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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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MensagemAssunto: I - Warcraft   I - Warcraft - Página 2 EmptyTer 05 Jan 2016, 18:51

Relembrando a primeira mensagem :

I - Warcraft

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Saigyouji Yuyuko. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: I - Warcraft   I - Warcraft - Página 2 EmptySab 09 Jan 2016, 17:08



Russian Bodyguard



Seus esforços resultavam em encontrar um pássaro ferido por algo cortante, não era um banquete mas para quem não tem uma lanterna, um vaga-lume já é mais que o necessário. Mas o que poderia ferir um pássaro daquela maneira? Ela se intrigava um pouco, mas não era aquele momento em que iria deixar seus novos pequenos medos interferirem. Colocava o animal entre suas roupas, um local onde poderia armazenar pequenos objetos ou até mesmo uma presa morta. Como planejado adentrava na caverna, seus passos lentos procuravam pelo inesperado, as paredes estavam frias e sentia um arrepio passando por seu corpo. Talvez aquela não fosse a melhor ideia que tinha em muito tempo, talvez ter ido pelo caminho mais fácil e demorado fosse a melhor das opções. Ela caminhava por um tempo até se deparar com algo que lhe prendia por algum tempo, chegava a uma encruzilhada. Seus ouvidos sem prestar muita atenção já a levavam para um caminho sem volta, seus ouvidos também capitavam um barulho mais atrás, talvez algum animal selvagem porem não dava muita atenção.

Com passos mais rápidos finalmente chegava a fonte do barulho da água, um gigantesco buraco com uma cachoeira que parecia ir com velocidade, engolia em seco, novamente o barulho estranho atrás e ela começava finalmente a se preocupar com isso. Olhava para sua pistola, apenas cinco balas, talvez não fosse o bastante. Voltava-se novamente para a cachoeira e seu corpo pareceu amolecer, não por muito tempo, um sorriso característico se mostrava presente - Ora ora, não conseguia andar e agora não sabe pular? Que tipo de valquíria é essa? Talvez você não estivesse pronta afinal. - Loki assumia o corpo e começava com seus deboches. Andava de um lado para o outro fazendo pequenos barulho com a boca como se estivesse chateado com a mesma.

Olhando para trás ela conseguia ver algo finalmente se aproximando, o tempo estava acabando e sua decisão teria que ser feita. Aproximava-se do buraco e tentava olhar para baixo para ter alguma noção do que estaria encarando caso optasse por pular. - Uma boa vista não é? - Loki ria - Você nem vai sentir quando cair. - Ela ficava com metade do corpo para fora do buraco, segurava-se apenas pelas mãos. - Você não pode fazer isso. - Gerda assumia e erguia-se do buraco impedindo a ação de seu companheiro apressado. - Você está louco? Não podemos pular, iremos morrer! Escute a razão! - Ela sacava a pistola e apontava para o corredor escuro da caverna, ela teria que lutar. - Não escute essa covarde, vamos pule. - Loki assumia novamente e se dirigia ao buraco. A garota parava, as personalidades pareciam briga por controle - Parem com isso! - Gritava uma voz forte, as personalidades sabiam quem era e respeitavam. - Vocês parecem duas crianças brigando, nosso pai Odin ficaria furioso com isso. - Thor revelava-se e toda aquela confusão para qualquer um que estivesse de fora veria uma criança louca falando consigo mesmo em tons de voz diferentes. - Vamos criança decida. - Agora finalmente a dona daquele ser finalmente assumia o controle e parecia calma diante daquela situação. - Eu...é... - Sua voz tímida demonstrava sua falta de confiança apesar. - Vamos fazer os dois... - Dizia ela, erguia a pistola e apontava para o que estava por vir. Thor assumia o comando, para situações onde a mira era extremamente necessária aquela era sua vez de agir - Vamos lá... -

O espaço era pequeno e o que quer que esteja vindo não teria qualquer meio muito eficaz para escapar daquele local, ela teria que utilizar de sua vantagem de distancia pois ela se encontrava na mesma situação. Iria esperar até ter um pouco mais de visão de seu perseguidor, se fosse um animal selvagem ou um humano não importava iria analisar seu tamanho e velocidade. Não poderia ser muito grande visto que a caverna não tinha lá grande espaço para o mesmo. Se fosse do tamanho aproximado do javali que vira antes iria apontar para a direta do mesmo e esperaria por um momento em que fosse apropriado, concentrava-se, ouvia o som da cachoeira e a deixava lavar seus pensamentos desnecessários para aquele momento. Fazia sua respiração ir de acordo com seus batimentos, batimentos estes que tentava concentrar em um ritmo lento e uniforme. O momento chegava, logo dava o primeiro tiro, porem não o único, atirava para a direta do animal e em um mesmo movimento uniforme realizava mais dois em uma tentativa de trazer sua arma da direta para a esquerda. Três tiros ao todo, um na direta, um no meio e um na esquerda. Ela não desejava dar qualquer chance de esquivas laterais e com velocidade jogava sua arma da mão direta para a esquerda que mirava e atirava para cima tentando prever um possível salto.

Caso toda aquela saraivada de tiros não conseguissem completar seu objetivo esperaria pela ultima chance, iria esperar até que o animal estivesse bem próximo e tentaria um ultimo tiro na direção onde o mesmo estaria seguindo, esperava que talvez ele achasse que as munições estivessem acabadas por ali, dava um pequeno pulo para trás apoiando-se nas bordas do buraco. Se com todos esses tiros não fossem o suficiente para vencer seu inimigo só teria uma coisa a fazer - Que assim seja - Falava Loki ao largar as rochas, virava-se de costas esperando ver o que a estava perseguindo até o momento em que pulava - Orrevuá - Falava sentindo a possível ação da gravidade levando seu pequeno corpo para baixo em conjunto da água. Mesmo que não soubesse nadar tinha conhecimento que cair igual uma pedra não era a melhor opção viável então tentava manter seu corpo junto esperando pelo impacto da água. Sendo uma cachoeira que obviamente não teria começado naquele instante com certeza uma possível formação de água o bastante para assegurar sua sobrevivência a acolheria, talvez não gentilmente, mas seria o suficiente. Iria tentar sempre manter sua cabeça acima do nível da água e analisar o ambiente a seu redor, iria ter o cuidado de não deixar sua arma cair, perder o máximo que conseguia até agora não parecia muito esperto.

Observando tudo aquilo iria tentar nadar do jeito que achasse mais fácil possível, talvez a correnteza estivesse forte e ir para a borda não seria a melhor opção. Então tentaria se manter com a cabeça acima da água e como um cachorro iria tentar se manter no curso do mesmo até sua foz, talvez fosse o mar ou quem sabe algum local civilizado.
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MensagemAssunto: Re: I - Warcraft   I - Warcraft - Página 2 EmptyDom 10 Jan 2016, 14:56

Com a ave guardada em seu vestido multi utilidades, a jovem celestial agora encontra-se diante de uma situação complicada, está em frente à um buraco que sai bem em uma cachoeira, Loki assumi o corpo da jovem, dizendo que ela deveria pular e ao mesmo tempo debochando bastante daquela incerteza pairando sobre ela, ele a faz se aproximar da cachoeira e tentar ver algo lá embaixo, colocando parte do corpo da garota para fora do buraco, enquanto se segura bem firme nas pedras, mas não tem êxito, pois o corpo frágil da garota quase é puxada pela correnteza, não acontecendo isso por pouco, graças a Gerda, que a faz recuar no momento certo, que diferente de Loki, começa a procurar uma solução mais segura, concluindo que o certo é se manter ali e não pular, perante essa oposição de ideias, uma discussão entre Gerda e Loki se inicia, até o momento em que Thor precisa assumir, dando um ponto final na discussão, deixando que Saigyouji decida por si só o que fazer, e a falta de confiança da garota fica evidente, mas ainda assim consegue tomar sua escolha, e acaba optando por seguir ambos os conselhos que recebeu.

