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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 As Bad.

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MensagemAssunto: As Bad.   As Bad. - Página 5 EmptyQui 21 Jan 2016, 20:48

Relembrando a primeira mensagem :

As Bad.

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Shibi. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: As Bad.   As Bad. - Página 5 EmptySeg 11 Jul 2016, 18:42

Am I Monster?
Por que eu iria pedir desculpas por ser um monstro? Alguém já pediu desculpas por ter me transformando em um? 

Existe na vida de todos um momento em que a pessoa precisa parar e pensar "É isso mesmo que quero para mim?". Talvez não fosse o momento certo, ou mesmo o local ideia mas essa pergunta ecoou em minha mente quer saber qual foi a conclusão? -AAAH Eu amo minha vida foice-Kun- Mesmo a luta não estando em sua parte mais fácil eu sorria, era ótimo lutar com uma pessoa que pude-se entender minha mente ou ao menos eu pensava que ele entendia. A luta não estava boa para mim pois eu me via agora com sangue do nobre que eu havia matado, nem me lembrava o nome dele, mas não gostava de cair em um poça com seu sangue, era como .. Não tenho um exemplo que não envolva coisas ilegais, então não vou usar. O mais importante era que o mascarado havia largado seus fio, os malditos fios que haviam me deixado impossibilitado de enxergar com o olho direito, mas eu tinha um plano.

Quer dizer eu tinha um plano, até ver um balão colorido planando acima de nossas cabeças, era tão estranho que não pude me preparar para a explosão, não que eu soube-se dela. Mas para minha sorte aparentemente meu oponente também não havia se preparado, ficando de joelhos para se apoiar. Eu tentaria também manter o equilibro e se preciso me ajoelhar para não cair, então iria começar a colheita. Primeiro tentaria ver oque meu oponente havia tirado do bolso, não queria surpresas, mas podia chutar que era sua nova arma. Caso ele ataca-se agora com facas ou qualquer objeto de arremesso como kunais ou shurikens, eu tentaria bloquear os projeteis com a lamina de minha foice, caso ele arremessasse mais de um eu tentaria me abaixar ainda mais e ao mesmo tempo avançar na direção do oponente. Caso porem ele tira-se qualquer tipo de explosivos do bolso eu tentaria novamente usar uma tática que não havia dado muito certo, correr em círculos em volta dele, pode parecer idiota mas ele seria ainda mais idiota se joga-se explosivos em volta de si mesmo.

Ainda havia a possibilidade dele sacar um revolver ou uma arma de fogo, apenas de eu não querer pensar nisso pois odeio armas de fogo. Caso ele fizesse isso eu tentaria correr em zig-zag na direção dele o mais rápido que minha pernas aguentassem, tentando pegar impulso na saída para fazer uma corrida rápida. Mas me lembrei de algo "Fumaça, esse desgraçado usa fumaça" Ao menos ele já havia usado então eu sabia que existia a possibilidade ele tentar faze-lo novamente. Eu tentaria manter meu foco principal em seu corpo, para tentar "guardar" sua localização e caso ele usa-se novamente fumaça eu iria imediatamente tentar avançar na direção dele antes que a mesma conseguisse se propagar. Só que ao mesmo tempo que me mentia atento ao seus movimentos não queria perder de vista a escada de cordas, por isso tentaria também me manter atento a tudo, mesmo que com um olho fosse difícil.

Qualquer que fosse a hipótese citada acima eu tentaria avançar na direção do oponente, me concentrando em seu umbro esquerdo, mais precisamente bem acima do trapézio. Tentaria levantar minha foice com força e flexionar os joelhos um pouco para aplicar um golpe vertical com força mirando sua cravícula esquerda, flexionaria os joelhos para conseguir mais impacto na hora doo golpe mas ficaria atento a lamina da foice pois não queria que ela entra-se muito. Tentaria fazer a foice entrar o suficiente para machucar mas não o suficiente para lhe causar uma morte, tentaria tirar a lamina assim que ela entra-se fundo o suficiente para lhe impossibilitar de se mexer muito, e então tentaria aplicar o golpe mais forte, aplicando força em meus dois braço para um golpe vertical mirando no mesmo ponto do primeiro -Isso se chama Shūkaku no yoru Fuffufufu! - Diria caso consegui-se completar a técnica com exito, e se isso acontece-se tentaria cortar a garganta do mascarado com um golpe horizontal e retirar sua mascara.

