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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 |R01| A Sina de um Pistoleiro

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AutorMensagem
ADM.Tidus
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MensagemAssunto: |R01| A Sina de um Pistoleiro   |R01| A Sina de um Pistoleiro - Página 3 EmptySex 08 Jan 2016, 03:31

Relembrando a primeira mensagem :

|R01| A Sina de um Pistoleiro

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Raghu. A qual não possui narrador definido.


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Belatrix
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MensagemAssunto: Re: |R01| A Sina de um Pistoleiro   |R01| A Sina de um Pistoleiro - Página 3 EmptySab 06 Fev 2016, 17:51


Ninon Kai

Acreditando que Ron superaria a decepção de ter sido rejeitado, Ninon apreciava o movimento do mar e as pessoas que passavam enquanto seu futuro companheiro não chegava. A jovem solitária que refletia sobre o mar causou certo interesse em Ninon e a jovem considerou ir ao encontro da mesma após se encontrar com Dazzle, que logo chegou lhe enchendo de perguntas e raciocinando um pouco para responder adequadamente tudo. O garoto de cabelo rosa respondeu com calma, encarando-a.

Devo admitir que já esperava essa resposta, mas não que fosse a primeira... Eu até posso conseguir um barco e um navegador, provavelmente vai dar trabalho, mas não é nada impossível. Bem, acredito que seu plano para recrutamento não seja um dos melhores... Seria muito bom se, ao invés de sair por aí perguntando se querem se juntar, apenas nos aventurarmos e provavelmente os interessados virão até nos. Mas você é a capitã, então você é quem sabe. De todo modo, ainda pretendo conseguir algumas coisas nessa ilha, então se quiser ficar responsável pela busca de um barco ou um navegador disponível, tudo bem.

Ele sorria, com os braços cruzados. Algumas pessoas ainda passavam mas ninguém parecia prestar atenção neles, nem mesmo a jovem ruiva perdida nas ondas do mar.

Se quiser, eu tenho um pouco de comida e algumas armas que poderíamos utilizar. Ou até mesmo vender. Consegui um pouco de dinheiro na noite passada, então acho que poderíamos tentar fazer algo.

Ele mostrou um revolver, manoplas e shurikens, e algumas tortas para a mulher, dando espaço para que ela retirasse o que desejasse se necessário.

De todo modo acho que agora eu devo ir em alguma forja ou quem sabe em uma loja de roupas. Quer me acompanhar ou de algo lá?

Ao avaliar melhor o jovem, no entanto, perceberia que ele estava sozinho. Perguntou então sobre o seu acompanhante da noite passada, Zack. Também se aproveitou do momento para sugerir que ele pensasse algo para um possível primeiro passo e se apresentou, entregando-lhe a garrafa de Ron e se afastando um pouco. Guardando a garrafa junto com as outras coisas, ele respondeu.

Muito prazer em te conhecer então. E como vamos nos tornar parceiros, devo admitir que sou um péssimo mentiroso, então, melhor dizer logo que eu matei o rapaz. De qualquer forma, se quiser fazer outra coisa, vamos marcar onde e que horas?

Com o fim da conversa, Ninon seguiu até a distraída jovem e sentou-se ao seu lado, puxando assunto. Ela se assustou com o primeiro contato, por estar tão distraída e nem perceber a presença da mulher, mas sorriu ao vê-la.

Gosto sim. Ele sempre me tranquiliza. Tenho vontade de simplesmente sair voando por ele, tocá-lo com a ponta dos meus dedos. Fugir.

Ela concordou com a cabeça quando Ninon falou de liberdade e algo no fundo de seus olhos revelava que ela sentia o mesmo. O vento passava por seus cabelos e ela mantinha o olhar fixo no mar, parecendo evitar virar-se para Ninon. Ela usava um vestido branco curto, revelando suas pernas finas e delicadas. Seus braços também estavam a mostra, revelando diversas sardas em todo o ombro e pescoço. Era toda magra e suas mãos estavam juntas, entrelaçando um dedo no outro. No entanto, uma cicatriz em seu rosto marcava cruelmente sua aparência. Uma grande e vívida cicatriz ocupava todo o lado esquerdo de seu rosto, com um corte que começava na cabeça e ia até o fim do queixo, bastante desregular e largo. Seu olho esquerdo também foi afetado, sendo completamente branco. O outro olho era castanho e várias sardas eram visíveis em sua pele clara.

Me chamo Alma. É estranho, eu sei. E eu deveria estar trabalhando... Mas, bem, minha loja está falindo mesmo. E você? Como se chama? Não parece ser daqui.  
Alma:
 

Histórico Ninon:
 




Dazzle



Como Ninon seguiu até uma jovem desconhecida de cabelos ruivos, Dazzle seguiu sozinho em busca de uma loja de roupas ou de uma forja. O centro estava um pouco longe e em um dos bairros próximos era possível ver uma lojinha de roupas e fantasias, como um brechó, repleto dos mais diversos tipos de vestimentas e acessórios. Uma senhorinha estava terminando de abrir a loja com dificuldade, ainda ajeitando as coisas por dentro, por ainda ser cedo.

