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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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MensagemAssunto: Fé   Fé EmptyQua 06 Jan 2016, 20:37



Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Chrollo Donix. A qual não possui narrador definido.


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Himiatsu
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MensagemAssunto: Re: Fé   Fé EmptyQua 06 Jan 2016, 20:53

~ Como diabos eu cheguei aqui? ~ Meu pensamento me tomava como a água se espalha por um ambiente plano, talvez essa indagação não fosse para esse momento, tive uma leve tontura e pensei nas duas coisas que me tiraram da cama naquele dia. Queria me tornar um agente do governo, tinha que viver por algo, e ajudar as pessoas me parecia a melhor coisa a se fazer, em seguida daria pequenas apalpadas em meu bolso procurando por algum cigarro e fósforos.

A minha última lembrança era de caminhar ao centro da cidade, próximo ao batalhão da marinha, olhava para ver como estava o clima do dia, tomara que não chova, odeio a melancolia que fica, refrescante, porém triste. Caso já tenha algum cigarro tenderia a seguir direto para o QG, estava a algum tempo na cidade e andava protelando minha ida até esse centro por um tempo, espero que esse seja o último dia que isso ocorra.
~ Tomara que nada idiota aconteça, espero realmente seguir em frente sem nenhum empecilho a mais. ~ Estava descontente, sabia que às vezes seguir as regras demorava, mas foi esse caminho que escolhi afinal.
Minhas mãos tremiam por algum motivo, teria que ir logo até meu objetivo final.

Caso o cigarro estivesse em falta para mim no momento tentaria procurar uma tabacaria ou bar próximo, tinha alguns trocados e esperava que eles fossem o suficiente para comprar o objeto de meu desejo, se encontrasse algum lugar para a compra de cigarros eu entraria e logo procuraria por algum funcionário ou dono, diria sem mais delongas a seguinte frase:
- Por favor, quanto custa o cigarro de mais baixa qualidade que você tem? Espero que hoje seja a última vez que tenha que fumar porcarias, coloque uma caixa de fósforos na lista... – Espera que conseguisse pagar tranquilamente, afinal quanto pode custar essas duas coisas. Caso o valor ultrapasse os quarenta mil berrys eu tentaria reduzir o valor até esse de forma que me sobrasse alguma coisa.
- Vamos lá não pode ser tão caro assim... – Pechincharia o máximo que conseguisse. Se o valor fosse desejado (abaixo dos quarenta mil) eu agradeceria e iria embora.
- Obrigado senhor(a), até mais. – Guardaria o nome da loja, para uma eventual compra.
Caso não consiga qualquer tipo de negociação e o valor ultrapasse meu teto de gasto eu sairia da loja, ainda agradecendo e procuraria outro posto de venda repetindo o processo. Ao final, pediria um saco para embrulhar os itens... Vai que chova...

Quando conseguir, se conseguir, o meu desejo me dirigirei até a frente do QG da marinha, sempre atento às coisas ao meu redor, qualquer discussão ou mesmo venda, turbulência ou coisas do gênero, eu acho que coisas assim acontecem na minha vida, quem sabe não consigo alguma coisa de interessante pelo karma...
Meu andar era lento e tranquilo, sem pressa, atento e tentava fluir natural. Às vezes passava a mão no cabelo, não podia ser tão desleixado hoje, vai que meu treinador não gostasse, era velho para a marinha, tinha que demonstrar meu valor de alguma forma, nem que seja na atitude e expressão.
~ Será que consigo alguma coisa? ~

Se chegasse ao quartel sem nada de mais ter acorrido me encaminharia até a entrada e procuraria por algum porteiro ou agente que estivesse por perto.
- Por favor, o alistamento para o governo ou marinha, onde fica? – Tentaria seguir as instruções do mesmo com aplicação, no caso de preenchimento de algo estaria pronto para pedir o formulário e uma caneta para a efetuação da atividade, sempre tentando fazer tudo com calma para não errar nada, em caso de direcionamento para outro lugar eu seguiria as instruções se as mesmas fossem me dadas, caso contrário eu as pediria: - Como faço isso e aonde, por favor... – Eu achava ao menos que as coisas aconteceriam assim, em outras situações um pouco menos convencionais eu esperaria para analisar o que fazer.
~ Talvez fumar um cigarro não seja uma má ideia agora... ~
~ Pensamento ~
- Fala -
narração

