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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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MensagemAssunto: O Início da Jornada   O Início da Jornada EmptySeg 25 Jan 2016, 23:01

O Início da Jornada

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Istylian Von Dracnier. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: O Início da Jornada   O Início da Jornada EmptyTer 26 Jan 2016, 17:39



O Início da Jornada

“Cap. 1 - Em busca de uma Katana”


Sonho - Flashback:
 


Como estaria o dia que estará por vir? Não seria bem minha preocupação, primeiro deveria levantar da cama. Depois de uma boa noite de sono, trataria de me levantar da cama e antes de qualquer coisa dar aquela boa e velha espreguiçada. Ergueria os braços sobre a cabeça e deixaria aquele bocejo da manhã sair, para deixar o sono ir embora. ~ O que será que teremos para o café da manhã? ... Tia já deve ter colocado a mesa e o tio já deve ter voltado da ronda matinal. Preciso me arrumar logo. ~

Olharia ao redor do quarto em busca de minhas roupas. As achando, levarias comigo até o banheiro onde trataria de tomar um bom e belo banho, escovar os dentes e trocaria as mudas de roupas. Agora estaria pronto para o dia que seguiria, mas não antes de tomar o belo café feito pela tia Ilhya e de dar um oi ao Rindo. Trataria de andar calmamente pela casa até a cozinha, onde provavelmente encontraria com meus tios. – Bom dia! – Ao chegar a cozinha os saudaria sem nem mesmo observar se estariam ali. Esperaria vê-los no local, pois além do café da manhã havia algo mais para perguntar. ~ Preciso perguntar a tia sobre onde posso conseguir uma katana. Já esta mais que na hora de possuir uma, além de que tenho que me preparar para partir. Minha aventura está prestes a começar. ~

Confirmando a presença deles na cozinha esperaria por uma resposta do cumprimento matinal, antes de poder prosseguir a falar. – Precisa de alguma ajuda tia? ... Estou ansioso pelo que teremos para hoje no café. – Como velho e bom sorriso no rosto estaria ali para ajudar caso fosse necessário. Sendo ou não de alguma ajuda, estaria ali para comer e assim faria. Aproximaria-me da mesa e puxaria uma cadeira, esperaria a comida ser posta sobre a mesa antes de por minha própria porção e educadamente começar a comer.

~ Preciso perguntar logo, antes que me esqueça. ~ Daria uma pequena pausa na refeição e olharia para uma das pessoas que poderiam esta ali (a tia e/ou tio, ou outra pessoa). – Onde posso conseguir uma katana aqui na Vila? – Não faria arrodeio, irai direto no ponto certo da pergunta. Talvez me indagassem sobre o porquê de esta agora depois de muito tempo buscando minha própria espada, assim acontecendo responderia. – Preciso de uma, pois tenho que me preparar para minha aventura... preciso manter minha promessa. – Cerraria o punho e sorria, enquanto moveria a cabeça de forma a olhar para o teto. Esperaria que entendessem e que pudessem me ajudar com esse pequeno problema, digamos assim. Esperaria que Rindo, caso estivesse presente, não começasse a choramingar devido às partidas passada.

Conseguindo a informação que precisava, partiria e após terminar o café rumando para o local da informação. Caminharia atento ao redor observando o céu, a vila e as pessoas, manteria um sorriso simpático no rosto enquanto caminharia para o local indicado. Esperaria chegar sem problemas ao lugar onde poderia obter o primeiro item necessário para um espadachim, para o primeiro passo de minha ambição. Encontrando o tal lugar, observá-lo-ia cuidadosamente antes de adentrar ao local, já saudando quem poderia esta por ali. – Bom dia! ... Preciso de uma katana. Poderia me vender uma. - Talvez não houve-se um senhor ali, mas uma senhora ou talvez um jovem/ uma jovem, bem seja quem fosse a questão principal era obter minha própria katana. – Só uma pergunta antes, quanto custa uma? ... há há há... – Esperaria ter dinheiro suficiente para obter uma. ~ Espero que o dinheiro que possuo seja o suficiente para a compra. ~

Esperaria pela resposta quanto ao preço, antes de poder retirar o dinheiro de meus bolsos para pagar e pegar o item de desejo.

 


Narração / - Fala - / ~ Pensamento ~


Histórico:
 

Objetivos:
 


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Ao Narrador:
 


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Objetivos no jogo:
 


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“Afie suas presas, prepare suas garras e dilacere todos aqueles que ficarem em seu caminho! ... Ruja e amedronte seus inimigos, pois sois um dragão! Aquele que representa a liberdade!...”
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MensagemAssunto: Re: O Início da Jornada   O Início da Jornada EmptySex 29 Jan 2016, 21:32

A manhã já estava perto de se encerrar. O sol subia, trazendo um calor forte, diminuindo as sombras e declarando a aproximação do meio-dia. Neste momento, enquanto trabalhadores aguardavam ansiosamente a pausa do almoço, um jovem havia acabado de conhecer o dia. Em uma casa nos arredores da vila Frushin, Istylian saía de sua cama. Vestiu-se com roupas de boa qualidade, separadas por sua tia durante a noite. Preparou-se para enfrentar o dia e saiu do quarto. No andar de baixo, havia apenas Ilhya que estava a cozinhar algo. Ela lhe avisou que Rindo havia sido convocado por alguém, porém ela não sabia ao certo quem. Realmente estranho, alguém que faça Rindo perder uma chance de ficar com sua família. Quem seria?

Sua tia apenas recusou a ajuda de Istylian, declarando:

Oras, cuidei disso sozinha por todos esses anos, por que não mais uma vez? Huhuhuh.

O jovem sentou-se à mesa, silenciosamente, e aguardou o encerramento do preparo. Assim que o prato foi posto em sua frente, ele começou a comer devagar, antes de perguntar a Ilhya sobre o paradeiro de uma loja de armas.

Ah, querido, tem uma no centro da vila. Mas você desistiu de procurar sua própria espada?

Com a resposta de seu sobrinho, a dona de casa ficou silenciosa, como se pensasse em algo muito importante. De repente, ela sentiu que o último iria realmente partir. Mas estava feliz; queria dizer que cuidou deles corretamente. Ela então abraçou Istylian, lhe sussurrando:

Boa sorte, então.

