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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Act I: Gathering Disasters

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Act I: Gathering Disasters   Act I: Gathering Disasters - Página 11 EmptySeg 11 Jan 2016, 22:53

Relembrando a primeira mensagem :

Act I: Gathering Disasters

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis Leonard Darwim Stein, Jowls Bernard, Sky, Lancelot Pendragon e Ruby Rose . A qual não possui narrador definido.


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Milho
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MensagemAssunto: Re: Act I: Gathering Disasters   Act I: Gathering Disasters - Página 11 EmptySeg 18 Abr 2016, 15:16


Cozinha

Alfred apenas pegou o que desejava e deu o fora, antes de Ruby chegar. Ruby, que estava ficando entediada, tomou banho vestida, molhando toda a sua roupa, talvez para animar as coisas ou talvez tenha “esquecido”. Ahri se arrumou e chegou pouco depois dela.  Chegaram à cozinha e viram o amoroso recado de Alfred, mas resolveram ignorá-lo, ao que parece. Ahri pegou um pão-doce, que havia ali e as duas se encaminharam para o lado externo do barco, mas não antes de Ruby deixar um rastro de água por onde passou.

Lado Externo do Barco

Alfred se sentou para observar as garotas, com a pequena esperança que pudesse ser convidado para alguma diversão. Tentou falar com as garotas, mas elas já não estavam mais. Estranho, ele parecia ter se distraído por apenas um segundo. Mas ele teria uma visão assustadora naquele momento, Ruby vinha da cozinha, totalmente molhada, parecendo que foi nadar sem tirar a roupa, a qual contemplou Nico também com sua estranheza. Foi em direção de Sky e começou a fazer carinho em sua cabeça, molhando ela toda. Convidou Sky e Ahri para um passeio pela cidade, o que talvez elas achem estranho, pois ela estava toda molhada.

Porto

Marshall foi até o corpo do homem, que estava caído. Pode claramente ver a perfuração de bala e como ele conhece bem de armas, pôde ver que a arma de tratava de um revolver simples. A bala foi introduzida na parte traseira da cabeça, seis dedos acima da nuca. Não há perfuração do outro lado, o que por sua experiência com armas ele sabe dizer, a bala ainda está na cabeça do homem. Ele pode ver uma aliança na mão esquerda, dourada, que já parece já gasta, mostrando um relacionamento duradouro. Na outra mão do homem, havia algo escrito: “Os bebês do papai”. Após conseguir ler (se ele quisesse), ele sentiria uma brisa marítima, que tirava “o papel” da mão do homem e levava-o para um pouco à frente, mostrando ser um foto do rapaz morto com duas crianças no colo. Olhando bem, pareciam ser gêmeos, um menino e uma menina, por volta de uns dois anos de idade. Talvez aquilo o abatesse com um sentimento inexplicável, um misto de ódio e tristeza e talvez isso o remetesse à outra lembrança trágica do seu passado. Mas isso pareceu não importar muito, talvez porque ninguém sabe o que se passa dentro da cabeça dele.

Porém, após Marshall convidar a todos para um belo passeio em busca uma taverna e as garotas descerem do barco, uma delas encharcada, eles podem ver um rapaz se aproximando, em alta velocidade com vários guardas atrás dele. Esse garoto tinha cabelos azuis claros, uma tonalidade um pouco mais escura do que o azul do céu. Os seus olhos, da mesma cor, transpareciam inocência, mas naquele momento, muito medo. Ele tinha por volta de um metro e cinquenta e seis centímetros e lá pelos seus quatorze ou quinze anos de idade.

- São eles! São eles! Eu vi de longe eles chegarem naquele barco – O garoto aponta para o barco – Com um loiro que se jogou na água, depois de matar aquele homem! – Ele aponta para o cadáver.

Talvez isso tudo não fosse culpa do garoto. Ele ainda era uma criança e qualquer pessoa que tivesse visto aquela cena de longe, teria os declarado culpados. Afinal, é uma era aonde muitos piratas vêm e vão, tornando quase todos os desconhecidos que andam de barco sem a bandeira da Marinha/Governo e em “bando” seja considerados suspeitos. Após fazer a sua comprometedora declaração, a uns vinte e poucos metros de distância, o garoto se enfiou no meio dos guardas e depois sair correndo, de volta para a cidade. Havia uns vinte e poucos guardas ali, estavam armados com lanças e uma espécie de armadura, de metal.

- Parados aí! – Disse uns dos guardas, que estava parado mais à frente, parecendo ser o guarda-chefe.

Contador para os posts:
 

Posicionamento de vocês e os guardas:
 


Off:
 


Última edição por MilhouseGrunge em Qua 20 Abr 2016, 13:40, editado 2 vez(es)
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Beyond
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MensagemAssunto: Re: Act I: Gathering Disasters   Act I: Gathering Disasters - Página 11 EmptyTer 19 Abr 2016, 12:21


A paz que nos rondava acabara indo para os céus, não deixando nada além de homens e mulheres iludidos, incapazes de perceber se aquilo tinha sido planejado desde o princípio ou então o destino pregando uma peça, certamente era o momento errado no lugar errado. Dezenas de guardas estavam preparados para acabar conosco, devido a denúncia do garoto que em um piscar de olhos sumia entre as armaduras. Estava implícito quais eram as intenções dos homens e não era de meu interesse ficar ali para coloca-los à prova. ─ Mas que grande merda! Sem pensar duas vezes sairia do local, com meus pertences, o mais rápido possível. Naquele porto, procuraria por uma passagem - do lado oposto da muralha de onde surgiram - distante daquela onde os lanceiros vinham e correndo em máxima velocidade tentaria despista-los.

