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 Man of science

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MensagemAssunto: Man of science   Man of science EmptySab 23 Jan 2016, 21:48

Man of science

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Conrad Ludwig Asimov. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Man of science   Man of science EmptySex 29 Jan 2016, 19:57






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Summer has come and passed The innocent can never last Wake me up when September ends Like my father's come to pass Seven years has gone so fast Wake me up when September ends ❝ Lari ❞ 
Se eu disse que gostava dessa cidade, você acreditaria? Ok, eu sei, sou egocêntrico, e a única chance de sentir algo por qualquer coisa que não seja eu mesmo, seria se tivesse meu nome nele, já imaginou? Conrasville. Eu aceito isso, é parte de quem eu sou, mas enfim, gostava da cidade, agora ela já esta em estado de decadência, escória de ladrões por todo lugar, e pior que isso? Nobres, garotos ricos que vinham para cidade pra estudar, porque papai e mamãe podem pagar. Não sinto raiva deles, sinto inveja, eu já fui assim, riqueza, fama, agora tudo que me resta é um legado destruído que tenho que consertar, algumas pessoas simplesmente nascem para serem melhores, divisão social é uma coisa necessária.

Essa cidade já passou da data de validade, além do mais esta na hora de seguir em frente com a operação “O homem mais inteligente do mundo”, e a operação “inventar um nome melhor para essa operação”, afinal ser incrivelmente gênio é uma coisa, ser criativo é outra. Me refiro ao grande plano mestre de ser o melhor cientista que o mundo já viu, eu sei, soa meio cafona, mas é bem por ai mesmo. E o primeiro passo era sair daquela cidade, onde a minha má fama me segue como um rato persegue queijo.


Mas antes, tenho alguns dilemas a resolver, Marinha ou Governo Mundial? Pelo que soube era uma das duas maneiras de ingressar na divisão de inteligência da marinha. De todo o jeito, iria precisar de alguma arma. E portanto iria focar neste problema primeiro. Pretendia encontrar alguma loja de armas. Pediria informações a alguém na rua se necessário. -Pode me dizer aonde fica a loja de armas mais próxima?- Pediria da forma mais discreta possível, com tom de voz baixo, evitando contato visual e tentando não parecer estranho ao mesmo tempo, a razão disso é que não queria ser reconhecido, já doía bastante precisar de ajuda de alguém, pior ainda se descobrissem de que se tratava do filho do cientista louco. Poderiam até se recusar a ajudar-me, caso não conseguisse informações com a primeira pessoa seguiria para outra até conseguir.

Notei que na verdade não fazia nenhum esforço para não ser reconhecido, andava com o velho e surrado jaleco de meu pai, minha aparência também não ajudava, parecia um nerd que havia virado a noite estudando, e passava a impressão de nem sequer ligar para a aparência, meus cabelos brancos estavam como sempre bagunçados e os olhos possuíam olheiras. É, talvez não estivesse em meu melhor estado, mas ainda sou um gato.

Caso encontrasse a loja de armas, adentraria e daria uma bela olhada nas melhores armas do local, apesar de saber que isso só iria doer na alma, pois não possuía mais grandes riquezas como antigamente. Me dirigiria ao dono do estabelecimento. -Quero um arco simples e uma aljava de flechas.- Diria serio, dessa vez simplesmente encarando o vendedor, estudando-o por cima dos óculos, logo em seguida levando o dedo do meio ao óculos, reposicionado-o, estava torcendo para não ser reconhecido. A palavra “simples” por si só já me doía. Queria na verdade algo caro, e ter o dinheiro para pagar por isso.

 


Off:
Spoiler:
 


Bejetivos
Spoiler:
 

Obs:
Spoiler:
 

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MensagemAssunto: Re: Man of science   Man of science EmptySab 30 Jan 2016, 00:48

~ Narrador ~
1. Finalmente estou pronto...

