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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 2 Cap: Reino, Caos e Tetas

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AutorMensagem
ADM.Tidus
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MensagemAssunto: 2 Cap: Reino, Caos e Tetas   2 Cap: Reino, Caos e Tetas - Página 2 EmptyDom 21 Fev 2016, 22:02

Relembrando a primeira mensagem :

2 Cap: Reino, Caos e Tetas.

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) piratas Masimos, Deep e Ashuura. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Deep
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MensagemAssunto: Re: 2 Cap: Reino, Caos e Tetas   2 Cap: Reino, Caos e Tetas - Página 2 EmptySab 27 Fev 2016, 04:00


Passos pesados de tamanho incomum soando a borracha molhada esfregando no pé encharcado eram acompanhados do longo barulho de raspar que o não menos úmido jeans fazia com a troca de passos da criatura, porém sua movimentação barulhenta e estranha era incomumente permitida sem nenhum problema. A água  do mar escorria das roupas do tritão para suas escamas e então ao chão, suicidas gotas do líquido se jogavam de sua barba para de encontro ao chão através do desfiladeiro de sua altura anormal. Com certeza o encharcado tritão gigante era visão rara não importa aonde fosse e os olhos o fitavam demonstrando tamanha perplexidade, no entanto nada disso atraia o tritão, ser o centro das atenções não lhe é interessante, nem um incômodo, era apenas algo que ele não ligava e nem rumaria fora de sua vontade para interferir. Em resumo e nas palavras de Deep, “Um belo fodas* pra galera”.

Porém era óbvio que ele não passaria pela multidão sem algo ocorrer, nada é fácil e simples assim quando se é um ser escamado de dez metros de altura.  E assim como previsto  algo que com certeza mudaria o teor da noite de incomum calma para rotineira bagunça, ocorreu, ADOLESCENTES.

Deep podia ser muitas coisas, mas paciente e calmo ele com certeza não era, os rapazes que zombavam dele certamente o faziam pelo local onde estavam e a certeza de impunidade, mal sabiam ele com quem mexiam, eles podiam ser os próprios almirantes da marinha que Deep não iria ignorar aqueles insultos e ofensas. A última chance era dada e recusada pelos moleques e agora ainda o chamavam de surdo, não que isso fosse realmente ruim, Deep não fez a pergunta de ultimato desejando que os rapazes recuassem, ele queria apenas reafirmar a raiva em si e era isso que ocorria, as palavras entravam e a pesada respiração saia, a respiração até tremia tamanha a pulsação na árteria da garganta, um vinco inchava na têmpora do tritão e um sorriso se abria por debaixo dos pêlos de sua barba mostrando amarelados dentes de tubarão.

Um soco com o punho rodeado em correntes desceria como um raio no local onde estavam os adolescentes enquanto Deep diria com uma voz grossa e séria enquanto salivando de raiva:

-Você tem coragem de repetir a ofensa… Mas infelizmente para você… Eu não do a mínima para sua capacidade de se matar seu humano de merd* FILHO DE UMA PUT*...

Deep ergueria a voz ao máximo enquanto começaria a socar repetidamente em direção ao seu zombador, o seguindo caso esse fugisse, Deep manteria o ataque constante, a besta-fera não mais pesava suas ações, sairia esbarrando, empurrando e derrubando tudo que entrasse em seu caminho visando pegar seu alvo. Caso brandissem armas de qualquer forma, contra Deep, este arregalaria os olhos em direção a quem brandia, depois cerraria as sombrancelhas e ficaria de frente para as armas.

-Então você(s) me desafia(m)... Suas bichinhas…

O enraivecido ser começaria a rumar passos cada vez mais rápidos em direção aos armados enquanto prosseguiria:

-... Eu vou ensiná-los como um homem de verdade luta… Seu metal contra minha masculinadade… O que será que vence? Primeira regra do mar pirralhos… Não irritem o que não podem matar…

No fim da última palavra o tritão daria um dash em direção ao(s) alvo(s), sua velocidade sempre fora um trunfo para a criatura, pois ninguém nunca espera um ser daquela imensidão adiposa se mover tão rapidamente, pelo menos não até aquele dia.

Deep faria golpes rápidos e alternados de socos com as mãos, porém coisas arremessadas contra o tritão sofreriam uma tentativa de bloqueio por um tapa com as costas da mão com as correntes.

No caso de tentarem combate próximo com o tritão, este tentaria agarrar seus atacantes e jogá-los para cima além de sua cabeça para deixá-los se ferir com a queda e não desperdiçar golpes à toa.
Caso tentassem subir no gigante, este se jogaria contra estruturas próximas tentando esbarrar os locais onde os inimigos estejam.

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MensagemAssunto: Re: 2 Cap: Reino, Caos e Tetas   2 Cap: Reino, Caos e Tetas - Página 2 EmptySab 27 Fev 2016, 14:50

Checando objetivos.


Minhas informações voavam na cabeça, tudo não fazia muito sentido, e eu me sentia obrigado a pensar em tentar desvendar o que estava acontecendo. Existiam algumas possibilidades. - Primeira, o QG e nem a marinha dominava a cidade, talvez já que é um reino, o rei esteja acima da marinha, tal qual tenryubittos, mas em uma escala menor. Provavelmente a marinha não tinha tanto poder, e pela localização e tamanho do QG, ele também não tinha muito poder em quantidade, e também ate agora não vi um navio da marinha além do nosso desde chegamos. Talvez esse QG já tenha sido atacando antes, e sua verba acabou sendo cortada e se resumiram a isso, também é possível. O que posso tirar disso, é que a marinha não tem muito poder esta enfraquecida territorialmente nessa ilha. - Mesmo restrito, algo faltava naquela imagem, algo que lembrava de ter próximo a todos os QGs da marinha. - Onde esta banco mundial? Normalmente é onde todos guardam a sua grana. Ok, também consigo pensar em algumas opções, primeiro ele poderia ficar escondido em algum lugar, talvez debaixo do chão, mas não faria muito sentido, já que é um banco. Poderia também estar na capital, faria sentido, mas se ficar lá teria que ser guardado por alguma guarda da cidade. Ainda existe uma possibilidade, como tem falta de grana, e o banco mundial é afiliado da marinha, talvez esse prédio sirva para ambas coisas. Nesse ultimo caso, se eu destruísse totalmente ou completamente o prédio, seria um bônus triplo. Porque eu soltaria os prisioneiro para causar danos a ilha e a moral da marinha/reino, segundo poderia roubar a grana e não só fazer grana como estragar economicamente a ilha. Terceiro e ultimo, seria um belo dano ao governo. Isso é ótimo para fazer, mas preciso de uma forma de colocar os explosivos e dos próprios explosivos. - Eu tinha um plano primordial, que nem poderia ser considerado um plano, estava mais para um objetivo.

Em meio aos meus planos de destruição, parecia que uma nova pessoa havia aparecido, alguém havia saído de casa, um civil, menos mal. Eu tinha um pequeno problema, atirar pra mim seria um problema, já que o barulho acabaria com toda nossa vantagem surpresa, e ferraria principalmente Howker, não que eu realmente me importasse, mas eu precisaria de toda ajuda para fazer isso funcionar. Eu me viraria, abaixo e recuaria de volta para a floresta, mais para dentro da floresta, e andaria lentamente ao redor da vila tentando ir para o lado o armazém de novo. Mesmo se ele ouvisse alguns barulhos vindo a floresta, não era como se fosse algo incomum, não era como se a floresta não fizesse barulhos a noite. Se parecesse que eu estava chamando muita atenção, eu pararia e me esconderia atrás de uma pedra ou árvore por um curto espaço de tempo. Eu começaria a voltar mais para perto, assim que alcançasse o ponto oposto que estava, ou seja, o armazém.

