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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Em busca de um novo Horizonte - Shells Town

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Gaiden
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MensagemAssunto: Re: Em busca de um novo Horizonte - Shells Town   Em busca de um novo Horizonte - Shells Town - Página 3 EmptyDom 28 Maio 2017, 21:34


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  A escuridão me consumia por completo. Em meio ao breu mental, eis que as sombras do ambiente conspiravam para com minha libertação, só que um destoava do outro em um aspecto, um deles era plano meu, o outro plano do destino. Minhas vestes não mais esquentavam meu ego, estava ali no tudo ou nada, no "all in" da vida, como se meu rastro agora fosse nada mais nada menos que uma simples jogada de poker, e o "call" seria logo dado pelo meu oponente, isso era evidente.

  Os passos de Giusepe ecoavam em minha cabeça, e quanto mais se aproximavam mais eu acreditava que o julgamento final vinha com ele. Regulando a respiração, observava o inobservável, a abertura da porta seria o estopim da ação vindoura, não podia falhar, apesar de cogitar um insucesso - Eis aqui uma forma de colocar minha determinação a prova - Refletia extasiado, procurando em meus próprios pensamentos um porto seguro. As passadas se intensificavam.

   O brutamontes chegava perto, muito perto... não podia eu pensar em nada mais que o plano, meu foco era inteiramente na realidade, abstrações seriam fatais naquele momento. Pensando nos itens jogados ao chão, e na foice que por ventura fui desatencioso em ignorar, esperava o "knock" da porta, e não demorava muito até ouví-lo. Já notava-se do capacho uma sutil tentativa de entrada, como se subestimasse meu intelecto a ponto de simplesmente girar a maçaneta, ou qualquer coisa do tipo. O desgosto que ele provavelmente esboçara em sua falha era inferido em minha cabeça naquela hora, contudo,não esperava a brutalidade que viria a seguir.

   CANNON PUNCH - Escutava o grito juntamente com o estrondo da porta ao meu lado. Minha derme congelava estática, a aura emanada parecia ser o cair do céu em seu sentido literal, apesar de saber que fora simplesmente a força imensurável do capataz. Com a porta voando em direção ao teto juntamente com os diversos itens coletados ao chão, e Giusepe entrando com o desfecho da luz em suas costas, eu então realizava, era o tempo de ataque, e sussurrando friamente, eu investia com o martelo em mãos... ou melhor, em mão - Seu troco, monstro... - terminava desferindo o golpe em seu crânio.

   O semblante da dor era exprimido pelo meu antagonista, enquanto se prostrava levemente para frente após o abalo em seu cangote, entretanto, a reação proferida pelo mesmo não fora nem de longe a mais satisfatória para mim, vide que mal cambaleava e já direcionava me sua raiva novamente - Considere-se morto, seu verme! - Meu coração palpitava em êxtase, logicamente minha ideia tinha falhado de modo medíocre. Com os olhos esbugalhados em uma feição surpresa, eu miro o homem mais uma vez, esperando seu próximo movimento.

  Sorte talvez nunca fora uma palavra a qual pude depender, pelo menos não até aquele momento... e em um vislumbre de esperança talvez aquilo iria mudar. Ainda no escuro, Giusepe não exita fazer o que eu esperava com todas as forças que fizesse, apertasse o botão de liberação das janelas. Sua inteligência quiça poderia não ser das piores, no entanto, também não era das melhores, e aquela era a oportunidade perfeita para eu escapulir dali. Em uma maré de autoconfiança, eu não tardava em me jogar pela vidraça ainda que semiaberta, um salto para a liberdade.

  Finalmente!! - Murmurava embora ainda no ar, já pousando na viela ao lado da forja. Meu gênio rapidamente se consolava, de maneira aparente minha estratégia tivera dado certo, e estava finalmente livre... mas não livre de todas as adversidades, e disso me dei conta quando inesperadamente avistava Clemont ao canto, o anão voltara para me ajudar, e trazia consigo reforços - Aí está você! Eu estava voltando pra te buscar. Rápido você tem que ajudar os homens [...] - O pequeno passava a mensagem em uma articulação confusa, mas que era captada com sucesso.

  Me situando onde realmente estava, depois da breve aterrissagem, notava uma linda conspiração do acaso, algo que antes passara despercebido por mim até que enfim encontraria uso, a foice que encontrara na forja, a conjuração daquele item ali representava a mudança de rumo da minha sorte, que previamente se encontrava em contramão a mim, mas agora se aliava a meu propósito... estaria armado, e pegando o equipamento cortante em minhas mãos(ou novamente, no singular, mão*), já iria empunhá-la com convicção, para que o próximo contratempo fosse eximido... o que evidentemente não seria para ajudar ninguém, mas para derrotar Giusepe.

  Não vai fugir de mim desgraçado! - Vinha o hipopótamo destruindo outra janela do estabelecimento - Ótimo, são exatamente vocês dois que eu quero matar, não tentem fugir! - Indagava o homem se posicionando em postura de ataque, e como um touro selvagem já começando a correr em direção a seu toureiro, obviamente... eu.

   Com o martelo e a foice ainda em minha mão, via ali uma conveniência tremenda. Minha primeira ação seria jogar o utensílio de forja a clemont, para que não ficasse desarmado, e após uma piscada de olho para o mesmo, começaria minha tática de enfurecimento, um golpe baixo, porém válido - Giusepe, não quero ser rude, mas infelizmente, você não serve para o trabalho... A única coisa que você precisava ter feito era nos manter aprisionados, e nem isso consegue!!! Além de quebrar outra janela por nada. Não lhe passou pela cabeça que poderia ter pulado por onde eu pulei?!! - Gritava em direção ao inimigo, apontando discretamente para suas pernas, em almejo de incitar Clemont a dar um bote furtivo no mesmo com sua estatura.

   Tomando cuidado, iria esperar Giusepe se aproximar, caso viesse em "ZigZag", procuraria acompanhar suas passadas paralelamente, para que não perdesse seu foco. Colocando minhas mão em meu casaco, já me posicionaria de maneira ofensiva, para que quando meu oponente chegasse a estar entre 1 a 2 metros de mim, eu usasse o Civil Tactic - Dishonored, criando um espaço aberto em sua guarda para que Clemont também o atacasse em suas pernas. Depois do ataque em seus órgãos inferiores, terminaria a tática dando uma rasteira em suas pernas, já que me aproveitaria do fato de estar já ajoelhado, simplesmente girando meu quadril e alongando minhas pernas, ansiando fazê-lo cair; caso errasse a técnica, eu tentaria não dar espaço para seus ataques de cima, dando uma pequena cambalhota para as laterais, sendo a escolha dos lados dependendo da facilidade de execução.

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Atributos, Vantagens e Desvantagens:
 

Histórico Aventuresco:
 

Técnica Utilizada:
 
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Yamazaki Raizo
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Yamazaki Raizo

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MensagemAssunto: Re: Em busca de um novo Horizonte - Shells Town   Em busca de um novo Horizonte - Shells Town - Página 3 EmptySex 02 Jun 2017, 02:35

Gaiden



      O destemido ferreiro não estremeceu perante a intimidação do monstruoso Giusepe, e quando o brutamontes aterrissou na mesma viela em que Gaiden estava, o ferreiro ainda criticou a inteligência de Giusepe (ou a falta dela), que muito irritado respondeu:

          - Pouco me importa as janelas ou a porta que eu quebrei, se eu não matar vocês dois, tudo vai estar arruinado e ELE vai me matar!

           Após dizer isso, Giusepe iniciou uma corrida desenfreada na direção do ferreiro, e Gaiden por sua vez, jogou o martelo à Clemont que teve dificuldade para segurá-lo, mas ainda assim não perdeu sua mobilidade.

            Ao se aproximar de Gaiden, Giusepe já projetava um soco, e nesse momento o ferreiro habilmente executou sua técnica de combate: Civil Tatic - Dishonored. Seu casaco voou em direção à cabeça de Giusepe tampando sua visão e fazendo-o interromper o soco, logo após desviar a atenção do inimigo, Gaiden investiu com sua foice contra a genitália do brutamontes, ao mesmo tempo que Clemont pulava de cima do muro num rasante, acertando uma martelada no joelho esquerdo de Giusepe.

         O monstruoso empregado urrava de dor, e ainda com o casaco de Gaiden na cabeça tampando sua visão, Giusepe prostrava um dos joelhos no chão. Gaiden viu a oportunidade para finalizá-lo, e tentou uma rasteira, afim de mandar Giusepe para o chão e acabar com a luta, porém, quando o ferreiro girou seus quadris e acertou sua perna nas pernas de Giusepe, ele se lembrou que estava enfrentando alguém fora do normal. Ao chocar sua perna com as de Giusepe, Gaiden sentiu como se chutasse concreto, ou o mais duro dos metais, e a dor lancinante em sua canela fez o ferreiro diminuir o ritmo por um instante, que foi suficiente para Giusepe tirar o casaco do rosto com a mão direita, e com a mão esquerda desferir um tapa em Clemont, que se chocou contra a parede perdendo a consciência imediatamente.

