One Piece RPG
O Início da Jornada - Página 2 XwqZD3u


One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
InícioBuscarMembrosGruposRegistrar-seConectar-se
Últimos assuntos
» [MINI - DJ GBR] 01 | Eco
O Início da Jornada - Página 2 Emptypor DJ GBR Hoje à(s) 20:00

» The Victory Promise
O Início da Jornada - Página 2 Emptypor Alê Hoje à(s) 18:22

» Escuridão total sem estrelas
O Início da Jornada - Página 2 Emptypor K1NG Hoje à(s) 18:21

» Garfield Henryford
O Início da Jornada - Página 2 Emptypor ADM.Senshi Hoje à(s) 17:19

» O começo do grande catálogo! Aventura na ilha das flores
O Início da Jornada - Página 2 Emptypor Kiomaro Roshiro Hoje à(s) 15:26

» Contrato de Sangue
O Início da Jornada - Página 2 Emptypor Coldraz Hoje à(s) 14:47

» Tyrael Silverfang
O Início da Jornada - Página 2 Emptypor ADM.Senshi Hoje à(s) 14:13

» Akira Suzuki
O Início da Jornada - Página 2 Emptypor ADM.Senshi Hoje à(s) 14:10

» O início de uma aventura. Em busca do topo!
O Início da Jornada - Página 2 Emptypor Quazer Satiel Hoje à(s) 13:58

» Leon Ari Nefesh
O Início da Jornada - Página 2 Emptypor ADM.Senshi Hoje à(s) 13:52

» Jhonathan Wolf
O Início da Jornada - Página 2 Emptypor ADM.Senshi Hoje à(s) 13:42

» Daniel Fried Hanz Von Joseph
O Início da Jornada - Página 2 Emptypor ADM.Senshi Hoje à(s) 13:35

» O início da pesquisa.
O Início da Jornada - Página 2 Emptypor ADM.Senshi Hoje à(s) 13:22

» Cap.1 - O primeiro passo!
O Início da Jornada - Página 2 Emptypor ADM.Senshi Hoje à(s) 13:17

» Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante
O Início da Jornada - Página 2 Emptypor ADM.Senshi Hoje à(s) 13:12

» II - Eternas Ondas
O Início da Jornada - Página 2 Emptypor Mephisto Hoje à(s) 12:28

» II - Aliados
O Início da Jornada - Página 2 Emptypor Hunson Hoje à(s) 9:05

» Vermelho
O Início da Jornada - Página 2 Emptypor annavitoria Hoje à(s) 8:27

» Saindo das sombras
O Início da Jornada - Página 2 Emptypor annavitoria Hoje à(s) 8:07

» O Sapo Mágico
O Início da Jornada - Página 2 Emptypor CaraxDD Hoje à(s) 5:35



------------
- NOSSO BANNER-

------------

Naruto AkatsukiPokémon Mythology RPG
Naruto RPG: Mundo Shinobi
Conheça o Fórum NSSantuário RPG
Erilea RegionRPG V Portugal
The Blood OlympusPercy Jackson RPG BR
A Song of Ice and FireSolo Leveling RPG
Veritaserum RPGPeace Sign RPG

------------

:: Topsites Zonkos - [Zks] ::


 

 O Início da Jornada

Ir em baixo 
Ir à página : Anterior  1, 2, 3, 4, 5  Seguinte
AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
Duque Azul
ADM.Tidus

Créditos : 50
Warn : O Início da Jornada - Página 2 10010
Masculino Data de inscrição : 10/06/2011
Idade : 26
Localização : 1ª Rota - Karakui

O Início da Jornada - Página 2 Empty
MensagemAssunto: O Início da Jornada   O Início da Jornada - Página 2 EmptySeg 25 Jan - 23:01

Relembrando a primeira mensagem :

O Início da Jornada

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Istylian Von Dracnier. A qual não possui narrador definido.


____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Olá Convidado, seja bem-vindo ao One Piece RPG.
Links para ajuda: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo

AutorMensagem
Buggy
Coringa
Coringa


Data de inscrição : 30/07/2015

O Início da Jornada - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: O Início da Jornada   O Início da Jornada - Página 2 EmptyQui 4 Fev - 21:33

Apollo

Na alta-cidade de porto branco, em frente aos seus portões, um homem andava, sem compromisso nem preocupações: era Apollo Van Khan, um mulherengo incorrigível. Por fora, seu rosto era de mármore, a expressão séria e imutável. Em meio de um fluxo de pessoas anormal para o local, com muita gente entrando pelos portões, ele se mantinha frio e não se importava com os empurrões que recebia ocasionalmente. Mas, por dentro, ele era um homem com fortes sentimentos e uma história carregada deles. Enquanto ele se preparava a ultrapassar as muralhas que rodeavam a parte rica da cidade, algo o fez parar e virar a cabeça.

Encostada no muro de pedra e rodeada de pessoas com quem ela conversa, estava uma jovem como ele nunca havia visto. Sua beleza era estonteante, seus olhos possuíam um brilho único, seu corpo era avantajado; enfim, era um anjo aos olhos de Apollo. Ela vestia uma jaqueta de couro de manga longa, e um chapéu triangular, ornado com uma pena vermelha. Parecia ter uma boa vantagem financeira, ao julgar as vestes. E o jovem não conseguia resistir. Ele era como compelido a se aproximar daquela beleza, seus olhos antes tão sérios agora arregalados.

Ao chegar perto dela, Apollo percebeu que os amigos de sua musa estranhavam-no, e já roçavam suas mãos em suas armas. Em uma discussão acalorada, a mulher demorou para perceber a presença do jovem. Ele a olhava, deleitando-se com sua vista, até que a linda voz dela interrompeu seus devaneios:

Desculpe, precisa de algo?




Istylian

O jovem já estava farto de Faham. Antes, ele já o estranhava, mas, assim que ele mencionou o povo como "plebe imunda", ele passou a odiar o nobre. Istylian era, sem sombra de dúvidas, um homem defensor do povo. Enquanto ele pensava em como tanto havia ocorrido em apenas metade de um dia, outro fator surpreendente o forçou a voltar para a realidade. Era um combate.

Os três espadachins se aproximavam correndo, e Faham estava pronto para defender-se. A espada erguida, ele estava prestes a ataca-los, quando Istylian lhe passou suas ordens. Ora, o nobre não ficara nada contente com receber de ordens de alguém "inferior" a ele! Mas mesmo assim, ele se conformou, pois, em uma hora tão urgente quanto essa, não há tempo para discussões. Ele aguardou o movimento do espadachim, sua guarda levantada.

E assim Istylian iniciou seu movimento astucioso e audacioso. Deu um gole em sua bebida, algo que lhe custou um tempo precioso, e jogou a garrafa no ar. Enquanto ela viajava em direção dos três capangas, o jovem habilmente desembainhou sua katana e cortou a garrafa, espalhando bebida sobre o chão e sobre dois dos atacantes. Mas, a guarda aberta, Istylian deu uma brecha para os espadachins. Um deles, que estava na vanguarda, avançou sobre o jovem, e, por sorte, errou o golpe, apenas rasgando pele do cotovelo esquerdo com uma estocada mal realizada. Sangue escorreu pelo braço dele, e o jovem pulou para trás, segurando a ferida e cerrando os dentes. Porém o ferimento não era grava: nada que um bom curativo e desinfetante não poderiam curar.

Mas o plano havia dado certo; Faham entendera o plano, e preparou para atirar com sua pistola. Ele mirou em uma maior poça de álcool no chão, e, rapidamente, labaredas surgiram no local e cresceram demasiadamente, chegando a quase 50 centímetros de altura. Um dos homens estava perto demais das chamas e impregnado com o líquido inflamável. A alta temperatura fez o álcool pegar fogo, e, em uma questão de segundos, o homem estava coberto de chamas, rolando no chão para apaga-las.

Os dois outros que restaram se separaram: um deles foi contra Faham, e outro contra Istylian. Este último já conseguia ignorar a dor do ferimento, levado pela adrenalina, e desviou facilmente do primeiro golpe do espadachim. O jovem contra-atacou com um golpe vertical, porém este foi bloqueado pela espada de seu adversário. Mas Istylian ainda possuía um truque na manga: ele cuspiu toda a bebida que estava em sua boca sobre seu adversário, cegando-o brevemente. Este tempo foi fatal, e o abdômen do espadachim foi perfurado pela espada.

Enquanto isso, o homem com uma maça simplesmente destruía os guardas; ele já havia derrubado quatro, e o outro sofria para se manter vivo. O último guarda estava sendo sobrepujado por inimigos, pulando para trás e praticamente fugindo dos capangas. O nobre estava em uma luta disputada com seu adversário. Pelo menos via-se que outros três subordinados do enorme lutador haviam sido derrotados, sem contar os que caíram pela mão de Istylian e Faham. Mas ainda eram seis contra quatro, e a guarda real estava em severa desvantagem.

OFF:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Italo000
Membro
Membro
Italo000

Créditos : 12
Warn : O Início da Jornada - Página 2 10010
Masculino Data de inscrição : 21/06/2013
Idade : 26

O Início da Jornada - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: O Início da Jornada   O Início da Jornada - Página 2 EmptySab 13 Fev - 20:48


O Início da Jornada

“Cap. 4 - Saa! Ikuz!!”


Por sorte fora compreendido pelo nobre regente, que acatava minhas ordens com uma expressão de certo repúdio. Enquanto isso um leve sorriso armava-se em meu rosto, não de deboche, mas sim de um leve troco pelas duras palavras ditas anteriormente.  ~ Oras!? ... Essaé uma bela expressão Faham. ~ Para um homem orgulhoso de seu titulo de nobreza receber ordens de um reles homem com um pequeno vinculo de nobreza, poderia soar como um insulto, mas o que é um reles insulto comparado com a vida.

Já estava pronto para o combate, com minha mente afiada e com o plano pronto para ação. Aguardava a aproximação daqueles que estariam a se tornar mais um degrau na minha jornada. ~ Venham! ... ~ Um sentimento de excitação e adrenalina contagiava meu corpo. ... Loucura? Talvez, mas quem em sã consciência percorreria uma caminhada para se tornar o melhor espadachim do mundo e desprezaria um combate. Agir com prudência é normal, mas uma vez que um combate iminente está para começar só se deve aproveitar e lutar! ...

