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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 1º Tale: Winds of Winter

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: 1º Tale: Winds of Winter   1º Tale: Winds of Winter - Página 5 EmptyQua 06 Jan 2016, 15:42

Relembrando a primeira mensagem :

1º Tale: Winds of Winter

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Elsa "Às" Volkerbäll. A qual não possui narrador definido.


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Volker
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MensagemAssunto: Re: 1º Tale: Winds of Winter   1º Tale: Winds of Winter - Página 5 EmptyDom 14 Fev 2016, 04:21

- Winter Huntress -




A cólera da batalha explodia em um último ato, intensamente demorada para aqueles que o viviam plenamente, rápido aos olhos daqueles que não estavam acostumados ou que não conseguiam sentir toda aquela sensação. O ódio do oponente buscava um derradeiro e desesperado final para aquilo, sua vitória talvez não mudasse o rumo do conflito, mas toda tentativa era válida em batalha e isso era no mínimo um fator a se admirar e aquele homem corpulento conseguia nos momentos finais adquirir isso de mim. Seus golpes reverberam pelo ar, esboçando um pouco de toda a periculosidade dos mesmos, porém conseguia com sucesso me esgueirar para além do perigo eminente por duas vezes e como tal, contra atacar rapidamente.

Explorando seu ponto cego, mantive-me sempre longe de seu campo de visão, enquanto as agulhas lhe perfuravam a carne da mão e da garganta. Acuado, ferido e ainda enraivecido olhar para o marinheiro era o mesmo que vislumbrar um touro prestes a ser abatido em uma tourada. Não podia negar o contento da vitória quase nas mãos, mas também não podia deixar de sentir certa pena. O recuo penoso contrastava com meus passos calmos após evitar seu último e talvez desesperado golpe, o qual havia retirado meu manto, mas já não importava. Ele estava só e cercado, Vicent surgia com os demais, tal como o penhasco as costas do marinheiro, dando-lhe a escolha de como morrer.

Era estranho recordar-me das palavras de meu pai a cada momento da luta, sempre que encontrava alguma adversidade elas surgiam como em um conselho. Mas não havia dúvidas ali, apenas a leve sensação de pesar e as últimas palavras do homem, que pulava do precipício em seguida, negando a morte pelas flechas. – Por que ter pena de alguém que lutou pelo que acreditava? – o pensamento corria ligeiro. – Era isso o que você diria pra mim? – permaneciam alguns segundos em silêncio. – A justiça sempre irá prevalecer, a questão é... – as palavras fugiam de maneira suave pelos meus lábios, enquanto caminhava lentamente em direção ao manto que havia sido retirado, observando-o por alguns instantes antes de recoloca-lo. - ...quem irá ditar essa tal justiça? – suspirava ao fim, enquanto ouvia as palavras de Vicent. - Agora dei pra falar igual o velho, eu mereço mesmo.

Só retornava minha total atenção ao grupo quando era apresentada a outros dois arqueiros, que segundo o rapaz de cabelos negros seriam os responsáveis por abater os vigias do portão e escalar as muralhas. – É um prazer conhece-los, assim como é bom saber que estão com a mira em dia. Haha! – quebrava um pouco da formalidade com uma brincadeira, enquanto os cumprimentava cordialmente em um leve inclinar com a cabeça. Na falta do sorriso oculto, aquilo era o melhor que podia fazer para expressar minha educação. – Vamos seguir logo até Felipe, eles ainda podem estar em combate. – preocupava-me com a situação dos demais e seguia rapidamente com o grupo, após todos estarmos devidamente prontos para voltar a avançar.

Ainda ajeitando a manta sobre a cabeça era novamente chamada a atenção por Vicent, enquanto o mesmo apenas tentava quebrar o silêncio que se instaurava no grupo. – A máscara? – tocava o objeto levemente com os dedos. – Hmm, ela é bonita, ela é cara, ela me dá um ar de fodona, porque não usar? – brincava inicialmente, contando com os dedos as razões dadas para usá-la, mas conforme a conversa avançava eu dava uma nova resposta, desta vez não tão boba quanto a anterior. – Não é a possibilidade de ter um preço pela minha cabeça o que me preocupa. – fazia uma breve pausa, virando meu olhar até o revolucionário. – É algo mais complicado, talvez apenas uma preocupação boba, mas cada um com suas manias não? – respondia ainda que de maneira hesitante. – Se vamos mesmo nos infiltrar, vamos precisar de uma razão para entrar no QG, ao invés de seguir na direção da distração feita por Marco, vamos precisar de prisioneiros, eu posso ser um deles e Felipe ou Tide poderiam ser também, se fossemos levados por vocês, disfarçados de marinheiros, quem iria questionar minha identidade ali nos portões quando eles podem muito bem saber dela uma vez que eu esteja “presa” e quem se importaria em saber quem é uma novata no grupo quando há duas pessoas que estão sendo procuradas na ilha? – falava com determinação.

Ao término da conversa, chegávamos ao local onde o combate ocorria. Distante o suficiente para entrar de maneira abrupta no conflito, já podia observar o estado das coisas. A vantagem numérica era toda nossa, havia mais do que o dobro de revolucionários em comparação aos marinheiros, mas ainda restavam cinco deles. Em uma posição privilegiada, possuía novamente o elemento surpresa em favor do meu grupo. Animada pela vitória, não conseguia me imaginar fria o suficiente para simplesmente parar e observar. – Vicent, posicione-se junto dos demais arqueiros e ajude o grupo de Felipe. – dizia, enquanto procurava observar com atenção todos ali, buscando o filho de Mary e analisando com mais minúcia os oponentes restantes. – Jim, Durong! Se não tiverem uma boa visão para um disparo na cabeça, tentem incapacitar eles por tempo suficiente para que eu os acerte os demais permaneçam com os três, não se exponham a riscos desnecessários. – ditava as ordens e me perguntava intimamente o porquê de estar fazendo aquilo, mas o fazia mesmo assim.

Após falar com Vicent e os demais, me moveria agilmente, buscando uma posição favorável, seja pela lateral ou pelas costas do inimigo. Com as senbons novamente posicionadas, aguardaria pelos disparos dos arqueiros para atacar, atenta aos oponentes e suas armas. Buscaria manter-me em uma distância segura inicialmente, atirando as agulhas nos oponentes que por ventura fossem incapacitados pelas flechas, disparando contra a nuca dos mesmos, tal como na direção de suas espinhas, buscando perfurar o espaço entre suas vertebras, em especial a das regiões cervicais, na região próxima da nuca, onde caso obtivesse sucesso poderia inutiliza-los por completo, sem necessariamente matar eles. Manteria o padrão de esquivas utilizando contra o brutamonte de alguns minutos atrás, tentando sempre adequar a forma de esquiva para o tipo de arma que fosse encarar, embora fosse pouco provável necessitar de algo assim, se conseguisse me manter a uma boa distância deles. – Parece que cheguei a tempo!



