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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 |R01| A Sina de um Pistoleiro

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: |R01| A Sina de um Pistoleiro   |R01| A Sina de um Pistoleiro EmptySex 08 Jan 2016, 03:31

|R01| A Sina de um Pistoleiro

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Raghu. A qual não possui narrador definido.


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Raghu
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MensagemAssunto: Re: |R01| A Sina de um Pistoleiro   |R01| A Sina de um Pistoleiro EmptyDom 10 Jan 2016, 00:11




Pensamentos Ruins


“Rucky Arseni”... Por anos tive esse nome em minha cabeça ao lado de uma dúvida cruel.  Eu anseio por sua cabeça, mas nem mesmo sei se está vivo. Meu pai talvez tenha morrido há tempos enquanto eu sofria nessa cidade de merda e mesmo assim aqui estou eu. Tentando me manter escondido nesses becos imundos dessa cidade lamentando o meu passado. Patético.

- Não é como se magicamente eu fosse encontrar pistas sobre ele. – Disse a mim mesmo.

Começaria a caminhar, tentando me manter em becos isolados ou ruas desertas para evitar o contato e o olhar das pessoas. No fim das contas eu não tinha uma boa fama por essas bandas. “O “Pistoleiro Prateado”, dá pra acreditar?”. Mas não os culpava, o meu acesso de raiva contra minha mãe e seus amistosos vizinhos não foi algo bonito de se ver.
Durante o meu caminhar, manteria as braços balançando o mínimo possível. Nesse primeiro momento estava sem rumo, apenas perdido em pensamentos e lembranças de uma época que felizmente nunca voltará.

Lembrei-me dos abusos de minha mãe, das ofensas, das surras, do seu olhar. E então me lembrei da vida fugindo de seus olhos quando eu disparei. Não me orgulhava desse feito, mas também não me arrependia. Ela poderia ter me colocado em um orfanato, me abortado ou qualquer outra coisa, mas decidiu me criar. “Quem diabos cria um filho concebido graças a um estupro?”. Suspiraria e olharia para o céu.

- Por sinal... – Levaria minhas mãos até a cintura procurando minhas armas até me lembrar o que havia acontecido com as mesmas.
- Hmm... Eu as perdi naquela hora... Que saco. – A última tentativa de furto não havia dado muito certo e durante a fuga eu acabei perdendo minhas pistolas. – Belo bandido você é.

Passaria as mãos pelas franjas prateadas de meu cabelo, ajeitando-o para que não atrapalhasse minha visão. Em seguida percorreria meus olhos púrpuros pelo presente local para me situar e me encontrar dentro da cidade após tanto caminhar sem rumo por ai. Não seria uma tarefa difícil uma vez que tinha crescido na cidade.
“Então... Preciso de novas pistolas. Ou ao menos uma. Acho que não estou em posição para assaltar nenhuma loja de armas pela região. Ainda mais com esses caçadores pé no saco por ai. Terei que usar o clássico modo de pagar do meu bolso. Ai ai...” – Tocaria os bolsos e retiraria o dinheiro de dentro desses para conferir quanto possuía.

- Bom... Já fui mais rico. – Guardaria novamente o dinheiro após a contagem. – E mais pobre.

Olharia para o céu mais uma vez e tornaria a suspirar. O dia talvez fosse melhor do que os anteriores, ou talvez fosse pior. Realmente não importava nesse momento, minha cabeça havia decidido me infernizar com os pensamentos sobre meu pai. Ou melhor, sobre o homem que abusou de minha genitora. Além destes, as lembranças dos dias que vivi depois de ter sido abandonado também pulavam como coelhos em minha cabeça. A fome, o frio, os olhares de todos esses bastardos da cidade. Se tem uma única coisa que eu fiz certo nessa vida foi decidir roubar todos esses malditos que nem sequer se solidarizavam com uma criança perdida e faminta.
Cuspiria no chão e fecharia os olhos, respirando fundo enquanto afastava os pensamentos e as lembranças ruins, tentando se concentrar o máximo possível no presente e no dia de amanhã. No seu alimento, no seu armamento e no seu coração que ainda batia apesar de tudo.
Voltaria a caminhar, ainda pelos becos, ruas desertas, cantos afastados e afins para me prevenir de possíveis “reconhecimentos” ou “problemas”... Na verdade, eu simplesmente não queria contato nenhum com ninguém. Iria em direção de uma loja de armas, de preferência uma discreta, ou da mais perto possível dependendo de sua distancia.

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MensagemAssunto: Re: |R01| A Sina de um Pistoleiro   |R01| A Sina de um Pistoleiro EmptyDom 10 Jan 2016, 23:32

Narração


Lembrando-se de seu passado, Raghu perambulava pelas ruas da cidade mantendo-se afastado das demais pessoas, algo para evitar problemas já que sua fama não era a das melhores pela região. Afastado em um beco nas proximidades do centro da cidade o jovem se encontrava, seus pensamentos ainda estavam longe ligados a seu objetivo principal, a morte de seu pai, que lhe fez sofrer um bocado durante todos esses anos. De fato sua mãe não era uma das melhores pessoas do mundo, mas mata-la não era o suficiente para aquele jovem pistoleiro ele necessitava de mais, afinal as ganancias de uma mente cheia de sofrimento apenas acabam em vingança.

