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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 |R01| A Sina de um Pistoleiro

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AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
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ADM.Tidus

Créditos : 70
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Masculino Data de inscrição : 10/06/2011
Idade : 26
Localização : 1ª Rota - Karakui

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MensagemAssunto: |R01| A Sina de um Pistoleiro   |R01| A Sina de um Pistoleiro - Página 2 EmptySex 08 Jan 2016, 03:31

Relembrando a primeira mensagem :

|R01| A Sina de um Pistoleiro

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Raghu. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Ninon
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Data de inscrição : 20/08/2014

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MensagemAssunto: Re: |R01| A Sina de um Pistoleiro   |R01| A Sina de um Pistoleiro - Página 2 EmptyDom 24 Jan 2016, 09:45



Um Fim de Tarde



Para minha sorte, a primeira coisa que encontro ao chegar na cidade, é a área comercial, em um fim de tarde, algo que me agrada bastante, afinal, é durante a noite que o céu costuma ficar mais bonito, e em minha mente, também é o horário ideal para encontrar bons recrutas para o meu bando pirata. Durante minha breve caminhada pela cidade, passo por algumas pessoas, mas por ninguém que me chama muita atenção, apenas uma velha sorridente, dois jovens garotos rindo de uma provável piada que eu não prestei atenção, e um grupinho de garotas conversando, ninguém que... Se encaixa no que eu estou procurando. Porém, a conversa que pude escutar do grupinho das garotas, me deixa bastante curiosa.

"Assassino? Pistoleiro Prateado? De quem será que elas estão falando?" - São as primeiras perguntas que surgem na minha cabeça, imaginando como este sujeito deve aparentar e como deve agir.

Mas ao ver a reação covarde da garota referida como Ângela, decido não perder meu tempo indo dialogar com ela, pois, embora a cor do cabelo dela seja interessante, ela pretende pinta-lo, o que me fez perder o pequeno interesse que estava surgindo, não indo aborda-la e seguindo em frente com meu plano.

Com um pouco mais de caminhada, me deparo com uma loja de armas, onde consigo comprar uma katana, mas não o leque. Não me incomodo muito com o péssimo estado da loja, pois já estava acostumada, cresci em um navio pirata tão desorganizado quanto aquele local, inclusive, o cheiro me pareceu bastante familiar.

"Fumantes não faltavam naquele navio..." - Dava uma pequena pausa, recordando um pouco da minha infância, mas com um sutil balanço de cabeça para os lados, afasto tais pensamentos, voltando a ficar focada no presente. "Loja de roupas é? Talvez eu encontre alguma mais tarde."

Após pagar a conta, embainhar a espada e agradecer com um simples aceno de cabeça, volto a caminhar, não demorando a encontrar outra coisa da qual estava interessada, uma taverna. Não dou tanta importância ao nome da taverna, nem sequer consigo entender o significado. Ao adentrar no estabelecimento, me dirijo ao balcão, e no trajeto observo com bastante atenção as pessoas ali presentes, sendo que, os casais não me despertam nenhum interesse, já os sujeitos conversando sobre uma viagem com sereias e o jovem exótico lendo um livro, chamam um pouco da minha atenção.

"Sereias? Será que elas realmente existem? E o que será que aquele garoto está lendo?" - Penso, enquanto meus olhos movem-se rapidamente, observando tudo o que acontece ali no local.

Minha curiosidade quase me leva a ir até o jovem solitário, porém, o barman chega para me atender, e imediatamente rouba toda minha atenção, fico muito impressionada com aquele sujeito, que ao meu ver, é muito bonito, esquecendo completamente das outras pessoas ali presentes, e encontrando dificuldades para não ficar encarando-o, mas prestando bastante atenção no que ele vai falando, e colocando o dinheiro requisitado acima do balcão, mas no fim, meu interesse sempre ganha, então fico olhando para ele enquanto escuto o que ele tem a me dizer, sem desviar o olhar, que se mantêm fixado nos olhos dele a todo momento.

- E-entendo... - Responderia, após ele ter terminado de falar, corando um pouco, e tentando não deixar meu interesse muito amostra. "Foco! Preciso me manter focada no plano"

O suco se mostra bastante agradável e a torta salgada também, porém, o que mais me surpreende é a torta, algo que eu nunca havia experimentado antes. "Isso é bom! Será que foi ele quem preparou?" - Pensaria, olhando para o barman, mas logo desviando o olhar para o restante da movimentação ali presente. Continuaria a comer até finalizar minha refeição, ainda assim com bastante calma e tranquilidade, logo olharia para o barman e voltaria a falar com este.

- Estava muito bom, obrigada, suas habilidades culinárias são excelentes. - Diria, mostrando uma face de satisfação, com um sorriso de boca fechada e ao mesmo tempo tentando descobrir se foi ele quem preparou aquela torta ou não. - Como você se chama? Você já mora aqui a quanto tempo? E não tem interesse em um dia simplesmente ir embora? Navegar pelo mundo? - Daria uma pequena pausa, apoiaria o cotovelo do braço direito no balcão e repousaria minha cabeça em minha mão direita, levemente inclinada para a direita, logo falaria de maneira suave, tentando fazer total uso da minha voz agradável que sempre foi muito bem elogiada. - Você tem planos para mais tarde? E a propósito, que horas a taverna fecha? -

Então daria uma pausa, escutaria todas as respostas, até ele parar de falar, e voltaria a olhar para a movimentação. - Só um instante. - Diria ao barman, com um pequeno sorriso, então ficaria de pé e caminharia até o leitor solitário. - O que está lendo? - Perguntaria de maneira descontraída, tentando ver a capa do livro para saber do que se trata o livro, antes mesmo da resposta dele. - Porque está ai sozinho? - Minha curiosidade ficaria em evidencia, mas não tinha o que fazer, afinal, nunca fui alguém de esconder minha opinião. Se ele me der atenção, sentaria ao lado deste, isto se tivesse algum acento, para escutar o que ele teria a dizer, mas sem deixar a conversa morrer ou o silêncio prevalecer. - Posso ver? - Se ele aceitar, daria uma rápida folheada pelo livro, se não, apenas continuaria ali sentada, esperando que ele venha a falar algo.

Mas se o jovem não me der atenção, ou eu ver que ele não deseja falar comigo, seria a vez de saciar uma outra curiosidade minha, caminharia em direção dos homens tatuados, e falaria assim que estivesse próxima, como uma intrusa na conversa. - Ouvi vocês falarem algo sobre viajar com sereias, eu estou curiosa em ouvir essa história, podem me contar? - Se eles recusarem, ou mesmo após ouvir a história, simplesmente voltaria ao balcão, onde estava sentada anteriormente, na hora em que conversava com o barman, e ficaria ali, observando ele trabalhar, admirando ele da maneira mais discreta possível.
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Belatrix
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Belatrix

Créditos : Zero
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Feminino Data de inscrição : 05/01/2016

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MensagemAssunto: Re: |R01| A Sina de um Pistoleiro   |R01| A Sina de um Pistoleiro - Página 2 EmptyTer 26 Jan 2016, 12:22


Ninon Kai



Que bom que apreciou o prato, gosto de eu mesmo preparar tudo para os clientes. Poucos comem, na verdade. Costumam vir para beber. – Disse o Barman, sorrindo para Ninon após o elogio de suas habilidades culinárias. — Me chamo Ronald, mas pode me chamar de Ron. E a senhorita, como devo chamá-la? Bem, moro desde que nasci e... As vezes bate uma vontade de fugir de tudo, não é, minha dama? Viver sem regras. Mas gosto de trabalhar aqui, tenho bons amigos. – O moreno largou os pratos que organizava, dedicando toda a atenção a mulher na sua frente. Seu olhar era penetrante e parecia completamente anestesiado pelas palavras da jovem de cabelo roxo, como se sua voz fosse música para seus ouvidos.  — Fechamos quando não tiver mais clientes, mesmo que demore até o amanhecer. Depois disso costumo ir para casa, fica aqui perto e é bem aconchegante. Claro, se quisesse me acompanhar até lá, eu expulsava todo esse pessoal daqui em um instante para lhe fazer companhia.

