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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 As Crônicas de Gelo e Peixe Act I

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AutorMensagem
ADM.Tidus
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MensagemAssunto: As Crônicas de Gelo e Peixe Act I   As Crônicas de Gelo e Peixe Act I - Página 3 EmptyQua 13 Jan 2016, 12:19

Relembrando a primeira mensagem :

As Crônicas de Gelo e Peixe Act I

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Ineel. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Ellamara
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MensagemAssunto: Re: As Crônicas de Gelo e Peixe Act I   As Crônicas de Gelo e Peixe Act I - Página 3 EmptyTer 26 Jan 2016, 15:39

I'll go to this place, Anyway!


Um pouco decepcionada porque a garota acabou por não saber de nada, seus lábios sorririam de forma agradecida de qualquer maneira. Seu olhar ficaria um pouco mais acanhado, e falaria com um tom de voz estável.

— É, eu fiquei sabendo, mas não há problema algum. Imagina, não se preocupe com isso.

Abanaria as mãos, e e respiraria fundo. Acenaria para a mulher, se inclinaria rapidamente para simbolizar se agradecimento e não diria nada antes de seguir rumo ao sul caso qualquer um dos outros estivesse seguindo por ela, este seria seu próximo escolhido. Procuraria calma, com muito pouco de sua determinação abalada. Não iria desistir tão facilmente de ter um guia.

Quando o achasse, o abordaria calmamente e levemente acanhada, com um tom de voz doce e um sorriso tímido. Tocaria levemente o ombro deste, para chamar sua atenção, e só depois daria início a sua fala.

— Hey, poderia ser que você saiba onde fica a Ilha Menor?

Se este estivesse o conhecimento para responder sua pergunta, responderia transformando seu olhar acanhado em brilhante e alargando o sorriso. "Antes de manipular os outros, saiba manipular si mesmo", se alguém lhe dissesse que esta frase estava errada, ela não teria ideia do que era. Diria logo depois de ouvir sua resposta positiva:

— Sério? Pode me levar até lá?

Caso o homem não quisesse guiá-la, seria perseverante e insistente com o mesmo, não desistindo até o mesmo levá-la á ilha. Apresentaria seu melhor rostinho pidão e falaria com a voz doce, na tentativa de conquistar seu guia. Não iria desistir até o mesmo aceitar.

— Por favor, vamos! Me leve, prometo não ser nenhum incômodo.

Se ele resolvesse levá-la, agradeceria profundamente com uma reverência e seguiria o moço até a ilha. Ainda se sentia indefesa por estar sem uma arma, mas não via outra opção e realmente não se sentia segura de ir sozinha. Teria que aceitar os riscos.

— Obrigada, mesmo.

Se este novamente não soubesse seguiria rumo ao outro homem, ou nenhum dos dois seguisse em direção ao sul, tomaria rumo em direção ao idoso. Caminharia calma, mas ágil e um tanto apressada, estava com receio de perder a direção, e precisava se apressar ou não o alcançaria.

Assim que o alcançasse, tomaria a mesma abordagem feita com a mulher, com sorriso tímido e tom de voz calmo. Seus olhos ficariam fixos no rosto do homem, e não desviaria o olhar até receber uma resposta.

— Hey, senhor, poderia me informar onde seria a Ilha Menor?

Se este soubesse, suas feições se tornariam alegres e brilhantes, por finalmente achar alguém que pudesse lhe guiar, ou ao menos lhe instruir o caminho. Falaria em tom de voz alegre com pequenas pontadas eufóricas. Caso suas explicações fossem claras o suficiente para se sentir segura em ir sozinho, se inclinaria levemente e agradeceria, seguindo suas instruções.

Se não entendesse muito bem o que lhe instruiu, faria sua melhor carinha pidona para questionar sobre lhe guiassem até lá. Seu tom de voz seria doce, e falaria com calma.

— Desculpe, mas acho que não consigo chegar lá sozinha. Poderia me levar?

Caso ele não estivesse disposto á cooperar, insistiria até arrancar um "sim", se forma perseverante. Quando conseguisse convencê-lo, agradeceria profundamente e o seguiria, não puxando muito assunto ou fazendo questão de não deixar o a conversa morrer. Faria questão de permanecer com uma cara sonhadora, como se estivesse imaginando sobre como a ilha seria.


Post N°5SP 62HP 120B$50.000
Ganhos ❥ Casaco, Mapa da Ilha, Foto
Perdas ❥ -X-




❥Objetivos:
 
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Ineel
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MensagemAssunto: Re: As Crônicas de Gelo e Peixe Act I   As Crônicas de Gelo e Peixe Act I - Página 3 EmptyTer 26 Jan 2016, 18:51

BLOOD


'' Música para acompanhar o post ''


Em uma falha tentativa de acabar com o animal com poucos golpes eu acabava por me ferir, em quanto tentava cegar o animal ele rapidamente conseguia abrir sua boca feroz me pegando de surpresa, ao menos conseguia quebrar um de seus caninos mas em troca minha mão sangrava, a espada também havia sido danificada.

''Mas... Isso e sangue ?! '' - Olharia para seu punho coberto pelo próprio sangue, já tendo seus olhos transformados para o olhar de um verdadeiro assassino.

A fúria começava do centro do peito, caminhava lentamente para todos os cantos do corpo, quando chegava a cabeça as veias se extrapolavam ficando visíveis, seus olhos centralizados em vermelho sangue mostravam que algo não estava normal, sua guarda do karatê tritão se desmanchava para abrir uma guarda mais selvagem... Bárbaro. Começaria então a soltar gritos grossos liberando a fúria dentro de mim, contorcia o pescoço para os lados em quanto tentava dizer algumas palavras não tendo exito.