E assim foi o jovem, deixando sua casa e sua antiga vida para trás, ansioso pelo que o futuro trará. Encaminhando-se até o centro da vila, Istylian percebeu um certo buchicho nas ruas. As pessoas sussurravam uma para a outra, várias encapuzadas atravessavam as ruas correndo. Não haviam crianças fora das casas, e todos pareciam... desconfiados de algo.

Ao chegar na loja de armas, Istylian percebeu que haviam poucas armas a venda. Estranhamente, o vendedor estava com a mesma expressão que todo o resto da população, e, carrancudo, vendeu uma espada por 30 mil berris. Ele não pronunciou nenhuma palavra, a não ser um resmungo: "Trinta mil".

Ao sair do recinto, o jovem foi pego em uma confusão. No meio da multidão, era difícil ver o que se passava, porém ele foi empurrado até o centro, podendo ver o que se passava. Sete cavalos andavam pela rua: seis eram montados por guardas trajados impecavelmente, e outro por um homem com as roupas mais belas e requintadas que Istylian já havia visto. Era Faham Doroth III, o regente de Porto Branco. Em seu cavalo branco, ele era um contraste à humildade da vila Frushin. Todos começaram a ajoelhar-se em honra ao nobre, porém um deles, aparentemente bêbado, permaneceu de pé, bem em frente ao luxuoso Faham III.

Ele deu um passo a frente, e já se via que o nobre estava se segurando para não atropelá-lo com o animal. O homem, então, em um momento de audácia, cuspiu a cara de Faham e gritou:

Pau no cu dos nobres e dos Doroths!

Neste momento, a ira do ricasso estourou. Ele sacou uma pistola, ornada com ouro e pedras preciosas, mirou na cabeça do afrontador e atirou. O bêbado caiu no chão, sem respirar. Neste momento, iniciou-se um alvoroço. Todos mantinham sua distância do nobre, ou corriam, empurrando todos por perto. Porém havia um homem, pistola e sabre em mão, aproximando-se pelo flanco de Faham. Apenas Isylian o vira, do lado oposto do grupo de cavalos. Os olhos do homem eram vermelhos de raiva, e seus punhos cerrados.

Histórico:
 

OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: O Início da Jornada   O Início da Jornada EmptySab 30 Jan 2016, 01:22


O Início da Jornada

“Cap. 2 - Conhecendo O Mundo Cruel!”



Algo aquela manhã não estava como o de costume, Rindo havia sido convocado por um certo alguém misterioso. Isso me deixava um pouco surpreso, mas não chegava a ser algo alarmante afinal de contas seu trabalho é manter a paz em Frushin.

Como sempre Ilhya demonstrava-se amável e recusava minha ajuda. Não tardou e logo estava a me deliciar com o amoroso, e que delicioso prato feito pela minha amável tia. Que ao ouvir minha pergunta parecia já ter ideia do que se seguiria a partir daquele momento, silenciosamente observava sua reação e via em sua feição que havia entrado, brevemente, em um estado de pensamento profundo. Não era de se surpreender, afinal era o único que restava em casa e claramente ficaria solitária depois tantos anos, sem contar que seria difícil para ela reconfortar o Rindo. Mas que acabaria surpreendido não era outra pessoa a não ser eu mesmo, logo pude sentir os braços calorosos de minha tia, tão amável e cuidadosa que por anos cuidou de mim como seu próprio filho, e sussurrando em meu ouvido proclamou algumas palavras. – Boa sorte então. – Essas palavras preenchiam minha alma de alegria e euforia, que mantive controlada, mas não podia deixar de expressar minha gratidão por tudo que fora feito por mim e assim expressava por meio de um sorriso singelo mais do que sentia naquele momento, afinal poderia ser aquele o momento de despedida e gostaria de deixar essa a minha marca de um até logo.

Ao sair de casa e me dirigir para o centro da vila pude notar que algo estava estranho. ~ Será minha imaginação ou será que essa inquietação tem algo haver com o certo alguém, que convocou o tio Rindo essa manhã. ~ Algo parecia estar errado, mas esse não era o ponto principal de minha atenção no momento. Como tinha planejado a katana é algo que esta em primeiro lugar. Mas algo ainda mais intrigante fora que ao chegar na loja de armas que deveriam esta repleta de armas, estava com um estoque reduzido e por mais uma vez podia ver que o vendedor também expressava desconfiança como algumas pessoas, que havia visto antes. ~ Ou os negócios vão bem ou algo poderia esta pra acontecer por aqui. ... Mas o que poderia ser e por que tantos olhos de desconfiança? ... Que dia estranho para sair de casa numa jornada. ~ Algumas suspeitas surgiam, mas não possui nenhuma ideia do que estaria acontecendo até o momento e nem a ligação que essa desconfiança poderia ter com o alguém que convocou Rindo, que poderia seque estar relacionado, mas não poderia descartar essa possibilidade.

Mas ao sair da loja algo estranho acontecia, havia uma movimentação incomum e logo acabei por ser arrastado em meio dela. Sem conseguir ver direito o que acontecia e nem fazer ideia do que estava ocorrendo acabei por ser empurrado até o centro da comoção. Pude então avistar sete cavalos e neles estavam montados sete pessoas, embora uma se distinguisse do resto, este estava vestido com roupas de uma elegância acima da qual se via em Frushin. ~ Será que é por causa deles que tudo esta estranho? Não entendo o porque de tanta comoção apenas pela chegada deles, quanto a desconfiança é algo compreensível ... afinal os nobres de Porto Branco confiscam parte do que é produzido aqui. Sem contar que nobres sempre se acham superiores e acabam por olhar com desprezo os menos favorecidos. ... Mas será que só isso explica toda a situação? Ainda há algo me incomodando quanto a quantidade de armas a venda na loja. ~

Finalmente algumas peças começavam a se encaixar, mas algo ainda martelava minha cabeça, embora não tinha diretamente algo haver comigo até o momento. As pessoas começavam a se postarem de joelhos diante do nobre Faham Doroth III, mas uma pessoa se mantinha de pé em frente ao nobre. ~ Droga! Será que ... não ... ele esta bêbado. Droga, saia daí pelo menos ou algo pode sair do controle. ~ Estava a pensar, mas antes mesmo de poder dizer algo ou mesmo me mover um pouco, após ver o ocorrido um movimento inesperado era realizado pelo homem, movimento esse que fatidicamente causaria sua morte. O homem em frente ao regente de Porto Brando, cuspia em seu rosto e audaciosamente pronunciava-se. – Pau no cu dos nobres e dos Doroth! –

