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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 O Início da Jornada

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: O Início da Jornada   O Início da Jornada - Página 4 EmptySeg 25 Jan 2016, 23:01

Relembrando a primeira mensagem :

O Início da Jornada

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Istylian Von Dracnier. A qual não possui narrador definido.


____________________________________________________

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Deep
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MensagemAssunto: Re: O Início da Jornada   O Início da Jornada - Página 4 EmptyQua 12 Out 2016, 16:36

Primeira flag de ação... CHOOSE YOUR DESTINY:
 

– Sinto muito pelo meu comportamento até agora. ... Não quero trazer nenhum problema para vocês, por isso sinto muito.

Dizia Istyllian ao se referir sobre a conversa até o momento.

– Não sei sobre essa história do Jonas, nem muito sobre o que esta acontecendo aqui em Dawn. ... E o motivo do meu comportamento agora, foi justamente por que alguém esta me perseguindo e tenho que me desculpar novamente ... Sinto muito ... mas tentei atraí-lo ao adentrar essa taberna, mas acreditava que ele ficaria intimidado a adentrar se alguém estivesse de olho, por isso fiz você se deslocar até aqui e acabei o irritando Henrid. ... Mas meu plano falhou...

Henrid fez uma expressão de quem está incomodado e coçou as grossas sombrancelhas.

-Olha tenho que me desculpar também, tem tido tanta confusão por causa desse Jonas, que eu fico no modo de alerta o tempo todo, fique aqui um pouco, seu perseguidor deve cansar, ai ou ele entra ou sai e por via das dúvidas você pode sair pelos fundos.

– Novamente sinto muito pelas minhas ações. ... Este é um ótimo bar e fico feliz de meu plano ter falhado. Como havia falado anteriormente, me chamo Istylian e acho que posso me classificar como um jovem sonhador e aventureiro. ... Ishishishi ... Desculpe-me! Pela risada. ... Eu sou de Frushin e vim até Dawn com Samul Dindi para encontrar com uma certa pessoa para tentar evitar um grande conflito que pode acabar com toda essa ilha. Por isso precisava me livrar desse perseguidor e de informações. ... A pessoa por trás de toda essa confusão que pode eclodir em algo muito maior e engolir tudo em Dawn, é também um suspeito de vários casos...

-Ahhh o velho Samul... Devia ter imaginado pela sua camisa... Mas se estão aqui por causa de algo grande... Perae... Se estão aqui por algo tão grande e você não conhece Jonas, o que diabos trouxe o velhote aqui?

- ... Ele, também pode ser responsável pelo conflito que estaria acontecendo aqui em Dawn entre minks e a população, o responsável por culpar os minks pelo surto de doenças e muitas outras coisas...

-Ai ai... Com tanta merda ao mesmo tempo... Deixe-me adicinhar... Malaquias? Já estava estranhando esse filho duma tritã de bordel não estar envolvido.

- Porém nem tudo é verdade. ... Confirmei isso ao adentrar essa taberna.

Istyllian falava e sorria para as moças, elas não tinham rostos felizes ou tristes, estavam todos bebendo das falas do jovem esperando que ele dissesse alguma saída da situação atual.

-Bem... É óbvio que não... Quase toda doença mink pode ser pega por humanos, e vice versa, seria necessário muito estudo e maluquices de cientista para fazer uma doença que pegue humanos e não minks, alguém que faça isso usaria a doença em algum lugar de importância, não no cu do mundo em Dawn.


Dizia Henrid colocando seu ponto de vista.

– Henrid poderia me contar o que aconteceu com esse caso do Jonas? ... Ele pode estar relacionado com essa pessoa, preciso do máximo de informação possível... sinto que se descobrir um pouco mais sobre o que aconteceu e acontece em Dawn posso me aproximar de uma solução, tanto para o problema que vim resolver como o que pode estar acontecendo com os minks.

-Olha rapaz, não é algo que eu va conseguir explicar bem, a maor parte é coisa de gente desesperada, mas vou contar o que eu sei... Em torno de 1 mês atrás, pessoas começaram a adoecer quando passavam muito tempo perto de minks, elas sofriam de urticária, depois começavam a ter manchas vermelhas pelo corpo, ficavam palidas e começavam a sangrar por olhos, nariz, orelhas, até mesmo se achava sangue em sua urina, fezes e suor. Obviamente que com tudo isso elas acabavam morrendo, morreram umas 5 pessoas e dezenas já estavam infectados. Foi ai que chegou Jonas, o "milagroso"... Pfff alcunha de bichinha... Enfim... Esse zé ruela conseguiu curar alguns, mas disse que isso se devia ao poder de seu deus Cthulu o qual pedia como sacrifício para mais cura, que seu sacerdote Jonas fizesse rituais aonde desvirginaria jovens e belas minks, raça a qual segundo esse "deus", estaria criando a doença e jogando nos humanos. O resto é bem fácil de você imaginar... Pessoas morrendo, parentes caçam moças minks e entregam a Jonas para ele ter uma noitezinha feliz, ai o parente do cara é curado e ninguém nunca mais ouve falar da mink... E bem... Esse é um bar de minks, temos cerca de quinze funcionárias, já tentei falar que elas não são virgens, que as orelhas são fantasia e qualquer outra coisa possível, mas os desgraçados estão desesperados e ficam querendo sequestrar as funcionárias. No fim das contas, ninguém mais vem aqui beber, apenas aparecem aqui em busca de tentar levar uma de nós, mas até hoje consegui me livrar dos que ousam por os pés aqui.

– ... Não quero envolve-los em nada perigoso. Não, depois do tratamento que recebi aqui de vocês, por isso ... muito obrigado! E espero que realmente possam me perdoar.

Istyllian dava um último gole no saquê e dizia:

– Sinto ter incomoda-los tanto. Mas acho que tenho que ir ou posso acabar trazendo problemas para vocês ... e isso é algo que não quero! ... Obrigado por tudo. Espero que me seja permitido voltar, quando as coisas acabarem e que eu possa não ser tão irritante, certo Henrid? ... Melissa e Clarice me desculpem. ... Espero ser servido por vocês algum dia novamente.

O jovem ia se levantar, mas Henrid mudou a feição para uma feição fechada e com a mão direita empurrou istyllian novamente a cadeira.

-Senta ai rapaz...

Mas henrid não olhava nervoso para o jovem a sua frente, mas através dele e se o mesmo acompanhasse o olhar de Henrid, veria atrás de si uma janela, pela qual ele veria quase dez aldeões, homens e mulheres, armados com foices, garfos de fazendeiro, bastões e porretes, pareciam nervosos e vinham rumando ao bar.

-Senta e toma mais uma dose... Parece que eu tenho que trabalhar... Sair agora pode ser perigoso para você...

O tempo que estava fechando, agora piorava e a chuva começava a cair e o céu escurecia perante as nuvens de chuva, a única claridade agora provinha de um sol vermelho que lutava a passar por entre as nuvens negras.

Pela janela atrás de si, istyllian poderia ver o grupo de aldeões se aproximar da porta de entrada e assim que relavam na porta ela explodia furiosamente com um chute de Henrid e jogava dois homens ao chão, o segurança bigodudo saia em fúria balançando seus punhos de um a outro, acertando poderosos socos e tentando se defender dos golpes de garfo e foice, mas tomando todas as porretadas, não demoraria para a multidão conseguir sobrepujá-lo se ele não usasse de algum trunfo. As garotas se amontoavam perto das janelas com as mãos a boca sempre que Henrid recebia algum dano, em seguida o jovem humano via uma porta que levaria ele provavelmente as saídas do fundo atrás do balcão.

O que o jovem faria agora? Ajudaria Henrid em sua defesa das beldades? Protegeria a própria vida e sairia pelos fundos? Ou ajudaria os aldeôes a conseguir a cura para seus amados parentes?
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Italo000
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MensagemAssunto: Re: O Início da Jornada   O Início da Jornada - Página 4 EmptySab 15 Out 2016, 18:20


Músiquinha:
 

O Início da Jornada

“Cap. 15 - Certo Ou Errado? Não Importa, Pois Esse Caminho Sou Eu Que Escolho!”
Começou!


Os homens devem moldar seu caminho. A partir do momento em que você vir o caminho em tudo o que fizer, você se tornara o caminho. Miyamoto Musashi

Um novo sujeito entrou em cena, já não bastava o Malaquias agora tinha um tal de Jonas. Finalmente os acontecimentos, se posso chamar assim, começavam a se conectar. Samul havia comentado sobre certos rumores que circundavam as sombras de Dawn Island, um chefão do crime que só deseja caos, o aparecimento de um surto de doenças e a aparição de um religioso doentio. Por mais que se pense em todas as possibilidades possíveis, de quem ou o que esta acontecendo, só posso pensar que esses fatos estão conectados. Mas antes de confirmar ou não minha suspeita, se faz necessário conseguir mais informações... isso informações são a chave para descobrir o que raios esta acontecendo aqui.