      - Como se atreve à fazer um corte no meu pinto ? Vou te matar por mais esse motivo, desgraçado!

        - CANNON PUNCH!

       Gaiden ouviu o nome da técnica devastadora que havia presenciado, e que agora vinha em sua direção. Tudo aconteceu muito rápido, Gaiden ouviu o chão sendo despedaçado pelo soco de Giusepe mas não sentiu dor nenhuma, sentiu apenas um puxão no braço esquerdo. Quando se deu por conta, o ferreiro estava cerca de dez metros de distância de Giusepe, com o tenente Sanpei levemente sujo e com as roupas rasgadas, segurando Gaiden pelo braço esquerdo, e o ajudando à se levantar e se recompor na batalha.

        - Vai se arrepender por ter machucado o anão, seu monstro!

         Gaiden estava com um reforço para ajudar-lhe, porém sua perna esquerda ainda não estava respondendo direito aos seus comandos devido a dor, todo movimento deveria ser calculado, pois o menor erro significaria a morte.



Tenente Sanpei


          Os dois oponentes do marinheiro desferiam golpes um após o outro sem descanso, fazendo o tenente se esforçar ao máximo desviando, bloqueando, resistindo e contra-atacando os golpes dos bandidos. Sanpei se descuidou por um momento, para olhar na direção de Tsuru que entrou em estado catatônico ao ver o oponente vindo em sua direção. Nesse momento Sanpei, numa velocidade muito alta, sacou uma pistola de sua cintura e atirou na direção do gatuno acertando-o pelas costas, mas não teve tempo de ver se o tiro foi efetivo, pois recebeu, no rosto, um golpe do tonfeiro, e um golpe nas costelas do utilizador de nunchako. Por um instante tudo parecia girar para o marinheiro, mas nesse momento, ele ouviu um barulho de vidro quebrando vindo da viela lateral ao bar em que estava, e se lembrou que tinha que terminar aquilo rápido, então, recompondo sua postura, segurou a naginata com as duas mãos, posicionando a lâmina pouco acima do ombro direito, e assim que os bandidos se aproximaram dele, Sanpei executou sua técnica:

        - BLUE SLASH!

        Girando sua naginata trezentos e sessenta graus, golpeou os dois oponentes de uma vez, com exímia habilidade, cortando-os no abdômen e neutralizando os dois de uma só vez. Sanpei ouviu um outro barulho de vidro e resolveu se apressar, mas antes, certificou-se que o gatuno em que havia atirado também estava neutralizado no chão, e dirigindo-se à Tsuru, o marinheiro disse:

     - Desculpe-me por exigir demais de você filho, sinta-se livre para ir embora se quiser.

          Depois de dizer essas palavras, correu o mais rápido que pode à viela, e se deparou com um homem no chão, segurando a perna esquerda, o anão desmaiado encostado na parede lateral, e um outro homem, monstruosamente grande, o qual só havia visto por retratos, pois era suspeito e investigado pela marinha. Sanpei agiu de imediato e iniciou uma corrida na direção dos dois, e quando o brutamontes projetou um soco devastador, Sanpei conseguiu livrar a vítima de ser morto pela técnica no último segundo, porém foi suficiente para os dois saírem ilesos.

          - Vai se arrepender por ter machucado o anão, seu monstro!

          Mesmo com o desgaste pela luta contra dois dos bandidos que causavam confusão na ilha, Sanpei não poderia recuar, e contava com a ajuda do homem que acabara de salvar. Por mais cansados que estivessem, os dois ainda tinham uma luta para terminar, e manter-se vivos seria a recompensa deles caso derrotassem o monstro.

____________________________________________________

~A vida é apenas um fenômeno superestimado...~


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Gods Slayers
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From the ashes, we will be reborn


- Fala -
* Pensamento *
~ Flashback ~

Objetivos:
[x] Entrar no exercito revolucionário
[  ] Declarar guerra ao governo mundial
[  ] Organizar um ataque à marinha que entre para a história
[  ] Libertar os escravos das mãos dos tenryuubitos
[  ] Obliterar Mariejoa com uma arma apocalíptica
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Mizushiro Hizumy
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Mizushiro Hizumy

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MensagemAssunto: Re: Em busca de um novo Horizonte - Shells Town   Em busca de um novo Horizonte - Shells Town - Página 3 EmptyDom 04 Jun 2017, 19:53



~ A Cidade de Shell’s Town! ~


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Pequenitos, fofos, porém encardidos, os pezitos, eufóricos e entusiasmados, correriam apressadamente para fora da caravela mercante que os havia trago, passando pela plataforma de madeira que unia terra-firme e o grande tronco-flutuante, cais e navio. Os cabelos baloiçando ao som do vento, o sorriso inocente e genuinamente alegre e radiante nos lábios finos e humedecidos, ainda com o discreto sabor do mar neles, correria com os bracinhos esticados, fingindo ser uma avioneta ou uma gaivota rasgando as nuvens no céu, até que finalmente, acercando-se o fim da plataforma de madeira, pisando-a pela última vez, deixando para trás seu fiel companheiro que o acompanhara desde quando era um bebezinho, e todo o sofrimento que vivera, saltava o mais alto que a gravidade o permitisse. No ar, experimentaria por curtos fragmentos de segundos a sensação de ter o vento a bater-lhe na face corada e tímida. O pequenino e níveo narizinho inalaria a fragrância do local, o aroma que o deixava alegre e, que para ele, era sinónimo de liberdade, o cheiro do mar. E quiçá ainda detectaria outros cheiros por ali.   Atingindo o chão, esticando os braços em direcção às alturas do céu e deixando todo o seu sorriso jubiloso e infantil se espalhar, extrovertido e animado, de bochechas rosadas, gritaria com toda a gana, levando então suas mãozitas à boca, em torno de sues lábios, para que todos que estivessem ali e para que a própria ilha o ouvisse e soubessem que ele estava pronto para uma nova Aventura!


- BOM DIA !!! SHELLS TOWN !!! –

   A voz era fina, de uma tonalidade agudamente infantil, animada e bonita. E mais bonita ainda era a sua dócil e bem-humorada gargalhada, onde não só os beiços, mas também os azuis e brilhantes olhos riam. – Ha! Ha! Ha! Ha! Ha! – Olhando em redor, descobrindo as faces até então sem rosto, desconhecidas; as construções, velhas e centenárias ou novas e modernas; o ambiente, as árvores ou os arbustos, ou a falta delas; Os animais, gaivotas, andorinhas ou outras aves e roedores! E observando todo aquele novo lugar, um sorriso de orelha-à-orelha, mostrando todos os dentes de leite brancos e fortes, surgia em seu rostinho. No chão, sem que se apercebesse, seus dedinhos tentavam cavar a terra, senti-la e conhecê-la. Tudo ali transbordava-lhe alegria!... e desafios.

   Se ouvisse alguém reclamando com ele, ou comentários frios e rudes, levaria a mão à nuca e numa pequena vénia, se curvaria em desculpa. Mas se ninguém agisse de tal forma para com ele, continuaria apenas sorrindo e começaria a dar o primeiro passo em direcção à cidade. E quando o seu primeiro passo atingisse o chão, como um tufão, um turbilhão de emoções, sentimentos e memórias vastas o invadiriam. Aos poucos, o brilho do seu olhar se perderia no vácuo.  Muitas coisas haviam acontecido na sua vida. Coisas boas e coisas más. Mas nada se comparava com a injusta morte de seus pais e à cruel tentativa de detenção ao seu amado irmão. Por causa disso, havia se tornado órfão duas vezes. Era assim que se sentia. Sozinho e magoado. E por saber tão bem como era a solidão, procurava sempre estar no meio de pessoas. Todavia, sabia que não era a mesma coisa. Onii-san… para onde foste? – Vagarosamente cabisbaixo, a criança pensaria, apercebendo-se de que, não importava para onde fosse, por mais que as gentes fossem amigáveis com ele, no fim, não eram a sua família! – Não! Não! Não! – Negando-se três vezes àqueles pensamentos negativos, o menininho baloiçou a cabeça para um lado e para o outro, jogando para longe aqueles pensamentos entristecidos. – Não posso ficar triste! Tudo que preciso fazer é procurar por pistas do meu onii-san! –

  Recuperado, voltar-se-ia para trás e olhando para a caravela, gritaria por um nome amigo. – SHIMA-CHAN!!! Oi! Oi! SHIMA-CHAN!!! -  Assim que avistasse o preto e branco do seu companheiro, levantaria o braço direito e acenaria para ele, esperando que ele o notasse. – AQUI, SHIMA-CHAN! – Sorriria, esperando pelo panda. – SHIMA – CHAN! – Suspiraria de alívio alegre e divertido, com as bochechas coradas, ao tentar abraçar o dantesco urso, fazendo um grande esforço para envolver parte de seus bracitos esbeltos em redor da colossal barriga de Shimauma. – Uma nova aventura nos espera! – Diria, esfregando o rosto contente e nostálgico nos pelos fofinhos do amigo.