Seguiria pela cidade buscando uma passagem qualquer e se conseguisse escapar sem suspeitas, reduziria o ritmo, não gostaria de me tornar um indivíduo duvidoso e sim me livrar de qualquer problema futuro. Nas redondezas de onde eu estivesse, caçaria uma taverna, local onde me esconderia até a poeira baixar. Seria um momento de reflexão, eu estava tão próximo de sair dessa cidade imunda e acabei perdendo um bem tão valioso para minha jornada, lamentaria, entretanto sem o luxo de um "luto". ─ É como dizem, "o que vem fácil, vai mais fácil ainda! Diria em uma tonalidade de voz que apenas eu ouvisse. ─ Pode me trazer uma bebida? Vociferaria para o responsável do estabelecimento, tomaria-a se houvesse e então traria novamente a calma aos meus ânimos.

Se porventura, algum guarda ou mais começasse a me perseguir, tentaria despista-los entre as vielas da cidade, correndo pelas suas construções e se misturando na população que estivesse por ali, o intuito era ocultar-me, fazer-me parecer um simples civil. Todavia, se um contato físico fosse feito, não me abalaria, continuaria correndo. Tentaria sempre esquivar de "agarrões" ou qualquer outra investida que tivesse como objetivo me ferir ou prender. Utilizaria de minhas pernas para afastar guardas muito próximos de mim, procuraria empurra-los com os membros inferiores ao mesmo tempo que me impulsionaria para mais longe deles. No caso dos indivíduos começarem a utilizar suas armas, sacaria minha espada imediatamente. Minha movimentação seguiria o mesmo padrão, me esquivaria de tudo que fosse possível, com movimentos curtos que não debilitassem minha corrida e nem reduzissem minha velocidade, porém se não fosse o suficiente, utilizaria minha arma para prolongar o percurso dos afrontes até mim, me dando tempo para desviar ou então neutralizar totalmente o ataque. Ela não permitiria que as lanças chegasse, utilizaria toda minha força para desviar a entrada das armas longas, de modo que fossem "repelidas".

Uma vez que eu conseguisse fugir, manteria minhas ações semelhantes àquelas onde nenhum problema me seguiria, do contrário, me entregaria para eles. Não teria escolha a não ser desistir, em poucos segundos de reflexão cheguei a uma conclusão onde eu não tinha feito nada de errado, pelo menos não ao meu ver e em minha cabeça isso poderia ser uma oportunidade para enrola-los um pouco mais, esses eram bons motivos. Daria um salto para me afastar de qualquer ameaça, seguido de um grito potente para ecoar pelos próximos quarteirões, ao mesmo tempo que minha arma ia ao chão - caso estivesse empunhada - e minhas mãos ao céu.─ Se acalmem! Por que diabos estão me seguindo! Assim encerraria minha luta, deixando tudo nas mãos daqueles homens, entretanto se tivessem a intenção de me ferir, saltitando para trás me distanciaria dos mesmos e logo em seguida iniciaria mais uma disparada pela vida.

Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: Act I: Gathering Disasters   Act I: Gathering Disasters - Página 11 EmptyQua 20 Abr 2016, 10:41






- AHHHHHH! EU TO CANSADO DE SER LEGAL! – exclamaria completamente revoltado – SÓ ME APARECEM PROBLEMAS! NÃO VOU SER MAIS LEGAL! – falaria me preparando para o combate – Pessoal! Acho que a bebida vai ficar para depois... – estalaria meus dedos – Se quiserem me acompanhar nesse pequeno jogo... Ficaria honrado... Me deem cobertura!– riria e tomaria a iniciativa dos movimentos.

Olharia o meu redor, nunca havia visto tantos Guardas juntos... Muito bom! “Limparia” os pés para não ocorrer nenhum imprevisto, me alongaria e calcularia uma linha imaginária como em um jogo de Coliche (Jogo criado por Marshall e seus irmãos onde ambos pegavam um coco e tentavam derrubar uma pilha de gravetos) e tentaria atingir o máximo de Marinheiros possíveis.

Retilínea, miraria no centro do amontoado de guardas e correria em direção a eles, aumentando minha velocidade exponencialmente assim, como objetivo, aplicaria minha técnica nova. – Ah! Tomem isso!!! SMASH! Train! - falaria ao aplicar.

SMASH! Train:
 

Como saberia que, possivelmente, ficaria exposto, protegeria minha cabeça e meu tronco de eventuais ataques inimigos enquanto esperaria pela cobertura de meus amigos. Caso não viessem a me cobrir, rolaria para o Mar, onde buscaria me livrar dos ataques.

Caso nosso ataque tivesse sido um sucesso, me levantaria, limparia e comemoraria. – AH! É ISSO QUE UM CARA MAL FAZ! NÃO SE ATREVAM A PARAR O FUTURO REI DOS PIRATAS! KYHAHAHA! – riria enquanto abriria os braços para comemorar.


Histórico do Alencar:
 

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MensagemAssunto: Re: Act I: Gathering Disasters   Act I: Gathering Disasters - Página 11 EmptyQua 20 Abr 2016, 23:23

12. Aprendizado...

As meninas não me responderam alguma coisa, pelo menos, não antes de eu cair na tentação e entrar no meu mundo particular deixando tudo e todos para trás, talvez escolhesse um muro de loja, ou talvez já dentro de uma loja encontrasse um banco, e na pior das hipóteses iria ler de pé encostada a alguma coisa segura, e sobre a sombra enquanto esperava as garotas decidirem o que comprar, se é que realmente o fariam, e se alguma confusão estivesse acontecendo tudo me passaria despercebido, a menos que alguém estranho se aproximasse, ou falassem comigo interrompendo minha leitura.

~ Aprendizado Psicologia ~

Ninguém inicia um estudo sem um conceito, e depois de devorar algumas páginas em segundos, e profundamente como só um gênio poderia fazê-lo, pude formular um conceito universal sobre a matéria. Um que não estava escrito com tanta completude no livro, psicologia de fato, é uma matéria abrangente.