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MensagemAssunto: Re: Fé   Fé EmptySex 15 Jan 2016, 23:50

the dark side of pink

Nuvens começavam a se unir e a tornar-se cada vez mais enegrecidas. Gélidos ventos sopravam por entre as ruelas de Shells Town. A brisa atingia o rosto do rapaz com certa intensidade, algo capaz de fazer sua temperatura corporal, em seu lado mais externo do corpo, baixar alguns graus. Alguns raros pingos poderiam ser sentidos com as áreas descobertas de seu corpo.

Uma pequena loja, não muito distante de onde o rapaz estava, poderia ser avistada. Em seu letreiro de madeira, já desgastado e com ar de bem antigo, poderia se ler, com um tanto de dificuldade, mais ainda legível, “Tabacaria Irmãos Prudence”. Um pequeno trevo de quatro folhas acompanhava os dizeres. Os leves pingos tornavam-se gostas e cada vez menos raros.

Ao alcançar o lugar, sua roupa já estava um tanto molhada e o som na rua de água alvejando o chão começava a se tornar mais nítido. -Chuva de verão... Já fazia um tempo.. Logo logo deve acabar... E então, como posso ajudá-lo? A voz rouca e envelhecida provinha de detrás de um balcão de madeira. Um pequeno mostruário de era recoberto por um vidro já  amarelado pelo tempo, a parte superior aparentava ser mais fina e frágil, charutos, cigarros, maconha, de tudo um pouco havia ali, várias marcas diferentes também. Um homem gordo, careca e com uma barba que mesclava duas cores distintas, branco e vermelho, já não tão vívido.

O lugar estava cheio de caixas meio vazias, ou meio cheias, como preferir. Empoeirado, poucas marcas estavam amostra nas pratilheiras laterais. -Essas porcarias? Bem, pegue esse maço aqui, é coisa boa. O homem arremessava um maço de cigarros de alguma marca jamais vista antes pelo garoto. Ainda lacrada o cheiro de tabaco que emanava daqueles cigarros era forte. -São feitos por mim, não tem esses químicos que vendem por aí, pode levar de graça... Uma amostra sempre é bom para conquistar cliente, dizia meu irmão.. Não consigo manter os negócios desde que meu irmão morreu, quem sabe agir como ele ajude.. Precisa de isqueiro? Pode levar o meu, deve ter meia carga ainda, mas é o único que sobrou..

A pequena fala do garoto, apesar de simples, de alguma forma, fizera os lábios ressecados daquele velho senhor abrirem e se tornarem um sorriso de canto de boca, nada muito expressivo. -Até logo rapaz, espero lhe ver em breve.

A chuva aos poucos ia parando, talvez tivesse passado mais tempo do que esperava na loja, talvez a chuva realmente tenha sido muito rápida, o que importa é que dos poucos pingos que ainda caiam a maior parte era por conta do que ficara acumulado nos telhados e nas árvores, formando algumas poças logo abaixo das mesmas.

O QG da cidade não estava muito distante dali. Rapidamente o alcançara, apesar de suas lentas passadas. Um homem de terno parecia aproveitar que a chuva havia cessado e se encontrava poucos metros de distância do portão. O homem retirava um amassado maço vermelho de cigarros de seu blazer e começa a apalpar os bolsos em busca de algo. Antes mesmo que o garoto tivesse qualquer chance de indagar algo, o homem já vinha com algo. -Hey! Tem algum fósforo aí? Os meus acabaram...
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MensagemAssunto: Re: Fé   Fé EmptyQua 20 Jan 2016, 07:32

- Chuva de verão... Já fazia um tempo.. Logo logo deve acabar... E então, como posso ajudá-lo?

~ Rotineiro ~
Algumas vezes nos desdobramos,
Seguimos algo que não está adiante.
Damos passos a frente e voltamos ao início,
Viver é o ato de sempre querer avançar para trás


Não seria fácil ver pessoas como aquela, ou seria fácil demais. De qualquer forma aquele sujeito tinha algo de especial. Nunca havia parado para pensar, mas não é o comum que é extraordinário pela própria controversa. Pensar muito desse jeito me fazia sentir dores de cabeça, mas em cada ação daquele sujeito confirmavam minhas ambições, tinha que viver para ajudar pessoas, as pessoas que merecem, que fazem as coisas sem pensar muito o por quê.