  Largando-o enfim, apontaria para a cidade com o dedo indicador da mão direita, e com este braço todo estendido no ar. – Vamos lá! – E sem olhar para trás, esperando estar acompanhado do seu amigo, o garotinho caminhava seguindo em frente e, cantarolando e saltitando.



~ La!♩ La!♫ La!♫ La!♫ La!♫ .. La!♩ la!♪ la!♪ la!♪ .. La!♩ La!♩ . La!♩ La!♫ La!♫ La!♫ La!♫ .. La!♩ la!♪ la!♪ la!♪ .. La!♩ La!♩ . la!♬ la!♬ la!♬ la!♬ la!♬ la!♬ la!♬ Laa!♩♩  ~

 De sorriso no rosto, olharia para as construções que iam se aproximando, de um lado e do outro da rua. – Hum.. – Pararia, pensativo. – Acho que é melhor comprar uma flauta nova, já que perdi a minha antiga! – Dito isto, o rapazito procuraria por uma loja que vendesse instrumentos musicais. Procuraria por plaquinhas que poderiam indicar o nome da loja, ou espreitaria pelas vitrinas. Encontrada o estabelecimento, Hizy entraria pelo mesmo e iria em direcção ao balcão. – Bom dia! – Numa voz sempre alegre e alta, cumprimentaria as pessoas por ali. – Eu gostaria de comprar uma flauta, por favor! – Sorriria e esperaria pelo instrumento. Antes de pagar, examinaria a flauta, para ter a certeza de que não estava estragada e então pagaria por a mesma. – Muito obrigado! hi! hi! AH! Você teria algum fio para que eu pudesse amarrar a minha flauta e deixá-la envolta do meu pescoço, senhor(a)? – Perguntaria, com um olhar simpático.

 


 
__________________________________




Histórico:

Post: 01
Ganhos: 0
Perdas: 0 $Berries
$Berries Total: 50.000$B
Bónus:
Players:
NPC's:
HP: 120/120
SP: 62/62

Vantagens: Genialidade | Aerodinamicidade | Voz Encantadora | Boa Aparência
Desvantagens: Código dos Heróis | Coração Mole | Trauma Profundo
Citação :
Sempre que vê ou ouve algo relacionado aos tenryuubitos entra em estado de choque, por serem eles os responsáveis pela morte de seus pais, e por acreditar  que os próprios são a origem de todo o mal existente no mundo. Fica tão paralisado que a única coisa que pode fazer é fugir amedrontamente, de forma bem devagar. Até mesmo estátuas ou gravuras de dragões orientais a voarem o deixam ligeiramente incomodado, desconfortável e nervoso.
 
Perícias: Instrumentos Musicais| Doma | Treinamento
Ofício: Artista

Pet:
Animal Comum:
 



...

Objectivos:

• Ter uma NPC Acompanhante;
• Encontrar o Tesouro de Shells Towns;
• Aprender Acrobacia e Primeiros Socorros;
• Comprar uma Flauta;
• Capturar algum criminoso que esteja maltratando pessoas inocentes;
• Conseguir um bastão;
• Assinar ao Jornal Mensal;
• Encontrar com Gaiden, Ander e Bonez;
• Comprar bambu para o Shima-chan;
• Comprar roupas de feiticeiro (As que o Aladdin usa em Magi);
• Comprar um bolsa;
• Comprar um grande tecido branco;

Para o Narrador, Hizy escreveu:
Olá! õ/  Eu sou o Hizumy e estarei sob os seus cuidados! ^^ Bem,
em breve eu irei te mandar uma Mensagem Privada, mas de qualquer forma, esses são os meus objectivos! ^^ Se não for muito incómodo, eu gostaria de encontrar o tesouro, caçar um criminoso,
conseguir o bastão e a NPC acompanhante antes de me encontrar com o pessoal! ^^

Peço desculpa se a narração estiver confusa em alguma parte ou se você não entender algo! ^^'



Thanks Panda

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] escreveu:

[ ] Ganhar uma Meitou; (ノ≧∀≦)ノ
[ ] Ter Haki; (╯✧∇✧)╯
[ ] Caçar 10 Recompensas; ヾ(〃^∇^)ノ♪
[ ] Caçar [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]; (۶ꈨຶꎁꈨຶ )۶ʸᵉᵃʰᵎ

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Gaiden
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Gaiden

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MensagemAssunto: Re: Em busca de um novo Horizonte - Shells Town   Em busca de um novo Horizonte - Shells Town - Página 3 EmptySeg 05 Jun 2017, 02:03


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  O cenário se intensificava, e pouco antes de jogar o martelo ao nanico situado acima do muro já ouvia grunhidos sem sentido de Giusepe, a criatura que crescia a minha frente... contudo, algo não era dispensável, eis que um pronome ali dito insinuava mais do que pretendia - [...] e ELE vai me matar! - Os dizeres do rival ecoavam em minha cabeça por um instante, o tempo parece que parara por míseros segundos, para que minha mente ainda sobrecarrega processasse tudo... a realidade se resvalava na minha credulidade ali.

  Ele... ELE!!! - Pensava furioso em meio à conjectura, mas ainda sim atônico - Quer dizer que a "Ruiva" não é a chefe? Agora tudo está fazendo sentido... O bar, a velha me indicando o caminho, um ser que nunca vira na vida escravizado... o fato de Fish saber meu nome antes mesmo de tê-la visto, tudo está interligado - Começava o desenrolar da conclusão aflito, rangendo minimamente os dentes, ainda defronte ao inimigo avançante - Essa rede escravista não é algo singular, pela lógica, não foi só sorte minha estar aqui, o emaranhado de corrupção provavelmente se infiltrou de maneira imparável nessa ilha... tenho que manter meus olhos abertos de agora em diante... Shells Town está corrompida - Finalizava a reflexão procedendo ao ato.

   O punho vinha em linha reta, trazendo com ele uma tempestade de desolação e intemperismo. Eu não me acanhava ao pegar meu lindo porém surrado casaco de penas pretas, e parecia que Clemont estava similarmente de prontidão, o êxtase da batalha acabara de fazer com que dois ratos virassem leões... mesmo que um deles realmente tivesse o tamanho de um roedor. A técnica e o esquema logo eram desempenhados, e o fio da meada não poderia ser de modo algum perdido, o "timing" era pri-mor-dial.

   Brutamontes nunca pensam antes de agir -  Articulava timidamente, já com feição centrada e calma, enquanto adiantava meu passo. Me prostrando para frente, esperava a proximidade correta para a ação, que chegara rápido. Arremessava a veste negra no indômito do mesmo modo que um toureiro soltava sua muleta, de forma sutil, entretanto, precisa e ágil... nesse instante "Clemy" saltava, e minha reação ao ver isso era de agrado, o mini-humano progredia com vigor, e com a ferramenta recém-adquirida desferia um golpe certeiro no joelho do traficante, pouco depois de minha foice ter alvejado os testículos do mesmo, que já gemia da dor excruciante.

   Com um dos joelhos do inimigo abaixados eu via uma oportunidade singular, a rasteira que levei da vida eu descontaria no salafrário. Girando meu quadril de forma sinuosa, eu me submetia a uma velocidade acima do normal, para que meu movimento tivesse energia cinética o bastante para ao menos mover o homem... Mas meu erro foi infame, não previa eu que a resistência daquele homem-poste seria tão inumana quanto sua força, e que a dureza de sua perna me ferisse mais do que o contrário. Ao encostar em sua derme eu já sentia o impacto reverso, um "push back" absurdo me fazia retroceder de dor, como se tivesse ido de encontro com concreto puro - AHHH!! - Berrava brevemente de dor.

     Como se atreve à fazer um corte no meu pinto? Vou te matar por mais esse motivo, desgraçado! CANNON PUNCH! - Meu destino estava selado, e de olhos esbugalhados e segurando minha perna machucada, rezar era a única coisa que me restava, e olhando para cima via o julgamento divino prestes a me arrebatar, nada poderia ser feito, e eu decidia apenas fechar as pálpebras e esperar o inevitável...

     Um puxão forte me tocava, um segundo se passava e eu ouvia um estrondo ao chão, minha incerteza de estar vivo ou não me impediam de abrir os dois olhos simultaneamente - Estou vivo? - Pensara, me contendo a abrir somente um, e depois de averiguar a situação, o outro. Mais um golpe de sorte intervira, a marinha e seu contingente absurdo de... uma pessoa, não sabia o que estava acontecendo, mas pelo menos aquilo veio a calhar...

