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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 2 Cap: Reino, Caos e Tetas

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: 2 Cap: Reino, Caos e Tetas   2 Cap: Reino, Caos e Tetas Empty21/2/2016, 22:02

2 Cap: Reino, Caos e Tetas.

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) piratas Masimos, Deep e Ashuura. A qual não possui narrador definido.


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Suchiro
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MensagemAssunto: Re: 2 Cap: Reino, Caos e Tetas   2 Cap: Reino, Caos e Tetas Empty22/2/2016, 21:52

Vamos ver o que tem pra hoje.



Me diga, por que o mundo gira? Bem, qualquer resposta é valida, e essa sua resposta é valida para você, quanto a minha resposta é simples apenas o puro e velho desejo, desejo de vingança, desenho de destruir, todos tem seus desejos, mas apenas os fortes conquistam os seus desejos. A ultima coisa que lembrava era termos aportado, bem, como estávamos com aquele navio da marinha não acho que alguém iria nos incomodar. As lembranças do que havia acontecido no porto me faziam rir baixo, realmente aquele havia sido um belo massacre, e foi uma pena desperdiçar o churrasco que havia feito.

Eu caminharia andares e andares abaixo, descendo ate o ultimo nível, indo para a ferraria do navio, onde eu pegaria uma cadeira de madeira, depois procuraria no baú do antigo sargento alguns pregos e umas correntes ou fivelas de couro, colocaria as fivelas ou correntes e nos braços e nas pernas dianteiras da cadeira, e usaria os pregos para prender as correntes/fivelas e um martelo para pregar os pregos. Aquilo era a preparação para diversão que faria mais tarde. Desde que eu peguei os dois marinheiros que capturei, eu tenho um plano deveras divertido para eles. Esse era apenas o primeiro passo o que eu poderia chamar criar um nêmeses.

Sabe, se você quer brincar com alguém, você precisa saber os pontos fortes e fracos, e tudo que sabia sobre os marinheiros era. - Primeiro, Lince era forte, e era uma guerreira, Jin era ferreiro e marine, e pelo pacote de cigarros que achei com ele, ele também deveria ser fumante, e terceiro ambos pareciam ser próximos, um caso talvez? Melhores amigos? Isso só melhora, mas acho que essas informações não são o suficiente. - Eu subiria os andares, ate chegar no andar da sala do tenente, o final da vida dele foi de perder a cabeça. Eu entraria na sala, como já sabia os nomes, eu iria procurar, deveria haver algum documento, a ficha marinha e medica dos dois. Isso me daria uma ótima diversão, eu procuraria por seus nomes, Lince e Jin, depois bastava ler e saber tudo sobre eles, quais eram seus pontos fortes e fracos. Depois de terminar de ler eu colocaria no lugar, aquilo tudo era divertido, mas primeiro tinha trabalho depois a diversão.

Eu andaria pelo navio a procura de Howker, eu tinha que falar com ele. Ficar em um porto era perigoso, éramos piratas, mesmo em um navio pirata, alguma hora alguém saberia. Quando e se o encontrasse. - Howker, temos que sair daqui. Vamos aportar na beira da ilha, longe do porto, ou de qualquer civilização. - Eu colocaria uma mão no ombro dele e daria um sorriso debochado. - Porra, teu nariz ta acabado. Também vamos ter que achar alguém pra cuidar disso ai. Eu tenho um plano, vamos procurar uma vila pequena ou algo do tipo. Eu e você saímos floresta a dentro e encontramos, não vai ser difícil. Podemos conseguir bebida, coisas para melhorar esse navio e tornar ele um real navio pirata, mas por enquanto essa aparência é boa para um ataque surpresa. O tritão vai pela água, Akira e Magma vão com o navio, e atacam com os canhões. Eu aviso pro Magma tirar o navio do porto, avisa para o tritão e o pessoal. Talvez lá a gente ache alguém para cuidar desse teu nariz. - Eu falaria dando dois tapinhas no ombro dele e saindo.

Eu procuraria pelo inútil do Magma, serio, aquele atirador era pior do que eu se estivesse cego, tudo que ele fazia sem cagar tudo era pilotar, se não precisamos dele pra isso, eu explodiria sua cabeça. Eu procuraria por ele, se ele estivesse dormindo, iria acordar ele com um tapa. - Acorda vagabundo, vai pilotar. Vou puxar a ancora e abrir as velas, vamos para longe da civilização, temos que ficar longe de tudo, mas deixe o navio encostado na floresta, para podermos descer, uma praia de preferência. - Falaria quase como uma ordem para ele.

Eu subiria ate a parte de cima do navio, e começaria a puxar a ancora, depois eu soltaria as cordas dos mastros, para abrir as velas. - Já abri as velas e puxei a ancora, leva a gente para longe logo. - Eu falaria alto o suficiente para ele me ouvir. Eu iria subir ate o topo do mastro central, talvez conseguisse ver algo a partir dali, observaria a floresta, para tentar ver alguma vila em meio a floresta. Eu ficaria ali ate que o Magma me pedisse para jogar a ancora de novo. E então eu novamente fecharia prenderia as velas nos mastros e jogaria a ancora no mar.

Eu iria esperar Howker depois que parássemos o navio novamente. Quando o mesmo viesse, e se não viesse depois de alguns minutos, eu iria atrás dele. - Howker, vamos a procura de uma vila. Será mais fácil e menos perigoso e formos os dois, e com o tritão aqui o navio esta seguro.  - Eu falaria para ele, já indo para fora do navio. Se eu tivesse visto algo do alto do navio, alguma vila pequena, eu iria naquela direção, mas se fosse o contrario, algo muito grande, eu iria para o lado oposto. Na situação de não ter visto nada de útil para isso, eu escolheria uma direção, talvez se visse uma trilha ou algo do tipo que fizesse parecer que pessoas já foram por aquele caminho, se não houvesse nem isso apenas escolheria um caminho aleatoriamente. Se eu tivesse visto algo, nessa situação eu diria. - Eu vi algumas coisas por esse caminho, talvez achemos uma vila. - Falaria animado.

Historico do Katsui:
 

Objetivos:
 

OFF:
 

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narração:
fala
Narração


Última edição por Suchiro em 22/2/2016, 22:59, editado 1 vez(es)
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Marciano
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Marciano

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MensagemAssunto: Re: 2 Cap: Reino, Caos e Tetas   2 Cap: Reino, Caos e Tetas Empty22/2/2016, 22:41

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Vivendo no Limite Barganhando com o Diabo!

