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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 O Início da Jornada

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: O Início da Jornada   O Início da Jornada - Página 3 EmptySeg Jan 25, 2016 11:01 pm

Relembrando a primeira mensagem :

O Início da Jornada

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Istylian Von Dracnier. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: O Início da Jornada   O Início da Jornada - Página 3 EmptyQua Ago 31, 2016 8:44 am

–Acredito que seja uma boa ideia constatar o responsável pela segurança de Porto Branco que Faham e seu grupo foi emboscado, e que com ele havia um jovem convidado pelo próprio Faham para acompanha-lo a Porto Branco. Mas ao sair de Frushin rumo a Porto Branco, o grupo foi emboscado por alguns homens e os guardas-costas acabaram mortos, o jovem convidado tratou de tentar atrasa-los para que Faham pudesse fugir. Mas o interesse dos homens suspeitos eram o nobre e logo vendo que perderiam tempo para acabar com o garoto o deixaram ferido para trás e rumaram atrás de Faham...Poderia pedir que mandassem alguém de Porto Branco ou contatassem a Marinha ou o Governa Mundial, para mandarem alguém alegando que os homens eram fortes os suficientes para acabarem com os guardas com muita facilidade. ... Isso pode resaltar que eu tive sorte ou que era mais forte que os guardas-costa, embora esse não é o que importe agora. ... Caso perguntem quem poderia ter sido o responsável? Pode responder que não tem mais informações, pois o jovem desmaiou pela perda de sangue. Mas que ele poderia ser útil para informar quem poderiam ser os responsáveis, e para isso seria necessário esperar que o mesmo acorda-se, assim eles deveriam começar a agir e mandar alguém para Frushin rápido, pois o tempo esta correndo.

Dizia o ovem apos refletir rapidamente, mas Samul era muito mais velho e experiente.


-Me diga meu jovem... Você mantém vigilância em toda uma ilha, tenta saber de tudo que ocorre ali, como uma tentativa de assassinato de alguém importante como esse nobre passaria em branco para você? A reposta eu lhe dou... Não passaria... Os agentes com certeza já sabem do ocorrido... A pergunta é, se ninguém quer lhe ajudar... Se ninguém quer lhe escutar... Como agir para salvar a todos? Acho que posso contar nos dedos de uma única mão quantas pessoas posso reunir para uma empreitada como essa ai... Mas sabendo  das possibilidades de quem sabe ou criou esse ataque... Minha pergunta é... Quem estaria disposto a colocar a cara para junto de mim se por como delator do ataque? De qualquer forma irei la avisar os marinheiros e agentes, só espero que eles estavam interessados em confia num velho gagá.


O jovem tinha muitas questões ainda a tirar, então vendo o interesse de Samul em sair de casa, decidiu mandar as perguntas rapidamente.

- Há uma outra coisa que quero perguntar Samul-jisan, poderia me dizer como o líder dos ladrões do Mt.Ballon se parece? ... E teria algo para beber aqui? Estou precisando de um pouco de álcool?

-Líderes dos ladrões mudam direto, mas dizem que há um líder central na ilha, um líder que governa a tudo e todos no mundo criminoso de Dawn por baixo dos panos. não duvido que seja aliados ao governo também.


O velho parecia preocupado, mas começava a se ajeitar para sair em sua jornada que provavelmente seria perigosa.
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Italo000
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MensagemAssunto: Re: O Início da Jornada   O Início da Jornada - Página 3 EmptySex Set 02, 2016 9:04 am


O Início da Jornada

“Cap. 9 - Irei Em Busca Da Verdade!”


O quão inocente eu ainda era? ... Estava a procurar uma solução, que talvez não fosse tão simples? ... Talvez não fosse inocência, mas sim por ainda estar pensando dentro da caixa. Poderia ser necessário repensar tudo desde o início e ver os fatos de uma perspectiva diferente. E como um pontapé inicial escutar o que o sábio, Samul Dindi, tinha a dizer era de muita importância e, refletir sobre os acontecimentos.

- ...uma tentativa de assassinato de alguém importante como esse nobre passaria em branco para você? ... Não passaria... – Essa afirmação realçada com tom enigmático, não poderia deixar de me intrigar. Com certeza um nobre de tamanha importância não passaria despercebido ao sair de sua zona de conforto, mas então o que Faham III estaria buscando em Frushin? Estaria simplesmente dando um lindo passeio ou havia algo mais profundo?

Afinal, não querendo generaliza, mas a maioria dos nobres de Dawn não ligam para o que acontece com os cidadãos comuns, com a plebe, de Frushin isso é um fato. ~ Repensando bem ... agora posso entender o que Samul quis dizer antes. Pessoas possuem sentimentos e acabam os guardando consigo até não aguentarem mais. E então um nobre vem e sem nem pestanejar mata uma pessoa. ... Certo, que o bêbado não agiu certo, mas não quer dizer que Faham agiu de modo correto também, ao puxar o gatilho sem nem mesmo pestanejar. Essa é uma questão difícil... certo ou errado ... nossas escolhas geram consequências boas ou ruins. ~ Para os nobres um cidadão comum morrer ou desaparecer não mudaria nada em suas vidas. Caso morressem de fome, sede, doente ou mesmo assassinado para sua pura diversão de um nobre, nada mudaria para eles. Já que no final a única coisa com que se preocupam, é com seu próprio bem estar.

... Quantas questões e questionamentos poderiam ser levantados, a cerca dessas mais variadas situações? Talvez uma, dez, cem, milhares. ... Não poderia afirmar se as coisas estavam a ficar mais claras ou se poderiam estar ficando mais obscuras? ...

O velho líder da Vila continuou. - Os agentes com certeza já sabem do ocorrido... A pergunta é, se ninguém quer lhe ajudar... Se ninguém quer lhe escutar... Como agir para salvar a todos?–

Não pude deixar de ficar surpreso de como poderia ter deixado passar esse fato importante. ~ Um nobre, ou melhor, ‘O Nobre’  vir visitar Frushin, mesmo que fosse um desejo seu, não viria sem que os agentes do Governo soubessem. ... Então eis a questão, se eles sabem da vinda de Faham Doroth III a Vila de Frushin porque não estavam a escolta-lo? Porque apenas seis guardas estavam com ele, mais o mais importante porque esses seis guardas eram tão fracos? ... Na guarnição de Porto Branco existem guardas muito mais fortes do que os que acompanhavam Faham. ... Poderia... ~ Nobres sempre estão relacionados com diversão e coisas do tipo, mas também existe um desejo imutável em pessoas dessa classe que é, o desejo de estar acima dos demais. Faham que hoje é o regente de Dawn caso morto, acabaria por ser substituído por outro nobre e esse seria, com certeza, indicado pelo Governo Mundial. ~ ... seria possível que o Governo queira retirar Faham do poder e substituí-lo por outro alguém? Ou talvez queira utilizar essa situação como desculpa para limpar Dawn Island, deixando apenas os nobres? Poderia ser um golpe de alguém próximo de Faham, que queira assumir o poder e que tenha conseguido manipular as informações enganando até os agentes do Governo? Ou simplesmente Faham é um idiota que não pensou em sua posição e nem na ameaça que sua vinda a Frushin poderia representar, não só a ele como as pessoas da Vila? ... Droga, seu nobre idiota! ... Talvez sejam apenas suposições loucas ou infantis, mas o que garante que não possam ser verdade. ~ Suposições e mais suposições surgiam em minha mente. E agora, como o que seguir? ... Não tinha uma base ou informações o suficiente, tudo que ocorrera até agora, tudo que havia visto e vivenciado, não eram o suficiente para ver a verdade por trás dos acontecimentos. Agora só restava uma opção, seguir em busca da verdade ou esquecer todo o ocorrido? ...  Essa escolha poderia mudar de vez o cenário o qual eu estava a presenciar. ... Quem sabe?

Ainda havia mais o que escutar do sábio senhor. - Líderes dos ladrões mudam direto, mas dizem que há um líder central na ilha, um líder que governa a tudo e todos no mundo criminoso de Dawn por baixo dos panos. Não duvido que seja aliados ao governo também. - Essa seria uma nota importante a ser questionada! ... O líder dos ladrões aliado do Governo? Nesse caso Faham estaria a ser realmente retirado do poder, ou seria essa a desculpa para os nobres se livrarem da plebe?

~ O que diabos esta acontecendo aqui!? ... Oi, oi Samul-ojisan onde esta minha bebida? ~ O que estava a se passar na ilha? ... Uma conspiração? ... A cada nova descoberta um novo enigma aparece, cada vez mais intrigante e obscuro. Agora tudo que poderia fazer era escolher o caminho a seguir, é buscar a verdade ou esquecer!

- Samul-san poderia esperar um pouco? ... – Vendo que o senhor já estava a se aprontar para sair. Eu tinha que me decidir! – Hum... Teria uma camisa para me dar? Meio que, o senhor sabe a que eu estava usando antes agora deve estar ensanguentada... então poderia me arranjar outra? ... Afinal vou acompanhar o Líder da Vila, então se eu estiver sem camisa, isso seria desrespeitoso aos olhos das pessoas e com sua imagem. DESCULPE-ME! – Procuraria minha camisa, mas no fim ela deveria estar ensanguentada e rasgada devido o corte sofrido em minhas costas. Então esperaria conseguir uma camisa com o Samul, para poder acompanha-lo na caminha até o encontro com os marinheiros e agentes. ~ Não posso deixar que Samul vá sozinho avisar a marinha e aos agentes. Depois de ouvir tudo que ele disse, existe algo muito suspeito acontecendo aqui!? ... Agora que me decidi, é hora de agir! ~ Conseguindo uma camisa, trataria de vestir-me com calma e cuidado para não magoar a ferida recém-suturada. Vestido, agora trataria de prender em minha cintura, do lado esquerdo, a katana embainhada, afinal de contas o que seria um espadachim sem sua espada. – Então estou quase pronto para acompanha-lo. Se assim me for permitido pelo senhor? -

Esperaria poder seguir junto do Velho Líder para relatar o ocorrido e descobrir o que poderia esta ocorrendo na ilha. Mas ainda sentia que algo estava faltando? Minha garganta pedia por algo. – Nossa que sede. Até que um gole de vinho viria a calhar agora! – Deixaria escapar essa frase antes de sairmos da casa de Samul, que sabe o mesmo não poderia me arranjar um pouco, embora o velho líder poderia ser conservador e poderia não querer que um jovem bebesse. ... Mas um espadachim deve aprender logo cedo o gosto de um bom sakê e jamais ser derrotado pelo álcool. ...

