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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Crônicas dos Mares - Escrevendo o Destino

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MensagemAssunto: Crônicas dos Mares - Escrevendo o Destino   Crônicas dos Mares - Escrevendo o Destino EmptySeg 15 Fev 2016 - 22:18

Crônicas dos Mares - Escrevendo o Destino.

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Baranor Flyleaf. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Crônicas dos Mares - Escrevendo o Destino   Crônicas dos Mares - Escrevendo o Destino EmptySeg 15 Fev 2016 - 23:31

Cap. 1 - Deixando Dawn



“Mas um dia em Dawn, espero que esse seja o último. Preciso me apressar e chegar cedo ao cais para ver se há algum barco que vá partir”

Pensaria Baranor enquanto caminharia em direção ao cais da cidade. Estaria com seu olhar distraído de sempre, não repararia caso houvessem pessoas ou qualquer outro movimento no caminho. Estaria focado apenas no objetivo de chegar ao cais, encontrar um barco com uma tripulação a caminho do mar. Não faria muita questão se fossem piratas, caçadores ou marinheiros, apenas queria deixar a ilha. Haviam assuntos que ele queria resolver e não conseguiria se continuasse parado em Dawn.

Quando chegasse ao cais, se dirigiria direto aos navios ancorados, procurando encontrar algum que estivesse pronto para partir ou bem perto disso. Se apresentaria e diria o porquê poderia ser útil para a tripulação. Afinal era filho de um pescador e de uma cozinheira, esses anos ajudando seus pais no trabalho deles deveriam ter ensinado algo a ele.

- Olá sou Baranor, estou procurando uma tripulação para viajar por esses mares e gostaria de saber se a vagas em seu navio – Diria ele de embarcação em embarcação que houvessem homens a bordo ou próximos. E continuaria caso houvesse uma pergunta de o que fazia – Bem, sou um bom cozinheiro e conheço bastante sobre pesca e peixes. Trabalhei durante alguns anos com meus pais e aprendi bastante.

Esperaria que com esse discurso conseguisse algo no cais, mas se não tivesse sorte procuraria algum bar ou taverna aberta para procurar alguém que o recrutasse para navegar. Entraria e pediria algo no bar para beber, olharia um pouco ao redor procurando pessoas em potencial que lhe poderiam oferecer uma vaga, apresentar ia-se como já fizera no cais e se fosse questionado sobre o porquê queria se meter nos mares, apenas diria - É um sonho antigo e que agora resolvi pôr em pratica - Não poderia ou por hora não seria necessário revelar o que realmente o faria deixar seus pais e a ilha para trás - Mas digamos que são questões do passado que me fazem partir para os mares.

Assim que arrumasse uma tripulação, partiria em busca do navio para poder se instalar e conhecer os homens com quem iria viajar. Finalmente sairia daquela ilha e iria procurar o que realmente lhe importaria.




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MensagemAssunto: Re: Crônicas dos Mares - Escrevendo o Destino   Crônicas dos Mares - Escrevendo o Destino EmptyQua 17 Fev 2016 - 18:18

Decisões!


Era início de tarde em Dawn Island, com um sol tímido atrás de algumas nuvens, porém sem perspectiva de chuva alguma. Dia bom para qualquer tipo de passeio, seja no campo ou nos mares. Baranor estava caminhando pelas ruas da cidade, distraído por sinal, pensando apenas como seriam seus novos companheiros! Mal reparou que a sua direita uma criança havia caído por estar correndo da mãe, que pedia para a mesma tomar cuidado. A criança começou a chorar de dor, havia fraturado a perna esquerda, a mãe começou a gritar por socorro, mas Baranor continuou a andar, realmente não tinha prestado atenção.

Antes de chegar ao cais, encontrou um taverna bem grande, que ficava localizada numa praça, no coração da Ilha. A praça era bonita, possuia árvores grandes, flores bem cultivadas, espaço para crianças brincarem e bancos bem conservados para utilização dos adultos. Já sobre o comércio, possuia algumas lojas de roupa a esquerda, um mercado a direita e um hospital, do lado oposto da taverna.

Baranor entrou no bar e observou várias mesas lotadas e as poucas vazias estavam por se ocupar em breve, devido ao movimento. Realmente, aquela taverna deveria ter algo especial. - uma cerveja, por favor - pediu Baranor. Prontamente atendido e disposto a procurar pessoas para sua abordagem, havia um homem perto de uma das janelas, sem camisa, forte, careca e com uma espada embainhada a sua direita. Perto do balcão havia um rapaz de aparência bem misteriosa, chapéu preto e cabelo preto comprido, que dificultava reparar em seu rosto, este não possuia nenhuma arma a vista, mas quem sabe o que haveria dentro de sua capa?  Estes foram os dois que mais chamaram atenção de Baranor. Mas foi uma mulher quem o abordou primeiro:

- É sempre bom encontrar sangue novo! Prazer, me chame Mellys, qual a sua graça? E o que procura num lugar como esse, jovem? - disse a mulher, com uma aparência de 40 anos, morena, cabelos compridos castanhos e cacheados, trajava uma calça e uma camiseta justa, que dava a entender que era adaptada ao seu estilo de luta. - Olá, sou Baranor, estou procurando uma tripulação para viajar por esses mares e gostaria de saber se a vagas em seu navio! - disse ele confiante!