Porem caso meu oponente desvia-se da técnica para a esquerda eu tentaria girar meu braço horizontalmente e então executar um corte na mesma posição tentando acertar as costelas do lado direito do corpo dele, na tentativa de rasgar seu corpo de um lado ao outro. Faria o mesmo movimento se ele desviasse para direita, apenas invertendo o lado de minha lamina. Havia a possibilidade dele bloquear a lamina com alguma coisa e caso isso acontece-se eu tentaria levanta-la e então girar meu corpo para a esquerda na tentativa de aplicar um corte horizontal mirando a cintura do mascarado. Eu tentaria me manter atento a contra ataques enquanto executava a técnica e caso consegui-se identificar que ele atacaria, tentaria parar a técnica na hora e bloquear o ataque segurando a foice em frente ao meu corpo verticalmente deixando-a na mesma linha de meu nariz.

A todo momento tentaria me manter atento ao balão e a sua escada e também a novas explosões sendo que se alguma acontecesse eu tentaria me apoiar no chão usando a mão esquerda, mas sem perder de vista o oponente ou a escada. Caso consegui-se dar um golpe fatal no mascarado iria tentar retirar sua mascara para pega-la, se preciso usaria de minha foice para arrancar sua cabeça e leva-la junto. E caso fosse efetivo em mata-lo tentaria correr o máximo possível na direção da escada de cordas, tentaria me segurar nela e iniciar uma subida. Me mantendo sempre atento ao balão, pois não queria dispensar do mesmo. Mas caso não consegui-se matar o mascarado iria então segurar minha foice em frente ao corpo horizontalmente na altura de minha garganta e tentaria manter sempre uma distancia de no minimo 2 metros.


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MensagemAssunto: Re: As Bad.   As Bad. - Página 5 EmptyTer 12 Jul 2016, 09:36

~ NARRAÇÃO ~

A imaginação é mesmo fascinante. O que é que o que é.... Que ia sair do bolso do homem de cabelos azuis esvoaçantes, voz mecânica, respiração sinistra, escondido atrás de sua máscara de gás. Dentre tantas possibilidades, foi um aparelho pequeno, no formato de um cabo, com uma luz vermelha, um botão de gatilho e uma pequena antena. Para os conhecedores, um detonador. A última explosão deixou o lugar bastante instável, era possível sentir a instabilidade, não que isso fosse atrapalhar, mas parecia que a sustentação de toda a mansão havia acabado. Pois é, parece que o golpe de misericórdia estava nas mãos do mascarado.

O diabo ficou desapontado, nós queríamos inverter a situação dando a oportunidade do mascarado sentir por um momento a agonia de não poder enxergar ao ter o vidro de sua máscara alvejada pelo sangue do nobre medíocre. Isso teria facilitado as coisas invertendo a vantagem, mas como não aconteceu, qualquer que fosse o primeiro movimento do mascarado Shibi avançaria mantendo alguma cautela para não ser ferido antes de realizar sua técnica. Shūkaku no yoru 収穫の夜 (Noite da colheita) Temos que admitir, o garoto tem estilo, porém a técnica consiste em atacar duas vezes o mesmo lugar, a princípio nada de errado, só que nosso amigo Shibi jamais havia tentado usá-la quando possuía apenas uma das vistas. O primeiro golpe causou uma perfuração atingindo o lugar exato e fazendo o sangue espirrar no rosto do ceifeiro, um som gutural e não mecânico saiu por baixo da máscara. O cara sentia dor, e não era pouca, só que a segunda e decisiva perfuração foi esquivada usando um rolamento para a direita e novamente o cara “desaparecia” entrando no ponto cego do ceifeiro atirando uma kunai em sua direção que conseguia perfurar o seu peito.

Nada demais, a adrenalina faria Shibi ignorar a dor, e como já previa uma possível esquiva de seu adversário já estava preparado, ao voltar a lâmina num corte horizontal a meia a altura, o rapaz não enxergaria no primeiro instante, pois o braço seria mais rápido que o olho esquerdo nessa situação, mas o que ele ia ver a seguir certamente o deixaria satisfeito, pois esse golpe havia criado um chafariz ao cortar exatamente na altura da garganta do inimigo, não podemos esquecer que os “fios” daquela arma ainda estavam na foice e seriam eles que arrancariam a máscara deixando um rosto carbonizado e esfolado a mostra. A cena era mesmo impactante, o sangue jorrando, o ser decrépito atrás da máscara de olhos esbranquiçados, sem pele, sem nariz, com um buraco enorme de traqueostomia bem acima do peito, era o que permitia a respiração e impedia a fala do homem que precisava de uma máscara para filtrar o ar junto da adaptação de fala mecânica.