Ron concordou com a saída da mulher com um aceno de cabeça, voltando aos pratos levemente desapontado. Ninon caminhou então até o leitor – que demorou alguns instantes para entender a pergunta. Ao encará-la, deixou esboçar um sorriso discreto. Seu rosto era fino e elegante, assim como seu físico e suas roupas: com direito a terno e gravata. Sua pele era bem clara e seu cabelo também era lilás, mais claro que o roxo vibrante de Ninon. Na capa do livro só era possível ver alguns símbolos, nada muito significativo.

É sobre ufologia. – Disse ele, oferecendo uma cadeira para a jovem. — Este fala um pouco sobre os maiores relatos, registros visuais, evidências físicas e demais fenômenos relacionados aos objetos voadores não identificados. É interessante. – Ele encarava a jovem com atenção, deixando o livro fechado, com apenas o dedo indicador dentro dele para marcar a página que havia parado. — Sozinho? Ah, gosto do lugar. Ninguém vende uma cerveja melhor que a do Ron. Sou um estudioso de ciências proibidas, sabe? Estou sempre lendo por aí. Claro, pode ver.

Ele entregou o grosso livro para a jovem, que deu uma rápida folheada, encontrando apenas textos extensos com letra pequena, várias marcações de caneta e algumas fotos em preto e branco. Haviam também algumas anotações no rodapé, escritas a mão. O homem não puxou mais nenhum assunto, finalizando a conversa com um sorriso. Ninon caminhou, em seguida, até os homens tatuados. Ao fazer a pergunta, os três riram descaradamente, notavelmente bêbados.  

A gente tava falando como seria bom foder uma sereia, mas sabe, não entendemos como. Então é melhor só curtir os peitos, uma chupada e vender como escrava pra ganhar uma grana! Há! Há! Há! Há! Há!

Além das palavras chulas, eles voltaram grosseiramente para as bebidas, sem se importar com a mulher. Ninon então voltou para o balcão, observando enquanto Ron preparava alguma bebida e cantarolava uma música baixinho. Pouco depois, duas pessoas entraram no bar e sentaram-se ao seu lado: um homem alto e com aparência desleixada ao lado de um jovem de cabelos rosas, com a aparência consideravelmente feminina, podendo ser confundido com facilidade com uma garota. O maior parecia conhecer Ron, cumprimentando-o animadamente, bastante feliz em ver um amigo. Os dois ao lado de Ninon bebiam e conversavam normalmente, até murmurando cochichos em alguns momentos, até que uma frase se sobressaiu pelo tom de voz mais elevado.  

E então, você sabe de algum jeito que eu poderia me aventurar pela Grand Line? – Perguntou o de cabelo rosa, causando certo espanto no homem ao seu lado e envolvendo Ron na conversa.

O quê, Grand Line? Ah, isso é loucura. Ei! ouviu isso, Ron? Algum louco lhe disse ultimamente que gostaria de ir pra lá? – Perguntou o desconhecido desleixado

Já faz um tempo que ninguém se arrisca falar disso, mesmo por aqui. – Comentou o barman, enquanto enxugava um copo. — Os caçadores não dão trégua para os piratas da região. – Ron então se virou para a jovem de cabelo roxo ao seu lado, parecendo se lembrar de algo. —Apesar que a adorável Srta. ao seu lado havia dito algo sobre navegar pelo mundo... Gostaria de ir para lugares assim também, minha dama?

Leitor solitário:
 
Histórico Ninon:
 




Dazzle


Frase? O que... – Um sorriso malicioso escapou dos lábios do homem ao entender a intenção do jovem. — É um prazer conhece-lo, Dazzle. – Completaria Zack, apertando firmemente a mão do outro.

Os dois caminharam por alguns becos até chegar na taverna Preacher, onde estava Ron. Zack foi andando diretamente até o barman, passando pelo salão que estava razoavelmente cheio. Ele sentou-se ao lado de uma mulher alta e branca, com um tapa-olho preto no seu olho direito e um batom roxo – a mesma cor de seu cabelo. Usava uma roupa chamativa e complexa, com caveiras estampadas. O homem ofereceu o outro banco vago ao seu lado à Dazzle, enquanto acenava para o Barman.  

Vamos ver se é verdade então. – Respondeu Zack ao comentário do jovem sobre sua tolerância ao álcool.  — Ron, seu puto! Vê se nos serve uma bebida! – Gritou para o amigo, que logo foi cumprimentá-los. O barman e proprietário era um moreno alto e forte, com um sorriso empolgado por reencontrar o velho amigo. — Pode nos servir aquela. Meu convidado disse que aguenta.

Enquanto esperavam, Zack escorou um dos braços no balcão e encarou o olhar penetrante de Dazzle, parecendo achar a situação extremamente interessante. Seu cabelo caia um pouco sobre o rosto e seu modo de sentar era desleixado, sempre com um sorriso discreto no canto direito do lábio.

Bem, sou mais velho que você – respondeu simplesmente, sem tirar os olhos do outro.

Além da mulher ao lado de Zack, era possível ver na taverna um jovem de cabelo lilás lendo um grosso livro, um grupo de três homens conversando com várias gesticulações e risadas altas, alguns amigos bebendo e casais curtindo o romance sem se importar com o que acontecia a sua volta. Ron chegou rapidamente com uma garrafa azul e dois copos de vidro, despejando um líquido escuro nos copos. Zack rapidamente virou o dele, para aquecer, para em seguida enchê-lo novamente.

Não deveria me provocar assim, sweet boy. – Murmurou o homem após insinuações de um possível encontro pós-taverna, encarando sem disfarçar os lábios do jovem de cabelo rosa. — Te vendi uma adaga, para que pretende usá-la?

Ao perguntar sobre a famosa corrente oceânica que está cercada pelos Calm Belts, Zack ergueu as sobrancelhas, surpreso. A voz foi em uma altura suficiente para alcançar alguns ouvidos próximos no bar.

O quê, Grand Line? Ah, isso é loucura. Ei! ouviu isso, Ron? Algum louco lhe disse ultimamente que gostaria de ir pra lá?

Já faz um tempo que ninguém se arrisca falar disso, mesmo por aqui. – Comentou o barman, enquanto enxugava um copo. — Os caçadores não dão trégua para os piratas da região. – Ron então se virou para a jovem de cabelos roxos ao seu lado, parecendo se lembrar de algo. — Apesar que a adorável Srta. ao seu lado havia dito algo sobre navegar pelo mundo... Gostaria de ir para lugares assim também, minha dama?

Histórico Dazzle:
 



Juri



Já era fim de tarde e a bela jovem refletia sobre as vantagens de pegar criminosos com recompensas, podendo saciar sua sede de batalhas sem restrições. Afinal, valores morais ou preocupações éticas não incomodavam Juri Belleren, a Víbora. Se olhasse com atenção, perceberia que estava no centro da cidade, com várias lojas espelhadas pelas longas ruas da cidade. A maioria já estava fechando devido ao horário e as pessoas que transitavam por ali lhe lançavam olhares desconfiados, mas a jovem nem se importava.

Pouco a frente, era possível ver uma pequena loja de armas que ainda não havia fechado as portas.  Ao entrar, percebeu que o estoque era limitado, mas que tudo parecia ter uma boa qualidade. Apenas uma jovem se encontrava lá dentro, de costas para a nova cliente, bastante concentrada em uma coleção de adagas negras dispostas no balcão.

Oh, claro, vou pegar para você – respondeu a jovem, com um tom de voz doce, após a fala de Juri. Quando se virou, no entanto, a visão poderia ser um pouco desconfortável para os mais fracos. Apesar de lindos cabelos ruivos presos em duas tranças e um corpo delicado, a atendente tinha uma grande e vívida cicatriz que ocupava todo o lado esquerdo de sua face. O corte começava na cabeça e ia até o fim do queixo, bastante desregular e largo. Seu olho esquerdo também foi afetado, sendo completamente branco. O outro olho era castanho e várias sardas eram visíveis em sua pele clara. Pouco depois, ela voltou com a Ninjaken em mãos. — Infelizmente só temos essa, estamos meio que fechando... Mas, acredite, é ótima. Custa 30.000 B$. Posso ajudar em mais alguma coisa?  