     O marinheiro, apesar de sozinho, não me parecia fraco. Suas roupas, em primeiro plano, não lembravam as de um recruta, me fazendo assumir que por sua rapidez estrondosa fosse alguém de cargo mais alto, já com determinado treino, que talvez pudesse até fazer frente a Giusepe por algum tempo. Não podia deixar aquela virada de jogo me abalar, pois apesar de não ter alcançar o sucesso completo no plano anterior, também não alcancei a falha plena, e o vilão estaria ao menos mais debilitado pelo corte.

     Com a perna estabilizada, tentava me concentrar no que fazer a seguir. A distância por que fora arrastado era enorme, cerca de 10 metros... e isso seria de bom uso. Supondo que a posição de Leo era privilegiada, eu então bolava algo para meu time, minha liderança e genialidade estariam sendo colocadas a prova, mas eu não desistiria, não podia desistir, todos dependiam de todos ali.

    Marinheiro, atrase ele por um instante, tentarei me recompor!! E Clemont, venha com o meu casaco!! Rápido!! - Gritava em tom de ordem, aparentemente o fio do nosso sucesso estava se torando, e precisávamos nos mover velozmente. Caso Clemont conseguisse pegar meu casaco sem dificuldade, eu ainda sentado iria contar o plano 1 a ele, caso não, o Plano 2:

Plano 1:
 

Plano 2:
 

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Última edição por Gaiden em Qua 07 Jun 2017, 02:21, editado 4 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Em busca de um novo Horizonte - Shells Town   Em busca de um novo Horizonte - Shells Town - Página 3 EmptyTer 06 Jun 2017, 21:53


Shells Town




"Eu tenho que sair! Essa é minha unica chance" Pensava ele. O jovem jazia escorado em uma parede qualquer, mas estava longe dali. Ele estava lembrando de como chegara á cidade, qual era seu nome mesmo? Shells. Ele nunca ouvira falar de tal cidade, sua primeira referência desta fora vinda da boca de um dos piratas que o raptara. Isso mesmo, Ander fora raptado de sua cidade natal. Claro que o garoto não havia feito nada, mas seu pai sim. Seu pai era marinheiro, e mexera com o bando errado. A conclusão disso? A perda de um filho. E a mudança de uma vida. Quando embarcaram na cidade deixaram apenas um pirata para tomar conta do jovem ninja. Um erro fatal. Eles podiam conhecer o pai daquele garoto, mas desconheciam a habilidade do filho. Desde criança frequentara aulas ninjas, e no dia que fora capturado acabara de deixar o treino daquele dia. Ele estava amarrado a um canto e o pirata o atormentava. Era por meio de pedaços de madeira, ora por pedaços de metal. Seu corpo ainda doía devido ás torturas.

O garoto pensara rápido. Quando uma outra seção de tortura estava para começar, conseguiu fechar suas pernas em volta da tora de madeira. Colocou sua força completa em suas pernas e com sua força conseguira puxar não só a tora de madeira, como o pirata para perto de si. No alcance o suficiente de suas pernas, Ander conseguira derrotar o pirata chutando o seu rosto desmaiando-o. Soltou-se utilizando uma faca que o pirata carregava. Finalmente solto ele ficou vários segundos olhando de cima para o homem que o torturara durante dias. Sua vontade era de mata-lo ali mesmo, mas ele sabia que se fizesse isso não teria um caminho de volta. Ele não conseguiria viver com aquela culpa, com aquela morte.

Ele deixara o barco dos piratas desde então. Fora muitos os momentos que tivera que correr para despistar os mesmos, pelo que aprecia os piratas não haviam deixado a cidade. Eles queriam capturar o garoto, mas nas vezes que Ander se deparara com eles, vira que em seus olhos jaziam vontades diferentes das anteriores. Antigamente o jovem sabia que esses homens não o mataria, mas em seus olhos naquele encontro descobrira que encontraria a morte caso os piratas o capturasse novamente.

- Por que? Pai com quem você foi mexer? - Sempre fazia aquela pergunta a si mesmo. Mesmo depois de anos Ander ainda se preocupava com seu pai e o que estava acontecendo na cidade natal. Se o bando fora capaz de rapta-lo dentro de uma cidade, o que teriam feito para sua família? Em seu intimo jazia o desejo de voltar para a cidade e descobrir o que acontecera de fato. Mas ele sabia que se isso fosse feito, levaria consigo um bando de pirata. Voltar para sua cidade natal não era uma opção. - Eu tenho que criar uma nova vida aqui... - Ander concluíra.

Não sabia a localização exata dos piratas. Mas não podia viver com medo. Não mais. Ele se descoraria da parede e se postaria a andar. Seu objetivo inicial para aquele dia era se armar. Tentaria encontrar por si só o centro do comercio daquela cidade, mas caso não o encontrasse perguntaria a primeira pessoa a sua frente. - Por favor, poderia me informar para que lado se encontra o centro comercial? A loja de armas para ser mais exato. - Perguntaria para quantas pessoas fosse necessário até chegar até a loja de armas. Ander não se descuidaria, estaria atento caso sentisse que alguém o perseguisse ou se alguém o fitasse demoradamente. Ele não se permitiria ser capturado novamente caso os piratas ainda estivessem na cidade. Quando encontrasse a loja de armas logo entraria. Procuraria por algum atendente que fosse da loja e faria o pedido. - Gostaria de uma ninjaken! - Solicitaria ao atendente. Caso não encontrasse ninguém na loja, esperaria até que alguém entrasse em seu campo de visão, para por fim realizar o pedido.  


Objectivos:
 

Histórico:
 

Atributos:
 

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MensagemAssunto: Re: Em busca de um novo Horizonte - Shells Town   Em busca de um novo Horizonte - Shells Town - Página 3 EmptySex 09 Jun 2017, 03:21

Hizumy



         Hizumy havia chegado no porto de Shells Town, e sua alegria contagiante coloria a vida das pessoas em volta, ao cumprimentar a cidade, algumas pessoas apenas sorriram de volta para o garoto, e outras lhe desejaram boas vindas à cidade. Após se familiarizar com a vista, os aromas e os sons que Shells Town possuía, o garoto seguia para dentro da cidade acompanhado de seu fiel amigo peludo, Shimauma.

          O garoto seguia atento pela cidade procurando por uma loja de instrumentos musicais, porém, para sua surpresa ele achou um estabelecimento que parecia ser uma loja de antiguidades. A loja era bem simples e modesta, no exterior da loja havia apenas uma plaquinha escrito: Antiques, e o interior dela era um pouco menos iluminada do que deveria, tinha alguns artefatos de decoração, e outros artefatos de ofícios antigos, mas o que chamou atenção do garoto foi uma flauta que estava em posição privilegiada na loja, exposta em um pedestal, sendo possível vê-la mesmo do lado de fora da loja.

            Ao entrar na loja, um senhor, de idade avançada e com ar misterioso, apareceu pelas costas do garoto dizendo:

          - Vejo que gostou da flauta, pude ver seus olhos brilhando lá da rua. Ela custa 500.000,00 berrys mas se você conseguir tocá-la melhor do que eu, vendo ela pra você por apenas 20.000,00. Te dou a minha palavra!

         As últimas palavras do senhor foram acompanhadas de um sorriso sombrio, o que com certeza colocaria à prova a determinação de Hizy para obter seu instrumento. O senhor misterioso assumindo postura de um musicista profissional, empunhou a flauta e começou a tocar uma canção.



       Oferecendo a flauta para que Hizumy executasse sua performance, o senhor aguardava com um sorriso desafiador. Uma batalha entre músicos havia se iniciado e Hizumy tinha que escolher entre aceitar o desafio musical ou procurar uma loja mais convencional para comprar seu instrumento.




Gaiden



         A batalha parecia estar chegando em seu ápice, Giusepe havia batido no chão com tanta força que se tivesse acertado seu alvo, com certeza Gaiden estaria morto. Sem demorar, o gigante boxeador vinha novamente numa corrida desenfreada para encurtar a distância criada pelo sargento da marinha, que por sua vez, assumiu posição de batalha se colocando entre Gaiden e Giusepe.

           Gaiden havia bolado um plano infalível, porém a peça chave para a vitória era o anão, que se encontrava desmaiado. Tudo que o ferreiro pode fazer foi pedir o casaco do marinheiro emprestado, pois o seu casaco estava a mais de dez metros de distância, atrás de Giusepe.

          - Não sei o que vai fazer com isso filho, mas faça rápido, não temos muito tempo!

           O ferreiro jogou o casaco do marinheiro em direção ao brutamontes, que segurou o casaco no ar e disse:

            - Não vai me pegar duas vezes com essa merda!