As palavras vinham daquele sujeito, mas eu não ouvia muito bem, quero dizer, entendi o que ele disse, mas tudo aquilo era sobre mim, e deveria estar entendendo que não posso fazer algo por mim, mas pelas outras pessoas, não sabia muito bem o motivo de estar ali, mas sabia que não me estenderia a apenas viver, tinha que ter alguma razão para eu ter vindo de onde eu vim, ser como sou não é? Divinação ou não, isso eu descobriria mais tarde.

A cada momento naquela loja eu estava um pouco mais certo do que queria, estava finalmente tomando meu caminho. Não sei nem ao menos quanto tempo gastei por ali, mas quando dei por mim já havia parado de chover, ao sair da loja dei um leve sorriso, sem mostrar os dentes para a placa, e decorei bem seu nome, o trevo e tudo mais, será que realmente aquilo me traria sorte? E o que será sorte hoje em dia? Se me focasse em responder tudo isso eu protelaria mais um dia meu alistamento e isso não podia fazer.
Retirei meu paletó o estiquei e o dobrei verticalmente, o joguei sobre meu antebraço esquerdo, e me pus a caminhar rumo ao QG da marinha.

Pensei umas duas ou três vezes por passo em fumar, mas tinha receio de meu instrutor não gostar de cheiro de cigarro, no final das contas não importava, acho que preferia fumar do que ajudar as pessoas mesmo depois de toda aquela erudição.
Foi aí que ouvi algo, uma voz vindo de um canto:
- Hey! Tem algum fósforo aí? Os meus acabaram... – Me aproximaria dando um leve sorriso na direção da voz, pegaria o isqueiro em meu bolso e entregaria ao senhor, pararia e cordialmente esperaria a devolução do presente que acabara de receber.
Faria meus cumprimentos e continuaria tranquilamente até meu destino com todas as premissas anteriores.

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MensagemAssunto: Re: Fé   Fé EmptyQua 20 Jan 2016, 19:35

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Lentamente e com um olhar um tanto suspeito para com o garoto, o homem pegara seu isqueiro e logo acendia seu cigarro, dando uma tragada longa e profunda, “comendo” parte da ponta do cigarro no processo. As cinzas, ao cair, pareciam bailar juntamente ao vento e logo atingiam a branca camisa do homem. -Obrigado pelo isqueiro, estava precisando dar uma tragada hoje. Mas e então, o que você quer no QG? Se for algo muito importante, vai ter que esperar, o GM e a Marinha estão em reunião. Mas se for algum tipo de denúncia, alistamento ou algo do tipo, pode falar comigo.

Ali, logo em sua frente estava o homem que desejava perguntar. Indagado o homem responde. -Antes de tudo, pode me chamar de Mary, sim eu sei que é nome de mulher, mas isso não vem ao caso... Não temos tido muitos alistamentos esses tempos, mas tanto faz. Se quer mesmo se alistar deve de inicio concordar com três termos. Me acompanhe. Suas falas intercalavam com algumas tragadas profundas como a primeira, algo que demonstrava certa pressa. Terminado seu cigarro, ele jogara-o no chão e dera uma leve pisada seguida de uma torção, tentando apagá-lo por completo.

Rapidamente eles adentravam no QG e logo paravam em uma mesa, ainda pela frente dela, Mary esticara-se, quase se debruçando na mesa, e abrira uma gaveta, retirando de lá um pepel e uma caneta, os entregando para Donix. -Tá aí, é só ler e assinar. Ele sentava sobre a mesa e esperava pela resposta do garoto.
Três condições:
 

Assinado, o homem os pegara e colocara novamente dentro da gaveta, repetindo o processo. -Agora que já assinou, fica mais fácil... Por onde quer começar com seu teste? Físico? Aptidão? Capacidade? (O treino, a luta ou o serviço no QG, nessa sequência XD) Mary olhava para Chrollo, ansioso por sua resposta.
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MensagemAssunto: Re: Fé   Fé EmptySab 10 Nov 2018, 11:22