- Hahahaha!!! - gargalhou Mellys num tom bem irônico. - e você acha que é assim que irá conseguir uma tripulação? - disse em voz séria. - Vem cá mocinho, qual seu objetivo, você pretende ser pirata? - murmurou em voz baixa dessa vez.

A abordagem e o questionamento repentino de Mellys pôs em dúvida a vontade de Baranor. Afinal, ele contou seu desejo e ele nem sequer sabia quem ela era. Algumas pessoas, inclusive os dois homens, os quais Baranor prestou atenção, perceberam a situação estranha, mas todos continuavam em seus lugares.

O que o jovem Baranor faria?

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MensagemAssunto: Re: Crônicas dos Mares - Escrevendo o Destino   Crônicas dos Mares - Escrevendo o Destino EmptyQua 17 Fev 2016 - 19:21

Após ser abordado por Mellys no bar, Baranor estaria pensando no que faria. Havia notado os olhares dos dois sujeitos que havia reparado quando entrou, estavam prestando atenção no desenrolar daquela conversa entre ele e a mulher de cabelos cacheados. Teria que dizer alguma coisa em resposta a sua pergunta:

- Vem cá mocinho, qual seu objetivo, você pretende ser pirata? - Murmurou em voz baixa dessa vez.

“Posso me fazer ser notado e dizer em voz alta ou tentar ver até onde Mellys deseja ir, acho que é melhor por hora arrumar um problema de cada vez. Vou investir nesse que está parado na minha frente” - Pensaria ele se desligando dos outros dois indivíduos e se focando na mulher. Usaria a mesma altura de voz que ela utilizou para responder o questionamento:

- Na verdade, pouco me importa o tipo de tripulação com a qual navegarei. Tenho assuntos para resolver fora de Dawn e não serei direito por onde começar. Por isso quero uma tripulação, mas não faço escolhas. Podem ser piratas, marinheiros ou caçadores, apenas preciso sair daqui. – E tomaria um gole de sua cerveja. – E você, é uma pirata?

Continuaria parado junto a ela, mas olharia para o salão, afim de ver se haveria ocorrido alguma movimentação estranha. Mas na verdade, seus olhos iriam a procura dos dois homens, teria achado os tipos estranhos e interessantes, tendo em vista que ficaram interessados na aproximação de Mellys junto a ele. Esperaria e ouviria a resposta da charmosa mulher, gostaria de saber o que ela fazia e por havia notado ele no meio daquela multidão toda.

- Porque a sua aproximação junto a mim? Lhe chamei a atenção? Me conte um pouco sobre você. Quem sabe não posso lhe pagar uma bebida e você me diz se conhece alguém que possa me ajudar, se é que você mesma não pode fazer isso? – Diria ele sorrindo para ela, enquanto faria um gesto para a pessoa do outro lado do bar pedindo mais uma cerveja.

“A noite parece que será longa e eu preciso me cuidar, afinal não sei com quem estou lidando e quem está a minha volta. Mas o cuidado no momento é com essa mulher, muito estranho sua aproximação e seus questionamentos. Vamos ver até onde ela vai”. Pensaria consigo, enquanto sorria para mulher e esperava a cerveja dela.

Vez ou outra, passaria os olhos pelo salão a fim de ver o posicionamento dos dois homens e continuaria conversando com Mellys.



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MensagemAssunto: Re: Crônicas dos Mares - Escrevendo o Destino   Crônicas dos Mares - Escrevendo o Destino EmptyQui 18 Fev 2016 - 12:21

Caçador ou Pirata?



O clima de conversa e distração na taverna de repente foi interrompido graças a abordagem de Mellys ao jovem Baranor. Muitos ali já conheciam sua fama, não dava ponto sem nó. Dias antes fizera o mesmo com um rapaz, mas esse se borrou de medo e partiu dali correndo como se não houvesse amanhã. Talvez já soubesse do histórico de Mellys.

- Na verdade, pouco me importa o tipo de tripulação com a qual navegarei. Tenho assuntos para resolver fora de Dawn e não serei direito por onde começar. Por isso quero uma tripulação, mas não faço escolhas. Podem ser piratas, marinheiros ou caçadores, apenas preciso sair daqui. – disse Baranor enquanto tomava um gole de sua cerveja. – E você, é uma pirata? - questionou em tom sério, mas com um ar de insegurança claramente notável.

- Hahaha, que corajoso. Você realmente não presta atenção onde entra! Saiba que aqui é uma das tavernas mais famosas da ilha, mas essa é especial. Por aqui passam diversos piratas, revolucionários e caçadores de recompensas. Por alguma razão, o dono daqui não leva nenhum tipo de notificação da Marinha. - explicou. - Não sei porque estou lhe dizendo isso, talvez pela sua audácia de não ter saído correndo como outros. - disse ela sorrindo, e com as duas mãos enfiada nos bolsos da calça e as costas um pouco corcunda para ficar da mesma altura do jovem, que estava sentado.

- Porque a sua aproximação junto a mim? Lhe chamei a atenção? Me conte um pouco sobre você. Quem sabe não posso lhe pagar uma bebida e você me diz se conhece alguém que possa me ajudar, se é que você mesma não pode fazer isso? - continuou a Baranor, sorrindo para a mulher enquanto pedia outra cerveja

- Cuidado com as perguntas, garoto! Pagar bebida para mim? Você não parece ser o tipo de pessoa que teria dinheiro para comprar o que eu bebo, hahahaha. - respondeu em tom sarcástico.