Não era necessário ser um nobre para achar tais palavras ofensivas e claramente Faham não deixaria barato o insulto e provocação, logo pude ver a culminância do ódio e raiva do homem que se intitulava nobre ao sacar uma arma e sem misericórdia puxar o gatilho. Não podia fazer nada diante daquela situação a não ser observar quietamente, Rindo sempre contava como o mundo e suas regras eram complicadas, além dos vários perigos e tipos diferentes de pessoas que andam por ai. ~ Droga! Ele pode ter agido de forma errada, mas mata-lo desse jeito não era a melhor solução. ... Embora fica claro que se o deixa-se impune acabaria por manchar sua reputação. Mas poderia pelo menos o prendido e feito pagar de outra maneira. ... Droga! ~ Não podia ficar com raiva do nobre, nem muito menos do pobre bêbado, afinal o que culminou nesse destino trágico fora o destino e as escolhas que fizeram até aquele momento e algo que também teria que fazer num momento próximo.

Não tinha me dado conta ainda, por esta viajando em pensamentos, mas o incidente culminou em um alvoroço. Pessoas corriam empurrando os outros, alguns se mantinham afastados do nobre. Enquanto pude ver claramente um homem a se aproximar de Faham pelo flanco e este estava a portar em suas mãos um sabre e uma pistola, seu rosto expressava um ódio/raiva incalculável, enquanto avançava com os punhos cerrados. ~ Mas o que esta acontecendo hoje? ... Esse cara quer acabar arrastando a vila inteira em caos? ... Parece que os guardas não o viram ainda, esses caras não fazem bem nem seu trabalho. (Desculpe Rindo-san, você é uma exceção) ... Tenho que impedi-lo de tornar isso aqui uma zona de guerra. ~

Com certeza existem coisas imperdoáveis no mundo, mas deixar aquele homem atingir Faham poderia criar um tumulto muito maior do que poderia se imaginar, além de que poderia culminar novamente em uma guerra onde muitas pessoas inocentes seriam arrastadas. Não podia deixar que algo assim acontecesse no lugar onde cresci, onde meus amados tios moram. Sendo assim, trataria de avançar na direção de Faham indo de encontro com o homem de olhos encarnados. – Oi Faham! ... Sai daí rápido! – Enquanto correria, utilizando-me de minha aceleração avantajada, segurando a bainha da katana, ainda embainhada, com a mão esquerda. Tentaria me aproximar o máximo possível e o mais rápido possível a fim de impedir um maior infortúnio. – Não sei ao certo sobre sua relação com o homem que acabou de morrer, mas tente se controlar um pouco... se levantar sua mão contra ele agora, isso acabara com sua morte ou pior com a morte de muitas pessoas inocentes! ... Droga! – Não era como se eu estivesse do lado do nobre, mas não poderia deixa-lo arrastar pessoas inocentes para aquela situação.

Caso houve-se um possível ataque do homem raivoso, num movimento rápido deslizaria o polegar esquerdo sobre a bainha e pressionaria o mesmo sobre o guarda-mão, assim descolando-o da bainha e em seguida em um movimento rápido com a mão direita sacaria rapidamente a katana com o intuito de bloquear um possível ataque com o sabre. Mesmo que o bloqueasse ainda haveria a possibilidade de com sua outra mão, o homem utiliza-se sua arma e tenta-se disparar contra Faham ou mesmo contra mim, então com nossas espadas ainda cruzadas trataria de empurra-lo para trás na tentativa de desequilibra-lo, mas caso o mesmo demonstra-se mais possuir mais força que eu, trataria de empurra-lo e em seguida esperando que o mesmo fizesse o mesmo movimento, daria um passo para trás e em seguida rapidamente giraria o corpo par esquerda numa volta de 360°, na tentativa de desequilibra-lo e para quem sabe conseguir ir para suas costas, onde seguiria com um golpe rápido na nuca com a parte de trás da katana afim de nocauteá-lo.

Mas para o caso de um primeiro ataque vindo de sua pistola. Já teria avisado Faham anteriormente, assim esperaria que o mesmo estivesse alerta para algum disparo realizado contra o mesmo. Mas para o caso de ser eu o alvo do homem misterioso, ao ver aponta-lo sua arma em minha direção, trataria de mover-me em zig zag afim de desviar de possíveis disparos, além de confundi-lo e atrapalhar sua concentração/pontaria. Conseguindo me aproximar executaria um ataque, num movimento rápido deslizaria o polegar esquerdo sobre a bainha e pressionaria o mesmo sobre o guarda-mão, assim descolando-o da bainha e em seguida em um movimento rápido com a mão direita sacaria rapidamente a katana com o intuito de atacar a arma, com a finalidade de desarmar o homem, pelo menos sua arma. Mas poderia acabar sendo bloqueado pelo sabre e caso assim acontece-se, utilizaria me do fato de nossas espadas estarem cruzadas/em contato para tentar empurra-lo, na tentativa de desequilibra-lo e assim conseguindo, utilizaria me novamente de minha aceleração avantajada, num rápido giro de 360° para esquerda e com a parte de trás da katana tentaria atingi-lo na nuca, assim quem sabe poderia nocautea-lo. Mas no caso do homem misterioso no momento que nossas espadas estivessem cruzadas demonstrasse ser mais forte que eu, trataria de empurra-lo e em seguida esperando que o mesmo fizesse o mesmo movimento, daria um passo para trás e em seguida rapidamente giraria o corpo par esquerda numa volta de 360°, na tentativa de desequilibra-lo e para quem sabe conseguir ir para suas costas, onde seguiria com um golpe rápido na nuca com a parte de trás da katana afim de nocauteá-lo.