- Obrigado pelo isqueiro, estava precisando dar uma tragada hoje. Mas e então, o que você quer no QG? Se for algo muito importante, vai ter que esperar, o GM e a Marinha estão em reunião. Mas se for algum tipo de denúncia, alistamento ou algo do tipo, pode falar comigo. - Dizia o sujeito finalmente despertando minha atenção, dois motivos eram os indicadores.
Primeiro que a sensação de querer um cigarro claramente aumentou. O cheiro que emanava das tragadas e a fumaça fina que me completavam a visão era, para mim, convidativo.
Segundo pois esse era o homem que finalmente ia dar cabo da minha protelação e me guiaria no processo de uma jornada que me faça ajudar os outros de forma tranquila.

- Antes de tudo, pode me chamar de Mary, sim eu sei que é nome de mulher, mas isso não vem ao caso (...) - Parei de prestar um pouco atenção, naquele momento, por que percebi que não havia olhado direito em seu rosto, daquele instante tentei me lembrar daquela pessoa, afinal, talvez precisasse me dirigir a ele posteriormente. Apalpei os cigarros no bolso, mas me controlei para não exercer nenhum tipo de ação que me prejudicasse naquele momento, tinha que conseguir me segurar mais um pouco. - (...) concordar com três termos. Me acompanhe. - Terminou e eu com certeza perdi algo no meio, mas tudo bem, parecia que agora eu deveria apenas o acompanha-lo, coisa que me alegrava, tanto que agora, fazendo algo, não precisava fumar, apenas sorri gentilmente e o acompanhei.

Após chegar na mesa onde ele parou me deparei com os objetos a mim entregues. Me pus a ler com cuidado o que havia ali, quando o mesmo completou: - Tá aí, é só ler e assinar. - Naquele momento tentava reler para ver se mais algo estava me disposto, pareciam três regras plausíveis então assinei.
Entreguei o papel de volta e o mesmo o guardou em uma gaveta continuando: - Agora que já assinou, fica mais fácil... Por onde quer começar com seu teste? Físico? Aptidão? Capacidade? -
Refleti por um momento e respondi animado e com meio sorriso: - Talvez comece pelo teste de capacidade, eu não faço ideia do que se faz por aqui e como se testa, mas tenho certeza que me darei bem, tenho que me dar bem pelos meus objetivos. - Tentaria passar um ar de segurança e que de quem está determinado a realizar o necessário para continuar.
Lembrei-me de uma coisa nesse momento, que não conhecia a marca de cigarros me dada. Retirei do bolso e perguntei a Marry: - Já viu esse cigarro, um sujeito me deu de graça, não sou muito fã de cigarros baratos, sabe se são bons? - Falaria sempre mantendo um sorriso e uma aparência gentil.

Após isso aguardaria próximas instruções e tentaria as seguir de forma coesa e direta, sem adicionar nem excluir itens. Observaria o que estivesse ao meu redor, áreas abertas e fechadas, placas de sinalização para trânsito de pessoas e de espaços reservados, tentaria manter o máximo de respeito e não cruzar olhares durante muito tempo. Caso alguém possuísse algum simbolo religioso tentaria identifica-lo e memorizar o rosto da pessoa, gostaria de saber se havia algum templo próximo, desde que cheguei não vi nenhum e gostaria de rezar se possível.
~ O que será que deve me aguardar ainda aqui nessa ilha... ~ Pensativo e concentrado em que Marry arranjaria para mim naquele primeiro encontro.


Narrativa:
 


Histórico:
 

Informações do Personagem:
 

Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: Fé   Fé EmptyTer 13 Nov 2018, 21:20


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Chrollo estava dentro do QG da Marinha de Shells Town. Para ser mais preciso, ele se encontrava no primeiro andar, em um comprido corredor que terminava em duas portas duplas azuis. Separado em distâncias simétricas, portas também de cor azul indicavam inúmeras salas conectadas a aquele corredor. Nas paredes brancas entre as portas, haviam pinturas com símbolo da Marinha de frente a janelas em mesmo número. A iluminação interna era feita por luzes de tubo presas ao teto. Em sua frente ele via a mesa que Marry guardava a papelada que nosso aventureiro acabara de assinar.

