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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Act I: Gathering Disasters

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Act I: Gathering Disasters   Act I: Gathering Disasters - Página 2 EmptySeg 11 Jan 2016, 22:53

Relembrando a primeira mensagem :

Act I: Gathering Disasters

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis Leonard Darwim Stein, Jowls Bernard, Sky, Lancelot Pendragon e Ruby Rose . A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Act I: Gathering Disasters   Act I: Gathering Disasters - Página 2 EmptySeg 18 Jan 2016, 01:36

Objetividade - 2º Turno

Anteriormente havia cogitado a ideia de ir atrás das pessoas que me fizeram mal. Um pensamento pobre, um tanto quanto estúpido. Estava de mãos vazias e com a guarda baixa, provavelmente a morte seria o meu mais provável destino.  

Agora minha prioridade seria em permanecer na cidade alta. Por algum motivo não aparente as pessoas influentes daquele lugar estavam inacessíveis e eu estava indagado a descobrir o motivo.

Colocar-me-ia a caminho de uma loja de armamentos onde meu objetivo seria encontrar e comprar um Florete. Se me deparasse com qualquer dificuldade no caminho para encontrar uma loja de armas, abordaria e perguntaria para a pessoa mais próxima. - Com licença, você poderia me informar aonde eu posso encontrar uma loja de armamentos? - Estaria de cabeça erguida e com um vasto sorriso no rosto.

Independentemente de como eu chegaria ao meu destino, entraria na loja de armas e me passaria como chefe de guardas de um rei, cujo único objetivo era o orçamento e adquirir algumas armas para reforçar a equipe de guardas. Dirigir-me-ia até o balcão, com minha boa aparência somada a minha voz encantadora iniciaria mais um capítulo de atuação. Pediria objetivamente por um florete dourado. – O Rei tem certa preferência que seus homens usem floretes. Eu vou contra esse pensamento já que acho que uma espada branca seja muito mais letal e segura. Mas é um gosto bastante pessoal de vossa majestade. – Soltaria essas palavras ao léu observando as amostras de armamentos, seja na parede ou balcão, de modo e com tom que o balconista consiga escutar. Em seguida, me apresentaria formalmente ao balconista como um homem forte do Rei. – Olá caro vendedor. Meu nome é Bernardo e sou um especialista em armas de curta e longa distancia. Sou atualmente o homem que possui o titulo de chefe da guarda Imperial sob as ordens diretas do Rei e estou pessoalmente fazendo um orçamento de preços de armamentos mais acessíveis em diversas ilhas da região. – Citaria o forte nome “Rei” como artimanha para aumentar minha credibilidade.

Quando recebesse o florete pelas mãos do vendedor e tivesse o florete já em mãos, faria poses pré-determinadas. Simplesmente iria mostrar o florete, sem pose de ataque, isso faria com que o florete recebesse maior destaque. Depois traria o florete próximo ao meu corpo, fazendo com que agora fosse eu o destaque principal. – Guerreiro que abandona o posto, não merece a espada que conduz. – E finalmente, apontaria a espada com a sua lâmina deitada em direção ao balconista, para que novamente a visualização da espada possa ser a melhor possível.

Por fim, colocaria a espada sobre o balcão e começaria a analisá-la detalhadamente antes de adquiri-la. – A espada de um guerreiro não é outra coisa senão a simbologia de sua coragem e persistência. E é por isso que espero nada mais, nada menos que a perfeição nesse florete. – Com isso, qualquer risco em sua lâmina, pomo, cabo, chappe ou guarda-mão, pormenores ou mais insignificantes que fossem já seria motivos mais do que suficiente para descontar no preço final daquele item e desarmar qualquer que fosse o argumento do vendedor. Ficaria o tempo todo friamente, mantendo-me calmo usando a lógica para negociar e fechar o melhor acordo visando somente o meu lado. – Nosso rei é um homem que sabe ser generoso. E ele deve retribuir grandiosamente àqueles que colaboram pela causa.

Se tivesse sucesso em minha negociação e conseguisse o florete com desconto, com o restante do dinheiro tentaria agora conseguir um revólver. – Eu gostei da maneira como o senhor me recebeu e me atendeu, e como uma mão lava a outra, eu vou levar um revólver de seu estabelecimento para usar pessoalmente. – Dito isso e em posse do revólver, procuraria analisar toda sua parte exterior, um mero risco, seja em seu cano, cabo, tambor, entre outras partes de seu núcleo, seria descontado ao preço final.

Meu objetivo e maior prioridade, com ou sem desconto, era sair do estabelecimento com o florete em mãos, mais precisamente, embainhado. Estaria inclinado a pagar até 30(trinta) mil berries pelo florete, de preferência adquirir com desconto. Os outros 20(vinte) mil berries sobrados, eu procuraria tirar um revólver dos mais simples, o suficiente para atirar e fazer buracos em pessoas. Me despediria do atendente pagando o preço que fosse colocado em ambos os itens, se dentro de minhas possibilidades, claro. Independentemente se, com desconto ou sem desconto, com florete e revólver, ou se apena com o florete. - Muito obrigado, o rei agradece seus serviços, como sou apenas um homem e não poderei levar todo um estoque, levarei primeiramente apenas esse(s) iten(s).

Fora do estabelecimento. Eu tinha conhecimento que era um homem que chamaria a atenção, e que certamente não passaria despercebido a olhos um pouco mais atentos. Decidi então que deveria conhecer melhor o local, as pessoas, assim, faria uma aproximação serena e estratégica em prol deste meu próximo objetivo, a quietação por parte dos nobres e pessoas influentes daquela ilha. Passaria alguns minutos circulando pelo local e escolheria prováveis alvos. Ficaria sempre atento a olhares, e principalmente, se a dama estaria desacompanhada. Colocar-me-ia em direção ao palácio e a todo o momento buscaria por uma dama com belo porte, que até a morte não ousaria destruir. Quanto mais próximo do palácio, com melhores bons olhos seria visto a dama. Olharia em seus pulsos, pescoço e cabelo procurando por joias. Em seu corpo, um magnífico vestido. Precisava me aproximar de uma dama como essa, de porte nobre e preferencialmente com acesso ao palácio. Perfil traçado, aproximaria-me da dama de maneira confiante. Seria sutil, elogiaria e deixaria o papo fluir naturalmente enquanto caminharíamos em direção ao palácio. - Com licença madame. Poderia eu, um mero soldado do rei, acompanhar a madame mais bela entre todas as mulheres dessa ilha? Vejo que as damas tem andado armadas, se me permitir te acompanhar, me certificarei que ninguém te faça mal.


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Lancelot
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MensagemAssunto: Re: Act I: Gathering Disasters   Act I: Gathering Disasters - Página 2 EmptySeg 18 Jan 2016, 13:51

Segundo ato - A misteriosa dama da capa.


O meu público em potencial encontrava-se bem ali, aglutinado por entre algo semelhante a um moinho, circunvizinhado por ínfimas cabanas com algum tipo de monocultura, o que me remetia a arcaicos processos agrícolas, afirmando as minhas convicções pessoais de que aquele pequeno vilarejo, mantinha-se da agricultura de subsistência. Apesar de aparentarem humildade, aquela simplicidade me cativava. Portavam-se humildes e mansos, tão diferentes do meio egoístico e mesquinho em que vivi desgostoso por tanto tempo...