- Vamos fazer os dois... - É o que Saigyouji diz, sem estar sobe influência das outras personalidades.

Thor toma o controle do corpo da jovem e fica em alerta, esperando que seja lá o que esteja vindo chegue mais perto, enquanto isso já vai se preparando, mantêm a pistola em mãos e começa a tentar acalmar o corpo da garota, relaxando a respiração e sincronizando-se com o som da cachoeira, mas é interrompido, pois um vulto vem em sua direção rápido demais, e para sua surpresa, a velocidade da criatura é consideravelmente maior que o da jovem, tudo o que consegue é efetuar o primeiro disparo, acertando de raspão no animal que se revela o mesmo javali negro de antes, o javali já chega com tudo atingindo a garota com sua poderosa investida, uma forte cabeçada, que empurra Saigyouji pelo buraco da cachoeira, fazendo-a cair de costas, o impacto do golpe doí bastante, mas mediante a queda sem conseguir ver o que lhe espera lá embaixo, talvez a dor seja de menor importância, ainda consegue escutar o javali grunhindo de modo agitado, mas rapidamente o som vai perdendo espaço para o da cachoeira.


~ Ronc! ronk!!! ~

O corpo da jovem passa pela cachoeira e começa a cair rapidamente, a única coisa que consegue ver é o lindo céu azul, montanhas e uma cachoeira, enquanto cai, acaba perdendo sua arma, porém não percebe se deixou cair na caverna durante o empurrão que levou ou se a arma também está caindo. Não demora muito para Saigyouji enfim chocar suas costas contra um grande paredão de água e afundar no que parece ser um lago, chegando bem fundo, começa a ser puxada pela correnteza, o que revela que não é um lago e sim um rio, mas ainda embaixo d'água, sua perna direita fica enrascado em várias algas marinhas, do qual a jovem não consegue se livrar de maneira alguma, já que não é forte o bastante para arranca-las somente com as mãos, talvez até seja, mas o desespero surgiu atrapalhando ainda mais de se soltar, passa-se um pouco de tempo e a respiração vai ficando difícil, a jovem vai sufocando, fazendo muitas bolhas subirem, aos poucos a visão da aspirante a valquíria vai ficando escura e seus olhos vão se fechando, o som da cachoeira vai ficando baixo, muito baixo... Até que no fim, perde sua consciência.



Spoiler:
 



Os olhos da pequena Saigyouji vão se abrindo lentamente, ainda está um pouco tonta e sua visão toda embaralha, sentindo uma pequena dor de cabeça, mas pouco a pouco vai se adaptando ao ambiente, percebe que está deitada em uma cama, macia e limpa, com um cobertor branco lhe cobrindo, vê que está em um quarto pequeno, que parece ser feita toda de madeira, nota que há uma janela semiaberta e uma porta ao lado, fechada, um guarda roupa, duas cômodas menores de três gavetas e uma outra porta também fechada. O lugar é bastante calmo, Saigyouji sente seu corpo doer um pouco, ainda mais caso tente se mexer, o que dificulta que se levante da cama, mas o mais estranho de tudo aquilo é que suas roupas já são outras, agora está vestida com um outro vestido mais simples e de tecido mais leve, a parte de cima verde claro e a de baixo verde escuro, seu cabelo está solto e não tem nada para calçar. O silencio prevalece, exceto pelo cantar dos pássaros, que inclusive é bastante agradável e relaxante.

Vestido Atual:
 

Mapa:
 

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MensagemAssunto: Re: I - Warcraft   I - Warcraft - Página 2 EmptySeg 11 Jan 2016, 04:48



Dust in the wind



Antes que conseguisse realizar toda sua estrategia de batalha, a velocidade do animal a surpreendia, engolia em seco ao ser acertada, a dor percorria por todo seu pequeno corpo e sem descanso outro inimigo mostrava suas presas, a gravidade resolvera agir e a jovem caia em direção a cachoeira. Sentia a água abraçar seu corpo, a falta de água que tinha anteriormente agora se tornava um exceção que não desejava enfrentar. A correnteza fazia o frágil corpo correr com velocidade e como um chamado da morte sua perna ficava presa em algum tipo de coisa no fundo, dor, seus olhos lutavam para abrir e descobrir o que eram, revelavam-se um inimigo não esperado e nem um pouco simpático. Algas marinhas, ao contrario do que se pensa não são apenas nutrientes para refeições, juntos de uma correnteza forte pode se tornar a foice do algoz.

O desespero era evidente, tentava prender a respiração o máximo que poderia, debatia-se contra a água tentando fazer as algas largarem seus pés, uma tentativa inutil. Pensava em se abaixar a ponto de utilizar de suas mãos para realizar o serviço, porem a velocidade das águas não pareciam de acordo. - Tyr maldito faça algo! - Pensava Loki no interior daquele ser, Tyr ao contrario de suas expectativas não fazia nada. Apesar de o mesmo ser útil em ocasiões onde a vida estava em jogo, o poder bruto ali não iria fazer qualquer diferença, punhos contra um mundo de água não seriam uteis a não ser que o próprio Jurmungand estivesse ali. Em movimentos inconscientes ingeria uma quantidade pequena de água, sua respiração já não poderia aguentar por muito tempo. - Ilusões? - Pensava a jovem enquanto o mundo em que estava localizada parecia se transformar, a sua volta a água começava a parecer mais acolhedora, talvez a morte não fosse tão ruim assim certo? Seus olhos fechavam-se e não conseguia ouvir mais o som da água ao seu redor.

~ Viagem a Midgard ~


Onde estou? Questionava-se a garota em meio a um local que mais parecia ser retirado de um conto antigo. Gigantescas rochas flutuantes que se interligavam por pontes em uma arquitetura divina, talvez fosse. A jovem andava por uma ponte que parecia ser feita de marfim com detalhes em ouro. Abaixo da estrutura conseguia ver muitas folhagens, uma vegetação e até mesmo riachos, estaria ela na copa de Yggdrasill? Engolia em seco novamente. Se estava morta finalmente tinha chegado a Midgard e sua tarefa não iria ser finalizada com sucesso. Mantinha seus passos até entrar em um salão. Seu teto teria a altura de cinquenta pessoas iguais a ela e sua visão parecia não conseguir chegar ao horizonte de tão largo que era o ambiente, o chão era branco e talvez do mesmo material encontrado na ponte. Colunas que poderiam facilmente ser do tamanho de gigantes troncos de arvores sustentavam o teto com um formato interessante, cobras de madeira entrelaçadas entre si, apostaria que uma teria piscado o olho para ela. Mas mais impressionante que isso eram o tanto de mesas que ali estavam e o tanto de pessoas que estavam em cada uma. Comiam e bebiam, porcos gigantescos e muito hidromel parecia ser o prato principal.