Após terminar de arquivar os papéis, Marry deu uma olhada no relógio e disse: — Bem, são onze horas então... — As palavras de Marry não foram completadas, Chrollo pode observar que o marinheiro engoliu seco enquanto a expressão em seus olhos alternavam de serenidade para apreensão. De forma concomitante, o aspirante a funcionário da marinha sentiu um fio gelado passar pela sua espinha, uma mão comprida dentro de uma luva agora repousava pelo seu ombro, antes que Chrollo pudesse sintetizar as informações sobre o que estava acontecendo, uma voz atingiu seus ouvidos — Marinha ou Governo Mundial... *cricks* Será que existe a possibilidade de... Governo Mundial? *cricks* — a voz era masculina, calma e firme. No meio de suas frases ele produzia um som com a sua boca, não dava pra saber se o som era feito de forma natural, o que Chrollo podia perceber, era que aquele som toda vez que era produzido, arrepiava a sua pele.

Pressionando o ombro do aventureiro, o homem misterioso levou-o em direção a uma das salas. Durante o caminho, era possível ouvir barulho de pessoas confabulando de forma efusiva dentro das salas. Pancadas violentas também eram sentidas em forma de tremor, como se alguém raivoso estivesse batendo na estrutura daquele lugar, entretanto, ao adentrar a sala a qual foi levado, Chrollo sentiu que toda aquela barulheira havia diminuído subitamente, quando percebeu pelo barulho que a porta foi fechada as suas costas, notou também que o barulho exterior cessou completamente. A pressão da mão, juntamente com a presença do homem, sumiu.

A sala era toda escura, a única coisa que podia ser vista, era uma cadeira azul embaixo de uma luz retilínea, que provia visão apenas àquele ponto. — Sente... *cricks* — a voz mandou e Chrollo continuava a seguir o que lhe era mandado. — Então você quer ser uma ferramenta do Governo.... *cricks* Sabe... há tempos o número de pessoas diminuiu... *cricks* Afinal não é pra menos, os predicados necessários são... *cricks* Únicos... *cricks* — Uma pausa sólida tomou conta da sala, quando o Chrollo conseguiu ver pela primeira vez a imagem que irradiava a voz.
Agente do GM:
 

— Primeiro então... Capacidade.... *cricks* — O homem aproximava seu rosto coberto pela máscara do rosto de Chrollo — O que você imagina que seja... Capacidade... *cricks* — a pergunta retórica era acompanhada do fungar do homem, como se apreciasse o cheiro do novato — Bem... a sua capacidade... *cricks* mental... — então o homem se afastou, sumindo na escuridão.

— Me responda... *cricks* Se uma pessoa que você ama precisasse de uma operação que custasse dez milhões de berries... *cricks* Você não tem essa dinheiro, mas... tem o poder de desviar esse dinheiro do Governo sem que ninguém soubesse.... *cricks* O que você faria? —

E também:

— Analise esta foto e.... *cricks* me diga... foi um assassinato ou um suicídio e por que? —
Foto a ser analisada:
 

O homem aguardava as respostas, seus testes para o Governo Mundial haviam começado.

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MensagemAssunto: Re: Fé   Fé EmptyQui 15 Nov 2018, 11:53

Depois de entregar o papel para Mary finalmente eu conseguia ter uma visão um pouco melhor do lugar aonde me encontrava. Ele era claro e as cores ajudavam a parecer que estavam em um lugar aonde sempre é sempre dia. Me lembrava a pequena igreja que eu frequentava.
A igreja tinha pequenas pedras que cintilavam um prateado de cegar os olhos com as tochas sempre acesas, aquilo dava a ilusão de um raio de luz sempre entrando em algum lugar pela janela, mas na verdade a igreja era no meio de uma clareira completamente cercada por árvores e escura, a pintura desgastada de fora tornava aquilo macabro e me aterrorizava até hoje.
~ Como  as lembra... ~ Não conseguia terminar o pensamento, minha sobrancelha parecia ter tido uma contração o que levou meu olho a tremular e cortar o recebimento de luz, o que fez parecer uma das lamparinas tremular e aos meus olhos falharem. Obviamente atribuí isso a falha no meu músculo, mas instintivamente levei minha mão ao peito procurando um amuleto.
- Bem, são onze horas então... - As palavras cessaram com a preocupação que aflige o carrasco a presença de quem ordena.