Conrad Ludwig Asimov não fazia questão de esconder-se. Era orgulho antes de tudo, e todas essas experiências que dão sentido à vida acumuladas ainda eram sobrepostas pelo que exteriorizava, a paixão pela ciência que herdou do pai. O velho jaleco, as iniciais ainda gravadas no bolso desgastado pelo tempo remetiam a uma época onde a glória da família era celebrada a cada conquista dentro do laboratório. Esses bons ventos já sopraram para longe sonhos de outrora – não serão esquecidos – mas o ciclo da estações finalmente trouxe novos ventos, assim acreditava o gênio finalmente partindo depois de sete anos difíceis.

A ilha é na verdade bastante repetitiva após uma segunda olhada, muitas construções e quase nenhum verde, uma cidade bem planejada acaba setorizando as coisas com políticas para cada tipo de empreendimento e serviço. As pessoas estavam particularmente desinteressantes para Conrad naquela manhã, afinal ninguém notaria o brilho em seus olhos assim logo de cara, o sol que pouco a pouco invadia pelas janelas das casas era o mais próximo de vida que os habitantes estavam acostumados, e suas rotinas em nada mudaram apenas porque o filho do cientista louco decidiu sair cedo para caminhar, ninguém se importava.

Pode me dizer aonde fica a loja de armas mais próxima?

A pergunta foi ignorada pela primeira senhora que foi vista, talvez estivesse com pressa, a mesma pressa que alguns dos nobres daquela região estavam demonstrando, enquanto tirava suas conclusões um homem de meia idade e barba por fazer que estava deitado sossegadamente num banco de praça interrompia esse momento dizendo entredentes.

Ora essa garoto, pra que cê precisa de uma arma? Vai se matar, ou tô errado?

Se desse atenção a ele poderia ver algumas garrafas vazias logo abaixo do banco, a noite fria exigia um sobretudo mas o homem não parecia de muitas posses, apenas uma camisa branca já manchada pelo suor e tons de vermelho escuro, uma calça marrom e botas surradas, não parecia se importar com qualquer de suas vestimentas, exceto por um coldre e uma pistola afivelados na cintura, talvez só tivesse tido isso na vida o pobre coitado, mas era mais que o cientista possuía no momento, a aparência cuidada desses itens se sobrepunha ao resto. Não era uma loja de armas, mas podia ser uma oportunidade, as vezes o destino tem outros planos, mas só nós podemos fazer as escolhas. Certas ou erradas, quem é que esta julgando afinal?

A única coisa que poderia intrigar a mente do jovem é como sua pergunta discreta poderia ter sido ouvida a cerca de oito metros. Embora fosse fácil deduzir.

Citação :
Post's: 01
Vantagens: Genialidade, Temperamento Calmo e S.A. (Visão)
Desvantagens: Compulsivo (Ajeitar os Óculos), Má Fama
Perdas: N/A
Ganhos: N/A
Extra: N/A
OFF: O defeito compulsão não exige um número de post's, apenas um "gatilho", em certas situações seu personagem tem que realizar a compulsão. Ex: situações de stress.

Citação :
Personagem / NPC's

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Última edição por levy em Dom 20 Mar 2016, 22:27, editado 3 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Man of science   Man of science EmptySab 30 Jan 2016, 07:03






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Summer has come and passed The innocent can never last Wake me up when September ends Like my father's come to pass Seven years has gone so fast Wake me up when September ends ❝ Lari ❞ 
Confeso que não fiquei surpreso ao ser ignorado, não gostava, quem gosta aliás? Mas para mim era bem pior, era como se recebesse uma facada no orgulho, gosto de ser o centro das atenções e ser ignorado pra mim é uma experiência terrível, como se minha existência não fosse de nenhum modo importante. Frustrei-me, e quando estava prestes a desistir alguém se dirigiu a mim.

-Ora essa garoto, pra que cê precisa de uma arma? Vai se matar, ou tô errado?