Iniciei confiante meu movimento audacioso, que custaria aquele belo destilado. Alçando a garrafa ao ar e sacando minha katana de forma precisa, acabava por atingir apenas dois dos adversários. Em contra partida acabava por abaixar minha guarda e isso me custava um novo ferimento, por sorte não aparentava ser grave. Porém o mesmo me fazia cerrar os dentes, enquanto sentia o sangue percorrer meu antebraço esquerdo e com os olhos vividos olhava para o adversário com quem cruzaria espadas. ~ Bem, parece que preciso de mais treino. ... Mostrem-me do que são capazes!? ~

Ao observar atentamente ao redor pude ver Faham contribuir com o andamento do plano, um disparo era realizado e as chamas começavam a queimar. Pena que só um dos homens cairá com o plano. ~ Apenas um caiu. ... Mas como diz o ditado: ‘Mas vale um pássaro na mão do que dois a voar.’ ~

Com os dois adversários restantes se separando para confrontos individuais, estava mais do que na hora de começa a prosseguir para a eliminação de mais um. Não poderia me dar ao luxo de prolongar as lutas, visto que haviam ainda mais adversários para se lutar e quantos mais melhor... Quem dera se pudesse aproveitar. ... Um ataque vinha em minha direção, mas tomado pelos ânimos de excitação e adrenalina, conseguia ignorar a dor do ferimento e agilmente desviar do ataque. Logo seguia com um contra-ataque rápido na vertical que acabava por ser bloqueado, mas o contra-ataque não culminaria em seu fim assim. ~ Sinto muito, mas você já perdeu! ~ Baforava o álcool guardado em minha boca contra o rosto do de meu adversário e como consequência, o mesmo brevemente perdia a capacidade visual culminando em uma brecha fatal. Com uma estocada rápida perfurava seu abdômen e meu inimigo perecia ao lado Faham estava a lutar uma batalha disputada. À frente os guardas estavam a perecer no combate contra o homem da maça. ~ Ajudarei os guardas ou Faham? ... Os guardas estão em desvantagem contra aquele homem e ainda tem os subordinados. ... O cara da maça é o mais forte, se eu conseguir para-lo pode ser que o resto da guarda possa dar cabo dos subordinados. Essa é a melhor escolha!? ~ Ficaria alguns instantes a observar a situação e analisando o que poderia fazer.

Porém não poderia tardar em minhas escolhas, pois os adversários não estariam a esperar por nossas decisões. – Faham! Estou indo contra o cara grandão da maça, então cuide desse cara! – Pronunciaria estas palavras, enquanto me colocaria em movimento avançando em direção ao homem da maça. Esperaria que Faham não desse um pinique pedindo por ajuda, mas caso assim acontecesse partiria para uma simples estratégia de encorajamento com algumas palavras. – Não reclame! ... Afinal você é um nobre Faham! Sendo um nobre é mais do que capaz de acabar com esse rato! Então se é realmente um nobre, mostre! – Esperaria que estas palavras bastassem para encoraja-lo no combate e para que calar-se a boca, se necessário, para assim poder me concentrar no que teria que enfrentar mais a frente.

Erguer-me-ia meu corpo ficando ereto, logo em seguida apoiaria a mão esquerda sobre a bainha presa em minha cintura do lado esquerdo, enquanto esticaria o braço direito lateralmente a direita posicionando a katana apontada para a direita e levemente para trás do corpo. Posicionaria então a perna direita a frente da esquerda e em seguida inclinaria o corpo para frente, arquearia o corpo sobre a ponta dos dedos dos pés e por fim empurraria-os   contra o solo com toda força, assim iniciando uma corrida em toda velocidade em direção ao alvo que havia travado em minha mente. Tentaria manter os instintos afiados, assim como todos meus sentidos para evitar uma possível surpresa. Utilizando não apenas a visão, mas sim todos os sentidos e principalmente minha melhor arma, minha audição para tentar captar qualquer alteração de sons a se aproximarem.

Seguiria com um dash de velocidade retilineamente, mas caso algum obstáculo aparece-se no caminho, tentaria dar um passo lateralmente com o mínimo de perda de velocidade possível para desviar do obstáculo e seguiria novamente em linha reta com o dash até o alvo. Esperaria que nenhum obstáculo obstrui-se meu caminho, mas para o caso de um inimigo aparecesse não recuaria ou mesmo pararia, utilizar-me-ia da velocidade acumulada e do momento para atacar o inimigo no caminho.


Para o caso de um inimigo que não fosse o homem da maça no caminho.


Ao me aproximar do inimigo esperaria que o mesmo ataca-se ou mesmo se não, iria de encontro frontal, mas ao chegar próximo o suficiente para atingi-lo com minha katana daria um breque na corrida, pisando forte com o pé esquerdo no chão e girando em torno do próprio eixo para esquerda, enquanto estaria a aproveitar toda a aceleração do movimento para potencializar o poder do golpe que viria em seguida, um corte horizontal vindo da esquerda para a direita com o giro, visando atingir o adversário no abdômen lateralmente com todo o poder acumulado. - Saia do meu caminho! - Independente de atingi-lo/finaliza-lo ou não, seguiria correndo ao tira-lo ou ter saído do caminho em direção ao homem da maça.


Para o caso de ter tido ou não um obstáculo/adversário no caminho continuaria.


Ainda me aproveitaria de toda a movimentação e continuaria a avançar contra o alvo que havia determinado. – Saa! Ikuz!! – Teria que me manter atento e agir rapidamente, pois se perdêssemos mais aliados/guardas a vantagens desses adversários desconhecidos nos colocaria em uma situação ainda mais perigosa. ~ Vou por cima ou por baixo! Plano 1: Atacar as pernas com um corte na horizontal, enquanto utilizando da minha velocidade acumulada deslizo e realizo o corte. ... Plano 2: Utilizando essa velocidade me aproximo o máximo possível e salto sobre ele dando um mortal, assim me aproveito da velocidade, de uma forma de ataque incomum e da gravidade para intensificar a força do golpe. E quem sabe acabo com a luta. ... Vejamos quando me aproximar qual desse eu uso! ~

Já teria planos traçados em minha mente agora seria a hora apenas de executa-los. E assim como havia pensado um pouco antes de que se aproxima-se de seu alvo, analisaria-o antes de se aproximar o suficiente observando sua posição e como estaria a segurar sua arma.


Para o caso de estar com a arma posicionada acima ou na da altura do peito.


Caso estivesse com sua arma levantada acima da altura do peito, prosseguiria com o ataque baixo. Continuaria a corrida até me aproximar o suficiente esperando um ataque, mas pronto para agir. Abaixar-me-ia inclinando o corpo para frente e saltaria ao chegar a cerca de 1,5 metros de distância do homem da maça num pulo baixo para frente, tentando evitar um possível ataque sendo mais rápido que seu possível golpe, simultaneamente tentaria atingi-lo com um corte horizontal na altura da coxa, enquanto estaria a passar por ele lateralmente com o pulo. Caso um ataque fosse realizado no momento da execução do meu golpe, posicionaria a minha katana contra o golpe do adversário visando o bloqueio e não o golpe em suas pernas.

Logo em seguida, acertando o golpe ou não, ainda me aproveitaria da intensidade do momento e movimento para partir para cima do adversário. Concentraria um esforço considerável em minhas pernas acumulando força e em seguida dispararia novamente em direção ao adversário, só que dessa vez saltaria ao me aproximar cerca de 1,5 metros dele dando um mortal para frente, utilizando-me de minhas habilidades acorbaticas, e assim indo para trás dele, enquanto rodaria no ar e segurando minha katana com as duas mãos aplicaria um golpe visando a base do pescoço do homem da maça. Caso o golpe fosse bloqueado, utilizando de minha experiência em lutas de ruas ainda no ar chutaria as costas do homem, não com a intenção de um ataque, mas sim de utiliza-las como um trampolim para me afastar e colocar-me em posição defensiva para avaliar a situação.


Para o caso de estar com a arma posicionada abaixo da altura do peito.


Caso a arma estivesse posicionada abaixo da altura do peito, prosseguiria com o plano 2 (ataque alto). Continuaria a corrida até me aproximar o suficiente esperando um ataque ou não. Esperaria poder me aproximar até cerca de 1,5 metros de distância dele e então utilizar-me-ia de minha habilidades acrobáticas e de toda a aceleração do movimento para saltar em sua direção realizando um mortal para frente, esse com o intuito de passar girando sobre o adversário, enquanto rodaria no ar e segurando minha katana com as duas mãos aplicaria um golpe visando a base do pescoço do homem da maça. Caso o golpe fosse bloqueado, utilizando de minha experiência em lutas de ruas ainda no ar chutaria as costas do homem, não com a intenção de um ataque, mas sim de utiliza-las como um trampolim para me afastar e colocar-me em posição defensiva para avaliar a situação.


Colocando-me em posição defensiva.


Colocar-me-ia em posição defensiva posicionando a katana em frente de meu corpo formando um ângulo de aproximadamente 15° e com minhas pernas um pouco flexionadas para baixo, ficando sobre a ponta dos dedos, assim criando uma base forte para bloquear um possível ataque ou para se mover em velocidade para se esquivar.

Narração / - Fala - / ~ Pensamento ~



Histórico:
 

Objetivos:
 



__________________________________________



Ao Narrador:
 


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

Objetivos no jogo:
 

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
“Afie suas presas, prepare suas garras e dilacere todos aqueles que ficarem em seu caminho! ... Ruja e amedronte seus inimigos, pois sois um dragão! Aquele que representa a liberdade!...”
Voltar ao Topo Ir em baixo
Buggy
Coringa
Coringa
Buggy

Créditos : 16
Warn : O Início da Jornada - Página 2 10010
Masculino Data de inscrição : 30/07/2015
Idade : 22

O Início da Jornada - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: O Início da Jornada   O Início da Jornada - Página 2 EmptySab 20 Fev - 9:46

A situação estava muito desfavorável para a guarda real. Faham lutava com muito esforço contra seu adversário, um guarda era sobrepujado por quatro adversários, e o outro mal conseguia aguentar os ataques do homem de maça. Istylian decidira, então, de focar o grandão, e iniciou uma corrida contra ele em alta velocidade. Todos os inimigos ocupados com algo, o jovem não teve dificuldade em alcançar seu alvo. No momento que ele se aproximou do homem, este, com um golpe fortíssimo de maça, esmagou a cabeça do guarda, e ergueu sua arma, confiante.

