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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 1º Tale: Winds of Winter

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: 1º Tale: Winds of Winter   1º Tale: Winds of Winter EmptyQua 06 Jan 2016, 15:42

1º Tale: Winds of Winter

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Elsa "Às" Volkerbäll. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: 1º Tale: Winds of Winter   1º Tale: Winds of Winter EmptyQua 06 Jan 2016, 18:17

- Winds of Winter -



Fazia longos anos desde que tinha visitado Micqueot, na realidade ainda sentia-me estranha ao retornar para o North Blue após longos anos de viagem. Quem quer que tenha me conhecido durante a infância certamente poderia me reconhecer pela aparência inconfundível, mas associar-me a criança que partiu daqui a tanto tempo, poderia apostar de que não aconteceria. ‘Outra mente outra pessoa’ talvez sintetizasse bem o que pensava de mim enquanto caminhava pelas ruas da cidade após desembarcar da humilde escuna que gentilmente me transportou de Fernand Ice Island, deixando por lá minha mãe que a tantos anos já havia se acostumado ao ambiente frio e tranquilo de lá. Com a mesma que procurei informações sobre onde poderia me alistar no exército revolucionário, uma vez que ela já fora no passado uma associada do grupo. Infelizmente ou o contrário disso, já não possuía vínculos com nenhum membro da famigerada organização que tanto era atacada pelo Governo Mundial.

‘Talvez devesse começar por Micqueot’, foram as únicas coisas que ela pode me dizer, alegando que a muito tempo revolucionários recrutavam pessoas pela região, mesmo com o risco de serem pegos por marinheiros que lá se alojavam no QG da Marinha. – Mas eu sempre gostei das coisas difíceis, eu não tenho jeito mesmo. – brincava com o pensamento enquanto sorria espontaneamente, vislumbrando o ambiente que me cercava. – Ok, vamos repassar. – dizia em um sussurro, enquanto voltava o olhar para o chão e juntava as duas mãos. – Elsa Volkberbäll não existe, eu me chamo Às e apenas isso, vim me juntar ao exército revolucionário e lutar contra o Governo Mundial. – repassava o pensamento de maneira repetitiva enquanto recolhia-me em silêncio. Não me entendam mal, não é que eu queira prejudicar a revolução omitindo quem eu de fato era, mas tinha receio de que meu sobrenome pudesse de alguma forma influenciar negativamente minha possível entrada, mas isso são histórias para outro momento mais oportuno.

Puxava a trança do cabelo para frente onde poderia com tranquilidade brincar com sua ponta, alisando-a com os dedos enquanto suspirava a respeito do que deveria ou não fazer no momento. – Acho que me equipar é a melhor coisa a fazer. Ahh! Porque fui estragar as que eu tinha treinando? – revirava os olhos, em um sinal de autocrítica. – Deve haver uma loja em algum lugar, eu posso jurar que tem! – olhava ao redor na esperança de encontra-la, mas talvez tivesse de fato vivido muito tempo longe, deveria andar com mais atenção se quisesse de fato encontrar o que queria. Mas para minha momentânea felicidade, sabia qual caminho tomar. – Loja de armas e depois um bar! – Talvez no bar mais movimentado da ilha pudesse encontrar alguém pertencente aos revolucionários, se bem que também corria à mente a vontade de procurar por uma bela joia para comprar. Seguiria o caminho que havia pensando, indo a procura de armamentos para logo depois me preocupar em ir até o bar. Se encontrasse o estabelecimento, me dirigiria ao vendedor do local com um largo sorriso. – Olá! – estenderia a mão para um cumprimento cordial. – Eu estou à procura de algumas armas, você poderia me mostrar as que têm por gentileza? – diria com doçura enquanto aguardaria que o mesmo me mostrasse o que possuía no local.



Ao Narrador:
 


Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: 1º Tale: Winds of Winter   1º Tale: Winds of Winter EmptyQui 07 Jan 2016, 17:48

- The wine town -

Micqueot se encontrava no mais comum de seus dias, o sol nascia no horizonte iluminando quase todo o céu; o inverno na ilha - como de costume - reinava nos quatro cantos da cidade. As pessoas que por aquela redondeza moravam saiam de suas casas se despedindo de suas famílias, outras iam em conjunto a tabernas e alguns abriam seus negócios. E no meio de toda movimentação encontrava-se Elsa Volkerball, uma mulher bonita e cheia de características que a faziam única. A garota tinha o objetivo de ingressar no exército revolucionário, uma organização opositora as leis impostas do Governo Mundial, e talvez por ser esse seu maior desejo naquele momento, a mesma repassava suas falas como se estivesse numa entrevista de alistamento.

Após ter feito toda cena, a garota parecia confiante em sua apresentação, mas ela não poderia ter o descuido de ir desarmada, dessa forma a garota alisava seus cabelos em quanto em sua visão tentava enxergar alguma loja. A menina de fato havia passado muito tempo longe da cidade, mas em sua mente estava gravado o local de onde a mesma queria ir, porem ela apenas estava na rua errada, logo Elsa continuava sua caminhada a procura de alguma loja de armas, o tempo passava, o sol esquentava - mas nada que saísse do clima de inverno da região - até que a médica avistou o que certamente procurava.

Ao se aproximar do estabelecimento, Elsa com toda sua certeza identificava o local. A loja tinha como logotipo duas espadas em cima da porta de entrada, a mesma bem danificada; as paredes feitas de madeiras mal encaixadas e o assoalho com pontas para fora do piso retratava as condições do local. A menina logo entrava pela porta e avistava um homem pardo e barrigudo no fundo da loja, o mesmo ao ouvir o som da porta se fechando virava sua atenção à menina e ela logo o abordava. – Eu estou à procura de algumas armas, você poderia me mostrar as que têm por gentileza? – A voz doce de Elsa fazia com que o homem soltasse uma baforada. – Tudo o que eu tenho está atrás de você... Laminas, armas de fogo, arcos... Cada um por 30 mil barries. – Elsa poderia ver prateleiras bem organizadas - organização esta que fugia dos padrões de local - com os mais diversos tipos de armas. – Só tome cuidado. Não quero problemas a essa hora do dia. – Dizia o vendedor subestimando a médica.