Eu? Me matar? Imediatamente tive que localizar o tolo autor da frase, era aparentemente um vagabundo de meia idade que encontrava-se deitado em um banco de praça; deduzi que era um vagabundo por causa de sua barba mal feita, roupas e garrafas vazias em baixo do banco. O que mais? Ah é, ele estava deitado em um banco, era claramente um vagabundo, mais aí notei em seu coldre uma arma, mais precisamente uma pistola. Hesitei por um instante, afinal, era um estranho armado. Comecei a me aproximar, e só aí notei o quanto ele estava longe, tinha uma audição muito boa pra um velhote qualquer, isso me deixou intrigado.

-Existem formas mais inteligentes de morrer, velhote.-

Disse com minha voz fria e suave característica, tentei não soar ameaçador, afinal uma das coisas que mais preso é a inteligência, e uma coisa é certa; não é inteligente mexer com um cara armado. Senti-me um pouco ofendido com a pergunta dele, a ideia de tirar minha própria vida era absurda, não só porque tinha uma missão a cumprir, mas também porque me amava demais para cometer tal ato. Suicídio, para mim, estava simplesmente fora de cogitação.

Bom, ele certamente não era uma loja de armas, mas algo nele me chamava a atenção, não sabia bem o que, um velhote intrigante, de fato. -Vejo que possuí uma arma. Pode me dizer como a conseguiu?.- Apontei para o coldre que o homem tinha em sua cintura, a arma parecia estar em melhor estado que o próprio, isso provavelmente significava que era valiosa ou pelo menos valiosa para ele. Veja bem, armas de fogo não é bem a minha praia, mas consigo me virar bem com qualquer coisa que tenha mira, então receber uma pistola pra mim não seria problema, porém me sentiria mais confortável com um arco.

Quis saber quais eram as intenções daquele velho quanto a mim, por que não simplesmente me dizer aonde fica a loja? Ele claramente tinha alguma intenção a qual eu desconhecia, e eu gosto de um mistério, não saber algo me mataria, por isso decidi que prosseguiria o dialogo com aquele velhote. Porém, caso ele somente me indicasse uma loja de armas próxima, seguiria em frente de acordo com suas instruções, mas deduzia estar errado ou pelo menos, esperava estar, queria ver onde aquilo daria, talvez ele tivesse algum tipo de proposta para me fazer, talvez algo que me rendesse algum dinheiro. Não gosto de admitir, mas precisava de dinheiro, qualquer quantia que fosse.

 


Off:
Spoiler:
 

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MensagemAssunto: Re: Man of science   Man of science EmptySab 30 Jan 2016, 11:01

~ Narrador ~
2. O velho...

Um pouco desconfortável por ter sido ignorado antes, mas não surpreso é claro, se dirigiu na direção do homem que até então era um mistério, embora a dedução mais lógica levasse a crer que ele era apenas um vagabundo qualquer. A brisa fresca da manhã soprava de forma agradável enquanto uma aproximação cautelosa acontecia.

Existem formas mais inteligentes de morrer, velhote.

Os olhos ainda fechados foram esfregados pelas costas da mão do homem, ele pôde ainda se espreguiçar e se por sentado numa das pontas do banco, enquanto dava uma olhada em Conrad. Sua expressão um tanto cansada, levando a mão a cabeça iria resmungar alguma coisa, mas antes que pudesse dizer algo o jovem cientista apontava para a cintura dele dizendo.

Vejo que possui uma arma. Pode me dizer como a conseguiu?

As intenções do velho não eram perceptíveis, mas as do garoto eram audaciosas. Talvez não houvesse tanto mistério assim, pelo menos já dava para perceber pelo cheiro de álcool evidente que o homem sentado de cabeça baixa estaria com uma ressaca daquelas. Ainda assim estava alerta, e após esfregar o cabelo uma vez mais ele olhou finalmente nos olhos do garoto.

Achei que ocê era mais um idiota, mas se ocê veio aqui me incomodar cê deve ter coragem, olha, cê não vai querer ouvir minha história agora, mas se ainda quizé uma arma eu sei onde conseguir...

