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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 2 Cap: Reino, Caos e Tetas

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AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
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ADM.Tidus

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MensagemAssunto: 2 Cap: Reino, Caos e Tetas   2 Cap: Reino, Caos e Tetas - Página 3 EmptyDom 21 Fev 2016, 22:02

Relembrando a primeira mensagem :

2 Cap: Reino, Caos e Tetas.

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) piratas Masimos, Deep e Ashuura. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Deep
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MensagemAssunto: Re: 2 Cap: Reino, Caos e Tetas   2 Cap: Reino, Caos e Tetas - Página 3 EmptyQui 03 Mar 2016, 02:18

Com um estrondo como o de um trovão a luta começava, janelas caiam ao chão em torno da briga enquanto os movimentos eram feitos, em certo momento o gigante acertava um golpe certeiro no centurião que aguentava firme e forte.

- Ha! Você não vai conseguir me matar com isso monstro!

-Assim espero humano…


A criatura estava empolgada com o desafio lançado ali, parecia uma luta interessante, mas o centurião cometeu um erro que parece bem comum, ele feriu o gigante, apesar da dura pele, o sangue do tritão era derramado, se o centurião conhecesse Deep bem, talvez não tivesse cometido esse erro, ou talvez o erro fosse do tritão? Só se saberia isso depois, a questão aqui, é que não é inteligente enraivecer o escarlate tritão e se ferir não é algo que as pessoas gostam.

O tritão sentia a dor dos cortes, mas não caia em seus joelhos, não aquele tritão, não após aguentar anos de tortura do governo, ele podia até morrer naquela luta, mas morreria em pé, ninguém iria o colocar em seus joelhos, seu orgulho não se permitiria receber essa ferida.

-MALDITOOOOOOOOOOOO….


Deep gritaria em raiva enquanto giraria sem sair do local com um golpe horizontal de direita com o punho em uma altura rasteira.

O tritão então soltaria a ponta externa da corrente enrolada em sua mão esquerda e deixaria a corrente desenrolar de forma a segurá-la pela outra extremidade, logo em seguida Deep continuaria fazendo ataques cada vez mais furiosos e de ritmo rápido .

O tritão não ligava mais para auto-preservação, nada de mantenimento, apenas a destruição vinha a sua cabeça, apenas a fúria.

O tritão  começaria a atacar com socos e chicoteadas horizontais com a corrente, repetidas vezes, sempre que o centurião desviasse mantendo a proximidade, Deep giraria fazendo um golpe horizontal de punho na área ao redor de si tentando, para logo em seguida se jogar no chão no local para onde seu inimigo se projetou.

Caso o inimigo escapasse de Deep cair sobre ele, o tritão rolaria na direção na qual seu oponente desviou, tentando esmagá-lo e em seguida já esticaria o braço em uma pancada vertical com o punho para tentar alcançar ainda mais longe caso necessário.

Caso Deep conseguisse prensar o inimigo no chão de alguma forma, ele manteria o peso sobre o centurião mantendo um punho com o peso do corpo sobre ele, em seguida ajoelharia na parte inferior do torso do soldado de forma a seu tórax e cabeça estarem visíveis, retiraria com a mão direita sua dentição e usando ela de faca o tritão tentaria decapitar o oponente com um golpe vertical imitando uma guilotina.

Caso o gigante esteja jogado no chão com o oponente ainda liberto, este tentaria rolar até ficar de bruços e assim usar os braços para se levantar o mais rápido possível.

Se em algum momento Deep recebesse um golpe, ele moveria o membro atacado em um golpe contra seu agressor, ou até mesmo pode pular sobre o atacante caso a arte atacada não seja um membro ou o alvo esteja fora do alcance de um golpe com seu membro.

Caso alguma casa, barraca ou construção próxima da luta aparentasse ser passível de destruição pelo colosso submarino, este agarraria a construção com seus braços e tentaria puxá-la para esta desabar sobre seu oponente.

Supondo que algum poste ou haste esteja próximo e seja possível para o tritão movê-lo seja por facilidade de extração ou por fragilidade, Deep o agarraria e começaria a usar como porrete na mão direita.

Carroças, caixotes, barraquinhas de vendedores e objetos mais “leves” que estivessem próximos ao tritão, receberiam bordoadas de direita com a intenção de serem arremessadas contra o centurião.


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Levy
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Levy

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MensagemAssunto: Re: 2 Cap: Reino, Caos e Tetas   2 Cap: Reino, Caos e Tetas - Página 3 EmptySex 04 Mar 2016, 16:26

~ Narrador ~
5. Não pode ser tão fácil...

A noite começava a se satisfazer com a emoção dos eventos, o vento que havia aumentado levou embora as nuvens que encobriam, a lua e as estrelas, em seu ápice de luz, essa mesma lua que sempre inspirou todos os habitantes de Lvneel, as mesmas estrelas que sempre produziram belas canções entre os menestréis que por aqui viveram. Sim. A noite agradecia com uma brisa mais saborosa, proveniente de correntes de ar vinda dos mar. O calor se esvaia e as pessoas começavam a dormir com tranquilidade e mais profundamente, exceto aqueles que estavam no porto, exceto aqueles que estavam na floresta. Porque esse era apenas o início de sua jornada, afinal um reino tão antigo está repleto de segredos – não que estivessem procurando por eles – mas o bando dos monstros estava a esbarrar em ambições terríveis, e ainda que apenas estivessem andando na superfície desse iceberg, parecia mesmo que seria necessário destruí-lo se desejassem satisfazer seus desejos.

***

Os pensamentos de Howker são de fato curiosos e bastante engraçados, pois quase sempre a explicação mais óbvia para o verdão sempre se resumiria a algo pervertido sendo feito, deixado de fazer ou em andamento... Apesar disso, é uma fera bastante sábia, pois evitar o rugido lhe garantiria o tempo necessário para se recuperar do nariz sem sequelas. E aí beleza? Estamos só de passada, foi mal pelo barulho aí! Géh... vamos Ashuura, continua pelo caminho, já até esqueci esse o maldito caminho! GÁHAHAHAHAHA. Por um instante as panteras raivosas silenciaram, e o mink segurou firme o carrinho para partirem dali. Ashuura estava a pensar em Kaliff e nas últimas palavras do cigano, este não era um bruxo, mas parece que esse leopardo-coruja poderia supor uma coisa como essa, e aquele não era um aliado, mas parece que nenhuma hipótese seria descartada. Foi quando as panteras interromperam seus pensamentos ao longo do caminho e apesar de não lhes ter qualquer apreço, decidia por não lhes ameaçar a vida, pelo menos a princípio. Desculpe atrapalhar, estamos só de passagem. Não viemos causar problema, só estamos indo para nosso navio.

Chame de instinto animal, ou sexto sentido, ou loucura... não importa. Quando Howker falou as feras silenciaram, pois havia sinceridade em suas palavras e qualquer um sente que no fundo, a “Besta Pandemônica” não é tão demoníaca, embora não possamos negar que seja uma besta. Mas quando Ashuura falou a reação foi instantânea, de alguma forma elas conheceram a maldade em suas palavras. Os rugidos e o salto em sua direção demonstraram o que o mink já esperava, elas teriam que descer de alguma maneira, mas eram duas, então enquanto ele executou seu movimento defensivo a primeira onça foi atingida no tronco e espirrava por causa da fumaça, já a segunda interrompia os dizeres do pistoleiro encaixando um bote certeiro enquanto ele ainda estava no ar, a mordida pegou parte do ombro e pescoço jogando-o no chão com uma dor terrível proveniente dos dentes cravados em sua carne, a força do animal e o peso comprimiam sua cabeça no solo repleto de folhas em decomposição e lhe davam náusea, o braço mordido soltou a pistola inevitavelmente enquanto a fera começava a sacudir a cabeça como um cachorro faz com um pano velho a brincar, seu único objetivo era causar mais dor.