Temos várias máscaras, filho, minha filha mesmo que as faz. Mas só tenho mochilas femininas. Venha ver.

Ela caminhou até uma prateleira mais ao fundo, com três tipos principais de máscaras. As primeiras e em maior quantidade eram máscaras negras que cobriam só os olhos, de diversos estilos.[foto]. A outra, também com várias opções, eram coloridas e decoradas, com desenhos de rosas e com brilho. [foto]. Por fim, haviam quatro máscaras brancas com desenhos em negro. [foto]

Se você quiser, minha filha faz sobre medida e da forma que quiser também. É mais caro, claro. As do olho são 5.000 B$ e as de rosto inteiro 8.000 B$. Por medida ela não cobra menos de 10.000 B$. Agora, as mochilas...

Ela caminhou mais um pouco, ainda com dificuldade. Sua voz era agitada e firme, mas suas pernas pareciam não conseguir acompanhar. Ela apontou para algumas mochilas rosas e vermelhas, despostas na estante. Uma bem pequena e delicada, com rosas desenhadas, tinha o preço fixado de 15.000 B$. Uma mediana, vermelha e com apenas alguns riscos negros, custando 20.000 B$. A maior e mais espaçosa delas, no entanto, custava 30.000 B$. Era completamente rosa, sem qualquer estampa e bolsos laterais.

E então, querido, o que vai querer?

Histórico Dazzle:
 
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brunookada
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MensagemAssunto: Re: |R01| A Sina de um Pistoleiro   |R01| A Sina de um Pistoleiro - Página 3 EmptyDom 07 Fev 2016, 05:37

the dark side of pink

Infeliz, ou quem sabe felizmente, eu estava novamente sozinho, em busca de cuidar de alguns assuntos pessoais. Pelo horário, poucos consegui encontrar, mas felizmente um dos meus objetivos já estaria completo, encontrar uma casa de fantasias. Uma senhora estava a abrir a loja e em poucos instantes já estava a me atender. “Espero que ela não morra enquanto fala, já mal pode acompanhar seus movimentos rotineiros com o corpo... Deve ser horrível... Talvez eu deva acabar com o sofrimento dela? Talvez mais tarde, acho que agora ainda é muito cedo para fazer algo do tipo, ainda mais que pelo que vejo, nenhuma máscara que ela me mostrou despertara-me interesse. Acredito que seja melhor fazer uma encomenda. Será que demora muito a produção?”

Acompanharia a mulher por toda a loja, verificando os objetos e seus preços. Tentaria não demonstrar sono, ainda que estivesse já sem dormir por uma noite. Nada que eu já não tenha feito. Ainda me lembro das vezes em que eu ficava de tocaia por alguns dias esperando que a presa que caçávamos saísse da toca. Mas isso não vem ao caso. -Senhora, acredito que irei fazer uma encomenda, em relação a máscara, e por sua continuidade, uma fantasia eu gostaria de montar com os objetos que estão na loja, pode ser? A mochila irei ficar com a de tamanho médio. Só uma coisa, em quanto tempo a máscara ficaria pronta? Diria entusiasmado por finalmente poder esconder minha identidade e continuar com meus delitos livremente. “Não que eu já não fosse fazê-los, mas assim sinto-me mais livre... E pensando bem, acho que seria melhor eu dar um fim nessa velha e na filha logo que terminarem a máscara, já que vão saber quem eu sou...”

-Tenho apenas 100.000 comigo, então espero que não acabe saindo mais caro que isso a fantasia, a máscara e a mochila. A máscara, eu gostaria que ela tivesse um formato de coração em um tom mais arroxeado, possuindo dois vidrantes olhos alaranjados com íris verdes. Na ponta inferior uma área vermelha, onde possuiria alguns furos para respirar e outros para que minha voz saia. Gostaria também que houvessem alguns chifres saindo das laterais e dois chifres maiores do topo. Outros detalhes que achar interessante, pode adicionar. Preferencialmente gostaria que o material fosse de madeira. Assim diria para a velha ou para a filha, seja qual estivesse interessada ouvir ou presente.

-Se achar que não seja possível realizar a máscara sozinha, eu vou levar apenas a mochila. Recebendo a resposta, no caso de conseguir, iria em busca de algumas coisas que estivessem na loja para formar um traje, luvas, botas, uma calça, uma camisa, um cinto e um chapéu. Sabendo do preço retiraria o dinheiro e pagaria, pondo a sacola dentro da mochila. -Se não se importar, gostaria de pagar adiantado e ainda mais, gostaria, se não se importar, de esperar aqui mesmo pela máscara, estou um pouco cansado então devo só encostar em algum canto de descansar. Se me fosse permitido, escoraria me em alguma parede e ali tiraria um rápido cochilo enquanto esperava a máscara ficar pronta. Se não, eu sairia e me escoraria logo ao lado da entrada da loja, sem me importar muito com o movimento, tentando adormecer rápido. Ou ainda se a mulher não conseguisse fazer sozinha a máscara, pagaria apenas pela mochila e colocaria a sacola dentro dela, logo em seguida sairia em busca de alguma forja.