O balanço do navio talvez para muitos fosse enjoativo ou repugnante, mas para a besta esverdeada era como um berço balançando um neném. Masimos se encontrava na ponta da frente do navio, teria ido anteriormente após um breve diálogo com o navegador. A noite era intensa e as aves com seus sons estranhos deixavam a noite ainda mais melódica. Os olhos do Mink leonino não mudavam de direção, eles apenas visavam a tão famosa ilha de Lvneel, era conhecida por seu reino rico e suas fabulas encantadoras. O navio atracava no porto, um lugar não favorável no momento, pois estavam possivelmente sendo caçados pela marinha. Claro que haveria navios da marinha no porto era o reino onde possuía um próprio quartel da marinha, mas por sorte era noite e a maioria estava dormindo ou fazendo suas rondas, se bem que muito dos marines daquele local possivelmente fosse vagabundo, já que o reino tinha seus próprios guardas.

Masimos ao analisar o porto, percebeu algumas pessoas transitando pelo local, obvio que sua visão lhe permitia enxergar de longe, isso permitia ficar escondido. Deep o tritão gigante, estava na água e era o único que poderia realmente entregar os piratas, pois logico que achariam estranho um tritão marinheiro, tal coisa não existe pelo maldito preconceito. “Géh. Seria uma boa ideia sair do porto, procurar um local menos chamativo e esconder o navio até eu fazer algumas alterações, preciso tirar esse símbolo ridículo da marinha e pôr o do bando! ” Howker pensativo enquanto caminhava em direção ao navegador, o louro de cabelos espetados. – E aí lourinho... seguinte, vamos sair desse porto, porque ficar aqui é idiotice! Tenta achar um local menos chamativo, de a volta pela ilha e ache uma praia que tu possa atracar de boa! Proferia enquanto mantinha seu sorriso grotesco, daria um tapa no ombro do membro da tripulação. Enquanto isso o leonino estava prestes a procurar pelo seu companheiro animal, mas nem precisou, não demorou muito para achar Ashuura, um Mink leopardino muito louco e muito sádico, mas gente fina afinal de contas. Ao ouvir as falas do mink, Masimos lhe responderia com um leve sorriso também. – Sim, já falei com o espetado ali para sairmos daqui ele vai achar um local para ficarmos por enquanto! Meu nariz?! Falaria ao tentar olhar para o mesmo e perceber o estrago que estava. – Ahhhh... agora faz sentido, por isso eu não estou conseguindo sentir os cheiros diferentes! Géhe. Proferia ao tocar em seu nariz machucado e se dar conta do que ocorria. Após ouvir todo o plano do sádico leopardino, Masimos colocou os dedos sobre o queixo mostrando estar pensativo, sua face risonha agora virava um rosto sério. A Fera esverdeado realmente pensava sobre as falas do loiro, faziam muito sentido e de fato era um bom plano. – Okay... é um bom plano e eu não estou a fim de pensar muito GÁHAHAHAHAHAHA! Falaria ao esboçar um sorriso mais alegre e também intimidante, pois o tapa no ombro seria forte, tal afeto mostrando ter gostado das falas do garoto. “Puta merda, tem que avisar o gordão! ” Pensaria ao se ligar que Deep estaria sobre a água, andaria até a borda do navio e com sua visão tentaria achar o tritão, assim que o avistasse, faria um sinal para ele e sem delongas falaria. – Aí grandão, vamos sair do porto para não dar sopa pra marinha! Eu tenho um plano, depois te explico, segue o navio aí, depois pego umas Biras pra nós beber. GÁHAHAHAHA! Sua risada medonha e grotesca era costume em suas falas.

Após avisar o tritão, seria escolha ele seguir ou não, mas seria tolice ficar no porto e poder ser preso para marinha, pois Lvneel era um local de homens fortes, pelo menos é o que diziam antigamente... se bem que para aquele gigante pouco ele se importava, o negócio dele era comer, beber e chutar as bundas dos marinheiros! Nada que Masimos também não gostasse, a única coisa que era melhor que tudo isso era pegar nuns peitões bem volumosos. “Háaaa, vontade de pegar nuns belos peitos grandes, sedosos e bem macios... como serão os peitos da família real?! ” Enquanto pensaria coisas idiotas, sua velha mania de coçar o saco era algo importuno e bem nojento, mas impossível de não saciar. Incrível era que sempre que pensava em tetas, sua mania de coçar o saco vinha à tona. Esperaria o piloto parar o navio próximo do local indicado por Howker e então daria uma boa olhada em volta, para ter certeza do local, ser era bom ou não. Ashuura vinha novamente falar com Masimos, o Mink leão prestou atenção e acenou com a cabeça concordando com o leopardino. - Magma e Akira, icem as velas e fiquem de olho no navio, falem pro grandão proteger bem nosso navio e puxar a Âncora, se qualquer um se aproximar, pode falar para ele fazer o que quiser, apenas relaxem, eu e o Ashuura vamos dar uma banda na vila mais próxima, vou cuidar do nariz e ver o que mais a vila pode oferecer! Falaria ao olhar com sua face séria dessa vez para ambos os tripulantes. – Partiu então! Após falar saltaria do navio até o solo firme da ilha, colocaria pés e mãos para amortecer o impacto. Arrumaria seu machado pra que ficasse preso na lateral de seu corpo, amarraria a ponta do machado na bermuda de brinde, deixando-o assim de cabeça para baixo.

Ao avistar o local, Masimos buscaria uma floresta, era mais do que obvio que teria naquela ilha, começaria a andar com Ashuura, ambos possuíam bons sentidos, mesmo que Howker tivesse um deles prejudicado, ainda tinha outros! Tentaria buscar luzes de alguma direção e caso avistasse faria sinal para o leopardo e faria outro sinal para seguir, não falaria nada para não dar sinal no local, seguiria seu instinto e de certa maneira ambos possuíam por serem Minks. A comunicação era mais fácil entre eles. Caso não avistasse nenhuma luz ou algo do gênero, tentaria com sua visão e audição achar algum animal, talvez uma lebre, um gamba, esquilo, guaxinim, lobo ou pássaro, qualquer animal e usaria sua vantagem língua Zooglota, onde podiam se comunicar com animais. Se fosse alguma fera nervosa ou com fome, tentaria ser amigável inicialmente. – E aí amigo... fique calmo, ninguém vai te fazer mal, só queríamos saber se tem alguma vila por aqui? Por acaso tu já viu algum humano em algum tipo de acampamento ou algo desse tipo? Persuasão nunca foi o forte de Masimos, era realmente algo que ele deveria se dedicar, mas para animais talvez isso pouco importasse. Sua face esverdeada e sua presença intimidadora mesmo que a força talvez forçasse o animal a responder. Caso tivesse sua resposta, faria um carinho no animal e começaria a andar até a direção indicada. Cuidaria seus movimentos para não chamar atenção, claro que um humanoide de 3 metros chamava bastante, porém Howker possivelmente estaria na selva e isso era seu habitat natural, sabia andar pelo local desde novo!



