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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 1º Capítulo - O caminho para o reino!

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AutorMensagem
ADM.Tidus
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MensagemAssunto: 1º Capítulo - O caminho para o reino!   1º Capítulo - O caminho para o reino! - Página 2 EmptyTer 16 Fev 2016, 15:02

Relembrando a primeira mensagem :

1º Capítulo - O caminho para o reino!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Akiyuki Awake. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: 1º Capítulo - O caminho para o reino!   1º Capítulo - O caminho para o reino! - Página 2 EmptyTer 01 Mar 2016, 18:40

Após as falas e ações da dupla de estranhos, Ed negava qualquer ligação com a loja, enquanto Kai parecia debochar  dos delinquentes.O atirador, aproveitado a distração proposta pelo espadachim tomava distancia para realizar seus disparos.Com tudo preparado, a situação começava a se desenrolar. Ed realizava disparos com sua recém adquirida arma -Ótimo teste de qualidade, digas-se de passagem - Eram ao todo 3,o primeiro direcionado a cabeça do atirador inimigo, infelizmente não tinha sua mira bem calibrada e perfurava ao lado.O segundo, visando o tronco, era mais certeiro e atingia encheio o quatro olhos,porem não se via o sangue do homem.Já o terceiro,transpassava o ar,o espadachim inimigo havia se movido logo após o primeiro disparo.O homem que portava a katana partira em direção a Ed,no entanto fora interceptado por Kai, que batia espadas com o estranho.

O clima esquentava, de um assalto a cena mudava para um combate, os dois espadachins arranhavam aço no meio do estabelecimento.Da porta, Eddard tinha tempo de estudar o ambiente,olhando agora com mais clareza para o local.Um conjunto de 5 estantes estavam dispostas na pequena loja,colocadas ao comprido da porta para o balcão.Todas elas com telas de vidro a proteger o mostruário.Ao fundo o balcão onde a pequena vendedora outrora estava, e atrás deste uma porta que provavelmente daria para o estoque.Não eram muitos detalhes,no entanto era com isso que o jovem teria que trabalhar.Continuando, o atirador inimigo parecia ter se recuperado da surpresa indesejada de Ed e sacava suas arma -Os otários acabaram de comprar uma briga que não vão conseguir pagar - Falava o homem com as duas pistolas em punho a mirar o garoto de cabelos brancos.-Não podia ter falado melhor Jack.-Dizia seu companheiro saltando para longe de Kai.

Após meio segundo de espera,a ação era retomada.Jack,tal como fora nomeado por seu companheiro,iniciava uma serie de disparos. Ed não era alvejado por nenhum dos projeteis, pois se encontrava escondido atras de uma das estantes que ali estavam. Kai por sua vez não tinha a mesma sorte, diferente de Ed não não conseguia se abrigar e nem realizar algum tipo de esquiva,recebendo em cheio um tiro em seu braço esquerdo.E como se não fosse o suficiente, o espadachim que outrora se afastara agora se aproximava em velocidade e aplicava uma voadora,diretamente no peito do rapaz de roupas esverdeadas. Kai então caia ao chão com dor em todos os membros atingidos.A situação não estava nada favorável para a dupla de "Herois".E de repente, eis que surgi pela porta da frente uma menina totalmente perdida quanto a atual situação.
Off:
 
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Montagner
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MensagemAssunto: Re: 1º Capítulo - O caminho para o reino!   1º Capítulo - O caminho para o reino! - Página 2 EmptyTer 01 Mar 2016, 20:49


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A sagacidade e capacidade de adaptação são mais precisas do que qualquer revólver, tão afiada quanto uma espada e o melhor de tudo: inata. Ele tinha um pente de ideias e uma língua afiada, além da arma eu sua mão. Os seus disparos foram desperdiçados, um colete, era óbvio, que tipo de assaltante não se preveniria de uma maneira tão simples e eficaz? Era o contraceptivo do crime organizado. Covardia. Se você está disposto a atirar num peito nu, garanta que o seu está limpo para ser alvejado.

