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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Em busca de um novo Horizonte - Shells Town

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Yamazaki Raizo
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MensagemAssunto: Re: Em busca de um novo Horizonte - Shells Town   Em busca de um novo Horizonte - Shells Town - Página 2 EmptyDom 14 Maio 2017, 17:05

Gaiden


     Estranhamente, as oportunidades estavam sendo servidas de bandeja ao jovem ferreiro, o serviço que ele procurava foi oferecido à ele sem que ele precisasse se esforçar muito. Mesmo muito desconfiado com a facilidade de como seus objetivos estavam sendo cumpridos, Gaiden seguiu Giusepe até entrar na forja, onde seria o palco das performances de sua profissão.

     Gaiden observou com atenção o seu local de trabalho e gostou muito, pois era muito espaçoso, todas as ferramentas eram novas e reluzentes a ponto de passar a impressão que tiniam, quando iluminadas pela luz amarelada do sol da tarde, que entrava por grandes vidraças, posicionadas no alto do galpão. As vidraças abertas permitiam a entrada da luz e a ventilação do ar, tornando o ambiente bastante agradável.

      Gaiden, ansioso para começar a trabalhar, se direcionou à Giusepe e disse:

    - Por onde começo?

     A surpresa foi imensa, ao receber a resposta de Giusepe:

    - Pode começar por aqui!

    E ao mesmo tempo que esbravejou essas palavras, o empregado de Fish Mooney acertou um soco na boca de Gaiden, fazendo o rapaz cambalear, até se apoiar numa bigorna, que por sorte estava próxima. Gaiden, perplexo com o acontecido, só conseguiu olhar para Giusepe, que estava ao lado da porta, enquanto a mulher que dizia se chamar Fish Mooney entrava na forja junto com eles, ja dirigindo suas palavras à Gaiden:

     - Bem vindo ao seu posto de trabalho Gaiden! Devo dizer que você não é o rapaz mais esperto que já sequestrei. Dei diversas dicas, enquanto conversávamos, que eu já conhecia você, e mesmo assim você caiu na minha armadilha! Agora, você vai construir as armas que eu mandar por tempo indeterminado, e em troca, eu não deixo o Giusepe torturar você. Acho que agora você pode entender o que eu quis dizer quando falei: vamos começar com o pé esquerdo! Mwaahahahaaha!

     Ao terminar seu discurso, Fish saiu pela única porta do galpão, e Giusepe apertou um botão vermelho na parede ao lado da porta, que fez várias placas de metal se moverem automáticamete, fechando as janelas e deixando o ambiente completamente escuro e sinistro. Luzes de emergência se acenderam, deixando o ambiente com pouquíssima luminosidade. Antes de sair, Giusepe se pronunciou:

      - Este galpão está completamente vedado contra som, luminosidade, e ate mesmo fumaça. Nada sai daqui de dentro, então se você pensou em emitir algum sinal de socorro, esqueça! A única ajuda que pode ter é a celestial, sugiro que reze pra se acostumar com sua nova vida.

     A última frase de Giusepe, foi acompanhada de um sorriso irônico dele, como se se divertisse com a situação de Gaiden. Após o discuso, ele saiu e trancou a porta, deixando o ferreiro sozinho.

       Gaiden estava numa situação ruim, tudo que parecia estar bom demais para ser verdade ficou horrível e o destino mais uma vez o surpreendeu, e o jovem ferreiro teria que superar-se para se libertar da armadilha que o pegou desprevenido.

Giusepe:
 


Tsuru

           Tsuru estava confiante em achar um quartel general da marinha, e treinar até ser forte o suficiente para não precisar mais ser escondido por ninguém no armário, e para poder proteger todos que ama. O garoto errava lentamente pelas ruas de Shells Town, regado pela luz aconchegante do sol da tarde, e acompanhado de uma brisa refrescante, o aspirante à marinheiro olhava atentamente, procurando pelo quartel general da ilha.

            Depois de uma breve busca, pode contemplar fascinado a grande muralha que rodeava o quartel da marinha de Shells Town. Um grande portão de ferro fazia o papel de porta de entrada do quartel, e era fortemente guardado por marinheiros de todos os lados, tanto no interior como em cima da muralha, todos atentos para qualquer tipo de ataque, já que ao longo da história Shells Town fora fortemente atacada.

            O jovem médico estava à porta de sua primeira oportunidade, o fracasso em se alistar já era certo se ele não tivesse coragem, mas se fosse corajoso para chegar até o portão, iria depender apenas dele ter sucesso ou não em sua aventura.


Quartel General:
 
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MensagemAssunto: Re: Em busca de um novo Horizonte - Shells Town   Em busca de um novo Horizonte - Shells Town - Página 2 EmptyTer 16 Maio 2017, 21:05


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  Com passos sólidos eu me introduzia no espaço, e de repente toda a minha hesitação virava admiração. Minha feição cintilava em devaneios e sensações, e não sabia explicar o sincero por quê... mas sabia que aquele sentimento já passara outrora por minha alma, a inexplicabilidade do arrepio vingava, e nada mais - Meu Deus... - Refletia sobre a forja um tanto fascinado, enquanto avançava estralando os dedos como em um tique infantil.  

   A beleza do local naquele momento não se resumia somente à sua impecável qualidade, porém, também à conspiração natural da luz solar da tarde, que transparecia pelas vidraças atingindo os utensílios de trabalho, os quais tão reverberantes que pareciam até corpos luminosos. E foi logo então que o conto de fadas acabou, quando me virara empolgado.
     
   Por onde começo? - Mal terminava a interrogação e o soco do brutamontes já acertava em cheio meu maxilar - Pode começar por aqui! - Entoa Giusepe de forma irônica.

  O choque me causara estremecimento. Desorientado após o golpe, cambaleava abalado a procura de onde me firmar, mas o impacto não me levara ao chão, não daquela vez, não sei se sorte ou força de vontade, mas algo me deu forças para me apoiar na bigorna no canto... sorte talvez, pois pelo tamanho descomunal do indivíduo, uma queda após um insano ataque desse poderia me fazer desmaiar... acho que não era pra acontecer.  

  Desnorteado, a única coisa que podia fazer naquele instante era encarar o monstro, e sem demora, atrás dele entrava a víbora, com sua franja fora de moda e sua petulância sem limites - Bem vindo ao seu posto de trabalho Gaiden! [...] Acho que agora você pode entender o que eu quis dizer quando falei: vamos começar com o pé esquerdo! Mwaahahahaaha! - Finalizava sua tentativa inútil de intimidação com uma risada clichê.

  Após escutar sua real intenção, por um momento pensei que surtaria, entretanto, uma surpresa me contagiava naquele ápice de aflição, eu permanecia calmo. Me repondo com uma expressão nefasta, eu não reagia à investida, só buscava me encostar na bigorna e remexer minha mandíbula para averiguar qualquer lesão facial, à medida que mirava fixamente os olhos da bruxa, que se virava e saía pouco depois de considerar seu trabalho ali concluído.

