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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Act I: Gathering Disasters

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Act I: Gathering Disasters   Act I: Gathering Disasters EmptySeg 11 Jan 2016, 22:53

Act I: Gathering Disasters

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis Leonard Darwim Stein, Jowls Bernard, Sky, Lancelot Pendragon e Ruby Rose . A qual não possui narrador definido.


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Alê
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Alê

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MensagemAssunto: Re: Act I: Gathering Disasters   Act I: Gathering Disasters EmptyTer 12 Jan 2016, 23:59

Ainda conseguia sentir a álgida brisa que por muitos anos castigou meu corpo. As lembranças e impressões de minha terra natal não haviam saído de mim ainda, ou pelo menos não haviam sido ignoradas.

A viagem toda havia servido como um carregador para minha imensa raiva da opressão a qual pairava sobre a mente dos pobres habitantes desse imenso mar. Não faria aquilo como senso libertador, longe disso, faria para me sentir bem, e mostrar que sou capaz, mostrar à todos que duvidara.

Em meus rabiscos, a ideia era simples, destruir o Governo e a Marinha e, consequentemente, aqueles que interferirem em meu caminho. No papel se tratava de uma missão simples, mas com todo o pessimismo que teimava em sobrepor, eu tinha certeza que não poderia conseguir sozinho.

Ali naquela ilha, não iria causar um grande impacto, não de início, procuraria bons capangas, quer dizer, procuraria as melhores e mais fortes pessoas que poderiam me dariam suporte para realizar meus feitos.

“O verdadeiro método, quando se tem homens sob as nossas ordens, consiste em utilizar o avaro e o tolo, o sábio e o corajoso, e em dar a cada um a responsabilidade adequada.” Essa frase que li, enquanto estava no laboratório do Vegapunk abriu meus olhos para uma realidade que, embora não goste, é a realidade. Eu não tenho poder para conseguir sozinho.

Então, de início seria cauteloso, sairia tranquilamente pela ilha e tentaria observar o máximo as pessoas ao meu redor, comportamentos e sinais de alguma habilidade especial que me chamasse atenção. Se em minha curta ronda não visse nada interessante, digo ninguém especial, me dirigiria até a bodega para descansar e observar a movimentação ora, tudo se descobre em uma bodega.

Ao chegar ao local, sem nenhum imprevisto, entraria calmamente e olharia ao meu redor. Tal atitude poderia chamar atenção para mim mesmo, não me importaria, mas ali tentaria ser o mais discreto. Caminharia até o balcão, sempre olhando alguma movimentação interessante.

- Olá meu caro senhor (a), de onde venho o frio assola a região, e sou um vencedor por ter sobrevivido, minhas resistências são grandes, ora, o Bando o qual lidero teve que salvar uma de nossas frotas que tiveram um problema com a Marinha na Grand Line, mas conseguimos calmamente resolver isso. – falaria rindo um pouco para transparecer que meu blefe era real – Mas isso não vem ao caso, pode me servir uma dose do seu melhor uísque? – falaria calmamente, mudando de planos, visto que uma xícara de chá não faria jus ao meu “enorme bando”.

Enquanto esperava ser servido, observaria o redor, tentando parecer o mais sério possível. Ao receber minha bebida, tentaria descobrir se existiam pessoas fortes ali. – Companheiro... – daria uma pausa para um gole em minha bebida – Estou interessado em abrir uma nova frota, será que consigo achar pessoas fortes aqui nessa ilha? – interrogaria limpando minha boca do resto de bebida que escorria. – Vamos, preciso de diversão, estou com minhas juntas congelando! Kyahaha! – terminaria para fazer o máximo de realidade em minhas meras palavras.

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MensagemAssunto: Re: Act I: Gathering Disasters   Act I: Gathering Disasters EmptyQua 13 Jan 2016, 01:31

Perseguindo o passado - 1º Turno

Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma. As pessoas são problemáticas. Lidar com gente, não é tarefa fácil. Cheguei a essa conclusão depois que companheiros, aqueles que se diziam “irmãos” da mesma organização à qual eu pertencia, atentaram contra a minha vida, e, nesse mesmo acidente, outro companheiro morreu debaixo dos meus olhos. Só de pensar que eu dividia espaços com aqueles idiotas, muitas das vezes por necessidade, outras em puros momentos de lazer. Me enoja.

Eu venho focado nesses homens, e um dia eu tenho certeza de que eu vou capturá-los e finalmente matá-los. Nunca esquecerei o semblante covarde nos rostos daqueles montes de lixos ao traçarem e realizarem um gesto tão baixo como aquele. Covardia de quem estava tirando vantagem de uma insegurança, uma incerteza, um descompasso. O maior e mais infeliz erro daqueles homens fora o fato que eu ainda estava vivo, e agora, em seus encalços. Naquele momento, eu tinha acabado de conseguir informações preciosas a respeito de suas localizações, vi seus rostos em um jornal em algum evento no East Blue.

Trajava minhas vestes típicas: Usava uma camisa leve de seda branca, uma calça cinza listrada e em meus pés, botas negras e muito altas. Do lado esquerdo um estreito cinto de couro marrom, responsável por prender a bainha de meu futuro florete, na lateral de meu corpo. Na parte direita, mas atrás, estava uma pequena bolsa de couro preta, que eu deveria usar para guardar meus instrumentos de navegação, livros, papéis e balas reservas para a arma. Um sobretudo vermelho de golas altas repousava sobre meu dorso, botões para que eu possa fechar em determinadas ocasiões. Meu chapéu de aspecto clássico, preto com as bordas douradas e atrás um adorno de penas prateadas. E meus dois anéis de adorno em cada uma de minhas mãos, nos dedos anelar e médio.