Ao me desculpar com Henrid e as moças da taberna, acabei por mencionar o que estava a fazer ali e para minha surpresa, ou melhor, para a surpresa de Henrid, eu não sabia de nada sobre Jonas. Mas ao continuar com minha explicação, pude escutar da boca do segurança uma confirmação do sujeito inescrupuloso que agi comandando o caos nas sombras, Malaquias.
~ Como Samul já havia me alertado esse cara esta envolvido com muita confusão. ~

Ouvi algo mais uma coisa interessante do bigodudo, que me deixava um pouco duvidoso. - Quase toda doença mink pode ser pega por humanos, e vice versa, seria necessário muito estudo e maluquices de cientista para fazer uma doença que pegue humanos e não minks, alguém que faça isso usaria a doença em algum lugar de importância, não no cu do mundo em Dawn.-

~ Será? ... ~ Não é difícil de imaginar algo assim, mas o comentário de Henrid também fazia sentido. Por que alguém desenvolveria algo assim e usaria em Dawn? ... Mas o problema poderia esta justamente nesse modo de pensar, e se pensa-se um pouco mais a fundo, mesmo que com chances mínimas ainda pode ser uma possibilidade plausível. ~ Malaquias é um sujeito com diversas conexões, não é difícil de imaginar que poderia ter algo ou alguém que possa desenvolver tal doença. ... Mesmo que possa parecer difícil de imaginar, é plausível. ... Mas será que esse Jonas também faz parte desse circulo de acontecimentos? ~

As questões começavam a ficar cada vez mais serias, logo não podia mais conter-me em perguntar sobre esse sujeito e tratava de perguntar para Henrid, este que me contava sobre o mistério desse tal Jonas. - Olha rapaz, não é algo que eu va conseguir explicar bem, a maor parte é coisa de gente desesperada, mas vou contar o que eu sei... Em torno de 1 mês atrás, pessoas começaram a adoecer quando passavam muito tempo perto de minks, elas sofriam de urticária, depois começavam a ter manchas vermelhas pelo corpo, ficavam palidas e começavam a sangrar por olhos, nariz, orelhas, até mesmo se achava sangue em sua urina, fezes e suor. Obviamente que com tudo isso elas acabavam morrendo, morreram umas 5 pessoas e dezenas já estavam infectados. Foi ai que chegou Jonas, o "milagroso"... Pfff alcunha de bichinha... Enfim... Esse zé ruela conseguiu curar alguns, mas disse que isso se devia ao poder de seu deus Cthulu o qual pedia como sacrifício para mais cura, que seu sacerdote Jonas fizesse rituais aonde desvirginaria jovens e belas minks, raça a qual segundo esse "deus", estaria criando a doença e jogando nos humanos. O resto é bem fácil de você imaginar... Pessoas morrendo, parentes caçam moças minks e entregam a Jonas para ele ter uma noitezinha feliz, ai o parente do cara é curado e ninguém nunca mais ouve falar da mink... E bem... Esse é um bar de minks, temos cerca de quinze funcionárias, já tentei falar que elas não são virgens, que as orelhas são fantasia e qualquer outra coisa possível, mas os desgraçados estão desesperados e ficam querendo sequestrar as funcionárias. No fim das contas, ninguém mais vem aqui beber, apenas aparecem aqui em busca de tentar levar uma de nós, mas até hoje consegui me livrar dos que ousam por os pés aqui.  –

Ao ouvir a história de Henrid  só pude sentir repudia pelos atos desse famigerado milagreiro, pois com certeza macular jovens garotas, mesmo que Minks, não traria a cura... ~ Esse Jonas não passa de um desgraçado aproveitador! ... É suspeito demais um cara como ele surgir logo quando essa doença acabou de surgir. Tem algo muito suspeito e estranho, não me espantaria se Malaquias e esse Jonas estivessem trabalhando juntos. ... Esse mistério, esses caras, o desaparecimento de Faham... tudo esta ligado de alguma maneira e, caso eu cosiga descobrir o paradeiro de um deles... posso acabar descobrindo tudo. ~ Tudo isso pra mim não passava de uma ladainha barata criada por um charlatão. Essa poderia ser a confirmação do envolvimento e desenvolvimento do caos pelos homens citados. Agora que havia conseguido mais informações não podia trazer mais problemas ao pessoal do Maid Café, já era hora de partir. Mas logo sentir um empurrão, era Henrid que com sua mão direita me empurrava forçando-me a sentar novamente. – Ah! –

~ Droga! ... O que foi isso Henrid. ~ Minha feição nesse momento falava mais do que palavras, mas ao olhar a face de Henrid pude notar algo estranho. Sua expressão fechada parecia não estar focada em mim, mas em algo além. Curioso olhei sobre os ombros seguindo o olhar de Henrid e, através de uma janela pude ver um grupo de pessoas armadas com bastões, foices, porretes e outras armas peculiares, todos pareciam esta si dirigindo para o estabelecimento onde estávamos. ~ Oi, oi, oi ... estão vindo pra cá! ... ~

Claramente aquele grupo nem um pouco amistoso estava rumando até a Taberna, o ar que pairava parecia pesado, cheio de rancor e desespero. Mas não importa quanto rancor eles possuíam nem quanto desespero, eles não podem sacrificar outras pessoas pelo seu bem prazer. ... Claro que pode ser ingenuidade pensar dessa forma, afinal apenas aqueles que passam pelo mesmo sofrimento podem compreender a dor sentida por eles. Mas deixar essas coisas se propagarem só iram causar mais e mais dor, e por fim algo muito pior. ... Enquanto estava pensativo observando a aproximação de aldeões, Henrid já estava preparado para algo a mais. - Senta e toma mais uma dose... Parece que eu tenho que trabalhar... Sair agora pode ser perigoso para você... –

~ Ah!? ... Sério que ele pretende lutar sozinho? ... ~ O tempo parecia agraciar o ar de tormenta, ou seria o prelúdio da tempestade que estaria a trazer? Dizem que para derrotar o mal, basta usar um mal ainda maior! ... Henrid partiu sozinho e com uma fúria incontrolável sobrepujava dois homens, esses que sequer tiveram chances de tocar a porta do Maid Café, mas era aparente pela preocupação das garotas, que estavam a observar a luta pelas janelas com olhos apreensíveis. Mas quanto tempo ele ainda conseguiria lutar sozinho? Mesmo sendo forte não quer dizer que conseguira derrotar todos.

Sentado ao observar aquela situação e por tudo que tinha feito, não poderia ficar ali sentado por mais tempo. Seria a hora de agir, pegaria a garrafa de sakê e a prenderia na cintura junto a cinta que segura a abainha da katana em minha cintura, logo em seguida respiraria fundo e falaria olhando para as garotas junto as janelas. – Oi, Pessoal! ... Se afastem das janelas é perigoso ficarem por ai. ... Juntem-se aqui no Nyanbar e fiquem atrás do balcão. – Falaria em alto e bom tom, para que todas pudessem ouvir. Esperaria também que todas seguissem meu conselho, mas para reforçar caso alguma se sentisse receosa pelas minhas orientações, olharia para Melissa e Clarice, estas deveriam ser as mais próximas. – Juntem todas e fiquem aqui no Nyanbar. Caso alguém entre pelas janelas ou mesmo pela porta, gritem e eu virei rapidamente! ... Enquanto podem retarda-los jogando garrafas ou o que tiverem a disposição. ...  Já, já tudo estará acabado! – Com tais palavras ditas olharia as moças nos olhos, enquanto abriria um belo sorriso de simpatia. – Sim ia me esquecendo, Clarice poderia me arrumar alguns fósforos? -

Mas para o caso das moças sentirem vontade de ajudarem contra os aldeões que estariam a lutar contra Henrid, trataria de não negar suas vontades e logo daria uma rápida sugestão. – Se não querem se esconder, mas sim ajudar... então peguem algumas garrafas de sakê ou qualquer bebida inflamável. Se aproximem com cuidado das janelas, as abram e atirem as garrafas nos revoltados lá fora.  Se tiverem fósforos me emprestem, vou precisa! – Se os desejos das moças fossem de ajudar, esperaria que escutassem meu conselho visto que se precisavam de um segurança, isso quer dizer que possívelmente elas não teriam certa afinidade com batalhas, mas isso não iria dizer que seriam incapazes de ajudar na luta. – Tomem cuidado. Logo depois de atirarem as garrafas fechem as janelas e usem algo para tapa-las se necessário. – Esperaria que alguma das moças pudessem arrumar os fósforos  que requisitei anteriormente.

Esperaria conseguir alguns fósforos, mas se não fosse possível progrediria sem eles. ~ Yoshi! ... Sei que essas pessoas possuem seus próprios motivos para virem até aqui, mas não vou deixar que levem as garotas ou que matem o Henrid. ... Tenho que acabar com isso e ir ao ponto de encontro com Samul. ~ Certo ou errado, bem ou mal, lutar ou fugir? Perguntas e questões poderiam ser levantadas diante das ações que estaria preste a tomar, mas para mim o momento e as decisões já estavam mais do que claras. – Yoshi!... Hora de começar! ... Fiquem atentas! – Essas seria minha deixa para as maid’s, com um sorriso estampando no rosto e olhos focados caminharia em direção a porta da taberna, enquanto moveria a mão direita até o cabo de minha katana, segurando  firmemente sacaria-a e colocar-me-ia a caminhar até próximo da porta observando atentamente a possível aparição de algum inimigo. Que seria pouco provável de acontecer visto que Henrid estava, mesmos com dificuldade, contendo os aldeões do lado de fora da taberna.

Estando tão próximo do campo de combate trataria de me colocar em posição, para executar minha técnica, no primeiro inimigo que surgi-se, poderia haver a chance de um possível intrujam conseguir passar por Henrid, logo esse seria meu alvo. Mas caso não houvesse complicações estaria praticamente na porta de entrada, tentaria manter os sentidos bem aguçados e, observaria bem a posição de Henrid e se haveria alguém se aproximando de modo que o mesmo não percebesse, esse inimigo desprovido de honra seria o alvo de minha técnica. Mas antes alertaria o segurança de minha entrada no campo de batalha de um modo bem enérgico. Que poderia ser o sinal para o contra-ataque das maid’s, caso estas tivessem o desejo de ajudar no embate. – Saa...Ikuz! – Entraria na batalha indo em direção do primeiro inimigo para executar a “Ryūjin”.

