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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Capitulo 1: A ascensão dos caçadores.

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ADM.Tidus
Duque Azul
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ADM.Tidus

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MensagemAssunto: Capitulo 1: A ascensão dos caçadores.   Capitulo 1: A ascensão dos caçadores. - Página 2 EmptyQua 06 Jan 2016, 21:43

Relembrando a primeira mensagem :

Capitulo 1: A ascensão dos caçadores.

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis Ruby, Tormayhem, Chewie. A qual não possui narrador definido.


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Kenshin Himura
Comandante Revolucionário
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MensagemAssunto: Re: Capitulo 1: A ascensão dos caçadores.   Capitulo 1: A ascensão dos caçadores. - Página 2 EmptyDom 10 Jan 2016, 00:33

Primeiros passos para a grandeza!

Nossos objetivos naquela ilha eram os mais simples e diretos que poderiam ser pensados, conseguir dinheiro e sair da ilha, mas antes que pudéssemos fazer qualquer coisa, tínhamos que nos preparar para essa nova vida que nos aguarda, com isso em mente saiamos em busca de uma loja de armas, como era a primeira vez que andávamos por aquela ilha não sabíamos aonde ficava nada naquele local, logo encontrávamos uma moradora. A mesma ria de alguma coisa, parecia que eu havia contado alguma piada para a mesma, logo em seguida ela nos indicava o caminho a seguir.

Assim andávamos pela cidade, tudo parecia extremamente tranquilo, e isso era bom, parece que o capitão do navio da família havia feito uma escolha certa em nos deixar naquela ilha, sem muita demora conseguíamos encontrar uma loja de arma, situava em um prédio bonito assim como todos os outros prédios da ilha, estranhamente a loja se encontrava afastava do centro comercial, visto que envolta dela não havia outras lojas, mas isso não era de fato importante, se fosse uma loja de armas isso já bastava para mim.

- Parece que a encontramos... Comentava para Tor, em seguida adentrávamos na loja, a mesma parecia bem vazia, além de nos tinha apenas dois clientes e mais três atendentes, bom se for parar para reparar a hora em que estávamos entrando na loja fazia bastante sentido ter essa quantia de pessoas na loja, sem muitas cerimônias seguia em direção ao atendente que estava livre, um senhor de idade um pouco mais avançada,  eu pedia para que me arranjasse uma adaga, não demorava muito e ele me entregava uma bem simples. “Essa é bem feinha, mas de início vai servir!” Pensava enquanto entregava o dinheiro pedido pelo homem.

Com armas em mãos só nos restava conseguir emprego, mas a única coisa que filhos de assassinos treinados sabiam fazer era matar, mas não apenas matar, tinha que ter algo em troca, e essa coisa era dinheiro, a família sempre preso a importância de um contrato bem pago, mas como ainda não éramos assassinos profissionais tínhamos que nos contentar com pouca grana pelos serviços, assim perguntava ao atendente aonde poderia arranjar grana lutando o mesmo não demorava muito para me responder.

Ora, está falando em caçadores de recompensas? Não é fácil, mas pode encontrar alguns baderneiros com recompensas altas por suas cabeças no QG da marinha, fica nas montanhas... não sei explicar como se chega lá, mas se olharem para o centro da ilha daqui provavelmente vão conseguir ver um pedaço dele.

- Muito obrigada, isso foi de muita ajuda! Falaria calmamente para o atendente, em seguida me viraria ao meu irmão o mesmo já parecia um tanto empolgado. - Acho que já sabemos para onde devemos ir, não?

- Sim, vamos lá conseguir um pouco de dinheiro, e comprar as passagens para a próxima ilha! Falaria dando um breve sorriso ao meu irmão, assim colocaria a adaga na cintura e seguiria para o lado de fora da loja, olharia a minha volta em busca do tal prédio que ficava nas montanhas, caso encontrasse seguiria em sua direção, prestaria bem atenção por todos os lugares que estivesse passando, não gosto de surpresas, sempre que tivesse alguém suspeito se aproximando muito, analisaria o suspeito e começaria a prestar mais atenção em seus movimentos, mas caso eu chegasse no local sem problemas, entraria pedindo para encontrar a pessoa responsável pelos procurados. Caso fosse levado até tal pessoal começaria a falar. – Bom dia, gostaria de saber se é aqui que podemos trabalhar como esses tais caçadores de recompensa? E se for como iremos proceder? Falaria com um tom calmo e sereno, e esperaria a resposta da pessoa. Mas caso eu não tivesse encontrado, continuaria procurando o local até encontrar, de vez em quando perguntaria algum civil como chegar lá.
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MensagemAssunto: Re: Capitulo 1: A ascensão dos caçadores.   Capitulo 1: A ascensão dos caçadores. - Página 2 EmptyDom 10 Jan 2016, 11:15



Chewie Bakao



Flores, por que não?

Sem sucesso o garoto não conseguia encontrar uma loja de armas e um pouco desanimado já começava a ficar. No entanto, se deparando com uma floricultura ele pensava consigo. "Flores, por que não? Queria fazer um prato diferente... posso tentar pegar a carne mais tarde! Acho que alguém pode me ensinar algo ai dentro! Ebaa". E com um sorriso começando a se mostrar em seu rosto, o jovem flexionava os pequenos joelhos que possuía e corria para dentro da loja rumo ao balcão de atendimento, olhando ao seu redor e procurando evitar obstáculos para não quebrar nada.Admirando as plantas e soltando pequenas onomatopéias de surpresa ele ficaria até que o atendente ou o dono do local pudessem ser encontrados no referido balcão.

Feito isso, procuraria dizer, ficando na ponta dos pés para que pudesse ser visto.

Oi, moço/a! Quero virar cozinheiro.. e queria saber mais de plantas para poder usar nos meus pratos! Pode me ensinar, por favor?, e falando isso ele procuraria fechar sua boca de modo que pudesse forçar seu queixo para frente ao mesmo tempo que franziria as sobrancelhas, juntando ambas as mãos na frente do corpo como em pose de pidão.