Psicologia é a ciência que estuda o comportamento e as funções mentais. A psicologia tem como objetivo imediato a compreensão de grupos e indivíduos tanto pelo estabelecimento de princípios universais como pelo estudo de casos específicos. Um pesquisador ou profissional desse campo é conhecido como psicólogo, podendo ser classificado como cientista social, comportamental ou cognitivo. A função dos psicólogos é tentar compreender o papel das funções mentais no comportamento individual e social, estudando também os processos fisiológicos e biológicos que acompanham os comportamentos e funções cognitivas.

Psicólogos exploram conceitos como percepção, cognição, atenção, emoção, inteligência, fenomenologia, motivação, funcionamento do cérebro humano, personalidade, comportamento, relacionamentos interpessoais, incluindo resiliência, entre outras áreas. Psicólogos de orientações diversas também estudam conceitos como o inconsciente e seus diferentes modelos.

É mesmo um campo de estudo fascinante, que etimologicamente, traduz-se para o estudo da alma, mas se desejamos chama-la de ciência, deve basear-se em fatos empíricos, em métodos ministrados e em resultados obtidos através de um modelo de aplicação que possa ser replicado por outros pesquisadores.

Desta forma passei a estudar o método, e como base o “estruturalismo” se tornou meu ponto de partida, do que pude depreender de uma sólida leitura. Seu objeto de estudo era a estrutura consciente da mente e do comportamento, sobretudo as sensações. Um dos métodos usados era a introspecção: nela o indivíduo explora sistematicamente seus próprios pensamentos e sensações a fim de ganhar informações sobre determinadas experiências sensoriais. Características: Reducionista, elementarista e mentalista.

O segundo método estudado é o “funcionalismo”, que extrapola o campo das sensações e passa a explorar a função dos processos mentais sob a ótica da vontade e do valor. O terceiro método se junta aos outros como “gestalt”, que estuda os fenômenos psíquicos a partir de uma visão do todo como algo integral e novo muito além das partes quando estudadas de forma separada. Desta forma, consegui a base para iniciar o estudo das formas mais usuais da psicologia, que dentre uma vasta gama, finco meus sentidos ao processo behaviorista. E até agora assimilei a tudo como uma máquina bem eficiente que sempre fui quando se trata de estudos, mas não seria realmente um aprendizado se não tentasse experimentar os pressupostos da análise do comportamento, ou comportamentologia, que encontra seu expoente na teoria behaviorista.

O comportamento é definido por meio de unidades analíticas, como respostas e estímulos, e investigado por meio de diferentes métodos, então vou usar o que tenho a minha disposição, passando a analisar o comportamento de um soldado em campo de batalha.

1ª. Análise: O soldado que estava no porto fazendo a sua ronda, este é um experimento natural, lá ele sabe exatamente o que precisa fazer – guardar – e no momento em que algo sai da normalidade a que está acostumado ele deve decidir se age, ou se pede ajuda. A questão fundamental aqui não é saber qual opção é a mais correta, mas sim, inferir qual comportamento esse soldado vai aplicar buscando alguns aspectos básicos. O filogenético: aspectos biológicos, hereditariedade. O ontogenético: história de vida do indivíduo. O cultural: aspectos que influenciaram na conduta humana, a criação.

E dessa forma fiz algumas anotações em meu livro após abordar aquele marinheiro que estava pelas redondezas. Oi marinheiro, me chamo Ahri e sou quase uma psicóloga, estou fazendo um trabalho, você poderia me ajudar? A primeira falha a gente nunca esquece, ele me ignorou totalmente. Mas não desistiria, e depois de mais duas tentativas um deles me escutava.

Teria dito olhando em seus olhos com minha expressão mais pedinte do mundo, ele talvez não quisesse, mas não soube dizer não. Tudo bem, seja rápida. Eu mais que prontamente começaria a anotar as respostas dele. Vejamos, me responda. Como era seu pai? Onde vocês cresceram? Onde você estudou e porque se tornou marinheiro? E por fim, como você reagiria a um ataque de piratas? Anotei as respostas e conclui que este soldado pediria ajuda, porque sempre teve a família a seu lado, porque ele cresceu num ambiente propício onde nada lhe faltou, estudando num colégio da marinha que o preparou naturalmente para ser um marinheiro, no entanto, resolvi mexer com ele e ver sua reação, partindo finalmente para um campo de experimento controlado, ou seja, estava mudando as regras e observando-o. Veja, eu soube que aquele espadachim lá atrás é procurado por assassinar uma família de marinheiros, o que você está sentindo? O homem engoliu seco, e suas mãos começaram a tremer partindo na direção do garoto de cabelos verde, talvez ele desistisse no meio do caminho, ou só se juntasse aos outros, mas o que pude concluir nesse caso é que um marinheiro bem treinado, nessas circunstâncias, ainda pode abandonar o posto através do estímulo certo, o comportamento é algo que pode ser analisado através dos resultados dos experimentos, da comparação, do ambiente, da herança genética e de alguns aspectos culturais assim como já havia lido.

2ª. Análise: Um trabalhador do porto precisa ganhar a vida, mas trabalhar no porto as vezes é algo por si só perigoso, a rotina, a dificuldade e principalmente o caos causado por várias organizações acabam cansando e gerando efeitos negativos em todos nessa profissão. Partindo desse pressuposto coloquei uma pesquisa agora propriamente do livro em ação. Fui verificar as condições de trabalho e que tipo de pessoas o realizavam, como seu comportamento seria similar ou diferente e em que grau? Novamente só na terceira tentativa alguém me deu ouvidos. Era um homem carregando caixas, ele foi carregador a sua vida toda. E então Jimmy, me diga de onde você veio, como foi criado e porque se tornou um estivador? Anotei prontamente as respostas. E o que te motiva? Foi difícil manter a compostura aqui, como pesquisadora do comportamento, não devia demonstrar qualquer parcialidade, mas não consegui me segurar e ri ao final, depois da resposta dele sobre as mulheres que lhe levavam tudo, e sobre o álcool, até que ele tentou dar em cima de mim e eu desistir dele, pouca coisa eu teria aproveitado nessa segunda análise. Mas foram respostas todas verdadeiras.