            A distração criada por Gaiden rendeu os segundos necessários para um ataque conjunto não planejado. Ao tirar o casaco da frente do rosto, Giusepe viu Sanpei pairando no ar na sua frente, projetando uma investida vertical de cima para baixo com sua naginata mirando no peito de Giusepe, e ao mesmo tempo, Gaiden investia um corte utilizando sua foice, contra as pernas do gigante.

         O ataque foi forte o suficiente para, após alguns segundos, fazer o enorme boxeador cambalear, e cair desacordado no chão.

          - Achei que ele seria mais duro na queda, de qualquer forma, vamos nos apressar para sair daqui e darmos assistência médica para o seu amigo anão o mais rápido possível. Pegue-o e siga-me até o QG, e me conte tudo o que houve com vocês enquanto vamos para lá.

         Finalmente, a situação parecida se aliviar, o brutamontes tinha caído e uma situação que parecia não ter saída teve um desfecho positivo. Gaiden tinha apoio ao seu lado, pela primeira vez em muito tempo, era hora do ferreiro se reorganizar e começar com o pé direito.




Ander



         Ander estava em uma cidade desconhecida, angustiado por não saber o que havia acontecido com seu pai ou até mesmo com sua família. Mas não se entregaria aos seus devaneios, e nem para o medo do bando pirata que o havia sequestrado, e que poderia estar em qualquer lugar da ilha.

           O garoto procurava primeiramente por uma loja de armas, já que um confronto era quase iminente para ele. A procura pela​ loja se prolongava por demasiado tempo, e o garoto optava por abordar pessoas afim de adquirir informações, porém, mesmo mentalizando as palavras que diria, no momento em que começava falar, Ander ficava nervoso por ser tímido, e as palavras que ele conseguia pronunciar saíam invertidas, o que fazia as pessoas rirem ou apenas ignorarem o garoto.

           Ander acabou achando uma loja de armas por persistência, e que por sinal era bem moderna, sua fachada era toda de metal fosco, com um grande letreiro em metal cromado escrito: MetalCorp. Era uma loja especializada em armas feitas de todo tipo de metal, as paredes do interior da loja eram repletas de armamentos de todos os tipos, desde armas brancas até armas de fogo, todas de metal. Ander caminhou até o meio da loja e uma interessantíssima atendente o abordou:

             - Olá meu jovem, posso ajudá-lo ?

         Ao solicitar uma ninjaken, a atendente o levou até o expositor de artigos ninja, e lhe mostrou as ninjaken's.

          - Os preços variam de 30.000,00 à 2.000.000,00 de berrys. Qual seria do seu agrado ?



Atendente:
 


Off:
 

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~A vida é apenas um fenômeno superestimado...~


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- Fala -
* Pensamento *
~ Flashback ~

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[x] Entrar no exercito revolucionário
[  ] Declarar guerra ao governo mundial
[  ] Organizar um ataque à marinha que entre para a história
[  ] Libertar os escravos das mãos dos tenryuubitos
[  ] Obliterar Mariejoa com uma arma apocalíptica
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MensagemAssunto: Re: Em busca de um novo Horizonte - Shells Town   Em busca de um novo Horizonte - Shells Town - Página 3 EmptyDom 11 Jun 2017, 02:29


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  Cansaço. Era a palavra que sintetizava minha disposição naquele momento. Olhando para o céu, eu inspirava e expirava pausadamente, como se em um controle de ânimo eu me renovasse, e fechando os olhos eu começava a refletir ainda de cabeça erguida, em um aparente estado de liberdade de espírito - Minhas faculdades mentais devem estar avariadas... Como não vi que o resultado daquele tapa fora um nocaute no pobre anão? - Terminava o devaneio dando um suspiro de alívio, já pensando na periculosidade do feitos caso executados de forma errada.

  O escape daquele soco fora uma conjuração divina, e disso eu tinha certeza.  Olhando por cima dos ombros, e ainda abaixado após o "combo" surtido, fintava o marinheiro em tom de apreço, como se minha vida tivesse sido salva naquele momento... o que realmente aconteceu. Jogando sua jaqueta eu finalizava a devolução, e prostrando minha espinha ereta para frente, me esforçava, não tardando a me levantar.

  Esboçando uma feição de orgulho, caminhava a passadas lentas, mas com a postura mais magistral que podia mostrar. Minha força de vontade e arrogância não me deixavam demonstrar dor, apesar da circunstância em que se encontrava minha perna esquerda, interpelando internamente por ajuda... Só que eu continuava, e passando por cima do corpo do boxeador fajuto, projetava um olhar de desprezo, pisando em seu torso e em sua cabeça, com destino ao meu querido casaco.

Fisionomia:
 

  Chegando ao meu objetivo, eu me curvaria levemente, almejando pegar a veste com meu braço esticado ao máximo, poupando assim movimentação de minha parte inferior. De forma pomposa e solene, o colocaria em seu lugar de origem, sobre os ombros de seu dono, e assim estaria pronto para cuidar da matéria mais importante, e a qual tinha esquecido ao longo da luta, a condição do pequeno Clemont - Clemont!! - Indagava de forma abrupta e surpresa ao me lembrar do amiguinho.

  Com a foice equilibrada na presilha do cós da calça eu avançava mais rápido para o anão, que deitado após o abalo, me fazia questionar que tipo de monstro faria tal coisa com um ser tão indefeso. Pegando ele com minha mão direita, logo iria colocá-lo levemente no bolso frontal da camisa, ao lado do meu peito da maneira mais confortável e generosa viável. E me virando para o deslembrado oficial, eu começaria a ouvir seus dizeres.

   Achei que ele seria mais duro na queda - Se posicionava o combatento sobre o inimigo abatido - de qualquer forma, vamos nos apressar para sair daqui e darmos assistência médica para o seu amigo anão o mais rápido possível. Pegue-o e siga-me até o QG, e me conte tudo o que houve com vocês enquanto vamos para lá - Suspendia brevemente sua fala.

   Meu semblante mudava. A expressão anterior de preocupação velozmente se tornava a de questionamento. Não podia sair dali de mão beijada, a luta seria pelos meios burocráticos, então teria de me certificar que as informações iriam chegar no QG. Sem farpas na língua, diria impaciente ao meu salvador - Calma!! Seu nome? - Inquiria ligeiramente o fardado e voltava à palavra - Não é tão simples assim marinheiro. Não podemos sair de uma potencial zona vermelha desse modo!! Temos que ao menos levar o caído e o interrogar... Eu mesmo posso comprovar e lhe fornecer muitos dados cruciais sobre o que está acontecendo nessa ilha - Com uma pausa para um suspiro profundo eu continuava - Nomes, conjecturas, um sistema escravista sob controle de um provável cartel que se encontra entrelaçado com os mais diversos estamentos da sociedade de Shells Town!! Perderemos tudo se não levarmos esse homem!! - Encerrava em tom firme, posicionando minha mão sob o bolso que carregava Clemont.

  Caso ele rejeitasse minha proposta, não me debateria, iria simplesmente tentar arrastar o brutamontes pela cidade com minha mão direita e minha perna lesionada. Caso ele desse alguma alternativa para ele ser levado, eu aceitaria de bom grado. No evento dele tentar carregar o gigante, eu procuraria ajudar no que pudia, fosse dividindo o peso do indivíduo, ou carregando sua arma.

  Avançando até o quartel general, eu prestaria atenção no ambiente, além do mais, se minha especulação fosse factual estaríamos não só em risco de emboscada, mas também suscetíveis a manipulação por qualquer um. Com firmeza, iria proceder em meu caminho, sempre concentrado em meus arredores, para evitar qualquer ataque surpresa.

  Chegando na base, procuraria sentar no lugar mais confortável possível, e dando "Clemy" a algum responsável proferiria - Tomem conta dele com cuidado, seus ossos são pequenos - Me assentando confortavelmente(ou não), me certificaria com o oficial de que ninguém além dos seus soldados mais leais ouvissem o que estava prestes a contar - Faça com que só seus mais confiáveis soldados escutem o que tenho para lhe falar - Em tom sério prosseguiria, estalando os dedos para controlar minha impaciência momentânea - Hoje não foi um dia normal para mim... - Olharia para o homem penetrantemente - De repente acordei sem saber meu próprio nome, com somente uma carta para me lembrar - exprimia tirando a dita carta do bolso e a colocando novamente em seu lugar - Só que vou lhes dizer o meu real estranhamento senhor. Não foi minha amnésia repentina, não foi o fato de ter acordado sem minha mão, e com um corte transversal em meu rosto... não, isso eu aceitei já a um pequeno tempo - Firmaria mais ainda a voz - O que estranhei foi o fato da primeira velha que encontrei dizer que tanto a forja quanto a empresa de dirigíveis eram para o mesmo lado, me levando assim a só um caminho!! O que estranhei, foi uma dita mulher chamada "Fish Mooney" saber meu nome antes de eu revelá-lo, o que eu estranhei - faria uma pausa dramática - O que eu estranhei foi o maldito bar de letreiro rosado no qual ela me levou para trabalhar, onde garçons iam e vinham como se um sistema de acorrentamento escravista fosse coisa cotidiana no fundo de seus estabelecimentos. Daí... daí eu vi que algo me cheirava mal, mas quando o brutamontes que me algemou... Giusepe, citou um chefe de provável mais alto grau que Fish, eu sabia que esse sistema já tinha entrado nas entranhas desse ambiente. Oficial, eu tenho que levar isso aos holofotes, eu demando um encontro com o prefeito desta ilha, tenho que falar com o político mais influente que se encontra. Um dos chefes, mande um memorando!! O senhor bem sabe que um anão não é coisa normal de se ver... pelo menos não aquele...Não quero desculpas, demando ver o prefeito, e quero saber qual é a resposta da marinha perante isso!!! - Terminaria em voz vigorosa, finalizando minha sentença.