Agora o garoto esperava ter sucesso, mas algo ele já começava a notar: sua idade parecia ser um problema para o que ele desejava. "Seria legal que ninguém ficasse escondendo informações de mim e me contasse a verdade.. só porque sou criança! Poxa poxa...", tal pensamento apenas revelava um desejo que o jovem não reconhecia, o de aprender lábia e se focar em manipulação.
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MensagemAssunto: Re: Capitulo 1: A ascensão dos caçadores.   Capitulo 1: A ascensão dos caçadores. - Página 2 EmptyDom 10 Jan 2016, 18:24

Sem lenço, sem documento...



Depois de certo tempo à procura da bendita loja, decido então partir para o plano B: buscar por informações. Avisto uma mulher loira, segurando uma pequena porção de flores. Pedir informações por alguém que estava ocupado não era bem o que eu estava pensando, mas ela parecia ser uma nativa, não poderia deixar a chance escapar. Sem pensar duas vezes, pergunto a ela sobre o tal estabelecimento. Depois de algumas inusitadas gargalhadas, ela me responde:

- Hahaha! Hoje é um dia e tanto para esses vendedores de armas, não é? - Estranho. Um civil perguntar sobre armamentos não deveria ser algo para se estranhar? E o que ela quis dizer com ''um dia e tanto para esses vendedores''? Deixa pra lá, pelo menos ela não se espantou e eu não tive que mentir...

- Não é difícil, preste atenção. Direita, esquerda, direita esquerda, segunda direita, reto, ultima esquerda. Chegará sem demora.

A mulher foi embora tão rapidamente que eu nem tive tempo de agradecer, mas haviam coisas mais importantes para me preocupar, como por exemplo decorar um maldito caminho para que eu não me perca. Direita, esquerda, direta e depois esquerda, segunda direita, reto, última esquerda. Ok, é só ir antes que eu me esqueça o que ela falou. E assim o faço, sigo a rota até que me deparo com uma placa com as escrituras “Faça Guerra, Não faça Amor”. Um ótimo marketing, deveria admitir. De resto, era um lugar até que bonitinho. Ao entrar, vejo um rapaz de cabelos castanhos e olhos azuis. Acho que comecei a entender o que a moça queria dizer com ''um dia e tanto para esses vendedores''. O mais bizarro é que ele também parecia ser um civil. Havia outra pessoa ali, um homem careca, que pelo jeito ele era o dono dali. Pelo menos parecia ser. Me aproximo do balcão e explico meu pedido, que é respondido positivamente:

- Claro! - Talvez a ninjaken não seja tão rara por aqui quanto eu pensava.

Enquanto ele pega a arma, observo por alguns poucos segundos o outro sujeito que ali estava, apenas o tempo suficiente para o outro homem pegar a arma que eu havia solicitado. Ele põe duas armas sobre a mesa, a que eu havia pedido e uma katana. Provavelmente era o pedido daquele outro jovem que estava ali, que murmurava algumas coisas que eu não havia prestado atenção para conseguir entender. De qualquer forma, analiso o cabo da ninjaken, já que a lâmina permanecia embainhada. Ele era preto, com alguns detalhes em branco. Não era tão bonita quanto a minha antiga, mas já serviria. Antes que pudesse perguntar sobre o valor, o misterioso rapaz que provavelmente havia pedido aquela espada começava a falar:

- Se permite me dizer... - Inconscientemente, levantava a minha guarda, fitando o homem, quase conseguindo ouvir Harry dizer ao meu ouvido: ''Guarda alta, corpo leve!'', uma das frases que ele costumava repetir sempre que eu baixava minha guarda. O rapaz apresentava-se com uma expressão maliciosa, prestando atenção às suas unhas com os olhos semicerrados. Ele continuava, sem obter minha resposta:

- Ninjaken são o meu forte. Conseguiria fazer uma bem melhor, ÓBVIO que o preço seria mais caro, mas o custo benefício nem se fala. - Dizia, enquanto olhava para o vendedor, que provavelmente estava com vontade de bater no sujeito, ainda mais porque eu ainda não havia pagado pela arma. Chegava a ser cômico, mas me negava o direito de rir, pois poderia piorar a situação. Acho que não era bem a hora certa de levantar a guarda, afinal.  Eu gostei dele, simpatizei, esboçando um sorriso no rosto quase que sem perceber.

- Bartolomeo. Só Bartolomeo por enquanto. Bart se quiser. Soube que a maneira mais rápida de ganhar dinheiro é se tornando um caçador de recompensas... Bom... Pelo menos na minha ilha é assim. Você se importaria de me levar à algum posto de informações de procurados, sei lá, alguma coisa que pudesse me dar o pontapé inicial? - Dizia, enquanto estendia sua mão destra, indicando que provavelmente queria um aperto de mão. Sem hesitar, ofereço também minha mão direita, tentando concretizar o aperto. Em seguida, me apresentaria e o responderia:

- Taylor. Taylor... - engolia a saliva, quase que prevendo que haveria uma surpresa por parte dele ao saber meu sobrenome. - Moore. Mas esqueça que eu sou de uma família nobre, não precisa me tratar de forma diferente por isso. - Sinceramente, ODEIO quando me tratam como nobre. - Sobre o posto, é uma boa ideia. Quer procurar comigo? Eu também não sei onde fica... - Se o destino quer que eu me torne caçador de recompensas, que eu seja um. Eu já precisava de um pouco de dinheiro mesmo, então por que não, não é mesmo?

Finalmente perguntaria o valor da arma e pagaria, retirando o maço de dinheiro do bolso e dando o valor pedido, guardando a quantia que sobrasse, se houvesse sobra. Pegaria a arma logo após isso, escondendo-a na manga do braço esquerdo do macacão, de forma que a arma ficasse protegida pela bainha, com o cabo levemente para fora da manga, permitindo um rápido saque caso fosse necessário. A bainha estaria em contato com a parte de baixo do braço, em contato direto com o pulso e o antebraço. Mais uma coisa que meu mestre havia me ensinado, esta era uma ótima forma de ocultar uma lâmina. Por fim, sairia do estabelecimento e tentaria encontrar alguém para tentar descobrir onde o dito posto se encontra, perguntando:

- Olá, você poderia me indicar onde fica o posto de procurados mais próximo daqui? - Diria, caso encontrasse alguma pessoa que pudesse me responder e agradecendo pela resposta do(a) sujeito(a) logo em seguida.