Após tamanha reflexão, o jovem de cabelos prateados voltava sua atenção ao presente procurando suas pistolas, mas logo se lembra que as havia perdido durante uma tentativa malsucedida de roubo. Falando algumas palavras de lamentação para si, averiguava o local onde estava tomando conhecimento da localização, era um beco um tanto quanto desleixado com uma quantidade razoável de lixo, a maioria alimentar, situado logo após um restaurante.

Deixando de lado os problemas familiares, se é que pode ser chamado assim, o pistoleiro sem pistolas se põe em busca de um novo par de armas, começando sua procura por uma loja de armas. Raghu estava no centro, mesmo que longe dos demais, portanto não era uma tarefa tão difícil encontrar uma loja de armas. Antes de qualquer ação precipitada observava seus bolsos, encontrando os míseros 50 mil berries restantes, não era lá um homem rico mas definitivamente teria que se virar com o que tinha nos bolsos.

- Bom... Já fui mais rico.

Sarcasticamente o jovem tenta se livrar dos limitados berries em seu bolso, não que isso fosse mudar a situação mas autoestima é o que conta nessas horas. Após alguns passos se afastando do beco, enquanto cuspia ao chão para se livrar do desgosto entre os pensamentos relacionados a sua família, já era possível se avistar uma loja de armas. Algumas kunais enfeitavam o topo da loja, chamando a atenção de qualquer um que passasse pelo local, de fato parecia ser algo bem grande e com uma variedade invejável.

Entre os problemas atuais, mais um para a coleção de Raghu era o aglomerado de pessoas rondando pelas ruas da cidade, nada agradável para alguém que deseja distância social. Sem contar os membros do clã Ant-Bullet fazendo a ronda pelo local, mas caso o atirador realmente desejasse retomar as suas armas deveria passar por todo aquele transtorno, até finalmente adentrar a tão esperada loja de armas. Mesmo assim, essa era uma escolha sua, deveria atravessar normalmente ou quem sabe buscar outra loja nas redondezas.

Off:
 


Histórico de Raghu:
 


Thank's Lyra' @CUPCAKEGRAPHICS


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MensagemAssunto: Re: |R01| A Sina de um Pistoleiro   |R01| A Sina de um Pistoleiro EmptyTer 12 Jan 2016, 03:39




Em Busca de uma Arma


Ao me aproximar da loja de armas, noto a desagradável presença de inúmeras pessoas e de alguns membros do clã Ant-Bullet. Suspiro e balanço a cabeça em negativa, tentando caminhar furtivamente até alguma sombra de um beco próximo que me desse uma boa visão do local para poder me escorar na parede, mantendo sempre os olhos na fachada, sem deixar de prestar atenção ao meu redor.

- Pelo visto vai ser um saco. – E mais um suspiro. – Não pretendo me meter no meio desse pessoal, é problema na certa.

Olharia para o beco para me situar e notar os objetos existentes no mesmo, procurando algo grande o suficiente para tapar uma pessoa sentada ou deitada da visão das pessoas que passassem na frente da ruela. Caso encontrasse, o posicionaria da maneira desejada e me deitaria escondido a sua frente, colocando um dos braços atrás da cabeça e outro sobre os olhos. Caso não houvesse nenhum objeto, apenas me moveria mais para o fundo do beco. E se não houvesse beco, rondaria as redondezas em busca de um ou de um local minimamente seguro para o que desejo.
Assim que deitasse, de olhos fechados, tentaria tirar um cochilo, esperando que o movimento em frente a loja estivesse menor após o despertar.
Caso alguém interrompesse a soneca antes desta começar ou durante, agiria de uma forma não muito amistosa, questionando-o com algumas perguntas. – O que você quer? – Quem é você? – E com “ordens” para a pessoa em questão. – Saia daqui e me deixe dormir.
Se necessário me levantaria para encara-lo.

Se conseguisse cochilar, me levantaria assim que despertasse e novamente voltaria para o ponto em que estava, observando mais uma vez a fachada da loja e o movimento a sua frente, esperando que este houvesse diminuído. Se isso tivesse acontecido, caminharia em direção ao estabelecimento e entraria no mesmo. Caso contrário, abaixaria a cabeça e tentaria andar da forma mais discreta e furtiva possível entre as pessoas para não ser reconhecido, tentando calmamente adentrar a loja sem alertar ninguém. Se fosse reconhecido, daria uma de desentendido com algumas perguntas e frases soltas. – Prateado quem? – Em caso do uso de minha alcunha. – Nunca vi mais gordo – Não conheço esse cidadão – Está me confundido com um babaca qualquer – Não tem nada melhor pra fazer? – E coisas do gênero, buscando sempre a discrição e consequentemente mantendo o tom de voz baixo e calmo, como o usual.