Com a variedade de armas a sua frente, Elsa poderia ver também através das brechas uma loja de artesanato à frente, as condições desta parecia bem melhor. A loja tinha vários tipos de decorações, mas o interessante era as lojas adjacentes a essa. A da esquerda era uma loja de roupas e vestidos de luxo, poderia ver também uma variedade gigantesca de adornos dentre vários artigos femininos. A loja a direita era uma loja de tecidos, provavelmente fornecia seus produtos para a loja de roupas ao lado. O dia ainda estava ensolarado, porem continuava frio e úmido. A movimentação na rua ainda parecia agitada, mas a loja que Elsa se encontrava era morta, pessoas passavam reto por ela e a mais movimentada dali era a de roupas, podiam-se ver pessoas entrando e saindo dela com bolsas e sacolas de compras.


OFF:
 

Histórico de Elsa Volkerball:
 

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MensagemAssunto: Re: 1º Tale: Winds of Winter   1º Tale: Winds of Winter EmptyQui 07 Jan 2016, 19:30

- Needles and Masks -




Caminhar pela cidade a procura de armas parecia inicialmente ser uma provação, mas certamente dava a esse pensamento, condições que igualmente os tornava tortuosos, algo que definitivamente não se aplicava a Micqueot. O clima da ilha permanecia agradável ao meu gosto, pois mesmo com o sol da manhã iluminando o céu o clima permanecia ameno o que em um local conhecido por sua boemia parecia instigar a muitos ali a seguir para as tavernas mais próximas e ainda sorrindo de tudo aquilo me sentia inclinada a de fato verificar toda a fama dos vinhos da região. – Mas antes as armas! – tentava não me sentir seduzida pelos atrativos do caminho uma vez que recordava de onde poderia encontrar o estabelecimento.

Não levou muito tempo para dar de cara com a entrada da loja e me deparar com um ambiente que pouco havia mudado com o tempo. – Exatamente como antes. – comentava em voz baixa, admirando a estrutura. Toda a aparência externa me era familiar, embora nunca tenha adentrado ao local até aquele instante onde pude ter a certeza de que não apenas o exterior, mas o interior do local pouco havia mudado. – Parece que ninguém por aqui precisa se defender. – pensava, avaliando não apenas a precariedade das instalações como também o movimento inexistente do local. Com passos cuidadosos sobre o assoalho, avançava até encontrar quem parecia ser o vendedor em todo seu rechonchudo porte e educadamente comecei a conversa até o momento em que me calei e ouvi a resposta.

Ergh! – A reação escapulia de minha boca em uma surpresa bem desagradável. – 30 mil Berries?! – refletia sobre o preço em minha mente enquanto ainda estarrecida com o preço observava o que tinha bem a minha frente, uma prateleira impressionantemente organizada. – Ok! Acabei de morder minha língua! – constatava ao observar como todas as armas estavam organizadas, mas o último comentário do homem me fez pensar alto. – Com um preço desses, dificilmente você terá problemas em qualquer hora do dia. – arregalava os olhos após terminar de falar aquilo enquanto virava-me na direção do homem com um olhar mesclando arrependimento e surpresa. – Falei alto demais? – perguntava, mesmo sabendo que tinha dito aquilo em auto e bom tom, se duvidasse até as pessoas de foram teriam ouvido a besteira que havia acabado de dizer. – Me desculpe, não tive a intenção é que eu não esperava um valor tão alto. – me desculpava.

Voltava a me virar na direção da prateleira tentando evitar qualquer possível repreensão ou irritação do vendedor até que por entre as brechas, observei a frente uma loja de roupas e vestidos que a julgar pela agitação e movimentação de pessoas, era de extrema qualidade. – Aaar... –suspirava ao observar a loja com o mesmo olhar de uma criança ao contemplar algo que deseja muito, completamente seduzida pela vontade de ir até lá e experimentar cada um dos objetos e vestidos que eles teriam a venda. – Hmm – colava os lábios, pressionando-os enquanto pensava no que poderia fazer. – Você tem senbons? – respirava fundo enquanto enchia-me de confiança para caminhar em direção ao balcão. Uma vez de frente para o vendedor, abriria o jogo sobre o que eu pensava. – Olha, eu entendo que você precise vender seus produtos, mas esses preços afugentam qualquer um e pelo que me parece até o momento. – erguia uma das mãos enquanto girava o corpo para o lado, mostrando a loja. – Dificilmente você terá algum cliente dentro das próximas horas. O que acha de fazer pela metade do preço um pack do que eu peço? – lançava a proposta com toda simpatia que podia trazer no momento, mas sem grandes expectativas de uma resposta positiva.

Se houvesse um acordo por parte do vendedor, compraria um pacote de Senbons pelo preço que eu havia sugerido ou até um valor de 20 mil Berries para então, com ou sem as armas seguir a passos largos em direção a loja de artigos de luxo onde buscaria imediatamente por acessórios. – Será que eles têm aquelas máscaras maravilhosas para bailes e festas? Eu daria um rim por uma bela peça! Hahaha. – Me divertia com o pensamento e me sentia ansiosa com a dúvida, o certo era apenas uma coisa, iria ver o que de interessante tinha e se fosse acessível comprar. Da mesma forma que na loja anterior me apresentaria a uma das vendedoras e a questionaria sobre a existência das coisas que eu tinha interesse. Naquele ponto da situação, tudo havia se tornado secundário em virtude do luxo e da beleza.