Traçaria o caminho indicado pelo indivíduo até chegar ao lugar. Caso a pessoa não soubesse me responder, procuraria por outra e repetiria a pergunta, fazendo o mesmo que antes. Faria isso não importando se Bartolomeo estava me seguindo ou não, afinal, não posso mandar em ninguém. Se estivesse realmente me seguindo, sanaria suas dúvidas, caso as fizesse:

- Me fale sobre você, cara. De onde você veio, o que quer aqui, por que veio pra cá? - Seria uma pergunta um pouco constrangedora para mim, respiraria fundo e responderia:

- Bem, eu fui exilado para esta ilha pela minha família. E você? - Diria, desejando com todas as minhas forças que ele não me perguntasse o motivo do exílio, pois seria mais humilhante ainda.

Se encontrasse a central de informações de procurados, tentaria encontrar a pessoa que estivesse tomando conta do local, passeando o olhar por todo o ambiente. Caso a achasse, perguntaria:

- Você poderia me informar sobre os procurados desta ilha? - Diria, educadamente. Se ela trouxesse os cartazes dos procurados, perguntaria o que ele(a) sabe sobre cada um deles.

Andaria com a guarda alta, pronto para me defender de um possível ataque e tentando me esquivar saltando para o lado oposto à ofensiva, caso sofra uma tentativa. Em seguida, sacaria minha arma com a mão direita, de modo que não me ferisse com o saque, tentando encontrar o lugar de onde veio o ataque. Caso encontrasse, o(a) fitaria e observaria seus movimentos, sempre na tentativa de desviar para o lado oposto caso sofra uma investida.
OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: Capitulo 1: A ascensão dos caçadores.   Capitulo 1: A ascensão dos caçadores. - Página 2 EmptySeg 11 Jan 2016, 02:48

Irmãos Akhin


Ruby agradecia a ajuda daquele vendedor. O irmão, mais rude e apressado, apressava-se em sair da loja sendo dessa vez ele a ser seguido pela irmã. Saindo da loja, ambos podiam confirmar que realmente era possível ver dali o QG nas montanhas. Tor tomava a frente do grupo sendo seguido logo atrás por sua irmã, seu objetivo era claro, aquela grande construção que olhava imponente para toda a ilha.

Seguiam seus instintos por um caminho que parecia estar levando os dois na direção certa. Por vários minutos caminharam e subiram aquela montanha, até que finalmente estava ali, de pé em frente ao QG. Estava movimentado com marinheiros que iam e vinham e vaziam rondas ao redor do prédio. Além disso, algumas pessoas que não usavam uniforme também andavam por ali. A frente da construção os irmãos podiam ver algumas flores tão belas quanto as de todo o resto da ilha, que cresciam mesmo na montanha. Logo os dois irmãos adentravam o QG, e iam até um balcão que achavam próximo da entrada. Um jovem loiro com um boné da marinha lhes atendia e ouvia o pedido de ambos que era no final das contas, o mesmo. Depois de inconscientemente focar seu olhar na monstruosidade do Akhin por alguns segundo, este logo se recompunha e respondia calmamente:

– Claro, é aqui sim. Vocês podem ir até aquela vitrine – Dizia apontando para uma vitrine ao lado de seu balcão – E pegar um cartaz. Atualmente só temos dois ali, estamos para repor, mas acho que estes procurados já vão interessar a vocês. Tendo-os capturado, vivos ou mortos, sendo que vivos recebem uma maior recompensa do que mortos, tendo que trazer nesse caso uma prova de que realmente executaram o criminoso. Claro que é um trabalho independente, a marinha não se responsabiliza por nada que possa acontecer.
Ele terminava de dizer aquilo com a mesma serenidade com a qual havia começado. Os dois irmãos iam até a vitrine de exposição dos cartazes e lá viam as fotos dos procurados, com seus respectivos nomes e recompensas. [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] e [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.].
Bartolomeo e Taylor


Os dois civis pareciam gostar, ou ao menos aceitar, as suas novas armas. O vendedor ainda sorria, talvez estivesse empolgado com as duas vendas. Aquela reunião de desconhecidos poderia ter acabado ali, quando ambos começavam a guardar suas novas armas, mas Bart sentia a incrível necessidade de começar a tagarelar. Não demorava para que o convencido de cabelos castanhos começasse a contar vantagens por suas “excepcionais” habilidades como ferreiro. Mas afinal, por quê um ferreiro tão excepcional compraria armas simples numa loja? O vendedor parecia não ligar para aquilo, ou será que estava puxando uma arma de debaixo do balcão? Bom, seria difícil de dizer.

Em todo caso Taylor acabava simpatizando com o espadachim que logo se apresentava para ele. Ao mesmo tempo um aperto de mãos ocorria entre os dois. O homem de cabelos azuis se apresentava e mostrava saber tanto quanto o outro a localização do QG, mas se dispunha a ajudar a procurar agora que possuíam um objetivo em comum. Logo o vendedor dizia o preço da ninjaken e recebia o dinheiro por esta, estando agora com o dinheiro das duas armas já pagas e recém-vendidas. Ainda sorrindo, o vendedor careca dizia a seus dois clientes antes que eles pudessem sair da loja:

– O QG da marinha fica nas montanhas, se olharem em direção à montanha no centro da ilha acho que já conseguem ver uma parte dele do lado de fora da loja. Vão encontrar o que querem por lá.