Caso algum tipo de autoridade ou o próprio clã de caçadores me reconhecesse e iniciasse um confronto ou perseguição, bateria em retirada, correndo o mais rápido possível para o beco mais próximo e me utilizando de um possível conhecimento geográfico dos mesmos, uma vez que sempre caminho entre eles, para escapar dos perseguidores, tentando sempre desviar de qualquer pedestre com um jogo de pés durante a corrida.
Tudo ocorrendo bem entraria na loja discretamente e me dirigiria ao balcão em busca do atendente, cumprimentando-o amigavelmente e passando os olhos pelo mesmo para fazer mentalmente um julgamento sobre sua aparência e sobre minhas primeiras impressões. Colocaria as mãos sobre o balcão e logo iniciaria o diálogo com o mesmo.

- Então, meu querido, estou em busca de uma pistola simples. – Sabia que não teria dinheiro para um par delas. – E de um cartucho para a mesma. Será que você poderia me ajudar? – Tentaria um sorriso, mas graças a minha falta de habilidade de socialização, talvez algo creepy saísse dessa tentativa.

Em caso de resposta positiva, questionaria o preço de ambos os pedidos e se estes estivessem dentro do meu pequeno orçamento, efetuaria a compra, guardando-os entre minhas roupas, tendo a pistola colocada com o cano dentro da calça na parte de trás desta, sendo escondida pelo sobretudo.
Novamente tudo correndo bem, sairia da loja e rapidamente caminharia para o local mais discreto possível, decidindo o meu próximo destino enquanto isso. Precisava agora de notícias sobre o que acontecia na cidade e no mundo, e bem, os melhores lugares para isso são as tavernas.

- Então vamos até lá. – Falaria comigo mesmo para confirmar o destino.

Voltaria a me esgueirar por becos e ruas desertas em busca de uma taverna ou de algo que me fizesse cessar a caminhada. Apesar de tudo era uma grande cidade e coisas estranhas poderiam acontecer o tempo todo por ali. Agora eu estaria preparado para uma situação dessas. Apenas aguardaria.

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MensagemAssunto: Re: |R01| A Sina de um Pistoleiro   |R01| A Sina de um Pistoleiro EmptyTer 12 Jan 2016, 17:07



Novas Terras



"Um dia espero revê-lo... Hans..." - Apesar de ainda estar me acostumando com a separação, eu não estava triste e nem preocupada, foi algo da qual eu já vinha me preparando a anos, tinha que me tornar mais independente e a melhor maneira que vi de conseguir isso, foi deixando o bando do Hans, agora sim poderia criar o meu próprio bando e navegar rumo ao One Piece!

"Não será uma tarefa fácil, mas eu vou me esforçar bastante. Primeiro preciso de membros para meu bando, talvez eu encontre alguns em alguma taverna ou no caís, eram nesses lugares que Hans costumava recrutar novos marujos." - Penso.

Meu plano estava traçado, recrutar membros para meu bando seria o primeiro passo a dar. Primeiro de tudo, tentaria me localizar, a ilha ainda é um grande mistério para mim, pois não fazia muito tempo que eu havia chegado, portanto, conhecer o lugar onde estou é muito importante. Se eu não estiver em uma cidade, caminharia calmamente a procura de uma, buscando rotas que pareçam seguras, ou menos perigosas, para evitar o encontro com animais selvagens. Porém, se eu chegar ou já estiver em uma cidade, começaria a procurar por uma taverna, caminhando devagar e com bastante tranquilidade, apesar de estar bem ansiosa, não poderia me empolgar demais, precisava me manter séria para passar uma boa imagem e assim conseguir recrutar alguém com mais facilidade. Me manteria atenta em todas as hipóteses, tentando escutar as conversas alheias de maneira discreta, e procurando com o olhar, pessoas que se destaquem no meio da multidão.

- Uma espada também seria bem útil. - Comentaria comigo mesma, em voz baixa.

Ter um meio de autodefesa, assim como um meio ofensivo, é um dos principais requisitos para ser uma pirata, e não dispor de nenhum dos dois, pode tornar minha vida muito mais difícil do que já é, então suspiro profundamente, não só procuraria por uma taverna, como também por uma loja de armas, não me importando com qual seja, contanto que esteja aberta.

Caso eu encontre uma loja de armas, adentraria com calma, e avaliaria o local com atenção, para ver quem se encontra no estabelecimento, depois vendo também os armamentos que ele tem a oferecer, perambularia devagar pela área, e com bastente atenção aos arredores . Mas não demoraria muito a ir ao balcão e fazer o meu pedido.

- Quero comprar a espada mais barata que vocês tiverem, mas que esteja nova. -

Confiante de que teria o dinheiro para pagar, pois quando deixei o navio de Hans, fiquei com cinquenta mil berries. Completaria meu pedido sem demora. - Vocês vendem leques aqui? Ou sabe algum lugar que vende? Eu quero um. - Tendo o dinheiro suficiente, pagaria os gastos e balançaria minha cabeça positivamente, como um gesto de agradecimento, em seguida, deixaria a loja, ignorando as pessoas ali presentes se nenhuma me chamar a atenção. Sairia com a espada embainhada e envolvida na palma da mão direita, e com o leque fechado, na mão esquerda, isso é se eu tiver conseguido comprar tais coisas.