Imenso júbilo percorria-me as fibras mais íntimas, fluindo em meu imo, como a divina seiva a espraiar-se por todo um organismo arbóreo. Não podia sopitar o enorme contentamento de levar a minha arte para tão longe. Encerrara o meu cântico sublime com o afã de quem busca a perfeição. E com algumas mesuras, congratulara o meu diminuto público, que me agraciara com insípidos, mas sinceros aplausos. Talvez estivessem acanhados por não terem o que me ofertar. Quiçá não estivessem afeitos a apresentações desse gênero por ali. Não me importava.

Nenhuma reação me causou mais espanto do que a magnânima atitude da misteriosa jovem de capa. Dez mil berris caridosamente doados em benefício da minha arte. Haveria algo a se questionar? Certamente. Indubitavelmente isso me afligia o aguilhão da consciência. Não era comum ser agraciado com tamanha generosidade. Mas julgava que o meu espetáculo era tão ou mais valioso que aquela quantia, não obstante a falta que o violão me fazia.

Alguma coisa deixava-me mais irrequieto. “Ela me parece ferida... O que lhe aconteceu, jovem dama?", Questionava-me aflito. Mas antes que eu pudesse manifestar a minha gratidão, e indagar-lhe algo a respeito, a misteriosa mulher partia fugaz e sedutora, e para o meu espanto, a sua voz estendia-se como imenso monumento de ternura e mistério, tomando todo o local com a sua graça, afagando meus ouvidos com indescritíveis modulações sonoras. Ainda podia ouvir o tilintar de suas diamantinas notas a penetrar-me o âmago sem pudor.

Irresistivelmente era atraído pelo cântico lúgubre da misteriosa dama. Segui-la-ia de longe, sempre mantendo contato visual. Mas algo no cenário me incomodava. Aos poucos as árvores pareciam mais vergastadas pelas intempéries do tempo, o solo parecia profano e maldito, algo infértil.

Caminharia vigilante pela estrada, a acompanhar-lhe as notas musicais, pronto para oferecer uma rápida esquiva, a fim de evitar quaisquer investidas. A música acaba. Não deixaria abalar-me, mas aquele clima de aventura muito me excitava. Podia notar a música parar defronte uma árvore, com algumas coisas que eu ainda não podia identificar, espalhadas pelo chão. Intentaria em aproximar-me para averiguar melhor os objetos, e buscar a moça para tirar algumas satisfações. – Moça, qual o teu nome? O teu canto é um poema, tão misterioso quanto a tua identidade! Estás ferida??? Quero lhe agradecer pela magnânima generosidade! – Gritaria olhando pelos lados, tentando focalizar a moça em meu olhar, sempre de guarda alta, para quaisquer embustes.

Off:
 

Histórico:
 

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Última edição por Lancelot em Qui 21 Jan 2016, 14:11, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Act I: Gathering Disasters   Act I: Gathering Disasters - Página 2 EmptySeg 18 Jan 2016, 14:14





Going to Hell


...Hum… Interessante… Talvez ela seja útil para me ajudar a superar a minha perda… Alta, magra, um rosto que mostrar curiosidade e um corpo que demonstra a agilidade que um praticante de artes marcial tem... Após um ano aqui, esta é a primeira pessoa que parece ter o estatuto de nobre que me desperta alguma curiosidade. Mas tenho os meus próprios objectivos, vim para esta loja me armar e comer aquele velho nojento… Foco Sky, foco!
A jovem Sky ficara curiosa com a jovem nobre que entrara na loja, uma vez que não se via um nobre numa loja de armas todos os dias. Sky ficou a olhar-la e a analisar o seu porte físico, que lhe deu pistas de praticar algum tipo de exercício, mas não conseguiu bem saber qual. Embora ela quisesse conversar bastante com a jovem moça que entrara, tinha que cumprir os seus objetivos ali na loja. Mesmo com os seus pensamentos dizendo que haviam coisas mais importantes para fazer, instantaneamente e quase subconscientemente soltaria um caloroso e acolhedor – Olá…- e virar-se-ia para o velho e diria – Uma ninjaken e um kit de shurikens- e por uma fração de segundos lembrar-se-ia de uma falha importante no seu plano.
 Bolas… O meu plano tem um pequeno problema, como é que vou matar e comer o velho com esta gente aqui na loja? Talvez esta loja tenha um ponto cego… Mas onde? E mais, não posso desperdiçar tanta carne, tenho que procurar uma mochila para por a carne do velho, e em vez de o comer aqui, beba só o sangue…
Após o problema de seu plano ser encontrado, Sky acrescentaria para o velho- E também procuro uma mochila – e então esperaria indicações do velho e iria de encontro com os itens que desejava e, em seguida, procuraria um ponto cego na loja, se o encontrasse, ela chamaria o velho pedindo ajuda para pegar alguma coisa que se encontrava num local inacessível pela pequena, esperaria o momento em que o velho estivesse de guarda baixa e trespassaria a arma pela cabeça dele, com o intuito de, num golpe certeiro, na parte de trás do pescoço, separar o seu crânio do seu corpo. Caso o ataque não matasse o velho e ele tentasse contra-atacar, Sky aproveitaria o seu tamanho e desviaria para o lado mais livre que tivesse. Se o velho tentasse algum ataque da sua cintura para baixo, Sky saltaria o mais alto que pudesse, com ambos os joelhos quase tocando em seus peitos pequenos, e, quando atingisse a altura suficiente, com a perna direita, tentaria um chute onde sua tíbia acertasse o frágil pescoço do velho. Durante o salto, teria ambos os braços em guarda, protegendo as costelas e o rosto, caso falhasse e fosse atingida. Se o ataque fosse da sua cintura para baixo, mas na vertical ou em profundidade, a garota daria três passos rápidos e curtos para a direita, pondo-se de perfil e, agachando-se rapidamente, tentaria um soco nos testículos do homem, acertando, tentaria perfurar-lhe o estômago para depois acabar de vez com ele. Se o ataque viesse da sua cintura para cima, quer fosse na vertical quer em profundidade, repetiria o mesmo procedimento anterior, contudo, não se agacharia, limitar-se-ia em erguer o pé direito e chutar os testículos do velho para depois golpeá-lo na nuca quando ele se abaixasse de dor. Caso o ataque fosse horizontal, abaixar-se-ia, quase de cocaras, imitando um sapo, e de seguida, fazendo impulso com os pés, ergueria todo o corpo para tentar perfurar o coração do homem. Caso o ataque tenha morto o velho mas ele fizesse algum barulho Sky disfarçaria o melhor que pudesse, evitando chamar às atenções. Se o velho não fosse lhe dar auxilio ou Sky não tenha sido capaz de encontrar um ponto cego na loja, ela esperaria as duas pessoas com sacolas nas mãos saírem e, já sem paciência, pegaria no que queria, aproximar-se-ia do velho e perguntaria –Hmm… será que corta bem?- e daria um riso malicioso para o mesmo, caso a resposta do velho seja positiva ou se ele não responder, ela diria com um olhar assustadoramente calmo –Vamos, testá-la…- e sacaria a arma no mesmo instante e tentaria cortar a garganta do velho e, no caso dele morrer, beberia naquele mesmo instante o sangue que escorresse pelo pescoço e cortaria os bíceps, gémeos e nádegas do velho guardando na mochila. Caso a jovem nobre presenciasse o ocorrido, Sky virar-se-ia para ela e diria – Leve o que quiser, é por minha conta. Eu gostei de você, parece ser uma pessoa interessante então gostaria que andasse comigo, se não fosse um incomodo… Mas lembre-se, ponha-se no meu caminho e não terá mais que se calçar, pois ficará sem os seus pés…- E sairia da loja caso a jovem nobre não tivesse nada para acrescentar.
Citação :
Histórico

Nome da Personagem:
Sky
Nº de Posts: 2
Canibalismo: (2/5)
Nº de vítimas: 0
Ganhos: N/A
Perdas: N/A
Coments Extras: Post fraco como o anterior, mas prometo que a longo prazo isso irá mudar.