Dizia ainda sorrindo, talvez como uma forma de agradecer a seus clientes pelas compras que haviam feito ali. Os dois saíam da loja, já sabiam para que direção deveriam olhar e para onde deveriam ir, mas o destino parecia querer dar-lhes uma escolha. Eles nem sequer tinham tempo de conversar antes de virem um homem loiro passar correndo como uma flecha bem à frente deles, três marinheiros seguiam logo atrás mas pareciam estar realmente cansados e sem qualquer condição de continuarem seguindo-o por muito tempo. Os civis poderiam continuar a perseguição dos marinheiros e ver no que aquilo iria dar, ou poderiam simplesmente começarem seu caminho até o QG. Em todo caso, viam o outro estar prestes a virar a esquina e ainda conseguiam ouvi-lo dizer:

– Talvez na próxima. Se fosse vocês iria cuidar do seu amigo lá atrás, aquilo pode infeccionar. Kakakakakakaka!
Chewie


O garoto se alegrava com a possibilidade de descobrir coisas novas para colocar em seu prato, com um sorriso no rosto este adentrava a floricultura e era recebido por uma mistura de ótimos cheiros vindos das plantas que ali estavam. Era um lugar bonito, decorado com plantas de todas as partes da ilha estando estas soltas, em vasos, ou em buquês. Logo avistava um balcão no fundo, grande demais para ele. Um senhor de idade estava ali para atender os clientes e via apenas o belo rosto do garotinho na ponta dos pés sobre o balcão. Com um sorriso, este dizia:

– Em que posso ajudar?

Com o jeito doce que só uma criança poderia ter, o garoto pedia ao velho senhor que lhe ensinasse sobre as plantas. Este, ainda com um sorriso fraternal no rosto, passava a mão direita no cabelo do pequeno Chewie e logo dizia como resposta –Hmm... Claro que sim, não estamos muito movimentados hoje mesmo. Aliás, meu nome é Garth. – O garoto não precisou se esforçar muito, o velho parecia ter simplesmente gostado dele e parecia amigável. Na ponta dos pés, o celestial podia ver que haviam algumas portas fechadas atrás do balcão, seu primeiro aprendizado daquele dia estava prestes a começar.

– E você garoto, qual o seu nome?
Jin:
 

Chewie:
 

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MensagemAssunto: Re: Capitulo 1: A ascensão dos caçadores.   Capitulo 1: A ascensão dos caçadores. - Página 2 EmptySeg 11 Jan 2016, 13:44


Achar o quartel general da marinha não tinha sido tão difícil , demorou um pouco para que chegássemos, porém não nos perdemos no caminho entre as montanhas. As informações lá também eram muito acessíveis e em pouco tempo, nossos alvos já eram escolhidos. O marinheiro que atendia-nos logo apontava um vitrine que continha dois cartazes de procurados, valores de destaque, mas nada que um assassinato já não tivesse cobrido. Não faltaria muito mais tempo para que aqueles dois se tornassem apenas um par e cabeças. - Eu fico com esse. Vociferaria para Ruby e então pegaria o cartaz do garoto loiro, Ali Nosey, era seu nome, seis (6) milhões de berries, sua recompensa.

Caçadores..."Seria o que nos tornaríamos?" Me questionava enquanto estivesse saindo do QG. Bom, o dinheiro era ótimo e o método de conseguir não poderia ser melhor, talvez não fosse uma má ideia continuar o legado matando alguns procurados poderosos ao mesmo tempo que enriqueceríamos com suas recompensas.

Meu rumo agora seria retornar ao centro cidade, iria me dirigir para lá assim que minha irmã estivesse pronta para prosseguir. Era necessário que conseguíssemos algumas informações, pois não tínhamos nada além da aparência dos dois criminosos e eu achava que lá seria um bom local para começar. Caso conseguisse chegar em Toroa sem problemas, procuraria por alguma taverna próxima - ou distante se necessário - e então entraria na mesma, era muito comum que em locais como esses, boatos e rumores rondassem tanto quanto os foras da leis. Se estivesse dentro do estabelecimento, me dirigiria ao responsável - caso não o encontrasse, seria um civil qualquer -, talvez em uma mesa ou então balcão de bar. - O que você sabe sobre Ali Nosey? Indagaria para o mesmo, enquanto meus olhos fitavam-o diretamente no rosto, minha foice posta ao lado do meu corpo e o cartaz logo à sua frente. Queria parecer assustador o suficiente para que o indivíduo desse alguma informação que me ajudasse a encontrar o meu trabalho, sem pensar duas vezes.

Na hipótese de conseguir algum local ou então pessoa para investigar, rapidamente sairia de onde estava e caminharia para o novo destino, dependeria apenas das informações que me foram dadas. Do contrário, se a busca na taverna não valesse de nada, continuaria a andar pelas ruas da cidade, quem sabe o destino não juntasse Tormayhem e Ali. - Alguma sugestão? Consultaria a opinião de Ruby, talvez sua mente brilhante estivesse com alguma ideia. No caso dela se manifestar, ela se tornaria minha guia agora, seus objetivos tornariam-se os meus e sua sombra, o meu caminho à seguir.

Nossa nova jornada já se mostrava complicada a cada instante que se passava, quem diria que pular para próxima ilha seria tão demorado para nós. A cada problema, um outro leque de inconveniências surgia, e suas soluções ficavam cada vez mais ocultas, já não poderia calcular o tempo que demoraríamos para retornar para o Novo Mundo, o quanto custaria, nem o quão grande era o caminho até lá. - Temos que achar esses dois logo Ruby, minha foice já está começando a enferrujar! Expressaria-me para a garota, mostrando a sede de sangue que eu estava sentindo no momento e nem mesmo eu saberia dizer o que aconteceria se isto se prolongasse mais.

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Kenshin Himura
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MensagemAssunto: Re: Capitulo 1: A ascensão dos caçadores.   Capitulo 1: A ascensão dos caçadores. - Página 2 EmptyTer 12 Jan 2016, 19:05

Essa noite, nos caçaremos!

