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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Em busca de um novo Horizonte - Shells Town

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Kenway
Pirata
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MensagemAssunto: Re: Em busca de um novo Horizonte - Shells Town   Em busca de um novo Horizonte - Shells Town - Página 5 EmptyTer 11 Jul 2017, 08:39


01. Atrasei pq sou vagabundo Takamoto Lisandro
Gaiden: QG


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O moço maneta, após agradecer a enfermeira, seguia para o outro indivíduo que possuía uma idade aproximada a dele, apresentando-se para evitar qualquer impolidez da parte dele. O rapaz puxou assunto questionando algo ao outro indivíduo que, apesar das duas primeiras sentenças de Gaiden, permaneceu imóvel como se fosse parte da decoração do cômodo. Até que virou, lentamente, seu rosto para encarar o homem remendado.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Seus olhos eram cansados e caídos, adornados por olheiras que fazia-o parecer que não descansava a dias. Seus alvos cabelos eram arrepiados e completamente bagunçados. Seu traje — um uniforme da marinha — era tão babélico quanto suas madeixas brancas e ainda havia a ausência do boné em sua cabeça. Seu porte físico magro e quase enfermiço passava a sensação de que era apenas um paciente qualquer, não relacionado ao Governo Mundial.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Está correto…em partes. — o jovem finalmente se pronunciava, sua voz era arrastada e exalava cansaço assim como sua aparência — Procuro algo sim, mas não lá fora, tampouco aqui dentro. E eu acho que o que procuro está comigo, só não sei onde. — suspirou — A não mais que dois dias eu estava prestes de encontrar, um propósito isto é. Iria me juntar a um grupo de Caçadores de Recompensa que, para meu azar, sumiu sem deixar rastros. Hoje tento achar um significado aqui na Marinha. — parecia que o rapaz havia concluído.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]No momento em que Gaiden disse seu nome, aquele com quem conversava fitou-o, encarando seus olhos firmemente como um predador o faz com a carne suculenta de sua presa. — Hirohiko — ele disse, ainda o encarando, talvez o nome “Gaiden” lhe fosse familiar. O jovem apenas voltou a si depois de avistar a mão do ferido, chegando a alguma conclusão com base nisso.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O rapaz não parecia querer conversar mais, inclusive se afastou de Gaiden, acenando para o mesmo. Ele seguiu em direção a porta. O homem remendado agora checava o estado do anão, que por sinal não era dos melhores e logo após, ia em direção a enfermeira para questioná-la sobre o homem que falara com ele mais cedo, contudo, algo o impediu. Um sujeito adentrava a sala.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Uma figura imponente, mais alta que todos dali e com os músculos para lá de torneados que se encontravam reluzindo devido ao suor proveniente do clima de verão da ilha. Salvo as mangas arregaçadas por causa do calor, seu uniforme estava o mais arrumado possível, de longe dava para perceber que era alguém importante e um exemplo a ser seguido. Como se não bastasse, um enorme martelo era carregado por ele, chamando ainda mais a atenção e na outra mão havia um saco com algo pesado dentro.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Quando me passaram a descrição de quem precisava de ajuda eu quase não acreditei. —  arremessou o saco no chão e enxugou a testa com o antebraço, o objeto reproduziu um som metálico — Aí tem metade do que valiam aqueles que capturamos graças a você. Pode-se dizer que você é um amuleto de sorte para falar a verdade, há tempos tentamos prender aqueles malditos, mas nunca conseguimos algo contra eles. — os olhos do marinheiro bailavam e encaravam cada ferida de Gaiden infindavelmente, estava prestes a virar as costas e sair mas voltou a falar — Quase me esqueci, siga-me se ainda estiver interessado em forjar o que precisa — disse, girando em seu eixo em direção a porta e andando a passos largos.


Hizy: Ruas de Shells


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O menino de cabelos azulados perambulava pela ilha de Shells Town, enquanto matutava sobre o que o vendedor de outrora havia lhe dito. Pensava sobre o que fazer; para onde ir. Sem pestanejar muito, decidiu que o melhor a se fazer indubitavelmente era se armar, mesmo que fosse para usar em autodefesa apenas, sinalizou então para sua panda, que respondeu com um grunhido alegre e ao mesmo tempo preguiçoso, seguindo o garotinho logo após.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Felizmente a busca pelo estabelecimento onde poderia adquirir armas fora rápida, logo achou um local nomeado de “Iron Maiden”, seu letreiro era adornado pelo rosto de uma bela mulher que possuía a sua frente uma espada e uma pistola cruzadas.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Adentrando, Hizy se deparou com um lugar vazio, organizado e extremamente limpo, havia apenas o vendedor atrás do balcão para lhe fazer companhia que, a cada cinco segundos, limpava a superfície para garantir que estivesse perfeitamente limpa, salvo as vezes que cantarolava enquanto ilustrava seu balcão, o silêncio era perturbador.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Tratava-se de um homem extremamente alto, facilmente atingindo quase três metros de altura, extremamente magro, olhos cerrados, cabelo curto partido ao meio e barbicha, ambos pretos. Trajava-se formalmente, gravata borboleta e uma roupa semelhante a de pianistas ou maestros, incluindo luvas brancas. O homem transpassava uma sensação ruim, fazia Hizy ter calafrios apesar de parecer inofensivo.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O homem, após ser lhe entregue o dinheiro e dito o que seu cliente necessitava, retirou uma quantia do saco e devolveu-o para o menino — Trinta mil é o suficiente, jovem rapaz — disse o vendedor. Seguiu para sua esquerda, colocando seus dedos esguios em volta de um bastão de madeira, dando nas mãos do pequeno garoto logo após.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O homem parou, estático após ouvir o sobre o tesouro, até mesmo sua limpeza foi interrompida. — Não fala de um tesouro em uma igreja, fala? — indagou o homem — Só pode ser o da capela, sinto saudades dos tempos em que eu passava lá — desabafou Eu posso te dar o mapa que tenho comigo, mas terá que responder a minha charada primeiro. — concluiu o vendedor.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Ajeitou a gravata, deixou seu alvo pano de lado e cessou por completo a limpeza, levou o punho direito cerrado à boca e pigarreou — Dois pais e dois filhos foram pescar. Todos pescaram um peixe e pescaram ao todo 3 peixes. — pausou e encarou Hizy nos olhos — Como isso será possível? — terminando sua fala, levou a canhota a um bolso dentro de sua roupa e retirou de lá um papel enrolado com um aspecto de velho, sem dúvida alguma era o mapa.


Tinny: Ruas de Shells


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Dúvidas, infindaveis questionamentos; eram a única coisa que rondava a mente do moreno rapaz no momento, sendo mais exato, a confusão era martelada incessantemente em sua cabeça, deixando-o nervoso a ponto de querer se acalmar com seu amigo de longa data, o fumo.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Palpeava suas roupas e invadia seus próprios bolsos, nada encontrara de primeira instância, até que seus dedos beijaram algo que parecia ser uma embalagem, um maço de cigarros. Agarrou-o apressadamente e o trouxe para fora apenas para decepcionar-se com a visão de um pacote vazio e meio amassado, estava sem sorte.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Os passos começaram a ser feitos por Sigard, que procurava um estabelecimento que pudesse lhe vender cigarros e um isqueiro. Encontrou uma lojinha humilde, não havia nada que chamasse atenção nela, nem mesmo em seu interior. Uma simples loja de conveniências. Seu vendedor e provavel dono sentava atrás de sua bancada, estava claramente acima do peso e seu rosto era composto por traços brutos e um bigode grosso e ruivo como o pouco cabelo que tinha. Lia um jornal que pôs sobre o balcão no momento em que o cliente adentrou e perguntou o preço do produto que queria.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Perdeu a educação no caminho foi? Boa tarde para você também. — disse o porpeta — São dez mil pelo cigarro, o isqueiro sai por cinco caso queira comprar em conjunto. Essa joça mal tem movimento mesmo, tenho que vender essas bagaças de um jeito ou de outro. — concluiu o vendedor

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Agora, já do lado de fora, Sigard fumava um de seus cigarros enquanto enxotava mais pensamentos ruins, chegando a conclusão que necessitava se atualizar, rumou para uma taverna, encontrou um estabelecimento chamado Grand Drinqs para ser mais específico.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Dentro havia o mais variado tipo de pessoa visto que estava cheia, sua segurança era feita por marinheiros e podia ser encontrado desde os mais parrudos e fortes até os mais magros e esguios. Haviam garçonetes distribuindo as bebidas que o nanico barman oferecia, apesar de cheia, possuía uma mesa vazia, espaço nos bancos do balcão e em algumas outras mesas.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Um grupo mais próximo de onde o sujeito que serve as bebidas está conversava sobre um grupo de criminosos que anda arranjando confusão e se safando, outro, próximo a mesa vazia, tagarelava sobre o fato de que havia um estabelecimento necessitando de um guarda ou dois.
off:
 
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MensagemAssunto: Re: Em busca de um novo Horizonte - Shells Town   Em busca de um novo Horizonte - Shells Town - Página 5 EmptyTer 11 Jul 2017, 21:33


Hora de fazer uma grana! $$$

O mundo ganhava milhares do cores jamais antes vistas, o vento que tocava a sua pele tinha agora um saboroso toque fresco e macio, assim se sentia o jovem atirador em dado momento. Com um sorriso um tanto distorcido e satisfeito, o primeiro trago era dado. Que delícia, cara... Sorria um tanto satisfeito, e todas as coisas perdiam parcela da importância que tinham até o dado momento. Sentia-se mais leve e confiante, estava pronto para seguir seu caminho sem mais preocupações. Conseguira comprar seus produtos por 15.000 B$, estava lucrando!