Atendente:
 
Histórico Juri:
 


OFF- TODOS :
 

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MensagemAssunto: Re: |R01| A Sina de um Pistoleiro   |R01| A Sina de um Pistoleiro - Página 2 EmptyQua 27 Jan 2016, 16:09

the dark side of pink

Que maldita pergunta... Eu devia ter me preparado para ela quando aceitei que me guiasse até aqui... -O que pretende fazer com a adaga? Merda! Não podia esperar até eu arrancar suas tripas para fazer essa pergunta?! O que eu faço? Sou um péssimo mentiroso e muitas vezes acabo falando demais. O que eu faço agora?! Se eu mentir, vai ficar na cara... Se eu mudar de assunto, vai ficar óbvio que não é algo bom... E se...”

-Bem, eu pretendo me aventurar, não? Preciso de uma arma, seja pra caçar ou ser caçado, se é que me entende... Diria com um sorriso malicioso e um olhar penetrante. Beberia agora com mais voracidade, tentando insinuar atos libertinos com aquela pequena taça de doses.

Um pouco mais de provocação e ele vai desesperar pra me tirar daqui... O que será que farei com a loja? Devo pegar armas melhores ou então procurar por dinheiro?”

-O quê, Grand Line? Ah, isso é loucura. Ei! ouviu isso, Ron? Algum louco lhe disse ultimamente que gostaria de ir pra lá? -Não zombe de mim! Diria com a voz trêmula e faria uma cara emburrada, abaixando o queixo e olhando para meus joelhos, onde estariam posicionadas minhas mãos.

Em resposta a Ron, diria. -Sério mesmo? Que interessante... Mais tarde tento falar com ela... Ou quem sabe agora, se mais tarde estiver ocupado. Voltaria a lançar olhares maliciosos para Zack.

Iria em direção a mulher de roxo e logo diria. -Com licença minha dama, meu nome é Dazzle e soube que a senhorita está planejando partir em uma jornada em alto mar. Poderia me levar junto em sua aventura?

Caso me ignorasse, ou ao fim do diálogo, iria até Zack e diria. -E então, vamos? Pegaria em sua mão. -Pode me guiar até algum lugar mais privado? Como sua casa ou quem sabe até mesmo na loja? Não me importo muito com as condições, apenas com a companhia. Soltaria um leve sorriso de canto de boca, esperando por sua resposta, indo junto ao homem seja para onde quer que me levasse.

Chegando no local, verificaria se não havia ninguém por perto para nos incomodar. Caso confirmado, retiraria minhas vestes superiores, mantendo minha adaga estrategicamente posicionada em minha calça e iria até Zack. -Deixe-me que te ajudo com sua roupa. Agarraria sua nuca e o puxaria até a mim, pressionando levemente seus lábios contra os meus, mantendo assim pelo tempo que iria retirar sua roupa, ou talvez menos. Começaria a desabotoar sua camisa com a outra mão. Feito isso, sacaria minha adaga e faria um rápido e profundo corte em sua garganta, despejando sangue sobre meu corpo e com meus lábios impedindo que gritasse, o que provavelmente não faria, já que estaria se afogando em seus próprio sangue. -Shhhh... Vá dormir meu querido... Não precisa mais se preocupar com nada... Deixa que eu cuido das coisas para você. Diria em tom sínico e com um olhar cruel e sádico para o defunto.

Morto, vasculharia o lugar, tentando saber tudo que lá havia e memorizando seu lugar, para mais tarde pegar. Caso encontrasse uma ducha ou uma banheira, tomaria um banho, esperando retirar o sangue que derramara em mim. -As minhas presas sempre acabam sangrando tanto... Caramba...
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Legendas:.
Narração:. (#FF9933)
-Falas:. (#DC143C)
"Pensamento":. (#00FA9A)
*Fala do Escritor:. (#FF69B4)

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MensagemAssunto: Re: |R01| A Sina de um Pistoleiro   |R01| A Sina de um Pistoleiro - Página 2 EmptySeg 01 Fev 2016, 12:28



A Primeira Tentativa



Com o desenrolar da conversa, descubro o nome do barman, ele chama-se Ronald e é apelidado de Ron, fico impressionada com o fato de que foi ele quem preparou aquela torta maravilhosa, me deixando ainda mais interessada no mesmo, pois, além de ser bonito, possuí ótimas habilidade culinárias. Fico um pouco envergonhada com a resposta dele, para a minha pergunta sobre o horário que a taverna fecha, e isso acaba ficando evidente, já que minhas bochechas coram e rapidamente desvio o olhar para outra direção.

Por me sentir um pouco envergonhada, a solução que encontro para me acalmar, é levantar-me e ir puxar assunto com outras pessoas. O primeiro alvo acaba sendo o leitor solitário, que apesar de demorar à me responder, me explica com bastante tranquilidade sobre o tema do livro e dá uma prévia do conteúdo, sendo bastante gentil e receptivo a todo momento, até aceitando meu pedido de dar uma olhada em seu livro.

"Ufologia? Objetos Voadores? Do que diabos ele está falando?"

Fico bastante confusa, tudo aquilo é muito interessante, mas também bastante complexo, e apesar de eu já ter lido muitos livros na infância, conhecendo muito bem da história do mundo, as coisas contidas no livro daquele misterioso sujeito, são totalmente novas para mim, coisas das quais eu desconhecia, despertando minha curiosidade.

- Entendo... - Cochicho comigo mesma, enquanto folheio as páginas do livro, porém, a verdade era que eu não estava lendo nada, o interior do livro trata-se de um aglomerado de várias letras pequenas, algo bastante irritante, com algumas imagens que não me fazem muito sentido, além de estarem em preto e branco.

Devolvi o livro e sorri de volta para o leitor, deixando-o em paz e indo saciar uma outra curiosidade minha, a conversa sobre sereias. Quando abordo os tatuados, os três riem e um deles começa à falar diversas besteiras, que não me incomoda de inicio, por já estar acostuma com tais conversa, ao menos até chegar na parte que cita vende-las como escravas. Franzo as sobrancelhas, observando eles voltarem para as bebidas.

"Esses malditos... Argh... Tenho manter a calma! Preciso conseguir recrutas e tentar não arranjar problemas para o Ron... Mas isso não está certo, todos os seres possuem o direito de serem livres."

Apesar da indignação, ignoro e retorno ao balcão, observando Ron trabalhar, aparentemente tranquilo. Após um longo suspiro, fico imaginando qual será meu próximo passo, o que eu deveria fazer? De repente, dois sujeitos chegam na taverna e sentam ao meu lado, estranho o que senta ao meu lado, os olhos dele, me deixam levemente incomodada, a face deste é a que eu idealizo mais próxima da de um maníaco, estando acompanhado de um jovem de cabelo rosa, que não me chama muita atenção, sendo magro e com traços femininos demais, talvez até com mais feminilidade que eu mesma, algo um tanto... Estranho.

— E então, você sabe de algum jeito que eu poderia me aventurar pela Grand Line? –

Tais palavras, me ascende, fazendo-me passar à dar bem mais atenção à conversa que se desenrola ao meu lado, do que à instantes atrás.

"Grand Line? Será que ele tem interesse em se tornar um pirata assim como eu? Se for isso, posso tentar recruta-lo ao meu bando!"

Meu interesse no jovem de cabelo rosa, e de aparência delicada, começa a despertar, não um interesse como o que sinto por Ron ou pelo leitor misterioso, mas um interesse em recruta-lo, uma curiosidade em saber o que se passa na sua cabeça, uma visão do meu sonho estando mais próximo de mim, mesmo que tão pouco que quase não possa ser considerado uma aproximação.

Escuto atentamente as palavras do sujeito que me separa do jovem, e não deixo de notar que ele conhece Ron, algo comum, mas não me agrado nenhum pouco com as palavras dele... Loucura? Aquilo acaba sendo tanto uma ofensa ao jovem, quanto a mim.

- Não é loucura... - Cochicharia comigo mesma, olhando para o balcão e relembrando das muitas histórias que li e que Hans me contou, sobre vários aventureiros que foram para a Grand Line e tiveram uma vida plena, cheia de aventuras e realizações.

Mas por ser uma pessoa calma, decido não me intrometer na conversa, ao menos não até Ron me envolver nela.