Eu olharia ao redor, antes de sair da escuridão da noite, iria procurar uma brecha de tempo para passar e ir da floresta ate o armazém. Eu usaria a entrada a qual o Howker deveria ter arrombado antes, e depois de entrar, eu fecharia com cuidado a porta, para não fazer barulho. Eu daria uma bela olhada em tudo dentro do armazém, queria ver exatamente o que havia ali, talvez houvesse algo útil para mim, e/ou para os demais do bando. Continuaria indo para dentro do armazém, a procura de Howker. Se eu visse alguém que não fosse Howker, eu de imediato apontaria uma de minhas pistolas. - É melhor não fazer nada se não quiser virar peneira. Eu só estou a procura de meu amigo, um cara verde de três metros. Você viu alguém assim por aqui? - Eu falaria com um sorriso de canto de boca, tinha que mostrar confiança, afinal a situação não me permitia realmente atirar. Se eu me encontrasse do Howker, eu daria um sorriso, parecia que ele não havia fodido tudo, se enfrentássemos um capitão da marinha junto de todo um QG naquela situação seria o mesmo de pedir para morrer. - Já achou seu medico? Temos que dar o fora daqui rápido, tem um QG aqui. Só nós dois não vamos vencer todos se causarmos confusão, mesmo a noite. - Eu falaria para ele com um olhar serio.


De imediato eu guardaria minha arma no momento que ele viesse me atacar. Se ele viesse para cima de mim, eu teria que improvisar, recuando e pegando algum saco pesado de grãos e lançando contra ele. Depois disso recuando mais um pouco e pegando um punhado com a mão, deixando uma parte cair no chão, para que ele pudesse se deslizar se viesse por ali, e jogaria os grão na minha mão para atrapalhá-lo e depois com a outra mão jogaria o restante do saco na cara dele. Se não houvesse a partir de algum momento para onde recuar, chutaria me lançaria para o lado, dando um rolamento para me afastar do inimigo.
Historico do Katsui:
 

Objetivos::
 

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fala
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Marciano
Emissário da Morte
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MensagemAssunto: Re: 2 Cap: Reino, Caos e Tetas   2 Cap: Reino, Caos e Tetas - Página 2 EmptySab 27 Fev 2016, 15:51

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Vivendo no Limite Barganhando com o Diabo!

Ao seguir por dentro da floresta, algumas árvores Masimos desviava sem nenhuma dificuldade, tinha suas garras e machado para cortar aqueles galhos ou plantas irritantes, mas não queria chamar atenção, porém de nada adiantou, era mais fácil soltar fogos de artifícios e ser menos chamativo do que andar pela selva. A escuridão dificultou muito para o monstrengo, por sorte seus pelos corporais diminuíam os leves arranhões e etc.

Ao ter êxito em entrar no armazém, Howker observou tudo que tinha dentro, tudo de que precisava talvez estivesse naquele local, de fato seria tudo que precisariam para ter no navio como, suprimentos, ferramentas, fardos, cordas e dentre outras coisas. Após realmente perceber que não era o único no armazém, Masimos ficou mais ereto e teve sua cabeça de encontro com o teto. “Gáh... que lugar baixo! ” Pensou no processo ao tocar em sua cabeça... mas antes mesmo do humano fazer qualquer ação suspeita, Howker parte para cima do sujeito e pega direto no pescoço, um lugar bem frágil para ser esmagado, ainda mais pela raça poderosa dos leões.

Ao questionar o humano, suas únicas palavras foram o próprio silencio, deixando bem puto da vida o leonino. Não bastasse o humano não falar, ainda chutava a perna de Masimos para agregar ainda mais na raiva do monstruoso verdão. – Háahh seu filho de uma chupadeira! Proferiu ao mostrar estar zangado, Howker começou a colocar um pouco mais de força em seus dedos visando asfixiar o gordo desgraçado, mas a luz se ascendia e fazia o pirata ficar surpreso. “Porra é essa?!” Pensou naquele momento enquanto ouvia uma voz cada vez mais próxima dele. Era um velho de aparência bem estranha, mas quem era Masimos para julgar, um leão esverdeado com pelos laranjas e olhos esbranquiçados. – Géh. Tu é um daqueles curandeiros médicos? Preciso que cure meu nariz, não sinto cheiro de nada faz um tempo já?! Se puder me ajudar, nada de mal rola aqui, morou? Proferiu ao olhar diretamente nas pupilas do velho homem. O leonino já tinha visto esse tipo de gente a muitos e muitos anos atrás em sua ilha, eram estranhos, mas com habilidades muito convincentes, voltou sua cabeça para a face do gordo quase encostando sua face na do homem. – Tu tem muita sorte, a Deusa da Morte ainda está te esperando, sentada no trono dela, apenas pensando em qual maneira mais interessante de levar sua alma! Gáhahahahaha. Howker falou em um tom baixo para que apenas o homem escutasse, tentando intimida-lo e deixar seu psicológico abalado.

Após terminar sua fala com uma risada baixa, algo que não costuma ocorrer, mas não queria mais chamar atenção de nenhum outro humano, soltaria lentamente o gordo. – Se tu tentar me atacar, acredito que não vai gostar do jeito que seu velho vai morrer! Agora senta aí e fica na boa, não quero fazer mal a ninguém, mas se precisar não vou hesitar! Géh... aí, qual estado do meu nariz? Proferiu ao se aproximar do velho e agachar seu tronco para que facilitasse a vistoria do homem. Claro que suas garras estariam expostas e claro que estaria com sua visão e ouvidos atentos a possíveis ataques. Caso necessário usaria sua aceleração para se impulsionar lateralmente ou caso necessário para trás e tentar evitar algum golpe no corpo.

Se o velho fosse um cara de palavra, deixaria mexer no nariz para ver o que faria e ouviria suas recomendações, enquanto mexeria no nariz para cura-lo faria algumas perguntas para saber de fato onde estaria. – Aí velho... qual nome dessa vila, eu já vim nessa ilha a alguns anos atrás, mas só de passada pelo reino, porque esse local fica fora de lá, vi que tem poucas casas e uma grande construção? Falaria enquanto estaria atento aos movimentos do velho e do gordo, não tinha necessidade de prender ou bater naquele homem, ele não tinha feito nada demais se não se defender, Masimos sabia que o errado era ele, mas claro que ficou furioso ao receber o chute, mas não era algo que precisasse de fato matar, até porque o velho parecia bem simpático.



Histórico:
 


Objetivos Aventura:
 


OFF:
 

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~Fala / Narração

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MensagemAssunto: Re: 2 Cap: Reino, Caos e Tetas   2 Cap: Reino, Caos e Tetas - Página 2 EmptySab 27 Fev 2016, 21:32

~ Narrador ~
3. Opostos...

Algumas vezes é difícil dizer que tipo de pessoa acaba criando laços que duram por uma vida, e nesse caso, quando falamos do bando dos monstros, realmente não se pode ter certeza alguma sobre o rumo de sua jornada. Esses integrantes têm por assim dizer, seus próprios interesses, uma visão pessoal do caos que governa o mundo, e de como moldá-lo a sua própria maneira. E nesse momento, enquanto dois pareciam planejar e repensar objetivos a curto prazo, para poder estabelecer novos objetivos a longo prazo, o outro que ficou sozinho não podia esperar outra coisa senão confusão, nada que não estivesse acostumado desde sempre, afinal uma “vida de confusão” não seria o bastante para punir Deus ou Deuses por permitir a existência de uma criatura colossal e aparentemente sem limites como um tritão-baleia.