Histórico de Elsa Volkerbäll:
 
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MensagemAssunto: Re: 1º Tale: Winds of Winter   1º Tale: Winds of Winter - Página 5 EmptySeg 15 Fev 2016, 01:48


A cada resposta da jovem, a confiança que ela passava para seus aliados apenas crescia. Por isso, acreditavam em seu potencial e agiam como ela pedia. Elsa seguia para a retaguarda do inimigo e não demorava para que a chuva de flechas viesse, matando alguns e derrubando outros. A jovem avançava, acabando o serviço ao incapacitar de vez os marinheiros.

- Parece que cheguei a tempo! - Ela dizia, vendo Felipe no meio dos revolucionários.

- Um cuspe e esses caras morriam. - Seu ''irmão'' respondia.

Com aquilo, luta acabava e os revolucionários haviam saído vitoriosos ali também. Haviam cinco revolucionários feridos junto ao restante do grupo. Vários cadáveres de marinheiros eram jogados dentro da carruagem, prontos para servirem de passagem para entrarem no Quartel General.

O grupo já estava pronto para seguir para a floresta e, por isso, não perderiam tempo ao se juntar com o grupo de Vicent. Desceriam a montanha com cuidado e calma, usando caminhos repletos de neve. Só poderiam relaxar quando finalmente chegassem na floresta em frente aos portões do QG. Mesmo em um ritmo lento, não demorariam para chegar na base da montanha. Seguiriam entre os pinheiros até avistar o segundo grupo responsável pela invasão.

Com sua visão, Elsa poderia ver o portão e as muralhas do QG, com oito guardas em solo na frente dos portões e nas muralhas. Felipe e Vicent conversavam com os líderes do outro grupo, esclarecendo as novas partes do plano. Aos poucos se preparavam para seguir para os portões.

Após a conversa, Vicent se aproximava da jovem - Eles serão o chamariz para caso algo dê errado e nossa presença seja detectada... Vamos nos apressar, Marco já começou sua luta. Lembre-se a partir de agora você é nossa prisioneira. Devo te apresentar aos marinheiros como ''Ás''? - Felipe entrava na carruagem, carregando Tide que estava desacordado. Os revolucionários se vestiam com roupas de marinheiros, acendiam e se organizavam em duas filas. - Veja esse mapa. Tem alguma ideia observando ele? E devo te avisar... Viúva negra gosta de agir sozinha e raramente falhou ao fazer isso... Nossa missão não é simplesmente um ''resgate''. Temos que escoltá-la até a base, pois ela roubará informações importantes hoje. - Ele conversaria com a jovem enquanto trocava suas roupas para a farda de marinheiro, ficando até de cueca em sua frente. - Um grupo pequeno vai levar os prisioneiros até a prisão e lá... Bem, até esse ponto a Viúva negra já vai estar solta, só temos que limpar o caminho. - Colocaria um boné e um bigode falso para só então subir no lugar do cocheiro.

Só faltava Elsa se preparar, posicionando cordas mal amarradas em seu pulso para manter as aparências e em seguida entrar na carruagem para que pudesse ser um dos ''prisioneiros'', só então eles seguissem caminho.

- Já sabem... Vamos com calma. - Eles se aproximariam do portão, com passos lentos. E - com a mesma lentidão - Os portões se abririam, rangendo e revelando a enorme construção usada como base da marinha. Eles entrariam, cumprimentando os soldados que serviam como guardas. Elsa, Felipe e Tide, o dorminhoco, seriam postos fora da carroça.

- Relatório? - Um marinheiro se aproximaria.

Vicent se aproximava confiando em seu disfarce e passava os acontecimentos assim como haviam combinado. Dizia que um grupo pequeno de revolucionários pretendia atacar diretamente o QG, e que foram contidos, mas como consequência, muitos saíram feridos.

- Entendo... E quanto ao Brutamontes? Não me diga que... - O marinheiro perguntava enquanto se aproximava dos ''prisioneiros''. - Felipe... Tide... E... - Olhava para Elsa, pausando a fala para obter alguma resposta e tambem para levar a mão até sua máscara, para puxá-la.


mApa:
 

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MensagemAssunto: Re: 1º Tale: Winds of Winter   1º Tale: Winds of Winter - Página 5 EmptySeg 15 Fev 2016, 16:46

- Who I am?! -




Claro, as flechas e agulhas serviram apenas para constatar que eles estavam mortos mesmo. – dizia sarcasticamente, ajeitando a postura em uma pose triunfante, mas logo cedia relaxando os ombros e inclinando a cabeça. – Mas fico feliz de ver que estão todos bem de qualquer forma. – observava ao redor. Os marinheiros que restavam pareciam bem ‘incapacitados’ a minha visão clínica, os arqueiros de Vicent se mostraram muito eficientes e prestativos a ponto de deixar o golpe final para mim, embora Felipe ainda permanecesse inflexível sobre simplesmente aceitar que eu era demais.

Sem mais oponentes para se preocupar, os revolucionários recolhiam os corpos e os guardavam na carroça, antes de seguirmos, primeiro para reencontrar o grupo de Vicent e depois para seguir até o quartel general da marinha. O Avanço era lento, mas ainda restava tempo e a pressa só poderia levantar mais suspeitas. Descendo a montanha, até atravessar caminhos onde a neve cobria tudo, culminou em finalmente voltarmos para a cobertura da floresta, onde após alguns instantes era capaz de vislumbrar as muralhas do QG. Parávamos a uma distância segura, onde os demais poderiam se trocar e principalmente, onde Felipe juntamente dos outros líderes colocariam em panos limpos o novo plano.

Atenta, observava a tudo em silêncio até que Vicent novamente vinha até mim, para conversar. – Sim, deve me apresentar com Às e apenas isso, se houver questionamentos a mais sobre mim, apenas diga que aquele marinheiro com o martelo me viu sem ela e preferiu que eu me mantivesse com ela, pelo bem de todos, haha. – respondia em relação a forma que deveria ser apresentada aos marinheiros que permaneciam na entrada do Quartel General. Enquanto isso, os demais revolucionários se vestiam com os trajes da marinha e Felipe e Tide entravam na carruagem, sendo o último desacordado. Após observar a cena, o líder dos arqueiros me entregava um mapa, o qual fixava prontamente o olhar, analisando.