Conseguindo desarma-lo, fazê-lo parar ou colocando para dormir, trataria de falar olhando-o com olhos serenos e uma expressão séria. – Sinto muito pelo que aconteceu, mas por favor pare agora e recue. ... Mesmo que não faça como eu estou lhe dizendo, acabará morrendo em vão. Os guardas agora sabem que você esta aqui perdeu o elemento surpresa, então recue ou renda-se. ... Se ainda quiser me enfrentar não irei recuar, mas logo lhe aviso o homem que esta na sua frente é o homem que um dia será o melhor espadachim do mundo! Esta preparado para me enfrentar? – Ainda olhando para o homem, que provavelmente ainda estaria na minha frente e caso ainda estivesse acordado esperaria uma resposta, seja ela qual fosse para então completar. – Sinto muito. -

Porém ainda haveria a chance de que o homem consegui-se desviar dos meus ataques preliminares, assim poderia acabar exposto. ~ Droga, conseguiu desviar. ... hum... mas não fique tão alegre, pois o homem que esta enfrentando é o homem destinado a ser o melhor espadachim do mundo! ~ Mesmo assim tentaria manter a calma e aproveitaria o tal momento para analisar o padrão e o tempo de reação do homem. Assim conseguindo uma informação valiosa, que poderia presentear-me com a vantagem no combate, para conseguir assim reagir a um possível ataque. E caso como assim pensado acontecesse um ataque, seja qual fosse à posição que me encontra-se trataria de esperar olhando avidamente para meu oponente na tentativa de ver qual seria seu plano, atirar ou trocar golpes com espadas. Para o caso de vê-lo mover a mão que segurava a pistola, erguer-me-ia rapidamente colocando-me sobre a ponta dos dedos dos pés e num movimento rápido sairia de minha posição de encontro ao oponente correndo em zig zag, com os braços estirados para trás e segurando firmemente o cabo da katana com a mão direita, esperaria conseguir desviar de todos os possíveis disparos e assim que aproximasse-me a uma distância considerável para minha katana alcança-lo, atacaria-o com um golpe diagonal ascendente da direita para esquerda visando atingir a mão que segura-se a arma, nesse ataque não se importaria de corta os dedos ou mesmo a mão do homem.

Esperaria poder para-lo com isso, para então seguir a falar olhando-o com olhos serenos e uma expressão séria. – Sinto muito pelo que aconteceu, mas por favor pare agora e recue. ... Mesmo que não faça como eu estou lhe dizendo, acabará morrendo em vão. Os guardas agora sabem que você esta aqui perdeu o elemento surpresa, então recue ou renda-se. ... Se ainda quiser me enfrentar não irei recuar, mas logo lhe aviso o homem que esta na sua frente é o homem que um dia será o melhor espadachim do mundo! Esta preparado para me enfrentar? – Ainda olhando para o homem, que provavelmente ainda estaria na minha frente e caso ainda estivesse acordado esperaria uma resposta, seja ela qual fosse para então completar. – Sinto muito. -

Mas caso o mesmo ainda estive-se disposto a continuar com o combate, trataria de me tomar um pouco de distância do homem e colocar-me-ia posicionado com a perna direita um pouco a frente da esquerda, ambas um pouco flexionadas para baixo e ficaria sobre a ponta dos dedos dos pés, assim estaria pronto para agir rapidamente caso necessário para esquivar-me. A katana estaria ainda sendo segurada pela mão direita posicionada a frente do corpo, na altura aproximada do umbigo, com sua ponta voltada para cima e com o cabo formando um ângulo de aproximadamente 30° com meu corpo, enquanto a mão esquerda ainda estaria segurando a bainha, porém a mesma estaria posicionada para trás do corpo e estaria apontada para o chão. ~ Se ainda quer lutar, não há o que fazer. ... Não posso deixar essa luta se prolongar, pode haver mais homens como ele se segurando para não se revoltarem aqui, e antes que comecem a fazer alguma besteira tenho que impedi-los! ~ Tentaria me manter alerta, confiando em tudo que havia aprendido até  ali com minha tia Ilhya e com meu tio Rindo, cuja haviam me treinado para conseguir sobreviver nesse mundo tão cruel. Os meus sentidos pareciam estar mais afiados do que nunca, além de uma certa alegria ter surgido mesmo diante da situação difícil ... Seria sobre isso que Ilhya havia me falado aquele dia?


Narração / - Fala - / ~ Pensamento ~


Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: O Início da Jornada   O Início da Jornada EmptySab 30 Jan 2016, 15:34

Música de Fundo

No meio deste enorme alvoroço na avenida, Istylian estava com sua mente dividida. Não sabia quem estava certo ou errado; não sabia quem defender, contra quem protestar. Ele decidiu culpar o destino e mais ninguém por esta ação, mas ainda não se sentia satisfeito com tal pensamento. Enquanto estava perdido em seus devaneios, ele reparou o homem se aproximando. E julgou melhor, em prol do povo, defender Faham do atacante. Um assassinato agora poderia causar ainda mais comoção, e talvez resultar em mais mortes.

Antes de tudo, o jovem gritou, alarmando o nobre. Este surpreendeu-se, fazendo seu cavalo ir um pouco para trás e buscando do olhar que o havia chamado. Foi enquanto ele vasculhava a multidão que Istylian passou como uma flecha em sua frente, a katana em mão, porém ainda embainhada. Por algum momento, os guardas apenas olharam, boquiabertos, a luta que havia irrompido ao lado do regente de Porto Branco. Percebia-se que o jovem dizia algo para o atacante, porém não pareceu afetar o homem nem um pouco. Este não estava bêbado de álcool, mas sim de ódio.

Quando o homem percebeu que Istylian queria pará-lo, este soltou um urro de raiva e gritou:

NÃO SE META!

Neste momento, ele atirou três vezes sobre o jovem. Porém este, correndo em zig zag, conseguiu confundir a mente do homem, já extremamente perturbada por seus sentimentos. Mesmo assim, um tiro sortudo conseguiu pegar o ombro esquerdo de Istylian de raspão, deixando apenas uma pequena ferida superficial. Logo que chegou perto de seu alvo, o jovem sacou sua espada e desferiu um golpe forte no pomo da arma de seu adversário. Desarmado e sem balas, o homem jogou sua pistola fora e pulou sobre o jovem, com suas próprias mãos.

Antes que a luta pudesse prosseguir, três guardas seguraram o atacante e algemaram-no, implacáveis. Um deles sacou um enorme machado de batalha, que fazia o seu tamanho, e preparou-se para executar o homem lá mesmo, em frente de toda a população. Segundo eles, apenas um ato radical desses poderia aterrorizar suficientemente a população para que ela se acalme. O machado erguia-se, pronto para recair sobre o pescoço do homem.

O ato que os guardas preparavam para fazer tiveram um resultado completamente diferente do esperado; ao invés de esconder-se, o povo erguia-se, protestando. A união faz a força: uma maré de pessoas voltava para o local, gritando xingamentos, e muitos já se aproximavam dos cavalos. A grande maioria não havia visto o que o homem iria tentar, e acharam que estavam a executá-lo apenas para dar um "aviso" à população.

