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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 O amanhecer da Justiça

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MensagemAssunto: O amanhecer da Justiça   O amanhecer da Justiça - Página 2 EmptyDom 10 Jan 2016, 01:51

Relembrando a primeira mensagem :

O amanhecer da Justiça

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Dazor Newgate. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: 5º   O amanhecer da Justiça - Página 2 EmptyQui 14 Jan 2016, 17:41


I Know What You Want


Os ventos eram favoráveis aos meus planos já que conseguira combinar com a líder da vila um modo de de ajudá-los, em retribuição aos favores que iria receber. Num momento de rara desconfiança, pensaria "Mas... e se ela estiver simplesmente me enganando para que eu consiga comida para seu povo? Tudo bem que nossa relação foi de cordialidade, mas essa possibilidade não é inexistente... Fazer o que? Eu não tenho chances melhores atualmente, então ao menos ajudar esse povo, eu vou!", completaria o pensamento já caminhando em direção da enorme árvore.

Já naquele momento inicial, daria uma bela olhada naquela bela obra da natureza, analisando-a de baixo para cima, buscando detalhes, modos de subir e também buscando localizar onde as aves a serem caçadas poderiam estar. Em relação aos seres que eu tinha de encontrar, buscaria, olhando para o céu, identificá-los, já que para alimentar uma vila toda eles não deveriam ser pequenos e tentaria aprender um pouco sobre seu voo, sobre o modo que pousam e também, quem sabe, algo sobre sua relação com os semelhantes. Lucy havia me sugerido caçar uma dessas aves que são amplamente aproveitadas na ilha, mas não deu mais nenhum detalhe sobre elas. Nesse momento eu pararia minha caminhada e pensaria, com uma expressão pensativa escorando uma mão em meu queixo "Espera aí... Como o risco é proporcional ao lucro, o mais provável é que caçar esses pássaros seja difícil e perigoso, portanto, creio que seria melhor começar conseguindo comida aqui embaixo mesmo". Pelo fato da ilha ter uma cobertura florestal muito grande, o mais provável é que ainda haviam muitos animais por aí a serem caçados, então seria melhor começar por eles, recorrendo aos monstros voadores somente se minha busca térrea for falha.

Me dirigiria, então, direto para a floresta a passos largos, observando com atenção o ambiente, atento a possíveis seres que poderiam aparecer. Procuraria por todo tipo de animal ali, mas focando os mais amigáveis e inofensivos. Para estes, tentaria me aproximar com uma expressão amigável, mas mantendo uma postura bem ereta, ostentando um olhar nobre, dizendo sempre que encontrasse um "amigo", "-Olá, meu caro amigo! Não precisa se preocupar, não estou aqui para ludibriar-te!". Caso ele não fugisse e viesse ao meu encontro, diria com um tom de voz que buscava misturar seriedade e amizade. "Vossa senhoria poderia ajudar-me? Eu gostaria, por obséquio, que dissesse a mim, caso tenha ciência, onde eu poderia localizar algum animal grande e mau. Eu, o rei... quero dizer, Dazor, irei levar a justiça a ele, caçando-o para que possa ser útil na alimentação da vila, que está expressamente necessitada! O senhor(a) poderia auxiliar-me?". Se ele pudesse me ajudar, escutaria tudo o que tivesse parar falar, ostentando pompa, com a postura bem ereta e o peito quase que inflado. Se uma localização fosse dada, me dirigiria a ela sem pensar duas vezes, mas buscando ser furtivo para não assustar minha presa. Caso conseguisse ver um animal grande e realizando maldades, buscaria furtivamente um esconderijo e iria observá-lo buscando quaisquer tipos de detalhes, possíveis fraquezas, pontos expostos, seu modo de atacar, ou seja, qualquer tipo de informação útil que me ajude a abatê-lo. Eu iria andar pela floresta buscando por essas duas situações, ou até que me canse de andar sem ter nenhum progresso em minha busca ou se mais de uma animal me falasse que não seria feliz no que estava procurando, voltando, assim, para a vila.