Ao engasgar com o sangue o cara se contorcia e no fim, a sua bela morte havia chegado, mas como se a própria entidade quisesse que seu amante terminasse o que começou, um último clique fazia com que toda mansão começasse a implodir, Shibi poderia ver tudo ruir bem a sua frente, a poeira e os destroços sendo lançados pra cima, não havia tempo pra mais nada, mas de um dos vários bolsos do mascarado uma coisa brilhante, com armação dourada, chamaria a atenção, e bem podia significar um pequeno prêmio depois de tanto esforço, além da máscara que ainda estava presa a foice por aqueles fios. Se olhasse para cima no mesmo instante uma corda era puxada e um som de gás e chamas abafado pela destruição do prédio fazia o balão subir depressa. Só havia uma saída, e perder tempo significaria a morte.

Histórico Shibi:
 

Citação :
Off: Bom, sei que há pouco pra desenvolver na sequência, mas é uma transição de final de aventura, então que venha Logue.... Caso queira aprender perícia, no próximo post você usa o NPC que vai aparecer. E bem, lá na sua técnica, na descrição e na restrição, há uma dependência em focar, em ver oponente, então com 50% da visão, você acertou 50% da técnica.

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Última edição por Satan em Ter 12 Jul 2016, 14:19, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: As Bad.   As Bad. - Página 5 EmptyTer 12 Jul 2016, 10:05

Am I Monster?
Por que eu iria pedir desculpas por ser um monstro? Alguém já pediu desculpas por ter me transformando em um? 

A vida nem sempre é justa, principalmente com psicopatas deformados e queimados, e nem mesmo com os retalhados e costurados. A morte do mascarado foi algo que me fez sentir um novo tipo de "prazer", matar alguém tão estranho, alguém que também era bom em matar, isso era ... -COOOOOOLLL !!- Com toda certeza a palavra que melhor descreveria aquele momento, minha colheita em si não conseguiu matar o mascarado mas um corte bem feito na garganta sempre é lindo de se ver, principalmente se ele revelar um rosto como aquele. Era um rosto deformado e queimado, com toda certeza o mascarado havia passado por situações difíceis, não que eu liga-se para o passado de alguém que matei, o fato de ele ser um excluído só deixava a morte melhor.

Não era como se eu tivesse tempo para apreciar seu rosto, mas enquanto olhava para ele pude ver algo brilhando, e no fim é como diz o ditado "tudo que reluz é ouro", ou algo assim. Tentaria ser rápido, pois mesmo morto ele me causava problemas, a mansão não iria durar muito mais, então tentaria esticar meu braço direito o máximo e pegar oque quer que fosse o brilhante em seu bolso, enquanto com o esquerdo segurava minha foice com a mascara, mas não daria prioridade ao "furto", pois já havia conseguido a mascara mesmo assim tentaria ao máximo pegar oque quer que fosse em seu bolso. Caso a casa começa-se a se mexer muito eu deixaria o brilhante lá, queria minha mascara e minha vida, o resto não era muito importante. Eu tentaria me manter equilibrado e se preciso apoiar em meu joelho para não cair no chão. Caso consegui-se iria tentar correr na direção da escada de cordas do balão, saltando caso fosse necessário, mas segurando minha foice com força para não deixa-la cair.

Caso eu consegui-se retirar o brilhante do bolso do mascarado tentaria guarda-lo em meu próprio bolso junto ao meu dinheiro de mais cedo. E a todo momento tentaria me manter atento ao chão, pois não queria pisar em um buraco ou algo do tipo. Tentaria ao máximo manter "minha" mascara comigo, presa a minha foice, caso ele cai-se eu tentaria usar da lamina de minha foice para pega-la sem danificar muito, afinal ainda queria usa-la. Se consegui-se me segurar a escada de cordas iria tentar subir até o balão, mesmo com a visão prejudicada iria tentar olhem bem quem estaria no mesmo antes de subir, e caso fosse necessário ficaria na escada. Seguraria com força aquela escada, pois ela teoricamente me deixava longe do chão e vivo, oque era uma coisa boa.