Porém, antes que a situação pudesse piorar, uma figura destacou-se da multidão, gritando:

PAREM!

Todos imobilizaram-se. Era Samul Dindi, o velho líder de Frushin. Sua presença era respeitada por todo o povo, e também pelos nobres. Ele chegou perto de Faham e cochichou algo em seu ouvido. Após isto, o nobre aproximou seu cavalo de Istylian e lhe propôs:

Olha, vi que você possui uma certa... habilidade no combate. Venha comigo, e poderemos discutir um pouco mais.

O regente de Porto Branco estendia sua mão ao jovem, enquanto Samul Dindi conversava com o homem algemado. A multidão estava se dispersando, e os guardas partindo. O show havia terminado.

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: O Início da Jornada   O Início da Jornada EmptySab 30 Jan 2016, 19:00


O Início da Jornada

“Cap. 3 - Samul Dindi, O Líder de Frushin!”



Minha escolha já estava feita e agir fora o certo a se fazer. Correndo entre as pessoas como uma flecha, claramente me destacava aos olhos dos guardas boquiabertos. Mais a frente estava o homem que perceberá minha intenção de pará-lo e logo se prostrou a urrar de raiva. – NÃO SE META! –

Não era algo que poderia atender. Disparos eram realizados contra mim, mas devido a minha movimentação constante, conseguia desviar de quase todos os disparos. Um dos três disparos realizados acabava por atingir de raspão meu ombro esquerdo. ~ Hum... Vou acabar com isso agora! ~ Sentia a dor causada pelo disparo, mas o calor do momento encobrirá o mesmo e não poderia parar ali. ~ Agora esta acabado! ~ Conseguia prosseguir com meu plano e logo que me aproximei o suficiente executei meu movimento certeiro e poderoso no pomo da arma. Mas uma surpresa acontecia, o homem a minha frente agora deixava suas armas para lá e pulará em minha direção desarmado. ~ Oi ... oi ... perdeu a cabeça? ... Bem agora será mais fácil de pará-lo. ~

Era o que pensava, mas não o que acontecia. Antes que pudéssemos continuar a luta, três dos seis guardas interviam segurando o homem rebelde e o algemavam implacavelmente. ~ Eles o pegaram. O que farão agora? ... Eu deveria ter sido mais rápido, então... ~ Meu pensamento era interrompido pelo que via a seguir, um dos guardas erguia um machado e ao que parecia estava pronto para usa-lo, decapitando o homem já dominado. Era algo que já não fazia necessidade, o único machucado até ali era o velho bêbado e eu então por que eles o matariam. ~ Droga! ... Ele vai morrer em vão! ... Não posso fazer mais nada? ~ Aquela visão não era o que havia pensado antes de agir. Tudo que queria era evitar que mais pessoas acabassem sendo arrastadas para morte, mas parecia que não haveria como evitar de haver mais um corpo para enterrar.

E algo mais apimentava a situação, quando o povo começava a protestar por os guardas estarem a executar um homem, embora estes não haviam visto o que acabara de acontecer. Mais uma preocupação tomava minha mente. ~ Será que não consegui evitar? ... Era realmente inevitável? ... Mas que merda de destino pode ser, pra no dia que sai em minha jornada algo assim esteja acontecendo? ~ Estava mergulhado entre dúvidas e preocupação, até que pude ouvir uma voz gritar. – PAREM! –

Aquelas palavras traziam-me de volta a realidade e logo ali estava Samul Dindi, o responsável/líder da Vila de Frushin. ~ Samul oji-san! ... Isso, ele pode por um fim a isso! ~ A presença de Samul ali, aliviava minha preocupação, pois ele era o homem respeitado por muitos não só em Frushin como também fora de lá. Não saberia ao certo se Faham também o respeitaria, mas apenas por cessar o fogo que estava para estourar já deveria apaziguar o que pudera continuar. O Velho líder conseguirá conversar com Faham, que logo deixará sua atenção voltada para mim. – Olha, vi que possui uma certa... habilidade no combate. Venha comigo, e poderemos discutir um pouco mais. –

~ Discutir? ... Não me lembro de ter que discutir nada com você... ~ Não estaria muito interessado em discutir algo com aquele homem, mas ao olhar para o lado pude ver o velho Samul conversar com o homem algemado. ~ Ele esta com sua mão estendida para mim, embora não esteja muito interessado no que tenha para discutir comigo acho melhor seguir com ele. ... Antes que ele mude de ideia sobre o homem e também não quero que o quer que Samul Dindi tenha lhe dito seja em vão. ~

Logo balançaria a katana e bainha, que ainda estariam em minhas mãos direita e esquerda respectivamente, para a frente do meu corpo levando-as de encontro assim embainhando a espada novamente e a prenderia em seguida na altura da cintura, do lado esquerdo do corpo.  E agora estaria pronto para responderia ao regente de Porto Branco, estendendo minha mão direita em sua direção e firmemente apertaria sua mão. – Obrigado, mas ainda estou muito longe para ser chamado de alguém habilidoso. – Ao me pronunciar estaria olhando nos olhos de Faham, com um sorriso simpático em meu rosto.

Mas para onde seguiríamos? Era uma coisa que ainda estaria no ar. ~ Para onde iremos? ... Tenho que me manter atento. ~ Estaria um pouco inquieto por tudo que havia ocorrido, mas não recuaria ao convite do nobre. Seguiria-o para discutir o que parecia estar querendo, sem fazer muitas perguntas. A cada passo dado trataria de observar a situação ao redor, depois de tanta comoção e ver se toda aquela desconfiança das pessoas da vila, estavam sendo causadas pela presença do nobre no local. Durante a caminhada até que chegássemos a um local apropriado para começarmos nosso dialogo, tentaria manter meus ouvidos aguçados as conversas que poderiam surgir no meio do caminho. Ao ver que Fahem estivesse pronto para começar nossa discussão, tomaria a primeira perguntaria. – O que o Senhor Faham gostaria de discutir? – Estaria atento as falas que Faham pudesse pronunciar.

Se em algum momento fosse me dada à chance de pedir algo, pediria. - O tiro pegou de raspão, mas gostaria de trata-lo será que há alguém para avaliá-lo? – Afinal mesmo que o ferimento parecesse inofensivo, poderia acabar infeccionando e por ventura poderia acabar gerando um infortúnio maior.