- O acesso à prisão é relativamente rápido, com os agentes duplos não será problema chegar até lá, porém ainda temos de considerar que haverá marinheiros no local, para isso podemos forjar uma pequena confissão assim que estivermos lá dentro, assim podemos mover o restante dos marinheiros para o local em que vamos entrar com um falso boato, de que um novo grupo se aproxima isso deverá colocar todos do Quartel General para fora com exceção daqueles que estão na ala médica se recuperando. – falava, ao notar que o rapaz se despia na minha frente, sem muitos pudores. Maliciosamente abaixava o mapa e fazia um comentário igualmente sórdido. – Belo pacote! – e me calava imediatamente, segurando o risinho que deseja soltar imediatamente aquelas palavras. – Hahaha, voltando ao trabalho... – ria, mudando o assunto para o que realmente interessava. – Se tirarmos os marinheiros, poderemos sair pela abertura criada por Felipe. Sobre a Viúva Negra trabalhar sozinho ou não, bem eu não ligo. Vamos dar o nosso melhor e espero que ela o faça também.

Não iria maquinar mil planos mirabolantes, dificilmente todos gravariam as variações e possibilidades que poderiam ou não ocorrer assim que chegássemos a frente aos guardas, agora era apostar no talento de todos e meu obviamente. Habilmente entrelaçava a corda pelas minhas mãos, em uma posição em que pudesse facilmente me ver livre delas e subia na carruagem, onde apenas ouvia o que viria seguir.

A lentidão permanecia, com calma, em plena paz. Mas a ansiedade parecia ser difícil de conter inicialmente. Os portões se abriam e uma vez lá dentro, tanto eu quanto Felipe e Tide eramos postos para fora da carroça. Pela conversa que Vicent tinha com os marinheiros, parecia que tudo correria normalmente, até que eles contavam os prisioneiros e chegava até mim, o marinheiro vinha com suas mãos até minha máscara e eu permanecia tranquila, aguardando a resposta do revolucionário sobre quem eu era, porém caso ainda houvesse dúvida, diria com sarcasmo. – Espero que não tenha muita coisa para vomitar após retirar minha máscara. – diria caso a resposta de Vicent não fosse suficiente, ao mesmo tempo em que sutilmente inclinava o rosto para trás.

Se conseguisse passar por isso, seguiria com o grupo até a prisão, onde uma vez lá libertaríamos a viúva negra. Do contrário, bem todos já estavam prontos para essa possibilidade dessa forma, lutar seria o caminho.



Histórico de Elsa Volkerbäll:
 

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Blood calls for what cannot be denied
The viper remains alive and their children join the hunt
They want to hunt, they must hunt
Their own dreams, their own pain, no going back
Blood calls and only vipers can feel it!~


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MensagemAssunto: Re: 1º Tale: Winds of Winter   1º Tale: Winds of Winter - Página 5 EmptyTer 16 Fev 2016, 19:38

OFF:
 


- Essa ai se identificou como Ás... Ela que derrotou nosso companheiro do Martelo... - Vicent se pronunciava após ver que a jovem não se apresentaria por conta própria.

- Ela derrotou Eniel? Estranho... - Ele erguia sua máscara, dando uma boa olhada em seu rosto. - Não conheço nem o nome e nem o rosto... De qualquer forma, levem eles para a prisão. Ordenarei que mais um grupo siga para a floresta... Deve haver mais de onde esses vieram.

Alguns dos revolucionários disfarçados se aproximavam, pousando as mãos nas costas de Felipe e Elsa para guiá-los até a prisão. Tide era carregado por outros dois companheiros do exercito, que reclamavam de seu peso. Vicent tomava a frente e começava a andar, se despedindo do marinheiro. Seguiam até a entrada do prédio, onde viam um corredor largo e com o teto em uma altura grande. Parecia ter sido feito pelas medidas do gigante que Elsa tinha derrotado há algum tempo.

- Han? - Estavam prontos para entrar na sala indicada no mapa onde havia um alçapão que levava às celas, mas paravam quando viam a presença daquela pessoa no corredor - Te-Tenente Pollyana? - Vicent batia continência, simulando respeito.

- Olá... Ér...

- Soldado Heins, senhora. Eu estava no grupo do Eniel. Infelizmente, ele... - Abaixava a cabeça, com pesar em suas palavras. - ...Foi um grupo do exército inimigo que se escondia pelas montanhas. Nós os derrotamos, mas muitos morreram ou saíram feridos e, entre eles, está o Eniel. Ele caiu em um desfiladeiro, não tivemos como localizá-lo... Tínhamos que nos apressar para reportar...

Ela pousava a mão em seu peito, tentado o acalma. - Relaxe, Soldado. Sem frescura.

O revolucionário engolia a falsidade para questioná-la - Senhora, se me permite perguntar, o que faz por aqui? - Ele prosseguia com a conversa.

- Eu estava dando suporte e recebendo relatórios através dos den den mushis, foi ai que uma marinheira entrou desesperada em minha sala dizendo que tinha encontrado um buraco por baixo da muralha... Sabe algo sobre isso?

Vicent engoliu o seco, não sabia como proceder. Algumas palavras tentavam escapar, mas ele hesitava. Qualquer erro e tudo iria agua a baixo.

- Pollyana! Que bom que está aqui... - O agente que acompanhava Marco quando Elsa o viu pela primeira vez se aproximava, parando aquela conversa. - Sim, encontramos um buraco! Venha, é Urgente! - Pollyana assentia e seguia com o agente até o campo aberto, onde o restante do grupo de Felipe estava. No meio do caminho, o agente olhava para trás e piscava. O que aquilo significava? Quem sabe...

- Eu acho que isso é obra da Viúva negra... Criou uma distração para fazer a parte dela na sala do capitão. Eu tinha em mente que ela poderia fazer algo como isso... Mas já que perdemos nossa saída mais provável, dependemos de Kim e Durong para que saiamos pelo portão. Por isso, fiquem prontos para abrir caminho entre aqueles guardas do portão de antes. - Vicent combinava com eles, sussurrando. - Aliás, aquele é um de nossos agentes duplos que está sabotando o posicionamento dos marinheiros. - E assim, ao invés de entrarem na prisão, apenas esperavam no corredor, observando a reação de seus aliados revolucionários.

Alguns marinheiros se juntavam no buraco feito, averiguando a situação junto com a tenente. Não demorou muito para que uma sirene tocasse. E, no meio da barulheira, um vulto passava logo em frente a Elsa, pousando no chão após cair do alto. Era uma marinheira, ou quase isso... - Aqui está... - Ela mostrava uns papeis.

- Viúva Negra... - Vincent dizia, surpreso.

- Vamos nos apressar... Não demorará para sermos notados.

Eles seguiam para fora, em direção à carruagem. Felipe desfazia o nó que prendia seus braços e dizia - Escutem, se algo der errado, me deixem para trás. Eu sozinho consigo parar Pollyana e mais 10 marinheiros, então vão em frente. Eu... Confio em Marco. - Eles se escondiam atrás da carruagem e se armavam novamente. Agora haviam no mínimo vinte marinheiros por perto, sem contar com a segunda em comando do QG.