Houve disparos que não acertaram o alvo, como inteligente atirador que era estaria adaptado ao estilo da sua ferramenta, pois já teria testado o suficiente para reagir com domínio total sobre a peça. Calmamente, como era de costume sondaria o desenrolar da peleja através dos sons, identificando apenas os tiros e quem sabe pudesse ouvir a queda do espadachim "aliado". Ele se precipitara demais, pondo-se em evidência e desenhando um enorme alvo na sua testa, algo muito comum em leigos na arte do combate. Trocar tiro exigia mais do que talento em batalhas, exigia concentração, paciência, calma e uma mira excepcional, guerreiros de curto alcance não estavam preparados para isso, suas lutas pareciam jogos de dado enquanto Eddard desenvolvia-me num tabuleiro de xadrez.

Pode deixar na conta do pai. A envergadura do seu pensamento era impressionante e desagradável para seus oponentes, sua mente fértil jamais descansava e o seu temperamento dificilmente se alterava. As estantes se estendiam paralelas da porta ao balcão, dispondo-se em uma barricada que se mostraria eficiente. Na extremidade próxima à porta, pondo-se no canto, numa situação que proporcionaria uma rápida batida de recuo para sua pequena fortaleza, pôs-se inclinado, exibiria o equivalente ao seu braço com a arma e uma fração do seu rosto, denotando a poderosa vontade de viver e disposição de tirar a vida em seu olhar carmesim. Sua mão era tão firme e seu semblante tão frio quanto o clima de Micqueot, exalando a necessidade de sobressair-se no conflito e destruir o orgulho daqueles.

Seria traçada uma simples linha de raciocínio após a observação: por ter sido chutado ao balcão, definiria-se que o atacante estava de costas para a porta e consequentemente para Eddard, o rapaz com o revólver, assim como o foco estaria para o último resistente (o pobre saco de pancadas) e o verdadeiro motivo da visita: a balconista e o dinheiro que ela guardava. Uma criança que desperdiçou as oportunidades de ataque não seria tida como relevante para bandidos que se julgavam tão poderosos.

A singularidade no que se diz respeito a precisão já teria sido ajustado aos costumes do menino, que contente, tinha literalmente a vitória na palma da sua mão, com o cano quente, dedo no gatilho e cão armado para um disparo certeiro na perna do bandido com espada, no intuito de prejudicar suas reações e salvar a vida do falador, outro disparo em seguida, na cabeça, caso ele realizasse um salto ou algum movimento evasivo o terceiro seria disparado contra a perna do atirador. Quatro balas no tambor ainda me restavam, o suficiente para cavar quatro covas. Atirar e se esconder. No ponto do da estante onde seu corpo não se mostraria ao inimigo, aguardaria a reação mais provável caso ele acertasse ou errasse: que viessem atrás dele, correria em paralelo, optando pelo lado que não foi escolhido, atento ao som, pularia sobre o balcão deslizando e se esconderia atrás do mesmo, quase como se invertesse a posição. É claro que existiria a possibilidade de cada um vir por um lado, nesse caso o do que o espadachim viesse seria escolhido, procurando deslizar no chão para por-se fora da linha de seus ataques, rumando para o mesmo ponto de antes.


- Abaixe-se. - Diria para a balconista se estivesse próxima e ele tivesse conseguido chegar até ali, também tentaria puxar o espadachim para trás do balcão, sem nenhuma intenção de salvar-lhes se não a pura vontade de tirar vantagens após a conclusão da sua pequena aventura. De cócoras, besbilhotaria vez ou outra como as coisas prosseguiam.

Uma pistola precisa de um pente cheio, ele precisava também do seu combustível, de adrenalina, de ódio, de amor, de crenças, de fé no que fazia, lutar era muito mais do que existir, viver para ele era estar em combate, estar acima, em evidência, não seriam dois míseros homens atrás de dinheiro que iriam apagar sua chama, o fogo que queimava dentro dele era tão intenso que se explodisse consumiria todo o vilarejo, sem restar um sobrevivente para contar a história do menino com a vontade de um rei, calar sua voz era como silenciar a poesia da natureza, tão efêmera e impetuosa quanto a própria existência, com um pente revel cheio de balas com pólvora e persistência.
- Morra! - Diria, esbravejando toda a sua existência conforme se levantaria e simularia o restante da sua vontade, gorfando pelo cano a sua ira vivaz, derramando o seu desejo como se fosse sua última opção, mirando no atirador, focando os seus braços como se corresse em direção a linha de chegada que decretasse a sua vitória definitiva.

