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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Em busca de um novo Horizonte - Shells Town

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AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
Duque Azul
ADM.Tidus

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MensagemAssunto: Em busca de um novo Horizonte - Shells Town   Em busca de um novo Horizonte - Shells Town - Página 4 EmptySeg 11 Jan 2016, 22:56

Relembrando a primeira mensagem :

Em busca de um novo Horizonte - Shells Town

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Gaiden. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Mizushiro Hizumy
Revolucionário
Revolucionário


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MensagemAssunto: Re: Em busca de um novo Horizonte - Shells Town   Em busca de um novo Horizonte - Shells Town - Página 4 EmptySeg 26 Jun 2017, 21:08



~  Ilusão e Fome ~


[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | Post: 03

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Macios e húmidos, finos e deleitosos, com delicadeza própria da experiência, os lábios do pequenino rapazito roçavam no instrumento musical, e puxando do peito o ar, bufava o vento dos mesmos lábios, transportando-os para o gélido corpo metálico da flauta, donde o som surgia, e com a mestria de seus dedos que iam dançando sobre os orifícios ao longo da flauta, uma melodia era produzida. Durante toda a melodia, ficara imóvel, feito estátua, petrificado. Ligeiramente cabisbaixo, seus dóceis olhos azuis, serenos, quase que cansados, iam olhando em redor, sem grande azáfama, deixando transparecer no olhar a melancolia e o sentimento de saudade que acompanhavam a sua canção. E aos poucos, fechava-os, perdendo-se na escuridão das memórias do passado. Um lugar distante, onde a felicidade era vivida em quatro. Onde a solidão não residia.

 Levemente, abrira os olhos e encerrava aquela triste música. Aos poucos que a visão ia regressando, apercebera-se de que, do outro lado da loja, no seu exterior, havia imensos rostos e gentes que o escutavam através da janela. O garoto surpreendeu-se. Deixando o espanto expressar-se-lhe no semblante corado. E, o que lhe veio chamar-lhe a atenção por completo, deixando-o de olhos esbugalhados, foi a visão que teve de seu querido irmão por um momento, por entre as pessoas que choravam, ou conversavam entre elas, mas do nada a mesma visão desaparecia, como que se nunca ali estivesse. – Uma ilusão!?... – Pensaria, cabisbaixo, tristonho e convencendo-se de que aquela era uma mera ilusão, que se fosse real, o seu irmão viria então até ele.

 -Não, é toda sua.. – Quando finalmente se recupera, e tenta um sorriso fingido, devolvendo a flauta, o vendedor da loja a recusa. O pequeno não esperava por tal reacção. -Olha em volta..o modo como toca..influencia quem escuta! Eu recuso questionar qual razão dessa tristeza, mas saiba..á música nunca mente para você! – Hizumy segurou com força a flauta com ambas as mãozinhas, fitando-a intensamente, com os olhos trémulos e um pouco mais confiante em si. A música era uma das poucas lembranças que tinha de seus pais. Saber que a mesma lhe retribuía daquela forma, dava-lhe uma sensação leve de reconforto.
  – obrigado, senhor vendedor… - Erguendo o rosto, olharia para o homem e daria um sorriso meio sem graça. – Mas eu não posso aceitá-la de graça… Não me sentiria bem comigo mesmo! – Levando a mão direita ao bolso das calças largas que vestia, retiraria algumas moedas. – Não é muito, mas pelo menos aceite-as, por favor! – O garotinho deixaria cair na mão enrugadas e velhas do idoso dez mil berries. – Obrigado! Sinto-me um pouco melhor depois de ouvir as suas palavras!  Hi! Hi! – E por fim, um sorriso genuinamente verdadeiro surgir-lhe-ia nos lábios. – Bye bye! – Diria o menino recuperando a alegria com que havia adentrado na loja, acenando para o velhote e deixando o local ao lado de Shima-chan.

 Pretendo a flauta à um pedaço de fio, o Mayan a pendurava em volta do pescoço, deixando-a à frente do tronco. – Onde vamos agora, Shima-chan? – Indagava ao companheiro preto e branco. E como havia de se esperar, nesse mesmo instante, a sua barriga começaria a roncar, fazendo um estranho e alto barulho, que o deixaria envergonhado, pois alguém poderia escutá-lo. – Bem, parece que é melhor irmos comer algo… - Com as mãos na barriga, como que se a segurasse, o miúdo procuraria algum local que se assemelhasse a um restaurante, ou alguma barraquinha de rua que vendesse alimentos. – AH! Aqui! Shima-chan! Este lugar parece perfeito! – Sorriria, chamando o companheiro e adentrando no local, caso o encontrasse. – Olá, senhor! – Cumprimentaria quem estivesse responsável por o atender. – Queríamos uma mesa para dois! Hi! hi! E gostaríamos de comer alguma coisa com bastantes verduras e frutas, por favor! – Diria, gesticulando com os bracinhos, sorridente e com as bochechas alegres, ansioso por uma boa refeição.

 Esperando pela comida, sentado na cadeira, com os braços esticados ao longo da mesa e com as pernas livres, baloiçando os pezinhos encardidos, e a cabeça para um lado e para o outro, de forma rítmica, seus ouvidos estariam atentos à conversas alheias, esperando descobrir algo sobre o paradeiro de seu irmão em bocas estranhas, ou ouvir rumores que o pudessem levar ao mesmo.




__________________________________




Histórico:

Post: 03
Ganhos: Flauta |
Perdas: 10.000 $Berries
$Berries Total: 40.000$B
Bónus:
Players:
NPC's:
HP: 120/120
SP: 62/62

Vantagens: Genialidade | Aerodinamicidade | Voz Encantadora | Boa Aparência
Desvantagens: Código dos Heróis | Coração Mole | Trauma Profundo
Citação :
Sempre que vê ou ouve algo relacionado aos tenryuubitos entra em estado de choque, por serem eles os responsáveis pela morte de seus pais, e por acreditar  que os próprios são a origem de todo o mal existente no mundo. Fica tão paralisado que a única coisa que pode fazer é fugir amedrontamente, de forma bem devagar. Até mesmo estátuas ou gravuras de dragões orientais a voarem o deixam ligeiramente incomodado, desconfortável e nervoso.

Perícias: Instrumentos Musicais| Doma | Treinamento
Ofício: Artista

Pet:
Animal Comum:
 



...

Objectivos:

•♪ Comprar uma Flauta, uma Ocarina, uma guitarra, uma guitarra-portuguesa e uma Trompeta; (Só a flauta e a ocarina são importantes por hora, o resto posso tentar conseguir mais pro final da aventura mesmo xD )
•♪ Conseguir um bastão;
.  ♪ Encontrar pistas sobre o paradeiro de seu irmão;
•♪ Capturar um grupo de criminosos/contrabandistas que esteja maltratando pessoas inocentes;
•♪ Ter uma NPC Acompanhante;
•♪ Encontrar o Tesouro de Shells Towns;
•♪ Encontrar com o Gaiden, Lancelot e Bonez (Só se eles estiverem por perto);
.  ♪ Conseguir uma pequena Escuna;
•♪ Assinar ao Jornal Mensal;
•♪ Ganhar alguns alimentos;
•♪ Comprar roupas de feiticeiro (As que o Aladdin usa em Magi);
•♪ Comprar roupas semelhantes a que estou a usar (As que o Aladdin usa em Magi);
•♪ Comprar um bolsa;
•♪ Comprar um grande tecido branco;
•♪ Aprender Acrobacia e Veterinária;

Para o Narrador, Hizy escreveu:
Deixei pelo menos 10.000 $Berries para o vendedor, pois se for de graça tenho medo do avaliador não aprovar a flauta :/

Legenda:
– Pensamento – - #99FFFF
– Fala – - #0099ff + b
~ Canto/Cantar ~ - #0099ff + blur

Thanks [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
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Bonez
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Bonez

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MensagemAssunto: Re: Em busca de um novo Horizonte - Shells Town   Em busca de um novo Horizonte - Shells Town - Página 4 EmptyQua 28 Jun 2017, 00:21