E com alguma dificuldade o homem se levanta encarando diretamente.

Velho:
 

As coisas não ficaram mais claras, na verdade só mais estranhas, se decidisse seguir o homem sairiam dali por uma rua atrás da praça, percorrendo por uma estrada mais estreita que as demais, ao final haveria uma escadaria para um acesso subterrâneo, qualquer que fosse o final daquilo o cientista não estaria confortável, e suas perguntas ao longo do caminho poderiam ser respondidas ou não, de qualquer maneira, só saberia se entrasse, e o velho apontava para o buraco mais escuro que a rua.

Você primeiro...

Mas se decidisse seguir a mesma rua onde já estava podia ir para algum outro lugar, procurar outras informações sobre a aquela loja de armas. Certamente não saberia quando, onde e "se" voltaria a ver esse velho novamente.

Citação :
Post's: 02
Vantagens: Genialidade, Temperamento Calmo e S.A. (Visão)
Desvantagens: Compulsivo (Ajeitar os Óculos), Má Fama
Perdas: N/A
Ganhos: N/A
Extra: N/A
OFF: Situação de stress é um exemplo, você precisa saber porque seu personagem é compulsivo, o que o levou a isso, e criar um gatilho, algo que te faça lembrar esse porquê. Então vez ou outra você vai identificar esse gatilho na minha narração para poder cumprir com a desvantagem.

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Última edição por levy em Dom 20 Mar 2016, 22:28, editado 5 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Man of science   Man of science EmptyDom 31 Jan 2016, 04:22






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Summer has come and passed The innocent can never last Wake me up when September ends Like my father's come to pass Seven years has gone so fast Wake me up when September ends ❝ Lari ❞ 
Continuei cuidadosamente estudando o velho, ele parecia um sujeito comum apesar de minhas suspeitas, pior, parecia só mais um simples velhote cachaceiro, pude sentir o odor de álcool nele, e notei que ele parecia estar tendo uma ressaca daquelas. Não sou do tipo que bebe, mas consigo reconhecer facilmente um bêbado quando vejo um.

-Achei que ocê era mais um idiota, mas se ocê veio aqui me incomodar cê deve ter coragem, olha, cê não vai querer ouvir minha história agora, mas se ainda quizé uma arma eu sei onde conseguir...-

De fato, não iria querer ouvir a história dele, porque simplesmente não me importava, mas pelo menos, finalmente estávamos chegando a algum lugar, estreitei os olhos, encarando o velhote, tentando ler suas intenções, tentando perceber se ele não estava armando algum truque. Uma coisa que aprendi vivendo nessa cidade foi a deixar os olhos bem abertos para tudo e todos, a cidade mudara drasticamente, agora era possível achar trambiqueiros em qualquer lugar, por isso decidi manter um pé atrás quanto ao velho e ficar atento a tudo.

Observei-o levantar com dificuldade e percebi o quanto ele era patético, esperava chegar a aquela idade em melhor estado, não senti nenhum impulso de ajuda-lo. Ele me encarou e eu retribui o olhar, tentando enxergar, ver se o brilho nos olhos dele revelaria alguma má intenção e passar um olhar de confiança, de que não seria uma boa ideia ele tentar me enganar. Decidi segui-lo, por mais alerta que estivesse, olharia em volta e checaria se havia alguma outra pessoa nos observando, se o velhote estaria com mais alguém. O meu nível de alerta só aumentava quando passávamos por lugares estranhos, uma rua estreita, e logo um acesso subterrâneo.

-Você primeiro..

Eu sei o que você esta pensando, em uma cidade perigosa como essa, um estranho pede para que siga ele e você segue, definitivamente não é algo inteligente, mas decidi agir por instinto dessa vez, todo o meu ser me obrigava a desconfiar daquele velho, mas algo me dizia que ele poderia me ajudar com o meu problema, então decidi seguir as instruções do velho e descer até o nível subterrâneo, aonde ele teria armas para mim, ou pelo menos era pelo que torcia..