... E caso arruma-se não deixaria a chance escapar, me deleitaria com alguns goles do mesmo antes de partir e, não me esqueceria de agradecer. – Obrigado! - ...

Seguiria a jornada com Samul, caminhando atentamente um pouco atrás do velho líder. Observaria a movimentação ao redor com cuidado, as pessoas, as casas, a floresta (caso estivesse próxima de onde caminhássemos) e a costa, onde poderia haver navios/barco ancorados. Não diria uma palavra enquanto caminhasse com Samul, ficaria apenas a observar o caminho que estaríamos a seguir. ~ Para onde será que estamos indo? ... O que será, que acabarei por descobrir? ~


Narração / - Fala - / ~ Pensamento ~







Histórico:
 

Objetivos:
 





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“Eu aprendi que a coragem não é a ausência de medo, mas o triunfo sobre ele.O homem corajoso não é aquele que não sente medo, mas aquele que conquista por cima do medo.” Nelson Mandela





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MensagemAssunto: Re: O Início da Jornada   O Início da Jornada - Página 3 EmptyDom Set 11, 2016 2:54 am

-Samul-san poderia esperar um pouco? Hum... Teria uma camisa para me dar? Meio que, o senhor sabe a que eu estava usando antes agora deve estar ensanguentada... então poderia me arranjar outra? ... Afinal vou acompanhar o Líder da Vila, então se eu estiver sem camisa, isso seria desrespeitoso aos olhos das pessoas e com sua imagem. DESCULPE-ME!

-Hmmm... Você meio que está certo... Hmmm

O velho passava a mão em sua grisalha barba e então dizia com uma expressão de quem tem uma boa ideia:

-Ou podiamos mostrar o quão machos e crentes em nossa missão nós somos e ir ambos sem camisa... Hyohhh

Dizia Samul tirando a camisa e mostrando seu raquítico e pálido físico.

-Hahaha... Estou brincando, vou pegar algo para você...

O velho pegava algo numa gaveta e o trazia para o jovem, mostrando então que era uma camisa havaiana florida nas cores azul e amarelo com fundo laranja.

– Então estou quase pronto para acompanha-lo. Se assim me for permitido pelo senhor?

Dizia o jovem após se vestir e com um aceno de Samul sairam em direção a outa cidade da ilha, porém muito mais coisas ocorriam na ilha do que o jovem podia imaginar e ambos não sabiam, mas seus caminhos já estavam sendo vigiados desde quando se cruzaram mais cedo.

Após sairem da cidade, no meio do caminho entre ambas as cidades da iha eles se deparavam com uma estranha figura no meio da estrada, um homem jovem negro e magro com a marca de uma mão pintada com tinta branca em sua face, o jovem tinha roupas sujas e rasgadas, mas comia um sanduiche de carne que parecia ter sido comprado em algum lugar bom, então não era como se ele não tivesse dinheiro, apenas parecia que ele não sabia, queria ou se importava de gastar no lugar certo. Ao ver as figuras que caminhavam a sua direção, o jovem se colocava de pé, engolia rapidamente seu sanduiche e vinha na direção deles.

-Então mandaram você vir matar um velho não?

Samul parecia desconfiado e já mandava uma frase bem direta, o jovem respondia com uma frase ainda mais sombria e uma voz grossa como lama.

-Não sou nenhum assassino, apenas mensageiro... E meu chefe manda dizer a você que o dia está um tanto frio e um senhor de idade como você deveria ficar em casa... Ou pode acabar morrendo...

O clima não estava frio, não estava nem mesmo fresco, era obviamente uma ameaça.

-O que acontece se eu não voltar para casa? Você me forçará?

Samul estava discutindo agora.

-Já disse que sou apenas mensageiro... Entrego mensagens... Nada mais... Apenas levaria sua resposta a meu chefe...

-E quem é seu chefe?

O maltrapilho esperava um pouco e soltava o nome como quem mostra se trunfo num jogo de cartas.

-Malaquias...

Samul ficou branco, uma gota de suor desceu seu semblante e ele sussurrou para Istylian.

-Se quiser recuar garoto sua chance é essa, não posso dar as costas aqui, ir contra esse homem será perigoso, melhor você me deixar ir só...

Samul começava a andar novamente e passava ao lado do negro.

-Irei com ou sem seu aviso...

O mensageiro parecia indiferente e sem a mínima intenção de parar Samul.

-Ok... Levarei sua resposta a Malaquias... E quanto a você? Devo avisar Malaquias que você também decidiu contrariar seus avisos?

O mensageiro perguntava isso a Istylian enquato Samul continuava a andar lentamente pela estrada, o que faria nosso herói?

____________________________________________________

-Fala de personagem...
"Pensamento de personagem"

Cor do Deep
Cor do Tesla
Cor do Voltz



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MensagemAssunto: Re: O Início da Jornada   O Início da Jornada - Página 3 EmptyQua Set 14, 2016 2:21 pm


O Início da Jornada

“Cap. 11 - O Caminho Em Busca Da Verdade Se Mostra Tortuoso!”


Quanto tempo fazia que não sorria? ... Desde que sai de casa logo pela manhã? Ou foi quando enfrentei aqueles desgraçados sortudos? ... Não combina comigo ficar com uma cara tão fechada agora, então tudo que preciso é sorrir um pouco. E claro que minha companhia, Samul Dindi, além de sábio, com certeza, possui um ótimo senso de humor. - Ou podíamos mostrar o quão machos e crentes em nossa missão nós somos e ir ambos sem camisa... Hyohhh- Para uma situação tensa como aquela em que estávamos realmente não havia nada melhor que sorrir um pouco. Aproveitando-me do discurso animador do bom senhor, tinha que demonstrar um bom sorriso. – Iahahaha... Iriamos chamar um pouco de atenção não!? – Era um breve comentário que poderia passar por despercebido, embora a camisa que era me dada, não. ~ Hum... Ele tem um gosto bem tropical. ... Iahaha... ~ ... Como dizem por ai: Cavalado dado não se olha os dentes.

Com a camisa em mãos, tudo que podia fazer era me vestir. Pois o bom senhor já estava pronto esperando apenas por mim. Sem tardar, tratei de vestir a bela camisa havaiana e logo estava pronto. ~ Até que gostei do estilo. ~ Agora arrumado, era hora de partir e assim foi feito.

~ Para onde será que estamos indo? ~ Me perguntava isso antes de sair de casa, mas logo pude perceber que já não estávamos mais em Frushin. Essa já era a segunda vez no dia que saia da Vila, mas será que agora alguém aparecerá novamente em meu caminho? ... Seria o destino ou o que? ... Novamente uma figura aparecia no caminho, mas dessa vez apenas um homem. ~ Hum... será que esse homem esta com aqueles homens? ... Devo atacar ou esperar? ... ~ Ficava relutante sobre a ação que deveria tomar ao avistar aquele homem parado no caminho, havia a possibilidade dele ser um dos comparsas dos bandidos. Em um impasse, só pude continuar a seguir Samul. ~ ... Estou com Samul, então melhor observar mais um pouco. Caso seja necessário, acabarei com ele! ~ Durante esse rápido período de pensamento Samul já se pronunciava e, de forma bem direta ao sujeito em nosso caminho, esse que estava a se aproximar. - Então mandaram você vir matar um velho não? – O humor do bom senhor mudava drasticamente. Não tinha certeza sobre quem era aquele homem, mas Samul parecia saber e desafia-lo com uma frase direta como essa me fazia redobrar a atenção quanto ao nosso encontro inesperado com esse sujeito misterioso.

- Não sou nenhum assassino, apenas mensageiro... E meu chefe manda dizer a você que o dia está um tanto frio e um senhor de idade como você deveria ficar em casa... Ou pode acabar morrendo... – O tom de voz do sujeito era sombrio e um tanto incomodo aos meus ouvidos, um tanto quanto arrogante perante a um senhor já de idade avançada o qual deveria ter um pouco mais de respeito. ~ Oi, oi, oi ... esse idiota precisa aprender boas maneiras! ~ Talvez um pensamento fútil para a situação e, que não traria muitas mudanças visto que sequer houve tempo para me pronunciar, pois a conversa rapidamente prosseguia.

- O que acontece se eu não voltar para casa? Você me forçará? –
- Já disse que sou apenas mensageiro... Entrego mensagens... Nada mais... Apenas levaria sua resposta a meu chefe... –
- E quem é seu chefe? –

Não sabia o certo o que estava a acontecer, muito menos tinha tempo para adentrar a conversa. Logo tudo que podia fazer era ouvir atentamente cada palavra e esperar pelo desfecho dos acontecimentos, para então se colocar a questionar algo.