A sirene continuava, e aquele grupo disfarçado se tornava cada vez mais suspeito. Eventualmente, os portões seriam abertos e eles teriam que abrir caminho e iniciar uma fuga. A missão estava em sua reta final.

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MensagemAssunto: Re: 1º Tale: Winds of Winter   1º Tale: Winds of Winter - Página 5 EmptyTer 16 Fev 2016, 22:22

- Party Hard! -




O olhar contrariado e o suspiro de indignação eram as únicas coisas notáveis em mim quando o marinheiro levantou minha máscara. – Péssima escolha. – pensava após ele ter liberado o grupo para seguir até a prisão. Não acreditar que eu era capaz de derrubar o tal de Eniel era o menos dos problemas, na realidade eu pouco ligava para aquilo. Mas mexer na minha máscara? Nesse caso, as coisas mudam e por mais que não tivesse lá muita vontade de realizar aquela parte crucial em meio a batalhas, certamente algumas agulhas iriam voar por ali, em especial na direção de certa garganta.

Seguia junto de Vicent e os demais revolucionários até a entrada de onde estaria a Viúva Negra, passando por um corredor exageradamente grande, ao que tudo indicava, era algo para facilitar a acessibilidade de Eniel, uma pena, pois o dinheiro gasto para aquilo foi completamente desperdiçado. Tudo seguia de forma tranquila, até sermos surpreendidos por uma presença inesperada, se bem que eu já havia pensado nessa possibilidade no dia anterior ao ver Stuart e Pollyana juntos. – Não há porque por os dois principais líderes juntos em uma batalha e abandonar o QG, isso é meio que esperado. – pensava relutante de que as coisas fossem tão rapidamente desmascaradas.

Felizmente o excesso de trabalho, aliado a alta patente faziam da Tenente pouco conhecedora da camada mais “baixa” do seu quartel general. Ela não suspeitava de Vicent e o aceitava como marinheiro, apenas pelo respeito a ela demonstrado em conjunto de uma naturalidade que davam as palavras do revolucionário um tom quase verídico. Silenciosamente, apenas escutava tudo o que era dito até o momento em que Clark surgia, inicialmente para minha preocupação, porém os fatos que se seguiram com ele e Pollyana deixavam-me aliviada.

O piscar lançado a nós após ele conseguir afastar Pollyana do grupo podia indicar tantas coisas e por mais que pensasse em dezenas de razões para aquilo, optei pela objetividade e simplesmente ignorar aquilo no momento. Vicent comentava conosco sobre a possibilidade da situação que trouxera o interesse amoroso do Capitão do QG para a prisão ser obra da viúva negra. Mas certamente a surpresa era o fato do agente Clark ser um dos agentes duplos dentro do local. – Só espero que ela não demore muito. – comentava em tom de voz baixo, enquanto todos nós esperávamos no corredor.

E de fato, não demorara muito tempo. Enquanto os marinheiros se posicionavam próximo ao buraco feito por Felipe um vulto parava próximo de nós, em aparência parecia tratar-se de uma marinheira, mas a fala e os papeis que exibia com certo orgulho indicavam que nosso objetivo acabava de chegar. – Vamos lá pessoal, ouviram a moça! – dizia com certa euforia.

Seguíamos para fora da prisão, parando atrás da carruagem usada para entrar no quartel, enquanto todos voltavam a ser armar Felipe falava sobre a possibilidade de algo dar errado e caso as coisas chegassem a um ponto complicado, que ele devesse ficar para trás e ganhar tempo para que os demais fugissem. – As coisas não vão chegar a esse ponto Felipe, entramos aqui juntos e sairemos daqui juntos! – rebatia com certa ferocidade, não gostava muito da ideia de sacrifícios, ainda mais quando considerava estar com a vantagem naquele momento.

Após retirar as cordas que aparentemente prendiam meus braços, colocava as senbons em posição antes de observar a muralha, na esperança de encontrar os arqueiros de Vicent por lá. Embora a presença ou ausência dos mesmos não significava que as coisas se tornariam menos perigosa. Havia cerca de vinte marinheiros e podia esperar que pelo menos cada um dos revolucionários fosse capaz de lidar com no mínimo dois deles, mas isso era algo que só dependeria deles próprios, se eu não fosse capaz de fazer a minha parte não estaria em posição de cobrar algo deles. – Hora do show! – comentava antes de iniciar o ataque.

Sairia da proteção da carroça visando o marinheiro mais próximo de meu alcance. Atiraria as senbons, visando acertar pelo menos duas delas na dobra dos joelhos e as demais na nuca do mesmo, visando um rápido abatimento para só então escorar-me no corpo e usá-lo como uma breve proteção contra eventuais tiros que pudessem ser disparados. Voltaria a por as senbons entre os dedos enquanto observaria a situação ao redor, em busca do marinheiro que me vira na entrada, havia o estipulado como alvo principal naquela ocasião e certamente estava disposta a eliminá-lo o mais breve possível. Abandonaria a proteção caso não fosse possível carrega-la por pelo menos alguns metros comigo e então começaria uma rápida corrida, atenta a eventuais ataques direcionados a mim, caso necessário fosse dispararia as senbons contra os atacantes mais difíceis de evitar, para pelo menos garantir uma maior chance de esquiva ao mirar os olhos ou os joelhos, para que dificultassem qualquer oportunidade de concluir seus ataques ou de iniciarem uma perseguição contra mim.

Utilizaria de giros de corpo e saltos para evitar os golpes durante a corrida e uma vez que estivesse no alcance desejado, atiraria as agulhas na direção da garganta do alvo, reservando duas específicas para atingir-lhe em pontos específicos na perna, onde seria capaz de gerar uma forte e imediata dor na região, caso não conseguisse o matar de imediato. Se em alguma ocasião, me encontrasse incapaz de alcança-lo no momento ou corresse um grande risco de ser atingida por outros ataques, abriria distância dos inimigos com um longo salto, atenta a quaisquer surpresas que pudessem vir a ocorrer, para que pudesse me esquivar da melhor forma que pudesse delas.



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MensagemAssunto: Re: 1º Tale: Winds of Winter   1º Tale: Winds of Winter - Página 5 EmptyQui 18 Fev 2016, 05:17


Aquele exército estava pisando em território inimigo e rodeado de oponentes. Ainda não tinham sido descobertos, mas o peso da apreensão em suas costas era atormentador. Todos os revolucionários se sentiam pelo menos um pouco apreensivos... Todos, menos ela. – Hora do show! – Se atrevia a dar aquele comentário antes de sair de perto dos comandantes da missão, iniciando repentinamente o combate que seria inevitável.

- Espera, volta aqui! - Felipe tentou pará-la com aquelas palavras, mas ao ver que ela insistiria naquele ataque acabou a seguindo.