Passos lentos faziam a jovem ir em frente, suas personalidades não pareciam se fazer presentes naquele momento, estava preocupada. Pouco a pouco começava a chegar ao meio daquele local e no meio dele algo extraordinário, uma especie de trono rodeado de muitos outros se fazia presente. Figuras familiares eram avistadas, e como eram familiares, sentados em pequenos tronos os Deuses que faziam parte de sua vida. Loki era talvez o de mais fácil conhecimento, utilizava uma mascara e sentava-se extremamente deselegante, a sua direita Thor com seu martelo se mantinha firme e serio enquanto observava a todos, em sua esquerda Gerda parecia ler um livro interessante que frisava sua atenção, mais a esquerda Tyr e Hel pareciam fazer um conjunto de apresentações envolvendo pugilismo e dança, Freyja não parecia se encontrar no local e achava aquilo estranho. Tirando todos os seus Deuses conhecidos existiam ainda mais sentados ali, porem não os conseguia os visualizar bem, suas formas turvas e desfocadas não deixavam a mesma discernir quem a estava observando de longe.

Com velocidade um pássaro passava rasgando o ar ao lado de sua cabeça, um corvo totalmente negro que pousava no ombro daquele que se postava bem ao meio. Seu porte era pelo menos o dobro dos deuses que ali estavam que não eram nada menos da altura de três humanos adultos. Ele recebia o corvo e observava a jovem que ali estava, mesmo que ela não conseguisse ver com clareza suas feições ele pareceu sorrir para ela. - O que fazes aqui minha jovem? - Uma voz doce e ao mesmo tempo forte ecoava por sua cabeça. - Eu acho que terminei meu tempo no mundo dos vivos meu lorde - Ela falava com vontade, irônico, nunca tinha demonstrado tamanha coragem no mundo dos vivos. - Hahahahaha, do que está falando? Você ainda não cumpriu sua missão, então sugiro que volte imediatamente para seu serviço soldado - Suas palavras faziam todo aquele ambiente explodir como se fosse feito de vidro.

~ Viagem a Midgard ~


Ela acordava lentamente, mas logo um susto, o suor em sua pele demonstrava que não fora um sonho, ou quem sabe uma visão, fácil de aturar. Parecia difícil de acreditar mas não parecia tão morta afinal, a dor em seu corpo não a deixava mentir, alguém a tinha salvado e agora ela estava em um ambiente um tanto quanto agradável, ou pelo menos melhor do que uma caverna. Ela começava a analisar o ambiente, parecia ser todo de madeira mas o padrão de ter pelo menos uma janela era característico do mundo inferior. Ela tentava não fazer barulho enquanto sentar na cama era um objetivo, não sabia porque tinha sido salva e nem esperava perguntar por isso. Iria sair dali antes que quem o tivesse feito resolvesse da as caras. Procurava sua pistola, mas o que achava era uma nova roupa em seu corpo, um vestido que não lhe era familiar. Ela teria o perdido nas águas ou quem a tivesse resgatado guardaria em um local seguro?

Loki estava agindo, não iria esperar por outra atitude corajosa da jovem em um local tão agradável, ele teria que se por em movimento. Iria tentar se por em pé, se a dor a impedisse de se movimentar iria aguardar um pouco, talvez fosse passageira. Caso não fosse iria ignorar a mesma com muito esforço, mesmo que arrastando uma perna ou seu corpo inteiro não iria dar uma pausa em sua missão revigorizada pelos próprios Deuses por causa de um javali e um pouco de água. Levantando-se iria primeiramente pegar a sua esquerda e ir em direção ao móvel que estava ali, iria abrir a gaveta e tentar retirar qualquer coisa que lhe fosse útil. Tentaria fazer o menor sinal de barulho possível. Após verificar o objeto iria tentar avistar o que estivesse se mostrando na janela, iria saber onde estava e quem sabe até mesmo seu salvador, ou sequestrador, ainda não tinha esse nível de conhecimento.

Conferindo tudo iria em busca de suas vestimentas, o guarda roupa era a escolha obvia. Procuraria por suas vestimentas e caso não estivesse sucesso apenas ficaria chateada e com um plano de fuga tentaria sair daquele local. Iria novamente vasculhar por objetos nos demais moveis e com tudo que pudesse carregar, com sorte uma arma, iria novamente se postar a janela e ver o que a estaria aguardando.

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MensagemAssunto: Re: I - Warcraft   I - Warcraft - Página 2 EmptyTer 12 Jan 2016, 05:54

Saigyouji desperta, suando bastante, quem seria aquele grande ser com o qual falou em seu sonho? A garota logo percebe em que situação se encontra, tenta sentar-se, e apesar de seu corpo doer, não é o bastante para lhe manter deitada, pois Loki assumi o controle e não perde nem sequer um momento, levante-se, encontrando um pouco de dificuldade de inicio, mas quando de pé se sente um pouco melhor. A garota revista as gavetas da cômoda próxima do guarda-roupa, procurando por algo útil, mas não encontra praticamente nada, apenas uma papelada na primeira gaveta, dando uma rápida folheada vê que neles é citado com frequência um lugar chamado Toroa e há "Marinha" em destaque na maioria dos papéis, mas para um melhor entendimento precisaria ler com calma, também vê que na segundo gaveta tem um monte de cartazes de procurados, nas quais há um valor de recompensa em berries e uma foto da pessoa procurada.

Os pássaros continuam a cantar, a garota vai até a janela, mas percebe que o motivo dela estar semiaberta é porque esta emperrada, não consegue ver muita coisa por ela, além de algumas plantas e flores não muito longe, também nota o que parece ser uma outra casa, quanto ao céu, consegue ter uma pequena visão dele, ainda é de dia, mas parece já estar escurecendo. Saigyouji então revista o guarda-roupa, com esperança de encontrar suas vestimentas, vê que de fato o guarda-roupa tem roupas guardas, todas bem simples e femininas, após procurar bem percebe que as suas roupas antigas não estão ali, o que a deixa um pouco chateada. Novamente a garota se volta para a janela, mas assim que chega próxima, a porta ao lado da janela se abre. Uma mulher então adentra na casa e obviamente a primeira coisa que faz é prestar atenção em Saigyouji, se manifestando com um tom claramente preocupada, com uma voz doce e relaxante.

- O que está fazendo? Você devia estar na cama, descansando, ainda não está totalmente curada... -

É uma mulher não muito alta, algo por volta de 167 centímetros, branca, e diferente da terra natal de Saigyouji, aquela mulher possui cabelo de cor preta, olhos castanhos, seu cabelo cobre o seu olho direito e o que mais chama atenção são as marcas de queimaduras que ela tem no lado direito do rosto, descendo para o tórax, quanto as roupas, ela veste uma camisa preta, saia marrom, calça preta por baixo da saia, sapatos e um jaleco branco.