Assim que a máscara estivesse pronta eu a pegaria, pagaria, agradeceria com um simples. -Obrigado! Seguido de um sorriso e partiria em busca de uma forja, assim como na opção negativa, memorizando o lugar da loja, para mais tarde voltar e terminar o serviço.

Em qualquer um dos casos, andaria por algumas ruas próximas em busca de algum lugar do tipo, caso não encontrasse, tentaria encontrar alguém e indagaria. -Oi, perdão por incomodar, mas você saberia onde eu posso encontrar alguma forja por aqui perto? E assim repetiria o processo, demonstrando um sorriso em cada uma delas e independente da resposta, diria. -Muito obrigado e tenha um ótimo dia. “Espero encontrar rapidamente esse lugar...”

Assim que obtivesse a resposta, que não fosse a loja de Zack, seguiria para a mesma. Assim que chegasse, se fosse uma forja, indagaria ao atendente ou se a forja fosse exposta, para o homem que nela estivesse a trabalhar. -Me desculpe, mas você poderia me ajudar com algo? Eu gostaria de aprender a dobrar o metal para criar armas, poderia me ensinar? Repetindo a pergunta até encontrar alguém que pudesse. O encontrando e no caso da resposta ser positiva, diria. -Muito prazer, me chamo Dazzle. Podemos começar? Estou muito ansioso. “Mais um/uns para minha lista?”
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# Post: 06 | Berries: 100.000 #
Objectives: 
” “:
 




Off - Acho que esse imagem retrata bem tento a máscara quanto a roupa que stou procurando:
 

____________________________________________________


Legendas:.
Narração:. (#FF9933)
-Falas:. (#DC143C)
"Pensamento":. (#00FA9A)
*Fala do Escritor:. (#FF69B4)

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Ninon
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MensagemAssunto: Re: |R01| A Sina de um Pistoleiro   |R01| A Sina de um Pistoleiro - Página 3 EmptySeg 08 Fev 2016, 13:58



História



Escuto atentamente tudo o que Dazzle tem à dizer, notando também que ele gosta de falar bastante, o que é uma coisa boa, pois gosto de ver que ele realmente está levando tudo isto à sério e que está dispostos à se esforçar, para fazer com que o bando de certo. Dentre as coisas que ele me mostra, pegaria apenas uma torta, retribuindo o sorriso e agradecendo, também respondendo a pergunta do mesmo, sobre acompanha-lo ao seu destino.

- Obrigada. Eu tenho algumas coisas para resolver, se conseguir, compre um leque para mim, depois eu te devolvo o dinheiro. -

Em seguida, com o desenrolar da conversa, descubro que ele havia matado o tal de Zack. "Nossa" Fico bastante surpresa com isso, mas não triste e nem irritada, afinal nem cheguei a conversar com aquele sujeito, portanto não sentia nenhuma empatia pelo mesmo, ainda menos após ele ter zombado da ideia de viajar para a Grand Line. "Espero que Ron não fique muito triste com isso." Penso, lembrando do fato de que Zack é supostamente o amigo de Ron, porém sem saber o quão forte era a amizade deles.

- Nos encontrar onde e que horas? Bem... Não faço a mínima ideia, acho que aqui, mais tarde... Sei lá, você quem sabe. - Diria, bem indecisa, um pouco pelo fato de meus pensamentos estarem focados em outra coisa.

Vejo que com o fim do dialogo, Dazzle vai em busca das coisas que deseja, provavelmente a loja de roupas, e eu vou até a jovem ruiva, aborda-la. Ela se assusta um pouco comigo, mas a resposta que ela dá, me agrada e muito, talvez ela seja alguém mais viável do que minhas opções anteriores, afinal ela aparenta gostar do mar tanto quanto eu, algo que não notei de inicio no barman e nem no leitor.

- Entendo. - Cochicharia.

Avalio o físico dela um pouco, é magra, com bastantes sardas e uma marca no rosto, que à destaca e diferencia das outras pessoas, uma cicatriz enorme que passa pelo olho esquerdo, mas não me assusto com isso, afinal, no bando de Hans, haviam muitos sujeitos com cicatrizes horríveis, algumas até piores que o daquela jovem. Escuto a pergunta dela e retorno a olhar para o horizonte, observando aquela imensidão azul, com um sorriso de boca fechada e um olhar sereno.

- Eu me chamo Ninon, e realmente não sou daqui... Eu venho de muito, muito longe, mas não importa para onde eu vá, sempre vou estar próxima da minha casa, o mar... -

Daria uma breve pausa, olhando para a areia, mas logo começaria a contar um resumo da minha história para Alma, não por causa dela em si, mas pelo rumo que a conversa tomou, me levando a relembrar de meu passado e me deixando bem mais vulnerável.

- Eu cresci em um navio pirata, Hans, o capitão, sempre foi como um pai para mim, ele cuidou de mim e me ensinou tudo sobre o mundo. Navegamos por todo o East Blue, South e West, o que levou muitos anos, o East eu não lembro muito bem, pois eu era bem pequena. - Um sorriso bobo surge, mas logo some, dando espaço para a face serena de antes. - Ai chegamos aqui no North, e eu me separei deles, para montar meu próprio bando pirata e viajar rumo ao grande tesouro One Piece. - Fecharia os olhos. - Faz tão pouco tempo que eu estou em terra, mas já estou com tanta saudade de voltar à navegar. - Abriria novamente. - Não há nada melhor que a sensação de liberdade, fazer novas descobertas, viajar pelo mundo e conhecer coisas novas. -

Só então, olharia para Alma, um olhar intenso, focado nos olhos dela.