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MensagemAssunto: Re: O Início da Jornada   O Início da Jornada EmptySeg 01 Fev 2016, 10:34

Tudo estava se acalmando.  A multidão se dispersava, o caos cessava, e o povo voltava a sua rotina. Porém a agitação nas ruas permanecia, como Istylian havia visto em seu caminho até a loja de armas. A situação fez Faham franzir as sobrancelhas por um segundo, mas ele logo voltou sua atenção para o jovem. Istylian, porém, não sentia-se muito interessado pelo convite do nobre, cogitando recusá-lo. Mas, pelo bem dos outros, ele decidiu aceitar a proposta do regente. Enquanto apertava a mão de Faham, o jovem o agradeceu. O ricaço abriu um sorriso satisfeito por pouco tempo, e respondeu, bem humorado:

Kyahaha! Além de tudo é humilde! Venha, eu insisto em conversar com você.

Ele então se virou para um dos guardas, sinalizando para que ele desça, e depois apontando para o homem que tentara assassiná-lo.

Faça o que quiser com este meliante. E você, meu jovem, suba no cavalo de meu guarda.

Dito e feito. O guarda carregava o homem rua abaixo, e o grupo a cavalo seguia na direção oposta. Sem demora, Faham começou a fazer inúmeras perguntas a Istylian: Qual era seu nome? De onde vinha? Onde morava? Do que ele vivia? E, claro, a mais importante para o regente: Ele tinha sangue nobre?

Faham não poderia ter ficado mais alegre com a resposta. Realmente, ele possuía um pouco de sangue nobre da parte de sua mãe. Logo, o homem disse, contentíssimo:

Eu sabia que um homem bom como você não seria daquela plebe imunda! Temos muito a discutir ainda, Istylian.

E assim as perguntas choviam incessantemente sobre o jovem, sem lhe dar uma trégua onde ele possa pedir ajuda médica. Alguns filetes de sangue escorriam de seu ombro, mas Istylian tentava ignorá-los.

Um momento, o jovem percebeu que estava saindo da vila, e entrando em uma trilha que, ele sabia muito bem, levava a Porto Branco. No meio do caminho, porém, os cavalos pararam, e todos desceram de suas montarias. Os animais precisavam descansar, e os humanos também. O local era uma trilha estreita, rodeada de uma densa mata de pinhais. Istylian e Faham sentaram-se sobre uma pedra chata, e este lhe ofereceu uma bebida.

Aqui, tome. É o melhor que encontrará no reino!

A garrafa de bebida estava na mão do jovem, porém ele ainda não havia usufruído dela. Aproveitando a pequena pausa, Istylian pediu uma pequena ajuda médica, e um dos guardas pôs uma bandagem sobre o ferimento. Iria estancar o sangramento, mas a ferida teria que ser desinfetada logo.

Desculpe, mas não temos um médico conosco agora. Bem, você é um dos únicos que conseguiu me fazer gostar de você, e saiba que isso significa muito. Então, eu, Faham Doroth III, como regente de Porto Branco, lhe proponho...

Um urro havia interrompido o nobre. Os dois olharam para cima, examinando o local, e viram que uma batalha havia irrompido. Um enorme brutamontes, armado de uma maça de seu tamanho, estava acompanhado por outros dez capangas, e lutava contra os guardas. O chefe estava em um embate acalorado com um dos guardas, enquanto três dos capangas corriam em direção de Faham e Istylian. Eles estavam armados de pequenos sabres curvos, e possuíam a mesma altura que o jovem. Logo o nobre estava de pé, a espada fora da bainha, e pronto para a luta.

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MensagemAssunto: Re: O Início da Jornada   O Início da Jornada EmptyQua 03 Fev 2016, 21:24


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Baba escorria pelo canto da boca deste. _ Mulheres... Pepekas... Falava enquanto a baba que escorria pelo canto de sua boca sujava e escorria pelo seu braço esquerdo, o que diabos este estava falando, será que não se deu conta que estava todo babado...? A resposta era obvia quando se tratava de Apollo. Mulheres, eis a solução para todos os seus problemas diante de sua perspectiva, de forma que tais palavras soassem de forma espontânea, natural para ser mais preciso.

Maldito mulherengo era este, porém nada poderia ser feito sobre isso aliás as mulheres o amavam... Mas não importava aquele não era o foco do momento. Levantava após um grande período a "hibernar", olhava para os lados para avaliar sua situação e soltava um grande bocejo enquanto espreguiçava esticando seus braços até onde podiam alcançar. Comia após acordar, um pouco depois de realizar suas "necessidades", pois iniciar seus afazeres que havia imposto a si, não poderiam de forma alguma serem realizados sem um bom lanche para fortalecer os músculos e dar-lhe a energia necessária para suas possíveis aventuras.

_Oishi. Falava após concluir seu lanche de forma que demonstrará estar satisfeito. Estava na hora de iniciar seus objetivos ainda não concluídos, sua feição mudou completamente naquele mesmo instante, deixando aquele rosto descontraído para algo mais sério. Seria aquele seu famoso estilo "Bad Boy"?_HAHAHAHA. Soltava uma grande gargalhada. Que diabos era aquilo tão repentino. _Mulheres me aguardem. E por sua vez começava a caminhar sem um rumo fixo somente a vaga com a intenção de que as coisas fossem simplesmente acontecendo, mas claro de acordo com seus conformes.

Encontraria aquele o que estaria a procurar mesmo que não deixasse tal claro, se que sabia o que este prendia... 'Ficarei forte o bastante maldito, virarei um Caçador renomado e mostrarei para todos que sou forte o bastante para dominar tudo e possuir muitas garotas'. Falava consigo mesmo mentalmente, algo como um vago e distante pensamento. Aquilo acabará de responder a pergunta a mim imposta, demonstrando então alguns  de seus objetivos, algo meio vago para alguém que desejasse ir tão além como Apollo, mas talvez seria seu estilo avançar com a maré, sem se preocupar muito mesmo que seu face demonstrasse totalmente o oposto grande parte das vezes, pois sempre cercado por mulheres.

Continuo a caminhar, suas mãos ficavam posicionadas atrás de seu pescoço o apoiando enquanto realizava seus passos lentos e suaves como uma garça a caminhar. Um belo cabelo loiro possuía, fios desligados e selvagens, poderia ser aquele um de seus atrativos acreditava, balançando a cada passo impulsionados com a brisa que neles entravam em contato, como não chamar atenção? Para mim aquilo parecia ser impossível, realmente ele fazia jus a sua "fama" de mulherengo, por onde anda chama a atenção. O que estaria por vir, o caminho deste seria longo... muitos desafios estariam por vim e claro muitas mulheres...


