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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 1º Tale: Winds of Winter

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: 1º Tale: Winds of Winter   1º Tale: Winds of Winter - Página 3 EmptyQua 6 Jan - 14:42

Relembrando a primeira mensagem :

1º Tale: Winds of Winter

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Elsa "Às" Volkerbäll. A qual não possui narrador definido.


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Volker
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MensagemAssunto: Re: 1º Tale: Winds of Winter   1º Tale: Winds of Winter - Página 3 EmptyQui 21 Jan - 16:51

- Marco -




Agora as coisas começavam a lentamente fazer sentido, ou pelo menos já não estava tão mais perdida naquela confusão. Mifuze parecia, tal como Marco encantado pela minha pessoa, dado o gaguejar e o sorriso bobo estampando em sua face. Não me deu uma resposta sobre aguardar para falar o que tinha a dizer e nem precisou, saiu ao sinal de Mary, deixando-nos a sós novamente. – Mas se esquiva muito bem, pelo menos com as palavras. – respondia em mesmo tom inocente as palavras iniciais, enquanto a observava se servir com uma xícara de café. Voltava a ficar em silêncio, ouvindo-a.

Ela contava sobre uma parte de sua vida, parte desta na marinha e outra no exército revolucionário, tal como sua relação com Marco. Não estava em posição de julgar as escolhas dela, trocar a marinha pela revolução não era algo incomum para muito revolucionários famosos, mas fui criado por um pai que sempre teve a oportunidade de fazer essa transição, mas não o fez por acreditar ser capaz de fazer a diferença onde muitos desistiram. – Não deve ter sido fácil mudar a vida de forma tão repentina. – comentava, evitando o olhar por alguns breves segundos, mas rapidamente retornando a atenção. – É, ele não me parecia exatamente um caçador. – mentia, disfarçando a surpresa.

As palavras de Marco no Quartel General havia me dado indícios de que ele não era quem de fato tentava demonstrar ser, mas um Major do Exercito Revolucionário era sem dúvidas, algo que extrapolava minhas expectativas. – Esperado? Hahaha – ria de forma descontraída. – A senhora fez bem. Eu me afeiçoei um pouco com ele, certamente ficaria com remorso em ter de fazer algo com ele amanhã, mas agora não tem mais nenhuma necessidade disso. – passava uma das mãos no longo cabelo branco, soltando o coque que havia feito com o auxílio de uma das Senbon, soltando sobre um dos ombros a grande trança que havia feito. Quanto a agulha, apenas a guardava em uma das mangas.

Eu vou pra sala. – comentava por fim. – Creio que Felipe não irá gostar de saber que dormi no quarto dele. – dizia de maneira bem humorada, estalando os dedos da mão. – Até amanhã Mary. – Despedia-me, seguindo assim para a sala, onde busquei descansar um pouco.

O sono fora relativamente tranquilo, embora os velhos hábitos me fizessem praticamente cochilar do que propriamente dormir. A situação não me fizera relaxar completamente até poucas horas antes de amanhecer, onde pude experimentar um sono mais profundo até ser acordada por Mary algum tempo depois. Ainda sonolenta, procurei tomar um bom banho antes de Marco chegar. Quando isso ocorreu, ele era objetivo comigo, embora o olhar sem jeito e o sorriso mostrassem o contrário. – Eu pensei bem. – fazia uma leve pausa. – Vou aceitar sua sugestão. – estampava um sorriso no rosto, uma mistura de malícia e ingenuidade. – Creio que temos muito que conversar. – estendia a mão, para que ele a pegasse e seguisse comigo até o local que ele fosse sugerir. Mantinha por detrás dos sorrisos, uma forte atenção ao meu redor enquanto seguisse para o local, embora sentisse que com Marco, aquilo não seria tão necessário.
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MensagemAssunto: Re: 1º Tale: Winds of Winter   1º Tale: Winds of Winter - Página 3 EmptySab 23 Jan - 19:10


Elsa estendia a mão, aceitando o convite do loiro para seguirem juntos até o local o qual ele tinha em mente. Marco pegava sua mão com gentileza e ao contrário da jovem ele tinha dedos grossos e com uma pele rígida, resultado de muitos anos de treinamento como espadachim e de comandante de exército. Sua mão envolvia os dedos finos e delicados da médica enquanto saiam pela porta, sentindo a geada da manhã bater nos seus rostos. Era uma manhã gelada.

Mary dava um cachecol e uma garrafa com chá quente para os dois antes que saíssem da frente de sua casa. Ela aproveitava para falar com seu sucessor discretamente, usando apenas seu olhar.

Os marinheiros que já estavam com o nariz avermelhado, coravam ao ver a mulher. Marco saia da porta junto a moça e cumprimentava os dois, seguindo lado a lado com Elsa pela rua. Tinham poucos moradores acordados no momento, e a maioria dos estabelecimentos estavam fechados, o que deixava o passeio daqueles dois mais calmo. Sentindo que o vento gelado poderia incomodar Elsa, o loiro ajeitava sua mão, entrelaçando seus dedos nos dela, o que deixava o caminhar deles mais agradável. Aos poucos eles se aproximavam da base das montanhas, onde havia uma floresta densa, composta por pinheiros altos.

Com sua boa visão, a jovem de cabelos cor-de-neve observava algo descendo da montanha indo em direção a sua base, deixando uma linha de neve derretida no cume a medida que passava. Era uma pássaro de aparência estranha e corpo enorme.

Caso Elsa não dissesse nada até esse ponto, Marco começaria uma conversa. - Às... - Ele apertava de leve sua mão. - Acho que antes de mais nada, eu devo começar essa conversa... - Mesmo com o frio, resquícios de suor teimavam em sair de seus dedos. - Não sei como dizer isso, mas... Eu menti. Não sou um caçador de recompensas. Na verdade eu luto pela causa dos revolucionários. - Ele parava de andar quando chegavam em frente à floresta e voltava o olhar para o rosto de Elsa. - Eu estou te contando isso pois sei que você não é uma pessoa qualquer. Não sei como dizer...Você cria um sentimento de confiança em mim. Te conheço a pouco tempo, mas me sinto bem ao conversar com você. - Ainda estava sem jeito, envergonhado e tentando encontrar palavras para lhe dizer o que queria. - Alguns dias atrás, recebemos um sinal de um superior ''daquele mar''... Basicamente, a mensagem dele nos indicava que grandes conquistas aconteceriam para o nosso lado e, para que isso ocorra, ele precisa que aqueles que tem coragem e que desejam realmente mudar o mundo sigam para lá... - Ele olhava para onde o pássaro gigante tinha rasgado o gelo da montanha antes.