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MensagemAssunto: Re: As Bad.   As Bad. - Página 5 EmptyTer 12 Jul 2016, 11:31

~ NARRAÇÃO ~

Realmente não havia tempo para apreciar a cena, e esticando o braço uma jóia era guardada no bolso do garoto Retalhado, havia muito sangue em suas vestes, e por tudo que havia acontecido era muito difícil subir aquela escada, além de perigoso, ainda assim, com muito esforço chegava ao balão e não havia surpresa, uma garota recostada no canto era familiar, Graça ainda de olhos fechados e com um sorriso sínico dizia. Bem vindo Torrado, de tantos que eu mandei, eu sabia que você é quem ia conseguir, acho que você vai ficar feliz de explodir Loguetown.... Mas quando Shibi literalmente cai pra dentro do enorme cesto, quase exausto, a menina arregala os olhos. Você!? A expressão de surpresa mudava para uma gargalhada gostosa, seguida instantaneamente de um choro melancólico. Eu gostava dele.... E então muda denovo deixando clara a bipolaridade não revelada no primeiro dia. Mas ele era meio chato, ruim de papo, e você garoto? Pelo que vejo quase morreu, então vou te dar uma mãozinha. Você mereceu.

Caso quisesse, Shibi  poderia contar os detalhes, e se deixasse seria tratado novamente pela Graça, que fazia os curativos certos, dava pontos no supercílio do garoto e estancava o sangramento no peito para depois fazer a retirada da adaga que causou uma dor aguda. Um analgésico forte ajudava a mitigar a sensação e apenas um desconforto era sentido no final. Poderia descansar a princípio e conversar com a garota seria reconfortante, ela parecia sagaz, e possuía uma visão e um senso de lógica interessante, dentre tantas coisas, a garota disse. Ceifeiro, você era o azarão, o último a ser “contratado”, e eu só precisei te ajudar, nunca esperei que fosse você a conseguir sobreviver, pois eu sabia que ao mandar o Torrado, ninguém naquele lugar voltaria. Imagino que ele tenha matado a maior parte dos guardas e dos outros assassinos. É incrível o que você pode fazer usando as peças certas....

A última sentença selava o que podemos chamar de uma mente perspicaz e cruel. A idealizadora do assassinato e seu parceiro. O que viria a seguir? Se olhasse pra fora o Shibi poderia perceber, primeiro a mansão destruída ao longe, que o balão se afastava da área urbanizada, atravessava uma região de floresta, e seguia para o mar. Se tivesse prestado atenção, já saberia a rota, e se estivesse com fome havia comida, bebida e companhia. A garota olhava curiosa para o menino andrógeno e sorria levemente durante as olhadas, ela não era confiável, mas será que havia espaço para alguma atração entre os dois? O caminho será longo, o que vão fazer os dois sozinhos num balão....

Histórico Shibi:
 

Citação :
Off: Pode usar a Graça pra aprender lógica, ela pode ter um livro se precisar.

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MensagemAssunto: Re: As Bad.   As Bad. - Página 5 EmptyTer 12 Jul 2016, 18:34

Am I Monster?
Por que eu iria pedir desculpas por ser um monstro? Alguém já pediu desculpas por ter me transformando em um? 

Não sei dizer se foi uma surpresa ver Graça no balão, no fundo assim sabia que nossos destinos estavam ligados por um fio de sangue. Mas ela ao menos de inicio não demonstrou tanta felicidade ao me ver, a surpresa em sua face fez um sorriso aparecer em meus lábios -As mulheres costumam ter essa reação de surpresa ao me ver fufufuffu- Riria enquanto tentaria finalmente me encostar e descaçar, todo meu corpo doía, e mesmo tendo uma vista tão bonita quanto Graça, a dor ainda era insuportável. Depois de ouvir suas reclamações sobre o mascarado iria tentar começar minha historia -Você sabia que aquele cara ia morrer né? Eu falo do nobre ... Afinal eu vi pelo menos mais 2 assasinos fora eu lá, cada um com mais problemas mentais que o outro. Você parece um imã de sexy-appeal para psicopatas fuffufu- Pararia enquanto tentava deixar ela curar meus ferimentos, ela exitante ter ela por perto -Eu não lembro quantos guardas matei, mas fui eu que cortei a garganta do alvo isso eu garanto. E como pode ver, também matei seu amigo torrado, peguei a mascara dele porque acho que combina com meu estilo ..- Por alguns instantes a garota pareceu me olhar com insegurança enquanto me media de cima a baixo, mas no outro segundo sorriu e tirou um livro de uma bolsa -Tome espantalho, leia um pouco enquanto costuro mais você hehe- O livro era negro e em sua capa os dizeres Problemas de raciocínio estavam escritos, não devia ser um livro muito legal mas mesmo assim me arrisquei a ler.