- Vo... Você me.. - Diria com sua visão avermelhada encarando o lobo.

Já não tinha mais volta, o tritão retiraria a soqueira de seu punho ferido e coberto de sangue, guardaria em seus bolsos e em seguida puxaria sua arcada dentaria para fora, armaria a mesma sobre a palma da mão ferida para utilizar como uma arma capaz de cortar a pele do animal.
Feito isto avançaria até o animal erguendo o punho ferido e revestido  com sua arcada para pregar os dentes laminados sobre o crânio do animal selvagem, quanto seu outro punho livre tentaria interceptar algum ataque do lobo, desferindo um golpe a altura do queixo do animal de baixo para cima ou se abaixando para ter uma distancia proporcional entre seu punho e o bocanhar do animal desferindo um soco no peito ou queixo do animal para faze-lo recuar sem ser atingido por uma mordida seja nos braços, punhos, no tórax ou em suas pernas. Caso o tritão consiga aplicar um contra ataque ou um golpe, rapidamente avançaria contra o lobo tentando não dar um tempo de reação, tentando pregar a arcada dentária de antes no pescoço do animal para fazer uma degolação, mas caso a arcada dentária já tenha sido usada antes o tritão tentaria rapidamente colocar suas duas mãos sobre o pescoço do animal apertando bem forte e erguendo a cabeça do animal com força deixando ele com o pescoço vulnerável, apertando também  para não permitir que seu oponente mova seu bocanhar e em seguida finalizaria abrindo sua mandíbula de peixe ao tamanho máximo que conseguir para desferir um forte bocanhar no pescoço do lobo pregando os dentes sobre a carne do mesmo e puxando para trás para decapita-lo.

Porém caso em qualquer momento o tritão perceba que sera atingido por uma mordida, ele tentaria analisar para ter a certeza do que seria mais viável, tentar redirecionar o corpo do lobo com o ante braço, um soco no peito para afastar o animal, ou se esquivar para todas as diagonais possíveis com saltos, em seguida contra atacando com os mesmos movimentos acima utilizando da decapitação para finalizar o animal.  

Conseguindo eliminar o lobo, sentir que não havia mais vida ali, deixaria o sangue escorrer sobre minhas presas desfrutando de um desafio vencido, jogaria a cabeça para o chão ( caso tenha conseguido decapitar ) e chutaria 3 vezes liberando toda a raiva guardada no centro de seu peito, com os mesmos gritos ergueria os braços mostrando uma pose de vencedor como se estivesse vencido um grande desafio ou torneio, após desfrutar da vitória por alguns minutos começaria a sentir o corpo pesado, seus olhos avermelhados começariam a perder a cor de sangue, com uma última tentativa para não adormecer o tritão tentaria se manter em pé sabendo que nada adiantaria resistir ao sono pós batalha que sempre lhe atormentava, talvez fosse por toda a energia gasta mas sempre adormecera ao fim de uma batalha mortal, logo não seria diferente naquele túnel que ainda me escondia mistérios.

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Ficha :
Spoiler:
 



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Última edição por Ineel em Qui 28 Jan 2016, 04:52, editado 3 vez(es)
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Aaron John
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MensagemAssunto: Re: As Crônicas de Gelo e Peixe Act I   As Crônicas de Gelo e Peixe Act I - Página 3 EmptyTer 26 Jan 2016, 23:38

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    Shitty destiny.

    Ao meu lado, mais um homem alto de pele escura desembarcara também. Tsc. Por que esse diabo inventou de dar a cara logo agora? E o pior, ele nem parecia ser um habitante da vila. Seus lábios estavam trêmulos e roxos, com seu queixo batendo; não tinha dúvida, ele deveria ser um viajante como eu. Correria os olhos sobre ele, e então, apenas relevaria, e andaria um pouco mais para frente ainda friccionando meus braços para tentar não sentir tanto frio.

    Ouviria uma voz. Automaticamente, iria virar para o lado, percebendo que aquele mesmo garoto que desembarcara há pouco tempo em Fernand Ice. Ele dizia que já morou naquela ilha, e pedira para que eu confiasse nele para poder encontrar algo naquele “pedaço de gelo”.

    — Oh. Se já morou aqui, por que já não veio preparado com as roupas de frio. Acho que seu lábio já está roxo de tanto frio. — diria abrindo um sorriso sarcástico na face, apenas dando de ombros, e em seguida voltaria a calcorrear pela neve.

    Mal dava tempo de rebatê-lo, e ele dissera se eu quisesse morrer congelado ou morrer para singelos ursos da região deveria seguir sozinho; dissera então “fodão”, e apenas ouvi algumas gargalhadas partindo do mesmo. Respiraria fundo, enquanto fitá-lo-ia, e com um ar um tanto de desdém, apenas sinalizaria com o rosto para que o mesmo me seguisse. Apenas faria aquilo para aquele desgraçado não continuar a me encher, e aquelas palavras de fato estavam me irritando; agora, ele deveria rezar a todos os deuses para que não fizesse algo a mais.

    Enquanto estávamos andando, me distraí um pouco, e lembrei então de continuar vigiando aquele homem aparentemente jovial. Quando este estivesse próximo a qualquer um de meu bolso, desferiria um único chute contra a coxa destra do mesmo, olharia para trás em seguida com a mesma expressão séria, dando um mísero ar de que faria algo a mais caso ele tentasse alguma coisa.

    — É melhor se comportar se não quiser que eu deixe você estirado aqui mesmo no gelo. — alertá-lo-ia, voltando a olhar pra frente, mas agora, não iria deixar minha guarda tão baixa novamente. — Se você já andou por aqui, poderia me dizer onde tem algum armazém para eu comprar o meu cigarro e alguma arma, já que não ta ajudando mesmo.