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Claramente aquela roupa "discreta" não servia de muita ajuda ao caminhar na multidão. Era como se fosse uma doença humana que afastava tudo em volta, como se fosse contagioso a aparência, mas felizmente pouco importava a reação alheia, pois anos cultivando uma paciência absurda no caso.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]~Até que não é tão mal, até que é mais rápido assim e ainda com essa musica agradável de fundo! HAHAHA ... Mas uma mascara no futuro bem que ia a calhar.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O caminho estava livre e era como se o universo estivesse conspirando para ajudar após tanto sofrimento... Mas alegria durou pouco e como um enxame de abelhas acabou que fiquei cercado por muitas pessoas, para quem evita confusões até que foi bem fácil entrar ali. Rapidamente tentaria sair daquela confusão, principalmente quando tinha feridos envolvidos. Coçando o rosto pensando e tomando a decisão, balançaria a cabeça como se concordasse comigo mesmo.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]~Não tenho nada a ver com eles, porque atrasar meus objetivos e ainda entrar em perigo? Tenho que me focar a fazer o que vim fazer!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Então mantendo a calma em meio a qualquer olhar de desgosto para si, analisaria a situação, então claramente tomaria uma decisão. Esta seria acompanhar aquele grupo de marinheiros, não os questionaria sobre o acorrido, mas tomaria "carona" com a caravana. Uma vez que agilizaria o processo de chegar no QG e ao chegar lá teria uma visão mais ampla do ocorrido. Mesmo que não queira me envolver com o que aconteceu, seria interessante ter informações para si, então escutaria ao acompanha-los por simples informação extra.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Se viesse a ser questionado ou até parado sobre porque estava os seguindo se prontificaria a explicar sua situação, mas evitando detalhes e simplesmente pedindo um encontro com um superior.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]- Sou um simples cientista, estou aqui pois quero uma troca de informações com vocês, então quero ver seu superior. Não é nada sobre esse ocorrido hoje, na verdade é relacionado a divisão de inteligência! E enquanto estou aqui, estou a seus serviços até encontrar alguém que possa me ajudar, posso ser de ajuda com meus conhecimentos.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Tentaria ao máximo deixar uma deixa para ambos os objetivos de estar ali, que era claramente informações sobre meu pai, uma oportunidade de "emprego" e fortalecer relações com a marinha por puro entretimento para ampliar e criar uma rede de "amigos" no local. Aliás estava sozinho em Shells no momento e mesmo o pouco que seja, ter alguém devendo favores para si era um lucro em tempos de crise futuros. Mas sem deixar passar tempo continuaria para agilizar o processo e tentar obter alguma informação o mais rápido possível, podia ser calmo mas ainda assim é de um pai que se fala aqui!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]- O cientista que eu estou falando é o Leo, não tenho nome completo. O que acha? Alguém pode me ajudar?

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Atributos:
 

Histórico:
 



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Gaiden
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MensagemAssunto: Re: Em busca de um novo Horizonte - Shells Town   Em busca de um novo Horizonte - Shells Town - Página 4 EmptyQua 28 Jun 2017, 04:44


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  A última coisa que notara antes de tombar fora o Sol, com minha perna avariada, e Clemont em meu Bolso, eu resvalava suavemente, como se por uma dose de uma droga forte ali tomada. Olhando pra cima, eu caía junto ao meu mais novo amigo, dando um suspiro forte, após a luta exaustiva contra Giusepe, só me restava esperar o próximo capítulo.

  Meus olhos pesados logo se abriam preguiçosamente, talvez por medo do que encontrar, pois o destino incerto jazia em minha cronologia, e eu sabia que qualquer caminho me levaria para o que já estava acostumado, a insegurança. Finalmente acordava, e me situando em tempo e espaço, analisava o ambiente a meu redor, estava aparentemente num QG da marinha, ponderando alívio - Um local de confiança... ao menos...  - enfim poderia informar ás autoridades sobre a situação da ilha.

  Mirando de relance minhas ataduras no membro inferior, realizo a gravidade do meu estado, e prestando também atenção no anão abatido em meu peito, tento não me mexer muito, a sua batalha tivera sido mais intensa que a minha... em pensar que um guerreiro tão pequeno teria uma bravura tão inversamente proporcional. Eu me encontrava feliz, pelo visto ele não estava morto, e eu poderia continuar minha luta pelos bastidores... após segundos de observação eu me tocava em uma presença até ali ignorada, o marinheiro estava sentado no recinto, e em um pequeno susto eu o constatava.

  Após contá-lo sobre a situação, vejo que sua preocupação é nítida. O homem se levanta, um alto oficial da marinha, que saía de uma maneira pensativa e misteriosa, proferindo meras palavras para mim. Enquanto tirava um estranho caracol do bolso, eu respondia a informação que me pedira - Meu nome é Gaiden, talvez você se lembre no futuro, quando eu voltar ao topo... se eu voltar ao topo... - Indagava olhando para o teto, em um devaneio, como em um vislumbre do sucesso vindouro.

  Vendo o "Marine" sair pela porta, meu foco já era mudado, e analisando o meio, procuraria à vista por algum oficial desocupado ou não, para saber sobre a rotina do quartel. Meu próximo passo ali era incerto,  só me restava esperar a ação do servidor, então iria me ocupar com objetivos mais práticos e fáceis, como me apoiar no pé bom e tentar andar, deixando Clemont na cama onde eu repousava até o momento. Com a força de vontade mais ferranha possível, apesar de abatido e cansado, meu almejo seria conseguir me locomover, vagarosamente, para não me ferir mais do que ha tinha, e também não incomodar as possíveis pessoas que me rodeassem, fosse por barulho ou intromissão.

  Caso conseguisse me levantar, sendo capaz de vasculhar o recinto, me segurando firmemente para não cair, eu iria questionar o recruta mais próximo - Olá, estou à espera de uma resposta de um dos seus oficiais, fui internado aqui por um ocorrido a pouco, queria saber se nesse QG existe uma forja interna, integrada, se sim queria conhece-la - Indagaria finalizando em um tom viril e determinado, continuando com um pequeno toque - Ahh, seria bom uma muleta também -  Proferiria apontando para minha perna com a mão direita.

  Se a forja existisse, iria seguir o homem até a mesma, caso não, meu próximo anseio seria encontrar o médico responsável pelas minhas bandagens do membro inferior - Tenho que saber o diagnóstico da minha perna, em quanto tempo terei alta? E o mais importante, qual a real situação do meu amiguinho anão? -  Avaliaria preocupado, enquanto procederia para o que dissera. No mais, meu espírito permaneceria atento, pois se eu já não confiava em ninguém antes da armadilha anterior, dali pra frente seria ainda mais difícil.

 Vamos para a próxima etapa.


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Histórico Aventuresco:
 

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Takamura
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MensagemAssunto: Re: Em busca de um novo Horizonte - Shells Town   Em busca de um novo Horizonte - Shells Town - Página 4 EmptyQua 28 Jun 2017, 10:48

Repouso,Surpresa e refeição! 

Gaiden
O ferreiro decide seguir sua jornada, á primeira ação localiza-se erguer bem como colocar o parceiro na sua cama, mas isso sai com bastante dificuldade visto que não possui bom equilíbrio; Acaba conseguindo botar aquele anão no travesseiro perto da cabeça pela razão de posiciona-se pequeno; Agora na segunda etapa, fisgadas em sua perna são sentidas toda vez que mexe, contudo isso é algo ignorado pelo ceifeiro cujo levanta-se. -Cuidado! O gênio quase vai ao chão outra vez, ás dores do membro ferido juntamente pelo balanço da estrutura corporal são poderosos inimigos, no entanto surge uma heroína em que segura-o perto do chão -Porque você está em pé?! Uma bronca é inevitável após ajeita-lo de pé.

Infelizmente existe pouco espaço entre sua beliche e outra; As paredes estão centímetros longe comparado ao corpo. Esses detalhes foram decisivos para sua queda -Há uma, porém é exclusiva para marinheiros.. A dama escuta atentamente, seus olhos azuis demonstram possuir grande gentileza; Além disso, contém cabelos roxos e á vestimenta denuncia ser enfermeira da marinha -Eu vou buscar para você, mas espera aqui com seu amigo. Antes de sair pela porta, a mulher obriga-o sentar novamente no leito, se olhasse ao redor pode vê vários pacientes dormindo, o quarto é repleto de idosos com exceção dos dois jovens ali presente; Gaiden e outro calado olhando pela janela, o movimento fora da central continua agitado.

-Estão aqui! Levou somente alguns minutos até retornar com duas muletas, ambas perfeitas no tamanho -Ele está bem, apesar do tamanho, seu corpo é bem resistente. Quando começa analisar tudo ao redor, a garota percebe e por essa razão decide revelar tal informação -Mas vocês dois precisam descansar por algum tempo! Novamente eleva sua voz sem perceber, aparentemente gosta de dar bronca.

Enfermeira:
 

Bonez

O ambidestro é atacado pela compulsão quando seu caminho fecha-se assim como força-o analisar toda situação, á musica não interrompe sua forte convicção -Coitado.. Consegue ouvir opiniões mais uma vez durante alguns momentos, porém posiciona-se diferente das anteriores visto que são expressões triste, com pena, dó, alguns querem ajudar, todavia são impedidos por algo; Aquela melodia realmente afeto completamente vários cidadães. Enfim, nem crianças ousam fazer piadas e um clima infeliz pode ser avistado pelos semblantes das pessoas ao redor.

Seu caminho tornar-se livre sem nenhum obstáculo -Parado! Até chegar na porta onde um marinheiro interrompe-o apontando á espingarda diretamente contra seu tronco; O restante consegue entrar levando aqueles feridos. -Divisão de inteligência? Leo? Ao ouvir á nomenclatura automaticamente arregala seus olho, demonstrando surpresa, logo após abaixam ás armas -Espera na recepção... O futuro cientista é praticamente empurrado para dentro do quartel e novamente aparece aqueles repetidos rostos.