- Eu pretendo embarcar nessa jornada, eu entendo os riscos, mas para ser forte eu preciso superar a Grand Line... Quis te encontrar aqui principalmente para te convidar para me acompanhar. - Ele a observava, direto em seus olhos, aguardando sua resposta.

Pássaro:
 

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MensagemAssunto: Re: 1º Tale: Winds of Winter   1º Tale: Winds of Winter - Página 3 EmptyDom 24 Jan - 2:30

- Trust -




A geada predominava naquela manhã sossegada. De mãos dadas com Marco saia da casa de Mary que disposta a tornar o passeio mais ‘amigável’ nos dava dois cachecóis e uma garrafa de chá. Os guardas que durante a noite haviam sido desmaiados pela sopa da velha senhora, agora se encontravam na porta da casa, como se nada tivesse ocorrido durante a noite. – Bom Dia. – os cumprimentava com um sorriso tímido ao sair da casa. As ruas da ilha estavam quase vazias, poucos transeuntes tiveram a coragem de abandonar o calor de suas camas para caminhar naquele frio alvorecer.

Marco aos poucos e de forma tímida buscava demonstrar certo carinho, entrelaçando seus dedos aos meus conforme caminhávamos até a base das montanhas, o local para onde ele queria me levar. As ruas cobertas pela fina camada de neve e cercadas pelas casas davam espaço aos caminhos estreitos e os longos pinheiros da floresta que se prolongava pelo pé das montanhas. A densidade do local dificilmente possibilitaria a pessoas comuns observar o que tinha visto descer no topo dos picos gelados. – Uma ave? – pensava, mantendo o silêncio daquele passeio, analisando com certa surpresa as proporções daquele animal.

Somente quando voltei o olhar para o caminho no qual seguia, Marco quebrava o silêncio, iniciando uma conversa. – Ela não revelou minha real identidade. – sentia-me momentaneamente aliviada, Mary parecia ter respeito minha opção de manter o anonimato. Mesmo no frio, o rapaz suava, e eu constatava prontamente seu nervosismo. E então a verdade veio, clara como água e sem esforços, antes de propriamente adentrarmos na floresta. – Ele disse mesmo. – pensava. – E ela de fato não mentiu para mim. – debaixo da expressão serena, sentia-me envergonhada de ter duvidado de Mary, ela havia jogado limpo e eu havia duvidado, temendo minha segurança. – Como eu sou uma idiota. – pensava conforme Marco continuava a falar, fazendo daquela conversa algo mais íntimo, antes de finalmente falar o que planejava.

A razão de ele confiar tão cegamente em mim, de se sentir plenamente confortável para falar aquelas coisas, sobre seus sentimentos, sobre o chamado dos revolucionários e o convite para que seguisse junto dele, tudo parecia me ferir por dentro, a mesma medida que me fazia feliz por não ter de agir de forma tão falsa com ele. – Eu sei quem você é. – quebrava o silêncio da espera. – Eu pressionei Mary a me contar a verdade, quando suspeitei que algo estava errado. – desviava o olhar lentamente, em direção ao chão branco. - Eu também não fui totalmente sincera com você Marco. – as palavras vinham lentas, carregadas com certo pesar. – Eu vim até essa ilha para me tornar uma revolucionária, quando vi a presença daquela presa que você e Clark estavam escoltando, vi nisso uma oportunidade. – voltava a encará-lo. – De libertá-la, e isso se começou ser mais atrativo a minha mente quando você me abordou. – desentrelaçava minha mão da dele e cruzava os braços, afastando-me cerca de um passo do mesmo. – Inicialmente o plano era usá-lo para conseguir entrar no QG da ilha, libertar a viúva negra e fugir da ilha em direção a Grand Line. Mas aos poucos eu não me sentia bem com o plano, não me sentia bem em usá-lo e a ideia de ter de fazer isso me pareceu algo inconcebível. Mas estava disposta a fazê-lo se preciso fosse. – voltava a encará-lo.

Quando Mary contou-me sobre você, sobre quem realmente é, eu...eu me senti mais aliviada. Eu não sei explicar, mas eu me sinto confiante quando estou perto de você também. – desabafava antes de levar uma das mãos ao rosto. – Eu devo dizer? – pensava solitária. – Dizer meu nome ou não? – a dúvida consumia e incomodava, diante daquela situação procurei um meio termo. – Eu também não me chamo Às, mas também não posso dizer meu real nome agora. É algo complicado, não peço que compreenda, mas que respeite essa decisão, um nome pode mudar muita coisa e ferir muitas pessoas que você quer manter em segurança. – concluía o desabafo, limpando os lábios ressecados com a língua. – Se ainda sim, você quiser que eu vá junto de você, eu vou e eu nem preciso pensar duas vezes para isso. – voltava a esboçar um sorriso, esperando pela reação do Revolucionário.

Se Marco concordasse, voltaria a dizer. – A prisioneira que vocês trouxeram, se ela for de fato uma revolucionária, e quero resgatá-la seja aqui, ou eu Lvneel. Ela deve partir hoje para lá não? – aguardaria pela resposta da qual não me contentaria com uma negativa, caso a viúva negra fosse de fato uma revolucionária. Porém, caso Marco não estivesse mais disposto a ir comigo para a Grand Line, o questionaria com a mesma pergunta, disposta a sozinha ir em busca da prisioneira, caso a mesma fosse membro da revolução.



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MensagemAssunto: Re: 1º Tale: Winds of Winter   1º Tale: Winds of Winter - Página 3 EmptySeg 25 Jan - 16:01


A garota começava a falar, também revelando algumas mentiras que forjou. Sentia a atenção do espadachim pesar em seus ombros a cada palavra que falava, mas ele não demonstrava ter saído de seu temperamento calmo em momento algum. Elsa soltava sua mão e dava um passo para trás, cruzando os braços e continuando a falar sobre suas pretensões. De certa forma, ela estava relutante em falar tudo aquilo. Quando terminava o que tinha a dizer, encarava-o com firmeza e via um sorriso se formar em seu rosto.

- Sim. Eu quero que venha comigo, com toda a certeza. - Ria alegremente. - E pensar que você conseguiu a confiança da velha. Eu sabia que você não era uma pessoa qualquer. - Aquilo era uma aceitação. Logo depois, ele se calava ao ser questionado sobre a viúva negra. Agora assumia uma expressão mais séria, com uma postura de um major revolucionário. - Então... Minha estádia nessa ilha envolve ela...