Nossos objetivos estavam traçados, enfim com armas em mãos só nos restava arranjar o tal emprego de caçadores de recompensas, agora só nos restava ir até o tal prédio que o vendedor havia nos indicados. Assim que saiamos da loja já conseguíamos ver o tal prédio, parecia ser uma grande construção que estava sempre de olho na cidade, e aparentemente isso funcionava pois nunca tinha visto uma cidade tão calma como essa, parecia ser quase impossível ter algum baderneiro com recompensa por ali, se bem que uma cidade calma como essa seria perfeito para piratas se esconderem.

Sem muitas demoras Tor que já estava impaciente tomava a dianteira e seguia em direção do prédio, sem muitas escolhas eu apenas o segui, passávamos por um caminho de terra, era um pouco chato de andar por ali, não tinha nada a nossa volta além de arvores e mato, ao menos era uma caminhada revigorante, logo chegávamos na montanha ao que aparentava havíamos chegado na metade do caminho, sem cerimonias continuávamos nosso caminho até o QG, não demorava muito e chegávamos no prédio que o vendedor tinha nos indicado.

“Finalmente, que lugarzinho movimentado! ” Pensava enquanto olhava ao meu redor, via pessoas utilizando uniformes iguais, fazendo rondas para um lado e para o outro, isso era um tanto esquisito, certamente a vida de marinheira não servia para mim, seguir ordens já bastava as da minha família, no meio de tantos marinheiros eu avistava algumas pessoas que estavam usando roupas normais, provavelmente civis da ilha, bom mais isso não me interessava, vim atrás do tal trabalho de caçador.

Seguíamos em direção da porta do QG, algo que chamava a atenção era as flores que estavam em volta do prédio, eram quase tão belas quanto as que estavam espalhadas pela cidade, talvez seja por essas flores que o capitão do navio da família havia falado “Bem-vindos ao paraíso”, logo em seguida adentrávamos no QG, ao entrar já avistávamos um marinheiro loiro em um balcão, seguíamos em sua direção, assim que chegava no balcão eu perguntava para o mesmo se era ali que poderíamos pegar um trabalho como caçadores, mas ele estava focado no olho do Tor, que querendo ou não era uma coisa que se via todos os dias, isso me irritava um pouco e  assim faria um estralo para chamar atenção do cara e logo o mesmo respondia.

– Claro, é aqui sim. Vocês podem ir até aquela vitrine – Dizia apontando para uma vitrine ao lado de seu balcão – E pegar um cartaz. Atualmente só temos dois ali, estamos para repor, mas acho que estes procurados já vão interessar a vocês. Tendo-os capturado, vivos ou mortos, sendo que vivos recebem uma maior recompensa do que mortos, tendo que trazer nesse caso uma prova de que realmente executaram o criminoso. Claro que é um trabalho independente, a marinha não se responsabiliza por nada que possa acontecer.

- Não se preocupe, sabemos como nos cuidar, mas não garantimos que eles vão voltar aqui com vida! Falaria com um olhar sério e descontraído para o marinheiro e assim seguia até o quadro de procurados.

Chegando no quadro, apenas dava para ver dois cartazes um deles era de um garoto loiro que tinha um nome peculiar Ali Nosey o mesmo valia uma quantia interessante, e a outra recompensa era de uma mulher cujo o nome era Evelyn Taylor com uma quantia um pouco menor por sua cabeça, antes que eu pudesse pronunciar o interesse por algum dos dois procurados Tor já pegava o cartaz do garoto e falava. - Eu fico com esse. Ele parecia um pouco empolgado com seu novo alvo.

- Calma Tor, vamos atrás dos dois, quanto mais dinheiro melhor! E não deixarei você cuidar de alguém sozinho assim, seu treinamento não foi concluindo ainda, agora vamos! Falaria pegando o cartaz da menina que estava no quadro, agora nos restava ir em busca de informações sobre os dois procurados, logo sairia do QG indo de volta à cidade, provavelmente deveríamos ir até algum bar, aonde mais esses desordeiros iriam se não algum lugar para esquecer seus problemas, andaria como sempre com a guarda em alta, sempre olhando por onde estava passando.

Ao chegar na cidade eu iria em direção a algum bar que tivesse por ali, procuraria um até encontrar, caso encontrasse tal estabelecimento eu adentraria no local e a primeira coisa que faria e observar muito bem o local, quem estaria ali, e quantos eram, em seguida iria calmamente até o atendente e pediria a bebida mais doce que tivesse, me sentaria em algum banco como não quisesse nada, e esperaria o atendente retornar com minha bebida, caso retornasse eu perguntaria.

- Senhor(a) por acaso você sabe algo sobre Ali Nosey e Evelyn Taylor, aonde eu poderia encontrar algum deles!? Esperaria que o mesmo me respondesse caso ele falasse qua não saberia aonde encontrar eu perguntaria se tinha alguém na cidade que sempre sabe das coisas que acontecem por ali? O famoso fofoqueiro, toda cidade tem um. Caso ele me indicasse o local aonde poderia encontrar ou os procurados ou o tal fofoqueiro eu iria até o local indicado pelo atendente sempre tomando cuidado por aonde eu passava, mas caso ele não soubesse de nada eu procuraria alguém mesmo naquele bar quem soubesse de algo, chegando nas mesas de forma que não chamasse tanta atenção e perguntaria a mesma coisa que tinha perguntado ao atendente, e esperaria que eles me falassem.
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MensagemAssunto: Re: Capitulo 1: A ascensão dos caçadores.   Capitulo 1: A ascensão dos caçadores. - Página 2 EmptyTer 12 Jan 2016, 23:10



Chewie Bakao



Aprendendo botânica

Garth era o nome bondoso velhinho que surgia de trás do balcão para acolher o pedido de Chewie, que clamando por uma apresentação fazia com que o garoto começasse a se expor.

Dando dois passos para trás, colocando ambos os braços atrás das costas, Bakao estufava o peito e erguia a cabeça para dizer.

Sou Chewie Bakao, um celestial! Meus padrastos trabalham em um restaurante e meu sonho é ser um cozinheiro rico e famoso para poder comer tudo de gostoso que tem no mundo!!, e não suportando o armazenamento de ar no peito, o jovem suspira, liberando todo o ar que deixara seu peito estufado, e assim fechava ambos os olhos enquanto abria um sorriso de simpatia para o senhor.