— Apesar que a adorável Srta. ao seu lado havia dito algo sobre navegar pelo mundo... Gostaria de ir para lugares assim também, minha dama? -

- Com certeza. - Responderia, sem mostrar nenhuma incerteza e quase que instantaneamente.

- Com licença minha dama, meu nome é Dazzle e soube que a senhorita está planejando partir em uma jornada em alto mar. Poderia me levar junto em sua aventura? -

"Minha dama outra vez?"

Fico um pouco aborrecida, sem nem saber o motivo. Levantaria do assento em que estou sentada, olharia para Ron e depois para o jovem de cabelo rosa que possivelmente estaria me abordando.

- Sim, você pode vim comigo. - Responderia, caso ele de fato me aborde com tal pergunta, mas independente disso, respiraria profundamente, encheria meus pulmões de ar e soltaria para fora, acompanhado de algumas palavras em voz alta, com a intenção de que minha voz chegue à todos ali presentes.

- Atenção todos vocês!!! Aqueles que quiserem entrar no meu bando pirata, venham aqui falar comigo... Eu sou aquela que irá encontrar o One Piece! E me tornar a Rainha Pirata desta nova era! -

Meus anos de experiência vivendo entre piratas, despertaram meu dom de liderança ainda jovem, e isso faz com que eu não sinta vergonha, medo ou constrangimento em falar daquela maneira, ou em realizar discursos para várias pessoas, sendo assim, não hesitaria e, não daria importância para qualquer comentário ou reação negativa do público. Voltaria a sentar próxima do balcão e falaria mais algumas coisas com o jovem de cabelo rosa.

- Você deve ter seus assuntos para resolver e coisas à fazer antes de partir, como arrumar-se ou se despedir de alguém... Faça essas coisas, depois me encontre aqui, quando a taverna estiver fechando, ou... - Olharia para Ron por alguns poucos instantes e depois desviaria tal olhar para o balcão, deixando a frase em aberta apenas por mais alguns segundos. - Ou me encontre no caís ao amanhecer. -

Com isso estaria satisfeita, seria aquele o meu primeiro recruta? Ao menos é o que se passa pela minha mente sonhadora, bastante animada, embora não passando isso para minhas expressões, simplesmente por querer manter a postura.

"Espero que mais alguém venha pedir para se unir a mim."

Esperaria um pouco, para que o sujeito desleixado que senta ao meu lado, vá embora ou pelo menos para outro lugar, mas independente disso acontecer, falaria com Ron, da maneira mais tranquila e direta que conseguir.

- E quanto a você? Não tem vontade de ir embora daqui? Venha navegar ao meu lado. - Mostraria um sorriso, tentando passar um conforto e confiança ao barman que me atraiu.

Aguardaria a resposta, sem pressiona-lo, caso a resposta seja positiva, voltaria a falar. - Aquela proposta de fechar a taverna, ainda está de pé? - De maneira bem descontraída e sem nenhuma insinuação com expressões. Se for negativa ou ele não der uma resposta, ficaria quieta, com face de desanimo. Apoiaria minha bochecha na palma da mão e ficaria observando a movimentação mais uma vez, procurando inclusive o leitor, para ver se este continua a ler seu livro.

Se Ron de fato não aceitar, me levantaria e iria até o leitor. - Você deseja se unir ao meu bando? - Perguntaria. Mas se Ron aceitar, não daria tanta importância ao mesmo, apenas se notar este tentando ir embora, afinal, não poderia perder a chance de recrutar alguém tão interessante, como aquele leitor misterioso.
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MensagemAssunto: Re: |R01| A Sina de um Pistoleiro   |R01| A Sina de um Pistoleiro - Página 2 EmptyTer 02 Fev 2016, 00:45


Ninon Kai

A voz de Ninon alcançou facilmente quase todo o bar, deixando Ron de sobrancelhas erguidas de surpresa e um leve sorriso nos lábios pelas palavras firmes da mulher. Alguns cochichos permearem pelo bar, os homens grosseiros que falavam das sereias apenas riram alto e o jovem leitor interrompeu seu estudo para analisa-la por alguns instantes, voltando a ler logo em seguida. Combinando de se encontrar em breve com Dazzle, a mulher estava animada com um possível primeiro recruta, apesar me manter a postura.  O jovem de cabelos rosas saiu com o cara desleixado, deixando-a novamente sozinha com Ron no balcão.

Navegar com você? Bem, aposto que poderia ser um ótimo cozinheiro no seu navio. E ter sua companhia todos os dias parece absurdamente tentador. — Quando a jovem relembrou a proposta de fechar a taverna, no entanto, a expressão do homem mudou. Um sorriso extremamente safado surgiu em seus lábios. — Claro que está de pé.

A voz de Ronald, rouca e alta, invadiu todo o bar. Ele mandou que todos os clientes saíssem imediatamente, pois o bar precisava fechar.  Avisou para os arruaceiros que tinha boas armas ao seu alcance e sugeriu aos casais que fossem para um motel. O leitor apenas virou a bebida de uma vez, recolheu os papeis e deixou um dinheiro na mesa antes de sair do lugar. Ron precisou mostrar as duas pistolas carregadas que estavam embaixo do balcão, sempre próximas a sua mão, para expulsar os mais encrenqueiros. Quando estavam sozinhos, o moreno trancou o lugar, guardando a chave no bolso e começando a desabotoar a própria camisa. As duas pistolas ainda eram visíveis em sua calça.

Primeiro desejo atendido. Porque não escolhe o próximo, minha dama? Sou teu esta noite.

Histórico Ninon:
 




Dazzle



Apesar de emburrado com a falta de crença de Zack na Grand Line, Dazzle se aproximou de mulher de roxo, se convidando para acompanhá-la na aventura.

Sim, você pode vim comigo. — Respondeu ela, aparentemente incomodada com algo. Logo em seguida, respirou profundamente e divulgou em alta voz para que todos do bar ouvissem — Atenção todos vocês!!! Aqueles que quiserem entrar no meu bando pirata, venham aqui falar comigo... Eu sou aquela que irá encontrar o One Piece! E me tornar a Rainha Pirata desta nova era!

Alguns murmúrios dominaram o lugar, mas a mulher se mantinha segura sobre o discurso. Ela se virou novamente para o jovem de cabelo rosa.

Você deve ter seus assuntos para resolver e coisas à fazer antes de partir, como arrumar-se ou se despedir de alguém... Faça essas coisas, depois me encontre aqui, quando a taverna estiver fechando, ou... Ou me encontre no caís ao amanhecer.

Com o fim do diálogo, Dazzle se voltou para o armeiro que ainda bebia, sempre o encarando. A garrafa azul já estava bem mais vazia, mas o homem não apresentava qualquer sinal de embriaguez. Ele ergueu as sobrancelhas, apertando de volta as mãos pequenas do jovem e deixando as palavras do mesmo o invadirem. Ele refletiu por longos segundos, para então sorrir de volta e abraça-lo pela cintura enquanto caminhavam para fora do bar. Ele deu uma piscadela para Ron, com um sorriso nos lábios.

Os dois caminharam por alguns minutos em silêncio. A mão de Zack ainda se pousava na cintura do mais baixo, quase no quadril, acariciando de leve em alguns momentos. A rua estava escura e vazia, mas o homem só lhe soltou quando pararam em frente a uma pequena casa em um bairro simples. Ele tirou as chaves do bolso e abriu rapidamente o lugar, dando espaço para sua companhia entrar na sua frente. Acendeu as luzes e revelou uma casa pequena e repleta de objetos diversos espalhados. Ao entrar era possível ver a sala, onde um pequeno bar ocupava a maior parede, repleto de todos os tipos de bebidas. Algumas armas enfeitavam as paredes brancas e haviam sofás e cadeiras por toda parte. A direita era possível ver a entrada para a cozinha e a esquerda para um corredor com várias portas.

Zack segurou a mão de Dazzle, guiando-o até a última porta e abrindo até revelar uma suíte. Havia um cheiro forte de bebida e tabaco, mas a grande cama de casal estava branca e impecável. O mais velho não falava nada, apenas olhava o outro com desejo. Sentou-se na cama, ficando com uma altura mais próxima de Dazzle e permitindo que o mesmo tirasse suas roupas. Um beijo o fez fechar os olhos, puxando o jovem para junto de si e apertando com força suas nádegas. Antes mesmo que o de cabelo rosa desabotoasse o terceiro botão de sua camisa, um golpe surpresa com a outra mão se tornou fatal.