 


Off:
Spoiler:
 

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MensagemAssunto: Re: Man of science   Man of science EmptyDom 31 Jan 2016, 21:49

~ Narrador ~
3. Em qualquer buraco se faz uma festa...

Por mais estranho que o jovem cientista se sentisse ao sair dali entrando em diagonal por trás da praça, com todos os sentidos alertas para o desconhecido a sua frente, resolveu por seguir adiante por razões práticas, precisava de algo do qual não tinha como pagar, ou talvez não podia deixar de seguir em frente apenas para ver em qual esquina o velho que julgava moribundo iria tropeçar e quebrar o pescoço. Não se importaria se isso acontecesse.

A rua era ladeada por pequenas varandas de casas bem construídas, mas niveladas ao nível da rua, tanto que ao seguir por esse caminho o declive natural do terreno fazia com que parecesse que estava descendo para uma fenda por entre o solo, mas na verdade era apenas o paredão que nivela as casas à rua principal, ao final a escadaria de pedra já niquelada por musgos da umidade natural de um buraco era um pouco escorregadia. O primeiro lance de escadas foi o mais escuro pois alguns metros depois já havia uma fraca, mas suficiente luz de lampiões. As paredes de rocha eram marcadas por sujeira, teias de aranha e um cheiro de urina de rato, era desagradável, não tinha nenhuma classe.

Podia estar se arrependendo de sua decisão enquanto andava, foram mais de cem metros de antigos dutos de esgoto a percorrer para finalmente ver uma entrada bem iluminada, a pouca luz ambiente já havia acostumado os olhos de Conrad, o que fez com que o súbito salão a sua frente aparecesse como uma raio de sol em seus olhos, mas atrás dos aros pode perceber uma pocilga bem arruinada, homens andavam por toda a parte gargalhando e gritando barbaridades. Parecia algum tipo de taverna ilegal, um elevado no centro do salão estava coberto pelo sangue de um cara sendo arrastado por dois leões de chácara, tudo indicava que haviam lutas por ali, havia muito mais para se olhar.

Mas antes que pudesse, um empurrão por trás te coloca bem no centro do tapete da entrada, havia alguma coisa coberta por sujeira escrita nele, e as atenções se voltam pra você. Logo atrás a voz do velho em alto e bom som ecoou pelo lugar.

Ha! Ei Big Whyler! Esse moleque quer uma arma, ocê num esculacha ele hein!

As atenções agora se voltaram para uma cadeira perto do balcão do bar, uma caneca de cinco litros de cerveja foi secada em instantes enquanto o enorme homem gordo de pernas finas se virava na direção do hall de entrada. O olhar apertado no rosto só o deixava mais ameaçador diante do fato de que todos ali esperavam suas palavras para depois voltarem a fazer o que quer que estivessem fazendo. Algumas tatuagens no braço esquerdo, e vestindo apenas uma calça já estourando devido à enorme barriga caindo por cima, pigarreou antes de dizer em som meio rouco que atravessou o salão.

Venha até aqui garoto! Vamos ver se posso te ajudar!

Imediatamente depois todas as barbaridades voltaram a se repetir, os barulhos de mesas e canecas de cerveja invadiram o local e um pianista acanhado arriscava uma boa e velha música de salão.

Citação :
Post's: 03
Vantagens: Genialidade, Temperamento Calmo e S.A. (Visão)
Desvantagens: Compulsivo (Ajeitar os Óculos), Má Fama
Perdas: N/A
Ganhos: N/A
Extra: N/A
OFF: Você que escolhe, esse defeito tornou-se mais narrativo, como uma mania que se deve fazer de vez em quando, mas ainda é obrigatório você interpretar, para encerrar as questões leia o último post desse [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.].