- Malaquias... –

Mas quando o sujeito soltou o nome de seu chefe fique um tanto surpreso, não por saber seu nome, mas sim por conta da reação exposta por Samul. Ele ficou branco por um momento e parecia estar a suar frio. ~ Mas o que diabos esta acontecendo Samul!? ... Por que essa reação? ... Quem é esse tal de Malaquias? ... Nunca ouvi tal nome! ~ Ainda estava um pouco surpreso e também perplexo quanto a toda a conversa. Mas logo o velho líder de Frushin se colocava a sussurra algo para mim. - Se quiser recuar garoto sua chance é essa, não posso dar as costas aqui, ir contra esse homem será perigoso, melhor você me deixar ir só... –

Minha expressão ficava séria e fechada ao pensar nas palavras que acabará de ouvir. ~ O que!? ... Recuar? Eu? ... ~ Se estava perplexo antes por causa da conversa, agora ficava ainda mais com o que escutava de Samul. Como poderia recuar agora depois de tudo que havia acontecido até ali! ... Além de que, eu era o responsável por envolver o velho nessa perigosa jornada. Sem contar que além de querer descobrir a verdade por trás dos acontecimentos, ainda tinha contas a acertar com certo homem da maça de ferro. ... ~ ... Você não espera que eu vá recuar não é, jiji?! ... ~ Um breve e maroto sorriso se abria rapidamente em minha face, enquanto via as costas Samul a prosseguir e passar ao lado do desgraçado do mensageiro. - Irei com ou sem seu aviso... – Ao escutar essas palavras, aliava minha expressão e seguiria os passos de Samul, mas não antes de ouvir o mensageiro indiferente a decisão de Samul se pronunciar. - Ok... Levarei sua resposta a Malaquias... E quanto a você? Devo avisar Malaquias que você também decidiu contrariar seus avisos?  -

- Hmm. ... – Soltaria um breve som, como se estivesse a pensar alto. Abaixaria um pouco a cabeça de modo que não fosse possível verem minha expressão, enquanto caminharia na mesma direção seguida por Samul lentamente e sem nenhuma reação abrupta, para evitar um possível conflito ou ameaça inicial ao mensageiro. ~ É engraçado como há coisas nesse lugar que nunca vi ou sequer notei. E que há um homem, supostamente perigoso, que parece amedrontar os cidadãos da minha Vila. ... E um desgraçado aparece se achando demais, como se fosse alguém de respeito quando sequer trata um velho senhor de modo correto! ... ~

Caminharia até ficar lado a lado com o mensageiro, de modo que ele ficasse a minha esquerda, para então me pronunciar. - Bem... sou apenas um jovem espadachim que pouco sabe sobre o ocorrido, mas já que meu bom amigo aqui decidiu prosseguir, irei acompanha-lo. ... E caso... – Nesse momento fitaria diretamente os olhos do mensageiro com um olhar compenetrado, abrindo bem os olhos e fitando-o com um olhar sério e um tanto intimidador, além de um sorriso também um tanto sombrio. - ... alguém tente de qualquer forma machuca-lo, eu irei fazer com que sinta o gosto gélido do aço de minha espada! ... – Estaria a repousar a mão esquerda sobre o cabo da katana, enquanto fecharia rapidamente os olhos e abriria um sorriso um pouco maior, com a boca fechada apenas movendo os lábios.
Olhar e sorriso:
 

Ao agir desse modo estaria tentando passar bem o recado, respondendo a ameaça do tolo ao meu lado com um aviso sério. – Diferente de sua ameaça, estou a dar um aviso. ... É melhor deixar o velho em paz! – Para mim uma ameaça é algo fútil e que meramente pode ou não acontecer completamente diferente de um aviso, que uma vez que quebre o que foi dito/limitado/informado gerara uma consequência real, não ficando em uma mera possibilidade e sim em uma certeza.


Desta forma, poderia haver a possibilidade de alguma reação hostil por parte do mensageiro, logo estaria atento para reagir rapidamente se necessário, mas um combate ali não era a minha real intenção. ... Mas como dizem por ai: ‘Seguro morreu de velho e o desconfiado vive até hoje.’ ... Manteria a atenção redobrada, pronto para agir caso sofresse um ataque. Movendo-me rapidamente giraria o corpo ficando com o lado direito do meu corpo à frente e logo moveria minha mão direita até a katana presa em minha cintura do lado esquerdo. Logo em seguida sacaria rapidamente na tentativa de bloquear o possível ataque. Conseguindo bloquear, utilizar-me-ia de minhas habilidades de luta de rua para desferir um chute na altura do abdômen do homem na tentativa de afasta-lo um pouco. – Não estou afim de lutar agora, tudo que queria era passar a minha mensagem. ... Mas se uma luta for o que quer mensageiro, uma luta terá! – Tentaria me afastar um pouco e colocar-me-ia em guarda com a katana estando segurada pelas duas mãos na altura do peito e, o pé esquerdo um pouco a frente do direito, com as pernas um pouco flexionadas para baixo e sobre a ponta dos dedos dos pés, assim estaria preparado para me mover em velocidade. Pronto para investir em um ataque rápido com uma estocada ou pronto para tentar bloquear um possível ataque, direcionando a katana em direção ao ataque do oponente.
Posição:
 


Mas caso não houvesse uma reação hostil por parte do mensageiro, prosseguiria junto de Samul. Porém não prosseguiria antes de dar um adeuszinho ao mensageiro. – Bem vou indo. Espero que não nos encontremos novamente, mas caso aconteça melhor não desrespeitar os idosos novamente ou terei que lhe ensinar boas maneiras. – Retiraria o olhar e o sorriso, um tanto quanto hostil e prosseguiria. – Ji-san espere por mim! ... – Utilizar-me-ia de minha avantaja aceleração para me mover rapidamente antes mesmo de ouvir ou deixar o mensageiro se mover. Iria correndo até Samul-san e prosseguiria caminhando ao lado dele, bem atento a alguma movimentação ao redor utilizando-me de minha audição aguçada principalmente.

Conseguindo passar daquele local com Samul sem dificuldades, prosseguiria a caminhada e aproveitaria para perguntar o senhor, utilizando um tom baixo de voz para que só o mesmo pudesse ouvir. – Primeiro, quem seria esse tal de Malaquias? ... Qual o tipo de influência que ele possui nessa ilha? ... – Esperaria uma resposta do senhor Dindi, que esclarecesse quem era a pessoa a qual o deixou temeroso anteriormente. Quem seria essa figura misteriosa e o que possivelmente poderia fazer. Quantas coisas acontecem em Dawn Island da qual ainda não tinha conhecimento? Quantos problemas poderia ter arranjado para o Líder de Frushin? Tudo isso por aceitar o convite de Faham? E o que será que aconteceu com o mesmo? Estaria bem ou não, o regente de Porto Branco? ... Quantas questões sem respostas. ... Conseguindo as respostas da pergunta anterior, prosseguiria a questionar o sábio senhor. - E estamos indo para Porto Branco, não é? Com quem nos iremos nos encontrar? – Essa seria minha última pergunta, enquanto caminharíamos rumo ao destino traçado por Samul Dindi. Tentaria manter a atenção e discrição a todo momento, pois não saberia se alguma ameaça estaria a espreita. ~ Respostas ... verdades ... mentiras ... Onde irei encontrar as respostas para o que estou a questionar? ... Mesmo estando intrigado e também preocupado com o que pode acontecer, tenho que admitir que estou animado ... isso é, isso é uma aventura emocionante! ~

- Shishishi... -


Narração / - Fala - / ~ Pensamento ~






Off:
 


Histórico:
 

Objetivos:
 





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MensagemAssunto: Re: O Início da Jornada   O Início da Jornada - Página 3 EmptyQua Set 21, 2016 3:32 pm

- Hmm. …

O jovem caminhava até passar ao lado do mensageiro e então falava:

- Bem... sou apenas um jovem espadachim que pouco sabe sobre o ocorrido, mas já que meu bom amigo aqui decidiu prosseguir, irei acompanha-lo. ... E caso...

O rapaz então mandava um sorriso ameaçador ao mensageiro que mantinha uma cara sem reação.

- ... alguém tente de qualquer forma machuca-lo, eu irei fazer com que sinta o gosto gélido do aço de minha espada! Diferente de sua ameaça, estou a dar um aviso. ... É melhor deixar o velho em paz! Bem vou indo. Espero que não nos encontremos novamente, mas caso aconteça melhor não desrespeitar os idosos novamente ou terei que lhe ensinar boas maneiras.

O mensageiro ouvia e então dizia:

-Entregarei sua mensagem a Malaquias, não esperem uma resposta por simples mensagem… Ahhh e é claro… Não se ache tanto quando você estiver perante pessoas que vivem nas ruas meu caro… Te devolverei isso já que não quero intrigas, mas tome como aviso...

Em seguida o mensageiro jogava uma espada ao chão, a espada de istylian que ele poderia então perceber que não estava mais em sua bainha, ela havia sido roubada pelo mensageiro, mas quando isso? Logo após o magrelo andava em direção as árvores e sumia de vista.

– Primeiro, quem seria esse tal de Malaquias? ... Qual o tipo de influência que ele possui nessa ilha?

Perguntava em tom baixo assim que se aproximou de Samul.

-Influência? Nenhuma… Ao mesmo tempo muita… Se ele esta interessado nesse caso então tudo pode ser mais complexo do que imagino… talvez a confusão contra os minks na outra cidade seja parte disso, talvez até o surto de doenças e a aparição do religioso recentemente… Malaquias é um homem cercado de pessoas de todo tipo, todos esses lhe devem favores ou fazem favores a ele, ele pode movimentar toneladas de materiais ilícitos com aprovação de pessoas do governo ou pedir a morte de alguém para os mendigos famintos da rua, lidando com ele é melhor estar atento para não levar uma facada das costas de seu próprio irmão, ele é um homenzinho asqueroso que sabe extrair o pior de cada um.