Feliz e motivado, caminhava agora com uma outra sensação, o tempo não importava tanto. Talvez o cigarro aliviasse uma possível fome que pudesse sentir no momento. Caminhando lentamente e sendo bastante observador, Siggy conseguiu ouvir conversas que lhe agradavam os ouvidos e lhe abriam o leque de oportunidades para que pudesse fazer algum dinheiro. Isso acontecia logo depois dele entrar numa taverna chamada Grand Drinqs. Observeva as pessoas ali dentro e não se assustava. Talvez tivesse ido naquele lugar em algum momento.

Não interagia rapidamente, baforava cuidadosamente a fumaça extraída de seu cigarro tentando não incomodar alguém que estivesse por perto. Nenhum detalhe se passava despercebido pelo jovem. Encostava próximo a porta da taverna, fumando o seu cigarro e observando o movimento ali dentro. Não queria ser grosseiro, trataria de usar sua melhor expressão para manter uma boa impressão com as pessoas que ali estavam. Em sua mente não pairavam mais os pensamentos de antes, estava de fato mais tranquilo.

Ouvindo conversas por ali, pode perceber que um grupo de pessoas comentava a respeito de criminosos, não era do seu interesse ser um "caçador de recompensas" ou algum "ministro da lei" (pensava com ironia). Interagia com qualquer pessoa que viesse conversar consigo - Opa, e aí? - Tentando ser educado minimamente ao longo de não querer engajar em nenhuma interação excessiva. Depois pôde ouvir algo que lhe chamava um pouco mais de atenção, alguém precisava de um serviço de guarda... Ele talvez pudesse realizar tal serviço.

Pensava consigo se de fato era isso que estava procurando. Lhe soava como um emprego de tempo fixo, mas o que procurava era realmente algo momentâneo e bem remunerado. Talvez devesse continuar ouvindo coisas para ter mais informações ali. De repente a ideia anterior lhe pareceu ser mais interessante, mas sua mente confusa ficava indo e voltando entre as duas possíveis escolhas. Seria discreto, perguntando logo depois de pedir licença: - Com licença, não deixei de ouvir algo que você comentou. Era sobre um estabelecimento que precisa de serviço de guarda. Você poderia me falar mais sobre? - Se manteria atento para qualquer informação dada pelo homem, perguntando coisas como - Onde fica? Quanto ganha? O que preciso fazer? Por quanto tempo devo trabalhar? - Faria essas perguntas de maneira que não soasse como um interrogatório, mas apenas se o homem não respondesse antes. Se percebesse de alguma forma que o grupo não tivesse respostas, não iria em frente com as perguntas incessantes.

Esperava ter ao menos o suficiente para cogitar... Precisava das respostas para poder decidir o que faria. Depois de conversar com o primeiro sujeito, pediria licença e faria um interrogatório semelhante na mesa ao lado. Não queria parecer inconveniente.
- Com licença, ouvi vocês comentando sobre um grupo de criminosos... Quem são eles, qual é a recompensa? - Depois que tivesse as informações necessárias, daria um ultimo trago em seu cigarro, saboreando-o até o fim. Depois estaria pronto para dar o aval à qualquer um dos homens e seguir seu destino em busca de maiores objetivos. Antes de terminar a conversa com esse último grupo, perguntaria: - Vocês sabem onde posso encontrar alguma arma de fogo para vender? - Sentia falta de seu velho rifle, e não tinha nenhum equipamento que o pudesse fazer defesa em caso de perigo.


__________________________________________________________
Atributos:
 

Histórico da Aventura:
 

____________________________________________________

Narração - Fala - Pensamento

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Objetivos:
 
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MensagemAssunto: Re: Em busca de um novo Horizonte - Shells Town   Em busca de um novo Horizonte - Shells Town - Página 5 EmptyQua 12 Jul 2017, 10:20



~ A Charada do Maestro ~


[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | Post: 06

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De olhar curioso e estático, o noviço lia e repetia em voz baixa e pensativa o nome do estabelecimento. – I-ron.. Maiden?! – Interrogava-se, com um ar cismático, mas não demorando muito para baloiçar os ombros e deixar qualquer questionamento desnecessário para trás. No interior da loja, o menino se surpreendia, deixando bem óbvio em seu olhar. – Oh! Não esperava que fosse um lugar tão limpinho! – Afirmaria espantado. Contudo, o que viria a realmente deixá-lo de boca aberta e um pouco cauteloso, era o homem que se destacava por de trás do balcão. Sua espinha arrepiava, e uma gota de suor frio escorria pela sua testa.

 — Trinta mil é o suficiente, jovem rapaz — Com a resposta e a atitude do senhor vendedor-de-armas, Hizy repensou suas primeiras impressões. – Talvez ele não seja tão ameaçador como a sua aparência o torna… - E esboçando um riso, agradeceu. – Obrigado, senhor! – disse, recebendo o bastão e o segurando com sua mão direita.

 Em choque, o vendedor questionava o garotinho sobre o tesouro que o mesmo falara com tanto entusiasmo. — Não fala de um tesouro em uma igreja, fala? — E com o mesmo entusiasmo que falara sobre ele, o menino assentia com um SIM! Bem afirmativo e reluzente, e um sorriso bem branco. — Só pode ser o da capela, sinto saudades dos tempos em que eu passava lá — Comentou o vendedor. Eu posso te dar o mapa que tenho comigo, mas terá que responder a minha charada primeiro. — Não conseguindo acreditar que aquele vendedor realmente não só sabia sobre o tesouro, como também tinha um mapa e que o iria dar, Hizy deixava um sorriso feliz escapar-lhe e a animação possuir-lhe o corpo. – Sério!? BOA! Hi! Hi! Hi! – Aceitando o desafio, fechava os punhos e os puxava em direção à si. – Certo! Farei o meu melhor! –



- Dois pais E dois filhos foram pescar. Todos pescaram um peixe e pescaram ao todo 3 peixes. Como isso será possível? –
Os olhos do vendedor-de-armas-barra-maestro-barra-pianista encararam os olhos azuis e genuinamente inofensivos do garoto, apesar do mesmo não responder àquela troca de olhares. Focava-se ele em seus dedos esbeltos e finos. – Hum… ora, dois pais… e dois filhos… - Contava com os dedos. – Logo são quatro pessoas, Hu! Hu! - Concluía. – E são três o número de peixes… Mas todos pescaram um… Hã?! – Por uns segundos encarou por fim o velho vendedor, mas não com um olhar confiante ou hostil. Sua figura havia perdido a cor, e seus olhos imensamente expressivos deixavam claro que ele não sabia a resposta. – Oji-san, você não errou nas contas? – Perguntaria, ainda branco, com o dedo próximo da boca. Mas sem esperar por uma resposta do homem, abaixaria o semblante e pensaria de forma séria, cruzando os braços entre eles. – Se todos pescaram, e se o número de total de peixes é três, então só havia três pessoas? – Baixinho, raciocinava consigo mesmo. – Mas se são três pessoas, como pode haver dois pais e dois filhos? – Foi nesse instante que, como um raio, pensara em algo que poderia ser a resposta, uma epifania acontecia-lhe. E sério no olhar, fitava o ancião. – Oji-san, a resposta para a charada é que na verdade, não havia quatro pessoas, como o senhor fez parecer que havia. Na realidade, eram apenas três. O pai, o filho e o neto, né?! O avô, no caso é pai do pai, e o pai, é filho e pai, certo?