Nesse momento, Baranor começa a perceber que o lugar não era recheado de simple civis, mas de pessoas maldosas, que por algum motivo desconhecido não eram todos de aparências ogras e com que mantinham a compostura no recinto. A taverna era toda feita de alvenaria, composta por mesas redondas, cadeiras e balcão de madeira rústica. Propício para comportar 150 pessoas sentadas e, o local, a esta altura do diálogo, já estava lotado. Baranor suava frio, mas tentava se controlar. Talvez devesse prestar mais atenção por onde anda...ou onde entra, afinal, agora que estava ali, não seria tão simples fugir.

- Aliás, rapaz, você ainda não se apresentou. Qual seu nome? - Mellys esperava por uma resposta seca e honesta, saberia se ele mentisse. Após ouvir o nome, Mellys lhe propunha algo. - Seguinte, quero que vá até o Balcão e diga ao Whey, que é o dono daqui, que sua bebida está uma droga e exija uma nova. Primeiro quero testar a sua coragem. - ordenou Mellys.

Baranor estava desconfiado, afinal no que isso poderia ajudá-lo? Enquanto seguia em direção do Whey, o rapaz de chapéu, capa e cabelos preto veio em sua direção. Mellys já o perdera de vista, pois sentou-se na cadeira do jovem e os demais frequeses de pé tapavam a visão.

- Não faça isso! Caso queira viver, apenas pare. Sei como é difícil acreditar em estranhos, pois sou assim. Sou Mark, um caçador de recompensas e a moça que está te abordando é uma pirata. Não há tempo de explicar nada com um público desse tamanho, caso queira algo, me siga para o outro lado da praça. - Mark falou de forma rápida e extremamente fria, saiu da taverna e Baranor o perdeu de vista sem ao menos conseguir olhar em seu rosto.

Caso siga a ordem de Mellys, Baranor encontraria Whey, um homem de 1,90, cabelo castanho curto, trajando um uniforme branco com o símbolo da taverna: o timão prateado de um navio qualquer. Aparentava estar e ser uma pessoa calma.

Por outro lado, seguindo Mark, Baranor sairia correndo atrás do misterioso homem e seria percebido por Mellys. Chegando do outro lado da praça, observaria a mãe do garoto com o joelho engessado saindo do hospital. Ela faria um cara triste a Baranor por tê-la ignorado, o cumprimentaria arregalando as sobrancelhas e daria as costas rumo a sua casa. Mark continuaria desaparecido.

O pescador agora tinha de decidir. Pirata ou Caçador. Não se conhece o caráter de nenhum, ambos são incógnitas.

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MensagemAssunto: Re: Crônicas dos Mares - Escrevendo o Destino   Crônicas dos Mares - Escrevendo o Destino EmptyQui 18 Fev 2016 - 16:15

Procurando o caçador



Encontrava me em uma situação pouco confortável. De um lado uma possível pirata me pedira para arrumar encrenca com um cara de quase 2 metros de altura, por outro poderia seguir um desconhecido com roupas suspeitas que me dizia ser um caçador.

“Pense Baranor, rápido antes que lady Mellys surja no meio desta multidão com algum amigo. Embora sir Mark também não é a melhor das companhias” pensava ele enquanto as gotas de suor percorriam seu rosto – “Onde está aquele rapaz de discurso de que não importa quem são, quero apenas viajar, borrou as calças ao saber onde se meteu e com quem talvez esteja lidando” Se auto criticava por ter sido tão imprudente adentrando aquele lugar sem ao menos verificar os frequentadores.

Olharia em volta, procurava uma mesa vaga para depositar o copo que trazia em mãos. Teria escolhido a segunda opção, era melhor me arriscar a enfrentar alguém em campo aberto do que arrumar luta num ambiente fechado e com 150 pessoas desconhecidas ao redor. Colocaria o copo em cima de qualquer mesa com um espaço e tentaria sair sem que Mellys me notasse, tentaria me esconder em minhas vestes, puxando a gola da camisa para cima e abaixando o pescoço para dentro da roupa enquanto tentaria caminhar para saída o mais depressa que a multidão animada no bar permitisse.

Não saberia se havia sido notado ou não pela pirata, mas uma vez lá fora procuraria por Mark, até o momento o seu salvador por assim dizer. Atravessaria a praça arborizada, onde iria ao encontro de uma senhora saindo de um hospital com seu filho, que se encontrava engessado. Ela teria olhado para mim e me cumprimentado sem dizer nada, mas com um ar de desaprovação e tristeza. Ele não entenderia bem o porquê, mas se aproximaria dela, afinal parecia ser a única pessoa por perto que poderia ter visto para onde o suposto caçador poderia ter ido. Limparia o suor do rosto com uma das mãos e depois falaria com a mulher.

- Olá senhora, sem querer incomodar ou atrapalhar. Poderia me dizer se viu um homem trajando uma capa e um chapéu preto, ele acabara de sair daquela taverna e eu me perdi dele. Poderia me ajudar? – Diria a mulher com a criança. Ele ainda estaria um pouco inquieto com a possibilidade de ter sido visto pela mulher de cabelos cacheados quando deixou o bar.

Esperaria que a mulher lhe desse alguma direção para seguir e também lhe ofereceria ajuda com a criança, afinal notara que eles teriam dificuldades para caminhar devido ao ferimento do menino. Sendo assim teria que procurar Mark depois, também seria uma saída pois se afastaria dali e de uma nova possível investida de Mellys. Olharia de relance para a porta da taverna que acabara de deixar, para me certificar de que não era observado enquanto conversava com a aquela senhora.