Objetivos escreveu:
( ) Arranjar uma ninjaken
( ) Arranjar um kit de shuriken
( ) Encontrar os futuros companheiros de bando no Porto Branco
( ) Encontrar os futuros companheiros de bando fora do Porto Branco
( ) Beber sangue humano 5 vezes (0/5)
( ) Arranjar confusão numa taverna
( ) Roubar uma casa nobre
( ) Explodir uma casa nobre
( ) Fazer 6 vítimas (0/6)
Thanks for @Lovatic, Cupcake Graphics



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~Fala~
~Pensamento~

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Sabe por que caímos?
Para aprendermos a levantar.

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MensagemAssunto: Re: Act I: Gathering Disasters   Act I: Gathering Disasters - Página 2 EmptySeg 18 Jan 2016, 19:39

02 - Primeiras impressões...

Qualquer que fosse o final desse dia, definitivamente seria a primeira guinada no meu destino. Sei disso, e diria que posso sentir como se já tivesse uma bagagem de outras vidas para carregar. As ruas não poderiam ser mais cotidianas, e é exatamente por isso que tenho que sair desse lugar, viver assim é um desperdício de ar, de espaço e da grandiosidade que uma alma pode ser.

O ambiente não passou despercebido, pude notar a rotina dos habitantes enquanto saíam de suas casas, enquanto andavam por seus caminhos, mas um quê repetitivo, não tinha certeza se duas ou três vezes homens de sobretudo e chapéu cobrindo a face me fizeram questionar. Ora, quem são eles? As pessoas encerradas em si mesmas não os percebem, mas eu sim... E essa situação já havia acontecido algumas vezes, só podia concluir que a presença deles, fosse apenas momentânea ou duradoura, acabaria por trazer alguma notícia no jornal de amanhã. Quebraram a rotina, e isso me animou imensamente, um sorriso que não fazia questão de esconder.

Como já previra chegar a loja foi fácil, não era tão grande, mas tinha muitas prateleiras para se olhar. Quem sabe minha bota esteja aqui... O pensamento quase se perdeu ofuscado pela presença da pequena jovem de cabelos cor de cerejeira e rabos de cavalo a altura da cintura. De fato, nunca havia conhecido alguém como ela, mas já havia alguma identificação, afinal também vestia branco e preto, não sou de julgar um livro pela capa e definitivamente nada poderia dizer apenas por sua aparência ou de olhar em seus olhos, mas havia uma aura, uma sensação de que essa aparência inofensiva e até divertida a julgar pelo todo bem poderia ser alguém interessante de conhecer. Meu deus! Quase deixava escapar minha súplica de tanta curiosidade que tinha sobre a garota.

Olá...

Gemi em resposta após meu último pensamento ter sido cortado por aquele súbito cumprimento. Corei levemente enquanto me recompunha, mas antes que pudesse dizer algo a garota havia pedido alguma coisa para o lojista. Uma nijaken e um kit de shurikens. E também procuro uma mochila. Não iria interrompê-la afinal minha educação não permite, quem sabe depois se houvesse oportunidade.

Nada podia fazer senão esperar a minha vez de ser atendida, e caso o velho levasse aquela garota para dentro da loja a fim de mostrar-lhe alguma coisa permaneceria em meu lugar bem de frente ao balcão, prestaria atenção no ambiente afinal desde que parti sempre estive alerta em meu caminho, checaria olhando em volta com calma se havia mais alguém ali além daquele senhor de longas barbas negras e grisalhas, e além daquelas duas pessoas com sacolas saindo para a rua com seus pertences. Se percebesse alguém mais ficaria prestando mais atenção nessa pessoa por um instante a fim de saber o que ela fazia sem deixar de reparar no resto do ambiente a minha volta. Se a pessoa se mexesse estaria pronta a andar calmamente em sua direção a fim de verificar o que ela estaria a fazer, se algum barulho estranho viesse do fundo da loja pularia o balcão em direção a ele esperando pelo melhor, e se encontrasse um cenário de luta ou de morte não saberia o que fazer a princípio, tentaria manter a calma.

Mas se caso eles ficassem ali observaria ao redor como pretendia desde o início e esperaria pacientemente a minha vez de ser atendida. E se a garota conseguisse o que pediu pensaria. Bem a loja tem coisas exóticas, uma bota será fácil... E se os acontecimentos seguirem por esse caminho, apenas Deus ou Deuses poderiam saber quais as implicações das escolhas que fazemos, das pessoas que realmente somos se damos algum espaço para que de fato nos conheçam. Aprenderia essa lição em breve.

Hmm... Será que corta bem? E o riso malicioso da garota revelou um lado que eu não conhecia tão pouco podia sugerir. Vamos testá-la... E sacando a arma o que ninguém podia esperar estava prestes a acontecer, a pequena e inofensiva garota tentava cortar de surpresa a garganta do velho. Podia supor pela minha experiência como médica prodígio, que se aquilo acertasse ainda que não decepasse a cabeça do homem, em segundos a hemorragia o mataria. E digamos que existam pelo menos três tipos de reações a esse tipo de coisa inesperada, minha constituição não me permitia desmaiar, e o sangue já estava acostumada a ver, contudo minha inteligência me daria a frieza para não avançar no velho ou naquela garota perigosa sem pensar antes, frieza é de fato uma qualidade da família Liliver. A emoção não sobrepunha minha razão, e embora parecesse insano havia de ter alguma razão e de novo é a curiosidade que me move e não me deixaria sair dali sem verificar essa pequena garota e qual senso de humanidade ela teria para praticar tal ato, afinal, se não fosse presa poderia ser tratada, esse é um pensamento que só um genuíno médico poderia ter numa hora como essas.

Leve o que quiser, é por minha conta. Eu gostei de você, parece ser uma pessoa interessante então gostaria que andasse comigo, se não fosse um incômodo... Mas lembre-se, ponha-se no meu caminho e não terá mais que se calçar, pois ficará sem os seus pés...

E essa frase quebraria minha inércia contemplativa e avaliadora da situação, certamente não seria uma má ideia guardar aquelas mesadas que tinha para outra coisa, de outro lado não parecia ser prudente desafiar ou contestar os atos da garota, argumentar ali na loja, com um corpo mutilado sobre o balcão parecia estúpido e permanecer ali seria mais estupidez. Então de fato, se tudo isso acontecesse eu pularia o balcão para dentro em direção as botas que tivesse observado antes, pegaria meu par e as colocaria no pé arrancando qualquer etiqueta ou identificação da loja, após sairia dali o mais rápido possível assentindo em direção a garota sobre acompanhá-la, com uma expressão de coragem e determinação nos olhos, seria coragem, loucura, ou apenas imaturidade, mas assim sou eu, sou Ahri, a ingenuidade ainda não foi superada por meu intelecto e em alguma parte de mim ainda achava que podia ajudar essa menina da qual nem sei o nome ainda.