Ryūjin (Lâmina do Dragão):
 

O primeiro inimigo a se abater é um ponto chave para determinar a força de vontade de um grupo. Quando alguém demonstra uma força esmagadora de inicio, fica suscetível que na mente do inimigo/companheiro se coloque no lugar do derrotado/morto e o medo entorpece as suas decisões futuras. Desespero, medo, ódio, dúvida, determinação e muitos outros sentimentos poderiam aflorar, e dependendo dele o rumo do embate pode se desenrolar de várias formas. O que estaria tentado mostrar/conferir no primeiro instante ao abater (caso consegui-se êxito ao abater o primeiro inimigo) seria a diferença de força e confirmação da convicção do grupo de revoltados.

Tendo êxito na execução do primeiro alvo ou mesmo se não, manter-me-ia atento e em guarda em uma postura defensiva com a katana colocada na frente do corpo segurada pelas duas mãos, posicionada um pouco acima da altura do umbigo formando um ângulo de aproximadamente 15º com meu tronco, com as pernas um pouco flexionadas para baixo e sobre as pontas dos dedos, preparado para agir em velocidade e também preparando um bom ponto de absolvição de impacto, caso alguém ataca-se, podendo bloquear e ao apoiar os pés no chão rapidamente poderia criar uma base forte, que ajudaria a bloquear  o possível ataque. Enquanto estaria em posição defensiva pronunciaria algumas palavras. – Gostaria de evitar o derramamento de sangue, mas pelo visto pode ser impossível, então vou avisar apenas uma vez. ... Voltem! De onde quer que tenham saído ... ou lutem e já devem saber o rumo dos acontecimentos! A escolha é de vocês. – Minhas palavras poderiam soar vazias, pois poderia imaginar o que estariam passando, mas isso não queria dizer que deveria aceitar esses acontecimentos. Logo estaria ali para ajudar Henrid no combate, que parecia iminente. ~ Sei que dificilmente eles recuaram, então se estão decididos tudo que posso fazer é lutar. ... Sei que esse perseguidor deve estar observando ou poderia estar infiltrado nesse grupo? ... Seja como for, se estiver e quiser lutar... simplesmente facilita para mim, porque irei corta-lo! ~ Tendo a luta como única opção, trataria de lutar e logo colocar-me-ia a me mover.

Observando a aproximação de inimigos, preparado para defender e contra atacar. Caso um possível ataque acontece-se contra mim agiria dependendo da direção do golpe de maneira diferente.

# Caso o inimigo atacasse com um golpe frontal/diagonal, corte descendente/ ascendente/ estocada, se o ataque viesse em minha direção pela direita tentaria posicionar a katana em direção ao golpe/arma do inimigo enquanto daria um rápido passo para esquerda, me movendo utilizando minha aceleração avantajada para esquerda afim de evitar o ataque e logo em seguida contra-atacaria aproveitando do movimento rápido, rotacionaria o corpo virando 360° girando o corpo e movendo a katana na horizontal desferindo um corte rápido e potente da esquerda para a direita, visando o abdômen do adversário.
¨ Se o ataque viesse pela esquerda, mudaria as ações para o dado oposto de ação.

# Caso o inimigo atacasse por trás, tentaria estar atento para perceber sua aproximação e então virar-me para ficar frente a frente com ele rapidamente, então trataria de posicionar do mesmo jeito que estaria antes. E esperaria pelo ataque para agir de acordo com a forma do ataque. se o ataque viesse em minha direção pela direita tentaria posicionar a katana em direção ao golpe/arma do inimigo enquanto daria um rápido passo para esquerda, me movendo utilizando minha aceleração avantajada para esquerda afim de evitar o ataque e logo em seguida contra-atacaria aproveitando do movimento rápido, rotacionaria o corpo virando 360° girando o corpo e movendo a katana na horizontal desferindo um corte rápido e potente da esquerda para a direita, visando o abdômen do adversário.
¨ Se o ataque viesse pela esquerda, mudaria as ações para o dado oposto de ação.

Mas seria possível que depois de minha observação, nenhum deles se coloca-se a atacar desesperadamente. Logo analisaria a situação calmamente procurando o mais próximo dos inimigos para fazê-lo meu alvo. – Se vocês não veem, então irei até vocês. – Seguraria a katana com a mão direita, esta que se colocaria lateralmente ao corpo e em seguida avançaria utilizando todo o poder explosivo de meus músculos para uma aproximação rápida. Ao conseguir se aproximar a cerca de 1,5 metros do alvo, trataria de apoiar firmemente o pé esquerdo no chão enquanto rotacionaria o corpo para esquerda,  posicionando a mão direita acima do ombro e aproveitando-se da movimento de rotação, moveria a mão direita para o cabo da katana e desferiria assim um corte diagonal descendente da direita para esquerda, auxilia por toda a movimentação corpórea para maximizar o dano. Caso o golpe fosse bloqueado, tentaria manter o contato das armas empurrando o inimigo para trás esperando que o mesmo fizesse o mesmo, assim afrouxaria um pouco a força tentando instiga-lo/atraí-lo a colocar mais força, então daria um rápido passo lateral enquanto inclinaria minha katana um pouco para baixo, criando uma pequena angulação em direção solo, com o intuito de fazer com que o inimigo acabasse perdendo o contato e passa-se contando o vento. Em seguida tentaria não dar-lhe tempo para esboçar nenhuma reação, trataria de agir com um golpe rápido, uma estocada frontal visando à base do pescoço.

Caso esquiva-se ou tivesse sido abatido, voltaria a colocar-me em movimento segurando a katana com a mão direita, lateralmente ao corpo, movendo-me em zig-zag. Procurando me aproximar do próximo alvo, cerca de 1,5 metros,  trataria de apoiar firmemente o pé esquerdo no chão em frente ao inimigo, estando posicionado como se estivesse de lado, enquanto rotacionaria o corpo para esquerda, agora segurando a katana com as duas mãos, na altura do peito, e aproveitando-se da movimento de rotação desferiria um corte agora na horizontal da direita para esquerda visando cortar o abdômen desse próximo alvo.

Conseguindo êxito nesse ataque ou não, sendo bloqueado ou com o inimigo conseguindo se esquivar, trataria de recuar um pouco. Tentaria manter uma distância segura dos inimigos e também manter a atenção em alta evitando surpresas, colocar-me-ia em posição. Com as pernas posicionadas paralelamente, um pouco flexionadas para baixo, sobre as pontas dos dedos dos pés e com o tronco um pouco inclinado para frente, ambos os braços estariam estendidos a frente do corpo segurando a katana um pouco abaixo do umbigo. Meus olhos estariam atentos a movimentação a frente, meus ouvidos aguçados a todo o meu redor e meus instintos a toda a situação. Observar agora seria a chave para a próxima tomada de decisão.

Referência :
 

Mas não deixaria de perguntar em voz alta. - E ai Henrid ainda vivo? – Esperaria que meu companheiro de combate estivesse bem, e para o caso de ter tido a ajuda das maid’s com o a remeso das bebidas, ou mesmo se não diria num tom muito baixo de voz. – Hora de completar essa revolta não! ... Vamos ascender a chama da batalha. -



A conspiração de Dawn: Parte I
A praga de Malaquias



Narração / - Fala - / ~ Pensamento ~





HP: 120
SP: 62 - 17 = 45

Histórico:
 


Objetivos:
 





__________________________________________





“Eu aprendi que a coragem não é a ausência de medo, mas o triunfo sobre ele.O homem corajoso não é aquele que não sente medo, mas aquele que conquista por cima do medo.” Nelson Mandela


Off:
 




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Objetivos no jogo:
 



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“Afie suas presas, prepare suas garras e dilacere todos aqueles que ficarem em seu caminho! ... Ruja e amedronte seus inimigos, pois sois um dragão! Aquele que representa a liberdade!...”
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MensagemAssunto: Re: O Início da Jornada   O Início da Jornada - Página 4 EmptyQui 20 Out 2016, 02:46

Após pedir as moças do bar que se escondessem e pegar uma caixa de fósforos com elas, Stylian ia ajudar Henrid de espada em punho, quando ele saia do bar as pessoas não pareciam notá-lo muito, mas assim que se aproximou mais um civil de ancinho pulou sobre ele, mas ele era lento e destreinado.

– Saa...Ikuz! Ryujin...

O golpe era preciso e o esguicho de sangue era violento quando a cabeça do homem rolava no chão.

– Gostaria de evitar o derramamento de sangue, mas pelo visto pode ser impossível, então vou avisar apenas uma vez. ... Voltem! De onde quer que tenham saído ... ou lutem e já devem saber o rumo dos acontecimentos! A escolha é de vocês.

-Se não lutarmos... Nossos filhos e filhas morrerão... Os minks trouxeram isso a nós, que eles paguem seus pecados...


Gritava uma senhora em resposta e se jogava com um bastão de amassar massas sobre Henrid que agora cercado sacudia seus punhos ainda mais frenéticamente na multidão.

No meio da luta uma mulher mais nova de uns quase trinta anos se aproximava d espadachim após ouvir seu discurso e se ajoelhava pouco mais de meio metro perante seus pés.

-Mas o que faremos? Não tem cura a doença... Não há salvação... Não há o que fazer...

Dizia ela em prantos perante o espadachim, enquanto isso Henrid conseguia dar um bom golpe e parecia jogar os maltrapilhos ao chão, muito doloridos para se levantar estavam finalizados por enquanto e a mulher ainda chorava perante os pés de Stylian.
off:
 

off 2:
 

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MensagemAssunto: Re: O Início da Jornada   O Início da Jornada - Página 4 EmptyQui 27 Out 2016, 00:37


O Início da Jornada

“Cap. 16 - Confiar Ou Lutar? Essas São Suas Duas Únicas Opções!”
Escolha o caminho!