Agora, se eu encontrar alguma taverna, adentraria no estabelecimento e sem perda de tempo caminharia até o balcão, enquanto estiver andando, também estaria olhando todos que estiverem ali presentes, procurando alguém que se destaque.

- Quero algo para beber, sem álcool, comida e... Informações úteis sobre a cidade. -

"Informações podem ajudar bastante, tomara que ele tenha algumas."

Então, aguardaria meus pedidos serem atendidos, continuando a avaliar a movimentação do local, tranquilamente. Se os alimentos chegarem como eu pedi, começaria a comer discretamente e devagar, bebendo do líquido com pausas longas, e degustando com calma. Só depois que terminasse de comer, que iria me preocupar com a conta, isso é se o atendente não me cobrar antes, se ele cobrar, pagaria não mais que cinco mil por uma mera refeição e só pagaria se eu ainda estivesse com dinheiro suficiente, obviamente.

Independente da situação ou do momento, se eu ver alguém que a aparência me chame a atenção, aquelas pessoas que se destacam no meio de muitas, seja na cidade, em uma loja, na taverna, etc... Não perderia tempo, me aproximaria para tentar puxar assunto. - Olá, como se chama? Você mora por aqui? - E se a pessoa não der atenção, ai que eu ficaria mais interessada ainda, porém daria espaço, para eu pensar em uma nova estratégia, mas sem perder a pessoa de vista, ou ao menos tentando isso. Já se ela me der atenção e me responder, procuraria manter o dialogo andando para que tal pessoa não vá embora. - Você tem informações aqui da região? Eu acabei de chegar. -

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Citação :
Aventuras que Narro:

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Aventuras Pausadas:

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Minhas Aventuras:

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MensagemAssunto: Re: |R01| A Sina de um Pistoleiro   |R01| A Sina de um Pistoleiro EmptySab 16 Jan 2016, 21:21

the dark side of pink

"Já fazia um certo tempo que eu estava na ilha. Ainda me lembro do dia em que parti de Organ, parece até mesmo que fora ontem que eu estava debruçado sobre um peitoral de madeira acenando para minha família. Apesar de minha felicidade, as lágrimas ainda sim caim de meus olhos e logo desapareciam, misturando-se ao mar. Meu cabelo esvoaçava tremulando de um lado para o outro e a brisa gerada pelo movimento da pequena embarcação. Boas memórias... Meu dinheiro já não era tanto quanto o de quando parti, minhas economias acabaram por se gastar quase que por completas com aquela maldita biblioteca... Caramba, que tipo de monstro cobra por conhecimento?? Bem, tanto faz, pelo menos já não terei que me preocupar com como irei obter dinheiro."

Com estes pensamentos na cabeça começaria a buscar por alguma loja onde pudesse comprar algum tipo de armamento, entretanto, se não houvesse uma por perto, tentaria me aproximar de alguém e logo indagaria. -Desculpe, senhor(a), mas saberia me indicar algum lugar onde eu poderia comprar alguma arma? Assim que recebesse a resposta, diria. -Sou muito grato por sua informação. Em caso positivo, apenas seguiria para a indicação, em negativo, tentaria a mesma pergunta e agradecimento ao próximo que eu encontrasse.

Assim que chegasse a loja, daria uma olhada em seu exterior e logo entraria na mesma. -Com licença, estou entrando. Diria em um tom calmo e amigável, tentando localizar com meus olhos um lojista e logo caminhando em sua direção. -Oi, se não for muito incomodo, poderia me dizer quanto custa uma adaga? Se elas estiverem em torno de 20.000 ou 40.000 berries, eu as levarei. Assim que recebesse a resposta, retiraria o dinheiro e logo pagaria pelo equipamento, guardando-o logo em seguida. Ainda em tom calmo e amigável, diria. -Muito obrigado, serão de grande ajuda... Ah! Eu já ia me esquecendo, sabe de algum lugar onde eu poderia tomar uma cerveja mais tarde, já faz um bom tempo que eu não bebo nada com álcool, tudo o que sei até agora é o caminho do albergue em que eu estava até aqui e até uma livraria que tinha lá perto.
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[addictional info.]
# Post: 01 | Berries: 50.000 #
Objectives: 
” “:
 



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Legendas:.
Narração:. (#FF9933)
-Falas:. (#DC143C)
"Pensamento":. (#00FA9A)
*Fala do Escritor:. (#FF69B4)

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Belatrix
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MensagemAssunto: Re: |R01| A Sina de um Pistoleiro   |R01| A Sina de um Pistoleiro EmptySex 22 Jan 2016, 00:18


Raghu


O beco em que Raghu se encontrava era, felizmente, um dos mais escuros da cidade. Mesmo com o sol da tarde invadindo todo o centro, o jovem se camuflava muito bem entre os muros frios e sujos. Se preocupando com o tumulto que rodeava seu destino, decidiu-se esgueirar-se por trás de uma grande tábua velha de madeira, capaz de esconder seu corpo de tal forma que ninguém notou sua presença durante um cochilo demorado e desconfortável. Um gato pequeno ou um rato muito grande passou por suas pernas, mas não foi invasivo o suficiente acordá-lo.