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MensagemAssunto: Re: O amanhecer da Justiça   O amanhecer da Justiça - Página 2 EmptySab 16 Jan 2016, 12:06

Por um instante, Dazor sentiu-se desconfiado de que aquilo pudesse ser apenas um engodo para ajudar os habitantes, mas, sabendo que não possuía alternativa melhor, resolveu ajudar assim mesmo. O Mink passou alguns instantes olhando para o céu, procurando enxergar a ave que Lucy lhe falara. E não demorou para ver um vulto imenso, com mais de dez metros de comprimento e certamente mais de dez de largura também sobrevoar o céu. Era uma ave maravilhosa, com penas em dezenas de tons de azul e verde e um rabo que abria-se. Mesmo o pássaro encontrando-se a mais de 50 metros de distância de Dazor, ainda podia sentir de leve as lufadas de ar a cada vez que o bicho batia as asas, usando-as para subir ainda mais na árvore que, facilmente, superava os cem metros de altura. O jovem sabia que, se quisesse, poderia usar suas garras para subir árvore acima, mas será que conseguiria ter forças para chegar até tão alto assim?




Mudando de ideia, Dazor resolvia caçar animais no solo mesmo, pois sentia-se mais seguro para tal. Uma vez na floresta, o Mink andava por algum tempo, até encontrar um pequeno e simpático tatu, o qual botava apenas a cabeça para fora de sua toca ao ouvir o que o interlocutor tinha a dizer.


- Pois hoje é seu dia de sorte, caro companheiro! Siga a floresta por mais algum tempo e você encontrará uma área onde as árvores criaram uma depressão, como se fosse uma caverna. Lá dentro existem três ursos muito maus! Grandes e gordos! Certamente vão servir para um Rei como o senhor! -


Dizia, alegre, enquanto apontava a direção para o Mink, que, imediatamente, seguia as informações dadas. Menos de uma hora depois, encontrou a entrada dessa caverna, mas não teria como observar os malfeitores sem adentrar o local. Faria isso? Ou escolheria um plano B para capturá-los?
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MensagemAssunto: 6º   O amanhecer da Justiça - Página 2 EmptyDom 17 Jan 2016, 16:31


Be Right There


Encontrar esse amiguinho tatu que me deu a informação que precisava foi muito bom! Digno de um dos meus súditos, não esperava nada menos. "-Fico muito agradecido pela informação, caríssimo! Irei lhe recompensar eliminando tais malfeitores. Adeus!", diria-lhe com um sorriso nobre, esboçando certa superioridade mas sincera gratidão. Iria caminhar com cuidado até o lugar indicado, prestando atenção ao meu redor em possíveis perigos, já que até mesmo os reis possuem seus desafetos.

A caverna foi tão bem descrita, que depois de um tempo pude reconhecê-la em meio à floresta. Já tinha noção de como eram os inimigos, eu sabia onde eles se escondiam e ainda possuía o trunfo da surpresa. Os fatores já estavam favoráveis a mim, cabia agora, somente, usá-los para abater minhas presas sem sofrer maiores danos colaterais. Não era possível observar os ursos, caso eles estivessem em seu covil, o que eliminava algumas possibilidades de abordagem. De duas, uma: eu teria que invadir a caverna para encontrá-los ou teria que trazê-los aqui para fora. Caso nesse meio tempo nenhum dos ursos saia, a primeira coisa que eu iria fazer era me aproximar da caverna pelo seu flanco esquerdo, sem passar diretamente por sua entrada, fazendo todo uso de minha velocidade e furtividade. Iria me esgueirar pisando bem leve, buscando ao máximo não fazer barulho, de sua entrada, tomando muito cuidado para não ser visto. De lá, tentaria escutar os ruídos de dentro da caverna, possíveis conversas ou planos. "Quem sabe eu tenho a sorte de encontrá-los hibernando? Seria bom para eles, pois teriam uma morte calma e serena...", pensaria. Prestaria bastante atenção nas palavras a serem ouvidas. No momento em que percebesse que um deles se aproximava de onde eu estava, voltaria rapidamente e discretamente para entre as árvores e iria me esconder, mas sempre buscando observar tais animais, quaisquer pontos fracos que eu pudesse perceber seriam muito bem usados no futuro.