Enquanto isso, Faham prosseguia a lutar dificilmente com seu adversário; ele nem havia ouvido o grito de Istylian, de tão concentrado que estava. O último guarda restante, pouco a pouco, ia cedendo aos seus adversários, mas continuava vivo e na luta. Era apenas o homem da maça e o jovem, frente a frente, prontos para a luta.

Velozmente, Istylian corria contra seu alvo, e pulou para frente, visando atacar a coxa do homem. Mas, este era tão rápido quanto o jovem, e atacou com sua arma, visando sua cabeça, um golpe bloqueado com dificuldade. Istylian titubeou e vacilou, recebendo o impacto do fortíssimo golpe. Suas pernas se flexionaram e seus músculos se contraíram, tentando aguentar o impacto. O homem ainda forçava a maça para baixo, fazendo a espada do jovem aproximar-se perigosamente de seu rosto; mas, ágil, este continuou sua corrida, e a arma bateu sobre o chão com um estrondo altíssimo.

Prosseguindo sua investida, Istylian realizou um pulo pelas costas de seu alvo, e ergueu sua katana, mirando o pescoço do homem. Mas, devido ao contratempo sofrido antes, o jovem não possuía tanto impulso, e o movimento saiu mais devagar do que o desejado. No ar, sua espada deslizava para baixo, enquanto o adversário virava seu corpo para o lado. Não tendo tempo suficiente para mover sua maça, o inimigo usou sua mão para agarrar a lâmina, o que resultou em um corte bem profundo em sua palma. Neste momento, Istylian usou o ombro do homem como impulso e saiu de perto dele, levando sua arma.

Durante a luta acirrada entre os dois, via-se que o último guarda real havia sido derrotado, e os capangas corriam em direção de Faham. O nobre estava encurralado, só contra cinco adversários. As marés não pareciam boas para nenhum dos dois.

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Italo000
Membro
Membro
Italo000

Créditos : 12
Warn : O Início da Jornada - Página 2 10010
Masculino Data de inscrição : 21/06/2013
Idade : 26

O Início da Jornada - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: O Início da Jornada   O Início da Jornada - Página 2 EmptySab 16 Jul - 17:02


O Início da Jornada

“Cap. 5 - Enfrentando as adversidades!!”


A batalha se desenrolava rapidamente e seu desfecho já parecia decidido, a derrota era quase certa. Os números superiores eram um problema. Mas não parecia ser o real problema, não eram os números superiores e sim, os guardas, que na verdade eram fracos demais. Acabaram sobrepujados facilmente, além de ficarem amedrontados diante desse cara, simplesmente devido a sua maça/clava. Se bem que esses guardas não seriam fortes de qualquer jeito, afinal vivem sem muito o que fazer poucas vezes lutam, são apenas decoração dos nobres que nunca tiveram que enfrentar um oponente com suas vidas em jogo... Minha concepção sobre os guardas poderia estar errada, mas não era esse mais o problema.
Agora um problema maior poderia se desenvolver. ~ Depois de tanto trabalho para evitar uma batalha na Vila, agora isso! ... Se algo acontecer com Faham é certo que os nobres de Porto Branco iram declarar os moradores de Frushin como culpados e uma guerra, ... não, um massacre ira acontecer... e se algo assim vier a acontecer, a tia e o tio acabaram no meio disso. NÃO VOU DEIXAR ISSO ACONTECER! ... DEFINITIVAMENTE, NÃO IREI PERMITIR! ~

Definitivamente era um problema, mas felizmente ainda poderia fazer algo contra ele. Podia ver que os cinco homens avançavam contra Faham e agora só havia uma coisa a se fazer, protegê-lo. Não por ele ser um nobre, isso pouco me importava, mas que por ser o regente de Porto Branco sua morte traria um massacre as pessoas inocentes de Frushin e, para evitar que algo desse tipo tragasse minha amada família para dentro de uma confusão maior, mantê-lo seguro era a única coisa que poderia fazer, para evitar esse possível infortúnio. ~ Tenho que derrota-los! ... Onde Rindo-jisan e o resto da guarnição da policia da Vila esta numa hora como essa? ~
Em meio essa rápido reflexão, uma lembrança rápida voltava a minha mente.


___Flashback__
_
Tia Ilhya contou -- Rindo foi convocado por alguém, porém não sei ao certo quem. Algo que é realmente estranho, alguém capaz de fazer Rindo perder a chance de tomar café e ficar com sua família no inicio do dia.

___Fim do Flashback___


~ Hahaha... Droga! Então é isso! ... Como me esqueci do que a Tia Ilhya falou pela manhã. Para o tio sair cedo sem o café em família logo cedo, só alguém importante o faria sair, Faham é a causa. Sem contar que a Vila estava estranha pela manhã, não havia nenhum policial da guarnição, mesmo com a confusão que houve nenhum apareceu. Essa era uma boa chance para os remanescentes dos bandidos (Brahka) das montanhas atacar. Eles geralmente causam problemas com roubos e agressões isso acaba com isso o povo sofre, então poderiam esta tentando aproveitar essa chance? Visto que dificilmente um nobre e quem diria Faham, o regente de Porto Branco apareceria por aqui. Só posso pensar em duas pessoas que poderiam ter usado essa chance para pegas-lós: Samul Dindi e Rindo! ... Espero não estar enganado, mas a guarnição deve estar por perto! ... Na verdade espero que estejam, não serei derrotado por esses caras, mas proteger Faham será um saco! ... Se forem aparecer é melhor que seja logo! Rindo-jisan! ~

- Tsk! ... Não tem outro jeito! –
Entre uma rápida reflexão e tomada de decisões, não tinha muito mais o que decidir era hora de agir e depressa. Colocar-me-ia em movimento.
– Olha... deixarei você pra depois, antes de terminar nossa luta, preciso cuidar de uma coisinha antes. –
Tentaria não abaixar a guarda, enquanto proferiria tais palavras já me colocando em movimento. Ir atrás de Fahan era a prioridade, com minha velocidade e aceleração deveria bastar para alcançar os bandidos e Faham, o problema seria se o homem da maça me acompanha-se. Embora, pelo tamanho de seu corpo e pelo que havia demonstrado até o momento ele possuí uma considerável força acima dos seus companheiros, mas nada de tão surreal e em contra partida sua velocidade é muito menor que os outros. Embora tivesse percebido isso até o momento, não poderia deixar minha guarda baixa. Até um ataque por trás poderia acontecer, logo enquanto avança-se tentaria me mover em pequenos zig zag’s com velocidade máxima, de modo a não perder muito tempo enquanto avança-se. Enquanto estaria correndo em direção aos cinco bandidos, que estavam a se aproximar de Faham, estaria com o braço direito posicionado um pouco para trás do corpo, segurando a katana apoiada sobre as costas. Na mão esquerda estaria a segurar a bainha, com o braço esquerdo estendido em frente ao corpo.
~ Com a katana na linha de visão dos inimigos enquanto estão distraídos com outra coisa, se eu chamar sua atenção ao me aproximar em velocidade sua primeira ação será tentar se proteger de um possível ataque. E da posição que esta a minha katana esta, se tudo de certo, eles tentaram levantaram a guarda e posicionaram suas armas na linha superior do corpo... então vou por baixo! ... Primeiro tenho que bagunçar essa linha de homens! ~

Assim como teria previamente planejado continuaria avançando ... não estava como medo da batalha e sim preocupado com as consequências, mas minha expressão estaria demonstrando o contrário. A cada passo até ali o sentimento que estava aflorando em meu coração era algo nostálgico, algo que já havia sentido antes, era o sentimento de excitação e adrenalina que transbordava meu corpo...  e sendo percebido ou não ao me aproximar o suficiente para ataca-los seguraria ainda mais firme minha katana e a bainha, quando então deixaria minha voz sair em alto e bom tom. – SAA!! ... – O grito seguido de um sorriso destemido e olhos vividos serviriam para tentar chamar atenção dos inimigos a frente, caso não tivesse sido avistado antes, além de servir quem sabe como uma distração momentânea dificultando a ação dos homens que estariam à frente.

Referência:
 

Logo ao estar a cerca de 1,5 metros, moveria a katana simulando um movimento de corte horizontal a altura da cabeça dos inimigos, para incitar uma bloqueio superior. Enquanto na verdade, estaria a tentar me atirar para frente deslizando para frente, e aproveitando o movimento anterior, que seria um mero blefe, posicionaria a katana e a bainha em frente do corpo para que ao deslizar, pudesse tentar de derrubar todos os adversários ou a maioria e com sorte, quem sabe, poderia acabar cortando algum ou alguns com o movimento, na altura das pernas.
Ainda em meio ao movimento (deslize), falaria em bom tom. - FAHAM!... – Não estaria tentando manipular Faham, mas sim esclarecer a atual situação que nos encontrávamos e por fim, fazer o nobre escolher seu próprio destino. – Agora é sua chance! Escolha... usar sua pistola e espada, para lutar ou fugir! Ambas as escolhas podem ser perigosas. Não posso decidir por você, mas uma coisa é certa ... –