Elsa seguia para o marinheiro mais próximo de si: Um que andava com um grupo recém-chegado daquele lado e que, por coincidência, era o que havia visto seu rosto. Ela lançava duas senbons em direção aos joelhos e outras seis em direção à nuca do marinheiro, fazendo ele cair paralisado. - O-o que? - O grupo daquele soldado avançava para tentar retaliar a ação da jovem, mas Felipe vinha logo atrás e fazia todos eles voltarem para trás com um único golpe da marreta. Eles só paravam ao se chocarem com a parede do quartel general.

- Os prisioneiros escaparam! - Os marinheiros que averiguavam o buraco no chão próximo da muralha se aproximavam e, junto deles, vinha a tenente Pollyana. Eles se posicionavam e mandavam uma rajada de tiros em direção aos dois ''prisioneiros''. Elsa evitava ser atingida ao ficar atrás do corpo de seu oponente caído, já Felipe conseguia evitar os tiros bloqueando os projeteis com suas manoplas.

A jovem de cabelos brancos não parava. Ela corria em direção a Pollyana, usando de giros e saltos para evitar tiros. Eram muitos inimigos e mais uma vez ela conseguia evitar ferimentos letais, mas dessa vez as balas conseguiam dar-lhe cortes profundos em seus braços e pernas. Porém, mesmo com os ferimentos e com sua movimentação constante, ela conseguia mandar três agulhas em direção à garganta da Tenente e logo em seguida já mirava mais duas para seus joelhos. Pollyana sacava a espada e parava as agulhas girando sua arma, agindo tão rápido que Elsa mal pôde acompanhar seus movimentos.

Logo em seguida, a jovem médica sentia forte puxão em suas costas. - Se atente e não morra. O objetivo atual não é ficar aqui e tentar destruir um QG com só esses homens. - Felipe fazia ela parar e tomava a frente, bloqueando os tiros constantes. A jovem pulava para trás, se afastando ainda mais dos oponentes.

Mais marinheiros apareciam no pátio e se juntavam aos que já se esforçavam antes para conter a fuga. Agora já eram tantos que seria difícil contar - Ei! O que pensam que estão fazendo a essa hora? - A tenente vociferava ao ver os portões sendo abertos.

- É agora, Ás.

Alguns revolucionários preparavam a carruagem que levava os feridos e os cadáveres e seguiam para a saída. Com as portas abertas, Elsa conseguia ver doze inimigos da guarda impedindo a passagem. E mais longe, conseguia ver com detalhes que o grupo de aliados na floresta estava tendo problemas com uma equipe do governo.

- Eu sabia... São os invasores. Parem eles!

Agora o objetivo seria concluir a fuga, irrompendo qualquer tropa inimiga que tentassem os parar.

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MensagemAssunto: Re: 1º Tale: Winds of Winter   1º Tale: Winds of Winter - Página 5 EmptySex 19 Fev 2016, 00:08

- Team Revolution x Team Marine -




Ainda me recordava da minha primeira experiência com batalhas, se é que podia chama-la daquele jeito. Em um navio, sob os olhos do meu pai eu havia apanhado muito, ou pelo menos fora isso o que eu considerei o soco que havia levado antes de apagar. ‘Eu não sou uma lutadora’, o pensamento havia fincado garras na minha maneira de agir e somente a muito custo consegui me desprender dessa equivocada convicção. A busca por um estilo no qual eu pudesse lutar em plena liberdade onde eu podia traduzir cada movimento e cada ataque como algo único e exclusivamente meu. Ainda me recordava de como Oberyn, minha irmã mais velha traduzia aquela sensação sob sua concepção. Diversão! A capacidade de não se ater a pressão, ao nervosismo de estar bem mesmo quando tudo ao redor parece andar rumo ao caos, era assim que me sentia sobre lutar agora.

Livre das inseguranças, comprometida por uma causa e sob os alicerces de um ensinamento rígido me via fortalecida e ousada a ponto de esbanjar de forma aberta toda minha confiança. Em um momento de absoluta solidão e talvez puro egoísmo, avançava sozinha em direção aos marinheiros, o que obrigou Felipe a agir de forma muito mais incisiva do que despejar palavras que não seriam ouvidas de qualquer forma. Meu alvo havia sido identificado, travado e imediatamente neutralizado com uma precisão na qual humildemente, se bem que nem tanto, tratava como ‘cirúrgica’. A reação ainda que surpresa dos marinheiros que andavam com o alvo só não foi mais rápida que o brandir da marreta de Felipe, que os arremessou de encontra a parede do Quartel General. – E ele acerta! Ponto para os Revolucionários! – socava o ar em animação ao ver o movimento do filho de Mary, enquanto os demais soldados notavam que algo de errado estava ocorrendo.

Eles não precisam gritar todos já viram que escapamos! – questionava o grito de alerta como se fosse algo absurdo, enquanto os tiros eram disparados após os demais marinheiros terem se aproximado e se posicionado para tal. A excitação a flor da pele não me iludia a ponto de me achar invencível e por isso usava do corpo paralisado do marinheiro como um escudo para evitar a primeira rajada de tiros, enquanto Felipe se defendia com suas manoplas. Ao identificar uma brecha possível, abandonava a proteção do já não tão vivo e eternamente paralisado soldado e avançava contra Pollyana. E durante aqueles breves segundos, onde os tiros que não me acertavam de maneira letal, apenas ‘cortavam’ de maneira um pouco menos superficial minha carne eu me perguntava por que razão havia decidido atacar logo a mais casca grossa do local?

Por que eu não ligo? – As senbons dançavam pelos meus dedos, enquanto executava os giros. – Por que me pareceu a ideia mais legal? – eu ajeitava meu corpo e disparava as agulhas contra a garganta da marinheira e logo em seguida outras em direção aos joelhos da mesma. – É, definitivamente um pouco das duas opções. – Respondia a própria dúvida enquanto vislumbrava o manejo da espada daquela Tenente. – Tá de brincadeira... – parava de me mover por alguns instantes, o suficiente para sentir o puxão me levar para trás, era Felipe, mais uma vez. No íntimo, compreendia a importância daquelas palavras e a fidelidade dele para aquele plano, mas na hora eu só conseguia o responder de uma única e sincera maneira. – Aquela vaca parou o meu ataque! E eu quase não pude acompanhar ela! – ele se colocava a minha frente, protegendo-me dos tiros. – Eu quero um segundo round! Eu posso derrotar ela! – vociferava em plena confiança, mas meu corpo rapidamente se movia para trás em um claro recuo.