Ainda poderia acontecer dos animais não estarem por lá na caverna e se eu percebesse isso de alguma forma, me esconderia entre as árvores, de preferência em um lugar alto (que escalaria usando minhas garras) e que pudesse ver a entrada da caverna, de forma a esperar a volta de meus inimigos. E lá esperaria com atenção, também atento com meus ouvidos para não ser pego de surpresa. Ainda não era o momento de atacar, as informações sobre eles eram muito escassas. Como eu ainda estava em posição de esperar, nada melhor do que paciência para ter um trabalho menos árduo no futuro.

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MensagemAssunto: Re: O amanhecer da Justiça   O amanhecer da Justiça - Página 2 EmptyQua 20 Jan 2016, 09:38

O Rei das Selvas agradecia o tatu que devolvia-lhe o sorriso, dizendo baixinho:


- Ahh, tenho certeza que irá, meu caro. Tenho certeza... -


Dazor não demorava a achar a caverna descrita e, tentando uma abordagem mais sutil, usava de toda sua perícia para tentar buscar informações antes de atacar. Esperou por um tempo mas nenhum dos ursos apareceu. Estariam eles hibernando? O Mink, entretanto, resolveu aguardar ainda mais e, subindo em uma das árvores, ficou observando a floresta de cima. E sua espera foi recompensada. Cerca de uma hora depois de subir a árvore, quando o dia já praticamente estava se pondo, os três ursos apareceram, caminhando em fila indiana. O menor de todos, certamente uma criança, a julgar pelo seu tamanho, encontrava-se no meio dos outros dois. O Mink podia ouvi-los conversando.


- Muito bem, meu filho! Hoje foi um ótimo dia. Está aprendendo bastante a ser como o seu velho pai aqui! Em breve teremos de hibernar, então é bom que continuemos nossos preparativos! -

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MensagemAssunto: 7º   O amanhecer da Justiça - Página 2 EmptyQua 20 Jan 2016, 12:59


Intoxicated


A despedida do tatu podia ser definida por somente uma e mais nenhuma palavra: suspeita. Mas mesmo assim o melhor no momento seria continuar nessa única oportunidade no solo que conseguira até agora. Minha suspeita pelo pequeno animal que me dera a informação aumentou um pouco mais tarde, quando avistei os ursos sobre os quais fui orientado a matar. Eles eram uma família, aparentemente pai, mãe e filho; e a julgar pelo o que pude ouvir, o urso menor estava sendo ensinado e eles estavam se preparando para hibernar. Caso eles realmente forem maus, este seria o momento perfeito para abatê-los, nem dor iriam sentir, o que de certa forma é até legal da minha parte, mas eu realmente sinto que deveria averiguar um pouco mais.