- BEEEEEEEEEE!! - Um grito de uma voz estrondosa e aguda ecoava pela base da montanha. Logo em seguida, dentro da floresta algumas arvores se entortavam e quebravam, caindo no chão com violência. Todo aquele barulho assustava os dois, o que acabava com a postura de Marco, que voltava a atenção para a origem do estrondo, colocando a mão em cima do cabo de sua espada, pronto para reagir. - ...ZERRO!!!!!! - um grande vulto passava entre os troncos dos pinheiros, seguindo para o alto. Depois de ouvir o ultimo grito, o loiro erguia a sobrancelha e relaxava o corpo, soltando sua arma.

No céu, Elsa poderia ver o pássaro gigante de antes, dessa vez voando verticalmente, em direção ao céu. ''Bezerro'' era o que ele gritava durante seu voo.

Marco observava o pássaro subir, impressionado. - Aquele pássaro esquisito é o sinal do comandante na Grand Line. Não tinha visto ele até esse momento. Fiquei sabendo que ele chegou aqui faz pouco tempo e desde então... - Ele parava de falar, para voltar o olhar para a jovem. - ...Estamos nos mobilizando para seguir até aquele mar. Enfim, prosseguindo o que eu estava falando, ela está envolvida com os acontecimentos que acontecerão hoje no final da tarde. O objetivo é que ela saia da prisão com vida. Para isso, iremos resgata-la. E então, o que me diz dessa missão ser seu primeiro passo como revolucionária?

Independente da resposta de Elsa, ele prosseguiria - Tem mais um lugar que quero te levar nesse encontro. Se se sente confortável, quero que conheça nosso QG. - Ele estendia a mão para que ela pegasse. Se ela segurasse sua mão mais uma vez como sinal de aceitação, ele a levaria para dentro da floresta, seguindo um caminho fora das trilhas da montanha. Caminhariam por algum tempo até chegar em um buraco meio escondido pela vegetação. Entrariam nele e a partir daí seguiriam em um caminho confuso, feito de vários tuneis de pedra e que fariam alguém facilmente se perder. Em certo momento, chegariam em frente a uma parede - Chegamos. - Ele empurrava a parede e ela desabava. - Esse é o nosso QG - Entrariam, pisando em uma placa de madeira que antes era a parede.

Lá, veria que era uma caverna com um espaço interno enorme e repleta de rochas duras de formato pontudo no teto, que pareciam estar derretendo. Gotas d'agua desciam vez ou outra dessas rochas e caiam no centro do local, formando um pequeno lago. O local era iluminado por pequenos filetes de luz que entravam por brechas nas rochas. Ela estava em um lugar mais alto e logo abaixo havia uma escada de degraus para que pudesse descer. Veria várias pessoas no recinto, algumas reunidas em grupo, discutindo sobre alguma coisa aleatória e outras mais organizadas em volta de uma mesa, aparentemente discutindo planos para mais tarde. Poderia ser visto no local algumas carruagens e em uma delas havia um homem de cabelos longos, amarrado e reclamando muito. - Aquele homem é um pirata chamado Tide. Ele é parte de nosso plano. - Ele guiaria a jovem até abaixo da escadaria, onde havia caixotes com equipamentos de proteção do corpo e algumas armas.

Marco estaria distraído cumprimentando seus companheiros, mas ainda estaria a disposição para guiá-la.

O que Elsa faria?

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MensagemAssunto: Re: 1º Tale: Winds of Winter   1º Tale: Winds of Winter - Página 3 EmptyTer 26 Jan - 15:47

- QG -




Não negava a apreensão em falar aquelas palavras para Marco, sua reação era incerta, mas tinha noção de que se quisesse seguir em frente a partir das palavras dele, deveria contar-lhe sobre tudo, ou quase tudo. O olhar firme e semblante tranquilo de quem havia tirado um peso dos ombros reinaram em meu ser ao terminar de falar, ainda que com leve temor pudesse observar a expressão dele mudar, tornando-se sutil e aos poucos surgir o sorriso. A resposta dele provocou-me o riso. – Que bom! – abria um longo sorriso enquanto continuava a ouvi-lo. – É, eu tenho meus talentos. – rebatia em tom divertido, quase infantil.

Aliviada pela aceitação do revolucionário, me contive após alguns instantes, preparando-me para falar de algo mais sério, a libertação da Viúva Negra. Ao ser questionado sobre ela, Marco prontamente assumiu uma postura mais séria, respondendo meu questionamento e imposição com a seriedade necessária e que esperava de alguém eu sua posição. Ou pelo menos era o que ele havia começado a fazer, até sermos interrompidos pelo pássaro que virá no céu a instantes atrás Seu grito era estrondoso e o rasante que dera pelos pinheiros fora o suficiente para derrubar alguns deles. Marco se preparava para um combate assim que todo o estardalhaço ocorreu, mas ao terminar de ouvir a criatura ele pode relaxar.

Sinal do comandante? – questionava ainda espantada com aquilo. – Não tinha o visto? – continuava, mas me calava ao notar que talvez não fosse bom falar com ele sobre o fato de ter avistado a ave momentos antes. – Ele é...meio grande demais para não ser visto. – disfarçava com uma risada boba, antes de ele voltar a falar sobre a situação da Viúva Negra e o envolvimento dela no que viria a se seguir no decorrer daquele dia, além da necessidade de resgatá-la com vida. – Compreendo, parece que você tem um plano. Eu quero participar! – dizia com seriedade

Mas as coisas não terminavam por isso. Após expressar minha vontade em ajudar, era convidada para ir até o QG dos revolucionários, o qual me pareceu um convite tentador. – Tudo bem, vamos. – segurava a mão dele e o deixava me guiar por entre a floresta e caminhos tortuosos que rapidamente davam lugar a uma série de túneis confusos e então, finalmente chegar ao Quartel Revolucionário, escondido por uma passagem secreta.

O local era amplo, até demais para o que eu podia imaginar, a pouca luz que iluminava o local me obrigava a lentamente acostumar minha visão ao local, mas uma vez acostumada podia ver tudo com mais clareza. – Impressionante. – observava as pessoas conversando pelo local, um número bem expressivo delas. Descia a escada próxima, caminhando até a região das carruagens, onde observava um homem amarrado, do qual Marco prontamente tratou de identificar. – O que fugiu ontem. – completava as palavras do Major, antes de novamente nos movermos até perto dos caixotes onde os equipamentos eram guardados e onde o mesmo encontrou-se com companheiros que conversavam com ele.

Em silêncio aguardaria por ele e caso ele me apresentasse a alguém, educadamente me apresentaria. – Muito prazer, me chamo Às. – falaria em meio a um sorriso simpático. Uma vez com os cumprimentos feitos, iria voltar meu interesse ao plano de salvamento. – As instalações são ótimas, mas gostaria de saber de como vocês pretendem entrar no Quartel General e salvar nossa aliada. – a voz saia com suavidade, mas também com uma leve seriedade. Ouviria o plano, caso Marco contasse e procuraria saber quem mais estaria envolvido nele, para que assim pudesse conhecer as pessoas.



