atrapalhe. – e com isso voltaria minha atenção para a dupla. - Fiquei sabendo desse lugar na loja de armas que você me indicou. Tim, esse era o nome, me alertou para tomar cuidado era com os donos daqui, se isso for verdade acredito que logo teremos a chance de ver. – referia-me ao fato dos três criminosos estarem discutindo com o atendente. – De qualquer maneira, não acho que devamos começar uma luta aqui dentro.

Deixar-me-ia sentar então mais confortavelmente possível, enquanto procurava ao redor do salão de forma discreta a presença de outras pessoas.

– Mesmo dividindo irá dar um bom dinheiro pra nós três. – comentaria ao acaso, afinal havia convidado a dupla para uma bebida e nesse rápido contato que tivemos entramos em um acordo mudo de seguir juntos, o que implicaria em caçar juntos, embora ainda não tivéssemos manifestado essas palavras de verdade. – Trabalhamos juntos por hora? – questionaria finalmente dando voz a minha intenção. Falaria em voz baixa, o suficiente para que apenas os presentes na mesa fossem capazes de ouvir.

Esperava ouvir uma resposta positiva, afinal eles já haviam concordado em me deixar acompanha-los, então não imaginava que apresentariam ressalvas quanto a trabalharmos juntos por um período pequeno.  Sendo assim permaneceria sentada, esperando ver o que aconteceria com o trio que discutia com o atendente.

No caso dos mesmos saírem do estabelecimento eu aguardaria até que a porta se fechasse com sua saída para ir logo atrás, convidando meus parceiros a me seguirem, mas ao que tudo indicava eles não seriam capazes de sair dali tão logo., não ao menos antes de resolver a dívida que pareciam ter, ou tido.


Posts: 5 // Resumo:
Ganhos: Adaga, Raiz de Genciana.
Perdas: 45,000Berries.
NPCs: Allen K. Dabrien, Buzzer, Van...


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