Perícia Botânica
Garth- Prazer, me chamo Garth!  Você é bem educado.. vou te ensinar um pouco sobre a pomposa botânica! Talvez depois dessa aula você consiga ter uma noção maior do que pode e não pode usar para comer!

Bom.. vou tentar ser o mais didático possível...

Primeiro.. o que você acha que é a botânica?


Quem sabe botânica sabe tudo sobre as plantas! Sobre o verde do planeta!

Garth - Mas botânica também estuda flores.. e flores não são verdes!, e dizendo isso ele forçava o garoto a pensar mais antes de falar.

Hmm.. estuda tudo que que fica grudado na terra! E que faz parte das coisas verdes!

Garth - Chewie.. as algas também fazem parte da botânica e não ficam grudadas na terra! Enfim.. botânica está relacionado a todas as plantas e algas! Agora vou falar um pouquinho sobre alguns tópicos.. preste atençao! , e dando um banco para o jovem se sentar, o senhor recomeçava a falar.

Plantas podem ser usadas para mover navios, como combustível, para fazer papel, para temperos, para remédios e para nos fazer respirar!

As plantas costumam ser separadas em partes! Temos raízes, flores, sementes, caules, espinhos, entre outros! Já as algas, são as plantas da água! Venha.. vou te mostrar o que são esses nomes!


DEPOIS EDITO
Fim da perícia

Terminado o aprendizado, cabia ao jovem pedir ao senhor o que ele desejava, assim como agradecer.

Muito obrigado, moço! Poderia me dar umas mudinhas de recordação? Ou então... se você quiser me dar um dim dim.. eu posso vender flores nas ruas para você! , e se curvando como em agradecimento, Chewie erguia a cabeça e levava ambas as mãos coladas uma a outra para realizar seu pedido e novamente curvar os lábios para baixo, em tom de pidão.

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MensagemAssunto: Re: Capitulo 1: A ascensão dos caçadores.   Capitulo 1: A ascensão dos caçadores. - Página 2 EmptyQua 13 Jan 2016, 15:06

Irmãos Akhin

Os irmãos, de seu próprio modo, pareciam animados por poderem voltar a fazer o que sabiam para ganhar dinheiro. Os dois, agora com seus cartazes em mãos, saíam do QG e começavam a descer a montanha novamente, não era uma tarefa simples, mas ainda assim demoravam um pouco menos do que o tempo que haviam levado para subir. Lá embaixo não demoravam para encontrar uma taverna, que ficava bem aos “pés” da montanha. Seu nome era “Vale do Paraíso”.

Era uma construção de dois andares, feita de concreto, bem bonita. A única coisa que indicava de que se tratava de uma taverna era o cheiro de bebida que percorria o ar por ali e os gritos, brindes e festejos de homens lá dentro que podiam ser ouvidos de longe junto daquela musica. Os irmãos entravam no local sem pensarem muito, e enquanto Ruby ia até o homem que servia as bebidas atrás de um balcão para perguntar-lhe sobre Ali, Tor sentava-se numa mesa ao lado de um homem que apenas bebia calmamente um líquido transparente em uma caneca. Tinha cabelos pretos e usava óculos de grau, ouvindo a pergunta e olhando o modo como o ceifador se portava ao fazê-la, o homem respondia de mal humor:

– Olhe garoto, se fosse você não me dirigiria desse jeito a um oficial do governo. – Dizia, como se devolvesse a ameaça que Tor tentava deixar subentendida – Agora se quer saber, foi registrado que viram Ali pela ultima vez ontem a noite, quando ele roubou uma senhora rica que vinha passar as férias nesta cidade. Talvez ela tenha alguma pista que interesse a vocês, mas os marinheiros também já a interrogaram. Se querem arriscar, ela está em um hotel no centro da cidade. “Sonhos Paradisíacos” é o nome do local, como tudo nessa maldita cidade narcisista.

Dizia referindo-se com certo rancor a palavra “Paraíso” no nome do estabelecimento. Dava então mais uma golada em sua bebida. Enquanto isso, Ruby ia até o barman e pedia uma bebida, o homem consentia com a cabeça e buscava um copo de (Pode falar oq é pq o narrador não entende de bebidas). Depois do retorno daquele homem, a garota lhe perguntava sobre os procurados, este pensava um pouco enquanto passava um pano para secar uma caneca que havia acabado de lavar. Depois de um tempo pensando ele respondia para a garota:

– Não, não tenho notícias de Ali desde a semana passada. Já Evelyn, não sei te dizer onde ela pode estar mas ela possui um navio. Talvez possa encontrar o navio dela no porto ou na costa da cidade. Só tome cuidado, ontem mesmo um grupo de criaturas muito estranhas passaram por aqui perguntando por ela... Uma delas parecia um leão. – Agora fazia uma pausa para que a garota pudesse digerir toda aquela informação e então voltaria a dizer em um tom amigável – E a bebida, são 5 mil berries.

Agora a garota e seu irmão deviam se reunir para trocar as informações que conseguiram e decidirem o que fazer. Não parecia que o agente e o barman sabiam de muito mais coisas, mas alguma das outras pessoas no bar também poderia ter alguma informação. Caberia aos dois decidirem seus próximos passos.
Reisi:
 

Chewie

– Chewie, é? Realmente tem asas? Confesso que nunca vi ninguém assim, achei que fossem lendas. É um prazer te conhecer. – Dizia o velho após a apresentação do garotinho. Apesar de suas palavras, ele não parecia tão surpreso assim por ver alguém que pertencia ao povo do céu. E logo o aprendizado começava, com o velho Garth tentando da melhor forma possível repassar todo aquele conhecimento para uma criança.

Logo ao fim do aprendizado, o garotinho usava de toda a sua persuasão infantil para pedir ao velho algumas daquelas flores. O senhor parecia ter gostado bastante do garoto, e sorria enquanto pegava três pequenas mudas, colocava em uma cesta, e lhes entregava para o garoto –Aqui estão. Vou deixar para que você mesmo descubra de que são essas mudas após plantá-las e cuidar bem delas, é claro que pode ficar com a cesta também. O velho dizia ainda sorrindo para o celestial.