 Ansioso, esperaria pela resposta. Se houvesse acertado ou não, deixaria uma gargalhada escapar-lhe. – Ha!   Ha!   Ha! O senhor é muito inteligente para pensar em algo assim, Oji-san! – Confessaria, divertido com aquela brincadeira. Se não conseguisse o mapa, não podia fazer mais nada além de agradecer humildemente pela oportunidade que lhe havia sido oferecida, afinal seria sua culpa por errar na resposta. Mas caso houvesse acertado, agradeceria ao homem e abriria o mapa, tremendo por todos os cantos, observaria com atento todos os detalhes. Aquela era uma preciosa pista sobre o paradeiro de seu irmão, no fim das contas. – Obrigado, oji-san! Agora posso ir atrás do meu irmão! Hi! Hi! – Fechando o mapa e o guardando no bolso, agradeceria novamente, se despedindo do homem e saindo da loja em direcção ao próximo local, com o bastão em mãos. – Vamos, Shima-chan! -
 

   



__________________________________




Histórico:

Post: 06
Ganhos: Flauta | Bastão |
Perdas: 10.000 $Berries + 3.000$Berries + 30.000$Berries
$Berries Total: 7.000$B
Bónus:
Players:
NPC's:
HP: 120/120
SP: 62/62

Vantagens: Genialidade | Aerodinamicidade | Voz Encantadora | Boa Aparência
Desvantagens: Código dos Heróis | Coração Mole | Trauma Profundo
Citação :
Sempre que vê ou ouve algo relacionado aos tenryuubitos entra em estado de choque, por serem eles os responsáveis pela morte de seus pais, e por acreditar  que os próprios são a origem de todo o mal existente no mundo. Fica tão paralisado que a única coisa que pode fazer é fugir amedrontamente, de forma bem devagar. Até mesmo estátuas ou gravuras de dragões orientais a voarem o deixam ligeiramente incomodado, desconfortável e nervoso.

Perícias: Instrumentos Musicais| Doma | Treinamento
Ofício: Artista

Pet:
Animal Comum:
 



...

Objectivos:

•♪ Comprar uma Flauta, uma Ocarina, uma guitarra, uma guitarra-portuguesa e uma Trompeta;
•♪ Conseguir um bastão;
•♪ Encontrar pistas sobre o paradeiro de seu irmão;
•♪ Capturar um grupo de criminosos/contrabandistas que esteja maltratando pessoas inocentes;
•♪ Ter uma NPC Acompanhante;
•♪ Encontrar o Tesouro de Shells Towns;
•♪Encontrar outro tesouro;
•♪ Encontrar com o Gaiden, Lancelot e Bonez (Só se eles estiverem por perto);
• ♪ Conseguir uma pequena Escuna;
•♪ Assinar ao Jornal Mensal;
•♪ Ganhar alguns alimentos;
•♪ Comprar roupas de feiticeiro (As que o Aladdin usa em Magi);
•♪ Comprar roupas semelhantes a que estou a usar (As que o Aladdin usa em Magi);
•♪ Comprar um bolsa;
•♪ Comprar um grande tecido branco;
•♪ Aprender Acrobacia e Veterinária;

Para o Narrador, Hizy escreveu:
Desculpem pelo post fraco e pequeno, mas não tinha muito o que fazer ç.ç E espero que tenha acertado na resposta TT.TT

Legenda:
– Pensamento – - #99FFFF
– Fala – - #0099ff + b
~ Canto/Cantar ~ - #0099ff + blur

Thanks Panda

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] escreveu:

[ ] Ganhar uma Meitou; (ノ≧∀≦)ノ
[ ] Ter Haki; (╯✧∇✧)╯
[ ] Caçar 10 Recompensas; ヾ(〃^∇^)ノ♪
[ ] Caçar [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]; (۶ꈨຶꎁꈨຶ )۶ʸᵉᵃʰᵎ

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MensagemAssunto: Re: Em busca de um novo Horizonte - Shells Town   Em busca de um novo Horizonte - Shells Town - Página 5 EmptyQui 13 Jul 2017, 03:49


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Foi uma grande surpresa entrar em contato com aquele senhor, pois claramente ele era alguém experiente na área, e para chegar em contato com ele tão facilmente Leo deveria ser realmente alguém pelo menos talentoso. Mas o mais surpreendente para mim foi logo após falar, claramente mantendo as aparências e evitando revelar muito, ele facilmente disse meu nome e ainda me menosprezou claramente. Visivelmente não era claro, mas caso fosse, uma expressão de susto e surpresa estaria em minha face, por um momento travaria naquele êxtase de ser tão facilmente descoberto.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]~ Como ele sabe meu nome e até que eu sou filho dele?  O que está acontecendo aqui?

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Mas rapidamente manteria a calma, e como pedido, iria seguir ele para o que quer que fosse, aliás ele já sabia meu nome, então não tinha o que temer e já que estava ali não tinha o que fazer fora segui-lo. E claramente ele sabendo algo, poderia pelo menos escutar o que ele tinha a dizer.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]E como dito ele realmente estava preparado a falar algo, mas o chocante foi que após algum tempo caminhando pelo local foi que chegamos a um laboratório. Era claramente um laboratório que estava fora do padrão que tive quando cresci naquele quintal com Leo, era um genuíno laboratório de pesquisas da marinha. Aquele velho tinha uma certa autoridade e com isso livrou todo aquele laboratório para ter uma conversa, isso mostrava o quanto ele dava valor a tal assunto. O que era lucro para mim, que estava ali para conseguir informações mas ainda assim precisava de alguma ajuda no caminho de um cientista, poderia usar esse velho como o tal trampolim que tanto ansiava.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Parecia que o tal trampolim estava bem na minha frente quando com um sorriso no rosto ele começou a claramente mostrar um certo afeto para com Leo, o que claramente poderia ajudar em alguma coisa, aliás ele foi meu pai. E saber que eles dois haviam sido parceiros realmente foi um prazer, então realmente ele poderia me ajudar a saber que foi meu pai. Mas mesmo aquele sorriso se esvaiu e em seu lugar uma expressão bem única apareceu no rosto do velho, e após sua frase mesmo eu comecei a puxar o rosto inevitavelmente – Quando saiu de shells town, soube que casou-se, depois teve filho e por último... Á morte. Infelizmente só sei das histórias dessa ilha...

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]~ Como assim ele sabe da morte dele? Só eu estava lá na hora... E o fato de eu e minha mãe existirmos ser público não deveria ter feito ele pelo menos se importar mais conosco? E nem mesmo um antigo parceiro sabe muito sobre você...Quem realmente era você?

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Claramente aquele velho ficou emotivo, e perdido em meus pensamentos também fiquei meio perdido ao escutar ele. Inclusive era do meu pai que ele estava falando mas mesmo assim não parava de pensar em como irresponsável ele tinha sido por deixar nós dois sozinhos, a não ser que tenha uma justificativa melhor por traz, mas não era com esse velho que iria conseguir as respostas. Mas já que estava ali teria que fazer a viajem valer a pena, e para manter as aparência não perguntaria como ele sabia que era filho de Leo, nem esticaria para saber a relação dos dois, uma vez que claramente aquele velho ficou bem emotivo e não iria conseguir muito dele, uma vez que ele já admitira o fato de não saber muito. Nem muito menos perguntar como ele sequer franziu quando olhou minha aparência, aliás era um monstro pro mundo e ele parecia não ligar para isso, era como se ele soubesse daquilo, mas pouco importava.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]E já que as informações que conseguira realmente não foram tão impactantes, calma estaria permeando minha mente e enquanto ele mostrara as imagens e contava as histórias por traz das mesmas focaria em olhar em volta. Claramente o laboratório que estava, seria bem útil conseguir algo, seja físico ou em conhecimento. Então procuraria ao meu redor, sempre tive uma certa proximidade com a área da botânica e venenos, mas nunca tive proximidade com a área do corpo humano, o que era claramente uma barreira a ser cruzada já que pretendia me tornar o cientista respeitável e temido no futuro. Então poria meus olhos em todo o lugar em busca de algo do gênero para pedir uma certa ajuda daquele homem. Achando algo ou não, era um objetivo que tinha em mente para algum momento concluir e já que estava ali não poderia perder a oportunidade, principalmente com aquele senhor tão sensitivo no momento. Então com o mesmo tom de antes, só agora menos educado e mais direto, colocaria um pouco de mentira na história, mas simplesmente para incitar a boa vontade daquele homem, pois eu teria que conseguir algo aquele dia e aquele seria um momento oportuno para isso.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]- Para ser sincero, ele disse me criou e disse que quando em momentos de crise eu poderia vir aqui e procurar o responsável, que ele era uma grande pessoa que poderia ajudar. E vendo o senhor agora, era realmente verdade – puxaria a face, pois era meio complicado bajular alguém como estava tentando, era uma ação que não costumava fazer muito e claramente não era bom, mas as palavras era realmente sinceras, principalmente as últimas, e continuaria – E infelizmente depois que ele morreu eu estou nesse momento de crise... e vendo esse laboratório até lembro quando ele me ensinava as coisas, ele me deixou bem ciente das área mais da natureza em si, mas deixou uma lição faltando que era a do próprio corpo humano, aliás que cientista eu seria se não aplicasse a natureza no próprio humano? Para ser sincero o maior problema é não ter um projeto ou trabalho para me ocupar, mas o fato de não concluir meus estudos para ser um cientista melhor e orgulhar meu pai realmente me afronta, queria saber se o senhor poderia me ajudar nisso.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Claramente, todo esse discurso deixaria alguém com certa vergonha, como eu, deveras nervoso, e instintivamente logo após, minhas mãos deveriam surgir para confrontar meu rosto como se fosse para rasga-lo como se fosse para acalmar meus pensamentos. Era realmente uma tentativa arriscada que estaria tentando me colocar, mas seria necessário tal diálogo cedo ou tarde para alguém que quer crescer e que realmente tem um objetivo maior nos olhos, então tudo que foi tudo viria do coração para suprir esse desejo que permeava todo meu sangue.