  Giusepe sem mais delongas apertava um botão vermelho, e eu logo vi naquela hora que o circo estava verdadeiramente se fechando para mim. A luminosidade se extinguia quase que completamente, restando aos meras lâmpadas de caráter de urgência com espectros vermelhos. O galpão anteriormente lindo se tornava sinistro ao extremo, e sinônimo de calamidade e infortúnio para mim.

  Este galpão está completamente vedado contra som, luminosidade, e ate mesmo fumaça [...] - Já articulava as instruções do meu cárcere o capacho, exalando imediatamente um ar debochado - [...] sugiro que reze pra se acostumar com sua nova vida - Mal resultava sua fala e eu já me exauria de tudo aquilo, meu único objetivo era pensar, pensar em como sair dali o mais rápido possível, no mais, com o mínimo de casualidades...inocência minha congitar um emprego deles, completa ingenuidade...

 A porta se fechava e o servil saía. Meu gênio, ainda assolado pelo ocorrido, tentava ao poucos se reconstituir, e minha alma, antes abrasada, esfriava, enquanto tentava colocar meu foco no que importava naquele ponto; achar a maldita saída daquele lugar. Com minha feição demoníaca e a mão ainda na boca(não por incorporar tal entidade, mas por me irritar seriamente), eu seguia com meu pensamento - Malditos... este civil vai lhes dar o troco - partindo já para a ação.

▒▒▒▒▒▒▒PART ONE - VERIFICATION▒▒▒▒▒▒▒

  Primeiramente eu teria que me atualizar sobre todo o ambiente, pois o número de artifícios que sabia que poderia utilizar numa forja eram incontáveis, e poderia até ganhar algo com isso. Procurando pelo galpão, eu me agacharia, pularia, andaria de um lado para o outro, e até me arrastaria para saber o que tinha para me auxiliar, fosse atrás da fornalha, perto das ferramentas, ou até nas proximidades das janelas, não podia deixar nada passar.  

  Independente de achar ou não algo eficaz para a fuga, eu iria para meu próximo passo de verificação...achar os itens necessários para meu plano. O que eu precisava no momento para avançar no pretendido;

1 → Máscara de Solda - Um item eficiente para proteção contra queimaduras faciais.
2 → Tenaz - Item de importância extrema, pois tem a função de segurar o metal em moldagem
3 → Martelo - Item que serve para a moldagem do metal.
4 → Qualquer metal maciço e moldável, até outra ferramenta serviria.

  Iria também investigar que tipo de fornalha nós teríamos naquela forja, podendo mudar detalhes do meu plano caso fosse móvel(geralmente uma maquinaria, que é ligada ao teto para a fuga do gás), ou integrada(feita pelo engenheiro do local, que usa de uma chaminé para transportar a fumaça).

▒▒▒▒▒▒▒▒PART TWO - PROCEDURE▒▒▒▒▒▒▒▒

  Inicialmente poria a máscara, pois segurança de trabalho nunca é dispensável, mas caso não a achasse, teria de ir de rosto cru, e isso não me perturbaria. O segundo passo seria começar o procedimento, me adequando ao maldito problema ainda obscuro, minha mão decepada;

Procedimento:
 

▒▒▒▒▒▒▒▒▒PART THREE - ESCAPE▒▒▒▒▒▒▒▒▒

   Depois de terminar minha alternativa de segurança, eu já podia relaxar mais averiguando a maneira mais fácil de escapar. Minha tentativa seria baseada no fato de que toda fumaça tem que sair por algum lugar em uma forja fechada, ou então seria claramente uma forja suicida, e a fornalha deles me daria esta resposta.

   Se a fornalha fosse móvel, então a teria que desmontar, e com minhas habilidades de ofício isso não seria de grande problema...na realidade, o maior problema seria subir até o teto, pois só o que sobraria seria um buraco, que talvez fosse possível ser alcançado se por um cálcio como a bigorna e outros fins. Caso fosse uma chaminé, por uma fornalha integrada, facilitaria minha saída, pois eu poderia simplesmente me esgueirar pela via de descarga de fumaça, apesar de sair um tanto sujo e maltrapilho.

   O único empecilho da integrada seria seu tamanho de escape, que se pequeno demais, me tornaria inviável essa rota de fuga. Nessa visão minha terceira opção seria a mais louca, destruir a chaminé com o martelo e outros itens, vide que itens de forja são resistentes a ponto de não derreterem em temperaturas que as espadam que eles moldam derretem... daí tentaria subir pelo teto com tudo que pudesse carregar...aliás, ninguém é santo.

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Atributos, Vantagens e Desvantagens:
 

Histórico Aventuresco:
 

Off:
 

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Legenda:
 



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MensagemAssunto: Re: Em busca de um novo Horizonte - Shells Town   Em busca de um novo Horizonte - Shells Town - Página 2 EmptyQui 18 Maio 2017, 17:33

Pela primeira vez na vida Tsuru via com clareza o seu destino. Já vinha cogitando entrar para a marinha desde o tempo que treinava com Kirito. Entretanto, depois que seu mentor morreu, o sonho ficou obscurecido pelo pesar e remorso. Agora depois de tanto tempo, essa tristeza se tornou uma força, quase como um constituível que o impulsionava incansavelmente adiante, alimentando um desejo que nem mesmo ele entendia ainda.

Os raios do sol da tarde cintilavam trazendo um ar de esperança para o aspirante a marinheiro, quase como um convite aconchegante, um presságio de um futuro promissor. A brisa acariciava o cabelo de Tsuru como uma mulher ao seu amado enquanto seus olhos observavam cuidadosamente o local em busca do quartel general. Por ser de Loguetown Tsuru não conhecia muito bem a ilha, mas não foi difícil encontrar, o quartel era enorme. A estrutura era tão grande que intimidava. Possuía a primeira vista duas torres guardando as muralhas, o castelo ficava no meio bem elevado e dois arcos gigantes simulando o emblema da marinha saiam de trás dele. A entrada era um grande portão de ferro fortemente protegido por marinheiros.

- Estou aqui - Pensou imaginando como seus pais ou Kirito se sentiriam ao ver ele como marinheiro - Não vou decepcionar vocês - Sua mente estava calma e quieta, e por fim seu coração no lugar certo. Parando para pensar ele nunca se imaginou em outro lugar além da marinha. Esse era realmente o seu destino e agora se não fraquejar ou falhar será seu futuro.

Tsuru tentará entrar no costelo em busca do local de alistamento e se o achar irá tentar fazer sua aplicação imediata, pronto para seguir qualquer ordem.

____________________________________________________

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"Não quero me tornar um herói, quero me tornar uma lenda. Os heróis morrem, mas as lendas são para sempre." - Tsuru V. Evangelion - Primeira aventura - Nov/2010

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MensagemAssunto: Re: Em busca de um novo Horizonte - Shells Town   Em busca de um novo Horizonte - Shells Town - Página 2 EmptySex 19 Maio 2017, 09:57

Gaiden


            Uma reviravolta, esse termo parecia ser o mais perfeito possível para descrever tudo o que acontecera até o momento, na vida de Gaiden, desde que começou uma busca por respostas em Shells Town. Qualquer pessoa ficaria paralisada, em estado de choque, por ser esmurrada por um brutamontes, como Giusepe, porém Gaiden apenas ouviu os discursos, que os dois "vilões" tinham para falar, e após estar sozinho, começou os planos para fazer exatamente o que lhe disseram ser impossível: fugir daquele local!