Agora as coisas se complicavam e Howker estava apenas a alguns metros da confusão, expectador, e preparado caso fosse o alvo, e por estar prestando bastante atenção no que as panteras fariam, conseguiu ouvir uns barulhos de vegetação sendo pisada com cautela às cinco horas de sua posição, o que significava que alguém ou alguma coisa estava à espreita também naquele lugar, só que o barulho dos tiros de seu companheiro impediu que ele ouvisse para onde esse som estava se movendo, se tivesse o nariz saberia exatamente onde o estava o tal “espreitador” porque havia um fedor insuportável no lugar, e não era das panteras. Aliado, inimigo? Não saberia dizer, afinal até os animais se voltaram contra eles. Mas ao forçar a visão pode perceber pés descalços ao lado da pantera que foi ferida, no último instante antes do cigarro cair da boca de Ashuura e se apagar na vegetação úmida do orvalho da noite. Eles estavam exatamente no meio do caminho até seu companheiro, a pantera ferida era a fêmea e parecia levantar-se com alguma dor, mas será que estariam ali segundos depois? Gáh... estão esquecendo quem é o rei da selva, ´GÁHAHAHAHA!

Se decidisse ir para cima da pantera ferida e do “espreitador” poderia se guiar pelos rugidos de dor dela, se decidisse ajudar seu companheiro poderia se guiar pelas possíveis reclamações de dor de Ashuura, a não ser que este usasse toda sua força de vontade para suprimir a raiva e a dor a ponto de não gritar, mas fizesse outra ação que provocasse barulho. Nessa noite parece que Howker experimentava uma situação nova, mas muito difícil, combater apenas usando sua audição estava se tornando uma experiência problemática e excitante.

Deep estava passando por uma árdua batalha, o tempo corria e a troca de ataques desgastava cada vez mais a ambos, se por um lado o tritão possuía mais resistência física, pelo outro o soldado era muito forte e se defendia como ninguém, ainda assim, ambos estavam a respirar cada vez mais fundo, talvez o soldado um pouco mais, curiosamente não haviam reforços, quem quer que comandasse esse lugar acreditava na força de sua armada para deixar apenas um homem a cuidar do porto, as pessoas que estavam abrigadas no cabaré já deixavam o lugar em momentos que acreditavam não haver perigo, e aos poucos o cenário do lugar foi mudando deixando muitas coisas quebradas ao longo de todo o distrito. O tritão esperava por um duelo a altura e estava curtindo seu desafio.

Começou a girar em seu próprio eixo com o punho baixo na direção do centurião, mas era lento, ainda mais pelo fato de ter cortes pouco acima dos calcanhares. No começo o centurião revirou os olhos e simplesmente dava passos largos para sair da rota de colisão. MALDITOOOOOOOOOOOO…. Mas não era esse o plano de seu adversário. Pois na medida em que a raiva foi crescendo apesar da dor, o giro foi ficando mais rápido e agora aquelas correntes enferrujadas começavam a se soltar da mão de Deep, estavam já amassadas, mas a energia cinética causada pela rotação acabou por soltar os gomos de ferro um do outro esticando a corrente que estalava alto a cada parte solta. Quando terminou Deep percebeu que todos as faixadas ao redor estavam destruídas, os postes com lamparinas entortados ou quebrados. Então começou a socar e chicotear com toda sua raiva ignorando a dor que sentia, o centurião não conseguia se livrar de toda a pressão com suas pernas e a cada chicoteada que segurava no escudo sentia como se seu braço fosse ser arrancado. A fricção causava faíscas e a cada chicotada o som era como o de uma pequena explosão.

O centurião então olhava em volta enquanto se defendia, e notava um ponto mais elevado com uma escadaria, então ele se virou de costas e correu para lá, mas Deep o perseguiu, ele subiu as escadas, mas o tritão derrubou a cobertura da entrada do prédio e impediu o avanço, mas novamente o escudo protegeu o homem de alguns escombros, Deep ainda procurava se jogar em cima de seu adversário e acabou por causar grandes estragos a estrutura desse pequeno prédio, mas o centurião ainda tinha pernas e escapou por um triz, pulando de cima dos escombros e caindo de mal jeito, porque era a única opção de escapar, ele sentia dor em uma das pernas, mas aproveitou a vulnerabilidade do tritão jogado sobre o prédio para atacar mais uma vez agora na altura de suas costelas, e nessa ocasião uma viga solta da construção pareceu um bom porrete para Deep e ao virar-se já batendo com toda a força que possuía conseguiu mandar o soldado diretamente para o outro lado da rua, dessa vez não havia sorriso em seu rosto. Apenas dor, para ambos na verdade. Parece que o próximo movimento definiria o combate, embora nesse momento, Deep tivesse percebido dois soldados descendo a ladeira, estavam longe demais para atrapalhar, e se o tritão tinha alguma consciência sobre essa luta, certamente seria a de que ninguém atrapalharia, por motivos que o mesmo desconhecia por enquanto. Principalmente depois do olhar fulminante que o centurião dava para seus companheiros.

Citação :
Off: Não tem, ta tudo andando a sua maneira. Mas talvez seja interessante dizer se é que já não estão percebendo, que horas estão se passando in-game. vlw ^^

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Última edição por Levy em Qua 04 Maio 2016, 22:15, editado 1 vez(es)
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Suchiro
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MensagemAssunto: Re: 2 Cap: Reino, Caos e Tetas   2 Cap: Reino, Caos e Tetas - Página 3 EmptySab 05 Mar 2016, 01:37

Destruição.



Em meio minhas palavras eu tinha que agir, bateu um arrependimento por ter movido minha boca. Isso não chegava perto da sensação de ter sua carne dilacerada, pelo menos derrubei um dessas bestas idiotas e suicidas, muitos poderiam me chamar de suicida, mas os suicidas aqui eram eles, eles iram encontrar seu fim aqui, agora, no meio de uma floresta miserável e nojenta. A raiva me fazia grunhir e gritar, não havia o porque não fazer naquela situação.

Meu rosto tremia de ódio, eu não iria matar, eu IRIA DESTRUIR, NÃO, EU VOU DESTRUIR. Eu colocaria com tudo minha mão no pescoço dele e apertando, prendendo minhas garras a sua carne como ele fazia feito comigo. - Você vai morrer, você vai se arrepender por ter feito isso. - Meus olhos brilhavam mais do que nunca, não só pela visão noturna, mas a raiva e adrenalina me fazia sentir mais e mais vontade de matar, meus olhos vermelhos como meu sangue fluindo para fora de meu corpo são a prova disso.

Eu jogaria um pouco daquela folhas no nariz dele com a minha mão livre de arma e depois o primeiro disparo, eu viraria meu rosto o outro lado e recostaria minha arma contra o focinho da criatura. Ele não ia morrer, NÃO AINDA, não como quisesse, ele ia morrer quando EU quisesse. Eu estava no controle, não era descontrolado, existe uma diferença entre descontrolado e violento aquele era meu controle e eu quero e eu vou fazer esse ser estúpido querer nunca ter saído daquela maldita arvore. Eu não deixaria ele sair, nem tirar os dentes, isso só iria piorar o sangramento. Eu olharia com um olho sem me virar completamente para ele rindo euforicamente porque o que eu iria fazer isso vai ser algo bom E QUANDO DIGO BOM QUER DIZER RUIM. De novo atiraria no começo da mandíbula, onde tem a junta no crânio, poucos tiros apenas para passarem direto pelo osso e fazerem um buraco na parte debaixo da sua mandíbula, naquela distancia não era como se fosse difícil de ver ou de acertar. A partir dai eu largaria seu pescoço, mas minha mão não voltaria para perto do meu tronco, ela subiria bem onde atirei meus dedos subiriam, enfiando as garras por dentro do ferimento para dentro de sua boca, eu arrancaria sua língua pelo ferimento.  Os tiros eram na junta, assim além de não poder mais mover a mandíbula para me morder, sua língua ficava totalmente desprotegida.

Aquilo estava perto do final, pode acreditar, e esse idiota metido a fodão iria arder no fogo do inferno. - Só a um lugar para pessoas como você, o lugar de punição eterna, para sua alma eu amaldiçôo e jamais será salvo. - Diria em meio a grunhidos e risos, isso enquanto atiraria ate a arma descarregar na cabeça da fera. Eu deixaria a arma no chão por um segundo, e puxaria o crânio, ou o que restasse dele para fora do meu ombro. Eu buscaria a outra arma, e tiraria a primeira cápsula de bala, e com as garras arrancaria a parte de trás e jogaria a pólvora no ferimento do meu ombro, mas antes eu puxaria a arma e colocaria a coronha entre os dentes para não gritar ou morder a língua pela dor. Depois disso eu recarregaria as munições da arma, logo seria a hora de terminar com a outra pantera.