***

Deep sentiu seu sangue correndo nas veias causar espasmos musculares, as ondas de tremor reverberavam por seu corpo enquanto a fúria se acumulava em força no punho em volto por correntes. E nesse processo quase instantâneo, o tritão confirmava apenas para si algumas razões que eram na verdade bastante lógicas para qualquer um em sua posição. Nesta noite a juventude inconsequente de uma cidade-estado estava sendo punida pelos crimes de sua linhagem até a sexta geração. O jovem não tinha terminado na verdade, depois de falar com seus colegas ele se voltou para o grandalhão e começou a dizer, como de costume, o discurso que utilizou por toda sua vida sempre que precisava passar por cima de alguém naquela ilha. Você sabe quem eu sou? Montbl... A frase foi interrompida pelas “trovoadas” dirigidas em sua direção.

Você tem coragem de repetir a ofensa… Mas infelizmente para você… Eu não do a mínima para sua capacidade de se matar seu humano de merd* FILHO DE UMA PUT*...

O tritão disparou seu soco coberto de ódio contra seu agressor, e a raiva era tamanha que após ter sucesso em afundar o corpo do cara no chão os outros socos continuaram por cerca de dez metros rua há cima, deixando todo o lugar destruído pela força de um “gigante” como Deep, o sangue manchava toda a rua, foram muitos socos insanos contra o corpo de um rapaz de dezessete, e pela sorte do garoto, esse tritão em especial tem uma capacidade física muito, mas muito mais resistente do que destrutiva, e só por isso ele ainda respirava desacordado no último buraco destroçado da rua, que por sinal ficou toda destruída, e Deep sentiu dor em suas mãos, e a corrente se moldou na forma da mão do gigante, amassada e trincada, a ruína causada pela ferrugem da corrente ainda escorria em pó levado pela brisa no final desse ataque raivoso.

Então vocês me desafiam... Suas bichinhas… Deep ainda queria mais, e desafiava o mundo a sua volta, naturalmente os outros jovens que estavam ali e sofreram apenas leves machucados causados pelo primeiro soco já estavam longe ladeira abaixo, e toda a confusão chamou a atenção de boa parte das pessoas que estavam no cabaré, Deep notava que seu deslocamento o levou para perto dele, mas se ainda desejasse teria o garoto a sua mercê. A música havia parado e todos olhavam incrédulos para o que acabava de acontecer, naturalmente o bêbado mais bêbado da cidade que estava perto da confusão, logo à frente do cabaré repousado sobre o meio fio desde que esse mundo é mundo começou uma ovação que não foi acompanhada. “Clap-Clap-Clap-Clap” Jus.. Sss... Justiça!  E caiu mais uma vez abraçado em sua garrafa companheira de guerra.

E do posto policial saiu apenas um guarda, no mesmo instante em que ele saiu todos que estavam na rua procuravam um lugar para se abrigar, o respeito, que parecia medo, fez uma aura pesada e silenciosa se instalar no lugar, e seus paços podiam ser ouvidos por todo lado, aparentemente suas botas de ferro faziam um barulho de trote ritmado, o homem torneado devia ter pelo menos uns dois metros e seus músculos bronzeados reluziam de suor, provavelmente o cara já estava em alguma atividade física, mas pode ser que o tritão tomasse isso como mais uma corrida suicida de um homem desesperado, não saberia dizer pois o elmo não permitia que visse direito os olhos daquela espécie de centurião que se aproximava rapidamente.

Ashuura que só observava teve tempo o suficiente para pensar nas possibilidades, o seu conhecimento sobre a ilha era superficial, mas sua perspicácia aparentemente completava a parte da informação de que não tinha certeza, eram análises, acima de tudo, mas havia muita coerência em seu julgamento, certamente havia também algum dom para estratégia nesse mink, mas ainda faltava muita coisa para alcançar qualquer um de seus objetivos, a lenda seguiria o homem, ou o homem seguiria a lenda? Será preciso que ele conheça mais até de si mesmo para responder a essa pergunta, mas por hora se concentrava em manter-se como elemento surpresa. E quando um homem de cabelos brancos e pele morena saiu de sua cabana procurando em volta pelo barulho que o havia acordado, olhando na direção exata onde o mink estava, encoberto pela vegetação, deduziu na hora, pelos olhos “dessa” fera, que seria alguma das criaturas da selva rondando seu quintal, nada que não tivesse acontecido, então um sorriso lhe veio no rosto, e involuntariamente o mink olhava para o chão ao lado de sua casa e ria balançando a cabeça, parecia confiante por alguma razão.

Quando o homem voltou para dentro o leopardo pode voltar a se mover, e em pouco tempo conseguiu chegar ao armazém onde seu companheiro estava, já quando a situação parecia estar mais calma aparentemente.

Howker ainda sentia um pouco de dor no topo da cabeça e apesar de ter levado um chute bem limitado em razão da pressão que o gordo estava sofrendo, a perna doía ainda mais. Contudo foi com o nariz que o leão verde se preocupou primeiro, mas não antes de reclamar de sua sorte. Háahh seu filho de uma chupadeira! E parecia que o mink já havia visto algum tipo de curandeiro antes, nada estranho na verdade se levarmos em conta sua origem humilde numa ilha selvagem. Géh. Tu é um daqueles curandeiros médicos? Preciso que cure meu nariz, não sinto cheiro de nada faz um tempo já?! Se puder me ajudar, nada de mal rola aqui, morou? As últimas palavras do grandão olhando diretamente na face de seu inimigo finalmente alcançaram seu coração, principalmente depois da intervenção de seu estranho pai, parece que o filho era mais urbanizado que o velho, e não entendia das coisas da floresta como ele, “garras no meu pescoço” era tudo em que ele pensava, e as palavras de Howker intimidaram demais o homem. Tu tem muita sorte, a Deusa da Morte ainda está te esperando, sentada no trono dela, apenas pensando em qual maneira mais interessante de levar sua alma! Gáhahahahaha. Se tu tentar me atacar, acredito que não vai gostar do jeito que seu velho vai morrer! Agora senta aí e fica na boa, não quero fazer mal a ninguém, mas se precisar não vou hesitar! Géh... aí, qual estado do meu nariz?

Aparentemente a situação estava controlada, Howker se abaixou e o velho examinando começava a dizer. Filho, eu já sei o que fazer. Não se preocupe, eu não jogo palavras no vento... O cigano foi até o fundo da loja e voltava mastigando uma folha que depois foi cuspida dentro de uma casca de coco usada como vasilha. Enfie isso no nariz, depois disso. E com uma das mãos o hábil “doutor” recolocou os ossos fraturados no lugar, depois pegou um pouco da pasta e passou por cima do nariz, a dormência foi imediata, só então ele enfiou os dois dedos por dentro torcendo alguma cartilagem que ainda estava irregular. Achei que ia ter de abrir a sua napa, mas não será preciso. Leve essa pasta, você precisa continuar usando até que volte a sentir o cheiro das coisas. A dor foi quase insuportável, mas se quisesse que tudo terminasse bem deveria se segurar, não poderia se mexer ou bater no velho. E a tempo de presenciar essa cena no mínimo, peculiar, Ashuura chegava a porta do armazém observando toda a extensão do local e seus pertences, viu o gordo, o velho e seu companheiro.

O gordo que estava pacífico ficou um pouco mais aflito dizendo. Puta merda... Mas o mink leopardino já estava apontando uma arma para ele. É melhor não fazer nada se não quiser virar peneira. Eu só estou a procura de meu amigo, um cara verde de três metros. Você viu alguém assim por aqui? Demonstrava confiança em suas palavras, e não poderia deixar de notar o leão verde espremido naquele lugar. Já achou seu medico? Temos que dar o fora daqui rápido, tem um QG aqui. Só nós dois não vamos vencer todos se causarmos confusão, mesmo a noite. Pretencioso, ousado, ou só negligente... “mesmo a noite”, até para uma pessoa sã essas palavras eram difíceis de entender, parecia que um lado infantil ainda existia consigo.