- Eu não acho seu nome estranho, muito pelo contrário, é um belo nome, assim como você. Pode ser imaginação minha, mas você parece compartilhar da mesma linha de pensamento que eu, parece me entender, me sinto bem conversando com você, então o que acha de se juntar ao meu bando? Poder simplesmente ir embora, começar uma nova vida, livre de tudo isso e sem se preocupar com cuidar de lojas e coisas do tipo, ver o que o mundo tem a oferecer. -

Enfim lançaria a pergunta que eu tanto desejava fazer, confiante de que aquela possa ser minha segunda recruta, sendo que ela é de fato uma forte candidata, mesmo não sendo fisicamente forte, ela me traz uma sensação boa de calmaria.

"Eu sei que você não me recomendou fazer isso, Dazzle, mas não deu para resistir." - Pensaria, lembrando do comentário do jovem, em relação ao meu método de recrutamento, mas dessa vez, bem mais confiante de que possa dar certo, imaginando que todo aquele discurso, possa afetar Alma de alguma forma.

Ofereceria a torta, possivelmente pega com Dazzle à pouco tempo atrás, seguraria com ambas as mãos e aproximaria de Alma, para que ela pegue, caso deseje, se não, apenas continua segurando, e independente disto, aguardaria a resposta, assim como qualquer reação da jovem, observando a mesma com calma e tranquilidade, para não quebrar aquele momento de paz maravilhoso.

.
Off:
 

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Aventuras que Narro:

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Em Breve
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MensagemAssunto: Re: |R01| A Sina de um Pistoleiro   |R01| A Sina de um Pistoleiro - Página 3 EmptyTer 09 Fev 2016, 22:23


Ninon Kai

Sem se importar com a cicatriz de Alma, Ninon contava que realmente não pertencia aquele lugar e sim a imensidão do mar. Enquanto contava sua história, a jovem ruiva ouvia interessada, como se não fosse sempre que recebesse aquele tipo de atenção. Seus olhos eram atentos e brilhantes, com um sorriso no canto da boca.

Eu nunca saí daqui. – Murmurou a jovem, após Ninon contar sua vida de aventuras com os piratas. — Minha mãe, bem, sempre quis me manter aqui. E mesmo depois da morte dela eu nunca tive coragem de ir embora. E sempre tive que cuidar da loja de armas da família, que está definitivamente falindo e eu não sei o que fazer. – Alma sorriu, constrangida. — Desculpe, só estou te enchendo com meus problemas.

A ruiva ouviu com atenção o elogio e o convite para entrar no bando, mudando o olhar com a proposta. Pensou por longos segundos, encarando apenas as próprias mãos. Recusou a torta com um aceno de cabeça, ainda pensativa. Era perceptível que estava trêmula, mesmo tentando disfarçar, e com a respiração mais acelerada. Seus olhos piscavam mais rápido que o normal, além do coração disparado, refletindo sobre aquela decisão.

Era tudo que eu sempre quis, Ninon... Mas... Porque você iria me querer no bando? Digo, olhe pra mim... A loja faliu por minha causa, ninguém quer olhar para um rosto assim.  Eu sou só uma ferreira, não sei se seria bom para a imagem do bando. Desculpe, Ninon, eu não sei... Eu gostaria de ser sua companheira, mas pense novamente na proposta, por favor.

Histórico Ninon:
 




Dazzle



Só um minuto, filho. – A mulher caminhou até uma portinha no canto da loja após ouvir os pedidos de Dazzle, gritando com uma voz estridente o nome da filha — Mary!!!

Uma jovem bocejando chegou pouco depois, com um pijama curto e azul claro, prendendo o cabelo castanho com um grampo na boca. Um pouco mais alta que Dazzle, ela era magra e com olhos atentos apesar do sono. E velha explicou as intenções do cliente e se afastou, ajeitando uns vestidos antigos no outro lado da loja.


Então, o que estava pensando sobre a máscara e a fantasia? – Perguntou a artista, ouvindo com atenção os desejos a respeito da máscara e da fantasia. Rapidamente ela pegou um bloquinho e um lápis e foi desenhando a medida que o jovem de cabelo rosa falava.

Madeira? Nunca trabalhei, pode ficar um pouco pesada. As cores e os desenhos são tranquilos... E criativos, se me permite dizer. Vou ter que pedir ajuda de um amigo mas posso fazer. A fantasia posso modificar algumas roupas que temos a disposição para ficar da forma que deseja, também costuro. – Ela fazia algumas anotações no caderninho, virando as páginas para desenhar também a fantasia e foi até as mochilas para verificar o preço da que Dazzle escolhera. — A mochila custa 20.000 B$, a fantasia completa com nossas roupas e para seu corpo não ficará mais que 30.000 B$, se não se importar de usar roupas de brechó, claro. E consigo fazer a máscara por 20.000 B$, já que vou ter que pedir ajuda e materiais de outra pessoa e pagá-lo. Tudo será 70.000 B$, não achará mais barato que isso em nenhum lugar. E ficará bem feito, se me permite dizer.