- Posso me oferecer para ajudá-la com a criança? Poderia carrega-lo até o destino de vocês e gostariam de perguntar algumas coisas sobre aquela taverna e uma determinada pessoa que conheci por lá.

O comercio ainda deveria estar aberto a esta altura, devido ao tempo que permaneci lá dentro, não deveriam ter se passado mais de algumas horas. Olharia para as lojas para ver se avistaria algum sinal do misterioso homem. Caso a mulher recusasse minha ajuda devido ao modo como ela me olhou e apenas indicasse uma direção, me despediria e seguiria o caminho indicado. Porem se a ajuda fosse aceita, tomaria a criança em meus braços e partiria com a mulher pelo caminho dela até seu destino final, mas nos dois casos pensaria:

“Quando anoitecer será mais difícil achar o tal de Mark, mas também será mais difícil de eu topar com a pirata. Poderia procurar um lugar para passar essa noite e recomeçar amanhã com mais cautela” – Concluiria em meu pensamento.
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MensagemAssunto: Re: Crônicas dos Mares - Escrevendo o Destino   Crônicas dos Mares - Escrevendo o Destino EmptySex 19 Fev 2016 - 10:00

Quem é o inimigo?!


A passos largos, Baranor se dirige para fora da taverna. Mesmo tentando se esconder no meio da galera e puxando a gola da camisa para cima, Mellys percebeu e não ficou nada satisfeita. Apertou os dois punhos e murmurou poucas palavras como se estivesse amaldiçoado algo ou alguém. Whey, de lá do balcão, também notou a fuga do pescador e acredite, ficou ainda mais puto da vida, esbugalhou os olhos e deu um soco martelo na tábua de madeira a sua frente e gritou: - LADRÃO MISERÁVEL!!!

Enquanto isso, fora da Taverna, ao conseguir escapar, Baranor olhou para trás e consegiu reparar na fachada: "Skull's Pub", com um timão prateado a esquerda. Ao voltar-se à frente, atravessou a praça e deu de cara com a moça e a criança o qual não tinha percebeu que os deixou na mão momentos antes. Eles estavam saindo do hospital, sendo que o menino estava com a perna engessada por conta do joelho deslocado. Ele trajava roupas simples, camiseta branca e bermuda azul e a mãe estava com um longo vestido cor de creme, possuia cabelos castanhos liso e compridos até a altura da cintura.

- Olá senhora, sem querer incomodar ou atrapalhar. Poderia me dizer se viu um homem trajando uma capa e um chapéu preto, ele acabara de sair daquela taverna e eu me perdi dele. Poderia me ajudar? - disse ele inquieto com o fato de Mellys por tê-lo visto.

A moça o cumprimentou com as sobrancelhas, como quem pensa: o mundo da voltas, não? Fez uma cara triste, deu de ombros e virou-se de costas. - Não me envolvo com pessoas do teu tipo. Baranor ainda insistia em pedir-lhe ajuda. Em vão, o pescador desiste, mas ouve ao garoto dizendo - mas mãe, a senhora prometeu que iríamos ver o papai! - resmungou em tom lacrimejante. Notava-se que o garoto era parecido com alguém que Baranor já havia visto antes, mas no calor do momento não conseguia associar nada com nada. A mãe do menino estava relutante. - desculpa filho, mas pressinto que hoje o dia não será normal.

Tais palavras ficaram martelando em sua cabeça, ao ponto de ficar parado no meio da praça, mas não por muito tempo. Um som rápido em sua costas ficava cada vez mais forte, ao se virar notou que era um homem em alta velocidade vindo em sua direção e disparou-lhe um belo cruzado de direita no queixo de Baranor, que chegou a sair do chão e voar uns três metros para trás antes de cair de costas.

- Ninguém caloteia o nosso bar, muito menos pé rapados como você! - disparou uma voz alta, grossa e demoníaca. Baranor conseguiu se recompor rapidamente e notou que o agressor era nada menos que Whey. Nesse momento, Mellys poderia ser vista na entrada do bar, se aproximando a passos lentos dizendo. - Hahahahahahahahahaha, garoto, você tentou fugir e pode ter certeza que isso irritou muito mais Whey do que você reclamar de sua bebida. - disse ela em tom felicíssimo. - De toda forma consegui o que queria. Agora vai me provar que é útil ou morrerá.

No meio de toda essa confusão, algo ficou claro: Mellys não havia percebido que foi Mark quem o induziu a fuga. Tampouco estava claro se ela o conhecia. O dia que estava ensolarado, porém com nuvens, deu uma leve escurecida, deixando o clima mais tenso. Alguns curiosas ficaram a pouco mais de 10 metros de distância observando o que estava acontecendo, homens, mulheres e até crianças. A direita, na direção do mercado, por entre umas vielas, saiu um homem careca, sem camisa e...espera! Era o mesmo que estava sentado próximo a janela do bar, notou Baranor - agora se levantando após o golpe -, só que o homem estava sangrando na cabeça e no braço esquerdo. O homem dirigiu-se em direção a Mellys e proferiu-lhe algumas palavras.