~ Como poderia ~
Era gelada
Tinha luvas
Eu tenho um ombro?

- Marinha ou Governo Mundial... *cricks* Será que existe a possibilidade de... Governo Mundial? *cricks* - Meus olhos se arregalavam enquanto eu ainda não tinha a coragem de olhar para trás, para falar a verdade, naquele momento eu estava completamente paralisado, como se eu estivesse sobre uma pressão que eu não conseguisse escapar, era terrível,  meus pés pareciam ter agora botas grudadas ao chão, e como eu havia de ter percebido ter um membro que tinha, toda a pressão ali se extremou e eu provavelmente empalideci.
- S..S....sim... - Disse diminuto. Meu olhar estava fixado em Marry, mas eu não enxergava, apenas tentava fugir dali com  a minha mente, seria isso que eu queria, talvez... Não, aquilo eu já tinha passado, tudo se resolveria, eu passei por muito, mas parar não ia ser agora, as pessoas precisam de minha ajuda.

Depois disso, eu fui sendo arrastado pelos brancos corredores no QG, entretanto minha visão começou a tontear, as coisas pareciam se mexer e meu coração parecia bater rápido. Dessa vez eu tentava girar minha cabeça sem mexer muito meu tronco, desse jeito via as coisas meio turva e surreais, como se as cores se misturassem em linhas que não seriam pintadas daquela forma. Tentaria visualizar as salas que ali estava. Naquele momento eu já estava um pouco paranoico e talvez não tivesse coragem de continuar se não ouvisse as batidas. Pareciam que a cada ritmo delas eu poderia aumentar a pressão que eu sentia, ou diminuir, o estranho ritmo e impacto que uma batida marca me acalmava e novamente eu começava a raciocinar.
~ O que é isso? Talvez alguém aliviando o estresse, ou talvez alguém sendo punido? ~ Alivio e punição era irmãs para mim, tudo que conheci foram esses dois sentimentos dos meus pais, talvez duas ou três orações também.
Os tremores que sentia, esses sim despertavam meu interesse e foram o suficiente para me afastar dos meus pensamentos com o estranho sujeito que me guiava, e assim por fim me acalmaram, sem contrações involuntárias de músculos, respiração ainda ofegante pela percepção do meu ombro, não conseguia respirar muito bem com aquela mão sobre meu torso, talvez ele tenha algum efeito sobre mim? Não, eu apenas descobri um novo membro, daqueles que você não percebe que tem até perceber, eu tinha um ombro, e ele estava sendo tocado.

De súbito, ao adentrar uma das salas, tudo aquilo parecia diminuir, até que com o correr pela dobradiça a porta se fechou e tudo "aquilo" sumiu. A atmosfera criada diminuía e tudo começava a ter de novo formas e cores reais,  estranho como o medo gera em nossa cabeça coisas que depois de um curto período de adaptação são completamente suportáveis. O que me incomodou dessa vez é que o homem sumiu, eu não sabia se ainda estava comigo, sera que eu fui ate ali com ele?
- Sente... - Dizia e fazia um barulho, por fim aquilo era percebido por mim, talvez fosse... Não, ele não teria por que me hipnotizar ali, mas era estranho, talvez minha paranoia ativou, mas a mão sendo um signo sinal e o barulho um relaxamento, talvez... Se fosse apenas deixaria me guiar pela hipnose. Eu já tinha participado de algumas, era interessante quando bem executada, e me parecia mais natural, eu tinha certeza que nasci para essa vida, então não me deixaria desaminar por nada, estava pronto para qualquer coisa.
Me dirigi a cadeira e sentei agora um pouco mais confiante com minha teoria sem base nenhuma na cabeça.
- Então você quer ser uma ferramenta do Governo.... *cricks* Sabe... há tempos o número de pessoas diminuiu... *cricks* Afinal não é pra menos, os predicados necessários são... *cricks* Únicos... *cricks*  - O que ele dizia fazia bastante sentido para mim, o governo era diferente da marinha e isso era claro, mas por ser algo mais sério para mim, e não estou falando das roupas, a postura e as ações, parecem que são necessárias.