Histórico:
 


Objetivos Aventura:
 

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~Fala / Narração

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MensagemAssunto: Re: 2 Cap: Reino, Caos e Tetas   2 Cap: Reino, Caos e Tetas Empty23/2/2016, 15:57

Deep estava em seu recanto marinho, havia dormido em algum canto no fundo do mar após cair de bêbado do barco por tomar cinco barris de bebida. O tritão grogue não procurou olhar onde estava indo dormir antes de tirar sua soneca então não fazia a mínima ideia daonde estava, mas provavelmente estava perto da ilha para a qual seu grupo rumava.

Os cinco barris de bebida ainda lhe mandavam lembranças com a dor de cabeça de uma ressaca daquelas, o Deep já era um ser de péssimo temperamento, mas de ressaca quem passar em sua frente é melhor sair de perto bem rápido.

-AHHH PORR*… Ahhh… Minha cabeça dói quando grito… Mas que belíssima PORR*... Aaaai cacet*...

A própria voz alterada lhe causava dor e isso dava mais ira ao tritão que acabava por falar mais alto mesmo estando tentando baixar a voz, ou seja… Nas palavras dele mesmo:

-...Mas que situação do caralh*...

O tritão levantaria meio zonzo com a mão esquerda apalpando a testa, a direita coçando a bunda e seus pensamentos presos em suas ações anteriores.

“... Ahhh que merd*... Talvez eu devesse tomar isso como lição, parar de caçar confusão e beber, assim eu evitaria ressaca no futuro…”

Deep pararia um minuto revirando esse pensamento e pesando os acontecimentos.

“Naaahhh… Só nunca parar de beber que nunca vem a ressaca… Gruahahaha… Fod*-se mundo eu sou um gênio…”

Se algum ser vivente estivesse olhando a situação do tritão, o mesmo viraria para esse e mostraria o dedo do meio da mão direita logo antes de erguer a voz:

-QUE FOI? Vai encarar mermão? Quer treta é?

Ao mesmo tempo Deep se arrependeria com a dor de cabeça que viria de sua gritaria e soltaria uma movimentação espontânea de boca que não soltaria som, mas seria visível a qualquer um que o movimento era ele falando sem som um sonoro “BOST*”

Apesar da vontade de beber, Deep não queria chegar tão cedo na ilha, ele iria atrapalhar os rapazes do bando em seus planos ao causar confusão. A criatura pensava em beber, mas não podia ir na ilha, mas algo explodia em sua cabeça e não era a dor, era uma ideia, talvez algum barco estivesse com bebida, ele podia pegar, mas ele precisaria de algo mais além de seus punhos.

Deep então nadaria próximo ao fundo, procurando grandes pedras partidas ou barcos afundados, correntes largadas pelas embarcações ou qualquer coisa grande o suficiente pro gigante poder usar como arma.
off:
 

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-Fala de personagem...
"Pensamento de personagem"

Cor do Deep
Cor do Tesla
Cor do Voltz



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Levy
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MensagemAssunto: Re: 2 Cap: Reino, Caos e Tetas   2 Cap: Reino, Caos e Tetas Empty24/2/2016, 12:48

~ Narrador ~
1. Bem vindo a Lvneel...

A noite é expectadora privilegiada, dos desejos mais sublimes e mais infames que uma alma pode ter. Os viajantes a conhecem, os amantes a preferem e os poetas se apropriam de sua luxúria para encantar a boemia que não sabe viver sob a luz do dia. Todas as criaturas lhe têm apreço, mas algumas anseiam mais por sua vinda, os homens e os monstros não são tão diferentes neste aspecto, todos eles se encontram vez ou outra dentro da penumbra onde seus demônios cobram o preço da sanidade por suas ações, mas em outras vezes é nela que sua diversão inesquecível lhes completa aquele vazio de existência natural dos viajantes. Ora, se estivessem satisfeitos e completos não estariam sempre buscando algo mais, e nessa busca a parada em Lvneel era particularmente mais saborosa para estes últimos, que vivendo por esses desejos itinerantes, que ei de frisar, ora sublimes, ora infames, procuravam coisas bem específicas nessa estadia.
 
Nessa faixa de terra acima do nível do mar, conhecida a tanto tempo por ser a ilha da família Montblanc, o clima estava um pouco mais quente do que as pessoas do lugar estavam acostumadas. As janelas abertas numa vã tentativa de deixar os ambientes mais agradáveis, apenas conseguiam uma brisa para amenizar o calor, e com isso as luzes das casas e da rua se misturavam e podiam ser vistas ao longe pelo visitante que estava no porto, e este podia se animar pois saberia que já nas docas havia alguma acolhida da vida noturna do lugar. As mulheres da noite esperavam a hora certa para ganharem as carteiras dos trabalhadores do dia, e estes depois de saciarem a sede de álcool estavam à mercê dos caprichos dessas damas astutas. É admirável o quão simples é acalmar o coração dos homens, e num reino prospero como esse as pessoas satisfeitas festejavam ainda mais, e os bêbados eram menos estúpidos e mais limpos, e essa felicidade era contagiante, mas um cético poderia dizer que é contagiante até demais, e quem saberia se tudo isso era apenas a velha calmaria antes da tormenta.

Aparentemente a Monster Squad acreditava que essa ilha era dominada pela marinha, e basearam seus planos nisso, mas não havia um navio sequer desse tipo no porto, ainda assim pautaram suas ações sob esta égide e agora certamente descobririam mais tarde, quem dá as cartas no lugar.

***

Ashuura acreditava que um navio da marinha estava seguro aportando durante a noite, e por isso foi direto descendo para a ferraria do navio a fim de começar a implementar seus planos, descobriu que o lugar precisava ser abastecido, pois havia muito pouco do que precisava para a simples tarefa de prender uma cadeira, ainda assim conseguiu fazê-lo, e após suas deduções pessoais subiu as escadarias procurando pela cabine do capitão, era um quarto simples, mas bem organizado, os pertences do capitão ainda estavam nas gavetas, e num arquivo de metal encontrou algumas pastas, o nome de Lince e Jin estava entre elas, uma ficha detalhada de seus testes de aptidão, e sua ficha médica, mas havia uma descrição rasa sobre a história de cada um deles. Jin era órfão e praticou vários delitos na infância, até que um soldado poupou sua vida numa incursão fazendo-o prometer que seria diferente, e que faria algo nobre com o resto de sua vida, que serviria a justiça, e pode-se dizer que o homem é incorruptível desde então. Já Lince teve um berço abastado, mas com um pai ausente. A morte precoce da mãe em um acidente marítimo quando ela tinha apenas dezesseis, fez com que ela decidisse sair e se alistar, e apesar da idade, a garota passou nos testes com louvor, aparentemente ela teve treinamento físico desde cedo, no entanto havia algumas marcações onde ela insistia em ajudar muitos recrutas, o que indicava que havia por onde explorar alguma fragilidade em sua personalidade aparentemente forte.