3ª. Análise e Conclusão: Sabemos que o comportamento é algo que esta intimamente ligado a uma relação causa e efeito, mas não seria tão difícil entender um ser humano se houvesse apenas isso para levar em conta, afinal, seguindo uma outra corrente, freudiana, existem desejos conscientes e inconscientes em adultos ligados a estados emocionais experienciados enquanto criança, o que significa dizer que as vezes o comportamento pode ser destituído da lógica causa e efeito, e se formos além para uma visão antropológica, os componentes inatos podem ser modificados através de incursões na psiquê humana. Foi quando finalmente passei a observar aqueles que estariam pela região, uma mulher em seu caminho, um homem dentro do bar, uma criança a brincar, cada um deles, cada movimento do corpo, cada olhar, cada rubor da pele, cada nuance dos músculos, nenhum detalhe se perdeu, e anotando eu estaria, até que não sobrasse mais espaço dentro das folhas de aplicação no livro, eu conseguiria finalmente entender o que estava acabando de ler, o que nos torna indivíduos esta ligado a uma série de fatores, e caso a caso, e usando um método bem desenvolvido, poderei entender a psiquê humana de uma ótica estritamente científica, algo que traz elevada satisfação.

~ Fim do Aprendizado ~

E agora, como estariam as coisas a minha volta, como eu me sentiria após adquirir tal conhecimento? Se ia valer de alguma coisa, bem, talvez me ajudasse a entender um pouco do comportamento de minha linda Sky, nossa, eu pensei isso mesmo....Hunf.... Suspirava enquanto as procurava, enquanto me colocava finalmente a par da situação, será que o gigante precisava de ajuda, bom, se ele derrotar mesmo tantos marinheiros precisará de mim, e quem mais, olharia em volta observando a situação, guardaria o livro e andaria com calma na direção de onde todos estivessem, bem devagar, esperava ter Sky e Ruby a meu lado, mas se elas já estivessem na frente logo me juntaria a elas, eu já não sei mais o que pode acontecer, a ideia de explodir a nobreza ainda me avilta, mas a maioria aqui é tão imprevisível.

Nossa acho que me perdi denovo em meus pensamentos....

Citação :
Post's: 12
Nome: Ahri Liliver
Vantagens: Boa Aparência, Genialidade
Desvantagens: Distraído
Perdas: N/A
Ganhos: Bota Taekwondo - 300.000B$ - Livros (Química/Psicologia/Anatomia/Hipnose) - Perícia Psicologia
Extra: Sky - Relação aprofundando, sente que teria total liberdade de afeto e amizade, ou algo mais.
Jowls - O cara estava estático, então foi ignorado por enquanto, quem sabe se ele reagisse.
Marshall - Compartilha de seu desejo por pirataria. Tem muita coragem, e muita fome.
Reisi - Cara fechado, por hora, apenas um piloto qualquer.
Ruby - Receptiva, amigável, tomamos um banho juntas. Seu jeito tímido é bonitinho.
Lancelot - Atraente, mas apenas isso.
Alfred - Misterioso, engraçado, mestre cuca, pode me cativar se preparar alguma coisa gostosa.
Windeck - Teimoso, mas não vi maldade em seus olhos.
OFF: A conclusão do aprendizado não interfere no curso das ações e do tempo querido narrador.

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Última edição por Levy em Qui 21 Abr 2016, 23:15, editado 14 vez(es)
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Windeck
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MensagemAssunto: Re: Act I: Gathering Disasters   Act I: Gathering Disasters - Página 11 EmptyQui 21 Abr 2016, 00:21



11° ato: morram vermes!
Agora sim eu estava realmente bravo, como se não bastasse os guardas me abordarem, um loiro idiota me sequestrar junto com esse bando de loucos, agora lá vem esse maldito garoto que não conheço com meio mundo de guardas e aquele idiota resolveu nos deixar, se um dia ele cruzar meu caminho eu vou enfiar uma espada no coração desse verme, isso se eu sobreviver pra isso não é mesmo.

Já estava de saco cheio de tudo isso, e agora nem beber um pouco eu podia sem ser atrapalhado, eu definitivamente iria mandar todos eles pras profundezas do tártaro. Todo esse ódio poderia ser ver de longe pela minha cara de desgosto, coisa que já era bem comum mas agora estava pior.

- EI SEUS IDIOTAS, SERA QUE NÃO VÃO NEM ME DEIXAR BEBER EM PAZ?! VOU BANHAR MINHAS ESPADAS COM SEU SANGUE SEUS VERMES! - Gritaria enquanto sacaria as lâminas.

Ao ver o grande homem chamado Marshall partir para cima deles como um suicida, eu sinceramente o acharia um tapado pra fazer isso, mas já que ele parecia gostar dos guardas tanto quanto eu, resolvo ajuda-lo. Esperaria um grandão atacar, e iria logo atrás,e como movimentos rápidos de cortes em diagonal atacaria qualquer um que o grandão não atingisse ou alguém que fosse ataca-lo, já que ele queria ser o escudo humano eu faria o papel de dar suporte a ele. Ao acertar um já partiria em direção a outro e tentaria a mesma estratégia de corte em diagonal, mas errando um golpe ou sendo bloqueado, eu esperaria o guarda revidar e então tentaria bloquear lateralmente seu ataque e então empurra-lo pelo peito usando minha perna esquerda. Com certeza tinham muitos mas continuaria o ataque esperando que os demais fizessem o mesmo, já que nenhum de nós queria morrer ou ser preso, a estratégia do momento seria uma mão lavar a outra para podermos sair limpos dessa sujeira.

Caso derrotássemos os guardas, escutaria as palavras do grandão e um sorriso de satisfação surgiria em meu rosto, viver intensamente me fazia feliz, vivendo uma batalha de cada vez para então concretizar meu sonho, mesmo como toda a raiva que passo acho que era assim que gostava de viver, e aquele grandão me parecia gostar disso também.