Aí velho... qual nome dessa vila, eu já vim nessa ilha a alguns anos atrás, mas só de passada pelo reino, porque esse local fica fora de lá, vi que tem poucas casas e uma grande construção? Howker ainda tinha perguntas que precisava esclarecer.

E o tratamento finalmente acabava, e todos ali se entreolhavam, o verdão tinha de decidir o próximo passo, estariam fugindo, quero dizer, fazendo um recuo estratégico, ou havia alguma outra coisa a se fazer, o velho respondeu de forma direta. Esse lugar se chama: Refúgio. E com uma pausa. Quem chega aqui tem uma chance de viver da forma que quiser, somos livres! E sempre seremos!

Centurião:
 

Citação :
OFF: Deep legal que você tentou usar o que eu disse, esse é o caminho, todo mundo pode melhorar, espero esse feedback de vocês também. Howker acho que não ficou claro, mas sim, as vezes eu posto coisas que vocês poderiam fazer, então você tem que prestar atenção no meu post pra poder confirmar como seu personagem agiu. Ashuura ta tranquilo, ta favorável, nada a acrescentar. Vlw!

Citação :
Meta-Sistema: Não é usual, sei que o dano no sistema do fórum é narrativo, mas eu vou anotar aqui quando meus jogadores estiverem se machucando de forma direta, isso me ajuda a manter a coerência no que eles estão fazendo, e no que eu estou fazendo e também dá um parâmetro para eles mesmos saberem o quanto estão afetados. No próximo post não haverá explicação apenas anotação. Deep HP -5, Howker HP -5 (se for necessário explicação, imagino que possam saber porque levaram o dano, me procurem no skype, vlw!)

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Última edição por levy em Dom 20 Mar 2016, 22:52, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: 2 Cap: Reino, Caos e Tetas   2 Cap: Reino, Caos e Tetas - Página 2 EmptySeg 29 Fev 2016, 00:31

Pegando mais do que apenas informações.


Ok, aquela pequena resposta, me respondeu bastante, fez a ligação dos pontos. Se a marinha e o bando mundial, que normalmente estavam tão limitados a tão pouco, e o reino estava não grande, um havia represado outro. - Em Wars o banco funcionava, era grande e os burgueses guardavam tudo lá. Mas já que aqui o banco e a marinha estão tão limitadas, isso quer dizer, eles não precisam da marinha para protegê-los porque o governo tem uma grande força policial, e não precisam de um banco porque os vendedores não são ricos, os nobres são. Isso faz bastante sentido, afinal seria a única forma dos marines se abaixarem perante o rei sem nenhuma força. Obvio, isso era só uma opção, mas me parecia me provável pelos pontos, ou pelo menos foi a primeira coisa que pensei. - Eu puxaria uma cadeira e me sentaria frente ao velhote, eu apontaria a arma para ele, deixando ela descansada sobre a coxa, e a outra apoiada no braço apontando para o gordão.

Eu daria um sorriso para o velho, o olhando nós olhos. - Você pode me confundir com um marinheiro por causa da roupa, no entanto eu sou o mais longe que se pode imaginar de um. Também não sou um revolucionário, não me compare com aqueles covardes que só falam asneiras e não fazem nada. Eu gostaria que me contasse mais sobre esse ``refugio´´. De quem estão se escondendo? Pela localização do QG, não é da marinha. Sobraria piratas, só que se fosse, seria melhor morar na cidade onde há a guarda real e um exercito, bem melhor que esse pequeno QG. Então é do próprio reino que estão se escondendo, certo? Então, poderia me contar a historia do que esta acontecendo nessa ilha? - Eu deixaria para ele falar a partir desse momento. - Eu poderia dizer que eu não gosto de marines, só que o que mais odeio mesmo é o governo. Agradeço primeiro ao senhor por ter curado meu chefe, por isso não vamos destruir esse armazém ou queimar a vila, no entanto, vamos levar algumas coisas do estoque, vamos precisar para cuidar disso tudo. Se tudo der certo, talvez no final disso tudo, você não precise mais se refugiar. Eu gostaria de saber, existe alguém, que não seja da marinha, que nós possa ajudar a ir contra esse reino? E para conseguir equipamentos? Você sabe de algum grupo que seja contrario a esse governo? - Essas eram as ultimas perguntas, não sabia se ele ficaria ao meu lado, mas eu tinha o mais puro olhar de sinceridade. Eu nem precisava mentir, eu não gostava de marinheiros, mas eles eram apenas cães, os governos eram os donos, e se quisesse ferir de verdade, tinha que acertar onde dói.

Ninguém nasce com direito a nada, nem mesmo eu, mas eu estou lutando para conseguir minha vingança e para isso começar de baixo, e com um começo bombástico. Quando isso terminasse, poderia governo, marinha serem eliminados, e tudo que sobraria seria apenas o caos, e do caos a revelação de um novo líder surgiria. Eu me levantaria da cadeira, e iria me afastando ainda olhando para eles, e guardaria as armas, ainda havia Howker, ele conseguiria lidar com ambos. - Howker, pegue o que precisar e vamos dar o fora. - Eu pegaria um carrinho de mão ou mochila, e começaria a pegar a pegar coisas e colocar. As seguintes coisas me eram úteis, Barras de metal, caixas de pregos, carvão, uma quantidade razoável de madeira(Deixar o resto pro Howker), diferentes tipos de materiais para Engenharia (Exemplo: Parafuso, poca, roda dentada, molas, e etc...), diferentes tipos de combustível, como gasolina e álcool, depois também procuraria diferentes tipos de materiais explosivos, como pólvora, frascos de nitroglicerina ou caixas com C4 ou TNT. Se eu também visse algum tipo de veneno, não que eu soubesse como fazer, mas se já visse algum pronto, eu sabia como fazer uso daquilo para armas. Se tivesse algum material de ferraria e de engenharia que estivesse faltando na sala de forja. Além disso tudo, eu pegaria uma maça e morderia, levando ela também. Se aquilo fosse muito para um só carrinho, eu falaria me virando para Howker. - Você pode levar meu outro carrinho? Eu preciso guiar a gente, então seria bom se eu pudesse levar no Maximo um carrinho comigo. - Diria para meu colega enorme. Sempre é bom fazer algo assim, faz as pessoas se sentirem bem, de certa forma, pois eles se sentem que são mais fortes do que eu, bem, fisicamente ele poderia me vencer, mas eu com toda certeza tinha uma mira melhor que a dele. Se ele se recusasse, eu levaria os dois segurando um com cada braço.

Depois de pronto eu voltaria para a floresta, para guiar-nos de volta ao bote. Em meio ao caminho para seguir de volta. Eu acenderia um cigarro, usando meu fósforo, assim seria mais fácil para ele não se perder de mim na floresta. - Sabe Howker, acho que tenho um modo de conseguirmos tudo que quisermos, inclusive mulheres. Essa ilha parece ter conflito de poder, podemos nos aproveitar disso, ficar famosos, ricos e com varias mulheres. O que acha de destruirmos tanto o governo da ilha, e de sobra destruir o QG da marinha? Talvez você consiga ate foder a rainha, se tiver sorte. - Aquela era uma boa oferta, principalmente para ele, ele parecia gostar de fama, o maluco ate fez um discurso no meio de uma enorme batalha, e sua vontade por peitos é algo que é ate cômico, mas não é como se não fosse uma oferta ruim para qualquer pessoa ``Fama, riqueza e mulheres´´, realmente serve para quase qualquer um.