Howker apreciava o balanço do mar e se sentia bem com o rumo que as coisas estavam tomando, obviamente haviam pessoas nas docas, mas o leão esverdeado preferia uma abordagem menos chamativa, pelo menos a princípio, e consciente sobre os integrantes de seu bando começou dando ordens para o navegador dar a volta na ilha e procurar um lugar diferente para aportarem, o mesmo deu cabo das ordens resmungando alguma coisa inaudível até para uma fera com sentidos aguçados. E após os preparativos a partida foi um processo lento, pois o vento da noite estava calmo, e assim o navio se deslocava bem devagar se afastando da costa. E só então depois que o navio já estava se movendo que o mink leopardino subia ao deck para encontrar o capitão.

Howker, temos que sair daqui. Vamos aportar na beira da ilha, longe do porto, ou de qualquer civilização. Porra, teu nariz ta acabado. Também vamos ter que achar alguém pra cuidar disso ai. Eu tenho um plano, vamos procurar uma vila pequena ou algo do tipo. Eu e você saímos floresta a dentro e encontramos, não vai ser difícil. Podemos conseguir bebida, coisas para melhorar esse navio e tornar ele um real navio pirata, mas por enquanto essa aparência é boa para um ataque surpresa. O tritão vai pela água, Akira e Magma vão com o navio, e atacam com os canhões. Eu aviso pro Magma tirar o navio do porto, avisa para o tritão e o pessoal. Talvez lá a gente ache alguém para cuidar desse teu nariz. O leão respondia.

Sim, já falei com o espetado ali para sairmos daqui ele vai achar um local para ficarmos por enquanto! Meu nariz?! Ahhhh... agora faz sentido, por isso eu não estou conseguindo sentir os cheiros diferentes! Géhe. Okay... é um bom plano e eu não estou a fim de pensar muito GÁHAHAHAHAHAHA!

Depois da conversa e da troca de amenidades, Masimos se lembrou de avisar o tritão, mas sua visão por mais que fosse aguçada, não alcançaria o lugar onde Deep estava dormindo devido à falta de luz, durante a noite o fundo do oceano é tão escuro quanto uma caverna, ainda assim sem saber se o grandão ouviria resolveu gritar e ao final gargalhava como de costume. Aí grandão, vamos sair do porto para não dar sopa pra marinha! Eu tenho um plano, depois te explico, segue o navio aí, depois pego umas Biras pra nós beber. GÁHAHAHAHA!

Akira e Magma davam conta do navio, e enquanto ele se afastava Howker não tinha a mínima ideia de onde estaria o enorme tritão e acabou distraindo-se com seus próprios pensamentos lascivos. Ashuura iria ajudar na partida, mas não precisava, então subiu no mastro principal do navio para ter uma visão melhor, e apesar da floresta costeira ser bem fechada, podia ver sobre a copa das árvores alguma atividade animal, e mais ao longe as fracas luzes do que poderia ser uma pequena clareira no meio da selva, alguma civilização desconexa da cidade central. E por estar nessa posição privilegiada pode ver também na direção de onde vinham uma enorme movimentação das águas, como se uma baleia estivesse na costa, mas poderia deduzir que fosse a movimentação de Deep se afastando mais para longe.

Deep parecia estar com ressaca, uma daquelas, mas suas reclamações não podiam ser ouvidas daquela profundidade, afinal escolhera procurar alguma fenda ou caverna marítima, e por isso precisaria estar longe da costa arenosa da praia. E quando levantou, sua movimentação e sua reclamação final fizeram o fundo do mar se agitar, não o bastante para ser percebido, mas depois que resolveu se movimentar sim. Essa ideia de procurar alguma coisa no fundo do mar era interessante, mas durante a noite, até para um tritão a visão é mínima, como se enxergasse apenas a si mesmo e talvez um ou dois metros a sua frente. Havia resolvido procurar algum naufrágio, e em outras condições talvez tivesse sucesso, então procurou pelo fundo do mar por algo que pudesse usar como arma, mas não haviam pedras no formato que desejava, ou apenas não as havia encontrado, e quando estava já retornando para a praia pode encontrar uma corrente antiga, encrustada de algas e líquens, mas talvez servisse a seu propósito, teria a sua disposição a corrente de algum antigo navio, ou uma sobra já que não havia o peso da âncora no final, cerca de quatro metros de uma corrente pesada de embarcação. E no porto haviam pelo menos três navios de pequeno porte, haviam barris no convés, será que teria sorte?

Se tirasse a cabeça para fora da água poderia ver o navio de seus companheiros circulando a ilha, e apesar de colocar suas ambições sempre antes das dos outros, Deep não queria atrapalhar ninguém, nem causar uma confusão indesejada, pelo menos não agora, então vejamos qual grau de sutileza o grandalhão usaria em sua próxima abordagem. Enquanto isso Ashuura e Howker encontravam um lugar para aportar, a mata ali era densa e não havia porto, teriam de ancorar e seguir num barco menor, ou a nado. Se fizessem isso encontrariam um mangue, bastante pegajoso, poderiam se apoiar em galhos e trepadeiras para melhorar seu deslocamento, e usando de suas garras tudo ficaria mais fácil. O mink leopardino gostaria que Deep estivesse guardando seu navio, mas ele tinha seus próprios planos, e o leão esverdeado tentava não intimidar os animais do lugar, mas era difícil, até que um bugio que estava dormindo num buraco de árvore lhe deu atenção. E aí amigo... fique calmo, ninguém vai te fazer mal, só queríamos saber se tem alguma vila por aqui? Por acaso tu já viu algum humano em algum tipo de acampamento ou algo desse tipo? Apesar do animal não ser muito inteligente ele respondeu como pode. Muita comida... Buraco... Pegar... Sair... Fogo... Dama da Noite... Então o macaquinho saiu antes que a fera pudesse agradecê-lo, Howker não estava sentido o cheiro mas Ashuura sim, e se seguissem o rastro dessa flor peculiar chamada de Dama da Noite, encontrariam o que procuravam. Uma vila com cerca de cinco casas e um pequeno armazém, um pouco mais além uma construção maior e mais fortificada era a única coisa destoando no lugar, parecia exatamente o que estiveram procurando.

OFF:
 

Citação :
Legenda: Personagens / NPC's

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MensagemAssunto: Re: 2 Cap: Reino, Caos e Tetas   2 Cap: Reino, Caos e Tetas Empty24/2/2016, 19:26

Só observo.