Não serão dois, dez, cem ou mil homens que me farão fraquejar. Refletiria na fração de tempo que se mostraria uma eternidade, justificando a clausula que o condenava a uma dedição perpétua, esgotando seu arbítrio na combustão do disparo. PLAW, PLAW. Eram dois os projéteis impelidos, mas a sua ânsia via-se incabível. O desfecho seria marcado por quem continuasse de pé, não o mais forte, o mais inteligente ou o mais rápido e sim quem garantisse a insatisfação total em seu âmago caso falhasse e desperdiçasse os sonhos de uma vida.




Observações:
 



Histórico do Montagner:
 

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MensagemAssunto: Re: 1º Capítulo - O caminho para o reino!   1º Capítulo - O caminho para o reino! - Página 2 EmptyQua 02 Mar 2016, 23:12

Tretinha na Loja!

Parabéns caras, vocês me pegaram – muitos me julgariam como no mínimo idiota, entretanto, entre tosses derivadas do forte impacto em meu busto podiam se ouvir gargalhadas e aplausos vindos de mim direcionados à dupla responsável por me deixar no chão. – Nhaa, será que algum de vocês pode pelo menos me levantar agora? – diria estendendo a mão para eles. Já esperava que provavelmente eles não me ajudariam, tornando aquilo apenas uma provocação. Logo, caso eu percebesse qualquer movimentação por parte de alguém presente na loja, qualquer mesma, me levantaria e buscaria recuar o mais rápido possível a fim de evitar mais hematomas, buscaria alguma estante, balcão ou algo do tipo para pegar cover.  

Mudando de assunto rapidinho, tenho que admitir que fui pego de supetão com a entrada daquela garota de cabelos ruivos. Aqueles peitos certamente não estavam dentro do padrão, é sério, se ela pesa, sei lá, sessenta quilos? Com certeza cinquenta vão ser só de peito. Mas enfim, certamente buscaria apertar aquelas duas maravilhas, mas aquilo não era meu foco no momento, apesar de ser, literalmente, uma não, duas ENORMES distrações.

Ainda no cover torcia e esperava que o atirador criasse alguma deixa ou abertura na guarda deles e então, caso ele conseguisse, aproveitaria a quebra na guarda provocada para atacar os oponentes de forma devastadora e surpresa. Usufruiria de minha capacidade de aceleração para avançar em velocidade máxima em direção do(s) oponente atingidos, já a uma distância consideravelmente próxima destes, cravaria minha espada no chão e então usaria seu cabo como um apoio para o salto que seria realizado posteriormente, caso o salto fosse executado como o esperado tentaria acertar-lhe uma potente cotovelada em sua cabeça, coisa que certamente ele não esperaria, tendo em vista que só tinha conhecimento de minhas capacidades portando katanas. Se durante algum movimento eu sofresse ataques por partes do qual não estava sendo atacado no momentos eu abordaria qualquer movimento e recuaria o mais rápido que conseguisse, pegando cover  em alguma estante ou balcão novamente.

Se ele conseguisse atingir os dois com seus disparos, aproveitaria a proximidade do próximo oponente para aplicar-lhe uma rasteira giratória que serviria não só para derrubá-lo mas também para que, durante o giro, eu pegasse a katana que havia sido cravada no chão. Com o oponente caído no chão ou não, tentaria finalizar o movimento fincando minha katana em seu tronco de forma que minha lâmina o atravessasse completamente. Caso o movimento fosse bem sucedido, retiraria a lâmina lentamente de seu tronco, sempre a chacoalhando para tentar extinguir quaisquer chance de sobrevivência ou reação.