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MensagemAssunto: Re: 1º Tale: Winds of Winter   1º Tale: Winds of Winter - Página 3 EmptyQua 27 Jan - 4:36


A jovem esperava pacientemente que o major terminasse seus assuntos. O dia se passava e desde que os dois tinham se encaminhado até ali o tempo passou e já se aproximava da metade do dia. O Gelo na montanha continuava a derreter, se transformando em gotas d'agua se depositavam no lago com água morna ao lado de Elsa. Possivelmente aquilo era resultado de algum gêiser ou fonte termal por perto. Ela esperava o momento em que pudesse ter a atenção de Marco e, enquanto isso, pode observar melhor a organização do local.

Além dos grupos de pessoas que se entretinham em conversas e fazendo palhaçadas, havia uma parte bem iluminada por uma fogueira onde pessoas especializadas em medicina tratavam os enfermos e os feridos. Cozinheiros faziam sua parte logo ao lado, na penumbra da caverna, usando o fogo das brasas das fogueiras que esquentavam panelas para se guiar no escuro. Haviam também pessoas que se arriscavam na engenharia e na mecânica, fazendo o que podiam para reabastecer a demanda de armas com as peças e recursos que tinham. Em um lugar mais afastado do barulho, haviam algumas barracas e pessoas dormindo em sacos de dormir.

Vez ou outra pessoas apareciam para conhecer a garota, que se apresentava com educação para todos. Sua beleza era chamativa naquele lugar onde a tensão reinava graças a missão que teriam daqui a algumas horas.

- Ás? - Marco se aproximava, depois de terminar a conversa que tinha antes. - Tem algo te incomodando?

- As instalações são ótimas, mas gostaria de saber de como vocês pretendem entrar no Quartel General e salvar nossa aliada. - Falava com suavidade e mostrando interesse em ajudar.

- Bom... Na verdade não será o nosso grupo que irá libertá-la diretamente. Atacar diretamente o QG seria um risco e uma jogada mal pensada, dado que aquele prédio é como uma fortaleza. Tem outro cara que irá fazer isso, ele é muito bom nesse tipo de coisa. Nosso grupo, como sendo o maior, irá apenas chamar a atenção e atrasar a marinha e talvez até mesmo trazer o capitão do QG para o nosso lado. Quanto mais tempo passarmos segurando eles, melhor. Por isso, se prepare para momentos intensos e também exaustivos nessa missão. - Ele suspirava. Parecia também estar nervoso sobre qual seria o resultado de suas ações. - Ainda temos um bom tempo antes disso. Tente aproveitar para relaxar ou para conhecer o pessoal. Estou com fome... Se quiser pode vir comigo, para aproveitar o prato do dia. - Sorria brevemente com o fim de seu convite.

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MensagemAssunto: Re: 1º Tale: Winds of Winter   1º Tale: Winds of Winter - Página 3 EmptySab 30 Jan - 16:43

-Revolution-




Pacientemente aguardava que Marco terminasse seus assuntos, enquanto isso observava com mais atenção as instalações da base revolucionária. Grupos diversos se espalhavam pelo local, conversando amigavelmente ou tratando de suas especialidades com tranqüilidade. Médicos cuidavam de pacientes próximos, cozinheiros faziam seus pratos em um canto mais isolado, embora o aroma pudesse ser sentido de longe. Engenheiros e mecânicos se viravam para concertar uma ou outra coisa além de terem de improvisar novas com os recursos que eles tinham no momento.

Porém, não estava com o pensamento mais ali, tinha-o concentrado em outro lugar, mais precisamente na prisioneira que iríamos ter de salvar. E isso não parecia fugir a atenção de Marco, que notava minha aparente desatenção ao meu redor. Gentilmente ele veio falar comigo e em mesmo tom eu o respondi, com curiosidade em saber como iria proceder a missão. Já havia um plano, bem simples em sua essência, mas que uma vez em prática se mostraria algo bem mais complicado. Dividir para conquistar, me perguntava se apenas isso bastaria. – Tirar Stuart não significa deixar o QG desguarnecido, ainda haverá Pollyana para lidar. – silenciosamente pensava, enquanto ouvia o plano.

Apesar das palavras confiantes, a expressão do homem não transparecia o mesmo. – Eu realmente teria mais interesse na extração da prisioneira. Eu não me vejo exatamente em um combate aberto, embora seja apenas uma questão de gosto mesmo. – respondia timidamente. – Mas sim, temos muito tempo até lá. – sorria. – Irei conhecer o pessoal e depois irei lhe encontrar. Afinal de contas, você me deve um jantar. – piscaria para ele enquanto abria um sorriso insinuante, antes de me afastar do mesmo.

- Início de Aprendizado: Acrobacia –

Decidia então caminhar pelo esconderijo, a procura de algo que pudesse despertar minha atenção, a grande fogueira que iluminava o local parecia abrigar diversas pessoas, cada qual com suas especialidades e utilidades a revolução. Não podia ignorar a vontade inicial de ver como trabalhavam os demais médicos do local e como tal o fiz, observando seus métodos tal como a estrutura que eles tinham ali para realizar os procedimentos necessários. Mas não havia nada ali que já não tivesse visto, mesmo que de forma breve em outras ocasiões e talvez muito por causa disso não me encontrasse disposta a permanecer próxima do grupo senão em uma ocasião onde realmente seria necessário aplicar meus conhecimentos.

O perfume da comida que exalava não muito longe dali era incrível e parecia abrir o apetite, certamente seria um elogio a qualquer cozinheiro ouvir que sua comida cheirava tão bem. Infelizmente não me via comandando um fogão e muito menos disposta a aprender a como se fazer uma sopa, embora fosse completamente útil saber um básico de cozinha, pelo menos para não acabar passando fome em qualquer adversidade. – Mas isso eu posso ver outra hora. – pensava com relutância, enquanto avançava em meio as pessoas, com os braços recolhidos em torno do corpo. Mas a música surgia aos ouvidos, suave como brisa e relaxante como as antigas canções de infância. Um grupo de artistas era de onde se originava os sons e esses sim me chamavam a atenção.