           Gaiden procurou por instrumentos básicos de trabalho de um ferreiro, e sem precisar se esforçar muito, achou quase todos: a tenaz, o martelo e até uma barra de ferro especial, própria para ser derretida e moldada. Todas as ferramentas estavam expostas penduradas em expositores na parede, exceto a máscara protetora. Era óbvio que não teria esse equipamento naquela forja, pois era nítido que os donos do lugar não se preocupam com a segurança de quem irá trabalhar para eles.

             Gaiden abaixou-se, arrastou-se no chão, pulou para tentar enxergar por cima de armários e prateleiras mais altas, mas não conseguiu achar a máscara, pois a baixa luminosidade dificultava ainda mais a procura. Mas ao procurar no fundo do galpão, começou ouvir um barulho quase imperceptível, como se alguém estivesse costurando um tecido à mão, e o som era tão baixo que Gaiden só pode detectar de onde estava vindo, ao fazer silêncio absoluto. Ele seguiu de onde vinha o barulho, e ao dar a volta em uns barris enferrujados e vazios, ele pôde contemplar e se surpreender muito com o que viu: um anão!

          - Por favor, não me bata! Estou costurando as peças de couro sem parar desde que o outro ordenou! Se tiver ordens diferentes é só dizer, não precisa me bater!

            O anão dizia tudo isso sem olhar para Gaiden, e com os olhos fechados ele protegia o rosto, já esperando ser agredido de alguma forma. Mas como Gaiden não o agrediu, o pequenino tomou coragem e abriu os olhos, e ao olhar para o rapaz, o anão prosseguiu dizendo:

          - Aaaah... Você é o que tomou um soquinho do Giusepe né ? Eu estava espiando quando você entrou. Sugiro que faça tudo o que ordenaram, eles podem ser muito cruéis, e não vão se importar em substituir você, caso você não resista às crueldades, se é que me entende.

          Gaiden nunca tinha visto algo como aquilo, ou pelo menos não se lembrava de já ter visto. O anão tinha todos os traços de um humano comum, porém media pouco mais que trinta centímetros. Ele parecia estar ferido, seu rosto e partes do seu braço pareciam estar ralados e com hematomas, e além dos ferimentos, o anão estava acorrentado à parede, com liberdade apenas para costurar as peças de couro que ficavam ao seu lado.

          Gaiden não podia desperdiçar o precioso tempo ajudando o anão, ele precisava agir rápido para fugir antes que Giusepe voltasse. Então ele desistiu de procurar uma máscara e começou os procedimentos para soldar a porta por onde tinha passado, afim de impedir que Giusepe entrasse novamente na forja.

            O rapaz se esforçava ao máximo para segurar a tenaz, e tentando compensar a falta de sua mão esquerda ele usava seu corpo e seu antebraço esquerdo para segurar a ferramenta e, bem devagar, conseguiu fundir a ponta da barra de ferro com as dobradiças da porta, porém ao soldar a última dobradiça, ele deixou cair a tenaz no chão, fazendo muito barulho, o que com certeza traria problemas, e o problema tinha até nome: Giusepe!

          - Não acredito, você soldou a porta ?! Giusepe vai derrubar isso num piscar de olhos e então estaremos mortos!

           O anão previa a morte deles, mas Gaiden continuou com o plano, agora era a hora para fugir, e a solda na porta iria dar no mínimo alguns minutos de vantagem, e esse tempo tinha que servir para que o jovem ferreiro conseguisse completar sua fuga. Gaiden olhou os possíveis trajetos de fuga, e percebeu, que na fornalha integrada havia uma chaminé, então ele subiu em cima da fornalha para observar melhor a possível rota de fuga, e se decepcionou, pois haviam grades de ferro no interior da chaminé que impossibilitavam uma fuga, sem que fossem removidas.

          - O que você está fazendo ? Não faça mais nada que possa nos matar por favor! Tenho certeza que Giusepe ouviu o barulho que você fez, e já está vindo pra cá.

           O anão não parava de tagarelar e Gaiden estava num empasse, seu plano tinha sido bom, mas o rapaz teria que bolar mais algumas etapas, para provar à Giusepe, que aquela forja não era inexpugnável. Sua nova companhia também poderia ser de grande ajuda, caso Gaiden conseguisse libertá-lo de suas correntes. Mas uma coisa era certa, o tempo para concluir o plano estava acabando, e a falha não era uma​ opção, pois tinha como resultado a morte. Mais uma vez Gaiden precisaria se superar para sobreviver.


Tsuru

            O jovem médico estava decidido à se alistar na marinha, e após contemplar fascinado o quartel de Shells Town, ele avançou até o portão, onde foi devidamente recebido por um marinheiro, que segurava uma naginata. O homem não foi rude, porém a forma que falava era muito firme, e sua expressão era muito séria:

          - Boa tarde cidadão, se veio conhecer o quartel e a história da nossa ilha devo avisar-lhe que o horário do tour é pela manhã. Se veio fazer uma denuncia, o cabo Clemont irá acompanhá-lo até o sargento, para registrarem sua denuncia. E se veio se alistar, pode falar comigo mesmo, comece com: seu nome, idade, ofício, estilo de combate caso tenha um, diga qual é sua terra natal, caso não seja aqui diga o que faz em Shells Town e por que deseja se alistar. E então filho, o que me diz ?

         Tsuru estava a um passo de realizar seus sonhos e orgulhar seus pais, que ainda viviam, e acompanhariam o rapaz por toda sua vida, em suas memórias. Aquele era o momento em que seus sonhos e ambições começariam à se tornar realidade, e Tsuru não poderia desperdiçá-lo.


Anão:
 


Marinheiro:
 



Off:
 

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~A vida é apenas um fenômeno superestimado...~


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- Fala -
* Pensamento *
~ Flashback ~

Objetivos:
[x] Entrar no exercito revolucionário
[  ] Declarar guerra ao governo mundial
[  ] Organizar um ataque à marinha que entre para a história
[  ] Libertar os escravos das mãos dos tenryuubitos
[  ] Obliterar Mariejoa com uma arma apocalíptica
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MensagemAssunto: Re: Em busca de um novo Horizonte - Shells Town   Em busca de um novo Horizonte - Shells Town - Página 2 EmptySab 20 Maio 2017, 22:55


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  No meio de minha procura incessante pelos instrumentos necessários, eis que achava uma peculiaridade mundana, um anão. Meus sentidos, apesar de em choque, pareciam sãos, e lá dentro eu acreditava que meus olhos não pregariam peças em mim, não numa fase tão conturbada da minha vida... isso seria injusto. Pouco depois a falsidade da minha ilusão era concretizada, quando o ser pequenino resolvia falar.