- Nada mal grandão - Diria dando um soquinho em seu braço, e logo guardaria uma das lâminas - Mas isso aqui vai encher de guardas de novo, vocês tem que dar o fora rápido, esse caras não desistem tão fácil assim - Diria para todos - Ou vocês pretendem ficar para morrer?


Historico:
 


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MensagemAssunto: Re: Act I: Gathering Disasters   Act I: Gathering Disasters - Página 11 EmptyQui 21 Abr 2016, 05:25



You can feel it, but you're ignoring. It creeps up on you, without a warning
Diversão



Essa história de banho tinha me deixado confusa, nunca tinha sido convidada assim por outra mulher para um banho, e me fez passar por um momento estranho de tomar banho com roupa, o que era um problema pois agora estava com a roupa toda molhada. Tiraria a capa e começaria a torcer para tirar o máximo de água que eu poder, dava um a torcida na roupa também, só sem tira-la e começando pela parte de cima, enquanto isso via um grupo de guardas chegando com um garoto, os guardas se preparavam no píer e já nos mandavam ficar parados. Como estava mais para atrás e o gigante aparentemente tomo a iniciativa, aproveitaria o tempo para tirar minhas botas o mais rápido possível para ter uma mobilidade melhor. Enquanto tirava as botas começaria a falar para os garotos, mantendo meus ouvidos abertos para caso alguém esteja se aproximando. – Vai meninos... chuta eles... corta a cabeça deles... – E Após tirar as botas pegaria minha foice assassina e caso os guardas não tenham passado pelos homens continuaria gritando mas desta vez como uma líder de torcida incentivando os garotos.

Caso não tenha tempo de tirar as botas, me prepararia para um ataque iminente pegando minha foice assassina, e para ataques laterais me abaixaria para me esquivar flexionando os joelhos, e caso o ataque seja uma estocada me esquivaria dando um passo para trás com a perna esquerda de modo a ficar de lado para o atacante, e após me esquivar me posicionaria de modo a fica de frente para ele. – Scythe Barrage!! – Caso minha skill não funcione manteria a ideia de esquivas anterior para qualquer ataque, mas desta vez meu contra ataque seria um golpe de baixo para cima tentando cravar a ponta da foice assassina no abdômen do meu atacante.
Scythe Barrage:
 

Caso meus ataques deem errado não falaria nada ficaria somente focada na luta, caso eles deem certo diria. – É só isso que vocês conseguem faze??? Patético...

Objetivos:
 



Histórico da Ruby:
 



Thak's for@Lovatic, on CG



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Skÿller
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Skÿller

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MensagemAssunto: Re: Act I: Gathering Disasters   Act I: Gathering Disasters - Página 11 EmptyQui 21 Abr 2016, 14:56





Going to Hell


Tanto as garotas quanto os homens ali presentes, estavam quase a sair para se divertir, mas um jovem de cabelos azulados acusou-os de terem morto o pescador que o loira havia matado. “MAS QUE-?! Jovem… Se um dia eu te encontro por Dawn novamente, como a tua família, os teus amigos – coisa que duvido que tenhas – e como-te a ti enquanto olhas… ”
Por breves momentos, Sky sentia ódio pelo rapaz, mas conseguiu acalmar-se quando percebeu a sua situação. Estava na embarcação do culpado, próxima à cena do crime e com pessoas superficiais como testemunhas, era de esperar que a declarassem culpada juntamente dos restantes sujeitos.
Sky via 20 e poucos guardas, e a melhor forma de assegurar a segurança daquelas que ela começava a considerar amigas era ficar a dar suporte. Pelo tamanho do gigante, Sky acreditava que ele seria capaz de eliminar um maior número de guardas, e caso isso acontecesse, Sky ficaria próxima a Ahri e Ruby, tentado protegê-las de qualquer ataque usando a sua ninjaken para desviar o ataque do guarda. Caso o guarda esteja muito longe de Sky evitando com que ela consiga desviar o ataque com a sua ninjaken, ela lançaria duas shurikens na mão do guarda e uma na cabeça. Se algum guarda estivesse próximo a si, ela correria em sua direção simulando atacar a sua barriga, enquanto na realidade esta lançaria um ataque em suas pernas; caso o guarda perceba ou consiga defender o ataque da pequena canibal, esta recuaria e lançaria duas ninjakens em direção à cabeça do guarda; caso seja bem-sucedida, Sky aproveitaria o momento de fraqueza do guarda para desarmá-lo e lançar a sua arma contra o guarda mais próximo de Alfred.
Caso cheguem mais guardas, Sky agarraria na mão de Ahri e diria – Ahri, aqui é perigoso. Mais e mais guardas virão! Sabes de algum sítio onde todos nós possamos nos esconder? Nem que sejam em locais diferentes? Eu bem que gostaria de ficar e lutar, mas a solução mais lógica parece ser bater uma retirada estratégica e depois voltar com tudo. –. Caso fosse Ruby quem estivesse próxima de Sky, ela olharia para a ceifadora e diria com um sorriso – Hump… Mas que merda de vida a nossa, não achas? Mais e mais guardas virão… Embora eu deteste fugir, não vejo outra opção, não quero morrer para uns guardas quais quer antes de alcançar o meu objetivo principal… -. Caso Sky estivesse sozinha, ela apenas aproximar-se-ia dos outros e ficaria calada.
Thanks for @Lovatic, Cupcake Graphics




Citação :
Histórico

Nome da Personagem:
Sky
Nº de Posts: 12
Canibalismo: (2/5)
Nº de vítimas: 1
Ganhos: Um buraco na coxa (enfaixado), Ninjaken, Shuriken, Mochila cheia de carne humana com um tecido envolta para minimizar o sangue que escorre para fora e uma capa.
Perdas: -x-
NPC's/Personagens: Ahri Liliver- Sky vê Ahri como uma possível companheira pela qual daria a sua vida por ser muito parecida com seu falecido amor;
Jowls Bernard- Sky não notou a presença de Jowls;
Marshall- Um gigante (avá) determinado e, no mínimo, um lerdo.
Alfred-  Um jovem que ou é uma pessoa sociável, um tarado ou até ambos.
Ruby- Uma jovem que fez um carinho em sua cabeça e deixou em si uma estranha sensação de conforto.
Windeck- Uma alface com pernas que não está nem ai para os outros.
Lancelot- Um jovem que quer “roubar” Ahri só para si.
Reisi- Um homem que demonstra ter uma certa paixão pelo mar e os seus mistérios.
Coments Extras: Foda-se essa merda! Si fudê! Fiz 3 vezes e este foi o menos bosta que saiu! Act I: Gathering Disasters - Página 11 2869820699 Bi gental, plox...