Quando despertou, já começava a escurecer e apesar de ainda ter o movimento natural de um centro, o tumulto havia cessado (ou se deslocado para outro ponto da cidade). Com a cabeça abaixada, ele caminhou discretamente até a loja e chegou sem ser reconhecido ou mesmo notado pelas pessoas que passavam.

O atendente era um senhor sério, com óculos redondos e profundos olhos esverdeados. Usava roupas sociais e fez um respeitoso aceno com a cabeça ao receber o Raghu. Suas mãos mantinham-se ocupadas com uma caneta antiga, que girava habilmente pelos dedos finos do homem. O arsenal da loja era imenso e milimetricamente organizado, deixando o ambiente de objetos letais até agradável de se observar.  

Ficará em 50.000 B$, meu jovem. Posso ajudá-lo em mais alguma coisa?  

Raghu realizou o pagamento, escondendo-as nas roupas com cuidado. Em seguida, saiu da loja e se misturou novamente nas sombras da cidade. Nas ruas desertas não havia muito a ser visto além de casas escuras e becos fétidos. Uma taverna, no entanto, podia ser vista mais à frente. Era pequena e escura, com apenas o nome refletido em um painel muito branco: “Preacher”. Não era possível ver quantas ou quais tipos de pessoas estavam no lugar, mas o movimento lá dentro era inegável. Seguindo pelas ruas seguintes haviam apenas mais bairros abandonados e voltando para o centro, provavelmente encontraria mais opções e lugares movimentados.

Atendente:
 
Histórico Raghu:
 





Ninon Kai


Como um pássaro que aprendeu a voar por conta própria, Ninon Kai não se sentia triste pela separação, a vontade de realizar seu sonho era mais intensa que isso. A mulher sabia que não era uma decisão fácil, mas sentia-se pronta. Era quase fim de tarde e a cidade de Malkiham Island ainda mantinha um movimento considerável, com muitas pessoas apressadas para realizar as últimas compras do dia.  Ninon estava no lado comercial da cidade e a estava rodeada, em sua maioria, de lojas.

As pessoas, no entanto, sempre seriam uma atração à parte independente do lugar. Uma senhorinha muito velha e com um vestido extremamente estampado de flores coloridas passou ao seu lado, com um pequeno embrulho nos braços e passos lentos. Havia um sorrisinho em seus lábios enrugados. Dois garotos, um bem magro e ou outro extremamente forte, riam juntos de uma piada qualquer. Não aparentavam ter mais que 17 anos. Um grupo de meninas papeavam sobre uma garota chamada Ângela, que estava sendo chamada ofensivamente de “Pegadeira prateada”, devido aos seus longos cabelos cor de prata e a provável atração exagerada por relações amorosas.

Não deviam brincar com isso! – Murmurou a jovem Ângela – Sabem que eu morro de medo desse assassino, o Pistoleiro Prateado! Vou pintar meu cabelo de rosa!  

Ninon passou por uma pequena loja de armas, lembrando-se da necessidade de uma espada. Entrou no lugar tranquilamente, observando os itens que compunham a loja. O ambiente era escuro e pouco ventilado, sem uma organização formal ou muita preocupação com a decoração. Havia também um forte cheiro de tabaco.

- Katana de 30.000 B$, minha senhora – Respondeu o atendente. Era bem gordo, com estreitos olhos negros e uma roupa extremamente vermelha. – Não vendemos leque. Deve achar isso em alguma loja antiga de roupas, sei lá.

Com a espada embainhada e a conta paga, a jovem continuou caminhando até os bairros mais afastados, encontrando uma taverna pequena, nomeada “Preacher”.  Enquanto caminhava até o balcão, observou que o bar estava razoavelmente cheio. Haviam três homens tatuados conversando animados sobre alguma viagem marítima com sereias. Era possível ver dois casais, um próximo a entrada do bar trocando palavras doces e outro bem no fim, escondido, trocando longos beijos libidinosos. Tinha também uns três grupos de amigos arruaceiros, todos comuns e parecidos, rindo e bebendo. Por fim, um jovem solitário e exótico lia um grosso livro enquanto tomava uma bebida negra.

- Um suco e o especial da casa, pode ser? Custará apenas 500 B$ – respondeu o jovem barman, que tinha cabelos negros até os ombros preso em um rabo de cavalo e ombros fortes. – Sobre as informações, talvez eu não seja o mais indicado. É importante saber que apesar de não termos um QG da marinha, o Ant-Bullet faz um intenso trabalho nas ruas. São um clã de caçadores, sabe? O maior da ilha.  O pessoal daqui os respeita muito. – Ele abriu um sorriso, olhando ao redor – Mas os caras maus normalmente são meu ganha-pão, então prefiro manter os protetores da cidade longe.  