    Em seguida seguiria andando em frente, aos poucos, começava a sentir a falta de meu tabaco para ao menos me esquentar por um tempo. Então, respiraria fundo em um emaranhado de tristeza e arrependimento, já que deixara-o no West Blue, e não voltaria para lá apenas por isso. Aos poucos, começaria a sentir um pouco mais do frio, e apenas diria sem olhar para trás mantendo a atenção.

    — Vamos arrumar alguns casacos também, já que a gente ta morrendo de frio. E como já morou aqui, deve saber onde que arruma tudo não é, fodão? — diria aquilo em um tom ácido e sarcástico relembrando o que diria quando nos encontramos.

    Continuaria a andar, apenas esperando o que o mesmo iria fazer depois de dizer tais palavras; torcia para que este apenas me guiasse calado, pois de boca aberta não há quem aguente.


    HP: 150;
    SP: 62;
    Berries: 50.000;
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    OFF.:
     

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Dante
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MensagemAssunto: Re: As Crônicas de Gelo e Peixe Act I   As Crônicas de Gelo e Peixe Act I - Página 3 EmptyQua 27 Jan 2016, 20:29

I ain't no nice guy afterall...



- AHHHHHHHHHH!!! UM URSO FALANTE!!!!!!!! – São nesses momentos que eu me arrependo muito de tentar contato com os humanos. Todas as minhas tentativas sempre foram frustradas, durante o longo da minha vida inteira até os dias de hoje. Poderia estar até mesmo morto senão fosse por meu pai, já que uma vez eu havia sido emboscado por diversos humanos, mas a sorte estava ao meu lado, e o faro do meu criador era impecável.

“Tudo o que eu acho é que agora eu não devo usar da violência, pois não creio que eu esteja em condições de vencer uma tribo inteira... Apesar de serem só três, eu acho”Não estava espantado com aquela situação, não era de me assustar ou impressionar de qualquer modo, já que para mim esse tipo de reação humana sempre foi normal, nunca vi outro irmão andando perto de humanos mesmo... Estava com um pouco de receio por ter que enfrentar uma situação sociável novamente, é mínima a quantidade de vezes que eu faço isso, e todas essas vezes foram falhas. Tenho dificuldade por não praticar isso muito bem, mas espero que dê certo, senão usarei a boa e velha maneira de resolver as coisas, porrada. Ficar parado aqui só me trará mais receio preciso falar logo.

- Phew... – Inspiraria fundo, sugando uma boa quantidade de ar e então iria expirar, expulsando junto com a minha voz parte de meu receio por ter que falar com alguns homens apontando armas para mim... Enquanto eu estava de mãos vazias. Iria exclamar com minha voz grave esboçando um pouco de tranquilidade, voltando meu olhar para o homem que fez as perguntas – Opa, Opa, Uma pergunta de cada vez amigos. Se vocês não apontarem essas armas para mim juro que responderei todas que eu puder. – Gargalharia. E Então respiraria mais um pouco, recuperando um pouco de meu fôlego e pensando novamente no que falar. “Bom, acho meio estranho eles não reconhecerem alguém como eu já que moram praticamente aqui do lado... Se fossem de outra ilha até tudo bem...”

Levantaria minha mão calmamente, tentando não fazer nenhum passo em falso, elevando-a até minha cabeça, e então deslizaria suavemente minha mão pela nuca, como se estivesse me coçando, demonstrando um pouco de dúvida. - Acho que já respondi sua primeira pergunta, não? Eu sou um ursídeo. Nunca me foi dito tudo detalhadamente, mas posso dizer-lhe pelo menos que sou tão racional quanto um humano. – Penso também em meus objetivos, não vim aqui apenas para responder perguntas e saciar curiosidades humanas. O Problema não é meu se eles não têm conhecimento sobre a minha espécie mesmo morando aqui do lado. – Agora é minha vez – Falaria em um tom mais sério, fitando diretamente os olhos de cada um forçando minhas pálpebras, alternando aos poucos. Revelaria minha voz grave com um pouco de impaciência agora, pois eu já havia ficado tempo demais nessa ilha, 22 anos, muita coisa – Digam-me, vocês sabem alguma maneira de sair dessa ilha? Navio, Bote, qualquer coisa. Eu só quero sair daqui. Se pudessem me dizer onde eu consigo um machado também ajudaria... – Falaria isso para qualquer outra pessoa que eu encontrasse, caso esses não me proporcionassem a melhor resposta.

Antes do meu fim, eu devo pelo menos desbravar uma ilha... Não quero morrer aqui. Não como todos os meus parentes, e não do mesmo modo. Mesmo que sofrendo a derrota de uma batalha perdida, tendo minha cabeça em um espeto, ou seja como for. Meu desejo é morrer em combate, e livre. “É fazendo o que eu quero e executando o que eu posso. Viverei do meu modo. Pode ser certo para mim e errado para os outros, no entanto, eu não dou a mínima.” Eu posso não ser um cara legal no fim das contas, mas eu não pretendo e nem acho que seja possível mudar. Pensar no futuro talvez não seja a melhor coisa agora, já que eu to precisando resolver o presente, mas não parece ser tão ruim assim... Me deixa empolgado, e isso pode ser bom de certa forma, eu acho.