Continuaria em cima da árvore, observando-os a certa distância. Buscaria observar detalhes nesses animais, como marcas de sangue, ferimentos, cicatrizes, qualquer coisa que me indicasse uma fraqueza ou um indício que estiveram em batalha. Ficaria também atento com meus ouvidos, procurando me manter suficientemente próximo a eles de modo furtivo, evitando ser percebido, para continuar a ouvir o que estariam a dizer. Meu trabalho agora seria o de um investigador, buscaria saber se eles eram maus realmente ou não, pois não era meu desejo e iria diretamente contra meus princípios matar inocentes. Caso eles entrassem na caverna e eu não pudesse vê-los e ouvi-los, iria olhar ao meu redor e procurar outro(s) animal(is) próximos, mesmo que eu tivesse que caminhar um pouco pela floresta para encontrar algum, mas nada muito distante do recinto dos ursos. Assim que encontrasse, perguntaria de modo bastante polido "-Olá meu caro amigo. Por obséquio, gostaria de saber se a sua pessoa conhece os ursos que habitam aqui por perto. Eles são realmente maus? Gostaria que fosse sincero comigo.", diria, aplicando um tom e um olhar de maior seriedade na última frase. Iria procurar até encontrar uma animal que soubesse me informar corretamente. Prestaria atenção na resposta e no modo que ela fora dita, caso fosse confirmado sem mais suspeitas a maldade dos grandes mamíferos, eu iria agradecer dizendo "-Pois bem, sua informação foi muito valiosa, fico gratíssimo por ela. Muito obrigado!" e depois voltaria para perto da caverna, me esconderia e esperaria a noite cair e ouvir ao menos um ronco ou barulho que confirmava que eles estavam dormindo para agir. Se o animal me dissesse que os ursos não eram maus e que eu havia sido enganado, iria rugir não tão alto de raiva e voltaria a falar "-Não é necessário temer-me, meu caro, não estou bravo com você. Na verdade, alegro-me por ter te encontrado e não ter cometido um terrível erro. Por acaso você sabe de algum animal grande e mal que eu posso caçar por aqui? Preciso levar comida para a vila, já que eles estão passando por tempos difíceis.", diria, voltando a um tom sério depois da irritação inicial. Ouviria com cuidado as palavras do animal e agradeceria "-Muito obrigado, e até outrora!".

De qualquer forma, caso fosse confirmado que os ursos não são maus, eu, como rei, deveria buscar a paz e a resolução de conflitos no reino, então, numa iniciativa nobre por minha parte, iria até a caverna e buscaria falar com a família que quase tive a desventura de acabar "-Olá! Família de ursos, preciso falar com vocês um assunto que de certa forma é sério. Parece que tem alguém com algo contra vocês. Além do mais, vocês conhecem algum animal grande e mal que eu posso caçar para alimentar a vila? Lá eles estão passando por tempos difíceis.". Do mesmo jeito ficaria atento para não ser atacado e pronto para me jogar para trás e criar distância caso algo dê errado.

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MensagemAssunto: Re: O amanhecer da Justiça   O amanhecer da Justiça - Página 2 EmptyQua 20 Jan 2016, 17:16

Talvez o tatu não esperasse que Dazor ouvisse sua despedida, ou talvez não ligasse. Mas, sem dúvidas, aquilo atraíra a atenção do Mink que, agora, suspeitava que pudesse ter sido ludibriado. Principalmente quando percebeu que ali estava uma família de ursos que preparava-se para hibernação. Observando do alto das árvores, o Rei das Selvas poderia notar várias cicatrizes nas patas dianteiras e traseiras do papai urso, bem como uma estranha marca em torno do pescoço dos outros dois ursos, o que possivelmente indicava um parentesco, caso fossem marcas de nascença. Parecia que o pelo ali dividia-se em dois, deixando um rastro rubro no meio. Ou seria aquilo sangue? O Mink tinha dificuldade em distinguir. Infelizmente Dazor não tinha muito tempo para averiguar, pois logo os três haviam adentrado por completo a caverna, obrigando-o a partir para seu plano B.

Não muito longe dali, encontrou uma coruja pousada em uma árvore e aproveitou para perguntá-la sobre os ursos.


- Ah, olá, senhor. Não posso me demorar muito, acabo de acordar e estou faminto. Mas respondendo a sua pergunta... maus? Eu não diria... É, se bem que talvez você possa classificá-los assim... Tô com fome, vou caçar... Adeus....  -


Talvez fosse frustrante para o Mink, mas a coruja de fato não dava nenhuma resposta definitiva, praticamente divagando a cada nova frase. Deixara-o ali, sozinho. Os indícios apontavam para que os ursos fossem, de fato, maus, mas assim o seriam? Como Dazor iria reagir? Os confrontaria, eliminaria-os enquanto dormiam? Ou procuraria investigar mais? O tempo corria e a noite já surgia em Torino Kingdom. Restavam menos de 150 horas para a sua partida.