O sangue quente jorrava e se espalhava pelo corpo dos dois, com o som de engasgo ao fundo preenchendo todo cômodo vazio. Zack tentava gritar, inutilmente, fazendo apenas a cor rubra manchar os lençóis e todo o corpo magro de Dazzle. A voz do mesmo ainda podia ser ouvida quando o armeiro dava seus últimos e dolorosos suspiros na Terra, engasgando com a sua própria fonte de vida.

O corpo de Zack jazia sem vida na cama escarlate, com os grandes olhos extremamente azuis abertos em pura agonia. Dazzle, ao vasculhar o lugar, encontrou apenas caixas, armas, bebida e cigarros. Se tivesse joias ou dinheiro, estavam bem escondidas. Das três portas, uma era um banheiro, outra um depósito de objetos diversos, desde alimentos a munições e a última estava fortemente trancada. A cozinha estava razoavelmente organizada, com, em sua maioria, alimentos prontos ou de fácil preparação. A sala era composta basicamente pelo bar com um extenso acervo e sofás. Percebendo o quão estava coberto de sangue, Dazzle caminhou até o banheiro limpo, deixando todo o líquido carmim escorrer de seu corpo.


Histórico Dazzle:
 

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MensagemAssunto: Re: |R01| A Sina de um Pistoleiro   |R01| A Sina de um Pistoleiro - Página 2 EmptyTer 02 Fev 2016, 21:47

the dark side of pink

Um sorriso de felicidade se abriria em meu rosto assim que ouvisse a resposta da mulher... Apesar da falta de apresentações, nos havíamos marcado um rencontro entretanto sem hora e lugar. Com um sorriso diria. -Melhor no cais pela manhã... Acho que vou passar a noite ocupado. Sinto muito, mas esqueci de perguntar seu nome. Pode me chamar de Dazzle. Estenderia minha mão para cumprimentá-la. -Bem, acho que é isso, então até mais.

Assim me despediria da mulher que agora provavelmente se tornaria minha “líder”, a não ser que algo ocorra, principalmente com ela chamando tanta atenção em uma ilha de caçadores de recompensa... Bem de todo modo seguiria meu caminho.
.
.
.

Estirado sobre a cama que a poucos momentos atrás possuía uma total outra tonalidade me dava a liberdade para fazer o que teria de ser feito. Apesar da bela aparência o loot não acabara sendo muito bom. “Talvez eu deva voltar a loja. Acho que uma daquelas chaves deve abrir a porta...” Logo que eu saísse do banho, pegaria minhas roupas e logo as vestiria, verificando se não estavam sujas com sangue. No caso de estarem, procuraria algo do rapaz ou de alguma amante que servisse em mim, de preferência limpos.

Eu iria até as chaves e trancaria a casa, caso já não estivesse, em seguida as guardaria comigo. Feito procuraria por uma mochila ou uma sacola de armas e tentaria colocar as armas e munições que encontrasse. Caso houvesse algum livro, o pegaria também, assim como também colocar os alimentos dentro do receptáculo.

Caso não houvesse nada para guardar os objetos ou carregá-los, pegaria algumas das armas e munições, assim como alguns alimentos, e levaria comigo. Voltaria para o corpo, que a essa altura já deveria estar gélido, se comparado a antes. Abaixaria suas calças e daria  uma boa olhada no “pacote”. -Acho que ele devia estar se referindo a algo na loja... Que desperdício de tempo. Daria um leve e rápido sopro pelo nariz, tentando demonstrar indignação com o morto.

Acho que devo estar cheirando a sangue ainda, mesmo que não para um humano qualquer, mas ainda sim devo estar... Não há muito o que fazer, já que já tomei um banho... Melhor eu sair logo daqui e ir para o cais, já que são amigos, Ron deve estranhar eu voltar para o bar... Mas antes.” Daria um sorriso sádico enquanto saco minha adaga.

Voltaria para o corpo de Zack. -Bem, não posso escrever meu nome aqui, se não vão saber muito rápido que fui eu... Que tal um alter ego? Talvez seja bem útil daqui a algum tempo... Vejamos, quem poderia ser. Diria com meus braços cruzados e dando leves tapas com a ponta da adaga em meus lábios. Reviraria minha memória em busca de nomes de seres que havia lido sobre no diário de Dazzle até que finalmente surgiria a resposta. Lentamente me aproximaria do corpo, tomando cuidado para não me sujar com o sangue da cama e talharia em seu peito “Nyx”. Provavelmente sairia uma coisa bem deformada em com pouca aparência da minha intenção de escrita, porém ainda legível.

-Ei narrador, tá tranquilo, tá favorável?

Diria para a voz que comanda a minha história e com essa atitude, um tanto diferente, olharia para o céu, tentando verificar se já estávamos próximos do nascer do sol ou não. Caso não, iria para a loja de Zack e com sua chave abriria a loja, onde procuraria por dinheiro e joias, uma outra mochila ou uma, caso não houvesse nenhuma em sua casa, e tentaria pegar mais armas e munições.

Caso estivesse, seguiria para o local combinado com a mulher de roxo. Lá esperaria até o meio-dia, pois o combinado fora até o amanhecer. Caso aparecesse, começaria a conversar. -E então, qual o plano para sairmos daqui? Sabe que não é bom anunciar uma formação de um bando em uma ilha de caçadores, não é? Já tem algum plano? Quer tocar o terror aqui para ver se já conseguimos alguma recompensa? Ou quem sabe saquear algum lugar em busca de uns berries?

Entretanto, na possibilidade de ela não estar lá, iria para o bar de Ron procurar por ela. -Onde diabos ela se meteu? Como que vou achar aquela vaca? Diria em baixo tom, algo muito similar a um resmungo. Lá procuraria por ela, adentrando ao estabelecimento. E verificando a instalação, se ninguém me interrompesse.
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MensagemAssunto: Re: |R01| A Sina de um Pistoleiro   |R01| A Sina de um Pistoleiro - Página 2 EmptyQua 03 Fev 2016, 21:04



Hesitação



Dazzle, este é o nome do meu provável primeiro recruta, que aparenta aceitar se unir ao meu bando, optando por se encontrar comigo no caís, ao amanhecer. Com um simples cumprimento, me despeço do jovem de cabelo rosa e observo-o indo embora da taverna, com o sujeito desleixado. Apesar de realizar o discurso com tanta confiança, ninguém vem até mim, se voluntariar ao meu bando, porém, Ron parece ao menos levar em consideração minha oferta, pelo menos é o que ele me passa em suas palavras, até o momento em que eu cometo um grande erro, relembra-lo da oferta de antes.

— Claro que está de pé.

Ao dizer tais palavras, Ron mostra um sorriso que me deixa um pouco desconfortável, começo a me sentir acuada e minhas incertezas começam a surgir, eu definitivamente não estou pronta para isto, mas agora é tarde, ele começa a expulsar todos do bar, e ao mostrar seu par de pistolas, consegue até mesmo mandar embora os mais perigosos.

"Droga! Perdi o leitor, ele me pareceu um cara legal."

É o que penso, ao observar que até mesmo o leitor retira-se do local, me deixando um pouco chateada, afinal, ele realmente desperta minha curiosidade, com toda essa história de ufologia. Mas a pior parte vem a seguir, Ron tranca a porta da taverna e retira a camisa, mantendo as pistolas visíveis nas calças.

— Primeiro desejo atendido. Porque não escolhe o próximo, minha dama? Sou teu esta noite.

"Ahhhhh, o que eu faço agora? Ele mandou todo mundo embora e fechou a taverna por minha causa, deve estar com muitas expectativas, mas eu não tenho tempo para isso, preciso formar meu bando e ir em busca do One Piece."

Apesar de tudo, me sinto muito acuada e até incomodada, o que é visível no meu sorriso um pouco sem graça.

- Que tal... Alguma bebida? -

Diria, tentando ganhar algum tempo para pensar no que fazer.

"Argh, como eu queria voltar no tempo agora. Será que é isso, o que chamam de bipolaridade?"