Mais marinheiros surgiam, como um enxame de abelhas. Persistir em um combate seria suicídio e eu teria de aceitar aquela ideia, por mais que Pollyana tenha instigado meu interesse. A tenente gritava ao notar os portões se abrindo e Felipe dava o sinal para que todos fugissem dali. – Sem sacrifícios ouviu! – gritava em resposta, antes de vislumbrar os doze oponentes que surgiam no caminho da carruagem de transporte. – Cruzaram o caminho errado! – balbuciava ao notar que não apenas no portão, mas na floresta os demais revolucionários enfrentavam problemas. Disparava na direção do portão, alguns segundos após ouvir Felipe pela última vez. – Vicent! – a voz alta e abafada era lançada na esperança de ser ouvida pelo arqueiro. – Cobertura! – a estratégia de antes, mas desta vez com os oponentes de frente para nós.

Com as senbons em punho novamente, aguardava que o revolucionário me ajudasse, atirando contra os alvos resistentes no portão. Mas desta vez, a possibilidade deles se esquivarem era bem maior. – Maior? Isso é relativo. – pensava naquela situação com um leve sorriso no rosto. De maneira analítica, observaria o comportamento daqueles marinheiros e definiria um alvo por vez para lidar. Se Vicent contribuísse com as flechas aguardaria pela reação do oponente a elas, esperando o momento exato de suas esquivas para então disparar as senbons nos pontos onde eles seriam incapazes de proteger ou evitar, prevaleceria o interesse de inutilizar a movimentação deles, paralisá-los com as senbons na nuca ou em uma brecha grande demais para ser desperdiçado mata-los. Caso não viessem as flechas de VIcent, utilizaria uma única senbons das que tinha em mãos para fazer o papel da flecha.

Se os oponentes em sua maioria utilizassem armas corpo a corpo, focaria naquele com a arma de maior alcance ou o atirador para lidar de imediato e caso obtivesse sucesso nisso, me movimentaria rapidamente até entrar no alcance dos demais, a uma média distância, evitar o disparo das senbons se tornaria algo bem mais desafiador além de que caso preciso fosse instigar seus ataques para imediatamente esquivar-me destes e cravas as agulhas sem precisar dos arremessos. Visando novamente pontos bem sensíveis do corpo, onde a pressão do dia a dia se acumulava e onde os menores estímulos poderia desencadear uma grande dor, os pontos nos ombros, dos joelhos e das costas poderiam incapacita-los por tempo suficiente para que os demais revolucionários terminassem o serviço ou simplesmente avançassem sem resistência. Uma vez que obtivesse sucesso nessa investida mais audaciosa, me posicionaria as costas dos marinheiros onde novamente me aproveitaria do alcance para me afastar a medida que arremessava as agulhas contra os pontos citados anteriormente.

Toda minha movimentação se manteria baseada na constante oscilação dos movimentos, alternando entre longos estirões e curtos dashes laterais para buscar um melhor posicionamento para avançar e/ou atacar. Manteria os giros de corpo para evitar golpes de médio/longo alcance e verticais dos quais julgasse ser fáceis de evitar e de saltos ou agachamentos para evitar os golpes horizontais. Só utilizaria de rolamentos para buscar um brusco encurtamento entre mim e o oponente, visando um golpe físico, cravando a agulha sem arremessa-la.



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MensagemAssunto: Re: 1º Tale: Winds of Winter   1º Tale: Winds of Winter - Página 5 EmptySab 20 Fev 2016, 13:03

Elsa apertava o passo e seguia para a saída enquanto a carruagem manobrava para que pudesse sair. Mais uma vez a jovem agia sem hesitar, mas sempre com certa prudência – Vicent! – a voz alta e abafada era lançada na esperança de ser ouvida pelo arqueiro. – Cobertura! - Antes mesmo que terminasse a última sílaba, uma flecha passava ao seu lado, assobiando e enfim parando ao atingir a cabeça de um dos marinheiros.

Ela lançava sua primeira rajada de agulhas, que era facilmente evitada pela primeira linha dos defensores inimigos, mas as senbons seguiam em frente e pegavam outros dois marinheiros desprevenidos, graças ao pouco tempo de reação. Um era um atirador, que acabava sendo cegado pelas armas da ninja e o outro era um lutador, que recebia agulhas no peito e no braço, mas continuava em prontidão para enfrentá-la.

- Maldita! - Dois espadachins avançavam em sua direção, enquanto dos outros marinheiros eram parados por outros aliados que haviam seguido Elsa em sua ofensiva.

Os espadachins faziam suas lâminas dançarem em frente a jovem, mas ela conseguia escapar de cada corte com perspicácia e, por fim, conseguia avançar para a lateral de um daqueles espadachins e acabava fincando quatro agulhas no pescoço e na nuca do marinheiro, fazendo ele cair no chão sem vida. - JACK! - O companheiro daquele homem tentava vingar sua morte, mas também ia ao chão, sendo enterrado no mesmo ao ser pisoteado pelos dois cavalos uqe puxavam a carruagem.

- Vem comigo. - Vicent puxava a garota para dentro do veículo, onde encontraria Felipe, Vicent, Viúva negra, três arqueiros e um lanceiro que guiava a carroça.

Os revolucionários saiam de vez do QG, irrompendo entra aqueles que insistiam em tentar pará-los. Os marinheiros vinham logo atrás, Tenente Pollyana e outros cinco se aproximavam em grande velocidade, montados a cavalo.

- É o jeito, Vicent... - Felipe observava pela janela, vendo os inimigos se aproximarem em grande número. - Ir direto para nossa base é arriscado. Por isso, sigam para as entradas do mercado do Seu madruga... Ele cobrirá vocês.

- Mas e quanto a você? Desde quando é do tipo que curte suicídio? - Vicent o repreendia.

- Idiota... Irei me juntar ao pessoal do Ferdinand na floresta e abrir caminho para seguir até o grupo do Marco. A prioridade aqui é conseguir concretizar o resgate dela para que tenhamos as informações... Lembrem que eu sou o primeiro em comando, então confiem em mim. Agora desçam, sem questionar.

- Como sempre um teimoso, mas fazer o que... Vamos confiar no filho da velha. - Viúva negra se pronunciava.

Eles entravam na floresta e paravam a carruagem logo ao lado do conflito de seus aliados. Todos daquele grupo eram obrigados por Felipe a descerem. - Pelo menos me prometa que vai sair dessa para me pagar as vinte e sete rodadas de cachaça que você me deve, caba safado!

- YAHAHAHA! Chegar aos trinta é minha nova meta. - Ele gargalhava, entrando na carroça mais uma vez.

Temos que nos esgueirar pela floresta e achar o túnel para seguir para o mercado negro comandado pelo Madruga. Agora! - Eles seguiriam no meio da floresta densa, andando do lado da base da montanha. Seria mais um daqueles momentos em que o silencio forçava ao comandante tentar puxar conversa, mas dessa vez estariam do lado do perigo.

O que Elsa faria?