Instrumentos diversos compunham uma pequena roda de cordel, onde seus participantes proseavam por meio de versos ritmados, ora contando histórias cálidas, ora contando as notícias que chegavam a seus ouvidos. Mas era também comum que cantassem os feitos de seus próprios grupos e de cada companheiro. Havia também as rodas de dança, embaladas pelos ritmos das canções, alternando-se entre uma velocidade considerável a dança mais arrastada, perfeita para corações apaixonados. Mas havia também quem se arriscasse a dançar sozinhos e nesta dança os participantes mais parecia disputar qual faria a melhor peripécia. Não levou muito tempo para que a teatralidade do grupo chamasse a atenção dos demais o que tornava o ambiente ótimo para uma descontração.

As dançarinas aos poucos buscavam os próprios espectadores para a dança, muitas vezes encarando recusas envergonhadas e outras puxando um ou outro felizardo que aceitava seguir por pura e espontânea pressão dos amigos. Não tardou para que a atenção viesse até mim, em um estender de mãos, observei com relutância aquele ‘convite’, mas sentia-me tão cativada por aquilo que decidia aceita-lo, tomando as mãos que se colocavam a minha frente e a deixando me guiar. Felizmente a roda de cordel já havia se prolongado por tempo demais a muito dos espectadores, que decidiam voltar a seus afazeres enquanto ouviam de longe a canção. Quando dei por mim, era uma das poucas a ter permanecido no lugar e ainda permanecia de mãos dadas a dançarina que havia me trazido para a dança.

Chamo-me Sara, sou do grupo de infiltração da revolução. Você é nova por aqui não? – ela dizia com um sorriso aberto no rosto, e com olhos cor de jade que brilhavam em meio aos cabelos ruivos. A dançarina havia sido uma das participantes da competição de acrobacias e havia sido talvez a melhor das mulheres aos meus olhos, mas não havia ganhado perante os demais. – Me chamo Às e sim, sou nova. – era bem econômica na apresentação, mas não me acanhava a respeito do que tinha me chamado a atenção. – Você foi muito bem naquelas acrobacias, você poderia me ensinar? – era direta até demais no pedido, mas não tinha intenção de fazer rodeios com relação a proposta e talvez tal ímpeto tenha provocado certa surpresa na jovem. – Você parece ter o condicionamento físico ideal pelo menos, porque não? – ela ria, puxando-me para próximo de umas tendas que permaneciam armadas a não muito longe do grupo.

Parávamos no centro de uma considerável área circular, onde o solo pedregoso dava lugar a terra batida em uma superfície completamente regular. Praticamente ninguém se encontrava por ali, com exceção de alguns outros acrobatas que se equilibravam sobre cordas perfeitamente presas entre uma série de postes, que ocupavam uma fatia daquela área, apresentando a quem visse a série de cordas, diferenciáveis apenas pelos seus comprimentos. – O que sabe sobre nossa arte? – Sara questionava com interesse, enquanto bamboleava com o andar até saltar sobre um das cordas, sentando-se sobre a mesma e permanecendo equilibrada como se estivesse em uma cadeira comum.

Meus pais sabiam um pouco delas pelo que sei, mas nunca me ensinaram. Talvez por falta de interesse da minha parte. – soltava as palavras com calma, refletindo sobre a razão de nunca ter tido o interesse antes. – Mas no fim, acho que foi mais pela minha dedicação à medicina. – parecia encontrar a razão enfim. – Mas se posso dar minha opinião, creio que acrobacia é fruto de uma intensa dedicação para com o corpo, ora um talento nato, ora fruto de muita prática. Parece que tem sido muito usado por aqueles que optam pela maneira furtiva de agir, em algumas instituições. – dizia após um breve momento, o qual tentava não dizer asneiras a Sara, embora a expressão dela pudesse facilmente transmitir o contrário.

Hahahaha desculpe Às, mas você não está totalmente certa nessa. – ela cruzava os braços e dava de ombros em um sinal de zombaria. – Tente dar um mortal para trás. – ela simplesmente lançava o desafio em um arquear com a sobrancelha. E tão repentino ‘teste’ parecia ter feito meu corpo paralisar. “Eu não posso simplesmente fazer isso”, era o que desejava ter dito, mas subitamente me via entre a vontade de arriscar e o medo de acabar me esborrachando no chão. Enquanto permanecia estática, decidindo o que faria com aquelas palavras, a dançarina apenas me observava com olhos famintos, ansiando pela decisão que seria tomada.

Tudo bem. – corava o rosto ao optar arriscar, posicionava o corpo e relaxava, tentando esquecer por um momento a ansiedade e o nervosismo que havia sido gerado. – Pelo amor de Deus! Como eu posso ficar tão calma em tantas situações piores que essa? – a indignação parecia irônica, mas havia pelo menos desviado minha atenção o suficiente para recobrar o foco. Flexionava os joelhos, preparando o impulso até que, nada. Literalmente nada, não conseguia simplesmente tirar os pés do chão e a ideia da falha parecia ganhar como aliados o medo de alguma lesão. – Mas eu consigo! –tentava me motivar, mas não fora apenas uma vez e sim várias até que simplesmente desistia de tentar, para diversão de Sara.

Não é tão simples né? – a pergunta dela era de fácil concordância e me via unicamente capaz de mover a cabeça em afirmação. – Você dedicou-se em treinamentos de combate correto? – ela continuava e eu, apenas concordava com cada pergunta. – Então dedicação ao corpo não é a chave para uma boa execução, ela é um meio apenas. O que nos diferencia dos demais é o medo, ou a ausência dele para ser mais precisa. – ela saltava para longe da corda e vinha em minha direção. – Você não saltou por medo do que aconteceria se você errasse o medo lhe prende e a puxa a cada instante em que você crê que irá falhar. – ela cruzava os braços. – Aprendeu a fazer rolamentos pelo menos? – ela fazia a pergunta, mas nem era necessária uma resposta, ela já parecia saber que eu tinha conhecimentos de como fazer o movimento. – Por que você consegue esse e não o mortal, se ambos acabam tendo o mesmo princípio?

Aquilo havia me colocado para pensar, de fato conseguia executar um rolamento e os riscos que ele oferecia se executado errado era igual ao de um mortal. – Minha irmã me ensinou, me lembro dela me ajudando na primeira tentativa, eu também estava insegura em fazê-lo. – compartilhava a lembrança com Sara, enquanto ela se colocava ao meu lado. – Sua irmã cortou o seu medo ao ‘segurar sua mão’ na hora de fazer o movimento, uma vez que você viu que não era tão perigoso quanto se imaginava, você passou a executá-lo com mais frequência até finalmente o aprimorar. – ela abria os braços. – Muitos podem discordar da forma como eu vejo essa arte, não que eu discorde da importância do corpo e da concentração, mas quando se põe o medo no meio delas, você é incapaz de realizar coisas que estejam ao seu alcance. – ela voltava até a corda, subindo nela e permanecendo em pé.