- Mas e então, e quanto à se juntar ao meu bando? Está disposto a isso? - Esperaria a resposta, para só então arriscar-me expor um pouco de como me sinto. - E eu acho que é melhor a gente não apressar tanto as coisas, eu quero conhecer você melhor, conversarmos, isso! Conversar! Me fale um pouco sobre você. -

Caso ele me traga alguma bebida, eu de fato beberia, mas bem devagar, um pequeno gole à longos espaços de tempo, tentando induzi-lo a beber enquanto fala, e quem sabe até cair no sono. Se ele parar de falar sobre ele, teria que fazê-lo voltar a falar.

- E família? Você tem? Aquele homem que sentou ao meu lado, você pareceu conhecer ele, é seu amigo? E o garoto de cabelo rosa? Você conhece ele? -

Muitas perguntas, para tentar distrair Ron ao máximo, mas sempre com um pé atrás, imaginando em como tudo aquilo pode acabar saindo do meu controle, algo que me deixa muito preocupada só de pensar, afinal, não estou preparada mentalmente para tudo isto, mesmo não sendo tão nova, fui protegida minha vida toda pelo bando que simbolizou minha família, e o impacto de ter que me virar sozinha, interagir com outras pessoas e tomar decisões, parece causar um efeito muito negativo em mim, um grande desconforto vai sendo gerado e me deixando muito mais acuada, não estou acostumada com toda essa interação, muita coisa acontecendo ao mesmo tempo.

- Eu não sei se estou me sentindo bem. -

Diria, caso em algum momento ele tente alguma coisa ou meu plano de faze-lo ficar falando não de tão certo, o que é uma possibilidade, e se ele perguntar o que estou sentindo, eu não conseguiria mentir, afinal sempre fui alguém muito sincera, então falaria a verdade.

- Estou me sentindo um pouco acuada e até com medo de você, digo, acabamos de nos conhecer. -

Sinceridade no fim das contas pode ser à minha salvação, ou perdição, de qualquer forma, me manteria atenta a todo instante, rezando para que não ocorra o pior. Se parecer que Ron está levando tudo numa boa, tentaria induzi-lo a me tirar daquele local, que não me deixa nenhum pouco confortável, estar presa ali com ele.

- Eu gostaria de ir até o caís, ver o mar, mas não sei aonde fica, o que acha de me levar até lá? E podemos conversar no caminho. -

Tentaria ser bem suave nas palavras, quem sabe minha voz encantadora não me ajude à convence-lo. Talvez estivesse sendo muito exigente e egoísta, mas é o que a situação estava me levando a ser.

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MensagemAssunto: Re: |R01| A Sina de um Pistoleiro   |R01| A Sina de um Pistoleiro - Página 2 EmptyQui 04 Fev 2016, 11:35


Ninon Kai

Sentindo-se incomodada com a atitude irresponsável de Ron e chateada pelo interessante leitor ter ido embora, a mulher não sabia muito bem como reagir a situação a seguir. Quando Ninon pediu apenas uma bebida, Ronald prestou mais atenção em sua expressão, percebendo que provavelmente se enganara. Com um suspiro, tirou a camisa por completo, indo até o bar e servindo dois copos com uma bebida dourada

Não sei se estou disposto a ir para seu bando. – Ele observava a jovem, com o cotovelo apoiado no balcão, alguns fios de cabelo negro caindo no rosto e o abdômen definido a mostra. Sua expressão era séria. — Conversar? Bem, meus clientes não nos atrapalhariam a fazer isso. Porque você não me fala de ti? Acho que não ouvi nem mesmo seu nome essa noite, só que quer ser a rainha pirata.

Os dois bebiam enquanto o silencio invadia o bar vazio, já que Ron se recusava a prolongar qualquer conversa.

Não gosto da minha família. Zack é meu amigo. Ele só quer comer o garoto que parece garota que eu não conheço.  

O clima se mantinha tenso e Ninon se sentia desconfortável e preocupada. Ao contar seus sentimentos sinceros a Ron, o barman apenas respirou fundo, escutando com atenção e virando a bebida que trouxera em grandes goles.  

Felizmente para você, minha dama, não consigo ser um cara mal. Ah, se eu fosse... Bem, não importa. Vou te levar até caís. – Com a garrafa em mãos, o jovem saiu – ainda sem camisa – do balcão e caminhou até a porta, destrancando-a. Esperou que Ninon acompanhasse seus passos e andariam lentamente até o caís. O barman não puxou qualquer assunto no caminho, apenas seguindo até a direção indicada. Ao chegarem, ele deu um quase sorriso para a mulher, entregando-lhe a garrafa que restava pouco menos da metade.

 Um presente, bebida de graça. Vou para outro lugar agora, acho que está segura por aqui, logo logo amanhecerá. Até outra hora, rainha dos piratas.

E o homem saiu dali na direção de um bairro nobre da cidade, provavelmente até a casa de alguma conhecida para passar a noite. Ninon estava no cais e caso esperasse até amanhecer, encontraria algumas pessoas por lá. Uma jovem garota de tranças ruivas havia se sentando longe dela, encarando o mar, sem lhe dar atenção. Um grupo de jovens passou em sua frente, com livros e mochilas, lançando-lhe olhares curiosos. Por fim, quando o sol já estava de pé, Dazzle aparece com algo parecido com uma mochila nas costas e roupas masculinas. Rapidamente, ele a encheu de perguntas.

—   E então, qual o plano para sairmos daqui? Sabe que não é bom anunciar uma formação de um bando em uma ilha de caçadores, não é? Já tem algum plano? Quer tocar o terror aqui para ver se já conseguimos alguma recompensa? Ou quem sabe saquear algum lugar em busca de uns berries?


Histórico Ninon:
 




Dazzle

Como suas roupas estavam completamente encharcadas, foi até o velho guarda-roupa de Zack, encontrando apenas trajes masculinos e grandes. A menor delas era uma camisa branca simples, de botões, que poderia ser usada com uma bermuda azul e justa dobrada bem no final do móvel. Estavam limpos e serviam, mas não havia ficado nada estiloso.

A casa já estava trancada e Dazzle apenas guardou as chaves consigo. Ao procurar mochila, não teve sucesso, encontrando apenas sacolas frágeis que se rasgariam na primeira oportunidade. O jovem conseguiu pegar um revolver simples com um cartucho de munições e uma manopla, além de um pacote com várias bolachas (ou seriam biscoitos?) e outro com uma espécie de torta salgada. Já com as mãos cheias, voltou ao corpo, observando-o com atenção. Ao abaixar suas calças pôde algo tão morto como o resto do corpo, fazendo um som de indignação de Dazzle invadir o quarto.

Pegou sua adaga e após refletir sobre a melhor forma de assinar seu crime, decidiu talhar no peito sem vida o alter ego “Nyx”, que apesar de um traço trêmulo, tornou-se legível as pessoas que o veriam futuramente. Ainda faltavam algumas horas para o nascer do sol, fazendo Dazzle caminhar com as armas, munições e objetos até a loja de Zack onde foi mais cedo para comprar a própria arma. Apesar de se perder em algumas ruas confusas e escuras, o jovem chegou até o “Armas do Zack”, abrindo na terceira tentativa.

Uma espécie de mochila era visível, sendo na verdade um saco mais resistentes próprio para guardar armas que estava com várias Shurikens. No balcão, a caixa estava com 80.000 B$, sendo provavelmente os ganhos do dia anterior. Não haviam joias e a mochila improvisada se encheu rapidamente com o revolver e munições, a manopla, as próprias Shurikens que ali estavam, as bolachas e tortinhas e os berries.

Quando começava a amanhecer, Dazzle seguiu em direção ao cais, até notar que não sabia a direção exata. O sol já estava de pé quando o garoto de cabelos rosas chegou ao local combinado. Sua possível futura líder estava ali sozinha a sua espera e no cais era possível ver uma menina ao longe observando o mar, sem nem notar a presença do jovem.

Histórico Dazzle:
 


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MensagemAssunto: Re: |R01| A Sina de um Pistoleiro   |R01| A Sina de um Pistoleiro - Página 2 EmptySex 05 Fev 2016, 14:11



Novo Alvo



Percebo que Ron não parece satisfeito com minhas palavras, mostrando até mesmo não estar mais disposto à se unir ao meu bando. Ele me serve uma bebida dourada, que não me chama tanta atenção, em seguida diz algumas coisas, que evidenciam ainda mais sua decepção com meus atos.