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MensagemAssunto: Re: 1º Tale: Winds of Winter   1º Tale: Winds of Winter - Página 5 EmptySab 20 Fev 2016, 16:51

- Search some Friends -




Quase sempre e na maior parte de todas as atividades que envolvam um determinado grupo, o sincronismo e o entrosamento dos membros deste, implica diretamente no resultado de uma atividade, porém sempre houve fatores a se levar em consideração numa situação dessas. Era preciso tempo para que houvesse plena confiança em cada um de seus membros, conhecimento de suas capacidades e muita experiência para que todos se encontrem em um patamar equilibrado. Poderia eu julgar aquilo como regras que, como qualquer outra, está fadada a ter suas exceções. O talento, a maldita palavra na qual se justifica aqueles que fogem a simples noção do habilidoso para tornar-se genial, o mundo estava repleto de casos assim e eu mesma podia sentia que algo semelhante ocorria naquele ataque ao Quartel General.

Estava integrada ao grupo, se é que poderia julgar-me assim, a cerca de poucas horas, mas a entrega na qual havia depositado naquilo e a mútua confiança que parecíamos ter nutrido em tão curto espaço de tempo, sintetizava um trabalho em equipe no qual o talento se misturava ao puro instinto de batalha e sobrevivência. Acuados em um ambiente hostil, com uma única saída a nossa disposição e Vicent parecia só ter ouvidos para mim, a flecha varava o ar com velocidade e precisão, abrindo caminho para que eu pudesse junto de outros revolucionários que se juntavam a minha investida, forçar a passagem em um breve e intenso banho de sangue. Um atirador pouco poderia fazer sem seus olhos, o espadachim que avançara em pura fúria morria com agulhas demais na cabeça e seu companheiro sedento pela vingança, não notava o avanço dos cavalos que o ignoravam, esmagando-o com violência no chão em uma vista não muito agradável a aqueles com fraco estômago.

Vicent chamava-me naquele mesmo instante, as palavras dele fizeram-me erguer a mão para que eu fosse puxada pelo mesmo até a carruagem onde não apenas ele e mais um pequeno grupo de revolucionários se encontravam, mas também Felipe e a Viúva Negra. Enquanto forçávamos com sucesso nossa saída do Quartel General, mas como nem tudo era simples como queriam que fosse Pollyana e um pequeno grupo de marinheiros nos seguiam a cavalo. – Mais tarde, isso vai doer muito! – fazia a observação ao notar os múltiplos ferimentos que havia ganhado durante as lutas, a adrenalina ajudava a ignorar parte da dor embora a que sentisse naquele momento já era suficientemente incômoda, que dirá quando estivesse relaxada.

Felipe comentava com todos ali sobre o quão arriscado seria ir de imediato a base do grupo, enquanto observava a perseguição da Tenente. Com o comando do grupo nas mãos ele optava por nos mandar seguir em busca de tal de Madruga, o que explicitamente dava a entender de que ele assumiria um papel de isca para nossos perseguidores. Uma atitude corajosa, mas que não encontrava seu valor aos meus olhos e principalmente aos de Vicent que reclamava de maneira mais aberta enquanto eu apenas tentava recuperar o fôlego, enquanto o observava com desaprovação. O filho de Mary por sua vez, parecia ter um plano com tudo aquilo e suas palavras de certa maneira pareciam agradar a Viúva Negra que, mesmo contrariada pela teimosia do homem dava um voto de confiança. A carruagem seguia pela floresta, próxima ao conflito e então parava para que todos descessem, com exceção do comandante.

Uff... – suspirava. - ...tudo bem então, você sabe o que está fazendo afinal de contas. – as palavras arrastadas era um claro sinal de que não concordava totalmente com aquilo, mas era um voto de confiança no qual devia a ele. Havíamos entrado em um atrito desde que nos conhecemos na loja de armas e desde então sentia que não fazia o menor esforço para respeitar suas opiniões, o que era um erro tremendo de minha parte, uma vez que ele mesmo que de forma turrona ouvia as minhas, era preciso dar o braço a torcer e só então, mesmo que a contra gosto deixar que ele seguisse o que julgava ser certo, mesmo que tivesse de ir ajuda-lo depois, porém devia isto a ele. Todos desciam da carruagem, com exceção de Felipe e Vicent se despedia de uma maneira mais descontraída do revolucionário.

Agora sozinhos em meio a densa floresta, caminhávamos sobre o chão que parecia algumas vezes alternar entre a terra e a neve, novamente o silêncio se instaurava entre todos após Vicent comentar sobre a passagem que dava para o Mercado Negro, comandado pelo tal de Madruga. A máscara ficava subitamente mais abafada que o normal e as feridas pareciam doer muito mais agora que começava a relaxar o corpo. – Se eu não fosse tão calminha. – reclamava de meu próprio temperamento, embora o mesmo fosse a grande parte das ocasiões extremamente útil.

Caminhava atenta aos pinheiros próximos, observando-os com cuidado, tal como o chão buscando possíveis armadilhas ou pegadas suspeitas, mantinha as senbons em punho, prontas para serem atacadas a qualquer sinal de perigo, porém caso algum ataque recaísse sobre o grupo e eu pudesse notar antes destes, chamaria atenção de todos. – Protejam-se! – enquanto me moveria em busca de cobertura atrás de alguma árvore ou rocha, procurava naquela situação observar o ambiente e os oponentes inicialmente, antes de tomar uma atitude mais perigosa. Diferente de um campo aberto, ali na floresta as opções de ataques se diversificavam e um passo errado resultaria em algo bem mais perigoso a mim e ao grupo. Porém, caso mantivéssemos o silêncio e uma passagem tranquila, observaria a base da montanha buscando a entrada a qual nos interessava.



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MensagemAssunto: Re: 1º Tale: Winds of Winter   1º Tale: Winds of Winter - Página 5 EmptyDom 21 Fev 2016, 15:01

POST BETA VERSÃO 0.9
Postei só com ações e sem detalhes por que sou o bichão mesmo. Qualquer coisa, skype. Vlw, flw !!

Uff... – suspirava. - ...tudo bem então, você sabe o que está fazendo afinal de contas. - Ela dizia ao ver Felipe se afastar, derrubando aqueles que se atreviam a se aproximar daquele grupo.

Graças ao seu ''irmão'' ela conseguia seguir seu caminho sem muitos perigos, tendo apenas que enfrentar alguns inimigos no caminho, mas nada que seus aliados não conseguissem lidar facilmente. Após algum tempo, entravam em uma caverna. - Eles nos seguirão. Mas não tem problema... - Eles seguiam em uma breve caminhada pelo túnel estreito.

Chegariam em um poço, onde cada um pulava na agua, seguindo as ordens do líder. Caso Elsa fizesse o mesmo, seria guiada até uma fenda que o levaria uma passagem. Emergiria novamente, dessa vez em um cenário novo.