  Tomara que me ouçam...

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Última edição por Gaiden em Ter 13 Jun 2017, 01:32, editado 1 vez(es)
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Mizushiro Hizumy
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MensagemAssunto: Re: Em busca de um novo Horizonte - Shells Town   Em busca de um novo Horizonte - Shells Town - Página 3 EmptySeg 12 Jun 2017, 04:12



~ Memórias que voam com o Vento ~


[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | Post: 02

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Seus pequenos passos cessaram em frente à uma loja invulgar, de aspecto antigo e modesto, onde talvez as pequenas partículas de pó fossem visíveis no ar, incididas pelos feixes de luz solar. A imagem da flauta reflectia-se no olhar curioso e tímido da criança que aos poucos foi avançando em direcção ao interior da loja, como que enfeitiçado pela beleza do instrumento. Corado, com um semblante dócil e inofensivo, admirava a flauta lá em cima, no pedestal, como que se fosse o item mais valioso em toda aquela loja. Por mais que a admirasse, não parecia encontrar nada de especial nela. Talvez fosse algo importante para o dono do estabelecimento, por isso ela tinha um lugar tão central.

  - Vejo que gostou da flauta, pude ver seus olhos brilhando lá da rua. Ela custa 500.000,00 berrys mas se você conseguir tocá-la melhor do que eu, vendo ela pra você por apenas 20.000,00. Te dou a minha palavra!

 O senhor da loja surgia-lhe por trás, surpreendendo o garotinho que, involuntariamente, deu um pequeno salto para o lado, assustado como um pequeno filhote. Mas ouvindo a proposta do velho, o menino sorriu ansioso. – De verdade, senhor? – Aquele desafio o havia deixado animado. Não só poderia comprar a flauta por um bom preço, como também poderia tocá-la, fazer alguém escutar uma de suas melodias. Fazia algum tempo desde que houvera tocado para alguém. E mal podia esperar pela sua oportunidade.

  Seus sensíveis ouvidos escutaram com atenção a canção que o vendedor tocava. Com as mãos por detrás das costas, olhos fechados em serenidade, uma respiração silenciosa, Hizy acompanhava a melodia alegre e repleta de energia que provinha do instrumento. Para um lado e para o outro, sua cabeça baloiçava levemente consoante a melodia. Quando o idoso terminou e entregou a flauta para o menininho, o mesmo aceitou-a mostrando um grande e radiante sorriso para ele. – Sua música foi bem alegre e divertida, senhor! Parabéns! –



  Antes de mergulhar o instrumento em seus lábios infantis e soprá-lo, o pequeno garoto olharia para o mesmo por alguns segundos, como que admirando toda aquela beleza que trazia-lhe memórias longínquas, o toco gelado do corpo da flauta, os detalhes que lhe davam vida… E perdia-se por momentos, relembrando quando ainda viajava junto de seus pais e de seu irmão. Naquela época a felicidade que sentia era diferente da que agora preenche o seu pequeno coração.

  Sem que se apercebesse, Hizy já havia começado a tocar. Seus dedos, pequeninos, redondinhos nas pontas, dançavam por toda a flauta como que se a mesma fosse um salão de dança. Seus lábios soprariam suavemente, mas com força o suficiente para fazer com que o som se libertasse e passassem por entre as frestas que não seriam tampadas. Durante a melodia, uma calma, nostálgica, que seus ouvidos já habituados estavam, seu semblante se tornaria tenro, corado nas bochechas, com os olhos leves e sime-cerrados, humedecidos pelas memórias que aquela melodia carregava consigo.

  Quando por fim terminasse, o rapazito sorriria para o homem, não um sorriso alegre como fizera momentos antes, mas um mais tristonho. – Peço desculpa, senhor… - Diria, meio que desapontado consigo mesmo. – Eu queria tocar algo mais alegre, assim como o senhor fez… Mas parece que ainda não consigo! hi… hi.. hi.. – Gargalharia meio que forçado entregando a flauta para o homem.





__________________________________




Histórico:

Post: 02
Ganhos: 0
Perdas: 0 $Berries
$Berries Total: 50.000$B
Bónus:
Players:
NPC's:
HP: 120/120
SP: 62/62

Vantagens: Genialidade | Aerodinamicidade | Voz Encantadora | Boa Aparência
Desvantagens: Código dos Heróis | Coração Mole | Trauma Profundo
Citação :
Sempre que vê ou ouve algo relacionado aos tenryuubitos entra em estado de choque, por serem eles os responsáveis pela morte de seus pais, e por acreditar  que os próprios são a origem de todo o mal existente no mundo. Fica tão paralisado que a única coisa que pode fazer é fugir amedrontamente, de forma bem devagar. Até mesmo estátuas ou gravuras de dragões orientais a voarem o deixam ligeiramente incomodado, desconfortável e nervoso.

Perícias: Instrumentos Musicais| Doma | Treinamento
Ofício: Artista

Pet:
Animal Comum:
 



...

Objectivos:

•♪ Comprar uma Flauta, uma Ocarina, uma guitarra, uma guitarra-portuguesa e uma Trompeta; (Só a flauta e a ocarina são importantes por hora, o resto posso tentar conseguir mais pro final da aventura mesmo xD )
•♪ Encontrar com Gaiden;
•♪ Conseguir um bastão (O Gaiden fará um de metal para mim);
•♪ Encontrar com o Ander e Bonez (Só se eles estiverem por perto);
.  ♪ Encontrar pistas sobre o paradeiro de seu irmão;
•♪ Capturar um grupo de criminosos/contrabandistas que esteja maltratando pessoas inocentes;
•♪ Ter uma NPC Acompanhante;
.  ♪ Encontrar um Pikachu e domá-lo;
•♪ Encontrar o Tesouro de Shells Towns;
.  ♪ Conseguir uma pequena Escuna;
•♪ Assinar ao Jornal Mensal;
•♪ Ganhar alguns alimentos;
•♪ Comprar roupas de feiticeiro (As que o Aladdin usa em Magi);
•♪ Comprar roupas semelhantes a que estou a usar (As que o Aladdin usa em Magi);
•♪ Comprar um bolsa;
•♪ Comprar um grande tecido branco;
•♪ Comprar um tapete;
•♪ Aprender Acrobacia e Veterinária;

Para o Narrador, Hizy escreveu:
Peço desculpa pela demora e pelo post fraco, mas estou doente com alergias então não está fácil concentrar-me para postar. Mas assim que isto passar, volto a postar com uma qualidade melhor. AH! Acrescentei mais 3 objectivos definitivos. Agora sim, a lista de objectivos para completar na aventura está completa. ^.^  Se possível, gostaria de realizar quase todos, ou todos xD  Além disso, coloquei por ordem o que eu gostaria de concretizar primeiro, mas deixarei isso à sua vontade! ^-^

Legenda:
– Pensamento – - #99FFFF
– Fala – - #0099ff + b
~ Canto/Cantar ~ - #0099ff + blur

Thanks Panda

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] escreveu:

[ ] Ganhar uma Meitou; (ノ≧∀≦)ノ
[ ] Ter Haki; (╯✧∇✧)╯
[ ] Caçar 10 Recompensas; ヾ(〃^∇^)ノ♪
[ ] Caçar [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]; (۶ꈨຶꎁꈨຶ )۶ʸᵉᵃʰᵎ

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Bonez
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Bonez

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MensagemAssunto: Re: Em busca de um novo Horizonte - Shells Town   Em busca de um novo Horizonte - Shells Town - Página 3 EmptyTer 13 Jun 2017, 03:22


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]No pé da porta estava, com a carta do Leo, meu recém descoberto e falecido pai em mãos, com as costas pressionadas contra a porta. Era um homem, 21 anos, já tinha uma certa consciência das ironias e dos maus que a vida traz, uma vez que com apenas 10 anos descobrira as maiores dores que um ser humano pode aguentar seja física ou psicológica. Mesmo tendo uma vida sofrida e cheia de tristezas, foi naquele momento que o maior vazio no seu coração tomou conta. Sua vida foi um pesadelo desde o ocorrido com sua mãe e mesmo sofrendo com a dor física e psicológica naquele momento ainda teve que aturar mais 11 anos de puro desgosto da sociedade devido a sua aparência, tendo vezes que fora jogado no chão e espancado, só tendo o conforto de Leo em casa. Mas nenhuma dessas dores se comparava ao vazio que sentia, e era nada mais que um desconhecido visto com desconfiança na cidade e não tinha nenhuma relação com ninguém. Um órfão, sozinho em busca de um sonho...