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Última edição por levy em Dom 20 Mar 2016, 22:29, editado 3 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Man of science   Man of science EmptySeg 01 Fev 2016, 03:40






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Meus sentidos se alertavam mais e mais a medida que a luz enfraquecia, a cada passo me afundava em um lugar estranho aos meus olhos. Senti o odor de urina de rato, vi a aparência do lugar e minha sensação foi de repulsa, comecei a me questionar se realmente tinha tomado a decisão certa, mas não disse nada, só segui o caminho.

Passei por antigos dutos de esgoto enquanto praguejava baixo, imaginava que tipo de pessoa iria encontrar naquele lugar, além de ratos e baratas, foi aí que vi, como uma luz no fim do túnel, aliás, exatamente como isso, era um lugar bem iluminado e ao entrar meus olhos doeram; estivera acostumado com a pouca luz dos dutos. Quando finalmente meus olhos se acostumaram à iluminação foi que consegui analisar aquele lugar. Imediatamente senti saudades dos dutos de esgoto, o lugar era uma pocilga. Os odores e pessoas dali me davam repulsa, eram arruaceiros, bebiam e falavam asneiras, aliás, gritavam asneiras. O tipo de escória que eu evitava.

-Que lugar adorável.-

Comentei sarcasticamente. Estava no meio da minha análise do local quando me empurram e me vi no centro, todos os olhares direcionados a mim. Eu gosto de atenção, mas daquele tipo ali não. Me sentia como uma criança indefesa naquele lugar.

-Ha! Ei Big Whyler! Esse moleque quer uma arma, ocê num esculacha ele hein!

Big Whyler?Esculacha? Essas palavras deixavam qualquer um nervoso, ok, até eu estava um pouco. Quando o velho falou as atenções se voltaram para um sujeito, para o meu alívio. Tentei não demonstrar a repulsa no meu rosto pelo que vi; um gordo que em instantes fizera desaparecer a cerveja em seu copo, que mais parecia uma jarra de tão grande. Ele tinha uma aparência ameaçadora, assim como a maioria ali. Julguei ele como o líder, era o que dava a entender.

-Venha até aqui garoto! Vamos ver se posso te ajudar!

Finalmente, algo que eu queria ouvir, a tensão em mim aliviou um pouco, mas continuei alerta. Decidi ir de encontro aquele homem repulsivo, fazer negócios com ele e ir embora daquele lugar o mais rápido que pudesse.

-Que tipo de arma você tem? Qualquer coisa que dispare para mim tá bom, mas de preferência um arco, por gentileza.-

Tentaria parecer educado e até forçaria um sorriso, algo que talvez levantasse suspeitas, ou talvez estranhariam. Duvido que algum daqueles brutamontes sequer soubesse oque significava a palavra “educado”, mas era melhor ser educado do que acabar arrumando problemas por faltar com educação, não seria inteligente arrumar algum tipo de confusão ali, estaria em extrema desvantagem. Caso ele me mostrasse as armas, faria negócios o mais rápido possível e sairia dali antes que arranjasse algum problema



 

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MensagemAssunto: Re: Man of science   Man of science EmptyTer 02 Fev 2016, 01:14

~ Narrador ~
4. Que preço estamos dispostos a pagar...

De fato a experiência de seguir um bêbado qualquer estava se mostrando um terrível martírio. Para quem sempre esteve acostumado com o luxo e a riqueza de uma família responsável por inovar e recriar o mundo como o conhecemos é fácil entender porque tudo naquele lugar irritava, como se não bastasse os músculos rígidos pela aura ameaçadora do lugar fariam com que Conrad andasse um pouco estranho, bem diferente de seu natural mais superior. Estar fora da caixa é algo que todos precisamos experimentar, pelo menos assim dizem aqueles que não apenas passaram pela vida.

E as palavras do velho, qualquer que fosse o nome nem importava, pois seria chamado assim pelo resto de sua porca vida, só serviram para aumentar a tensão. A mente genial do cientista já especulava uma outra forma de abordar aquele gordo, que pela melhor definição, parecia um grandalhão de mais três metros muito escroto. Certamente o líder do lugar por uma dedução quase automática, e se fosse especular, acharia os dedos dele envolvidos com boa parte dos problemas e crimes da região, mas se não estivesse cercado por uma quantidade razoável de escória do mesmo tipo quem sabe, esse pensamento talvez passasse pela cabeça enquanto se aproximava do lugar onde estava sentado o tal Big Whyler...