Havia algumas barracas improvisadas em madeira e o clima não era nada agradável, principalmente pela aparência do lugar que parecia combinar com seus vendedores: Era um ambiente hostil, envelhecido e habitado por vários tipos de insetos e até mesmo animais das neves e ainda acompanhava um um cheiro fétido de urina... Mas os serviços e os preços ali prestados pareciam ser interessantes, com pessoas que se ofereciam como mercenários, pessoas que prometiam dinheiro fácil, detetives particulares ou ate mesmo conselheiros. Havia uma variedade de itens que poderiam ser comprados, alguns até com preço mais favorável que a loja de Felipe.

O grupo sairia da agua e se acomodaria no chão ao lado das aguas.

- Fora de perigo. A missão acabou para a gente. - Ele diria, ofegante - Não perca tempo, Amara... Quando o navio de escravos chegará?

Ela pegava o papel, que se desfazia pelo fato de ter sido molhado. - Bem mais cedo que esperávamos... O mais próximo será nessa madrugada ou no amanhecer.

- Teremos tão pouco tempo para nos recuperar... Ás, devo te explicar do que a missão se trata. A gente roubou a lista dos navios de nobres que chegarão nessa ilha em busca das especiarias e recursos da ilha. Com os nomes, sabemos quais navios terão escravos a serem libertados. De quebra, teremos recursos para nossa jornada para a Grand Line.

Elsa estava perdendo sangue e também sentia fome.

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MensagemAssunto: Re: 1º Tale: Winds of Winter   1º Tale: Winds of Winter - Página 5 EmptyDom 21 Fev 2016, 18:19

- Black Market, Red People -

 

 

 

 

Felipe já deveria se encontrar a muitos metros de distância, mas o som da carruagem a partir no horizonte ainda era algo presente a minha mente e por alguns breves segundos, também aos meus ouvidos. Em um completo e forçado desmantelamento daquele grupo que havia invadido o quartel general da marinha, poucos restavam agora naquela silenciosa caminhada enquanto não muito longe dali as batalhas ainda ocorriam plenamente. Não parecia haver demasiado perigo nas proximidades, mas a cautela cumpria bem seu papel psicológico, inibindo até mesmo Vicent de iniciar uma breve e despreocupada conversa durante o trajeto pelo qual seguíamos. Os poucos oponentes que surgiam eram facilmente ‘controlados’ pelos demais revolucionários que caminhavam conosco o que ao final de tudo sim, podia considerar que foi o trecho mais tranquilo de toda aquela missão.

 

Sob o comando de Vicent, alcançávamos uma caverna na base da montanha, as palavras do arqueiro davam a entender que pouco importava naquele momento se os marinheiros ou agentes da ilha descobrissem o local e então voltávamos a caminhar sob o estreito e escuro caminho. A tensão de antes se esvaia rapidamente e os ferimentos começavam a cobrar seu preço, meus passos já estavam notavelmente mais lentos do que antes e a postura altiva aos poucos se tornava mais arrastada, não podia enxergar com clareza naquele local, mas o toque indicava que minhas roupas já estavam tingidas e úmidas com o vermelho do sangue. – Sorte que o tecido escuro não dá muita pinta. – procurava manter-me firme, mesmo com toda aquela dor, embora a própria máscara tornava-se um incômodo.

 

Alcançávamos um poço, após alguns minutos de caminhada caverna adentro e éramos todos instruídos a pular nele, em direção à água. Relutante, esperei alguns revolucionários irem à frente para só então jogar-me em direção a água fria onde, uma vez nesta era guiada pelos demais até uma fenda, que revelava uma passagem e depois desta para um novo lugar. – Meu Deus... – não escondia a surpresa ao avistar o mercado negro. As roupas molhadas pareciam aumentar o peso e fazia o meu avanço ser ainda mais lento embora o ato de me molhar tenha de certa forma, me colocado novamente em alerta, o suficiente para observar o local com mais calma.

 

Enquanto observava tudo, buscava o descanso no chão mesmo, tal como todos os demais. O cheiro forte da urina parecia se acumular dentro da máscara e impregnar minhas roupas, havia chegado ao limite do que podia suportar e precisava dar uma pausa, pelo meu próprio bem. Relaxada, movia a mão para retirar a máscara e recolher a manta até meus ombros e a sensação de me ver livre daquele fardo totalmente consciente era indescritível. – Arf...arf...uuf! – ainda arfava de alívio enquanto pousava o objeto sobre meu colo para enfim avaliar minhas feridas. Livres do perigo, Vicent enfim voltava a falar, mesmo que igualmente ofegante. – É estranho ter acabado pra gente, quando ainda não acabou para os outros. – rebatia, mas ainda analisando os cortes que havia sofrido, complementava. – Arf...espero que Marco, Felipe e os demais estejam bem. – dizia com uma careta no rosto ao passar os dedos sobre um corte mais profundo.

 

Em meio a breve conversa, descobria o nome da viúva negra e não podia deixar escapar a chance de um comentário. – Amara? Certamente é melhor do que chamar você de Viúva negra a todo tempo. – lançava um sorriso tímido e doloroso, enquanto me limitava a partir daquele momento, apenas escutar o que era dito pelos dois até novamente ser chamada a atenção. Aparentemente uma nova missão e a julgar pela forma que a tratavam, seria algo que começaria muito brevemente. – Não precisa se preocupar comigo, estarei bem logo. Só preciso fechar uns ferimentos, parar uns sangramentos, coisa boba. – tentava passar confiança por meio da fala e do sorriso, este já não oculto pela máscara. – Agora que você mencionou, creio que os recursos pouco importam no caso, minha prioridade certamente será os escravos. – fazia uma breve pausa. – Só uma coisa, há alguma joia interessante nisso ai? Um par de brincos, um colar de diamantes? – obrigações em primeiro lugar, mas o que custava saber se haveria um pouco de diversão e uma pitada egoísmo?

 

Com tudo o que era pra fazermos dito, era o momento de nos preparar para a missão o que naquele caso era simplesmente se recuperar. – Vicent, estou meio zerada de dinheiro, você poderia arranjar um kit médico para que eu possa tratar dos ferimentos do pessoal e bem, meus também né. – preferia de maneira educada, não revelar que estava com fome, porém o estômago fazia questão de alertar a todos ali sobre tal fato e eu, envergonhada com aquilo dizia de maneira tímida. – Também não recuso comida, mesmo que seja rato assado. – Com fome, qualquer coisa era válida naquele momento. Permaneceria no local, já não me via em condições de dar mais um passo devido ao cansaço e a dor, se Vicent quisesse seguir conosco para outro local bem, alguém terá de me carregar.


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~The winds of winter approaching
Blood calls for what cannot be denied
The viper remains alive and their children join the hunt
They want to hunt, they must hunt
Their own dreams, their own pain, no going back
Blood calls and only vipers can feel it!~


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