Sem tempo de prestar atenção em mais nada. Whey tornou a falar. - Escuta aqui, tenho cara de palhaço? Seu amigo de capa preta disse que você pagaria as duas contas. São 10 mil berries! E reparando bem em você, com essa cara de mendigo, acredito que não tenha nada a me oferecer. Então prepara-se para levar uma surra, sobreviva se for capaz!

Agora uma multidão já se aglomerava para assistir a luta. Mellys e seu companheiro estava a alguns metros mais para trás, porém obersvando tudo. Mark? Bem, este sumiu! Baranor? Bem este está bem ferrado!

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MensagemAssunto: Re: Crônicas dos Mares - Escrevendo o Destino   Crônicas dos Mares - Escrevendo o Destino EmptySex 19 Fev 2016 - 20:08

Acertando as contas


Esperando a resposta da senhora que acabara de encontrar em frente ao hospital, me ocorreria um pensamento a respeito da taverna de onde tinha saído a poucos instantes - "Acho que não paguei pela caneca de cerveja, espero que o dono não se incomode"

- Não me envolvo com pessoas do teu tipo. - Foi a resposta que obtive daquela mulher, ainda sem entender o que ela queria dizer com pessoas do meu tipo, pode ter sido e acreditaria que provavelmente era por ter saído daquele bar, o que fazia as coisas que Mellys e Mark disseram fazer sentido, realmente o lugar não era dos melhores para se estar ou ser visto.

"Nota mental: verificar os locais antes de entrar daqui para frente" - Enquanto pensava sobre a péssima escolha que havia feito sobre ter entrado naquele bar, cujo simbolo era um timão prateado e na fachada liasse "Skull's Pub", pararia para escutar o garoto choramingar algo para sua mãe.
- Mas mãe, a senhora prometeu que iríamos ver o papai! - e a mulher prontamente responde ao garoto - Desculpa filho, mas pressinto que hoje o dia não será normal.

Fixaria o olhar naquele garoto, com uma certa sensação de que já havia visto alguém com quem ele muito se assemelhava, mas não conseguia me lembrar exatamente quem ou de onde era essa determinada pessoa. "Adoro minha memória" - seria o pensamento que passaria pela cabeça enquanto um pequeno sorriso irônico se abriria em meus lábios. De certo a mulher não estava errada ao dizer para seu filho que o dia estava sendo atipico, afinal não é todo dia que alguém engessa a perna ou entra num bar repleto de piratas e outros tipos suspeitos como se estivesse entrando na sala de casa, sem falar que o dia que estava ensolarado e belo começava a se enegrecer.
"Poder ser um sinal de uma grande tempestade se aproximando." - Olharia para o céu e observaria as nuvens negras que agora apareciam. - Espera ai, isso é um trovão? - Diria sem esperar que a mulher ou o garoto respondessem, referindo a um som que vinha de suas costas e cada vez parecia ficar mais forte. Me virava para averiguar de onde teria vindo o barulho quando noto que não era ninguém menos do que Whey, o balconista e dono da taverna correndo em minha direção numa fúria desenfreada. Realmente eu tinha esquecido de pagar a conta.

Whey já estava muito perto para que eu pudesse tentar qualquer coisa e o golpe fora inevitável e acertou meio queixo em cheio, fazendo com que fosse lançado alguns metros de distancia do atacante e me estatelando no chão.
- Ninguém caloteia o nosso bar, muito menos pé rapados como você! - disparou uma voz alta, grossa e demoníaca.
Me levantava, verificando se minha mandíbula continuava intacta e retrucaria as ofensas do dono da taverna com um comentário irônico - Boa tarde para você também, de onde eu venho nos cumprimentamos de outro jeito - Cuspiria no chão para verificar se sangrava ou se tinha perdido algum dente nesta investida do taverneiro. - Realmente esqueci de pagar pela caneca de cerveja que consumi em seu bar, o erro foi meu e eu admito e irei paga-lo - Falaria enquanto vasculhava os bolso a procura de alguns berries para quitar a divida.

Enquanto procuraria pelo dinheiro, observaria a multidão que agora começava a se juntar a minha volta e não poderia deixar de notar as gargalhadas de Mellys na porta da taverna
-Hahahahahahahahahaha, garoto, você tentou fugir e pode ter certeza que isso irritou muito mais Whey do que você reclamar de sua bebida. - disse ela em tom felicíssimo. - De toda forma consegui o que queria. Agora vai me provar que é útil ou morrerá.

"Antes tivesse pedido outra bebida porque aquela estava ruim, mas vamos escutar os estranhos" - Pensava enquanto notaria uma outra cena acontecer envolvendo minha adorada pirata. O homem careca que tinha percebido assim que botei os pés no Skull's estava aparentemente ensanguentado, com sangue correndo da cabeça e do seu braço esquerdo, e mais que isso, parecia trocar confidencias com Mellys. - " Das duas, uma. Ou aquele camarada acabou com a raça do Mark ou ele conseguiu escapar, mas deixou umas lembranças para o careca. Mas de qualquer forma preciso me preocupar com os meus problemas no momento". E voltaria meu olhar para Whey

- Escuta aqui, tenho cara de palhaço? Seu amigo de capa preta disse que você pagaria as duas contas. São 10 mil berries! E reparando bem em você, com essa cara de mendigo, acredito que não tenha nada a me oferecer. Então prepara-se para levar uma surra, sobreviva se for capaz! - Dizia o taverneiro e ao que parecia iria me atacar novamente e me cobrando uma divida que nem minha era.