Não ser esculachado parecia realmente a única coisa que importava, em segundo lugar um arco seria muito bem vindo, mas certamente você deveria se perguntar como conseguir alguma arma com uma cara desse tipo sem pagar o preço certo, essas perguntas passariam pela cabeça de um rapaz sensato, mas mostrando uma educação casual e mantendo um sorriso amarelo a voz ríspida devido ao desconforto entregaria algum nervosismo se é que o gordo realmente poderia ser capaz de estar prestando alguma atenção para avaliar tal sentimento.

Que tipo de arma você tem? Qualquer coisa que dispare para mim tá bom, mas de preferência um arco, por gentileza.

O andar engraçado fez Big Whyler sorrir enquanto o jovem cientista se aproximava, sua educação formal era novidade, após avaliar com um olhar de perspicácia mais vazio que a caneca que estava sobre a mesa o grandalhão deu de ombros gargalhando com a boca aberta enquanto as bochechas um pouco vermelhas balançavam infinitamente do ponto de vista de Conrad.

AGWAHHAGUULLAAAAHHAHHAUAA... Você é esquisito senhor Dr. Crazy Aros... Fora claramente entendida essa referência ao passado. Sabia ao menos parte de sua história. Cê finalmente saiu daqueles escombros do seu pai hein, eu devia ter pena de você? Mas não tenho nenhuma na verdade AGWAHHAGUULLAAAAHHAHHAUAA... Sei bem que cê tá falido! Na minha posição a gente tem que saber das coisas! Estava gritando como se você fosse surdo, e o salão acompanhava esse ritmo quase esquizofrênico. Mas eu tenho umas armas que acabaram de chegar...Não precisava ser um bom leitor de expressões para saber que ele se gabava por ter conseguido isso de alguma maneira ilegal, as mãos dele não paravam se se coçar. Eu quero apenas uma coisa, e sei que isso vale porque cê tá andando por aí com ele orgulhoso, ora, não faça essa cara, assalte alguém com o arco depois, e me dê o jaleco como garantia, pague o resgate e o verá denovo... O tom de voz ao final fica seco e sereno. Trinta mil berries.

Ao final se aceitasse a proposta poderia sair com um arco simples feito de uma madeira de lei, coisa de boa qualidade e bastante cuidada, o que realmente não fazia sentido diante do aspecto de todo o lugar e do vendedor. Infelizmente se não aceitasse parece que aquele esculacho que se tentou evitar viria afinal, embora fosse uma questão de bom senso, a gente pode sempre perder no hoje mas ganhar em dobro no amanhã, para tudo na vida basta ter um pouco de calma.

Citação :
Post's: 04
Vantagens: Genialidade, Temperamento Calmo e S.A. (Visão)
Desvantagens: Compulsivo (Ajeitar os Óculos), Má Fama
Perdas: N/A
Ganhos: Arco Simples
Extra: NPC (O velho) NPC (Big Whyler)
OFF: Você dizia que estava numa transição para uma primeira pessoa, acho que você esta indo bem, na minha humilde opinião tente colocar um pouco sobre sentimentos e expressões, movimentação casual do personagem. Tenho que dizer que estou curtindo a aventura, espero que você também. xD

Citação :
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Arco Simples
Dano: 2
Preço: 30.000
Level: 1
Mãos: 2
Ocupação: 3w

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Última edição por levy em Dom 20 Mar 2016, 22:30, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Man of science   Man of science EmptyTer 02 Fev 2016, 06:26






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Summer has come and passed The innocent can never last Wake me up when September ends Like my father's come to pass Seven years has gone so fast Wake me up when September ends ❝ Lari ❞ 
Minha intenção inicial tinha sido simplesmente pagar o tal de Big Whyler e ir embora antes que me causasse algum problema. Mas me vi diante de uma oportunidade fascinante.