E antes que parecesse muda nessa situação após alcançar a garota diria algo que serviria para tranquilizar mais a mim do que ela, seria uma resposta que normalmente o duplo sentido passa despercebido já que ela me convidou a estar do seu lado. Sim vamos, eu posso te ajudar.

Considerações:
 

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Última edição por Ahri.Liliver em Qua 20 Jan 2016, 21:59, editado 5 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Act I: Gathering Disasters   Act I: Gathering Disasters - Página 2 EmptyTer 19 Jan 2016, 16:06

Andar nas ruas da cidade baixa sempre me deixava tensa e agora que estava sozinha no mundo parecia me sentir mais tensa, com aquela sensação de que algum problema logo irá acontecer e eu estou sem minha foice, não gostava de me sentir assim e não pretendia continuar assim por muito tempo.

Fui para uma loja de armas e tentei comprar minha foice já sem sucesso, o velho desgraçado queria 80 mil berries por uma foice de 30 mil, e eu não tinha este dinheiro então precisava arranjar uma maneira de conseguir minha foice antes que surgissem problemas, mas antes que eu conseguisse bolar um plano ou ameaçar o dono da loja, percebo o som de um gatilho de arma e um homem escondendo o rosto este estava todo de preto e com uma arma já engatilhada, não tinha muito tempo para pensar e estava sem a minha foice, o que era um problema pois me obrigava a evitar combate.

Meus instintos de sobrevivência me diziam que só havia uma coisa a fazer devido ao tamanho reduzido da loja, e essa coisa era pular o balcão fingindo ser uma menininha com medo. Como o homem estava pronto para atirar e era um local pequeno, correr na direção dele não seria uma boa opção o melhor que eu podia fazer era pular o balcão e me esconder atrás do mesmo enquanto procurava uma foice, era isso que faria, após perceber o homem atuaria de forma a parecer uma garotinha assustada, fazendo uma expressão de susto e soltando um grito de uma garotinha assustada – ÁÁÁÁÁÁÁÁ - em seguida colocaria minhas mãos no balcão e flexionaria os joelhos para me impulsionar para cima do balcão de forma a rolar por cima dele e cair do outro lado na frente do velho.

Ao cair do outro lado me manteria abaixada atrás do balcão tentando ouvir o que o homem estaria fazendo, sabia que o atendente iria falar algo sobre o que eu fiz esbravejaria algo, mas simplesmente ignoraria ele esperando que logo o homem de sobretudo chamasse a atenção do velho, escondida atrás do balcão procuraria uma foice assassina que estivesse ao meu alcance, caso não encontre uma foice assassina pegaria uma outra foice mais comum caso encontre, e se não encontrar nenhuma foice me manteria atrás do balcão fingindo estar respirando de forma ofegante e com medo, enquanto presto atenção no que o homem estranho está procurando.



OBS::
 

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Alfred
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MensagemAssunto: Re: Act I: Gathering Disasters   Act I: Gathering Disasters - Página 2 EmptyTer 19 Jan 2016, 18:19


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 Alfred estava cansado.

 Cansado de ter que se esconder pelos cantos mais fedidos de Frushin, o mordomo estava puto com o fato de agora wannabe mercenários queriam a cabeça dele. Hmpf. Por sorte, nenhum deles era nem ao menos remotamente decente com armas, então o jovem acumulava mais e mais mortes em seus ombros e seria assim até o dia depois do Fim dos Tempos.

 Porém, nem só de armas roubadas e abandonadas no local da batalha na fuga vive o homem. Bem, é algo do tipo. Ele precisava de uma faca. E naquele momento Alfred amaldiçoou a própria burrice ao se lembrar da faca excelente que abandonara ao lado de Plástico Bolha...

 Enfim, rememorar os bons e velhos tempos não fariam bem a ninguém. Por isso, usando seu look neutro (camisa branca, calça cinza, gravata e o colete roxo-claro), o jovem sairia por aí procurando uma loja de armas qualquer onde pudesse arrumar uma boa faca para poder se virar até... sei lá... deixar de ser um wannabe pirata e virar pirata de verdade. Naturalmente, ele não poderia atear fogo na parte rica da ilha e saquear tudo. Mas olha...

 Voltando ao mundo real, Alfred sairia por aí até achar uma loja de armas onde pudesse arrumar uma faca minimamente decente. Ele entraria, pediria de modo frio e educado: - Com licença, eu gostaria de comprar uma faca. Posso dar uma olhada? - Então veria o que a loja tinha para oferecer e, quando achasse algo bom, ele perguntaria: - Hm, essa me parece boa. Quanto custa? - e, dito o preço, Alfred teria dois cursos de ação definidos: 1 - Se fosse um preço bom, ele pagaria (coisa de uns trinta mil berries); 2 - se fosse muito caro (ou um roubo), o púbere iria pechincar e, se ele mantivesse o preço exorbitante, o jovem o chamaria até um canto mais escuro e menos visível da loja e... bem... pobre balconista, tsc tsc, perdeu a cabeça... literalmente, ou sei lá, Alfred o mataria de outra forma, tipo abrindo o tórax e tal. Então, o que quer que ele fizesse, o jovem iria guardar a faca em uma bainha que encontrasse na loja e a poria em sua cintura, num local fácil de sacar. Ah, e ele também roubaria um isqueiro e um maço de cigarros. Feito isso, ele sairia dali, já com planos de sair de Frushin. Ele já viu o suficiente dali para toda uma vida. Talvez encontrasse algo interessante entre os wannabe Tenryuubito.
-x-
Off:
 

Histórico:
 


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MensagemAssunto: Re: Act I: Gathering Disasters   Act I: Gathering Disasters - Página 2 EmptyQua 20 Jan 2016, 16:24

Primeiro ato: Sombra

Tudo que eu queria no momento era um pouco de paz e tranquilidade para pensar no que faria a seguir. Minha mente estava um caos, o que não é muito normal, mas meu coração apenas visava uma coisa, o objetivo que nunca sairia de minha mente e de meu coração, ser o melhor, e nunca desistira antes disso.

Apesar de já ter me redimido com a lei, o que era bom porque não terei ninguém me atrapalhando enquanto vou atrás de meu sonho. Mas mesmo depois tudo o que ocorreu as pessoas ainda me olhavam torno na rua, e quando me viam as crianças fugiam. Eu não ligava mas também não as culpava, estar perto do "Sombra" não era um coisa que as pessoas queriam, não depois de tudo o que fiz.

Mas mesmo com as pessoas me olhando torto, algumas ainda olhavam para mim e sorriam de leve por ter tornado essa ilha um pouquinho mais segura. Mas nada daquilo importava para mim, o único reconhecimento que queria das pessoas era por ser o melhor, e por hora meu sonho ainda estava distante.