Caso em algum momento o espadachim conseguisse defender ou esquivar-se do meu ataque e então contra-atacar utilizaria minha katana para tentar bloqueá-lo, segurando-a firmemente pelo seu cabo e posicionando-a diagonalmente em minha frente. Concluiria o movimento tentando aplicar um desleal e tradicional chute em suas partes íntimas, por fim desferir-lhe-ia um corte vertical que teria ínicio em sua cabeça e seu fim na extremidade inferior de seu corpo. Entretanto, caso a defesa fosse por parte do atirador, correria o mais rápido possível para trás de alguma coisa que pudesse-me servir de barricada no momento, uma estante ou talvez balcão, nem sequer esperando qualquer sinal de contra-ataque.


Objetivos:
 

Histórico:
 

Citação :
Narração
Fala (#9ACD32)
Pensamento (#999999)

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MensagemAssunto: Re: 1º Capítulo - O caminho para o reino!   1º Capítulo - O caminho para o reino! - Página 2 EmptySab 05 Mar 2016, 14:07

K.O ?

A clima era tenso no ambiente, Kai era atingido pelos ataques inimigos mas não se deixava abater. Na realidade se recuperava rapidamente, talvez fosse a adrenalina bombardeada por seu corpo mas a dor de seus ferimentos se encontrava distante. Após atiçar seus inimigos o jovem corria para proteção, e a conseguia. Ed por sua vez estava intacto e com sua mente a trabalhar. Em questão de segundos o atirador analisava a situação e se preparava para o se próximo movimento.Com 4 balas lhe restando, Ed realizava seu primeiro disparo. O projetil disparado seguia sua trajetória  do cano da arma até o corpo do espadachim inimigo, perfurando o abdomen do homem.-Filho da puta- pragueja o marginal sentindo a dor de seu ferimento. Kai, vendo o desenrolar da situação se punha em movimento. O espadachim se aproveitava do momento, e em uma veloz investida partia em direção ao espadachim inimigo. Porem ao invés de o golpear com sua espada, o jovem realizava uma serie de movimentos espalhafatosos mas de total eficacia. O golpe realizado por Kai aparentava ter sido o suficiente para incapacitar o adversário. E assim cessava suas ações, e infelizmente se deixava a merecer do atirador inimigo mais uma vez.

Com Kai novamente sobre o cano de uma arma, parecia que a vida do garoto chegaria a seu fim. Jack apontava suas pistola para o jovem espadachim mas quando estava prestes a atirar,Ed entrava em ação. No meio tempo em que Kai realizara suas peripecias, o atirador mudara de posição. Atrás do balcão mantinha-se  protegido e com uma boa visão do "Campo de batalha", e fora dali que agia em auxilio de Kai. Com disparos precisos  o garoto de cabelos brancos acertava ambos os braços de Jack.O inimigo se vendo incapacitado e sozinho, começava a correr em direção a porta, fato que facilitava a mira de Ed. E com uma bala de lambuja o atirador finalizava o embate. Enquanto isso, próxima a porta uma jovem observava o desenrolar da cena apática e imóvel.
OFF:
 
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MensagemAssunto: Re: 1º Capítulo - O caminho para o reino!   1º Capítulo - O caminho para o reino! - Página 2 EmptySab 05 Mar 2016, 15:27

Ele supriu a falta de raciocínio do seu suposto parceiro com tiros precisos, logo havia sido o responsável pela incapacitação dos dois bandidos, que jamais causariam problemas novamente. A sensação de conforto viria assim que o cano esfriasse, quando se visse em pé, observando os corpos moribundos ao seu redor. – Está tudo bem, moça. – Diria tentando transmitir segurança para a dona da loja e maior vítima dos rapazes de preto, que pena, suas roupas iriam valer uma boa quantia se não estivessem sujas de sangue e furadas por balas. Felizmente suas armas não tiveram o mesmo destino. Pensaria, deslizando por cima do balcão e caminhando em direção à porta, com os olhos postos no corpo. Perto o suficiente, estendeu o braço direito, acionou o cão e puxou o gatilho com firmeza, garantindo mais um tiro na cabeça do atirador para se certificar da  sua morte patética. O olhar de Eddard era uma doce mistura de pena e indiferença, por mais difícil que seja a coexistência dessas. As pistolas estariam em suas mãos e ele as tomaria contente com o lucro do dia, saqueando as armas e a munição do cadáver. O colete, é mesmo! Lembraria-se, despiria parcialmente o maldito para tomar sua proteção.