Objetivos escreveu:
(X) Arranjar uma ninjaken
(X) Arranjar um kit de shuriken
(X) Conhecer Ahri
( ) Conhecer Jowls
( ) Conhecer Lelouch e Ancrath FALHADO
(/) Conhecer Marshall
(X) Conhecer Alfred
(X) Conhecer Ruby
(/) Conhecer Lancelot
(/) Conhecer Windeck
(X) Beber sangue humano
(X) Arranjar confusão numa taverna loja
( ) Roubar uma casa nobre
( ) Explodir uma casa nobre
( ) Matar alguém importante
(X) Ter um pesadelo
(XX) Fazer o narrador amar a minha char S2
( ) Deixar o Chang Milho narrar uma cena explícita de Sky e Ahri. (Obs: é o mesmo objetivo do Levy, vulga Ahri)
( ) Aprender a perícia “Atuação”
( ) Aprender a perícia “Disfarce”

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~Fala~
~Pensamento~

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Sabe por que caímos?
Para aprendermos a levantar.

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Alfred
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MensagemAssunto: Re: Act I: Gathering Disasters   Act I: Gathering Disasters - Página 11 EmptyQui 21 Abr 2016, 16:15

Ouça enquanto lê: Burn it to the Ground - Nickelback

-X-

20 malditos guardas. Alfred desistiu de contabilizar o placar. A raiva de pensar que teria dez minutos de paz enquanto enchia a cara agora parecia um sonho ingênuo. Ele deu um rosnado baixo de raiva. Sacaria as facas enquanto estalaria o pescoço, com uma expressão de extremo desagrado. Mais uns pra sua conta...

Alfred começaria a dançar... Uma dança estranha e letal. Dead Waltz. Uma movimentação suave e eficiente... Que ajudaria Alfred a se desviar e ainda o permitiria atacar de modo melhor... Com a sua técnica, Alfred começaria a correr pelo campo, mirando em apenas um inimigo por vez. E um ponto mortal por vez. Pulmões. Estômago. Coração. Traqueia. Não importava. Ele não era médico. Mas matar alguém era como abater um animal. Os pontos vitais eram basicamente os mesmos...

Caso todos os guardas forem visitar o Criador, então Alfred diria: - E então? Vamos nos sentar e esperar a nova leva de guardas de bico seco ou vamos fazer nosso próprio mini-Inferno aqui?

Ele não ligava para o que todos decidissem, ele ia com a maioria. Afinal, é assim que funcionam os bandos piratas, ya?

-x-

Off: olhem a teca na minha ficha pls. Post bem bosta pq tô sem pc, postando aqui do cell. Mals se ficou uma merda.

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MensagemAssunto: Re: Act I: Gathering Disasters   Act I: Gathering Disasters - Página 11 EmptyQui 21 Abr 2016, 16:32



Act 1
Gathering Disasters
 
A solidão angustiava o coração de do pobre garoto. A dor, trazida pelos ferimentos de uma batalha, que muito o castigou com os chicotes mordazes, empunhados pelas mãos da sagrada violência. As lágrimas, cujo teor de acalorado desespero, traçavam em seu rosto um caminho úmido e sombrio, capaz de, a outros olhos, caracterizar uma face de puro sofrimento. Entre soluços, um cântico sombrio escapava de seus lábios, dirigido ao Divino como uma última súplica. “Por que me abandonastes? ”. Oh, como o lamento preenchia o som do silêncio. Como, mesmo compartilhando de seu corpo, chorava sua outra personalidade, mesmo que estas as lágrimas fossem vermelhas e delas, em seu rosto se transcrevia a encarnação do ódio. Ambos, jovens, abraçados sobre os mesmos destinos, estavam perdidos em meio à solidão. Deveria de ser, talvez, o sussurro inteligível, mas de inigualável beleza da morte, que preenchia seus ouvidos, que os deixaram tão melindrados. Ah quem confronte a morte de frente sem desesperar, mas a quem, em volto a sua magnificência, se deixe perder ao caos.

Quando tudo estava perdido, uma voz quebrou o círculo de idas e vidas, do mundo dos mortos ao mundo da dor a qual a dupla estava se afogando. Ao abrir os olhos, com muito esforço, Lelouch se deparou com um homem gigantesco. Tentou se desvencilhar de seus braços, mas seu corpo não o respondia. Apenas pode se permitir, ouvir suas palavras. “O que ele quer dizer? ” Se perguntou. Mesmo nunca terem se visto, o homem estava estendendo a mão ao garoto. Dando-lhes algo que nunca tiverem. Talvez seja isso que os livros, a qual perdiam tempo estudando categorizavam como pessoas de bom coração, palavras de amizade e fé. Não fé em deuses, mas em pessoas. Algo que com certeza nunca experimentaram.

Mas tudo se esvaiu mais uma vez.

Acordou segundos depois sendo carregado. Olhou para cima e se deparou com os já conhecidos cabelos verdes. Tomando a frente, um sussurro, que não pode ser ouvido pelo homem escapuliu pela boca de Ancrath. “Seu filha de uma puta! Atire melhor da próxima vez! ”. Como Ancrath queria poder erguer seus braços para acerta-lhe um soco. Tentou se reerguer, mas pelo esforço, gastou o resto de sua energia, mergulhando mais uma vez no redemoinha de trevas a qual, juntos Lelouch Ancrath desbravavam.