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Logo levantaria a cabeça mantendo a calma, e com ela erguida não manteria aquela dor no coração, na verdade iria usar ela para alimentar o desejo que seu pai tinha para ele, e que sua mãe teria orgulho de ver. Lutaria com todas as forças para ser o melhor e maior cientista vivo, para nunca mais sofrer nas mãos dos outros e dar orgulho para os pais no tumulo. Logo manteria a compostura, respiraria fundo por alguns segundos e começando sem perceber a puxar sua face em diferentes ângulos pensando:

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]~ Meu pai era um cientista da marinha... mas eu não pretende ser um marinheiro, eles indiretamente foram a causa de eu não crescer com meu pai então como eu me rebaixaria a pedir um favor? Só se eles pedissem para mim alguma coisa eu talvez pensaria...

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Após isso soltei meu rosto, pois nesse momento passou algo pela minha cabeça e não pude me segurar e falaria baixo não segurando aquele momento de fraqueza mental

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]- Leo... no fim não sei nem o nome completo dele...Não sei nada dele e ouso chamá-lo de pai.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Mais uma vez perderia a compostura claramente podendo ceder mais uma vez para a porta, mas rapidamente manteria a calma, algo que construí por uma vida era aquela serenidade nos momentos mais difíceis e em uma fraqueza mental não era diferente. No fim meu pai para mim não era nada mais que um estranho que me ajudou em um momento de dificuldade e além do nome e ocupação, não sabia nada, nem experiencias ou família. E na visão de um desconhecido vendo essa descrição de pai que tinha, era algo risível e questionável se realmente era verdade um filho ser assim com o pai. Imerso em pensamentos agora não iria ser dependente de mais ninguém e trilharia o caminho dos céus para concluir seus objetivos e ser alguém que gere orgulho, então olharia para a carta mais uma vez antes de guardar em algum bolso de sua calça com uma mão, como se fosse um artigo precioso para si, e com a outra em seu maxilar puxando a pele com delicadeza mas em uma grande porção.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]~ Pelo jeito vou ter que ir pro QG da marinha, pelo menos obter informações do meu pai. E até pode ser o primeiro passo para meu caminho, seria bom conseguir algum projeto ou trabalho para começar.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Com a postura ereta e ajeitando as roupas, encobrindo o rosto no máximo possível com o chapéu e o sobretudo ao vento quando caminhara, iria em direção ao QG sem paradas. Ignoraria todos os olhares que o público teria consigo, evitaria grupos de pessoas, mas os olhares era inevitáveis, aliás para eles eu era só um monstro andando pelas ruas. Mas pouco importa pois só o que estava na minha cabeça eram as possibilidades de um novo inicio na minha vida, desde novas informações sobre o passado de um de meus parentes à uma possibilidade de emprego e informações para o mesmo, eram fatos que minha determinação estava focada e nada ao redor iria tirar o brilho. Uma vez chegando ao QG logo iria procurar algum tipo de posto de informações ou até ousar para falar com algum superior ou soldado que estivessem ali por perto, tentaria abordar mesmo que sem sucesso e o mesmo desviasse de mim devido ao meu rosto, tentaria novamente com algum outro, falando:

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]- Eu queria entrar em contato com alguém da divisão de inteligência, tenho informações de um ex-membro e na verdade queria uma troca de informações sobre o mesmo. Se alguém tiver algum conhecimento da área, eu queria falar com ele ou ela!- Não deixaria claro minhas intenções sobre obter algum trabalho ou participar de algum projeto para aumentar as chances de manter a conversa sem gerar repulsa do indivíduo, e continuaria - Sobre quem eu estou falando é do cientista Leo, que anos atrás deixou a marinha por causas pessoais, acha que alguém pode me ajudar?

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MensagemAssunto: Re: Em busca de um novo Horizonte - Shells Town   Em busca de um novo Horizonte - Shells Town - Página 3 EmptyQui 22 Jun 2017, 14:33

Um dia agitado?! 


Gaiden acaba refletindo quando olha para aquela estrela enorme nos céus cujo é culpado pela temperatura elevada da ilha, seus batimentos localizam-se acelerados, a respiração ofegante e alguns pingos de suor escorrendo pelo rosto; Talvez seja essa razão por não perceber nada em volta. Sanpei não posiciona-se diferente, os joelhos despencam no chão -Finalmente.. Graças ao cansaço é até difícil dialogar -Acabou!! Porém não impede de completar sua mensagem na qual revela muita felicidade por vencer todas adversidades.

Enquanto isso, Mizushiro ouve com admiração á melodia do ancião, existe certas pessoas aproximando-se da loja, curiosas, animadas e alegres querendo saber qual justificava pelo som. Shimauma afasta-se brevemente procurando algo em especifico, o coração do velho é tocado graciosamente no instante em que visualizou aquele sorriso jovem e sincero; Ás lembranças do passado surgem e por consequência retribui esse gesto -Você parece minha versão jovem! Hahaha O senhor situa-se animado bem como ansioso ao olhar á criança.

No outro lado da cidade, Bonez é mergulhado nos pensamentos sobre á carta encontrada, sua compulsão ataca novamente sem notar e enquanto firma seus objetivos finaliza encontrando-se atrás da porta; Os Barulhos nas ruas são muitos, cachorros latindo, gatos miando, pássaros cantando,etc; Crianças chorando ou pedindo algo para sua família; Trabalhadores conversando entre si, alguns correndo. Com certeza será uma longa jornada.

O Ferreiro passa por seu aliado, depois sobre aquele colossal inimigos somente buscando sua vestimenta na qual nem perde segundos para ajeitar-se; Fisgadas podem ser percebidas no membro inferior. No entanto, nenhum dor consegue impedir um homem focada nos seus desejos, a foice é usada como bengala até aproximar-se de Clemont. Há algumas ocasiões em que chega perto de cair pelo ferimento, mas é impedido pela sua determinação.

Quando encontra o anão coloca gentilmente no bolso, todavia sua visão começa escurecer, tontura pode ser observada pelos seus órgãos globais, no entanto é possível ouvir sem problema as mensagens do tenente -Sanpei.. Sua estrutura corporal vai ao solo, todo esforço na luta, nos machucados e somado pelo calor ardente do solo termina derrubando-o e uma última questão bem como resposta antes de apagar é recebida.

Hizumy começa sua apresentação, segundos depois surge aquele panda com uma vassoura e começa uma faxina -Entendo.. O anoso coloca uma mão no queixo enquanto escuta, aparentemente percebeu meramente pela doce sonora qual justificativa do tom; Uma multidão cerca todo prédio, nas janelas pode analisar muitos rostos e dois homens carregados numa marca pela marinha correm na rua, um homem desmembrado e outro aparentemente de cargo alto; Gaiden recupera sua consciência brevemente, porém tornar-se suficiente escutar tal musica.

O artista termina o show, algumas pessoas entram no prédio, outras continuam paradas fora da construção; Ás expressões tristes parece ser reflexo da sua musica, existe aqueles que choram, riem, abraçam ou falam entre si; Um homem sem rosto localiza-se no meio da avenida, como não tem olhos é impossível dizer qual é sua visão. O que mais destaca-se é seu irmão aplaudindo pela janela com forte sorriso, todavia desaparece quando alguém passa na frente, será que foi verdadeiro, ilusão, por hora á resposta posiciona-se bem escondida.

Alguns minutos atrás, o cientista escolhe finalmente seguir sua jornada, abrindo á porta assim como direcionando-se para o quartel general; Em cada movimento, uma olhada de nojo, repulsão, medo -Mãe, olha aquela pessoa, não tem nariz! Crianças tão inocente e ingenuas fazem piadas consequentemente forçando seus responsáveis forçarem seguir viagem, contudo bebês choram ao vê-lo. Seu caminho é livre por cada passo uma vez que retiram-se da frente quando vêem.

Na metade do caminho é interrompido por vários civis que rodeiam uma moradia e não conseguiu continuar visto que marinheiros praticamente atropelam-o no outro lado com feridos na volta. Agora fica completamente imóvel podendo investigar á causa do tumulto ou tentar alcançar aqueles soldados.