Procuraria por respostas perguntando a qualquer pessoa, dessa vez tomaria mais cuidado, tentando alertar minha presença com mais calma ainda, e sinalizando para que não pegasse ninguém de surpresa novamente com um Ei ou Olá. Mesmo que eu tivesse tamanho e força, ainda seria necessário me manter alerta, já que estou desarmado e essas tribos parecem carregar armas de caça consigo... “Isso pode se tornar perigoso. Ta ficando cada vez melhor” – Haha – Como será que são as outras ilhas? As histórias que meu pai contava as tornava incríveis, lugares quentes e outros chuvosos, dizia ele que havia visto pedras gigantescas em terra, estas das quais os humanos chamam de “montanhas”. Será que é tudo verdade? Acredito que sejam tão perigosas quanto essa.
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MensagemAssunto: Re: As Crônicas de Gelo e Peixe Act I   As Crônicas de Gelo e Peixe Act I - Página 3 EmptyDom 07 Fev 2016, 16:42

Ineel


O tritão não acreditava no que estava vendo e parecia surpreso. A fúria por tal surpresa o fazia soltar a imensa fúria que sentia por meio de grito, altos gritos, gritos esses furiosos. - Vo... Você me... – retrucou o homem peixe olhando diretamente para o lobo. Ao terminar de falar, o tritão então tirou a soqueira da mão ferida e, como última ação, retirou sua arcada dentaria e utilizou na palma da mão.

Completamente furioso, o tritão partiu para cima do lobo selvagem, que como revide, correu em sua direção também. Na tentativa de ataque, o lobo saltou em uma mordida que mirava o pescoço do tritão, mas rapidamente (ou por seu instinto) o tritão sacrificou seu braço livre interceptando o ataque selvagem com seu braço.

A mordida aparentava ser mais forte que o normal para um simples lobo, mas o tritão mal se importara com tal ferimento e com um golpe frio e brutal acertou sua arcada dentária sobre o crânio do selvagem animal. Tal ataque deixara o selvagem lobo entregue aos futuros ataques do tritão, que não demoraram muito.

Com um movimento cruel, o tritão levantou o lobo pelo pescoço, até uma certa altura que ficara em sua frente, e com um espaço deixado, o tritão usou sua arcada dentaria para desferir um ataque letal, que faria o lobo não mais ter vida. Após terminar o tritão soltou o cadáver do animal e não satisfeitos desferiu mais alguns ataques para extravasar sua fúria.

Após alguns instantes de intensa fúria, o tritão lentamente parava, parecia estar completamente esgotado. O tritão, se conseguisse, poderia ver a sua esquerda uma pequena vila onde poderia restabelecer suas forças. A sua direita, o Tritão poderia ver uma imensidão branca.

Dante


- Phew... – retrucou o mink ao respirar fundo – Opa, Opa, Uma pergunta de cada vez amigos. Se vocês não apontarem essas armas para mim juro que responderei todas que eu puder – falou ante uma gargalhada. Tal resposta, de início, não foi bem vista, mas um dos homens sinalizou para os outros terem calma com o estranho ser.

- O que diabos é você? – perguntou o homem que havia sinalizado antes. - Acho que já respondi sua primeira pergunta, não? Eu sou um ursídeo. Nunca me foi dito tudo detalhadamente, mas posso dizer-lhe pelo menos que sou tão racional quanto um humano – respondeu calmamente o ursídeo. Após a resposta, os homens se entre olharam e se reuniram para um diálogo entre eles.

– Agora é minha vez – falou o seriamente o mink – Digam-me, vocês sabem alguma maneira de sair dessa ilha? Navio, Bote, qualquer coisa. Eu só quero sair daqui. Se pudessem me dizer onde eu consigo um machado também ajudaria... – interrogou o ursídeo. Após encerrarem suas conversas, o tal homem respirou fundo e se mostrava pronto para responder.

- Desculpe nossa maneira rude de agir, não é todo dia que vemos um... Urso... falar. Nós não sabemos, nunca me afastei da minha área, mas creio que você seguindo para o norte(esquerda no mapa), você poderá encontrar respostas. O frio não é problema para você – falaria dando uma olhada no ursídeo ainda se acreditar – Então o principal problema que pode ter é te caçarem. – falou simples e rapidamente.

Após responder, o grupo de homens foi embora, mas um ainda se mostrava incomodado com o fato e não para de olhar para o curioso urso, mesmo se afastando.


Ellamara


- É, eu fiquei sabendo, mas não há problema algum. Imagina, não se preocupe com isso – respondeu calmamente. Sem alternativas, a garota respirou fundo, agradeceu a moça e seguiu em direção ao rapaz, ainda buscando informações.

- Hey, poderia ser que você saiba onde fica a Ilha Menor? Perguntou calmamente a jovem. – Mim não saber onde fica “Ilha Menor” – respondeu o jovem nativo – Mim saber onde fica pequena terra branca! – complementou o jovem batendo em seu peito e olhando para o distante.

— Sério? Pode me levar até lá? – respondeu encantada a jovem e de maneira “provocativa”, o que fez o jovem ficar envergonhado. – Sim! Mim levar você, moça magrinha, até “terra pequena branca”! – terminou com um gesto de força.

— Obrigada, mesmo – agradeceu realizando um gesto de agradecimento. – Certo! Me espere aqui – falou o jovem nativo segurando os ombros da jovem dama – AVOZINHO! – gritou o jovem nativo para um experiente home que se encontrava ali perto – MIM LEVAR MOÇA MAGRINHA ATÉ TERRA PEQUENA! – gritou com as mãos envoltas da boca.

Após a voz ressonar e chegar ao senhor, em questão de segundos o idoso chegou ao local onde estavam, já pegando na mão da jovem. – Olá – falou antes de beijar a mão da dama – Meu nome é Granpa Eliot, mas para você, pode me chamar de Tesudo! – falou ainda segurando a mão da dama.