Quando ele se reclinou finalmente pude ver seu rosto, era algo realmente assustador, mas dessa vez tentei usar a razão e transparecer serenidade com um leve tombar da cabeça para o lado oposto que a dele se inclinava fazendo um pequena imitação sem querer ser rude e com um leve sorriso, que mostrava que aquilo parecia natural, digo querer estar me alistando no governo. Não que eu esteja muito confiante, mas realmente acho que estou pronto, por isso esperava parecer confiante e não brincalhão.
*Para manter a calma, tentaria respirar pausadamente e em silêncio durante as pausas que ele dava para respirar, talvez isso ajudasse a manter um ritmo para minha ação, de forma que elas fossem mais pensadas, sei que não sou o melhor do mundo em lidar com situações de extrema pressão, mas se quisesse me predispor ao que vim fazer ali teria que aprender, aquilo era na verdade um bom teste, e pela primeira  vez me sentia no caminho para o que queria, talvez naquele dia, talvez por só um instante eu estava realmente feliz por estar ali.*
- Primeiro então... Capacidade.... *cricks*. O que você imagina que seja... Capacidade... *cricks*. Bem... a sua capacidade... *cricks* mental... - Dizia, aproximando a máscara de mim e sendo bastante ofegante, parecia estar confiscando cada parte do meu ser, julgando toda a minha existência e isso me deixava tranquilo. Tranquilo por que ali estava o que eu queria e alguém por fazer seu trabalho me fazia aprender a lidar com isso, tudo agora, o silêncio e o escuro, era confortável para mim, me faziam querer estar ali para trabalhar por aquilo, ser necessário, eu queria aquilo.

- Me responda... *cricks* Se uma pessoa que você ama precisasse de uma operação que custasse dez milhões de berries... *cricks* Você não tem essa dinheiro, mas... tem o poder de desviar esse dinheiro do Governo sem que ninguém soubesse.... *cricks* O que você faria? - A pergunta até me ofendeu, era caprichosa e ainda assim me lembrava de algo que tentava esquecer,  minha mãe.
~ Ainda que... ~ Percebia que não estava falando, mas sim pensando, então depois de uma pausa eu falei: - Ainda que todos aqueles que estão a sua volta necessitem, tu agirás de acordo com sua capacidade, não com a dos outros - Repetia alegremente o que minha mãe havia me apresentado de valores querendo faze-lo entender que aquilo estava encrustado em minha alma e repuxava os lábios para o lado em ação involuntária ao desprezo contra a minha índole, mas entendia que aquilo era caprichoso demais, ele devia esperar algo assim, afinal ele gera medo, as pessoas não iriam se sentir a vontade para confessar que cometeriam um crime contra a própria instituição que tentam trabalhar. Ele talvez quisesse outra coisa? Quem sabe, estava ali para responder a verdade, eu não precisava mentir, estava calmo.
- Analise esta foto e.... *cricks* me diga... foi um assassinato ou um suicídio e por que? - Agora parecia algo um pouco mais complicado, mas de alguma infantilidade para mim. Não desmerecia o caso, o raciocínio é algo bom para se testar daquela forma e eu realmente me diverti por uns 2 minutos.
- Eu acredito... - Disse e percebendo meu erro de palavras corrigia. - Eu vejo alguns fatores interessantes... O quarto parece pouco bagunçado, o que não leva a crer em uma luta, ele esta bagunçado o suficiente - Dizia ainda olhando para o retrato sempre procurando mais informação. - As muletas podem ser de antes ou depois, as fotos de antes ou depois, a visita pode ser boa ou ruim, eu daria por inconclusivo e tentaria investigar conhecendo um pouco mais do sujeito... - Dizia com a voz um pouco tremula para que pudesse me acalmar, respiraria com pausas enquanto falava e depois disso.