Você é livre para fazer as suas escolhas, mas é prisioneiro das consequências. Pablo Neruda

Um golpe, uma cabeça. ... A situação mudava rapidamente, estava claro a diferença de forças demonstradas até o presente momento. Os números não fundamentavam a vantagem dos aldeões, que aparentavam apenas desespero e se organizavam de forma muito desleixada, mas isso não era o bastante para relaxar. Mantinha-me alerta e atento as movimentações, logo mais a frente uma senhora armada com um bastão de amassar massa se jogava em direção ao segurança, e logo pude perceber o porque do desespero, já que a senhora avançava enquanto gritava. - Se não lutarmos... Nossos filhos e filhas morrerão... Os minks trouxeram isso a nós, que eles paguem seus pecados... –

~ Posso compreender pelo que lutam, mas culpar os outros sem nem busca a verdade... simplesmente acreditando em um cara que diz que se ele se deitar com mink’s trará a cura! ... Quanta idiotice! ... Mas posso compreender, que eles não terem escolha, nem algo que os dê esperança, logo só podem depositar sua fé nesse charlatão idiota. ... Que droga! ~

Podia compreender o que estavam a passar, mas acreditar numa farsa como essa não seria a solução para tudo. Segurava agora ainda mais firme o cabo da katana, não estava com raiva da ação tomada pelos aldeões, pois os mesmos só estavam ali servindo de peões em um jogo muito maior, mas sim com raiva por um homem, alguém, um lixo estar brincando com a vida de tantas pessoas. Diante de mim logo vi uma mulher aos prantos se ajoelhando diante dos meus pés. - Mas o que faremos? Não tem cura a doença... Não há salvação... Não há o que fazer... –

Olharia atentamente para a mulher, tentaria não baixar à guarda, pois nunca se sabe o que alguém desesperado pode fazer. Manter-me-ia de guarda levantada e sentidos atentos, olharia para a senhora e falaria em bom tom para que não só ela ouvisse, mas os outros que atacaram a taberna também. – Vou lhes dar duas opções. – Com uma breve pausa, olharia nos olhos da mulher por um instante com uma expressão seria e compenetrada, vendo se esta estaria hesitante ou com um comportamento suspeito. Com um tom sério falaria. – Primeira opção. ... Vocês podem seguir minhas instruções e terem uma chance real de salvar a vida de seus entes queridos. – Novamente daria uma breve pausa e moveria um pouco o braço direito segurando a katana, movendo-a para o lado direito do corpo.  – Segunda opção. ...Vocês podem lutar, e claro, nós lutaremos. ... Eu não pretendo morrer aqui, então vocês vão ...   E desse modo não só vocês, mas as pessoas que dependem de vocês também iram morrer. Observando bem, a melhor escolha que possuem é confiar em mim. – Com esse discurso, ficaria calado observando a expressão da mulher postada diante de mim, como também atendo ao(s) comentário(s)/murmúrio(s) que poderia(m) surgir.

Antes que desse ouvir uma resposta definitiva, ainda comentaria. – A escolha é de vocês. ... Sei que sou um completo desconhecido para todos, mas acreditem quando digo que se fizerem o que eu disser, farei o possível para encontrar a cura para essa doença. ... Então, qual será a escolha? ... Primeira ou segunda?  -

Tentaria me manter alerta a qualquer movimentação hostil ou de avanço para comigo, pois não saberia qual seria a reação daquelas pessoas que estavam ali ao ouvirem minhas palavras. Estaria posicionado com a katana ainda em minha posição defensiva, ou para o caso de não estar, colocar-me-ia em posição. Com as pernas posicionadas paralelamente, um pouco flexionadas para baixo, sobre as pontas dos dedos dos pés e com o tronco um pouco inclinado para frente, ambos os braços estariam estendidos a frente do corpo segurando a katana um pouco abaixo do umbigo. Meus olhos estariam atentos à movimentação à frente, meus ouvidos aguçados a todo o meu redor e meus instintos a toda a situação. Observar agora seria a chave para a próxima tomada de decisão. ~ Confiança é um laço que se consegue com o tempo, pelo menos é o que o Lion dizia... Mas para essas pessoas não há tempo! Tudo se resume a esses dois pontos. Eu espero não que não escolham a segunda opção, gostaria de evitar essa luta desnecessária, por conta dessa farsa montada aqui e Dawn.  ~

Caso um ataque ou ação ofensiva, por parte da mulher ou algum aldeão/inimigo, colocaria me a tentar recuar um passo para trás na tentativa de evitar o possível ataque e contratacaria com uma estocada rápida na altura do abdômen, logo depois seguiria a recuar mais dois passos e voltaria a posição defensiva para observar o cenário.



A conspiração de Dawn: Parte I
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MensagemAssunto: Re: O Início da Jornada   O Início da Jornada - Página 4 EmptyTer 01 Nov 2016, 04:04

– Vou lhes dar duas opções. Primeira opção. ... Vocês podem seguir minhas instruções e terem uma chance real de salvar a vida de seus entes queridos... Segunda opção. ...Vocês podem lutar, e claro, nós lutaremos. ... Eu não pretendo morrer aqui, então vocês vão ... E desse modo não só vocês, mas as pessoas que dependem de vocês também iram morrer. Observando bem, a melhor escolha que possuem é confiar em mim.

-Tchh...

A mulher mordia o lábio, aparentemente sua fala havia sido um blefe tentando enganar o jovem, todos ali ainda queriam lutar e não pareciam ter interesse em ouvir a lógica.

-Rosibelle eu não disse para deixar isso para que eu resolvesse?

A mulher olhava para trás, uma nova figura aparecia.

-Kazuo?!

Aparição de boss opcional (tema Kazuo):
 

Um homem se aproximava deles, ele tinha os olhos avermelhados, barba por fazer e aparentava estar magro e pálido, parecia estar doente.

-O espadachim parece ter habilidade, irei enfrentá-lo, se livrem do segurança e levem as garotos para o Jonas...


O homem tinha uma vestimenta tradicional japonesa, kimono, katana, grande coque de cabelo e sandálias de madeira. Ele sacava de sua katana, depois falava enquanto um pouco de sangue escorria pelo canto esquerdo de sua boca.

-Não importa que o médico disse que eu devia ficar em repouso... Eu posso até mesmo morrer... Posso até mesmo ferir minha honra... COF...

O homem tossia sangue.

-... MAS...

Seus olhos ficavam ávidos e Istylian pode sentir a vontade de lutar crescer no homem.

-... Morrerei antes de descansar enquanto minha filha esta doente e eu poderia estar a salvando... Ahhh...

O homem irrompia em direção do jovem espadachim, as espadas se cruzavam, era um ataque pesado de Kazuo, as espadas mesmo úmidas da chuva faíscavam com a pancada do encontro de espadachins, não uma, não duas, nem três, mas incontáveis vezes. Kazuo buscava acertar Istylian, mas esse mantinha a guarda alta e bloqueava com a espada como podia, o jovem contra atacava e Kazuo por sua vez habilidosamente bloqueava com a lateral da espada. O jovem recuava e depois avançava, ambos espadachins faziam o trabalho com os pés enquanto o vento parecia dançar valsa com eles e os circundava em espirais gélidas.

Eles ambos pulavam um passo para trás, ambos de respiração pesada, Kazuo parecia engasgar com algo e tossia mais sangue, enquanto isso Istyllian estava sentindo as agulhas gélidas do ar chuvoso entrarem em seu pulmão a cada inspirada. o homem a sua frente era extremamente habilidoso, ele estava dando trabalho mesmo estando doente de forma tão grave, talvez por experiência de batalhas, talvez pelo espírito fraternal de salvar sua filha, talvez ambos, a única coisa concreta era que o espadachim em pé em frente de Istylian era com certeza um oponente difícil, tanto de vencer, quanto de se arranjar motivos contra... Como dizer a um pai que lutar pela vida de sua filha com tudo que possui é errado?
Aparência base do Kazuo:
 

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MensagemAssunto: Re: O Início da Jornada   O Início da Jornada - Página 4 EmptySab 12 Nov 2016, 06:41


O Início da Jornada

“Cap. 17 - A Escolha De Cada Um!”
Seguindo o caminho escolhido!


Você é livre para fazer as suas escolhas, mas é prisioneiro das consequências. Pablo Neruda

Não podia afirmar que sabia que a mulher postada de joelhos diante de mim estava blefando. ~ Um blefe. Então a escolha de vocês... ~ Eles não pareciam ligar para questão de sacrificar as jovens minks, não importava o que teriam que fazer. Era claro que conseguia entender os motivos que os levavam a seguir esse caminho, mas eu já tinha me decidido quando deixei a taberna para ajudar Henrid. ~ Sinto muito por vocês, mas não deixarei que peguem as garotas enquanto eu estou aqui! ~

- Rosibelle eu não disse para deixar isso para que eu resolvesse? –
- Kazuo?! –

~ Kazuo?! ... Um espadachim, mas ele não parece muito bem. ~ Essa foi minha primeira impressão do homem que surgira, após o fracasso do blefe da mulher, que acabou por ser apresentada como Rosibelle. O homem estava com uma aparência não das melhores, seus olhos avermelhados, pálido e magro. - O espadachim parece ter habilidade, irei enfrentá-lo, se livrem do segurança e levem as garotos para o Jonas... – Leva-las para o Jonas? ... Será que seria tão fácil assim? ... Minha decisão já havia sido tomada, e claro que se o combate era inevitável, só poderia lutar para sustentar minhas escolhas. ~ Jonas isso, Jonas aquilo... Essas pessoas já estão me enchendo com o nome desse sujeito! ... Não pensem que vão leva-las facilmente. ~

- Não importa que o médico disse que eu devia ficar em repouso... Eu posso até mesmo morrer... Posso até mesmo ferir minha honra... COF...
... MAS...
... Morrerei antes de descansar enquanto minha filha esta doente e eu poderia estar a salvando... Ahhh... –


~ Ferir a honra?! Filha?! Doente?! ... ~ Ao ouvir aquelas palavras, eu podia me imaginar na mesma situação e que poderia acabar seguindo o mesmo caminho do homem a minha frente. Embora, uma vez que já havia me comprometido não poderia vacilar agora. ~ Realmente, o que esta acontecendo aqui é uma grande merda! ~

O homem avançava e o combate se iniciava. Mesmo em meio a chuva a colisão de nossas espadas soltavam faíscas a cada troca de golpes. Mesmo doente, esse tal de Kazuo, lutava com uma ferocidade e habilidade requitada, não podia deixar de admirar sua habilidade e de ficar espantado. ~ Quão incrível esse cara deve ser se estiver com sua saúde perfeita?! ~ Um pequeno sorriso aparecia em minha face, um sentimento misto de admiração e empolgação começavam a circundar meu corpo, afinal encontrar um espadachim desse calibre na mesma ilha onde vivo, e sem ser minha Tia ou minha Prima, não era algo que esperava encontrar.