Se a criatura soltasse meu ombro, não havia tempo para diversão, aquilo atrapalhava todo meu plano de diversão, eu dispararia na hora na sua cabeça e pescoço para matá-lo. É claro, o desgraçado poderia tentar fazer o mesmo de novo, só que dessa vez eu rolaria no momento que ele fosse novamente fazer o ``bote´´ e jogaria um punhado de folhas em sua boca e nariz. Também havia o problema de suas patas dianteiras, eu moveria a cabeça, e se desse o corpo para um pouco para o lado, forçando as articulações, e logo depois atiraria na pata.
Historico do Katsui:
 

Objetivos:
 

OFF:
 

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narração:
fala
Narração
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Marciano
Emissário da Morte
Emissário da Morte
Marciano

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MensagemAssunto: Re: 2 Cap: Reino, Caos e Tetas   2 Cap: Reino, Caos e Tetas - Página 3 EmptySab 05 Mar 2016, 19:59

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O que não me Mata, Apenas me Fortalece!

Após as falas do verdão, os bichanos pareciam silenciar-se, porém nem tudo na vida era fácil, de fato seres animalescos possuem um tipo de extinto animal que lhes mantem vivos em diversas situações, tanto em perigo como senti-lo ao um ponto mais extremo de tal maneira que mesmo sem qualquer ação, os animais acabam atacando. Pareciam ter sentido algo não muito agradável de Ashuura, pois o leopardo não tinha feito nada, mas venhamos a concordar que sua aura era meio obscura mesmo, ele parecia desejar e almejar caos por onde andasse, Masimos de certa forma é parecido, mesmo ele não almejando esse tipo de conflito, a besta por onde passa gera caos, não intencionalmente, mas acaba gerando pela sua aparência.

Ao ver a pantera pela iluminação do cigarro atacar Ashuura, Howker ficou parado e surpreso pela inesperada investida. "Puta merda..." Foi a única coisa que o Mink leonino pensou naquele momento. "Caralho, essa deve ter doido!" Masimos pensou ao ver o loiro ser mordido pela fera raivosa. Enquanto o leopardo estava em um ménage com as feras, Howker conseguiu ouvir claramente passos sobre a mata, virou sua cabeça para olhar a direção que estava vindo o ruido, mas a noite era escura demais e a única iluminação era o cigarro de Ashuura. " Que foi isso? Mais panteras?!" Pensou enquanto estava indeciso em que fazer, não queria brigar com os bichanos, mas não deixaria obviamente o loiro atirador ser espancado.

Ao se pronunciar como dominante da selva, Masimos pode apenas ver o cigarro se apagar na grama úmida, e a situação parecia ter ficado ainda pior. Ashuura tinha vantagem na noite por enxergar na penumbra, mas para Masimos era mais difícil, podia confiar apenas em seus nariz, mesmo com olhos de falcão pela sua visão ser excepcional, na noite não servia para nada. Se ainda tivesse o olfato poderia dar uma ajuda a mais, porém ainda estava com seu olfato inativo, pelo menos por enquanto. "Géh... não posso ver e nem sentir cheiro, mas ainda tenho meus ouvidos e fala! GÁHAHAHAHAHA... interessante!" Pensou ao deixar um sorriso grotesco e horripilante destacado em sua face, não que alguém pudesse ver, mas a excitação pela briga na noite mais escura realmente se mostrava ser uma extraordinária experiencia de vida.

Antes que Masimos pudesse fazer qualquer avanço, ele ouvia as falas e Ashuura tomado pela fúria... mas é obvio, quem não ficaria puto da vida ao ser despedaçado, ainda mais um insano como o leopardino-coruja. - Ai Ashuura? Tá precisando de ajud-... Howker estaria prestes a terminar sua frase, mas ver ouvir as falas de raiva e os grunhidos dos felinos, apenas afirmava que o loiro não precisava de ajuda. "Calma cara, são só dois bichinhos! Não precisa matar eles." Masimos pensaria enquanto prestaria mais atenção ao redor da mata, tentaria não focar no atirador e nas duas feras, tentaria deixar seu radar apenas captar passos, respirações, batimento cardíaco, barulhos de armas, garras e etc. Tudo que pudesse identificar algum animal ou ser humano. Caso ouvisse mais precisamente o som e pudesse ser algum ser, Howker falaria ao mink aliado. - Aí Ashuura, eu até iria te dar uma mão, mas parece que tu não precisa, fique ligado temos mais companhias, mas relaxa... Gáh, eu cuido disso! Seu sorriso ainda estampado, sua pele deixando percorrer leves gotas de suor, provável que a adrenalina do momento por não conseguir usar dois dos seus sentidos, realmente causaria uma boa pressão psicológica, mas persistência estava na ama do verdão e não importaria o inimigo, Masimos jamais desistiria apenas por estar em desvantagem.

Largaria o carrinho de mão, começaria a dar leves passos para a direção que tinha ouvido passos e proferiria no mesmo instante. - Quer brincar de esconde, esconde? Acha que pode mesmo se esconder do Rei da selva, GÁHAHAHAHAHAHA! Deixaria sua risada e seu ar de intimidação fluir pelo ambiente. Se houvesse algum ataque, Masimos estaria atento, usaria seus ouvidos como radares para identificar a direção do golpe e numa tentativa de, 'DASH', se impulsionar com sua aceleração para lateral, visando uma evasão de alguma lança, espada, garras ou algo afiado que pudesse lhe ferir. Se a esquiva fosse impossível, Masimos optaria por receber o golpe e imediatamente desferir ferozmente suas garras mirando a parte do peitoral e tentar penetrar o local. Sua força sempre foi uma benção e sempre foi bem elevada, não poderia presumir o tipo de ser que pudesse atacar, mas poderia presumir que o alvo estaria em sua frente por causa do golpe. Todavia poderia ser algum golpe na lateral ou até pelas costas, usaria novamente seu ouvido para aumentar sua percepção e utilizar de esquivas, tentando uma evasão para o lado contrario do golpe.

Se algumas das panteras atacassem, Masimos tentaria utilizar seus ouvidos para identificar a respiração e os rugidos das feras e com sua garra desferir no mesmo momento que o bichano atacasse, usaria sua aceleração para tentar dar uma leve vantagem em velocidade e acertar o corpo do animal. Se em algum momento sua esquiva funcionasse e fosse algum animal ou humano que estivesse atacado, Masimos proferiria no instante. - Aí seu merda, por que está atacando? Não te fiz nada? Mas se quer mesmo continuar, tomara que não se arrependa, porque vou sentar a porrada em você! GÁHAHAHAHAAHAHA. Mesmo não enxergando, tentaria observar o vulto, respiração e movimentação. Deixaria sua face risonha como de costume, mas manteria sua postura ereta para intimidar seu inimigo, caso ele falasse que fosse ou algo do gênero!



Histórico:
 


Objetivos Aventura:
 

OFF:
 

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~Fala / Narração

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MensagemAssunto: Re: 2 Cap: Reino, Caos e Tetas   2 Cap: Reino, Caos e Tetas - Página 3 EmptyDom 06 Mar 2016, 03:28

O que faz dois seres brigarem até a morte numa noite cálida em uma bela ilha? Ideais? Política? Conceitos?
Até onde o desejo e cobiça por algo, seja esse algo bebida ou justiça, é tão grande que vale a vida do cobiçador?
Além do mais, antes de uma luta temos que nos perguntar… Vale a pena essa luta? Ela vai causar algum problema a alguém? Ela pode gerar confusão desnecessária?
Se todas as respostas forem sim… Lute.


O som de rochas rolando e terra caindo enchiam os ouvidos do tritão quando a constrção ruía, uma nuvem de poeira se erguia timidamente com cheiro de terra, sangue e mofo, um cheiro não incomum para uma casa na beira do mar.
O cheiro enchia os pulmões do tritão tal qual fossem os de uma criança indo ao parque pela primeira vez, era um cheiro de alegria coma visão do homem querendo continuar a luta apenas entre eles, aparentemente ele também tinha sua masculinidade a manter, isso era bom, se todo oponente da ilha fosse difícil assim Deep estaria em maus lençois.