- E estamos indo para Porto Branco, não é? Com quem nos iremos nos encontrar?

-Vamos ao governo, mas antes tenho de passar num local ver alguém de confiança…

O jovem e o velho continuavam pela estrada e chegavam a Porto Branco, o tempo estava mudando e ficando nublado, um trovão cortava o céu enegrecido pelas nuvens e então Samul dizia:

-Estamos sendo seguidos, vamos nos separar, tentarei despistar o perseguidor no mercado, você tente se livrar dele também e caso esteja só me encontre numa casa de telhado esverdeado no norte da cidade.


Dizendo isso Samul virava a uma esquina entrando no meio de uma multidão de consumidores de um mercado ao ar livre, rapidamente ele sumia de vista e Istylian sentia um calafrio lhe subir a espinha, uma sensação de estar sendo observado. Seria um dos assassinos de Malaquias? Seria um novo personagem desconhecido? Aliado ou inimigo? Estaria o jovem a salvo ou em perigo? Poderia confiar em Samul? Estaria o velho apenas delirante pela idade ou correto em suas falas? O peso da situação pesava nos ombros do jovem com o frio do hálito da dúvida soprando em seu pescoço, diversas pessoas no local andando em torno dele, Samul disse que todos poderiam vir a querer matá-lo. Como estaria a mente do jovem perante um desenrolar de enredo tão enrolado assim? E o que ele faria agora?


A conspiração de Dawn: Parte I
A praga de Malaquias

Músiquinha tema de abertura de enredo:
 

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-Fala de personagem...
"Pensamento de personagem"

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MensagemAssunto: Re: O Início da Jornada   O Início da Jornada - Página 3 EmptySab Set 24, 2016 8:14 pm


Músiquinha tema para abertura do novo início:
 

O Início da Jornada

“Cap. 12 - Raio, Relâmpago e Trovão! As Cortinas Se Erguem Para Início Do Novo Prelúdio!”
Sinta-se invencível!


Minha postura a um momento atrás haveria sido um pouco insensata? Não, de veras foi mais que insensato. Naquele momento baixei minha guarda e minha katana, num piscar de olhos, estava sob a posse do mensageiro. ~ Droga! ... Quão repreendido eu seria se a Tia Ilhya ou alguns dos outros me visse nesse momento embaraçoso. ~ Imprudentemente fiz algo que não fui ensinado a fazer, me superestimei. ... O que minha tia diria numa situação dessas? Se ela me visse naquele momento? Com certeza, seria repreendido por ela! ... Embora tenha sido desagradável ouvir aquelas palavras:

- Entregarei sua mensagem a Malaquias, não esperem uma resposta por simples mensagem… Ahhh e é claro… Não se ache tanto quando você estiver perante pessoas que vivem nas ruas meu caro… Te devolverei isso já que não quero intrigas, mas tome como aviso... –

Com certeza agora tinha certeza, que existe incontáveis figuras no mundo com habilidades fantásticas! E que para realizar meu sonho tinha que buscar conhecimento sobre esse vasto mundo, mas antes tinha agora um belo problema a encarar, a situação atual. Uma nova figura entrava em cena, mas não tinha nenhum conhecimento sobre o mesmo, pelo qual o mensageiro mencionou ser chamado de Malaquias.

Não podia deixar de pegar minha kanata que estava ali jogada no chão, enquanto o mensageiro caminhava em direção as árvores e rapidamente sumia. Aproximava-me devagar de Samul com uma expressão séria, mista de angustia e interesse, abaixava um pouco minha cabeça e segurava firmemente o cabo da katana, não conseguindo conter um sorriso e o sentimento de excitação, que estava a sentir. ~ Tia é verdade que acabei de me superestimando ... e fiquei até um pouco envergonhado ... mas isso me fez perceber que esse mundo é realmente tão grande e impressionante como dizem! ... Em tão pouco tempo, começo a ver coisas que nunca passaram pela minha mente, e o mais surpreendente é que estavam acontecendo tão perto. ... É intrigante pensar sobre isso, mas ainda mais ao ver pessoas com habilidades diferentes. ... Mas agora, também compreendo que tenho que redobrar a atenção e ficar preparado para o inesperado! ~ Embora estivesse com um interesse um pouco perigoso? Não deixaria de tomar cuidado, tinha que tomar muito mais cuidado e redobrar a atenção aos acontecimentos ao redor, além de buscar informações. Isso que não tardei de fazer, logo ao me aproximar de Samul, lhe perguntava em voz baixa quem seria esse homem mencionado pelo mensageiro e quão influente ele seria para deixar o velho líder de Frushin a suar frio. Logo o senhor me respondia. - Influência? Nenhuma… Ao mesmo tempo muita… Se ele esta interessado nesse caso então tudo pode ser mais complexo do que imagino… talvez a confusão contra os minks na outra cidade seja parte disso, talvez até o surto de doenças e a aparição do religioso recentemente… Malaquias é um homem cercado de pessoas de todo tipo, todos esses lhe devem favores ou fazem favores a ele, ele pode movimentar toneladas de materiais ilícitos com aprovação de pessoas do governo ou pedir a morte de alguém para os mendigos famintos da rua, lidando com ele é melhor estar atento para não levar uma facada das costas de seu próprio irmão, ele é um homenzinho asqueroso que sabe extrair o pior de cada um. –

Atentamente ouvi as palavras de Samul, não sabia ao certo se estava surpreso ou confuso? Um homem que aparentemente esta envolvido em vários incidentes assim e ainda não foi preso pela Marinha ou pelo Governo. ~ É impressionante um cara esta envolvido em tantos acontecimentos assim esta solto. ... Claro que pode ser apenas suposições e que pode nem mesmo esta relacionado, mas bastou olhar e ouvir o mensageiro e o que ele falou, para meio que confirmar que esse Malaquias é com certeza um sujeito complicado de se lidar. ~ Impressionante ou não, estávamos a ir para a cidade de Porto Branco. Como me foi respondido por Samul, logo que o questionei de nosso rumo. O que me deixava um pouco pensativo era de como lidaríamos com aquela situação, se surgira tal homem que tem tanto acesso, a coisas e pessoas, assim que ficará em nosso caminho. ~ Agora, se esse sujeito realmente tem também tantas conexões que vão do Governo a mendigos, fico imaginando onde poderemos encontrar alguém para nos ajudar? ... Sinto que terei que ficar atento tanto aos inimigos quanto aos aliados a partir de agora! ~

- Vamos ao governo, mas antes tenho de passar num local ver alguém de confiança… -

- Alguém de confiança? ... Quem seria esse? – Deixei essa pergunta escapar, mas aparentemente Samul nem parecia ter ouvido. Logo continuamos pelo caminho e o senhor continuava calado, assim como eu também. Não demorou até poder ver a cidade de Porto Branco mais a frente, logo mais a frente estaríamos chegando ao nosso destino. Mas o que poderemos esperar? O que poderemos fazer? E quem será aquele que se colocará em nosso caminho agora? ... Quantas questões e descobertas poderão ser feitas? ... E o arco que marcava nossa chegada a cidadela tinha seu inicio, o céu estava começando a ficar nublado ... BUOW! ... um som estrondoso do trovão podia ser ouvido, enquanto cortando o céu podia-se ver o relâmpago rasgando o ar em direção a terra. – Uuaau! ... – Estaria o clima se adaptando a nossa situação atual ou seria esse o prelúdio do inicio do caos?

Logo adentramos a cidade e o bom senhor logo me informava. - Estamos sendo seguidos, vamos nos separar, tentarei despistar o perseguidor no mercado, você tente se livrar dele também e caso esteja só me encontre numa casa de telhado esverdeado no norte da cidade. –

- O que? ... – Seguidos?  ~ Como assim? Mantive-me atento desde nosso encontro com o mensageiro e não tinha escutado nada, mesmo com minha capacidade auditiva apurada seria mesmo possível? ... ~ Poderia Samul ter uma audição ou uma visão tão boa quanto a minha? Bem, provavelmente sim. O tom usado pelo líder de Frushin não parecia ser brincadeira, então havia alguém mesmo atrás de nós e esse não era o mensageiro. Quem seria? Será a mesma pessoa que estava a nos seguir de Frushin?... Sem esperar senti um calafrio subir pela espinha. ~ Alguém esta mesmo nos observando e não parece amigável! ... Bem o que fazer agora? Continuar caminhando e tentar despista-lo é uma boa opção, mas seria bom identificar o sujeito ou sujeitos, nos daria uma vantagem. ~ Já havíamos adentrado a cidade e caminhado um pouco, e sequer tinha percebido já que estava mergulhado em meus pensamentos. Estava simplesmente seguindo Samul e logo que voltei de minha reflexão, pude ver que havíamos virado em uma esquina onde havia uma multidão, que não tardou e a adentramos. ~ Ficar rodeado por pessoas é e não é uma boa ideia. Podemos utilizar as pessoas para sumir entre a multidão e despistar o/os perseguidor(es), mas também pode ser perigoso, meu campo de ação ficar reduzido, assim como não sei quem é pode ser meu inimigo. ... Tenho que perguntar a Samul ... ~ Era uma situação estranha, mais não tanto quanto a velocidade de Samul que enquanto me mantinha pensativo por alguns milésimos de segundo sumia em meio à multidão. – Nossa! Ele é bem rápido pra um velhinho. –

Samul já havia partido, agora estava sozinho com um suposto perseguidor a me observar de algum lugar e um poderoso chefão, que pode ter mandado alguém para acabar com Samul e comigo. ~ Hum... vamos ver? Já que estamos no mercado dever haver uma taberna (bar) por aqui. Uma bebida pode ser uma boa, pra aliviar a tensão e também quem sabe atraio você perseguidor, e descubro pelo menos sua aparência! Ou um pouco mais! ~ Soltaria um singelo sorriso, enquanto já estaria em movimento cortando a multidão, tentando passar por lugares na rua onde não tivesse muitas pessoas aglomeradas, na tentativa evitar algum ataque surpresa de uma ou muitas pessoas. Tentaria também não adentrar ou passar muito perto de becos de aparência pouco apreciativa e, claro tentaria manter minha atenção redobrada para pessoas que se aproximassem em minha direção, de modo compenetrado auxiliado pelos meus sentidos apurados, principalmente minha boa audição, e instintos.