Quando chegássemos ao bote, eu o pararia, colocando o braço a frente de seu corpo. - Vamos colocar os carrinhos, eu vou ate o navio e depois volto pra te buscar, não acho que o bote vai te aguentar junto com toda essas coisas. A não ser que prefira ir nadando? - Eu daria uma pequena risada antes de voltar para o navio. Aquele cara deveria no mínimo pesar 3 ou ate 4 vezes mais do que eu, junto com toda a tralha, o bote poderia afundar. Eu iria remar o bote ate de volta ao navio, e depois ir colocando cada um dos carrinhos no navio. Depois bastaria eu voltar, e eu o faria, para pegar o capitão, deixando dessa vez para que ele remasse, afinal, aqueles braços grandes tinham que ser usados para algo. Quando voltasse pela segunda vez, eu sairia do bote e subiria no navio, e jogaria as cordas para ele prender no barco, para ajudar a prender o bote de volta no navio. Se por alguma loucura dele, ele resolvesse ir nadando, eu nem voltaria para a terra de novo.
Historico do Katsui:
 

Objetivos::
 

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MensagemAssunto: Re: 2 Cap: Reino, Caos e Tetas   2 Cap: Reino, Caos e Tetas - Página 2 EmptySeg 29 Fev 2016, 02:04

A sensação dolorida nos punhos do tritão não lhe incomodavam tanto assim, em seu estado de fúria seria necessário que lhe arrancassem um pedaço para o fazer realmente se preocupar com algum dano corporal, por outro lado o rapaz insolente havia tomado uma rajada de socos e estava bem acabado no chão, vivo ou morto pouco importava para Deep, o que importava é que ele estava inteiro e a fúria do tritão não se resumiria a uma surra de mãe.
Mas um silêncio tomava conta da rua e um som de metal ritmado começou, de olhos semi-cerrados Deep viu que alguém vinha ao encontro dele, uma espécie de soldado, provavelmente vinha para ajudar o rapaz, como sempre a marinha ajudando os humanos em suas brigas, apesar de que aquele homem não parecia um marinheiro, mas tanto faz, para Deep da na mesma, são todos pregos expostos a serem martelados.

O tritão abriria um sorriso olhando pro soldado que se aproximava, ergueria a perna direita e com um sorriso maldoso no rosto ele pisaria no corpo caído do desacordado Montblanc, logo após o pisão Deep giraria os calcanhares tal como quando pisamos em uma barata para esmagar e destrinchar.

-Me escute soldado… Não represento perigo a sua ilha, somente aqueles que quiserem fazer graça de minha cara… Se vocês me derem um barril da sua melhor bebida eu vazo daqui… Não é como se eu quisesse destruir ou matar alguém… Mas eu o farei se não me derem a maldita bebida… Pense bem nos seus próximos movimentos soldado… Tem certeza que seria uma boa lutar comigo aqui?

Deep cerraria os punhos com força os colocando ao lado do corpo em uma pose de karatê.

-Não vou falar nada sobre você vencer, não sou imortal ou super forte para você não conseguir… Masss… Será que você consegue conter minha fúria sem afetar mais ninguém? O que fiz aqui na rua foi querendo ferir esse rapaz, o que acha que farei se eu quiser mirar os arredores?


Se dessem a bebida e mandassem o tritão seguir caminho, ele de bom grado a pegaria e iria se deitar na praia para apreciar a bebida.

Se o soldado decidisse por lutar, Deep correria a toda velocidade em sua direção, mas antes do contato, pularia sobre o centurião, ergueria os braços aos céus e usaria a força da queda para acertar, multidão, barracas, animais, toda e qualquer coisa que possa ser quebrada ou morta. Em seguida o tritão miraria a próxima coisa desse tipo nas proximidades e realizaria socos até destruir/matar o novo alvo, Deep correria com dashs de um alvo a outro, sempre mudando de alvo quando o soldado chegasse perto e usando pulos com dashs para evitar a proximidade. Porém após algumas mudanças de local e Deep percebesse que o soldado começasse a chega perto, ao invés de fugir, o tritão mudaria de tática subitamente, pulando para cima do centurião e tentando acertá-lo com um golpe vertical de punhos.

Caso o gigante não pudesse usar de sua estratégia para fugir do centurião, Deep deixaria ele acertar o ataque se este fosse físico, mesmo que fosse um ataque com lâminas, mas não apenas levaria o golpe, Deep morreria o membro atacdo de encontro ao ataque para danificar o soldado também, ou pelo menos tentar, caso o tritão acertasse o golpe, este diria:

-Não sou uma dessas bichinhas que você está acostumado… Esse golpe podia desmembrar um qualquer quem sabe… Mas em mim… Bem… Tenta dar mais um cem desses… Talvez eu comece a sentir dor…

Caso após algum golpe ou movimento, o centurião caísse ao chão, Deep pularia rapidamente sobre ele tentando agarrá-lo com sua mão direita, para em seguida arremesá=lo para cima, o mais alto possível que o tritão consiga, nesse caso ele diria:

-O lançador faz o arremesso… É uma bola curva… Eeeeeee *esperando o soldado cair*... É ponto… A torcida vai a loucura.




Histórico:
 

off:
 


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"Pensamento de personagem"

Cor do Deep
Cor do Tesla
Cor do Voltz



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MensagemAssunto: Re: 2 Cap: Reino, Caos e Tetas   2 Cap: Reino, Caos e Tetas - Página 2 EmptySeg 29 Fev 2016, 22:55

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Vivendo no Limite Barganhando com o Diabo!

Realmente não é todo dia que se presencia uma fera esverdeada, fato que intimidador deveria ser seu nome, mas além disso parecia uma especialidade agora de Masimos, era um bom benefício, poderia lhe dar vantagem ou não, tudo dependeria do modo a ser usado. O filho do velho parecia entender o recado de Howker, o curandeiro parecia sentir a sinceridade de Masimos até porque se quisesse eles mortos teria feito sem qualquer palavra, mentiras não era algo que o Mink utilizava, na verdade era algo até raro dele.

O homem de idade avançada analisava o estado do nariz, percebia o que fazer e ia logo tomando as devidas atitudes. O velhote seguia até o fundo do local e voltava mastigando algo, cuspia num tipo de fruta ou algo assim, na hora Masimos não identificou, mas parecia bem estranho. “Que merda esse velho tá fazendo?! Será que ele vai tentar me envenenar, bom seria idiotice ele fazer isso, porque ele mastigou! ” Enquanto os pensamentos de Howker eram um tanto indecisos, seus olhos eram fixados nos movimentos do velhote. O curandeiro pedia para o verdão que colocasse no nariz, infelizmente não tinha escolha, para voltar a cheirar como antigamente, teria que fazer... algo nojento, mas foda-se.… a vida é uma merda mesmo, seria pior se não pudesse mais cheirar. “ Colocar no nariz, puta merda! Fazer o que. Géh!” Enfiava no nariz e por um instante que não observou o homem, ele habilmente recolocou o nariz do Mink no lugar certo. – Filho da put... proferiu ao sentir a dor naquele momento, claro que a dor pode ser administrada, mas quando não se está esperando, ela parece ser mais poderosa, talvez algo psicológico ou apenas a falta de adrenalina para amenizar os danos.

Enfim o nariz parecia melhor, fora a dor logicamente, o velho dizia para continuar colocando a pasta e Howker afirmou com sua cabeça ainda que mexendo sua juba no movimento. Logo em seguida Ashuura aparecia dentro do armazém, parecia um herói chegando para salvar uma donzela, mas uma fera verde e grotesca estava longe disso. – Relaxa brow, o velhote é gente fina! Sua voz saia diferente do habitual, provável pelo fato do nariz estar tampado. O Mink leopardino começava a dialogar com o curandeiro, o homem respondia de modo objetivo, mas Masimos não tinha compreendido bem. “ Refugio? Viver de modo livre... eles são piratas ou ex piratas? ” Pensou ao analisar mais de perto o velho até questionar o curandeiro. – Viver livre?" Para mim isso é ser pirata, a marinha é um tumor para o mundo, quem sabe eu não viro Rei desses mares e deixe um mundo um lugar melhor! GÁHAHAHAHAA. Sua risada no final mostrava seu sarcasmo e sua melhora também, sua voz ainda estava estranha, mas possivelmente perceberia pelo estado que o nariz se encontrava.