 Por favor, não me bata! Estou costurando as peças[...] - Sua voz soava e minha expressão repentinamente mudava, por um momento esquecia a tensão em que me encontrava. O ser nanico, ainda que choroso, parecia fofo e até que um tanto engraçado... e enquanto soltava seus dizeres, eu basicamente ignorava, enquanto esboçava um sorriso aberto numa feição descontraída e mais sossegada.

expressão:
 

  Só que seu rosto exalava medo, e foi aí  que comecei a cair na real, estavam maltratando o pobre coitado. O sorriso a pouco realizado logo se descaracterizava como em um palpite de coração, e meu semblante voltava à natureza frustrante em que se encontrava ao ver as algemas em seus membros. Por mais que quisesse escutar ele, sabia que simplesmente tinha que nos tirar depressa dali, logo voltava o mais rápido possível ao trabalho... como dizem, em um piscar de olhos, ignorando as pregações de medo do chapeuzinho verde.

 "Empenho". A palavra que descrevia mais fielmente minha conduta perante meu objetivo. O trabalho aos poucos cansava, com o tenaz de um lado e o martelo de outro, finalmente terminava minha solda... um plano que custava a ser executado, mas que não era falho até o momento. Quando o baque da realidade bate na minha minha porta. O tenaz caira, apesar de ter finalizado a porta, não podia chamar tanta atenção, então espantado com o som estridente da ferramente ao som, iria logo ver a fornalha... a próxima decepção.

  Não pode ser, um toque de azar do destino... a vida conspira contra mim... - Refletia frustrado. A fornalha era integrada, escape aberto, porém, grades... grades me separavam da tão bela atmosfera externa, uma peça pregada por um destino incerto que me cercava... minha esperança desvanecia, mas não podia desistir, a única coisa que não podia fazer naquele momento "ERA" desistir, não só por mim, mas pelo amiguinho aos prantos.

   Outro plano teria de ser traçado, Giusepe provavelmente estava a caminho, e meu tempo para escapar se esgotava cada vez mais rápido o quanto mais eu pensava. A prioridade era tirar o pequeno de suas correntes, não sabia se seria fácil, só que teria que tentar. Para acalmá-lo, usaria uma abordagem mais serena.

   Amiguinho, calma, não sou nenhum monstro, então vou lhe explicar exatamente o que farei para nos tirar dessa enrascada - Dialogava tentando emanar o máximo de confiança - Eu quero que você fique parado, o que vou tentar fazer aqui é meio perigoso, mas você provavelmente não vai se machucar - Falava já mudando para um tom mais didático, para fazê-lo entender minha tática de fuga, já apontando para a fornalha - O que vou fazer aqui será um procedimento simples, aquilo é uma fornalha. Vou tentar levantar aquela bigorna com toda a minha força, e tentar esquentar sua parte de baixo nela, com o máximo de cuidado para não me queimar, captou tudo até agora? - Interpelava já continuando - Daí você entra, vou tentar jogar a bigorna em cima das suas correntes, provavelmente não vai quebrá-las de maneira abrupta, mas vai enfraquecê-las, juntamente com o calor... A parte de baixo vai estar quente, a cerca de 1000° C ou mais, e isso vai aquecer o metal do que lhe prende, daí, é só eu terminar o serviço com o martelo, vide que as algemas já estarão mais fracas - Acenava a cabeça e já ia para a atuação.

  Ligando a fornalha em sua potência parcial, para não me queimar tanto, preparava o terreno para a bigorna, mesmo já prevendo que minhas mãos, ou melhor, "mão", iria sofrer só por segurar ela. Se desenrolava aí a parte mais complicada, segurar a grande bigorna sem minha mão esquerda. Com jeitinho, com minha mão direita, tentaria fazer o grande equipamento pender a ponto de quase cair para a esquerda, daí, já com minha camisa no antebraço esquerdo enrolada, para ganhar aderência, tentaria levantar a parte despencada com a maior maestria possível, ansiando não deixar o pesado metal cair.

  Após posicionar meus braços o mais longe do meu corpo, para esquentar o objeto com o mínimo de casualidade, iria gritar - Se afaste da extremidade das correntes, lá vou eu!!! - Para o anão, já rapidamente jogando a bigorna como o planejado. Caso quebrasse de primeira, tudo bem, mas caso não, seguiria com o martelo para a etapa final, destruição total das correntes enfraquecidas.

  Se tudo desse certo, estaríamos eu e ele com movimentos livres, e perguntaria ao mesmo logo então - Pequeno anão o qual não sei o nome... essa é sua chance, eles provavelmente te prenderam pois você poderia escapar pelas grades, vamos ver se você cabe lá... se você sair poderá chamar a marinha - Destacava intrigado.

  Independentemente do resultado, meu próximo passo era colocar a bigorna na frente da porta, para ganhar um pouco mais de tempo contra Giusepe. E bolar outro plano para não morrer ali.

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MensagemAssunto: Re: Em busca de um novo Horizonte - Shells Town   Em busca de um novo Horizonte - Shells Town - Página 2 EmptyDom 21 Maio 2017, 21:14

O lugar e as pessoas eram como um sabor suave deixado após uma boa refeição. Aquela sensação distante de nostalgia perdida entre memórias lembradas e já esquecidas davam um certo conforto e calma. As roupas, a postura e os costumes faziam seus pais e Kirito parecerem estarem tão pertos, mas ainda sim tão distantes. A marinha era como um legado, o único deixado por aqueles que o amou, um lar perdido por entre as vielas da vida. Caminhar nesse lugar e entrar nessa organização era um destino inevitável e reconfortante, simplesmente certo.

Tsuru foi recebido por um marinheiro que carregava consigo uma naginata, uma arma bem peculiar e engraçada já que parecia um filho bastardo de uma espada com uma lança, mas ele se absteve da risada e simplesmente observou - Boa tarde cidadão, se veio conhecer o quartel e a história da nossa ilha devo avisar-lhe que o horário do tour é pela manhã. Se veio fazer uma denuncia, o cabo Clemont irá acompanhá-lo até o sargento, para registrarem sua denuncia. E se veio se alistar, pode falar comigo mesmo, comece com: seu nome, idade, ofício, estilo de combate caso tenha um, diga qual é sua terra natal, caso não seja aqui diga o que faz em Shells Town e por que deseja se alistar. E então filho, o que me diz ? - O homem utilizava óculos redondos e uma faixa meio cinza prendia seus cabelo castanho, não parecia ser um marinheiro qualquer já que não utilizava o uniforme padrão para soldados.

- Eu vim me alistar - Responderá Tsuru - Meu nome é Tsuru V. Evangelion, 24 anos, sou um médico espadachim. Nasci em Loguetown e vim para Shell Town muito tempo atrás com um amigo - Pensou um pouco até que finalmente continuou - Bom, tanto meu mentor quanto meus pais eram marinheiros. Então, eu meio que nasci na marinha e fui criado para ser um marinheiro. Embora gosto de pensar que estou fazendo isso por mim e por que eu realmente quero ser um marinheiro independente do meu passado - Terminará pronto para seguir qualquer procedimento necessário.