-Não, é toda sua.. Quando o artista tenta devolver aquele instrumento aparecem duas mãos aberta impedindo-o -Olha em volta..o modo como toca..influencia quem escuta! Um discurso começa ser feito enquanto aos poucos toda platéia afasta-se -Eu recuso questionar qual razão dessa tristeza,mas saiba..á música nunca mente para você! Ele termina sorrindo bem como aquele panda deixando tudo brilhando.

Quando o ferreiro finalmente abre seus olhos percebe localiza-se deitado numa cama com sua perna enfaixada, o anão deitado sobre seu peito com algumas ataduras pelo corpo e o tenente sentado na cama em frente -Meus companheiros ajudaram e agora é minha vez.. Uma indagação é facilmente adquirida e em meio á pequenas pausas cobiçando recuperar folego -Qual seu nome? esforça-se para lançar sua interrogação.

Algum tempo depois -Realmente é muito suspeito, por horas descanse que irei resolver essa situação! Sanpei escuta ás palavras sem preconceito, duvida e até demonstra certa confiança pelo estranho consequentemente ajudando-o no fim. O Tenente tira um objeto estranho das suas roupas, uma espécie de caracol e sai pela porta.
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MensagemAssunto: Re: Em busca de um novo Horizonte - Shells Town   Em busca de um novo Horizonte - Shells Town - Página 3 EmptySeg 26 Jun 2017, 21:08



~  Ilusão e Fome ~


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Macios e húmidos, finos e deleitosos, com delicadeza própria da experiência, os lábios do pequenino rapazito roçavam no instrumento musical, e puxando do peito o ar, bufava o vento dos mesmos lábios, transportando-os para o gélido corpo metálico da flauta, donde o som surgia, e com a mestria de seus dedos que iam dançando sobre os orifícios ao longo da flauta, uma melodia era produzida. Durante toda a melodia, ficara imóvel, feito estátua, petrificado. Ligeiramente cabisbaixo, seus dóceis olhos azuis, serenos, quase que cansados, iam olhando em redor, sem grande azáfama, deixando transparecer no olhar a melancolia e o sentimento de saudade que acompanhavam a sua canção. E aos poucos, fechava-os, perdendo-se na escuridão das memórias do passado. Um lugar distante, onde a felicidade era vivida em quatro. Onde a solidão não residia.

 Levemente, abrira os olhos e encerrava aquela triste música. Aos poucos que a visão ia regressando, apercebera-se de que, do outro lado da loja, no seu exterior, havia imensos rostos e gentes que o escutavam através da janela. O garoto surpreendeu-se. Deixando o espanto expressar-se-lhe no semblante corado. E, o que lhe veio chamar-lhe a atenção por completo, deixando-o de olhos esbugalhados, foi a visão que teve de seu querido irmão por um momento, por entre as pessoas que choravam, ou conversavam entre elas, mas do nada a mesma visão desaparecia, como que se nunca ali estivesse. – Uma ilusão!?... – Pensaria, cabisbaixo, tristonho e convencendo-se de que aquela era uma mera ilusão, que se fosse real, o seu irmão viria então até ele.

 -Não, é toda sua.. – Quando finalmente se recupera, e tenta um sorriso fingido, devolvendo a flauta, o vendedor da loja a recusa. O pequeno não esperava por tal reacção. -Olha em volta..o modo como toca..influencia quem escuta! Eu recuso questionar qual razão dessa tristeza, mas saiba..á música nunca mente para você! – Hizumy segurou com força a flauta com ambas as mãozinhas, fitando-a intensamente, com os olhos trémulos e um pouco mais confiante em si. A música era uma das poucas lembranças que tinha de seus pais. Saber que a mesma lhe retribuía daquela forma, dava-lhe uma sensação leve de reconforto.
  – obrigado, senhor vendedor… - Erguendo o rosto, olharia para o homem e daria um sorriso meio sem graça. – Mas eu não posso aceitá-la de graça… Não me sentiria bem comigo mesmo! – Levando a mão direita ao bolso das calças largas que vestia, retiraria algumas moedas. – Não é muito, mas pelo menos aceite-as, por favor! – O garotinho deixaria cair na mão enrugadas e velhas do idoso dez mil berries. – Obrigado! Sinto-me um pouco melhor depois de ouvir as suas palavras!  Hi! Hi! – E por fim, um sorriso genuinamente verdadeiro surgir-lhe-ia nos lábios. – Bye bye! – Diria o menino recuperando a alegria com que havia adentrado na loja, acenando para o velhote e deixando o local ao lado de Shima-chan.

 Pretendo a flauta à um pedaço de fio, o Mayan a pendurava em volta do pescoço, deixando-a à frente do tronco. – Onde vamos agora, Shima-chan? – Indagava ao companheiro preto e branco. E como havia de se esperar, nesse mesmo instante, a sua barriga começaria a roncar, fazendo um estranho e alto barulho, que o deixaria envergonhado, pois alguém poderia escutá-lo. – Bem, parece que é melhor irmos comer algo… - Com as mãos na barriga, como que se a segurasse, o miúdo procuraria algum local que se assemelhasse a um restaurante, ou alguma barraquinha de rua que vendesse alimentos. – AH! Aqui! Shima-chan! Este lugar parece perfeito! – Sorriria, chamando o companheiro e adentrando no local, caso o encontrasse. – Olá, senhor! – Cumprimentaria quem estivesse responsável por o atender. – Queríamos uma mesa para dois! Hi! hi! E gostaríamos de comer alguma coisa com bastantes verduras e frutas, por favor! – Diria, gesticulando com os bracinhos, sorridente e com as bochechas alegres, ansioso por uma boa refeição.

 Esperando pela comida, sentado na cadeira, com os braços esticados ao longo da mesa e com as pernas livres, baloiçando os pezinhos encardidos, e a cabeça para um lado e para o outro, de forma rítmica, seus ouvidos estariam atentos à conversas alheias, esperando descobrir algo sobre o paradeiro de seu irmão em bocas estranhas, ou ouvir rumores que o pudessem levar ao mesmo.




__________________________________




Histórico:

Post: 03
Ganhos: Flauta |
Perdas: 10.000 $Berries
$Berries Total: 40.000$B
Bónus:
Players:
NPC's:
HP: 120/120
SP: 62/62

Vantagens: Genialidade | Aerodinamicidade | Voz Encantadora | Boa Aparência
Desvantagens: Código dos Heróis | Coração Mole | Trauma Profundo
Citação :
Sempre que vê ou ouve algo relacionado aos tenryuubitos entra em estado de choque, por serem eles os responsáveis pela morte de seus pais, e por acreditar  que os próprios são a origem de todo o mal existente no mundo. Fica tão paralisado que a única coisa que pode fazer é fugir amedrontamente, de forma bem devagar. Até mesmo estátuas ou gravuras de dragões orientais a voarem o deixam ligeiramente incomodado, desconfortável e nervoso.

Perícias: Instrumentos Musicais| Doma | Treinamento
Ofício: Artista

Pet:
Animal Comum:
 



...

Objectivos:

•♪ Comprar uma Flauta, uma Ocarina, uma guitarra, uma guitarra-portuguesa e uma Trompeta; (Só a flauta e a ocarina são importantes por hora, o resto posso tentar conseguir mais pro final da aventura mesmo xD )
•♪ Conseguir um bastão;
.  ♪ Encontrar pistas sobre o paradeiro de seu irmão;
•♪ Capturar um grupo de criminosos/contrabandistas que esteja maltratando pessoas inocentes;
•♪ Ter uma NPC Acompanhante;
•♪ Encontrar o Tesouro de Shells Towns;
•♪ Encontrar com o Gaiden, Lancelot e Bonez (Só se eles estiverem por perto);
.  ♪ Conseguir uma pequena Escuna;
•♪ Assinar ao Jornal Mensal;
•♪ Ganhar alguns alimentos;
•♪ Comprar roupas de feiticeiro (As que o Aladdin usa em Magi);
•♪ Comprar roupas semelhantes a que estou a usar (As que o Aladdin usa em Magi);
•♪ Comprar um bolsa;
•♪ Comprar um grande tecido branco;
•♪ Aprender Acrobacia e Veterinária;

Para o Narrador, Hizy escreveu:
Deixei pelo menos 10.000 $Berries para o vendedor, pois se for de graça tenho medo do avaliador não aprovar a flauta :/

Legenda:
– Pensamento – - #99FFFF
– Fala – - #0099ff + b
~ Canto/Cantar ~ - #0099ff + blur

Thanks Panda

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[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] escreveu:

[ ] Ganhar uma Meitou; (ノ≧∀≦)ノ
[ ] Ter Haki; (╯✧∇✧)╯
[ ] Caçar 10 Recompensas; ヾ(〃^∇^)ノ♪
[ ] Caçar [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]; (۶ꈨຶꎁꈨຶ )۶ʸᵉᵃʰᵎ

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