-Gruahaha… *respiração pesada* Olha só quem está começando a cansar *respiração pesada*... Quer pedir arrego? *respiração pesada*

Deep falaria isso e daria uma chicotada horizontal com a corrente mirando o centurião logo antes de jogar a viga em direção ao mesmo e girar para mais uma chicotada.

Caso em algum momento o homem ficasse ao alcance de Deep e este tivesse pelo menos uma mão vazia, o tritão o agarraria e o arremessaria de cara ao chão logo antes de pisotear até ver o sangue do centurião espalhar-se pelo chão.

Caso alguém tentasse acertar o tritão, ele moveria o local atacado em direção ao golpe tentando golpear o atacante devolta, em seguida ele se jogaria com uma ombrada sobre o oponente mais próximo.

No caso de matar o centurião, Deep pegaria a viga. voltaria a enrolar a corrente no punho esquerdo e diria:

-Vamos lá galera, apenas me dêem sua melhor bebida que não caso problemas, será que vocês realmente se importam tanto em guardar sua bebida assim?

Se mais soldados chegassem, Deep os encararia de cara fechada, estralaria o pescoço e diria em tom desafiador:

-Que foi seus maricas? Querem me dar?


Caso um grupo de oponentes atacasse o tritão, ele tentaria inicialmente dar uma porretada horizontal com a viga tentando acertar a maior parte do grupo, giraria aproveitando o movimento da porretada e se jogaria de costas sobre o grupo de oponentes.


Histórico:
 


____________________________________________________

-Fala de personagem...
"Pensamento de personagem"

Cor do Deep
Cor do Tesla
Cor do Voltz



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MensagemAssunto: Re: 2 Cap: Reino, Caos e Tetas   2 Cap: Reino, Caos e Tetas - Página 3 EmptySeg 07 Mar 2016, 23:43

~ Narrador ~
6. Marcha fúnebre...

Poucas coisas fazem tanto sentido na vida de alguém quanto a morte. Se você vive, você morre. É triste para alguns, motivo de orgulho para outros, e para uma seleta classe de nobres, um prazer a ser exaltado até o fim dos tempos. Isso nos faz pensar muitas coisas, mas uma delas certamente é porque diabos nossas escolhas nos conduzem inevitavelmente a ela, afinal, nunca conheci um imortal, e se vivemos por nossos desejos será ao menos, que eles, podem se perpetuar? Podemos contar infinitamente quantas ambições foram aniquiladas nessa linha que corta o mundo, quantos desejos afundaram na escuridão do oceano, quantos amigos se perderam, e ainda assim tantos buscando a mesma coisa, e repetidamente, e em todas as ilhas, mas principalmente aqui, em Lvneel. Onde em ambos os lados um pequeno grupo de monstros começa a deixar uma marca para as próximas gerações, e suas ambições são enormes, mas será que estão preparados? A linha de frente também conhecida como Deep estava em seu limite, seu planejador Ashuura estava no chão pressionado e o capitão Howker ainda esperava alguma coisa, um momento, uma ordem quem sabe de sua Deusa particular para finalmente tomar as rédeas de seu destino e fazer os alicerces do mundo tremerem.

***

Você vai morrer, você vai se arrepender por ter feito isso. Ashuura deixou a máscara cair e finalmente assumiu sua verdadeira natureza, o ódio impregnou aquela parte da selva, mas ele não tinha ainda uma total consciência do que realmente tinha acontecido, e na vida é assim mesmo, quando algo novo acontece ninguém sabe de que forma reagir. O mink queria agarrar o pescoço da fera, mas só conseguiria fazê-lo com a mão que segurava a arma, pois a outra estava por baixo do corpo da pantera, e como metade do antebraço, o ombro e parte do pescoço foram abocanhados no bote, esse membro estava restrito a poucos movimentos laterais podendo apenas cravar a garra na altura do peito da fera, e se o fizesse sentiria a pele grossa rasgar enquanto atravessava uma camada de gordura até chegar aos músculos e sentir o sangue escorrendo por sua mão.

Não conseguiu fazer parte do que queria, e com a mão livre errou o primeiro tiro porque o animal estava balançando a cabeça fazendo o corpo do mink leopardino bater contra o chão de um lado para o outro, a dor estava ficando insuportável, não era como se pudesse escolher segurá-la para não aumentar o sangramento, a fera não pretendia soltar e isso era bastante assustador, mas ao se esforçar para mirar no focinho conseguiu seu tiro certeiro na mandíbula dela, e seu sorriso era ligeiramente insano. Naturalmente a “trava” da boca dela havia se soltado, e o sangue espirrou na cara virada de Ashuura após o tiro enquanto pode sentir seu próprio sangue escorrendo também sobre o corpo e se misturando, seu plano era enfiar a garra dentro da mandíbula exposta e dilacerar por dentro sua inimiga, e não fazia sentido deixar de leva-lo adiante, mesmo que precisasse soltar a arma para isso, pois se fosse diferente talvez perdesse a oportunidade, afinal, ainda nessa situação não conseguiria mexer o outro braço. A dor era demais, e gritando e gaguejando não intencionalmente o leopardo esbravejou.

Só a um lugar para pessoas como você, o lugar de punição eterna, para sua alma eu amaldiçôo e jamais será salvo. A garra atravessou o couro e encontrou a garganta, não foi de uma vez, foi um movimento lento e excruciante para a pantera, havia muito estrago a ser feito ali, mas o crânio de um animal é algo realmente complicado de transpassar, ela ainda não estava morta no final, e ao sentir a garganta estraçalhada bateu com toda sua força numa árvore próxima o que fez Ashuura sentir o baque e revirar os olhos enquanto o dano se acumulava, mas conseguia notar a presença de um cara fedendo bem ao seu lado. Este se abaixava e bem perto, ficando a um palmo de distância de sua cabeça sussurrou. Você é mal, os animais podem aceitar os loucos como eu. Uma risada histérica aconteceu. Mas um assassino. Hihihi! No final o leopardo ainda estava no chão, os dentes do bicho ainda cravados na carne mas a pressão diminuiu, e já havia espaço para tentar se desvencilhar da mordida, suas armas estavam logo ali, a dois metros de distância perto de onde o bote aconteceu.

Aí Ashuura, eu até iria te dar uma mão, mas parece que tu não precisa, fique ligado temos mais companhias, mas relaxa... Gáh, eu cuido disso!

Howker acreditava em seu companheiro, mas na verdade não sabia a real situação que ele estava passando, e por incrível que pareça ainda tinha esperança de não ter de lutar. Por alguma razão sua reação foi hesitante, poderia ter pulado na direção da pantera fêmea e tirado ela de circulação principalmente porque ela ainda estava desorientada, poderia acelerado atrás de seu companheiro e ajudado, quem sabe se as coisas estariam mais tranquilas, a cabeça do mink esverdeado é mesmo peculiar. Mas certamente sentia mais pena das panteras do que de seu nakama, e esperarando um ataque, já sabia que havia mais alguém ali, e queria sua parte da diversão, e apesar de ter visto os pés do desconhecido ao lado da pantera ferida a sua frente, a fêmea que levou dois tiros, resolveu por esperar o inesperado, provocando quem estivesse por ali. Quer brincar de esconde, esconde? Acha que pode mesmo se esconder do Rei da selva, GÁHAHAHAHAHAHA!

Masimos estava concentrado no ambiente e pronto a se esquivar de qualquer coisa, a pantera a sua frente se mexeu mas para o lado contrário, se desejasse poderia seguir em sua direção e intercepta-la e se o fizesse encontraria facilidade em dominá-la, ela estava indo na direção do homem abaixado, que estava ao lado de Ashuura, e a essa altura depois de todos os sons dos movimentos, do tiro, e dos rugidos de dor, o mink sabia exatamente onde eles estavam, e talvez só precisasse esbarrar em algumas árvores e vegetação pra chegar lá, nada que pudesse causar qualquer ferimento grave, e assim receberia as palavras do homem de forma mais penetrante do que seu companheiro, ele não transmitia qualquer intenção em suas palavras, como se olhasse com outros olhos para aquela situação, não parecia que iria ajudar, nem a pantera, nem o mink leopardo, todavia Howker não saberia dizer pois a noite numa mata fechada ainda era de escuridão total. No futuro certamente pensariam em levar uma tocha consigo, ou pode ser que se acostumem com a penumbra, seja como for, os próximos movimentos decidiriam esse embate entre as feras, só não ficava claro o que o louco estava querendo ali.