Continuaria minha caminhar para o norte mantendo-me alerta, enquanto também observaria se haveria alguma taberna onde poderia compra um pouco de Sakê, tinha que aliviar o amargor que minha garganta estava a sentir. ~ Vamos onde esta, onde esta taberna? ... Preciso de um gole de sakê, pelo menos! ... Venha perseguidor, vamos beber um drinque! ~ Esperaria poder encontrar uma taberna aberta pra saciar essa minha sede.

Conseguindo encontrar a taberna. Dirigiria-me até a entrada da mesma, atento aos arredores de forma discreta, logo empurraria a porta devagar e entraria, modestamente e silenciosamente. Rapidamente tentaria fitar todo o recinto enquanto estaria me dirigindo ao balcão do bar, observando todos os lugares possíveis para gravar as posições das pessoas que poderiam esta lá, mas não encararia ninguém para não deixar ninguém ali incomodado com minha presença.  Ao me aproximar do balcão, olharia para o barmen e pediria. – Quanto custa uma garrafa de Sakê? – Esperaria que estivesse dentro do meu orçamento, menos de 15.000 berries.  Caso estivesse pediria.  - Uma garrafa de sakê, por favor. – Se não coubesse em meu orçamento pediria um simples copo de sakê. – Hum... Então, poderia me vender uma dose sakê? –

Se houve-se um banco próximo do balcão, mas para o caso de não haver ficaria em pé, ali me sentaria/ficaria de pé esperando minha tão esperada garrafa de sakê, enquanto isso olharia lateralmente sobre os ombros para a entrada por alguns segundos, para ver se o meu perseguidor estaria a adentrar o recinto. ~ Vejamos se ele vira até aqui. ... Ou vai manter distância. ~ Tentaria não interagir muito com ninguém no recinto, enquanto esperaria a garrafa chegar.

Conseguindo minha garrafa/dose de sakê, daria uma breve fitada na bebida e logo depois trataria de me deliciar com o gosto do sakê, dando um bom gole. Enquanto tentaria manter a discrição e um olho na porta, terminando meu primeiro gole. – Aqui esta o dinheiro pela bebido. Obrigado. –

Esperaria que o perseguidor adentra-se o recinto, mas assim não se concretizando simplesmente voltaria minha atenção o barmen e entregaria o dinheiro pela bebida. ~ Hum... é melhor sair agora, já que ele não adentrou. Eu poderia falar com o barmen para pedir seu consentimento para sair pela saída dos fundos, mas isso provavelmente daria em um outro lugar desolado e esse perseguidor não cairia nessa, cairia? ~ Levantaria a mão esquerda até o queixo e o pressionaria um pouco, ficando com aquela imagem expressão de pensativo. ~ Mas não sei quem poderei encontrar se sair por ali, nem se alguém aqui tem algo haver com esse tal de Malaquias. ... Droga! ... Mas e daí, saindo pelos fundos posso ter uma chance melhor de despistá-lo ou atraí-lo! ~ Decidido me aproximaria do barmen e o perguntaria em um tom baixo de voz. – Haveria uma porta dos fundos ou uma janela lateral por onde eu possa sair sem que ninguém me veja? – Esperaria que o mesmo pudesse me ajudar, mas caso sua expressão se mostra-se receosa, retiraria do bolso uns 5.000 berries e colocaria sobre o balcão discretamente em sua direção. – Por favor. – Esperaria que assim o mesmo me ajuda-se, e conseguindo seguiria por onde me fosse orientado ou guiado para saída, mas não confiaria plenamente no homem, observaria e manteria a atenção em alta até sair. Conseguindo sair do recinto observaria se na rua pelos fundos teria alguém, caso houvesse seguiria por outro caminho se existisse mais de uma opção a se tomar. Estaria a rumar até a casa citada por Samul ao norte, esperaria chegar até a mesma sem problemas se houvesse conseguido despistar o perseguidor.


A conspiração de Dawn: Parte I
A praga de Malaquias



Narração / - Fala - / ~ Pensamento ~





Off:
 

Histórico:
 

Objetivos:
 

Créditos do vídeo pessoal do canal skilletband




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“Eu aprendi que a coragem não é a ausência de medo, mas o triunfo sobre ele.O homem corajoso não é aquele que não sente medo, mas aquele que conquista por cima do medo.” Nelson Mandela




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MensagemAssunto: Re: O Início da Jornada   O Início da Jornada - Página 3 EmptyQua Set 28, 2016 2:51 pm

Samul seguia um caminho e Istylian seguia o seu próprio, o rapaz precisava saciar seu vício o quão antes e não tardou a avistar um local onde poderia saciar sua sede.
Ao longe ele viu um cartaz, acima de uma loja, com os dizeres "Taberna Nyan: Maid Café". O jovem adentrou nela e logo uma bela moça com roupas de empregada, orelhas e cauda de gato o atendia perto a porta.

-Seja bem vindo goshujin-sama... Você deseja se sentar em uma mesa para desfrutar de nosso almoço especial ou quer se sentar ao balcão no nyanbar, desu-nyan...

Era uma bela mulher de cabelos negros e curtos, seios fartos e pelos movimenos das orelhas e cauda, estes não pareciam falsos, ao fundo do bar ele pode ver um homem com roupas sociais e bigode farto, este o olhava como se estranhasse sua presença no local e o fitava como se estudasse cada movimento.

– Quanto custa uma garrafa de Sakê?

Dizia o jovem a quem o atendeu.

-Então o senhor quer beber no bar então? Deixe me levá-lo lá que a atendente lhe dará os preços corretos, desu-nyan...

Virando a direita no corredor acompanhando a bela mulher nosso herói se viu perante um balcão de mogno bem limpo e brilhante, estava vazio e sem fregueses como todo o resto do bar, algo estranho, principalmente para um lugar como aquele, no caminho de vinda para o balcão, Istylian pode ver mais outras duas belas moças com orelhas de gato e atendente do balcão era muito bonita também, contudo, apesar da beleza das funcionárias o local permanecia vazio e ao chegar no balcão ele ainda podia sentir o olhar penetrante do bigodudo em sua nuca, parece que este adentrou a ao bar atrás dele.

- Uma garrafa de sakê, por favor.

Disse o jovem a atendente que pegou uma garrafa e a colocou sobre o balcão a frente do jovem.

-São 10000 Berries goshujin-sama.

O jovem pagava se servia de um copo de sakê e se virava para olhar a porta de entrada, lá estava o bigodudo encarando o jovem, mas antes que ele pudesse fazer qualquer coisa uma nova empregada gatinha estava segurando um pote com castanhas para aperitivo e extendia uma mão com uma pequena castanha para seu freguês.

-Diga "AHhhh"

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MensagemAssunto: Re: O Início da Jornada   O Início da Jornada - Página 3 EmptyQui Set 29, 2016 3:38 pm


Músiquinha:
 

O Início da Jornada

“Cap. 13 - Maid's? Goshujin-sama? Homem De Barba? O Estranho Desenrolar Dos Acontecimentos!”
God Knows!


Maid Café?? Que tipo de Taberna seria essa? Estava ali parado a observar o nome escrito em um cartaz. ~ Taberna Nyan: Maid Café? ... Que nome diferente para uma taberna, vejo que há muitas coisas interessantes fora da Vila. ~ A primeira vista ficava um pouco intrigado quanto ao nome do estabelecimento. ~ ... Mas uma taberna é sempre uma taberna, não importa onde vá, sempre haverá algo para beber... Shishishi. ~ Continuava com meus planos em andamento, saciar minha sede e atrair o perseguidor. Para isso precisava adentrar o estabelecimento e logo ao passar pela porta de entrada fui recebido por uma bela moça, ela estava vestida de empregada, possuía orelhas e cauda de um gato. ~ Hum... Que diferente. Será um Mink? ~

- Seja bem vindo goshujin-sama... Você deseja se sentar em uma mesa para desfrutar de nosso almoço especial ou quer se sentar ao balcão no nyanbar, desu-nyan... -

Logo de cara não sabia ao certo se ficava surpreso ou encanto, com a bela mulher a minha frente me chamando de mestre. Mais ao fundo do bar conseguia ver um homem bem vestido, com roupas sociais e um grande bigode, esse estava a me observar com atenção. Poderia ser ele o homem que estava a me perseguir? Ou seria apenas o dono do bar? ... Algo com certeza parecia estranho ali. ~ Esse homem de bigode parece bem incomodado com minha presença aqui. Por que?... Ele parece desconfiado com minha presença, mas parando para pensar, Samul havia falado algo sobre a confusão dos Minks e que essa poderia ter relação com Malaquias. ~ Estava a me questionar antes mesmo de ver o que estaria por vir.