Rapidamente um suco e uma torta salgada surgiram em sua frente e Ninon comeu sem pressa, observando as pessoas. Todos continuavam preocupados com as próprias mesas e companhias, sem nada muito especial acontecer por ora. O jovem leitor permanecia interessado e o barman lançava alguns olhares para a mulher enquanto preparava as bebidas e rondava pela taverna.  


Barman:
 
Histórico Ninon:
 







Dazzle


Apesar da saudade dos pais adotivos, o jovem Dazzle sentia-se feliz por finalmente seguir seu caminho em busca de respostas. Sentiu que precisava armar-se e, como estava em um bairro afastado, não viu nenhuma loja especializada por perto. Aproximou-se então de uma jovem de 20 e poucos anos, com cabelos louros presos em um charmoso coque delicado. Ela estava sentada ao lado de um garoto de uns 10 anos, ambos comendo uma espécie de doce.

- A-armas? Não, eu não sei nada disso. – Murmurou a moça, com o rosto levemente corado.

- Não liga pra’ ela, Juju é super medrosa – Disse o garotinho, colocando língua pra irmã mais velha e ficando em pé no banco para apontar melhor a direção. – Tá vendo aquela casona verde? Segue a rua dela que você vai encontrar a loja do Zackye. Ele é legal, mas sempre me expulsa de lá.

Após agradecer, Dazzle seguiu a direção indicada e facilmente encontrou-a com facilidade. Uma placa com “Armas do Zack” estava bem visível, assim como o seu logo: O desenho de uma bela mulher nua com uma Sniper tampando as partes intimas. O interior era organizado e repleto de mais imagens chamativas, com as melhores armas em exposição. No balcão, havia uma pequena plaquinha com os dizeres: “O Zack tem a maior espada de toda Malkiham Island”

- Tenho essa Adaga simples, jovenzinho. Só cuidado para não se machucar, é das boas. Custa 30.000 B$.

Após pagar, guardou a arma e agradeceu, lembrando-se em seguida de perguntar sobre um bom lugar para beber. O dono da loja sorriu de lado, parecendo pela primeira ver interessado no garoto. Provavelmente era mais jovem que aparentava, já que uma barba mal feita e o cabelo desleixado até os ombros o envelheciam claramente. O tom loiro esbranquiçado também não ajudava. Seus olhos, no entanto, eram azuis e vivos como a água.

- Ah, você tem que conhecer a taverna do meu amigo Ronnie. – Respondeu ele, caminhando até Dazzle. – O velho é o dono, mas Ron que toma conta do lugar como Barman. É o melhor da cidade. Eu já estou fechando e indo para lá, se quiser, pode me acompanhar, sweet boy.


Zack:
 
Histórico Dazzle:
 



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Última edição por Belatrix em Sab 23 Jan 2016, 13:25, editado 3 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: |R01| A Sina de um Pistoleiro   |R01| A Sina de um Pistoleiro EmptySab 23 Jan 2016, 03:00

the dark side of pink

Assim como sua loja com imagens bem chamativas e frases duvidosas, sua aparência também intrigava. Desde sua barba malfeita, ou a fazer, quem além dele saberia a resposta nesse momento? Até àquelas lindas piscinas azuis que poderiam ser chamadas de olhos. Uma poça em que facilmente poderia se perder, ou pior, se hipnotizar. Horas, minutos, segundos? Quem saberia quanto tempo eu estaria passando olhando dentro de seus olhos, tentando encontrar sua alma, ou talvez algo mais.

Suas longas e loiras madeixas, que chegavam a cobrir parcialmente seu ombro, não ficavam para trás, se comparadas a seus olhos. Durante sua fala, desviaria meu olhar de seus olhos para sua boca, observando o movimento dos lábios do rapaz. E, quando entregasse a faca, tentaria tocar levemente em sua mão.

Após suas falas olharia para a frase da espada e prosseguiria, levando minha mão direita até o cabelo e o puxando até atrás de minha orelha, demonstrando um sorriso bobo. -E quem sabe depois podemos confirmar essa frase. Sorria apenas com os cantos de minha boca e em seguida diria. -Vamos?.. Ah! Já ia me esquecendo, onde estão meus modos? Eu me chamo Dazzle... Um nome estranho eu sei. Enquanto a apresentação, levantaria minha mão e a deixaria no ar, para um cumprimento ou algo que viesse em sua mente. “Talvez ele tenha gostado de mim.”

Acompanharia Zack até a taverna de Ron. Caso houvesse lugar para sentar, iria junto ao rapaz. -O que você recomenda para nós? Não se preocupe, pode não parecer, mas minha tolerância a álcool é bem alta. O que não deixava de ser verdade. Ainda me recordava da primeira noite em que eu e meus irmãos bebemos. Apesar de mais velhos, não conseguiram chegar nem na metade da garrafa do vinho do porto ou do whisky que abrimos depois, ou melhor, eu abri. Levamos uma boa surra e depois ainda tivemos que caçar uma boa quantidade de coisas pra compensar o estrago, algo que acabou virando bastante rotineiro de nossa parte.