~Inicio da aprendizagem~


Enquanto Graça me consertava comecei a folhar o livro, não era muito grosso mas tinha algumas anotações com um letra feminina, possivelmente da loira que me atendia. De inicio não me interessei muito por ele, aparentemente era um livro de perguntas e respostas, todas envolvendo pensamentos lógicos e simples, mas no fim a curiosidade falou mais alto e abri em uma pagina aleatória, para minha sorte nela tinha um questão. "Você é prisioneiro de uma tribo indígena que conhece todos os segredos do Universo e portanto sabem de tudo. Você está para receber sua sentença de morte. O cacique o desafia: "Faça uma afirmação qualquer. Se o que você falar for mentira você morrerá na fogueira, se falar uma verdade você será afogado. Se não pudermos definir sua afirmação como verdade ou mentira, nós te libertaremos. O que você diria? " Mais que raios de pergunta é essa? Como falar algo que não seja verdade e nem mentira? -Mas que merda de livro ..- Claro que de inicio não gostei, mas tinha algo em ser desafiado pelo papel que me fez reler a pergunta novamente, depois de alguns segundos li de novo, e de novo, até começar a compreender, o segredo da resposta estava escondido na própria pergunta. Não era como seu eu não pude-se falar a verdade ou mentir, eu só não podia fazer uma afirmação que fosse verdade ou mentira na percepção deles, ou seja, se consegui-se uma afirmação que mesmo sendo mentira ou verdade fosse ao mesmo tempo ambígua, ou seja um pouco de ambos, eu conseguiria sair vivo -É isso ! Graça me empreste um lápis?- Eu já sabia a resposta, ou ao menos achava que sim, então peguei um lápis e comecei a escrever em baixo da questão "É só afirmar que morrerei na fogueira. Pois se realmente eu for morto lá então estou falando a verdade e nesse caso deveria morrer afogado. Mas se eles me afogassem então a afirmação seria mentira e então eu deveria morrer na fogueira. É uma resposta ambígua, que depende das ações deles e por isso não pode ser considerada uma verdade e nem uma mentira, então eu sairia livre." Após escrever a resposta iria virar a folha.

A outra pagina também tinha uma pergunta não respondida, então decidi tentar faze-la. A pergunta era a seguinte .Você está numa cela onde existem duas portas, cada uma vigiada por um guarda. Existe uma porta que dá para a liberdade, e outra para a morte. Você está livre para escolher a porta que quiser e por ela sair. Poderá fazer apenas uma pergunta a um dos dois guardas que vigiam as portas. Um dos guardas sempre fala a verdade, e o outro sempre mente e você não sabe quem é o mentiroso e quem fala a verdade. Que pergunta você faria? Essa pergunta parecia ainda mais difícil que a anterior, primeiro a grande questão, qual o guarda que só fala a verdade e só fala a mentira? Pois é só a partir dai que poderia pensar em qualquer outra coisa, mas só conseguiria saber disso perguntando, mas também só tenho uma pergunta, realmente essa é bem mais difícil que a anterior. Mas então tentei pensar como na anterior, normalmente é na pergunta que se encontra a resposta, e então um pedaço da pergunta me chamou a atenção "UM SEMPRE MENTE", ou seja mesmo que eu pergunta-se qual deles falava a verdade caso pergunta-se ao errado ele simplesmente mentiria, devia dar para usar isso contra ele, novamente com o lápis em mãos tentaria escrever oque achava ser minha resposta "Basta perguntar a qualquer um dos guardas -Segundo o outro guarda, qual das portas leva a liberdade?- E então sair pela porta oposta á que ele apontar. Pois se pergunta-se para o mentiroso ele iria indicar a porta que leva a morte. E se pergunta-se ao que fala a verdade, ele sabendo que o outro sempre mente também indicaria a porta que leva a morte". Era um bom livro e as perguntas me deixaram com um pensamento em mente, seria possível aplicar lógica em combate? Ou até mesmo no dia a dia.