Vestido com o seu moletom escuro sobre as placas de aço, iria até o balcão e entregaria o revólver que comprou inicialmente, pedindo por seu dinheiro de volta ou para trocar a arma em um arco com uma aljava cheia de flechas, gozando da sua lábia para conseguir concluir a troca efetivamente, isto é, a troca seria efetivada após recolher as pistolas dos bandidos. Levantaria as suas roupas e ocultaria as pistolas na cintura, enquanto o arco e a aljava viriam pendurados em seu ombro direito, pendendo para a esquerda como uma mochila colegial de alça única. Testaria movimentos, alongando-se, agachando e olhando para os lados, pois pretendia se adequar com o peso do colete.

O anúncio dos malfeitores teria deixado claro que se tratavam de bandidos que cometiam crimes constantemente, era muito difícil acreditar que não teriam uma boa recompensa em suas cabeças.
– Ei, maluco de verde, como estão os seus ferimentos? – Perguntava educadamente, já que não existia interesse algum naquilo –  seria muito legal se você carregasse os irmãos metralha aí, dá pra descolar uma grana com eles. Riria amigavelmente, indo até a balconista logo após – pode explicar para ele onde pegamos as recompensas por esses dois? – Com algum esforço, carregaria um dos corpos pelas instruções indicadas, ou sairia na rua perguntando por QG's.

– Achamos esses caras tentando assaltar uma loja e tomamos partido na defesa da nobre vendedora, viemos atrás de uns trocados. – Diria quando chegasse ao QG, colocando os corpos no chão e indo atrás do dinheiro. – Ei, aonde vai agora? A propósito, me chamo Lucian. – Diria ao meu mais novo companheiro, seguindo-o assim que saísse de lá.
Histórico do Montagner:
 

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MensagemAssunto: Re: 1º Capítulo - O caminho para o reino!   1º Capítulo - O caminho para o reino! - Página 2 EmptySab 05 Mar 2016, 19:56

Cheio de trabalho.

Realmente era inexplicável para Rin o que ela acabara de presenciar, uma disputa de quatro pessoas a mão armada dentro de uma loja, logicamente ela não sabia o motivo e nem quem estava certo; se é que alguém deles estava certo em atacar um ao outro, um jovem de cabelos brancos e o outro de cabelos loiros, intrigada logo indagaria a eles – O que acabou de acontecer aqui?! – Preocupada com todos que encontrassem feriados avançaria em direção a um dos dois que encontrasse mais próximo a porta e logo com toda sua “inocência” tentaria checar se havia algum machucado ou ferimento que fosse grave aos mesmos. Por mais que não tivesse consigo qualquer remédio ou curativo faria o máximo que conseguisse para prestar ajuda, a jovem de cabelos cor de chamas não se importava nem um pouco se fosse um pirata, marinheiro ou um misero ladrão que estivesse ferido, sempre teve o habito de ajudar as pessoas pois não gostava de ver aqueles que não merecessem sofre a sentir dor, tanto emocionalmente quanto física. Se eles aceitassem sua ajuda tentaria fazer um curativo básico ao menos para o momento, usando tarjas de sua roupa ou o que tivesse acessibilidade no momento. – Apesar garoto(a), qual seu nome? Eu me chamo Rin, Rin Gremory. – Falaria enquanto possivelmente estaria a prestar ajuda a eles.

Havia dois homens possivelmente mortos, a garota pensava assim mas tentaria sem hesitar ajudar, pois não custa nada não é mesmo? Era extremamente provável que não seria autorizada a “salvar” eles e logo questionaria a eles – Por que?! O que eles fizeram para merecer isso? – Com uma pitada pequena de raiva não teria medo de defendê-los, a não ser que eles tivessem causado dor a alguém.

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MensagemAssunto: Re: 1º Capítulo - O caminho para o reino!   1º Capítulo - O caminho para o reino! - Página 2 EmptySab 05 Mar 2016, 22:25

Fim de Treta

Uuuufa – Aliviado, diria enquanto lançar-me-ia ao chão, mantendo-me deitado com ambas as mãos sob minha cabeça. Bem, ao que tudo indicava aquela grande confusão finalmente tinha seu fim, aliás, devo admitir que mesmo me machucando um tantinho, aquilo tinha sido extremamente incrível! É inexplicável o quão bom era a sensação, a adrenalina do momento correndo nas veias, aquilo foi simplesmente sensacional.