Já me encontrava em Dawn Island há algum tempo, um lugar conhecido como Frushin. Mas eu não me impressionava, eu não estava ali a passeio ou procurando uma aventura amorosa. Eu estava ali para seguir com a minha caçada. Não tinha que apreciar a viagem. Procurava observar a todo o momento as construções ao meu redor, a calçada bem na minha frente e comércios locais da rua em que eu estiver.

Primeiramente iria até uma banca de jornal. Iria abordar quem quer que esteja responsável pela banca, gentilmente e cortês. – Bom dia. – Depois, pegaria um dos jornais próximo a mim, abriria-o. Meu objetivo era procurar e encontrar noticia de eventos recentes que ocorreram no East Blue. Manteria contato verbal com o proprietário da banca, como minhas vestes sugerem, me passarei por um finíssimo bon-vivant cujo único interesse é desfrutar dos maiores e mais importantes eventos, mas, sem tirar os olhos do jornal. – Eu sou um viajante, um de meus muitos prazeres nessa vida é desfrutar de eventos chiquérrimos, como um bon-vivant, eu gosto de tudo do bom e do melhor. Poderia o senhor, me informar sobre os tipos de eventos que costumam acontecer nessa ilha?. - Responderia qualquer que fosse a resposta, seja ela, negativa ou positiva, com um breve e pontual. – Entendo. – Buscaria sinais de movimentação suspeita ou fotos em grupo dos homens que atentaram contra a minha vida, naquele jornal. Caso não encontrasse nada satisfatório naquela banca, iria organizar o jornal ao seu estado normal e o colocaria de volta ao seu devido lugar, deixarei a banca fazendo uma meia mesura ao proprietário.

Iria, então, a lugares prováveis que aquele tipo de grupo frequentaria. Eles já haviam deixado a organização logo após que os lideres foram informados da traição cometida. Nos dias contemporâneos, acredito eu, que eles deveriam estar fazendo serviços pequenos como um grupo de mercenários, sem honra ou qualquer dignidade.

Um bar, um ponto forte que me vinha à mente. Dirigiria-me para o bar mais próximo, entraria no bar sem escarcéu, e, buscaria sentar em uma mesa próxima de onde estivesse o maior número de pessoas possíveis. Acomodado, chamaria por um atendente, levantaria meu braço esquerdo para o alto e apontarei com o dedo indicador. Quando o atendente viesse até eu, faria meu pedido. – Água tônica, limão e gelo, por favor.

Estudei Dramaturgia em Las Camp, onde aprendi a escrever e atuar. Ganhei uma quantia considerável de dinheiro com a arte, minha boa aparência, a beleza de um simples sorriso, somado a minha voz encantadora, também contribuía, e muito, para o meu sucesso. Se tinha algo que eu sabia, era atuar, e atuar diante daqueles homens fracos de espirito, eu iria. O intuito era impressionar os bêbados de plantão pelo bom gosto, mas, sem ter o risco de ficar realmente embriagado. Procuraria ouvir palavras chaves em conversas alheias, como, “Skullcrack”, “Fleurons”, “Mousquets”  e “Grupo”, algo próximo de – Um grupo de usuários de Fleurons ou Mousquets. – Se tivesse sinais positivos, manteria-me firme fazendo apenas contato visual com o grupo ou individuo.

Precisaria de apenas uma pessoa, e, em uma movimentação suspeita, seja uma ida ao banheiro ou saída do estabelecimento, colocaria-me a seguir essa pessoa para maiores informações. Senão, aguardaria o fim de minha bebida e me colocaria para fora do estabelecimento, onde daria prioridade para outros assuntos.


Objetivos
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Padrão fonte
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Última edição por Faker em Sex 15 Jan 2016, 13:13, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Act I: Gathering Disasters   Act I: Gathering Disasters EmptyQua 13 Jan 2016, 19:20





Going to Hell


  Após a morte de Cloud, Sky começou a viver em Dawn Island e desde o primeiro dia sentia-se enojada com as supostas pessoas nobres que lá viviam, uma vez que estas apenas viviam de aparências, tornaram a vida Sky bem fácil e monótona na parte rica, onde ela só precisou de três coisas para se misturar: estar limpa, saber mentir e ter um grande sorriso acolhedor no rosto.

  Durante o ano que viveu na zona rica, ela conheceu algumas pessoas, algumas pouco importantes e as restantes bem menos que insignificantes, pelo menos, ao ver de Sky.

  Ahh. Dawn Island. O que dizer sobre esta ilha? Se nos virarmos para um lado, vemos pessoas que têm costumes mas se nos virarmos para o outro vemos pessoas irracionais que só pensam no estatuto social, como se isso tivesse realmente algum valor… Eu tenho a certeza que essas “pessoas”, se é que posso chama-las assim, nunca perderam alguém importante ou nunca tenham tido a vontade de se arriscarem por outra pessoa sem esperar nada em troca como prestigio ou dinheiro. Esta ilha tem aqui tudo aquilo que eu quero: a riqueza dos outros, pessoas fúteis, lojas, bebidas e carne fresca. Felizmente, não ficarei muito tempo aqui, vou procurar a loja daquele velho tarado que sempre me fez preços simpáticos e procurar a primeira boleia para outra ilha…
Talvez cause um pouco de confusão, esta ilha sempre foi monótona, agitar as coisas uma ou outra vez nunca fez mal a ninguém certo?
Embora Sky nunca tenha ido além dos muros do Porto Branco, não acreditava que fosse menos entediante que a zona rica, não que isso fosse importante visto que esta partiria o mais rápido possível.