Dessa forma ainda segurava a foto na mão e só devolveria a mesma se em algum gesto ou pedido me fosse ordenado, de mais a manteria em minhas mãos enquanto pudesse. Enquanto olhava aquilo, sentado eu parecia estar me levando a algo que não queria. Morte me incomodava, sim, mas não era esse o caso, suicídio parecia me incomodar mais, talvez por ser um pecado, naquele momento eu esqueci dos meus ombros novamente e continuei a pensar sem lembrar que tinha membros superiores no meu tronco, como quando a gente respira ou pisca, a gente não percebe, apenas o faz.
Aguardaria as próximas intrucões calmo e agora pronto, queria entender melhor as coisas e isso era fato, mas a que ponto isso me levaria? Talvez logo descobrisse.
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MensagemAssunto: Re: Fé   Fé EmptyTer 20 Nov 2018, 18:51


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Após as respostas de Chrollo, fez-se o silêncio. O aspirante a agente nada podia ouvir, suas convicções, lembranças e vontades permeavam a sua mente e, apesar de tentar manter a calma, ele não obtinha sucesso. A presença do homem exercia uma pressão emocional tremenda em Chrollo, aquela pessoa era diferente daquelas que ele havia encontrado até hoje, como se a sensação que dele provinha não dependesse apenas do julgamento de Chrollo, era algo que parecia emanar dele, através da própria força de vontade. O jovem de 22 anos ainda não conhecia nada daquele mundo, talvez, naquela vastidão de águas e léguas, existissem poderes que lhe permitissem fazer, um dia, o mesmo.

Da mesma forma que havia aparecido pela primeira vez, o homem ressurgiu.
— Então... *cricks* que tipo de pessoa deixaria de salvar aquele que mais ama... *cricks* por conta de um ideal? — da escuridão, a mão do homem surgia com um revolver em punho, este resolver agora apontava para a têmpora direita do jovem — Algumas vezes... *cricks* você terá que agir contra as regras para... *cricks* um bem maior... *cricks* mesmo que você perca... *cricks* a sua vida. —
Chrollo podia sentir o homem pressionando e soltando levemente o gatilho da arma. Esta ação fazia com que as engrenagens dentro desta mexessem levemente, permitindo que o jovem as sentisse através das vibrações.
— Quanto a... *cricks* foto... foi decepcionante... *cricks* eu te fiz uma pergunta simples... *cricks* quer tentar me... *cricks* enrolar? — nesse momento, Chrollo sentia o homem colocando um pouco mais de pressão no gatilho, as trepidações aumentaram — Investigar... *cricks* mais? Isso era tudo o que... *cricks* você tinha... — ele percebeu a figura do homem se elevar, desta vez, o braço do homem aparecia de cima para baixo e agora ele mirava a arma em sua testa — Eu havia... *cricks* gostado de você em um primeiro momento... *cricks* mas você me decepcionou. — ao fim das palavras, o homem puxou o gatilho da arma, o jovem escutou o barulho, depois o silêncio e a escuridão eram as únicas coisas presentes.

Chrollo nada podia sentir. Olfato, visão, audição, paladar e tato, nada. O jovem poderia estar morto pelo o que não sentia. Subitamente a sala ficou extremamente fria, seus membros e corpo começavam a pesar mais do que toneladas, o que era aquilo? Talvez um vão entre a vida e a morte? O jovem havia sido morto por ter falhado no seu teste de capacidade?

Alguns minutos se passaram. As luzes acenderam e Chrollo agora podia visualizar a sala perfeitamente. A sala era um cubo, de iguais dimensões como se deve ser, grande o suficiente para 4 ou 5 pessoas deitarem no chão enfileiradas, a luz era provinda de um lustre central, que irradiava para todos os cantos da sala. As paredes eram dotadas de azulejos brancos, como aqueles presentes costumeiramente em banheiros, dando um ar de limpeza ao local. Uma porta havia em uma das 4 paredes da sala. Chrollo se encontrava sentado em uma das paredes adjacentes a parede da porta, do lado oposto, ele poderia ver um homem todo de preto, também sentado em uma cadeira. Atrás dele, uma parede com as mais diversas armas a disposição. O homem estava confuso, olhando para o jovem com certa desconfiança. A sala parecia ser igual de todas as formas para Chrollo.

O momento de êxtase de ambos foi interrompido por uma voz vindo de um alto falante, que agora podia ser percebido em um dos vértices superiores da sala.

— Escolham uma arma e... *cricks* lutem. —

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