Deep sentiu as paredes do pequeno prédio desabarem por causa de seu peso, todo o seu corpo doía por ter feito isso, afinal não há corpo que aguente tal coisa sem sofrer danos internos, no entanto em sua mente havia satisfação, não é todo dia que se pode fazer um estrago como esse por nada, ou melhor, por alguns barris de álcool e cevada aromatizada. Sim. Haviam coisas desse tipo ali que serviriam para satisfazer um tritão-baleia, mas também havia um centurião logo ali, que se colocava sentado encostado na parede do fundo exatamente do outro lado da rua. -Gruahaha… *respiração pesada* Olha só quem está começando a cansar *respiração pesada*... Quer pedir arrego? *respiração pesada*

O tritão fez um enorme esforço para se colocar igualmente sentado sobre escombros e fazer sua provocação, a corrente enferrujada em sua mão estava rachando em várias partes, o sangue escorria de seu abdômen e a dor lhe invadia profundamente, o braço já não se movia com a mesma precisão e como era de se esperar a chicotada não alcançou a distância necessária, ao lançar a viga a mesma bateu com força a parede do outro lado mas errava por muito o centurião, e este sequer se moveu, não estava entregue, mas parecia reunir forças concentrando-se em respirar, tirou o capacete para poder fazer isso melhor, havia um número dentro dele que Deep poderia notar se olhasse na direção, era um número quatro de significado desconhecido.

E poderia ver um homem jovem de cabelos pretos e olhos castanho escuro, que se levantou finalmente, seus companheiros se aproximavam descendo a ladeira com tranquilidade, não estavam nem marchando, apenas andando, e se prestasse atenção neles por um instante o tritão veria, por causa de sua altura, uma cena incompreensível, eles chegaram perto do buraco onde o nobre estava ainda agonizando e enquanto um abaixou interpondo o escudo na frente dos olhares curiosos, o outro se ajoelhou ficando a espada no meio do peito dele, e logo após anunciou. O Sr. Eliazard está morto. Um deles pegou o corpo e colocou nas costas voltando ladeira acima enquanto o outro seguiu na direção de seu companheiro que acabara de tirar o capacete, o centurião que lutou bravamente até aqui balançou a cabeça e olhou com pesar na direção de Deep dizendo. Eu sei que você pode se levantar, mas eu não consegui dar mais nem um passo. Eu perdi, e tudo que eu tinha me foi tirado, a glória é toda sua, monstro. O centurião caiu de joelhos deixando o escudo e a espada no chão, no fim havia um sorriso leve em seu rosto, segundos depois o outro soldado sacou a espada e lhe garantiu uma morte de cavalheiro, agarrou-o pelo braço e começou a arrastá-lo ladeira acima. Estava morto, e o tritão precisou gritar. Vamos lá galera, apenas me dêem sua melhor bebida que não causo problemas, será que vocês realmente se importam tanto em guardar sua bebida assim?

O dono do cabaré mandou buscar dois barris enormes, em pouco tempo eles foram rolados para o meio da rua destruída, a maioria das pessoas começou a se dispersar. O soldado que arrastava seu companheiro olhou para trás e se Deep fosse atrás dos barris poderia ver o tritão mal se aguentando em pé na direção do cabaré, Deep tem coragem e desafiaria qualquer um em qualquer situação, mas se fizesse isso, seria suicídio, qualquer um ali dentro do cabaré, Pirata... Revolucionário... Caçador... Qualquer um que tivesse alguma pólvora para queimar poderia colocar o tritão abaixo agora, mas ninguém se atrevia, a cabeça dele já tinha dono, mas também pode ser que o tritão achasse que foi a impressão que causou ou que havia algo de muito errado com esses guardas do lugar que intimida as pessoas, seja como for, ninguém estava interessado em se colocar em seu caminho, ninguém ali ao menos, e nada estava tão interessante para ele quanto os barris a serem secados. Mas uma advertência foi lançada pelo dono do bar. Grandão, você pode beber o que quiser aqui, o povo reconstrói tudo denovo, mas tenha certeza de matar mais alguns deles antes de cair, ou fuja desse lugar enquanto pode, porque aqui também existem monstros como você...

Citação :
Off: Onde eu grifei é porque preciso de uma confirmação da ação de vocês, ou que façam algo diferente mas me deixem esclarecido. Ashuura algumas coisas no seu post de batalha  ficaram um pouco estranhas em relação a ordem dos eventos, primeiro você quer segurar a fera, depois jogar folhas em seu rosto, essa parte ficou um pouco confusa, mas não foi por isso que seu braço não estava solto, era uma circunstância que você não tinha controle mesmo. Howker, não consegui aproveitar uma interação entre você e o Ashuura, duas panteras atacam seu companheiro e você não descreve nenhum ataque, eu não sei se você percebeu mas você tinha visto o cara do lado da pantera fêmea, dê o bote cara, porque esperar um ataque? O cara já não estaria lá, mas pelo menos você poderia ter colocado uma pantera fora da ação, não tive muito o que fazer com seu post. Deep, bom, recebeu a bebida, ela é merecida, haha, há novas possibilidades no enredo com essa "amizade" com o dono do cabaré, mas fique ciente, se tá acabado.

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Última edição por Levy em Qua 04 Maio 2016, 22:15, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: 2 Cap: Reino, Caos e Tetas   2 Cap: Reino, Caos e Tetas - Página 3 EmptyTer 08 Mar 2016, 19:34

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O que não me Mata, Apenas me Fortalece!

Parecia que seu companheiro de bando estava em apuros, Howker ouviu os tiros e as faísca da arma deu a visão de a mandíbula do animal ser destroçada, por sorte Ashuura enxergava no escuro, porque se não poderia atirar acidentalmente em Masimos. Mesmo que o leão esverdeado tivesse ouvido passos de outro ser, não recebia nenhum ataque, talvez fosse bom ou não, pois se ele perdesse o foco em tal ser poderia ser atacado pelas sombras e ser gravemente ferido, mas ficar ali parado como um poste verde seria tolice, Masimos então começaria a agir.

Ao ouvir Ashuura ser pressionado pela pantera fêmea, ouviu também o animal correr na direção oposta, mas parecia cansada e ferida pelo fato de seus passos serem lentos auditivamente. A besta esverdeada partiu para cima da fêmea, utilizou suas garras para tentar cravar no pescoço do animal. Não a via motivos para lutar ou tentar convencer o feroz animal, ela já estava em fúria total e provavelmente não prestaria atenção nas falas do verdão. Como Masimos tinha falado antes, aquele que desafia o rei da selva, é punido logicamente, como parecia em dívida ainda com a Deusa da morte por ter barganhado com ela na praia de Wars Island e ter vencido os marines, ele decidiu mandar um presenta para a mesma. – Gáh... nunca desafie o Leão Alfa GÁHAHAHAHAHAHA! Mas não se preocupe, tu será um presente para a Deusa da morte, ela consumirá sua alma e com isso aos poucos pagarei minha dívida! Terminaria de proferir quando tivesse matado a pantera. Cravaria bem forte suas garras e giraria como se estivesse girando uma maçaneta de porta, retiraria suas garras do pescoço do ser e limparia sua mão nos pelos da criatura.

Howker tentaria ouvir os movimentos de Ashuura e tentaria seguir até o mesmo e em seguida proferiria. – Porra Ashuura, pensei que tu ia dar uma ajuda pro macho da fêmea, ele parecia frustrado, talvez ele não tivesse dando conta da gatinha! GÁHAHAHAAHAHAHAHAAHAHA... caralho, tá muito escuro, tem como acender um fogo, quem sabe podemos aproveitar e comer a carne das panteras, seria um desperdício deixa-los assim, pois to com fome... até porque a Alma da fêmea já foi consumida pela Deusa da morte. Géh! Masimos terminaria de falar ao mexer em seu nariz e sem prestar atenção já conseguia senti-lo bem melhor! – Não é que o remédio do velho é foda! Vou passar mais um pouco pra ver se melhora de uma vez... Gáh! Terminaria de falar ao pegar o pequeno frasco com a pomada do seu bolso e passar sobre o nariz, colocaria tudo que tivesse para curar de uma vez, já conseguia respirar melhor, mas o cheiro ainda era impossível de distinguir.