- Opa, pera la meu caro! Aceito o soco pela caneca não paga, agora assumir as dividas de outros não é bem meu forte. Me diga quanto eu realmente lhe devo pela cerveja. Bem, sei que não me perguntou mas antes de eu apanhar sem motivo deixe me dizer o que houve, acho que nós dois estamos sendo enganados. - Diria, enquanto batia na roupa para retirar o pó que poderia ter ficado depois da minha queda. - Sai sim sem pagar, pois fiquei nervoso com a proposta feita por aquela moça que esta gargalhando ali - e apontaria na direção de Mellys - Porem, quando fui fazer o que ela havia me desafiado, fui interrompido por esse sujeito de capa que você citou e que se apresentou com o nome de Mark, que me disse para sair o mais rápido possível do local. Fiquei sem saber o que fazer e apenas me retirei de lá, em nenhum momento soube que havia contraído outra divida senão a da cerveja que bebia. O fato é que pagarei por ela, não mais que isso. Se ainda quiser me surrar, pode fazer isso, mas não irei me defender, afinal lhe pagarei o que devo. E para que saiba em quem esta batendo, me chamo Baranor Flyleaf.

Ficaria parado encarando o sujeito e esperando que tomasse alguma atitude, olharia a multidão a volta para ver se ao menos conseguiria um sinal de Mark, o sujeito que tinha me enfiado nessa confusão toda. Não saberia se ele tinha feito de caso pensado, se agia juntamente com Mellys e o homem careca, mas o fato é que estava em praça publica enfrentando um taverneiro enfurecido que me cobrava 10 mil berries por uma caneca de cerveja. Acabaria de ganhar um objetivo assim que essa situação fosse resolvida, achar o tal de Mark e tirar satisfações
Objetivos:
 


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MensagemAssunto: Re: Crônicas dos Mares - Escrevendo o Destino   Crônicas dos Mares - Escrevendo o Destino EmptySeg 22 Fev 2016 - 12:59

O passado de Mark


- Escuta aqui, tenho cara de palhaço? Seu amigo de capa preta disse que você pagaria as duas contas. São 10 mil berries! E reparando bem em você, com essa cara de mendigo, acredito que não tenha nada a me oferecer. Então prepara-se para levar uma surra, sobreviva se for capaz! - Dizia o taverneiro e ao que parecia iria me atacar novamente e me cobrando uma divida que nem minha era.

- Opa, pera la meu caro! Aceito o soco pela caneca não paga, agora assumir as dividas de outros não é bem meu forte. Me diga quanto eu realmente lhe devo pela cerveja. Bem, sei que não me perguntou mas antes de eu apanhar sem motivo deixe me dizer o que houve, acho que nós dois estamos sendo enganados. - Disse, enquanto batia na roupa para retirar o pó que poderia ter ficado depois da minha queda. - Sai sim sem pagar, pois fiquei nervoso com a proposta feita por aquela moça que esta gargalhando ali - e apontaria na direção de Mellys - Porem, quando fui fazer o que ela havia me desafiado, fui interrompido por esse sujeito de capa que você citou e que se apresentou com o nome de Mark, que me disse para sair o mais rápido possível do local. Fiquei sem saber o que fazer e apenas me retirei de lá, em nenhum momento soube que havia contraído outra divida senão a da cerveja que bebia. O fato é que pagarei por ela, não mais que isso. Se ainda quiser me surrar, pode fazer isso, mas não irei me defender, afinal lhe pagarei o que devo. E para que saiba em quem esta batendo, me chamo Baranor Flyleaf.

Baranor ficou parado encarando Whey, sem deixar a expressão de medo, apenas aguardando uma reação do taverneiro. A multidão já bloqueava qualquer tipo de fuga, a não ser que saísse empurrando de forma a machucá-los. O pescador estava confuso, não sabia o que estava acontecendo, era muita informação e encrenca para uma mísera falta de atenção.

- Espera, você disse Mark? - Como você sabe sobre ele, e porque você saberia sobre ele? - Disse Whey, perdendo a expressão de fúria e ganhando uma tom de preocupação e angústia. Baranor agora deveria pensar em cada resposta, já que Whey parece ter algo como dupla personalidade, vulgo "bivolt", hora está feliz, hora está irritado.

Ao notar que a luta cessaria por ali, parte das pessoas começaram a vaiar chamando os dois homens de frouxas, mas ambos estavam estasiados demais com a situação - Baranor estavam aliviado também, já que pensara que ali seriam seus últimos minutos de vida -, e nem repararam nos gritos de "PORRADA, PORRADA"! Whey então o convida para dentro de seu escritório para lhe dizer algumas coisas.

Mellys não poderia fazer muita coisa nessa situação, pois percebera que seu objetivo foi por água abaixo. Os rapazes então passaram por sua pessoa na entrada do pub, Mellys o encarou como se quisesse matá-lo a todo custo por não ter atendido suas expectativas, Baranor olha e apenas ignora.

Dentro da taverna, agora mais vazia, Whey da o comando. - Fenor, continue tomando conta de tudo, tenho assuntos sérios a tratar com esse pivete. ordenou. - Si, si, Sim, senhor, chefe! - respondeu o subordinado, como medo da expressão de Whey.