Antes de chegar nesse ponto, ás palavras homem sem mão, tenente caído, anão no bolso e inimigo monstruoso invadem sua mente. Retornando no momento atual, um idoso pequeno encara-o; É careca em cima, mas possui cabelos brancos no lado e bigode de mesma coloração. Seu rosto sério termina demonstrando nenhum sentimento, seja raiva, tristeza, pena, felicidade, nada. Será que vai ajudar? Talvez arranje uma briga? Qual possibilidade ocorrerá?

Velho:
 

Hizy

-Tudo bem, é gentil da sua parte! O velho encontra-se realmente muito feliz por conhece-lo, aquele sorriso sincero acerta seu coração em cheio e então apenas aceitar aquele dinheiro -Tchau! Inicialmente fica confuso por causa do vocabulário desconhecido, todavia logo entende que é uma despedida e por isso acena também. Á plateia dissipa-se completamente, com seus passos pequenos e o panda acompanhando-o notam muitas caras desanimadas, no entanto sorriem ao avista-lo bem como ignoram completamente Shimauma; Existe uma hipótese na qual focam completamente em Hizy e vendo sua felicidade, não querem termina-la.

Algumas risadas ecoam pelo cenário, á causa é o ronco da barriga -Que fofo! Uma adolescente comenta soltando leve risadinhas e o urso bota-o nas costas antes que pudesse observa-la melhor. Demora alguns minutos até encontrar qualquer restaurante, mas seu olfato é realmente impressionante já que deparam perto de várias barracas; Assim que desce no chão acaba apontando aleatoriamente e escolhe loja de rámen -Bem vindos! Irei preparar agora mesmo! O responsável pelo local é velho com roupas brancas, existe vários bancos na frente de uma bancada onde todos itens necessários para cozinhar fica atrás.

Só há á dupla presente, leva alguns minutos até entregar [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] para mizu, contém vegetais, macarrão, carne, entre outros ingredientes. Shima-san nunca passará fome visto que entrega grande pedaço de bambu -Eu uso nos ingredientes, mas pode ficar. Ele indaga sorrindo enquanto observa as expressões, esperava satisfação e alegria. Para comer, necessita usar habilmente dois hachis.
Loja/Dono:
 

Citação :
Posts do Narrador: 02

Spoiler:
 

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Bonez
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MensagemAssunto: Re: Em busca de um novo Horizonte - Shells Town   Em busca de um novo Horizonte - Shells Town - Página 4 EmptyQui 29 Jun 2017, 02:48


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Um caminho livre e obviamente, olhares de desgosto e pena, mas nada fora do esperado, realmente era um monstro no olhar daquelas pessoas. Mas "quem paga com uma mão, recebe em outra", essa expressão nunca teve tanto significado quanto naquela hora, evitando pessoas e desvios desnecessários estava cada vez mais perto de um de seus caminhos nesse início de aventura.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Como esperado foi coagido com certa violência por um marinheiro que ficara de guarda no local, e escutando poucos nomes e conversas alheias não era de menos, naquele dia acontecera algo grande e todo cuidado era pouco. Entretanto, o que mais surpreendeu foi a reação do mesmo ao saber do nome "Leo", foi como um susto e como se ele fosse realmente conhecido dentro da marinha para um relés marinheiro como aquele conhecer seu nome.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]~ Pai... quem era você antes de nos encontrarmos? E como fostes morrer assim sem me falar nada?

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Aquele assunto no ultimo dia passou muito por minha cabeça, vivera por 10 anos achando que era um órfão, mas na verdade nesse tempo, aquele que me ajudara e apoiara nos tempos de crise era na verdade meu pai. E infelizmente só com ele em leito fui descobrir tal fato, então aquilo era como fosse minha escama reversa no momento.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Com a reação exagerada do marinheiro sou coagido em um local de recepções aonde fico a espera de algo, aliás o que foi dito nada pelo marinheiro além de palavras vagas e só um pedido de espera. Entretanto, inevitavelmente alguém aparece e para surpresa era alguém que usava vestes semelhantes a que Leo usara quando passava seus ensinamentos. Eram claramente roupas de cientista, além do mais o homem era bem velho assim como Leo e mesmo que as aparências não batessem, ainda deu um ar de confiança, uma vez que era um homem daquele mesmo jeito que o apoiou e me ajudou a não desmoronar em tempos de crise. Entretanto no rosto daquele pequeno senhor não correspondeu às imaginações que tinha e uma expressão neutra se fixava em seu rosto.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]~ O marinheiro deve ter falado o nome Leo pra ele, porque essa cara? Será que eu tenho que esperar pelo pior? Se for assim melhor mudar um pouco a versão da história só por precaução...

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]A aparência do senhor não conduzia a sua personalidade aparente, mas não seria nada demais, aliás julgar alguém tão rapidamente pelas aparências não me levaria a nada. Estaria todo esse processo de pensamento e reflexão de seu pai até o momento de concluir o que fazer tendo o pequeno velho a sua frente com a ação de puxar sua face, claro como um reflexo involuntário. Então, tendo noção que o senhor teoricamente não poderia descobrir sua expressão de duvida justamente por não ter face, falaria com um ar de respeito, pois o homem a sua frente ainda era um superior na área de ofício que deveria receber tal tratamento.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]- Este jovem cientista saúda o Sênior!- Falaria pondo as mãos juntas com um [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] e continuaria- Parece que sabes algo sobre o Leo do passado, então porque não conversarmos um pouco sobre ele?- Não era muito bom com palavras, nunca fui de conversas, mas deveria arrancar todas duas informações além de agradar aquele homem, ele teria que ser o trampolim que ansiava para meu futuro, ser o melhor!

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Atributos:
 

Histórico:
 

Ao narrador:
 





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Mizushiro Hizumy
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MensagemAssunto: Re: Em busca de um novo Horizonte - Shells Town   Em busca de um novo Horizonte - Shells Town - Página 4 EmptyQui 29 Jun 2017, 03:05



~ Memórias do Passado servidas em uma tijela de Ramem ~


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Montado em cima do dantesco panda, com suas pequenas mãos agarradas fortemente aos pêlos preto-e-branco que lhe fugiam pelos espaços por entre os dedos, a criança cavalgou por entre ruas e calçadas até que Shima-chan cessara sua correria, parando e descendo o menino em frente de uma pequena barraca, mostrando-lhe que aquele era o local ideal para terem uma refeição, atraído talvez pelo aroma do restaurante. Descendo com cuidado, Hizy olhava para o estabelecimento enquanto que com a mão direita faria algumas festinhas no animal, sua forma de agradece-lo não só pela boleia, mas também por ter encontrado um lugar para comerem uma refeição.

 Descalço, seus pés adentravam no cubículo que era aquela cozinha. O menino olhou em volta, um pouco surpreso e apreensivo. Nunca havia visto um restaurante como aquele e tão pequeno. Era um quartinho simples e retangular, situado algures numa esquina de rua. Ouvindo a resposta do idoso por de trás do balcão, a criança concordou com a cabeça e sentou-se em um dos bancos. Baloiçando suas brancas, contudo ligeiramente bronzeadas pelo sol, perninhas finas de forma alternada, repousando os cotovelos e os braços no balcão e tateando com os dedos, fechando os olhos, abrindo um sorriso e levantando o narizinho, inspiraria com força e diversas vezes seguidas, procurando sentir os vários aromas diferentes e exóticos que aquele local exaltaria, assemelhando-se a um pequeno filhote. O sorriso se alargaria, transformando-se em uma gargalhada alegre, e também seus olhos abrir-se-iam sorridentes. Apesar de diferente, os vários aromas parecer-lhe-iam apetitosos. Apesar de minúsculo, o restaurante parecer-lhe-ia acolhedor e quentinho. – Este é um bom lugar! – Diria baixinho, gargalhando em sussurros enquanto que abaixava a cabeça e tentava repousar o rosto corado no balcão.

 Memórias distantes pairariam sobre seus pensamentos enquanto esperava pelo seu prato. Os sons longínquos do exterior, de passos ou diálogos indistinguíveis, e os barulhos que o velho cozinheiro fazia por de trás do balcão ao preparar a sopa, ouvir-se-lhe-iam distantes, abafados pelo silêncio dominador. E aos poucos, suas pestanas começar-lhe-iam a pesar, tornando turva a sua visão e cada vez mais difícil de enxergar. Yami-nii-san… nhum… - Perdendo a consciência, deixando o sono e o cansaço dominar-lhe, o noviço por pouco adormeceu, sussurrando algumas palavras que vinham do subconsciente, não fosse o cozinheiro que o acordara ao entregar-lhe o prato de ramen.