A troca de golpes continuou até que ambos tomamos distancia e tentávamos recuperar o fôlego. ~ Quem diria que haveria um espadachim desse calibre aqui Dawn?! ... Mesmo diante dessa situação, não consigo deixar de ficar empolgado! ~ Com certeza, essa não era a melhor hora para ficar empolgado diante de todos os acontecimentos, mas quando um espadachim enfrenta outro em um combate acirrado é quase impossível de controlar a empolgação.

- Você é bom! ... E percebo que luta por algo importante, mas sinto muito, ficarei em seu caminho. – Diria essas palavras olhando fixamente para Kazuo com uma expressão séria, como forma de respeito pela força e habilidade, demonstradas pelo adversário. Tentaria recuperar o máximo de fôlego, respirando devagar e serenidade. ~ Esse combate, acabará rápido! ...  ~

Posicionado frente a frente com Kazuo, obervaria sua movimentação atentamente para atribuir uma contra medida ou tomar a primeira ação.

Caso Kazuo se movesse primeiro, colocar-me-ia em movimento também. Inclinaria meu corpo para frente e com pisadas fortes e rápidas, avançaria contra o espadachim usando toda minha aceleração, para encurtar o espaço entre nós rapidamente na tentativa de surpreendê-lo tomando a iniciativa, com um ataque rápido. Estaria segurando minha katana apenas com a mão direita, posicionada lateralmente ao corpo e estendida para trás, ao encurtar o espaço entre nós e chegar a cerca de 1,5 metros, pisaria forte com o pé esquerdo no chão e giraria rapidamente o corpo para esquerda, enquanto moveria a mão esquerda para segurar a katana com as duas mãos e aplicaria um corte diagonal ascendente da direita para esquerda aproveitando-me da aceleração e do giro, para maximizar o dano (caso acertasse) ou caso Kazuo bloqueasse, acabasse lançando para trás e quem sabe o mesmo perdesse o equilíbrio. Para o caso do bloqueio e conseguisse desequilibra-lo ou de uma esquiva, continuaria a pressionar com uma estocada rápida visando atingir o abdômen de Kazuo. Logo em seguida tentaria me afastar.

Então colocar-me-ia em posição defensiva, posicionando-me com as pernas um pouco afastadas e paralelas, com as mesmas um pouco flexionadas para baixo e ficando sobre a ponta dos dedos dos pés. Seguraria a katana com ambas as mãos, posicionada em frente ao corpo e voltada na direção do espadachim, de modo que ela formasse um ângulo de 15° com meu corpo. Assim ficando em guarda para analisar a situação rapidamente e pronto para aguardar um possível ataque e, se assim acontecesse pronto para agir... indo em direção ao adversário com o intuito de bloquear o possível ataque, assim acontecendo tentaria  manter nossas espadas em contato e colocar-me-ia a tentar um disputa de forças e concentração, aguardando uma brecha para então empurrar Kazuo e rapidamente aplicar um corte descendente da direita para esquerda.

Caso falhasse ou conseguisse êxito. Colocar-me-ia novamente em guarda e analisaria a situação.

Caso Kazuo não se movesse primeiro.  Inclinaria meu corpo para frete. ~ Você tem meu respeito, mas serei eu aquele que vencerá! ... Embora não quero mata-lo, então espero que consiga resistir a minha investida. ~  Gostaria de apenas incapacitá-lo, mas caso não fosse possível que a sorte estivesse com ele. Pois não poderia me dar o luxo de perde ali.  

Logo após inclinar meu corpo estenderia meu braço direito, que estaria segurando a katana, lateralmente a direita posicionando a katana apontada para a direita e levemente para trás do corpo. Colocaria a perna direita à frente da esquerda e em seguida pressionaria a ponta dos dedos dos pés sobre o solo e os empurrá-los-ia com toda força, assim iniciando uma corrida em toda velocidade em direção ao adversário há minha mente. Tentaria manter-me atento, com meu instinto e todos os sentidos afiados, para evitar uma possível surpresa. Utilizaria não apenas a visão, mas sim todos os sentidos e principalmente minha audição aguçada para tentar captar qualquer alteração de sons a se aproximarem. Além de tentar compassar as passagens de tempo, dos movimentos do adversário, para tentar prever e antecipar seus movimentos, assim quem sabe conseguindo uma brecha decisiva no combate.

Seguiria com uma corrida em alta velocidade em linha reta, mas caso algum obstáculo aparece-se no caminho, tentaria dar um passo lateralmente com o mínimo de perda de velocidade possível para desviar do obstáculo e seguiria novamente em linha reta com o dash até o alvo. Esperaria que nenhum obstáculo obstrui-se meu caminho, mas para o caso de um inimigo (alguém que aparecesse para intervir – sendo inimigo ou caso não aparecesse iria em frente contra o Kazuo) aparecesse não recuaria ou mesmo pararia, utilizar-me-ia da velocidade acumulada e do momento para atacar o inimigo no caminho. Posicionando a katana na altura do peito e com a ponta em direção ao inimigo, atacando-o com um estocada rápida e potente, perfurando-o e logo em seguida trataria de mover a mão esquerda até o cabo da katana e num rápido movimento, com a katana ainda pressa no corpo do adversário, rotarionaria o corpo par direita cortando o corpo do adversário.  

Caso o golpe falhasse, sendo bloqueado ou acontecendo uma possível esquiva. Então colocar-me-ia em posição defensiva, posicionando-me com as pernas um pouco afastadas e paralelas, com as mesmas um pouco flexionadas para baixo e ficando sobre a ponta dos dedos dos pés. Seguraria a katana com ambas as mãos, posicionada em frente ao corpo e voltada na direção do espadachim, de modo que ela formasse um ângulo de 15° com meu corpo. Assim ficando em guarda para analisar a situação rapidamente e pronto para aguardar um possível ataque e, se assim acontecesse pronto para agir... indo em direção ao adversário com o intuito de bloquear o possível ataque, assim acontecendo tentaria  manter nossas espadas em contato e colocar-me-ia a tentar um disputa de forças e concentração, aguardando uma brecha para então empurrar Kazuo e rapidamente aplicar um corte descendente da direita para esquerda.

Caso falhasse ou conseguisse êxito. Colocar-me-ia novamente em guarda e analisaria a situação.




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MensagemAssunto: Re: O Início da Jornada   O Início da Jornada - Página 4 EmptyQui 17 Nov 2016, 04:22

- Você é bom! ... E percebo que luta por algo importante, mas sinto muito, ficarei em seu caminho.

-Você também é bom garoto... Mas lhe falta convicção...


Diziam os espadachins com rostos sérios antes de iniciarem mais abrupta troca de golpes.

Kazuo tomou a iniciativa e seu oponente se adiantou, encurtando a distância o jovem executava um corte diagonal que era bloqueado pelo homem doente, apesar do bloqueio o movimento tinha muito "peso" e seu usuário não parava de forçá-lo o que empurrava Kazuo para trás em um pulo, porém ele se recuperava rapidamente e avançava numa corrida seguida de um golpe descendente.

Istylian esperava por isso e mais uma vez o metal frio das espadas se cruzou movido por fúria ardente, faíscas saíam das espadas e das almas dos espadachins, era uma briga de iguais, uma briga que qualquer samurai iria se alegrar de ser sua última.

Ambos os homens empurravam suas espadas e no meio da troca de forças uma visão chamava a atenção de Istylian, no pescoço de seu oponente um colar de contas de madeira jazia com um pingente feito e pintado a mão com uma frase entalhada "Lana S2 Papa".

Certamente fora um presente da filha doente pela praga, a motivação do samurai Kazuo estar ali, não uma simples motivação moral, mas uma motivação de vida, provavelmente sentir o reflexo de seu colar na alma de seu oponente fez Kazuo se inflamar de força de vontade, pois naquele momento a lembraça de sua filha pega pela doença o fez forçar com um poder enorme a espada contra Istylian, as espadas cruzadas começavam a se mover lentamente e se aproximarem do corpo do mais jovem.

O rapaz podia sentir o frio da lâmina do oponente e o calor de seus olhos, o vento uivante jogava gotas de chuva para se misturarem ao suor que agora escorria da testa do espadachim. A roupa encharcada pesava tanto quanto as opções daquela situação. Um dia de luta, um dia de escolhas, um dia sombrio, as espadas perdiam sua força, uma delas se enfiava na carne do oponente de seu mestre, lenta e gélida como a morte.

Kazuo passava mal devido a também estar doente com a praga, sangue escorria de seu nariz e ele parecia ficar mais pálido, o ataque custava-lhe a troca de golpes e Istylian empurrava a espada contra seu peito antes de empurrá-lo e acertar uma estocada na barriga. O aço da espada atravessa a carne de Kazuo e saia nas costas, sangue viscoso espirrava no chão se misturando as poças de água turvas, um rastro vermelho descia a roupa do samurai pela frente e por trás. Istylian tirava a espada e Kazuo caía de bruços ao chão.