  Após vestir o seu vestido branco, par de ténis igualmente brancos e jaqueta preta, Sky sairia da pousada e seguiria o seu caminho para a loja do senhor, tentando ficar atenta ao que a rodeava e cantarolando Binks no Sake. Quando chegasse na loja, obviamente se lá chegasse sem algo acontecer pelo caminho, analisaria a loja, e diria – Olá, meu senhor! Só depois verificaria se a loja estava vazia, e procuraria uma ninjaken juntamente com um kit de shurikens.
Off:
 
Objetivos escreveu:
( ) Arranjar uma ninjaken
( ) Arranjar um kit de shuriken
( ) Encontrar os futuros companheiros de bando no Porto Branco
( ) Encontrar os futuros companheiros de bando fora do Porto Branco
( ) Beber sangue humano
( ) Arranjar confusão numa taverna
( ) Roubar uma casa nobre
( ) Explodir uma casa nobre


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~Fala~
~Pensamento~

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Sabe por que caímos?
Para aprendermos a levantar.

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Lancelot
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MensagemAssunto: Re: Act I: Gathering Disasters   Act I: Gathering Disasters EmptyQui 14 Jan 2016, 11:43

Primeiro Ato - A Aurora do Sucesso.


O mar. Tudo o que conhecemos por vida advém de sua sublime existência. Tão cheio de mistérios, segredos, medos... É também o meio onde tantos navegadores e aventureiros encontram o seu caminho. O mar é o início, o fim e o meio. É a ponte que liga terras tão distantes e divergentes. E no seu vaivém infindo... É a fonte de inspiração para tantos homens. É esse mesmo mar que norteia o meu trajeto. E que trajeto! A proa era-me palco para a contemplação do infinito tapete azul. Um prato cheio para as minhas composições. Ah! Beatífica seja a música! Apenas ela! Que em suas feéricas matizes, arrebata-me para tão longínquas paragens... Impossível mensurar tamanho sentimento. Sentimento capaz de alijar-me de uma vida de conforto e regalias, para um novo mundo de aventuras e romances, conquistas e paixões.

– Quem me dera agora eu tivesse a viola pra tocar! – Tais eram meus primeiros reverbérios ao pisar no cais de Frushin. Buscaria atentar-me a todos os detalhes da pequena vila portuária, a fim de gravar-lhe as primeiras impressões. Planejava analisar o clima, as pessoas que chegavam e partiam, a labuta e a paisagem como um todo, na sublime finalidade de buscar inspiração. Não podia olvidar o desejo de levar ao público a minha arte. Faltava-me o violão, mas sobrava-me voz; e não era pouca. Afeito há muito com a arte do canto, sabia muito bem como cativar meu público. Sabia com maestria regar minha música com um pouco de hipnose.

Carecia incontinenti de palco. Não resisti em apresentar-me à capela para o potencial público que porventura ali estivesse. Intentaria projetar minha voz com ternura e balanço, sempre num tom audível para todos. Com uma canção romântica e épica visava tocar os corações ali errantes. Dar-lhes sabor às suas vidas. Mentalmente faria a parte instrumental para melhor interpretar a minha obra. Isso também era fundamental para que o público não sentisse falta do violão. Iniciaria remetendo ao público singular sentimento de bem-estar, passando-lhes a sensação de estarem vivendo uma aventura amorosa:




– Te querer... Viver mais pra ser exato... Te seguir... E poder chegar onde tudo é só meu... Te encontrar... Dar a cara pro teu beijo... Correr atrás de ti feito cigano, cigano, cigano... Me jogar sem medir... Viajar... Entre pernas e delícias... Conhecer... Pra notícias dar, devassar sua vida... Resistir... Ao que pode o pensamento... Saber chegar no seu melhor momento, momento, momento... Pra ficar e ficar... Juntos, dentro, horas. Tudo ali às claras... Deixa crescer até romper... Amanhã... Como o mar está sereno... Olha lá... As gaivotas já vão deixar suas ilhas... Veja o sol! É demais essa cidade... A gente vai ter um dia de calor...Em todos os momentos românticos da canção, olharia sem pudor nos olhos das possíveis moças que lá estivessem, no intuito de cativá-las para mim. Então faria malabarismos com a voz, imitando com perfeição os solos de guitarra da canção, sempre gesticulando com as mãos e expressões faciais para dar mais ênfase para a interpretação. – Juntos, dentro, horas. Tudo ali às claras... Deixa crescer até romper... Amanhã... Como o mar está sereno... Olha lá... As gaivotas já vão deixar suas ilhas... Veja o sol! É demais essa cidade... A gente vai ter um dia de calor... – Posicionar-me-ia perante o público com vênias, independente se fossem apupos ou aplausos. Aguardaria a reação da plateia, aguardando se havia conseguido de fato cativá-la. Minhas reais intenções era reunir um pequeno exército de fãs...


Spoiler:
 

Objetivos escreveu:
() Conseguir um Violão.
() Conseguir um par de botas.
() Conseguir um pequeno exército de cegas obedientes fãs
() Aprender as perícias Dança e Sedução
() Encontrar os futuros companheiros e aderir ao bando.
Histórico:
 

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Última edição por Lancelot em Seg 18 Jan 2016, 14:10, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Act I: Gathering Disasters   Act I: Gathering Disasters EmptyQui 14 Jan 2016, 18:11

Liberdade é uma palavra sem significado no nosso mundo, as pessoas seguem suas vidas acreditando serem livres, mas na verdade todos são fantoches da morte e do tempo, você jamais será capaz de escapar de um destes, no final não importa sua escolha você nunca desfrutara da verdadeira liberdade.

Com este tipo de pensamento é que começo esta nova etapa da minha vida, buscando o mais próximo de liberdade que eu consiga, isso inclui tirar a liberdade dos outros quando eu estiver com vontade.

Estava sem uma foice e assim me sentia fraca e desprotegida, primeira coisa a fazer seria procurar uma loja de armas e comprar minha foice, não estava na hora de causar confusão, roubar lojinhas de armas e coisas pequenas assim não farão diferença ou causarão uma confusão digna, então iria até a loja de armas mais próxima para comprar minha foice.