Era neste momento que uma mulher muito bela e com roupas que para os adultos seriam provocantes entrava na loja, ia até o balcão e dizia para o velho após rapidamente passar a mão direita nos cabelos de Stewie – Senhor Garth, como sempre, é um prazer – Dizia a mulher em um tom cordial. O velho entretanto, não parecia alegrar-se com a visita tanto quanto ela e dizia em um tom rude que até agora o garotinho nunca poderia imaginar que ele usaria – O que quer aqui Evelyn? Falei para que nunca mais voltasse a minha loja depois de usar minhas plantas para aquelas... Atrocidades. – Dizia Garth claramente descontente com a presença da mulher, que naquele momento parecia decepcionada... De um jeito irônico.

– Ahh, que pena. Achei que você talvez tivesse ouvido a voz da razão... Velhote. – Dizia a ultima palavra com um assustador rancor em sua voz. Logo, voltava a falar mas dessa vez tinha um tom ameaçador – Já que é esse o caso, o senhor não me deixa muita escolha – E puxava seu revolver do coldre em sua cintura – Isso aqui é um assalto, não quero te machucar. Apenas me dê as ervas que sempre peço e tudo ficará bem. – Dizia ainda apontando a arma para o velho. Nesse momento, olhava ameaçadoramente também para Chewie – E você garotinho, fique bem quietinho aí para que eu não machuque o vovô.

– Droga Evelyn, vou pegar suas malditas ervas. Só deixe-o ir, é apenas uma criança!

O velho dizia aquilo enquanto abaixava-se para colher algumas folhas em vasos de plantas atrás do balcão. A mulher aparentemente voltava a focar sua atenção nele enquanto continuava com a arma apontada pronta para puxar o gatilho caso algo errado acontecesse.
Mulher (chewie):
 

Agente (Ankhins):
 

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MensagemAssunto: Re: Capitulo 1: A ascensão dos caçadores.   Capitulo 1: A ascensão dos caçadores. - Página 2 EmptyQui 14 Jan 2016, 17:04

No sol de quase dezembro...



Estava quase saindo da loja, pensando sobre onde estaria a central de procurados, quando a voz do balconista anuncia:

- O QG da marinha fica nas montanhas, se olharem em direção à montanha no centro da ilha acho que já conseguem ver uma parte dele do lado de fora da loja. Vão encontrar o que querem por lá.

O quartel-general da marinha seria a última opção que eu poderia imaginar, pois sinto uma repulsa muito forte por marinheiros. É uma ironia do destino, de fato, afinal quem poderia imaginar que alguém da família Moore teria esse tipo de sentimento? De uma forma ou de outra, deveria ignorar meu orgulho, porque se eu realmente quiser ser um caçador de recompensas, devo aprender a conviver com isso. Ao sair da loja, tentava avistar o quartel na montanha, já que o vendedor havia dito que conseguiríamos vê-lo daqui. Antes mesmo que pudesse constatar a presença da dita construção, uma figura passa em alta velocidade à nossa frente. Logo atrás dele, um trio de marinheiros o seguia, mas estavam visivelmente cansados. Redirecionando o olhar para o perseguido, pude perceber que ele era loiro. Ele já estava quase a desaparecer de nossa vista quando diz:  

- Talvez na próxima. Se fosse vocês iria cuidar do seu amigo lá atrás, aquilo pode infeccionar. Kakakakakakaka!

Com essa última fala, posso concluir que ele provavelmente possui uma arma e havia mais um marinheiro por ali. Como esses caras são incompetentes, não? Não conseguir capturar alguém estando em vantagem númerica é verdadeiramente vergonhoso. E pensar que eu ainda vou ter que conviver com esse tipinho se eu for um caçador, credo. De uma forma ou de outra, haviam duas possibilidades em relação ao sujeito: a primeira, que possivelmente ele poderia ser apenas contra a marinha e o governo como eu secretamente sou, e a segunda, que é a de ele ser um verdadeiro malfeitor. O jeito que ele falava e as suas últimas frases me diziam que ele provavelmente seria a opção de número dois, e que provavelmente estaria deixando alguém muito perverso escapar caso não fizesse nada, o que me acarreta na decisão de persegui-lo, mesmo que minhas noções estratégicas me indicassem que aquilo poderia ser uma possível armadilha e que eu também poderia me perder, visto que não possuía muito conhecimento da geografia da cidade. Olharia para Bartolomeo com uma expressão facial determinada e diria:

- Eu PRECISO ir atrás dele. – Falaria, dando ênfase ao ''preciso''.

Após a fala, correria em direção ao homem, lembrando de manter a minha furtividade e assim tentando fazer, dentro do possível, com velocidade porém com passos leves, como Harry me ensinou. Tentaria seguir ele a todo custo, ao mesmo tempo que andaria com a guarda alta. Caso conseguisse me aproximar dele o suficiente para conseguir colocar minha lâmina sobre seu pescoço, sacaria minha arma com a mão direita e tentaria o fazer, anunciando:

- Parado! Exijo que revele suas intenções.

Se ele fugisse, faria a tentativa de o alcançar novamente e, caso conseguisse, tentaria acertá-lo com a ninjaken com uma estocada no lugar mais próximo e vulnerável que achasse em seu corpo, tentando pará-lo desta forma. Indagaria novamente:

- Diga logo quais são suas intenções!

Tentaria retirar a lâmina de seu corpo o mais rápido possível caso conseguisse o acertar. Se ele voltasse a correr, repetiria o processo.

Tentaria desviar de possíveis ataques com um salto para a direção contrária do ataque, e voltaria a perseguir o homem em seguida, sempre tentando desviar de ofensivas.

Caso avistasse algum civil, tentaria não esbarrar no mesmo na medida do possível, mas sem parar a perseguição.