Ashuura ia logo interrogando o curandeiro, Howker prestava atenção nas falas até ouvir que o mink odiava o governo mais que a marinha. – Gáh... sem dúvidas a marinha é mais suja! Se bem que dá no mesmo marinha e governo, então foda-se. GÁHAHAHAAHA! No meio da conversa asseverou com um leve sorriso monstruoso de fato, não existia algo bonito em Masimos, tudo era extremamente grotesco e monstruoso, mas talvez existisse alguém que gostasse, não que o mink leão se importasse, mas poderia existir. Prestaria atenção nas respostas do curandeiro, não argumentaria nada, mas Ashuura parecia estar tramando algo para tanto questionamento. O felino ia logo pegando diversas coisas e colocando num carrinho, ele ainda pedia ao verdão que fizesse o mesmo, Masimos pegaria a pasta para seu nariz e olharia nas pupilas do curandeiro mostrando seu sorriso escroto. – Valeu mesmo velhote... relaxe, nada de mal vai acontecer com você, tem minha palavra, mas para isso peço que não conte a ninguém sobre nossa presença, tá beleza?! GÁHAHAHAAH! Sua risada confirmaria as falas sinceras do humanoide, daria um leve tapa no ombro do sujeito, mostrando convicção e respeito.

A besta pandemônica ia logo pegando o carrinho, olharia com sua excelente visão tudo que havia no local, pegaria um pouco de cada coisa, cordas, metais, comida, ferramentas e etc. Claro que cuidaria para não deixar nada cair, enfiaria a força no carrinho para que coubesse. Logo em seguida, seguiria Ashuura por enxergar na noite de volta pelo caminho feito anteriormente. No caminho percebia o cigarro sendo acesso, mas por sorte não sentia o odor, Kaiyuki começava a dialogar com Masimos sobre seus planos e de fato o leonino estava certo, ele estava planejando algo com suas perguntas. – MULHERES?! Sem querer proferiu em um tom mais elevado pela ansiedade de telas como escravas, mas nada de cruel, muito pelo contrário, seria mais idolatra-las, mas não necessariamente as mulheres, mas idolatrar os peitos, algo magnifico e expendido.

O louro continuava a falar e fazer a cabeça de Howker, prestaria atenção em todas as falas, inclusive em FODER A RAINHA... o leonino parou por um momento, mostrou suas bochechas coradas, sua respiração ficaria mais ofegante e em pensar nos peitos reais, fez inconsequentemente sua mania de coçar o saco, não notou, que tinha parado e largado o carinho de mão. “ Peitos Reais... como será que são??! Preciso saber... digo! ” Após se perder na baboseira de Ashuura, pois seriam impossíveis aquele ser verde pegar um membro da família real, acabou respondendo algo que tinham em comum e que de fato seria muito interessante. – Géh... destruir a marinha é algo da hora, mas sabe Ash, eu quero virar pirata para ser livre, não quero seguir a maldita marinha e sua idiotices! Asseverou com sua face mais séria do que o costume ao pegar no carrinho novamente e tentar continuar seu caminho com o loiro. Após chegar no bote, cuidaria para colocar os itens um por um dentro do barco e seguir de volta ao navio, se fosse necessário revessaria as remadas.



Histórico:
 


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MensagemAssunto: Re: 2 Cap: Reino, Caos e Tetas   2 Cap: Reino, Caos e Tetas - Página 2 EmptyTer 01 Mar 2016, 13:09

~ Narrador ~
4. Caos...

De um lado apenas a selva e uma clareira onde todos dormem, exceto um velho, um gordo e dois mink's. De outro uma rua deserta com vários expectadores abrigados, exceto um nobre, um tritão e o que se pode chamar de guarda. A calmaria estava prestes a passar, e até o vento aumentava sua força apenas para alimentar mais avidamente, as chamas que estavam prestes a se acender.

***

Ashuura disparou com perguntas após ter tirado suas próprias conclusões. Não haviam cadeiras na loja, mas tinha alguns banquinhos mais baixos que o normal, serviam, mas teria de repousar as pernas no chão. Já o velho cigano puxou um cachimbo comprido e começou a acendê-lo. Filho... E depois de uma puxada longa resolveu se sentar em outro dos bancos. Você não sabe onde esta se metendo... Ninguém desse lugar vai querer bater de frente com o maldito Kallif, mas eu sei que tem uns caras vivendo nessa selva como eremitas que estão tão loucos que talvez aceitem uma proposta dessas. O velho cooperou contando também como as coisas funcionam e quem comanda a ilha, no papel e na prática, se é que me entendem, quanto ao refúgio ele apenas disse que era seu lar, todos ali vieram da cidade e anos mais tarde um capitão excêntrico da Marinha fundou esse QG no meio do nada. E que até pensou que vocês fossem caçadores de recompensa, afinal de vez em quando algum deles aparece para receber o prêmio pela cabeça de piratas procurados.

Howker concordou com algumas passagens da conversa, principalmente em relação a marinha e ao governo mundial, e agradeceu sinceramente o velho por ter-lhe ajudado prometendo que nada de mal aconteceria a eles. Principalmente depois de ter se identificado com o ideal de liberdade que o cigano possuía. Só então ambos começaram a saquear o armazém, que era principalmente agrícola, então havia metal de ferramentas, e haviam maços de pregos, de porcas, e encaixes de metal de arados e coisas do tipo, aparentemente alguém cultivava algo em alguma outra clareira. Cordas, correntes e um barril de glicerina usado para misturar com os fardos de defensivos agrícolas. Ashuura sabia que poderia transformar essa glicerina em nitrato se tivesse as ferramentas certas, e esse era o mais próximo que chegaria de algum tipo de explosivo naquele lugar. Howker levou também vários frascos coloridos da prateleira onde dizia veneno, talvez fossem úteis, mas não saberia dizer nada sobre eles, além é claro de que não deveria beber, cheirar ou passar na pele.

Deveriam tomar uma decisão, entrar mais profundamente na selva e procurar os eremitas, ou voltar para o barco e descarregar. A segunda opção era mais viável, fazer uma nova incursão na mata aparentemente seria melhor de barriga cheia, mas principalmente, seria mais fácil achar qualquer coisa durante o dia, e evitar os perigos ocultos do lugar. Por todo o caminho de volta uma sensação estranha percorria os pelos de cada um dos mink's, mas eu diria que numa selva como essa, até as árvores nos observam. Então para facilitar a caminhada Ashuura acendeu o cigarro e guiou Howker enquanto conversavam descontraidamente sobre planos e sobre tetas, o mink esverdeado chegou a parar um momento para satisfazer parte de sua lascívia.

Só não contava que ao largar o carrinho ele acertaria uma árvore das grandes, foi nesse momento que a fraca luz do cigarro de Ashuura pode iluminar os olhos de duas panteras que dormiam sobre a árvore, elas rugiam alto, estavam completamente incomodadas, o macho era maior e mais forte, devia ter de dois a três metros da calda ao focinho, a fêmea um pouco menor tinha o pelo mais castanho, mas era quem mais rugia incessantemente. Ambos estavam prestes a atacar, Ashuura sabia disso, Howker só via os olhos das feras, então não saberia dizer. Parece que a volta não seria tão fácil, e a julgar pela cara do velho cigano que recitou algumas palavras ininteligíveis antes dos piratas saírem de seu armazém, e pelo fato de que sequer reclamar de tudo que lhe foi tirado, parecia mesmo que ele tinha amaldiçoado um pouco a sorte da dupla de mink's. Haviam dois obstáculos no caminho de volta, como lidariam com eles era a pergunta a ser respondida, e a sua volta só havia uma vegetação fechada e espaços limitados entre as árvores maiores, bem como seus pertences em carrinhos.