Eu seguiria, indo pelo barco, depois seguindo o animalzinho, ate chegarmos na vila.Uma pequena vila, parece que acertamos, e tenho que dizer o Howker foi inteligente em pedir ajuda do animal, vou me lembrar disso. O único problema era aquele prédio grande, um QG da marinha? Talvez, com sorte fosse só uma igreja ou casa de um homem rico, lugares onde tem coisas de valor, só que realmente não era isso que estava a procura, precisava de material para produção.

Howker, eu vou me vestir com a roupa de marine e ir averiguar, posso ficar na escuridão, eu consigo enxergar no escuro. Você aprendeu a arrombar portas quando levou a garota, não foi? Ela me disse que sabia fazer isso. Entra no armazém, se houver alguém ali dentro, você não mata, quero informações sobre a ilha e esse lugar, e também temos que saber onde achar um medico pra você. No armazém, vê se consegue material para explosivos, pólvora, fios, metal, eu preciso desse tipo de coisa para fazer armas e equipamentos para depois. Se houverem vários, deixe pelo menos um vivo, e por favor, tenta não fazer barulho. Se não conseguir entrar ou houver algum problema, nós encontramos na praia.Se eu não aparecer depois de um tempo, considere que fui pego pela marinha ou outro grupo. - Eu falaria com total seriedade, em um tom baixo para que ninguém além de nós escutasse, se houvesse algum capitão da marinha nós dois não teríamos chance, principalmente porque iriam ter outros marinheiros com ele.

Depois que terminasse de falar, já começaria a tirar a minha roupa, e trocar pela de marinheiro, havia pego elas por outros motivos, mas agora eram bastante úteis, eu colocaria o kit completo, e passaria minha cauda por um buraco que já havia feito antes. Eu andaria por entre a floresta, para ficar próximo ao prédio, mas não sairia da escuridão, eu daria uma boa observada no prédio, vendo a estrutura, portas de entrada e saída, eu me moveria pela escuridão para ver diferentes ângulos, queria ver se aquele lugar era da marinha ou outra coisa. Depois de checar se era um prédio da marinha, eu continuaria a me mover pela escuridão, devagar e abaixo, passando pela a escuridão que cercava a vila, eu olharia por dentro das casas, e ate dos armazéns, eu contaria pelo tamanho e formato das casas a media de pessoas que poderia haver ali, e ainda da escuridão olharia pelas janelas para talvez ver alguém.

Eu não poderia chamar muita atenção, e também não era o melhor, com muito azar talvez alguém ouvisse barulhos, me ver era pouco provável, mas seguro morreu de velho. Se houvesse uma luz, ou alguém se aproximando, eu iria para de trás de alguma arvore ou arbusto, em ultimo caso, me deitaria no chão para diminuir minha presença. - Agora vem a pergunta, por que não explodir os miolos deles? Porque causaria pânico. E qual o problema disso? Causar o pânico, matar e destruir tem seus momentos, no entanto quando melhor planejado e mais bem preparado, melhor e mais prazeroso é quando executado. - Meu mundo era divertido, mas torná-lo sensacional era um trabalho que eu fazia questão de fazer.

Depois de terminado eu iria ir olhar detrás do armazém de novo, queria ver se estava indo tudo bem com Howker, eu olharia se ele havia entrado, e se estivesse entrado, eu olharia pela entrada de longe para tentar ver algo, e se ele estava em algum problema. Se ele começar a causar agora pode ser que tudo venha por água abaixo.
Historico do Katsui:
 

Objetivos::
 

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Marciano
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MensagemAssunto: Re: 2 Cap: Reino, Caos e Tetas   2 Cap: Reino, Caos e Tetas Empty24/2/2016, 22:57

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Vivendo no Limite Barganhando com o Diabo!

Após tentar um diálogo com o animal, Howker apenas identificava palavras meio sem sentido no momento. Ashuura tomava a frente e o leonino lhe seguia, não demorava muito para os humanoides chegarem próximos de uma vila, não era muito grande pelo jeito, mas era ideal. Algo perturbava o leopardino e de fato Masimos também, pois lá haviam algumas casas, um armazém e uma construção bem fortificada, quartel da marinha, talvez sim talvez não?! Mas nem deu tempo de se divertirem e já teriam que lidar com a marinha de novo, um puto porre, esse era a sensação do leão naquele instante. O loiro começava a dialogar com algum tipo de estratégia ou plano, nada muito elaborado até porque ninguém era estrategista ali, não que Masimos fosse burro, mas nem chegava perto de um bom planejador.

Ashuura começava a proferir suas falas em uma tonalidade que parecia séria, o monstro esverdeado apenas tenta raciocinar junto do loiro. “Ele enxerga no escuro, será que ele é uma mistura de humano-leopardo-coruja? ” Algo sem sentido em se pensar, mas quem não ficaria encucado com alguém que possa enxergar na escuridão. Howker sabia que existiam diversos animais que possuíam visão noturna, mas era algo muito raro. “Pelo que eu entendi é só ir no armazém, dar uma olhada na parada e ver se tem alguém de bobeira ali, daí eu capturo e pego algumas informações, nada de difícil! ” O leonino pensaria por alguns instantes enquanto ouvia o termino das falas do ferreiro. – Relaxe, se tu for pego pela marinha eu vou lá chuto a bunda deles e te trago de volta, vai tranquilo brow! Masimos não era nem um pouco persuasivo e se quer tinha habilidades de líder, mas pouco a pouco, ele ia criado laços ao começar a liderar e tentar inspirar seus amigos. Não era algo difícil, mas nem fácil... todavia não tinha pressa em aprender a ser um bom líder, mas tinha que começar do zero. Tentou passar confiança para Ashuura em suas falas e logo viu o leopardo seguir seu caminho. Howker obviamente tentaria seguir por dentro da floresta dando a volta para tentar chegar mais próximo do armazém, não ia simplesmente sair em linha reta, pois poderia ser visto e arrumar treta logo naquela noite. Tentaria andar lentamente para não fazer barulho, ele não tinha habilidades furtivas e seu tamanho era bem avantajado, porém era noite e isso talvez lhe salvasse. Passo a passo em direção ao armazém, cuidando para não se pechar nas arvores, usando suas mãos para lhe guiar naquela noite extremamente escura, as luzes do local provavelmente iluminariam grande parte, mas talvez o local onde Howker caminharia não tivesse luz. Seus passos seriam firmes sobre o solo e suas mãos ficariam levantadas na altura de seus ombros, seus cotovelos flexionados e assim andaria até o armazém.