- O que aconteceu com você? Eu estava ensinando minha irmã a pescar quando vi você caindo de uma cachoeira. Você poderia ter morrido, teve sorte que nós estávamos por lá. -

- Maninha, o que está acontecendo? - Uma nova voz feminina surge, porém bem mais suave e inocente, então uma pequena garota entra na casa, bem mais nova e pequena que Saigyouji, também de cabelo preto e vestindo um kimono rosa, ela fica atrás da sua suposta irmã, enquanto observa Saigyouji, parecendo um pouco assustada.

- Não é nada demais, Hina, aquela menina que encontramos no rio despertou, isso não é ótimo? - Ela responde, sorrindo, mas logo volta sua atenção mais uma vez para Saigyouji. - Você não está sentindo dores? Como se chama? Onde estão seus pais? - Ela vai se aproximando devagar, tentando não lhe assustar. - Preciso ver se você está com febre, e também te examinar, não precisa ter medo, certo? Eu só quero te ajudar - Ela então tenta se aproximar o suficiente para encostar as costas de sua mão direita na sua testa, mas ainda não completou a ação e você tem chance de tentar evitar, se assim desejar, porém, nenhuma das duas parece apresentar hostilidade.


Mulher:
 

Hina:
 

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MensagemAssunto: Re: I - Warcraft   I - Warcraft - Página 2 EmptyTer 12 Jan 2016, 12:47



Enter Sandman



Sua busca por objetos não tinha sido concluída como desejava, não encontrava qualquer tipo de arma e apenas alguns papeis que a mesma não sabia diferenciar de outros, a não ser pelas fotos de pessoas que nelas existiam. Sua vista pela janela aparentava ser o mesmo tipo de local onde outra hora encontrava-se em direção a montanha, porem uma possível casa parecia estar próxima de si, talvez finalmente tinha chegado a algum tipo de civilização ou pelo menos uma pequena vila. Antes que pudesse articular seu plano de fuga alguém entrava na casa, pessoas um tanto quanto diferentes em tamanho e uma particularmente ferida por marcas de possíveis batalhas, em sua terra natal era fácil encontrar pessoas com marcas como aquelas, o fogo apesar de raro no mundo superior parecia ser uma arma abrangente entre os seres inferiores. Aquela era a primeira guerreira que encontrava em sua jornada onde já parecia se questionar se apenas seres do sexo masculinos eram guerreiros.

- Curada? - Ela se questionava e olhava para seu corpo, talvez não tivesse notado qualquer irregularidade tirando sua dor. - Eu estava... estou, em uma aventura para se tornar uma grande valquíria. - Sua voz parecia calma, nenhuma personalidade parecia agir naquele momento, talvez aquela experiencia em fim tinha dado qualquer tipo de coragem para a mesma. - Eu não sabia que no reino inferior as pessoas iguais a nós eram guerreiros. Essa também é uma pequena guerreira? - A jovem com passos curtos iria chegar perto da menor e com delicadeza iria por sua mão direita sobre a cabeça da mesma. - Você é muito jovem para isso, volte a brincar e em alguns anos estará pronta - Um tanto irônico eram aquelas palavras, porem eram as duras verdades que ela enfrentou em sua ilha flutuante.

As palavras da mulher pareciam questionar sua origem, a garota não tinha problema nenhum em falar aquilo, porem ela seria de real confiança? - Eu sou Saigyouji Yuyuko, sou uma aprendiz de valquíria e pretendo me tornar uma. - Gerda assumia e apenas revelava o essencial, ela não poderia saber muito e qualquer informação adicional poderia se tornar um problema. Loki não parecia gostar de toda aquela situação em que estava, porem concordava em se deixar levar por aquilo. Deixaria a mulher tocar seu corpo, iria tentar sentar-se na cama para relaxar melhor, talvez o perigo estivesse realmente passado, pelo menos por enquanto. - O que são aqueles papeis? Vi que alguns tem fotos. - Apesar de entender e aprender a linguagem das pessoas do mundo inferior, a escrita ainda era bastante rudimentar e aprende-la não era uma opção naquele momento.

Deixando-se ser tratada a garota iria tentar saber mais sobre o mundo em que estava agora, sua experiencia inicial não tinha sido nada boa e talvez não fosse a melhor das opções continuar as cegas. - Bonita marca em seu rosto, de onde eu venho uma marca como essa demanda respeito. - Suas palavras eram sinceras, talvez sinceras demais para uma criança. Agora ela percebia, onde estaria o pouco dinheiro que estava consigo? Suas roupas eram o local adequado e o tinha deixado lá, porem agora não as tinha consigo. - Você viu o pouco de dinheiro que tinha comigo? - Loki agora parecia agir, talvez elas fossem de fato pessoas que queriam se aproveitar da garota. Caso demonstrassem desconhecer o paradeiro do mesmo era a vez de outra pessoa agir - Sabem onde eu posso conseguir um pouco? Mesmo que eu não pareça eu sou uma orgulhosa guerreira - Gerda desejava conhecer mais, como os seres inferiores conseguiam dinheiro? Em sua terra natal valquírias detinham o trabalho de caçar criminosos e lutar em guerras, mas quele era todo um mundo novo.

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MensagemAssunto: Re: I - Warcraft   I - Warcraft - Página 2 EmptyQua 13 Jan 2016, 02:17

Saigyouji começa a dialogar com a mulher que entrou na residência, sendo que de inicio, não é influenciada por nenhuma de suas personalidades. - Eu estava... estou, em uma aventura para se tornar uma grande valquíria. - A mulher parece não entender o que a jovem quis dizer, mas não da tanta importância. - Eu não sabia que no reino inferior as pessoas iguais a nós eram guerreiros. Essa também é uma pequena guerreira? - A mulher fica um pouco confusa com toda aquela conversa, mas fala só para tentar não deixar Saigyouji sem resposta. - Ela é minha irmã mais nova, Hina. - A pequena Hina então acena para Saigyouji, que se aproxima e coloca a mão de leve na cabeça da garota, que parece não se incomodar e muito menos entender o que Saigyouji lhe diz.

- Eu sou Saigyouji Yuyuko, sou uma aprendiz de valquíria e pretendo me tornar uma. -

Gerda faz com que Saigyouji se apresente formalmente, a mulher então faz o mesmo.

- Eu me chamo Lia, sou médica e cientista da marinha de Toroa. -

Após as devidas apresentação, Saigyouji se senta na cama, Lia começa a examina-la, enquanto Hina fica próxima da porta que está aberta, olhando para o lado de fora, Saigyouji tenta conseguir informações enquanto é examinada.

- O que são aqueles papeis? Vi que alguns tem fotos. -

- Aquelas coisas? São cartazes de procurados, existem muitas pessoas malvadas no mundo, que são conhecidos como piratas, a marinha tem o trabalho de manter a paz mundial, então nosso trabalho é prender esses piratas, e contamos com o apoio dos caçadores de recompensas, que não são pessoas que trabalham na marinha e sim mercenários que colaboram com a gente, capturando os procurados por dinheiro, é claro que também serve para civis denunciarem esses ladrões, caso os encontre... Porém você não precisa que se preocupar com isso. - Lia sorri. - Você não está com febre ou doente, mas levou uma forte pancada na região toráxica, então pode sentir algumas dores nessa região, caso se esforce demais, mas logo você vai estar bem. - E passa a mão na cabeça da jovem, alisando seu cabelo. - Seu cabelo é muito lindo... Suas roupas ficaram molhadas quando você caiu no rio, eu as deixei secando lá fora. -

A conversa continua e Saigyouji faz um comentário, sendo bem sincera e inocente.