Spoiler:
 

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MensagemAssunto: Re: Em busca de um novo Horizonte - Shells Town   Em busca de um novo Horizonte - Shells Town - Página 2 EmptyTer 23 Maio 2017, 02:00

Gaiden


      O jovem ferreiro, desiludido pela grade instalada em sua rota de fuga, decidiu contar com a ajuda de seu mais novo companheiro, e por estarem na mesma situação​, a empatia um pelo outro era automática.

        - Entendi tudo, se me ajudar a sair daqui dou minha palavra que volto com ajuda para buscar você, mas aguente firme até eu voltar!

         Após ouvir o consentimento do anão, Gaiden deu início ao plano, e começou tentar mover a bigorna, que era demasiadamente pesada para ser erguida, então num esforço extremo, Gaiden conseguiu empurrá-la até aproximar a bigorna da fornalha, novamente fazendo um estrondoso barulho. Ao aproximar, a ponta da bigorna começou a aquecer tanto, que o metal negro começava a ficar vermelho, depois amarelo, até ficar num amarelo vivo tão intenso que indicava estar na temperatura certa para fundir as correntes que prendiam o anão e libertá-lo.

        Gaiden empurrou a bigorna para cima das correntes do anão, que derreteram, quase queimando vivo o pequenino. Nesse momento, Gaiden pode presenciar o quão ágil era o seu novo amigo, pois no exato momento em que as correntes lhe deram alguns milímetros de folga, o anão livrou-se delas pulando para longe. Sua roupa ficou levemente chamuscada, e enquanto o anão pulava, com exímia agilidade, do chão para a parede, da parede para o teto e do teto novamente para o chão, um rastro de fumaça proveniente da sua roupa era deixado para trás.

         Ao ver que conseguira libertar o anão, Gaiden exclamou:

      - Pequeno anão o qual não sei o nome... essa é sua chance, eles provavelmente te prenderam pois você poderia escapar pelas grades, vamos ver se você cabe lá... se você sair poderá chamar a marinha!

      - Aaah... finalmente livre, muito obrigado. Me perdoe por não me apresentar, meu nome é Clemont, e foi exatamente isso que pensei, caso eu consiga sair, vou me esforçar ao máximo pra voltar com ajuda o mais rápido possível. Bom, hora de tentar!

         Ao dizer isso, Clemont saltou pra cima da fornalha, e saltou novamente na direção da chaminé, seus movimentos foram tão rápidos que mesmo a fornalha ainda estando quente ele não se queimou. Ao alcançar as grades, Clemont pode passar livremente por elas, e então sumiu entre a fumaça que emergia de dentro da forja.

        Após a saída do anão, Gaiden empurrou a bigorna até a porta, o que fez mais barulho do que todas as vezes que tinha feito barulho até o momento. Ao encostar a bigorna na porta, Gaiden pode ouvir passos, se aproximando da porta, passos extremamente pesados, que com certeza eram os passos de Giusepe. O ferreiro agora tinha apenas alguns segundos para bolar um plano, para que pudesse ganhar tempo até Clemont voltar com ajuda.  



Clemont


      Após sua saída, Clemont se encontrava no telhado da forja, situada nos fundos de um bar de Shells Town. Ele pode ver a parte de trás do letreiro rosa, e achou uma boa ideia subir no letreiro para ter uma visão melhor da cidade. Ao subir, o anão pode contemplar grande parte de Shells Town, e mesmo com pressa, ele não pode deixar de ficar impressionado com a vista que teve.

          Uau... Isso tudo é muito diferente do lugar de onde eu vim. Droga preciso me concentrar, o homem disse que eu deveria chamar a Marinha, não sei quem é essa pessoa mas ela deve ser boa, vou procurá-la.

         O inocente anão, iniciou uma corrida por cima dos telhados de Shells Town, um pouco desorientado, pois na sua ilha natal não havia necessidade da marinha, e ele desconhecia a existência da mesma. Após um tempo, ao se deparar com o quartel general, Clemont pôde ler:

         - Marine... Essa deve ser a casa da tal Marinha, mas escreveram o nome dela errado... Bom, vou perguntar mesmo assim.

          O ágil anão se aproximou do quartel general, e se equilibrou em cima do portão de entrada, onde estavam um marinheiro e um jovem rapaz conversando, Clemont interrompendo os dois, disse:

            - Por favor, preciso da ajuda da Marinha agora, se vocês a conhecem, me levem até ela por favor.

            E o marinheiro, ao avistar o anão não se conteve.

             - Você! Estamos te procurando à meses! Tivemos informações que você foi sequestrado de sua ilha e contrabandeado pra cá, mas não o achávamos em lugar algum! Nós somos a marinha pequeno homem, estamos prontos para te ajudar!

            Clemont um pouco confuso, disse:

            - Tudo bem, não entendi muito bem, mas sim, alguém me tirou da minha ilha e me trouxe contra minha vontade pra cá, meu amigo ainda está preso e preciso que me ajude a tirá-lo de lá. Siga-me, eu posso levá-lo até onde ele está!



Tsuru


        Tsuru estava contando sobre si, para o marinheiro que provavelmente iria recrutá-lo, quando de repente um anão vestido de verde, pousou sobre o portão de ferro que estava ao seu lado, dizendo que precisava de ajuda. O marinheiro parecia estar à par da situação, e quando o anão disse para segui-lo, o marinheiro olhou para Tsuru e disse:

          - Jovem, eu senti sinceridade e determinação em suas palavras, quiser mesmo se alistar na marinha, venha comigo. Eu sou o tenente-capitão desse quartel, digamos que essa operação seja uma prova de admissão para você, se eu julgar você apto, você será o mais novo marinheiro de Shells Town. Você disse ser espadachim, pegue essa katana e me siga.

           O homem deu a arma ao rapaz e acenou com a cabeça indicando para o anão mostrar o caminho, os dois iniciaram uma  corrida, em direção ao centro de Shells Town, e Tsuru, mais do que pronto para seguir qualquer procedimento, pegou a arma e começou segui-los cidade adentro. Essa seria sua primeira missão, se não pudesse impressionar aquele tenente, seus sonhos e suas ambições estariam acabados, a hora de orgulhar seus pais e a si mesmo tinha chegado e Tsuru não poderia falhar.

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~A vida é apenas um fenômeno superestimado...~


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MensagemAssunto: Re: Em busca de um novo Horizonte - Shells Town   Em busca de um novo Horizonte - Shells Town - Página 2 EmptyTer 23 Maio 2017, 23:42


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  Me via incrédulo perante o que acontecia, e minha face mostrava o espanto proveniente. Após aproximar a ardente bigorna aos grilhões do anão, o contemplava escapar de maneira excepcional, fazendo sua rota perante o chão, parede e teto, até pousar novamente de forma sucinta, contudo, esplêndida. Minhas habilidades de observador eram inconclusivas até o momento, logo, cogitava qual tivera sido o motivo da jornada daquele espécime até ali, até aquele lugar... não teria sido por motivos ordinários, disso eu sabia.