Deep não tinha acabado e resolvia colocar um fim na vida daquele garoto, o pisão foi acompanhado pelo coro das vozes que ainda observavam a cena, em um uníssono Ahhhh... Interrompido pelo último gemido de dor do jovem, se ainda estivesse vivo estaria em coma, ou somente agonizando, se sobrevivesse teria sequelas irreversíveis. Deep não saberia a diferença entre a vida e a morte nesse caso, pois muito sangue ainda jorrava da boca do rapaz, mas havia uma outra ameaça iminente. O centurião chegou em um instante, e Deep fez a sua ameaça, mas ou estava louco ou era apenas mais uma atitude tipicamente "Deepesca", pensar que espancaria um nobre e ainda seria recompensado por isso. Suas palavras ficaram no esquecimento.

O tritão começou a se movimentar, mas o soldado já estava correndo e o interceptou antes que pudesse se jogar em alguma construção, ainda assim houve um choque no ar, um que Deep jamais esperava, pois o soldado era mais forte do que qualquer um que o tritão já havia enfrentado desde que chegou ao North Blue, o impacto causou uma pequena onda de choque e acabou por estragar algumas janelas mais frágeis, aparentemente a força de ambos estava próxima, Deep mais em razão de seu peso e tamanho, e o soldado por sua experiência de vida, Deep tentou mirar outra construção onde haviam pessoas, mas ao começar a correr foi atacado na região das pernas, a pele escorregadia do trião e sua enorme resistência impediram que a espada sequer arranhasse sua couraça, mas novamente foi impedido de fazer seu movimento, Deep então tentou usar sua aceleração para vencer o soldado, mas o mesmo também era rápido o bastante e continuava a se chocar em sua direção, e novamente as lamparinas da rua e as janelas próximas se quebravam. Ambos ficaram ofegantes, e a batalha não estava chegando a lugar algum, foi quando o tritão mudou de tática e conseguiu acertar um golpe em cheio no rosto do soldado. No entanto isso causou um sorriso inesperado no rosto dele, e finalmente ele disse algo enquanto sangue escorria de sua boca. Ha! Você não vai conseguir me matar com isso monstro!

Depois dessa pausa, como Deep não se mexeu, foi o soldado que atacou, e enquanto o tritão estava esperando para levar um ataque direto, e até se mexeu na direção da lâmina, o soldado mudava a direção de seu ataque no último instante e passava por baixo do tritão ganhando as suas costas para cortar com a espada seus calcanhares, dessa vez o ataque foi efetivo, e isso diminuiria a velocidade de Deep que poderia ter de se curvar em razão da dor. Os cortes foram profundos o suficiente para derramarem o sangue do tritão, e apesar de ter tentado uma mordida o centurião conseguiu bloquear os dentes com o escudo. Aparentemente é a primeira vez que Deep encontrou tanta dificuldade numa luta, pelo menos nesse oceano, ambos se encaravam, o sangue que escorreu do rosto do centurião e o sangue que escorria dos calcanhares do pirata se misturavam no chão de pedras desgastadas. Já eram irmãos, por assim dizer, de batalha, e talvez estivessem satisfeitos por poderem colocar seu poder a prova. Como lutaria o tritão diante dessa ameça era a última questão.

Citação :
OFF: Até eu ter uma opinião formada sobre tudo, continuaremos de forma narrativa sobre a questão do dano, vlw por responderem meu tópico de dúvida, e vamos lá, espero que estejam apreciando a aventura. ^^

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Última edição por Levy em Qua 04 Maio 2016, 22:13, editado 1 vez(es)
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Marciano
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MensagemAssunto: Re: 2 Cap: Reino, Caos e Tetas   2 Cap: Reino, Caos e Tetas - Página 2 EmptyQua 02 Mar 2016, 01:44

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Vivendo no Limite Barganhando com o Diabo!

De fato, era estranho sair do armazém sem qualquer reclamação após ter saqueado, se bem que ao ver dois Minks estranhos, sendo que um era alto e verde extremamente feioso e intimidador e outro afeminado, suicida e louco de pedra... quem em sã consciência tentaria algo! Mas enfim, agora ficou no passado, foco estava na floresta, pois buscavam o caminho de volta ao navio.

O cigarro acesso de Ashuura facilitava o percurso naquela mata, não que Howker tivesse medo, até seria piada dizer isso, pois a selva era seu reinado, pelo menos por enquanto, pois o humanoide estava visando reinar muito mais do que apenas uma miséria floresta, ele era um peixe grande num pequeno lago e agora era um peixe pequeno num grande lado. Após terminarem de dialogar sobre planos e etc., Masimos para pôr um momento de descontração e percebe algo lhes analisando, não que fosse algo que de fato ele sentisse ou um tipo de sentido extra, mas aquela sensação de ‘estou cagando na mata e alguém está olhando? ’ Sim mais ou menos isso. Dito e feito a bela audição aguçada do leonino percebia as feras escondidas na noite.

O cigarro pode mostrar mais da aparência dos animais e de fato eram panteras, poderia se dizer que seriam parentes? Não, provavelmente não! Eram apenas uma ramificação bem, mas bem distante. “To achando que atrapalhamos o coito da madruga. Géh?!” Howker pensou enquanto analisava o corpo esbelto de ambos os felinos. Nesse instante Masimos ainda estava com seu nariz incapacitado, poderia tentar rugir e mostrar toda sua ferocidade e quem era o Rei da selva! Mas seu nariz talvez lhe impedisse por enquanto soltar algum rugido, pois poderia prejudicar ainda mais pela enorme pressão causada nas narinas. O casal de panteras não tinha atacado, talvez não quisessem briga, apenas estavam nervosos pelos Mink’s terem atrapalhado seu sono. – E aí beleza? Estamos só de passada, foi mal pelo barulho aí! Géh... vamos Ashuura, continua pelo caminho, já até esqueci esse o maldito caminho! GÁHAHAHAHAHA. Falaria de um jeito que se convence as feras que ninguém queria bater ou fazer algum mal para elas, era uma excelente vantagem para os humanoides poderem falar com todo tipo de animal. Pegaria firmemente no carrinho de mão e seguiria pelo caminho indicado por Ashuura, pois por ele ser um leopardino-coruja, conseguia enxergar na noite e Masimos não tinha esse dom infelizmente.

Se por acaso as feras não curtissem a proposta, tentassem atacar ambos os minks, o leonino estaria atento, não visualmente, mas sim auditivamente. Prestaria atenção nos movimentos na árvore, no rugido e principalmente em algum barulho que mostrasse que fosse algum ataque direto. As panteras poderiam não ser amigável e tentar atacar, seria logico que elas estariam sabe-se lá protegendo seu território, filhotes ou etc.., mas por sorte, Masimos e Ashuura entendiam as falas dos animais e o casal entendia as falas dos humanoides, dentro de um bom senso provável que não teria um ataque, pois humanos são atacados por não entenderem as feras e por caçarem as mesmas.