Se duas pessoas de igual pode se enfrentassem qual venceria? Essa resposta podia me ajudar no futuro, pois como havia acontecido com o mascarado poderiam haver outro com o poder igual ao meu. Essa pergunta não estava escrita no livro mas foi a que mais me fez pensar, é difícil dizer qual venceria se ambas tem poderes iguais, mas então o titulo do livro fez sentido -Raciocínio foice-kun ... É isso.- Nem sempre treinar o corpo ira resolver tudo, a mente é capaz de criar hipóteses no combate que o farão ficar um nível acima de seu oponente, e isso em batalhas até a morte é decisivo. Me lembrando das perguntas acima, nem sempre a resposta está escondida, normalmente ela está na sua cara e só precisa de logica para conseguir enxerga-la, só é preciso olhar com olhos mais atentos. Ler aquelas perguntas foi uma boa ideia no final, elas poderiam me ajudar a pensar melhor no futuro.


~Fim~


Tentaria devolver o livro para Graça, olhando em seus olhos. Eu realmente achava ela muito linda e não me importaria em passar um bom tempo com ela, então me lembrei de algo dito quando ela pensava que eu era o Mascarado -Você disse Loguetown? Vamos para lá de balão?- Esperaria uma resposta da mesma, enquanto procurava algo para comer e saborear, se a resposta fosse positiva eu sabia que teríamos um bom caminho pela frente, precisava comer.



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MensagemAssunto: Re: As Bad.   As Bad. - Página 5 EmptyQua 13 Jul 2016, 09:04

~ The End ~

O que podemos dizer, a vida tem seus momentos, e se a nossa felicidade for ver uma mansão histórica ser demolida enquanto criamos chafarizes de sangue humano no processo, quem seríamos nós para contestar? De qualquer forma, o fim dessa história é apenas o começo para Retalho e sua mais nova amiga, bem, pelo menos, enquanto ambos precisarem um do outro, ou será que vai rolar alguma química? Talvez no próximo capítulo.

E sendo assim, não haviam mais delongas, apenas uma troca de amenidades, enquanto Graça fez os curativos Shibi contou a sua visão do que havia acontecido, e após aprender um truque novo abusando de um livro que a garota possuía para passar o tempo, ficara surpreso por estar sendo levado a Loguetown, e de balão? Sim, eu tive bastante trabalho pra roubar esse balão de testes da Apple, provavelmente ele vai queimar no fim da viagem, mas se isso acontecer a gente pula no mar.... A garota falava sério, estava bem tranquila sobre isso, e sobre o que fazer pra guiar o balão, por mais estranho que parecesse. Ah, não me olhe assim, vai ser divertido, eu tive que passar quase uma hora pra aprender a pilotar essa coisa, é claro que eu ia usar ela pra fazer essa viagem! Hihihihihi.

1/4 Post's até Loguetown....

Histórico Shibi:
 

Citação :
Off: To me iterando pra fechar sua adv, antes de postar pra avaliar vou te mandar por MP pra tu dar uma olhada. Flw. Esse é o fim.

~ AVALIAÇÃO ~

GM.Buggy escreveu:
Perdas:
● Cicatriz vertical no olho direito. Negado A cicatriz ela não vai perder tão cedo.

Ganhos:

● Foice Lv.1  OK

● Máscara de Gás (60.000,00B$) OK (mudei o valor, por que estava exagerado)

● Jóia (1.000.000,00 B$) OK (idem)

● 50 000 (não precisa por adicionado com o valor inicial)

● Perícia Lógica NegadoNão tinha absolutamente nenhuma parte teórica: Shibi pegou o livro, viu as perguntas, e automaticamente virou um mestre da lógica!

● Ofício Arqueólogo Negado Por causa que ele não ganhou Lógica.

● Pirata (roubou, matou um marinheiro, matou um nobre e participou da destruição de uma mansão tombada como patrimônio histórico) Negado Infelizmente, o personagem realmente causou crimes, mas não havia ninguém para testemunhar, ou seja, sua identidade não foi revelada.

Relação de personagens:
OK

Exp:
5
EdC: 5

Localização:
OK


No começo da aventura, e na ficha, o Shibi era um jovem curioso, que adorava história, fugia de lutas, era zombeteiro. E, de repente, de um post para outro, ele virou um psicopata que fala com sua foice e que corta gargantas aleatórias, sem nem mesmo ter um pretexto. Além disso, simplesmente ignorou o valor histórico da mansão, e não exibiu nenhuma curiosidade em momento algum. Estes fatores, vindos de deslealdade da ficha, diminuíram sua nota. Mas a escrita em si está boa!

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