- Olá eu quero comprar uma foice assassina. – Diria para quem estivesse atendendo na loja, com uma expressão de indiferença, caso haja algum comentário devido a minha má fama, responderia: – Vamo combina uma coisa, tu me vende a foice sem me incomodar e eu vou causar confusão em algum outro lugar, o que acha? – Responderia com uma expressão séria e como se estivesse com pressa. Se não houvessem mais problemas pegaria a foice e pagaria por ela antes de sair da loja, e sairia sem falar nada.

Após estar com minha foice seguiria para uma bodega para comprar cigarros e fósforos, chegando lá iria direto para o balcão. – Me vê um maço de cigarros e uma caixa de fósforos. – Novamente diria como se estivesse com pressa, e caso minha má fama deixe a pessoa inclinada a não me vender o que procuro diria. – Me vende o que eu quero e talvez eu não cause confusão... hehehe – Falaria de forma sarcástica e esperaria o que eu pedi, caso receba pagaria e diria. – Viu foi fácil, ninguém se machuco ainda. – Diria de forma irônica e procuraria uma mesa próxima de uma janela para me sentar.

Encontrando a mesa que procuro me sentaria e acenderia um cigarro enquanto estico minhas pernas em uma das cadeiras da mesa, ficaria ali fumando e observando as pessoas e tentando ouvir alguma conversa interessante, caso não encontre uma mesa próxima a uma janela sentaria em uma que esteja livre mesmo e faria as mesmas coisas.

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MensagemAssunto: Re: Act I: Gathering Disasters   Act I: Gathering Disasters EmptyQui 14 Jan 2016, 18:56

01 - Um dia de Ahri...

Desde que me lembro as portas em Dawn Island se abriam sem que minhas mãos as tocassem, a Alta Cidade repleta de lustres que brilham como raios de sol após a garoa da manhã se apresenta como um caleidoscópio de cores vivas e divertidas do ponto de vista de uma criança. No palácio as festas do “honorável” Sr. Faham Doroth III eram cheias de convidados excêntricos, gostava de observar os trajes de baile que se limitavam ao mesmo black tie de sempre, mas havia alguns que me faziam sorrir só de olhar. As cores e as texturas da minha infância são deliciosas, afinal, é preciso pouco para agradar uma garotinha, por isso tenho alguma saudade, mas sei bem que isso era superficial. O que me alegra é saber que os desejos da grande maioria dos ascendentes a nobreza de sorriso trincado no rosto e vontades fúteis no coração jamais se realizaram, a escória maior que eles não permitiu.

Com o tempo a gente cresce e essas ocasiões perdem a graça. Você entende que o menos é mais e o quase nada é uma experiência surreal – aprendi – minha família vai levar mais tempo. Pais alienados e narcisistas mais preocupados em ter do que ser não compreendem esse tipo de coisa tão rápido, felizmente a querida Nana se encarregou de não deixar que eu tivesse alguma sequela nessa fase da infância, agradeço a ela pela minha sanidade, agradeço a ela por não deixar que eu me tornasse a “Queen” que eles desejavam que eu fosse, temo somente que tenha adiado o inevitável, mas não acredito tanto nisso, pelo menos não agora que parti.

Nana… O que você estaria fazendo agora…

Já faz alguns dias desde que fugi de casa, nasci nessa parte nobre da cidade e nunca sai muito além dela, mas francamente, até agora só vaguei visitando os lugares que já conhecia, cumprimentando pessoas que já conhecia… Nunca pensei que a liberdade pudesse ser tão assustadora. No fim acabei ficando na casa de um dos amigos da família, era um vovô bem simpático de nome Alfred, eu sempre gostei dele, e ele sempre me pareceu um autêntico cavalheiro a moda antiga, mas gargalhou de forma gutural depois de ouvir a minha história quando então recompondo-se disse que me ajudaria emprestando seu banheiro para eu tomar um banho, me presenteando com uma calça preta e uma camisa branca que fora de uma de suas netas, caiu bem, mas sua melhor ajuda foi mentir para meus pais escrevendo uma mensagem sobre como ele estaria me ajudando nas minhas tarefas extracurriculares, isso me daria alguns dias antes de eles mandarem oficiais atrás de mim.

Então hoje finalmente me arrumaria e sairia da casa de meu anfitrião para a rua, procuraria um lugar para comprar botas especiais de taekwondo, meu mestre me disse que elas podem fortalecer os golpes de alguma maneira, e pensando bem, agora que iria partir nessa busca de liberdade e aventura pirata não seria uma má ideia consegui-las, sendo assim, me dirigiria até a loja que me foi apontada pelo mestre, conhecendo essa parte da cidade seria fácil, pelo menos assim pensava. Caso chegasse a loja entraria reparando no local. Que tipo de coisas eles teriam e que tipo de loja era essa... Fina ou Medíocre? Não que importasse, apenas porque gosto de julgar. E para o atendente pediria. Quero comprar uma bota mais resistente para chutar a cara de alguém, uma de taekwondo... A frase seria dita com a expressão serena e meiga de sempre e se houvesse um par perfeito compraria com o dinheiro economizado para isso nas mesadas. Se as tivesse sob minha posse não pediria embrulhos. Sem embrulhos por favor. E as vestiria no mesmo instante. Se tudo corresse bem ficaria satisfeita com um sorriso no rosto. Obrigado. E sairia dali enchendo os pulmões de ar para decidir meu próximo passo.

Considerações:
 

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Última edição por Ahri.Liliver em Sab 13 Fev 2016, 16:57, editado 5 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Act I: Gathering Disasters   Act I: Gathering Disasters EmptySab 16 Jan 2016, 03:43

Dawn Island




~

Às cinco da manhã as flores não se abrem, mas diferentes delas os portos começam sua movimentação ainda sem nenhum raio de sol no céu, a cidade aspirava seus primeiros dias de primavera e com isso o cheiro em seu todo melhorava, assim como os amantes afloravam e criavam a coragem para sair de mãos dadas, despreocupados.
Aquela era uma época de ouro para as pessoas livres e com ambições em mente.