Venham cá, suba! – ela me estendia a mão e tudo o que pude fazer foi novamente aceita-la. Despi-me do calçado que usava para subir até a corda, que permanecia a cerca de um metro e meio do chão. Inicialmente, senti-me prestes a cair, mas encontrava na mão de Sara o apoio e sustentação necessários para buscar equilíbrio. – Dome o medo, você só vai cair se temer cair, relaxe a corda é mais do que suficiente para nos manter firme, deixe seu corpo e sua mente saberem disso. – as palavras dela eram confortantes e os abalos iniciais que tinham pareciam se reduzir a cada novo segundo que conseguia me manter ali, e aos poucos notava que havia verdades nas palavras da dançarina, o medo que sentia parecia me afetar negativamente naquelas ações. Tanto que, após alguns minutos de instabilidade conseguia enfim permanecer em equilíbrio sobre a corda.

Às, abra os olhos. – a voz dela era ouvida novamente e então podia notar que em dado momento daquilo, havia talvez em um momento de concentração fechado os olhos. Quando novamente observei ao redor, notava que nem mesmo Sara segurava minha mão, mas permanecia ali ao meu lado sobre a corda bamba. – Tente novamente o Mortal, farei junto com você inclusive. Flexione os joelhos, mas não exagere e então salte para trás, sem medo. – A voz dela transmitia confiança e sem titubear, me preparei novamente.

Respirei fundo e procurei seguir a orientação dela, flexionando os joelhos e saltando em um mortal de costas. A corda ainda balançava quando tocamos o chão, Sara em uma acrobacia perfeita, eu em algo não muito próximo disso. Havia conseguido o giro, mas em algum momento meu corpo parecia desequilibrar e o movimento encontrava seu fim no desequilíbrio ao pisar no chão, onde não conseguia estabilidade e acabava caindo sentada. – Hahaha, você quase o fez, talvez mais algumas repetições e será o suficiente para aprender a fazer o movimento com decência, mas fico feliz em ver que pelo menos você tomou conhecimento do básico e é apenas isso que eu posso prover a você, o que vier depois será fruto de seus próprios esforços. – ela concluía, ajudando-me a levantar. – Quer tentar outra vez?

Mas é óbvio! - E eu tentava duas, três vezes, caindo em algumas ocasiões, mas claramente mostrando melhora em outras. A roda de cordel voltava a se agitar ao longe, e o treinamento passou a se tornar mais prazeroso, eu errava, mas não via razões para me sentir incomodada, os tombos eram motivos de risos de nossa parte e o derradeiro sucesso do movimento, causa de comemoração, saia dali com os joelhos queimando em dor e os pés pretos como os que tinha na infância, mas assim como naquela fase da vida, saia cansada porém feliz.


- Fim de Aprendizado –

Seguia a passos largos a procura de Marco, quando o encontrasse falaria. – Ainda está com fome? – diria aquilo, mais como um convite para que fossemos comer algo. Uma vez no meio da refeição, comentaria. – Pensou no que falei? – dizia em referência a meus afazeres durante a missão de algumas horas. Independente da resposta concordaria. Era uma novata ali e ele o meu superior, independente das minhas vontades, teria de acatar a opinião dele e fazer o que me fosse definido. Após a refeição, aguardaria por quaisquer informações a respeito da missão, ou a ordem para iniciá-la.

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Última edição por ADM.Volker em Dom 3 Abr - 1:01, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: 1º Tale: Winds of Winter   1º Tale: Winds of Winter - Página 3 EmptyDom 31 Jan - 20:44


A garota passava algum tempo treinando habilidades acrobáticas, a custo de algumas horas perdidas, ela aprendia alguns movimentos interessantes e mentalizava coisas que poderia aprimorar mais. Embora fosse novata naquilo, agora tinha noção de como adaptar a movimentação nas mais diversas situações. Após terminar seu aprendizado, seguia para a cozinha improvisada, onde encontrava uma bancada onde várias marmitas eram postas para ficar a disposição dos soldados e também via várias mesas, em uma delas estava Marco com braços cruzados sobre a mesa, deitando a cabeça sobre eles, com uma expressão de tédio. Já tinha comido duas marmitas no tempo em que ela esteve fora.

Ao ver a Ás, já se erguia da mesa de imediato, pondo um sorriso no rosto. Ele pegava duas marmitas, entregando uma delas para a jovem.

- Sim, pensei. Bom, você pode escolher escolher vir comigo no exercito maior, o qual eu já expliquei o objetivo, ou você pode ir junto a um esquadrão mais discreto liderado por Felipe. Eles darão suporte ao grupo que libertará a Viuva Negra. - Ele voltava o olhar para uma das mesas do fundo, onde uma pessoa corpulenta tirava um cochilo. - Felipe está responsável pois ele já esteve lá antes e sabe a posição dos preparativos... Pelo visto ele está confiante, olha lá. - Sorria, zoando um pouco o aliado. - Em breve iremos organizar as tropas...

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MensagemAssunto: Re: 1º Tale: Winds of Winter   1º Tale: Winds of Winter - Página 3 EmptyTer 2 Fev - 3:08

- Soon -




As passadas largas escondiam de certa forma a ansiedade que sentia o tempo que havia gasto conhecendo melhor as demais pessoas do local não surtiam o efeito desejado, uma vez que ao me aproximar de Marco imediatamente me vinha à mente o que iríamos fazer e os riscos que poderíamos correr. A silenciosa caminhada só encontrou fim no aparente tédio do Major. – Acho que acabei fazendo você esperar demais. – dizia em tom descontraído, sendo incapaz de ocultar o riso pela situação cômica. A pessoa mais próxima de mim, naquele local, era a mesma que eu planejava neutralizar na noite anterior, temendo que ele de fato estivesse mais ligado a marinha. Tal lembrança ainda rodeava a minha mente e fazia-me prolongar ainda mais o riso, desta vez um irônico, em virtude de toda o desenrolar da situação.

Oh que fofo! você guardou uma pra mim. – mantinha o tom de brincadeira, enquanto me sentava junto de Marco, para degustar da comida. – Isso está melhor do que eu imaginava. – pensava ao colocar a primeira colherada na boca, ao mesmo tempo em que ouvia a resposta do rapaz a minha pergunta. Atenciosamente o escutava, a medida que devorava o prato com extremo prazer. – Felipe?! – O nome vinha como um suspiro, carregado de surpresa, antes de junto de Marco observar o mesmo cochilando, algumas mesas atrás de nós. – Ele não é meio...sei lá, grande. – questionava em um misto de humor e preocupação, mas rapidamente relutava das brincadeiras em virtude das circunstâncias. – Tem razão. – concordava com Marco. – Nesse caso ele é a melhor pessoa mesmo, agora sobre qual grupo seguir. – levava a mão ao rosto, pousando a cabeça sobre a mesma em sinal de dúvida.