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MensagemAssunto: Re: 1º Tale: Winds of Winter   1º Tale: Winds of Winter EmptySex 08 Jan 2016, 01:22

- Amara, the Black Widow of the revolution -

– Com um preço desses, dificilmente você terá problemas em qualquer hora do dia. – Elsa retrucava as ultimas palavras do vendedor. – Falei alto demais? – Ela perguntava. – Uhum... – O vendedor respondia. – Me desculpe, não tive a intenção é que eu não esperava um valor tão alto. – A menina se desculpava. – É a seguinte mocinha, eu fabrico essas armas do zero. Algumas peças que não vendem por aqui que eu importo, mas quase todas as armas aqui são feitas a mão por mim, eu que moldo, monto... Eu poli cada uma delas, eu fiz o acabamento de cada uma delas e 30 mil barries é o valor, não gostou? Procure outro lugar pra comprar suas armas porque eu tenho vários clientes pra atender se não percebeu... – O homem estava frustrado com alguma coisa. Estava irritado. A sua ironia retratava sobre o motivo de tanta angustia. A menina por sua vez voltava sua atenção às armas, ela não queria enfrentar o homem raivoso, pois temia que o mesmo ficasse mais bravo do que já estava, portanto esperou um tempo e perguntou. – Você tem senbons? – Dizia a menina após uma profunda respiração. – Sim! Mas é 30 mil o pacote. – O homem deixava de lado o que estava fazendo e se abaixava para pegar as senbons. – Olha, eu entendo que você precise vender seus produtos, mas esses preços afugentam qualquer um e pelo que me parece até o momento. – Ela mostrava a loja. – Dificilmente você terá algum cliente dentro das próximas horas. O que acha de fazer pela metade do preço um pack do que eu peço? – O homem erguia um bico e pensava na proposta.

Enquanto isso, o clima fora da loja esfriava pessoas que antes iam e vinham para seus trabalhos havia cessado. Logo uma senhora adentrava a loja vestida de freira. – Cliente? Graças a Deus meu filho. – Logo a mesma aproximava-se do balcão e estendia a mão para o homem constrangido. – A benção da mamãe querido... – E a cena ficava ainda mais constrangedora para o vendedor, alias, o que ele e Elsa estava fazendo era negócios, o homem ainda tinha seus desejos de homem e a beleza da médica apenas piorava a sua situação. – Então minha jovem, o que te trás nessa espelunca? – Puxava conversa com a menina. – Ela só quer umas agulhas mãe, só isso... Olha, o padre ligou, ele quer vê-la. – Mentia. – Sério? Deve ser o gato da dona Madalena... Desculpe minha filha, outra ora nós coversamos. Até mais! – Logo a senhora saía da loja e rapidamente voltava para onde tinha vindo.

O clima da barganha voltava o vendedor ainda pensava na proposta feita por Elsa e na hora da decisão a porta balançava. Dois homens entravam por ela, um ia direto as prateleiras e o outro perguntava. – O senhor vende espadas? Estou procurando uma katana, a famosa lamina japonesa. O senhor tem algumas? – O homem era educado e bonito, seus cabelos loiros realçavam seus olhos verdes. – Claro! Ali nas prateleiras... Eu lhe mostro. – O homem dava a volta no balcão e passava pelas costas de Elsa e propositalmente a esbarrava. O outro posicionava um revolver no balcão e esperava o vendedor acendendo um cigarro. – Você se incomoda? – Perguntava o fumante.

O vendedor voltava à bancada e dava os preços. – Uma katana, 30 mil barries. Um revolver, 30 mil barries. E pra você, um pacote de senbons? 30 mil barries. Algo mais senhores – O homem que antes enfurecido com os negócios agora estava sorridente, e fazia de tudo para que Elsa notasse sua alegria. Os dois homens pagavam o vendedor, Elsa era a única que ainda não havia sacado seu dinheiro. – Então garota? 30 mil ou nada. – Logo a pequena senhora voltava à loja. – Olha filho, a marinha. – Dessa vez a senhora já não estava com paramentos – aquela roupa de freira – e sim com uma convencional. – O que foi mãe? – Respondia o vendedor. – A viúva Negra! – Retrucava o fumante. – Estamos transferindo ela pra prisão de Lvneel, só que batemos num iceberg e tivemos que fazer uma parada forçada pra reparar os danos. – O fumante falava enquanto uma fila de marinheiros passava com a criminosa algemada. – Você é um marinheiro? – Perguntava à senhora. – Não, eu sou um agente do governo! – Retrucava. – Mas isso não deveria ser sigiloso? – Dizia o espadachim com um olhar de duvida. – Tenho que ir, obrigado pela arma... – O agente se despedia e entrava na fila. – Também vou indo. Obrigado pela arma, ela me parece ser muito boa... – O espadachim pegava a mão de Elsa... – Poderia saber seu nome? Chamo-me Marco, prazer em conhecê-la. – e a beijava. Depois das despedidas o vendedor perguntava. – Você vai querer as agulhas? Não quer que eu beije sua mão também né?

Personagens:
 



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MensagemAssunto: Re: 1º Tale: Winds of Winter   1º Tale: Winds of Winter EmptySex 08 Jan 2016, 14:31

- Introducing : Às! -




As negociações com o vendedor constantemente se alternava entre sua vontade de vender e a minha de comprar por um preço menos salgado que o mar. Como havia imaginado e igualmente lamentado, minhas palavras só pareceram atiçar mais o descontentamento do sujeito que com a resposta não conseguia disfarçar sua irritação, estas que não pareciam ser exatamente comigo. No entanto, procurei evitar me tornar o centro de ação de tudo o que ele sentia, pelo bem das próprias palavras dele, ‘evitar confusões a essa hora do dia’. Fora preciso aguardar alguns instantes para voltar a conversar com o mesmo, desta vez procurando um acordo que fosse bom para ambos, um preço mais barato e um produto vendido à bem de que todo o trabalho que ele teve com as armas ter me feito refletir sobre minha vontade de pagar menos. – Não arreda a pé Elsa! – me repreendia pelo pensamento, sabia que o homem estava certo em cobrar o valor de 30 mil, mas também tinha noção de que como cliente procurar uma negociação era um direito meu e neste empasse de interesses, perderia aquele que recuasse primeiro e naquele momento eu tinha tudo a meu favor.