Não sabia ao certo se passou horas ou minutos. A dor de seu corpo havia se extinguido, apenas deixando um leve cansaço como lembranças de que tudo aquilo fora real. Lelouch tentou erguer seus braços, e finalmente, pode elevá-los ao alto. Com o sucesso, abriu um leve sorriso.
Olhou para o lado, e viu que se encontrava em uma espécie de enfermaria. Lembrou o gigante e do homem estranho de cabelo peculiar. “Hum...talvez tenho me ajudado. ” Tentou contatar Ancrath mentalmente, mas nada veio em resposta, apenas um leve toque em sua consciência, mostrando que estava ali, ainda furioso e confuso. Mas resguardado em silêncio.
Como não sabia onde estava, e nem tinha ideia do que poderia estar acontecendo, Lelouch tentou gritar, chamando alguém próximo. Sua voz falhou e tudo começou a girar. Ele não sabia ao certo o que estava acontecendo, apenas sentiu a reprovação de Ancrath. Ignorando-o, gritou de novo, tentando alcançar o gigante a qual, inexplicavelmente, Lelouch sentiu certa confiança: -HEY! Alguém pode me ajudar! Onde estou?

Quando sua voz se silenciou, ouviu rapidamente a voz de Ancrath em sua mente. “Retardado, pense na merda que...”, mas antes de ouvir a conclusão, sua cabeça explodiu em dor e mergulhou de novo na terra da escuridão.


Off:
 


Se não crê nos deuses, creia na sua morte.

@Lilah

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MensagemAssunto: Re: Act I: Gathering Disasters   Act I: Gathering Disasters - Página 11 EmptySex 22 Abr 2016, 16:48


ENFERMARIA


O jovem gritou, mas sua voz não pode ser ouvida. Desmaiou novamente, ficando ali mesmo.

TRETA


Reisi tomava a iniciativa, à frente de todos. Parecia um ato de bravura e coragem, ao ver de todos, mas na verdade, um ato de pura covardia. Ele corre pela lateral dos guardas, um ainda tenta agarrá-lo, mas sem sucesso. Ele se joga pra fora da plataforma, pulando no mar, porém, aquela parte já era rasa, então ele aterrissou com sucesso e correu, fugindo pela praia. Seus companheiros podem até se espantar com tal ação, mas, eles nunca se declararam companheiros. Era a primeira vez que eles se encontravam, então era justificável deixar estranhos para trás com “seus próprios problemas”.

O gigante, parecendo não ligar para o abandono de seu futuro ex-parceiro, decidiu ir em frente e se lançar contra os inimigos, usando sua técnica suprema. Porém, os inimigos estavam muito distantes e ele acabou acertando apenas o guarda-chefe. Mas o impacto de um gigante é bem maior do que um simples empurrão, é de fato, como ser atropelado por um trem. A força do gigante joga o guarda-chefe contra os seus próprios soldados, empurrando as duas filas do meio para trás e jogando o guarda um e o guarda dois para o mar. Coitados! Eram de uma cidade portuária, mas não sabiam nadar!

Nicolas, ao contrário do gigante, não deixaria passar a “traição” de Reisi. Ele pretendia mata-lo na próxima vez que o encontrasse e amaldiçoou até a última geração do jovem. Ele sacava suas armas, demonstrando claramente a sensação desgostosa que tomava conta de seu ser por toda vez que queria fazer algo, era interrompido. Seguiu os passos do gigante, cortando em golpes diagonais os guardas três e quatro que estavam mais próximos do grandão. Eles caíram para trás, não mortos, mas estavam bastante feridos pela arma mortífera que eram aquelas espadas. Mas eles estavam só começando. Alfred foi atrás de Windeck e golpeou dois inimigos que estavam à esquerda.

Ahri voltou de seu mundo particular após o estudo, que havia iniciado pouco antes dos guardas chegarem. Ainda bem que ela era um gênio e sua distração contribuía para uma boa leitura, de modo que ela pudesse compreender as coisas sem ser interrompida. Depois de terminar seu estudo, ela pode, finalmente, avaliar a situação. Dois homens ao mar, Marshall na linha de frente e os guardas pareciam atordoados, não esperavam por um golpe tão humilhante em seu respectivo líder. Claramente que, depois deste golpe, eles estavam de certa forma, intimidados e receosos com o que poderia acontecer daqui pra frente. Ahri resolveu se juntar a Ruby, que após tirar os seus sapatos e secar parcialmente sua roupas, animava feito uma verdadeira líder de torcida e Sky, que estava parada à frente, em posição de guarda, tentando convence-las de bater em retirada.

CIDADE


Reisi após fugir, se sentia um tanto cansado, mas não deixava transparecer para evitar suspeitas. Passou por um cartaz de procurado, colado na parede, mas pareceu não dar muita importância. Chegando ao bar, enquanto saia, viu o homem que tinha visto no cartaz, acompanhado de uma mulher. Sua recompensa era 1.500.000 berries, talvez valesse à pena ir atrás dele.

Imagens da Treta:
 

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É isso mesmo, Convidado, eu voltei.

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MensagemAssunto: Re: Act I: Gathering Disasters   Act I: Gathering Disasters - Página 11 EmptySab 23 Abr 2016, 16:52


Estava longe de qualquer perigo no momento, ao menos era o que eu achava, pois minha cabeça já estava prestes a me trair ao ver algo interessante. Um rosto familiar, visto anteriormente em um cartaz de procurado durante a caminhada até o estabelecimento que me encontrava e por incrível que pareça havia sido deixado de lado. Via este encontro como mais uma oportunidade de realizar os meus objetivos, o valor pela cabeça do procurado era muito alto, algo que me faria desfrutar de coisas que no momento atual não seria possível. ─ Um leque de oportunidades. Exclamaria para minha pessoa. Era estranho uma pessoa com um preço posto por sua vida, quem seria eu se tirasse-a por dinheiro, não era meu intuito mata-lo já que eu estava prestes a criar os problemas por isso, porém ele não sairia ileso, apesar de tudo, ainda era um criminoso sem direito à misericórdia.