— Conversar? Bem, meus clientes não nos atrapalhariam a fazer isso. Porque você não me fala de ti? Acho que não ouvi nem mesmo seu nome essa noite, só que quer ser a rainha pirata.

- Ninon... -

Devido a situação não estar com um clima muito agradável, não consigo me sentir a vontade para falar mais que o meu nome. Enquanto bebemos, eu bem mais devagar e consumindo bem menos que Ron, o silêncio prevalece, e quando eu tento quebrar, as coisas ficam ainda piores.

— Não gosto da minha família. Zack é meu amigo. Ele só quer comer o garoto que parece garota que eu não conheço.

"Ahhhhh! Que situação complicada! Acho que eu não toquei em um assunto legal."

No fim, acabo expondo o que sinto, e o barman parece levar numa boa, embora não contente, ele aceita me levar ao caís, o que me deixa muito aliviada, dando um longo suspiro de olhos fechados, mas logo em seguida me sentindo mal por não ter satisfeito o mesmo, bipolaridade atacando novamente. Saímos do local, respirar o ar puro me deixa muito mais tranquila, volte e meia observo com o canto dos olhos, o corpo definido de Ron, já que ele ainda está sem camisa, mas não digo nada, e nem ele, deixando o silencio prevalecer por todo o trajeto.

"É tudo minha culpa, eu não devia ter me exposto tanto. Ele deve estar triste."

— Um presente, bebida de graça. Vou para outro lugar agora, acho que está segura por aqui, logo logo amanhecerá. Até outra hora, rainha dos piratas.

Escuto tudo com bastante atenção e aceito a bebida que ele me entrega, segurando com a mão direita, a parte superior da garrafa. Ao ver ele indo embora, em direção da área nobre da cidade, fico um pouco preocupada, tentando imaginar o que ele está sentindo e me culpando diversas vezes por isso, até que uma luz surge.

*Ele vai superar isso.*

Após isto passar pelos meus pensamentos, paro de pensar um pouco nisso e volto minha atenção ao local onde estou, o caís. Apreciaria um pouco o movimento do mar e o amanhecer, deixando um pequeno sorriso se formar em meus lábios.

"Está sendo mais difícil do que pensei... Hans... Mas isso é só o começo."

Observo alguns jovens passarem, com livros e mochilas, me olhando com curiosidade, mas não dou tanta importância e nem atenção, afinal, não consigo achar estudantes tão úteis, e que muito menos vão estar dispostos à entrar na pirataria. No entanto, avisto uma moça ruiva observando o mar, algo me chama atenção nela, embora eu não consiga dizer o que, talvez, seja devido a situação, ao fato dela estar observando o mar, ali sozinha, algo bastante poético. Mas antes que eu possa ir de encontro com à mesma, surge o jovem de cabelo rosa chamado Dazzle, eu obviamente fico um tanto alegre em ver que ele compareceu no lugar combinado, mostrando um pequeno sorriso assim que o vejo, mas ele já vem me lançando uma chuva de perguntas.

— E então, qual o plano para sairmos daqui? Sabe que não é bom anunciar uma formação de um bando em uma ilha de caçadores, não é? Já tem algum plano? Quer tocar o terror aqui para ver se já conseguimos alguma recompensa? Ou quem sabe saquear algum lugar em busca de uns berries?

- C-calma... - Tentaria raciocinar um pouco, só então começaria a responde-lo, mostrando estar bem certa do que digo, porém com um pouco de inocência evidente. - Mas o que eu disse é verdade, não tem porque eu esconder. Não tenho nenhum plano na verdade, eu simplesmente tinha em mente sair perguntando pessoa por pessoa, se elas desejam se unir ao meu bando ou não, mas pensando bem, precisamos de um navio e de alguém que saiba pilotar um, poderíamos roubar um, mas eu não sei nada de navegação. -

Terminando de falar, avaliaria melhor o jovem, só então percebendo que agora ele está sozinho.

- E quanto à aquele sujeito que você estava acompanhado? O tal de Zack? E bem... Pense em alguma coisa, para o nosso primeiro passo, e tome isso, tenho uma coisa para resolver ali. - Diria, no processo colocaria a garrafa de bebida que Ron me deu, nas mãos do jovem Dazzle. - E eu me chamo Ninon, a futura Rainha Pirata. - Completaria, enfim me afastando um pouco, deixando com que Dazzle pense no que fazer, já que nenhuma ideia vem à minha mente.

Caminharia em direção da jovem que está sentada, observando o mar, e então me sentaria ao lado dela, próxima, e puxaria assunto imediatamente.

- Olá, o que faz aqui sozinha? Gosta do mar? - Diria, também olhando para o mar e para o horizonte. - Porque eu gosto muito... Ele me traz uma sensação de liberdade. - Completaria, independente da resposta dela ser positiva ou não, e isso se ela me responder.

Ficaria em silencio por alguns instantes, sentada ao lado dela, observando o mar, até que ela mostre alguma reação ou faça algo, como levantar-se ou algo do tipo, nesse caso, também me levantaria e olharia para ela, só agora avaliando melhor as feições dela e qualquer aspecto diferente em sua aparência, assim como suas vestimentas.

- Como se chama? Está muito ocupada? -

Desta vez, tentaria ser bem cordial e calma, não queria forçar demais a conversa e sim seguir com paciência, pois havia perdido dois ótimos recrutas, e estava decidida a não perder a próxima, sendo assim, faria o possível para não perdê-la de vista, caso ela tente ir embora.

"Primeiramente, preciso descobrir se ela deseja ir embora desta ilha. Depois faço a proposta."

É o principal pensamento que ronda minha mente, enquanto pensaria no que exatamente falar, para descobrir mais sobre ela e ficando até um pouco curiosa..

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MensagemAssunto: Re: |R01| A Sina de um Pistoleiro   |R01| A Sina de um Pistoleiro - Página 2 EmptySex 05 Fev 2016, 16:50

the dark side of pink

- Mas o que eu disse é verdade, não tem porque eu esconder. Não tenho nenhum plano na verdade, eu simplesmente tinha em mente sair perguntando pessoa por pessoa, se elas desejam se unir ao meu bando ou não, mas pensando bem, precisamos de um navio e de alguém que saiba pilotar um, poderíamos roubar um, mas eu não sei nada de navegação. -

-Devo admitir que já esperava essa resposta, mas não que fosse a primeira... Eu até posso conseguir um barco e um navegador, provavelmente vai dar trabalho, mas não é nada impossível. Responderia com calma e olhando dentro de seu único olho exposto, tentando encontrar sua alma. Algo que apesar de manchas é puro. -Bem, acredito que seu plano para recrutamento não seja um dos melhores... Seria muito bom se, ao invés de sair por aí perguntando se querem se juntar, apenas nos aventurarmos e provavelmente os interessados virão até nos. Mas você é a capitã, então você é quem sabe. De todo modo, ainda pretendo conseguir algumas coisas nessa ilha, então se quiser ficar responsável pela busca de um barco ou um navegador disponível, tudo bem. Sorridente e com meus braços cruzados, posicionando me levemente para a direita, expressaria minha opinião sobre o plano de Ninon. -Se quiser, eu tenho um pouco de comida e algumas armas que poderíamos utilizar. Ou até mesmo vender. Consegui um pouco de dinheiro na noite passada, então acho que poderíamos tentar fazer algo. Mostraria o revolver as manoplas e as shurikens assim como as tortas para a mulher, permitindo que retirasse qualquer coisa de lá. -De todo modo acho que agora eu devo ir em alguma forja ou quem sabe em uma loja de roupas. Quer me acompanhar ou de algo lá?