- Avozinho, me espera aqui, mim levar ela para terra pequena! – falou enchendo o peito. Após alguns segundos, o velho saltou em direção ao jovem dando um grande soco em sua cabeça. – Como ousa deixar seu “chacha” aqui! – falou enfurecido – Nada disso, tenho que ajuda-la e a salvar de você, seu tarado! – falou antes de virar-se para a dama. – Vamos meu bombonzinho, a viagem é longa... –falou beijando a mão da dama, novamente.

Então partiram, o senhor na frente, a jovem donzela e, logo atrás, o jovem nativo. Podiam notar que sopravam alguns ventos mais gélidos que outros, talvez sinalizasse uma tempestade para quem entendesse do assunto. O velho iria assoviando, o jovem com um sorriso no rosto, iria olhando a paisagem ao redor.


Aaron e Davi


- Hehehe - zombou Edward da situação e depois da pequena pausa continuou. - Nós dois estamos perdidos, o melhor seria agruparmos para evitar qualquer perigo. Eu já morei aqui, confie em mim quem sabe assim encontramos algo nesse enorme pedaço de gelo? – perguntou o jovem.

- Oh. Se já morou aqui, por que já não veio preparado com as roupas de frio. Acho que seu lábio já está roxo de tanto frio – respondeu com um sorriso sarcástico voltando a “caminhar”. - Bom, se quer morrer congelado ou ser abatido por ursos continue ai fodão, hehehehe – disse Edward. Após olhar seriamente para Edward, Aaron sinalizou com a cabeça para o mesmo o seguir.

Após alguns instantes de caminhada, Edward observou que Aaron carregava consigo alguma coisa importante e com um instinto gatuno, tentou “surrupiar” o jovem que havia conhecido à pouco. Percebendo o ato, Aaron preparou-se para revidar, mas rapidamente Edward disfarçou, tendo percebido o revide, e caiu na neve. - Ops, escorrei no gelo – falou antes de se levantar.

- É melhor se comportar se não quiser que eu deixe você estirado aqui mesmo no gelo – alertou Aaron com um tom sério - Se você já andou por aqui, poderia me dizer onde tem algum armazém para eu comprar o meu cigarro e alguma arma, já que não tá ajudando mesmo – exclamou enquanto caminhava.

- Vamos seguir em frente, indo em direção contrária da que nos encontramos – respondeu Edward. - Vamos arrumar alguns casacos também, já que a gente ta morrendo de frio. E como já morou aqui, deve saber onde que arruma tudo não é, fodão? – complementou Aaron, ironicamente.

Se continuassem sem nenhuma pausa, logo encontrariam uma pequena “comunidade” de iglus e de longe avistariam uma moça, que deveria ter seus vinte e poucos anos. A neve logo estaria apagando alguns rastros perto da moça, pegadas que indicariam alguma direção.


Análise dos Narrados:
 
Velho e Jovem - Ellamara:
 

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King
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MensagemAssunto: Re: As Crônicas de Gelo e Peixe Act I   As Crônicas de Gelo e Peixe Act I - Página 3 EmptyQua 10 Fev 2016, 19:36


Resultados.... Finalmente.

A caminhada com o homem de madeixas loiras parecia ter algum resultado, no final das contas. Tão útil como uma porta, sua companhia trouxe apenas sorte. Pude vislumbrar algo como uma silhueta, talvez uma silhueta humana ao fundo do horizonte gélido. "Uma tribo, talvez?" A ansiedade para descobrir mais afundo inquietava-me.- Acho que vi alguma coisa. Tente me acompanhar, se conseguir. - Exclamaria com certo tom irônico para o homem que tanto buscava cigarros.

Em seguida, moveria a largos e rápidos passos em direção ao que eu via. O frio aumentava a cada instante, talvez aquela fosse a única chance para minha sobrevivência."Espero que aquele inútil não me perturbe mais..."Obter sucessos em minhas ações, era tudo que pensava.

No caso de encontrar a figura vista alguns metros atras, a indagaria diversas perguntas. - Hmm.... Olá?! Você tem suprimentos ou algo assim? Estou morrendo de frio e preciso de ajuda. - Tentaria passar o máximo de emoção que conseguisse, seria o juízo da moça que determinaria meu destino. Se procurasse me ajudar logo a indagaria novamente. - Vocês tem armas por aqui? Digo, espadas. Eu preciso de algo para me defender e não se preocupem, eu pago. Só não quero acabar sendo morto por ursos idiotas. - Desviaria o olhar com desdém quando pronunciasse as últimas palavras. Esperava que concordasse em me ajudar.

No caso de estranhar minha presença e resolver não me ajudar tentaria comunicar-me novamente - Por favor... Eu preciso de ajuda. Tem um homem junto comigo que parece estar na mesma situação, você não deixaria pessoas morrerem desse jeito certo? -
A todo momento, manteria ambos os braços unidos para diminuir o clima congelante sobre mim.



Histórico:
 

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Narração

– Fala –

"Pensamento"

Título

Ouça a voz da Elise:
 



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Última edição por Davi King em Sex 12 Fev 2016, 19:50, editado 2 vez(es)
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Dante
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MensagemAssunto: Re: As Crônicas de Gelo e Peixe Act I   As Crônicas de Gelo e Peixe Act I - Página 3 EmptyQua 10 Fev 2016, 20:59

HEY LOSER! YOU LOST?