Com as horas passando e com o dia se desenvolvendo, as ruas da cidade alta se enchiam, feirantes licenciados tomavam as ruas com suas pequenas barraquinhas espalhadas por locais estrategicamente localizados, onde não atrapalhavam a circulação das pessoas mais finas que circulavam por aí. Os bares começavam a abrir, mas apenas para limpeza, não era comum a população frequentar ali tão cedo, mas nossa história não começa agora.
Ela se passa ao meio dia, quando o Sol brilhava em seu ponto mais alto. O dia estava refrescante e sem muitas nuvens no céu, eram as belas partes arbóreas que davam a sombra necessária para o descanso pela região. Os mercados e bares estavam todos abertos e funcionando. Restaurantes mais chiques realocavam suas mesas para fora, para que ao seus clientes se alimentarem, os transeuntes, todos chiques, vissem seus belos pratos e fossem atraídos pelos mesmos.

O dia era como se fosse parte de um livro, que se repetia a cada página, o tornando monótono, mas belo, era uma repetição bonita de se ver. As muralhas ficavam a vista enquanto alguns servos podavam suas paredes, que começavam a ser atacadas por algumas plantas que procuravam a luz solar mais acima.

Leonard Darwin Stein




~


As aspirações e dificuldades do jovem cientista pairavam pela sua cabeça enquanto ele se movimentava pelas ruas da baixa cidade, ela acabara de vir do porto, residindo ilegalmente em um navio mercante, ele conseguia ver que as pessoas dali não eram tão requintadas e as feiras mais sujas que o de costume, mas talvez ele não conseguisse identificar aquilo, era tudo muito novo.
Suas lembranças o motivavam de forma estranha. Ele tinha a força de vontade, porém ao mesmo tempo tinha noção que precisava de companheiros para sua ambição.  Se dirigia até um bar avistado, nada até então havia sido de destaque, era como qualquer outra cidade, pessoas passando, trabalhando e passeando. Na verdade até comum demais.

O bar, ou bodega, como o mesmo pesava, Stein se depararia com uma construção de madeira, no melhor estilo velho oeste, não por temática, mas sim por robustez e pela madeira barata, nada era feito para ser bonito, mas tinha seu charme se você gostasse de algo como aquilo, por ali, assim ao entrar, se via algumas pessoas mal encaradas, que de imediato observaram o estranho entrar, por algum motivo os olhares paravam na cara, será que havia algo de errado com o rosto?
Era fácil identificar alguns polícias (?) o que não era comum, normalmente a marinha fazia esse trabalho de patrulha, mas esses pareciam ser funcionários da lei, mas nem marinheiros e nem agentes do governo, algo estranho.
Ao se aproximar do balcão o mesmo se dirigia ao balconista que estava atrás de um balcão de cerca de 5 metros, o bar era até grande e parecia feito para festanças que poderiam durar toda uma madruga visto seu estoque de barris. O balconista era um homem de meia idade gordo o suficiente para beber metade do estoque, ele tinha uma barba mal feita que ressaltava sua papa gigante, ele deveria ter uns quarenta centímetros a mais que o atirador:

- Olá meu caro senhor, de onde venho o frio assola a região, e sou um vencedor por ter sobrevivido, minhas resistências são grandes, ora, o Bando o qual lidero teve que salvar uma de nossas frotas que tiveram um problema com a Marinha na Grand Line, mas conseguimos calmamente resolver isso.  Mas isso não vem ao caso, pode me servir uma dose do seu melhor uísque? - Dizia meio confuso, porém confiante. O homem o observou com certa ignorância, parecia que tinha vivido ali atrás sua vida inteira, logo se virou e pegou o pedido do homem, o serviu tranquilamente enquanto enxugava outro copo.

Ao observar o redor nada de importante era notado, alguns homens já bêbados e alguns jogando carteado riam bastante, não havia música, a não ser um pequeno som ao fundo, que não era possível ser reconhecido com clareza. A tarde começava a passar e ninguém ali chamava a atenção. Existiam cerca de vinte pessoas no bar, espalhados por um salão de quarenta metros quadrados, o melhor daquele lugar deveria ser a noite, seu tamanho era excelente para a dança, mas existiam muitas mesas e cadeiras espalhadas por todo canto. Existia ainda uma escada que levava para um andar acima, mas não dava pra ver o que era, os toaletes ficavam a esquerda de Leonard, que agora tinha sua bebida em mãos. Os guardas/policiais antes mencionados eram cerca de cinco e estavam bebendo sake em um tonel de dez litros.

Companheiro... – O homem se virava parando assim de servir um homem de cabelos longos e negros que cobria seu rosto com um chapéu grande e um sobretudo sobre o tronco, era cinza e ia até os seu joelhos, uma mão era claramente cheia de calos, essa segurava um copo de cerveja escura. - Estou interessado em abrir uma nova frota, será que consigo achar pessoas fortes aqui nessa ilha? – Nesse momento o senhor se levantou e se encaminhou até o banheiro deixando sua cerveja. O balconista pareceu um pouco assustado com a pergunta, talvez só agora ele tenha entendido a história de antes. Ele balançou negativamente a cabeça, a sua voz não foi ouvida até então, era um homem de poucas palavras, mesmo assim tinha uma bela expressão séria em seu rosto, encheu um copo de cerveja preta e deixou ao lado do outro na metade deixado pelo homem estranho que foi ao banheiro.

Jows Bernard




~

Andando pelo lado da cidade alta, podíamos ver o alto espadachim à procura de algo, ele se deparava com várias pessoas da alta sociedade, mas com isso ele já estava acostumado, era até alvo de olhares mais malicioso de jovens acompanhadas de suas amas. Ele se dirigia até uma pequena tenda, onde havia alguns livros mais velhos e alguns jornais que pareciam ser de agora, um senhor de cerca de setenta anos e muitas marcas do tempo, porém limpo e bem uniformizado estava ali com uma boina do Sea-gull Newspaper o atendeu cordialmente.