– OH! –

Dispararia o semblante para o alto, despertando de repente e vislumbrando aquele belo macarrão com sopa, carne e algas. – É a primeira vez que eu vejo algo assim, Jii-san! Parece delicioso! – Com alguma baba se formando na boca, o garoto se espantaria com a aparência da comida e o cheiro que o deixava cada vez com mais fome e vontade de comer. - Eu uso nos ingredientes, mas pode ficar. – Ao ouvir o velhinho dar bambu para o seu panda, os olhinhos azuis do menino brilhariam e suas bochechas corariam com um sorriso feliz. – Que bom, né!? Shima-chan! Hi! Hi! Obrigado, Jii-san! – Agradeceria.  

  Com a destra, pegaria nos palitinhos à sua frente, os denominados “hashi”, e os separando, preparar-se-ia para devorar toda aquela refeição. Seria-lhe um pouco complicado comer usando daquele tipo de talheres, afinal, era a primeira vez que os usaria. Faria de tudo ao seu alcance para os tentar dominar, mas se fosse o caso de não o conseguir, procuraria com o olhar algum outro tipo de talher, como uma colher. Havendo uma, usar-la-ia para comer, não existindo nada que o pudesse auxiliar, pegaria no prato-de-sopa com as mãos, uma de cada lado da tigela, nas bordas para não se queimar, e então, devoraria toda a massa, carne e vegetais que ali estivessem. Voltaria a pousar o prato no balcão e olharia em volta, em busca de algum copo e alguma garrafa de água. Achando, colocaria um pouco de água no copo e beberia, alegre. – Está realmente delicioso, Jii-san! – Elogiaria a comida, sendo verdadeiramente sincero. – É a primeira vez que como algo assim! Que tipo de comida é esta? – Perguntaria curioso.

 Assim que terminasse de comer, deixando o prato completamente limpo, sem nem uma gota de sopa, ou migalha de massa, carne ou algas, Hizy lamberia os lábios e consecutivamente, passaria o antebraço esquerdo pelos mesmos, limpando quaisquer vestígios de comida que pudessem ter permanecido. – Muito obrigado pela refeição, Jii-san! Quanto é que lhe devemos? – Indagaria, retirando dos bolsos uma pequena saquinha com moedas, aguardando pela resposta para então tirar o dinheiro e pagar ao senhor dizendo-lhe: - Aqui tem, Jii-san!

  Antes de ir embora, o rapazito ainda tinha coisas que conversar com o velhote do ramem. - Jii-san, o senhor por acaso não ouviu nada sobre alguém chamado Yami por aqui? – Sua voz infantil e doce, naturalmente aguda, perguntaria ansiosa, como que um suplício, por qualquer tipo de pista sobre o seu irmão. O velhote poderia ver em seus olhos trémulos e reluzentes o quão importante era a resposta para aquela pergunta. E o quão desiludido o menino ficaria, se a resposta fosse negativa. Sendo esta última o cenário de resposta, por um momento Hizy permaneceria cabisbaixo. entendo… - Mas logo voltaria a rejubilar-se com um sorriso tão brilhante quanto o dia de sol. – Obrigado na mesma, Jii-san! Hi! Hi! Hi! – Levantar-se-ia então, dando um salto em direcção ao chão e, ao cair, levantaria os braços, como que se tivesse realizado uma proeza estupenda, e então, antes de sair, olharia mais uma vez para o velho e perguntaria outra coisa. - Jii-san, Shells Town tem alguma coisa de aventuresco nela? Digo, algum tesouro ou algum lugar inexplorado? Hi! Hi! Hi! Algo GRANDIOSO para se fazer? Animais gigantes para domar? Montanhas para escalar? Grutas para explorar? – perguntaria, movendo as mãos e os braços para o alto, gesticulando algo gigante, saltitante e energético. Ouviria a resposta do idoso e só então partiria, acenando em despedida enquanto dizia em voz alta e sorridente: - Bye Bye! Jii-san! –

 No entanto, se o velho e comum cozinheiro de ramem soubesse qualquer coisa sobre alguém chamado Yami, nem que fosse um rumor pequeno, o garoto ver-se-ia elétrico, estonteante com a resposta. Ouviria tudo o que o velho teria a dizer e então partiria, mas não antes de o agradecer e de se despedir como habitual.

  Vagueando pelas ruas da cidade, remexendo com sua mão esquerda o bolso das calças, o mais jovem dos Mayans olharia novamente para o pedaço de papel que guardava com tanto afinco. Já o havia lido centenas de vezes. E por mais que o relia e voltasse a reler, a mensagem não mudava, ou sequer ficava mais clara. Tudo o que sabia sobre aquele pedaço de papel, era que ele um dia o levaria até o seu irmão, mesmo que o escrito dissesse o oposto.

Bilhete escreveu:
Hizumy, parece que a nossa promessa não durará por mais tempo. Peço desculpa. Por muitas noites te sentirás sozinho, mas com o tempo irás acostumar-te e irás esquecer-me. O mundo já não é um lugar seguro para pessoas como eu e você. Por isso, por favor, me prometa que não irás me procurar! E prometa-me, não confies em ninguém, e nunca reveles quem realmente és! Se souberem que és um Mayan, estarás em perigo! Por isso, abandona esse nome! E esqueça-nos!

Do teu irmão, Yami.

 Com seus punhos fechados, esmagaria o bilhete entre seus dedinhos, demonstrando o quão importante aquela mensagem era. Seus olhos tremeriam, e suas bochechas corariam. Franzindo a sobrancelha, o menino daria um olhar furioso, porém fofo e inocente. – Como ele pôde pedir algo assim!? Nii-san, eu irei te encontrar! E de novo, iremos viver juntos! Eu prometo! – Voltaria a guardar o bilhete no bolso e continuaria a andar.




__________________________________




Histórico:

Post: 04
Ganhos: Flauta |
Perdas: 10.000 $Berries
$Berries Total: 40.000$B
Bónus:
Players:
NPC's:
HP: 120/120
SP: 62/62

Vantagens: Genialidade | Aerodinamicidade | Voz Encantadora | Boa Aparência
Desvantagens: Código dos Heróis | Coração Mole | Trauma Profundo
Citação :
Sempre que vê ou ouve algo relacionado aos tenryuubitos entra em estado de choque, por serem eles os responsáveis pela morte de seus pais, e por acreditar  que os próprios são a origem de todo o mal existente no mundo. Fica tão paralisado que a única coisa que pode fazer é fugir amedrontamente, de forma bem devagar. Até mesmo estátuas ou gravuras de dragões orientais a voarem o deixam ligeiramente incomodado, desconfortável e nervoso.

Perícias: Instrumentos Musicais| Doma | Treinamento
Ofício: Artista

Pet:
Animal Comum:
 



...

Objectivos:

•♪ Comprar uma Flauta, uma Ocarina, uma guitarra, uma guitarra-portuguesa e uma Trompeta; (Só a flauta e a ocarina são importantes por hora, o resto posso tentar conseguir mais pro final da aventura mesmo xD )
•♪ Conseguir um bastão;
.  ♪ Encontrar pistas sobre o paradeiro de seu irmão;
•♪ Capturar um grupo de criminosos/contrabandistas que esteja maltratando pessoas inocentes;
•♪ Ter uma NPC Acompanhante;
•♪ Encontrar o Tesouro de Shells Towns;
•♪ Encontrar com o Gaiden, Lancelot e Bonez (Só se eles estiverem por perto);
.  ♪ Conseguir uma pequena Escuna;
•♪ Assinar ao Jornal Mensal;
•♪ Ganhar alguns alimentos;
•♪ Comprar roupas de feiticeiro (As que o Aladdin usa em Magi);
•♪ Comprar roupas semelhantes a que estou a usar (As que o Aladdin usa em Magi);
•♪ Comprar um bolsa;
•♪ Comprar um grande tecido branco;
•♪ Aprender Acrobacia e Veterinária;

Para o Narrador, Hizy escreveu:
Nada #^.^#

Legenda:
– Pensamento – - #99FFFF
– Fala – - #0099ff + b
~ Canto/Cantar ~ - #0099ff + blur

Thanks [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

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[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] escreveu:

[ ] Ganhar uma Meitou lvl 2; (ノ≧∀≦)ノ
[ ] Ter Ofício Ferreiro lvl 2; (╯✧∇✧)╯
[ ] Forjar uma Katana lvl 2; (ര̀ᴗര́)و ̑̑
[ ] Caçar 5 Recompensas;  ヾ(〃^∇^)ノ♪
[ ] Vencer o torneio de artes marciais 1x; (๑•̀ㅂ•́)و✧
[ ] Encontrar dois tesouros; (۶ꈨຶꎁꈨຶ )۶ʸᵉᵃʰᵎ
[ ] Viajar por todo South e West Blue; ೕ(⁍̴̀◊⁍̴́ฅ)

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Takamura
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MensagemAssunto: Re: Em busca de um novo Horizonte - Shells Town   Em busca de um novo Horizonte - Shells Town - Página 4 EmptyQui 29 Jun 2017, 18:11

Histórias! 