De portas fechadas, Baranor sentou-se numa cadeira mais confortável e do outro lado da mesa de mármore, numa cadeira alta, de ferro, aconchegante pela plumas que a revestiam, estava Whey, com os dois cotovelos apoiados na mesa, unindo as mãos na altura do queixo e encarando-o seriamente. - Mark era irmão de Rob, que foi morto há cerca de um ano, quando houve um assalto em um centro comercial não muito longe daqui e Rob teve a infelidade de estar no caminho dos ladrões. Mark, estava junto, porém conseguiu e salvar. Desde então, Mark disse quem sabe que o matou e devido ao seu orgulho, não aceitou qualquer tipo de ajuda e sumiu.

Baranor, perplexo, ficou sem palavras, apenas pensando.

- E olha só, os dois irmãos eram meus melhores clientes e amigos e eu não o vi por aqui, do contrário reconheciria imediatamente. Como você o conhece? - perguntou na esperança do jovem ter alguma resposta milagrosa. - Veja bem, você tem duas forma de quitar sua dívida comigo: ou trabalha de graça para mim por um mês ou ache Mark e me deixe feliz com isso.

Do lado de fora, tudo já se normalizava. Era noite e a taverna estava para fechar, Fenor estava limpando o local e os últimos fregueses estavam para ir embora. Mellys e seu aliado sumiram de circulção, o que permitia livre saída do local. Baranor agora tinha duas opções, uma simples e outra complexa.

- Há alguma coisa que queira me perguntar antes de se decidir, jovem? Quando estiver decidido, comece imediatamente! - disparou Whey!

Caso o rapaz escolhesse trabalhar para a taverna, seus talentos como cozinheiro e nutricionista poderiam ser notados e algum tipo de recompensa/história poderia surgir dessa vertente. Se for atrás de Mark, a palavra "perigo" é apenas um modo sutil de dizer que a chance de dar merda é enorme!


Histórico:
 

Off:
 

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Objetivo Principais:
 
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MensagemAssunto: Re: Crônicas dos Mares - Escrevendo o Destino   Crônicas dos Mares - Escrevendo o Destino EmptySeg 22 Fev 2016 - 16:11

Aceitando o trabalho


O clima em cima já estava tenso com as nuvens negras cobrindo o céu que outrora era azul, na praça central de Dawn as pessoas se aglomeravam para ver o embate entre o taberneiro enfurecido e o jovem pescador que ao que tudo indicava havia saído do bar sem pagar a conta. Apos tomar um poderosíssimo soco no queixo, o jovem ainda tinha forças para se levantar e proclamar um discurso sobre sua divida com o dono do bar. O que parecia era que outro homem havia feito uma divida e deixado para o pobre rapaz pagar. Mas a pronuncia do nome deste homem mudou um pouco o rumo da briga.

- Espera, você disse Mark? - Como você sabe sobre ele, e porque você saberia sobre ele? - Disse Whey, perdendo a expressão de fúria e ganhando uma tom de preocupação e angústia.

- Sim foi o que eu disse, Mark era o homem de capa e cartola que me abordou no bar e me disse para encontra-lo aqui, porem ele sumiu e me deixou com essa divida com você. - Responderia, já me sentiria um pouco aliviado por parecer que o embate terminaria ali.

Enquanto isso a multidão que alguns instantes parecia interminável, agora aos poucos se dispersava e salvo alguns cidadãos que ainda insistiam em incitar que a luta acontecesse, gritavam vários tipos de insulto, os que mais soavam eram homens frouxos, alguns mais exaltado gritavam "Porrada, Porrada" como que com isso fossem fazer Whey lembrar o que realmente começara ali. Porem quando o taverneiro abriu sua boca para dizer algo, tudo que saiu dela foi um convite para que o jovem o acompanhasse até seu escritório no bar.

"Bom, pelo menos escapei da surra, agora o que será que esse tal de Mark tem de tão especial com o Whey para faze-lo desistir de me matar e esquecer (ou não) os 10 mil berries. Terei que entrar lá e descobrir, mas pelo menos estou inteiro, por hora" - Pensaria enquanto caminharia com Whey de volta ao bar.

No caminho ao escritório de Whey, acabei passando ao lado de Mellys, a qual agora tinha um ar de desapontamento e ódio pelo ocorrido a pouco na praça. Acho que para ela a saída mais obvia e divertida seria eu ter levado uma surra e não ser convidado a ir de volta ao bar pelo enfurecido taverneiro. Apenas me ateria a olha-la e soltar uma leve piscadela com o olho esquerdo ao passar, algo que soasse como "Não foi dessa vez, baby" e continuaria meu caminho ao lado de Whey.

Agora dentro da taverna, claramente mais calma e vazia espero que o taverneiro me guie para seu escritório, mas antes disso ele para para dar uma ordem a um funcionário seu
- Fenor, continue tomando conta de tudo, tenho assuntos sérios a tratar com esse pivete. ordenou. - Si, si, Sim, senhor, chefe! - respondeu o subordinado, como medo da expressão de Whey.

"Pivete, ainda sou tratado como bandido" Pensaria enquanto balançaria a cabeça suavemente de um lado para o outro em tom de desaprovação pelo termo usado para se referir a mim.

Já dentro dos aposentos de Whey, sento-me em uma cadeira que se localiza de frente para grande mesa de mármore, onde do outro lado se encontra uma cadeira alta de ferro que apesar do material que era feito, tornava-se aconchegante devido as plumas que a revestia. Whey sentou-se nela e após apoiar seus cotovelos sobre a mesa e unir suas mãos na altura de seu queixo ele começou a falar me encarando.