   O que levou esse pequeno ser até aqui? Estou arrepiado... ele não... ele não é comum - Refletia aflito, por não saber de onde tudo aquilo vinha... não só o chapeuzinho verde, mas tudo o que lhe acontecia - Vou ter que descobrir sozinho... - Finalizava minha ponderação já com o rosto fechado. E o tampinha proferia.

  Aaah... finalmente livre, muito obrigado [...] - Reproduzia seu alívio contente. Suas sentenças pareciam sinceras, e apesar de à primeira vista ter aparentado ser um medroso fujão, em meu coração entendia que ele queria realmente me ajudar. Voltando a meu ser, dava um aceno de "OK" com minha cabeça e concebia um sorriso de confirmação para que prosseguisse com o programado... já eu, teria que ao menos ganhar mais tempo. O brutamontes estava chegando, e ele não estaria feliz.

   O trabalho braçal não acabara. Posteriormente à escapada do pigmeu pelas grades, eu teria de agir, pois pelo barulho produzido Giusepe com certeza iria regressar à forja, e minha vida estaria novamente em risco. Com a força que me restava, suado, porém determinado, eu empurrava a bigorna de modo estridente, e o ruído que isso causava pouco me agradava, quanto mais o monstro que estava por vir. Depois do sufoco eu finalmente concluía meu objetivo, que talvez recompensasse com uma dádiva plena... tempo.  

  Seguindo a conclusão do meu exaustivo labor, algo vertiginoso me espantava, e por um momento a mesma sensação de desespero que tive quando acordei sem minha mão esquerda vinha a tona, os passos de Giusepe se antecipavam. Já não sabia se era tarde, noite, ou manhã, pois o tempo tende a enganar aqueles que se divertem como eu me divertia naquela situação, e também não sabia o que me mantinha em pé, pois a adrenalina passageira as vezes faz do corpo uma máquina de guerra com um limite inalcançável... mas inalcançável para a mente, não para a carne. Preferia então me abster de abstrações irrelevantes, e focar no que realmente importava... minha vida, ou a preservação dela por assim dizer.  

  O cronômetro era meu inimigo, e andando de um lado pro outro da forja, não conseguia achar um plano para permanecer na ativa, não conseguia encontrar minha luz. A característica da iluminação vermelha propiciava meu comportamento enérgico, e com minha mão destra suada, eu tentava me controlar alisando meus cabelos soltos para trás, talvez procurando algo banal para tirar da cabeça o fato de estar em maus lençóis, ou simplesmente por ter estado perto demais da fornalha, o que não era nada bom para a fibra capilar.

  Eu tinha a noção de urgência da estratégia que não vinha, uma luz, uma luz para me salvar - Uma luz - Logo soltava estupefato - Talvez não precise de uma luz, na realidade, talvez não precise de nenhuma luz -  Considerava de maneira meio louca, mas com o ar de quem sabia o que fazer para ganhar tempo, ou até fugir definitivamente daquele inferno.

  Meu espírito se revigorava mais uma vez, sabia o que tinha que fazer e até como fazer. Primeiramente, iria atrás do martelo, que deveria estar por perto. Procuraria o instrumento para o próximo passo da minha ideia. A segunda etapa seria averiguar as luzes escarlate. Caso fossem alcançáveis por meus braços, vide que tenho 1 metro e 80 centímetros de altura, então já estaria mais um passo a frente, mas caso não fosse, precisaria de algum cálcio, pois precisaria atingi-las. O terceiro seria o esconderijo, mas disso já tinha noção.

   Revitalizado, iria começar deixando o martelo em minha mão direita, a mão da sorte, e iria até as lâmpadas. Me apoiando e qualquer coisa caso precisasse, iria dar um pulo a lá homem-mola para quebrar cada uma delas, com o almejo de deixar o ambiente em um breu completo, pelo fato de até a luz do Sol ter sido impedida de entrar. Ao quebrar a iluminação, eu logo me posicionaria à espreita da porta, soltando todos os itens que conseguisse ao chão, para que o brutamontes tropeçasse ou ao menos fosse distraído por eles.

   Quando entrasse, esperaria a porta iluminar uma resta da forja, daí, por trás da porta, eu saltaria ansiando dar uma martelada na cabeça de Giusepe, caso visse que tinha mais gente entrando com ele, simplesmente aguardaria pela procura deles por mim, permanecendo em silêncio e tentando não ser notado, com minha capa acima da cabeça. Se notasse que iriam abrir as janelas para a luz solar entrar, em um salto de loucura iria tentar me jogar para fora pelas vidraças.

   Tomara que tudo dê certo...

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MensagemAssunto: Re: Em busca de um novo Horizonte - Shells Town   Em busca de um novo Horizonte - Shells Town - Página 2 EmptyQui 25 Maio 2017, 05:56

Tsuru mal podia acreditar no que via, um anão vestido de verde vindo do céu pedindo ajuda. A situação de tensa foi para bizarra em um piscar de olhos. O marinheiro que estava conversando com ele na mesma hora entendeu a situação e atendeu ao chamado, mas antes de ir se virou e disse - Jovem, eu senti sinceridade e determinação em suas palavras, quiser mesmo se alistar na marinha, venha comigo. - A empolgação começou a tomar conta do jovem  - Eu sou o tenente-capitão desse quartel, digamos que essa operação seja uma prova de admissão para você, se eu julgar você apto, você será o mais novo marinheiro de Shells Town. Você disse ser espadachim, pegue essa katana e me siga - Se passar por esse dia com maestria Tsuru seria finalmente um marinheiro, o caminho que esperou por tanto tempo estava finalmente aberto, agora só dependia dele. Com a katana Tsuru começou a seguir os dois que correram em direção ao centro de Shells Town.

Tsuru tentaria observar atentamente cada detalhe da cidade, clima, tempo, pessoas e principalmente dos dois marinheiros. Embora não soubesse do que estava acontecendo, toda informação podia ser crucial e as ruas como sempre soube era a maior fonte de informações do mundo.


off::
 

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MensagemAssunto: Re: Em busca de um novo Horizonte - Shells Town   Em busca de um novo Horizonte - Shells Town - Página 2 EmptySab 27 Maio 2017, 03:01

Tsuru


        O jovem espadachim corria pelas ruas de Shells Town, atrás do exótico anão e do tenente da marinha, atento a cada detalhe que pudesse lhe servir de informação. Para a alegria do jovem médico, o tenente começou explicar-lhe todos os detalhes daquela operação enquanto corriam:

          - Você deve estar confuso por que foi muito repentino, mas vou tentar explicar de um jeito rápido. Recebemos denúncias sobre contrabando de armas, e sobre sequestro de seres de várias raças, humanos, tritões, anões, minks, todos sendo feitos de escravos. A maioria deles está sendo sequestrado em outras ilhas e depois sendo contrabandeados pra cá, em Shells Town. Então criamos a Operação Caçada, onde temos um grupo de marinheiros focados em rastrear, detectar e prender os contrabandistas. Nós desconfiamos que esses atos criminosos tem algo a ver com nossa cidade, por que até alguns meses atrás Shells Town tinha apenas dois bares, agora tem vários espalhados por toda ilha, e acreditamos que sejam apenas disfarces, mas nós não sabemos a real intenção desses criminosos e nem o que eles escondem nesses bares. Tudo que descobrimos é que nossa ilha pode estar na mira de um ataque de proporções catastróficas, mais uma vez na história de Shells Town. Nós devemos tomar o máximo de cuidado a partir daqui. À propósito meu nome é Sanpei.