Ela se aproximaria do jovem, mostrando o que ela havia pensado para a máscara e apontando na loja as roupas que achava que combinariam e os retoques necessários a serem feitos: ela entregou-lhe luvas verdes grandes demais para Dazzle, na qual ela sugeriu picotar embaixo deixando ainda o comprimento até antes do cotovelo. Encontrou também uma bota que lhe serviria, um pouco antiga, marrom com uma fivela negra.

Podemos fazer todo o estilo da luva, o que acha? Um estilo de picotado, combinaria completamente com as cores e o aspecto da máscara, inclusive com a madeira.  

Mary mostrou então uma calça do mesmo verde que a luva, sugerindo picotar no fim e usar uma meia calça preta caso não quisesse mostrar as pernas com o corte. A camisa era um laranja escuro, similar ao marrom da bota, com um cinto de fivelas redondas na cintura. A artista sugeriu uma camisa bem grande, que ficaria quase um vestido para Dazzle, para que pudesse picotá-la no fim e nas mangas. Também sugeriu uma blusa fina, similar a meia calça, pra não revelar a pele clara do jovem.

O chapéu terá que ser feito, não temos nada que combine... Mas sem problemas. A camisa está sem graça dessa cor só.. Que tal fazer uma espécie de cachecol repicado, com o verde da luva para enfeitá-la? E podemos usar o tecido laranja para cobrir o chapéu e decorar com verde. Caralho, ficará incrível! Para que mesmo você quer essa fantasia? Esquece, não é da minha conta.

A jovem mordia o lápis, refletindo e desenhando suas ideias sobre a roupa do cliente, bastante interessada. Ora ou outra tirava as medidas de Dazzle, sempre as anotando. Ouviu o jovem falar sobre o pagamento e o cochilo, sorrindo.

Tudo bem, só não fique muito perto da minha mãe, ela pode se esquecer de você e te expulsar sem querer. Perto das plumas é bem vazio e macio, provavelmente porque saiu de moda, pode ficar por lá até eu ajeitar tudo. Vai levar algumas horas, então dá para descansar bastante! Haha

Mary pegou o dinheiro com o jovem e saiu para seu quarto com as roupas, murmurando coisas para si mesma sobre cores e tamanhos. Dazzle dormiu por quase quatro horas, com o sol forte lá fora quando a artista o chamou com um sorriso. Ela ainda usava o pijama, sem se importar de sair na rua com ele, com uma grande sacola.

Acho que ficou incrível! Se não servir, pode vir aqui que ajeitamos, mas acredito que medi tudo certinho. Espero que goste e que volte sempre para nós se precisar!

Com as forças recuperadas um pouco e agradecendo com um obrigado, Dazzle saiu dali em direção a forja com a mochila e a fantasia completa na sacola, com a máscara conforme desejava. Já era de tarde e as lojas estavam finalmente abertas, encontrando uma forja a três ruas, após perguntar para um garoto que passava por ali. O lugar era antigo e o som dos metais era intenso. Por ser uma forja familiar e que foi evoluindo com os anos, era amplo e com todos os tipos de materiais necessários para a forja. Dazzle foi abordado por um homem de meia-idade, com cabelos precocemente grisalhos.

Ensinar? Veio no lugar certo, garoto! Foi comigo que todos os sobrinhos e filhos aprenderam essa arte nobre. Venha, vou te mostrar como faz. Mas terá que pagar depois, eim.
Mary, a artista:
 
Histórico Dazzle:
 


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MensagemAssunto: Re: |R01| A Sina de um Pistoleiro   |R01| A Sina de um Pistoleiro - Página 3 EmptyQua 10 Fev 2016, 18:01

the dark side of pink

Ela tem ideias interessantes... Vou deixar isso nas mãos dela, estou cansado para pensar em algo desse tipo agora.” Apenas concordaria com suas ideias, deixando a artista livre para realizar o que achasse necessário. Moveria minha cabeça para frente e para trás, concordando com seus dizeres, seguindo meu caminho para o local recomendado e tirando um cochilo. Nada muito revigorante, mas o suficiente para relaxar os músculos e o cérebro.

Em não muito tempo minha fantasia estava pronta, e logo já poderia partir. -Ficou incrível, muito obrigado por tudo. Abraçaria forte a garota e logo em seguida diria. -Quem sabe mais tarde possamos fazer algo, o que me diz? Falaria passando a parte de trás de minha mão direita na lateral de seu delicado rosto lançando alguns olhares maliciosos em conjunto de entrelaçar os dedos da outra mão “livre”.

-Antes que eu esqueça, poderia preparar um leque para uma amiga, virei mais tarde buscar, ficaria em torno de quanto? E assim me despediria de Mary, seguindo meu caminho em busca de uma forja, dizendo enquanto ia. -De qualquer forma, até mais tarde. Independente se aceitasse meu convite ou não.
.
.
.
Acho que aqui pode ser o lugar certo para o que eu quero.” Um homem já no inicio do fim de sua vida dizia poder me ensinar o que eu desejava. -Infelizmente receio que meu dinheiro esteja um pouco curto e ainda tenho uma encomenda para pagar. Por quê não fazemos assim. Você me ensina e eu te pago de outra maneira. Seja trabalhando aqui ou quem sabe até mesmo outra coisa. Soltaria um olhar tentando demonstrar certa malícia juntamente a morder levemente meu lábio inferior soltando-o lentamente. -Você ainda não me disse seu nome, ou como prefere que eu te chame.