-  Bom dia. Eu sou um viajante, um de meus muitos prazeres nessa vida é desfrutar de eventos chiquérrimos, como um bon-vivant, eu gosto de tudo do bom e do melhor.  Poderia o senhor, me informar sobre os tipos de eventos que costumam acontecer nessa ilha? – O senhor se espantara com a pergunta, mas mesmo assim, cordialmente respondeu:
- Na verdade eu até poderia lhe informar, mas com as coisas acontecendo da maneira que estão não posso lhe encaminhar para as pessoas que realmente poderiam lhe convidar, elas estão inacessíveis no momento, tudo que você fizesse seria um esforço inútil de receber um não... – Dizia com certa tristeza no olhar, mas não parecia dizer toda a verdade.
- Entendo. - Dizia observando os arredores, e tudo que veria seriam as mesmas pessoas, com as mesmas roupas dando voltas e voltas nas ruas, tudo parecia normal. A não ser pela movimentação de uma pequena tropa de policiais que se dirigiam até o que era chamado de cidade baixa.

Saindo do local recebeu uma leve saudação do idoso que continuou com seu trabalho habitual. Sabia que se seguisse a tropa de policial rumo à cidade baixa daria de cara com um pequeno bar que lá se encontrava, logo na entrada da cidade alta. O palácio ainda estava a sua vista e a história toda de que algo estava acontecendo e as famílias nobres estavam inacessíveis era estranha demais para se deixar passar, cabia ao jovem bem vestido se decidir, o que faria?

Caso fosse até o primeiro bar da cidade baixa, avistaria um bar bem musicado e pequeno onde as pessoas estavam entrando e saindo aos montes, parecia circulação de mais para o começo da tarde, nada era ouvido a não ser uma bela música. As pessoas eram completamente distintas das pessoas de antes, eram bem mais "humildes" e as áreas já não eram tão belas quanto antes.

Sky




~

A jovem de cabelos rosa andava pensando no que havia passado durante sua trajetória, e sendo um pouco repetitivo, devo dizer que talvez andasse pensando enquanto andava demais. Com certeza isso tudo me agradaria, mas a questão aqui é contar uma história.

Existia ali um grande confronto silencioso,  entre a garota e a alta sociedade onde ela mesmo se infiltrara, o que ninguém sabia era até que ponto isso poderia ser maléfico para qualquer um dos lados. Em sua breve caminhada em seu refugio até a loja de armas localizada no alto da cidade a Sky poderia ver apenas o que ela mesma denominava de pessoas com estatuto social, de resto era o mesmo belo dia para ela, o mesmo chão que se pisar, e a mesma loja de arma cuidada por um senhor de longas barbas negras e grisalhas, óculos redondos que mal apareciam em contraste as suas enormes bochechas e sua rugas que revelavam sua idade superior a cinquenta anos. Sua barriga, não menos volumosas que as bochechas, estacionavam gentilmente o cachimbo na mão esquerda, na outra um jornal que tinha a manchete de um assassinato.

- Olá, meu senhor! – Dizia a menina espantando o sujeito que jogou o jornal em um lixo, e em seguida retomou a postura de uma maneira tão gentil que quase passou despercebida pela gatuna.
- Olá, o que uma senhorita como você gostaria? – Perguntava, mas a jovem talvez tivesse atenção para outro lado, existiam duas pessoas, com sacolas em mãos, as mesmas sacolas que se embrulhavam coisas da loja, provavelmente estariam de saída? Sim, talvez, e talvez as coisas ficassem realmente interessantes.

As armas de desejo da jovem ficavam ao final da loja, minhas sinceras desculpas, a loja tinha cerca de cem metros quadrados, o que não dava muito espaço, mas com certeza havia um porão ou sótão, dava-se pra ver por causa de um estoque de coisas em um canto, junto com uma escada. As prateleiras se dividiam pelos cantos, e ao final da loja havia um caixa e instrumentos de utilização ninja em uma prateleira que parecia comprada recentemente. Ali, ali estava o que Sky queria, mas seria só isso que ela desejava? Antes de qualquer coisa a porta se abria
- Leia o último paragráfo do post.


Lancelot Pendragon




~

Talvez aquela vila não fosse o lugar que o jovem cigano queria para ser seu palco, mas com certeza era onde ele precisava estar para que o mar fizesse seu culto e o chama-se para junto dele, se assim você preferir acreditar. A pequena aglomeração de pessoas apenas vinha de uma casa maior como um moinho e se separava entre as diversas cabanas, todas elas com uma pequena horta e algumas mudas de algum arbusto frutífero que Lancelot não conseguia identificar.

Após a execução de seu plano o alto jovem pôs-se a cantar e conseguia ver olhares baixos de pessoas, de todas as idades que realmente tinham interesse naquilo, mas no fim não lhe sobrava nada em seus bolsos para entregar, apenas alguns aplausos tímidos,  uma jovem de capuz e aparentemente ferida deixou dez mil berrys e saiu andando e cantando algo, parecia como se todo o som restante parasse, afinal ele não havia em grande quantidade, mas a voz ecoava com um beleza descomunal:

Musica:
 

A jovem ia seguindo o caminho deserto e  em seguida desaparecia, porém sua voz continuava audível, era claro que ela estava indo sentido o palácio, atrás da muralha. Enquanto a caminhada fosse seguida, um pouco de tudo poderia se ver, animais inofensivos, árvores desgastadas  e mal cultivadas, e chão pouco fértil. A caminhada não era tão grande, mas já era de tarde, e os bandidos logo começariam a procurar desavisados ou audaciosos.
Caso fosse até a cidade encontraria a cidade baixa em uma calma ainda menos habitual que de costume, e a música acabaria em frente a uma árvore que continha algumas coisa no chão...