O herói de nossa história então parava para ver seus arredores, a multidão parecia estar forçando entrada no bar, uma foice jazia espetada no ombro de Henrid que não mais aguentava segurar a multidão toda, alguns entravam pela porta e gritos femininos eram ouvidos vindo de dentro da instalação. Istylian então via uma anela se abrir, uma das garotas tentava pular por ela e era agarrada.

-SOCORRO...

Gritava a garota de orelhas de gato que serviu sua bebida antes, ela gritava esticando uma mão a Stylian com lágrimas nos olhos enquanto dois homens a agarravam e puxavam para dentro.

-Para onde pensa que está olhando garoto?


Música de aclimação:
 

O som de metal sendo enfincado em terra molhada era ouvido, Kazuo se apoiava em sua espada para levantar apesar das feridas e doença. O samurai se postava em posição de combate novamente, um rastro de sangue escorria de sua ferida na barriga e de sua boca, ele não parecia estar desistindo. Não... Pelo fogo em seus olhos Istylian sabia que ele não pararia a menos que morresse, sua determinação era visível, impressionante, admirável e invejável.

-Nossa luta ainda não acabou...

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MensagemAssunto: Re: O Início da Jornada   O Início da Jornada - Página 4 EmptyDom 27 Nov 2016, 19:15


O Início da Jornada

“Cap. 18 - Convicção E Caminho!”
Seguirei o caminho que escolhi!


Há outras forças em andamento nesse mundo além da força do mal Trilogia O Senhor dos Anéis - A Sociedade do Anel * J.R.R Tolkien


Tema para o fim do post - caso:
 


- Nossa luta ainda não acabou... –

~ Incrível!... ~ Não podia deixar de ficar perplexo pela determinação de Kazuo, mas aquilo não definharia minha vontade diante daquela situação. – Você falou que eu não tinha convicção? ...  Então me diga, sua convicção é sacrificar aquelas jovens para salvar sua filha, mesmo sabendo pelo que elas vão passar? ... Posso entender que fará tudo para salvar quem ama, mas você sendo um espadachim, um samurai ... Sacrificando os outros, sem nem mesmo observar toda a situação! – Procuraria utilizar um tom sério e meus olhos o afrontariam com uma determinação ardente, não só realizar um pergunta, como afirmaria minha posição contraria contra a atitude do homem a minha frente, o qual não só admirei seu espírito de luta e habilidades. ~ Vamos resolver isso de uma vez! ~ Não esperaria que o mesmo consentisse com minhas palavras, mas esperaria que o mesmo compreendesse que sua escolha não se resumiria ao sacrifício das minks ou da situação que a vila/cidade/ilha estava a passar.

Respiraria fundo e lentamente inspiraria o ar dos pulmões, controlando a respiração para ajudar a tomar fôlego para continuação da batalha. Mas antes de voltar ao embate, continuaria a falar em tom sério, mesmo tendo ou não uma resposta sobre as palavras que haveria citado antes. – Certo ou errado?! ... Isso pode não importar, mas irei defender minha perspectiva... irei proteger com quem me comprometi! – Com uma breve pausa para observar Kazuo e quem sabe escutar uma resposta a minha fala, antes de terminar. – Vamos acabar com isso! –

Palavras não mais poderiam evitar o que estaria para acontecer. Em nenhum momento estava irritado ou mesmo pondo-me a julgar as atitudes que Kazuo estava a se colocar, sabia que o mesmo não havia opção e que se fosse eu em sua situação, provavelmente faria o mesmo. Minha irritação estava contra todo o enredo, toda a situação em que a ilha estava e que por trás disso havia um homem, mesmo que fosse apenas uma suspeita, esse homem estava causando toda essa insanidade?! ... “Talvez seja necessário se tornar mau para derrotar o Mal maior!” ...

O combate provavelmente continuaria e palavras não mais seriam necessárias, iríamos acabar o embate como espadachins. Sendo assim colocar-me-ia em posição. Posicionar-me-ia quase que ficando lateralmente em direção a Kazuo, com a perna esquerda à frente e a perna direita um pouco para trás, ficando sobre a ponta dos dedos e com o tronco inclinado levemente para frente. Seguraria a katana com ambas as mãos, sendo que a mão esquerda estaria mais próxima do guarda mão seguida da mão direita, estaria com a katana posicionada na altura do peito e com a lâmina apontada para cima, enquanto a ponta da espada estaria voltada em direção de Kazuo.
Referência :
 

Posicionado, ficaria a observar por alguns instantes a movimentação de Kazuo, isso se o mesmo pudesse se mover ou se iria ter a iniciativa. Caso meu oponente colocasse-se em movimento ou não, faria o mesmo (caso se movesse) ou (caso não) avançaria rapidamente, porém diferentemente do que havia feito antes, ao me aproximar cerca de 2 metros do adversário, mudaria a trajetória da corrida, de reta para diagonal esquerda, afim de surpreender Kazuo, além de tentar evitar um possível ataque do mesmo e de conectar um golpe rápido, cortando na horizontal na altura do abdômen no mesmo momento da mudança brusca na direção a me mover.

Caso o adversário bloqueasse ou conseguisse esquivasse do ataque, tentaria recuar dois passo para trás e colocar-me-ia em posição defensiva (a mesma que havia adotado anteriormente). , Posicionando-me com as pernas um pouco afastadas e paralelas, com as mesmas um pouco flexionadas para baixo e ficando sobre a ponta dos dedos dos pés. Seguraria a katana com ambas as mãos, posicionada em frente ao corpo e voltada na direção do espadachim, de modo que ela formasse um ângulo de 15° com meu corpo. Pronto para agir rapidamente a um possível ataque. Procederia conforme o ataque, caso o oponente me atacasse com cortes verticais, diagonais ou horizontais, prosseguiria movendo minha katana de encontro da sua com o intuito de bloquear os golpes, esse que poderiam variar de intensidade devido a doença e ferimentos, com também pela determinação carregada pelo samurai. Desse modo colocar-me-ia a ficar atento em todos os movimentos de Kazuo e quando o mesmo mostrasse-se, que seu golpe, perdesse um pouco da intensidade, ainda com as armas em contato, trataria de tentar empurra-lo para trás e esperaria que o mesmo fizesse o mesmo, assim que a resposta fosse a mesma daria um passo rápido para esquerda rotacionando o corpo 360° aplicando um corte giratório na horizontal, visando corta-lo na altura do troco.

Caso novamente fosse bloqueado ou meu oponente se esquivasse, colocar-me-ia novamente em posição defensiva. Posicionando-me com as pernas um pouco afastadas e paralelas, com as mesmas um pouco flexionadas para baixo e ficando sobre a ponta dos dedos dos pés. Seguraria a katana com ambas as mãos, posicionada em frente ao corpo e voltada na direção do espadachim, de modo que ela formasse um ângulo de 15° com meu corpo. Agora analisaria a situação, pois já haveríamos nos movido bastante, observaria bem a posição e condição do meu adversário, antes de prosseguir.

Tendo observado as condições de Kazuo, esperaria encontrar alguma brecha para acabar com o combate. Conseguindo averiguar a situação e mesmo sem encontrar uma tão aclamada brecha, tentaria pressionar Kazuo, avançaria em direção do mesmo, com a katana posicionada na altura do peito, sendo segurada pelas duas mãos e com sua ponta voltada para trás, enquanto estaria a avançar.  Tentaria me aproximar rapidamente sem dar a ele tempo para contra-atacar ou bloquear e tentaria ataca-lo com um corte diagonal descendente da direita para esquerda, aproveitado-me também da força acumulada na corrida para maximizar o dano.

Caso não obtivesse êxito no ataque (sendo bloqueado ou caso o adversário conseguisse se esquivar), voltaria a colocar-me em posição defensiva e analisar novamente a situação.


Mas caso Kazuo não mais pudesse lutar, sendo morto, ficando gravemente ferido ou simplesmente não conseguindo mais lutar. Tentaria me aproximar com muita cautela de seu corpo e diria em um tom baixo de voz apenas para ambos escutarmos, mesmo se ele estivesse morto ou inconsciente. – Sinto muito. ... Mas não se preocupe, irei fazer tudo que estiver ao meu alcance para salvar a vida da sua filha! ... Então irei pegar isso emprestado. – Mover-me-ia em direção dele e tentaria pegar seu colar de contas, caso o mesmo esboçasse de alguma forma uma reação agressiva, tentaria para-la sem machuca-lo (se possível), se não o golpearia. Ele poderia perguntar porque me colocaria a ajuda-lo depois tudo que houve, ou porque deveria confiar em mim? ... Simplesmente, responderia. – Uma pessoa como você que engoliu o orgulho e que luta pelas pessoas que ama, me lembram alguém?! ... Quanto a confiar em mim, acredito que conheça o termo “Makoto ¨ Mentir é um ato considerado covarde e desonroso e, portanto quando um samurai diz que vai fazer algo, é como se ele já o tivesse feito. Um samurai não tem de “dar sua palavra” e não tem de “prometer”. Quando um samurai fala, é porque ele vai agir.” – Olharia em seus olhos (caso estivesse consciente) com olhos determinados e sinceros, além de um sorriso singelo. – De quebra irei expor tudo o que esta acontecendo aqui! -




A conspiração de Dawn: Parte I
A praga de Malaquias



Narração / - Fala - / ~ Pensamento ~





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Histórico:
 


Objetivos:
 





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“Eu aprendi que a coragem não é a ausência de medo, mas o triunfo sobre ele.O homem corajoso não é aquele que não sente medo, mas aquele que conquista por cima do medo.” Nelson Mandela


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MensagemAssunto: Re: O Início da Jornada   O Início da Jornada - Página 4 EmptyQui 01 Dez 2016, 02:43

– Você falou que eu não tinha convicção? ... Então me diga, sua convicção é sacrificar aquelas jovens para salvar sua filha, mesmo sabendo pelo que elas vão passar? ... Posso entender que fará tudo para salvar quem ama, mas você sendo um espadachim, um samurai ... Sacrificando os outros, sem nem mesmo observar toda a situação!