Após a tentativa de rasteira, dando certo ou não, colocar-me-ia de pé já prendendo novamente a bainha na cintura e se possível, entre Faham e os adversários caídos ou de pé. Posicionar-me-ia lateralmente com a perna esquerda à frente e a direita paralelamente, porém para posicionada para trás, com as pernas flexionadas para baixo e colocando-se sobre a ponta dos dedos, preparando-se para se mover a qualquer instante. Inclinaria o tronco levemente sobre a direção da perna esquerda, que estaria direcionada para os inimigos, posicionando a katana em frente ao corpo, levantada acima da linha dos olhos, com a mão direita posicionada próximo ao tsuba e a mão esquerda logo em seguida, com a lâmina voltada para cima. Pronto para tomar a iniciativa do ataque ou para contra-atacar ao menor movimento do inimigo com um movimento rápido, avançando a perna direita para frente e simultaneamente rotacionando a katana para trás seguindo para frente num corte diagonal ascendente da direita para esquerda. Caso os adversários estivessem próximos seguiria para um segundo corte no próximo adversário, seguindo o mesmo padrão de movimento, porém começando do lado contrario e conectando o movimento anterior ao segundo, que utilizando a aceleração/velocidade adquirida no primeiro aumentaria a potencia do segundo ataque no próximo inimigo. –... um homem certa vez disse que a coragem não é ausência, mas ser capaz de supera-lo. ... Escolha o que quiser, mas ... - Respiraria fundo e com olhos fervendo em determinação terminaria. - EU NÃO VOU FUGIR, NEM PERDER AQUI! ... ENTÃO ESCOLHA! USAR AS ARMAS QUE TEM PRA LUTAR OU FUGIR! –

Referência :
 

Para o caso do primeiro golpe não conectar. Tentaria recuar dois passos para trás, além de tentar manter todos os inimigos no meu campo de visão. Colocaria-me em posição, posicionando com as pernas um pouco abertas e quase paralelas, com o pé direito um pouco a frente do esquerdo. Ficando sobre a ponta dos dedos dos pés e com as pernas um pouco flexionadas para baixo. Seguraria a katana com as duas mãos, com os braços em frente ao corpo estendidos para baixo e para frente, em uma posição básica de kenjutsu. Com a katana na altura acima da cintura apontada para cima, formando um ângulo de 45° com meu corpo. Preparando-me para um possível ataque e assim, para avançar no momento que sofre-se um ataque para ir de encontro com um bloqueio para o movimento. Estaria, tentando, a observar e ouvindo atentamente tudo ao redor para tentar prever a trajetória do, possível, ataque e assim moveria a katana para bloquear.


___Direções do ataque___

No caso de um ataque vindo em minha direção pela direita (na diagonal ou horizontal), tentaria dar um passo para trás com a perna direita, moveria a katana em direção a arma do inimigo para bloquear e logo que as armas entrassem em contato apoiaria os pés no chão, na tentativa de amortecer a força do impacto e facilitar o bloqueio. Em seguida com as armas em contado inclinaria meu corpo para frente em direção as armas em contato.

No caso de um ataque vindo em minha direção pela esquerda (na diagonal ou horizontal), tentaria dar um passo para trás com a perna esquerda, moveria a katana em direção a arma do inimigo para bloquear e logo que as armas entrassem em contato apoiaria os pés no chão, na tentativa de amortecer a força do impacto e facilitar o bloqueio. Em seguida com as armas em contado inclinaria meu corpo para frente em direção as armas em contato.

Para o caso de um golpe vertical (Descendente ou ascendente), recuaria um passo para trás, ambos os pés, moveria a katana em direção a arma do inimigo para bloquear e logo que as armas entrassem em contato apoiaria os pés no chão, na tentativa de amortecer a força do impacto e facilitar o bloqueio. Em seguida com as armas em contado inclinaria meu corpo para frente em direção as armas em contato.

___Para em seguida___


Para que emfim. Tentaria manter nossas armas em contato, empurrando o oponente esperando que meu oponente fizesse o mesmo, para que em seguida tentaria dar um passo para trás seguido de rápido giro para esquerda, na esperança que com esse movimento pudesse, quem sabe, fizesse com que meu adversário perder-se o equilíbrio e acaba-se por passar, como posso dizer direto cortando o ar, e assim abrindo sua guarda. E sem demora com a kataana em minhas mãos tentaria um corte horizontal, me aproveitando a força do giro para causar mais dano, visando acabar com o homem que viera ao ataque. Caso bloquear-se o ataque tentaria me afastar um pouco e me colocaria novamente em posição com a espada na altura da cintura e com o pé direito um pouco a frente do esquerdo sobre a ponta dos dedos e com as pernas um pouco flexionadas.


Mas se obtivesse sucesso na sequência dos dois primeiros golpes. Tentaria me afastar uns três passos dos remanescentes e observaria atentamente ao redor, quantos e como estariam na situação atual tomando cuidado com todos os inimigos possíveis. Enquanto observa-se, voltar-me-ia a colocar-me em posição defensiva. Posicionando o pé direito à frente e o esquerdo um pouco para trás, com as pernas flexionadas para baixo e ficando sobre a ponta dos dedos, pronto para agir em velocidade para uma esquiva ou para apoiar firme no chão amortecendo um possível bloqueio. Com os braços estendidos a frente do corpo segurando a katana com as duas mãos, na altura da cintura e com a mesma, com sua ponta voltada para cima.

Nada estaria certo naquela situação. Como os números estavam desiguais, a vantagem era clara e era de nossos inimigos. Faham por ser um nobre, claramente não participou de muitas batalhas e não era um guerreiro ou alguém treinado para lutar. Não teria como lidar com vários combates o seguido, então fugir seria difícil para o nobre.
~ Se Faham decidir fugir pode ser que sobreviva, mas se houver mais alguns inimigos é quase certo que ele vai morrer. Lutar é a opção mais sensata, pelo menos para mim. Mas para ele? ... Tenho que acabar com esses caras logo! ... E será que esta por perto Rindo-jisan? ... E eu pensando que viajaria para minha aventura sem problemas... hahahaha... Embora assim é melhor, se eu não estivesse aqui e algo tivesse acontecido com esse cara na Vila, com certeza as coisas teriam caminhado para uma batalha em Frushin. ... Bem a única coisa que posso fazer agora é lutar e vencer! ~

Deixaria um leve sorriso brotar de minha face, enquanto pronunciaria algumas palavras em baixo tom, sussurrando para mim mesmo. - Me desculpem, mas usarei vocês como o primeiro degrau da escada que me levará ao topo dos espadachins! ... Vamos! -

Quantos diriam que sou louco? ... Quantos diriam que não? ... Mas o que seria o normal para aquela situação? ... Uma vez que já havia decidido correr atras da promessa que fiz, não a uma volta. Só posso seguir em frente e se essa seria o primeiro degrau a superar, só resta lutar. Afinal, para realizar meu desejo terei que enfrentar a própria morte! ...
- Vamos continuar! -


Narração / - Fala - / ~ Pensamento ~




Histórico:
 

Objetivos:
 




__________________________________________




Nota da citação:
“Eu aprendi que a coragem não é a ausência de medo, mas o triunfo sobre ele.O homem corajoso não é aquele que não sente medo, mas aquele que conquista por cima do medo.” Nelson Mandela



Ao Narrador:
 



[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]


[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]


Objetivos no jogo:
 


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

“Afie suas presas, prepare suas garras e dilacere todos aqueles que ficarem em seu caminho! ... Ruja e amedronte seus inimigos, pois sois um dragão! Aquele que representa a liberdade!...”
Voltar ao Topo Ir em baixo
Satan
Civil
Civil
Satan

Créditos : Zero
Warn : O Início da Jornada - Página 2 10010
Data de inscrição : 19/03/2016

O Início da Jornada - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: O Início da Jornada   O Início da Jornada - Página 2 EmptyQua 20 Jul - 13:49

Narrador....

Se por um lado Istylian Von Dracnier de apenas dezessete anos, que poderia muito bem estar por aí bebendo e procurando um rabo de saia, possuía uma noção de valores e ideais de heroísmo mesclado a sua coragem e simplicidade, do outro o “nobre” rei de Dawn Island mantinha a aparência de governar para o povo, e se importar com os pobres, quando na verdade só possuía orgulho e apreço por sua linhagem, pela coroa, pelo poder, e pelos banquetes que oferece para seus convidados. Esperar uma atitude verdadeiramente nobre como ajudar um qualquer de Frushin!? Há! Em sua cabeça era simples. É uma honra que esse miserável morra por mim. E assim foi, com um sorriso forçado, que o Rei se despedia sem dizer qualquer palavra e ainda por cima ignorando todo o discurso de nosso herói.

A primeira parte do plano havia dado certo para o espadachim, todos os cinco que corriam na direção de Farham tiveram de encarar o homem que se opunha a eles, que simulava um ataque na parte superior dos soldados, mas mudava o movimento no último instante deslizando e atacando suas pernas. Em verdade o ataque era parcialmente bem sucedido, pois os primeiros três foram cortados, e os últimos dois puderam bloquear facilmente. Todos ali portavam armas de corte, adagas e espadas, e não devemos esquecer-nos do grandalhão com a maça. Os três atingidos pela lâmina não demonstraram reação, já um dos outros dois tentou cravar uma adaga no estômago de Istylian, que preparado para algo assim usou seu trabalho de pés e contra-atacou com um corte ascendente em diagonal, o golpe fora muito efetivo e acabou causando um ferimento grave naquele inimigo, mas ao tentar conectar outro golpe já era tarde demais, pois sentia um talho se abrir nas costas pouco abaixo do ombro esquerdo até o centro do corpo causado pelo cara que portava uma espada curta.

Era realmente difícil lutar flanqueado, nesse momento, havia quatro a sua volta, o cara de espada curta que acabara de lhe ferir e os outros três que não haviam caído com o golpe nas pernas. Ao sentir a dor o garoto rapidamente tentava se reposicionar com passos para trás, mas ainda permanecia flanqueado, foi quando o cara que parecia o líder do ataque se pronunciou em fúria. Seus malditos, só tinham que pegar o Rei e falharam por causa desse inútil? As palavras de Istylian a seguir soaram como devaneios de um homem morto com sonhos de grandeza, ao menos, era essa expressão que o garoto iria ver nos olhos de seus inimigos, um desdém que custaria caro.... Ou não? No fim, uma silhueta subia na direção dos acontecimentos, seria mais um inimigo, um civil curioso, ou finalmente alguma ajuda? Descobriremos nos próximos capítulos enquanto nosso herói permanece tendo que lidar com a ameaça de cinco homens a sua volta.