‘Tudo’ que em segundos começou a escapar de minhas mãos. Graças a doce voz que percorreu a loja e de imediato chamara minha atenção. Uma senhora vestida de freira, pela aparência da mesma já deveria ter mais do que seus sessenta anos de idade e como se ainda não bastasse chamara o vendedor de filho em uma cena que mais parecia constranger o mesmo. Eu sorri, não pelo constrangimento do homem, mas pela beleza daquilo, havia conhecido tantas pessoas que nunca conviveram com seus pais ou mães e as que ainda os possuíam raramente mantinham contato com os mesmos dado seus desejos de aventura ou suas obrigações com o dever. – No fim das contas, parece que privilegiados são aqueles que podem conviver com sua família diariamente. – refletia, recordando-me de minha mãe, irmãos e pai. Cada um com seus próprios objetivos e de lealdade inquebrável ao caminho que escolheram. Sabia em meu íntimo que eu poderia assim como meus irmãos escolher entre uma vida de aventuras e deveres ou uma vida normal, algo bem diferente de meus pais que não tiveram a oportunidade de escolher.

As reflexões haviam me tirado da realidade até ouvir novamente a voz da senhora, dirigindo-se a mim com uma pergunta. – Bem... – eu começava a falar, mas era interrompida pelo homem que respondia a ela em meu lugar, algo que não me incomodou nem um pouco, naquele momento sorrir parecia ser a melhor coisa a fazer. – Exatamente. – Concordei com ele, encarando-o em seguida por alguns breves segundos antes de voltar a olhar para a mãe do mesmo. – Até! Tenha um bom dia! – despedia-me da mulher com cordialidade e sem desvanecer o sorriso do rosto. Quando a mulher partiu, voltei-me ao vendedor mantendo a expressão. – Não tem porque ficar constrangido, mães sempre são mães. – terminava de falar e o sorriso dava lugar a uma expressão de dúvida, ou seria melhor por uma face de expectativa pela resposta do homem a minha proposta. Mas tudo passou a corroborar para que eu pagasse o valor integral, como se já não bastasse a rápida simpatia pela senhora que me colocava em mais dúvida sobre ter ou não de pedir um desconto, duas novas figuras adentravam a loja e os pedidos me fizeram discretamente revirar os olhos.

O vendedor antes aborrecido se enchia de uma súbita felicidade, movendo-se inclusive para além do balcão a fim de mostrar aos clientes seus produtos, nessa ação ele esbarrara em mim, claramente de maneira proposital. – Destino, por que fazes assim? – pensava em silêncio enquanto suspirava em desanimação até que um dos clientes colocava sobre o balcão uma arma. – De forma alguma. – sorria ao responder um dos que, pelo menos demonstrava mais educação que o vendedor, querendo saber se eu não me importava dele fumar perto de mim. Já havia fumado antes, tentando imitar meu pai e meus irmãos, mas apesar de ter gostado, nunca fiz daquilo um hábito e preferia nem tê-lo como vício.

Quando retornou ao balcão o vendedor repassou os produtos, inclusive o que eu havia pedido. Sorridente, ele parecia querer que eu visse aquilo, mas havia encarado com naturalidade tudo até então. – Eu perdi. – Meus argumentos haviam caído, com clientes novos pagando pelos produtos sabia que dificilmente mudaria a opinião do comerciante e seria obrigada a pagar os 30 mil, só tentava evitar ao máximo aquilo. – Hmm – levava a mão até a bolsa de dinheiro quando a senhora retornava, comentando sobre a presença da marinha. Até aquele instante, nenhuma novidade, havia um Quartel General na ilha e inicialmente julgava ser apenas algo rotineiro, uma ronda ou algum assunto trivial que os motivava a ir até esta parte da ilha, mas surpreendentemente não era e o destino mudava o jogo novamente. – Viúva Negra? – o nome não era estranho, mas ainda sim fiz em auto e bom som a retórica enquanto me virava para ver a prisioneira. – Sei bem como é, quase que minha escuna bateu em um quando vim para cá, pena vocês não terem tido a mesma sorte. – mentia, mas trazia na voz o tom de preocupação e compadecimento pelo que ocorrera a eles.

Quando questionado pela senhora, o fumante se mostrava um Agente do Governo e aquilo sim, começou a mudar minha maneira de ver a situação. – Pensei que o transporte de piratas fosse uma tarefa da marinha apenas. Que tipo de crimes ela cometeu pro Governo ter de enviar agentes no transporte dela. – a simples presença de agentes em um navio da marinha, transportando prisioneiros já era muito peculiar, mas não queria demonstrar saber demais a respeito. Perguntava e expressava informações de conhecimento comum, se ele não via necessidade nem de esconder sua identidade, porque iria esconder quem era a prisioneira e o que ela havia feito? Tão rápido quanto havia entrado um dos homens partira, voltando a fila que escoltava a mulher, mas o outro, o espadachim ficava por mais alguns segundos e o motivo disso, era eu.

Às. – mentia sobre meu nome, mas ostentava um sorriso sedutor assim como um olhar que fingia o analisar com certo desejo. – Encantada em conhecê-lo Marco. – virava levemente o rosto para o lado ao ter minha mão beijada e voltando o rosto novamente para encará-lo por mais alguns segundos. – Se vocês não forem partir hoje, adoraria poder conversar com você. Dizem que por aqui há excelentes tavernas e bares. – o convite havia sido lançado, era uma oportunidade boa demais para desperdiçar.

Após despedir-me de Marco, voltaria a atenção para o vendedor que falava comigo em tom de zombaria que igualmente fora rebatida. – Se pedir com jeitinho, eu deixo. – erguia levemente a mão para frente enquanto sorria em tom de brincadeira. Rapidamente voltava a mão para a bolsa e pegava o dinheiro. – Tudo bem, você ganhou eu pago os 30 mil. Obrigada! – rendida, aceitava o valor original. Mas após receber o que havia comprado, voltaria minha atenção a mãe do vendedor. – Com licença senhora. Acho que não tive a oportunidade de me apresentar, sou Às é um prazer. – aguardaria pela apresentação da mesma antes de prosseguir. – Creio que tinha me prometido uma conversa não? Faz muitos anos desde a última vez que estive aqui em Micqueot, gostaria de andar pelo comércio, mas andar sozinha assim é tão desanimador, gostaria de vir comigo? – a convidava para um passeio e caso aceitasse o primeiro lugar que iria era a loja de utensílios de luxo, havia outras coisas a comprar e com sorte muitas informações para obter.