- Então o senhor quer beber no bar então? Deixe me levá-lo lá que a atendente lhe dará os preços corretos, desu-nyan... –

A bela mulher me guiava, enquanto adentrávamos mais a fundo a taberna pude ver mais duas beldades que apresentavam a mesma característica peculiar de minha guia, orelhas e cauda de gato. Logo me via no balcão do nyanbar, mais uma vez uma bela atendente estava a minha frente, mas algo estava definitivamente estranho. ~ Com tantas mulheres bonitas, como esse bar esta vazio? ... Algo esta estranho? Poderia ser por causa desse tal incidente, que esta ocorrendo? ... Malaquias, esse cara esta envolvido com muita merda e acabando com a tranquilidade de muitas pessoas. Vejamos o que posso descobrir aqui? ~ Os conselhos de Samul não estavam esquecidos, logo tinha que desconfiar de tudo, embora não poderia ficar paranoico tinha que manter a situação sob controle, dentro do possível.

Pedi uma garrafa à atendente. - Uma garrafa de sakê, por favor. – Meu pedido logo foi atendido e uma garrafa de sakê finalmente estava ao meu alcance. ~ Finalmente! ~

- São 10000 Berries goshujin-sama. – Logo desembolsava o valor pedido e pagava a atendente. Estava ali me servindo com um belo copo de sakê, e como planejado virava um pouco a cabeça fitando por cima do ombro, e lá estava o homem do bigode a me encarar. ~ Esse cara... Quem é ele? O que quer? ... Preciso descobrir e acho que já sei como. ~ Um sorriso aparecia em minha face, enquanto tentava beber meu primeiro gole do tão esperado sakê quando era surpreendido por uma nova beldade com um pote de castanhas a me servir.

- Diga "AHhhh" - Tentaria não corar com a beleza a minha frente, mas levantaria a mão esquerda indicando para que para-se por um instante. – Agradeço pela oferta, mas irei rejeita-la por um momento. ... Humm ... Se não se importar tenho um pedido a lhe fazer? – Usaria um tom ameno de voz e com um sorriso simpático, estaria a olha-la nos olhos e continuaria, caso aceita-se meu pedido. – Poderia chamar meu colega ali, o homem com bigode, para compartilharmos um pouco de sakê? ... Esse é um pedido de seu mestre, você o aceitaria? – Um convite, um belo convite, não? ... Uma boa chance de ficar cara a cara com esse homem suspeito e conversar um pouco. Mas antes que o mesmo se aproximasse do balcão, pediria a uma das outras garotas. – Poderia me arrumar um outro copo? Terei alguém para me acompanhar. – Esperaria que o homem aceitasse o convite, pois assim poderia avalia-lo mais de perto e quem sabe descobrir mais sobre toda a situação atual do local onde acabei de adentrar.

~ Será que devo perguntar sobre o porquê desse local estar vazio? ... Ou seria melhor não perguntar tão diretamente? ... ~ Enquanto estaria ainda a esperar a vinda da resposta ou do meu convidado, observaria ao redor e o comportamento das garotas restantes, assim como as características peculiares de seus corpos, mas tentaria não deixar muito evidente. Afinal não queria ser rude ou compreendido como um ignorante preconceituoso, pois para mim não importa a aparência ou a raça, mas sim as ações de uma pessoa. Caso a garota a qual pedi o copo estivesse próxima ou qualquer outra perguntaria. – Os negócios estão ruins por aqui? ... Porque, pelo que vi nas ruas há muita gente caminhando no comercio, mas não há movimento nenhum aqui? Exceto eu. Não que eu esteja reclamando, muito pelo contrario ser servido por belas mulheres me agrada bastante. – Elas poderia achar estranho ou suspeito minha conduta com tal pergunta, então completaria. – ... Nem me apresentei ainda, me chamo Istyian e é um prazer conhecê-las. Acabei de chegar na cidade e por isso não sei de muita coisa. Então, poderiam me dizer seus nomes? – Trataria de me apresentar e perguntar por seus nomes, seria uma tentativa de conseguir mais segurança e abertura para que pudessem confiar um pouco em mim, antes de prosseguir.  – Mas essa taberna é bem acolhedora e as jovens muito bonitas. É uma pena que esteja assim tão solitário aqui, deveria estar uma festa. Há algo acontecendo para que isso esteja acontecendo? – Esperaria obter alguma informação com essas perguntas, enquanto esperaria a aproximação do convidado para o drink ou sua resposta pela garota.

~ Vejamos se meu convidado aceitara o eu convite ou não? ~ O que poderia tramar para descobrir quem era o homem de barba? Não tinha muita certeza de várias coisas que estavam a acontecer nessa cidade, a não ser o que Samul havia adiantado sobre Malaquias e seu possível envolvimento com tudo de ruim que possa esta acontecendo nessa cidade, não, nessa ilha.

Caso o homem de barba aceita-se meu pedido e seguisse a meu encontro no nyanbar, lhe diria ao se aproximar olhando bem para tentar identificar algo que pudesse indicar quem ele seria, quem poderia tê-lo mandado. O Governo ou Malaquias? - Yo! O dia esta ótimo para um drink, não? ... Então porque não se senta e aproveita um bom drink. – Esperaria já estar com o copo que haveria pedido antes a uma das Maid’s. Logo o serviria um belo copo de sakê e em seguida pegaria novamente meu copo, com a mão direita, e o ergueria um pouco sinalizando uma boa apreciação para meu colega desconhecido e, seguiria a beber um bom gole do sakê. Mas tentaria em todo momento manter-me atento as ações do homem, como também a aproximação de qualquer uma das Maid’s. ~ Vejamos, como o que devo prosseguir? Uma pergunta ou uma apresentação? ... ~ Após beber observaria se o homem ali teria bebido também sua dose de sakê, caso não. – Não fique tão preocupado, não há nada de errado com a sua bebida. –

Bebendo ou não o que lhe servi tentaria prosseguir com uma conversa amistosa, afinal o que queria não era uma confusão, mas sim informação. Caso esse fosse o homem que estava a me seguir, poderia identificar quem estaria a tentar interferir ou quem sabe o que, no que eu estava a fazer. – Aproposito ainda não me apresentei. ... Me chamo Istylian e quanto a você meu caro colega? – Esperaria que o mesmo pudesse responder essa pergunta sem esboçar nenhuma reação agressiva, para que assim não necessitasse de uma resposta agressiva de minha parte, naquele local cheio de mulheres e tão acolhedor. Mas caso não responde-se, procuraria ser mais direto. – Qualquer um poderia perceber o modo como estava a me observar, vou dizer logo que você não faz o meu tipo. ... – Soltaria essa frase(piadinha) simplesmente para tentar ver o que o homem esboçaria de sua reação. – ... a real questão que quero perguntar é porque estava seguindo a mim e o velho até agora? – Não mencionaria o nome de Samul, pois esse poderia não ser o homem que estaria a me seguir, mas sim algum outro desconfiado por ter minha presença na taberna. Embora isso poderia, quem sabe, ser descoberto pela reação que o mesmo esboça-se. ~ Vamos me diga quem você é? ~ Em todo o momento da conversação tentaria manter a calma e a simpatia, nunca usando um tom ameaçador e sim um tom baixo, calmo e respeitoso.

Caso houvesse uma ação hostil por parte do homem de bigode ou até mesmo de uma das Maid’s, ou por ventura de um novo sujeito, tentaria estar pronto para me mover. Levantando-me e pulando por cima do balcão, para esquivar de qualquer ataque e logo procuraria um caminho de fuga ou prepararia um novo plano de ação.



A conspiração de Dawn: Parte I
A praga de Malaquias



Narração / - Fala - / ~ Pensamento ~





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MensagemAssunto: Re: O Início da Jornada   O Início da Jornada - Página 3 EmptyQua Out 05, 2016 2:01 am

– Agradeço pela oferta, mas irei rejeita-la por um momento. ... Humm ... Se não se importar tenho um pedido a lhe fazer?

Dizia o jovem a moça que parecia querer lhe agradar, o rosto da moça murchava em decepção.

-Poderia chamar meu colega ali, o homem com bigode, para compartilharmos um pouco de sakê? ... Esse é um pedido de seu mestre, você o aceitaria?

-Quem? Henrid? Ele é o segurana daqui e está a serviço, logo não tem permissão de beber.

-Não precisa falar nada Melissa, ele quer falar comigo, então falarei com ele.

O enorme bigodudo se aproximava de Istylian, seu corpo fazia sombra sobre o jovem que comentava para a garçonete:

– Poderia me arrumar um outro copo? Terei alguém para me acompanhar.

-Não precisa Clarice, não posso beber em serviço...

Interrompia Henrid.

- Yo! O dia esta ótimo para um drink, não? ... Então porque não se senta e aproveita um bom drink.

-Eu já lhe disse que não beberei... Mas quem mandou você aqui? Essa história do Jonas acabou com nossos clientes, ou vc é alguém que quer se aproveitar da situação, ou um burro que trará problemas, qual deles é você eu ainda não descobri.

– Aproposito ainda não me apresentei. ... Me chamo Istylian e quanto a você meu caro colega?

-Henrid... O desprazer é meu...

A garçonete olhava feio para Henrid.

-Que foi??? O cara ta rodando no mesmo lugar com a conversinha... ta me tirando do sério.

-Qualquer um poderia perceber o modo como estava a me observar, vou dizer logo que você não faz o meu tipo. ...

-Não to falando? Esse cara realmente quer me tirar do sério... Na moral;;; Quem é você?

– ... a real questão que quero perguntar é porque estava seguindo a mim e o velho até agora?

-Eu te seguindo? Já deu para ver que quando nasceu esqueceu os neurônios na barriga de sua mãe, quando você entrou aqui eu já estava no bar... GÊNIO... Responda você minha pergunta... O que quer aqui?