Se caso conseguisse ouvir algum barulho mostrando ser algum ataque, tentaria ainda forçar sua visão aguçada para identificar o movimento, usaria sua aceleração para uma esquiva para a lateral e tentar evitar o golpe, soltaria as garras deixando um leve barulho naquela floresta e proferiria no mesmo momento. – Gáh... estão esquecendo quem é o rei da selva, ´GÁHAHAHAHA! Asseveraria com intensidade em sua voz e deixaria sua face séria após sua risada terminar. Seu enorme corpo revestido por músculos esverdeados, ficariam flexionados e prontos para caso rolasse alguma batalha. Se as panteras não atacassem e o caminho que Ashuura guiava não tivesse nenhum transtorno, tentaria achar o bote e carregaria as coisas do carinho para dentro da pequena embarcação e levaria para o navio.



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Última edição por Marciano em Qua 02 Mar 2016, 15:19, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: 2 Cap: Reino, Caos e Tetas   2 Cap: Reino, Caos e Tetas - Página 2 EmptyQua 02 Mar 2016, 15:14

Quatro felinos em uma floresta, essa seria grande o suficiente para todos nós?


Acho que esse tal Kallif deve ser perigoso, seria ele inimigo ou um aliado? Não ficou muito explicito na fala do velho, mas esses eremitas, talvez ele me fizessem algo de útil, vou precisar ve-los com meus próprios olhos para ter certeza. -Se eles tiverem algo para eu transformar essa glicerina em nitroglicerina já vai me ser ótimo. Se não quiserem me ajudar, vou obrigá-los, isso é uma certeza. - Não era como se eu fosse deixar de fazer algo só porque não querem me ajudar, eu farei eles me ajudar.

Quando eu via ambos animais, por um segundo passava na minha cabeça que havíamos sido amaldiçoados, será que aquele velho era um bruxo...? Isso seria engraçado. Bem, também poderia ser uma consciência darmos de cara com duas panteras na floresta, na verdade fazia bastante sentido. - Desculpe atrapalhar, estamos só de passagem. Não viemos causar problema, só estamos indo para nosso navio.- Eu falaria em um tom de serenidade. Havia vários motivos para matar alguém na verdade eu nem precisava de um para fazer isso, no entanto dar de cara com dos animais em seu território era um motivo para não fazer isso, eu era um humanoide e sabia que nós éramos o pé no saco ali.

Eu voltaria a guiar o caminho, desviando um pouco para passarmos o mais longe possível das panteras sem perder a rota. Só tínhamos que voltar para nosso navio, acho que uma incursão pela floresta seria mais fácil de dia, e principalmente se o tritão estivesse conosco, afinal só eu conseguia enxergar no escuro. Puxando o meu carrinho de volta, eu continuaria a seguir pela rota para fora da floresta e de volta para a praia. Eu usaria o caminho para evitar os animais, uma luta ali a noite seria só um desperdício de energia e eu tinha em mente formas melhores para me divertir.

Eu não era burro, poderíamos ser todos felinos, ter instintos parecidos e ate por isso eu sabia que mesmo agindo daquela forma não havia certeza de não sermos atacados. E nessa situação, eu realmente era o único que poderia ter a vantagem a noite como os animais. Enquanto nos afastaríamos, eu me manteria olhando para eles, ate estarmos a uma distancia segura, e acenaria enquanto iria embora. Se eles nos atacassem teriam que saltar da arvore, ou mesmo saltar para nós atacar, como normalmente um predador faz, diferente de humanos. Eu esperaria ate o momento em que eles estivessem totalmente no ar e nesse momento eu prenderia minha respiração, com a fumaça do cigarro dentro de mim e saltaria para o lado já enquanto sacaria minhas armas, e então eu liberaria um jato da fumaça na cara da onça para deixá-la desorientada e daria dois tiros no tronco da fera, pois é o maximo que daria para fazer naquele meio tempo. As armas eram uma vantagem, não para mim, mas para Howker que poderia enxergar um pouco melhor não só com base no meu cigarro, mas também no rápido brilho das armas. - Parece que o bom senso esta em falta nessa floresta. - Daria uma leve risada e daria uma tragada no cigarro.
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MensagemAssunto: Re: 2 Cap: Reino, Caos e Tetas   2 Cap: Reino, Caos e Tetas - Página 2 EmptyQui 03 Mar 2016, 02:18

Com um estrondo como o de um trovão a luta começava, janelas caiam ao chão em torno da briga enquanto os movimentos eram feitos, em certo momento o gigante acertava um golpe certeiro no centurião que aguentava firme e forte.

- Ha! Você não vai conseguir me matar com isso monstro!

-Assim espero humano…


A criatura estava empolgada com o desafio lançado ali, parecia uma luta interessante, mas o centurião cometeu um erro que parece bem comum, ele feriu o gigante, apesar da dura pele, o sangue do tritão era derramado, se o centurião conhecesse Deep bem, talvez não tivesse cometido esse erro, ou talvez o erro fosse do tritão? Só se saberia isso depois, a questão aqui, é que não é inteligente enraivecer o escarlate tritão e se ferir não é algo que as pessoas gostam.

O tritão sentia a dor dos cortes, mas não caia em seus joelhos, não aquele tritão, não após aguentar anos de tortura do governo, ele podia até morrer naquela luta, mas morreria em pé, ninguém iria o colocar em seus joelhos, seu orgulho não se permitiria receber essa ferida.

-MALDITOOOOOOOOOOOO….


Deep gritaria em raiva enquanto giraria sem sair do local com um golpe horizontal de direita com o punho em uma altura rasteira.

O tritão então soltaria a ponta externa da corrente enrolada em sua mão esquerda e deixaria a corrente desenrolar de forma a segurá-la pela outra extremidade, logo em seguida Deep continuaria fazendo ataques cada vez mais furiosos e de ritmo rápido .

O tritão não ligava mais para auto-preservação, nada de mantenimento, apenas a destruição vinha a sua cabeça, apenas a fúria.

O tritão  começaria a atacar com socos e chicoteadas horizontais com a corrente, repetidas vezes, sempre que o centurião desviasse mantendo a proximidade, Deep giraria fazendo um golpe horizontal de punho na área ao redor de si tentando, para logo em seguida se jogar no chão no local para onde seu inimigo se projetou.

Caso o inimigo escapasse de Deep cair sobre ele, o tritão rolaria na direção na qual seu oponente desviou, tentando esmagá-lo e em seguida já esticaria o braço em uma pancada vertical com o punho para tentar alcançar ainda mais longe caso necessário.

Caso Deep conseguisse prensar o inimigo no chão de alguma forma, ele manteria o peso sobre o centurião mantendo um punho com o peso do corpo sobre ele, em seguida ajoelharia na parte inferior do torso do soldado de forma a seu tórax e cabeça estarem visíveis, retiraria com a mão direita sua dentição e usando ela de faca o tritão tentaria decapitar o oponente com um golpe vertical imitando uma guilotina.

Caso o gigante esteja jogado no chão com o oponente ainda liberto, este tentaria rolar até ficar de bruços e assim usar os braços para se levantar o mais rápido possível.

Se em algum momento Deep recebesse um golpe, ele moveria o membro atacado em um golpe contra seu agressor, ou até mesmo pode pular sobre o atacante caso a arte atacada não seja um membro ou o alvo esteja fora do alcance de um golpe com seu membro.

Caso alguma casa, barraca ou construção próxima da luta aparentasse ser passível de destruição pelo colosso submarino, este agarraria a construção com seus braços e tentaria puxá-la para esta desabar sobre seu oponente.

Supondo que algum poste ou haste esteja próximo e seja possível para o tritão movê-lo seja por facilidade de extração ou por fragilidade, Deep o agarraria e começaria a usar como porrete na mão direita.

Carroças, caixotes, barraquinhas de vendedores e objetos mais “leves” que estivessem próximos ao tritão, receberiam bordoadas de direita com a intenção de serem arremessadas contra o centurião.


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