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MensagemAssunto: Re: 1º Tale: Winds of Winter   1º Tale: Winds of Winter EmptySex 08 Jan 2016, 20:14

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Após o convite feito por Elsa, Marco segurava sua ansiedade. – Tudo bem, nos encontramos ao anoitecer no Ageda One. – E partia. A médica tinha seus palpites, mas não queria arrisca-los sem ter algo para que pudesse se basear. – Claro querida. Até porque não quero ficar nessa espelunca. – O vendedor entrava para sua loja resmungando enquanto as duas se preparavam para dar um passeio. – Meu nome é Mary, mas pode me chamar de Mar. – As duas seguiam para a loja e eram atendidas por uma vendedora. – Bem vindas a Frescura Chic! – A vendedora mostrava toda a loja, bolsas, joias, vestidos, mascaras. – Meu cartão, caso precise de mim é só mostrá-lo na bancada. Fiquem a vontade, o vestiário é logo ali. – A moça apontava com os olhos e ia atender outra cliente. Elsa e Mary tinham toda a loja para experimentar, outros assuntos poderiam esperar.

Enquanto apreciavam os produtos que a Frescura Chic ofereciam, as horas se passavam. – Você não tinha um encontro com o aquele bonitão? – Perguntava Mary. – Dona Mar, o que a senhora faz por aqui? E quem é essa donzela? – Um marinheiro perguntava pondo os olhos em Elsa. – E Pollyana, como ela está? – Os dois pareciam ser conhecidos, e Mary cortava seu barato. – Ocupada! Com todo o processo de transferência da prisioneira, ela não sai daquela mesa. Então decidi comprar um vestido pra ela e tentar tira-la de lá, sabe, vou convida-la pra ir à Adega One. – O homem com seus trajes da marinha segurava um vestido e olhava para Mary com um olhar esperançoso. – Boa sorte, aquela mulher é mais durona do que qualquer homem nessa ilha. Mas voltando ao assunto, aquela criminosa que passou acorrentada mais cedo, ouvir dizer que vão leva-la para Lvneel... Quando? – A senhora demonstrava muito interesse no assunto. Era suspeito. – Mary? A senhora ta por dentro dos assuntos da ilha... O que acha de entrar pra marinha? Haha, não deveria contar, mas... Nós vamos partir amanhã de manhã e chega, já contei demais. E porque está tão interessada? – Perguntava o marinheiro desconfiado. – Nada, estava apenas curiosa, não tem muita coisa pra se fazer quando os anos passam. Desculpe-me o incomodo. –

Os dois se despediam, Mary voltava a Elsa e se pronunciava. – Você não esta atrasada querida? – Perguntava com um simpático sorriso. Elsa tinha um compromisso e Mary, mesmo com um sorriso simpático não escondia sua pressa. – Se quiser pode me acompanhar, não tem um lugar pra passar a noite não é? Vamos até minha casa, tenho que fazer a janta do Felipe e você pode tomar banho e se arrumar lá. – Mary estendia sua mão e chamava Elsa para acompanha-la. Caso a médica decidisse segui-la, elas chegariam numa casa humilde, feita totalmente de madeira porem bem mais organizada do que a loja. Ao abrirem a porta às duas se deparariam com Felipe, filho de Marry e vendedor da loja de armas. – Adotou uma menina mãe? – Com a arrogância que Elsa já conhecia o mesmo a daria as boas vindas. – Não ligue pra ele, sinta-se a vontade. O banheiro é à direita, quando voltar nós veremos onde você vai dormir. – A senhora cruzava a sala e tocava em seu filho o chamando. Os dois entravam no quarto e ambos olhariam rapidamente para Elsa e fechariam a porta.

A menina tinha a casa toda pra explorar - caso quisesse - mas estava atrasada para o encontro com o espadachim bonitão, talvez ela não quisesse deixar essa oportunidade passar, alias informação a mais não faria mal. Depois de alguns minutos de conversa Felipe sairia do quarto e iria rumo à porta da casa. – Se quiser que eu te leve se apresse, vou pegar os cavalos. – Assim ele saía se Elsa quisesse pegar a carona teria que se apressar e encontrar na carroça que a esperava fora da casa. Marry sairia do quarto e diria. – Você esta linda minha filha. Mas se apresse se não Felipe não te levará. – Ao sair da casa, Ás veria Felipe na carruagem. – Vamos mocinha, não tenho todo o tempo do mundo. – E assim ele a levaria a loja de vinhos. Felipe estava muito sério para conversar. Ele estava de certa forma focado em algo. – Chegamos! – Ele parava os cavalos. – Não me espere, não sou seu motorista. Se quiser voltar, já sabe o caminho... E você vai dormir na sala. – Piscava. Se entrasse veria várias mesas e a iluminação a base de velas. Seu acompanhante estava a sua espera em uma das mesas ao fundo e quando a visse levantaria com um sorriso de orelha e orelha e puxaria a cadeira para que Ás sentasse. – Tomei a liberdade de pedir um vinho pra nós, ele deve estar chegando. Não se preocupe, hoje é por minha conta. – Segundos depois entrava um marinheiro acompanhado por uma mulher bonita. O homem era o mesmo que Elsa e Mary encontraram na loja horas atrás e podia deduzir que a mossa que o acompanhava era Pollyana e que também não parecia muito satisfeita. Dois marinheiros acompanhavam o casal e esperavam no lado de fora da loja/restaurante, eram guarda costas.