Minhas expectativas até que haviam se sobressaído, e, apesar delas serem extremamente baixas eram até que surpreendentes. Talvez fosse a minha maneira de falar e agir perante eles, ou talvez fosse eles mesmos... E um pouco de sorte. Estava esperando que aquilo terminasse comigo levando pelo menos um deles e no final da batalha minha força se esvair comigo sendo derrotado ao final. Mas não. “Ótimo, pelo menos não virei casaquinho de selvagens. Isso que eles me disseram pode até ser útil, talvez eu encontre algo mesmo...” Por mais que sejam outros selvagens querendo me esfolar o pelo fora. Sentia certo receio percorrendo por todo o meu corpo, e um pouco de ansiedade já que nunca se sabe o que está por vir. Mas eu nunca tive medo em morrer em batalha, no entanto temo perecer por causas naturais. “É claro que eu devo me preservar quando for preciso... Mas não há vergonha nenhuma em morrer lutando.” Eu provavelmente estaria parado ali em frente à vila apenas pensando, sentia-me incomodado com um dos homens mantendo o olhar em mim, aquilo me passava um pouco de raiva, pois eu nunca gostei de alguém me olhando desse jeito, talvez fosse preconceito com a minha espécie, ou até mesmo curiosidade. No entanto tudo terminava em raiva guardada dentro de mim.

Voltaria meu corpo para a direção que me foi recomendada, ela pode me oferecer perigos também, mas é uma possibilidade, e é muito melhor do que nada. Caminharia em direção ao norte cautelosamente, iria me movimentar em uma velocidade normal, porém tentaria ser um pouco sorrateiro visando não fazer muito barulho, para não despertar a atenção de nenhum inimigo. Tentando reparar novamente no ambiente de minha terra natal, provavelmente sentiria os ventos gélidos e o ar frio tateando nos meus pelos novamente, já iria fazer meio século que eu não apreciava isso. “Uma das poucas coisas boas dessa ilha, o clima invernal.”
Pergunto-me o que aconteceu com o bando de ursos do meu pai, e os ursídeos da parte terrena da ilha... Já faz um longo tempo que eu não os vejo, isto é, antes mesmo até de eu me isolar na caverna. “Será que estão todos bem? Eu devo ter um ou dois amigos entre as duas espécies...”

Pensando em amigos, eu vou ter que ter uma tripulação... Ou pelo menos um bando, assim como o meu pai. Se eu quiser sobreviver ao mar, eles teriam que ser também leais e fortes... Ou no mínimo corajosos, sei lá. “Na verdade não importa muito como eles serão eu só quero saber como vou encontrá-los, e como conseguirei torná-los em um grupo...” Não vejo a hora de sair dessa ilha, meu local de criação trás nostalgia e tudo o mais, é um bom lugar para ursos como eu, mas... O meu desejo de explorar tudo que foi inexplorado, e tudo que já foi explorado, é muito maior do que o de ficar aqui. Na verdade, minha vontade de me aventurar pela grand line e suas ilhas é ainda maior que minha vontade de viver... Novamente, histórias que meu pai me contou sobre ela. Como ele pode saber tanta coisa? Quero ser um urso sábio como ele um dia, e adquirir todas as experiências e coisas que ele conseguiu.

Tudo isso decorreria sobre minha mente enquanto eu estivesse caminhando em direção ao norte, procurando por respostas às minhas perguntas. Iria me aproximar de qualquer civilização, novamente com calma, e já iria alertar a minha chegada para não pegar ninguém de surpresa – Olá! Eu vim em paz! – Iria fazer certa cara de frustração e timidez, já que eu não havia pensado em nada melhor para falar. Com minhas pálpebras quase fechadas e os olhos fixos ao chão, forçando o lado esquerdo de meus lábios para baixo, faria tal face. Ao pronunciar minha chegada, iria tentar me aproximar calmamente tentando notar as expressões corporais e faciais das pessoas que estivessem por ali, se demonstrassem agressividade ficaria parado. Em todo caso iria falar – Eu só vim aqui a procura de um meio para sair dessa ilha... Vocês sabem de algo? Não precisamos resolver isso com violência, até porque, todos sabem que vocês não têm chance nenhuma com o ursão aqui. – Terminaria gargalhando, enquanto ergueria minha cabeça para cima rindo boquiaberto. – Hahahaha...- Mudaria totalmente meu tom agora, e totalmente sério, vidraria meu olhar na pessoa mais próxima que estivesse por ali, e então falaria com minha voz grave - Ah, e sim, eu sou um urso falante. Isso não é uma ilusão, pois eu nunca os iludo, apenas trago a verdade à mão. - Exclamaria lembrando-me do ocorrido anteriormente.

Histórico:
 

Spoiler:
 

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Tiro de sorte? Sorte é não tomar um tiro meu
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MensagemAssunto: Re: As Crônicas de Gelo e Peixe Act I   As Crônicas de Gelo e Peixe Act I - Página 3 EmptyQua 10 Fev 2016, 22:14

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    Searching.

    Continuávamos sem pausa alguma. Da distância em que nos encontrávamos, era possível encontrar um conjunto de iglus. Mesmo com o frio, ainda consegui sorrir com o corpo trêmulo. Aquele desgraçado então dissera para eu o alcançar, caso pudesse; este saiu correndo, e realmente, foi duro admitir que ele era mais rápido do que eu. Em minha mente, praguejaria para que este tropeçasse em algum lugar e quebrasse o pescoço; se possível, desaparecesse desse mundo e da minha vista.

    Sem proferir palavra algum, açodar-me-ia na direção do horizonte e daquela comunidade de iglus. Ali deveria ter bastante informações que me seriam úteis no futuro, e quem sabe poderia encontrar meus cigarros; estava ávido por eles, e ainda mais em algum momento de estresse por estar do lado daquele inútil, me serviria melhor ainda.