Citação :
Off: Eaew, como pode ver, sou o narrador, então qualquer dúvida me manda MP, eu confesso que preciso reler com calma essa ADV, mas vou fazer isso no decorrer, por hora fechar essa fase do ataque e tentar encaminhar um novo enredo. Boa sorte, não há nada de errado com seu post, só que você estava bem fudido por ter de lutar contra seis, então inevitavelmente seria acertado, por melhor que você se defendesse. Com força 4 você não derruba ninguém com o golpe não, pelo menos, não esses bandidos, eu geralmente sou mais duro, você escreve bem e bastante, então foque na qualidade e me surpreenda nesse post de luta e talvez você saia dessa sozinho e em grande estilo. E dica, esqueça o VDA, faça quantos movimentos de ataque e defesa quiser. E por fim, eu demorei um pouco sim, FDS eu não postei pra ninguém, espero que entenda.

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Narrações Concluídas:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Italo000
Membro
Membro
Italo000

Créditos : 12
Warn : O Início da Jornada - Página 2 10010
Masculino Data de inscrição : 21/06/2013
Idade : 26

O Início da Jornada - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: O Início da Jornada   O Início da Jornada - Página 2 EmptyQua 27 Jul - 15:24


O Início da Jornada

“Cap. 6 - Uma silhueta se aproxima! E a luta continua!”


Era um belo dia para um homem que carregava em seu sangue uma linhagem nobre... espera, algo não esta certo? ... Na verdade, tudo esta certo! Faham nunca passou a ideia de grande homem ou de um grande líder. Era só mais um homem que nasceu com sorte e nada mais. Alguém que nunca lutaria se houvesse a chance de fugir sem se machucar. ~ Covarde hoje e sempre! ... hahahaha, corra Faham! E salve sua miserável vida, não ligo ter me deixado para trás. O importante é manter ele longe de Frushin e impedir algo mais problemático para pessoal da Vila! ~

Com o prosseguir dos acontecimentos. Acabei por diminuir o número de inimigos, mesmo que fora só um. Em contra partida sentia em minhas costas, logo abaixo do ombro esquerdo, o frio e o calor do metal gélido perfurar minha carne, enquanto o sangue quente estaria a sobrepujar a ferida. – AAHHH! ... –  Minha voz acabara por sair naquele momento e claramente informa o sentimento do momento, dor.

E esse sentimento, essa dor, já havia sentido antes?... Quanto tempo já havia se passado? Aquela dor me relembrava do passado não tão distante, quando ainda garoto treinava arduamente por meus tios.

Flashback:
 

- Um “Oni”, hum... – Deixaria escapar em um tom baixo quase inaudível, enquanto ouvia aquelas palavras desagradáveis sair da boca do homem da maça de ferro.

– Seus malditos, só tinham que pegar o Rei e falharam por causa desse inútil? –

~ Oioioi... Inútil?... Quem é inútil imbecil! ~ Palavras inusitadas de um homem que não havia conseguido deter um garoto e que acabará, pouco tempo antes, por ter uma das mãos inutilizadas pelo jovem. Naquela situação não sabia ao certo se deveria sorrir ao ouvir tais palavras ou ficar com raiva, pelo ferimento em minhas costas ou pelos olhares que claramente expressavam que estavam ali a me subestimar. ~ ... Ser chamado de inútil é realmente irritante, só não tanto quanto a dor em minhas costas. Eles me subestimam. ~ Em meio ao rápido pensamento tentaria observar ao redor e rever o ambiente onde estávamos. ~ O que posso fazer agora?... O que posso usar? ~

Dor, adrenalina, excitação e um outro conjunto de sentimentos misturados continuavam a eclodir e, agora só poderia bater de frente com os cinco restantes. Sorte ou azar, quem poderia dizer? ... Ao ver de relance uma silhueta se aproximar de onde estávamos. ~ Droga! ... Só pode ser brincadeira, mais um inimigo? Ou seria um aliado? ~ Estaria inexpressivo ao ver alguém se aproximar, afinal poderia ser apenas mais um inimigo? ... Pra quem já estava ferrado, um a mais não seria grande coisa. ... Já se fosse um aliado? ... Acabaria, quem sabe, ajudando no combate e até, ha evitar um pouco mais de machucados. ...

Em meio ao desdém, acabaria por soltar uma gargalhada. – HAHAHAHA!! ... A loucura e insanidade são os primórdios do caos. ... Então, não é engraçado escutar de um bandido das montanhas com um número de homens superior, me chamar de inútil quando esta enfrentando apenas um garoto. Além de parecer ter esquecido quem inutilizou essa sua mão! – Em meio à dor, tentaria colocar-me em posição. ~ Agora devo ter irritado eles! ... Bem ser subestimado não é algo bom nem ruim. Mas agora preciso tomar medidas quanto a essa situação. ~

Mesmo com as costas ferida tentaria suportar a dor, enquanto tentaria retirar a bainha novamente da cintura com a mão esquerda e a seguraria firme, mesmo com dor. Posicionaria o braço esquerdo estirado para baixo com a bainha segurada como um katana, mesmo não possuindo muita habilidade com a mão esquerda ainda poderia tentar bloquear com a mesma. Logo em seguida arquearia o braço direito recuado na altura do peito, levemente posto para trás do corpo. Recuaria a pera direita para trás, enquanto flexionaria as pernas um pouco para baixo, ficando sobre a ponta dos dedos dos pés e inclinaria o corpo para frente. Posicionando de forma lateral em frente aos inimigos. ~ Vejamos? ... Eles viram? Ou eu irei? ... ~

Tentaria manter os cinco no meu campo de visão e os observaria fixamente. Aguardando algum movimento para colocar-me em movimento. ~ Embora vocês estejam a me subestimar. Eu não irei subestima-los! ~ Com olhos vividos, transbordando de determinação aguardaria uma reação.


1.0 - Para o caso de um dos bandidos ataca-se.

Caso um ataque frontal fosse executado.  Independente do ângulo e direção do ataque utilizar-me-ia minha bainha posicionada na direção do golpe para bloquear o ataque, seja qual fosse à direção. Estaria com certeza a sentir dor, mas não seria a hora de pensar e sim de suportar, rangeria os dentes e aplicaria mais força em meus punhos ao segurar as armas que tinha em minhas mãos. Ao bloquear, ou melhor, simplesmente ao nossas armas (considerando a bainha como arma) se tocarem era o momento decisivo, pois poderia ser muito difícil suportar o peso de um ataque com o talho em minhas costas, mesmo que fosse um dos bandidos ferido ou não a atacar, não poderia subestimá-lo, desse forma logo que nossas armas estivessem em contando, trataria de dar um passo com a perna esquerda para a direita, meio que rotacionando, enquanto inclinaria um pouco a bainha na tentativa de direcionar o ataque do bandido para o nada e então aplicaria o golpe que poderia decidir o rápido embate, um corte diagonal descendente da direita para esquerda visando um corte a partir da base do pescoço ao fim do abdômen.


1.1 - Para o caso de dois ou mais esboçassem que atacariam.

Seguiria com um avanço rápido utilizando-me de minha aceleração avantajada até atingir, cerca de 1,5 metros, o alcance de minha katana. Quando fincaria meu pé esquerdo no solo e rotacionaria meu tronco jogando o pé direito para frente e junto a ele, aplicaria meu golpe aproveitando do impulso adquirido aumentando o poder do mesmo. Um golpe amplo, um corte horizontal da direita para a esquerda na altura do abdômen, esperando atingir um ou mais dos bandidos que estivessem ao alcance. Mas poderia ocorrer um bloqueio do primeiro ou de outro dos bandidos e nesse momento rangeria os dentes. – AHHHHH!! - Para aproveitar que a guarda poderia estar aberta e assim aplicaria um golpe diagonal ascendente da esquerda para direita utilizando a bainha visando atingir a cabeça ou pescoço, para inutilizar mais um dos bandidos.


Continuação - 1.0 ou 1.1


- Droga! Vocês são bem persistentes em lutar contra um garoto, não? – Poderia parecer que estava apenas fazendo graça, mas aborrecê-los um pouco poderia criar chances de golpes imperfeitos devido à raiva ou repudio, era uma distração. Afinal ali em desvantagem tinha que utilizar o que fora possível para vencer.

Mas caso não consegui-se abatê-lo(s) na primeira tentativa, tentaria me afastar um pouco e assim tentaria avaliar melhor a situação antes de prosseguir com um novo ataque. Sendo assim não poderia ficar parado com a guarda aberta, logo me colocaria em posição. Posicionaria as pernas um pouco afastadas e paralelas, com as pernas um pouco flexionadas para baixo e sobre a ponta dos dedos dos pés, posicionaria o braço esquerdo estirado para baixo em frente ao corpo e seguraria a bainha horizontalmente com sua ponta virada para o lado direito, enquanto seguraria a katana com a mão direita um pouco acima da outra, porém essa ficaria com a ponta voltada na direção do(s) bandido(s), de modo que ela formasse um ângulo de 15° com meu corpo. Posicionado para um possível ataque observaria bem a distância que estaria da mata de pinhais. ~ A mata pode me ajudar, mas antes tenho que confirmar quem esta a se aproximar. Se for mais um inimigo o melhor será tentar atrai-los para mata. Sou confiante na minha velocidade e como o Rindo uma vez nós ensinou. "Lembre-se se estiverem em desvantagem numérica numa luta, utilizem o principio mais simples de combate. Tentem se distanciar dos oponentes, isso não é fugir e sim uma tática de combate. As pessoas são diferentes uma das outras, isso quer dizer que alguns são mais rápidos que outros. Mas lembrem-se uma vez feito isso você deve finalizar rapidamente o combate com o primeiro que estiver a te alcançar e voltar a se colocar em movimento. E tenham certeza de correr mais rápido que eles, não adianta nada se eles te alcançarem antes de conseguir colocar a estrategia em ação." ~

Esperaria poder visualizar o quanto antes as intenções da silhueta que se aproximava para por se necessário meu próximo plano em ação. ~ Amigo? ... Inimigo? ... Ou um indiferente/telespectador? ... ~


Amigo/Aliado


Para o caso da silhueta que aproximava-se fosse um aliando prosseguiria colocado em minha posição defensiva pronto para o combate.