Sentados, olharia para o fundo de seus olhos enquanto não traziam as bebidas. -E então, quantos anos você tem? Puxaria assunto, apenas para não ficar aquele silêncio mórbido que ocorre vez em quando. Esperaria por suas respostas, procurando com o canto de minha visão algo ou alguém que pudesse me intrigar, tanto ou mais que Zack.

Beberia lentamente assim que a bebida chegasse, dando goles não muito grandes e com certo espaço de tempo entre eles, mantendo meus olhos diretamente na direção dos de Zack, dando algumas leves mordiscadas em meus lábios vez em quando. -O que você quer fazer depois daqui? Ainda podemos confirmar aquela frase, se quiser... Diria com um meio sorriso bobo, corando um pouco minhas bochechas ao passo que apoiaria minha cabeça sobre a parte superior de minha mão esquerda e passaria o indicador direito sobre as bordas do copo, formando alguns círculos, caso este fosse seu formato, claro.

Talvez eu posso conseguir algo com ele, nada que deixar alguém mais que embriagado para tornar mais fácil de convencer... De todo modo, não posso perder muito tempo nessa cidade, ainda tenho que encontrar os outros diários e pelo visto ainda estou longe de conseguir algo. Quem sabe haja alguém aqui que possa me ajudar... Será que se eu falar alto alguém me ouvirá? Bem.. Melhor esperar ele ficar um pouco mais embriagado, não quero que ele suspeite de nada...”

-E então, você sabe de algum jeito que eu poderia me aventurar pela Grand Line? Tentaria me expressar o mais alto que pudesse, sem sair de um tom um tanto normal. Algo apenas para chamar a atenção de algum possível ouvinte de minha conversa.
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MensagemAssunto: Re: |R01| A Sina de um Pistoleiro   |R01| A Sina de um Pistoleiro EmptySab 23 Jan 2016, 10:09


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Ela já não deveria saber onde estava ou tampouco que horas do dia era aquela, afinal de contas viajar sem rumar uma direção, em busca do próximo oponente era a especialidade de Juri, a Víbora. Nunca ligara para dinheiro, matéria ou amantes, relacionamentos quaisquer ou relações interpessoais; ela ainda não havia descoberto outra forma de viver a não ser lutar, lutar e lutar. De mãos nuas ou não, o calor da batalha é o que move seus músculos e a adrenalina pulsante do combate é o que motiva seu coração.

Acordara – ou não – em qualquer canto do North Blue. Levantaria caso já não estivesse em pé e sairia caso estivesse em algum lugar fechado. Apesar de uma encrenqueira nata, tentaria não procurar confusão por hora e sim buscar informações sobre algo que outrora pudesse ter ouvido — Caras fortes possuem recompensas e o Governo coloca um preço por suas cabeças, uh?! — Pensou consigo mesma — Kiahah, acho que eles só me deram um motivo para matar sem ser incomoda por autoridades! — Essa conclusão deu-se juntamente com um olhar vibrante e um sorriso tão peçonhento quanto a sua alcunha, o que animou a garota doente por si só, que logo buscaria uma loja de armas como era de praxe assim que chegava numa nova cidade. Não ligaria muito para onde exatamente estava, apenas buscaria uma loja na qual pudesse comprar uma adaga. Olharia para os lados, olharia para trás; olharia ao seu redor. Evitaria perguntar para alguém e não ligaria quem estivesse por ali. Provavelmente pessoas transitavam pelas ruas, contudo Juri não se incomodaria com as suas presenças.

Andaria até achar o seu ponto objetivo e, ao fim, não tardaria em adentrar ao lugar de modo a logo abordar um possível atendente por ali — Ei, ei, ei. Eu quero uma Ninjaken, sabe?! Aquela espada japonesa que possui uma lâmina perfeita pra cortar a carne. Hoje é dia de caçar, kiahahah

Off:
 

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"Não importa quantos eu mate, há sempre mais para caçar.
A mera ideia já me dá satisfação."

— Juri Belleren, a Víbora

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MensagemAssunto: Re: |R01| A Sina de um Pistoleiro   |R01| A Sina de um Pistoleiro EmptyDom 24 Jan 2016, 09:45



Um Fim de Tarde



Para minha sorte, a primeira coisa que encontro ao chegar na cidade, é a área comercial, em um fim de tarde, algo que me agrada bastante, afinal, é durante a noite que o céu costuma ficar mais bonito, e em minha mente, também é o horário ideal para encontrar bons recrutas para o meu bando pirata. Durante minha breve caminhada pela cidade, passo por algumas pessoas, mas por ninguém que me chama muita atenção, apenas uma velha sorridente, dois jovens garotos rindo de uma provável piada que eu não prestei atenção, e um grupinho de garotas conversando, ninguém que... Se encaixa no que eu estou procurando. Porém, a conversa que pude escutar do grupinho das garotas, me deixa bastante curiosa.

"Assassino? Pistoleiro Prateado? De quem será que elas estão falando?" - São as primeiras perguntas que surgem na minha cabeça, imaginando como este sujeito deve aparentar e como deve agir.