-X-

-Bem jovem, vamos começar! Antes de tudo, coloque um desses aventais de couro e um par de luvas grossas.. Não seria bom já começar se queimando na primeira tentativa. Meus métodos de ensino são bem simples, eu falo o que você tem que fazer, te ajudo a fazer e depois você faz sozinho, certo?!

-Sim senhor.

-Eu não ouvi direito!!

-Sim senhor!!!!!!! Meus berros talvez fossem audíveis até o outro lado da ilha, mas quem saberia a essa altura.

-Agora vamos, pegue uma dessas barras. Veja bem, para a confecção são necessários duas principais coisas, o material a ser utilizado deve ser bem estudado e muita dedicação. Dentre os vários tipos de metais que podemos utilizar o meu favorito é o damasco. Além de ter uma ótima durabilidade, ele adquiri um incrível acabamento durante temperamento da lâmina.

O homem se aproxima e aponta para uma das barras. -Você pode estudar os tipos de materiais mais tarde, por enquanto vamos nos focar em criar a partir do que já expliquei. Venha e pegue talvez você precise das duas mãos, já que costumam ser bem pesados.

Lentamente vou até o local apontado e puxo uma com a mão direita e logo pergunto. -E agora?

Um olhar de certa decepção por acreditar que eu necessitária de ajuda é solto pelo homem. -Pra onde levo isso?

-Comecemos com algo grande, já que irei te ajudar. Leve este pedaço pra a fornalha e espere o material ficar incandescente. Quando isso acontecer, retire de lá e o leve para a bigorna, onde iremos começar a dar mais espessura.

Lentamente o metal começava a criar brilho. -Lembre-se de sempre manter a fornalha acessa, coloque mais carvão lá dentro.

Juntos adicionamos carvão e quando o metal brilhava, ele disse. -Tenha cuidado na hora de puxar. Eu te ajudo. Assim que segurei o homem veio por trás de mim e segurou em minha mão e me ajudara a levar a barra para a bigorna. -Pegue um martelo e segure firme. AH! Já ia me esquecendo, uma velha técnica minha, para tornar ainda melhor a qualidade da espada é embeber o martelo em sake. A primeira porrada fora dele, fazendo com que faíscas saltassem para todo o lado e levantando levemente a barra do local em que estava alocada. Talvez um tipo de reação da bigorna em oposição ao golpe do homem. -Bata!

E assim se procedeu. Com um outro martelo de ponta afinada ele posiciona sobre metade do material e logo fala. -Bata gentilmente, não queremos parti-lo ainda. Apenas o suficiente para alcançar a metade.

Assim que feito. -Agora deslize a barra para que a marca fique sobre borada da bigorna e então bata só para dobrar o material. Daí você pega uma outra barra e introduz no meio das suas dobras.

Suas ordens se seguiam e logo já estávamos com um bloco maior. -Leve novamente a fornalha e espere ficar brilhante de novo. Daí a gente repete isso mais umas duas vezes, para ter material suficiente para uma espada longa. Enquanto você espera esquentar, outra parte da produção de armamentos é a confecção da bainha e da empunhadura.

-Eu te ajudo, venha. Está vendo aqueles cabos de madeira? Basicamente você só vai precisar pegar um deles para fazer a bainha. Primeiro você parte ela ao meio, verticalmente e então molda o interior usando lixas, serras e limas. Assim que terminar a bainha, é só fazer algo parecido para a empunhadura, mas em escala menor.

Feito como o dito e ainda com a ajuda, acabara por ser mais acelerado o processo, enquanto intercalava com as batidas no material que estava a se aquecer novamente.

-Agora que já tem bastante aço aqui, já podemos começar a moldar. Primeiro bata até que comece a achatar e então vire de lado e bata um pouco fazendo isso várias vezes até que o material se “estique” e um dos lados fique mais fino e o outro mais alongado.

Tudo feito como o homem havia dito. Durante as batidas, revezávamos ou então ele me ajudava a bater, segurando o martelo por trás de mim e colocando sua outra mão em meu ombro.

-Agora vamos a lixadeira. Afine um dos lados do material lentamente, utilizando um pouco de pressão até que a lâmina fique afiada. Depois, utilize uma lima para raspá-la por completo.

Em não muito tempo o metal já estava a faiscar novamente começando a se parecer com o produto final.

-Finalmente estamos chegando ao fim da minha ajuda. Não tem muito segredo agora, apenas aqueça-a novamente, mas remova antes que ela comece a brilhar dessa vez. Digo, bem antes. Se não tudo o que você fez até agora terá de ir para o lixo. Depois que aquecer, mergulhe em óleo e espere o metal esfriar.