Como estava a fim de relaxar um pouco por hora, procuraria me dirigir a um bar ou uma taverna que não estivesse muito longe de minha localização atual, e por conhecer os becos da cidade, sempre que pudesse tomaria um atalho para chegar até meu objetivo. Caso finalmente chegasse a meu objetivo, pararia por um momento e daria uma boa olhada no local e adentraria ali.

Ao entrar no local apenas me dirigiria até o balcão sem dar muita atenção as outras pessoas que ali estivesse, não queria chamar muita atenção das pessoas principalmente se fossem pessoas do mundo do crime que passaram a ter um ódio especial por mim. Apenas me sentaria em um banco qualquer em frente ao balcão e ficaria de cabeça baixa e em silêncio, apenas abrindo a boca para fazer meu pedido.

- Uma dose de vinho ou uísque por favor -
Diria calmamente a(o) balconista, em um tom baixo e claro, para que ele não viesse a perguntar algo, pois não queria chamar atenção ali.

Enquanto esperasse, cruzaria meus braços e os apoiaria sobre o balcão, enquanto apenas ficaria ali em silêncio, procurando ficar atento aos movimentos das pessoas que estivessem próximas, olhando de relance para elas uma vez ou outra.

Quando meu pedido chegasse a mim, agradeceria a(o) balconista dizendo - Obrigado - e beberia um gole da bebida.


OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: Act I: Gathering Disasters   Act I: Gathering Disasters - Página 2 EmptySab 23 Jan 2016, 11:30



Act 1
Gathering Disasters
 
Veio até ele. Como uma amante, silenciosa, e deveras persuasiva. O tomou em seus braços e o prendeu a correntes de dúvidas e sofrimentos. Sentiu-se perdido em meio a turbilhões de questões insolúveis. Tudo se esvaiu.

Abriu seus olhos e estava em um quarto escuro. Gotas de suor transcreviam caminhos sob sua pálida pele. Sentiu dor. Olhou para o local, onde uma fincada, como ferrões em brasas o perfurava repentinamente em seu âmago. Tentou se erguer, mas algo o impedia, o segurava em seus braços, o mantendo deitado. Olhou em volta, um estranho sentimento, o qual havia experimentado a muito tempo, o instigava. Medo? Desespero? Talvez ambos. “Não se desespere por tão pouco, pobre Lelouch. ” Uma voz retumbou em sua mente, firme e viril. Fazendo que a confiança tomasse seu lugar de direito, rompendo as correntes, livrando-o das mãos que o agarrara. Permitindo que se reerguesse.

Levantou-se e se viu diante de um enorme espelho, que reflete nada mais que sua imagem. Um garoto sofrido, de olhos arrogantes e frios, do mais inquietante vermelho. A face de um demônio. Se aproximou e ergueu a mão, tentando tocar a pessoa que ali estava emoldurada, soube que não era ele, pois a imagem no espelho não o imitou, pelo contrário, apenas sorriu. Um sorriso de deboche e ironia, sorriso o qual Lelouch aprendera a detestar.

“Pobre Lelouch. Não sabe se reconhecer. ”

Não foi diferente da primeira vez em que ele ouviu a tal voz. Um sentimento de angustia o percorreu. A voz áspera e penetrante, invadiu sua alma e o colocou em estado de submissão. Era poderoso demais. O enviado dos deuses. A voz apenas ria.


“Acho que já dormiu de mais, não? ” –disse enquanto saia vagarosamente do espelho. Uma máscara negra, com um sorriso aberto e amedrontador estampado em sua fronte. Seus olhos arregalados e expressivos, como um lobo em frente a sua já ferida presa. “Acorde pequeno Lelouch. Temos muito a fazer! ”


Lelouch despertou em um salto. Sua língua estava áspera e seca. Tossiu, em resposta as reclamações de sua garganta, que implorava por algum líquido. Sentia-se bobo pelo sonho que tivera, mas já estava se acostumando, pois, aquele sonho vinha se repetindo constantemente em sua mente. Sentou-se e juntou as mãos diante a sua face para orar o sangue aos deuses. Alguns minutos se passaram, quando começou a sentir uma inquietude em seu interior. Algo estava ficando impaciente, e sem poder se controlar, Lelouch gargalhou.

“Você não consegue ficar um segundo parado se quer, não é mesmo? Estou orando aos deuses. ”

“Isso é bobagem Lelouch. Perda de tempo. Se quer fazer direito, corte o pescoço de uma ou duas crianças e as envie aos deuses tomando seu sangue. Isso sim é digno deles. ” –A voz que estava em seus sonhos, respondeu mostrando total impaciência. Lelouch já aprendera a entende-la. A reconhece-la e a conviver com a única pessoa a quem podia confiar. Ele mesmo. Ou, algo dentro dele.

“Nem tudo é na base do sacrifício Ancrath, você já deveria saber disso! Mas não vamos discutir, estou com sede e preciso beber algo. “

“Aproveite essa oportunidade, me deixe sair, eu farei os sacrifícios e matarei sua sede “numa” porrada só. ”

Lelouch não chegou a responde-lo. Apenas sorriu, se divertindo com este papo furado. Gostava de conversar com Ancrath, ambos eram bastante diferentes, mais compartilhavam da mesma dor e ponto de vista, além do mesmo corpo é claro. E Ancrath, era o único que conseguia resplandecer o sorriso no rosto de Lelouch.

Ambos sabiam que estavam em algum lugar da Cidade Baixa. Lelouch lembrava-se muito bem das histórias transcritas nos livros de história antiga sobre Dawn Island. Uma ótima cidade para se residir. Assim pensou quando deixou sua amaldiçoada ilha em busca das verdades do mundo. Mas quando chegou, não fora bem recebido. E soube, naquele momento, que não importa onde fosse, seria visto com maus olhos e julgo indiscriminado. E era quando isso acontecia, que Lelouch tinha prazer em deixar que Ancrath tomasse conta da situação e respirasse ar livre. Para que fossem julgados diante o trono dos deuses.

“Vamos para um bar? ” –Perguntou Ancrath. Enquanto sussurrava alguma cantiga inventada na hora. Algo sobre bebes sem cabeças e mães devoradoras de órgão. Na maior parte do tempo, Lelouch tentava ignorar suas canções.

“Não sei se é uma boa ideia. Não nos receberam bem. Não quero chamar atenção dos brancos no momento, e sei que você irá se descontrolar, caso alguém olhe torto. ”

Ancrath gargalhou. Já disse, que toda vez que ele fazia isso, Lelouch se arrepiava? Se não, fique sabendo. ‘A gargalhada de um psicopata, pode destruir a alma de um justo’. Assim dizia um livro, cujo Lelouch havia lido em um dia tedioso na caverna. A risada de Ancrath não destruía sua alma, mas a feria gravemente, toda vez que entoada. Era algo beirando a loucura. Mas se os deuses o enviaram, Lelouch haveria de sempre acreditar no “Arauto” dos deuses.

“É, isso pode acontecer. Além que não temos dinheiro. Mas que se foda, eu quero experimentar esse tal de Rum que os livros descrevem. Nós perdemos quase 20 anos numa caverna Lelouch. Temos que descobrir as verdades do mundo não é mesmo? ”

Lelouch não pode contestar tais argumentas. Não conhecia muito do mundo, a não ser pelo o que lhe foram contados pelo xamã, ou pelas tintas transcritas como palavras em folhas velhas e mofadas dos antigos livros. Se fosse para conhecer a verdade do mundo. Que assim seja.