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Última edição por Akuma Nikaido em Sex 22 Jan 2016, 10:59, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: 8º   O amanhecer da Justiça - Página 2 EmptyQua 20 Jan 2016, 23:58


Trap Queen


Parecia que cada vez que eu conversava com um animal ficava mais confuso! Agora uma coruja apressada somente divagava para mim... súdito insubordinado que nem tem a decência de falar direito com seu rei... Mas ainda sim a dúvida dominava minha mente: esses ursos são realmente maus? De modo que pudesse agir, procuraria outro animal por ali mesmo, ainda tentando, mesmo que inútil uma resposta diferente, sempre perguntando "Olá meu caro amigo. Por obséquio, gostaria de saber se a sua pessoa conhece os ursos que habitam aqui por perto. Eles são realmente maus?". Se não encontrasse outro animal por ali, caso não obtivesse uma resposta conclusiva ou se algo desse errado, voltaria para a caverna, ainda furtivamente e andaria na direção que os ursos estavam voltando, buscando chegar onde eles estavam e averiguar o que estavam fazendo. Pelo fato de suas patas estarem com um tom de rubro, algo parecido com sangue, minha mente já estava quase decidida em abatê-los.

Eu iria fazer o caminho contrário deles, sempre usando minha visão para avistar suas pegadas no chão da floresta, galhos quebrados e folhas caídas por causa de sua passagem. Procuraria até encontrar possíveis corpos ou até mesmo frutas da mesma cor da tintura que manchava os pelos deles. Encontrando ou não algo marcante, voltaria decidido para a caverna, ao mesmo tempo que caminharia afiando as garras e presas com alguma pedra que achasse por aí, depois realizando certa limpeza delas; e iria me esgueirar para perto da entrada. De lá buscaria ouvir indícios que os ursos dentro do covil estavam dormindo. Caso não estivessem, esperaria mais um pouco até que eles caíssem no sono. Assim que o sono dominasse o interior da caverna, iria furtivamente invadi-la e me aproximar dos ursos. De qualquer forma tomaria cuidado com eles, para que não acordassem com minha presença lá. Iria chegar bem perto e buscaria sentir o cheiro da parte vermelha em sua pelagem, buscando saber se era sangue mesmo. Caso percebesse qualquer movimentação estranha ou ruído lá dentro, iria me afastar rapidamente de onde estava do modo mais silencioso possível. Se confirmasse que era sangue em suas patas, se não tivesse confirmação ou se tivesse visto vítimas anteriormente, não pensaria duas vezes e, com minhas garras da mão, rasgaria a garganta do primeiro urso de modo rápido, forte e fatal, sem deixar qualquer chance para ele acordar ou revidar. Se tal movimento não acordasse os outros, repetiria o mesmo movimento fatal neles e assim teria completado minha parte do trato, faltando somente levá-los para a vila. Olharia o peso de cada um e procuraria fora da caverna um cipó que estivesse próximo e que fosse forte para amarrar os corpos dos três ursos, para poder arrastá-los até a vila.

Como estava à noite, precisava tomar cuidado com os perigos noturnos e com os possíveis ladrões de minha carga, por isso ficaria atento ao redor principalmente com a audição, já que estava escuro. Buscaria me orientar pelas luzes da vila. O fato de abatê-los possivelmente mesmo sem uma prova maior não era algo que me abalava, é algo natural, é a cadeia alimentar, não tem para onde fugir sendo um carnívoro. Buscaria chegar na segurança da vila o mais rápido possível.

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MensagemAssunto: Re: O amanhecer da Justiça   O amanhecer da Justiça - Página 2 EmptySex 22 Jan 2016, 11:12

Dazor ainda estava confuso quanto ao fato dos ursos serem de fato maus ou não e, por isso mesmo, procurava por uma terceira opinião. Fazia-o de modo sensato, mas não tinha muita sorte. Tendo já caído a noite, os animais todos estavam escondidos. Ou evitando serem presas, ou prontos para predar. Sendo impossível localizar o que queria, o Mink partia para a exploração. Fazia o caminho inverso ao dos ursos, chegando próximo a um riacho. Via chumaços de pelo de urso agarrados em uma pedra no meio da água, o que indicava claramente que haviam adentrado o local. A trilha parecia terminar ali e já estava decidido em voltar para a caverna quando um brilho perolado lhe chamou a atenção do outro lado do rio. Encontrou, então, um homem morto, com uma marca de garras em seu pescoço, completamente aberto. Do lado do humano havia uma lança, partida ao meio. Um pouco de sangue seco estava em sua ponta. Aproveitou aquela ponta afiada da lança para limpar e afiar suas garras e presas, tomando cuidado para não se furar.