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MensagemAssunto: Re: Em busca de um novo Horizonte - Shells Town   Em busca de um novo Horizonte - Shells Town - Página 5 EmptyQui 13 Jul 2017, 04:34


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  1...2...3... - Naquele momento segundos pareciam horas, e com meus costumeiros devaneios eu me ocupava sadiamente, enquanto aguardava pela atenção do ebóreo. Com minhas expectativas altas eu me aquietava, o tardar aparente de sua fala finalmente se eximia, o homem, que me parecia um marinheiro desolado, soltava de sua boca palavras sem ímpeto, sem entusiamo, e seu estado fazia jus à sua condição. Tentava eu não ser tão inconveniente, e olhava para o chão durante o proferimento de suas declarações fadigadas.

O destino era uma coisa incerta, disso eu sabia com certeza, e o pronunciamento do soldado retificava minha crença de forma até que poética, cá estávamos nós, dois homens jovens, abatidos pela sorte, em meio a esse mar de possibilidades, que nos engolia a cada remada avante, eu me via naquele rapaz... entretanto, eu não tinha ideia do que ele via em mim, pois ao lhe dizer meu nome seus olhos me caçaram atentos, me dizendo assim o seu.

Hirohiko... - Eu indagava em estranhamento, desconfiando de forma inexorável da excitação no olhar do garoto, que após fitar meu membro esquerdo logo voltava a sua expressão de desinteresse  - Você já ouviu meu nome... - Articulava dessa vez em tom risonho, jogando verde com o mesmo - Suponho que até saiba de algo sobre mim. Hahaha!!! - Pausava a fala em uma risada não muito estridente, mas sim em tom de fascínio - Desculpe-me pelo encanto, sei que provavelmente nunca me viu, já que quando falei não esboçou nenhuma feição de surpresa, sabe, eu perdi a memória, então não me lembro de nada - terminava minha colocação amigavelmente.

Minha tentativa afável de aproximação não mais vingava, o marinheiro antes falante agora já não demonstrava vontade de alongar o tema, inclusive se afastando, meu semblante repentinamente cambiava, de alegre eu ia para frustado, as respostas eram ansiadas de forma inigualável, mas não iria obrigar ninguém a me falar, não iria obrigar ninguém a nada que não me desse dinheiro - Realmente... essa estrada tenho que desbravar sozinho... - Refletia desgostoso, com uma fisionomia de angustia.

Me voltando para a enfermeira, ainda no suporte das muletas, me prostrava a perguntar sobre o assunto mais importante, o paradeiro de Giusepe, quando era subitamente interrompido pela entrada de um gigante. Meus pelos se arrepiavam com a chegada do oficial, seus músculos definidos se destacavam pelas dobras em suas mangas, seu corte de cabelo pequeno, no estilo militar, fazia sua autoridade ser ainda mais intimidadora, e o saco que o mesmo segurava já me fazia cogitar algo macabro, além de seu martelo deveras singular - O que é isso? - Ponderava surpreso, mas sem validar a cara de espanto, meu temperamento calmo me ensinara isso.

o calor do verão não se exprimia tanto em minha derme, contudo, a presença do homem esquentara meu sangue de modo estupendo. Um ar de dejavu subia, apesar de não saber se era obra da insanidade da minha mente, ou da captação de algum sentido adormecido. O homem logo jogava o saco no chão, criando um leve som metálico a ser escutado e já se dirigia a mim - Quando me passaram a descrição de quem precisava de ajuda eu quase não acreditei [...] Quase me esqueci, siga-me se ainda estiver interessado em forjar o que precisa - Terminava sua sentença o desconhecido, já se virando para seu destino.

----

Estático e ainda nas muletas, eu me via encarando as costas do homem, que já se encontrava passos a frente. Extasiado pelo acontecido, tentaria me aproximar lentamente do saco, que não poderia pegar pelo fato de minha perna esquerda estar desfuncional,  não falando da minha mão - Moça, você poderia pegar esse saco e colocar na minha boca? - Pediria gentilmente para a mulher, esperando já boquiaberto.

Movimentando-me de forma dificultosa, pelo fato de manejar uma das muletas sem ajuda da mão esquerda, tentaria acompanhar o brutamontes, segurando o saco de qualquer forma, de jeito que me fizesse ficar o mais perto possível do mesmo - Ei!! Tenho perguntas para fazer!! - Falaria em bom tom ainda andando, mesmo com a boca preenchida - Na forja você entenderá... - Terminaria o diálogo o acompanhando para a frágua.

Chegando no local, deixaria o dinheiro cair no chão e analisaria minunciosamente a área, já para me preparar visualmente para o trabalho. Com concentração sublime, tentaria achar as ferramentas mais comuns, averiguaria as condições da fornalha, e também procuraria achar a matéria prima mais eficiente. Mas não colocaria as rédeas na frente dos bois, mirando o homem irreverentemente, eu começaria o questionário - Você sabe quem eu sou? - Exprimiria já como um baque, em uma expressão fria e centrada -  Na enfermaria... você disse que quase não acreditou quando passaram minha descrição, isso deve ser algo - Deixava em hiato meu discurso, me tocando que ele provavelmente não saberia da minha condição mental - Eu perdi a memória a pouco, não consigo me lembrar de absolutamente nada do meu passado, acordei, fui procurar um trabalho, me envolvi em problemas... mas você já deve saber disso, contei tudo para o oficial que saiu a pouco - Terminaria a indagação entregando a carta deixada, cabisbaixo, manifestando em minha aura uma leve tristeza, mas nada exagerado.

A esperança mais uma vez me cercava, como já fizera uma vez, mas agora eu estava preparado. Depois que o alto lê-se a correspondência, eu esperaria ansioso por sua resposta, atenciosamente, enquanto já me dispunha a arrumar todos os itens necessários para minha forja. Não poderia perder tempo, e disso eu sabia - Vamos lá... onde será que eu acho um Tenaz? - Me questionava levemente nervoso.

Ouvindo o sujeito, eu já começaria o processo, tanto adiantando o trabalho, quanto como distração momentânea. A forja começou - Pode falar, estarei todo ouvidos...Aliás, como é seu nome?



Making Metal - Forge Process



Passo 1 - Organização

O primeiro passo consistiria em achar os itens principais para a forja, visando melhor proteção, estabilidade, eficiência, e facilidade. Mesmo com a perna avariada, eu iria sutilmente tentar recolher as ferramentas necessárias, deixando um pouco de lado as tão úteis muletas:

1 - Martelo; Ferramenta necessária para amassar e moldar o metal.
2 - Tenaz; Ferramenta usada principalmente para segurar e mover o metal moldado
3 - Máscara; Utensílio necessário para a proteção facial na hora da forja
4 - Aço maleável; Matéria prima para a criação da arma
5 - Cabeamento elétrico com bateria
6 - Látex maleável

Após achar tudo o que precisaria, de modo prestativo e atencioso, eu estaria pronto para o próximo passo, a mão na massa.

Passo 2 - Molda; Gancho e foice

Processo escreveu:
Com a máscara em face e segurando o tenaz entre meu braço esquerdo e o quadril, eu pegaria o metal de maneira cuidadosa e o esquentaria na fornalha, a deixando na temperatura de 1550°C a 2000°C. Deixando o metal lá por alguns segundos, e intercalando as tiradas com algumas batidas de modelagem com o martelo, que eu segurava com a mão direita, eu já iria para a parte de confecção do cabo, que consistiria em um espessa camada de aço, com partes um pouco afundadas para se colocar camadas de látex depois de aquecido.

Na parte da lâmina da foice, iria tirar e colocar na fornalha também de maneira intercalada, buscando obter uma simetria perfeita, e afinando-a com um afiador de metais. O gancho por outro lado seria mais complicado, de modo que eu teria que trabalhar com uma forma específica, já que a medida certa seria a do cotoco do meu braço esquerdo.Na parte de baixo da arma de médio alcance, poria uma pequena lâmina, que seria forjada de maneira menos curvada, já que o único procedimento seria a amolação e pouca moldagem do metal. O metal de ataque do gancho seria não só perfurante, mas também cortante, para se assemelhar melhor a meu estilo de luta. A foice teria cerca de 2 metros, e o gancho pouco mais de 40 centímetros.