Caso chegasse no local, tentaria com sua visão e audição aguçados analisar o ambiente, caso não tivesse ninguém andaria até alguma porta que tivesse encontrado, se não tivesse avistado nem uma, procuraria calmamente pelo local até achar. Chegaria na porta e viraria a maçaneta, caso estivesse fechado, soltaria sua garra do dedo indicador de cada mão e usaria suas habilidades em arrombamento para entrar. Teria cuidado para não fazer barulho ou pelo menos amenizar e assim que achasse o ponto da fechadura, destrancaria ela e entraria agilmente. Como sua altura é elevada para humanos, ficaria agachado com suas mãos no cão e joelhos bem flexionados, como de fato uma besta anda. Tentaria manter a descrição e analisar o local para ver como era dentro e o que teria naquele lugar. Se em qualquer momento aparecesse algum humano e avistasse Masimos, o leonino se colocaria de pé ficando ereto e tentando intimidar o humano sem se quer falar nada, sua face geralmente risonha, estaria bem séria e sua testa franzida.

Usaria sua aceleração para tentar agarrar o humano e asfixia-lo durante alguns segundos apenas para nocautear, não tinha intenções de matar ninguém. Pegaria o humano e colocaria apoiado em alguma parede ou estante. Caso tivesse mais de um humano, após nocautear um do mesmo modo citado anteriormente, partiria novamente para cima do outro, porém dessa vez usaria sua mão direita visando pegar na boca do reles humano e com suas garras da mão esquerda soltas faria um sinal de silencio ao direcionar seu indicador na sua boca. – Se você se mexer morre, se você tentar fugir morre, se tentar gritar morre... agora se entendeu acene com a cabeça?! Proferia utilizando sua intimidação e aparência grotesca como de costume e voltaria a falar. – Tu é médico? Se não for tem alguém daqui que seja? Após fazer sua perguntar, tiraria agilmente a mão da boca do humano e pegaria na garganta, para caso ele tentasse gritar no mesmo instante fazer ele parar, mas caso ele respondesse numa boa visando não querer morrer, não que Masimos fosse de fato matar, estava apenas querendo informações e amedrontar o humano, voltaria a proferir com sua voz baixa e grossa. – O que é esse local e qual nome dessa vila? Ouvira atentamente enquanto manteria sua expressão horripilante e insana.

A Besta Pandemoniaca deixaria seus ouvidos atentos a possíveis sons de passos ou vozes que pudessem ser ouvidos de longe, caso ocorresse isso, tentaria se esconder entre algum local, levando o humano junto. Analisaria quantos eram e o que fariam naquela hora da noite. Se tivesse todas as respostas, ficaria um tempo pensando sobre as informações e sobre o que fazer.



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~Fala / Narração

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Última edição por Marciano em 25/2/2016, 13:08, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: 2 Cap: Reino, Caos e Tetas   2 Cap: Reino, Caos e Tetas Empty25/2/2016, 02:27


Uma corrente  a muito no mar, cheia enferrujada e suja, uma arma digno de um macho e ninguém mais macho nos blues do que um tritão de dez metros barbado e que parou uma machadada com o rosto. Exceto talvez os cavalos marinhos, eles carregam o bebê no lugar das fêmeas e um parto doi para uma caralh* sabia? De qualquer forma o tritão na praia estava tranquilo com sua nova “arma”, mas sua cabeça ainda doía e sua garganta ainda estava, não seca realmente, porque céus ele acabou de sair da água, mas sedenta de água que passarinho não bebe, se é que me entende,
O fundo do mar estava negro como um véu de morte e pondo a cabeça para fora da água ele via que estava um breu de doer, não via um palmo a frente do nariz, seria isso alguma falta de lua ou… Eta caceta, ele tava de óculos escuros… O tritão erguia os óculos de forma a estes se apoiarem na testa e suspirava perante sua própria falta de atenção. O tritão agora podia ver melhor e avistava o barco de seus companheiros atracados, ele não tinha desejo de encontrá-los tão cedo, muito menos de ficar no barco como algum cachorrinho de madame, mas semi cego ele acabou tomando a mesma direção, porém a resposta para isso era simples e bem comum pro tritão.

-Foda-se…

Dizia o tritão erguendo um dedo do meio em direção ao barco e apontando sua caminhada para o lado contrário ao barco, se ele queria beber teria que interagir com alguém e havia barcos além do de seus comparças no porto, mas Howker havia comentado sobre bebidas de primeira em Lvneel e bebidas de primeira são caras, então estariam com os ricos, não no porão de barcos em um porto no meio do c* do mundo.

Deep sairia da água e iria em direção aos barcos, se visse alguém, ergueria a voz e diria para este:

-Hey tampinha… Onde os mais ricos moram nessa merd* de ilha?

Caso recebesse uma resposta, Deep rumaria em direção a este lugar e caso barracos, árvores ou qualquer coisa menor que ele estivesse no caminho, ele empurraria, chutaria ou passaria por cima.

Caso não recebesse uma resposta o tritão apenas reviraria os olhos e ergueria o dedo do meio da mão direita para quem não o respondeu logo antes de sair andando pela ilha buscando avistar luzes e casa mais vistosas em seu campo de visão.

No caso de a pessoa falar que não sabe, Deep reviraria os olhos e diria:

-Humph… Obrigado por porr* nenhuma colega… Que queime no inferno com demônios usando sua raba de pinico…


Enquanto anda Deep enrolaria a corrente em sua mão esquerda como uma grande, enferrujada e pesada luva.

Deep seguiria seu caminho sem ligar para nada que ninguém falar, gritar ou berrar, exceto é claro para o caso de alguém xingá-lo, nesse caso ele pararia, tiraria cera do ouvido com o mindinho e diria:

-O que voçê disse? Eu acho que tinha um pouco de alga no meu ouvido.
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MensagemAssunto: Re: 2 Cap: Reino, Caos e Tetas   2 Cap: Reino, Caos e Tetas Empty26/2/2016, 18:52

~ Narrador ~
2. Planos e preces...

O tempo é relativo... mas discordo. Pude observar o intervalo necessário para circular uma ilha com pouco vento, e aquele necessário para encontrar ao acaso, algo que servisse como arma, e parece realmente que são bastante distintos, e ao mesmo tempo tão similares que seria difícil dizer quem foi que fez o primeiro movimento que levou tudo a perder. A noite escura, sem lua e estrelas, parecia querer um pouco mais do que ser expectadora, e por ser tão exigente tudo que acontecesse dali em diante, certamente mudaria a vida de todos em Lvneel, sem exceções.