Bonez

O futuro cientista analisa suas hipóteses, nunca foi bom em conversar, porém nada impediu de tentar visto que era momento perfeito para iniciar suas perguntas - Você é Bonez? Filho de leo? Que decepcionante, me siga! Ao invés de responder, o misterioso questiona deixando provavelmente chocado, ele ficou calado inicialmente talvez para analisar inicialmente quem era ou como comportava-se, típica coisa de pesquisadores; Todos presentes escutam aquele vocabulários, vassouras caiem no chão, ninguém desloca-se e tudo na qual visualiza são caras de surpresas; Há alguns conversando entrei si, boatos por todos lados e principalmente expressões tristes bem como desanimadas surgem depois.

Enquanto percorre tal trajeto, nenhum olhar de raiva, pena, tristeza referidos á ele são avistados -Apenas ignore, em breve você vai entender. Uma simples frase consegue mudar completamente ás cenas na qual costumavam repetir infinitamente, leva vários minutos até chegar num grande laboratório, com todos equipamentos, itens imaginários -Ele é o filho de leo, preciso que interrompem suas pesquisas por breves período. Assim que entra naquele local, o idoso logo solta algumas ordens e mais uma vez aquelas expressões surpresas aparecem -Seu pai tornou-se um grande homem! No instante onde conseguiu permanecerem sozinhos, não demoro para começar á historia.

-Ele iniciou sua carreira aqui, fui parceiro dele por alguns anos até subir de patente. Bem no começo pode observar grande sorriso que diminui graças ao resto da frase -Era um cara sério, focado no trabalho, engraçado as vezes e principalmente sonhador! Elogios são tudo que existia para dizer -Quando saiu de shells town, soube que casou-se, depois teve filho e por último.. Posiciona-se muito difícil em completar, seus joelhos tremem, os olhos enchem de lágrimas -Á morte. Passa o braço direito no rosto tentando evitar que chore -Infelizmente só sei das histórias nessa ilha, será necessário procurar outros quarteis generais, juntar peças.

Ele erguer-se com ás duas mãos atrás do pequeno corpo indo até um caracol grande com dispositivo visualizador nos globos oculares -Esse sou eu e ele quando formamos...Essa é quando fizemos nossa primeira experiência..Essa é minha favorita, quando recebmos medalhas pelo ótimo projeto.. Fotos podem ser visualizados por grande telona providenciada pelo animal, o cientista explica cada uma delas.


Hizy

O sorriso sincero do ancião ao escutar aquelas palavras revelam tamanha felicidade, um copo d'água é posto ao lado para ajudar descer melhor, Shima-san começa devorar seu bambu junto com Hizy cujo tenta utilizar aqueles hachis, inicialmente escapam da mão, cai na tijela, consegue pegar á comida, porém segundos depois escapa dos talheres; Demora algumas tentativas até usar perfeitamente.-Se chama rámen, colocamos ingredientes, temperos na água de forma saborosa! O cozinheiro fala empolgado, talvez seja primeira vez na qual demonstram interesse em aprender ou simplesmente gosta dessa pergunta ''O que é essa comida?''; Aquele menino bebe algumas gostas antes de finalizar e seu parceiro cai no chão desacordado.    

-Ei! Ele está b.. Surpreso e com medo apavora-se na cena, no entanto volta como está minutos atrás já que Shimauma inicia grandes roncos bem como bota sua enormes mãos na barriga; O clima quente, confortável, aquele odor delicioso, entre outros fatores devem ser responsáveis por isso. -Yami? Hmmm.. A questão lançada aleatoriamente surpreende novamente, mas parece que realmente desconhece esse nome -Ah sim, tempos atrás apareceu alguém parecido com você! Enquanto coloca uma mão no queixo e outra segurando cotovelo -clássica pose de pensador- o cidadão finalmente lembra de alguma coisa; Á justificava tornar-se Mizu cujo fez imaginar outro ser humano igualzinho, mesma roupa, rosto parecido.

-Notei que ficou muito interessado quando falei sobre á lenda Hell's Bell.. Clientes entram na tenda consequentemente interrompendo-o, porém logo em sequência decide continuar dialogando quando acabar - Tudo começou em uma igreja em Shells Town onde existia um padre. Seu nome era Kalashinikov. Ele era o quinto filho de um ferreiro cujo totaliza dez crianças, sua posição fica exatamente no meio, aquele que nunca vai ser o primogênito e herdar os negócios da família bem como jamais vai ser o mais apadrinhado pelo fato de posiciona-se como mais novo. Durante á vida sempre foi ignorado pelos pais e não poderia trabalhar em nada da família, embora a sua verdadeira habilidade fosse criar armas. Desde do nascimento era um homem amargo e só para deixar claro, nunca se interessou por crianças. O anoso necessita respirar antes de prosseguir, alguns minutos passam, o movimento segue na mesma rotina e aqueles interessados na história permanecem fixos; Há civis assustando-se com panda no chão, outros ignoram e sempre existe pessoas em que acham engraçado. Em relação do protagonista, situa-se empolgado, balançando seus pequenos pés.

-Resolveu se entregar, virar um padre e começar numa capela em Shells Town, por consequência conseguiu dinheiro para deixa-la enorme. Ele ouvia as confissões dos marinheiros que matavam os criminosos, sobre como eles defendiam ás ilhas nos momentos mais difíceis como guerras, instantes na qual perdem amigos, por fim falam seus sentimentos. Isso tudo era ouvido diariamente por Kalashinov, no começo não suportava, vomitava ás histórias na noite quando voltavam em pesadelos, e ele não podia contar nada para ninguém. Mais tempo passa, toda situação anterior repete como ciclo infinito, o homem realmente encontra-se grande dificuldades, porém seu sorriso expressa determinação; É basicamente como se gostasse da situação.-Ele guardou os sentimentos estranhos para si, logo depois transformou-se ficando frio, os contos não tinham mais o mesmo efeito já que simplesmente aprendeu conviver com elas. Os vômitos pararam de vir, embora que os pesadelos retornar-se; No começo, ainda eram assustadores, depois posicionaram-se chatos, logo após ficaram satisfatórios, prazerosos, viraram sonhos. E, por fim, começaram a ficar divertidos! O mestre cuca aumentou tom de voz na última forma tentando assustar todos ao redor.

Independente do resultado, o velho ria, divertia-se, realmente está animado contando á lenda - Agora começa pior parte, no dia que usou habilidades como ferreiro e encheu sua torre de armadilhas; Graças ao dizimo reformou-a completamente, criou vários mapas, espalhou-os pela cidade juntamente com boatos onde há tesouros na igreja. Sempre que alguém perguntava sobre isso, ele negava de pés juntos, jurando pelos deuses - aqueles cujo não acreditava mais - que não havia nada, mas sempre aparecia alguém mais ousado e tentava ver por conta própria. Uma vez, um marinheiro ousado foi lá com a sua melhor arma.. Nesse momento Shimauma despertou, o movimento parou e só á dupla permanece no local; Um vento passa pelo garoto consequentemente arrepiando-o e num clima de terror ainda coloca suspense -E Hoje em dia ela continua guardada lá. Usando voz baixa com objetivo de apavorar termina parte da história.

- O final é..Kalashinov juntou o dinheiro do dízimo em um baú no alto combinado com todos pertences que havia visto morrer antes. Somente o padre sabe qual caminho até o sino sem ferir-se ou cansar-se; Sempre que alguém chega lá no alto, o sino chama-o. Mas ninguém nunca, sequer desconfiou, do pobre padre, filho de uma família tão tradicional que cria ótimos ferreiros e outros trabalhadores a tanto tempo, no começo ele se sentia mal por mentir e esconder, hoje em dia acaba gargalhando com seu riso agudo, maníaco de todos os idiotas que por sequer um segundo acredita que é o homem que fora. A noite predomina toda cidade, alguns seres humanos entram novamente na barraca e tudo que parecia está numa câmera lenta, volta ao normal -Essa é a lenda, Yami não sentiu medo quando escutou, muito pelo contrário.. O dono do rámem solta suspiros, depois sorri olhando diretamente para Hizy -Ele sentiu-se empolgado! Você é o irmão dele não? Acredito que seja só uma lenda porque nunca avistei-o novamente.

Talvez seu irmão esteja esperando-o em cima da torre, outra tese é que desistiu por não encontra, há hipóteses em que achou e foi embora; Muitos pensamentos podem serem criados.-Espera, se existir mesmo, são trinta pedaços para completar tal mapa e você precisará de algum item, afinal, você precisa defender-se, seja bastão, espada, machado, escudo, entre outros. Assim que deixa exatos 3 mil berry na bancada, salta do banco fazendo poses, anda alguns passo acompanhado por shimauma; O velho chama sua atenção e dirige algumas instruções. Após caminhar algum tempo, percebe enorme beleza da lua, brilhosidade das estrelas e o clima gelado devido ao vento; Enquanto isso pega aquele bilhete bolso, re-lê bem como amassa-o, ás pessoas em volta riem da cena, mais pelo expressão facial que chega ser meigo.
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MensagemAssunto: Re: Em busca de um novo Horizonte - Shells Town   Em busca de um novo Horizonte - Shells Town - Página 4 EmptySab 01 Jul 2017, 22:28


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  Em um emaranhado de emoções mistas, minha força de vontade vinga. Colocando o pequeno guerreiro enfaixado ao meu lado com sucesso, minha próxima ação seria o levante, o qual exerço de forma dificultosa, entretanto, com uma coragem de homem rico. Minha perna direita tremulava, já a esquerda, extremamente machucada, me retribuía a bravura com pontadas seguras, uma dor aguda e fina que de dentro do meu membro se exaltava plena. Não podia fraquejar, disso eu sabia, e meus pensamentos nem sequer por um segundo cogitaram essa possibilidade - Chamam isso de dor? Han... - Refletia retraído, como se de forma falsa ignorasse o excruciante sofrimento.