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Italo000
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MensagemAssunto: Re: O Início da Jornada   O Início da Jornada - Página 3 EmptySab Out 08, 2016 11:51 am


O Início da Jornada

“Cap. 14 - O Idiota? Talvez Nem Tão Idiota? ... E O Desenrolar Dos Acontecimentos!”
ばか!


Para obter êxito no mundo temos que parecer idiotas mas sermos espertos. Montesquieu

Seria um idiota mesmo, por perguntar tais coisas que pareciam obvias? ... Qual o melhor jeito de conseguir informação em um local? Existem várias maneiras e quem diria que acabaria conseguindo algumas informações de maneira tão fácil. Embora tenha deixado alguém um pouco irritado.

~ Um segurança? ... Não é estranho ter um segurança numa taberna cheia de belas mulheres, problemas com beberrões devem acontecer frequentemente, embora o porque do bar estar vazio? ... O que mais será que posso descobrir? ~

Henrid nada mais era que o segurança do recinto, que logo ficou aborrecido com minha insistência e meu modo, um tanto quanto idiota, agir e minhas perguntas. Logo pela irritação acabou mencionando algumas informações importantes ou não, mas que me situavam um pouco sobre a situação atual da taberna e sobre algumas suspeitas que Samul havia mencionado.  

O bigodudo recusava meu pedido, assim como acabava por apresentar as duas mulheres que estavam ali. ~ Melissa ... hum ... então esse é o nome da bela Maid das castanhas. ... É um belo nome, só não tão belo quando ela. Shishishi... ~ Quando meu convidado irritadinho se aproximava prossegui pedindo um copo a moça que anteriormente havia me servido e, que o segurança recusava o pedido além de apresentar a moça do balcão. ~ Então a moça que me serviu minha garrafa de sakê se chama Clarice. ... Hum ... ~ Pedi que me acompanha-se num drink, mas o homem do bigode não tinha permissão de beber e minha insistência parecia incomoda-lo até o ponto de falar.

- Eu já lhe disse que não beberei... Mas quem mandou você aqui? Essa história do Jonas acabou com nossos clientes, ou você é alguém que quer se aproveitar da situação, ou um burro que trará problemas, qual deles é você eu ainda não descobri. -
O que Henrid mencionava era um tanto estranho, pois algo deveria ter acontecido há pouco tempo, mas a questão era que não sabia nada sobre esse Jonas e muito menos sobre o que estava acontecendo em Dawn.

A conversa e irritação de Henrid continuaram devido as minhas ações, o que por um lado irritava Henrid, o qual ainda não podia confirmar ser um Mink como as maid’s gatinhas, fazia com que a garçonete o olha-se com feio para o segurança. Que não tardou em retruncar aquele olhar com algumas palavras. - Que foi??? O cara ta rodando no mesmo lugar com a conversinha... ta me tirando do sério. – Agindo intolerantemente novamente acabava questionando o segurança por este estar me perseguindo, mas estava claro que quando adentrei a taberna ele já estava ali e que estranhou minha entrada no recinto.
- ... a real questão que quero perguntar é porque estava seguindo a mim e o velho até agora? -

A reação de Henrid era com certeza da mais profunda revolta/irritação/ódio/repudio, que não tardou em retrucar minha pergunta. - Eu te seguindo? Já deu para ver que quando nasceu esqueceu os neurônios na barriga de sua mãe, quando você entrou aqui eu já estava no bar... GÊNIO... Responda você minha pergunta... O que quer aqui? –

~ Acredito que meu plano inicial não deu certo. ~ A principio não dei muita atenção a retrunca de Henrid, pois estava um pouco frustrado do plano inicial não dar certo. Tudo que havia feito até ali era para manter uma impressão errada a vista desse sujeito misterioso, tentando fazê-lo aparecer ao me passar por um idiota. Mas ele parecia ter evitado adentrar a taberna e isso ia contra o meu plano inicial, porém acabei conhecendo um lugar bem interessante e criando uma oportunidade de obter algumas confirmações e informações. ~ É uma pena que o idiota que estava me perseguindo não adentrou a taberna, mas posso utilizar essa chance para confirmar algo aqui. ~

Retrucado pela pergunta de Henrid voltaria minha atenção rapidamente para o caminho que havia feito para o nyabar para confirmar que não teria mais ninguém ali, além do segurança e das maid’s. ~ Bem ... acredito que devo desculpas. ~ Confirmando que só nós estaríamos ali, repousaria o copo que estava segurando sobre o balcão, me levantaria devagar e sem esboçar nenhuma atitude agressiva, ficaria de frente a Henrid e logo curvar-me-ia um pouco para frente, como uma forma de reverencia e de pedido de desculpas. – Sinto muito pelo meu comportamento até agora. ... Não quero trazer nenhum problema para vocês, por isso sinto muito. – Estaria a falar em um tom ameno, de arrependimento pelo modo a ter me apresentado anteriormente, e baixo, ao ponto de apenas aqueles três próximos pudessem ouvir. – Não sei sobre essa história do Jonas, nem muito sobre o que esta acontecendo aqui em Dawn. ... E o motivo do meu comportamento agora, foi justamente por que alguém esta me perseguindo e tenho que me desculpar novamente ... Sinto muito ... mas tentei atraí-lo ao adentrar essa taberna, mas acreditava que ele ficaria intimidado a adentrar se alguém estivesse de olho, por isso fiz você se deslocar até aqui e acabei o irritando Henrid. ... Mas meu plano falhou... – Ao explicar o ocorrido seria plausível se todos ali se irritassem com o que fiz, mas minhas palavras de arrependimento seriam verdadeiras e honestas. Independente do comportamento que apresentassem e de uma possível retruca, ergueria a mão direita um pouco sinalizando que gostaria de um tempo e de falar. Sentaria novamente no banco e com a mão direita pegaria o copo sobre o balcão.

Nesse breve minuto de silêncio estaria concentrado utilizando de minha audição aguçada para confirmar que ninguém estaria a se aproximar, para então prosseguir a falar, enquanto estaria com os olhos vagos olhando para a boca do copo em sua mão, que estaria a balança-lo em alguns movimentos sutis e circulares. – Novamente sinto muito pelas minhas ações. ... Este é um ótimo bar e fico feliz de meu plano ter falhado. Como havia falado anteriormente, me chamo Istylian e acho que posso me classificar como um jovem sonhador e aventureiro. ... Ishishishi ... Desculpe-me! Pela risada. ... Eu sou de Frushin e vim até Dawn com Samul Dindi para encontrar com uma certa pessoa para tentar evitar um grande conflito que pode acabar com toda essa ilha. – O tom de minha voz continuaria baixo, mas agora estaria sério. – Por isso precisava me livrar desse perseguidor e de informações. ... A pessoa por trás de toda essa confusão que pode eclodir em algo muito maior e engolir tudo em Dawn, é também um suspeito de vários casos...  –  Claro que seria uma mera suposição minha, mas essa suposição poderia trazer a tona algumas informações pertinentes a situação de Dawn e até mesmo do bar.

- ... Ele, também pode ser responsável pelo conflito que estaria acontecendo aqui em Dawn entre minks e a população, o responsável por culpar os minks pelo surto de doenças e muitas outras coisas... – Samul havia comentado sobre esse assunto antes e talvez fosse à hora pertinente para tentar descobrir algo. ~ Depois do que falei, será que poderão confiar em mim e me disserem algo? ... ~  Poderia ter simplesmente ter omitido tudo, mas se eles fossem tragados dentro de uma confusão por minha causa, não me sentiria bem.

- Porém nem tudo é verdade. ... Confirmei isso ao adentrar essa taberna. – Olharia para os rostos das maid’s com um sorriso sincero e aconchegante, porém não saberia se as mesmas estariam com expressões felizes. Voltaria a falar. – Henrid poderia me contar o que aconteceu com esse caso do Jonas? ... Ele pode estar relacionado com essa pessoa, preciso do máximo de informação possível... sinto que se descobrir um pouco mais sobre o que aconteceu e acontece em Dawn posso me aproximar de uma solução, tanto para o problema que vim resolver como o que pode estar acontecendo com os minks. –

Caso sofresse alguma retrunca sobre de que lado estaria, minks ou humanos, diria. – Fui ensinado que não é a espécie que define uma pessoa. ... Todos nós vivemos sobre o mesmo céu, caminhamos pela mesma terra e respiramos o mesmo ar. Logo toda vida é preciosa e nossas ações definiram o que somos ou o que seremos. ... Busco apenas a verdade e mesmo que tenha que ficar contra humanos, minks ou qualquer outra espécie, seguirei apenas o caminho que acho correto em busca da verdade. –

Esperaria conseguir alguma informação valiosa por parte de Henrid, Melissa ou Clarice. Embora estaria um pouco pensativo/preocupado com o que eles achavam das minhas ações, ou do que poderia acabar se metendo ao me ajudarem. Tudo que não iria querer era coloca-los em risco. Logo esperaria por uma resposta por parte deles, sendo uma informação de valor ou se eles refutariam.

Prosseguiria a falando, independente da resposta. –  ... Não quero envolve-los em nada perigoso. Não, depois do tratamento que recebi aqui de vocês, por isso ... muito obrigado! E espero que realmente possam me perdoar. – Não saberia se poderia ou não ser perdoado pelo que havia feito, mas precisava me desculpar e agradecê-los pelo tratamento recebido, mesmo que breve, foi algo realmente bom e havia me deixado feliz.