Ruby Rose




~

A jovem Ruby andava com suas novas ideias e maneiras de seguir a vida, que haviam sido definidas pela mesma. A liberdade, doce, suave e inofensiva liberdade, talvez não tão inofensiva perto de Ruby, que dispunha de treinamento para tirar liberdade.
Desprotegida a menina começou a seguir dentro da baixa cidade a procura de uma foice, e ao chegar a loja de arma daquele vilarejo meia boca ela anunciava seu desejo, em alto tom para o balconista, que parecia também ser o dono do local:

- Olá eu quero comprar um foice assassina. – Dito isto podia se ver uma loja bem pequena que estava dividida meio a meio entre espaço para os clientes e para as armas. A loja era quadrada e era um retângulo e doze metros e meio para os clientes e para trás do balcão mais dez metros para as armas, ao todo era um cubículo de vinte e cinco metros quadrados.
- Oitenta mil berrys para você! – Mastigava as palavras o homem atrás do balcão enquanto olhava com um olhar desafiador para a jovem de olhos azuis.

Antes de esbravejar ou comentar alguma coisa Ruby foi chamada a atenção por um engatilhar de arma, cada ação ali deveria ser levada em conta, um homem de sobretudo e chapéu que impedia a sua identificação estava no local e armado, pronto para atirar em qualquer confusão, quem diabos era ele?
Se a garota realmente gostaria daquela arma, talvez o melhor plano fosse outra abordagem... Mas eis que uma melodia infesta o ouvido da garota e era bela, talvez a mais bela que ela já tenha ouvido até então, quem poderia dizer, só sabia que aquilo era de outro nível.

Arhi Liliver




~

Arhi caminhava enquanto tinha certa nostalgia sobre sua infância e pensava também sobre um pouco do que poderia acontecer dali para frente. Poderia não ser tão simples, mas com certeza seria incerto, o que poderia apenas alimentar a chama de uma nova aventureira.
As ruas de Dawn estavam corriqueiramente chatas, as pessoas passeavam como sempre, todos os dias, mas carregavam os sorrisos e olhares de admiração de sempre, a ignorância era realmente uma dádiva.

Ruas de paralelepípedos bem desenhadas, madames com amas e animais, senhores com longas cartolas e roupas quentes naquele calor, bacos talhados debaixo de árvores, tudo, exatamente tudo era tão repetitivo que doía aos olhos, alguma coisa não estava certo, quem viveria assim.
Seria tudo “normal” se não fossem dois ou três homens que estavam de forma diferente na cidade alta sem ninguém notar, eles vestiam sobretudos e usavam chapéus estranhos que lhe cobriam a face. Não era a primeira vez que alguém disfarçado andava por ali, mas era algo que quebrava a rotina cansativa.

Se dirigindo a loja de armas a pequena faixada era exposta para a bela Liliver que estava preparada com a mão na maçaneta.
Ao abrir a porta à mesma loja de sempre estava lá (- Ler o último parágrafo da parte da Sky) Só que havia uma moça que notara a entrada da médica. Ela tinha cabelos rosa cumpridos e era pequena, aparentava ser dócil e estava encarando algumas pessoas por ali, assim como Arhi.
Pacientemente esperava para ser atendida, parece que as mulheres de hoje estão se armando, será que alguma coisa vem por ai? Era realmente o que parecia.

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Alê
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MensagemAssunto: Re: Act I: Gathering Disasters   Act I: Gathering Disasters EmptySeg 18 Jan 2016, 00:31

“Algo aqui não me desce na garganta. Algo parece não se encaixar na lógica universal. Alguma coisa nessa ilha está me incomodando. Primeiro aqueles policiais estranhos, não pareciam marinheiros, nem tampouco agentes governamentais. Agora, esse barman que, mesmo tentado, não consegue me enganar, ele está receoso com alguma coisa que está acontecendo.” – pensaria comigo mesmo enquanto daria uma leve olhada ao meu redor.

“Agora, esse estranho de sobretudo... “ – pensaria enquanto pegava a cerveja preta que estava no balcão – “Não vou perder mais tempo, tenho que investigar o que está acontecendo antes que isso atrapalhe meus planos” – terminaria bebendo toda a cerveja de uma vez só.

- Amigo! – falaria levantando minha mão – Você pode me conseguir um cigarro ou charuto? – falaria indicando com meus dedos, como se estivesse segurando um, de fato. Após ambas respostas, agradeceria por ele ter respondido.

Se conseguisse de fato o cigarro, me dirigiria até a mesa dos policiais, andando lentamente mas com minha postura ereta e séria. – Olá camaradas! Vocês tem fogo aí? Deixei meus charutos no meu imenso navio, incluindo meu fósforo... – falaria apontando o cigarro para a mesa deles. Enquanto fazia isso, naturalmente tentaria observar o máximo deles, ao mesmo tempo que observaria a reação deles ao que acontecia ali.

Se não conseguisse o cigarro, teria de pensar em outra hipótese de me aproximar dos policiais. – Amigo! – falaria para o garçom – Mais uma rodada para os meus amigos ali... – falaria apontando para eles, de propósito. Após isso, me levantaria, me alongaria e me dirigia até os sujeitos. – Olá camaradas! Mandei trazer mais uma rodada para vocês! – falaria com um enorme sorriso -O que homens tão fortes como vocês fariam por essas bandas? – falaria puxando uma cadeira se sentando com eles.

Esclarecimentos:
 

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MensagemAssunto: Re: Act I: Gathering Disasters   Act I: Gathering Disasters EmptySeg 18 Jan 2016, 01:36

Objetividade - 2º Turno

Anteriormente havia cogitado a ideia de ir atrás das pessoas que me fizeram mal. Um pensamento pobre, um tanto quanto estúpido. Estava de mãos vazias e com a guarda baixa, provavelmente a morte seria o meu mais provável destino.  