  No desajeito do meu erguer via que meu equilíbrio se perdia, e em um desespero de espírito procurava qualquer coisa estável para me sustentar, foi aí que eu notava a presença dela, a delicada enfermeira se mostrava. Proferindo palavras de cuidado, a moça exigia de mim retenção - Cuidado!Porque você está em pé?! - indagava, como se por olhar para meu semblante notasse  meu real estado, ou pelo simples fato dela realmente saber do meu estado, visto que poderia ter me dado os primeiros socorros... ou até me enfaixado. Após minhas perguntas sobre a forja e minha tentativa falha de saída do recinto, atenciosa e de olhos azuis como o céu, a garota em idas e vindas me ganhava com suas palavras, e me fazendo sentar novamente na cama, logo me trazia duas muletas... minha movimentação agradecia - Obrigado... - Quebrava meu silência, mirando o chão, cabisbaixo, enquanto recebia os equipamentos.

 Finalmente conseguindo me levantar com meus apoios, subo satisfeito, agora tirando meu foco da mulher de cabelos lilases, e me voltando aos pacientes ali internados. A predominância idosa me contagiava, com o sentimento de que eu não deveria estar ali estagnado como eles, contudo, nem só de água fazia-se o mar, um jovem era visto, e esse especificamente me intrigava. Seu olhar profundo para a janela me fazia meditar - Interessante, os olhos dele estão estáticos para o lado de fora... deve estar querendo sair - Finalizava a análise com uma pulga na orelha, também observando a agitação do dia-a-dia exterior, e por um breve momento lembrando de uma música triste aleatória - Onde será que ouvi isso? Não me lembro ao certo... Eu acho que deve ter sido antes de desmaiar... - imaginava.

 Segundos quietos passavam, e depois de uma concentração obstinada, sem nenhum almejo, eu decido enfim quebrar o gelo. Reparando na situação do rapaz, ainda que de maneira discreta e prudente, buscava adentrar suas faculdades mentais, começando a conversa com um diálogo receptivo e aconchegante - Sente falta? - Interpelava ao moço com um ar de aventura, ansiando chamar sua atenção - Seus olhos me dizem duas coisas... - Falava ao garoto com uma pausa extensa, já me aproximando vagarosamente de seu leito com uma das muletas - Que você procura algo lá fora... E que o que você procura o faz pensar - Findava minha articulação em tom de empatia, suspirando, enquanto olhava suavemente para seu rosto.

  Uma forma de resposta era aguardada por mim naquele momento, eu me retia sem muita ansiedade, esperando uma reação sadia, ou ao menos não agressiva pela intromissão. Meus dedos da mão direita se continham firmes, agarrados ao amparo para uma melhor sustentação. E meu sentimento naquele instante era o de amistosidade, porém sem muita expectativa numa conversa prolongada, caso o correspondente não quisesse, mas se visse uma brecha para continuar falaria - Meu nome é Gaiden!! Caso queira saber...Você é?? - Questionava o semelhante rapidamente, sem esboçar segundas intenções - Se tiver uma história para contar, ficaria lisonjeado em ouvir!! - Sintetizava em poucas palavras, para não dar um ar invasivo.

  Indenpendente do feedback do homem, iria me preocupar em ver o estado aparente de Clemont, tocando suavemente em seu corpinho, para não machucá-lo mais do que já mantinha-se. Se ele não desse sinal de vida, gritaria pela enfermeira, pois não queria meu mais novo amigo funcionário desabilitado - Enfermeira!!! Por favor, quero o diagnóstico do pigmeu... Se sua situação for irreverssível eu não vou só parar essa cidade!!! Eu vou acabar com o negócio desses monstros pela base!! - Falaria em tom alto, mas não expressando raiva, e sim como uma tentativa de chamar atenção - Ele é honrrado, não posso deixá-lo assim.

   Depois das provisões eu voltava a meu pensamento usual, sabia que não deveria confiar em todo mundo, mesmo que fosse na marinha - Antes de Giusepe cair ele falou que "ele" iria matá-lo, isso quer dizer que Fish Mooney não é sua chefe, e que alguém bem mais poderoso está a espreita, pelas ruelas de Shells, tenho que tomar cuidado - Realizava intrigado - Temos que interrogá-lo, imagino o que fizeram com ele depois que apaguei, devem tê-lo prendido em alguma das celas do QG... o oficial parecia obstinado - Terminaria me dirigindo novamente à enfermeira - Desculpe, moça, mas algum detento machucado entrou no QG ultimamente? Um monstro de mais de dois metros de altura, bem forte e suspeito... preciso dessa informação urgentemente, e por obséquio, me diga por onde o oficial com quem falei anda... não sei se vou aguentar tanto tempo aqui... - Me silenciava à espera da réplica.


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Atributos, Vantagens e Desvantagens:
 

Histórico Aventuresco:
 

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MensagemAssunto: Re: Em busca de um novo Horizonte - Shells Town   Em busca de um novo Horizonte - Shells Town - Página 4 EmptyDom 09 Jul 2017, 01:05


Cade os meus cigarros?


O jovem rapaz de cabelos esbranquiçados havia tomado a decisão de seguir o seu destino e encontrar o que fosse de melhor para si. Não tinha nenhum dinheiro além dos 50.000 B$ que juntara nesses anos todos de economia (Olhava para o dinheiro em suas mãos com uma cara de decepção, ainda assim com o orgulho de não estar de mãos vazias) Chegava a conclusão de que a situação poderia de fato ser pior. - O que vou fazer com esse dinheiro? - Pensava consigo mesmo, na busca implacável por uma ação que lhe tirasse os pés do solo, solo esse que quase o abraçava no mesmo espaço de lugar. Estava ali parado há algum tempo, e com razão; nunca havia passado por um situação dessas, não tinha onde ir e não sabia bem o que seria da sua vida dali pra frente, mas a decisão estava tomada, já não poderia voltar atrás.

Apalpava seus bolsos e todos os buracos possíveis, na busca de encontrar um único cigarro que pudesse acender para que seu pensamento fosse de fato clareado. Começava a sentir um tanto nervoso pela incapacidade de prever seu futuro, logo ele que era tão calculista e preocupado com cada passo que dava... Quase um perfeccionista. Se encontrasse algum cigarro consigo o seu primeiro impulso seria buscar algo que pudesse acendê-lo, imaginava ter consigo algum fósforo ou isqueiro para fazer tal tarefa... Não tardaria em pedir para alguém que visse de relance fumando um cigarro. - Com licença, poderia me emprestar o seu fogo? - Tinha ideia que a colocação da frase poderia não ser bem interpretada, mas era habituado a falar dessa forma ("emprestar o fogo"). Não tendo nenhum cigarro consigo, sua primeira tarefa seria ir em direção à alguma loja pequena ou fiteiro, enfim... Qualquer que fosse o lugar que pudesse ter o bendito cigarro. Sua caminhada seria apressada, mas ainda assim atenta. - Quanto custa o cigarro? - Perguntaria assim que localizasse o primeiro possível espaço de venda do produto.

Esperava que o preço fosse razoável, estava disposto a gastar no máximo 10.000 Berries com cigarros, e com esse dinheiro compraria a maior quantidade que fosse possível. Se não tivesse algo para acender, negociaria um isqueiro por no máximo 5.000 Berries com o comprador, recusando algum valor maior que esse - Quanto custa o isqueiro? (se o valor fosse acima de 5.000 B$, negociaria para pagar o valor proposto). Pediria um isqueiro emprestado para acender o primeiro cigarro caso o valor não lhe fosse cabível e continuaria sua caminhada sem rumo imediato.  - E agora, pra onde eu vou? - Se preocupava de fato com o que seria da vida dali pra frente... Procuraria uma pousada assim que fosse noite, talvez isso esgotasse o resto do dinheiro que estava consigo, então surge a conclusão que precisaria antes de tudo encontrar uma maneira de conseguir dinheiro... Alimentação e dormida segura eram a sua prioridade.

Estava bastante vulnerável pelo fato de não ter consigo nenhuma arma que pudesse lhe ser útil. Era do seu interesse encontrar alguma arma, ele havia vendido o rifle que sua amiga Anna havia lhe presenteado anos antes... E então algumas memórias rapidamente tomavam conta de sua mente por alguns instantes, lhe fazendo entristecer a alma por um todo. Havia perdido um amigo em meio ao grande mar, e também recusado a proposta de seguir sua fiel amiga em busca dele. A arma era um rifle de longa distância que estava nas mãos de um homem qualquer, já que o jovem Siggy (apelido para Sigard) havia vendido a mesma para ajudar Léon com alguns problemas.