Ambos caminhariam pela cidade, tentando não chamar atenção para si. Em busca de alguma taverna, o qual poderiam usufruir de uma boa bebida. Não tinham a menor intenção de pagar, apenas pediriam a bebida, a tomaria e iriam em bora. Os brancos não poderiam ser instigados a persegui-los. Isso era certo.
Ao encontrar um bar, sentaria em algum lugar o fundo, longe de olhares curiosos e pediria um pouco de Rum. Caso a taverna estivesse lotada, iria para um dos cantos e lá, se manteria em pé. Após tomar o Rum, ficaria ali por alguns minutos, tentando ouvir a conversa e se inteirar do que acontecia nas cidades baixa e alta.


Off:
 



Se não cê nos deuses, creia na sua morte.

@Lilah

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MensagemAssunto: Re: Act I: Gathering Disasters   Act I: Gathering Disasters - Página 2 EmptySab 06 Fev 2016, 21:10

Leonard Darwim

Leonard estava começando a desconfiar da situação na qual se encontrava. Aqueles estranhos policiais e a reação do bar-man entregaram qualquer disfarce ou discrição que estava tentando ser mantida. O futuro pirata precisava descobrir o que estava acontecendo, ele começava a pensar em maneiras de como entender a situação sem chamar muita atenção ou trazer suspeitas.

O cientista pedia pera o balconista que lhe desse um cigarro, um pedido que foi ligeiramente atendido. O homem colocava a mão por debaixo do balcão e tirava uma caixa branca com vários maços, entregando-os para o cliente. Com o cigarro em mãos o cientista poderia continuar sua busca por informações. Ele se levantava da banqueta onde estava deixando o copo ali, levando apenas o cigarro para usar como desculpa.

Leon se aproximava da mesa onde os policiais debatiam e ficava parado entre dois policiais que ao perceberem sua chegada, paravam a conversa e olhavam fixamente ao loiro. – Olá camaradas! Vocês tem fogo aí? Deixei meus charutos no meu imenso navio, incluindo meu fósforo... O futuro pirata recitava suas palavras que eram quase ignoradas pelo grupo. Provavelmente eles já estavam acostumados a lidar com aspirantes de piratas bêbados. Um dos fartados que estava próximo de Leonard puxava algo da cintura de sua calça. Um revolver era apontado para a cara de Leornard, a morte era visível pelo buraco de saída da bala. Se você continuar a perturbar nossa conversa eu iria ajudar a acender seu cigarro com as faíscas do meu revolver. O homem dizia com sua voz ríspida e fria, ele queria distancia de qualquer um e usava o medo para espantar indesejados. Enquanto a arma ainda estava apontada para a face de Leonard, era possível ver que todos os policiais estavam a usar espadas, o que seria péssimo caso o cientista tentasse de alguma maneira revidar.

Lancelot Pendragon

O artista se sentia um tanto quanto chateado com o fato de todo o seu talento só lhe rendeu míseros 10 mil berries, algo que não faria muita diferença, mas era tudo que conseguiu até então. A mulher que havia lhe dado aquilo andava em direção a cidade baixa. Seu rosto não era visível, mas sua voz o chamava. Uma linda e calma melodia atraia os ouvidos de Lancelot que parecia ser o único que havia reparado no grande talento da moça. Não havia outra opção, o homem começava a seguir a moça que já havia sumido de sua vista, sendo guiado unicamente pela voz da mesma.

O homem seguia a melodia pela estrada infértil e pobre que existia fora das regiões da muralha de Porto Branco, uma região muito pobre e deserta onde qualquer tipo de pessoa poderia se esconder. Casas de madeira e papelão rodeavam a estrada a cada passo que o homem dava em direção a cidade. Apesar das casas, não havia ninguém do lado de fora, estavam todos escondidos dentro de seus cômodos, provavelmente almoçando, mas nada poderia ser afirmado.

Ao chegar próximo da enorme muralha negra que separava a cidade de Porto Branco da região pobre, algo chamava a atenção do homem: As portas estavam abertas e nenhum guarda estava a postos, uma entrada livre para todos que estavam do lado de fora. Algo muito incomum de ocorro, o que simbolizava que algo muito errado estava para acontecer. Mesmo sabendo que algo estava errado, o homem não podia desperdiçar aquela oportunidade de entrar e achar a moça da melodia.

O homem seguia a melodia que parecia zumbir como um inseto em sua cabeça, era como se uma voz indicasse as direções que deveriam ser tomadas. Lancelot apenas as seguias, sendo levado a uma região onde haviam várias lojas, uma área que deveria ser muito movimentada mal havia uma alma a vagar, era como se todos os cidadãos daquela ilha tivessem sido varridos para outro local. Mas alguém ainda estava lá, parado em frente de uma loja de roupas estava em pé uma jovem moça de cabelos longos e negro, seu rosto ainda era escondido por estar de costas para o homem, mas sua melodia era facilmente ouvida. Foi então que um tiro perturbava a música, um disparo havia sido feito dentro de uma loja. Lancelot não sabia o que fazer, ele iria falar com a mulher ou adentrar a loja em questão para saber o que se passava por lá ?

Sky

A jovem de cabelos rosas se interessava um pouco na nobre que acabava de entrar e até queria conversar um pouco com ela, mas ela tinha que ser direta ao ponto, queria matar aquele velho dono da loja e saciar seu vício doentio pela carne humana. Primeiramente ela era gentil ao homem, pedindo aquilo que ela queria comprar para depois mata-lo cruelmente.

Ela olhava cada ponto da loja, não havia nenhum ponto cego, a loja era um retângulo perfeito onde qualquer um conseguiria ver o que se passa em qualquer ponto da loja, provavelmente feita dessa forma para evitar que alguém se esconda na loja. Então só restava esperar para um bom momento, ela fazia seu pedido por armas e uma mochila. O homem olhava com seus olhos brilhantes, talvez ele tivesse se encantado com alguma coisa. Bom, a secção de armas ninjas se encontram ali no canto esquerdo no fundo da loja, enquanto a mochila... Disse ele após parar de apontar para o canto e se abaixar para pegar algo. Temos essa aqui, ela é um pouco antiga mas fazer o que, paramos de encomendar mochilas pois não faziam mais pedidos Disse ele com esperanças que a menina levasse aquela mochila que provavelmente estava no loja à alguns meses. Ele deixava a mochila em cima do balcão enquanto a menina se dirigia para a localização de suas armas, Ela pegava uma Ninjaken simples justamente com um kit de shurikens que seriam de melhor utilidade no futuro. A espada ninja seria de ótima função no momento, pois a menina queria testa-la.. da melhor forma possível.