Chegando na caverna, nada podia ouvir, o que o fez suspeitar que os ursos estivessem dormindo. Aproximando-se sorrateiramente, chegou próximo do primeiro urso, o menor de todos, e, quando preparava-se para tirar-lhe a vida, ouviu um barulho vindo do outro urso e recuou rapidamente. Atitude em vão, pois o papai urso havia apenas soltando um ronco. Atitude falha, ainda por cima, já que, ao recuar, acabou pisando em um pequeno graveto, de mesma cor do solo, quebrando-o ao meio. O barulho acordou o papai urso que, pondo-se de pé, assustado, começou a rosnar. Som o suficiente para despertar os outros dois.

- O QUE QUER AQUI? -

Vociferou o animal, colocando-se à frente da fêmea e do filhote, enquanto levantava-se, expondo toda a sua altura. Maior até mesmo do que Dazor. O Mink estava em uma caverna simples, sem muito espaço para correr para os lados ou para a frente. Não poderia aproveitar bem a sua agilidade. Talvez fosse melhor recuar por hora.

Spoiler:
 




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MensagemAssunto: 9º   O amanhecer da Justiça - Página 2 EmptySex 22 Jan 2016, 21:14


Runaway


Finalmente algo mais esclarecedor: os ursos haviam matado uma pessoa. A brutalidade do ato, aspecto confirmado pelo fato do humano estar aberto, era mais que um motivo para eu aplicar a Justiça àquela família, ainda mais se o urso pai estiver ensinando tal crueldade a seu filho. Acabar com a vida da família inteira mostrava o quão clemente eu era, já que iriam todos juntos e nem tristeza iriam sentir pelas perdas. Bastava-me agora finalizar o que já estava planejando desde o início.

A princípio parecia um trabalho muito simples: abater ursos dormindo. Tanto que não foi difícil adentrar a caverna sorrateiramente e me aproximar das presas. Subitamente, ao ouvir um barulho, me joguei para trás acabando completamente com meu trunfo da surpresa já que havia pisado num galho quase que invisível, acordando o papai urso. Ele era grande, vê-lo ao longe não era a mesma coisa do que estar próximo de tal fera, prestes a ser atacado, o que de certa forma era intimidador. Mesmo sendo o rei dos animais, algumas situações ainda poderiam me oferecer perigo, tais como aquela. Para sair daquela enrascada, teria que pensar e agir rapidamente, antes que tivesse o mesmo fim daquele humano que vira instantes atrás, somente, claro, se o urso for mais forte que eu. Ignorando comparações de força e também ainda levado pelo susto que me fez recuar, gritaria assustado, o que não seria uma atuação, já que o ronco realmente havia pregado-me um susto "-AI MEU DEUS!!! UM URSOOOOO!!!! NÃO, SÃO TRÊS URSOS!! ESSA FLORESTA QUER ME MATAR, SÓ TEM FERAS AQUI!!!", diria ao mesmo tempo que rapidamente, antes do urso que estava a minha frente pudesse agir, tentaria correr para fora da caverna em direção à floresta utilizando toda minha agilidade. Só pararia de correr quando já estivesse entre as árvores, nesse ponto, usaria de minha furtividade para me esconder e usaria a audição para saber a reação dos ursos e se estavam me seguindo. Evitaria outro encontro prematuro com eles, mas, com ainda mais cuidado, voltaria para perto da caverna, isso quando percebesse que não estava sendo seguido. Subiria mais uma vez em uma árvore, procuraria não fazer barulho e usaria meus sentidos para ficar atento às minhas presas. Esperaria por cerca de 30 minutos e desceria novamente com cuidado aos galhos alheios e me aproximaria novamente da caverna, buscando ouvir mais uma vez se os ursos voltaram ao seu sono. Se sentisse alguém se aproximando, correria de volta para as árvores a me esconderia, esperando o perigo passar.