Passo 3 - Toques finais e funções

Processo escreveu:
O látex, depois do término do esqueleto da lança, serviria como base para segurar o cabo da lâmina, como também isolante elétrico. A borracha só se encontraria no cabo abaixo do relógio e pouco acima da ínfima lâmina oposta. O relógio por outro lado, teria a função de me dizer a posição do Sol, mas não só isso, as baterias dele serviriam também para dar um choque elétrico em quem pusesse as mãos erroneamente na arma, não dando nenhum dano além disso. Ele só tem três cargas, e caso perca elas, outra bateria terá de ser comprada. Um botão para a carga elétrica se encontra pouco acima do látex posto, possibilitando Gaiden de apertar com o dedão da mão direita.

O gancho simplesmente seria pintado de uma cor dourada, não possibilitando em primeiro plano ver a lâmina que vem por baixo do agarrador, dando um toque mais furtivo, mas sendo ainda da família das foices.


Coletor de Essência:
 

Gancho-Foice Civil:
 

----

Caso o oficial ainda se encontrasse lá, e tivesse algo para falar, ouviria sem sermão. Colocando o gancho em minha mão esquerda, e a foice em minhas costas dentro de meu casaco, perguntaria em um ultimato - Quero saber exatamente tudo o que tem para me falar sobre meu passado, me indique um caminho... e um trabalho... - Finalizaria contando o dinheiro no saco que ele me dera, ainda me arrastando por causa da perna.



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Atributos, Vantagens e Desvantagens:
 

Histórico Aventuresco:
 

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Legenda:
 



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MensagemAssunto: Re: Em busca de um novo Horizonte - Shells Town   Em busca de um novo Horizonte - Shells Town - Página 5 EmptyDom 16 Jul 2017, 00:20


02. A capela, a forja, o emprego e o laboratório
Gaiden: QG


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Creio que não seja quem penso que é. Se fosse, não estaria nessa ilha, não mais. — fora a ultima declaração de Hirohiko para com Gaiden.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Mesmo que o maneta pedisse para que uma das enfermeiras colocasse aquele saco entre seus dentes,  a moça percebera que seria algo no mínimo arriscado devido ao peso da bagagem, contudo, para a sorte do civil um marinheiro intrometeu-se e ofereceu para carregar o item para ele, estavam rumando a mesma direção afinal, apesar do gesto de bondade, o homem não puxava assunto algum.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]A forja tinha todo o necessário e podia-se perceber que era tudo de boa qualidade, sem pecar em nada.Gaiden começou então seu questionário para com o homem, explicando sua situação e exprimindo suas dúvidas. O marinheiro o fitou, encarou dos pés a cabeça, bufou e começou a falar.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Não sei muito. Mas ouvi todo o tipo de boatos quando pisara em minha ilha. — ele disse, deixando o martelo de lado e cruzando os braços — Apenas sei que é um dos quatro jovens que seguiam um caçador de recompensas chamado Merlin. Nada mais. Talvez haja alguém que tenha mais conhecimento que eu por aí. — concluiu o homem, mas não se despediu ou deixou a sala, Gaiden não podia ver mas seu olhar para com o ferreiro era algo cabisbaixo, como se tivesse pena e estivesse curioso. Chame-me de Thor.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Após forjar o necessário, o homem olhou a sua volta, avistou novamente o homem que era suposto de reger Shells Town. Questionou-o mais sobre o passado mas não obteve quaisquer frutos, contudo, em relação ao emprego, conseguiu uma resposta decente.  — Me contaram que a Estação de Zeppelins está necessitando de engenheiros. Não é difícil de encontrar.  — disse o homem e em seguida o instruiu sobre como chegar lá  — Enfim, boa sorte campeão  — concluiu o homem.


Hizy: Ruas de Shells/Capela


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O jovem Hizy tinha suas dúvidas sobre a veracidade das informações passadas pelo vendedor. Se encontrava confuso e ainda assim curioso quanto a charada, o homem permaneceu estático e quieto.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Recebendo a resposta do pequeno garoto, o sujeito pareceu relutante quanto ao fato de confirmar a resposta ou não, coçou o queixo e olhou-o nos olhos. — Muito bem. Aqui está. — disse, entregando o papel nas mãos de Hizy. — Lembre-se de manter o mapa seguro, criança — concluiu o homem e se despediu logo após.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O menino saiu da loja alegra e seguiu para a Catedral que de fato não fora difícil de achar, ele pode ver alguém indo em direção ao local também, com cabelos e roupas negras. Poderia ou não ser seu irmão. A figura sumiu de repente ao chegar próximo da igreja. Agora Hizy deveria consultar o mapa.


Tinny: Grand Drinqs


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Sigard aproximou-se do primeiro grupo, mesmo que um tanto infeliz quanto a proposta. Mas parecia ser a única oportunidade que não envolvia ele se tornando um Caçador de Recompensas. Questionou sobre o trabalho e recebeu uma resposta de má vontade. Pelo moço que estava mais próximo, que vestia branco e era bem arrumado, acima do peso, cabelo besuntado em gel e um bigode.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]É um trabalho de segurança, oras, o que espera? — disse e, em seguida, após mexer em sua gravata borboleta, respondeu suas perguntas — Bem meu jovem, é um trabalho de uma noite, será bem recompensado. Acontece que os responsáveis pela segurança da Estação de Zeppelins hoje não poderão comparecer por ser suposto de ser folga deles… — respirou, limpou o suor da testa com um lenço e prosseguiu com sua fala — Contudo, o velho decidiu que permaneceria para a manutenção de algumas coisas e já que ele vai trabalhar, preciso pagar ele e necessito que alguém faça sua segurança, avise-me se estiver interessado — concluiu

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Sig prosseguiu para o grupo seguinte, os três velhos bêbados que falavam sobre procurados. Os bebuns se entreolharam e fitaram o garoto dos pés à cabeça. O que parecia ser o mais jovem, ainda que calvo e com poucos dentes, abriu a boca e começou a falar, o cheiro de bebida alcoólica era quase insuportável.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Ora ora — soluçou — Acho que cê sozinho não consegue nada não garoto — concluiu e, em seguida, levando a mão até o ombro direito de Sigard, respondeu — Tem uma loja de armas ainda nessa rua, se pistolas servirem, fique a vontade


Bonez: Laboratório


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Dando uma melhor observada no laboratório, Bonez encontrou coisa ou outra sobre suas áreas de interesse, nada que pudesse levar no entanto, mas fascinante de qualquer forma. Não parecia no entanto que aquela área do laboratória era onde faziam os experimentos mais aprofundados, ali aparentemente era mais para coisas superficiais.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Contudo ainda possuía algumas perguntas para fazer ao homem do laboratório. Estava determinado a sair apenas quando obtivesse algo de realmente relevante. Não hesitou em desabafar e explicar o que queria ao cientista, mesmo tendo que recorrer à mentiras.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Aquele idiota… — disse o velho, suspirando — Me siga — disse o velho, indo mais a fundo no laboratório — Eu sempre fui melhor que aquele tapado no que diz respeito ao que anda, mas nunca me dei bem com plantas por outro lado. Nós tínhamos futuro pela frente se ajudassemos um ao outro. —  concluiu o velho, meio cabisbaixo

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Sobre o projeto… Não posso permitir que trabalhe aqui, infelizmente, mas talvez possa fazer algo para mim, afinal eu sou dono de uma pequena empresa de remédios... — disse o velho — E bem, o que quiser que eu te ensine eu posso te ensinar. Há equipamento de ponta por aqui afinal
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MensagemAssunto: Re: Em busca de um novo Horizonte - Shells Town   Em busca de um novo Horizonte - Shells Town - Página 5 EmptyTer 18 Jul 2017, 10:25



~ It was a mirage.. That sweet dream ~


[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | Post: 07

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Na escuridão da noite, sentindo o gélido frio do chão em seus pés pequeninos e encardidos, e o provável sopro arrepiante do vento a tocar-lhe na pele esbranquiçada, o noviço Mayan seguia em frente, apertando em suas mãos o mapa e o pedaço de papel, lembrança última do seu querido irmão.
 Sentia-se confuso, mais ansioso e nervoso do que o habitual. Aquela não era a primeira vez que ia numa caçada ao tesouro, por isso não entendia porque se sentia de tal maneira. Na verdade, bem lá no fundo, no seu âmago, ele sabia-o. Já não estava atrás do tesouro e das aventuras que viriam com ele, tudo o que importava agora era verificar se aquilo que o senhor do ramen havia dito era verdade. Se Yami realmente estava naquela capela.