Assim estaria de guarda, aguardando um possível ataque e, se assim acontecesse para agir... mover-me-ia um passo para frente de encontro ao ataque inimigo e logo levantaria o braço esquerdo, levando a bainha de encontro ao golpe e assim tentaria dar um leve movimento no pulso de modo a criar um pequeno ângulo, para direcionar o possível ataque para o nada, assim abrindo sua guarda. Seguiria então elevando o braço direito a altura do peito, moveria-o para trás e em seguida acumulando um pouco de força lançaria uma estocada com força contra o adversário, mirando seu peito.

Caso o ataque não funciona-se. Tentaria recuar três passos para trás e me colocaria em posição defensiva com minhas armas posicionadas em frente ao meu corpo, na altura do abdômen com as pontas voltadas para cima, formando um ângulo de mais ou menos 15°, posicionaria o pé esquerdo um pouco a frente do direito, de modo que ficassem quase paralelos, ficando de pé sobre a ponta dos dedos e com as pernas um pouco flexionadas. Assim pronto para reagir a um possível ataque de um inimigo ou mais de um. Poderia aderir a um bloqueio utilizando a bainha segurada pela mão esquerda e logo força um apoio forte no solo amortecendo um bloqueio e em seguida mover-me-ia um passo para esquerda, enquanto tentaria forçar o ataque do possível inimigo para o lado direito abrindo assim sua guarda e utilizando meu outro braço para um corte diagonal descendente da direita para esquerda, visando um corte a partir dos braços há quem sabe o abdômen do bandido, retirando-o do combate. E logo depois tentaria recuar dois passos e voltaria à mesma posição defensiva que estava antes do ataque, para avaliar a situação.


Inimigo ... Ou um indiferente/telespectador


Mas caso a silhueta misteriosa se mostra-se como mais um inimigo ou telespectador, prosseguiria com o plano de combate. Observaria rapidamente o posicionamento dos oponentes, tentando buscar uma brecha para sair da trilha e adentrar a mata de pinhais. Na oportunidade mais segura, não tardaria a rapidamente avançar adentrando a mata num dash utilizando-me de minha aceleração avantajada. Sem esquecer de pronunciar algumas palavras. - Que tal mudarmos o cenário da batalha?! ... Venham se acham que podem me derrotar. -

E caso assim acontece-se e adentrássemos a mata, trataria de correr entre os pinheiros, tentando não só me distanciar como separa-los, esperando que me seguissem. Manteria os olhos entre o caminho que estaria seguindo e os perseguidores, como também os ouvidos atentos ao som de aproximação, afinal eles são uma poderosa arma de meu arsenal. Ao observar que haveria uma distancia consideravel de mim para o primeiro oponente, pararia e colocar-me-ia em posição.

Posicionaria as pernas um pouco afastadas e paralelas, com as pernas um pouco flexionadas para baixo e sobre a ponta dos dedos dos pés, posicionaria o braço esquerdo estirado para baixo em frente ao corpo e seguraria a bainha horizontalmente com sua ponta virada para o lado direito, enquanto seguraria a katana com a mão direita um pouco acima da outra, porém essa ficaria com a ponta voltada na direção do(s) bandido(s), de modo que ela formasse um ângulo de 15° com meu corpo. Assim aguardaria um ataque, se assim acontecesse para agir... mover-me-ia um passo para frente de encontro ao ataque inimigo e logo levantaria o braço esquerdo, levando a bainha de encontro ao golpe e assim tentaria dar um leve movimento no pulso de modo a criar um pequeno ângulo, para direcionar o possível ataque para o nada, assim abrindo sua guarda. Seguiria então elevando o braço direito a altura do peito, moveria-o para trás e em seguida acumulando um pouco de força lançaria uma estocada com força contra o adversário, mirando seu peito.

Caso o ataque não funciona-se. Tentaria recuar três passos para trás e me colocaria em posição defensiva com minhas armas posicionadas em frente ao meu corpo, na altura do abdômen com as pontas voltadas para cima, formando um ângulo de mais ou menos 15°, posicionaria o pé esquerdo um pouco a frente do direito, de modo que ficassem quase paralelos, ficando de pé sobre a ponta dos dedos e com as pernas um pouco flexionadas. Assim pronto para reagir a um possível ataque de um inimigo ou mais de um. Poderia aderir a um bloqueio utilizando a bainha segurada pela mão esquerda e logo força um apoio forte no solo amortecendo um bloqueio e em seguida mover-me-ia um passo para esquerda, enquanto tentaria forçar o ataque do possível inimigo para o lado direito abrindo assim sua guarda e utilizando meu outro braço para um corte diagonal descendente da direita para esquerda, visando um corte a partir dos braços há quem sabe o abdômen do bandido, retirando-o do combate. E logo depois tentaria recuar dois passos e voltaria à mesma posição defensiva que estava antes do ataque, para avaliar a situação.

Voltaria a me colocar em movimento entre a mata de pinhas indo novamente em direção a trilha. Mas tentaria manter a atenção ao máximo para não ser surpreendido.


Continuação - Aliado ou Inimigo


Conseguindo derrotar mais um (ou mais) oponente(s). Trataria de me realocar com o momento, observando a situação atual para programar o próximo passo a seguir. Tentaria manter a guarda sempre alta durante a avaliação para evitar uma surpresa indesejada. Estaria com perna direita posicionada um pouco à frente e a perna esquerdo um pouco para trás, com as pernas flexionadas para baixo e ficando sobre a ponta dos dedos, pronto para agir em velocidade para uma esquiva ou para apoiar firme no chão amortecendo um possível bloqueio. Com os braços estendidos a frente do corpo, o braço esquerdo estendido em direção ao chão segurando a bainha na altura do abdômen e, o braço direito segurando a katana na altura do peito, ambas horizontalmente. Enquanto os olhos estariam vividos observando e ouvindo o que estava ao redor.


Narração / - Fala - / ~ Pensamento ~






Histórico:
 

Objetivos:
 




__________________________________________




“Eu aprendi que a coragem não é a ausência de medo, mas o triunfo sobre ele.O homem corajoso não é aquele que não sente medo, mas aquele que conquista por cima do medo.” Nelson Mandela


Ao Narrador:
 



[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]


[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]


Objetivos no jogo:
 


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

“Afie suas presas, prepare suas garras e dilacere todos aqueles que ficarem em seu caminho! ... Ruja e amedronte seus inimigos, pois sois um dragão! Aquele que representa a liberdade!...”
Voltar ao Topo Ir em baixo
Deep
Civil
Civil
Deep

Créditos : Zero
Warn : O Início da Jornada - Página 2 1010
Masculino Data de inscrição : 09/11/2013

O Início da Jornada - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: O Início da Jornada   O Início da Jornada - Página 2 EmptyDom 21 Ago - 0:28

– HAHAHAHA!! ... A loucura e insanidade são os primórdios do caos. ... Então, não é engraçado escutar de um bandido das montanhas com um número de homens superior, me chamar de inútil quando esta enfrentando apenas um garoto. Além de parecer ter esquecido quem inutilizou essa sua mão!

O homem franzia o senho, parecia estar realmente nervoso e sua voz saia ríspida e seca.

-O muleque... Sua bunda não tem ciumes das merdas que saem da sua boca não? É sério que em acha que fez algo na luta? Acertar um golpe ou dois é simples e vai ferir quem acertar, mas olhe para você, todo fudido... Acha mesmo que aguentaria meia hora de porrada com a gente se não estivessemos tentando sair de você e ir atrás de nosso alvo? Me poupe... Vamos homens, temos que reagrupar e planejar outro jeito...

Meio contrariados os homens se recolhiam e sumiam em meio as árvores, o corpo de Istylian doía, sangrava e gelava, ee precisa de um médico ou poderia sangrar até a morte.
Off:
 

____________________________________________________

-Fala de personagem...
"Pensamento de personagem"

Cor do Deep
Cor do Tesla
Cor do Voltz



[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]


Última edição por Deep em Sab 27 Ago - 0:47, editado 1 vez(es)
Voltar ao Topo Ir em baixo
Italo000
Membro
Membro
Italo000

Créditos : 12
Warn : O Início da Jornada - Página 2 10010
Masculino Data de inscrição : 21/06/2013
Idade : 26

O Início da Jornada - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: O Início da Jornada   O Início da Jornada - Página 2 EmptySeg 22 Ago - 23:11


O Início da Jornada

“Cap. 7 - A Resolução Do Embate!”


Havia tentado deixar o homem da maça de ferro impaciente com minhas palavras, já que estava eu ali, sozinho contra cinco bandidos e ainda por cima ferido. Não posso afirmar ao certo o que pensar quando escutei o homem falar com uma voz ríspida e seca, aparentando estar nervoso. - O muleque... Sua bunda não tem ciumes das merdas que saem da sua boca não? É sério que em acha que fez algo na luta? Acertar um golpe ou dois é simples e vai ferir quem acertar, mas olhe para você, todo fudido... Acha mesmo que aguentaria meia hora de porrada com a gente se não estivessemos tentando sair de você e ir atrás de nosso alvo? Me poupe... Vamos homens, temos que reagrupar e planejar outro jeito... -

~ Ah?! ... Estão me subestimando bastante. Será que estão a acreditar, que esses ferimentos já me condenaram a derrota! ... Não me subestimem idiotas! ~ Estaria com olhos vividos, em meio à dor que percorria meu corpo. Minha mente se negava a acreditar que os homens que estive a enfrentar, já me davam por derrotado. Mesmo me negando a perder ali, nada pude fazer a não ser observar os homens saírem dali sem se preocupar em me deixar vivo. Um sentimento de raiva começava a brotar, não apenas por ter sido menosprezado, mas por ter sido incapaz de derrota-los.

Meu corpo começava a ficar gélido, enquanto o sangue continuava a escorrer em minhas costas. Com os bandidos já fora de vista não havia mais nada a se fazer, aceitando ou não o combate já havia se encerrado. Agora restava apenas partir em busca de ajuda, para tratar de minhas feridas e comunicar a guarnição de Frushin sobre o ocorrido, para tomarem providencias quanto aos bandidos que estão agora indo atrás de Faham.