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MensagemAssunto: Re: 1º Tale: Winds of Winter   1º Tale: Winds of Winter EmptySab 09 Jan 2016, 01:13

- The Game -




Micqueot começava a ganhar novos contornos a minha visão, pela primeira vez quebrava a imagem infantil que tinha do local, não por menos haviam se passado nada menos do que quatorze anos desde a última vez que pisara na ilha. Já não era uma criança e muito menos tinha as noções de uma, cresci aprendendo a lidar com um dos jogos mais complicados que existe, o de interesses, onde cada palavra não pode revelar muito e ao mesmo tempo quase nada, só que mesmo assim deveria manter-me atenta e não simplesmente acreditar que era capaz de fazer e dizer o que bem entendia como se não houvesse outras pessoas agindo da mesma maneira. Era a primeira vez em que faria algo completamente sozinha. – Oberyn e papai tirariam isso de letra. – pensava conforme caminhava junto de Mary em direção a loja de artigos de luxo. Havia conseguido um encontro e para tal devia me preparar.

Após sermos atendidas, tínhamos toda a loja para explorar e todo tempo para conversar, ou era isso o que eu pensava enquanto experimentava um ou outro vestido, tal como as máscaras. – Sim, mas ainda temos tempo. – brincava, escondendo minhas intenções e dúvidas. Fora quando uma vez nos interrompeu, chamando pela senhora. Um marinheiro se apresentava a nós duas e ao demonstrar o interesse sobre quem eu era o respondi com um sorriso tímido ao mesmo tempo em que Mar o cortava, perguntando por uma tal de Pollyana. Em silêncio permanecia ouvindo a conversa dos dois, como se não me importasse muito com tudo aquilo. – Adega One? – pensava comigo mesmo a partir daquele ponto. – Parece que uma das principais responsáveis pela prisioneira pode não estar no QG durante a noite hein. Ainda sim, apenas uma possibilidade. – mantinha os olhos nas roupas próximas sem expressar nada disso abertamente para ambos.

Mas Mar durante a conversa parecia demonstrar muito interesse pela prisioneira. Quando o marinheiro retrucou o interesse daquela senhora acabei por me intrometer mesmo que ligeiramente na conversa. – Creio que seja uma preocupação. Ela me pareceu tão perigosa, seria muito bom pra todos os que vivem por aqui que ela seja transferida o quanto antes. Eu sempre ouvi tantas histórias sobre invasões piratas que chega a me dar calafrios só de imaginar se algum louco decide ajudar aquela mulher. – dizia com um olhar de preocupação, mas rapidamente voltava a atenção para uma joia próxima analisando seus contornos. Enquanto deixava os dois se despedindo.

Ao partir do marinheiro, era novamente questionada sobre o tempo e a possibilidade de me atrasar. – Está com pressa? – me questionava o porquê de tudo aquilo. – Tem razão, melhor irmos logo, acho que Marco não gostará muito de ficar esperando. – prendê-la ali seria perda de tempo. – Só me aguarde um instante, irei levar algumas coisas. – me afastaria de Mary e iria até o balcão, onde compraria uma máscara da qual havia gostado, assim como uma manta de seda azul, a mais barata que eles tivessem no local. – Poderia, por favor, embrulhar tudo é para presente. – diria a vendedora na hora da compra, pagando-a em seguida, mesmo que custasse todo meu dinheiro. Após efetuar a compra, voltaria para junto de Mary onde segui para a casa da mesma que apesar das recentes desconfianças, havia me oferecido um teto para me abrigar, mesmo que por algumas horas. Fora então que seguimos até uma casa de aparência bem humilde, mas cerca de dez vezes mais organizada do que a loja do filho dela que por sinal havia acabado de descobrir o nome, mesmo que não me interessasse de fato.

Felipe já a esperava no interior da casa e ao notar minha presença não hesitou em rapidamente cutucar-me com suas palavras. – Eu sempre quis ter um irmão. – rebatia em igual tom de zombaria, antes de Mary me indicar onde ficava o banheiro e logo em seguida chamar o filho para uma conversa em particular. Tudo muito estranho, por mais que quisesse apenas pensar que a estranheza que ambos transmitiam era apenas uma preocupação boba, o fato era que tinha a casa por alguns segundos, mas sem muito tempo para desperdiçar optava por observar tudo ao meu redor, cada canto, móvel, papel ou coisas que me parecessem destoar do normal. Sempre tive bons olhos para identificar essas coisas, torcia para que pudesse encontrar algo que justificasse minhas suspeitas e só caso eu o encontrasse algo de fato suspeito me aproximaria para analisar rapidamente, antes de seguir para o banheiro.

Utilizei o banheiro da casa para me aprontar, tomando um bom banho e armando um penteado especial para a ocasião, um coque utilizando a trança do cabelo, algo simples, mas bem elegante. Se tivesse comigo as coisas que havia comprado na loja de artigos de luxo dobraria a manta de seda e a enrolaria em volta da máscara para que no fim das contas parecesse que segurava apenas o tecido. Ocultava boa parte das senbons pela roupa, em especial pelas mangas do vestido e próximo dos calcanhares, manteria apenas uma delas a mostra no cabelo, mantendo o penteado firme.

Ao terminar de me aprontar era abordada por Felipe que a sua maneira me oferecia uma carona. – Irei em breve, obrigada. – agradecia sem muitos sorrisos desta vez. Quando Mary me virá não tardou em me elogiar, assim como mais uma vez ressaltar de que deveria me apressar. – Jura? Obrigado Mar, é muita gentileza da sua parte tudo isso. – gesticulava e sorria para a velha senhora antes de concordar com ela e rapidamente seguir em busca de Felipe que já me aguardava do lado de fora com uma carruagem. – Hmm, mas que romântico. – brincava novamente com ele enquanto subia na mesma, mas ele parecia não estar muito para conversas. Ao chegarmos na Adega One, ele voltava a falar comigo palavras pelas quais não me importava de ouvir. – Tudo bem, Obrigada mesmo assim. – agradecia enquanto o observava partir. – Como eu gostaria de saber o que vocês estão escondendo. – pensava.