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MensagemAssunto: Re: Capitulo 1: A ascensão dos caçadores.   Capitulo 1: A ascensão dos caçadores. - Página 2 EmptyQui 14 Jan 2016, 19:23



Chewie Bakao



Finalmente um revolver

Recebendo presentes um tanto quanto misterioso o garoto retribuía com um largo sorriso no rosto e de modo breve comentava.

Estou curioso!! Que plantas serão? E..., e antes que pudesse continuar a conversa com Garth, uma bela mulher surgia, deixando a criança boquiaberta com tamanha a imponência demonstrada e com o carinho recebido na cabeça.

No entanto, rapidamente ele se voltava para o senhor e se portando como que um público, Chewie flexionava os joelhos e sentava no chão com seus presentes na tradicional pose do indiozinho, apoiando ambas as mãos no queixo de modo que pudesse suportar o peso de sua cabeça com seus finos braços.

Assim ele ficava a ouvir o papo e se surpreendia com algumas passagens até que um revólver se revelava e um olhar ameaçador lhe era dirigido. Garth mencionava o uso de plantas para atrocidades e a moça, intitulada Evelyn, ordenava que lhe fosse entregue mais.

Foi então que, comportando-se como uma criança, o celestial falava exatamente o que pensava.

Moça, você é muito bonita e tem uma arma bem  maneira! Quer vender para mim? Estou querendo caçar um pato para fazer um prato de pato assado ao molho de rosas.. mas estou sem arma... por favor!!!!, e assim ele franziria a sobrancelha, faria beiçolinha e cruzaria as mãos, as levando para frente do peito.

Posso te fazer uma pergunta? O que você fez com as plantas? Aprendi um pouquinho e queria saber o que mais posso fazer com elas... e.. por que você está apontando a arma para o Garth? Ele é legal...

Você podia plantar sua própria planta.. daí não precisaria fazer isso! Se eu te ensinar sobre as plantas você me dá sua arma? Ou então um pato.. se bem que já estou ficando com fome! Você tem alguma coisa para comer?


E diante da necessidade de comida o garoto deitava no chão de lado de modo que pudesse observar tanto a moça quanto o balcão em que Garth se encontrava.

Tem uma cozinha aqui, Garth? Se tiver eu posso fazer alguma coisa para nós três comer!

Claramente o garoto se comportava como uma criança, que embora já tivera usado uma arma para caçar, ainda não presenciara o uso para assassinar e portanto frente ao perigo desconhecido acabava por agir de modo inocente e despreocupado.

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MensagemAssunto: Re: Capitulo 1: A ascensão dos caçadores.   Capitulo 1: A ascensão dos caçadores. - Página 2 EmptyQui 14 Jan 2016, 22:43


Era surpreendente encontrar alguém que não tremesse diante de minha peculiar aparência, ainda mais em uma ilha tão baixa do imenso azul, entretanto esse alguém era um oficial do governo, não poderia esperar menos dele. "É bom uma certa pessoa não saber que você está aqui", pensaria comigo mesmo e afim de evitar uma grande confusão, guardaria isso em segredo. Engolir sua grosseria não era problema já que não tinha conflitos com o meu orgulho, e bom, eu também não tinha sido muito simpático, então nada teria para retrucar. O homem de óculos acabou me dando informações valiosas, porém eu não desfrutaria delas por ora, ao meu ver pareciam estar na "contramão", a única coisa que me faria mudar de ideia seria Ruby e os conhecimentos que ela teria adquirido na taverna. Sem cerimonia alguma, me despediria do agente.

Posteriormente iria ficar junto com minha irmã de novo, se por acaso ela ainda estivesse conversando com o homem do bar, aguardaria a mesma terminar, encostado em um balcão mantendo a postura de forasteiro durão, do contrário abordaria-a. ─ Eaí, conseguiu algo? Indagaria para chamar a atenção da garota. Se ela tivesse algo para falar, ouviria atentamente e então me pronunciaria, se não, apenas voltaria a articular. ─ Bom, Ali Nosey andou causando ontem, assaltou uma velha muito rica à noite. Eu descobri onde essa mulher está, parece ser em um hotel, o Sonhos Paradisíacos. A ideia de ir até lá e perguntar pra ela não me agrada muito, talvez devêssemos ir atrás de outras pistas. Expressaria minha opinião sobre o que teríamos conseguido até agora.

Se um conflito surgisse, ou seja, duas opções para seguir, ou entraríamos em um impasse, ou seguiríamos juntos para um único caminho. Uma vez que Ruby apresentasse qualquer outra pista, sendo de Ali Nosey ou Evelyn Taylor, aceitaria-a. ─ Você comanda! Vociferaria e logo após me retiraria do estabelecimento. Ela quem ditaria as regras agora, lugares para ir, questões a fazer, tudo em suas mãos. Acompanharia-a em qualquer lugar que fosse, contanto que esses nos aproximassem do trabalho. ─ Ruby, você já sabe como iremos sair desta ilha? Questionaria-a em meio a busca, talvez para quebrar o silencio, já que não tínhamos parado para conversar desde que chegamos, mas sua resposta ainda era de meu interesse.

Se porventura os informes que ela conseguiu no bar não agregassem em nada nossa busca, iria indicar o hotel como próximo passo, já que não teríamos nenhum outro eixo para seguir. ─ Parece que vamos ficar com a velhota. Diria à ruiva. Aparentemente voltaríamos a perambular por Toroa Island, mas desta vez à procura de um lugar chamado Sonhos Paradisíacos, meu único método para encontra-lo seria com meus próprios olhos e assim permaneceria até avista-lo. Encontrando o local, adentraria no mesmo. ─ Estou procurando a mulher que foi assaltada ontem à noite. Falaria para algum indivíduo que trabalhasse no estabelecimento, priorizaria locais como balcões de recepção. ─ A marinha deve ter vindo falar com ela algumas vezes. Voltaria a falar caso surgisse alguma dúvida de quem fosse a mulher. Recebendo informações de sua localidade, iria seguir para lá, de outra formar, continuaria perguntando para as pessoas nas redondezas da casa.

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