Embainharia minha katana. - Por sorte parece que não estou distante da Vila. – Estaria a falar sozinho caminhando em direção a Vila de Frushin, o lugar no qual cresci. ~ Tenho que chegar em Frushin logo. Estou esfriando? ... vou precisar de ajuda. ~

Tentaria caminhar de volta a Vila, e procuraria a primeira pessoa que aparecesse em meu caminho. – Oi! Poderia me ajudar? ... Preciso ir até a casa de Samul-ojisan ou poderia me levar até minha casa? ... – Por ter crescido em Frushin conhecia grande parte das pessoas e as mesmas conheciam minha família, logo não seria tão difícil de alguém me ajudar. Mas para o caso da primeira pessoa se negasse a me ajudar, tentaria continuar a andar mais adentro da Vila em busca da casa de Samul Dindi, enquanto continuaria a perguntar a quem aparecesse no caminho. – Oi! Poderia me ajudar? ... Preciso ir até a casa de Samul-ojisan ou poderia me levar até minha casa? ... –

Esperaria que alguma boa alma pudesse me ajudar.

Caso conseguisse a tão aguardada ajuda, trataria de incomodar a pessoa novamente com um comentário, ou melhor, um novo pedido. – Seria possível entrar em contato com Samul-ojisan ou com o pessoal da guarnição da Vila? ... Preciso falar com eles.  – Incomodaria meu salvador novamente, pois os bandidos ainda estavam à solta e seu objetivo já estava mais do que claro, Faham!

O problema era o que poderia acontecer com Faham, caso acabasse sendo sequestrado ou morto por eles. Isso poderia acarretar sérias consequências às pessoas da Vila, visto que ao Faham e seus homens chegarem à vila acabou por ser insultado por um bêbado, que além de insulta-lo também cuspiu no rosto do nobre, que por sua vez respondeu com sua arma matando o bêbado. Logo em seguida um homem embebedado de ódio se pós a tentar matar Faham, por sorte consegui impedir e graças a Samul Dindi-san, que controlou o povo quando pensaram que o homem seria morto pelos guardas do nobre, algo maior não aconteceu. Mas agora era diferente, com os guardas mortos e comigo ferido deixado para trás pelos bandidos, Faham agora estava a correr contra o tempo para chegar a Porto Branco, embora eles estejam atrás dele, acreditaria que havia consegui tempo o suficiente de vantagem para Faham. Porém ainda era incerto.  ~ Preciso relatar o quanto antes a Samul-san, Tia Ilhya, Tio Rindo ou outra pessoa da guarnição! ... Ou quem sabe como os nobres de Porto Branco podem relacionar os acontecimentos? Não seria difícil decidirem culparem as pessoas da Vila, julgando-os como cúmplices daqueles caras. ... Droga! ~ Estaria claramente preocupado com segurança da Vila, pois graças a esses infelizes pessoas inocentes poderiam ser arrastadas para algo muito ruim, um massacre! ... Nobres detêm um grande poder em comparação com os plebeus daqui, que podem ser meramente descartados.

Caso conseguisse entrar em contato com Samul, tia Ilhya, tio Rindo ou alguém da guarnição, diretamente trataria de relatar o corrido. – Eu fui convidado a ir junto de Faham e seus guardas para acompanha-los até Porto Branco. Mas logo que saímos de Frushin acabamos parando para descansarmos um pouco, e fomos emboscados por um grupo de homens suspeitos. Esses que acabaram por nos atacar sem piedade, conseguiram matar com facilidade todos os guardas de Faham. Eu consegui derrotar dois deles, incapacitar a mão do suposto líder do grupo de bandidos e atrasar o restante deles por um tempo, conseguindo tempo para Faham fugir. Mas os bandidos decidiram me deixar de lado e foram atrás de Faham, que já havia fugido a um bom tempo. ... Precisam mandar algumas pessoas atrás de Faham pelo caminho de Frushin a Porto Branco, e também entrarem em contato com a guarnição de Porto Branco para saberem se Faham, poderia ter chegado em segurança lá. – Daria uma pausa para respirar e observaria a expressão da pessoa em minha frente, a quem estaria a relatar o ocorrido. Ouviria atentamente o máximo possível, caso essa pessoa se pronuncia-se, para em seguida continuar. – No pior cenário possível Faham não deve ter conseguido chegar a Porto Branco e pode ter sido morto ou capturado. ... Se isso acontecer e chegar aos nobres, podem acabar culpando as pessoas de Frushin também e algo ruim pode acontecer. ... Se caso Faham não tenha chegado à cidade e tenha sido capturado, tenho uma breve ideia do responsável, Iúriah Brahka. Pela descrição que já tinha ouvido antes dele, Iúriah bate quase idêntico com líder do grupo que nos atacou. O homem cuja eu incapacitei sua mão. –

Esperaria ter sido claro em meu relato. Já teria feito o possível no momento ao meu alcance, agora teria que esperar que alguém pudesse fazer algo para evitar um possível cenário ruim. Trataria de descansar um pouco e ver o que poderia fazer quanto ao ocorrido depois.


Narração / - Fala - / ~ Pensamento ~






Histórico:
 

Objetivos:
 




__________________________________________




“Eu aprendi que a coragem não é a ausência de medo, mas o triunfo sobre ele.O homem corajoso não é aquele que não sente medo, mas aquele que conquista por cima do medo.” Nelson Mandela


Ao Narrador:
 



[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]


[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]


Objetivos no jogo:
 


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

“Afie suas presas, prepare suas garras e dilacere todos aqueles que ficarem em seu caminho! ... Ruja e amedronte seus inimigos, pois sois um dragão! Aquele que representa a liberdade!...”
Voltar ao Topo Ir em baixo
Deep
Civil
Civil
Deep

Créditos : Zero
Warn : O Início da Jornada - Página 2 1010
Masculino Data de inscrição : 09/11/2013

O Início da Jornada - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: O Início da Jornada   O Início da Jornada - Página 2 EmptySab 27 Ago - 1:38

Istylian voltava a cidade onde rapidamente achou alguém que o levasse a casa de Dindi, chegando lá o velho parecia como sempre amigável.

-Ora ora meu jovem... Que confusão se meteu? Deite aqui para que eu trate as feridas.

Samul apontava uma maca levemente acolchoada, Stylian lá se deitava e começava a relatar os ocorridos, enquanto Samul colocava ervas moídas e úmidas nas feridas.

– Eu fui convidado a ir junto de Faham e seus guardas para acompanha-los até Porto Branco. Mas logo que saímos de Frushin acabamos parando para descansarmos um pouco, e fomos emboscados por um grupo de homens suspeitos. Esses que acabaram por nos atacar sem piedade, conseguiram matar com facilidade todos os guardas de Faham. Eu consegui derrotar dois deles, incapacitar a mão do suposto líder do grupo de bandidos e atrasar o restante deles por um tempo, conseguindo tempo para Faham fugir. Mas os bandidos decidiram me deixar de lado e foram atrás de Faham, que já havia fugido a um bom tempo. ... Precisam mandar algumas pessoas atrás de Faham pelo caminho de Frushin a Porto Branco, e também entrarem em contato com a guarnição de Porto Branco para saberem se Faham, poderia ter chegado em segurança lá.


-Hmm...


Samul era um amontoado de rugas era difícil dizer sua expressão, mas seus olhos pareciam pensativos.

– No pior cenário possível Faham não deve ter conseguido chegar a Porto Branco e pode ter sido morto ou capturado. ... Se isso acontecer e chegar aos nobres, podem acabar culpando as pessoas de Frushin também e algo ruim pode acontecer. ... Se caso Faham não tenha chegado à cidade e tenha sido capturado, tenho uma breve ideia do responsável, Iúriah Brahka. Pela descrição que já tinha ouvido antes dele, Iúriah bate quase idêntico com líder do grupo que nos atacou. O homem cuja eu incapacitei sua mão.

-Hmmm... Você realmente teve um dia cheio não?

Samul costurava os cortes com um pouco de erva moída ainda dentro, ardia enquanto a carne esmagava as ervas, mas em seguida ele derrama um líquido verde com um toque refrescante que tirava a dor.

-Bem... É uma situação complicada, de um lado somos obrigados a agir, mas de outro... Meio que não gostamos dos nobres, então não temos muitos homens dispostos a protegê-los, seria mais fácil arrecadar mãos para ajudar algum ataque, do que ajudar uma proteção. Fora isso ele é um nobre... Agentes devem vir a sua ajuda caso os avisemos do ocorrido... Talvez devesse contacta-los... Hmm... Alguma ideia meu jovem?

____________________________________________________

-Fala de personagem...
"Pensamento de personagem"

Cor do Deep
Cor do Tesla
Cor do Voltz



[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Italo000
Membro
Membro
Italo000

Créditos : 12
Warn : O Início da Jornada - Página 2 10010
Masculino Data de inscrição : 21/06/2013
Idade : 26

O Início da Jornada - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: O Início da Jornada   O Início da Jornada - Página 2 EmptySab 27 Ago - 13:50


O Início da Jornada

“Cap. 8 - O Velho Líder De Frushin!”