Ao ouvir as falas do leopardino, pegaria pelo rabo a fêmea e traria até próximo do mink, esperaria ele acender uma tocha ou uma fogueira para fazer uma boquinha com a carne dos animais. Howker tentaria usar suas garras para retirar a pele do felino, usaria ambas as mãos para tal ato, se fosse necessário empunharia seu machado que estaria em sua cintura e cortaria a cabeça, rabo e patas, facilitando o processo de limpeza. – Aí Ashuura, a fêmea ta prontinha pro abate... GÁHAHAHAHAAHAHA! Mostraria para o mink louro após ter conseguido deixar o animal sem pelo, sem membros e sem cabeça, apenas a parte do tronco para assa-lo e come-lo em seguida. Buscaria algum pedaço de madeira longo, pela iluminação da fogueira que tivesse no local para enfiar pelo anus da criatura e cravar no chão bem próximo da fogueira, giraria algumas vezes mesmo cravado para não queimar os lados da pantera.

Esperaria que o leopardino fizesse o mesmo com a pantera macho que tinha matado, Masimos não tinha dons culinários, mas retirar pele e membros era algo fácil, pelo menos para ele que já viveu em uma selva. Assim que a carne tivesse pronta, pegaria pelo cabo da madeira e começaria a devorar os pedaços até restar apenas ossos.



Histórico:
 


Objetivos Aventura:
 

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~Fala / Narração

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MensagemAssunto: Re: 2 Cap: Reino, Caos e Tetas   2 Cap: Reino, Caos e Tetas - Página 3 EmptyQua 09 Mar 2016, 04:23

The animal I have became






Meus dedos entravam em sua carne, quente e macia, eu poderia jantá-lo depois de matá-lo, minha mão estava toda suja de sangue agora. Talvez isso pudesse ser visto de algum nível de canibalismo? Nah, era quase como um humano matando e comendo um macaco ou gorila. Seu corpo estava quase morto, ele já estava confuso, e maluco depois dos tiros, eu posso ter errado, mas além de quebrar sua mandíbula, talvez aquele tiro tivesse o deixado surdo.

- O maluco me olhava nos olhos, ele com toda certeza era louco, ate afirmava isso, mas não me atacou, talvez soubesse que morreria se o fizesse? Talvez ele tivesse alguma utilidade, talvez ele fosse um dos eremitas o qual o velho citou. Devo evitar de matar ele, pelo menos ate sua utilidade acabar.- Isso era importante,mas primeiro, matar a pantera. Eu colocaria ambas mãos na ferida, usaria da mão do braço o qual não havia sido mordido para puxar a parte de cima, e a do braço ferido, afinal esse estava ferido e a parte debaixo estava fraca também. Logo depois de me soltar da mandíbula daria um salto para o chão em direção as armas, então com elas em mãos eu me viraria e a arma com mais munição iria ser apontada para a pantera, e a com menos para o louco. - Se fizer algo toma chumbo. - Falaria de forma bruta e demonstrando a raiva e dor que estava sentido. Outra coisa estava me irritando, era Howker falando toda hora, saco, ele poderia ter ajudado antes, pelo menos ter atacado uma das panteras, se esse cara quer ser capitão, tem que pensar mais em trabalho em equipe. - Para de ameaçar e acaba com essa merda logo. - gritaria demonstrando minha falta de paciência.

Eu nem me daria o tempo de me levantar, ficando apenas só com o tronco erguido, minha arma apontaria para cabeça da pantera, e então daria vários tiros na cabeça do bicho, ele só pararia depois de ter o cérebro destruído, criatura persistente. Se pergunta para que a ultima bala? Bem, eu não sei muito de medicina, na moral? Não sei porra nenhuma, mas se tratando de dar um jeito, eu sei, um ferimento forte sem um medico, sem algo para costurar, sem merda alguma, tenho que jogar algo para evitar infecção e para parar de sangrar, e como não tenho sal, a pólvora teria que servir. Eu rangeria os dentes, fazendo o maximo para nem abrir a boca, é obvio que grunhidos sairiam, mas eu faria o maximo para não abrir a boca, afinal não queria morder minha lingua por engano.

Eu recarregaria ambas armas depois disso, ainda estávamos na floresta, e depois daquilo eu não poderia simplesmente abaixar a guarda, quem sabe o que mais poderia vir atrás de nós? Eu tinha que me preparar. Iria ate o cadáver do animal e terminaria de arrancar, arrancaria a cabeça e as patas, precisava tirar a pele, e estava sem saco para ser todo cuidadoso. Eu pegaria alguns pedaços de pequenos galhos e alguns folhas secas e jogaria em um lugar só e acenderia fogo, iria evitar usar aquelas folhas que me davam náusea, coisa boa não viria delas, depois bastava usar um fósforo para acender uma fogueira. Também pegaria maiores maior para atravessar e apoiar o animal sobre a fogueira.  É claro que enquanto isso, eu faria estaria com minhas armas no corpo, pronto para sacar a qualquer momento. Então me sentaria na frente do louco, com alguns metros de segurança, para me prevenir de surpresas.

Se a besta louca, não Howker, esse é aliado, a pantera mesmo, é estranho chamar ela assim quando é um macho. Bem, se ele viesse de novo para me atacar, eu rolaria para o lado, e então quando ele fosse passando direto, eu atiraria nele da cabeça aos pés, é claro, deixando aquela bala reservada para meu ferimento. É claro, existia outra pessoa, um louco de pedra, e não se confia em loucos, NUNCA, pois são loucos ora. Se ele tentasse fugir, nessa hora, tomaria um tiro na coxa, se continuasse a se arrastar, tomaria outro na outra coxa, se continuasse, tomaria nos joelhos, e iria descendo ate ele parar. Se ele viesse me atacar, eu recuaria para trás, desviando em zigue zague para trás e dispararia em seus ombros e antebraços.

Eu daria um sorriso, olhando-o nos olhos. Parecia que ele não era do tipo que matava alguém, pelo menos pela forma que falou. Eu começaria a falar enquanto usaria minhas garras para arrancar a pele da pantera. - Vou deixar claro, se fugir, você vai ser pego e vai tomar um tiro e talvez seja torturado, se me atacar você vai tomar um tiro e talvez morra, se mentir pode ter certeza que eu vou saber, e  você é torturado e morre com toda certeza, e é claro que também toma tiro. Então, quem é você e o que esta fazendo aqui? É um dos eremitas da floresta? Sabe algo deles ou se for, dos demais? Eu gostaria de ter cooperação deles para um assunto que acho que vão gostar. - Durante isso ou enquanto ele falava, eu tivesse terminado de tirar a pele, então eu atravessaria o corpo, do anus a boca, daria um leve riso durante o ato e colocaria o bicho para assar.

Eu olharia para o louco, com um grande sorriso. - Você também quer jantar, não é? Não faria tal desfeita conosco.  - Eu lamberia meus dedos sujos de sangue enquanto daria um sorriso de canto de boca. Enquanto ele assava, eu daria algumas giradas na madeira, para assar todos os lados da carne. Enquanto comeria, eu perguntaria para o louco.- Então, aquelas folhas, só de sentir me deram náuseas, elas são algum tipo de veneno ou algo do tipo? Você sabe algo sobre venenos? Se souber, olhe as coisas no carrinho de mão do meu amigo, ele tem algum venenos, seria bom se nós dissesse seus usos. - Falaria enquanto morderia um pedaço da carne que arrancaria com as garras. Depois disso eu olharia para Howker. - Temos que encontrar o Tritão depois, e também, temos que achar novas pessoas para o bando, principalmente uma medica, eu adoraria uma ruiva com um belo par de grandes peitos e uma bunda enorme. - Daria uma longa e alta risada e um leve tapa no ombro do meu capitão. - Ter um gatuno também seria bastante util, precisamos de alguém para acabar com as coisas de forma rápida e silenciosa, e acho que mais um cozinheiro, afinal tem muita gente nesse navio. - Essa parte era importante, mas não era como se o capitão fosse ligar muito para essas coisas técnicas.