Me aproximei daquela monstruosidade chamada Big Whyler, disse-lhe o que desejava e ele simplesmente riu. De inicio fiquei intrigado, porém logo conclui que ele estava debochando de mim, por ser educado. Certamente devia ser algo que o tal Whyler não estivesse acostumado, por isso não me senti ofendido, na verdade, de alguma forma me senti superior.

-AGWAHHAGUULLAAAAHHAHHAUAA... Você é esquisito senhor Dr. Crazy Aros...  Cê finalmente saiu daqueles escombros do seu pai hein, eu devia ter pena de você? Mas não tenho nenhuma na verdade AGWAHHAGUULLAAAAHHAHHAUAA... Sei bem que cê tá falido! Na minha posição a gente tem que saber das coisas!

Agora sim me senti ofendido, cerrei os punhos e dei um sorriso sínico, tentando não mostrar estar sendo afetado pelas provocações daquele homem. Ok, ele me conhecia, o que significa que estava em certa desvantagem, ele me conhecia e eu não fazia ideia de quem aquele senhor era, mas tinha a sensação de que isto estava prestes a mudar… A única coisa que sabia no momento é que ele devia ser alguém importante.  Mas eu tenho umas armas que acabaram de chegar…

Minhas suspeitas se confirmaram naquele momento; tinha certeza agora, ele era algum tipo de chefe do crime da cidade, provavelmente no ramo de armas ilegais, as coisas só ficavam interessantes a cada minuto…   -Eu quero apenas uma coisa, e sei que isso vale porque cê tá andando por aí com ele orgulhoso, ora, não faça essa cara, assalte alguém com o arco depois, e me dê o jaleco como garantia, pague o resgate e o verá denovo... Trinta mil berries. Olhei para ele com um olhar vazio por alguns instantes, como se estivesse distante. Eu estava pensando, minha mente trabalhava a mil por hora… Já tinha um plano maquinado em minha mente.

Um brilho surgiu em meus olhos, vi ali uma oportunidade que não poderia deixar passar, sorri maliciosamente, levei o dedo do meio ao óculos, reposicionando-o. -Eu tenho uma contraoferta.- Disse a Whyli ainda por entre o sorriso que se recusava a abandonar minha face. -60 mil berries.- Falei de uma vez e foquei-me em observar a reação do homem, que provavelmente acharia que eu estava louco; lançara uma proposta ainda maior, na qual eu mesmo me prejudicaria, mas aí continuei. -Você me da o arco e as flechas, considere como um investimento.. Eu lhe dou 10 mil berries e o meu jaleco como garantia, eu tenho um plano para conseguir o resto do dinheiro, e quando eu o trouxer, você me devolve o jaleco e me oferece um cargo ao seu lado.- Finalizei a minha proposta e o observei, o brilho dos meus olhos demonstravam uma coisa, coisa que talvez aquele Big Whyli se identificaria; Ambição. Apesar de achar aquele homem repugnante, tinha um certo respeito por ele, eu admirava alguém que quebrava as leis, as dobrava e manipulava ao seu favor. Achava estar diante de uma pessoa como eu mesmo. Por isso vi nele um desafio, queria superá-lo, mostrar o quanto era melhor que aquele ser repugnante. Big Whyli poderia até ter ambição, porém ele não possuía meu intelecto.

-Não se preocupe, não vou fugir da cidade, tenho a sensação que não conseguiria nem se quisesse.- Disse e olhei para os capangas do Big Whyle, me referindo a eles, não achava que conseguiria fugir da cidade, provavelmente aquele tal de Whily colocaria capangas para vigiar o porto ou algo assim, não me importava, não era esse o meu plano. Tinha algo guardado para o Senhor Whyle, faria ele pagar por me insultar.



 



Off:
Spoiler:
 

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