    Chegando na comunidade de iglus após aquele garoto que mal sabia seu nome, procuraria abordar uma pessoa diferente da dele; caso ele abordasse alguém, apenas o olharia para que o mesmo conseguisse informações úteis a nós dois, tentaria utilizar de uma linguagem não verbal – isto é se este inútil entendesse. Buscaria então alguma outra pessoa naquela comunidade de iglus, e a indagaria:

    Com licença, poderia me dizer onde encontro uma loja de armas, um armazém e algum lugar onde possa encontrar algum tipo de casaco? Não vim preparado para a ilha e to morrendo de frio, sua ajuda me ajudaria muito — a encararia logo em seguida, friccionando minhas mãos em meus braços para tentar amenizar o frio; diria aquilo com os lábios trêmulos, e minha voz provavelmente até soe diferente, mas isso era o que menos importava.

    Caso a mesma respondesse, responder “obrigado” e partiria para a direção onde foi-me indicado; e o primeiro lugar que iria, obviamente, era um armazém para comprar meu cigarro.


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MensagemAssunto: Re: As Crônicas de Gelo e Peixe Act I   As Crônicas de Gelo e Peixe Act I - Página 3 EmptySex 12 Fev 2016, 14:24

Descanso...

Com o fim da batalha mortal o tritão acaba por cair no chão áspero adormecendo profundamente, passava algum tempo e se recobrava, estranhava seus ferimentos se perguntando oque havia acontecido.

'' Porque minha mão está ferida ? E todo esse sangue... Está vindo daquele animal morto !!!''- Pensava em quanto observava o corpo do animal.

Se levantava do chão, sentindo as dores da batalha sobre o corpo o tritão daria passos lentos, passaria sua mão não ferida sobre a cintura checando se a espada com cabo danificado junto das soqueiras e o revolver estavam ali, caso não estivessem procuraria no local e guardaria novamente nos mesmos lugares, logo depois andaria para a esquerda onde conseguira ver uma pequena vila. Com os passos lentos e exaustos começaria a se recordar da batalha, tudo se encaixaria neste momento e se lembraria também de seu real objetivo... A ilha menor !

- Deve ser este caminho com certeza !Afirmava o tritão.

Quando estivesse ao fim do túnel, olharia mais uma vez para trás a procura de algo que despertasse sua atenção ou para checar se não tinha deixado nada para trás, ao ter contato com luz mais uma vez ergueria o rosto sobre a mesma para ter um banho de sol, depois seguiria para a vila a procura de alguém para lhe ajudar com seus ferimentos.

-  Olá ! Desculpe-me, mas o senhor(Senhorita) poderia me ajudar com estes ferimentos ? Eu fui atacado por um animal selvagem agora pouco e está doendo muito, eu posso retribuir o favor como desejar ! - Tentaria dizer calmamente, com um sorriso estampado no rosto para não espantar quem abordasse.

Caso consiga ajuda seguiria a pessoa até onde teria de ir para se recuperar, seguiria todas as instruções também agradecendo mais uma vez com um sorriso no rosto.


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MensagemAssunto: Re: As Crônicas de Gelo e Peixe Act I   As Crônicas de Gelo e Peixe Act I - Página 3 EmptySab 13 Fev 2016, 23:24

Davi e Aaaron


- Acho que vi alguma coisa. Tente me acompanhar, se conseguir! - exclamou ironicamente o jovem Davi ao correr na direção do que parecia ser uma tribo para ele. Em pensamentos, ambos travavam uma guerra fria de olhares, mas com a necessidade, tralhariam naquele momento sem hesitar.

Ao encontrarem uma donzela, Davi encontrando primeiro, não titubeou e foi direto ao ponto. – Hmm... Olá?! Você tem suprimentos ou algo assim? Estou morrendo de frio e preciso de ajuda. - proferiu o jovem com a maior emoção que pudera transparecer. - Com licença, poderia me dizer onde encontro uma loja de armas, um armazém e algum lugar onde possa encontrar algum tipo de casaco? Não vim preparado para a ilha e to morrendo de frio, sua ajuda me ajudaria muito. - indagou o jovem Aaron friccionando as mãos em seus braços devidas o frio.

A moça, soltando um leve sorriso pela situação cômica que ali se encontrava, arrumou o cabelo e e apontou para uma certa direção. - Bem, acho que vocês estão com uma sorte nada favorável... - falou sob uma risada sem jeito - O senhor Eliot acabou de sair com seu neto e uma moça estranha naquela direção. Eles são os responsáveis pelos melhores casacos dessa ilha.

- Obrigado! - respondeu Aaron seguindo na direção indicada pela jovem. - Vocês têm armas por aqui? Digo espadas. Eu preciso de algo para me defender e não se preocupe, eu pago. Só não quero acabar sendo morto por ursos idiotas - argumentou insistentemente Davi. A jovem ficou um pouco espantada pelo olhar de desdém do jovem, mas logo se acostumou, visto que estaria acostumada com isso diariamente.

- Bem, lamento - falou arrumando o cabelo - Mas não poderei ajudar também, o Vovô Eliot é o responsável pela criação e manutenção das armas daqui... - falou ela olhando para o solo, envergonhada - Dizem que o seu neto é o responsável e acredito nisso, o Kumi é muito talentoso... Pena que ele não tem olhos para outra coisa fora a caça... - complementou a jovem com um tom triste.

- Por favor... Eu preciso de ajuda. Tem um homem junto comigo que parece estar na mesma situação, você não deixaria pessoas morrerem desse jeito certo? - urgiu o jovem agindo de maneira entesa. Por alguns instantes a jovem transpareceu que queria ajudar, mas novamente voltou a olhar para a direção que havia apontado antes. - Bem, pegue isso - falou entregando um pequeno objeto - Vá naquela direção e entreguem isso ao Kumi e fale que são meus amigos, ele fará o máximo por vocês... - falou com um leve sorriso.