Agora minha prioridade seria em permanecer na cidade alta. Por algum motivo não aparente as pessoas influentes daquele lugar estavam inacessíveis e eu estava indagado a descobrir o motivo.

Colocar-me-ia a caminho de uma loja de armamentos onde meu objetivo seria encontrar e comprar um Florete. Se me deparasse com qualquer dificuldade no caminho para encontrar uma loja de armas, abordaria e perguntaria para a pessoa mais próxima. - Com licença, você poderia me informar aonde eu posso encontrar uma loja de armamentos? - Estaria de cabeça erguida e com um vasto sorriso no rosto.

Independentemente de como eu chegaria ao meu destino, entraria na loja de armas e me passaria como chefe de guardas de um rei, cujo único objetivo era o orçamento e adquirir algumas armas para reforçar a equipe de guardas. Dirigir-me-ia até o balcão, com minha boa aparência somada a minha voz encantadora iniciaria mais um capítulo de atuação. Pediria objetivamente por um florete dourado. – O Rei tem certa preferência que seus homens usem floretes. Eu vou contra esse pensamento já que acho que uma espada branca seja muito mais letal e segura. Mas é um gosto bastante pessoal de vossa majestade. – Soltaria essas palavras ao léu observando as amostras de armamentos, seja na parede ou balcão, de modo e com tom que o balconista consiga escutar. Em seguida, me apresentaria formalmente ao balconista como um homem forte do Rei. – Olá caro vendedor. Meu nome é Bernardo e sou um especialista em armas de curta e longa distancia. Sou atualmente o homem que possui o titulo de chefe da guarda Imperial sob as ordens diretas do Rei e estou pessoalmente fazendo um orçamento de preços de armamentos mais acessíveis em diversas ilhas da região. – Citaria o forte nome “Rei” como artimanha para aumentar minha credibilidade.

Quando recebesse o florete pelas mãos do vendedor e tivesse o florete já em mãos, faria poses pré-determinadas. Simplesmente iria mostrar o florete, sem pose de ataque, isso faria com que o florete recebesse maior destaque. Depois traria o florete próximo ao meu corpo, fazendo com que agora fosse eu o destaque principal. – Guerreiro que abandona o posto, não merece a espada que conduz. – E finalmente, apontaria a espada com a sua lâmina deitada em direção ao balconista, para que novamente a visualização da espada possa ser a melhor possível.

Por fim, colocaria a espada sobre o balcão e começaria a analisá-la detalhadamente antes de adquiri-la. – A espada de um guerreiro não é outra coisa senão a simbologia de sua coragem e persistência. E é por isso que espero nada mais, nada menos que a perfeição nesse florete. – Com isso, qualquer risco em sua lâmina, pomo, cabo, chappe ou guarda-mão, pormenores ou mais insignificantes que fossem já seria motivos mais do que suficiente para descontar no preço final daquele item e desarmar qualquer que fosse o argumento do vendedor. Ficaria o tempo todo friamente, mantendo-me calmo usando a lógica para negociar e fechar o melhor acordo visando somente o meu lado. – Nosso rei é um homem que sabe ser generoso. E ele deve retribuir grandiosamente àqueles que colaboram pela causa.

Se tivesse sucesso em minha negociação e conseguisse o florete com desconto, com o restante do dinheiro tentaria agora conseguir um revólver. – Eu gostei da maneira como o senhor me recebeu e me atendeu, e como uma mão lava a outra, eu vou levar um revólver de seu estabelecimento para usar pessoalmente. – Dito isso e em posse do revólver, procuraria analisar toda sua parte exterior, um mero risco, seja em seu cano, cabo, tambor, entre outras partes de seu núcleo, seria descontado ao preço final.

Meu objetivo e maior prioridade, com ou sem desconto, era sair do estabelecimento com o florete em mãos, mais precisamente, embainhado. Estaria inclinado a pagar até 30(trinta) mil berries pelo florete, de preferência adquirir com desconto. Os outros 20(vinte) mil berries sobrados, eu procuraria tirar um revólver dos mais simples, o suficiente para atirar e fazer buracos em pessoas. Me despediria do atendente pagando o preço que fosse colocado em ambos os itens, se dentro de minhas possibilidades, claro. Independentemente se, com desconto ou sem desconto, com florete e revólver, ou se apena com o florete. - Muito obrigado, o rei agradece seus serviços, como sou apenas um homem e não poderei levar todo um estoque, levarei primeiramente apenas esse(s) iten(s).

Fora do estabelecimento. Eu tinha conhecimento que era um homem que chamaria a atenção, e que certamente não passaria despercebido a olhos um pouco mais atentos. Decidi então que deveria conhecer melhor o local, as pessoas, assim, faria uma aproximação serena e estratégica em prol deste meu próximo objetivo, a quietação por parte dos nobres e pessoas influentes daquela ilha. Passaria alguns minutos circulando pelo local e escolheria prováveis alvos. Ficaria sempre atento a olhares, e principalmente, se a dama estaria desacompanhada. Colocar-me-ia em direção ao palácio e a todo o momento buscaria por uma dama com belo porte, que até a morte não ousaria destruir. Quanto mais próximo do palácio, com melhores bons olhos seria visto a dama. Olharia em seus pulsos, pescoço e cabelo procurando por joias. Em seu corpo, um magnífico vestido. Precisava me aproximar de uma dama como essa, de porte nobre e preferencialmente com acesso ao palácio. Perfil traçado, aproximaria-me da dama de maneira confiante. Seria sutil, elogiaria e deixaria o papo fluir naturalmente enquanto caminharíamos em direção ao palácio. - Com licença madame. Poderia eu, um mero soldado do rei, acompanhar a madame mais bela entre todas as mulheres dessa ilha? Vejo que as damas tem andado armadas, se me permitir te acompanhar, me certificarei que ninguém te faça mal.


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