-Você acha que eu não sei que estaria sacrificando elas? Sei muito bem disso, mas para salvar minha filha eu sacrificaria muito mais… Sacrificaria todo o mundo dez vezes e arrancaria meu próprio coração com uma colher se isso a salvasse… Essa é minha convicção… VOCÊ ACHA QUE PODE VENCÊ-LA?



Dizia Kazuo apertando o punho da katana.


-Certo ou errado?! ... Isso pode não importar, mas irei defender minha perspectiva... irei proteger com quem me comprometi!


-E eu protegerei quem eu amo…


– Vamos acabar com isso!



Com a última frase em uníssomo os dois samurais voltavam ao combate em uma louca troca de golpes, o som de metal resvalando ecoava pela viela acima do som de água da chuva, ambos os espadachins demonstravam trabalhos de corpo e espada de extrema habilidade, mas por uma mera fração de segundo a espada de Istylian acabou sendo mais lenta e se aproveitando disso Kazuo desferiu um golpe por uma abertura de sua guarda, o jovem viu o golpe, percebeu que iria receber o corte em sua garganta, em sua mente já poderia até ter aceito a morte, mas kazuo sluçava e sangue saía de sua boca… Uma abertura… O mais jovem se aproveitou e empurrou Kazuo que perdeu o equilíbrio para trás ficando completamente indefeso para o golpe seguinte de Istylian que abriu um corte em sua barriga.


A espada cortou suave e rapidamente, uma fina marca de sangue cobria a espada do jovem aonde a carne fora cortada, uma gota de sangue escorria da espada e caia no chão molhado logo antes de ser acompanhado pelos joelhos do samurai derrotado, a mancha de sangue no kimono de Kazuo só crescia e fazia um cinturão vermelho, era um corte grave, mas Kazuo não morreria, viveria empo suficiente para alguém encontrá-lo ali e o levar a um médico, mas…


-Me mate… Se eu não for capaz de salvá-la… Eu prefiro morrer… Ma mate...


– Sinto muito. ... Mas não se preocupe, irei fazer tudo que estiver ao meu alcance para salvar a vida da sua filha! ... Então irei pegar isso emprestado.


Istyllian não tinha interesse em matar Kazuo e levava sua mão para pegar o colar do pai espadachim, mas Kazuo levava sua mão ao colar para defendê-lo.


-Por que? Por que você ajudaria alguém que foi derrotado?


– Uma pessoa como você que engoliu o orgulho e que luta pelas pessoas que ama, me lembram alguém?! ... Quanto a confiar em mim, acredito que conheça o termo “Makoto ¨ Mentir é um ato considerado covarde e desonroso e, portanto quando um samurai diz que vai fazer algo, é como se ele já o tivesse feito. Um samurai não tem de “dar sua palavra” e não tem de “prometer”. Quando um samurai fala, é porque ele vai agir.”


Istylian olhava Kazuo nos olhos e o homem viu sinceridade no olhar de seu oponente.


– De quebra irei expor tudo o que esta acontecendo aqui!


Kazuo usava suas últimas forças para desabotoar o colar e amarrá-lo no punho de sua espada, então ele a embainhava e então a extendia para o seu oponente.


-Essa é a Tetsuishi… Uma espada passada por mestres do kendo a gerações, dizem que ela é tão firme e afiada quanto a vontade de seu dono… Empunhe-a em sua trajetória daqui adiante e saiba que tem minha confiança.


Enquanto a espada era embainhada Istylian podia ver que seu fio estava intacto e sem arranhões, enquanto o de sua própria espada estava gasto e cheio de dentes onde cruzou golpes com Kazuo.


Em seguida a mulher que conversara com o samurai antes da luta viria em seu respaldo.


-KAZUO !?!


-Rosibelle… Mande todos pararem com isso… Este espadachim irá resolver a situação…


A mulher parecia não entender a situação, mas com uma lagrima escorrendo de seu rosto gritava:


-VOCÊS TODOS PAREM… Kazuo disse para deixar tudo com o espadachim…


As pessoas paravam, Kazuo parecia ser algum tipo de líder deles, pois eles pareciam ter grande dificuldade em dizer não a suas ordens, porém mesmo assim:


-Mas e quanto as crianças? Não posso confiar num estranho a vida de meus filhos… Como você pode confiar nele?


Dizia um dos homens.


-Por que eu olhei em seu coração… E não vi mentiras… Vi coragem, integridade, confiança e senso de dever… Ele é um samurai também… Se ele disse que o fará… EU ACREDITAREI…


O discurso de Kazuo parecia fazer os aldeões desabarem moralmente, um após o outro eles se retiravam se aglomeravam ao lado de Kazuo para carregá-lo a um médico assim como os outros feridos na luta, mas Kazuo se recusava a sair ainda, pois ele ainda esperava que seu oponente aceitasse o presente que era sua espada.







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-Fala de personagem...
"Pensamento de personagem"

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MensagemAssunto: Re: O Início da Jornada   O Início da Jornada - Página 4 EmptyQui 29 Dez 2016, 16:44


O Início da Jornada

“Cap. 19 - Hora Da Decisão! Irão Lutar Ou Se Esconder?!”
Qual será a decisão!


Há outras forças em andamento nesse mundo além da força do mal Trilogia O Senhor dos Anéis - A Sociedade do Anel * J.R.R Tolkien

Tema para o fim do post - caso:
 

Kazou com certeza é um homem incrível, sinto-me honrado que ele decidiu confiar em mim no final. – Essa é a Tetsuishi… Uma espada passada por mestres do kendo a gerações, dizem que ela é tão firme e afiada quanto a vontade de seu dono… Empunhe-a em sua trajetória daqui adiante e saiba que tem minha confiança. – Ele enrolou sobre o cabo da katana o colar de contas feito por sua filha, Lala.  Minha katana ficou danificada no duelo que travamos, pouco poderia fazer com ela agora. Então, não irei recusar.

A chuva que continuava a cair. Colocar-me-ia de frente para o samurai e estenderia a mão direita pegando a Tetsuishi firmemente, olharia diretamente para os olhos de Kazuo, com olhos determinados e sinceros por alguns segundos. Em seguida recolheria o braço segurando a katana e colocar-me-ia a inclinar meu tronco para frente, reverenciando-o.  – Aceitarei sua oferta. Será uma honra empunhar essa espada. – Poucas palavras? ... Sim, poucas. Mas nossa conversar já havia sido mais que completa, quando cruzamos nossas espadas. Não era mais preciso palavras.

Porém ainda que estivesse convicto e comprometido em resolver o caso, ainda precisava de ajuda. Mas tudo parecia ter se encaixado. ~ Malaquias com certeza é um bastardo louco e astuto, entretanto cometeu um erro em seus cálculos... Eu ... Ainda preciso de ajuda, mas parece que tenho quase tudo agora. Vejamos o que posso fazer?!... Certo, isso deve ajudar! ~

Nesse curto período mergulhado em meus pensamentos, traçava um pequeno plano. Para isso precisaria de todos ali que pudessem ajudar, logo olharia rapidamente para Kazuo e o impediria de ir embora, caso já estivesse a se mover, do outro lado chamaria Henrid e algumas das mink’s que estivesse por perto. – Kazuo, Henrid, garotas venham aqui, por favor! – Pediria para que se aproximassem, pois tinha algo para discutir. Kazuo estava ferido, mas aquilo não o derrubaria facilmente, ele ainda deveria estar na minha frente. Henrid estava próximo, já que estava a impedir que os aldeões entrassem na taberna, ele também estava ferido no ombro e deveria ser capaz de se aproximar. Já as garotas, que estavam quase a ser levadas, estavam distribuídas do lado de fora da taberna e dentro. Reuni-los próximos serviria para evitar que o que fosse discutido ficaria apenas entre as pessoas ali, apenas nós saberíamos de tudo. Esse cuidado serviria apenas como uma prevenção, afinal de contas “Seguro morreu de velho.”.

Conseguindo que todos se reunissem ali, começaria a explicar minha estratégia para resolver tudo. – Sinto por ter que pedir algo a vocês, mas necessitarei da ajuda de vocês para resolver tudo. – Estas palavras sairiam em bom tom, para os reunidos ali,e meus olhos se moveriam observando os olhares ao redor. ~ Vejamos se estão dispostos e determinados! ~ Primeiro, teria que confirmar se todos ali estavam determinados a ajudar nessa resolução que engloba à todos. Porém, se mostrassem algum receio, trataria de dar-lhes alguns motivos para agirem. - Para curar a doença das crianças, para evitar que mais mink’s sejam levadas e evitar um conflito futuro que pode acabar com muitos inocentes, preciso de vocês! ... Já tenho suspeitas de quem esta por trás de tudo isso. Esse tal de Jonas pode ser a mesma pessoa que esta por trás do sequestro de uma pessoa importante e, se o que pensei esta certo, ele pode culpa alguém por isso... ele poderia acaber culpando os mink’s. ... Com isso um combate maior poderia tomar toda a ilha e o caos reinaria. – Nesse momento serraria meus olhos, numa expressão séria e raivosa. – Esse louco só deseja o caos e destruição. Ele não quer ganhar nada, quer apenas brincar com a vida das pessoas. Mas seus cálculos não foram exatos, já que não previu uma variável inconsistente. ... E essa variável, somos nós! – Nesse momento daria um pequeno sorriso, enquanto esperaria ver as respostas e expressões de todos ali.