Se decidissem seguir na direção indicada pela jovem, a dupla enfrentaria uma leve tempestade de neve. Se decidissem parar, demorariam cerca de um dia para possivelmente alcançar o velho. Se continuassem sem nenhuma pausa, alcançariam em cerca de horas.


Dante


Parado em frente à vila, o ursídeo refletia sobre seus futuros passos. Após lembranças do seu passado, o ursídeo seguiu a dica do homem e rumou ao Norte. Ao encontrar um aglomerado de casas, após alguns momentos andando o que para humanos seriam horas, ele avisto uma possibilidade de interação. – Olá! Eu vim em paz! - dissertou o ursídeo a um homem que ali estaria pescando em um pequeno buraco no gelo. O homem ficou espantado de início, mas logo soltou uma risada. - Ah, essa bebida está fazendo mal a mim... - falou enquanto soltava umas risadas e voltava a sua atividade. – Eu só vim aqui a procura de um meio para sair dessa ilha... Você sabe de algo? Não precisamos resolver isso com violência, até porque, todos sabem que vocês não têm chance nenhuma com o ursão aqui - terminou o ursídeo gargalhando. - Verdade! Hahaha! - gargalhou o homem ao dar um gole em sua bebida.

Alguns instantes se passaram com ambos rindo, aparentemente sem motivos. – Hahahaha... - continuou rindo o mink antes de mudar completamente sua instância para um tom mais sério - Ah, e sim, eu sou um urso falante. Isso não é uma ilusão, pois eu nunca os iludo, apenas trago a verdade à mão - exclamou o mink fazendo referência a o que lhe ocorreu antes.

Ao escutar isso, o homem levantou, limpou sua roupa e recolheu sua vara de pescar. - Muito bem homem urso, você me parece legal... - falou ao dar outro gole em sua bebida - Posso estar louco, mas quer comer algo lá na minha "casa"? Minha mulher certamente iria gostar de você! - falou animadamente.

Caso o ursídeo rejeitasse o convite, o homem se despediria dele ali mesmo e seguiria seu rumo. Porém, caso o ursídeo aceitasse sua oferta, ambos caminhariam até o local, que não seria muito longe.

Ineel


Após algum tempo caído, Ineel recobrou sua consciência e ainda sentindo dores, se dirigiu até uma pequena vila que havia visto. Após ter checado e visto que estava tudo ok, guardou suas coisas e com passos lentos, rumou até o seu objetivo. - Olá ! Desculpe-me, mas a senhorita poderia me ajudar com estes ferimentos? Eu fui atacado por um animal selvagem agora pouco e está doendo muito, eu posso retribuir o favor como desejar! - falou o tritão para uma mulher que estava colhendo pedras por perto.

Automaticamente a senhora se impressionou com o fato. - Ah! - exclamou surpresa a senhora - Você está machucado meu filho! - falou correndo em direção ao tritão. Ao chegar perto do mesmo, logo procurou ver como estava o ferimento do mesmo, sem se importar com a reação do "animal". - Você está precisando de descanso, um bom prato de comida e um lugar pra ficar - falou decididamente - Vamos, meu marido gostará de conhecer você, rapaz estranho. -falou puxando o tritão pelo braço.


Caso o tritão aceitasse a oferta, a senhora o faria uns curativos enquanto o mesmo estaria seguro. Se rejeitasse, a senhora entenderia e voltaria ao que estava fazendo.

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MensagemAssunto: Re: As Crônicas de Gelo e Peixe Act I   As Crônicas de Gelo e Peixe Act I - Página 3 EmptyQui 18 Fev 2016, 20:44


Ao ouvir de que havia um homem que vendia casacos, não ouvi muito, apenas de canto de ouvido de que este também detinha todos os tipos de armas da ilha, e quem sabe, ele tivesse algum cigarro para poder amenizar o meu sofrimento ao menos um pouco. Açodar-me-ia na direção em que a jovem dissera, sem se importar as dificuldades que eu teria de enfrentar na frente; neste instante em que um inútil como aquele garoto está ao meu lado, algo para não me estressar seria uma dádiva dos deuses.

Ei, apesar de eu odiar trabalhar com você, acho que só sairemos dessa daqui juntos. Vamos se unir pelo menos dessa vez — diria então ao meu “companheiro” de viagem, que me colocou em toda essa presepada.

Sem me importar com os fenômenos naturais, eu seguiria em uma corrida retilínea na mesma direção em que a garota apontara. Uma hora, quando eu achasse alguém desconhecido, iria apenas indagá-la se ela ouviu falar sobre um tal Eliot e Kumi, para poder ter certeza de onde estavam os mesmos; caso encontrasse os dois indicados pela garota, iria gritar pedino para que esperassem.

Um minuto, por favor — fitá-los-ia, curvando meu tronco para poder tornar minha respiração ao seu ritmo normal. —Vocês tem o controle de armas, casacos e demais coisas aqui da ilha. Peço-lhes, por favor, para que me arranjem uma pistola com munição, um casaco que suporte ao frio, um maço de cigarro e um isqueiro; se puder fazê-lo por um preço amigo, seria muito melhor — daria uma risada sucinta, voltando a ficar sério, apontando para o garoto que provavelmente estaria ao meu lado. — Caso seja um pouco mais do que eu possa pagar, podem levar este inútil como escravo.

Sem dizer mais nada, seguiria fitando-os a fim de que respondessem e aguardando o que viria a seguir; estaria alerta para qualquer situação, desde boa à má.

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