- Bonita marca em seu rosto, de onde eu venho uma marca como essa demanda respeito. -

Lia toca de leve com alguns de seus dedos na marca, e não demora a comentar sobre aquilo, mostrando um olhar distante, porem de satisfação. - Ah, isso... Não é recente, já a tenho a muitos anos, é uma longa história... - Ela fica quieta, e o silencio prevalece por alguns instantes, até Saigyouji voltar a falar, agora sobe a influencia de Loki.

- Você viu o pouco de dinheiro que tinha comigo? -

- Não havia nada em sua roupa. Talvez seu dinheiro tenha sido levado pelo rio, quanto era? - Responde Lia, sem demora e parecendo estar sendo sincera.

- Sabem onde eu posso conseguir um pouco? Mesmo que eu não pareça eu sou uma orgulhosa guerreira - Agora Saigyouji estava sobe influência de Gerda.

- Guerreira? - Lia ainda parece estar um pouco confusa com essas palavras de Saigyouji, que do seu ponto de vista ainda é uma criança. - Existem muitas maneiras de se conseguir dinheiro, por exemplo, eu ganho dinheiro trabalhando para a marinha, já os caçadores de recompensas, ganham capturando piratas, mas você é nova demais para estes trabalhos mais perigosos. Eu tenho um amigo que tem uma confeitaria, ele está precisando de uma atendente, eu posso falar com ele e conseguir a vaga para você, o que acha? - Hina se aproxima da cama e começa a tocar na perna de Lia. - Quero dormir. - Lia acaricia a cabeça de Hina e começa a leva-la em direção da porta que encontra-se fechada, no canto direito do quarto. - Você pode ficar morando aqui Saigy. - Ela dá uma pausa enquanto vai no outro cômodo.

Enquanto isso, Saigyouji fica sozinha no quarto, podendo ir embora se assim desejar, já que a porta do quarto encontra-se aberta, mas algo lhe chama a atenção, o que parecer ser um cachorro aparece na porta, um filhote, ele vem se aproximando devagar, entrado na casa e para próximo ao pé de Saigyouji, que ainda encontra-se sentada na cama, o suposto filhote de cachorro então fica farejando o pé da jovem.

- Saigy, de onde você é? Onde está sua família? Se eu puder ajuda-la, você pode contar comigo. - Fala em voz alta, do outro cômodo, não demorando a fazer mais uma pergunta. - E você está com fome? - Aparentando de fato estar preocupada com o bem estar de Saigyouji, que realmente sente um pouco de fome.

O que mais chama atenção no pequeno filhote que fareja seus pés, é que ele também tem um pequeno par de asas, assim como os da jovem Saigyouji, embora mais pequenos, fora que seu pelo branco o torna bastante bonito. Se a garota pensasse bem, notaria que Lia não comentou em momento nenhum sobre seu par de asas, que ela obviamente viu quando a examinou.
Suposto Filhote de Cachorro:
 

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MensagemAssunto: Re: I - Warcraft   I - Warcraft - Página 2 EmptyQua 13 Jan 2016, 07:13



One Summers Day



Então apenas uma das mesmas eram guerreiras, percebia que o mundo em que vivia talvez não fosse tão diferente do que estava atualmente. Um vinculo familiar parecia estar presente ali, em sua terra natal a família era algo muito distante, tirando sua mãe que era bastante simpática as outras pareciam ser rígidas e não demonstravam amor. - Marinha? Piratas? Caçadores de Recompensa? - Ela não entendia aqueles termos, aquele que era o mais forte não ditava as coisas por ali? Porem ao que parecia os caçadores de recompensas eram o que se chegava mais próximo do que ela tinha como modelo de valquíria, talvez fossem um grupo organizado e cheio de honras como também glorias? Aquilo parecia fascinar um pouco Loki, um caminho era traçado para aquele ser em terra firme.

- Confeitaria? - Ela não sabia do que se tratava, porem de tudo que ela antes ouvira falar provavelmente seria algum tipo de trabalho em que envolvesse sua habilidade em batalha, ela estava pronta para isso. Seus olhos infantis e determinados pareciam ter se decidido. Porem ela precisava de algum tipo de arma e algumas munições, apesar de ter habilidades em combates próximos sua especialidade era sua mira fatal. - Eu aceito por um tempo isto que você chama de Confeitaria. - Levantava-se de prontidão, finalmente estava indo em direção ao que achava ser o começo de sua trajetória. Pelas palavras da mais jovem ela percebia que o dia já estava acabando, era tempo de descansar um pouco mais pois o dia seguinte provavelmente se tornaria um dia cansativo e cheio de batalhas.

Contudo antes de cair no sono algo despertava sua atenção, um pequeno animal surgia pela casa, ele tinha um tipo de asas semelhantes, porem diferentes, das que a jovem tinha. Ela não parecia reconhecer aquele tipo de animal, ele não parecia agressivo, porem ela tinha aprendido que não existem animais que não atacam, suas feridas eram testemunha. Retraindo seus joelhos ela abaixava-se vagarosamente, apesar de ser uma guerreira um animal fofo ainda era um tipo de atração para aqueles olhos jovens. Olhos agora curiosos se tornavam mais presentes, ela arriscava tentar tocar no mesmo, temerosa devo afirmar. - O..o..o...olá - Ela falava timidamente. - Sim, comida seria bastante agradável - Ela virava-se rapidamente tentando esconder o fascínio pelo animal. - O que é... esta... coisa? - Falava a garota apontando timidamente para o bichinho não virando o rosto para o mesmo.

- Eu sou de.... - Ela parecia não decidia a falar por um instante, porem aquela mesma coragem que antes não tinha agora se mostrava um pouco mais presente - Eu sou de Asgard, somos conhecidos como nórdicos. - Loki não parecia gostar nem um pouco daquelas palavras, ainda mantinha desconfiança e esperava por qualquer ação suspeito para agir. - Como falei antes, estou em uma jornada para tornar-me uma valquíria. Uma especie de ritual onde as jovens garotas devem passar para atingir a maior idade e ser um líder. - Ela demonstrava um olhar distante - Minha família... bem... digamos que eles estão me esperando... - Recolhia um pouco seu corpo, ela não parecia muito a vontade com aquele assunto em questão. Iria juntar-se a mulher para ter suas refeições, seja em uma pequena mesa ou até mesmo na cama onde estava, como uma valquíria ter luxos não era aceitável.