Caso percebesse que os ursos voltaram a dormir, adentraria a caverna mais uma vez e com um cuidado cirúrgico me aproximaria dessa vez do papai urso e em um único movimento, rasgaria a garganta do grande animal com as garras da mão direita ao mesmo tempo que seguraria com toda a força sua boca, para mantê-la fechada e evitar que os outros fossem acordados. Caso desse certo, faria o mesmo com a mãe urso e depois com o filho deles. Se o pai acordasse, ainda sim tentaria desferir-lhe um golpe profundo e fatal, seja na garganta ou na barriga, buscando abri-lo com as garras das mãos, além de tentar desviar de possíveis golpes movimentando-me para trás. Se conseguisse assassinar o pai, mas outros acordassem, iria usar de toda minha velocidade para ir atrás da mãe urso e abatê-la sem pensar duas vezes, mirando os mesmos pontos (garganta e barriga). Caso chegasse nesse ponto, tomaria cuidado com o filho urso que poderia ficar furioso ou paralisado pelas mortes dos pais. Finalmente era hora de agir e eu não poderia voltar atrás.

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MensagemAssunto: Re: O amanhecer da Justiça   O amanhecer da Justiça - Página 2 EmptySab 23 Jan 2016, 20:36

Dazor estava decidido a matar a família de ursos após ver que haviam matado um humano e, por isso, invadiu suas cavernas, pronto para realizar seu trabalho de carrasco. Mas as coisas não saíam conforme o planejado e, recuando para fora da caverna, o Mink gritava, buscando fingir surpresa ao ver os ursos. Não era um ator bom e, definitivamente, qualquer pessoa veria o engodo. Já quase fora da caverna, ainda podia ouvir a voz do urso, já de volta ao normal:

- Mas o que diabos foi isso... -


Dazor preparava-se para, uma vez mais, invadir a caverna, depois de passado tempo suficiente para ver que não havia nenhum movimento na região: fosse atrás de si, fosse dentro da caverna. Adentrou e, no mais completo silêncio, chegou próximo do papai urso. Quatro passos de distância. Três passos. Dois.

Agora!!!

No momento que suas garras iam na direção do pescoço do animal, o urso abria os olhos e, em um movimento de quem certamente já estava esperando por aquilo, saltou em cima do Mink, derrubando-o para trás e fazendo-o errar o corte. Não atingia o pescoço, como queria, mas sim a pata esquerda do urso, a qual sangrava agora. Mas Dazor possuía um animal de quase uma tonelada pisando em seus braços e pernas, imobilizando-o. Podia perceber, entretanto, que o peso do animal estava mais concentrado no seu braço esquerdo, talvez reflexo da pata ferida do urso. Seu braço direito, embora imobilizado, ainda possuía algum movimento disponível, mesmo que bastante limitado.


- Será que agora vai me dizer o que diabos quer com minha família? -


Um rugido possante ecoava por toda a caverna, enquanto as presas do animal eram expostas ao Mink. Os outros dois ursos agora acordavam e ficavam olhando aquela cena, atônitos. Como Dazor livraria-se daquela enrascada?
Spoiler:
 




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Última edição por Akuma Nikaido em Qua 27 Jan 2016, 16:32, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: 10º   O amanhecer da Justiça - Página 2 EmptyQua 27 Jan 2016, 04:48