Ela chegava perto do atendente e perguntava se a arma cortava, com um leve sorriso no rosto. Mas é claro que corta, nossas armas são impecáveis e com certeza serão de seu agrado.  O sorriso da menina cresceu, seus olhos brilharam e um "vamos testa-la" saiu de sua boca com um sono tenebrosos. A menina já sabia que a única pessoa naquela loja era a nobre de cabelos loiros, o velho e ela mesma, ela cuidaria da loira depois de fazer seu desejo realidade. Com um movimento rápido a jovem avançava sua ninjaken contra o pescoço do homem. A lamina metálica da espada passava pelo pescoço gordo do homem, mas então parava... A mão do lojista segurava com força os punhos frágeis da menina, a barba também protegia o pescoço do homem o suficiente para fazer com que o corte atingisse apenas 1/5 do diâmetro do pescoço, o que não era o suficiente para mata-lo, mas causava um ferimento grande que fazia a roupa e a barba do mesmo serem machadas por sangue, assim como a espada da menina. O medo e a adrenalina circulavam em seu corpo, sua vontade de beber aquele sangue escorrendo era grande, mas as mãos rusticas do homem apertavam as pequenas mãos de Sky, fazendo ela sentir muita dor. Desculpa jovenzinha.. mas eu já estou acostumado com tentativas de roubos nessa loja Dizia o homem enquanto apertava ainda mais a mão da jovem de cabelos rosas.

Ahri Liliver

A jovem se mantinha distraída enquanto esperava sua vez na fila, era fácil para a menina se distrair era quase que uma habilidade especial. Ela olhava de um lado para o outro, observava as várias armas a procura de sua bota e ao mesmo tempo olhava a menina de cabelos rosas que tanto tinha conseguido sua atenção. Ahri era bem distraída, esperar até sua vez chegar não eram algo difícil, mal ela tinha percebido que apenas haviam 3 pessoas o que deixou a mesmo um tanto quanto confusa pois não tinha visto as outras duas pessoas com sacolas saindo do local.

Após ter voltado ao mundo de sua distração a situação estava um pouco diferente. A menina estava conversando sobre a arma que ela tinha pego no canto da loja, eles conversavam normalmente quando em um movimento rápido da jovem a espada quase cortava o pescoço do dono, mas emperrava antes de chegar na metade. De onde a loira estava era possível ter uma visão privilegiada do acontecimento. As grossas mãos do homem impediam que a menina continuasse o corte e a menina parecia sofrer um pouco, provavelmente sua mão estava sendo esmagada pela do vendedor. A menina não sabia o que fazer, estava tentando se manter calma, mas ela tinha que tomar uma decisão, uma escolha.. A jovem loira estava sobre total tensão quando uma porta se abriu, alguém aparecia na entrada daquela loja um homem bem vestido estava a presenciar toda a cena sem saber o que fazer, provavelmente tendo os mesmos pensamentos que Ahri teve ao ver a cena.

Jowls Bernad

Jowls estava a procura de vingança, ele queria fazer com seus antigos companheiros aquilo que tinham feito com ele. Por conta daquele acontecimento o mesmo tinha receio a confiar nas pessoas, o que poderia torna-se um problema, pois ele sabia que estaria em desvantagem numérica caso encontrasse aquele grupo de espadachins. Apesar de sua curiosidade dizer para ele seguir o grupo de policiais até o bar nos dois extremos das cidades, sua mente pedia para ele ir a loja de armas para se preparar, então ele seguiu para uma grande loja próxima.

O homem entrava na loja de armas, porém a situação que se passava não era nada convencional... uma menina de cabelos longos e rosas estava com uma ninjaken sobre o pescoço do balconista, na clara intenção de mata-lo, mas sem uma boa conclusão. O jovem tinha entrado apenas para comprar uma arma e agora estava dentro de uma situação de assassinato, o mesmo ajudaria o lojista ou seria apenas uma testemunha de tal ato ?

Ruby Rose

A situação da garota era um tanto quanto complicada. Ela não possuía dinheiro para comprar a arma super-valorizada, obviamente um roubo para os bolsos da jovem menina. Para piorar a situação, um homem que se escondia sobre a sombra de suas roupas estava com um revolver engatilhado em mãos, pronto para para qualquer confusão. Entretanto, a garota não utilizava de sua capacidade de pensar e usava seus instintos, pulando para o outro lado do balcão onde seria incapaz de ser atingida pelas balas do homem que estava atrás dela. Além disso ela gritava igual uma menina indefesa o que fazia os dois homens se assustarem, o vendedor pulava e caia no chão sentado com as mãos no solo, enquanto o homem do revolver acabava atirando no nada por instinto.

Ruby estava estagnada no chão gelado da loja, usa ideia de pular gritando não foi das melhores e agora o homem de sobretudo com certeza iria atirar na menina caso ela ficasse visível. O homem parecia estar parado também, a única coisa que era ouvida naquele estabelecimento era a respiração ofegante do vendedor. Enquanto isso, a menina tentava procurar alguma foice assassina para fazer o que sabia de melhor: matar. Mas os armamentos grandes ficavam na parede esquerda onde não podia ter a proteção do balcão, o que deixaria a mesma exposta aos tiros do homem de sobretudo. Já as armas de pequeno porte ficavam embaixo do balcão, era possível ver uma pequena foice de mão, que estava ao alcance da jovem.

Alfred Chase

A vila de Frushin, um local que sobrevivia pelo próprio sustento, cheio da casas feitas de madeira e pedra, um lugar muito rustico e simples. As casas eram todas pequenas e humildes, algumas pessoas regavam plantas que cresciam no espaço ao lado da moradia enquanto outros apenas ficavam sentados na varanda conversando. A estrada onde se encontrava era larga e revestida por uma camada de barro seco, um lugar bem pobre e natural, como se todos fossem adeptos a não tecnologia.

Alfred apenas queria achar um local para comprar uma arma, algo que pudesse ser usado para seus propósitos, mas seria complicado, visto que aquela área não era um local comercial. As poucas lojas existentes naquela vila eram focadas no artesanato, seria muito difícil sair dali com o que desejava.

Após andar por alguns minutos pelo chão de terra batida, o jovem encontrava uma pequena feira ao ar livre. Eram uma duzia de tendas abertas onde os vendedores exibiam as suas mercadorias, quase todas sendo baseadas em artesanatos. Existiam muitas pessoas vagando pelo local e observando o que estava para ser vendido, era uma feira comum. Entretendo algo chamava a atenção dos olhos de Alfred, uma loja de armas artesanais. Se localizava em uma tenda ao ar livre onde haviam uns dois homens observando armas na bancada enquanto o vendedor embrulhava uma espada de madeira para um dos homens.

O jovem se aproximava da venda enquanto os dois clientes se despediam com suas compras já feitas. Alfred chegava cada vez mais perto da bancada e o vendedor ao notar a face do homem começava a tremer. O homem estava claramente com medo de Alfred, então ele se aproximo nos ouvidos do mesmo. Não temos nada aqui para você! O povo de frushin não é acostumado com jornais, mas eu lhe conheço, não quero arrumar confusão então vá embora Ele pronunciava com uma voz rouca de medo, havia sim facas boas para o homem, mas o vendedor não parecia querer vender. A situação também não parecia boa para fazer qualquer movimento precipitado, visto que a feira estava cheia de gente e qualquer um poderia parar na banca onde os dois estavam.

Nicolas James

Nicolas andava pelas ruas tranquilas da cidade baixa, era estranho que o movimento daquela parte da cidade estivesse tão pequeno, poucas pessoas andavam na rua era como se estivessem em um dia frio ou chuvoso, mas o sol estava aos meio-dia, tornando o clima muito quente. Era estranho todo aquele silêncio. Aquilo era até bom para o espadachim, estar sozinho na rua faria com que ninguém ficasse a olha-lo por conta de sua má fama, sua alcunha "Sombra" era conhecida por muitos daquela ilha, seria complicado conviver em um espaço tão aberto com pessoas lhe julgando.