Voltando a se atentar ao seu redor, tentava perceber onde estava em meio àquela cidade, se mantinha atento ao movimento ao seu redor e logo então poderia pensar em caminhar em direção a alguma taverna para que pudesse tomar uma bebida e se atualizar sobre o que era de mais recente naquele dia. Precisava de um rifle o quanto antes, daí então poderia ao menos procurar pelo seu alimento por meio da caça, algo que fizera desde criança.

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OFF:
 

Atributos:
 

Histórico da Aventura:
 

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Narração - Fala - Pensamento

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Objetivos:
 


Última edição por TinnyCash em Dom 09 Jul 2017, 13:49, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Em busca de um novo Horizonte - Shells Town   Em busca de um novo Horizonte - Shells Town - Página 4 EmptyDom 09 Jul 2017, 07:58



~ O Tesouro de Shells Town ~


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Podia sentir os seus pés e seus dedos frios, ligeiramente doloridos de tanto andar. E andando pelas calçadas frias sem saber muito bem para onde deveria ir, o garoto que veio dos céus relembrava-se da história que o velho cozinheiro de ramén havia lhe dito e que tanto o houvera deixado entusiasmado. – Preciso encontrar o mapa desse tesouro… Mas como o farei? – Perguntava-se cruzando os bracinhos, com uma expressão pensativa no olhar. – Mas primeiro, talvez realmente seja melhor fazer como o ojii-san aconselhou! – Reflectiria, abaixando os braços e erguendo o semblante, procurando por alguma loja que vendesse armas, ou algo que sinalizasse a existência da mesma. – AH! Ali! – Diria sorridente no momento em que avistasse algo que se assemelhasse. – Vamos, Shima-chan! E não se preocupe, mesmo que compre um bastão, não o usarei para magoar ninguém! Hi! Hi! – Sorria confidente para o seu amigo peludo.

 Ao adentrar no estabelecimento, o garotinho iria direto para o balcão se se encontrasse alguém por de trás dele. – Boa noite, senhor! – Olharia para cima, tentando alcançar os olhos e a atenção do responsável pela loja. – Estou a procura de um bastão. Será que você tem algum? Ah! Aqui! – Retiraria dos bolsos o seu pequeno saquinho com as moedas que tinha e o colocaria sob o balcão. – Espero que chegue para pagar! É tudo que tenho… Mas se não for o suficiente, eu posso voltar mais tarde para lhe entregar o restante! – Falaria com um sorriso no rosto e com um brilho no intenso azul de suas esferas armilar. – Sabe, eu estou indo à procura do tesouro de Shellstown! Ha! Ha! Ha! – Animado e exaltadíssimo com a aventura que seria procurar por tal tesouro, o pirralho deixaria uma gargalhada sinceramente jubilante e confiante de seu sucesso escapar. – Eu sei que não será fácil! Mas o ojii-san do ramén me contou que o meu nii-san também foi atrás desse tesouro! Então, eu preciso ir atrás dele também! – Um sorriso de orelha à orelha e mostrando todos os seus dentinhos brancos se formaria em seu rostinho corado. Não só as aventuras e desventuras que teria durante a caçada àquele tesouro o deixavam animado, mas também o facto de aquela ser uma importante pista sobre o paradeiro de Yami, o seu amado irmão. E faria de tudo ao seu alcance para o encontrar. Aguardaria por uma resposta do vendedor. Caso o dinheiro não fosse o suficiente e ele aceitasse confiar no pequeno garoto, Hizy sorriria novamente. - Muito obrigado por confiar em mim, ojii-san! Ah! O senhor por acaso não saberia onde eu posso encontrar o mapa do tesouro? – Indagaria, com um olhar claramente curioso e esperançoso.

 No caso do vendedor não aceitar a oferta, o pequeno celestial agradeceria igual e perguntaria na mesma se o mesmo sabia algo sobre o mapa do tesouro e então deixaria a loja, um pouco desanimado. – Parece que temos que conseguir dinheiro, Shima-chan… Mas como? – Aproximar-se-ia do seu panda e afagaria seus pêlos com seus dedinhos finos, enrolando-os por entre os fios brancos e pretos do amigo. – E já é tão tarde… Talvez seja melhor procurarmos um lugar para dormirmos! – Diria, quase que em suspiro, afogando o seu rosto nos pêlos de Shimauma. – PUFFAW! – Deixaria o ar sair-lhe da boca ao afastar a face do animal. – Não posso ficar desanimado! – Ria para o companheiro. – Por agora, vamos apenas procurar um local para dormirmos. Deixava um pequeno sorriso escapar-lhe, caminhando sem rumo.

  Ao caminhar sob o luar, ligeiramente desanimado, sem pensar no que fazia, simplesmente por reflexo, pegava na sua flauta e a colocava entre os lábios e então, começaria a tocar. Seria uma melodia que soaria diferente nos ouvidos daquelas gentes. Uma melodia exótica, que provavelmente muitos sequer saberiam que era possível existir tais combinações de sons. Nos olhos do menino que a tocava tão facilmente, talvez por ser uma música que fazia parte do seu passado, o luzir de nostalgia e saudade notar-se-iam facilmente. Aquela era uma melodia tocada por alguém que sentia falta de sua casa, e todos que a ouvissem, poderiam, talvez, aperceber-se desse sentimento que o menino tentava expulsar de si através da música.

 



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Histórico:

Post: 05
Ganhos: Flauta |
Perdas: 10.000 $Berries + 3.000$Berries
$Berries Total: 37.000$B
Bónus:
Players:
NPC's:
HP: 120/120
SP: 62/62

Vantagens: Genialidade | Aerodinamicidade | Voz Encantadora | Boa Aparência
Desvantagens: Código dos Heróis | Coração Mole | Trauma Profundo
Citação :
Sempre que vê ou ouve algo relacionado aos tenryuubitos entra em estado de choque, por serem eles os responsáveis pela morte de seus pais, e por acreditar  que os próprios são a origem de todo o mal existente no mundo. Fica tão paralisado que a única coisa que pode fazer é fugir amedrontamente, de forma bem devagar. Até mesmo estátuas ou gravuras de dragões orientais a voarem o deixam ligeiramente incomodado, desconfortável e nervoso.

Perícias: Instrumentos Musicais| Doma | Treinamento
Ofício: Artista

Pet:
Animal Comum:
 



...

Objectivos:

•♪ Comprar uma Flauta, uma Ocarina, uma guitarra, uma guitarra-portuguesa e uma Trompeta;
•♪ Conseguir um bastão;
.  ♪ Encontrar pistas sobre o paradeiro de seu irmão;
•♪ Capturar um grupo de criminosos/contrabandistas que esteja maltratando pessoas inocentes;
•♪ Ter uma NPC Acompanhante;
•♪ Encontrar o Tesouro de Shells Towns;
•♪Encontrar outro tesouro;
•♪ Encontrar com o Gaiden, Lancelot e Bonez (Só se eles estiverem por perto);
.  ♪ Conseguir uma pequena Escuna;
•♪ Assinar ao Jornal Mensal;
•♪ Ganhar alguns alimentos;
•♪ Comprar roupas de feiticeiro (As que o Aladdin usa em Magi);
•♪ Comprar roupas semelhantes a que estou a usar (As que o Aladdin usa em Magi);
•♪ Comprar um bolsa;
•♪ Comprar um grande tecido branco;
•♪ Aprender Acrobacia e Veterinária;

Para o Narrador, Hizy escreveu:
Pode ser que esteja um pouco confuso o post, mas é que eu tentei fazer duas opções de acções diferentes, uma no caso de o vendedor aceitar vender a arma, e outra para o caso de não o aceitar e assim já daria uma oportunidade para você abrir as portas do mundo da música para o Hizy xD Porque eu quero que ele seja um cantor e músico famoso u.u Além disso, quero encontrar o tesouro oficial do fórum que está em Shells e um outro que você pode criar xD Mas a gente se fala no discord, Kenway ^^  

Legenda:
– Pensamento – - #99FFFF
– Fala – - #0099ff + b
~ Canto/Cantar ~ - #0099ff + blur

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[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] escreveu:

[ ] Ganhar uma Meitou lvl 2; (ノ≧∀≦)ノ
[ ] Ter Ofício Ferreiro lvl 2; (╯✧∇✧)╯
[ ] Forjar uma Katana lvl 2; (ര̀ᴗര́)و ̑̑
[ ] Caçar 5 Recompensas;  ヾ(〃^∇^)ノ♪
[ ] Vencer o torneio de artes marciais 1x; (๑•̀ㅂ•́)و✧
[ ] Encontrar dois tesouros; (۶ꈨຶꎁꈨຶ )۶ʸᵉᵃʰᵎ
[ ] Viajar por todo South e West Blue; ೕ(⁍̴̀◊⁍̴́ฅ)