- Mark era irmão de Rob, que foi morto há cerca de um ano, quando houve um assalto em um centro comercial não muito longe daqui e Rob teve a infelidade de estar no caminho dos ladrões. Mark, estava junto, porém conseguiu e salvar. Desde então, Mark disse que sabe que o matou e devido ao seu orgulho, não aceitou qualquer tipo de ajuda e sumiu.

"Bom isso faz sentido, já que ele me disse que era um caçador de recompensas e que a Mellys era uma pirata. Ao que parece ele não mentiu sobre tudo, mas vamos ver onde vai dar essa historia" - Pensaria enquanto escutava atentamente as palavras do taverneiro sobre o passado do suposto caçador.

- E olha só, os dois irmãos eram meus melhores clientes e amigos e eu não o vi por aqui, do contrário reconheceria imediatamente. Como você o conhece? - perguntou na esperança do jovem ter alguma resposta milagrosa.

- Bom, como lhe disse agora pouco na praça, meu contato com ele ocorreu pela primeira vez dentro do seu bar. Estava me dirigindo até o balcão para reclamar da bebida como fora desafiado por Mellys, quando fui abordado por este homem que se apresentou como Mark e que me disse que era um caçador de recompensas. Ele apenas me alertou para não fazer aquilo e falou que não havia tempo para me explicar nada naquele momento e que era para encontra-lo do outro lado da praça, onde você me encontrou. O resto sobre quem supostamente ele é, vim saber de você agora - Diria para o taverneiro, tomando cuidado para não me expressar errado ou ser mal interpretado, já que ele demonstrava ter tendencias a bipolaridade, como havia demonstrado no episodio da praça.

- Veja bem, você tem duas forma de quitar sua dívida comigo: ou trabalha de graça para mim por um mês ou ache Mark e me deixe feliz com isso. - Seria a proposta feita pro Whey para quitar a divida de 10 mil berries ou seja lá o que estava me cobrando.

"A segunda opção é a melhor alternativa, continuo com a minha liberdade, fico sobre as ordens de Whey e ainda vou poder ir atras do tal do Mark, se esse for realmente seu nome. Acho que é a melhor coisa a fazer nesse momento." - Estaria ainda divagando a respeito das duas propostas oferecidas, quando o taverneiro voltou a falar.

- Há alguma coisa que queira me perguntar antes de se decidir, jovem? Quando estiver decidido, comece imediatamente! - disparou Whey!

- Aceito a segunda opção senhor! - Responderia de bate pronto - Porem, tenho algumas coisas que quero saber antes de sair daqui e ir atras desse suposto Mark. 1 - Quem atendeu ele na taverna esta tarde? Pois se você me disse que teria o reconhecido, suponho que não tenha sido você a atende-lo. - Começaria a falar, enquanto ajeitava o corpo para frente, ficando mais perto de Whey. - 2- Se foi você quem o atendeu, porque não o reconheceu? Como era o Mark que você conhecia e como era este desta tarde? Preciso que me diga características marcantes. 3- Se o tiver atendido, fora ele mesmo que lhe informou que eu pagaria a conta? Ou algum funcionário ou alguém o comunicou sobre isso? - "Se for alguém, minha suspeita cai sobre Mellys e o careca" - Pensava enquanto continuava com as perguntas - 4- Como era Rob, como morreu e como ele chamava o Mark? e a 5- mas não tão menos importante, qual era o estilo ou arma que ele costumava usar e onde costumava ficar? Quero saber disso tudo antes de poder partir, mas garanto a você que assim que sair daqui, irei em busca desse homem e o trarei aqui para sabermos se ele é ou não o Mark que você procura. - Diria isso me levantando e apoiando as duas mãos sobre a fria pedra de mármore da mesa de Whey, enquanto o encararia esperando suas respostas.

Assim que tivesse tudo esclarecido, deixaria a taverna, agora praticamente vazia, salvo alguns fregueses que estavam de saída enquanto o funcionário de Whey, Fenor limpava as mesas já vazias. Não havia sinal de Mellys ou do careca que estava com ela durante minha confusão na praça. O primeiro lugar a ir seria o que Whey tivesse me informado como sendo o local onde Mark e Rob costumavam ficar, mesmo sendo noite já, poderia passar por lá para no dia seguinte verificar com mais calma. Caso não houvesse tido esta informação com o taverneiro, iria até o hospital que se encontrava do outro lado da praça. A principio iria até la com a desculpa de verificar o estado do meu queixo que fora atingido por Whey naquele soco que todo mundo viu, mas a intenção seria verificar se o homem de capa e cartola não havia aparecido por lá para cuidar de algum ferimento, ou até mesmo o careca amigo de Mellys poderia estar no hospital e saber de alguma coisa a respeito do suposto Mark, iria me dirigir até o quarto indicado ou tentar saber onde ele(s) se encontrava(m) no hospital, iria tentar persuadi-lo(s) a conversar comigo, não importando qual dos dois achasse, o modus operandi seria o mesmo. Se não houvesse nenhum sinal dos dois homens por lá. Me dirigira ao cais, afinal tanto caçadores quanto piratas devem possuir barcos e quem sabe não daria a sorte de encontrar o de algum dos dois. Por hora seria essas as alternativas que teria em mente para quando deixasse a taverna e me aventurasse na noite de Dawn.
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