Gimme That


Tudo corria muito bem, até, por um segundo, cheguei a pensar que realizaria minha missão de modo ligeiro, mas nada é tão fácil assim. Consegui sair da caverna sem ser perseguido e depois voltei a ela, buscando novamente abater os mamíferos. Ao aproximar, preparar minhas garras e ficar pronto para o ataque, já até via a vida se esvaindo daquele grande corpo. Mas como tudo que vem fácil, vai fácil, fui surpreendido pelo grande animal, que num movimento jogou-me ao chão e me prendera com seus membros, após eu ter atacado sua pata. Essa sensação de prisão é horrível: aquele grande e pesado urso fazia com que eu não pudesse me mover, fazendo com que eu sentisse somente uma coisa: impotência. Só pelo fato desse súdito ter tido a ousadia de encostar em mim sem consentimento, ainda mais me derrubando, já merecia a morte. Não havia mais dúvidas, por insubordinação eu já havia sentenciado-os à morte mentalmente.

Rapidamente, assim que percebi que tinha certo movimento no braço direito, iria realizar um movimento de explosão e trazê-lo para perto de meu corpo, na direção da cabeça, ao mesmo tempo que levantaria o pescoço e iria morder a pata já machucada do urso. Não seria uma mordida comum, ela iria servir para tanto distrair, quanto avariar o inimigo. A boca teria uma abertura mediana e morderia de forma forte e profunda, puxando rapidamente em seguida com o pescoço a parte de urso com o qual possuía contato bucal. Devido à pequena oclusão e as minhas presas afiadas, seria bem fácil arrancar um pedaço do animal, tornando impactante a dor causada, o sangramento e o pânico momentâneo. O urso poderia ser grande e pesado, mas criar velocidade horizontal com força e agilidade, ainda mais sendo pressionado por uma pata avariada, não seria difícil. Assim, nessa confusão gerada após o primeiro movimento, tentaria livrar meus braços e pernas, sacudindo o corpo, focando mais o braço direito. Tentaria desviar de quaisquer ataques movimentando a cabeça ou utilizando o(s) braço(s) livre(s) para mudar a trajetória do que iria me ferir. Caso conseguisse soltá-lo, somente, buscaria me apoiar no membro esquerdo, erguer o corpo o máximo possível para, assim, tentar rasgar sua garganta com as garras da mão, num movimento rápido e agressivo. Se os dois braços se soltassem, iria fazer jus às abdominais feitas por tanto tempo e levantaria o tronco sem ajuda, indo de forma bem ágil com as duas garras no pescoço da fera, sem piedade. Em ambos os casos, se não pudesse ir diretamente no alvo inicial, começaria o movimento pela barriga, visando suas vísceras, realizando cortes na direção da cabeça. Golpearia sem misericórdia, também tentando não receber ataques alheios, parando somente quando percebesse que a vida havia deixado o corpo do animal. De qualquer forma, meu inimigo era um animal, não era inteligente e era a base de instintos, portanto esperar um ataque planejado assim não era algo muito de seu feitio, ainda mais algo ão ágil e fatal. Se ele realmente chegasse a morrer, buscaria libertar minhas pernas e evitaria ser esmagado pelo peso do animal. Se o pai urso não morresse, buscaria pegar um pouco de terra do chão e jogaria na direção do rosto do animal, usaria os membros que tivesse livres para me defender de possíveis ataques e tentaria me libertar daquela situação, tomando distância dele caso conseguisse. Se tudo desse certo e eu pudesse me soltar, ficaria de pé, iria para a entrada da caverna, bloqueando-a, e observaria a reação da mãe e do filho urso, atento a tudo, mas em posição de defesa. Caso tentassem escapar, iria bloqueá-los, primeiro rugindo alto para afugentá-los e se tentassem sair, iria chutar a barriga deles sem dó em um movimento giratório.

Para que o plano corresse bem, eu teria que eliminar o pai urso para não lutar contra três ao mesmo tempo. O plano todo dependia disso e eu sabia que não podia errar. Já estávamos próximos, faltava somente o golpe de misericórdia após liberar uma das mãos. Teria de lidar com os outros depois, resolvendo um problema de cada vez, o que não parecia ser difícil pra mim, o rei da selva, ainda mais com o resto deles chocado com toda a ação inicial.

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