Ao adentrar na adega me deparava com um ambiente bem romântico, iluminado a base de velas e com certo requinte. – É mais bonito do que eu imaginava. – observava tudo e todos ao redor antes de seguir para a mesa do fundo onde Marco me aguardava. Ele sorria de forma abobalhada e como todo bom cavalheiro me ajudou a sentar a mesa enquanto se prontificava a avisar que tudo estaria por conta dele. – Me pergunto se todo esse investimento é amor a primeira vista ou apenas um pretexto para que eu durma com ele no fim da noite. – pensava, enquanto agradecia a tudo o que ela falava e fazia para mim.

Segundos depois outro casal adentrava a adega, era o homem que havia conversado com Mary e a mulher que provavelmente seria Pollyana, esta que pela sua feição não parecia nem um pouco feliz com aquilo. – Parece que não somos os únicos aqui buscando um clima de romance. – brincava com Marco, mostrando-lhe discretamente o casal. – Eles devem ser importantes para vir com guarda costas, você os conhece? O vestido dela é lindo! -  tentava não demonstrar mais do que uma boba curiosidade, mas caso ele respondesse sobre a identidade do casal prontamente voltaria minha atenção a ele interrompendo após saber quem eles eram de fato. – Mas chega de falar deles, eles não me interessam. – o encararia enquanto sorria e estendia minha mão pela procurando a dele. – Acho que foi o homem mais educado que encontrei nesta cidade hoje, além de tudo está encarregado de algo tão importante, pensei que dificilmente aceitaria minha proposta. – levaria a outra mão até o canto do rosto, ajeitando o cabelo para trás da orelha e sem arrancar o sorriso bobo do rosto. – Você deve ter tantas histórias pra contar, mas por hora gostaria apenas de saber quem é Marco? – Se o vinho chegasse, brindaria com o homem e tomaria um pequeno gole, esperando pelas respostas e perguntas que ele viesse a fazer. Se estivesse com a máscara coberta com o manto e ele questionasse a razão do tecido, justificaria alegando ser apenas o frio da ilha, caso eu precisasse me aquecer após sair da adega. – Paciência Elsa, o jogo requer paciência, mesmo que o tempo seja curto. – pensava.



Considerações:
 

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MensagemAssunto: Re: 1º Tale: Winds of Winter   1º Tale: Winds of Winter EmptyDom 10 Jan 2016, 13:19

- ... the information (part 2) -

Ao por os pés no restaurante Adega, Elsa pode ver o quão romântico era o lugar, sua iluminação a velas, o som suave do violino se propagando por todo salão, a reverencia e a elegância que o lugar proporcionava era de certa forma encantador. Marco de pé ao lado da mesa reservada a esperava, seu sorriso indicava o tamanho de sua felicidade e suas bochechas rosadas entregavam seus sentimentos. Ao se sentar, o homem fez questão de dizer que tudo ali era por sua conta, alias, Elsa não teria nenhum tostão a gastar, pois havia comprado a mascara que outrora tanto lhe chamava a atenção. Os dois trocavam olhares quando a porta balançava, um casal de marinheiros adentrava ao restaurante e se apossava de uma das várias mesas. Elsa dentre outras pessoas que ali frequentavam reparavam no luxo e beleza que a mulher esbanjava, porem não estava muito a vontade naquele vestido fabuloso.

A moça logo fazia um comentário do casal com um tom de brincadeira envergonhando um pouco mais Marco que para não perder a pose, sorria. – Stuart e Pollyana. – Respondia. – Stuart é o capitão do Quartel e Pollyana é a filha de Muller, o dono da Adega One. Tirando o fato dela também ser tenente e vice-capitam do quartel. – Dizia Marco olhando discretamente para o casal. Logo Elsa interrompia o garoto deixando-o um pouco transtornada, mas voltava para seu estado de constrangimento quando ela tocava sua mão. – Eu encarregado de algo importante? Acho que está se referindo a prisioneira... – Era novamente interrompido com a chegada do vinho. – Muito obrigado! – Agradecia Marco ao garçom após o mesmo ter os servido.

– Eu não tenho tantas histórias até porque vim de Wars Island, a segunda ilha de North blue. Lá não tem muitas oportunidades e a ilha ainda não é tão desenvolvida quanto esta. Eu vim pra está cidade quando entreguei à viúva negra a justiça. O quartel general de Wars não é adequado para uma criminosa desse porte. Aquele agente que conheceu hoje de manhã estava encarregado pela prisão dela e eu estava no meio porque queria minha recompensa. Aquela mulher tinha uma recompensa de 7 milhões e meio! – Um pequeno estrondo houvia-se no lado de fora do restaurante, a violinista errava a nota e as pessoas que ali dentro suspiravam profundamente assustadas com o barulho.

Em seguida, no lado de fora do restaurante chegava outro marinheiro, esse espantado informava aos dois guarda-costas sobre algo que havia acontecido. Um dos três marinheiros adentrou ao local e com sua reverencia chegou formalmente ao lado de Stuart e cochichava em seus ouvidos. O capitão da marinha arregalava os olhos por alguns segundos e depois voltava a sua postura formal. Todos ali espantados esperavam alguma resposta do marinheiro e este se pronunciava. – Não se preocupem! Houve apenas um acidente com os produtos da Adega One, parece que o veículo que transportava os vinhos para o navio tombou e gerou esse barulho. Com as informações que me passaram, não houve feridos, portanto desculpem o transtorno. – O marinheiro arrumava suas vestes e sem deleitar o vinho que o restaurante fornecia fazia um sinal para o garçom, o mesmo apenas balançava a cabeça e levava uma espécie de carteira com a nota da conta. O casal se retirava e voltavam a conversar do lado de fora juntamente com os 3 marinheiros.