Tudo feito, apenas era necessário esperar a lâmina esfriar. -Mais uma última coisa antes de você montar a espada. A assinatura. Alguns gostam de marcá-las com um símbolo de família ou então com alguma imagem, a qual será associada a você para sempre. Decida o que irá fazer enquanto cria o seu primeiro sozinho, pois está aqui já é minha, como eu te ajudei e instruí. Aproveite esse tempo para pensar sobre o que vai fazer também.

Velho filho da mãe. Me diz pra escolher algo do nada e diz que não vou poder escrever na espada porque foi ele quem fez... De todo modo não importa, provavelmente vou me livrar dele depois disso... Talvez assim, após a morte do criador, suas peças obtenham um valor maior...”

-E mais uma coisa, não se esqueça de lavar o rosto depois, sempre acaba ficando muito sujo depois de trabalhar com a forja.

O homem pegou alguns equipamentos e esculpiu algo que não consegui identificar. -Pegue as partes e monte. Nada muito complicado. Daí então pode começar a fazer o que desejar.

Entreguei a espada montada para o homem, que logo a levou para exposição e venda. Sem querer perder muito tempo, eu já tinha uma ideia do que faria primeiro.

Peguei uma barra de damasco e o levei a fornalha. Como o objeto era de pequena escala, talvez apenas aquela barra seria o suficiente para fazer.

O tempo se passava e logo o metal começava a incandescer, o que era minha deixa para começar a embeber a parte superior da bigorna e o martelo de sake. “Quem sabe isso realmente ajude e se não, talvez isso traga um pouco mais de confiança para o ferreiro... De todo modo, espero conseguir fazer o melhor... Acho não vou utilizar madeira, mas ao invés disso vou tentar amarrar algumas fitas de couro e talvez eu pendure alguma coisa nela... Talvez.. Vou tentar fazer com o material que sobrar...”

O calor era intenso. As labaredas da fornalha emitiam uma incrível quantidade de luz, não somente isso, mas ondas de calor atingiam meu corpo, de modo a me fazer suar quase que sem parar. Não que já não estivesse fazendo desde o início, mas agora que estava sozinho e sem algo para me distrair, era possível notar mais nitidamente o que havia ao meu redor. “Espero não morrer de desidratação... Vou tomar um pouco de água depois.”

Com um alicate retiro o material do fogo e começo a dar porradas o mais forte que consigo, tentando achatar o material. Em pouco tempo retorno com o mesmo para a fornalha. Rapidamente volto-me para alguns cordões de couro e logo começo a entrelaçá-los, nada muito complexo.

-Ei, senhor, se eu quiser fazer um detalhe para a minha arma, tipo um pingente, qual seria o melhor jeito?

-Bem, você poderia moldar ele esculpindo o ferro ou então moldar em cera, cobrir com argila, e levar ao forno, depois é só preencher com ferro derretido ou aço...

Meio distraído dera-me a resposta, sentado em um tipo de banco improvisado com um pedaço de uma tora de madeira.

O modo mais rápido acho que seria esculpir direto no metal... Então que seja.”

Novamente retiro o metal da fornalha e repito o processo de batidas, fazendo isso, uma, duas, três, quatro vezes até que enfim, retiro um pequeno pedaço e o devolvendo a fornalha, começo a espancar o resto do material para lhe dar a forma que estava em minha cabeça. E então a deixo esfriar.

Pego o outro pedaço que estava na fornalha e o espanco até ficar bem achatado e então o deixo esfriar.

Já mais fria, com uma lima grossa eu lixo várias vezes em movimentos diferenciados, causando uma impressão de uma lâmina mal acabada. Rapidamente eu levo para a lixadeira, onde afino a lâmina e a coloco de lado. Com o menor pedaço, começo a lixar e a serrar o pedaço para que tome a forma que estava a imaginar. Não muito tempo depois o que eu desejava já estava pronto e logo eu iria levar os dois metais a fornalha onde os deixaria aquecer e esperaria para fazer o temperamento dos dois objetos.

Novamente com o alicate retiro um de cada vez e os levo para a bacia com óleo, onde começam a uma intensa fumaça sair devido ao resfriamento rápido. Depois disso deixo-as novamente esfriando e quando atingem uma temperatura aceitável, pego os equipamentos para esculpir e começo e entalhar em cada um dos materiais o símbolo que havia no livro de Dazzle, a mão de seis dedos com o 3 dentro e logo abaixo escrevo “Nyx”, meu alter ego. Assim finalizando minha criação, juntando as peças pelo cabo de couro. Rapidamente mostro ao homem o meu feito.
Lâmina, detalhe e marca:
 

-X-

-Muito obrigado pelo ensinamento, (Nome do cara). Duas coisas, eu poderia ficar com isso que eu acabei de criar? Sei que vai aumentar a minha dívida, mas ainda pretendo pagar. Diria um tanto orgulhoso do primeiro objeto forjado por mim, e com uma voz de súplica, tentando convencer o homem a me deixar ficar com aquilo.

-Agora que finalizamos, como gostaria que eu te pagasse? Diria enquanto puxaria um pouco a gola para baixo, mordendo o lábio inferior ao passo que me aproximo do homem. -Se quiser podemos ir para um lugar mais privado.