  Foi então que um vulto distante e irreconhecível assemelhou-se lhe, tal como uma miragem doce e morna, à figura que tanto buscava de forma incansável durante dois anos. Tinha o coração a bater fortemente, rápido, como que se quisesse fugir-lhe do peito. Não pôde mexer-se. Todo o seu corpo congelara.  - … - Cativa em sua garganta, sua voz não saia. Por alguma razão inexplicável, não conseguia chamar o seu nome, por mais que o intentasse. - … yami… - Fraca, uma mistura entre sussurro e gemido, sua voz soou trêmula. - … nii-san … - O medo e as dúvidas dominaram-lhe por completo até que, por fim, o vulto desaparecera próximo à capela. E como todo feitiço, aquela maldição que o dominara havia se desfeito e já se podia mexer novamente.
 - … hi hi hi… eu sou mesmo parvo.. – Forçando uma gargalhada seca, olharia para baixo, e notaria suas mãos e pernas tremendo. - … e se ele já não quiser mais morar comigo? – Olharia hesitante para o bilhete e o mapa. - … e se ele já não quiser ser meu irmão? – Voltando-se para o seu panda, fitando-o nos olhos, o menino como que esperava que o panda o ajudasse a seguir em frente. – Afinal, é tudo minha culpa, Shima-chan! Fui eu que quis viajar em aventuras com os nossos pais… E por minha culpa eles rejeitaram a nobreza! E por minha culpa foram mortos! – Abrindo seus braços, abraçar-se-ia ao companheiro por alguns segundos, segurando qualquer tentativa de choro. E se o animal fizesse algum grunhido, o garoto o iria interpretar como sendo uma forma de apoio do seu parceiro. – Tens razão, Shima-chan! Estamos tão perto de voltar a ver o nii-san… Não posso ficar com medo agora! Eu tenho que o encontrar, e por mais que seja egoísta, eu ainda quero ficar com ele! – Passaria o antebraço pelos rostos e então ergueria o rosto, olhando convicto e com mais confiança para a construção. – Muito bem! Cá vamos nós! – Diria, andando em frente.

 Antes de adentrar no edifício, com seus dedinhos sentindo-se frios, abriria o mapa e o analisaria. Aos poucos, a ansiedade iria crescendo-lhe. E as borboletas em sua barriga parecer-lhe-iam estar aos milhares. Os olhos mexer-se-iam em leitura por todo o corpo desenhado no pedaço de papel e então, voltando a fechá-lo e a guardá-lo em um dos bolsos, entraria na igreja.

  Era a sua primeira vez em um salão religioso como aquele. Ficaria impressionado não só com os vidrais que contavam histórias, se os tivesse, assim como as esculturas e decorações da mesma. Silencioso, tentaria captar todo e qualquer ruído. Principalmente se não houvessem luzes a iluminar o local, ou se a únicas fontes de luzes fossem velas ou os feixes do luar. – Isto parece um pouco assustador… - Murmuraria baixinho. Sem saber porque, sentiria uma estranha sensação naquele lugar. Como que se um sopro frio e sem alma possuísse o seu coração. Ao mesmo tempo, se houvessem vidrais marcantes, de alguma forma relacionados ao seu passado, sentiria uma certa nostalgia trágica e melancolicamente triste. - … Bem, deve ser por aqui… - Diria, tentando lembrar-se do que vira no mapa.

 - Boa noite, senhor…– Diria com sua voz mais fina do que o normal, caso houvesse alguma alma penada naquele lugar. – Por acaso, há por aqui algum Yami-nii-san? – Questionaria, olhando ora para o indivíduo, ora para o ambiente em seu redor.

__________________________________




Histórico:

Post: 07
Ganhos: Flauta | Bastão | Mapa do Tesouro
Perdas: 10.000 $Berries + 3.000$Berries + 30.000$Berries
$Berries Total: 7.000$B
Bónus:
Players:
NPC's:
HP: 120/120
SP: 62/62

Vantagens: Genialidade | Aerodinamicidade | Voz Encantadora | Boa Aparência
Desvantagens: Código dos Heróis | Coração Mole | Trauma Profundo
Citação :
Sempre que vê ou ouve algo relacionado aos tenryuubitos entra em estado de choque, por serem eles os responsáveis pela morte de seus pais, e por acreditar  que os próprios são a origem de todo o mal existente no mundo. Fica tão paralisado que a única coisa que pode fazer é fugir amedrontamente, de forma bem devagar. Até mesmo estátuas ou gravuras de dragões orientais a voarem o deixam ligeiramente incomodado, desconfortável e nervoso.

Perícias: Instrumentos Musicais| Doma | Treinamento
Ofício: Artista

Pet:
Animal Comum:
 



...

Objectivos Por Concluir:

•♪ Comprar uma Ocarina, uma guitarra, uma guitarra-portuguesa e uma Trompeta;
•♪ Capturar um grupo de criminosos/contrabandistas que esteja maltratando pessoas inocentes;
•♪ Ter uma NPC Acompanhante;
•♪ Encontrar o Tesouro de Shells Towns;
•♪Encontrar outro tesouro;
•♪ Encontrar com o Gaiden, Lancelot e Bonez (Só se eles estiverem por perto);
• ♪ Conseguir uma pequena Escuna;
•♪ Assinar ao Jornal Mensal;
•♪ Ganhar alguns alimentos;
•♪ Comprar roupas de feiticeiro (As que o Aladdin usa em Magi);
•♪ Comprar roupas semelhantes a que estou a usar (As que o Aladdin usa em Magi);
•♪ Comprar um bolsa;
•♪ Comprar um grande tecido branco;
•♪ Aprender Acrobacia e Veterinária;

Spoiler:
 



Para o Narrador, Hizy escreveu:
Sorry by the awful post ;(   Irei melhorar nos próximos, prometo u.u principalmente quando o irmão do Hizy aparecer u.u

Legenda:
– Pensamento – - #99FFFF
– Fala – - #0099ff + b
~ Canto/Cantar ~ - #0099ff + blur

Thanks Panda

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] escreveu:

[ ] Ganhar uma Meitou; (ノ≧∀≦)ノ
[ ] Ter Haki; (╯✧∇✧)╯
[ ] Caçar 10 Recompensas; ヾ(〃^∇^)ノ♪
[ ] Caçar [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]; (۶ꈨຶꎁꈨຶ )۶ʸᵉᵃʰᵎ

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MensagemAssunto: Re: Em busca de um novo Horizonte - Shells Town   Em busca de um novo Horizonte - Shells Town - Página 5 EmptyQua 19 Jul 2017, 15:32


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  No véu da noite as falas findavam-se, e um pouco de paz abrasava minha alma até então fria como gelo. O nome "Merlin" ressoava em minha cabeça, como se me visse forçado a lembrar do dito homem - Não me lembro, não recobro nada disso, se esse indivíduo estiver certo significa que eu estava atrás de Giusepe e do sistema escravista a muito tempo, talvez por isso Fish sabia meu nome - Cogitava intrigado, como se em um vislumbre de possibilidades. Com a feição amarrada eu encarava Thor, imaginando o que passara em sua cabeça ao olhar para mim, não imaginava que gostasse de caçadores em seu território, mas pela recepção acolhedora eu respondia agraciadamente - Obrigado Pela informação... - Soltava em tom de sossego, como se minhas costas antes tensas se libertassem de uma bagagem imensa de incerteza, e naquele momento minha rota para a fortuna estava traçada, mas não como ele pensara, se por bem eu fazia dinheiro, por mal então que agora ele fosse feito - Fish sabia do meu nome, ela sabia com quem estava mexendo, e quem seria seu chefe? O homem que giusepe falara tardiamente? Bem, agora é comigo, minhas diretrizes foram determinadas, vou atrás de seu mercado negro - Pensava estimulado, quase esquecendo a presença do marinheiro no recinto, e me dirigindo ao mesmo logo após - Thor, última pergunta antes de ir - Indagava resgatando minhas muletas - O que há com Fish Mooney e Giusepe? - Questionava já me virando, esperando uma resposta franca, já indo em sentido à enfermaria.

Como todo herói tem seu "sidekick", todo mulherengo tem seu "wingman", e todo chefe tem seu assistente, eu não poderia esquecer do meu. Clemont se mostrara promissor em sua tentativa de resgate, e por me salvar da reclusão, voltando mesmo depois de livre, se mostrara eficiente e digno de confiança... algo que custa a me cercar na atualidade.  Vagarosamente eu avançaria, tanto por minha perna quanto pelo dinheiro e armas, até chegar novamente na ala onde o anão se deleitava. Adentrando a instalação, procuraria não fazer contato visual com ninguém, ansiando destinar minha atenção somente para o anão abatido, para ver seu estado atual. Caso ele ainda tivesse desacordado, questionaria a enfermeira sobre o assunto - Moça... como ele se encontra? Vou sair agora, e queria o mesmo fosse comigo - Interpelaria em súplica, para que me dissesse uma boa nova. Caso Clemont  se revela-se acordado, o abordaria com um sorriso esplendoroso - Caro amigo!! Quem bom que acordou, fiquei severamente preocupado com você!! Aparentemente você não tem para onde ir agora que foi salvo, o que me diz que vir comigo dar uma andada pela cidade? Aproveitando para me contar um pouco de sua história - Terminaria a sentença de modo alegre, já oferecendo meu ombro para o pigmeu se apossar - Iae? De onde você vem? - Na infeliz possibilidade de Clemont não ter acordado, e da enfermeira não ter lhe dado alta, pediria um pedaço de papel, indicando que minha próxima parada seria estação de Zepelins.