        - Chegamos, é aqui o lugar!

        Ao chegarem na frente do bar com o grande letreiro rosa, os três ficaram surpresos ao ver que haviam três  homens armados com armas brancas, à espera deles na porta do bar. Cada homem empunhava uma arma diferente, nunchakos, tonfas, adagas... Todos em excelente forma física. Ao avistarem o anão, um deles se prontificou a dizer com um sorriso demoníaco no rosto:

           - Então você foi mesmo atrás da marinha não é, seu verme verde! Nós estávamos vendo vocês dois pelo den den mushi câmera que está escondido naquela forja, Giusepe já está indo pra lá, e ele tem um tratamento especial para você e para seu amigo.

         Clemont, com a voz e as pernas trêmulas, tentou parecer o mais confiante possível ao dizer:

         - Não tenho mais medo de vocês imbecis!

         E dirigindo-se à Sanpei e Tsuru, Clemont prosseguiu:

         - Preciso encontrar o ferreiro, assim que​ eu encontrá-lo nós voltamos para ajudar vocês!

         E Sanpei, segurando firme sua naginata, mais sério e mais determinado que antes, disse em tom muito firme:

         - Vai! Eu e o Tsuru seguramos eles até vocês e o reforço da marinha virem nos ajudar!

           Clemont disparou pra cima do telhado, assim que ouviu o consentimento do tenente, deixando Sanpei e Tsuru em desvantagem numérica contra os bandidos.

           Sem demorar, o homem que estava armado com uma tonfa, iniciou uma corrida para cima do tenente, e Sanpei corajosamente começou a correr de encontro ao oponente, e quando as armas dos dois homens colidiram, o choque das armas pôde ser ouvido por centenas de metros de distância. Porém Sanpei deixou bem claro sua superioridade, pois após o choque, o tonfeiro foi arremessado alguns metros para trás, tendo dificuldade em manter-se em pé.

         Vendo a dificuldade do parceiro, o usuário de nunchako se aproximou para iniciar um combate de dois contra um, e mesmo assim, Sanpei acompanhava os​ movimentos​ dos dois oponentes, lutando de igual para igual contra dois deles.

        O gatuno, fitou Tsuru, como se tivesse sentindo fome de batalha, e o seu prato principal fosse o jovem médico, e girando as adagas em sua mão, o gatuno pôs-se a correr em direção à Tsuru, e ao se aproximar em alta velocidade do garoto, usou a força criada pela corrida, para desferir contra Tsuru um golpe extremamente rápido e mortal, de baixo para cima, na diagonal com a adaga da sua mão direita, afim de tentar cortar desde a lateral esquerda do abdômen do rapaz, prolongando o corte até o seu ombro esquerdo. A batalha havia iniciado, e o primeiro contato numa luta sempre é o principal, era hora de Tsuru se esforçar de verdade para mostrar o seu verdadeiro valor ao mundo.


Gaiden

     Graças à uma iluminada idéia de "desiluminar" o ambiente, Gaiden mobilizou-se rapidamente para pegar o martelo e quebrar as luzes vermelhas de emergência, uma à uma. E pode fazê-lo com êxito, pois elas estavam instaladas nas paredes, à 2,20m de altura, sendo facilmente alcançada pelo ferreiro quando esticava seu braço. Além de quebrar as luzes Gaiden jogou na frente da porta, junto à bigorna, alguns objetos que encontrou no ambiente, para dificultar o caminho de quem tentasse entrar, e pôde notar que um desses objetos era uma foice, a arma de seu respectivo estilo de combate, porém Gaiden matevesse focado no plano e se escondeu atrás da porta.

          A escuridão emperava no ambiente, e a tensão causada pela espera também era aterrorizadora. Vagarosamente os pesados passos se aproximavam da porta, até que pararam em frente a porta, do lado de fora da forja.

       Gaiden pôde ouvir uma tentativa de abertura convencional da porta, que com certeza foi falha pois, além das dobradiças soldadas, uma pesadíssima bigorna bloqueava a abertura da porta, junto de vários objetos no chão. Após tentar levemente abrir a porta do jeito normal, Gaiden pôde ouvir uma voz que reconheceu:

          - CANNON PUNCH!

          Com certeza era a voz de Giusepe, e aquele monstro provou ser sobrehumano quando arrombou a porta com sua técnica devastadora. Com o seu poderoso soco, Giusepe fez a porta sair voando e atravessar o fraco telhado acima da forja, junto com os objetos colocados por Gaiden na  frente da porta, e até a bigorna foi arrastada por alguns metros pela técnica até se chocar com força contra a parede.

            Gaiden manteve sua posição, até que Giusepe entrasse na forja, e quando o brutamontes entrou, passo por passo, junto com um feixe de luz vindo do bar que iluminava apenas uma parte da forja, Gaiden acertou o martelo com toda força na sua cabeça!

             Giusepe arcou levemente para frente, provavelmente sentindo uma dor lancinante na sua nuca, e após alguns segundos, susurrou entre dentes:

             - Considere-se morto, seu verme!

               Rapidamente Giusepe acionou o botão, que anteriormente havia fechado as janelas, porém dessa vez abrindo-as, para que a luz pudesse iluminar totalmente a forja, e Gaiden aproveitou o momento, para num salto desesperado, quebrar a janela e se jogar para fora da forja. Ao cair num corredor lateral ao galpão em que estava, que mais parecia um beco, teve sorte ao ver que junto de alguns objetos arremessados por Giusepe, a foice que vira dentro da forja estava no chão, bem na sua frente. O ferreiro tambem foi surpreendido por uma voz conhecida, vinda de cima do muro:

           - Aí está você! Eu estava voltando pra te buscar. Rápido você tem que ajudar os homens que vieram nos ajudar! Espera isso foi confuso... De qualquer forma, corra em frente até sair na rua que você vai encontrar dois marinheiros que chamei às pressas para nos ajudar!

            No exato momento em que Clemont terminou de orientá-lo, os dois puderam ouvir um urro de dentro da forja:

              - Não vai fugir de mim desgraçado!

              Nesse instante outra janela foi despedaçada, dessa vez por Giusepe, que seguiu o mesmo método que Gaiden para sair da forja, pulando através da janela. Posicionado atrás do ferreiro, o brutamontes inciou uma corrida de fúria com ódio no olhar:

              - Ótimo, são exatamente vocês dois que eu quero matar, não tentem fugir!