Mas Nicolas percebia que algo estranho estava para acontecer, uma tensão pairava no ar, como se alguém estive-se lhe seguindo. Mas a rua estava vazia, era só ele e o gatos que vasculhavam as lixeiras, ele precisava relaxar, e não há lugar melhor para se relaxar do que um bar.

O bar que ele escolheu era grande, parecia um salão com várias mesas e barris de cerveja. Mas nada de muito interessante estava a ocorrer, só algumas pessoas diferentes. Um homem loiro estava conversando com o balconista e um grupo de policiais estavam sentados em uma mesa onde bebiam e cochichavam sobre algum assunto possivelmente secreto. Nicolas sentava na banqueta do balcão e fazia um pedido, nesse mesmo momento o loiro se levantava e parecia ir embora enquanto segurava um cigarro, provavelmente apenas um fumante qualquer. O homem que almejava ser o melhor espadachim fazia seu pedido, uma bebida para começar o dia, seja ela qual for. Aqui está. Dizia o atendente enquanto deixava um copo pequeno e gordo no balcão e o enchia de whisky. O bar-man parecia nem ter reparado no rosto do infame espadachim, ele estava com os olhos focados no loiro que saia para conversar com um grupo de policiais estranhos, aquilo por algum motivo fazia o atendente suar frio.

Lelouch Ancrath

O jovem acabava de acordar, e nem por isso ele tinha uma pequena fração de paz. Sua outra personalidade perturbava sua cabeça com vontades estranhas e bizarras como sacrificar crianças. Aquilo com certeza não era um bom assunto para um café da manhã, mas eles já estavam juntos a muito tempo, aquilo já deveria ser uma espécie de costume, mesmo que o dono do corpo ainda não concordasse com sua segunda personalidade. Mas apesar de não concordar com os pensamentos em sua cabeça, Lelouch sabia que ele estava certo em um ponto: eles precisavam sair para o mundo, eles precisavam descobrir o que se passava ao redor, deveriam sair da caverna de onde dificilmente saiam.

Eles começavam a andar pelas ruas da cidade baixa na maior discrição, não podiam chamar muita atenção por conta de sua "fama", ser considerado o Arauto da Morte não era fácil para alguém que queria ficar ao mundo da superfície, mas aparentemente aquele dia era perfeito:  não havia ninguém na rua, era como se todos estivessem trancados em suas casas com medo, agora restava ao jovem saber se ele tinha causado todo aquele medo.

Lelouch chegava a um bar grande com aparência que remetia o velho oeste, feito de madeira barata e rustica, tinha até que um bom charme para o local onde se encontrava. Porém quando o jovem abria as portas do grande estabelecimento ele percebia que não era o centro das atenções, todos os que se encontravam no bar olhavam fixamente para um ponto próximo ao centro do bar. Se tratava de um policial com o revolver na cara de um homem loiro, uma cena um tanto quanto impactante, pela primeira vez o jovem não era o centro das atenções com sua fama tão conhecida e temida.

obs:
 

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MensagemAssunto: Re: Act I: Gathering Disasters   Act I: Gathering Disasters - Página 2 EmptyDom 07 Fev 2016, 22:50

I'm a Dynamite, baby!

Em um breve momento, toda minha vida passava bem minha mente. Todas as dificuldades, todos os poucos momentos felizes, tudo passava diante a mim naquela situação. Sentia cada gota de suor descendo pelo meu rosto e não seria por acaso, não é todos os dias que teria uma arma apontada em minha face.







- Bem... - falaria ao pegar o cigarro e olhá-lo - Não seria uma má ideia isso... - falaria olhando seriamente para o homem - Mas deixo para outra ocasião - responderia ao me virar e retornar para o balcão. Andaria calmamente e rezaria, mesmo não acreditando em Deuses, para não ser atingido por uma bala em minha nuca.

Bem, quase morro, mas deu para perceber que eles não estão para brincadeiras... O que fazer agora? Martelaria em meu consciente sobre a maneira mais adequada para agir naquele momento. - Meu chapa! - chamaria o barman - Me sirva mais uma rodada de bebida. Mande a mais forte pra ver se espanto esses "parasitas" que se aproximaram de mim! - falaria ironicamente provocando a situação.

Uma vez aceito o pedido, esperaria a bebida olhando para o bar, as pessoas que estavam ali e de maneira discreta, olharia novamente para os policiais. Caso alguma coisa me chamasse a atenção, usaria a ação de beber o conteúdo do copo para olhar para tal.

Se nada chamasse a atenção, tentaria puxar assunto com alguma pessoa que estivesse ao meu lado. - Essa justiça dessa ilha é bem educada, não? - falaria para ele (a) antes de dar uma exagerada gargalhada, coisa que faria para chamar a atenção. - Querem ser os melhores, mas eu sou o melhor kyhahaha! EU SOU O MELHOR! - gritaria ao bater, não muito bruscamente, no balcão e dar um grande gole da bebida. Não sei por que estaria agindo assim, talvez fosse o álcool agindo em minha corrente sanguínea, mas não me importaria com isso naquele momento, só pediria um fósforo para acender meu cigarro e ver o desenrolar da vida.

Uma vez rejeitado o pedido, argumentaria com o barman para me servir uma bebida. - Eu tenho frotas, FROTAS! Você sabe o que são? - pararia apontando o cigarro para ele - Ah, me empresta um fósforo? - pediria calmamente ao perceber que estaria apagado - Continuando... É MELHOR VOCÊ ME SERVIR OU MANDAREI MINHAS TROPAS ATACAREM ESSA ESPELUNCA! - falaria surrando o balcão.

~> Conteúdo da Aventura...

Histórico do Alencar:
 

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MensagemAssunto: Re: Act I: Gathering Disasters   Act I: Gathering Disasters - Página 2 EmptySeg 08 Fev 2016, 00:52

Segundo Ato: Fumaça


Não vi muito do que aconteceu mas com certeza aquele fumante estava em apuros, mas quem mandou ele se meter com esses caras.

Ficaria apenas ali e beberia um breve gole de minha bebida e observaria o grupo de relance. Não queria chamar a atenção deles para mim, eu já tinha muito com que me preocupar para arrumar confusão de novo. Precisava sair da ilha, nunca me tornaria o melhor se continuasse preso aqui.

Caso o fumante viesse a falar comigo, escutaria um pouco suas palavras ainda sem encara-lo apenas olhando para o vazio. Após escutar suas palavras um breve sorriso sínico surgi em minha boca, aquele cara devia estar muito bêbado.

- Não estou nem aí pro que eles dizem, pouco me importa contanto que fiquem longe de mim - Diria olhando para meu copo e terminaria de escutar suas palavras -O melhor? Hmn - Diria em tom de deboche antes de tomar mais um gole da bebida e por o copo em cima do balcão - Você não é nem o melhor desse bar, quanto mais da ilha. Se fosse você tentaria não fazer tanto escândalo, vim aqui para descansar um pouco não para escutar um bêbado falar bobagens. - Faria esse ultimo comentário antes de olhar brevemente para o barman e acenar com a cabeça - Mais uma dose por favor - Falaria em tom baixo antes de voltar a observar sutilmente as demais pessoas do bar.


OFF:
 

Historico:
 

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