Esperaria poder contar com a ajuda de todos, mas se alguém se recusasse simplesmente diria. – Entendo. Não quero que arrisque sua vida simplesmente porque estou pedindo, desculpe-me por força minhas ideias em você(s). –

Com recusa ou aceitação de todos, prosseguiria explicando e pedido. – Kazuo, gostaria que buscasse reunir todos os doentes em um mesmo local. Se possível busque algum médico e priorize o tratamento nos que estiverem em estado mais grave. Preciso ir encontrar Samul e seu amigo, assim que resolver esse assunto, pedirei a ajudar dele para tratamento prévio dos enfermos.
                                                                                  ....
Henrid e garotas, preciso que reúnam os mink’s que conheçam. Eles devem ter alguém que fora tirado deles, então devem querem resgatá-los, protegê-los ou mesmo vingar-se. Conte para eles que alguém está disposto a ajuda-los e se estiverem dispostos a lutar, se reúnam e esperem pelas minhas ordens.
                                                                                  ....
Antes de dar inicio ao plano real, preciso ir encontrar com Samul e seu amigo. Preciso relatar um fato importante e relevante as ações que iremos tomar. Tentarei conseguir mais ajuda, para os enfermos, para lutar e regatar as mink’s, e quem quer que tenha sido levado. Além de limpar o nome dos mink’s que estão sendo acusados injustamente. –


Daria uma pausa para tomar um pouco de ar e escutar alguma opinião, caso alguém tivesse alguma observação a fazer. Dada essa breve pausa, continuaria agora com os pedidos.

Olharia rapidamente para o segurança da taberna.  – Henrid, teria alguns den den mushis na taberna? ... Eu precisaria de pelo menos três para mantermos a comunicação. ...  E teria uma daquelas orelhas de gato falsas? ... Elas podem ser úteis em algum momento. –

Prosseguiria agora a falar com as maid’s da taberna, as gatinhas mink’s. – Garotas, peço desculpas por isso, mais preciso que falem com o máximo de mink’s e espalhem que posso ajudar-los a recuperarem suas esposas, suas filhas, suas mulheres que foram levadas! E se quiserem ajudar se preparem para lutar, pois se esperarem a única coisa que acontecera é perderem tudo, não só as mulheres como também sua dignidade e por fim suas vidas! Nada ira mudar ou vira fácil se esperarem. -

Seguiria agora olhando para o samurai. – Kazuo, você iria entregar essas garotas os Jonas em troca da cura de sua filha e das crianças das outras pessoas. Acredito que essa entrega seria em um ponto de coleta ou seria feita diretamente a ele? ... Visto que apenas ele pode dar a cura. –


                                                                           ~~~~

Conseguindo os den den mushi’s, os distribuiria da seguinte forma. Um para o samurai Kazuo, um para o segurança Henrid que ficaria com as garotas mink’s e, um ficaria comigo. – Assim podemos entrar em contato uns com os outros. – Caso não conseguisse os den den mushi’s, prosseguiria pedindo que se reunissem em um local especifico e de fácil localização. – Kazuo, onde pode reunir todos os enfermos? ... Mandarei ajuda para lá e levarei a cura, quando a pegar para todos lá.
Henrid e garotas, reúnam aqueles dispostos a lutar aqui na taberna. Voltarei aqui para leva-los comigo ao solo sagrado chamado, campo de batalha. -


                                                                           ~~~~

Sozinho com certeza seria difícil lidar com Malaquias/Jonas e seus homens, mas com ajuda de todos daríamos a esse sujeito o caos que ele tanto quer. ~ Malaquias e Jonas... hum... Você acreditou que ninguém iria pensar que são a mesma pessoa?!... Se bem que isso não importa, você ira ter o caos que tanto anseia... porém, não será como você quer. Só espere desgraçado, não deixarei que destrua a vida de tantas pessoas! ~

- Bem pessoal é isso por enquanto, então poderão ajudar? -

Poderia acontecer que alguém não senti-se confiante em continuar, então diria para esses. - Entendo, então por favor apenas se escondam e esperem. ... Eu com certeza resolverei tudo para vocês. – Essas palavras não seriam ditas em um tom de arrogância ou desprezo pela escolha daquele que estariam com medo, mas sim, com um tom determinado, sincero e confiante. Tentaria passar-lhes um ar de conforto, acompanhadas de um sorriso sincero e singelo.

~ É melhor que aqueles que não estão dispostos a morrer em combate que fiquem fora dele, pois se forem ao campo de batalha forçados simplesmente morreram ou só atrapalharam. ~

Tudo que poderia fazer é esperar pelas respostas, para prosseguir.




Com o consentimento, seja ele de disposição a ajudar ou não, trataria de colocar-me-ia em movimento. Esperaria pelo menos ter conseguindo, a informação de onde poderia encontrar Jonas, os den den mushi’s e as orelhas falsas de gato. Mas não conseguindo, prosseguiria. ~ Tenho que ir para o norte, para a casa de telhado verde... encontrar Samul e seu amigo que pode ajudar com tudo isso! ... Esse Malaquias com certeza vai pagar por todo esse caos! ... Depois que os aldeões apareceram, parece que a pessoa que estava me perseguindo se foi. Mas preciso tomar cuidado. ~

Trataria de rumar para o norte para o local de encontro com Samul. Tentaria enquanto rumasse ao meu destino, manter-me atendo aos arredores utilizando minha audição apurada para perceber se alguém estaria a me seguir. Caso percebesse tal movimento, trataria de começar um corrida utilizando-me de minha avantajada aceleração, para tentar despistar esse possível perseguidor entraria em ruas bifurcadas, mas continuando em direção a casa de telhado verde ao norte. Esperaria conseguir chegar ao bendito local sem muitos problemas.




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MensagemAssunto: Re: O Início da Jornada   O Início da Jornada - Página 4 EmptySex 30 Dez 2016, 01:02



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Ao que parecia Istylian tinha um pensamento rápido, claro que para chegar até ali muitos acontecimentos haviam moldado o jovem para que ele consegui-se pensar nessa velocidade. Mesmo com uma crise das grandes ele conseguiu pensar com calma após uma luta feroz e chamou todos que lá estavam para perto de si. A taverna tinha um tamanho mediano, mas conseguiu acolher todos os aldeões de um modo que não fica-se apertada e todos conseguiram se sentar com o jovem ao centro deles. Foi então que seu discurso começou, suas palavras conseguiam ser ouvidas por todos ali presentes, e ninguém ousou falar ao mesmo tempo que o espadachim. Quando suas ultimas palavras saíram -E essa variável, somos nós! – Todos ali presente pareciam ter se contagiado, mesmo não sendo um líder nato Istylian havia conseguido cativar todos, e após suas palavras um aldeão se levantou -É isso ai garoto ! Essa doença está atacando minha mulher e filhos, se esse cara realmente é um charlatão vamos pega-lo!! Estou com você!!!- Todos os outros pareciam compartilhar da mesma forte emoção, e ninguém se após de inicio.

Depois de explicar a parte de cada um em seu plano Istylian viu Kazuo se levantar -Posso pedir para as pessoas da vila me ajudarem levando os enfermos até um salão de dança abandonado, é grande o suficiente para todos .. - Tudo parecia correr de acordo com o plano do jovem, ou não! Pois assim que falou sobre os denden mushi a resposta foi desanimadora -Temos bastante daquelas orelhas aqui, pode pegar todas mas ... Não tenho nenhum denden mushi, sinto muito.- Apesar disso Istylian continuou a falar, dessa vez convocando as Mink's para ajuda-lo com o plano, e quem deu a resposta foi Clarice, a mink gata -Bem, acho que todos vão querer ajudar a acabar com isso. Mas não espere um exercito, nossa especie não é muito grande nessa ilha.- A ultima resposta era a de Kazuo, o samurai e essa poderia acabar com o plano, afinal grande parte dele se baseava em saber onde encontrar Jonas. -Na verdade ele apenas me disse para pegar as mink's, e assim que eu as tivesse para ligar desse denden mushi para ele. Combinaríamos onde nos encontrar depois.- Enquanto falou Kazuo tirou de seu bolso um denden mushi bebê e o entregou para Istylian, oque o garoto faria com aquilo era de inteira responsabilidade ele.

- Bem pessoal é isso por enquanto, então poderão ajudar? - Tal pergunta não precisou ser respondida, a atitude de todos no local se mostrou de total apoio para o plano, sendo assim Istylian partiu: rumo a casa de telhado verde. A noite se encontrava negra, como se um manto tapa-se as estrelas e a lua, nada que atrapalha-se nosso jovem aventureiro que enxergava bem mesmo na escuridão. Talvez por isso conseguiu correr com destreza e não encontrou dificuldades para encontrar a tal casa, oque ele não esperava era encontrar a porta da frente aberta e todas a luzes acesas. Ao entrar na casa seria possivel ver o cenário de algo brutal, todos os moveis quebrados e muito sangue espalhado, parecia que algo muito ruim havia acontecido ali. Um pouco mais dentro da residencia era possivel encontrar Samul caído no chão sem consciência, seu corpo ainda que muito ferido estava vivo e um rastro de sangue saia dele, como se alguém tivesse pisado em seu corpo e andado com os sapatos cheios de sangue, tal rastro levava até a porta dos fundos da casa que dava de cara para com um bosque.

As perguntas na mente do jovem deviam ser inúmeras, mas antes que qualquer resposta aparece-se o estralar de um despertador pode ser ouvido, era o denden mushi que Kazuo havia lhe dado, e as palavras que saíram dele trariam ainda mais perguntas -Olá? Conseguiu minhas mink's? Ouve alguns incidentes e tive que mandar meus dois guarda costas para a cidade, eles vão te encontrar no bosque, leve elas lá... O remeio está com eles... Ah claro, tenho alguns homens na cidade, é melhor trazer logo minhas mink's.- A voz parecia soar em um tom ameaçador, e qual seria a próxima ação tomada por Istylian? Será que as perguntas vão ser respondidas?

Observações:
 


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É tão repugnante que eu sinto vontade de vomitar, todas essas coisas que vocês buscam: trabalho duro, coragem, fé. Eu vou esmagá-los, tudo.
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