Na outorgada saída do QG, fintaria o céu em provável escuridão, e analisando o ambiente de Shells como um "puzzle" indecifrado, eu captaria meu almejo ainda em reflexão - Eu quebrei essa perna de uma maneira absurdamente burra... Ok que não sabia de minhas habilidades de luta de rua, mas tenho certeza que meu senso de estratégia não está dos melhores, preciso melhorar... - Considerava levemente aflito - Já sei, antes de me dirigir à estação eu irei procurar por algum livro para aprimorar minha estratégia... acho que não deve ser difícil encontrar algo desse estilo nessa cidade... apesar de já ser um pouco tarde - Destacava-me pensando alto, e desviando minha atenção momentaneamente, buscaria uma loja que tivesse o item requerido.

Chegando em tal estabelecimento, seria curto e grosso, não dando trela para nenhuma abstração - Olá, quero um livro que me fale sobre estratégia, algum tipo de instrutor, tutorial, algo bem didático por favor - Indagaria de forma rápida, ansiando não perder tempo desnecessariamente. Após dar o dinheiro equivalente à compra, com minha genialidade a todo gás,0 eu pararia para lê-lo de maneira ainda mais veloz, me instruindo a melhorar meu senso estratégico, e após uma leitura analítica precisa, eu rumaria para a meta final, o local dos dirigíveis.    

Na ocorrência do não achamento do tal livro, eu iria continuar meu trajeto pelas vielas noturnas de Shells, e na esperança de não me perder, eu me recompunha sadio, ajeitando meu casaco e piscando para Clemont, caso o mesmo se encontrasse comigo. Na chegada do local de labore, me introduziria de maneira tímida, não querendo chamar nenhum alvoroço, ainda mais por ser noite, e não querer chamar nenhuma atenção não solicitada. Procurando por algum responsável, eu tentaria abordá-lo(a) sutilmente - Olá senhor(a)! Venho aqui humildemente procurar um trabalho!! - Indagaria demonstrando necessidade - Não se vocês precisam de um engenheiro ou mecânico, mas estou a disposição - Tomara que tenham algo, vou fazer os trabalhos e procurar por Fish, não tenho tempo a perder - Se clemont se encontrasse ao meu lago, o questionaria sussurrando - Clemont, quer trabalhar? Seria um bom modo para nós ganharmos dinheiro enquanto você não volta para sua terra natal - Esperando a deixa do mesmo.



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MensagemAssunto: Re: Em busca de um novo Horizonte - Shells Town   Em busca de um novo Horizonte - Shells Town - Página 5 EmptyQui 20 Jul 2017, 12:47


Onde será que posso aprender as perícias Anatomia Humana e Toxicolorgia ???

Siggy não queria trabalho duro no momento, precisava cumprir com alguns objetivos antes de tudo. Não se achava preparado para engajar em qualquer tipo de combate, embora tivesse algumas habilidades as quais poderia confiar. Um pequeno arranhão havia sido feito em seu orgulho quando ouvira os homens duvidarem de sua capacidade, mas seguia adiante. - Então preciso falar com esse Zepellin, né? - Acabava por confundir a estação Zepellin. Queria antes de tudo se precaver, precisaria de uma arma... Já tinha uma certa noção de onde poderia encontrar os seus equipamentos. Sairia antes de tudo, em direção à uma loja de armas, e sendo bastante direto perguntaria ao vendedor: - Com licença, preciso de uma arma de fogo e um pacote de munições, mas aqui só tenho 35.000 Berries, O que posso obter com isso? - De nada adiantava ter uma arma de fogo sem munições, esperava poder comprar a arma de fogo e ter consigo ao menos uma recarga completa caso o vendedor não lhe desse um desconto. Tentaria ser bastante convincente.

Se não lhe fosse aceita a sua oferta, apelaria uma vez mais, mudando aos poucos a sua fisionomia e expressão de modo a parecer um tanto intimidador, utilizando também um tom mais grosso e mais audível. Quem sabe dessa maneira não pudesse convencer o vendedor a lhe vender pelo preço de custo ou algo do tipo.

Perícia:
 

Se obtivesse sucesso com a negociação, tendo no mínimo uma arma e uma recarga completa pelo preço de 35.000 Berries, estaria pronto para seguir para a estação Zeppellin, caso contrário, deixaria as compras para depois e guardaria seu dinheiro. - Não dá pra andar com uma arma descarregada -Sabia o que precisava fazer, e estava pronto para fazê-lo. - Hora de falar com esse tal Zepellin - E tentaria encontrar um caminho pelas ruas de shells town. Tentaria seguir placas ou fluxos de trabalho, mas se percebesse que estava perdido, perguntaria ao primeiro que passasse na rua (de fato qualquer pessoa, tendo ela qualquer característica). - Com licença, você poderia me indicar onde falo com um tal de Zeppellin? - E se mantendo sério e confiante, esperaria a resposta, seguindo imediatamente o caminho indicado.

Se lembrava de seu pai, ele era um cientista habilidoso e especializado em venenos. Lembrava uma vez que havia sido picado por uma vespa venenosa e seu pai habilmente conseguiu tratá-lo. Tinha interesse pela medicina, quem sabe não poderia aprender as artes médicas que seu pai usava tanto em suas pesquisas... Caminhava lentamente, aberto à possibilidades e intervenções. Com mãos nos bolsos e cabeça erguida, tentaria chegar ao tal Zeppelin. - Olá senhor Zepellin, estou aqui para trabalhar para o senhor. - Se lhe fosse perguntado pela falta de equipamento, responderia mentindo que não não usa armas para combater (caso não tivesse sucesso ao comprar a arma). Caso contrário, estaria seguro e com a arma preparada para qualquer adversão.

Off:
 






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Atributos:
 
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Narração - Fala - Pensamento

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MensagemAssunto: Re: Em busca de um novo Horizonte - Shells Town   Em busca de um novo Horizonte - Shells Town - Página 5 EmptyDom 23 Jul 2017, 04:25


04. A escada e a Estação
Gaiden: QG


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]A resposta dada à Gaiden por Thor era muito superficial, apenas dizia que eles haviam se instaurado a pouco tempo e a despeito de serem suspeitos a Marinha jamais conseguiu incriminá-los de algo concreto.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Na enfermaria, o homem encontrava o que sequer esperava encontrar, um local praticamente vazio, apenas duas enfermeiras e um paciente estavam ali no momento, nada de seu único e fiel amigo Clemont. Podia sentir um calafrio jamais sentido antes por não ter uma explicação clara sobre a ausência de seu companheiro, aproximou-se da cama vazia e algo o incomodou, o interrompeu.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Procurando por mim camarada? — a voz familiar do anão invadia os ouvidos, provinda do chão  — Eu não vou a lugar nenhum, relaxa! Vamo lá, seu ombro está me esperando!  — disse, a expressão habitual não mudava muito apesar da grande empolgação.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Já sentado na altura da cabeça de Gaiden, o pequeno ouviu sua pergunta e não hesitou em responder — Ah… Não tem muitos detalhes interessantes sobre meu passado, minha história eu ainda irei escrever, contudo, há algumas coisas que ficaria feliz em contarVim lá do Novo Mundo sabe? Longe para dedéu daqui. Vivia em uma terra de anões que ora ou outra era visitada por humanos, minks e até tritões, éramos famosos por forja e carpintaria em demasia. — disse e pausou, suspirou e voltou a falar — Mas o problema mora aí! Se somos tão bons, porque deixar apenas algumas pessoas nos reconhecerem? Queria que o mundo todo soubesse sobre nós sabe? Teimei com meu povo que insistia que anões não deveriam sair de lá e resultou em meu exílio por conta própria… Se fosse para conhecer o mundo tinha que conhecer tudo não? Vim pro East Blue e o resto você já sabe. — concluiu o anão

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Seguiram pelas ruelas relativamente escuras de Shells, o companheiro de Gaiden nada comentou sobre seu pensamento e apenas o encarou por alguns instantes sem que o mesmo percebesse. Chegaram a uma livraria, pequena mas bem recheada, ao entrarem não esperavam mas iriam presenciar a cena mais estranha do dia. Tudo era normal até então, estantes altas e cheias e um vendedor que parecia jovem demais para tomar conta de um local como esse.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O maneta nem precisou se aproximar muito, assim que disse o que queria o rapaz pegou um dos livros para lhe entregar, contudo, o arremessou para o alto e saltou, chutando-o durante o ato. O objeto vinha rápido na direção de Gaiden e fora interrompido graças ao anão que gritou e exprimiu seus sentimentos da melhor maneira que pôde.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Por um acaso cê é louco, bicho?! — gritou com o vendedor após entregar o livro para Gaiden.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]São quinhentos mill berries — disse o homem de forma calma como se nada tivesse acontecido.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O aventureiro pagou pela quantia pedida e leu seu conteúdo, havia até mesmo ilustrações feitas a mão para servir de exemplo para estratégias de diversos cenários em variados contextos, apesar de ser bem grosso e rico em conteúdo, carregá-lo não era um incômodo.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Tô começando a achar que um de nós é um imã para gente doida. — disse Clemont

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Como indicado e explicado pro Thor, Gaiden chegava até a margem da ilha, dando de cara com uma grande passarela que levava até o mar, onde localizava-se a grande estação de Zeppelins. Que era coberta e sequer tinha guardas ou algo do tipo, além do estranho fato de estarem presentes apenas um velho e dois jovens, sendo que um dos mais novos nem era funcionário dali.