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MensagemAssunto: Re: O Início da Jornada   O Início da Jornada EmptyQui 04 Fev 2016, 12:56


O Início da Jornada

“Cap. 4 - As Confusões Os Perseguem!”



- Kyahaha! Além de tudo é humilde! Venha, eu insisto em conversar com você. – Realmente parecia haver algo naquele homem, naquele nobre, que não agradava me agradava muito. Mas o que poderia ser? ... Faham ordenava que um de seus homens tomasse conta do criminoso, fazendo o que quisesse com o mesmo. Enquanto eu deveria segui-lo montado no cavalo de seu guarda. ~ Espero que Samul-jisan possa ajuda-lo agora. Faham que tipo de homem é você? ~

Inúmeras perguntas eram me feitas por Faham, mas qual era o sentido de tais perguntas? Por que esse interesse tão repentino? Alguns mistérios me rondavam, até que o mesmo perguntava de minha origem e ainda que puro, ainda há sangue nobre circulando em minhas veias. Mas o que ouvira em seguida. ... – Eu sabia que um homem bom como você não seria daquela plebe imunda! Temos muito a discutir ainda, Istylian. – Cerrava meu punho direito, enquanto segurava a rédea e como sempre, em momentos difíceis nada melhor que um sorriso. ~ Plebe imunda?! ... Agora eu realmente sei por que não gostei dele desde o principio. Quem você pensa que é Faham? ... Você não passa de um homem, uma pessoa como qualquer outra. Apenas se acha melhor por ser um nobre, que mundo tosco. Espero que acabemos logo com essa conversa, não quero continuar a escutar tais besteiras. ~

Estando inerte em meus pensamentos não pude perceber que já estávamos a caminho de sair da vila. ~ Bem, essa estrada leva a Porto Branco, então é isso. ... Vai ser uma viagem longa pelo visto. ~

Após uma enxurrada de perguntas e de cavalgar bom um bom tempo, acabamos parando no caminho. Os animais precisavam descansar e essa pausa me daria uma ótima oportunidade de provar um pouco de uma famosa, quem sabe, bebida de Porto Branco. – Aqui, tome. É o melhor que encontrará no reino! – Finalmente algo que valeria a pena. ~ Vamos ver qual é o sabor! ~

Em meio a mais algumas palavras de Faham e de um tratamento meia boca, esta eu a segurar aquela garrafa ansioso para provar daquela bebida. Mas o destino sempre prega peças e o sinal do abrir das cortinas era um forte urro, que interrompia o falatório de Faham. ~ Eu me pergunto o porquê de tantas coisas estranhas acontecerem logo hoje. ... Vir com eles parece ter sido um real incomodo, mas mais importante que isso quem será ou o que será, que quer atrapalhar esse meu momento? ~

- Um combate. ... Claro, um combate. – Era o que já estava para ocorrer, mesmo quando havia conseguido um pouco de uma bebida saborosa, não tinha tempo para desfruta-la. Mas o combate em si não era minha preocupação principal e sim o homem com quem tinha a meu lado. ~ Faham já sacou sua espada, mas será que ele a utiliza melhor que sua língua? ... Droga! Vai sobrar pra mim mesmo, então vejamos o que fazer?! ~

Primeiramente me colocaria de pé e ainda com a garrafa em mãos, não poderia deixar passar a oportunidade de provar da bebida, logo daria um pequeno gole. Enquanto estaria a saborear o gole, observaria os três homens que estariam a se aproximar, analisando-os e compassando o tempo de seus movimentos graças a minha capacidade nata de estimar a passagem do tempo com exatidão. ~ Vejamos! Eles parecem confiantes demais. Como o tio havia falado uma vez: ‘Quando enfrentar muitos adversários observe a diferença de velocidades deles. Embora estejam em maior número, nem todos possuem velocidades iguais. Então acabe com o mais rápido, pois ele é o que vai chegar antes em você. ... Mas não se esqueça, seja mais rápido. E quando pensam estar com a vantagem eles acabam cometendo erros, então aproveite a chance e acabe com eles!’ ~ Já possuía um esboço formado em minha mente, agora era dar continuidade e ver se seria ou não eficiente no momento que se seguira a partir dali. – Oi Faham! Ainda esta com sua arma, não é? ... Vou precisar da sua ajuda e dela. Pena que vou acabar desperdiçando essa bebida com o que vou fazer, mas é melhor que sermos chateados por esses caras. – Esperaria que Faham ainda estivesse com a arma que possuía, a mesma que fora mostrada na Vila em Frushin ou outra qualquer. – Prepare-se pra atirar quando eu fizer minha jogada. –

Levaria a garrafa novamente a boca, em seguida viraria-a um pouco acumulando um pouco da bebida em minha boca. Tentaria não perder de vista os três perturbadores que estariam correndo em minha direção. Colocaria-me a frente do regente, segurando em minha mão direita à garrafa e esperaria aproximação dos canalhas até que estivessem próximos o suficiente para lançar a garrafa ao ar, em direção aos três patetas que esperaria que estivessem correndo quase juntos. Logo após agiria rapidamente deslocando o braço esquerdo para baixo em busca da bainha de minha katana, com a mão esquerda posta sobre a mesma utilizaria o polegar esquerdo para levemente deslocar a o guarda mão da bainha, enquanto com a mão direita num movimento rápido sacaria a katana atacando a garrafa alçada ao ar em direção aos inimigos, esperando que ao espatifar a garrafa a bebida se espalha-se sobre os corpos dos três ou de pelo menos um deles. E também esperaria que Faham não esquece-se do que havia avisado mais cedo sobre a jogada, estaria um tanto quanto na cara que esperaria que disparasse sua arma contra aquele que estivesse coberto da bebida.