Terminando sua alimentação ela iria agradecer a mulher formalmente, ter algo para comer depois de algum tempo se mostrava uma sensação deliciosa. A comida dos seres inferiores eram realmente diferentes das que estava acostumada, porem não as achava ruim, ao contrario, talvez fosse uma das melhores comidas que tinha em tempos. Talvez fosse apenas a fome, porem ela ainda assim achava tudo aquilo maravilhoso, maravilhoso até demais. Acabando suas refeições iria aguardar mais qualquer palavras de sua protetora e sem mais nada a fazer iria se por a dormir, iria encarar o que estaria pela frente em uma emocionante batalha.
Off:
 

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MensagemAssunto: Re: I - Warcraft   I - Warcraft - Página 2 EmptySex 15 Jan 2016, 04:30

Enquanto escutava tudo o que Lia tinha a dizer, a pequena Saigyouji se mostra um pouco interessada pela profissão chamada Caçadora de Recompensas, que em sua imaginação, assimilou bastante com o trabalho de uma valquíria em sua terra natal. Também não deixou de prestar atenção no vínculo familiar entre Lia e Hina, relembrando um pouco da relação dura que normalmente há nas famílias de sua terra, coisa que não aconteceu especificamente na sua, já que a relação com sua mãe é boa. No fim, acaba aceitando a profissão de confeiteira.

- Eu aceito por um tempo isto que você chama de Confeitaria. - Mesmo sem saber do que se trata realmente.

Aceitar a proposta, faz Lia ficar bastante animada e com cara de alegre, e enquanto Lia e Hina estavam no outro cômodo, Saigyouji até pensa em descansar um pouco, dormir, mas para a surpresa da jovem garota, um pequeno animal fofo adentra na casa e vai de encontro com seu pé.

- O..o..o...olá - Diz a jovem, timidamente.

Saigyouji arrisca tocar no animal, e tem sucesso, vai acariciando-o de maneira tímida, e o animal parece gostar, pois se envolve cada vez mais na mão da garota, mesmo sem essa fazer nada, até mesmo da algumas lambidas em sua mão.

- Sim, comida seria bastante agradável -

- Que ótimo, espero um pouco, vou preparar. - Responde Lia, tentando retornar ao outro cômodo, mas sendo interrompida por outra pergunta. - O que é... esta... coisa? - Lia sorria. - Ah, ele é lindo não é? Simplesmente apareceu misteriosamente na cidade, isto a alguns meses atrás, assim como você apareceu hoje. Por enquanto ele não tem dono, ele apenas perambula pela cidade passando de casa em casa... Me parece com um filhote de cachorro com asas... Pensando bem, estou surpresa que ninguém o acolheu até agora. - Comenta, um pouco pensativa e retornando para o outro cômodo, do qual fazia algumas perguntas à Saigyouji de longe.

- Eu sou de.... Eu sou de Asgard, somos conhecidos como nórdicos. - É a resposta de Saigyouji, que perde totalmente sua timidez momentânea.

- Como falei antes, estou em uma jornada para tornar-me uma valquíria. Uma espécie de ritual onde as jovens garotas devem passar para atingir a maior idade e ser um líder. -

~ Hmm... ~

- Minha família... bem... digamos que eles estão me esperando... -

Por estar em outro cômodo, Lia não nota o olhar vazio de Saigyouji, mas sente que ela não está confortável em falar sobre isso pelo tom de voz, para mudar isso, ela chama a garota ao outro cômodo.

- Venha aqui, comer um pouco. -

Saigyouji vai até o outro cômodo, e descobre que é uma cozinha, avistando lá uma uma porta aberta que da para um outro quarto menor, na qual Lia está colocando Hina para dormir. - Boa noite. - - Boa noite, querida. - Fechando a porta lentamente, em seguida mostrando para que a jovem Saigyouji sente-se em uma cadeira frente à mesa, uma mesa quadrada e pequena com apenas duas cadeiras, uma de cada lado, tudo feito de madeira.

- Hina comeu bastantes besteiras até chegarmos aqui... E fizemos bastante coisa hoje, por isso ela está cansada, foi minha folga do trabalho, então isso é normal. -

Enquanto fala, Lia vai até um balcão e apanha uma tigela, colocando acima da mesa, para que Saigyouji coma. Lia então vai limpando a pia, a cozinha em si é bastante simples, tal como o restante da casa. A jovem não se segura e começa a comer, enfeitiçada pelo aroma, na tigela há ramen, com alguns ingredientes adicionais, uma comida que talvez não seja conhecida em sua terra ou talvez até seja, mas de qualquer forma, apesar de simples, o gosto é muito bom, o ótimo tempero combinado com a fome que Saigyouji sente, faz com que tenha uma excelente refeição, acabando rapidamente, sem deixar sobras, a temperatura apesar de quente, não a atrapalhou muito de comer.

- Esse meu amigo que eu citei, eu já trabalhei com ele quando era mais nova, por isso sei cozinhar e temperar, mas eu estou com poucos ingredientes aqui, então hoje isso foi o máximo que pude fazer para você, espero que tenha gostado. - Diz sorrindo. - Vá descansar um pouco, amanhã vou te acordar cedo. -

Após a refeição, Saigyouji agradece, Lia apenas acaricia a cabeça da jovem, de maneira carinhosa. Depois disso, Lia coloca um pouco de comida para o provável cachorro, que também chega até a cozinha, enquanto isso, Saigyouji volta para a sala/quarto, deitando-se em sua cama, onde cai no sono de maneira espontânea.
.


~~~ Horas se Passam ~~~



.
A jovem Saigyouji aos poucos vai abrindo seus olhos, enquanto escuta uma voz feminina distante, que vai se aproximando conforme vai despertando, a voz é de Lia, que balança seu corpo conforme vai dizendo algumas palavra que só ao despertar consegue entender. - Acorde Sai, já é de manhã. - Ela pausa e se afasta alguns passos, sorrindo. - Desculpa por te acordar assim e se te assustei, mas você não pode perder seu primeiro dia de trabalho, não é mesmo? - E completa. - Eu também tenho que ir para meu trabalho no quartel, vou te deixar na confeitaria no caminho, já deixei Hina na casa de uma amiga, que é como uma babá. - Diz, enquanto vai terminando de arrumar a casa.

Após Lia terminar de falar, Saigyouji escuta os pássaros cantando com mais frequência do que o dia anterior, ao lado de fora da casa, o clima também é bastante agradável, nem frio e nem quente. Pela porta que está aberta, uma forte iluminação entra, é a luz do dia, o cheiro de água misturado com terra vem lá de fora, os pássaros criam uma melodia natural e animadora.

- Vamos, ah, pode se trocar se quiser, sua roupa está limpa e seca. - Diz Lia, apontando para as roupas antigas de Saigyouji, que estão acima da cômoda próxima da porta e já vai saindo da casa.

O cabelo de Saigyouji encontra-se um pouco bagunçado após dormir em uma cama tão simples e pequena como aquela, apesar disso, o colchão é bastante confortável. As roupas da jovem estão bem cheirosas e em ótimo estado, mas a mesma pode optar por não vesti-las, se assim desejar, ainda está com o vestido verde na qual foi colocada dia anterior.

Caso saia de casa, finalmente terá uma visão da cidade que procurava, pequenas casas, simples, umas separadas das outras por conjuntos de flores, plantas e árvores, tais como arbustos, também cheio de flores. Nas flores há bastantes beija-flor e outros pássaros pequenos, alguns emitindo som constante, o solo de terra é firme e a rua em que se encontra está bem vazia, é cedo, o sol acaba de nascer, Lia então apontará em direção ao norte, enquanto dirá.

- É para lá que vamos. -

Tomando a frente, e caminhando calmamente apesar de estar apressada. Suas vestes são as mesmas do dia anterior, e em todo momento, fala de maneira apressada, porém com o tom amigável e gentil de sempre, com um sorriso estampado em sua face.
.
Rua:
 

Refeição:
 

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MensagemAssunto: Re: I - Warcraft   I - Warcraft - Página 2 EmptySex 15 Jan 2016, 07:27



Uso



O animal parecia ter sido de alguma forma ter chegado a aquele local da mesma maneira que a mesma, ela se intrigava um pouco, talvez existissem valquírias animais? Um mundo novo surgia para si, ela observava atentamente aquele ser - Unidade Coelho Branco apresentando-se - Ela esperava uma resposta para aquelas palavras, não conseguiria nada daquele tipo, um código de reconhecimento entre membros não parecia surgir resultados e ela parecia triste. A jovem adentrava no novo comodo, observava bem o local, parecia ser onde os alimentos eram preparados como também eram servidos para aqueles corpos famintos. Ela sentaria no móvel de madeira próximo, ela não sabia bem o que era aquilo, em sua terra natal o único local onde os mesmos repousavam eram uma especie de almofada. Um tanto inconfortável, porem não poderia reclamar de toda aquela hospitalidade. A mais jovem parecia dormir e era chegada a refeição, ela observava bem, uma tigela de aparência parecida com a que antes utilizava, porem a alimentação era com certeza diferente. Timidamente ela pegava os talheres, mexia um pouco sua comida para não ter nenhuma surpresa e quando achava o momento oportuno colocava um pouco em sua boca.

Como era deliciosa aquela comida, nunca tinha sentido aquele tipo de sabor e muito menos aquela combinação de cheiros. Em sua terra natal a comida era apenas algo que as pessoas faziam e comiam para se manterem vivas, não tinha toda aquela dança de sabores e muito menos de cheiros. Ela encarava sua tigela, olhava para a mulher como se pedisse autorização para comer mais, antes de receber já estava enchendo sua boca sem parar e engolindo tudo de uma vez, uma atitude bem infantil, talvez Hel estaria dando um toque de sua personalidade naquele momento. - Está... - Mais uma boa quantidade de comida - Delicioso... - Falava entre uma mastigada ou outra enquanto parecia se dedicar a acabar aquele prato rapidamente. Terminava sua refeição, fechava suas palmas a sua frente e agradecia pela comida - Obrigado grande senhor Odin por mais essa refeição - Um ato padrão para seu povo. Logo ela voltava-se a sua cama, estava na hora de dormir, esperava que durante mais esse sono algum de seus Deuses revelassem mais sobre seu mundo.

Uma tentativa falha, do mesmo jeito que dormia ela acordava, não tinha conseguido nem mesmo um pequeno sonho quando aquela voz a acordava, estava finalmente na hora de começar seu trabalho de confeiteira, iria caçar pessoas e ganhar algum dinheiro, ou assim esperava. Como lhe era falado não poderia atrasar, contudo não conseguiria utilizar de toda sua habilidade em batalha com aquela vestimenta, este era o momento de voltar a suas roupas tradicionais. Recolhia suas roupas e com velocidade começava a trocar-se, seu vestido longo era difícil mas com pratica ela conseguia realizar a ação com não muito mais velocidade que uma roupa normal. Logo ela dirigia-se para fora, estavam lhe esperando, contudo teria mais alguma coisa a fazer antes de prosseguir seu caminho, não poderia encarar inimigos com apenas seus pequenos punhos - Devo dizer que reconheço as pessoas que utilizam de suas mãos. - Ela falava para sua protetora - Contudo não possui qualquer tipo de habilidade física aparente. - Ela ficava um pouco mais seria, ou pelo menos o quão mais serio uma criança pode aparentar. - Tenho que conseguir uma pistola, minhas habilidades de tiro são meu grande trunfo. - Ela falava firmemente, ou melhor dizendo, Loki falava firmemente.

Agora que estava fora da tranquilidade era o momento dele se mostrar útil, ele não era o melhor em articular ideias e estrategias, porem ele sabia como se preparar para uma guerra. Negando seu pedido a garota só poderia esperar uma coisa, no local onde estavam indo provavelmente teriam esse tipo de equipamento então logo relaxava. Chegando ao local esperado ela entraria animada, esperava entender como todo aquele novo universo funcionava, que tipo de armas diferentes eles tinham e ainda mais, queria provar qualquer tipo de alimento delicioso que lhe fora oferecido.
Off:
 

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MensagemAssunto: Re: I - Warcraft   I - Warcraft - Página 2 EmptySab 16 Jan 2016, 05:45

Saigyouji não perde tempo e já veste seu antigo vestido, que agora está bem limpo, e apesar de ser longo, a garota não encontra muitas dificuldades em vesti-lo, logo estando ao lado de fora da residência, respirando ar puro e confirmando que as informações que recebeu do pistoleiro nos campos foram de fato verdadeiras. Mas agora estava desarmada, e ir para o campo de batalha desarmada não deixa a jovem muito confortável.

- Devo dizer que reconheço as pessoas que utilizam de suas mãos. -

~ Hum? ~

- Contudo não possui qualquer tipo de habilidade física aparente. -

Saigyouji vai ficando um pouco mais séria, embora sua aparência juvenil esconda um pouco disso. Já a mulher fica com cara de quem não está entendendo nada.

- Tenho que conseguir uma pistola, minhas habilidades de tiro são meu grande trunfo. - Termina de falar, com firmeza e sobe influência de Loki.

- Armas são coisas perigosas, você é muito nova para usar uma. - Comenta. - Mas de qualquer forma, eu não tenho uma pistola, nem sequer sei usar uma. - Termina.