Hizy: Ruas de Shells/Capela


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O jovem Hizy confrontava seus demônios que apareciam em forma de lembranças e sentimentos diversos e impactantes, tanto referente ao seu irmão quanto seus pais. Encontrou porto seguro ao envolver-se nos braços de Shima, após desabafar com seu companheiro, que grunhiu como se compreendesse sua dor.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Dentro da capela, a atmosfera era pesada e sombria. O ambiente ainda que religioso que deveria remeter tempos de milagre e júbilo, apenas transpassava ser lúgubre e um tanto quanto aterrorizador, era quase mórbido por estar atualmente vazia no piso inferior. Certamente havia alguém em alguma parte do edifício já que o mesmo se encontrava aberto.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Lembrando-se do que viu no mapa, o menino Hizy guiou-se até um ponto onde levava uma escada que ia até o topo da igreja, era alta e no papel tinha os dizeres de conter perigos e armadilhas. Teria que ter certeza que estava preparado para subir e ter fôlego para suportar a árdua escalada, além de garantir que o tesouro estaria seguro para que pudesse evitar o máximo de perigo possível. Infelizmente o panda não poderia segui-lo.


Tinny: Grand Drinqs


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Sigard foi para a loja de armas indicada, adentrando viu um homem branco careca e que se vestia de forma desleixada, não tinha o melhor físico mas também não era de todo fraco. Ouvindo sua proposta ele respondeu

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Tá querendo me roubar é fedelho? — disse o homem de forma grosseira — Isso cobre só a arma. Cinquenta mil para levar arma e munição rapá — disse e bufou, fitou o garoto e viu sua postura intimidadora e disse — Ah vai. Não quero confusão hoje, tá tarde já. Leva a arma e a munição mas não vai contar para ninguém viu? — disse e entregou o revólver com a bolsa de munição.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Saindo da loja de armas se encontrou com o moço que estava no bar anteriormente, que curiosamente oferecia guiá-lo até onde estavam os Zeppelins e Sigard seguia caminho junto do homem visto que almejava conseguir o emprego, chegando lá viu um velho cujo qual fora apresentado a ele.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Bem, este é o senhor Salomão! Meu melhor e mais antigo funcionário, ele é gerente daqui e eu sou seu supervisor. Salomão, não sei o nome dele mas ele decidiu fazer a segurança pelo senhor. — disse o porpeta um tanto quanto empolgado — Segue o que ele disser e seja feliz. No final de tudo ele mesmo te pagará, beleza? — concluiu.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Enquanto o homem do bar saía, outro sujeito não conhecido chegava, sua mão era adornada por um gancho e ele carregava uma foice.


Gaiden & Tinny: Estação de Zeppelins


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Pois bem garoto, o trabalho é simples. Você fica ali próximo a plataforma para garantir que ninguém suspeito entre okay? Irei te pagar de acordo com seu desempenho. Empolgante, não?  — dizia o velhinho simpático enquanto ria  — Qual o seu nome mesmo?  — indagou.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Após saber o nome do primeiro jovem, Salomão prosseguiria para ouvir o que Gaiden tinha a falar e logo se pronunciou quanto a isto também.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Chegou em boa hora rapaz! És um abençoado mesmo.  — disse e riu alto  — Estou apenas eu aqui hoje e realmente preciso de ajuda para revisar os transportes, sabe? A proposta é a mesma do garoto.  — concluiu.
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MensagemAssunto: Re: Em busca de um novo Horizonte - Shells Town   Em busca de um novo Horizonte - Shells Town - Página 5 EmptyQui 27 Jul 2017, 04:41


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  Eu ouvia o discurso de Clemont entretido e focado, sua vida era realmente um poço profundo de aventuras, mas um fato me fazia refletir estupefato - Como que uma raça tão peculiar consegue se esconder dessa maneira? - Cogitava aflito, entretanto, não dispersando atenção do meu objetivo principal, que era chegar onde Thor me indicara, às margens de Shells, a empresa de Zeppelin. Ao terminar sua falatória eu retrucava em leve indiferença, não parecendo rude - Entendo... - Continuando o percurso.

 Em minha mente o tempo passava como em uma roda gigante, parando de giro em giro. Minha força de vontade era imensa, mas após ler o conteúdo do livro que comprara eu me encontrava pensativo, em um mar de possibilidades que me faziam ignorar tudo a minha volta, a não ser o clima daquela ilha noturna. Após  momentos como andarilho, com uma perna quebrada, um saco de dinheiro, um livro grosso e um anão me meu obro, eu chegava a meu destino. - Deve ser ali!! - Indicava a Clemont com um grito e um aceno com a cabeça, enquanto me tocava que não poderia me exaltar pois já era noite - Ops...acho que não posso gritar...

 Ao me aproximar, vagarosamente notava homens, e passando pela passarela de maneira sutil suas imagens se consolidavam em minha retina cansada - Um velho e um jovem... - Matutava denotativamente. Passos leves me levavam até o encontro dos dois, um deles aparentemente desempregado e a procura de emprego, e o outro o chefe do comboio, que já rebatia o meu similar com uma proposta de emprego de segurança. Tornando-se a mim, ele indagava - Chegou em boa hora rapaz! És um abençoado mesmo [...] preciso de ajuda para revisar os transportes, sabe? A proposta é a mesma do garoto - Ao ouvir isso minha feição era de alegria, e esboçando um sorriso estirado eu respondia à altura - Claro que sei senhor!! - Me reeducava rapidamente para não gritar - Claro que sei. Sou um ótimo engenheiro, mexo com todo tipo de máquina, se tiver um motor pode deixar comigo, e eu tenho a impressão de que Zeppelins também não vão ser um problema - Terminava a sentença já instigado, adentrando o local e levantando meu gancho em entusiasmo.

 Virando meu torso rapidamente eu andaria para trás enquanto falava para o outro mais novo "employee" da empresa - E olá!! Meu nome é Gaiden, prazer em conhecer!! - Interpelando por educação, com uma cara até que acanhada, e já me tornava ao trabalho novamente. Introduzindo-me ao local, eu analisaria todas e quaisquer ferramentas hábeis a me ajudar com a revisão dos transportes, fossem chaves de rosca, de fenda, chaves estrela, alicates, chaves canhão, martelos, parafusadeiras, etc. Meu intuito era saber com que estava mexendo, e não o poderia fazer com equipamentos medíocres.

 Ao averiguar o estoque de utensílios, comentaria com Clemont ao meu ombro, ainda investigando o local, e  - Cara... estamos finalmente em um trabalho... Como você se sente fazendo algo normal depois de tanto fuzuê? - Quebraria o gelo e já iria para o principal, a sonda que não poderia deixar de explorar - Agora... onde estão os zeppelins?

 Minha ânsia de procura aumentava, e com um frio subindo pela barriga eu me conduzia até o trabalho pesado, o começo de tudo, a maquinaria. Olhando para o veículo eu pararia encantado, abrindo a boca como um boboca, mas ainda sim não tão ridiculamente a ponto de babar, apesar de tudo, aquilo poderia ser ou não a primeira vez que eu via um dirigível em madeira e tecido. Me adiantado, eu veria a arcada superior superficialmente, perguntando a Clemont sobre o assunto - Vê algo estranho por fora? - Soltaria coçando minha bochecha com gancho, e já continuando - Bem, minha área não é a marcenaria, mas sim o maquinário, você pode dar um vistoria por fora, suponho eu... - Articularia em sensatez.

Na área do maquinário, eu primeiramente me certificaria de um ponto, a câmara de gás, onde fica o gás hélio, ou Hidrogênio. Caso ela estivesse furada já tomaria nota em minha cabeça, pois é a região que delimita a altitude do aeróstato, e o que impede o tal de cair e matar a todos os passageiros. dependendo do grau de uso, recomendaria troca completa ou remendo fortificado com material de linha, para que nenhum incidente pudesse acontecer.

 Se o chefe quisesse me mostrar algo específico do local, eu por educação e boa vontade aceitaria, e no acontecimento de algum ato impróprio meu, buscaria não repetir, para a oportunidade de uma relação de labor amigável e duradoura. Meu intuito ali era servir, e se não encontrasse nada aparente, não teria medo de perguntar - O senhor me quer em algum lugar específico? Vendo motor? Lemes? Óleo? - Dialogaria eficientemente - Não posso falhar


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