***

Ashuura começou a se despir ao lado de Howker para colocar a roupa de marinheiro, a pouca luz que vinha principalmente do armazém, já que estava mais perto, permitia que ambos tivessem liberdade para escolher onde pisar, principalmente o leão, já que o leopardo podia enxergar no escuro. Ainda assim, falhavam miseravelmente em ser discretos, as plantas e as folhas da selva faziam um barulho característico, mas não muito chamativo, se soubessem ser mais furtivos talvez tivessem maior êxito em sua incursão. Howker, eu vou me vestir com a roupa de marine e ir averiguar, posso ficar na escuridão, eu consigo enxergar no escuro. Você aprendeu a arrombar portas quando levou a garota, não foi? Ela me disse que sabia fazer isso. Entra no armazém, se houver alguém ali dentro, você não mata, quero informações sobre a ilha e esse lugar, e também temos que saber onde achar um médico pra você. No armazém, vê se consegue material para explosivos, pólvora, fios, metal, eu preciso desse tipo de coisa para fazer armas e equipamentos para depois. Se houverem vários, deixe pelo menos um vivo, e por favor, tenta não fazer barulho. Se não conseguir entrar ou houver algum problema, nós encontramos na praia. Se eu não aparecer depois de um tempo, considere que fui pego pela marinha ou outro grupo. A resposta era tranquilizadora, mas apenas para o caso de Ashuura ser pego, todavia Howker parecia se esquecer do plano e disse em alto e bom som. Relaxe, se tu for pego pela marinha eu vou lá chuto a bunda deles e te trago de volta, vai tranquilo brow! Segundos depois ainda haveria silêncio absoluto no vilarejo.

A clareira era apenas grande o suficiente para abrigar as casas e o que se poderia chamar de um quintal de cerca de 10 metros de raio em volta delas, pois não havia plantações, nem áreas sociais como uma praça ou fonte. Devagar para evitar o barulho demasiado, moveu-se em volta do vilarejo, e enquanto permanecia na mata observou pela janela das casas, simples de apenas um cômodo e poucos pertences, que haviam pessoas dormindo ali sossegadas. O armazém de alvenaria teria três ou quatro vezes o tamanho de uma das casas, uma porta de entrada e outra dos fundos, bem como janelas com barras de ferro.

Já a construção fortificada estava um pouco mais longe da vila, pelo menos trinta metros, e possuía uma área maior de espaço descampado em volta, se desejasse continuar a rodear pela selva Ashuura estaria do lado exatamente oposto a seu companheiro e olhando para os portões do lugar teria certeza, esse era o QG da Marinha, o símbolo da justiça estava gravado em relevo sobre a madeira centenária, agora o porque diabos um QG estaria no meio da selva fechada e sem acesso é realmente um pergunta capciosa. Poderia se lembrar de que não havia visto um navio sequer da Marinha aportado, mas isso só aumentaria o mistério e talvez uma sensação desconfortável lhe sobreviesse até que finalmente começava a voltar na direção do armazém, só que poderia perceber movimentação em uma das casas, talvez os barulhos tivessem acordado alguém...

Howker acreditava nos planos de seu imediato, e se sentia preocupado em passar confiança para ele, tanto que se esquecia de ser discreto dizendo em alto e bom som que o apoiaria até o fim. Pretendia desenvolver naturalmente alguma forma de liderança, mas estava claro que o mink se perdia um pouco com essas coisas, afinal quem estava seguindo ordens era ele. Então resolveu se mover na direção do armazém ainda dentro da selva, e sem uma arma cortante teria de fazê-lo como já vinha fazendo antes, desviando de árvores grandes e pisoteando e arrancando plantas e trepadeiras, vez ou outra elas arranhavam, mas os pelos ajudavam a diminuir esse tipo de incômodo. O lugar não era tão longe de onde tinham parado da primeira vez. Teve de sair da selva para averiguar o local, mas no lugar só havia silêncio, e por melhor que sua audição fosse não escutaria a respiração normal de um ser humano dormindo atrás de algumas paredes, a menos quem sabe se estivesse separado apenas por uma delas, mas se desejasse poderia olhar para dentro do lugar através da janela, e teria até que se abaixar por causa de seu tamanho.

A sua frente estava a porta que procurava, era de madeira já desgastada pelo tempo, e ao girar a maçaneta de fato estava trancada, mas não foi difícil arrombar, já se espremer para entrar ali foi complicado, havia pouco espaço para alguém como ele, que apesar de tudo podia ver dentro do lugar um balcão, e atrás dele suprimentos de todos os tipos, principalmente rações e grãos, mas também havia ferramentas, fardos fechados, corda, e muitas outras coisas penduradas por toda a parede, não tinha muito de cada coisa, mas era suficiente para o povo de uma vila minúscula. E não poderia saber do que mais havia no lugar, pois a porta que abriu rangeu alto o bastante para acordar alguém dormindo mais para o fundo da loja. Era um homem gordo e forte, que de imediato se assustou com a fera na porta da frente, mas que gargalhava após ela se colocar de pé ereta e praticamente destruir uma das vigas de madeira com a cabeça. Aquilo tinha machucado, mas não o suficiente para impedir que o monstro verde usasse de sua aceleração para agarrar a garganta do homem, e por causa do tamanho só poderia tentar asfixiá-lo ou tapar a sua boca, mas pode sentir as mãos firmes do gordo agarrarem o seu braço, ele resistia bravamente. Seus olhos estavam vermelhos, de raiva e de dor, não parecia que iria se entregar tão facilmente, e sua força podia ser respeitada para um humano, Masimos sabia disso.

Se você se mexer morre, se você tentar fugir morre, se tentar gritar morre... agora se entendeu acene com a cabeça?! O gordo acenava com a cabeça, mas seus olhos não demonstravam qualquer sinal de submissão. E pela raiva não emitiu nenhum som. Tu é médico? Se não for tem alguém daqui que seja? E a pergunta foi ignorada, mas agora um chute dele acertava diretamente a perna de Howker, e foi um chute forte que faria o leão esbravejar, e quem sabe se apertaria mais forte aquela garganta. Esse ataque inesperado atrapalhou a última pergunta, quando então um velho que acendia um lampião e vinha do fundo da loja resolveu se intrometer. Calma! Calma... eu posso te ajudar, solta meu filho. O homem se agitou novamente e Howker teria que fazer uma escolha, soltar o cara gordo ou tentar outra coisa contra ele. E o velho completou. A natureza é minha amiga, e sei como pedir para curá-lo, por favor, não solte essas garras no pescoço dele. Quando o velho se aproximou parecia mais um cigano, possuía muitas tatuagens pelo corpo sem camisa, e brincos feitos de madeira e ossos estavam espalhados pelo seu corpo, curiosamente apenas seu rosto era liso, e seu olhar era penetrante, certamente era alguém genuíno, embora o mink não pudesse interpretar suas intenções.

Deep parecia ter devaneios com o fato de estar numa noite escura, como se quando tirasse o óculos algo mudasse naquela situação... E depois de perceber o navio de seu bando afastando-se resolveu roubar a cena toda para si e tocar suas ações pelo bom e velho foda-se. Algo que estava se tornando recorrente na vida desse tritão sedento. Saindo da água na direção dos barcos, as ondas que agitaram todos eles fizeram com que alguns marujos saíssem ao convés para ver o que estava acontecendo, e a maioria voltou correndo para dentro do barco, outros pularam na água sem fazer muito alarde, esse tipo de gente do mar é realmente “lisa” para essas coisas, sendo quase um dom nato sair de fininho, mas um dentre eles apenas tirou o chapéu e encarou o tritão por um instante. Em seu rosto havia dúvida e descrença. Hey tampinha… Onde os mais ricos moram nessa merd* de ilha? O homem apontou a direção da rua principal, não chegava a ser uma ladeira íngreme, mas estaria subindo pouco acima do mar na direção do centro.