Todos voltavam aos seus lugares, à violinista voltava a tocar seus sons suaves e Marco novamente chamava o garçom. – Está com fome? Eu estou morrendo, gosta de lagostas? – Querendo impressionar Elsa com o prato mais caro do restaurante o mesmo pedia para o garçom que servisse o vinho novamente. – Então... Fale-me um pouco de você, Às. – Marco dizia olhando entre as mascaras diretamente nos olhos de Elsa enquanto bebia os últimos líquidos que ainda sobravam do vinho em sua taça. O clima que o restaurante proporcionava continuava, Marco e Elsa se encontravam em uma situação em que cada um tentava tirar uma lasquinha do outro, talvez o objetivo dos dois fossem diferentes, mas as indiretas acabariam chegando a algum lugar e para saber onde, o jogo teria que continuar.


Explicações:
 

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MensagemAssunto: Re: 1º Tale: Winds of Winter   1º Tale: Winds of Winter EmptyDom 10 Jan 2016, 16:53

- The Game 2 -




Então eles não são qualquer casal. – pensava conforme ouvia as explicações de Marco sobre o casal de marinheiro que também chegavam a Adega. – Stuart e Pollyana, as pessoas mais importantes do QG da ilha não estão tomando conta da prisioneira. Confiança ou descaso? – não podia deixar de questionar a razão disso, embora a mulher claramente não demonstrasse felicidade em ter dado uma fugida do trabalho. Obviamente cortava o assunto com Marco, já sabia o suficiente sobre aqueles dois e o ato de mudar de assunto era suficiente para desfazer qualquer oportunidade do homem em questionar meu interesse em ambos. O vinho chegava alguns segundos depois de ter mudado o assunto e tal como o homem, agradecia o garçom.

Os goles curtos na taça não serviam apenas para apreciar o bom vinho, mas para evitar tomar muito do mesmo. – Bem rascante, como eu gosto. – analisava a bebida enquanto ouvia Marco falar sobre si, de onde tinha vindo e porque estava na ilha. Alternava as expressões, ouvindo-o com atenção, com os olhos vidrados nos dele e mordendo os lábios uma ou duas vezes. – Você a capturou! Eu mal consigo imaginar o quão difícil foi ter de fazer isso. – demonstrava estar surpresa. – Assim como mal consigo imaginar tanto dinheiro assim. – sorria antes de ser, assim como todos os demais presentes na Adega interrompida por um estrondo.

O que foi isso? – dizia em tom de surpresa, embora não estivesse exatamente assustada com o barulho. Não demorou muito tempo para que um marinheiro adentrasse o local e fosse ao encontro de Stuart onde cochichava ao ouvido dele. Em vão, tentava observar o que o homem falava a distância na esperança de com sorte poder fazer uma rápida leitura labial, mas o homem parecia muito preocupado em manter seja qual for o assunto em segredo este que parecia ter deixado Stuart muito surpreso dado sua reação muito singular. Ainda aturdidos pelo súbito estrondo, todos os clientes do local esperavam por alguma notícia e como toda a atenção voltou-se para o marinheiro, Stuart se prontificou a acalmar a situação, pedindo a conta e saindo do restaurante junto de Pollyana. – Um carregamento de vinho se perde e é preciso chamar o líder e a vice-líder do Quarte General da ilha? – o fato era muito estranho.

A vontade era de seguir e ver o que de fato ocorreu, mas não podia abandonar Marco na mesa, não sem uma boa razão para me ausentar. – Adoro frutos do mar. – abria um sorriso muito maior do que o normal ao ouvir a sugestão do prato principal, mas quando o homem questionou minha origem, rapidamente fechava a expressão, trocando-a para uma mais tímida. – Eu vim de Shells Town no East Blue, de uma pequena família. Eu tive uma boa infância lá, até que meu pai veio a falecer, ele também era marinheiro, mas acabou morrendo em serviço. Minha mãe sempre fora uma comerciante de relativo sucesso por lá, tanto que vivia viajando e eu adorava a acompanhar, tanto que conheço algumas ilhas pelos blues e estive em Micqueot ainda muito pequena, mas os negócios pioraram um pouco com a morte do meu pai e, bem você pode imaginar que a vida da minha família nunca mais foi a mesma. – mesclava as histórias, parte dela era minha própria vida, outra era a história de vida de meu próprio pai, nascido em Shells Town, perdeu o pai marinheiro muito cedo, teve sua vida colocada de ponta cabeça. No fim, pouco inventava e isso era bom, me prevenia de trocar os pés pelas mãos e adicionar detalhes pelos quais não lembraria depois.

Cada palavra dita a Marco carregava ações distintas, ora ou outra evitava olhar para seus olhos, especialmente nos pontos tristes da história. – Marco, você pode me dar licença por um instante? – pedia a ele com toda educação. – É que com esse barulho, acabei me preocupando com Mary e Felipe, foram eles que me trouxeram até aqui e acho que eles estavam próximos do incidente, Mary já tem certa idade e tenho medo dela ter passado mal com o susto que foi esse acidente, se incomoda? – gesticulava, dando a entender que também não passaria da porta da Adega. Caso Marco cedesse ao pedido, iria até a porta da Adega, na esperança de ouvir a conversa de Stuart com os homens, para disfarçar perguntaria a eles. – Desculpe, mas vocês viram um rapaz em uma carruagem? Ele se ofereceu para me trazer até aqui, mas com essa notícia acabei me preocupando com ele, só queria ter certeza de que ele está bem. – não diria o nome de Felipe, muito menos entraria em detalhes sobre sua aparência, mas também não queria ir até a porta e permanecer em silêncio perto deles até retornar. Caso obtivesse ou não resposta os ouvindo, retornaria para a mesa onde Marco me aguardava.

Tendo ido ou não até a porta, continuaria com Marco. – Desculpe, é apenas uma preocupação boba. – diria quando voltasse ou caso o homem não estivesse inclinado a me deixar ir. – Não pude evitar de me preocupar, eles foram tão gentis comigo, até me ofereceram para dormir na casa deles, mas não posso fazer isso. Não quero abusar da generosidade deles. – procurava deixar implícito de que não possuía um lugar para dormir, fazia meu movimento e aguardava o de Marco. Enquanto isso aguardava ansiosamente a lagosta, afinal também estava com fome.

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