Esperaria que o plano inicial desse certo, mas como sempre deveria estar pronto para contornar a situação. Abriria um pequeno sorriso com cuidado para não deixar o sakê/rum ou o quer que fosse a bebida dada por Faham acaba-se saindo de minha boca, esperaria pelo primeiro ataque inimigo já colocado em posição de combate. Segurando a katana a frente do meu corpo com na altura do abdômen, com a ponta levemente apontada para frente, com a perna direita um passo a frente da esquerda, ambas levemente flexionadas para baixo e ficando sobre a ponta dos dedos para poder reagir mais rapidamente a qualquer necessidade repentina. Ficaria de guarda aguardando o primeiro ataque do inimigo para prosseguir com o próximo. Utilizar-me-ia de minhas habilidades natas para tentar garantir uma esquiva eficiente do primeiro ataque, desviando para esquerda num rápido movimento e em seguida seguiria com um corte horizontal seguindo o movimento da esquiva. Poderia acontecer que meu inimigo desvia-se ou mesmo bloqueasse o ataque e nesse caso, utilizar-me-ia do elemento surpresa. Daria uma baforada com o resto da bebida guardada em minha boca sobre o rosto do adversário em busca de fazê-lo baixar a guarda e logo em seguida seguiria com um golpe rápido, uma estocada frontal visando atingir o abdômen.

Esperaria conseguir finaliza-los ou finalizar, pelo menos um, com esses ataques. Mas caso obtese ou não o êxito esperado, trataria de me afastar um pouco e observaria atentamente a situação. Colocar-me-ia em posição defensiva posicionando a katana em frente de meu corpo formando um ângulo de aproximadamente 15° e com minhas pernas um pouco flexionadas para baixo, ficando sobre a ponta dos dedos, assim criando uma base forte para bloquear um possível ataque ou para se mover em velocidade para se esquivar.


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MensagemAssunto: Re: O Início da Jornada   O Início da Jornada EmptyQui 04 Fev 2016, 21:33

Apollo

Na alta-cidade de porto branco, em frente aos seus portões, um homem andava, sem compromisso nem preocupações: era Apollo Van Khan, um mulherengo incorrigível. Por fora, seu rosto era de mármore, a expressão séria e imutável. Em meio de um fluxo de pessoas anormal para o local, com muita gente entrando pelos portões, ele se mantinha frio e não se importava com os empurrões que recebia ocasionalmente. Mas, por dentro, ele era um homem com fortes sentimentos e uma história carregada deles. Enquanto ele se preparava a ultrapassar as muralhas que rodeavam a parte rica da cidade, algo o fez parar e virar a cabeça.

Encostada no muro de pedra e rodeada de pessoas com quem ela conversa, estava uma jovem como ele nunca havia visto. Sua beleza era estonteante, seus olhos possuíam um brilho único, seu corpo era avantajado; enfim, era um anjo aos olhos de Apollo. Ela vestia uma jaqueta de couro de manga longa, e um chapéu triangular, ornado com uma pena vermelha. Parecia ter uma boa vantagem financeira, ao julgar as vestes. E o jovem não conseguia resistir. Ele era como compelido a se aproximar daquela beleza, seus olhos antes tão sérios agora arregalados.

Ao chegar perto dela, Apollo percebeu que os amigos de sua musa estranhavam-no, e já roçavam suas mãos em suas armas. Em uma discussão acalorada, a mulher demorou para perceber a presença do jovem. Ele a olhava, deleitando-se com sua vista, até que a linda voz dela interrompeu seus devaneios:

Desculpe, precisa de algo?




Istylian

O jovem já estava farto de Faham. Antes, ele já o estranhava, mas, assim que ele mencionou o povo como "plebe imunda", ele passou a odiar o nobre. Istylian era, sem sombra de dúvidas, um homem defensor do povo. Enquanto ele pensava em como tanto havia ocorrido em apenas metade de um dia, outro fator surpreendente o forçou a voltar para a realidade. Era um combate.

Os três espadachins se aproximavam correndo, e Faham estava pronto para defender-se. A espada erguida, ele estava prestes a ataca-los, quando Istylian lhe passou suas ordens. Ora, o nobre não ficara nada contente com receber de ordens de alguém "inferior" a ele! Mas mesmo assim, ele se conformou, pois, em uma hora tão urgente quanto essa, não há tempo para discussões. Ele aguardou o movimento do espadachim, sua guarda levantada.

E assim Istylian iniciou seu movimento astucioso e audacioso. Deu um gole em sua bebida, algo que lhe custou um tempo precioso, e jogou a garrafa no ar. Enquanto ela viajava em direção dos três capangas, o jovem habilmente desembainhou sua katana e cortou a garrafa, espalhando bebida sobre o chão e sobre dois dos atacantes. Mas, a guarda aberta, Istylian deu uma brecha para os espadachins. Um deles, que estava na vanguarda, avançou sobre o jovem, e, por sorte, errou o golpe, apenas rasgando pele do cotovelo esquerdo com uma estocada mal realizada. Sangue escorreu pelo braço dele, e o jovem pulou para trás, segurando a ferida e cerrando os dentes. Porém o ferimento não era grava: nada que um bom curativo e desinfetante não poderiam curar.

Mas o plano havia dado certo; Faham entendera o plano, e preparou para atirar com sua pistola. Ele mirou em uma maior poça de álcool no chão, e, rapidamente, labaredas surgiram no local e cresceram demasiadamente, chegando a quase 50 centímetros de altura. Um dos homens estava perto demais das chamas e impregnado com o líquido inflamável. A alta temperatura fez o álcool pegar fogo, e, em uma questão de segundos, o homem estava coberto de chamas, rolando no chão para apaga-las.

Os dois outros que restaram se separaram: um deles foi contra Faham, e outro contra Istylian. Este último já conseguia ignorar a dor do ferimento, levado pela adrenalina, e desviou facilmente do primeiro golpe do espadachim. O jovem contra-atacou com um golpe vertical, porém este foi bloqueado pela espada de seu adversário. Mas Istylian ainda possuía um truque na manga: ele cuspiu toda a bebida que estava em sua boca sobre seu adversário, cegando-o brevemente. Este tempo foi fatal, e o abdômen do espadachim foi perfurado pela espada.

Enquanto isso, o homem com uma maça simplesmente destruía os guardas; ele já havia derrubado quatro, e o outro sofria para se manter vivo. O último guarda estava sendo sobrepujado por inimigos, pulando para trás e praticamente fugindo dos capangas. O nobre estava em uma luta disputada com seu adversário. Pelo menos via-se que outros três subordinados do enorme lutador haviam sido derrotados, sem contar os que caíram pela mão de Istylian e Faham. Mas ainda eram seis contra quatro, e a guarda real estava em severa desvantagem.

OFF:
 

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