Depois de comer eu procuraria algum pote para colocar as folhas, folhas que causam náusea só de cheirar, provavelmente fariam qualquer um vomitar se alguém as comesse, no mínimo. Bem, esse era apenas meu palpite, afinal tem umas coisas com cheiro horrível que fazem bem a saúde. Então eu guardaria o pote no carrinho de mão, e se não tivesse pote, eu mesmo carregaria comigo, em um bolso, uma boa quantidade delas. E também no final, de qualquer forma, eu guardaria a pele dos animais mortos no carrinho de mão, poderiam virar casacos ou tapetes.
Historico do Katsui:
 

Objetivos:
 

OFF:
 

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narração:
fala
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Última edição por Suchiro em Qui 10 Mar 2016, 22:31, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: 2 Cap: Reino, Caos e Tetas   2 Cap: Reino, Caos e Tetas - Página 3 EmptyQui 10 Mar 2016, 03:41

Uma cena se desenrolava fora do entendimento de Deep, soldados esfaqueavam o corpo morto do chato de antes, depois matavam o soldado que se dizia vencido. O tritão ficava pasmo, ele não entendia o que ocorria ali.

-Mas que viagem é essa?



Deep ficava la apenas admirando a estranheza humana com uma cara de quem não entendeu nada, mas logo rolavam barris de bebida ao tritão que rapidamente se prontificava a pegá-los apesar de estar cansado e mal acabado.

-Eta… Agora sim a gente falou a mesma língua?

-Grandão, você pode beber o que quiser aqui, o povo reconstrói tudo denovo, mas tenha certeza de matar mais alguns deles antes de cair, ou fuja desse lugar enquanto pode, porque aqui também existem monstros como você…


Deep engasgava com a golada que já estava começando no primeiro barril.

-Epa… Epa… Calma ai companheiro… Eu não briguei com o cara por vocês ou algo assim… To aqui só pela bebida… O muleque lá me enervou… Só isso… E se você realmente assistiu a briga, sabe que eu só venci porque não sou burro de deixar um troxa me matar… Posso ser durão e falar grosso na briga… Mas sei muito bem que tô fudido… Inclusive, se qualquer que seja lá quem você deseja a morto… Não é problema meu… Óbvio que eu faria por mais barris de bebida, mas de graça não, fora que eu to todo fudido, sem um médico para melhorar meu cansaço e diminuir minhas feridas não poderei fazer nada para você… Em outras palavras... Se não tiver nada para me oferecer, eu vou é zarpar daqui... Qualquer cara mais forte que aquele ali seria um problema também, mas o que é que eu não faço por bebida?

Deep então pegaria os barris, beberia um gole do primeiro e diria:

-... Então a menos que você tenha um médico ai de bobeira ou alguns curativos tamanho lona de circo, é melhor eu me afastar na boa…


Se oferecessem tratamento o tritão aceitaria-o tranquilamente, porém, se não oferecessem tratamento ele iria pegar seus barris de bebida e levar consigo para a praia onde flutuaria na água enquanto nada de costas e relaxa bebendo de seu barril.



Histórico:
 


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MensagemAssunto: Re: 2 Cap: Reino, Caos e Tetas   2 Cap: Reino, Caos e Tetas - Página 3 EmptySab 12 Mar 2016, 09:50

~ Narrador ~
7. Calmaria...

Satisfeita. Assim estava a noite por deixar uma boa bagunça para o dia contemplar, esse capricho é algo que o dia já conhece a muito tempo, afinal a noite é uma criança livre e o dia um trabalhador levantando cedo para colocar a casa em ordem. O amanhecer em Lvneel possui uma visão admirável do sol, e os raios que invadiam todos os lugares aqueciam os espaços e convidavam as pessoas a sair. Os feirantes e pescadores já estavam na rua, as lojas ainda se preparavam para abrir, com exceção daquelas que tiveram a fachada destruída durante a noite, essas estavam ocupadas com carpinteiros e mestres de obras, alguém sempre lucra com a destruição.

***

Howker finalmente percebeu a gravidade da situação, não há como culpá-lo, afinal, o único de seus sentidos aguçados que estava funcionando normalmente era a audição, e como um flash no escuro podia usar a visão quando seu companheiro atirava. Mas foi o bastante para poder terminar com aquela pantera fêmea, pois ela já tinha dois tiros causando sangramento. As garras do mink cravaram no pescoço dela, ela rugiu e tentou mastigar o verdão, mas não conseguiu superar sua força e ao girar o pescoço dela Howker escutou os estalos da espinha se quebrando, a pantera estava morta em um único movimento e certamente a Deusa da Morte estaria satisfeita nesse momento. Ou quem sabe ela só se agrade das almas humanas, isso é um mistério.

Ashuura sentiu firme muita dor na última investida da pantera, ele não havia percebido, mas sua cabeça também estava sangrando, não era algo preocupante, mas uma ferida aberta sempre pode complicar. O mink sabia disso, mas não tinha um temperamento calmo o bastante para poder pensar livremente sobre sua situação e sobre o velho tanto quanto gostaria. Sua reação era instintiva e quando percebeu que a pressão havia diminuído conseguiu se desvencilhar da mordida da pantera, os dentes eram grandes e cortaram um pouco mais a sua carne no processo, e a pantera ainda se debatia e desequilibrou o mink, mas depois de pegar a arma e descarregar na cabeça dela que estava a tremer por causa da dor o leopardo se acalmou e finalmente poderia pensar até que foi interrompido por seu amigo Howker. Porra Ashuura, pensei que tu ia dar uma ajuda pro macho da fêmea, ele parecia frustrado, talvez ele não tivesse dando conta da gatinha! GÁHAHAHAAHAHAHAHAAHAHA... caralho, tá muito escuro, tem como acender um fogo, quem sabe podemos aproveitar e comer a carne das panteras, seria um desperdício deixa-los assim, pois to com fome... até porque a Alma da fêmea já foi consumida pela Deusa da morte. E depois de uma pausa. Géh! Não é que o remédio do velho é foda! Vou passar mais um pouco pra ver se melhora de uma vez... Gáh!

Ashuura é um assassino, naturalmente ela sabia que a pólvora era uma ideia arriscada e dolorosa, mas serviria a seu propósito, e seriam necessárias duas cápsulas para essa finalidade, depois de riscar o fósforo Howker pode ver seu amigo se “acendendo” e amaldiçoando sua sorte, coisa estranha de se ver. Então aquele velho estranho que falou com o mink leopardino perguntou. Hii. Tô com fome, posso comer com vocês? Depois dessas palavras ambos sabiam que o velho não tinha nada a ver com esse infortúnio com as panteras, e depois de acenderem a fogueira e limpar as duas, poderiam comer e conversar. Aí Ashuura, a fêmea ta prontinha pro abate... GÁHAHAHAHAAHAHA!  E este concordava, mas sua preocupação era ameaçar o velho. Vou deixar claro, se fugir, você vai ser pego e vai tomar um tiro e talvez seja torturado, se me atacar você vai tomar um tiro e talvez morra, se mentir pode ter certeza que eu vou saber, e você é torturado e morre com toda certeza, e é claro que também toma tiro. Então, quem é você e o que está fazendo aqui? É um dos eremitas da floresta? Sabe algo deles ou se for, dos demais? Eu gostaria de ter cooperação deles para um assunto que acho que vão gostar.

Enquanto comiam o velho respondeu de forma peculiar. Hihihi... Primeiro eu vivo nesse lugar a mais tempo do que você existe, não me ame..me..me..açe seu ma..ma..ldito. O velho virava a cabeça e gaguejava, parecia mesmo ter alguma perturbação grave, e depois de respirar voltou a falar normal. Eu poderia te capturar e te virar do avesso em dois tempos. E se quisesse poderia ter te matado naquele instante enquanto você brincava com o Ramon. Mas aquele velho era esguio, tinha cabelos rastafári e ninguém poderia dar-lhe qualquer crédito além de parecer um mendigo muito fedorento. Fedor este que Howker finalmente pode sentir após ter se alimentado e relaxado um pouco em volta da fogueira.