As docas circulavam o porto, como se fossem construções de frente para a praia. Havia um cabaré, e um posto policial exatamente ao lado. A vida noturna estava agitada, e quando o grandalhão começou a andar calmamente as pessoas em bancos e esquinas não sabiam como reagir, por terem ouvido o tritão se comunicar calmamente com alguém no barco, todos simplesmente abriam passagem ou evitavam o grandão, com exceção de um grupinho de jovens inconsequentes. Um deles fez questão de gritar. Meu deus! Que porra de merda de criatura é essa? Quem abriu os portões do inferno? E com dois ou três passos Deep estaria exatamente a frente do grupo, que para sua surpresa não demonstrava qualquer inquietação.

O que voçê disse? Eu acho que tinha um pouco de alga no meu ouvido. Aquele garoto engomadinho que havia gritado comentava com os amigos a seu lado. Há! Olha isso!? Um imbecil de quinze metros! E surdo ainda por cima! Errava por cinco metros, mas não fazia muita diferença nesse caso. E agora podemos dizer que há alguma coisa muito errada com esse moleque e seus amigos, ou ele é simplesmente um suicida, seja como for Deep estaria exatamente por ali. Quem sabe parado, ou ainda em movimento, provavelmente apertando a corrente enferrujada enrolada em um dos punhos, e a boca seca desejando uma bebida, que por sinal, havia ao lado dos garotos, mas em quantidades muito pequenas para um tritão baleia.

Velho Cigano:
 

Garoto Idiota:
 

Citação :
OFF: Suchiro e Howker, no último parágrafo da minha narração havia coisas que vocês não fizeram automaticamente, eu queria saber como vocês saíram do navio isso era primordial, depois mesmo que de forma rápida vocês poderiam ter dito como fariam para andar pela selva, já que Howker é muito grande pra uma mata fechada, e não enxergaria um palmo a frente do rosto ali e ninguém disse que faria fogo, ou usaria um lampião. Deep não tenho nada a questionar no seu post, talvez você pudesse melhorar sua narração com outros elementos narrativos, mas isso não é uma regra. No mais qqr coisa mp, skype, vlw!

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Última edição por levy em 20/3/2016, 22:51, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: 2 Cap: Reino, Caos e Tetas   2 Cap: Reino, Caos e Tetas Empty27/2/2016, 04:00


Passos pesados de tamanho incomum soando a borracha molhada esfregando no pé encharcado eram acompanhados do longo barulho de raspar que o não menos úmido jeans fazia com a troca de passos da criatura, porém sua movimentação barulhenta e estranha era incomumente permitida sem nenhum problema. A água  do mar escorria das roupas do tritão para suas escamas e então ao chão, suicidas gotas do líquido se jogavam de sua barba para de encontro ao chão através do desfiladeiro de sua altura anormal. Com certeza o encharcado tritão gigante era visão rara não importa aonde fosse e os olhos o fitavam demonstrando tamanha perplexidade, no entanto nada disso atraia o tritão, ser o centro das atenções não lhe é interessante, nem um incômodo, era apenas algo que ele não ligava e nem rumaria fora de sua vontade para interferir. Em resumo e nas palavras de Deep, “Um belo fodas* pra galera”.

Porém era óbvio que ele não passaria pela multidão sem algo ocorrer, nada é fácil e simples assim quando se é um ser escamado de dez metros de altura.  E assim como previsto  algo que com certeza mudaria o teor da noite de incomum calma para rotineira bagunça, ocorreu, ADOLESCENTES.

Deep podia ser muitas coisas, mas paciente e calmo ele com certeza não era, os rapazes que zombavam dele certamente o faziam pelo local onde estavam e a certeza de impunidade, mal sabiam ele com quem mexiam, eles podiam ser os próprios almirantes da marinha que Deep não iria ignorar aqueles insultos e ofensas. A última chance era dada e recusada pelos moleques e agora ainda o chamavam de surdo, não que isso fosse realmente ruim, Deep não fez a pergunta de ultimato desejando que os rapazes recuassem, ele queria apenas reafirmar a raiva em si e era isso que ocorria, as palavras entravam e a pesada respiração saia, a respiração até tremia tamanha a pulsação na árteria da garganta, um vinco inchava na têmpora do tritão e um sorriso se abria por debaixo dos pêlos de sua barba mostrando amarelados dentes de tubarão.

Um soco com o punho rodeado em correntes desceria como um raio no local onde estavam os adolescentes enquanto Deep diria com uma voz grossa e séria enquanto salivando de raiva:

-Você tem coragem de repetir a ofensa… Mas infelizmente para você… Eu não do a mínima para sua capacidade de se matar seu humano de merd* FILHO DE UMA PUT*...

Deep ergueria a voz ao máximo enquanto começaria a socar repetidamente em direção ao seu zombador, o seguindo caso esse fugisse, Deep manteria o ataque constante, a besta-fera não mais pesava suas ações, sairia esbarrando, empurrando e derrubando tudo que entrasse em seu caminho visando pegar seu alvo. Caso brandissem armas de qualquer forma, contra Deep, este arregalaria os olhos em direção a quem brandia, depois cerraria as sombrancelhas e ficaria de frente para as armas.

-Então você(s) me desafia(m)... Suas bichinhas…

O enraivecido ser começaria a rumar passos cada vez mais rápidos em direção aos armados enquanto prosseguiria:

-... Eu vou ensiná-los como um homem de verdade luta… Seu metal contra minha masculinadade… O que será que vence? Primeira regra do mar pirralhos… Não irritem o que não podem matar…

No fim da última palavra o tritão daria um dash em direção ao(s) alvo(s), sua velocidade sempre fora um trunfo para a criatura, pois ninguém nunca espera um ser daquela imensidão adiposa se mover tão rapidamente, pelo menos não até aquele dia.

Deep faria golpes rápidos e alternados de socos com as mãos, porém coisas arremessadas contra o tritão sofreriam uma tentativa de bloqueio por um tapa com as costas da mão com as correntes.

No caso de tentarem combate próximo com o tritão, este tentaria agarrar seus atacantes e jogá-los para cima além de sua cabeça para deixá-los se ferir com a queda e não desperdiçar golpes à toa.
Caso tentassem subir no gigante, este se jogaria contra estruturas próximas tentando esbarrar os locais onde os inimigos estejam.

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Off:
 

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