Mas ao ver a reação covarde da garota referida como Ângela, decido não perder meu tempo indo dialogar com ela, pois, embora a cor do cabelo dela seja interessante, ela pretende pinta-lo, o que me fez perder o pequeno interesse que estava surgindo, não indo aborda-la e seguindo em frente com meu plano.

Com um pouco mais de caminhada, me deparo com uma loja de armas, onde consigo comprar uma katana, mas não o leque. Não me incomodo muito com o péssimo estado da loja, pois já estava acostumada, cresci em um navio pirata tão desorganizado quanto aquele local, inclusive, o cheiro me pareceu bastante familiar.

"Fumantes não faltavam naquele navio..." - Dava uma pequena pausa, recordando um pouco da minha infância, mas com um sutil balanço de cabeça para os lados, afasto tais pensamentos, voltando a ficar focada no presente. "Loja de roupas é? Talvez eu encontre alguma mais tarde."

Após pagar a conta, embainhar a espada e agradecer com um simples aceno de cabeça, volto a caminhar, não demorando a encontrar outra coisa da qual estava interessada, uma taverna. Não dou tanta importância ao nome da taverna, nem sequer consigo entender o significado. Ao adentrar no estabelecimento, me dirijo ao balcão, e no trajeto observo com bastante atenção as pessoas ali presentes, sendo que, os casais não me despertam nenhum interesse, já os sujeitos conversando sobre uma viagem com sereias e o jovem exótico lendo um livro, chamam um pouco da minha atenção.

"Sereias? Será que elas realmente existem? E o que será que aquele garoto está lendo?" - Penso, enquanto meus olhos movem-se rapidamente, observando tudo o que acontece ali no local.

Minha curiosidade quase me leva a ir até o jovem solitário, porém, o barman chega para me atender, e imediatamente rouba toda minha atenção, fico muito impressionada com aquele sujeito, que ao meu ver, é muito bonito, esquecendo completamente das outras pessoas ali presentes, e encontrando dificuldades para não ficar encarando-o, mas prestando bastante atenção no que ele vai falando, e colocando o dinheiro requisitado acima do balcão, mas no fim, meu interesse sempre ganha, então fico olhando para ele enquanto escuto o que ele tem a me dizer, sem desviar o olhar, que se mantêm fixado nos olhos dele a todo momento.

- E-entendo... - Responderia, após ele ter terminado de falar, corando um pouco, e tentando não deixar meu interesse muito amostra. "Foco! Preciso me manter focada no plano"

O suco se mostra bastante agradável e a torta salgada também, porém, o que mais me surpreende é a torta, algo que eu nunca havia experimentado antes. "Isso é bom! Será que foi ele quem preparou?" - Pensaria, olhando para o barman, mas logo desviando o olhar para o restante da movimentação ali presente. Continuaria a comer até finalizar minha refeição, ainda assim com bastante calma e tranquilidade, logo olharia para o barman e voltaria a falar com este.

- Estava muito bom, obrigada, suas habilidades culinárias são excelentes. - Diria, mostrando uma face de satisfação, com um sorriso de boca fechada e ao mesmo tempo tentando descobrir se foi ele quem preparou aquela torta ou não. - Como você se chama? Você já mora aqui a quanto tempo? E não tem interesse em um dia simplesmente ir embora? Navegar pelo mundo? - Daria uma pequena pausa, apoiaria o cotovelo do braço direito no balcão e repousaria minha cabeça em minha mão direita, levemente inclinada para a direita, logo falaria de maneira suave, tentando fazer total uso da minha voz agradável que sempre foi muito bem elogiada. - Você tem planos para mais tarde? E a propósito, que horas a taverna fecha? -

Então daria uma pausa, escutaria todas as respostas, até ele parar de falar, e voltaria a olhar para a movimentação. - Só um instante. - Diria ao barman, com um pequeno sorriso, então ficaria de pé e caminharia até o leitor solitário. - O que está lendo? - Perguntaria de maneira descontraída, tentando ver a capa do livro para saber do que se trata o livro, antes mesmo da resposta dele. - Porque está ai sozinho? - Minha curiosidade ficaria em evidencia, mas não tinha o que fazer, afinal, nunca fui alguém de esconder minha opinião. Se ele me der atenção, sentaria ao lado deste, isto se tivesse algum acento, para escutar o que ele teria a dizer, mas sem deixar a conversa morrer ou o silêncio prevalecer. - Posso ver? - Se ele aceitar, daria uma rápida folheada pelo livro, se não, apenas continuaria ali sentada, esperando que ele venha a falar algo.

Mas se o jovem não me der atenção, ou eu ver que ele não deseja falar comigo, seria a vez de saciar uma outra curiosidade minha, caminharia em direção dos homens tatuados, e falaria assim que estivesse próxima, como uma intrusa na conversa. - Ouvi vocês falarem algo sobre viajar com sereias, eu estou curiosa em ouvir essa história, podem me contar? - Se eles recusarem, ou mesmo após ouvir a história, simplesmente voltaria ao balcão, onde estava sentada anteriormente, na hora em que conversava com o barman, e ficaria ali, observando ele trabalhar, admirando ele da maneira mais discreta possível.

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