Caso o homem aceitasse minha oferta e me levasse a algum lugar mais privado, indagaria com um sorriso. -Onde posso tomar uma ducha? Vou precisar me limpar depois.
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MensagemAssunto: Re: |R01| A Sina de um Pistoleiro   |R01| A Sina de um Pistoleiro - Página 3 EmptySex 12 Fev 2016, 00:10


Dazzle



A artista Mary retribuiu o abraço, ainda empolgada com a fantasia feita. Quando o jovem sugeriu um encontro futuro, a jovem se afastou um pouco, sorrindo sem graça.


Bem, se desejar um encontro de amigos, quem sabe. Você parece ter um gosto artístico bem interessante. Sobre esses seus olhares... Bem, eu não gosto muito do que você tem a me oferecer. Prefiro garotas, entende? Oh! Leque? Adoro fazê-los. Cobrarei 8.000 B$. Até mais!

Já na forja, o homem o encarava, sem entender a proposta do mais novo.


Outra coisa? E você sabe fazer o que? Bem, sempre precisamos de mais mão de obra. Se não tiver berries, terá que trabalhar para mim por um tempo. Meu nome é Tidus.

Após um árduo treinamento na forja, já era fim de tarde e Dazzle agradecia as instruções do homem. Tidus permitiu que o jovem ficasse com o objeto criado, advertindo que isso lhe custaria mais horas de trabalho duro. A sedução definitivamente não funcionou com o homem mais velho, que voltava a exigir o trabalho na forja.


Ducha? Tem uma no fim da loja. É minha casa, na verdade, mas não importo que a use. Quando vai começar o trabalho? Não vai escapar de mim, jovenzinho.

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MensagemAssunto: Re: |R01| A Sina de um Pistoleiro   |R01| A Sina de um Pistoleiro - Página 3 EmptyDom 14 Fev 2016, 00:10



Dialogo



Percebo o constrangimento no sorriso e nas palavras de Alma, assim como no seu pedido de desculpas, então tento conforta-la com minhas palavras, tentando ser dócil e gentil, assim como uma mãe é com sua filha.

- Não tem por que pedir desculpas, eu estou interessada em ouvir seus problemas e quero ajuda-la também. -

Então, passo à observar que ela fica pensativa, levando em consideração meu pedido, mas algo parece impedi-la de aceitar minha proposta, até que ela me explica seus sentimentos. Dou atenção para cada palavra de Alma, me envolvendo cada vez mais naquela onda de emoções que a jovem parece soltar e tentar expressar em palavras.

- Entendo... - Cochicharia comigo mesma, deixando após isto, o silencio tomar conta do lugar por alguns segundos. "Ela é como um pássaro, presa em uma gaiola imaginária e hesitando em fugir." Mas logo olharia com firmeza para Alma e voltaria à me manifestar, agora bem séria e determinada.

- Você não precisa se preocupar. Eu com certeza gostaria de tê-la em meu bando, não me importa se a loja faliu por sua causa ou não, o que me importa é que eu gostei de você e quero que seja minha companheira. -

Me levantaria e estenderia a mão direita, aberta, para que Alma possa pega-la e então à ajudaria à ficar de pé, isso caso ela aceite minha ajuda, e independente disto voltaria à falar.

- Já está na hora de você ser livre, ir embora desta ilha e buscar pela sua felicidade... E se você não gosta da sua imagem, você pode mudar, se tornar outra pessoa, basta vim comigo e descobrir por si só o que você deseja ser. Porém, saiba que eu gosto de quem você é, e mesmo te conhecendo a tão pouco tempo, já foi o suficiente para ver que você é uma boa pessoa, apenas possui medos e incertezas como qualquer outra pessoa. - Daria uma breve pausa, e logo concluiria. - E então, o que me diz? -

Aguardaria ansiosa pela resposta, e no caso da resposta ser positiva, mostraria uma imediata animação, com um sorriso bem grande e olhos levemente fechados, daria um abraço bem apertado nela, ou ao menos tentaria isso, me acalmando só após solta-la, instantes depois.

- Meu colega comentou estar em busca de uma loja de roupas, pode me mostrar aonde fica a mais próxima? Para eu ver se o encontro? Ai eu posso te apresentar à ele também. - No caso dela não souber aonde fica ou simplesmente recusar, mudaria meu pedido. - Então, posso ver sua loja? Você deve ter algo lá, que queira levar com você na nossa viagem. -

Mas, se ela não aceitar meu convite ou não der uma resposta, não colocaria pressão.

- Tudo bem... Se você quiser, pode pensar mais na proposta e me responder depois. - E ainda assim faria a pergunta sobre ela me mostrar onde fica a loja de roupas ou a loja dela, sendo que à acompanharia, no caso dela me guiar pelas ruas, me mantendo sempre próxima dela e atenta ao meu redor, para quem sabe observar alguém interessante ou qualquer coisa que me chame a atenção.

Mas se por algum motivo, ela recusar tanto o convite para ingressar ao meu bando, quanto para me levar à algum dos locais possivelmente requisitados, à acompanharia seja lá para onde ela for, pois não gostaria de perdê-la de vista, não após tanto esforço, e pensaria em uma nova estratégia.

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Off:
 

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