O velho comeu mais e continuou. Eu gosto de dar nome as coisas, Ramon e Henriqueta nunca me incomodaram, gostava deles, nunca pensei que sua carne fosse tão boa! Eu vivo aqui, quer me chamar de eremita fique à vontade, tem um monte de gente vivendo aqui assim como eu. Mas nem todo mundo se lembra como conversar se é que me entende, se o Brum ou a Dandara tivessem encontrado vocês eu sei bem que você leopardo amarelo não estaria aqui, e o verdão estaria fo-di-do. A conversa poderia prosseguir para qualquer lado, parece que com a barriga cheia o velho diria qualquer coisa. E depois das outras perguntas do mink, o velho foi olhar os carrinhos. Hummm... Eu conheço as cores, são essências de plantas daqui, elas envenenam sim, o vermelho te estraga legal, o verde te leva numa viagem saca, e a preta faz anestesiar os músculos, mas de uma maneira muito dolorosa.

Ambos sabiam que havia onde guardar as folhas como o leopardo queria, mas as peles, bom, não era como se alguém ali soubesse o que estava fazendo, então elas se rasgavam, elas ficaram com nacos de carne, elas precisavam de tratamento, de cuidado, mas seriam úteis de ao menos ficasse penduradas no sol até que alguém fizesse algum procedimento para torna-las viáveis para uso e as costurasse em algo. Havia no total uns quatro metros de pele de pantera. Howker se limitou a comer como se não houvesse amanhã. Que aliás estava próximo, talvez pudessem descansar ali até que o dia raiasse e provavelmente as coisas seriam mais fáceis, principalmente se fossem atrás dos eremitas deveriam fazer isso durante o dia.

Deep ficou perplexo com as atitudes da guarda, o que mais a cabeça do tritão poderia fomentar a respeito disso, mas reconheceu a si mesmo o quanto essa batalha foi difícil. Também não era como se o dono do bar estivesse contratando ele depois de seus dizeres, a princípio não, mas bem que ele levou as mãos a barba nesse instante e semicerrou os olhos como se tivesse tido uma boa ideia, mas quando o grandão falou que precisava de médico e descanso ele deu de ombros lamentando. Ah cara! Esse tipo de coisa não dá pra conseguir assim, mas você tem um preço que eu posso pagar, amanhã a gente se encontra no final da praia ao meio dia, eu levarei uma boa parte do pagamento e um médico. Por favor apareça, mas suma daqui agora antes que alguém volte. Meu nome é Zack. E não era como se o grandão precisasse de algum conselho, se aceitaria a proposta era um mistério, se procuraria seus companheiros era outro, a única certeza é que voltaria para o mar com um enorme barril pois o outro já estava seco, o sal do mar era incômodo e fazia as feridas arderem e amolecerem voltando a sangrar, mas não se importava, já estava entorpecido, e o segundo barril pareceu mais delicioso que o primeiro, estava longe na costa e poderia descansar, aliás, deveria se quisesse melhorar. Aparentemente Lvneel tinha algo a oferecer.

Citação :
Off: Tudo esta em andamento, faremos a transição para o dia, rapaz, muita coisa acontceu em uma única noite hein. Hahaha. Para os mink's tudo fluindo agora, para o tritão bom, sua parte que narrei é curta, mas não esta vazia, esta em aberto. No mais, eu ia postar ontem, mas tive uns compromissos, ficou para hoje, espero que não tenha sido xingado no skype. Vlw ^^

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Última edição por Levy em Qua 04 Maio 2016, 22:16, editado 1 vez(es)
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Marciano
Emissário da Morte
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MensagemAssunto: Re: 2 Cap: Reino, Caos e Tetas   2 Cap: Reino, Caos e Tetas - Página 3 EmptySab 12 Mar 2016, 15:18

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Quantas Almas é necessário para viver mais um Dia?

O velho falava sem qualquer medo na presença de uma besta monstruosas e um maníaco da cabeça, sim Ashuura era do bando dos monstros, mas na aparência, não revelava nada de monstruoso, porém talvez fosse o mais monstro do bando, pois sua alma era a mais impiedosa e suicida de todos. O dia estava quase surgindo, a noite era boa, junto daquela deliciosa carne, Masimos devorou e devorou, o leonino estava bem feroz, suas presas dilaceravam a carne facilmente, deixando as presas ensanguentadas. Algumas lambidas nos dentes e já estava limpo. – Gáh... eeee coisa boa! Comi pra caramba, GÁHAHAHAHA! Howker proferia ao soltar sua risada grotesca enquanto fintava o velho estranho.

Enquanto aquele estranho homem de rastafári dialogava com algumas perguntas de Ashuura, o ser bestial encarava o velho até lhe fazer uma simples pergunta. – Aí cara, ouvi alguns anos atrás que o reino tem várias fortunas e que existem pessoas que odeiam o rei atual, isso é verdade? Masimos proferia seriamente dessa vez, era estranho o mink fazer algum tipo de pergunta ainda mais séria, sua personalidade era mais extrovertida, porém deixava um ar de que estaria tramando algo! Antes que o estranho homem da floresta respondesse, Howker voltaria a proferir. – Ah propósito... tu fede demais cara, opa... meu nariz voltou ao normal... GÁHAHAHAHA, Ashuura ta fedido também! Puta merda, eu também to fedendo, GÁHAHAHA! Todo aquele ar de seriedade ia por agua a baixo com as palhaçadas do leonino, pois a felicidade de recuperar seu olfato era incrível, estava algum tempo sem poder usa-la e agora Masimos voltava ao normal. Mesmo que eles não sentissem o cheiro, bom o do velho estava bem forte, possível que o leopardino sentisse, mas o dele e de Howker seria talvez impossível de cheirar, mas para Masimos era algo natural. – Precisamos voltar Ashuura, estamos já muito tempo longe do navio... falando nisso, que saudade dos peitos de Aghata! A face do leão parecia pervertida e obviamente sua mania de coçar o saco era mostrada.

A mão do verdão ia direto nas bolas, claro que por dentro da calça, mexeria para um lado e para o outro enquanto saciava aquele prazer compulsivo. Nem se dava conta do que fazia, pois, os pensamentos pervertidos estariam na jovem curandeira do navio. Falando em curandeira, Ashuura parecia ferido, talvez precisasse tratar disso, Masimos ao parar de pensar em putaria, voltaria seus olhos no leopardino e proferiria. – Aí Ashuura, tem que dar um jeito nesses ferimentos! Vamos voltar de uma vez, mas antes... Masimos falaria enquanto se colocaria de pé e diria rapidamente. – Eita que a carne da pantera já quer sair! GÁHAHAHAHA! Deixaria sua risada finalizar sua frase e deixar um ar misterioso, largaria seu machado próximo da fogueira e correria para a mata mais próximo, atrás de uma arvore ou algum arbusto, arrearia sua calça e samba-canção, ficaria acocado e claro, cuidaria para seu membro genital esverdeado não batesse na grama ou terra que tivesse ali, pois era comprido e grosso, pois é pessoal, mais uma benção que o leonino possuía, talvez sua raça de leão lhe proporcionasse algo tão MONSTRUOSO assim, mijaria também para aliviar sua bexiga.

Respiraria calmamente enquanto a merda saia literalmente, após terminar, tentaria pegar algumas folhas e limpar seu orifício. Após estar bem limpinho, puxaria suas vestes e arrumaria seu cinto. Voltaria até Ashuura e o velho esquisito e falaria. – Partiu navio, deve te algum kit de primeiros socorros lá... Géh! Esperaria Ashuura tirar suas dúvidas finais com o velho, pegaria seu machado colocando-o em sua cintura e seguraria o carrinho para voltarem até o navio. O dia já estaria claro possivelmente, facilitaria o trabalho de Masimos, pois agora quem teria que estar atento era o bárbaro, pois Ashuura tinha feito sua parte na noite e no dia era trabalho de Howker estar atento. Deixaria seus ouvidos e olhos atentos para qualquer movimento na floresta, caso escutasse algo suspeito, pararia no mesmo momento e tentaria analisar o local, se fosse tranquilo a volta, prestaria atenção nas falas do leopardo caso falasse algo importante.



Histórico:
 


Objetivos Aventura:
 

OFF:
 

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