Estaria ainda olhando para as bordas do copo e, em um breve momento olharia para as expressões dos presentes ali. Sendo perdoado ou não, daria um pequeno gole no sakê que restasse no copo e faria um pedido. – Sinto ter incomoda-los tanto. Mas acho que tenho que ir ou posso acabar trazendo problemas para vocês ... e isso é algo que não quero! ... Obrigado por tudo. Espero que me seja permitido voltar, quando as coisas acabarem e que eu possa não ser tão irritante, certo Henrid? ... Melissa e Clarice me desculpem. ... Espero ser servido por vocês algum dia novamente. – Daria um belo sorriso, embora não soubesse ainda como elas reagiriam.

~ Hora de prosseguir... Como vou me livrar desse perseguidor? ... Bem isso não importa agora, não quero envolve-los em nada perigoso. ... ~ Pegaria a garrafa de sakê e me colocar-me-ia de pé, a caminha em direção à saída da taberna. Quando deixaria uma escapar. - Malaquias, você não vai me parar... Vou impedir esse caos, nada nem ninguém que mande poderá me parar. Pois um dia serei o melhor espadachim do mundo! – Essa minha pronuncia seria em voz baixa, mas com a audição aguçada das maid’s gatinhas, talvez, pudesse ser possível (quem sabe) escutar. Quem sabe elas poderiam até mesmo me impedir de sair, por um bom ou mau motivo, logo tentaria estar atento a alguma aproximação fazendo uso da minha audição aguçada para tentar não ser surpreendido e, antes mesmo de chegar ao corredor que dava acesso a área de entrada da taberna e o nyanbar viraria a cabeça um pouco para trás, na tentativa de fita-los por cima do ombro esquerdo, para avaliar uma possível reação do que haveria comentado.



A conspiração de Dawn: Parte I
A praga de Malaquias



Narração / - Fala - / ~ Pensamento ~





Off:
 

Histórico:
 


Objetivos:
 





__________________________________________





“Eu aprendi que a coragem não é a ausência de medo, mas o triunfo sobre ele.O homem corajoso não é aquele que não sente medo, mas aquele que conquista por cima do medo.” Nelson Mandela




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Objetivos no jogo:
 



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“Afie suas presas, prepare suas garras e dilacere todos aqueles que ficarem em seu caminho! ... Ruja e amedronte seus inimigos, pois sois um dragão! Aquele que representa a liberdade!...”
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MensagemAssunto: Re: O Início da Jornada   O Início da Jornada - Página 3 EmptyQua Out 12, 2016 4:36 pm

Primeira flag de ação... CHOOSE YOUR DESTINY:
 

– Sinto muito pelo meu comportamento até agora. ... Não quero trazer nenhum problema para vocês, por isso sinto muito.

Dizia Istyllian ao se referir sobre a conversa até o momento.

– Não sei sobre essa história do Jonas, nem muito sobre o que esta acontecendo aqui em Dawn. ... E o motivo do meu comportamento agora, foi justamente por que alguém esta me perseguindo e tenho que me desculpar novamente ... Sinto muito ... mas tentei atraí-lo ao adentrar essa taberna, mas acreditava que ele ficaria intimidado a adentrar se alguém estivesse de olho, por isso fiz você se deslocar até aqui e acabei o irritando Henrid. ... Mas meu plano falhou...

Henrid fez uma expressão de quem está incomodado e coçou as grossas sombrancelhas.

-Olha tenho que me desculpar também, tem tido tanta confusão por causa desse Jonas, que eu fico no modo de alerta o tempo todo, fique aqui um pouco, seu perseguidor deve cansar, ai ou ele entra ou sai e por via das dúvidas você pode sair pelos fundos.

– Novamente sinto muito pelas minhas ações. ... Este é um ótimo bar e fico feliz de meu plano ter falhado. Como havia falado anteriormente, me chamo Istylian e acho que posso me classificar como um jovem sonhador e aventureiro. ... Ishishishi ... Desculpe-me! Pela risada. ... Eu sou de Frushin e vim até Dawn com Samul Dindi para encontrar com uma certa pessoa para tentar evitar um grande conflito que pode acabar com toda essa ilha. Por isso precisava me livrar desse perseguidor e de informações. ... A pessoa por trás de toda essa confusão que pode eclodir em algo muito maior e engolir tudo em Dawn, é também um suspeito de vários casos...

-Ahhh o velho Samul... Devia ter imaginado pela sua camisa... Mas se estão aqui por causa de algo grande... Perae... Se estão aqui por algo tão grande e você não conhece Jonas, o que diabos trouxe o velhote aqui?

- ... Ele, também pode ser responsável pelo conflito que estaria acontecendo aqui em Dawn entre minks e a população, o responsável por culpar os minks pelo surto de doenças e muitas outras coisas...

-Ai ai... Com tanta merda ao mesmo tempo... Deixe-me adicinhar... Malaquias? Já estava estranhando esse filho duma tritã de bordel não estar envolvido.

- Porém nem tudo é verdade. ... Confirmei isso ao adentrar essa taberna.

Istyllian falava e sorria para as moças, elas não tinham rostos felizes ou tristes, estavam todos bebendo das falas do jovem esperando que ele dissesse alguma saída da situação atual.

-Bem... É óbvio que não... Quase toda doença mink pode ser pega por humanos, e vice versa, seria necessário muito estudo e maluquices de cientista para fazer uma doença que pegue humanos e não minks, alguém que faça isso usaria a doença em algum lugar de importância, não no cu do mundo em Dawn.


Dizia Henrid colocando seu ponto de vista.

– Henrid poderia me contar o que aconteceu com esse caso do Jonas? ... Ele pode estar relacionado com essa pessoa, preciso do máximo de informação possível... sinto que se descobrir um pouco mais sobre o que aconteceu e acontece em Dawn posso me aproximar de uma solução, tanto para o problema que vim resolver como o que pode estar acontecendo com os minks.

-Olha rapaz, não é algo que eu va conseguir explicar bem, a maor parte é coisa de gente desesperada, mas vou contar o que eu sei... Em torno de 1 mês atrás, pessoas começaram a adoecer quando passavam muito tempo perto de minks, elas sofriam de urticária, depois começavam a ter manchas vermelhas pelo corpo, ficavam palidas e começavam a sangrar por olhos, nariz, orelhas, até mesmo se achava sangue em sua urina, fezes e suor. Obviamente que com tudo isso elas acabavam morrendo, morreram umas 5 pessoas e dezenas já estavam infectados. Foi ai que chegou Jonas, o "milagroso"... Pfff alcunha de bichinha... Enfim... Esse zé ruela conseguiu curar alguns, mas disse que isso se devia ao poder de seu deus Cthulu o qual pedia como sacrifício para mais cura, que seu sacerdote Jonas fizesse rituais aonde desvirginaria jovens e belas minks, raça a qual segundo esse "deus", estaria criando a doença e jogando nos humanos. O resto é bem fácil de você imaginar... Pessoas morrendo, parentes caçam moças minks e entregam a Jonas para ele ter uma noitezinha feliz, ai o parente do cara é curado e ninguém nunca mais ouve falar da mink... E bem... Esse é um bar de minks, temos cerca de quinze funcionárias, já tentei falar que elas não são virgens, que as orelhas são fantasia e qualquer outra coisa possível, mas os desgraçados estão desesperados e ficam querendo sequestrar as funcionárias. No fim das contas, ninguém mais vem aqui beber, apenas aparecem aqui em busca de tentar levar uma de nós, mas até hoje consegui me livrar dos que ousam por os pés aqui.

– ... Não quero envolve-los em nada perigoso. Não, depois do tratamento que recebi aqui de vocês, por isso ... muito obrigado! E espero que realmente possam me perdoar.

Istyllian dava um último gole no saquê e dizia:

– Sinto ter incomoda-los tanto. Mas acho que tenho que ir ou posso acabar trazendo problemas para vocês ... e isso é algo que não quero! ... Obrigado por tudo. Espero que me seja permitido voltar, quando as coisas acabarem e que eu possa não ser tão irritante, certo Henrid? ... Melissa e Clarice me desculpem. ... Espero ser servido por vocês algum dia novamente.

O jovem ia se levantar, mas Henrid mudou a feição para uma feição fechada e com a mão direita empurrou istyllian novamente a cadeira.

-Senta ai rapaz...

Mas henrid não olhava nervoso para o jovem a sua frente, mas através dele e se o mesmo acompanhasse o olhar de Henrid, veria atrás de si uma janela, pela qual ele veria quase dez aldeões, homens e mulheres, armados com foices, garfos de fazendeiro, bastões e porretes, pareciam nervosos e vinham rumando ao bar.

-Senta e toma mais uma dose... Parece que eu tenho que trabalhar... Sair agora pode ser perigoso para você...

O tempo que estava fechando, agora piorava e a chuva começava a cair e o céu escurecia perante as nuvens de chuva, a única claridade agora provinha de um sol vermelho que lutava a passar por entre as nuvens negras.

Pela janela atrás de si, istyllian poderia ver o grupo de aldeões se aproximar da porta de entrada e assim que relavam na porta ela explodia furiosamente com um chute de Henrid e jogava dois homens ao chão, o segurança bigodudo saia em fúria balançando seus punhos de um a outro, acertando poderosos socos e tentando se defender dos golpes de garfo e foice, mas tomando todas as porretadas, não demoraria para a multidão conseguir sobrepujá-lo se ele não usasse de algum trunfo. As garotas se amontoavam perto das janelas com as mãos a boca sempre que Henrid recebia algum dano, em seguida o jovem humano via uma porta que levaria ele provavelmente as saídas do fundo atrás do balcão.

O que o jovem faria agora? Ajudaria Henrid em sua defesa das beldades? Protegeria a própria vida e sairia pelos fundos? Ou ajudaria os aldeôes a conseguir a cura para seus amados parentes?

____________________________________________________

-Fala de personagem...
"Pensamento de personagem"

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