Ainda deitado escutei uma voz até então desconhecida, era óbvio que aquele meu "descanso" não duraria muito tempo, principalmente após derrotar uma dupla de bandidinhos, mas enfim, deixa pra lá. Voltando ao assunto, era a ruivinha de seios gigantes, estava perguntando o que havia acontecido ali como se não fosse óbvio. – O que aconteceu? É o seguinte ruivinha, nós dois acabamos de impedir dois bandidos, impressionante não? – Diria da maneira mais confiante que conseguisse enquanto levantar-me-ia e então me dirigiria até a moça, começando a apalpar seus seios fartos de maneira natural, como se fosse algo comum, como um abraço ou beijo na bochecha. – Rin Gremory, muito bonito nome. Eu me chamo Awake, Akiyuki Awake. Ah, parabéns, belo par de peitos. – diria de um maneira extremamente natural e despreocupada enquanto continuaria apalpando seus seios.

Mudando de assunto, parecia que por algum motivo aquele garotinho estava preocupado comigo, entretanto, não sei explicar, mas sei lá, algo me dizia que ele não era simplesmente um garotinho. A maneira como ele falava... sua habilidade com a arma que ele empunhava até instantes atrás... aquilo não era normal, certamente assim como sua infância não deve ter sido uma infância igual a da maioria das crianças, sentia como se ele já tivesse até mais experiência que eu. – Acho que ta tudo de boa aqui baixinho, e você? Tudo certinho contigo? – Sorrindo, faria um joinha para o rapazinho com minha mão canhota, enquanto a destra continuaria a apalpar os peitos da menina de cabelos vermelhos. – Eu posso até carregar esses caras pra ti, mas lembre-se, 50% do dinheiro pra cada, você não derrotou eles sozinho não é mesmo? – Após uma breve e natural risada pararia de apalpar os seios de Rin e então tentaria carregar os dois ladrões, mantendo-os sempre, em seu ombro – Rin, pode ficar com essa katana aí, não sei se é boa com lâminas maaaaaas, se quiser, é todinha sua – sorrindo, apontaria para o chão, mais especificamente onde a katana de um dos ladrões estava – A propósito, sei que não nos conhecemos, mas, gostei desses seus dois melões aí, quer vir com a gente? – ainda sorrindo, tentaria ser o mais simpático e agradável enquanto a convidaria para seguir conosco a partir dali. Com Rin nos acompanhando ou não, seguiria o menino grisalho com ambos os ladrões em meus ombros. Esperava que o local para o qual estávamos indo não fosse muito longe, afinal de contas aqueles caras podiam não ser gordos, mas, eram dois adultos, o que resultava num peso infernal  que eu estava carregando.

Depois de que toda aquela loucura acabasse sentaria no chão e então respiraria fundo, carregar aqueles dois idiotas realmente tinha me cansado. – Então Lucian, o que acha de uma boa rodada de doces? Rin, você também está convidada, claro – ainda ofegante, diria tentando ao máximo sorrir de maneira simpática mesmo tendo consciência que aquilo certamente iria soar a coisa mais ridícula do mundo, quer dizer, quem come/chupa doces após derrotar uma dupla de ladrões?


Objetivos:
 

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: 1º Capítulo - O caminho para o reino!   1º Capítulo - O caminho para o reino! - Página 2 EmptyDom 06 Mar 2016, 23:53