Não tardou a encontrar alguém ao adentrar a Vila, e logo me via na casa do líder de Frushin. Como sempre ele demonstrava sua expressão amigável, Sato sempre falava como o velho Dindi era engraçado e amigável na minha infância, e agora estava a relembrar. - Ora ora meu jovem... Que confusão se meteu? Deite aqui para que eu trate as feridas. –

~ Uma bem complicada. ~ Entre breve pensamento, já deitado estava a sentir as ervas moídas e úmidas serem colocadas sobre minhas feridas. Enquanto estava a receber o tratamento tratei de relatar todo o ocorrido. Logo pude ouvir os múrmuros de Samul, o que estaria a pensar naquele momento? O que estaria ele a murmurar? ... Não estava apto a perguntar no momento, pois logo sentia que meus cortes estavam a arder, Samul-ojisan estava a costurar minhas feridas ainda com as ervas dentro e minha carne a espremê-las. – Hummm...! – A dor era suportável, embora ainda incomodava e me fazia soltar um breve som. ~ Nossa parece que esta doendo mais agora do que antes. ~

- Hmmm... Você realmente teve um dia cheio não? – As palavras do bom líder ecoavam em bom tom. E minha resposta era breve, enquanto sentia algo ser derramado sobre as feridas já suturadas, líquido esse que me passava uma sensação de refrescante. – Com certeza! –

~ Hum... Samul-ojisan é realmente um ótimo curandeiro, assim como líder. Mas o que será que ele fará agora sobre o ocorrido? ... Precisamos agir rápido. ~

Ações deveriam ser tomadas o quanto antes, mas um jovem desconhecido e sem poderes políticos não tinha muito que fazer, a não ser relatar e ver o que poderia acontecer. Não tardava e Samul já havia construído uma ideia de todo o ocorrido. - Bem... É uma situação complicada, de um lado somos obrigados a agir, mas de outro... Meio que não gostamos dos nobres, então não temos muitos homens dispostos a protegê-los, seria mais fácil arrecadar mãos para ajudar algum ataque, do que ajudar uma proteção. Fora isso ele é um nobre... Agentes devem vir a sua ajuda caso os avisemos do ocorrido... Talvez devesse contacta-los... Hmm... Alguma ideia meu jovem? –

Não era como se eu já não soubesse que as pessoas da Vila não gostavam dos nobres, mas agora não era hora de discutir sobre gostarem de ajuda-lo ou não. Porém acredito que isso é tudo que pode ser feito e que Samul já pensou em todas as consequências. ... Tentaria me levantar devagar e colocar-me-ia sentado, então levaria a mão direita até o queixo, franziria então a sobrancelha, ficando com uma expressão pensativa e logo me colocaria a meditar. ~ Contatá-los deve ser uma boa ideia, além de como mencionado por Samul, deve haver algum agente ou marinheiros em aqui em Dawn. ... Devemos informar do ocorrido e que há um sobrevivente, que pode ajuda-los a identificar os suspeitos. Para isso eles deveriam vir a Frushin, mas antes temos que perguntar se Faham teria conseguido chegar a Porto Branco. ... Hummm! ~

Após uma breve reflexão, retiraria a mão direita do queixo e aliviaria a minha expressão facial. Olharia para Samul e começaria a falar em um bom tom. – Acredito que seja uma boa ideia constatar o responsável pela segurança de Porto Branco que Faham e seu grupo foi emboscado, e que com ele havia um jovem convidado pelo próprio Faham para acompanha-lo a Porto Branco. Mas ao sair de Frushin rumo a Porto Branco, o grupo foi emboscado por alguns homens e os guardas-costas acabaram mortos, o jovem convidado tratou de tentar atrasa-los para que Faham pudesse fugir. Mas o interesse dos homens suspeitos eram o nobre e logo vendo que perderiam tempo para acabar com o garoto o deixaram ferido para trás e rumaram atrás de Faham. –

Daria uma pausa, enquanto levantaria a mão direita até a cabeça e pressionaria os dedos sobre a testa, aparentando colocar-se a pensar novamente. Esperaria escutar algo sobre o seu primeiro comentário, antes de continuar. Mas caso Samul nada comenta-se, continuaria. – Poderia pedir que mandassem alguém de Porto Branco ou contatassem a Marinha ou o Governa Mundial, para mandarem alguém alegando que os homens eram fortes os suficientes para acabarem com os guardas com muita facilidade. ... Isso pode resaltar que eu tive sorte ou que era mais forte que os guardas-costa, embora esse não é o que importe agora. ... Caso perguntem quem poderia ter sido o responsável? Pode responder que não tem mais informações, pois o jovem desmaiou pela perda de sangue. Mas que ele poderia ser útil para informar quem poderiam ser os responsáveis, e para isso seria necessário esperar que o mesmo acorda-se, assim eles deveriam começar a agir e mandar alguém para Frushin rápido, pois o tempo esta correndo. – Retiraria a mão direita da cabeça e estenderia em direção a Samul, com um sorriso no rosto.

~ Sei que mudei a verdade, mas isso é necessário para evitar algo pior. Não quero que as pessoas de Frushin acabem sendo envolvidas, visto o que Samul comentou antes. ~

Ainda com um sorriso no rosto e olhando nos olhos de Samul. – Ficou claro que não iremos relatar uma mentira nem uma verdade real, mas isso é necessário para evitar que as pessoas de Frushin se envolvam, já que seria mais fácil eles atassem como me disse. Então mudar um pouco a história é necessário. A questão é se haverá alguém em Porto Branco para enviarem tão rapidamente. ... Quanto ao resto, darei um jeito! ... Então Samul-ojisan o que achou, ou melhor, o que faremos? –

Já teria dado minha ideia, mas agora era Samul que decidiria o que fazer. De certeza estarei dentro do ciclo de acontecimentos que rodeiam essa história. ~ Farei o possível para resolver isso e proteger Frushin, minha família e também por mim... ~ Olharia ao redor atentamente procurando onde estaria minha katana, e assim que a visualiza-se sorriria, enquanto franziria as sobrancelhas.  ~ ... eles iram pagar por me subestimarem! ... Eu ainda não perdi! Iremos acertar as coisas com certeza! ~ Logo em seguida perguntaria enquanto ainda estaria a esperar uma resposta de Samul.
- Há uma outra coisa que quero perguntar Samul-jisan, poderia me dizer como o líder dos ladrões do Mt.Ballon se parece? ... E teria algo para beber aqui? Estou precisando de um pouco de álcool? – ... Esperaria conseguir a informação sobre o Líder dos Bandidos do Mt.Ballon e um pouco de bebida pra aliviar a tensão!

Os acontecimentos que se seguiriam ainda estariam nas mãos de Samul, já que ele que decidiria o que faria ou o que relataria. Tendo assim que esperar por sua decisão, se ele concorda-se ou não, teria que ver o que fazer depois.


Mas uma coisa estava certa! Eu iria resolver o que estava pendente com aquele cara da maça de ferro!




Narração / - Fala - / ~ Pensamento ~






Histórico:
 

Objetivos:
 




__________________________________________




“Eu aprendi que a coragem não é a ausência de medo, mas o triunfo sobre ele.O homem corajoso não é aquele que não sente medo, mas aquele que conquista por cima do medo.” Nelson Mandela


Ao Narrador:
 



[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]


[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]


Objetivos no jogo:
 


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

“Afie suas presas, prepare suas garras e dilacere todos aqueles que ficarem em seu caminho! ... Ruja e amedronte seus inimigos, pois sois um dragão! Aquele que representa a liberdade!...”
Voltar ao Topo Ir em baixo
Deep
Civil
Civil
Deep

Créditos : Zero
Warn : O Início da Jornada - Página 2 1010
Masculino Data de inscrição : 09/11/2013

O Início da Jornada - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: O Início da Jornada   O Início da Jornada - Página 2 EmptyQua 31 Ago - 8:44

–Acredito que seja uma boa ideia constatar o responsável pela segurança de Porto Branco que Faham e seu grupo foi emboscado, e que com ele havia um jovem convidado pelo próprio Faham para acompanha-lo a Porto Branco. Mas ao sair de Frushin rumo a Porto Branco, o grupo foi emboscado por alguns homens e os guardas-costas acabaram mortos, o jovem convidado tratou de tentar atrasa-los para que Faham pudesse fugir. Mas o interesse dos homens suspeitos eram o nobre e logo vendo que perderiam tempo para acabar com o garoto o deixaram ferido para trás e rumaram atrás de Faham...Poderia pedir que mandassem alguém de Porto Branco ou contatassem a Marinha ou o Governa Mundial, para mandarem alguém alegando que os homens eram fortes os suficientes para acabarem com os guardas com muita facilidade. ... Isso pode resaltar que eu tive sorte ou que era mais forte que os guardas-costa, embora esse não é o que importe agora. ... Caso perguntem quem poderia ter sido o responsável? Pode responder que não tem mais informações, pois o jovem desmaiou pela perda de sangue. Mas que ele poderia ser útil para informar quem poderiam ser os responsáveis, e para isso seria necessário esperar que o mesmo acorda-se, assim eles deveriam começar a agir e mandar alguém para Frushin rápido, pois o tempo esta correndo.

Dizia o ovem apos refletir rapidamente, mas Samul era muito mais velho e experiente.


-Me diga meu jovem... Você mantém vigilância em toda uma ilha, tenta saber de tudo que ocorre ali, como uma tentativa de assassinato de alguém importante como esse nobre passaria em branco para você? A reposta eu lhe dou... Não passaria... Os agentes com certeza já sabem do ocorrido... A pergunta é, se ninguém quer lhe ajudar... Se ninguém quer lhe escutar... Como agir para salvar a todos? Acho que posso contar nos dedos de uma única mão quantas pessoas posso reunir para uma empreitada como essa ai... Mas sabendo  das possibilidades de quem sabe ou criou esse ataque... Minha pergunta é... Quem estaria disposto a colocar a cara para junto de mim se por como delator do ataque? De qualquer forma irei la avisar os marinheiros e agentes, só espero que eles estavam interessados em confia num velho gagá.


O jovem tinha muitas questões ainda a tirar, então vendo o interesse de Samul em sair de casa, decidiu mandar as perguntas rapidamente.

- Há uma outra coisa que quero perguntar Samul-jisan, poderia me dizer como o líder dos ladrões do Mt.Ballon se parece? ... E teria algo para beber aqui? Estou precisando de um pouco de álcool?

-Líderes dos ladrões mudam direto, mas dizem que há um líder central na ilha, um líder que governa a tudo e todos no mundo criminoso de Dawn por baixo dos panos. não duvido que seja aliados ao governo também.


O velho parecia preocupado, mas começava a se ajeitar para sair em sua jornada que provavelmente seria perigosa.

____________________________________________________

-Fala de personagem...
"Pensamento de personagem"

Cor do Deep
Cor do Tesla
Cor do Voltz



[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Conteúdo patrocinado




O Início da Jornada - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: O Início da Jornada   O Início da Jornada - Página 2 Empty

Voltar ao Topo Ir em baixo
 
O Início da Jornada
Voltar ao Topo 
Página 2 de 5Ir à página : Anterior  1, 2, 3, 4, 5  Seguinte

Permissão deste fórum:Você não pode responder aos tópicos neste fórum
One Piece RPG :: Oceanos :: East Blue :: Dawn Island-
Ir para: