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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Detonando em Shells Town

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Detonando em Shells Town   Detonando em Shells Town - Página 7 EmptyQua 06 Jan 2016, 01:05

Relembrando a primeira mensagem :

Detonando em Shells Town

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Takamoto Lisandro. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Jarok
Civil
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MensagemAssunto: Re: Detonando em Shells Town   Detonando em Shells Town - Página 7 EmptySeg 07 Mar 2016, 03:00

Saga East Blue

"Capítulo I: Detonando em Shelltown"

- Trecho XIV: Nascido para a batalha



- Eu não me importo em tentar resolver isso com um luta. - o rapaz se desencostou da parede, tirou seu casaco e deixou-o cair atrás de si, parecendo com mais vontade de provar alguma coisa em batalha do que se esperaria de alguém que acredita ser superior. – Mas não é como se pudesse me vencer... - alongou os braços e os ombros, dobrando as mangas de sua camisa com cuidado

"Se realmente estivesse em um nível tão diferente, ele não deveria ter a necessidade de se preparar para um combate contra alguém que julga tão inferior"

- Pronto? - perguntou, ainda sorridente.

Se Jarok visse qualquer pessoa comum dar um sorriso daquele tipo, julgaria que a pessoa acreditava estar em uma festa. No entanto, o sorriso doentio daquele homem lhe fazia acreditar que para ele - pelo menos naquele exterior afetado -, a felicidade naquele momento provinha do fato de ter absoluta certeza de que esmagaria o desconhecido e nada infame pirata que ingenuamente pusera-se em seu caminho.

"Estou pronto desde que nasci...", na realidade, a tensão daquele instante lhe impedia de pensar ou pronunciar aquelas exatas palavras, deixando-lhe apenas com a sensação que elas traziam.

De qualquer forma, o jovem pirata risonho logo de cara já deixava claro que sua força estava acima da de qualquer um que ele havia enfrentado desde que saíra de Loguetown, aplicando um rápido soco com o punho esquerdo, do qual Jarok conseguiu habilmente desviar, seguido de outro com o punho direito, forte e rápido o suficiente para lançá-lo ao chão.

"Hunf... Um oponente decente...", ele pensou, ainda esticado no chão, esperando seu equilíbrio voltar, "Parece que eu estava certo...", não conseguiu evitar que um largo sorriso se manifestasse em seu semblante.

Durante todos aqueles anos seguindo seu pai marine, ele lutou contra pessoas mais fortes, mais fracas e com a mesma força, e até conseguiu convencer, por vezes, alguns sargento desocupados a fazer um sparring com ele, mesmo que não tivesse chances de ganhar na época. Em todas elas ele aprendia alguma coisa, mas sem dúvidas, suas preferidas eram aquelas na qual a superação era imprescindível, aquelas nas quais ele tinha que negar seus limites, nem sequer reconhecer a existência deles.

– Quer tentar novamente?

"wtf... Eu ainda não fiz nada..."

Fechou sua mente conforme se levantava da sarjeta. Pensar além dos instintos de batalha não lhe traria nenhum benefício naquele momento.

1. Combo fechado
Se o rapaz estivesse próximo o suficiente, tentaria erguer-se rapidamente, apoiando-se sobre uma das mãos e tentando acertar um forte chute com o peito do pé na cavidade do joelho do rapaz - a perna usada e o joelho mirado varia de acordo com que estiver mais ao alcance de Jarok -.

Caso acertasse, levantaria-se complemente o mais rápido que pudesse, emendando um chute alto com a perna oposta, diretamente na lateral do rosto de seu oponente.

Se o segundo golpe também acertasse e o rapaz permanecesse em pé, completaria o giro na perna que usara como eixo, tomaria impulso e, assim que chegasse bem próximo ao pirata, aplicaria um chute seco com a sola do pé em seu peito a.k.a pedalaço, transferindo todo o momento linear do impulso para o golpe.

1.1 Primeiro golpe erra ou não pode ser aplicado
Caso o primeiro golpe errasse, fosse bloqueio ou por esquiva ou caso o homem não estivesse em alcance propício, Jarok levantaria-se o mais rápido que pudesse, mantendo-se alerta e avançando contra seu oponente.

Embora o ápice da luta ainda estivesse por vir e o genuíno sorriso que viria mais cedo ou mais tarde ainda não fosse capaz de se manter, nenhum pensamento escurecia os instintos de batalha do pirata e, aos poucos, ele começava a apreciar o aprendizado de uma verdadeira luta por sua vida.

Aplicando um chute alto com a perna direita, Jarok tentaria acertar a lateral do rosto do pirata. Caso acertasse, emendaria o mesmo tipo de chute com a outra perna, completando com um impulso - para ajustar a distância e o equilíbrio - e um chute com a sola do pé direito no rosto de seu adversário.

1.1.1 Chute alto falha
Caso o primeiro golpe fosse esquivado, Jarok tentaria girar utilizando a perna direita como eixo, mirando um chute alto giratório com a perna esquerda no rosto do oponente; Caso o primeiro golpe fosse bloqueado, abaixaria-se e giraria rapidamente ao mesmo tempo, aplicando uma rasteira com a perna esquerda esticada.

Caso o chute giratório fosse evitado, Jarok usaria a rotação para atacar com um chute lateral com o pé direito nas costelas do rapaz; caso a rasteira fosse esquivada, tentaria usar a rotação, levantando-se ao mesmo tempo em que aplicaria um chute alto giratório, mirando a cabeça de seu oponente.

1.1.2 Segundo chute alto falha
Caso o segundo golpe fosse esquivado, Jarok faria exatamente as mesmas coisas do caso anterior, apenas invertendo os lados.

1.2 Segundo golpe falha
Caso o segundo golpe fosse esquivado, Jarok encadearia um chute giratório alto com a perna oposta; caso o segundo golpe fosse bloqueado, tentaria abaixar-se e girar rapidamente ao mesmo tempo, aplicando uma rasteira com a perna oposta.

1.3/1.1.3 Terceiro golpe falha/Chute direto no rosto falha
"Ok, agora sou obrigado a admitir que ele realmente está em um nível diferente do meu...", abriria o tão esperado sorriso, cuspindo no chão e lentamente afastando-se de seu oponente, tirando seu casaco e também lançando ao imundo chão pavimentado com paralelepípedos.

2. Casos de defesa
Caso, em algum momento na miríade de ataques provenientes da sede de batalha de Jarok, seu oponente conseguisse abertura e vontade para contra-atacar, ele simplesmente tentaria desviar dando pequenos pulos para trás, contra-atacando com chute laterais - dos três ângulos: alto (cabeça), médio (costelas), baixo (joelho) - sempre que possível. Se necessário - caso um golpe fosse ou parecesse "longo" demais -, usaria de suas acrobacias para saltar para trás.

Sempre tentando prestar atenção ao ambiente ao seu redor, se se visse impedido de continuar esquivando-se para trás mas ainda estivesse livre para esquivar-se para os lados, tentaria fazê-lo através de "estrelinhas" ou simplesmente abaixando-se para evitar os golpes e saltando para o lado oposto do qual o segundo golpe provavelmente viria.

Caso se viesse pressionado em algum lugar no qual esquivar fosse algo próximo ao impossível, tentaria utilizar de sua arrancada rápida para chutar/empurrar uma das paredes atrás de si com o peso de seu corpo, lançando-se contra seu adversário com uma joelhada.


OFF:
 
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MensagemAssunto: Re: Detonando em Shells Town   Detonando em Shells Town - Página 7 EmptyTer 08 Mar 2016, 00:48


* Finalmente.

Rin ousadamente fazia uma contraproposta ao ouvir a ideia iniciar do ferreiro, exigindo ainda mais uma espada além da arma de fogo e da primeira katana. Ao ouvi-la o homem ficou vermelho em raiva e quase avançou contra o cachorro novamente. – SEU MERDINHA! – Berrou antes de ser segurado novamente pelo companheiro pacifista. – Calma! – Insistia ele.

Houve tempo para o ferreiro se acalmar antes de finalmente dar a resposta ao cachorro. – Tudo bem, eu aceito seu desgraçado chantagista. – Ele ainda estava irritado enquanto com passadas pesadas entrou na sala atrás do balcão e voltou com duas espadas e a pistola colocando-as sobre a mesa com uma forte batida. – É isso que você quer né? Enfia no cu. – Disse ainda puto da vida antes de entrar novamente na sala interna.

* A movimentação azul

Após ter fugido da quase-guerra que acontecia no subsolo, o garoto de madeixas azuis caminhou por Shells town em direção ao local onde seu irmão e amigo estavam, o caminho foi tranquilo em sua maioria, mas em determinado momento, pouco após ter se afastado da entrada do lugar pode notar um pequeno grupo de marinheiros passar apressados e armados. Ao todo eram apenas 6 homens e nenhum deles sequer deu atenção ao espadachim que seguiu despreocupadamente com seu caminho até chegar ao coliseu enquanto os marinheiros seguiam na direção oposta.

* Mais um braço ferido

Depois de algumas provocações o lobo avançou novamente contra Lisandro que já aguardava por isso, afinal contra-atacar era a melhor forma que tinha de combater um inimigo tão rápido, forte e resistente quando aquele humanoide.

Caindo ou não nas provocações ele avançou sem medo algum e sem dizer uma única palavra, apenas uivou enquanto correu para o ataque. Era uma investida direta e Takamoto já sentia que seria como da última vez, lançando seu direto de esquerda em direção ao lobo, mas desta vez ele foi rápido e inteligente o suficiente para desviar a cabeça e abocanhar o braço esquerdo do boxeador.

O ruivo se viu em extrema dor enquanto os dentes cravavam sua carne, a mordida foi efetuada justamente na articulação, mas os dentes ficaram entre ela evitando o ferimento de ser ainda mais grave. Em quase-pânico Lisandro se via forçado a fazer o lobo soltar, incapacitado de usar sua mão esquerda no momento ele golpeou a cabeça do lobo com a destra. O primeiro golpe não teve resposta, o lobo continuou agarrado ao braço com força, mas a segunda ele pareceu o atordoar e afrouxar a mordida.

Ainda assim Takamoto não parou e golpeou uma terceira vez enquanto puxou seu braço ensanguentado, mas ainda capacitado da boca do animal. Um estranho som como se algo tivesse quebrado pode ser ouvido brevemente e então o lobo recuou de imediato e visivelmente atordoado com as pancadas, ele parecia ter dificuldade em se equilibrar e seus membros tremiam. Ele tossiu cuspindo uma quantidade considerável de sangue e então balançou a cabeça como se estivesse pronto para outra.

* Como ver seu amigo tomar uma surra.

Em meio a sua caminhada Blum passava pelo corredor onde Jarok e um estranho lutavam, Blum permaneceu parado apenas observando a luta. Caído ao chão, Jarok chutar o joelho do homem que rapidamente removeu a perna ao ver o movimento.

Levantando-se, Jarok seguiu com sua investida chutando a lateral do rosto do homem que não fez a menor questão de esquivar. O chute pareceu atingir bem, o som também parecia ótimo, mas de alguma forma aquele sujeito permanecia inexpressivo. Um segundo chute alto foi lançado, mas desta vez ele ergueu o braço direito e bloqueou. – Vai precisar fazer muito mais do que isso. – O pé sequer conseguiu tocar o chão antes de seu dono ser atingido com um soco. Embora ele ainda tentasse recuar não ouve tempo. Sua barriga fora atingida e seu corpo se curvava quase que completamente.

Sentiu-se levantado do chão, e antes de cair sentiu as duas mãos de seu oponente juntas atingirem sua nuca o levando ao chão caído com o rosto no piso. A dor o tonteou e deixou com que sangue saísse de sua testa que havia tocado o chão primeiro. A quantidade de sangue não era muita, mas se continuasse a escorrer eventualmente iria atrapalhar a vista do chutador.

* Voltando a loja e pro cachorro que ninguém liga

O homem saia tempo depois dos fundos da loja pela terceira vez. Desta vez com um caixote em mãos que repousou gentilmente no balcão, com todo o cuidado que ele parecia não ser capaz de ter. – Você aceitou e agora não tem volta. Vai ter que entregar esta caixa em uma casa ao extremo sul da cidade. É uma mansão antiga e abandonada, mas há um grupo usando o local... Entregue a eles e diga que Gerrard te mandou. – Sua expressão parecia seria, até demais para falar a verdade, suor escorria de sua testa como se estivesse extremamente nervoso. – Ah sim... Tome MUITO cuidado com essa caixa, o material dela é... Extremamente frágil... – A afirmação do homem parecia suspeita, ainda assim Terumi não sabia ao certo o que havia no caixote, mas assim que o levantasse notaria que ele era um tanto pesado, talvez por volta dos 10 a 15 quilos.

* Deu bom... Só que não...

Takamoto ainda estava ferido quando o lobo tentou novamente avançar em sua direção, mas depois de alguns passos apressados ele caiu no chão babando sangue e saliva em conjunto. Seus olhos estavam brancos e ele estava inconsciente ou possivelmente morto. Tudo parecia perfeito, mas assim que Takamoto virasse para ver o que acontecia com Jofre, veria o ex-adversário tendo seu pescoço preso entre as presas do lobo, provavelmente já morto.

A única boa noticia disto é que aquele lobo já parecia estar ferido e cansado da batalha contra o outro boxeador.


Histórico Takamoto:
 

Histórico Blumayden Nakamura:
 

Histórico do Jarok:
 

Histórico do Ideo:
 

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MensagemAssunto: Re: Detonando em Shells Town   Detonando em Shells Town - Página 7 EmptyTer 08 Mar 2016, 14:19


Cap. I - The Prologue
Detonando em Shells Town!

I bite way more than I bark
A Dog In Big City
.


Após convencer o homem da loja a dar-lhe mais alguma coisa pelos seus serviços o cachorro aceitou livremente a suposta tarefa que tinham para ele, a primeira coisa que de imediato chamou a sua atenção foi a rápida mudança no ambiente dentro da loja, algo rural e quotidiano havia se tornado em algo pesado e constrangido. O ferreiro que até agora havia se mostrado como um homem bruto e sem maneiras, foi até as traseiras da loja de forma calma e quando regressou portava uma caixa de cartão misteriosa, o seu interior era um mistério mas independentemente do que fosse parecia ser precioso ou frágil ou até mesmo uma mistura dos dois, Rin apenas limitava-se a observar de forma calma e paciente abanando a sua cauda da esquerda para a direita a um ritmo constante e sereno. Assim que se aproximou do balcão o ferreiro pousou a caixa com o mais precioso cuidado que Rin viu alguém do seu tamanho ser capaz de fazer, o Mini limitava-se a olhar para a caixa de forma curiosa e constante, apesar de ser uma caixa normal ele tantava adivinhar o seu conteúdo fazendo uma lista de coisas preciosas que caberiam numa caixa daquele tamanho como por exemplo peças de ouro, prata e revestidas por joias mas pensando melhor um ferreiro como aquele não teria bolsos para tal material, talvez se trata-se de material de construção fino como vidro, porém a sublinha de pensamento foi interrompida pelo ferreiro.

Você aceitou e agora não tem volta. Vai ter que entregar esta caixa em uma casa ao extremo sul da cidade. É uma mansão antiga e abandonada, mas há um grupo usando o local... Entregue a eles e diga que Gerrard te mandou.

Certo, certo... Mais alguma coisa?

Ah sim... Tome MUITO cuidado com essa caixa, o material dela é... Extremamente frágil...

Frágil ? Tem o que cá dentro?

Caso não lhe contassem o conteúdo da caixa, Rin iria insistir uma segunda vez no assunto tentando leva-los a revelar o que estava no interior, se depois disso não conseguisse o cachorro simplesmente escolheria os ombros e pegara na caixa com cuidado, como tinha as instruções para onde ir restava-lhe apenas iniciar o seu caminho mas antes iria passar na outra loja de modo a comprar uma mochila, nada muito caro ou que desse muito nas vistas, apenas uma mochila comum para colocar as costas, pode ser que apanhasse alguma promoção ou algo parecido, depois de ter a sua mochila restava-lhe ir em direção ao sul da cidade na esperança da tal casa abandonada ser rapidamente encontrada e que o suposto grupo estivesse onde o ferreiro lhe tinha indicado momentos antes de sair da loja com a sua preciosa caixa com bens.


Objectivos:
 

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Última edição por Teru em Sab 19 Mar 2016, 14:43, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Detonando em Shells Town   Detonando em Shells Town - Página 7 EmptySex 11 Mar 2016, 22:54


Cap. I
Detonando em Shells Town!

''Cambalacho''
Confusão e Doideras

- Eita! – Pensei. A porrada que o meu companheiro tinha acabado de levar foi forte demais, que até doeu em mim. Fiquei boquiaberto com aquela cena.

Um sentimento de querer derrotar aquele cara correu nas minhas veias. – Porém, essa é a luta dele... Será que eu devo intervir? – Seguraria o cabo da katana firmemente para me controlar. Realmente não gostava de ver aquela cena.

Jarok! – Indagaria. - Não reclame... – Falaria, enquanto desembainharia minha espada. – ... Caso eu vença ele... – Brincaria.

- O Jarok não pode simplesmente se levantar e lutar na tora, ele vai ter que se recuperar para se livrar da tontura e uma insuportável dor na nuca. Ainda por cima ele tem um sangramento na testa que poderá fazer com que o mesmo não consiga ter uma visão plena. Droga! Se eu tivesse com o kit médico aqui. – Suspiraria e olharia ao meu redor e analisaria o meu oponente. – Certo. Quando conseguir tempo irei estancar o sangramento de Jarok. Terei que voltar toda a atenção do oponente em mim. – Olharia para o meu inimigo. – 10 segundos... – Pausaria. – ...Irei te derrotar.

Queria provocar o meu oponente para ele focar a atenção em mim e ficar sem controle. Ele não podia nem ficar irritado, mas com certeza não iria me ignorar.

Sairia correndo na direção daquele cara com a espada a altura do meu peito. Chegando perto do meu oponente resmungaria, colocando as minhas duas mãos no cabo. – Caminho da Correnteza... – Logo faria um corte na horizontal, porém ele seria como curvas de ondas. Começaria com uma curva para cima, logo me abaixaria um pouco e quando descesse a curva me levantaria mais. Sempre fazendo movimentos antagônicos entre eu e minha espada. Isso exigiria um extremo nível de técnica, movimentação e '' delicadeza''.
Spoiler:
 

Recuaria; acertando ou não.

Avançaria rapidamente. – Caminho do Trovão. – Deixaria minha espada completamente levantada para cima, deixando toda a minha guarda aberta. – Sabe o que é engraçado num trovão? -  Faria um corte na vertical na direção do oponente, olharia para o peitoral dele. – É que ele atinge o lugar onde a gente menos espera. – Seguraria a katana com as duas mãos e rapidamente mudaria a trajetória do corte, fazendo uma estocada na direção do pé daquele cuzão – movimentaria os meus pés para trás para que o corte desse certo.

Acertando ou não, recuaria.

Correria na direção do oponente com bastante audácia e então daria um pulo. Até que seria bem fácil ele se esquivar do ataque aéreo, mas eu já tinha pensado em tudo. Logo faria um corte na horizontal na direção do oponente, moveria o meu corpo para o lado para acompanhar o oponente, caso ele tenha decidido se esquivar para os lados.

Se em algum momento o oponente tivesse gritando por dor ou algo do gênero correria na direção do meu amigo e então estancaria o ferimento dele, usando um pedaço de roupa rasgada da calça dele. – Você está se sentido melhor? Caso tenha se recuperado dá uma voadora nesse maluco de surpresa. Tentarei chamar atenção.

Na hipótese que Jarok tenha se recuperado falaria para o meu oponente. – Nem preciso me esforçar. – Recuaria bastante, daria as costas para o meu oponente e indagaria. – Venha! – Estaria aguardando o meu companheiro surpreendesse o inimigo, se ele não viesse eu estaria lascado. Então tentaria ouvir os passos do homem e rapidamente dar um giro para trás seguido de um corte na horizontal.

Caso Jarok fosse um daqueles monstros viciados em lutas, que insistisse em lutar. - Tsc. - Suspiraria, enquanto guardaria minha espada. - Esse cara é que nem o Taka, um bando de cuzão. Odeio esses caras, bando de idiota... Mas entendia a vontade deles. - Coçaria os meus cabelos. - Se você morrer: não vá reclamar depois. - Então me sentaria em qualquer lugar.

Caso Jarok fosse nocauteado de novo iria até ele e demonstraria um sorriso sádico. Então iria lutar com o maluco.

Casos de Esquivas;

Caso ele tentasse dá algum ataque frontal, apenas daria um pequeno pulo para o lado e tentaria contra-atacar com um corte na horizontal nas costelas do oponente.

Na hipótese de fazer algum ataque na horizontal (espécie de rasteira ou cruzado) daria um simples pulo para trás, pois era realmente difícil se esquivar de algo assim.

Se ele tentasse fazer algum ataque na diagonal tentaria me esquivar indo para o lado oposto e contra-atacar com um rápido corte na vertical. Faria a mesma coisa para o caso na diagonal, porém iria apenas daria um pulo para o lado.

Se visse que minha esquiva fosse falha tentaria bloquear com minha espada. Se por acaso ficasse cansado (passasse do limite do meu VDA) iria suspirar lentamente e tentaria manter uma distância do inimigo.

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LEGENDAS:
Falas #0066FF | Pensamentos - #FF6600
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Última edição por Blum em Dom 13 Mar 2016, 14:49, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Detonando em Shells Town   Detonando em Shells Town - Página 7 EmptyDom 13 Mar 2016, 01:17

Pai do ano Pronto!

Provocações e mais provocações, não sabia se o lobo tinha caído ou veio em plena vontade, mas ele avançava feito o animal que era. Uma besta com instinto assassino pulava novamente a minha frente, agora tentando fazer a mesma coisa de antes o lobo raciocinava o bastante para desviar do ataque e agarrar com os dentes meu braço esquerdo. Senti seus dentes afiados rasgando minha pele e se fixando na minha carne.

A dor era imensa, porém não soltei nem um pio. Apenas rangi os dentes com toda a força do meu maxilar segurando a dor e soquei desesperadamente o lobo, que ainda mordia meu braço. Mais um soco e o lobo soltava aos poucos o meu braço esquerdo e no terceiro ele afrouxava o meu braço conseguindo tira-lo de suas presas. Aquilo era insano, a dor percorria por todo meu corpo e meu braço se tornava cada vez mais frio, tinha perdido muito sangue naquela investida.

Meus olhos se reviravam de dor, mas mantinha meu olhar fixo no lobo que recuava e aparentava ter sofrido bastante dano. Agitava sua cabeça e parecia estar pronto novamente para atacar, não sei se conseguiria aguentar apenas com meu braço direito, aquilo me fazia crer que eu poderia morrer naquela situação.

Esse não é meu jeito de ser, aguentando a dor e soltando um riso. Sorria perante o inimigo, meu corpo podia estar apenas aos trapos, mas minha determinação não era tão fraca. Não conseguia mover meu braço esquerdo sem que sentisse aquela dor angustiante, mesmo assim bati meu punho direito no peito e sorri.

Me preparei para o pior, o lobo partia para cima e meu corpo como um raio se alertava instantemente, mas ele pode relaxar ao ver que depois de alguns passos o lobo caia no chão desmaiado salivando e cuspindo sangue. Meus socos anteriores teriam servido para nocautear a besta, mas ainda considero sorte.

Eu tinha ganhado do animal, veloz e feroz ele perdia. Fechava meus olhos e levantava a cabeça em sina de alivio, porém ao olhar para o lado.. Eu apenas paralisei. Jofre estava morto com seu pescoço estraçalhado pelas presas do lobo que parecia cansado da sua batalha, eu e ele havíamos vencido. Porém apenas um de nós sairia dali com a vitória absoluta.

Foi então que olhando para ele e esticava meu braço direito em sua direção o chamando para uma briga, vingar a morte do meu antigo adversário seria minha maneira de supera-lo. Por mais que eu tivesse vencido minha batalha, enfrentar esse lobo seria dez vezes mais difícil em meu braço esquerdo. Mas era por saber disso que meu sangue fervia e um sorriso selvagem me acompanharia nessa luta.

Lutar era quase um instinto para mim, é minha diversão. Sem muita deixa olhando para o lobo que aparentava estar cansado não o deixaria tomar fôlego, por mais que meu braço esquerdo estivesse “inútil” eu iria ganhar da segunda fera de algum jeito, só não sabia qual ainda. Soltaria uma risada e iria para cima do lobo, caso ele viesse ao meu confronto ficaria atento na hora que ele fosse dá o bote.

Na hora que ele pulasse veria em que direção ele queria ir, caso tentasse ir no meu braço ferido pararia de avançar e tentaria desviar colocando meu corpo de lado o fazendo passar pegando apenas o ar e recuaria. Se ele viesse em direção ao meu direito faria a mesma esquiva, porém se ele passasse atingindo o ar socaria rapidamente seu torso enquanto ele passando por mim.

Seria um ataque rápido, não acho daria muito dano, mas acho que machuca-lo aos poucos faria diferença. Me lembrava do soco que Jofre me deu que me deixou bambo durante algum tempo, queria socar melhor que ele, queria derrubar esse lobo como ele me fizera. Caso o lobo não avançasse eu iria até ele.

Quando chegasse perto o bastante dispararia um direto de direita e caso ele desviasse daria um pulo para a esquerda armando minha guarda apenas com o braço direito, e quando ele tentasse me atacar com suas garras ou abocanhar tentaria contra-atacar socando a cara do lobo com o braço direito, se ele estivesse no meu lado esquerdo me viraria ficando de lado e contra-atacaria com o direito. – Se há algo que você vai comer é meu punho e esses seus dentes! – Falaria se acertasse meu soco em sua face.


Offs:
 

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Última edição por Takamoto Lisandro em Dom 13 Mar 2016, 16:29, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Detonando em Shells Town   Detonando em Shells Town - Página 7 EmptyDom 13 Mar 2016, 14:17

Saga East Blue

"Capítulo I: Detonando em Shelltown"

- Trecho XV: Morrer não é uma opção



Aquela sequência havia sido forte. Por um instante havia atingindo o limite da perda de consciência, onde perdeu todas as sensações e a noção do espaço ao seu redor. A diferença de força era grande demais. Agora tinha certeza de que ainda não era forte o suficiente para lidar com aquele cara. Com tudo - o que era nada já que ele tinha sua cabeça no chão com seu olhos fechados - girando ao seu redor como nunca havia antes, ele sentia uma impossibilidade de se erguer, pois sentia que qualquer movimento que fizesse seria infrutífero, fazendo cair novamente logo que o iniciasse ou o fazendo apenas gastar forças sem poder se erguer.

Mas foi apenas uma questão de tempo até que conseguisse se levantar, apoiando as mãos no chão e abrindo bem os olhos, tentando se equilibrar. Certamente menos tempo do que ele sentira, afinal Blum não parecia extremamente preocupado ao aparecer, mesmo que uma considerável quantidade de sangue escorresse da testa do lutador. Encarando seu oponente, ele tirou sua camisa, usando-a para limpar o sangue que escorria e a descartando

– Jarok! - Blum exclamou, aproximando-se. - Não reclame... - começou a desembainhar sua espada. - Caso eu vença ele...

Toda a fúria que Jarok pudesse algum dia reunir em seu coração dirigiu-se ao espadachim, na forma de um olhar bestial, uma mão movendo-se para segurá-lo pelo pescoço e a quase união dos seus rostos, de forma que pudesse olhar um nos olhos dos outros. Por mais que fosse vencer não parecesse um desfecho possível, aquela luta era dele e, até que estivesse morto ou inconsciente, ninguém faria com que recuasse ou se rendesse.

- ESTA É A MINHA LUTA! - gritou, furioso, com o maxilar trincado. A desonra que Blum lhe impunha com aquela afirmação era uma afronta imperdoável. De toda forma, acabaria por perdoar aquilo no futuro, afinal não havia informado nenhum dos dois sobre o seu jeito de lutar. - Vá ajudar o Taka! - ainda apertava o pescoço de seu amigo, com uma força moderada o suficiente para não machucá-lo. Dando um sorriso cansado, concluiu: - Não se preocupe, morrer não é uma opção. VÁ!

Se Blum insistisse em interferir naquela luta, ele o seguraria com todas as suas ou ficaria no caminho entre os dois, mesmo que significasse ficar de costas para seu adversário.

Se Blum aceitasse sua vontade, esperaria que ele fosse embora, viraria-se para o rapaz e, olhando em seus olhos, diria, sorridente:

- Obrigado pela boa luta. - pois sabia que da próxima sequência de golpes não conseguiria se levantar.

Respirando fundo, começaria a correr em direção ao pirata. No meio do caminho começaria a avançar fazendo acrobacias e, assim que se visse na distância correta, esticaria sua perna direita no ar ao mesmo tempo em que manteria os braços protegendo sua cabeça, utilizando o giro da acrobacia para aplicar um chute com o calcanhar, de cima para baixo, mirando a cabeça do rapaz.

Era atacar ou não fazer nada. Suas forças teriam de servir para uma das duas coisas: atacar ou esquivar e, naquele instante, como aquele que perdia, era seu dever atacar com tudo o que tinha e era o que faria. Ignorando a defesa, avançaria colocando todo seu corpo a frente, atacando aleatoriamente com suas pernas, mirando barriga, pescoço, joelho, peito e cabeça, utilizando de chutes diretos, giratórios, em todas as alturas e direções, no melhor amálgama de um estilo de luta e de um estilo bestial que pudesse criar, indo para a frente e jamais recuando até, como deveria ter dito a Blum, ir a nocaute ou morrer.


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MensagemAssunto: Re: Detonando em Shells Town   Detonando em Shells Town - Página 7 EmptyTer 15 Mar 2016, 04:28


* Rumo ao sul

Ao fazer a pergunta a respeito do conteúdo da caixa os homens trocaram olhares. – Nada que você precise saber, eu aceitei seus termos, aceite os meus. – Disse com firmeza, e manteve a resposta mesmo após o cão insistir na pergunta. Pegando a caixa cuidadosamente ele dirigiu-se então a loja próxima antes citada pelo ferreiro, onde poderia comprar uma mochila, talvez ele não esperasse isso, mas fora necessário gastar todo seu dinheiro na compra da mesma.

Com sua mochila nova e tantas armas que até mesmo parecia preparado para guerra, ele partiu ao sul onde o ferreiro havia dito que encontraria uma casa abandonada onde deveria ser entregue a caixa.

* Quer uma ajudinha ai parça?

Blum ao ver o amigo ferido tentava intervir, mas assim que se levantou e limpou sangue Jarok foi firmemente contra, inclusive ameaçando o “amigo” ao agarrá-lo pelo pescoço, embora sem intenção de realmente machucá-lo. Concordando, Blum não interviu, mas não seguiu as ordens de Jarok de ir ajudar seu irmão.

O inimigo do grupo apenas ficou observando a discussão sem parecer se importar de dar tempo a dupla de planejar o que fazer. Ao ver que a batalha iria continuar em um mano a mano ele sorriu. – Você tem coragem, isso eu admito garoto. Mas não devia recusar ajuda quando não pode vencer a luta.

A batalha seguiu e Jarok avançou, de forma bestial e completamente impulsiva sem sequer se importar em defender-se, apenas atacou como pode e viu seu oponente agilmente defender alguns dos chutes sem parecer ser afetado, e desviar de alguns outros mais óbvios. – Nada mal. – Pode-se ver um sorriso discreto em seus lábios por um momento. Apenas o momento que antecedeu o soco que aplicou contra o estomago do orgulhoso impulsivo que caiu de joelhos e quase sem folego.

* Vai resolver a treta com os pulguentos ou não?

Com o primeiro dos lobos derrotados, era a vez de enfrentar o segundo e ferido. Ele ao ver seu colega caído soltou Jofre e uivou em direção ao alto. Embora Takamoto não entendesse exatamente o que aquilo expressava era possível sentir certa tristeza e raiva naquele uivo.

O lobo avançou junto ao ruivo, ele sentiu o olhar do animal travado em seu braço direito visto que o esquerdo já estava ferido, ao se aproximarem tentou abocanha-lo para inutilizar ambos os braços do boxeador, mas os recentes ocorridos o haviam tornado mais inteligente e preparado para tal tática. Desviando ele aplicava um soco de direita contra a corpo do animal que se curvou com o golpe.

Ele permaneceu no mesmo lugar ao receber o golpe, mas parou por um momento com as quatro patas no chão na tentativa de recuperar a compostura, mas foi quando Lisandro o golpeou novamente com o punho direito e atingiu o rosto do animal que tonteou novamente e recuou desnorteado.

Era a melhor oportunidade que o ruivo teria de finalizar a luta.

* Chegando ao sul

Após algum tempo de caminhada, Rin chegou a zona sul da ilha e quase de imediato conseguiu reconhecer o prédio, ao menos a descrição batia. Uma casa abandonada, as janelas estavam quebradas, não haviam portas, algumas paredes estavam quebradas e havia vegetação cobrindo todas as paredes antes alaranjadas, mas agora quase completamente verdes.

Para recepciona-lo havia um único homem, este estava sentado em uma caixa de madeira em frente ao que parecia ser a porta central, isso se houvesse uma porta naquele vão. Ele tinha um rifle em mãos e isso ficou em evidencia quando se levantou e segurou-o, mas sem apontar diretamente ao garoto, mas estava já armado e precisava apenas mirar e apertar o gatilho.

O homem cautelosamente se aproximou do humanoide e não se aproximou tanto, ficou a uns 7 metros do espadachim. – Quem é você? – Começou desconfiado. – Veio fazer o que aqui? – Se adiantou antes mesmo de dar a Terumi uma chance de responder.

* Interrompemos essa luta para um comunicado urgente... CORRE NEGADA!

Derrotado Jarok estava caído aos pés de seu adversário, embora ainda consciente mas dolorido e praticamente incapacitado de seguir a luta, principalmente se tratando daquele inimigo. – Devo dar o golpe final? – Perguntou ele com um sorriso sádico ao garoto, mas seus olhos logo eram direcionados para Blum, mas não exatamente a ele, e sim para o que vinha atrás.

- ALI ESTÃO ELES. – Ouviu-se um berro que ficou baixo devido a longa distancia. A alguns bons metros vinham em disparada cerca de 8 soldados da marinha correndo empunhando suas armas. – Já chegaram? – A presença dos marinheiros não parecia ser uma surpresa para o homem. – Você tem sorte. – Disse ele colocando a mão na cabeça de Jarok e bagunçado seu cabelo. – Gostei de você... – Começou a falar enquanto se virou de costas e seguiu indo embora calmamente. – ... Você é impulsivo, mas chamou minha atenção, lembre meu nome seu merdinha, por que da próxima vez que encontrar com Graham Mclovin será última vez. – Ele acenou despreocupadamente e virou a esquina sumindo da vista da dupla. Mas as tropas da marinha estavam cada vez mais próximas.

Jarok estava ferido e dolorido, se realmente colocasse esforço conseguiria fugir, mas em uma velocidade reduzida o suficiente para que os marinheiros não demorassem para alcançá-lo, ou talvez ele apenas caísse de exaustão. Por outro lado, Se Blumayden o ajudasse as coisas seriam diferentes. Mas ainda tinham de ir atrás de Takamoto que continuava dentro da arena.


Histórico Takamoto:
 

Histórico Blumayden Nakamura:
 

Histórico do Jarok:
 

Histórico do Ideo:
 

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MensagemAssunto: Re: Detonando em Shells Town   Detonando em Shells Town - Página 7 EmptyQua 16 Mar 2016, 23:17


Cap. I
Detonando em Shells Town!

''Arroz''
Arroz

- Caramba, que bela surra ele tomou do Gayham sei lá das quantas. Esse Jarok é verdadeiramente um monstro, depois de levar uma porrada daquelas e ainda está de pé é um fato surpreendente. – Caminharia na direção de Jarok. – Vamos... – Falaria com um tom pesado. Estava cansado só de ver a luta.

- Vamos! Se apoie no meu ombro. – Deixaria ele se apoiar com meu corpo para facilitar sua movimentação, então correria – não muito rápido – para que pudéssemos escapar daqueles marinheiros. Iria até onde tava o Takamoto, caso não me lembrasse onde era perguntaria para Jarok e enquanto nos correríamos perguntaria para ele. – Hm... Onde é que tá o kit médico mesmo?

Quando encontrasse Taka indagaria. – Vai terminar isso não? – Tiraria mais meleca do meu nariz. Apenas queria deixar o meu irmão mais puto pra que ele pudesse terminar logo isso e então tratar dos ferimentos de Jarok e possivelmente do cuzão. Na hipótese dele terminar a luta pediria para que o mesmo ajudasse a levar Jarok e sairemos correndo para um lugar que parecesse que não tivesse muita gente.

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MensagemAssunto: Re: Detonando em Shells Town   Detonando em Shells Town - Página 7 EmptySab 19 Mar 2016, 00:40

Saga East Blue

"Capítulo I: Detonando em Shelltown"

- Trecho XVI: Determinação Inabalável



Enquanto lutava Jarok recusava a escutar qualquer coisa. Sua mente e seu espírito estavam por inteiro naquela luta, mesmo que a derrota fosse certa. O homem era mais forte e mais rápido, superando o pirata em todos os sentidos exceto, talvez, pela determinação em batalha. Golpeando a esmo sem a menor da hesitações, aquele dia foi o primeiro após a morte de seu pai no qual colocou aquela determinação para, mesmo que o único motivo fosse o orgulho de poder dizer que jamais recuaria das lutas que escolhesse.

No entanto, de forma humilhante, foi lançado ao chão com um único golpe. Por um ínfimo instante de segundo a natureza vitimista que habita no coração de todos se perguntou por que alguém com aquela personalidade conseguiu atingir tal força, mas foi logo suprimida por Jarok, pois ele entendia a realidade e sabia que aquela força era significativa somente nos Blues e certamente nem mesmo ali era a maior. Aquela reação de repúdio a tal pergunta covarde permitiu que mantivesse sua consciência, garantindo a si mesmo que em breve aquele diferença se inverteria e que, no final, ele seria o mais forte daquele mundo.

-... por que da próxima vez que encontrar com Graham Mclovin será última vez... - ainda no chão, semiconsciente, ouvindo o barulho que deveria ser de um pelotão da marinha, escutou o pirata dizer.

- Não costumo matar meus oponentes, mas se quiser uma luta de vida ou morte, aceitarei. - falou, esforçando-se para se erguer de forma a olhar nos olhos daquele que chegara perto de ser seu algoz. - Da próxima vez, mesmo que eu seja mais fraco do que todas as pessoas nesse mundo, serei mais forte do que você. - concluiu.

Deixando que Blum o sustentasse em seu ombro, faria o esforço necessário para continuar andando e consciente. Não se preocupava com os marines, afinal ainda não haviam cometido nenhum crime, com exceção das camisas roubadas. No máximo, alguns dias ou semanas na cadeia e tudo estaria resolvido.

"Ah, seria bom um lugar no qual eu pudesse dormir sem me preocupar com nada agora...", abstraiu-se daquela situação caótica ao redor. "Vou me acordar com fome...", deixou sua consciência pairar em um limbo, deixando sua cabeça inclinada para frente, escorrendo um pouco mais do sangue além do já houvera caído no chão de Shelltown naquela noite, moveu apenas seus pés.

Gostaria de poder dizer que ter ficado vivo era um vitória ou que o fato de o pirata da nuvem vermelha ter se retirado na presença da marinha quando ele próprio não faria isso tornava aquilo um empate, mas nenhuma parte dele acreditava naquilo. Havia sido uma derrota esmagadora, mas havia tido uma luta justa, um contra um e aprendera um pouco mais, principalmente a respeito de si mesmo.



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MensagemAssunto: Re: Detonando em Shells Town   Detonando em Shells Town - Página 7 EmptyDom 20 Mar 2016, 14:23

Takamoto Lisandro Agora só falta o Dog.

O lobo soltou Jofre já morto e uivou para cima, seu uivo era como um grito para os céus declarando sua tristeza e raiva talvez pela derrotava de seu amigo aqui. Ele deveria estar bastante bravo comigo, de certa forma achei bom. Correndo em quatro patas e travando seu olhar no meu braço direito sabia o que deveria fazer ali, se ele fosse no meu esquerdo pelo menos teria uma chance, eu não vou deixar que aconteça com o meu braço direito o que houve com meu esquerdo.

Ele pulava em direção a mim, esquivando o fazia apenas abocanhar o ar e olhando de relance para mim naquele momento apenas sentiu o meu soco o acertando. Ele caia no chão e tentava recuperar seu folego, nunca deixaria isso acontecer. Acertei mais um soco o que o fazia recuar e ficar zonzo.

Essa seria minha melhor chance, não o deixaria voltar ao normal. Fixando meus olhos no lobo, agora ele seria minha caça. – Aaaah! – Gritaria indo em direção ao lobo, correndo tentaria desferir um direto de direita no rosto do lobo, caso acertasse ou desviasse para trás, eu seguiria o movimento do lobo para trás e daria um rodopio girando e avançando para disparar outro direto e depois do segundo giraria de novo acompanhando o lobo e daria mais um direto de direita. Seria uma torrente de diretos para acabar de uma vez com essa luta.

Caso ele desviasse de primeiro direto se abaixando, no mesmo movimento tentaria desferir uma cotovelada na cabeça da besta e logo em seguida um cascudo com força para que ele desmaiasse e acabasse com a luta. Se ele desviasse para o lado esquerdo, transformaria o direto em um cruzado e tentaria acertar na face do lobo.

Caso ele desviasse para a esquerda, voltaria meu direto e acompanhando seu movimento tentaria disparar um direto diagonalmente visando seu queixo e se acertasse focaria atingir sua cara de lobo. E tentaria aplicar outro direto de direta, por mais que pudesse mover minha esquerda tinha medo de usa-la, não sei se eu poderia perder meus movimentos nela e ter meu braço esquerdo inutilizado para sempre... Porém não pensaria duas vezes em perde-lo se estivesse em apuros, um braço é uma coisa, mas minha vida é outra.

Se o lobo estivesse sem forças para lutar, daria isso como uma vitória entre dois oponentes e gritaria para cima como o lobo fizera antes. – Ganhei! – Depois disso sentaria no chão cansado e ofegante, respirando pesadamente olharia para os três que se encontravam fora de combate e me levantaria depois de descansar um pouco. Mexeria no meu bolso e tiraria o card da promoção e iria até o restaurante, se ainda tivesse alguém depois desse alvoroço pediria um prato de comida e ao recebe-lo devoraria rapidamente, estava com fome depois dessa luta. – É tão bom encher o estomago depois de uma bela luta. – Falaria ao funcionário com um sorriso no rosto satisfeito por ter acabado com minha fome.

Se não tivesse ninguém ficaria um pouco chateado, queria comer alguma coisa. Olharia para o meu braço esquerdo e diria. – Tomara que o Blum saiba cuidar disso.. – Depois sentaria no restaurante mesmo esperando que os cuzões aparecessem. Se encontrasse eles dois, veria a situação de cada um.

Jarok estaria desacordado, ajudaria Blum a leva-lo para longe desse lugar. E perguntaria. – O que aconteceu com essa moça? – Perguntaria para Blum me referindo ao Jarok. – Ah! Você tem que concertar meu braço. – Diria para Blum no meio do caminho até algum lugar longe do evento.


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MensagemAssunto: Re: Detonando em Shells Town   Detonando em Shells Town - Página 7 EmptySeg 21 Mar 2016, 19:17


Cap. I - The Prologue
Detonando em Shells Town!

I bite way more than I bark
A Dog In Big City
.


Saindo de uma loja e entrando noutra o cachorro foi capaz de comprar uma mochila para carregar as suas humildes coisas, de momento não eram muitas nem nada de muito importante porém seriam o essencial para garantir a sua sobrevivência especialmente agora que estava sem dinheiro. Saindo da loja de patas a abanar mas pelo menos com a mochila cheia, o Mink seguia as direcções que lhe haviam sido dadas, uma casa no Sul da cidade, abandonada de morados mas habitada por ditos revolucionários ou sei lá quem estaria a sua espera, a cada passo que dava conseguia ouvir o conteúdo da caixa a chocalhar, o seu conteúdo era um mistério mas de certeza que não era ouro nem diamantes visto que se tratavam de miseráveis vendedores numa cidade de fama já duvidosa. Por outro lado poderia ser armamento extra e visto que não tinha nenhum motivo para voltar a loja uma vez que já lhe tinham dado as coisas, ele podia simplesmente ficar com os conteúdos e desaparecer.

Segurando a caixa com ambas as patas Rin iria olhar em redor com cuidado de modo a conseguir ver se estava a ser seguido e daria uma volta ao quarteirão para verificar se realmente não estava a ser observado, o ideal seria ver se alguém o seguia repentinamente, caso reparasse que alguém o estava a seguir ele iria tentar despista-lo correndo dentro de uma ou loja ou algo parecido e procurar um lugar seguro para puder ver o interior da caixa. Quando finalmente estivesse sozinho Rin iria usar uma das suas garras para fazer um pequeno corte e ver o seu interior, só depois iria decidir se iria mesmo entregar os conteúdos da caixa ou se ficaria com eles.


Objectivos:
 

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