              O plano havia dado certo em partes, Gaiden havia se libertado, porém a martelada na cabeça deixou Giusepe mais irritado do que nunca, e Gaiden ainda não poderia respirar aliviado com aquele brutamontes vindo furiosamente em sua direção, mais uma vez Gaiden teria que se esforçar por sua sobrevivência.

Off:
 

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MensagemAssunto: Re: Em busca de um novo Horizonte - Shells Town   Em busca de um novo Horizonte - Shells Town - Página 2 EmptyDom 28 Maio 2017, 21:34


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  A escuridão me consumia por completo. Em meio ao breu mental, eis que as sombras do ambiente conspiravam para com minha libertação, só que um destoava do outro em um aspecto, um deles era plano meu, o outro plano do destino. Minhas vestes não mais esquentavam meu ego, estava ali no tudo ou nada, no "all in" da vida, como se meu rastro agora fosse nada mais nada menos que uma simples jogada de poker, e o "call" seria logo dado pelo meu oponente, isso era evidente.

  Os passos de Giusepe ecoavam em minha cabeça, e quanto mais se aproximavam mais eu acreditava que o julgamento final vinha com ele. Regulando a respiração, observava o inobservável, a abertura da porta seria o estopim da ação vindoura, não podia falhar, apesar de cogitar um insucesso - Eis aqui uma forma de colocar minha determinação a prova - Refletia extasiado, procurando em meus próprios pensamentos um porto seguro. As passadas se intensificavam.

   O brutamontes chegava perto, muito perto... não podia eu pensar em nada mais que o plano, meu foco era inteiramente na realidade, abstrações seriam fatais naquele momento. Pensando nos itens jogados ao chão, e na foice que por ventura fui desatencioso em ignorar, esperava o "knock" da porta, e não demorava muito até ouví-lo. Já notava-se do capacho uma sutil tentativa de entrada, como se subestimasse meu intelecto a ponto de simplesmente girar a maçaneta, ou qualquer coisa do tipo. O desgosto que ele provavelmente esboçara em sua falha era inferido em minha cabeça naquela hora, contudo,não esperava a brutalidade que viria a seguir.

   CANNON PUNCH - Escutava o grito juntamente com o estrondo da porta ao meu lado. Minha derme congelava estática, a aura emanada parecia ser o cair do céu em seu sentido literal, apesar de saber que fora simplesmente a força imensurável do capataz. Com a porta voando em direção ao teto juntamente com os diversos itens coletados ao chão, e Giusepe entrando com o desfecho da luz em suas costas, eu então realizava, era o tempo de ataque, e sussurrando friamente, eu investia com o martelo em mãos... ou melhor, em mão - Seu troco, monstro... - terminava desferindo o golpe em seu crânio.

   O semblante da dor era exprimido pelo meu antagonista, enquanto se prostrava levemente para frente após o abalo em seu cangote, entretanto, a reação proferida pelo mesmo não fora nem de longe a mais satisfatória para mim, vide que mal cambaleava e já direcionava me sua raiva novamente - Considere-se morto, seu verme! - Meu coração palpitava em êxtase, logicamente minha ideia tinha falhado de modo medíocre. Com os olhos esbugalhados em uma feição surpresa, eu miro o homem mais uma vez, esperando seu próximo movimento.

  Sorte talvez nunca fora uma palavra a qual pude depender, pelo menos não até aquele momento... e em um vislumbre de esperança talvez aquilo iria mudar. Ainda no escuro, Giusepe não exita fazer o que eu esperava com todas as forças que fizesse, apertasse o botão de liberação das janelas. Sua inteligência quiça poderia não ser das piores, no entanto, também não era das melhores, e aquela era a oportunidade perfeita para eu escapulir dali. Em uma maré de autoconfiança, eu não tardava em me jogar pela vidraça ainda que semiaberta, um salto para a liberdade.

  Finalmente!! - Murmurava embora ainda no ar, já pousando na viela ao lado da forja. Meu gênio rapidamente se consolava, de maneira aparente minha estratégia tivera dado certo, e estava finalmente livre... mas não livre de todas as adversidades, e disso me dei conta quando inesperadamente avistava Clemont ao canto, o anão voltara para me ajudar, e trazia consigo reforços - Aí está você! Eu estava voltando pra te buscar. Rápido você tem que ajudar os homens [...] - O pequeno passava a mensagem em uma articulação confusa, mas que era captada com sucesso.

  Me situando onde realmente estava, depois da breve aterrissagem, notava uma linda conspiração do acaso, algo que antes passara despercebido por mim até que enfim encontraria uso, a foice que encontrara na forja, a conjuração daquele item ali representava a mudança de rumo da minha sorte, que previamente se encontrava em contramão a mim, mas agora se aliava a meu propósito... estaria armado, e pegando o equipamento cortante em minhas mãos(ou novamente, no singular, mão*), já iria empunhá-la com convicção, para que o próximo contratempo fosse eximido... o que evidentemente não seria para ajudar ninguém, mas para derrotar Giusepe.

  Não vai fugir de mim desgraçado! - Vinha o hipopótamo destruindo outra janela do estabelecimento - Ótimo, são exatamente vocês dois que eu quero matar, não tentem fugir! - Indagava o homem se posicionando em postura de ataque, e como um touro selvagem já começando a correr em direção a seu toureiro, obviamente... eu.

   Com o martelo e a foice ainda em minha mão, via ali uma conveniência tremenda. Minha primeira ação seria jogar o utensílio de forja a clemont, para que não ficasse desarmado, e após uma piscada de olho para o mesmo, começaria minha tática de enfurecimento, um golpe baixo, porém válido - Giusepe, não quero ser rude, mas infelizmente, você não serve para o trabalho... A única coisa que você precisava ter feito era nos manter aprisionados, e nem isso consegue!!! Além de quebrar outra janela por nada. Não lhe passou pela cabeça que poderia ter pulado por onde eu pulei?!! - Gritava em direção ao inimigo, apontando discretamente para suas pernas, em almejo de incitar Clemont a dar um bote furtivo no mesmo com sua estatura.

   Tomando cuidado, iria esperar Giusepe se aproximar, caso viesse em "ZigZag", procuraria acompanhar suas passadas paralelamente, para que não perdesse seu foco. Colocando minhas mão em meu casaco, já me posicionaria de maneira ofensiva, para que quando meu oponente chegasse a estar entre 1 a 2 metros de mim, eu usasse o Civil Tactic - Dishonored, criando um espaço aberto em sua guarda para que Clemont também o atacasse em suas pernas. Depois do ataque em seus órgãos inferiores, terminaria a tática dando uma rasteira em suas pernas, já que me aproveitaria do fato de estar já ajoelhado, simplesmente girando meu quadril e alongando minhas pernas, ansiando fazê-lo cair; caso errasse a técnica, eu tentaria não dar espaço para seus ataques de cima, dando uma pequena cambalhota para as laterais, sendo a escolha dos lados dependendo da facilidade de execução.

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