E em meio a dúvida e a fome que mudei drasticamente de assunto. – Você vai comer essa marmita? – a pergunta vinha convenientemente para quebrar aquele clima. As mãos já seguiam em busca de mais comida, enquanto ganhava tempo para uma decisão de qual caminho seguir. – Infiltração, ou distração. – pensava, entre uma colherada e outra, caso tivesse em mãos a segunda marmita. – Aaarf. – suspirava uma vez satisfeita. – Eu me sinto mais confiante de seguir com o grupo de Felipe. – Dizia, categoricamente. - Posso ser mais útil nessa situação, do que como uma distração. – completava, falando abertamente, não ao rapaz pelo qual havia me afeiçoado tão rapidamente, mas ao líder daquela operação. Colocava-me de pé no mesmo instante, enquanto procurava limpar a boca de qualquer resquício de comida. – Não é uma lagosta, mas certamente vai me sustentar pro que vier. – sorria. – Quando estivermos prontos, me avise e me colocarei a disposição de Felipe.

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MensagemAssunto: Re: 1º Tale: Winds of Winter   1º Tale: Winds of Winter - Página 3 EmptyTer 2 Fev - 21:16


A dúvida tomava conta da garota enquanto ela ia comendo sua marmita, sentindo seu estômago ficar satisfeito. Distraia sua mente ao comer inclusive a marmita de Marco. Enquanto ela tentava se decidir, o loiro se levantava e pedia licença para ir até a mesa de Felipe. O brucutu acordava demonstrando seu mau-humor de sempre, mas parava de resmungar ao ver a garota. Ele se levantava e seguia até a mesa de Elsa junto ao Major. - Você... - Felipe falava em um tom bruto, soava como se não gostasse nem um pouco de sua presença.

- Eu me sinto mais confiante de seguir com o grupo de Felipe. Posso ser mais útil nessa situação, do que como uma distração. - Ela respondia assim que eles chegavam ao seu lado.

- É sério isso? - Felipe a repreendia e voltava o olhar para Marco.

- Calma, cara... - Ele sorria, dando alguns tapas nas costas do comandante da equipe de infiltração. - Ela também tem suas especialidades. Você está assim por que ela conseguiu te tirar do sério hoje mais cedo, certo?

Enquanto passavam o tempo que tinham comendo e tendo um momento de descontração, lá fora os revolucionários começavam a se amontoar em um dos cantos do lago, se organizando em várias filas. Alguns deles seguiam para a cozinha, e esses soldados em especial pareciam mais sérios e se destacavam mais que os que Elsa tinha visto antes. Eram vinte e cinco no total, alguns trajavam roupas negras, do tipo que ajudaria em questão de camuflagem.

Um dos integrantes do grupo se aproximava, entrando na cozinha. Ele tinha cabelos negros, usava as vestes negras e prendia um arco em suas costas. - Felipe. - Ele cumprimentava o brutamontes com um breve sinal com a cabeça. - Marco... - Dirigia o olhar para o superior, parecendo lançar um alerta.

- Parece que tenho que sair. Felipe, cuide dela. Aposto que ela vai ter mais utilidade que muita gente do grupo, hahaha. - Ele passava ao lado da jovem de cabelos brancos - Boa sorte, Ás. - Sua mão pousava na cabeça de Elsa por um breve momento. O espadachim saia logo em seguida, com pressa em seus passos.

- Tudo bem então... - Felipe bufava, tentando controlar sua fúria. - Escuta garota, eu espero que você saiba como se defender e como se comportar em lutas. Não quero nenhum peso morto me atrapalhando. Todos nesse grupo foram escolhidos a dedo por mim por terem habilidades úteis para uma missão furtiva. Espero que você também tenha alguma utilidade.

- Já é quase o entardecer, devemos nos apressar... Ela é uma nova integrante da célula? - Ela a observava dos pés a cabeça. Aparentemente, a boa aparência da jovem havia fisgado mais um. - Me chamo Vicent Casper, prazer.

- Já que todos estão aqui, para que demorar? Se apressem. Vamos seguir para nosso posto. - Ele ia até a mesa dele, equipava-se com uma manopla e posicionava uma marreta em suas costas. Saia da cozinha, cumprimentando o grupo.

- Ele é sempre assim, mal amado... Enfim, já que é nova acho que terei que te explicar como agiremos. Primeiramente, iremos seguir para perto do QG, aproveitando a vegetação para observar inimigos e ameaças de longe e nos ocultando. - Ele puxava uma de suas flechas. - O QG é, antes de mais nada, defendido por muralhas. A essa altura, teremos que neutralizar os vigilantes para que possamos nos aproximar sem problemas... Esse será o papel feito por mim e pelos outros arqueiros. Apagar sem chamar a atenção.

Ele seguiria até a porta, onde esperaria que a médica também o seguisse. Caso o fizesse, ele caminharia até o grupo comandado por Felipe, que já começava a seguir para um túnel mais largo localizado ali perto. Marco estava perto do lago, organizando as tropas para poder partir e começar a chamar a atenção da marinha.

- Depois que neutralizarmos os vigias da muralha, iremos invadir o perímetro usando uma entrada feita previamente por Felipe... O Plano é nos vestir de marinheiros e usar alguns de nós disfarçados como prisioneiros. Dessa forma, buscaremos nos posicionar de forma a poder prestar assistência à viúva negra. Seremos encobertos por alguns agentes duplos, mas nossa atuação e disfarce serão essenciais para manter o rumo da missão de modo agradável. Felipe e mais alguns agente se ocultarão por lá, para agir caso as coisas fujam do nosso controle. - Ele pararia de falar e antes de entrar na caverna para acompanhar o pessoal, pegaria uma tocha localizada na parede da gruta. - Enfim... Você deve escolher em qual parte você quer estar. Na equipe que se disfarçará, que será comandada por mim, ou a equipe de Felipe, que agirá parando inconvenientes... - Seguiriam andando pela caverna.

O que a garota faria? Se ela quisesse, ainda dava tempo para mudar de ideia e ir com Marco.