- E quanto à aquele sujeito que você estava acompanhado? O tal de Zack? E bem... Pense em alguma coisa, para o nosso primeiro passo, e tome isso, tenho uma coisa para resolver ali. - Me entregando uma garrafa, a qual guardaria junto das outras coisas. “Acho que seria bom eu conseguir uma mochila logo, isso daqui não vai aguentar muito mais tempo.” - E eu me chamo Ninon, a futura Rainha Pirata. - -Muito prazer em te conhecer então. E como vamos nos tornar parceiros, devo admitir que sou um péssimo mentiroso, então, melhor dizer logo que eu matei o rapaz. Soltaria um sorriso enquanto torço ligeiramente meu pescoço, permitindo que minhas madeixas se bailarem o ritmo do vento. -De qualquer forma, se quiser fazer outra coisa, vamos marcar onde e que horas? Assim encerraria minhas falas.

Acompanhado ou não, procuraria por alguma loja de roupas e máscaras, preferencialmente de máscaras, ou então alguma forja. Andaria por algumas ruas próximas em busca de algum lugar do tipo, caso não encontrasse, tentaria encontrar alguém e indagaria. -Oi, perdão por incomodar, mas você saberia onde eu posso encontrar algum lugar para comprar algumas roupas ou alguma forja por aqui perto? E assim repetiria o processo, demonstrando um sorriso em cada uma delas e independente da resposta, diria. -Muito obrigado e tenha um ótimo dia.

Assim que obtivesse a resposta, que não fosse a loja de Zack, seguiria para a mesma. Assim que chegasse, se fosse uma forja, indagaria ao atendente ou se a forja fosse exposta, para o homem que nela estivesse a trabalhar. -Me desculpe, mas você poderia me ajudar com algo? Eu gostaria de aprender a dobrar o metal para criar armas, poderia me ensinar? Repetindo a pergunta até encontrar alguém que pudesse. O encontrando, diria. -Muito prazer, me chamo Dazzle. Podemos começar?

Entretanto, no caso de não encontrar, voltaria a rua e faria a mesma pergunta de antes sobre a loja ou a forja, agradecendo logo em seguida. Se eu acabasse por encontrar a loja de máscaras primeiro, adentraria na loja verificando o quão exposta ela era, como vitrines e janelas, e o número de pessoas que ali haviam, iria até o atendente e indagaria. -Olá, você por algum acaso vendem máscaras e ou mochilas? Se não, sabe onde posso encontrar algum desses objetos? Caso tivesse, prosseguiria. -Quanto custa? Eu poderia dar uma olhada nos modelos?

Se, pelo horário, as lojas ainda estivessem fechadas, eu apenas esperaria em frente das mesmas, até que abrissem. E se não encontrasse ninguém nas ruas, apenas vagaria pela cidade tomando a bebida que Ninon me dera mais cedo.
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Ninon Kai

Acreditando que Ron superaria a decepção de ter sido rejeitado, Ninon apreciava o movimento do mar e as pessoas que passavam enquanto seu futuro companheiro não chegava. A jovem solitária que refletia sobre o mar causou certo interesse em Ninon e a jovem considerou ir ao encontro da mesma após se encontrar com Dazzle, que logo chegou lhe enchendo de perguntas e raciocinando um pouco para responder adequadamente tudo. O garoto de cabelo rosa respondeu com calma, encarando-a.

Devo admitir que já esperava essa resposta, mas não que fosse a primeira... Eu até posso conseguir um barco e um navegador, provavelmente vai dar trabalho, mas não é nada impossível. Bem, acredito que seu plano para recrutamento não seja um dos melhores... Seria muito bom se, ao invés de sair por aí perguntando se querem se juntar, apenas nos aventurarmos e provavelmente os interessados virão até nos. Mas você é a capitã, então você é quem sabe. De todo modo, ainda pretendo conseguir algumas coisas nessa ilha, então se quiser ficar responsável pela busca de um barco ou um navegador disponível, tudo bem.

Ele sorria, com os braços cruzados. Algumas pessoas ainda passavam mas ninguém parecia prestar atenção neles, nem mesmo a jovem ruiva perdida nas ondas do mar.

Se quiser, eu tenho um pouco de comida e algumas armas que poderíamos utilizar. Ou até mesmo vender. Consegui um pouco de dinheiro na noite passada, então acho que poderíamos tentar fazer algo.

Ele mostrou um revolver, manoplas e shurikens, e algumas tortas para a mulher, dando espaço para que ela retirasse o que desejasse se necessário.

De todo modo acho que agora eu devo ir em alguma forja ou quem sabe em uma loja de roupas. Quer me acompanhar ou de algo lá?

Ao avaliar melhor o jovem, no entanto, perceberia que ele estava sozinho. Perguntou então sobre o seu acompanhante da noite passada, Zack. Também se aproveitou do momento para sugerir que ele pensasse algo para um possível primeiro passo e se apresentou, entregando-lhe a garrafa de Ron e se afastando um pouco. Guardando a garrafa junto com as outras coisas, ele respondeu.

Muito prazer em te conhecer então. E como vamos nos tornar parceiros, devo admitir que sou um péssimo mentiroso, então, melhor dizer logo que eu matei o rapaz. De qualquer forma, se quiser fazer outra coisa, vamos marcar onde e que horas?

Com o fim da conversa, Ninon seguiu até a distraída jovem e sentou-se ao seu lado, puxando assunto. Ela se assustou com o primeiro contato, por estar tão distraída e nem perceber a presença da mulher, mas sorriu ao vê-la.

Gosto sim. Ele sempre me tranquiliza. Tenho vontade de simplesmente sair voando por ele, tocá-lo com a ponta dos meus dedos. Fugir.

Ela concordou com a cabeça quando Ninon falou de liberdade e algo no fundo de seus olhos revelava que ela sentia o mesmo. O vento passava por seus cabelos e ela mantinha o olhar fixo no mar, parecendo evitar virar-se para Ninon. Ela usava um vestido branco curto, revelando suas pernas finas e delicadas. Seus braços também estavam a mostra, revelando diversas sardas em todo o ombro e pescoço. Era toda magra e suas mãos estavam juntas, entrelaçando um dedo no outro. No entanto, uma cicatriz em seu rosto marcava cruelmente sua aparência. Uma grande e vívida cicatriz ocupava todo o lado esquerdo de seu rosto, com um corte que começava na cabeça e ia até o fim do queixo, bastante desregular e largo. Seu olho esquerdo também foi afetado, sendo completamente branco. O outro olho era castanho e várias sardas eram visíveis em sua pele clara.

Me chamo Alma. É estranho, eu sei. E eu deveria estar trabalhando... Mas, bem, minha loja está falindo mesmo. E você? Como se chama? Não parece ser daqui.  
Alma:
 

Histórico Ninon:
 




Dazzle



Como Ninon seguiu até uma jovem desconhecida de cabelos ruivos, Dazzle seguiu sozinho em busca de uma loja de roupas ou de uma forja. O centro estava um pouco longe e em um dos bairros próximos era possível ver uma lojinha de roupas e fantasias, como um brechó, repleto dos mais diversos tipos de vestimentas e acessórios. Uma senhorinha estava terminando de abrir a loja com dificuldade, ainda ajeitando as coisas por dentro, por ainda ser cedo.

Temos várias máscaras, filho, minha filha mesmo que as faz. Mas só tenho mochilas femininas. Venha ver.

Ela caminhou até uma prateleira mais ao fundo, com três tipos principais de máscaras. As primeiras e em maior quantidade eram máscaras negras que cobriam só os olhos, de diversos estilos.[foto]. A outra, também com várias opções, eram coloridas e decoradas, com desenhos de rosas e com brilho. [foto]. Por fim, haviam quatro máscaras brancas com desenhos em negro. [foto]

Se você quiser, minha filha faz sobre medida e da forma que quiser também. É mais caro, claro. As do olho são 5.000 B$ e as de rosto inteiro 8.000 B$. Por medida ela não cobra menos de 10.000 B$. Agora, as mochilas...

Ela caminhou mais um pouco, ainda com dificuldade. Sua voz era agitada e firme, mas suas pernas pareciam não conseguir acompanhar. Ela apontou para algumas mochilas rosas e vermelhas, despostas na estante. Uma bem pequena e delicada, com rosas desenhadas, tinha o preço fixado de 15.000 B$. Uma mediana, vermelha e com apenas alguns riscos negros, custando 20.000 B$. A maior e mais espaçosa delas, no entanto, custava 30.000 B$. Era completamente rosa, sem qualquer estampa e bolsos laterais.

E então, querido, o que vai querer?

Histórico Dazzle:
 

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