Apesar de não satisfeita, Saigyouji se contêm, imaginando que vai conseguir uma arma em seu destino. As duas vão caminhando pela estrada de terra, por poucos instantes, já que em cinco minutos chegam no centro da cidade, onde seguem por uma rua à beira de um rio que separa o outro lado da cidade, onde pode-se avistar casas não tão distante, assim como as que estão ali do lado delas. Do lado direito em que estão, param diante de um estabelecimento de dois andares.

- Chegamos! - Diz, animada. - É aqui. -

A frente do estabelecimento é bem comum, a parede do primeiro andar é feita de tijolo, com algumas plantas de decoração, algo comum visto que a cidade é repleta de flores e plantas de vários tipos, há um banco em frente a uma janela ainda fechada, também tem a entrada e uma placa escrito "Cake Shop" pendurada na parede, tal como uma outra na calçada, porém esta outra com o que a loja oferece.

Seguindo Lia, a jovem adentra no estabelecimento, o interior é bonito, tudo bem decorado com paredes rosa claro, o chão e móveis pintados de um rosa mais escuro, há balcões com vitrines, nas quais atrás possuem bolos e doces diversos, todos parecendo bem apetitosos, alguns até dão água na boca, são bem decorados e possuem crachás na frente de cada um, com o valor que custam.

- Lia? - Uma voz masculina vem detrás do balcão, apesar de pequena, Saigyouji consegue ver de quem vem a voz, já que os balcões não são grandes, chegando apenas próximo do tamanho da garota.

- Olá Hanzo, essa é Saigyouji, ela está precisando muito de trabalho e eu ouvi falar que você está precisando de uma atendente nova, pode aceita-la e cuidar dela para mim? -

- Essa garotinha? Ela parece ser inexperiente... - Responde, avaliando Saigyouji. - Mas tudo bem, estou devendo um favor a você, e ela é bonita, vai atrair clientes. -

- Obrigada! - Diz, contente com a resposta.

Lia se aproxima de Hanzo, e cochicha algumas coisas em seu ouvido, claramente para que Saigyouji não escute. - Certo. - Lia então se afasta após a confirmação do sujeito e se vira para Saigyouji. - Boa Sorte, mais tarde eu volto aqui para te levar para casa. - Sorri.

Em seguida, Lia sai da lojinha, seguindo rumo ao norte, na direção das montanhas. Saigyouji fica na loja, diante de Hanzo, um homem adulto, de 170 centímetros de altura, trajando roupas bastante simples, e se destacando pelo seu óculos quadrado e seu bigode grosso, já seu cabelo é bem ajeitado, assim como o restante de sua loja, seu cabelo e bigode possuem uma coloração preta.

- Lia pediu para eu pegar leve com você, disse que você ainda está aprendendo, vou te dar uma breve explicação, mas antes, prove isso. - Hanzo coloca um pequeno prato, com uma fatia de bolo sobre o balcão, uma fatia toda branca e com três morangos em cima.

Saigyouji não perde tempo e come a fatia, sente o bolo se desmanchar com facilidade em sua boca, bem mais fácil do que a refeição que comeu no dia anterior, e bem mais gostoso também, é doce e macio, conforme come, mais vontade de comer nasce, os morangos também são agradáveis.

- Isso foi a fatia de um bolo preparada por mim, um doce, confeiteiros são aqueles que fazem doces, e isso é uma confeitaria, local onde se faz e vende esses doces, entende? - Pausa, aguarda uma resposta, mas logo continua. - Pessoas vão vim aqui querendo comprar, seu trabalho basicamente vai ser atender essas pessoas, dando o que elas pedirem, e elas vão dar dinheiro em troca, ai você guarda no caixa, que fica ali atrás do balcão, um trabalho bem simples. -

Enquanto fala, Hanzo vai terminando de abrir a confeitaria.

- Eu fiz tudo isso de madrugada... E por isso, estou um pouco cansado, preciso... Tirar um cochilo... Vou deixar por sua conta. - Diz Hanzo, mudando o tom de voz e dando algumas pausas, tentando disfarçar o cansaço que sente.

Ele nem espera a resposta de Saigyouji, e já abre uma porta que vai mais a fundo no estabelecimento e adentra devagar, e antes de fechar diz algumas coisas. - Boa Sorte... Lia disse que você parece gostar de brigar e de armas... Que era para eu ficar de olho em você... Se isso te deixa feliz, volte e meia aparecem alguns baderneiros por aqui, querendo arranjar confusão, mas é bem raro disso acontecer, mas se acontecer, você pode tentar dar um jeito neles. - Fala, tentando animar a garota, enquanto se retira do local, terminando de fechar a porta.

Agora ali sozinha, a jovem precisa decidir o que fazer, seguir as instruções que lhe foi passada ou não?
.
Hanzo:
 

Confeitaria Exterior:
 

Confeitaria Interior:
 

Vitrines:
 

Fatia Comida:
 

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MensagemAssunto: Re: I - Warcraft   I - Warcraft - Página 2 EmptyDom 17 Jan 2016, 15:48



You're just too good to be true



Chegavam finalmente a loja, a criança observava o local, era provavelmente o ambiente mais bem decorado que tinha visto em sua vida, sua cor atrativa e suas exibições deliciosas pareciam sambar em meio a sua imaginação. Elas entravam, os pequenos olhos observavam todas aquelas guloseimas que se encontravam ali, ela sabia o que eles estavam tramando, ninguém nunca desconfiaria de uma sede de assassinos que fazem deliciosas obras primas, quem sabe dentro de cada uma dessas guloseimas não tenha um tipo de arma diferente? Ela ficava animada por aquilo. Ela era apresentada ao dono do local, ele não parecia um grande guerreiro, mas ela sabia, como sabia, que os melhores guerreiros são aqueles que não demonstram nem um tipo de habilidade aparente. Ela fazia uma referencia padrão abaixando um pouco a parte superior de seu torso, com uma cara um tanto quanto seria ela tentava demonstrar respeito.

Sua companheira iria lhe buscar quando estivesse pronta o bastante para ir, ela teria o tempo necessário para fazer todo seu aprendizado. Seus pensamentos eram interrompidos, uma fatia de algo saboroso parecia surgir a sua frente e o proprietário interessado em demonstrar suas habilidades de culinária estendia um prato. Ela aceitava, vagarosamente recolhia o talher, cortava um pequeno pedaço graciosamente e colocava na boca esperando a explosão de sabores. Ela sabia o que estava por vir, mas mesmo assim era surpreendida por aquele gosto e sem perder tempo voltava-se a comer outro pedaço daqueles deliciosos morangos. Com certeza estava diante de um mestre naquela arte, ela tinha que responder as expectativas do mesmo.

Ela agora sabia como era o tipo de serviço empregado por aquele disfarce, porem eles não estavam indo bem demais com isso? Os nórdicos pareciam não ter esse conhecimento, quem sabe um dia o povo inferior não faça uma revolução utilizado de bolos e sopas quentes? Ela não poderia admitir aquilo... mas apenas mais um pedaço com certeza não faria mal algum, faria? Surgia a oportunidade de mostrar seu valor, o homem parecia retirar-se, contudo não saía antes de falar sobre suas preocupações, ao que parecia um bando de baderneiros. Contudo ela sabia o que estava acontecendo ali novamente, o homem sair e logo depois um bando de guerreiros aparecerem do nada? Com certeza apareceria alguém e com certeza eram membros daquela organização esperando para fazer um teste com a pequena. Gerda tinha decifrado o segredo, mas apenas Loki parecia agir, ele andava até a vitrine e observava os arredores, ele tinha que ter pelo menos uma ideia do que estava por vim.

Não avistando nada era hora de procurar por armamento, mesmo que seja uma loja de fachada com certeza teria todo tipo de artilharia e ele as estava caçando. Procuraria por debaixo de prateleiras e ate mesmo por entre as diversas possíveis caixas que ali teriam. Não achando nada ela sabia onde com certeza encontraria, porem não desejava revelar sua arma secreta, não agora. Se finalmente adversários se mostrassem presentes era hora de agir, ela enfiaria a mão dentro de um delicioso bolo, com certeza encontraria um armamento ali, ela estava ciente de todo aquele esquema, ou assim achava. Porem existia um grande problema em toda aquela situação, quem realmente eram seus inimigos? Talvez qualquer cliente que resolve-se dar as caras por ali acabasse por enfrentar uma fúria infantil.

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