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MensagemAssunto: Re: 1º Tale: Winds of Winter   1º Tale: Winds of Winter - Página 3 EmptyQua 3 Fev - 0:21

- Welcome to Revolution! -




Em meio a dúvida acerca de qual caminho seguir e a necessidade quase voraz de saciar a fome em que me colocava intencionalmente, Marco aproveitava para ir até Felipe uma vez que desprovida de qualquer senso de educação, avançava sobre sua comida, com a alegação de que ‘Ah! Ele já comerá duas mesmo’. – Eu podia pelo menos ter agradecido. – pensava com a boca cheia, mas notando a afastamento repentino, dava de ombros. – Nah! Deixa isso quieto. – sorria com as bochechas fartas pela comida, antes de virar para ter a noção de onde o homem seguia, embora fosse previsível só de observar rapidamente. Rir das pequenas coisas já havia se tornado um costume, algo besta, mas algo que sabia que deveria controlar com mais frequência no futuro. Porém, vivia o presente e observar Felipe sendo acordado e exalando seu típico mau humor, era de certa maneira impagável e hilário. – Se ele me ver rindo, vai achar até que estou perseguindo ele, como uma assombração. – pensava em meio a um risinho e as mordiscadas no talher.

Mas pensar evitar as coisas e obter êxito em escondê-las da vista do brucutu novamente parecia impossível, ele havia me notado logo após ser acordado e tal reação me fez virar em o rosto para frente, em direção a marmita e devorar o resto dela o mais rápido possível, enquanto debochadamente me auto criticava. – De novo! Primeiro na loja e agora isso. Acho que ele vai acabar ficando puto comigo. – em silêncio me mantinha com a atenção na mesa, como uma criança que sabe quando foi pega em flagrante em meio a sua travessura, só aguardando a aproximação daquele que me pegara no ato. E eu nunca me sentia tão agradecida por ser tão boa controlar minhas emoções, do contrário ao ouvira voz de Felipe teria tido um acesso de riso. Ao invés disso, como se já não bastasse toda a irritação que lhe causara no dia anterior, me virava em sua direção ainda lambendo os lábios e o talher da refeição que acabava finalizar, esboçando um sorriso que mais parecia misturar sarcasmo e malícia me via novamente o provocando, deixando as palavras saírem com total naturalidade e comicidade. – Sou eu, irmão. – ria, em referência a maneira na qual ele havia me tratado quando Mary me levou até a casa de ambos, onde ele sarcasticamente tratou-me como ‘irmã’. Apenas devolvia o carinho e o finalizava com um acenar sutil.

Se em algum instante tive dúvidas da reação que ele tomaria, já não a possuía ao notar a agilidade de sua resposta, ou melhor, repreensão. Marco em todo seu fardo e honra de líder, procurava acalmar os ânimos e encontrar justificativas que pudessem facilitar a aceitação de Felipe, uma vez que já tinha abertamente expressado meu desejo de integrar o grupo de infiltração. A diversão parecia durar alguns minutos, até que uma nova figura dava as caras na cozinha, chamando minha atenção rapidamente. Altivamente o observava dos pés a cabeça, em cada detalhe, em cada gesto. Desde os cabelos negros ao porte fidalgo, algo bem interessante de se notar em um membro revolucionário. De vestes negras e arco preso ao corpo ele era comedido em suas palavras, limitando-se a apenas o essencial. Um essencial que fazia Marco reagir, dando umas últimas instruções a Felipe e desejando-me boa sorte na empreitada que viria. – Igualmente Marco. – sorria, retribuindo as palavras otimistas do Major, levando minha mão de encontro à dele, em um leve aperto.

Não precisa se preocupar tanto comigo. – retrucava docemente as palavras esbaforidas do filho de Mary. – Eu sei me cuidar, quanto a utilidade. Se tudo der certo, como o plano fala. Podemos tirar a viúva negra do local sem precisarmos encarar conflitos em demasia. – piscava para ele enquanto mantinha o sorriso zombeteiro no rosto. Levantava-me da mesa e neste momento as palavras do rapaz de cabelo negro chegavam aos meus ouvidos e em retribuição, lhe dava minha atenção. – Sim eu sou. – respondia-o prontamente. – O prazer é todo meu Vicent, me chamo Às. Espero que possamos nos conhecer melhor enquanto seguimos em direção aos nossos afazeres. – concluía, logo após as palavras de Vicent e Felipe que novamente mostrava-se disposto a nos apressar. Caminhando ao lado do meu mais novo conhecido, ouvia-o comentar sobre o mau humor do companheiro, o qual concordava plenamente no início, antes do assunto mudar para a forma que iriamos proceder com a missão.

Atentamente ouvia a tudo o que era dito, avaliando todas as minúcias do plano. O plano esquematizado era simples me sua grande essência, o fator que o tornava tão complexo era seu início. O total êxito dos arqueiros era parte vital do sucesso do que estávamos para encarar. - Uma falha, um único soldado consciente e tudo poderiam ruir bem diante de nossos olhos, a distração comandada por Marco seria prontamente notada e o nosso tempo de reação seria drasticamente reduzido. – pensava, enquanto continuava a seguir Vicent após a porta, seguindo em direção ao grupo de Felipe. Era possível ver Marco não muito longe dali, mas dado às circunstâncias já não era o momento para conversar ou gracejos. – Pode prosseguir. – comentava com Vicent, antes de ele retomar o plano, esta mais complexa que a parte inicial, dividir o pequeno grupo em dois e juntá-los com os agentes duplos já infiltrados no Quartel General. – Inteligente, mas uma jogada arriscada. – Os riscos eram grandes, uma emboscada dos marinheiros e estaríamos em maus lençóis, mas aquilo era apenas uma visão pessimista da situação, se tudo corresse bem a decisão seria acertada mesmo que com pequenos imprevistos, ainda dependeríamos do total sucesso de Marco e seu grupo. – Parece bom para mim. – Era a primeira vez que estava em algo daquela proporção sozinha, sem meus irmãos e sem meu pai. Por mais que já estivesse habituada a situações de risco, sempre tinha em mente que não estava sozinha naquilo, mas agora era diferente. Eles não lutariam pela minha vida, mas pela causa que decidiram seguir. Se me encontrasse encurralada, teria de resolver aquilo sozinha, com tudo o que aprendi e desenvolvi ao longo dos anos.

Irei com você Vicent. – novamente evitava qualquer possibilidade de um combate aberto, por mais que as possibilidades fossem pequenas de isso ocorrer. Ainda possuía a manta azul escura dada por Mary, tal como a máscara que havia comprado na loja. Habilmente prendia a trança do cabelo em um coque bem simples, para só depois cobrir-me com a manta e em seguida colocando sobre o rosto a máscara. Uma vez pronta, seguiria junto do grupo em direção ao QG, atenta as ordens e comandos de Vicent e Felipe.



Histórico de Elsa Volkerbäll:
 

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