Ao fim do combate, o trio de desconhecidos trocava algumas palavras.Apresentações eram feitas e uma possivel parceria era formada. Kai aproveitava o período de paz para repousar ao chão, repouso que não durava muito, pois sua personalidade não o permitia sossegar enquanto estivesse próximo a uma bela dama. Sendo esta dama ninguém menos que Rin, uma medica que por obra do destino havia entrado ali.A jovem não fazia cerimonias em aplicar os primeiros socorros em Kai, e de inicio não demonstrava reação ao assedio do espadachim.Em outro canto do pequeno estabelecimento, Ed tentava acalmar a vendedora sem muito sucesso. Contudo a falha não distraia o atirador que logo se colocava a recolher os items pertencentes ao cadaver de seu adversário, mas não sem antes desperdiçar uma bala no corpo imóvel do defunto.Enquanto saqueava o falecido, Ed se apropriava de suas armas e colete, e durante tal ato achava 2 passagens de Zepelin.Em posse de todos os items do falecido, o garoto de cabelos claros caminhava novamente ate o balcão, lá pedia para ser reembolsado por sua comprar anterior.A atendente ainda não parara de chorar, a jovem pegava a arma e devolvia o dinheiro referente a mesma e então se escondia atras do balcão.

Após entrarem em um concesso, o grupo decidia por entregar os cadáveres dos meliantes a marinha e assim o faziam. Com dificuldades devido ao peso dos defuntos, arrastavam a dupla de falecidos ate o Qg. Lá recebiam uma pequena recompensa por suas cabeças,200 mil divididos irmãmente. Assim terminavam sua curta tragetoria em frente ao QG, Kai se jogava ao chão e cuspia algumas palavras ,Ed realizava uma apresentação mais formal e a jovem apenas os observava.
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MensagemAssunto: Re: 1º Capítulo - O caminho para o reino!   1º Capítulo - O caminho para o reino! - Página 2 EmptySeg 07 Mar 2016, 20:39


A marca do ferrete em meu espírito demonstrava o domínio do caos sobre a minha alma, ele a tinha como propriedade eterna, inata e estranha aos toques de outros impulsos se não a própria manifestação da escuridão. Era falta de mim em excesso, retrocedendo ao meu futuro milhões de vezes sem saber o desenvolvimento do presente em que vivia, preso ao passado com que a vida me faltou. O peso já não estava sobre meus ombros, mas na ponta do cano aquecido do meu revólver, distante dos olhares atenciosos de um verdadeiro protetor, isento de salvações ou piedade, apenas a pólvora disparando a gana chumbada na agulha, com outras cinco dívidas do destino no meu tambor.

A ira havia tomado posse de mim, o psicológico fora de linha era estimado pelo estrago que havia constatado: não era louco, não era piedoso, não era bom ou rude, simplesmente não era nada, tão vazio quanto um recipiente que nunca foi preenchido, como se nunca tivesse tido para si um único núcleo para que se recordasse, coexistindo com a inexistência desde que foi criada. As camadas de aço pendendo em seus ombros não eram e nunca seriam mais resistentes do que a lucidez em seu âmago, digerindo cada ácido segundo de realidade. As pistolas que eu colocaria disfarçadamente minha sua blusa, presas à cintura, não teriam a mesma potência que o a minha voz se pudesse transparecer todas as dores que sentia por no fundo, não ter dor alguma. Estava armado para enfrentar um esquadrão, mas era incapaz de espantar meus próprios males. Fuja! Minha consciência sussurrava insconsciente, porém por mais que corresse eu jamais me afastaria o bastante para correr do que é gerado no meu peito.

Os pais passeavam com os seus filhos, os rapazes com garotas e todos pareciam transbordar, no entanto os seus restos não podiam ser tomados, como se fosse um combustível incapaz de me alimentar. O que me movia nesse caso? Eu não tinha motivo para as minhas ambições, só uma vontade incalculável de ser respeitado.
- Vamos comer uns doces, menina, venda esses ingressos e me traga o dinheiro, irei comprar passagens de barco para todos nós.[color=black] - Pediria, incerto de que ela era confiável. Partiria para a loja de doces.

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MensagemAssunto: Re: 1º Capítulo - O caminho para o reino!   1º Capítulo - O caminho para o reino! - Página 2 EmptyQua 09 Mar 2016, 15:37

Eu ouvi... DOCES?

Pelo visto de uma forma ou de outra havia conseguido dois amigos ou ao mínimo dois parceiros, mesmo que estes fossem temporários. – O que ainda estamos fazendo aqui? Há doces nos esperando – Minha adoração incomum por doces era cada vez mais explícita em minha voz e sorriso a cada palavra dita por mim. Cantarolando, começaria a caminhar pela cidade em busca de uma doceria, esperava que eles me acompanhassem para que pudéssemos chegar o mais rápido possível. – Então... vocês tem algum tipo de ambição ou objetivo? – Com um olhar distante e distraído com a imensidão celeste e um sorriso no canto da boca, diria enquanto minhas mãos entrelaçadas apoiariam minha cabeça.