─ Você! Nos deixe conversar por um momento. Falaria com a acompanhante do rapaz, independente se ela saísse ou não, prosseguiria. ─ Existe uma recompensa em cima de você, e bem...eu vou conseguir ela. Meu olho agora fitaria o indivíduo, minha mão esquerda cairia sobre a bainha de minha arma e a direita em seu cabo. ─ Vou dar a oportunidade para você se render, tem três segundos para se ajoelhar e se desfazer de suas armas. A ordem estava dada, a partir dai cada ação influenciaria no futuro.

Se o meu alvo fosse esperto o suficiente para se entregar, iria guiá-lo para a base mais próxima da marinha - apesar de não saber ficava -. Colocaria-o para caminhar logo à minha frente e posicionaria minha espada com a ponta em suas costas, caso ele tentasse qualquer movimento que não fosse andar normalmente até o quartel general, rapidamente tentaria perfura-lo com um golpe fatal, não seria problema arrasta-lo até lá. Para o criminoso, nenhuma das alternativas era boa, até compreensível seria se ele viesse descontar em mim, porém não permitiria tal ousadia.

Se porventura ele atrapalhasse minhas falas ou se recusasse a se entregar e partisse para o afronte, rapidamente empunharia minha arma. Tentando me acertar com seus membros - sejam eles superiores ou inferiores -, velozmente cortaria-o, com um golpe direto da minha espada visaria incapacita-lo em meio ao seu próprio ataque, não mediria forças, atacaria para ferir gravemente. No caso de ataques com armas, utilizaria minha espada para bloqueá-los, colocaria a arma à minha frente para evitar que tivessem contato físico com o meu corpo, porém se houvesse mais de uma arma, tentaria bloquear o golpe e então utilizar toda minha força para empurrar o meu adversário, me precavendo contra ataques sequenciais e criando um espaço para ação. Uma vez que eu fosse atingido, sem demora tentaria me recompor, ao mesmo tempo que iria me afastando do oponente me esgueirando para trás - apenas se o ataque fosse forte o suficiente para me abalar -.

O criminoso poderia não seguir minhas ordens e no caso de ele esperar o tempo dado passar, iria partir para cima do mesmo, assim como seria posteriormente às minhas façanhas de defesa no caso de investidas. Com a espada em mãos, partiria para cima do homem com uma estocada veloz, a arma seria posicionada horizontalmente ao meu corpo, porém com sua ponta direcionada ao inimigo e com um avanço de posição, tentaria perfura-lo. O intuito era acerta-lo no obro, porém se ele desviasse e durante seu movimento fosse possível acertar algum outro membro, assim faria. Uma vez que desviasse, para qualquer dos lados que fosse, minha espada o seguiria-o, utilizaria toda minha força para aplicar um corte lateral em seu corpo. Evitaria longos espaços de tempo entre minhas ações, aproveitaria as brechas caso elas fossem dadas pelo meu inimigo.

Saindo ileso, não teria outra alternativa a não ser continuar atacando, agora observaria bem o ambiente que estaríamos, vendo se era possível cada ataque e defesa, sem que tivesse algum obstáculo para me prejudicar, evitaria cada móvel ou pessoa nas redondezas, não gostaria de machuca-las sem querem e nem que fossem envolvidas. Novamente tomaria a frente e tentaria atacar antes. Correria em sua direção com a espada próxima ao meu corpo, me aproximando alguns metros, ela tomaria a frente no ataque, um posição favorável que me possibilitaria um ataque ou defesa rápida. Quando a distância se encurtasse o suficiente para acerta-lo, deferiria um corte diagonalmente em seu peito, o mesmo movimento seria feito repetidas vezes apenas alternando os lados de onde se iniciaria. Dentre essa sequencia de golpes revezaria algumas vezes com estocadas.

Todavia se meu adversário tentasse atacar em conjunto comigo ou entre os intervalos dos meus ataques, rapidamente colocaria a lâmina do meu equipamento à frente de sua arma ou membro, tentaria um rápido bloqueio utilizando toda minha força para que não entrasse em contato comigo e posteriormente retornaria a atacar. Nesse bloqueio, sempre tentaria impor minha força física acima do oponente, com o intuito de ricochetear seus ataques, o que poderia mexer com seu equilíbrio, uma ótima oportunidade para minha sequência de agressões quee só pararia quando ele não pudesse mais se mexer.

Uma vez que ele fosse derrotado, incapacitado, ou morto, pegaria seu corpo, colocaria sobre meu ombro de modo que seu peso fosse distribuído por todo o meu tronco e então levaria-o para a marinha ou outro local onde pudesse receber uma recompensa, deixando toda bagunça feita, para trás. ─ Sabe me dizer onde eu posso entregar um criminoso por aqui? Estou atrás de sua recompensa!. Exclamaria para qualquer cidadão no local, porém se nenhum pudesse me apontar um lugar, continuaria andarilhando por ai até avistar algo. Do contrário, se a disputa pela vida continuasse e eu não tivesse conquistado uma vitória, permaneceria "em cima" do rapaz, não largaria o osso, meu alvo havia sido definido e assim como eu, ele não teria descanso.

A excitação em cada golpe estava transbordando em suor, uma batalha que não tinha pé nem cabeça, mas acabara meu trazendo uma estranha sensação de nostalgia, deixou de ser um trabalho para se tornar algo que eu gostava, prestes a ganhar ou perder, apenas minhas habilidades definiriam tal circunstância. "Hoje começa a minha era!" O pensamento que ficaria comigo enquanto a batalha se alastrasse ou não.


Histórico:
 

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Objetivos:
 
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