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MensagemAssunto: Re: Em busca de um novo Horizonte - Shells Town   Em busca de um novo Horizonte - Shells Town - Página 4 EmptyTer 11 Jul 2017, 08:39


01. Atrasei pq sou vagabundo Takamoto Lisandro
Gaiden: QG


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O moço maneta, após agradecer a enfermeira, seguia para o outro indivíduo que possuía uma idade aproximada a dele, apresentando-se para evitar qualquer impolidez da parte dele. O rapaz puxou assunto questionando algo ao outro indivíduo que, apesar das duas primeiras sentenças de Gaiden, permaneceu imóvel como se fosse parte da decoração do cômodo. Até que virou, lentamente, seu rosto para encarar o homem remendado.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Seus olhos eram cansados e caídos, adornados por olheiras que fazia-o parecer que não descansava a dias. Seus alvos cabelos eram arrepiados e completamente bagunçados. Seu traje — um uniforme da marinha — era tão babélico quanto suas madeixas brancas e ainda havia a ausência do boné em sua cabeça. Seu porte físico magro e quase enfermiço passava a sensação de que era apenas um paciente qualquer, não relacionado ao Governo Mundial.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Está correto…em partes. — o jovem finalmente se pronunciava, sua voz era arrastada e exalava cansaço assim como sua aparência — Procuro algo sim, mas não lá fora, tampouco aqui dentro. E eu acho que o que procuro está comigo, só não sei onde. — suspirou — A não mais que dois dias eu estava prestes de encontrar, um propósito isto é. Iria me juntar a um grupo de Caçadores de Recompensa que, para meu azar, sumiu sem deixar rastros. Hoje tento achar um significado aqui na Marinha. — parecia que o rapaz havia concluído.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]No momento em que Gaiden disse seu nome, aquele com quem conversava fitou-o, encarando seus olhos firmemente como um predador o faz com a carne suculenta de sua presa. — Hirohiko — ele disse, ainda o encarando, talvez o nome “Gaiden” lhe fosse familiar. O jovem apenas voltou a si depois de avistar a mão do ferido, chegando a alguma conclusão com base nisso.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O rapaz não parecia querer conversar mais, inclusive se afastou de Gaiden, acenando para o mesmo. Ele seguiu em direção a porta. O homem remendado agora checava o estado do anão, que por sinal não era dos melhores e logo após, ia em direção a enfermeira para questioná-la sobre o homem que falara com ele mais cedo, contudo, algo o impediu. Um sujeito adentrava a sala.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Uma figura imponente, mais alta que todos dali e com os músculos para lá de torneados que se encontravam reluzindo devido ao suor proveniente do clima de verão da ilha. Salvo as mangas arregaçadas por causa do calor, seu uniforme estava o mais arrumado possível, de longe dava para perceber que era alguém importante e um exemplo a ser seguido. Como se não bastasse, um enorme martelo era carregado por ele, chamando ainda mais a atenção e na outra mão havia um saco com algo pesado dentro.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Quando me passaram a descrição de quem precisava de ajuda eu quase não acreditei. —  arremessou o saco no chão e enxugou a testa com o antebraço, o objeto reproduziu um som metálico — Aí tem metade do que valiam aqueles que capturamos graças a você. Pode-se dizer que você é um amuleto de sorte para falar a verdade, há tempos tentamos prender aqueles malditos, mas nunca conseguimos algo contra eles. — os olhos do marinheiro bailavam e encaravam cada ferida de Gaiden infindavelmente, estava prestes a virar as costas e sair mas voltou a falar — Quase me esqueci, siga-me se ainda estiver interessado em forjar o que precisa — disse, girando em seu eixo em direção a porta e andando a passos largos.


Hizy: Ruas de Shells


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O menino de cabelos azulados perambulava pela ilha de Shells Town, enquanto matutava sobre o que o vendedor de outrora havia lhe dito. Pensava sobre o que fazer; para onde ir. Sem pestanejar muito, decidiu que o melhor a se fazer indubitavelmente era se armar, mesmo que fosse para usar em autodefesa apenas, sinalizou então para sua panda, que respondeu com um grunhido alegre e ao mesmo tempo preguiçoso, seguindo o garotinho logo após.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Felizmente a busca pelo estabelecimento onde poderia adquirir armas fora rápida, logo achou um local nomeado de “Iron Maiden”, seu letreiro era adornado pelo rosto de uma bela mulher que possuía a sua frente uma espada e uma pistola cruzadas.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Adentrando, Hizy se deparou com um lugar vazio, organizado e extremamente limpo, havia apenas o vendedor atrás do balcão para lhe fazer companhia que, a cada cinco segundos, limpava a superfície para garantir que estivesse perfeitamente limpa, salvo as vezes que cantarolava enquanto ilustrava seu balcão, o silêncio era perturbador.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Tratava-se de um homem extremamente alto, facilmente atingindo quase três metros de altura, extremamente magro, olhos cerrados, cabelo curto partido ao meio e barbicha, ambos pretos. Trajava-se formalmente, gravata borboleta e uma roupa semelhante a de pianistas ou maestros, incluindo luvas brancas. O homem transpassava uma sensação ruim, fazia Hizy ter calafrios apesar de parecer inofensivo.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O homem, após ser lhe entregue o dinheiro e dito o que seu cliente necessitava, retirou uma quantia do saco e devolveu-o para o menino — Trinta mil é o suficiente, jovem rapaz — disse o vendedor. Seguiu para sua esquerda, colocando seus dedos esguios em volta de um bastão de madeira, dando nas mãos do pequeno garoto logo após.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O homem parou, estático após ouvir o sobre o tesouro, até mesmo sua limpeza foi interrompida. — Não fala de um tesouro em uma igreja, fala? — indagou o homem — Só pode ser o da capela, sinto saudades dos tempos em que eu passava lá — desabafou Eu posso te dar o mapa que tenho comigo, mas terá que responder a minha charada primeiro. — concluiu o vendedor.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Ajeitou a gravata, deixou seu alvo pano de lado e cessou por completo a limpeza, levou o punho direito cerrado à boca e pigarreou — Dois pais e dois filhos foram pescar. Todos pescaram um peixe e pescaram ao todo 3 peixes. — pausou e encarou Hizy nos olhos — Como isso será possível? — terminando sua fala, levou a canhota a um bolso dentro de sua roupa e retirou de lá um papel enrolado com um aspecto de velho, sem dúvida alguma era o mapa.


Tinny: Ruas de Shells


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Dúvidas, infindaveis questionamentos; eram a única coisa que rondava a mente do moreno rapaz no momento, sendo mais exato, a confusão era martelada incessantemente em sua cabeça, deixando-o nervoso a ponto de querer se acalmar com seu amigo de longa data, o fumo.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Palpeava suas roupas e invadia seus próprios bolsos, nada encontrara de primeira instância, até que seus dedos beijaram algo que parecia ser uma embalagem, um maço de cigarros. Agarrou-o apressadamente e o trouxe para fora apenas para decepcionar-se com a visão de um pacote vazio e meio amassado, estava sem sorte.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Os passos começaram a ser feitos por Sigard, que procurava um estabelecimento que pudesse lhe vender cigarros e um isqueiro. Encontrou uma lojinha humilde, não havia nada que chamasse atenção nela, nem mesmo em seu interior. Uma simples loja de conveniências. Seu vendedor e provavel dono sentava atrás de sua bancada, estava claramente acima do peso e seu rosto era composto por traços brutos e um bigode grosso e ruivo como o pouco cabelo que tinha. Lia um jornal que pôs sobre o balcão no momento em que o cliente adentrou e perguntou o preço do produto que queria.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Perdeu a educação no caminho foi? Boa tarde para você também. — disse o porpeta — São dez mil pelo cigarro, o isqueiro sai por cinco caso queira comprar em conjunto. Essa joça mal tem movimento mesmo, tenho que vender essas bagaças de um jeito ou de outro. — concluiu o vendedor

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Agora, já do lado de fora, Sigard fumava um de seus cigarros enquanto enxotava mais pensamentos ruins, chegando a conclusão que necessitava se atualizar, rumou para uma taverna, encontrou um estabelecimento chamado Grand Drinqs para ser mais específico.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Dentro havia o mais variado tipo de pessoa visto que estava cheia, sua segurança era feita por marinheiros e podia ser encontrado desde os mais parrudos e fortes até os mais magros e esguios. Haviam garçonetes distribuindo as bebidas que o nanico barman oferecia, apesar de cheia, possuía uma mesa vazia, espaço nos bancos do balcão e em algumas outras mesas.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Um grupo mais próximo de onde o sujeito que serve as bebidas está conversava sobre um grupo de criminosos que anda arranjando confusão e se safando, outro, próximo a mesa vazia, tagarelava sobre o fato de que havia um estabelecimento necessitando de um guarda ou dois.
off:
 

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Spoiler:
 

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