Ao mesmo tempo que esperava chegar o mais rápido possível não tinha sequer uma gota de pressa, e por isso em momento algum do nosso caminho aceleraria ou começaria correr, mantendo sempre meus passos calmos e ritmados.  Aproveitaria a caminhada para relaxar e aproveitar a paisagem da ilha, paisagem esta formada não só pelos prédios e comércio mas também pelas pessoas, afinal, uma cidade não é uma cidade sem o seu coração, a população.

Chegando na tão esperada doceria, fascinado, avançaria desesperado em direção ao balcão. – Então, como eu posso dizer... eu quero muitos, muitos doces mesmo! –  diria ao/à atendente enquanto por impulso bateria no balcão por impulso caso este não fosse de vidro. Após este breve momento de perda de controle por conta do meu vício, pagaria pelos doces enquanto provavelmente sorriria da forma mais inocente e feliz possível assim que estivesse com eles na mão, tentando pegar nos seios da atendente logo em seguida caso esta fosse mulher. Distanciando-me do balcão, procuraria por alguma mesa, banco ou qualquer outro lugar onde pudéssemos nos sentar para comer; tudo o que queria naquele momento era só sentar e então devorar algumas daquelas maravilhas. – Então Rin, acho que preciso de alguma coisa que sei lá, evite que isso aqui dê ruim – assim que sentássemos e caso ainda estivéssemos com Rin, apontaria para meu ferimento e comentaria momentos antes de pegar um generoso punhado de doces e enfiá-los  em minha boca.


Objetivos:
 

Histórico:
 

Citação :
Narração
Fala (#9ACD32)
Pensamento (#999999)

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MensagemAssunto: Re: 1º Capítulo - O caminho para o reino!   1º Capítulo - O caminho para o reino! - Página 2 EmptyQua 09 Mar 2016, 18:54

Respeita.

– Tem razão... – Afirma a jovem que ainda não tinha certeza do que estava a fazer junto aqueles dois caras, sem muito dinheiro, ainda sim levantaria da mesa que possivelmente estaria sentada e lentamente seguiria a porta que teria entrando a pouco tempo atrás – Vou até uma farmácia ou algo do gênero, trarei alguns/algum antibiótico que eu ache necessário para esse seu machucado. – Indagou a jovem sem esbanjar emoções, durante sua vida Rin sempre almejou ajudar as pessoas que realmente precisam, quem sabe porque não gostasse de ver o próximo a sofrer, isso é horrível não acha? Mas infelizmente nesse mundo confuso e podre existem muitas pessoas que merecem o pior, sofrer até cansarem de viver (morrer), após a morte de seus pais causado por marines ela já mais foi a mesma, agora não era tão “animada” como já foi durante sua vida, não queria mais brincar ou mesmo em algumas ocasiões conversar com alguém, era simplesmente incrível com ela havia aceitado numa boa acompanhar dois estranhos que conheceu logo após um confronto que causou a morte de duas pessoas...

Logo que saísse do local seguiria então em direção a uma farmácia ou algo do tipo que fornecesse algum tipo de antibiótico que evitasse inflamações ou algo do tipo, já tinha em mente alguns remédios que poderiam ajudar no momento e não fosse tão caro, já que era apenas um simples antibiótico que evitaria uma “simples” inflamação. Se tivesse sucesso em encontrar uma farmácia logo começaria a falar com a/o balconista para pedir recomendações de algum remédio que pudesse ajudar seu novo amigo, junto a alguns preservativos de cortesia ou alguns extremamente baratos, logo que encontrasse pagaria a quantia necessária e já com o/os remédio/remédios e as camisinhas que visse necessidade voltaria para a loja de doces onde havia deixado os dois rapazes e lá, aplicaria ou tentaria ajudar o garoto fanático por doces e então seguir sua “aventura”.
Objetivos:
 

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